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Sábado, 3 de Dezembro de 2016
MUNICÍPIO DE LISBOA CONFIRMA: EXTENSÃO DO CORREDOR VERDE DE MONSANTO ATRAVESSA O LOCAL ONDE SE ENCONTRA A CASA DE PONTE DE LIMA

Tal como já anteriormente referimos, a Câmara Municipal de Lisboa confirma que o espaço onde se encontra instalada a sede social da Casa do Concelho de Ponte de Lima está destinado à extensão do Corredor Verde de Monsanto. Por conseguinte, aquelas instalações irão ser demolidas, sendo entretanto utilizadas como estaleiro da obra, o que aliás já se verifica.

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Mas, para que não restem dúvidas, passamos a transcrever o e-mail recebido do Presidente da Junta de Freguesia de Campolide:

“Caro Vizinho Carlos Gomes,

Antes de mais agradecer o seu e-mail.

De acordo com a informação disponibilizada pela Câmara Municipal de Lisboa, responsável pela gestão desse espaço, será feita nesse local a extensão do Corredor Verde de Monsanto.

No entanto, começará muito em breve uma grande intervenção naquele troço da Rua de Campolide sendo provável que, durante o período da obra, aquela zona possa vir a funcionar como zona de estacionamento ou, eventualmente, estaleiro da obra. Neste momento são todos os pormenores de que disponho.

Disponha dos meus contactos, por este ou outro assunto, sempre que necessitar.

Um abraço,

André Nunes de Almeida Couto

Presidente da Junta de Freguesia de Campolide”

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publicado por Carlos Gomes às 18:23
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FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS: ANA RITA LEITÃO DEFENDE QUE SE DEVE INVERTER O TENDENCIAL PROCESSO DE DESAPARECIMENTO E ESQUECIMENTO DO NOSSO PATRIMÓNIO CULTURAL

Drª Ana Rita Leitão, Vice-Presidente da Federação do Folclore Português e membro do Grupo Típico de Ançã, considera que, através da realização do Congresso, “promove-se um primeiro debate de aproximação entre a FFP e a Comissão Nacional da UNESCO em Portugal”

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“A cultura é o que identifica um povo com a sua finalidade”

Agustina Bessa-Luís

A Federação do Folclore Português (FFP) irá nos próximos dias 10 e 11 de Dezembro de 2016, em Leiria, reunir-se em congresso nacional pretendendo debater questões relacionadas com o património, intitulando o congresso de Folclore: entre o material e o imaterial.

A pertinência do tema prende-se com o atual momento de mobilização e consciencialização social para a temática do património cultural, tendo em vista a sua classificação (nacional e internacional – nomeadamente pela UNESCO), e, bem assim, a sua promoção invertendo o tendencial processo de desaparecimento e esquecimento; estando a merecer estratégias eficientes de intervenção no nosso país.

Nesta medida, promove-se um primeiro debate de aproximação entre a FFP e a Comissão Nacional da UNESCO em Portugal. Após alguns contactos prévios e reuniões havidas, parece-nos efetivamente muito atual que se faça um debate de ideias entre as duas entidades e se promova um entendimento entre os pontos de ação convergentes. Acredito que é um momento especialmente benéfico, dignificante e enriquecedor para o nosso movimento associativo.

Numa segunda aceção, julgamos por pertinente e necessário que o próximo momento de congresso do nosso movimento deva refletir e debater a temática do património cultural imaterial nomeadamente no que diz respeito aos procedimentos de inventário e classificação com vista ao seu registo no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial; melhor esclarecer o que é o Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial, procedimentos técnicos e normativos para que os grupos tenham mais instrumentos de salvaguarda e promoção da sua identidade cultural.

E aqui é que julgo que se calarão os céticos face à aproximação do movimento aos grupos menos representativos. Ficamos todos com mais ferramentas para desenvolver mais e da melhor forma o nosso trabalho. E assim, naturalmente, se começarão a distinguir qualitativamente os grupos que de forma séria se preocupam em promover a sua comunidade cultural nas mais diferentes vertentes.

Dentro da FFP muitos instrumentos deste género já foram divulgados e promovidos nos últimos anos – lembramos o plano de melhoria dos grupos e os processos técnicos digitais. Não obstante, o fato de se desafiar um grupo e uma comunidade a tentar inscrever uma manifestação cultural (ainda viva) no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial da Direção Geral do Património Cultural, comporta uma carga motivacional mais elevada porque mais desafiante e exigente.

Numa terceira aceção, acreditando que o trabalho dos grupos de folclore é a base para tentar cativar os jovens do nosso tempo de modo a melhor sedimentar a sua matriz identitária; e reconhecendo também que um grupo de folclore é um instrumento de criação de memórias da comunidade e, bem assim, um instrumento de desenvolvimento social; existem projetos como o Trajar do Povo em Portugal e o projeto editorial Memórias Fotográficas, que vindo a ser desenvolvidos de forma muito meritória, trazendo ao conhecimento da sociedade em geral documentos de informação etnográfica que se encontravam no desconhecido; sendo também um modo de aglomerar toda a informação numa plataforma social muito atual para que as novas gerações tenham acesso a um conjunto de informação compilada de uma forma que até hoje não existia de modo a que, também, todos aqueles que acedem a este manancial informativo, possam desenvolver uma consciência crítica.

Substancialmente, este congresso propõe caminhos penosos e muito trabalhosos aos grupos. Traz desafios e inquieta todos aqueles que sentem que muitas das tradições e manifestações culturais (materiais ou imateriais) correm o risco de cair no esquecimento e paulatinamente desaparecerem deitando por terra o que moveu os primeiros entusiastas dos agrupamentos folclóricos em Portugal: tornar a nossa terra cada vez mais conhecida e mais amada!

Ana Rita Leitão



publicado por Carlos Gomes às 11:05
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Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2016
FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS: LISTA "A" APRESENTA NOTA DE CANDIDATURA

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publicado por Carlos Gomes às 20:08
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“FRENÉTICA", NOVO ÁLBUM DE PATRÍCIA CANDOSO JÁ EM PRÉ-VENDA

Depois de um longo período de maturação artística, Patrícia Candoso reactiva agora a sua carreira musical com a edição de um novo álbum, o terceiro do seu percurso.

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“Frenética” reflete a maturidade de Patrícia enquanto mulher independente e artista consolidada na indústria do entretenimento, mantendo agora uma harmonização perfeita entre as vertentes de música, televisão e teatro.

Com o cunho criativo do cantor/compositor Mikkel Solnado e o selo da Music In My Soul, o novo álbum estará disponível em pré-venda a partir de 2 de Dezembro, sendo antecedido pelo single “Ready For It”. Mais quatro temas promocionais serão lançados semanalmente em antecipação ao disco, cuja edição digital está prevista para 20 de Janeiro.

O alinhamento de “Frenética” é composto por:

1 – “Frenética”

2 – “Quero-te Só Para Mim”

3 – “Desta Vez”

4 – “Give Me a Heartbeat”

5 – “Só Sei Que Nada Sei”

6 – “Em Bruto”

7 – “Nunca Foste Meu”

8 – “Ready For It”

9 – “Quero-te Só Para Mim” (Versão Acústica)


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publicado por Carlos Gomes às 19:44
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FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS: CONVENÇÃO PARA A SALVAGUARDA DO PATRIMÓNIO CULTURAL IMATERIAL DEVERIA CONTEMPLAR O FOLCLORE

- Teotónio Gonçalves, do Grupo Folclórico “Verde Minho”, é de opinião que o folclore também constitui património imaterial, ainda que remontando a uma época passada, e como tal deveria ser abrangido pela Convenção para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial aprovado pela UNESCO

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No decurso da 32ª Conferência Geral das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), foi em 17 de outubro de 2003 aprovada a Convenção para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial, a qual apenas veio a entrar em vigor no dia 20 de Abril de 2006, três meses após a data de depósito junto do Director Geral da UNESCO do 30º instrumento de ratificação, aceitação, aprovação ou adesão.

O artigo 2º da referida Convenção define o património cultural imaterial, como sendo “as práticas, representações, expressões, conhecimentos e aptidões – bem como os instrumentos, objectos, artefactos e espaços culturais que lhes estão associados – que as comunidades, os grupos e, sendo o caso, os indivíduos reconheçam como fazendo parte integrante do seu património cultural. Esse património cultural imaterial, transmitido de geração em geração, é constantemente recriado pelas comunidades e grupos em função do seu meio, da sua interacção com a natureza e da sua história, incutindo-lhes um sentimento de identidade e de continuidade, contribuindo, desse modo, para a promoção do respeito pela diversidade cultural e pela criatividade humana”.

Trata-se de um conceito inovador que pretende levar as políticas de preservação cultural e patrimonial a abranger vertentes que até então não eram consideradas como património por não serem materiais, por assim dizer palpáveis, como sucede com o património construído ou outras obras de arte.

Porém, este conceito não compreende ainda aquele património que, remontando a uma época de transição para a sociedade industrializada, é preservado pelos museus etnográficos e ranchos folclóricos, de forma musealizada e, por assim dizer, cristalizada no tempo.

À semelhança do que sucede com qualquer coleção museológica, também o folclore constitui património cultural, neste caso património imaterial. E, como tal, assim deveria ser entendido pela UNESCO e contemplado na Convenção para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial.



publicado por Carlos Gomes às 19:05
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IGREJA DA GRAÇA EM LISBOA RECEBE CANTARES TRADICIONAIS AO MENINO

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publicado por Carlos Gomes às 15:44
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GARRETT MCNAMARA REALIZA SESSÃO DE AUTÓGRAFOS EM CASCAIS

6 DEZEMBRO | 13H | CASCAIS KITCHEN - CASCAISHOPPING

Buondi reforça posicionamento “Expressa-te intensamente” com Garrett McNamara

Garrett McNamara, a lenda mundial do surf, estará no próximo dia 6 de dezembro, no Cascais Kitchen – CascaiShopping, para realizar uma sessão de autógrafos, pelas 13h.

Os amantes de café que vivem a vida de forma intensa e positiva tal como Garrett McNamara, terão a oportunidade única de o conhecer e fazer-lhe perguntas sobre as suas aventuras no mar e o recorde nas ondas gigantes da Nazaré.

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publicado por Carlos Gomes às 15:34
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LISBOA RECEBE FEIRA NACIONAL DE AGRICULTURA BIOLÓGICA

Assinatura de Protocolo com Ecovalia promove Agricultura Biológica Ibérica Terra Sã Lisboa 2016

A Terra Sã Lisboa 2016 – Feira Nacional de Agricultura Biológica começa já este sábado, dia 3 de Dezembro, abrindo as portas às 10h00 e tendo lugar a cerimónia de inauguração pelas 11h00. A inauguração da feira irá contar com o Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, Amândio Torres e André Silva do PAN. Após a inauguração será assinado o protocolo entre a Agrobio e a maior associação de Agricultura Biológica de Espanha, a Ecovalia.

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O protocolo que será assinado com a Ecovalia tem por objetivo promover a cooperação e intercâmbio entre as duas instituições, de modo a que possam beneficiar de ações de colaboração nos diferentes âmbitos da Agricultura biológica tais como: atividades nos domínios da formação; cooperação técnica e cientifica; estágios científicos, técnicos e profissionais; cooperação no domínio da politica agrícola comunitária; organização conjunta de eventos de promoção da agricultura biológica/ ecológica ibérica.

A Terra Sã – Feira Nacional de Agricultura biológica terá lugar nos dias 3 e 4 de dezembro no Pátio da Galé, no Terreiro do Paço. A feira, que acontece desde 1988, tem vindo a crescer desde então, ganhando novas formas em novos espaços. 

O Tema da feira será a Alimentação saudável e sustentável e contará com a presença das maiores marcas de agricultura, alimentação e cosmética biológica do mercado, com as diferentes quintas biológicas do país assim como as principais organizações ambientais de Portugal.



publicado por Carlos Gomes às 12:05
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FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS: JOSÉ VAZ DEFENDE QUE O FOLCLORE DEVE PERMANECER CRISTALIZADO, O QUE NÃO É ACEITE PELA UNESCO

- José Vaz, do Rancho Folclórico de Leiria, considera que as candidaturas a Património Imaterial parecem ter virado moda.

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Como é do conhecimento geral, vai realizar-se nos próximos dias 10 e 11 de Dezembro em Leiria, o Congresso Nacional de Folclore, promovido e organizado pela Federação do Folclore Português, sobre o tema: “ Folclore: entre o material e o imaterial”.

De há uns tempos a esta parte, proliferam por esse país fora, candidaturas e atribuições a este galardão, que é o reconhecimento pela UNESCO, de determinadas manifestações culturais. Exemplo disso são os “chocalhos”, o “fado”, o “traje à vianesa” (que se me consta estar a preparar a sua candidatura), é o “cante alentejano”, mais recentemente a “falcoaria”… parece ter virado moda!

Não menosprezando a intenção e os desígnios a que se propõe a Direcção da Federação, é até mesmo de louvar, ter trazido para o debate do Congresso, precisamente o tema.

A convenção da UNESCO, tem vindo a considerar que o folclore não reúne os requisitos por aquela organização estabelecidos. Embora uma parte do folclore está e deva estar, em minha opinião, cristalizado (o que não é aceite pela convenção de 2003), outras áreas há, que se têm vindo a verificar evolutivas.

A presença da representante da UNESCO em Portugal Drª. Clara Bertrand Cabral, poderá trazer uma mais-valia ao debate no Congresso, que estou convencido será bastante participativo.

Pelo muito que se tem vindo a opinar sobre o património material e imaterial, a compreensão desta dicotomia está programada para o debate. Alguns exemplos que vão estar em discussão: “Dualidades entre o material e o imaterial”; “Abordagens Complementares ao Património Cultural”; “Criação de novas memórias assentes no património”.

Em meu humilde entender, a preservação que se faça sobre determinado património, é um processo evolutivo, tal como se verifica nos inúmeros museus e núcleos museológicos espalhados pelo país. Tecidos há, que vêm sendo substituídos por tecidos que se aproximam do originalmente usado. Um outro exemplo da evolução, nota-se e muito, no linguajar das pessoas. Termos há, que hoje em dia foram “modernizados”, sempre que um grupo de folclore apresenta as modas que se vão bailar, ou o mesmo um quadro etnográfico. Outros exemplos haverá por certo, porém, e não sendo eu um estudioso do assunto, deixo a minha humilde opinião. Está enraizado no Povo, que “quem conta um conto, acrescenta um ponto”. Provavelmente, até neste ditado popular, haverá um processo evolutivo.

Porém, estou certo que o tema em causa, é sem sombra de dúvidas, mais uma razão para que as pessoas adiram e se apresentem no Congresso, que tem as portar abertas a todos os que se interessem por este fenómeno.

À Direcção da Federação do Folclore Português, os meus parabéns por ter saído dos temas mais comuns e enveredar por caminhos mais latos.



publicado por Carlos Gomes às 10:26
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Quinta-feira, 1 de Dezembro de 2016
BLOGUE DE LISBOA SAÚDA AS INDIVIDUALIDADES NAS COMEMORAÇÕES DO 1º DE DEZEMBRO

Registamos o momento em que o sr. Manuel Santos, colaborador do BLOGUE DE LISBOA, saudou o Presidente do Movimento 1º de Dezembro, Dr. José Ribeiro e Castro e SAR D. Duarte de Bragança, no encerramento das comemorações que hoje tiveram lugar em Lisboa.

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publicado por Carlos Gomes às 21:47
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PORTUGUESES REAFIRMAM VONTADE DE CONTINUAREM A SER UM PAÍS SOBERANO E INDEPENDENTE

Cerca de 34 entidades, integrando 2 grupos de percussão, 1 banda nacional militar e 30 bandas filarmónicas civis desfilaram esta tarde na avenida da liberdade, em Lisboa, evocando a data histórica da Restauração da Independência Nacional em 1640.

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O desfile teve início junto ao monumento aos Mortos da Primeira Grande Guerra e desceu rumo à Praça dos Restauradores onde teve lugar uma interpretação conjunta final das Bandas participantes, sob a direção do Maestro Tenente Duarte Cardoso, da Banda do Exército.

Ao longo do desfile, foram interpretadas diversas marchas, bem como o Hino da Restauração. O alinhamento do momento coletivo contou também, além do Hino da Restauração, com a interpretação dos Hino da Maria da Fonte e do Hino Nacional.

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O Movimento 1º de Dezembro lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios para o efeito. Um evento desta grandiosidade foi possível realizá-lo graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa contou também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro.

Coube ao Dr. José Ribeiro e Castro, na qualidade de Presidente do Movimento 1º de Dezembro, proferir as palavras solenes que antecederam o encerramento oficial das comemorações.

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publicado por Carlos Gomes às 21:18
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Quarta-feira, 30 de Novembro de 2016
AFINAL ONDE ESTÁ O PROMETIDO DEBATE DE IDEIAS ENTRE AS CANDIDATURAS AOS ÓRGÃO DIRECTIVOS DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS?

Em resposta ao artigo publicado no BLOGUE DE LISBOA sob o título em epígrafe, em http://bloguedelisboa.blogs.sapo.pt/afinal-onde-esta-o-prometido-debate-de-668618, publicou o Dr Ludgero Mendes na página do Facebook “Sons do Povo”, da Rádio do Folclore Português, o comentário que nos merece o maior interesse e que aqui publicamos na íntegra, no propósito de contribuir para o debate de ideias.

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Caro Senhor Carlos Gomes,

Posso concordar consigo sobre o interesse de as Listas que se propõem ao acto eleitoral do próximo dia 11 deverem ter um espaço e um tempo para apresentarem mais detalhadamente os seus projectos, que são distintos um do outro, se bem analisados, apesar de consensualizarem um conjunto de ideias que, no fundo, representam o que é essencial para a "governança" da Federação.

Há, contudo, a necessidade de operar uma certa rotura com práticas do passado recente, de modo a conseguir ganhar a credibilidade por parte de agentes do poder político central, de modo a ser parceira cultural do Ministério ou da Secretaria de Estado da Cultura (depende, uma vez que alguns Governos têm um Ministério da Cultura, enquanto outros, como o actual, apenas têm uma Secretaria de Estado), e o primeiro passo que tem que ser dado no sentido de sermos respeitados é sabermos o que queremos fazer com tão importante património cultural como são o folclore e a etnografia.

Este Congresso é fundamental para podermos definir toda a estratégia exigida a uma instituição como é a Federação, pois, se for possível consensualizarmos os conceitos estaremos em condições de definir um plano de acção a médio / longo prazo.

Teremos de ser capazes de falar todos a mesma linguagem e sermos entendidos correctamente por quem ainda não encontrou o seu espaço e a sua opção em termos de abordagem ao tema folclórico.

É importante votar, claro que sim - e desta vez, sem quaisquer dramas, e mau grado algumas insinuações desnecessárias, até há duas alternativas - mas, sabermos o que queremos fazer a favor do Folclore e do movimento associativo que o defende / representa, não é menos importante.

Um abraço.



publicado por Carlos Gomes às 23:46
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PALMELA REALIZA FESTIVAL DO MOSCATEL

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publicado por Carlos Gomes às 21:31
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FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS: LISTA “B” TEM NOVA PÁGINA NO FACEBOOK

A lista “B” candidata aos órgãos diretivos da Federação do Folclore Português criou uma nova página no seguinte endereço do Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100014234172340&fref=ts

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publicado por Carlos Gomes às 21:07
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“HERE, I’M FINE”, O NOVO EP DOS BEAR ME AGAIN

Longe vão os dias em que o nome Bear Me Again causava estranheza entre os fãs de indie rock. Actualmente basta pronunciar o nome do quarteto de Belo Horizonte para provocar sorrisos e um menear de cabeça, conquistando fãs e seguidores logo às primeiras audições.

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Depois do primeiro álbum homónimo os ter catapultado para o estrelato, e do single “Here, I’m Fine” ter confirmado todo o talento demonstrado anteriormente, chegou finalmente a altura de concretizarem o seu segundo lançamento europeu! Sob o título “Here, I’m Fine”, estes são três poderosos temas de indie rock que fascinaram a critica especializada e que chegam ao mercado através do reputado selo da Music For All.

Os Bear Me Again são um quarteto de indie folk/alternativo oriundo de Belo Horizonte e composto por Wendhell Werneck (voz e violão/guitarra), Diego Ernane (guitarra e back vocal), Luís Lopes (baixo, back vocal) e Thiago França (bateria).

Surgida no ano de 2012, a banda desenvolveu uma mistura entre a essência e a autenticidade do folk com a eletricidade e sentimentalismo típicos do rock alternativo britânico, fazendo um som carregado de alma e sensibilidade, com influências de diferentes géneros e bandas como Coldplay, Kings of Leon, Mumford & Sons, Johnny Cash e U2, o que lhes confere um estilo musical indescritível e abrangente.

Em 2013 estreiam-se com um EP intitulado “Road of Glass”, tendo o primeiro longa-duração homónimo chegado dois anos mais tarde, em Setembro de 2015, sendo considerado o melhor disco independente desse ano em Minas Gerais pela publicação Musical Street e pelo Jornal e Revista Correio Eletrônico.

Com letras poéticas que envolvem questões antropológicas e teológicas, tanto quanto o quotidiano e o ordinário de forma contemplativa, os Bear Me Again tentam trazer uma nova abordagem à música indie praticada no Brasil.


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publicado por Carlos Gomes às 20:59
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NATAL CHEGA Á MOITA COM MARÉ CHEIA

Maré Cheia: o que não pode perder neste Natal no concelho da Moita

A agenda Maré Cheia de dezembro, da Câmara Municipal da Moita, já está disponível, em papel, nos locais habituais e em formato digital, em www.cm-moita.pt. Saiba que atividades não pode perder neste Natal, com a sua família e amigos. Um ciclo de música, teatro, feiras e ateliês de Natal são algumas das propostas apresentadas na rúbrica “À Lupa”, desta agenda.

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Nas páginas na Maré Cheia, pode ainda encontrar toda a programação prevista para o mês de dezembro, no concelho, no que diz respeito a música, teatro, atividades para crianças, cinema, feiras e festas, exposições e outros eventos. Há ainda espaço para as habituais sugestões de leitura, música, cinema e internet, nas Cumplicidades, e, no “Aqui Tão Perto”, dá-se a conhecer uma nova geração de artesãos que encontrou novas formas de divulgar as pinturas tradicionais das embarcações do Tejo. Conheça ainda o projeto “Mercearia da Aldeia”, na rúbrica “Sabores & Saberes”.

Se pretende receber a Maré Cheia em sua casa, todos os meses, contacte o Gabinete de Informação e Relações Públicas da Câmara Municipal da Moita, através do e-mail: informacao-rpublicas@mail.cm-moita.pt ou do telefone 212806715.



publicado por Carlos Gomes às 19:47
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Terça-feira, 29 de Novembro de 2016
COMEMORAÇÕES DO 1º DE DEZEMBRO TRAZEM A LISBOA PERTO DE 30 BANDAS FILARMÓNICAS DE TODO O PAÍS

O Movimento 1º de Dezembro lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios para o efeito. É possível realizá-lo graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro. Agradecemos também o apoio facultado pelo Recheio e pelo Amanhecer.

O Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas "1º de Dezembro" foi um êxito em 2012, 2013, 2014 e 2015. Será êxito maior em 2016.

14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)

15h00 - Início do Desfile

16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.700 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

17h00 - Fecho e desmobilização das bandas

Nesta 5ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:

GRUPOS DE PERCUSSÃO:

Tocá Rufar (Seixal)

Grupo de Bombos de Atei (Mondim de Basto)

BANDA NACIONAL:

Banda do Exército

BANDAS FILARMÓNICAS:

Banda da ACULMA (Marvila, Lisboa)

Sociedade Filarmónica União e Progresso Madalense (Madalena do Pico, Açores)

Banda Musical Santiago de Lobão (Santa Maria da Feira)

Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense "Os Amarelos" (Moura)

Banda Filarmónica de Santa Maria de Bouro (Amares)

Banda Marcial de Arnoso (Vila Nova de Famalicão)

Associação Filarmónica Recreativa e Cultural do Brinço (Macedo de Cavaleiros)

"Banda de Música 1º de Maio (Associação de Socorros Mútuos dos Artistas Mirandelenses) (Mirandela)

Associação Filarmónica Retaxense (Castelo Branco)

Filarmónica Recreativa Cortense (Covilhã)

Sociedade Filarmónica Oleirense (Oleiros)

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Fratelense (Vila Velha de Ródão)

Sociedade Musical Recreativa Instrutiva e Beneficente Santanense (Figueira da Foz)

Sociedade Filarmónica Sangianense (Oliveira do Hospital)

Banda Filarmónica da Casa do Povo de N.ª Sr.ª de Machede (Évora)

Banda Musical de Tavira

Banda Academia de Santa Cecília (de São Romão) (Seia)

Sociedade Musical Estrela da Beira (Seia)

Sociedade Filarmónica Maiorguense (Alcobaça)

Sociedade Filarmónica Pedroguense (Pedrógão-Grande)

Associação Musical de Cabanas de Torres (Alenquer)

Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro da Encarnação (Mafra)

Banda Juvenil do Município de Gavião

Sociedade Musical Euterpe de Portalegre

Banda de Música de S. Vicente de Alfena (Valongo)

Sociedade Filarmónica União Maçaense (Mação)

Sociedade Filarmónica Gualdim Pais (Tomar)

Sociedade Filarmónica Incrível Almadense (Almada)

Banda Filarmónica da Associação Musical de Vila Nova de Anha (Viana do Castelo)

Sociedade Filarmónica Fraternidade de São João de Areias (Santa Comba Dão)

Banda Musical 81 de Ferreirim (Sernancelhe)

Será um total de 34 entidades, integrando 2 grupos de persussão, 1 banda nacional militar e 31 bandas filarmónicas civis.

Serão cerca de 1700 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país que irão descer a Avenida da Liberdade, para celebrar Portugal, a Independência e a Restauração através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.

Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes sob a direcção do Maestro Tenente Duarte Cardoso, da Banda do Exército.

Ao longo do desfile, serão interpretadas várias marchas, bem como o Hino da Restauração. O alinhamento do momento colectivo conta também, além do Hino da Restauração, com a interpretação dos Hino da Maria da Fonte e Hino Nacional.

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publicado por Carlos Gomes às 22:16
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AFINAL ONDE ESTÁ O PROMETIDO DEBATE DE IDEIAS ENTRE AS CANDIDATURAS AOS ÓRGÃOS DIRECTIVOS DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS?

Apresentaram-se às próximas eleições aos órgãos diretivos da Federação do Folclore Português duas listas que prometiam debater diferentes pontos de vista programáticos com o objetivo de trabalharem para uma “Federação Renovada do Século XXI”, segundo a Lista “A” ou, um “Federação Maior e Melhor Agora”, segundo a Lista “B”.

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Ambas as listas apresentaram a seu tempo o respetivo programa mais ou menos objetivo e a sua lista de candidatos aos órgãos diretivos da Federação do Folclore Português. Mas, para além de alguma troca de acusações, o debate de ideias não passou disso mesmo, não sendo percetível as verdadeiras diferenças que opõem as duas listas candidatas.

Pedem aos associados o seu voto mas não se sabe a que propósito estes o vão conceder, uma vez que as ideias não foram suficientemente esclarecidas. E, quanto ao congresso, para que servirá tão magna reunião sem caráter vinculativo quando nem para a Assembleia Eleitoral os concorrentes ousaram confrontar os seus diferentes pontos de vista?



publicado por Carlos Gomes às 21:46
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FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS: LISTA "B" APELA AO VOTO!

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Prezados Amigos,

Dirigimo-nos a cada um de vós, no sentido de convocar todos a trilhar um caminho comum, o valor do Folclore, da cultura tradicional popular e o reconhecimento do trabalho desenvolvido pelos Grupos de Folclore, um legado que nos deixou o saudoso Augusto Gomes dos Santos.

Constituímos uma equipa, jovem, dinâmica, sem vícios, que se entrega ao movimento sem esperar nada em troca, mas uma equipa motivada, inconformada e determinada a elevar o Folclore Português a nível nacional e internacional. Uma equipa que quer estar do lado dos Grupos ou Ranchos de Folclore, sentindo as suas dificuldades e preocupações, ajudando a superá-las. Não uma equipa de gabinete, mas uma equipa presente e no terreno.

Queremos estar próximos de todos os que defendem a mesma causa, cooperar com as Associações Locais e Regionais de Folclore, criar estruturas de apoio nas Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores e ainda nos vários países do mundo, onde o Folclore Nacional é representativo.

Foram muitos os contributos que nos foram chegando e com eles quisemos assumir uma Carta de Compromissos, não um mero texto de retórica ou poético, em que aquilo que se escreve agora, nada tem a ver com o que se pratica no terreno, mas o assumir dum compromisso com todos os Grupos ou Ranchos de Folclore federados e não federados, com os sócios auxiliares, com as autarquias, com todos aqueles que contribuem para esta tão Nobre causa que é FOLCLORE.

Estamos conscientes que é um trabalho ambicioso, mas aceitámos o compromisso de servir o Folclore e não se servir do Folclore, determinados a concretizar cada um destes compromissos que vos apresentamos e posteriormente estaremos disponíveis para ser avaliados em futuros atos eleitorais.

Contamos com contributo de cada um de Vós, numa Federação aberta, participativa e próxima do movimento Folclórico Nacional, resumidamente Uma Federação Maior e Melhor Agora!

Um Abraço Amigo e Caloroso da Lista B.



publicado por Carlos Gomes às 17:49
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FOLKLOURES’17 JÁ MEXE!

A edição do próximo ano do FolkLoures – Encontro de Culturas, já se encontra em marcha. Com nova data e formato, este evento vai apresentar algumas novidades que o farão distinguir do já demasiado corriqueiro modelo dos festivais de folclore, apenas limitados às actuações de grupos de danças e cantares.

FolkLoures é mais do que um festival de folclore. Ano após ano, será um ponto de Encontro de Culturas com carácter inclusivo, palco das mais variadas tradições da cultura tradicional, de exposição e de debate das nossas raízes – e das tradições das comunidades que vivem ao nosso lado e com quem diariamente interagimos.

A programação da próxima edição do FolclkLoures deverá ficar encerrada ainda até ao fim do corrente ano, aguardando-se apenas a confirmação de algumas permutas.

- A Festa vai começar!

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publicado por Carlos Gomes às 16:19
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A COLEÇÃO RITUAIS COM MÁSCARA ESTÁ DE VOLTA! É TEMPO DE COLOCAR A MÁSCARA E VIAJAR ENTRE CARETOS E CARDADORES

A Progestur tem o prazer de anunciar o lançamento de mais dois livros, inseridos na coleção “Rituais com Máscara”dedicados inteiramente às máscaras dos municípios de Ílhavo e Macedo de Cavaleiros. A apresentação das duas publicações está agendada para o próximo dia 6 de Dezembro, pelas 18h30, no Museu Nacional de Arqueologia.

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A apresentação contará com a presença de personalidades de várias áreas da cultura portuguesa dando espaço para uma conversa reveladora sobre tradições, rituais das máscaras e seus simbolismos e significados nos municípios de Ílhavo e Macedo de Cavaleiros. Moderada pelo Dr. Francisco José Viegas, o lançamento dos livros contará com a presença do presidente da Câmara Municipal de Ílhavo, Fernando Caçoilo, presidente da Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros, Duarte Moreno, presidente da Progestur, Hélder Ferreira e ainda a representação da Fundação Inatel.

Depois das publicações dedicadas aos rituais com máscara de Lamego, Mira, Miranda do Douro e Mogadouro, a coleção, editada em português e inglês, apresenta-se mais uma vez com uma forte componente informativa e cultural abordando ao pormenor os as máscaras e rituais dos Cardadores de Vale de Ílhavo e Caretos de Podence. 

Ao leitor é transmitido um sentimento de pertença nestas celebrações ancestrais, contadas por quem vive de perto estes rituais, evidenciando a importância das regiões e populações na garantia da perpetuidade das tradições culturais como marca da sua identidade. 

Esta coleção, composta por 11 volumes, contêm, para além da explicação das origens, significados e simbolismos destas manifestações culturais, dez páginas dedicadas à promoção da região da festa apresentada, funcionando como um roteiro turístico, possibilitando a divulgação e promoção da oferta turística dos municípios envolvidos. 

Inseridas nos “Rituais com Máscara” e resultantes de uma parceria entre a Progestur e o INATEL, foram criadas três rotas turísticas com base nas festas com rituais de máscaras - uma no centro de Portugal e duas no Nordeste Trasmontano – que estarão presentes na totalidade da coleção.

Anunciamos também que já estão a ser iniciados os trabalhos de investigação e recolha de registos fotográficos para a produção de mais livros inseridos nesta coleção, a ser publicados em 2017. Em breve revelaremos quais os municípios e máscaras que terão destaque nas próximas publicações.

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publicado por Carlos Gomes às 14:52
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Segunda-feira, 28 de Novembro de 2016
MUSEU BORDALO PINHEIRO CONVIDA PARA UMA "PARÓDIA CULINÁRIA" À MESA DO CARICATURISTA

Amanhã, dia 29, o Museu Bordalo Pinheiro vai apresentar o livro Paródia Culinária, à Mesa de Bordalo.

É um livro de receitas "à moda antiga", ilustrado por desenhos de Bordalo, que são apresentados na exposição Bordalo à Mesa, que pode ver no Museu.

A apresentação vai ser feita por Alexandra Prado Coelho, com Pedro Bebiano Braga (comissário da exposição) e Rita Nobre de Carvalho (designer do livro)

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publicado por Carlos Gomes às 19:38
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TERRA SÃ MARCA COMPASSO BIO NA CIDADE DE LISBOA

Saiba o que vai acontecer!

A Terra Sã Lisboa 2016 - Feira Nacional de Agricultura está prestes a começar!

Nos dias 3 e 4 de Dezembro, no Pátio da Galé, vão acontecer múltiplas atividades, um conjunto vasto de oportunidades de aprendizagem. A feira, que acontece desde 1988, tem vindo a crescer desde então, ganhando novas formas em novos espaços.

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O Tema da feira será a Alimentação saudável e sustentável e contará com a presença das maiores marcas de agricultura, alimentação e cosmética biológica do mercado, com as diferentes quintas biológicas do país assim como as principais organizações ambientais de Portugal.

SÁBADO

Na inauguração espera-se a presença do Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, Luís Capoulas Santos, do Vice-Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Duarte Cordeiro e Jaime Ferreira, presidente da direção da Agrobio. Logo depois os visitantes poderão participar em duas oficinas de alimentação saudável com Isabel Costa e com a associação Com Medida. Maria João Parreira estará responsável pelas atividades com as crianças e à hora do almoço a Vitis Tuna, Tuna Académica da Escola Superior Agrária de Coimbra, vai atuar, trazendo calor ao início de tarde de dezembro. Depois do almoço as plantas tomam conta da saúde com a participação de Fernanda Botelho e Miguel Boieiro. Pela tarde, as oficinas continuam passando pelas Hortas com o livro “Uma Horta em Casa” de Isabel Mourão.

O painel principal de Sábado acontecerá a partir das 16h30 com o tema “Alimentação Biológica e Segurança Alimentar”. Neste painel participarão Jorge Ferreira, com o tema do Glifosato e dos Organismos geneticamente modificados. Convidado está também o bastonário da Ordem dos Médicos para falar sobre os pesticidas e o impacto na saúde pública. Confirmada está já a presença de Daniela Seabra que irá dar o contributo para a compreensão da importância da alimentação biológica na saúde humana. Finalmente, o Presidente da Direção da Agrobio, Jaime Ferreira falará sobre o tema da sustentabilidade alimentar. Porque dançar faz bem ao corpo e à mente, André Cid Lauret animará o final do dia de sábado com um Baile de Danças Europeias.

Projeto financiado com o apoio da Comissão Europeia. A informação contida nesta publicação vincula exclusivamente o autor, não sendo a comissão responsável pela utilização que dela possa ser feita. DOMINGO Domingo de manhã, a feira abrirá as portas com uma oficina de meditação com mantra, dada pela escola Ananda Marga. Logo depois decorrerá a apresentação da Estratégia Nacional para a Agricultura Biológica. Neste painel será também abordado o tema da conversão para a agricultura biológica e será apresentada a plataforma “Agro Smart Coop” pela Uninorte. Um projeto em que cooperativas espanholas, francesas e portuguesas se unem, com objetivos comuns. Imperdíveis serão as passagens pelas oficinas Farmácia Bio e pelas palestras sobre os novos regimes alimentares com Beatriz Batista, sobre o Veganismo, e Iara Rodrigues, com as Intolerâncias Alimentares.

Numa parceria com o espaço A Sociedade, no final da feira, vai acontecer o painel sobre a importância do solo. Neste painel será apresentada a campanha europeia “People 4 Soil” pela Quercus, Cláudia Villax falará sobre o solo como um organismo vivo, Miguel Andrade abordará o tema do desperdício alimentar e da influência no solo e Nelson Silva fechará o painel com o tema da importância do solo.

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publicado por Carlos Gomes às 16:34
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PAN VAI APROVAR ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2017
  • Foi possível aprovar medidas emblemáticasnas áreas sociais, económicas, ecológicas e dos direitos dos animais
  • Negociações permitiram um avanço nas causas para as quais o partido foi eleito
  • Voto de confiança que reconhece o caminho de diálogo aberto com o Governo

Após intensas negociações com o Governo o PAN - Pessoas-Animais-Natureza, viu aprovadas várias medidas propostas para o Orçamento do Estado de 2017. O governo mostrou-se disponível para uma escuta mais ativa das preocupações dos cidadãos que, até Outubro de 2016, não estavam representados na Assembleia da República.

O PAN valoriza e reconhece este esforço por parte do Governo para acolher propostas do partido que permitiram passos consideráveis, com parcos recursos, apenas um Deputado e fortes restrições regimentais, por um novo paradigma ecológico, ético e social.

Foi possível aprovar medidas emblemáticas que representam prioridades há muito exigidas pelos cidadãos como a proposta que prevê apoios aos municípios na construção de Centros de Recolha Oficial de Animais – CROAs, também denominados por canis e que vai possibilitar uma verificação das condições da atual rede de Centros de Recolha Oficial de Animais, que deve ocorrer no primeiro semestre de 2017, para que, posteriormente e consoante a prioridade, se dê início à construção dos centros de recolha em falta de forma faseada, iniciando-se este processo com um investimento de um milhão de euros.

A redução da taxa de IVA para muitos utensílios, aparelhos ou objetos utilizados por pessoas com deficiência, uma medida que pretende contribuir para uma maior inclusão social e para a diminuição das desigualdades existentes, numa matéria que tem tanto ainda por evoluir, principalmente no reconhecimento do valor e do contributo social destes cidadãos independentemente das suas limitações.

A proposta para um incentivo à mobilidade elétrica através da renovação das frotas de veículos do Estado num total de 1200 veículos elétricos no Parque de Veículos do Estado até 2019 foi uma conquista muito significativa no combate às alterações climáticas e na diminuição da nossa dependência dos combustíveis fósseis. Destes, 150 veículos elétricos serão integrados nos organismos da Administração Pública já em 2017, com o reforço de, pelo menos, 250 novos pontos de carregamento.

Também a Agricultura Biológica sai beneficiada com a aprovação da formação em agricultura biológica de, pelo menos, dois técnicos do quadro de cada uma das Direções Regionais de Agricultura e Pescas, numa fase inicial, e com a obtenção de um benefício fiscal com as despesas em Certificação.

“Grandes causas nas áreas sociais, económicas, ecológicas e dos direitos dos animais, que veem reforçar o compromisso que assumimos diariamente com os portugueses, convictos de que temos um forte contributo para uma nova forma de se fazer política em Portugal.” Explica André Silva, Deputado do PAN.

“Queremos continuar e expandir esta trajetória de aprendizagem para a qual têm contribuído todas as forças partidárias à direita e à esquerda. E encontrar espaço para a consolidação da forma como escolhemos estar na política e na qual muitos cidadãos se reveem. Promovendo e aplicando a não-violência, trabalhando em causas transversais, mostrando que é possível romper com a dicotomia esquerda/direita e sendo um exemplo de mais e melhor cidadania participativa.” Reforça, André Silva.

Não fazendo parte da maioria de esquerda que suporta o governo, o PAN olha para este OE com confiança. Por permitir um avanço nas causas para as quais o partido foi eleito e por haver um caminho de diálogo aberto para o resto desta sessão legislativa, o PAN votará a favor amanhã na votação final global do Orçamento do Estado para 2017.



publicado por Carlos Gomes às 14:09
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AMIGOS DE OLIVENÇA APELAM À RESOLUÇÃO DO LITÍGIO FRONTEIRIÇO ENTRE PORTUGAL E ESPANHA

Por ocasião da visita a Portugal do Chefe de Estado de Espanha, Sua Majestade o Rei Filipe VI, o Grupo dos Amigos de Olivença, torna público o seguinte:

A Questão de Olivença, inquestionavelmente presente na realidade política luso-espanhola, continua por resolver, uma vez que Portugal não reconhece a soberania de Espanha sobre o território e considera o mesmo, de jure, português. Aliás, o Governo português, conforme o comando constitucional, tem reafirmado publicamente que «mantém a posição conhecida quanto à delimitação das fronteiras do território nacional» e que «Olivença é território português».

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O litígio à volta da soberania de Olivença, propiciando, pela sua natureza, desconfiança e reserva entre os dois Estados, tem efeitos reais e negativos no seu relacionamento. Se o confronto se evidencia em episódios «menores», também é certo que muitos dos atritos e dificuldades verificados em áreas relevantes da política bilateral terão causa na persistência da Questão de Olivença.

Porque uma política de boa vizinhança entre os dois Estados não pode ser construída sobre equívocos e ressentimentos, sendo escusada, inadmissível e insustentável a tentativa de esconder a existência política da Questão de Olivença e os prejuízos que ela traz ao relacionamento peninsular, impõe-se que a mesma seja inscrita — com natural frontalidade e sem subterfúgios — na agenda diplomática luso-espanhola.

Nas circunstâncias actuais, em que se procura aprofundar essa visão de amizade fraterna entre os dois povos, assente numa amizade antiga e por conseguinte experimentada, exigente e desafiadora, e integrando Portugal e Espanha os mesmos espaços políticos, económicos e militares, com salutar aproximação e colaboração em vastas áreas, são propícias a que ambos os Estados assumam que é chegado o momento de discutir, de forma adequada, a Questão de Olivença e de dar cumprimento à legalidade e ao Direito Internacional.

O Grupo dos Amigos de Olivença, com a legitimidade que lhe conferem 78 anos de esforços pela retrocessão do território, lança um desafio aos Governantes dos dois Estados para que, no respeito pela História, pela Cultura e pelo Direito, dêem início a conversações que conduzam à solução justa do litígio.

O Grupo dos Amigos de Olivença, na véspera do 1º de Dezembro, dia em que se assinala a Restauração da Independência Nacional, obra do glorioso e unânime esforço colectivo do povo português, fazendo seus os anseios de tantos e tantos portugueses, apela ao Governo de Portugal para que, resolutamente, leve por diante a sustentação dos direitos de Portugal.

O Grupo dos Amigos de Olivença, apela a todos os cidadãos para que, no pleno exercício dos seus direitos, manifestem o seu apoio à defesa de Olivença Portuguesa.

OLIVENÇA É TERRA PORTUGUESA!

VIVA OLIVENÇA PORTUGUESA!

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publicado por Carlos Gomes às 10:46
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Domingo, 27 de Novembro de 2016
COMEMORAÇÕES DO 1º DE DEZEMBRO TRAZEM A LISBOA PERTO DE 30 BANDAS DILARMÓNICAS DE TODO O PAÍS

O Movimento 1º de Dezembro lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios para o efeito. É possível realizá-lo graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro. Agradecemos também o apoio facultado pelo Recheio e pelo Amanhecer.

O Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas "1º de Dezembro" foi um êxito em 2012, 2013, 2014 e 2015. Será êxito maior em 2016.

14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)

15h00 - Início do Desfile

16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.700 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

17h00 - Fecho e desmobilização das bandas

Nesta 5ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:

GRUPOS DE PERCUSSÃO:

Tocá Rufar (Seixal)

Grupo de Bombos de Atei (Mondim de Basto)

BANDA NACIONAL:

Banda do Exército

BANDAS FILARMÓNICAS:

Banda da ACULMA (Marvila, Lisboa)

Sociedade Filarmónica União e Progresso Madalense (Madalena do Pico, Açores)

Banda Musical Santiago de Lobão (Santa Maria da Feira)

Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense "Os Amarelos" (Moura)

Banda Filarmónica de Santa Maria de Bouro (Amares)

Banda Marcial de Arnoso (Vila Nova de Famalicão)

Associação Filarmónica Recreativa e Cultural do Brinço (Macedo de Cavaleiros)

"Banda de Música 1º de Maio (Associação de Socorros Mútuos dos Artistas Mirandelenses) (Mirandela)

Associação Filarmónica Retaxense (Castelo Branco)

Filarmónica Recreativa Cortense (Covilhã)

Sociedade Filarmónica Oleirense (Oleiros)

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Fratelense (Vila Velha de Ródão)

Sociedade Musical Recreativa Instrutiva e Beneficente Santanense (Figueira da Foz)

Sociedade Filarmónica Sangianense (Oliveira do Hospital)

Banda Filarmónica da Casa do Povo de N.ª Sr.ª de Machede (Évora)

Banda Musical de Tavira

Banda Academia de Santa Cecília (de São Romão) (Seia)

Sociedade Musical Estrela da Beira (Seia)

Sociedade Filarmónica Maiorguense (Alcobaça)

Sociedade Filarmónica Pedroguense (Pedrógão-Grande)

Associação Musical de Cabanas de Torres (Alenquer)

Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro da Encarnação (Mafra)

Banda Juvenil do Município de Gavião

Sociedade Musical Euterpe de Portalegre

Banda de Música de S. Vicente de Alfena (Valongo)

Sociedade Filarmónica União Maçaense (Mação)

Sociedade Filarmónica Gualdim Pais (Tomar)

Sociedade Filarmónica Incrível Almadense (Almada)

Banda Filarmónica da Associação Musical de Vila Nova de Anha (Viana do Castelo)

Sociedade Filarmónica Fraternidade de São João de Areias (Santa Comba Dão)

Banda Musical 81 de Ferreirim (Sernancelhe)

Será um total de 34 entidades, integrando 2 grupos de persussão, 1 banda nacional militar e 31 bandas filarmónicas civis.

Serão cerca de 1700 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país que irão descer a Avenida da Liberdade, para celebrar Portugal, a Independência e a Restauração através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.

Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes sob a direcção do Maestro Tenente Duarte Cardoso, da Banda do Exército.

Ao longo do desfile, serão interpretadas várias marchas, bem como o Hino da Restauração. O alinhamento do momento colectivo conta também, além do Hino da Restauração, com a interpretação dos Hino da Maria da Fonte e Hino Nacional



publicado por Carlos Gomes às 19:37
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Sábado, 26 de Novembro de 2016
CASAS REGIONAIS JUNTAM-SE AMANHÃ EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 18:49
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AGRICULTURA BIOLÓGICA VAI TER BENEFÍCIO FISCAL

Orçamento do Estado 2017: PAN conquista benefício fiscal para agricultura biológica

  • Agricultores que produzam em modo biológico vão usufruir de um benefício fiscal na Certificação
  • Gastos com a Certificação biológica serão majorados a 140% do montante em sede de IRC e IRS
  • Promover uma equidade comercial e concorrencial e valorizar quem produz alimentos de forma sustentável e com benefícios para a saúde

O PAN viu acolhida pelo governo a medida para o Orçamento do Estado de 2017 que prevê que os gastos suportados com a certificação biológica do produtor agrícola, que não se verificam na produção convencional/integrada, sejam majorados, em valor correspondente a 140% do respetivo montante, para efeitos da determinação do lucro tributável ou do rendimento coletável.

Isto significa que, a partir de agora os agricultores que queiram produzir em modo biológico irão usufruir de um benefício fiscal na certificação das suas produções, ou seja, esta majoração vem permitir inflacionar o valor da dedução para que o agricultor biológico possa ter uma compensação na devolução (ou menor montante a liquidar) no seu IRC ou IRS.

Esta é uma medida que pretende promover uma justa equidade comercial e concorrencial, visto que atualmente, um agricultor que produza em modo biológico, ou seja, de forma mais sustentável, com práticas regenerativas e que contribui para uma alimentação mais saudável, livre de agrotóxicos, tem sido económica e concorrencialmente prejudicado face ao agricultor convencional, cujo modo de produção tem enormes impactos ambientais e que faz entrar no mercado alimentos com agentes químicos, sem uma despesa acrescida, que se verifica para os produtores biológicos com a necessária certificação.

Esta é uma das medidas que integra o documento “20 Contributos para uma Estratégia Nacional para a Agricultura Biológica desenvolvido pelo PAN e apresentado ao Governo no início da atual sessão legislativa, que inclui vinte medidas integradas que pretendem contribuir com soluções para alguns dos principais problemas desta fileira nas suas diversas áreas.



publicado por Carlos Gomes às 10:51
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Sexta-feira, 25 de Novembro de 2016
GOVERNO VAI APOIAR CONSTRUÇÃO DE CANIS MUNICIPAIS

Orçamento do Estado 2017: Governo acolhe proposta do PAN que prevê apoios para construção de canis municipais

  • Um milhão de euros em 2017 para que se inicie a construção dos centros de recolha oficial de animais em falta de forma faseada
  • Verificação das condições da atual rede de Centros de Recolha Oficial de Animais em 2017
  • Rejeitadas a redução da taxa de IVA na alimentação dos animais de companhia e o fim da isenção de IVA aos toureiros foi rejeitada

O PAN viu acolhida pelo governo a proposta para o Orçamento do Estado de 2017 que prevê apoios aos municípios na construção de Centros de Recolha Oficial de Animais – CROAs, também denominados por canis. Para uma efetiva aplicação da lei aprovada este ano, por unanimidade, e que deu corpo a uma Iniciativa Legislativa de Cidadãos pelo fim dos abates nos canis municipais, promovida pelo partido em 2015, é necessário um compromisso no apoio aos Municípios que tenham carências destes equipamentos (medida nº114C, votada esta tarde).

A recente lei n.º 27/2016 prevê medidas para a criação de uma rede de Centros de Recolha Oficial de Animais, estabelece a proibição do abate de animais errantes como forma de controlo da população e avança que é um dever do Governo, em colaboração com as autarquias locais, promover a criação dessa rede de CROAs. A proposta do PAN define que seja efetuada uma verificação das condições da atual rede de Centros de Recolha Oficial de Animais, que deve ocorrer no primeiro semestre de 2017, para que, posteriormente e consoante a prioridade, se dê início à construção dos centros de recolha em falta de forma faseada, iniciando-se este processo com um investimento de um milhão de euros. 

O objetivo não será financiar todos os CROAs, mas sim incentivar os Municípios a criar condições técnicas e materiais dignas para receber os animais. Sendo o valor atribuído ainda insuficiente, revela já o reconhecimento, por parte do Governo, de uma prioridade exigida pelos cidadãos. Desde 2001 que é obrigatório todos os municípios possuírem um CROA. Passados aproximadamente 15 anos, verifica-se que, dos 308 municípios portugueses, apenas 180 têm estes centros.

Os decisores políticos locais não podem continuar a ignorar a importância de implementar políticas públicas de proteção e bem-estar animal nos seus municípios.

No âmbito da proteção e bem-estar animal não foram acolhidas pelo governo outras medidas do PAN, como a redução da taxa de IVA na alimentação dos animais de companhia para a taxa intermédia. Uma medida que representaria uma poupança significativa no orçamento das pessoas que detêm animais de companhia, bem como de muitas associações zoófilas e grupos informais de defesa dos animais que, diariamente, lutam com extremas dificuldades financeiras para realizarem uma missão de inegável mérito, e que se têm substituído ao Estado sem serem reconhecidas pelo mesmo.

Também a proposta do PAN que pretende o fim da isenção de IVA para a prestação de serviços dos artistas tauromáquicos foi rejeitada. No Parlamento ainda prevalecem posições que não distinguem um movimento social – grupo de pessoas que defendem determinados interesses – de uma sociedade em movimento, uma massa social com pensamento crítico e que representa uma consciência num dado momento da nossa civilização. A maioria dos cidadãos não concorda e não entende a razão de se beneficiar fiscalmente pessoas cuja atividade se baseia na violência gratuita contra animais. O movimento parlamentar continua afastado da sociedade em movimento.

“As leis devem refletir a vontade da sociedade, portanto, se as coisas ainda não estão da forma como gostaríamos que estivessem, precisamos continuar a debatê-las e a pensar sobre elas. Apesar das instituições ainda estarem presas a velhos paradigmas, estamos num caminho evolutivo de uma escuta mais ativa da vontade social”, lembra André Silva, Deputado do PAN.



publicado por Carlos Gomes às 20:22
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Quinta-feira, 24 de Novembro de 2016
DED RABBIT, A IRMANDADE ESCOCESA DO INDIE ROCK

De Edimburgo chegam-nos os Ded Rabbit, um quarteto de irmãos praticantes do melhor indie rock escocês da atualidade, à medida dos grandes festivais de Verão, que se fazem anunciar entre nós com o pegadiço “Only Dating”.

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Mergulhados em influências de contemporâneos como The Libertines, The Kooks ou Catfish and the Bottlemen, o clã prepara a edição de um novo EP para o primeiro trimestre de 2017, altura em que embarcarão numa digressão que os levará a Portugal e Espanha, com o selo da Music For All.

Escócia: país conhecido pela simpatia das suas gentes, pela beleza das suas paisagens e monumentos e, a partir de agora, pelo magnetismo dos Ded Rabbit! É da união, cumplicidade e talento dos irmãos Eugene, Fergus, Donal e Eoin Gaine que nasce uma das bandas mais promissoras da cena indie-rock do Reino Unido.

Individualizando: Eugene tem a seu cargo a voz e guitarra, Fergus é o guitarrista principal, Donal domina o baixo e por fim, mas não menos importante, Eoin completa o quarteto com a sua portentosa bateria.

Originalmente de Yorkshire, foi uma mudança para as Terras Altas em pleno ano de 1996 que despoletou aquilo a que hoje chamamos de Ded Rabbit. Devido ao isolamento, e à paixão que todos partilhavam pela música, os quatro irmãos começaram a trabalhar em temas próprios, situação que se manteve inalterada durante uma década. Depois de uma nova mudança, desta vez para Edimburgo, por motivos escolares, não só a união criativa que criaram não acabou como deram um passo em frente: a ida para estúdio.

O trabalho deu frutos e assim nasceu, em 2014, o EP “Wash Away”. No ano seguinte intensificam os trabalhos e surgem os EP’s “Wake Up In A Dream” e “Moving In Slow Motion”, cujo tema “Step Off Your Shoes” foi o single de maior sucesso e reconhecimento.

O ano de 2015 marca o início daquilo que hoje sabemos ser uma parceria muito bem-sucedida. Os Ded Rabbit estabeleceram uma proveitosa relação com os estúdios Rocket Science Studios, de Glasgow, casa que já havia recebido os mundialmente aclamados Bell & Sebastian.

Entre os seus feitos mais recentes contam-se: o 2º lugar da Playlist “Spotify Viral Top 50”, do Spotify; foram cabeças-de-cartaz do palco TBreak Stage no festival T in the Park, em 2015; a nomeação na categoria de “Best Live Act 2015” dos Scottish Alternative Music Awards ou ainda o constante airplay na BBC Radio 6 e na KROQ (Los Angeles). Para 2017 está prometido um novo EP bem como uma digressão ibérica.

Citações de imprensa sobre os Ded Rabbit:

“Com uma pitada de The Housemartins e dos primórdios de Arctic Monkeys mergulhado com um toque de funk e letras originais, eles criaram um som distintivo e altamente audível” – Olaf Furniss e Derick Mackinno,  Artist Of The Week: Scotland On Sunday

“Eles estão a trabalhar muito, e bem, e estão a construir um excelente following na capital inglesa…clássico som indie” - Vic Galloway, BBC Radio Scotland.

"É uma relação explosiva quando vês os Ded Rabbit ao vivo! Coloco-os lado a lado com os Catfish and The Bottlemen como uma das melhores bandas ao vivo actualmente!” - Jim Gellatly, Amazing Radio


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publicado por Carlos Gomes às 21:55
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GOVERNO VAI FORMAR TÉCNICOS EM AGRICULTURA BIOLÓGICA

Orçamento de Estado 2017: Governo vai formar técnicos em Agricultura Biológica por proposta do PAN

  • Agricultores que pretendem converter ou proceder a investimentos em Agricultura Biológica têm muitas dificuldades por falta de especialistas
  • Formação de dois técnicos em cada uma das Direções Regionais de Agricultura e Pescas
  • Compromisso com soluções para alguns dos principais problemas do sector nas suas diversas áreas

O Governo está de acordo com o PAN – Pessoas-Animais-Natureza: o Ministério da Agricultura deverá promover a formação em agricultura biológica de, pelo menos, dois técnicos do quadro de cada uma das Direções Regionais de Agricultura e Pescas, numa fase inicial. O PAN acaba assim de ver aprovado pelo governo uma medida que irá ser votada durante a tarde de amanhã (nº155c) e que pretende contribuir para uma Estratégia Nacional para a Agricultura Biológica até agora inexistente em Portugal.

Esta proposta pretende atenuar um problema do sector, uma vez que os agricultores que pretendem converter ou proceder a investimentos em Agricultura Biológica têm muitas dificuldades junto da entidade de tutela por falta de técnicos com formação em Agricultura Biológica. Os projetos de investimento submetidos aos programas de apoio são muitas vezes subavaliados por falta de conhecimento teórico e de domínio de práticas culturais.

São conhecidos e estão amplamente documentados e estudados os benefícios da agricultura biológica nas mais diversas áreas: na saúde, uma vez que está isenta de produtos químicos de síntese, como adubos, inseticidas, fungicidas ou herbicidas e que não usa antibióticos e outros produtos que aceleram o crescimento dos alimentos; no ambiente, porque evita a contaminação dos solos, dos recursos hídricos e tem um contributo menor para as emissões de gases com efeito de estufa – é mais eficiente que a agricultura convencional e agrotóxica, utilizando 30 a 50% menos energia e libertando menos 30% de Gases com Efeito de Estufa (GEE).

Foi com este enquadramento que o PAN desenvolveu o documento “20 Contributos para uma Estratégia Nacional para a Agricultura Biológica no início da atual sessão legislativa, que inclui vinte medidas integradas que pretendem contribuir com soluções para alguns dos principais problemas do sector nas suas diversas áreas.

“Procurando acompanhar positivamente a alteração de hábitos alimentares que se assiste na sociedade Portuguesa, acredito que a sensibilidade e vontade política é mais ou menos consensual sobre a necessidade de cooperação em torno de políticas que fortaleçam uma fileira com forte potencial de proporcionar bem-estar social e uma elevada sustentabilidade económica, mas também ambiental”, reforça André Silva, Deputado do PAN.

As negociações com o Governo sobre outras medidas propostas pelo PAN para integrar o Orçamento de Estado estão ainda a decorrer.



publicado por Carlos Gomes às 19:16
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Quarta-feira, 23 de Novembro de 2016
PAN CONSEGUE NEGOCIAR REDUÇÃO DA TAXA DE IMI PARA PRODUTOS DE APOIO A PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

Orçamento de Estado 2017: PAN conquista taxa de IVA reduzida para produtos de apoio a pessoas com deficiência

- IVA reduzido para todos os produtos que constam da lista homologada pelo Instituto Nacional para a Reabilitação

- Contribuir para uma maior inclusão social e para a diminuição das desigualdades existentes

O governo aceitou a proposta do PAN para reduzir a taxa de IVA de 23% para 6% dos produtos de apoio a pessoas com deficiência. Existem equipamentos, utensílios e objetos cuja utilização por parte das pessoas com deficiência é indispensável e que ainda têm uma taxa de IVA de 23%, o que dificulta a aquisição dos mesmos. A medida pretende contribuir para uma maior inclusão social e para a diminuição das desigualdades existentes, com a aplicação de uma taxa de IVA reduzida a todos os produtos que constam da lista homologada pelo Instituto Nacional para a Reabilitação.

Para além dos produtos de apoio que já usufruíam de taxa de iva reduzida, será agora possível incluir assessórios para cadeiras de rodas como capas, chapéus-de-chuva, câmaras-de-ar; braços articulados, pneus e baterias para cadeiras de rodas elétricas (com um custo bastante elevado), entre outros. Outros exemplos que também passam a usufruir da taxa mínima são os produtos de apoio para terapia respiratória e produtos de apoio para terapia circulatória, aparelhos de medição da tensão arterial; materiais para análise de sangue; estimuladores para alívio da dor; tábuas de transferência; barras de apoio e vários utensílios do quotidiano como calçado, talheres, babetes, copos, etc.

No último ano, o PAN tem vindo a adotar um dinamismo crescente, no que toca aos direitos humanos e sociais em Portugal, com várias iniciativas pela igualdade de género, pela valorização e proteção das crianças e da parentalidade e pela procura e definição de estratégias alternativas e sustentáveis de organização económica e social que garantam a dignidade de todos os cidadãos e cidadãs no seu dia-a-dia.

As negociações com o Governo sobre outras medidas propostas pelo PAN para integrar o Orçamento de Estado estão ainda a decorrer.

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza é um partido político português inscrito junto do Tribunal Constitucional (TC) desde 13 de Janeiro de 2011. A sua missão é contribuir para uma sociedade onde todos os seres sencientes e conscientes – humanos e não humanos – possam co habitar, numa sociedade onde impera uma harmonia tão ampla quanto possível, assente em ecossistemas saudáveis e sustentáveis. Nas suas primeiras eleições legislativas, em 2011, o PAN obteve um total de 57.995 votos (1,04%). Desde então, tem participado em todos os actos eleitorais realizados em Portugal e já elegeu 1 deputado para a Assembleia da República (Outubro 2015, 75.140 votos), 1 deputado regional na Madeira, 6 deputados municipais e 3 deputados de freguesia. Em Outubro de 2014, o PAN elegeu uma nova direcção que promoveu alterações à forma de organização e funcionamento do partido.



publicado por Carlos Gomes às 18:21
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CONVENTO DOS CARDAES PREPARA FESTA DE NATAL

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publicado por Carlos Gomes às 13:28
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PAN DEFENDE MOBILIDADE ELÉCTRICA

Orçamento de Estado 2017: Mobilidade elétrica: Governo aceita proposta do PAN para renovação das frotas do Estado

  • 1200 Veículos elétricos no Parque de Veículos do Estado até 2019
  • 150 Veículos elétricos nos organismos da Administração Pública e 250 novos pontos de carregamento em território nacional já em 2017

Compromissos de longo prazo na mobilidade elétrica são essenciais para diminuir a dependência do país dos combustíveis fósseis

Portugal vai ter 1200 veículos elétricos no Parque de Veículos do Estado até 2019. A proposta do PAN, Pessoas – Animais – Natureza, para um incentivo à mobilidade elétrica através da renovação das frotas de transportes pesados de passageiros e automóveis ligeiros do Estado, através da aquisição de veículos elétricos, foi acolhida pelo governo para integrar o Orçamento do Estado de 2017.

A proposta do PAN visa um compromisso com o programa de incentivo à mobilidade elétrica assegurando a introdução de, pelo menos, 150 veículos elétricos nos organismos da Administração Pública já em 2017, para a inclusão de 1200 veículos elétricos no Parque de Veículos do Estado até 2019, e do reforço das infraestruturas de carregamento, com a instalação de, pelo menos 250 novos pontos de carregamento em território nacional. É necessário um compromisso nesta área que vá para além desta legislatura, são necessários compromissos reais de longo prazo sobre política climática.

O objetivo inicial do PAN e que ainda não foi possível estabelecer é que, à semelhança do que já acontece na Holanda e na Alemanha, também Portugal estabeleça uma meta de médio para que apenas veículos elétricos sejam comercializados no país.

As principais fontes de emissão de gases de efeito de estufa (GEE) resultam de atividades relacionadas com a produção de energia, com a indústria, com a pecuária intensiva e com os transportes e, para atingir a ambiciosa meta de balanço neutro de emissões em 2050, anunciada pelo Primeiro-ministro de Portugal no seu discurso na COP22 em Marraquexe, é essencial diminuir drasticamente a dependência do país de combustíveis fósseis. Se Portugal está efetivamente determinado em promover um sistema de mobilidade cada vez mais sustentável, combatendo as alterações climáticas e diminuindo a dependência dos combustíveis fósseis, cabe ao Estado também dar o exemplo e mostrar orientações claras nesse sentido.

As negociações com o Governo sobre outras medidas propostas pelo PAN para integrar o Orçamento de Estado estão ainda a decorrer.



publicado por Carlos Gomes às 13:04
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Terça-feira, 22 de Novembro de 2016
CASA DE GOA EVOCA S. FRANCISCO XAVIER

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publicado por Carlos Gomes às 22:40
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FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS: LISTA "B" DIVULGA PROGRAMA

Lista B – “Uma Federação Maior e Melhor. Agora!”

Linhas Programáticas

Depois de anunciada a existência desta lista candidata aos Órgãos Sociais da Federação do Folclore Português (FFP), para o triénio 2017/2019, eis que surge o momento de divulgarmos as linhas programáticas do nosso projeto. Duas notas prévias, porém, aos que irão ler as ideias que convosco partilhamos de seguida.

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Ponto 1, estas linhas que aqui vos deixamos não são ainda o nosso projeto final, tal é a quantidade de sugestões que nos têm chegado, e que iremos a breve trecho apresentar ao movimento. Aqui e agora apenas vos iremos apresentar os princípios que nortearão e que guiarão esta equipa no seu trabalho futuro em prol da FFP e do Folclore português.

Ponto 2, nas ideias e no projeto que vos iremos apresentar, não nos cingiremos a uma visão a curto prazo. Temos um projeto alicerçado numa visão de 3 a 6 anos para a FFP e numa equipa completamente nova e rejuvenescida. Estamos certos, e todos certamente concordarão, que não faz sentido propor uma nova forma de estar, de ser e de fazer para a instituição e para o movimento apresentando o mesmo elenco de há anos a esta parte. Quem observar de perto, verá que a renovação está aqui. A juventude terá de ser sempre vista como uma virtude, nunca como um defeito e, na nossa lista temos juventude. Mas também experiência, traquejo e conhecimento de anos e anos e de quilómetros percorridos no Folclore.

Posto isto, fizemos questão que as linhas programáticas começassem pela base, pelo AEIOU - Avaliar, Estruturar, Investir, Organizar e Unir. Consideramos que muito foi feito nestes quase 40 anos da FFP. Nem sempre bem, nem sempre a seu tempo, mas existiram coisas muito boas e muito bem-feitas. Contudo, e se queremos começar de novo, com uma nova equipa, com um novo figurino, dando uma nova aragem à instituição e ao movimento, decidimos começar pelo básico, por este AEIOU.

Assim, propomos fazer uma Avaliação exaustiva do movimento folclórico nacional e da própria FFP, como um todo. Esta avaliação permitir-nos-á tomar o pulso ao movimento folclórico nacional, federado e não federado, e estruturar todo o trabalho do mandato. Alguns problemas e algumas lacunas estão já identificadas, avaliadas e o plano de ação estruturado. Este passo inicial de avaliação permitirá complementar esse trabalho efetuado e, Estruturar o trabalho a desenvolver.

Ao longo dos últimos anos muito se tem falado sobre a saúde financeira da FFP. Consideramos que esse é um dos maiores erros de interpretação que foram cometidos no último mandato. O Investimento que preconizamos não é forçosamente financeiro! Podemos investir nas pessoas, nos Grupos, nas relações, na proximidade, nos afetos! Nos últimos anos a FFP afastou-se dos Grupos, afastou-se das pessoas. Tem a FFP o ónus de ganhar novamente esse terreno que perdeu, chegar aos Grupos, federados e não federados, chegar aos elementos dos Grupos e não apenas aos Presidentes e Diretores. Fazer ver a todos que a FFP não é uma instituição distante (aqui, referimo-nos às relações e aos afetos, não apenas à distância quilométrica a Arcozelo!), mas que deverá ser cada vez mais uma instituição próxima, amiga, cooperante e não-punitiva.

A Federação carece de uma profunda Organização! O modelo de proximidade que temos na FFP tem já vários anos. O modelo de Plano de Atividades outros tantos.

O que nos propomos é reorganizar o modelo de governo e representação da FFP e, repensar o mapa de Zonas e de Conselhos Técnicos Regionais. Por outro lado, propomo-nos a novas organizações, além das que manteremos, como a Feira Rural ou a Peregrinação Nacional a Fátima, o Desfile do Traje Popular Português e os Congressos Nacional e da Juventude, desta feita em estreita colaboração com as Associações de Folclore Regionais e os próprios Grupos.

No seguimento do passo inicial de avaliação, pode surgir a necessidade de organizações de eventos ou formações específicas em temáticas que o movimento identifique como úteis e/ou necessárias. Gostaríamos também de promover um Programa de Financiamento anual aos Grupos, sob a forma de concurso, onde os Grupos pudessem ir buscar algumas verbas para realizações de eventos, lançamento de obras (discográficas e/ou bibliográficas), recuperação de espólio, abertura de espaços museológicos, etc. Pensamos ser uma ideia exequível com o plano traçado de 3 a 6 anos, que requer alguma engenharia financeira por forma a não colocar a instituição em risco, mas que seria certamente a “semente” que muitos Grupos necessitam para poderem ir buscar verbas próprias (referimo-nos aqui ao rendimento obtido da comercialização de obras discográficas e/ou bibliográficas, e abertura ao público de espaço museológicos) de apoio e financiamento à sua própria atividade.

E por fim, Unir. Esta eleição tem tido um tom muito crispado que em nada abona para o movimento. Além deste tom, tem-se vindo a agudizar mais e mais nos últimos anos a dicotomia “federado / não-federado”, “representativo / não-representativo”, “acima do Mondego / abaixo do Mondego”. Esta candidatura quer ser inclusiva (não é por os ignorarmos que os Grupos menos representativos vão desaparecer ou deixar de fazer um mau serviço ao Folclore), apaziguadora (todos queremos o mesmo, o melhor para o movimento folclórico nacional), descentralizadora (os Grupos têm de sentir a FFP perto de si) e mobilizadora (todos somos poucos para engrandecer a FFP e o movimento). No dia seguinte às eleições, todos teremos o mesmo objetivo: ajudar quem ganhar a fazer um bom trabalho! Numa palavra, União!

Como já referimos, o projeto da Lista B está alicerçado numa visão de 3 a 6 anos para a FFP. Este projeto detalhado que apresentaremos em breve será claro, objetivo, inclusivo e calendarizado, baseado nestas linhas programáticas. A equipa para concretizar o projeto que apresentaremos é jovem, auxiliada pela experiência, e dinâmica, com ideias e com projetos.

Da nossa parte, lista B, apresentaremos o nosso projeto com clareza e tendo a ambição de sermos a lista vencedora no dia 11 de dezembro. Do dia 12 de dezembro em diante, o nosso compromisso é estar com todos e receber no seio desta equipa, todos aqueles que queiram trabalhar em prol de um movimento forte e representativo e de uma Instituição dinâmica e credível. Enfim, “Uma Federação maior e melhor. Agora!”.



publicado por Carlos Gomes às 13:53
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FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS: CAMPANHA ELEITORAL REALIZA-SE NAS REDES SOCIAIS

As duas listas concorrentes aos órgãos diretivos da Federação do Folclore Português criaram páginas na rede social Facebook para apresentarem as suas ideias e promoverem o debate. Por outras palavras, esta parece ser já uma das primeiras medidas assumidas por ambas as candidaturas no sentido de promoverem uma Federação renovada para o Século XXI.

A lista “A” encontra-se no seguinte endereço:

https://www.facebook.com/Lista-A-Por-Uma-FFP-Renovada-do-S%C3%A9culo-XXI-285553131839237/?fref=ts

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A lista “B” encontra-se no seguinte endereço:

https://www.facebook.com/profile.php?id=100014234172340&fref=ts

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publicado por Carlos Gomes às 00:05
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Segunda-feira, 21 de Novembro de 2016
A GALÀXIA POP LUMINOSA DE DANIEL MOON

O cantautor lisboeta Daniel Moon acaba de lançar “Give More”, o radioso novo single que o vê explorar as potencialidades da canção pop em formato jazzístico, com uma big band por trás.

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O tema antecede a edição de um novo EP, o segundo do seu percurso musical - sucessor de “Precious Love” (2015) - que verá a luz do dia no primeiro semestre de 2017, a ser distribuído em formato físico com a chancela da Music For All.

A aventura de Daniel Moon no atribulado e exigente mundo da música inicia-se sete anos após o seu nascimento. Foi precisamente com essa tenra idade que começou a ter aulas de piano, um instrumento tão complexo quanto encantador e tão desafiante quanto versátil.

Apenas dois anos mais tarde entra na Escola de Música do Conservatório Nacional, mais concretamente para o 1º Grau. O seu esforço e paixão pela música permitiram-lhe concluir com mérito oito graus, obtendo assim o merecido, e recompensador, diploma.

É neste fase que a Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal entra na sua vida. Durante os dois anos seguintes dedica-se afincadamente ao piano e à voz, perseguindo o objectivo de

entrar no Ensino Superior de Jazz. E se até então o objectivo parecia de difícil concretização tudo viria a mudar quando, em pleno ano de 2010, começa a frequentar a Licenciatura de Jazz, na Variante de Piano, na Universidade de Évora. É por entre as arrebatadoras paisagens alentejanas, e o seu característico calor, que conclui com sucesso a referida licenciatura, concretizando assim uma das suas maiores ambições pessoais.

A fase inicial da sua carreira é marcada pela participação em diversos eventos musicais. Do Dia Mundial da Voz a celebrações de matrimónios, de membro de projectos de escola a parte integrante de bandas com os seus próprios originais e até de pianista num hotel a autor de música ambiente para espaços públicos, passou por de tudo um pouco, tornando este num período fervilhante e marcado por uma aprendizagem constante. 

A recta final de 2014 marca o nascimento do seu projecto musical a solo assim como dos primeiros temas originais. O segundo mês do ano seguinte, Fevereiro de seu nome, ficará para sempre associado à gravação das suas primeiras cinco músicas, em quarteto, assim como o penúltimo mês de 2015 foi testemunha da divulgação, e promoção nas plataformas digitais, do seu EP de estreia (sendo de destacar o single “Precious Love” que conquistou mais de cinco mil visualizações no YouTube).

Dito isto chegamos ao presente e à actual fase da sua carreira: este ano assinou contracto com a Music For All e abraçou uma vez mais a composição de temas originais. Os novos temas possuem uma maior diversidade, e riqueza, instrumental e preparam-se para integrar o seu primeiro EP a ser distribuído em formato físico já no primeiro semestre de 2017.


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publicado por Carlos Gomes às 23:43
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RAFAEL LAPA, POP EXPERIMENTAL EM ESTADO PURO

“Nem Tudo É Real” é não só a constatação de um facto como também o título do disco de estreia de Rafael Lapa, a editar em Fevereiro de 2017. Depois de ter acompanhado vários projectos de amigos e colegas de profissão chegou a vez de apresentar ao público nacional todo o seu talento em estado puro.

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O seu primeiro single, “Parte de Mim”, realça as letras intrincadas e profundas e a fusão perfeita entre a pop de travo experimental e a música alternativa, provando que ainda existem caminhos por desbravar na música portuguesa.

Viseu é não só a segunda maior cidade da zona Centro, logo atrás de Coimbra, como também a capital do respectivo Distrito. Entre os seus filhos mais ilustres contam-se homens e mulheres das mais variadas áreas, sendo que, a partir de agora, esse leque de personalidades está prestes a aumentar. É que por entre a adesão de oficial de Portugal à então CEE e o escândalo do Mundial do México’86 nasceu Rafael Lapa.

Desde cedo que a música o fascinou, acalentando secretamente o desejo de também ele, um dia, pisar os palcos e cantar perante multidões. Aos seis anos dá um pequeno grande passo rumo ao seu objectivo quando inicia o seu percurso no conservatório. A música ocupou sempre uma grande parte da sua vida, dividindo a infância e juventude entre o piano clássico e a guitarra Jazz.

Ao longo dos últimos anos colaborou com várias bandas e projectos, tendo subido inúmeras vezes a palco para acompanhar talentosos amigos e colegas de profissão um pouco por todo o país.

Aos 30 anos de idade surge finalmente a sua primeira aventura a solo: “Nem Tudo É Real” é o título do seu disco de estreia, sendo de esperar um conjunto de temas onde a forte mensagem combina na perfeição com melodias cuidadas e relaxantes, num autêntico cruzamento de influências pop, jazz e experimental, onde a língua portuguesa é a força motriz.

A edição é da responsabilidade da Music For All, selo que tem no seu catálogo alguns dos mais promissores projectos nacionais e internacionais da actualidade!


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publicado por Carlos Gomes às 23:37
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Domingo, 20 de Novembro de 2016
MINHOTOS LEVAM FOLCLORE A LINDA-A-PASTORA

“Ponte da Barca,

Sempre formosa e contente!

É tanta a graça,

Que cativa toda a gente!”

- Hino de Ponte da Barca

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A festa é minhota e foram as gentes de Ponte da Barca que a organizaram lá para os lados de Linda-a-Pastora, no concelho de Oeiras, local aprazível e bucólico que, em tempos idos, foi recolhimento do poeta Cesário Verde e onde a descoberta da imagem de Nossa Senhora deu origem a uma das mais concorridas festas dos arredores de Lisboa – a romaria à Senhora da Rocha! – da qual o escritor Thomaz Ribeiro foi um dos seus maiores divulgadores.

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Sob o signo “Castanhas e Minho”, participaram ainda nesta festa o Rancho Folclórico da Casa do Minho e o Rancho Folclórico e Etnográfico de Entre-Ambos-os-Rios, que se deslocou propositadamente de Ponte da Barca para participar nesta iniciativa.

O evento teve lugar no salão de festas dos Bombeiros Voluntários de Linda-a-Pastora. E, apesar das condições climatéricas que convidavam mais ao refúgio no borralho e conforto do lar, os minhotos responderam à chamada, aplaudiram com entusiasmo os grupos folclóricos e não perderam mais uma oportunidade para dançar uma cana-verde e o vira-geral.

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publicado por Carlos Gomes às 21:05
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MINHOTOS LEVAM FOLCLORE A LINDA-A-PASTORA

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publicado por Carlos Gomes às 10:44
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Sábado, 19 de Novembro de 2016
FIL REALIZA FESTA DE NATAL

FIL Diverlândia – A Sua "Feira Popular" Indoor.

Com entrada livre, o Maior Parque de Diversões do País ocupa uma área de 10.000m2, uma extensão equivalente a um campo de futebol, oferecendo diversas atracções para várias horas de diversão durante a quadra natalícia e num ambiente coberto.

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A FIL Diverlândia diferencia-se pela selecção dos equipamentos mais divertidos para as crianças, os mais emocionantes e “radicais” para os jovens e os clássicos para toda a família. Entre os vários espaços e equipamentos de diversão presentes no Pavilhão 1 da FIL encontram-se a mega pista de carros de choque (a maior da Europa), o Kanguru Louco XXL, o Mega Dance, o Maxi Dance, o Adrenalina, o Matterhorn, o High Energy, carrosséis, montanha-russa, trampolins, entre outros.

Porque com tantas voltas e viagens é preciso repor energias, o evento inclui também zonas de oferta gastronómica.

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publicado por Carlos Gomes às 20:25
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COMEMORAÇÕES DO 1º DE DEZEMBRO TRAZEM A LISBOA PERTO DE 30 BANDAS FILARMÓNICAS DE TODO O PAÍS

O Movimento 1º de Dezembro lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios para o efeito. É possível realizá-lo graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro. Agradecemos também o apoio facultado pelo Recheio e pelo Amanhecer.

O Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas "1º de Dezembro" foi um êxito em 2012, 2013, 2014 e 2015. Será êxito maior em 2016.

14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)

15h00 - Início do Desfile

16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.700 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

17h00 - Fecho e desmobilização das bandas

Nesta 5ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:

GRUPOS DE PERCUSSÃO:

Tocá Rufar (Seixal)

Grupo de Bombos de Atei (Mondim de Basto)

BANDA NACIONAL:

Banda do Exército

BANDAS FILARMÓNICAS:

Banda da ACULMA (Marvila, Lisboa)

Sociedade Filarmónica União e Progresso Madalense (Madalena do Pico, Açores)

Banda Musical Santiago de Lobão (Santa Maria da Feira)

Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense "Os Amarelos" (Moura)

Banda Filarmónica de Santa Maria de Bouro (Amares)

Banda Marcial de Arnoso (Vila Nova de Famalicão)

Associação Filarmónica Recreativa e Cultural do Brinço (Macedo de Cavaleiros)

"Banda de Música 1º de Maio (Associação de Socorros Mútuos dos Artistas Mirandelenses) (Mirandela)

Associação Filarmónica Retaxense (Castelo Branco)

Filarmónica Recreativa Cortense (Covilhã)

Sociedade Filarmónica Oleirense (Oleiros)

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Fratelense (Vila Velha de Ródão)

Sociedade Musical Recreativa Instrutiva e Beneficente Santanense (Figueira da Foz)

Sociedade Filarmónica Sangianense (Oliveira do Hospital)

Banda Filarmónica da Casa do Povo de N.ª Sr.ª de Machede (Évora)

Banda Musical de Tavira

Banda Academia de Santa Cecília (de São Romão) (Seia)

Sociedade Musical Estrela da Beira (Seia)

Sociedade Filarmónica Maiorguense (Alcobaça)

Sociedade Filarmónica Pedroguense (Pedrógão-Grande)

Associação Musical de Cabanas de Torres (Alenquer)

Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro da Encarnação (Mafra)

Banda Juvenil do Município de Gavião

Sociedade Musical Euterpe de Portalegre

Banda de Música de S. Vicente de Alfena (Valongo)

Sociedade Filarmónica União Maçaense (Mação)

Sociedade Filarmónica Gualdim Pais (Tomar)

Sociedade Filarmónica Incrível Almadense (Almada)

Banda Filarmónica da Associação Musical de Vila Nova de Anha (Viana do Castelo)

Sociedade Filarmónica Fraternidade de São João de Areias (Santa Comba Dão)

Banda Musical 81 de Ferreirim (Sernancelhe)

Será um total de 34 entidades, integrando 2 grupos de persussão, 1 banda nacional militar e 31 bandas filarmónicas civis.

Serão cerca de 1700 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país que irão descer a Avenida da Liberdade, para celebrar Portugal, a Independência e a Restauração através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.

Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes sob a direcção do Maestro Tenente Duarte Cardoso, da Banda do Exército.

Ao longo do desfile, serão interpretadas várias marchas, bem como o Hino da Restauração. O alinhamento do momento colectivo conta também, além do Hino da Restauração, com a interpretação dos Hino da Maria da Fonte e Hino Nacional.



publicado por Carlos Gomes às 19:08
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ARGANILENSES EM LISBOA VÃO AOS FADOS

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Integrado nas comemorações dos 35 anos de existência e atividade do Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa, dia 26 de Novembro realizar-se-á a grande NOITE DE FADOS, na Casa da Comarca de Arganil, em Lisboa.

Com um grupo de fados convidado e uma lista variável de artistas confirmados, espera-se de presença de muitos outros, alguns deles bem conhecidos das típicas Casas de Fado de Lisboa.

Por 20€ poderá usufruir de uma grandiosa noite de fados, com direito a jantar, ceia e mais surpresas.

Faça já a sua marcação, telefonando para: 934 919 370 ou 968 832 200.

Esperamos por si, pelo seu apoio ao rancho, bem como pelo seu gosto por fados!



publicado por Carlos Gomes às 18:28
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Sexta-feira, 18 de Novembro de 2016
AS 1001 DIMENSÕES DE JOÃO C. SOUSA, EM DISCO

João C. Sousa, o compositor do Porto que se fez anunciar com “How To Switch Dimensions”, lança agora o álbum de estreia com o mesmo título, robusta coleção de 12 temas que desafiam rótulos ou conceções, numa exploração sónica sem limites e aberta a várias interpretações.

João C. Sousa_ How To Switch Dimensions.jpg 

O lançamento surge acompanhado pela edição de um 2º single, “Emoto’s Water”, inspirado pelas experiências do Sr. Masaru Emoto, em que este propõe que a água sofre alterações moleculares importantes, dependendo da influência da consciência humana que a rodeia, linha de pensamento prolongada pela narrativa visual da música, composta por alguns takes captados no Japão. 

“How To Switch Dimensions” é uma edição Music For All e encontra-se já disponível para escuta nas principais plataformas de streaming.

João C. Sousa é um compositor do Porto com um grande fascínio pelo mundo audiovisual.

Desde a adolescência que compõe e grava a música que faz, tendo inclusivé feito parte de várias bandas de garagem em contexto pop. Em criança iniciou-se no estudo do piano na escola de Jazz do Porto, tendo já em adulto dedicado-se ao violoncelo, no Conservatório de Música da Maia.

Ao longo do seu percurso, João C. Sousa tem tido a oportunidade de musicar cinema e publicidade. Em 2005 foi agraciado com o prémio “Novos Criadores” na categoria de composição musical. Em 2007 compôs a banda sonora original para a longa-metragem “Sombras- Um Filme Sonâmbulo” de João Trabulo sobre os universos multifacetados do poeta Teixeira de Pascoaes. Em 2013 assinou a música para o spot publicitário do IIIº Festival Internacional de Cinema (CINECOA) e para a exposição “3 Mini” realizada na “Máquinas de Outros Tempos”. Dois anos mais tarde compôs a música para o vídeo promocional de suporte ao livro de fotografia de Júlio Aires intitulado “6:30 a.m.”.

Melómano confesso, conserva na sua redoma intocável figuras como Bach, Purcell, Rameau, Laurie Anderson, John Lurie, Jeff Buckley, Kraftwerk, Einstürzende Neubauten, Swans, Depeche Mode, Dead Can Dance, Coil ou os portugueses Noiserv, Clã e Madredeus. Acalenta ainda o sonho de poder vir a compor para teatro e para videojogos.


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publicado por Carlos Gomes às 19:54
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JOÃO KOPKE APRESENTA BUONDI EXPRESS NO CINEMA SÃO JORGE EM LISBOA

Festival de cinema Surf At Lisbon (SAL)

João Kopke será uma das figuras de destaque do Festival SAL- Surf At Lisbon 2016. O surfista de Carcavelos vai estar dia 18 de novembro, no cinema São Jorge, pelas 19h30, a abrir o dia de festival com a apresentação do Buondi Express Challenge, projeto que está a produzir em parceria com a marca portuguesa de cafés torrados — que lhe lança o divertido desafio de trocar de profissão com pessoas que nada têm a ver com o surf, como um pescador ou um ‘chef’ de sushi. Mas além do produto desta colaboração, Kopke traz também o teaser daquilo que define apenas como o “projeto 2017”.

Um “teaser” na verdadeira aceção da palavra, com o próprio Kopke a levantar muito pouco o véu do que está a planear para o ano.

“Posso dizer que estou cheio de ideias para 2017 e, em conjunto com a equipa com quem trabalho, a White Flag Productions, a desenvolver a minha visão muito particular do que é o surf. E isso passa pela viagem, pelo sonho e pela arte, pelo surf enquanto mais que um passatempo ou um desporto mas, antes, uma forma de expressão tão nobre como a poesia, a música ou a dança.”

João Kopke, de 21 anos, é uma personagem ‘sui generis’ no surf nacional, conjugando um currículo competitivo riquíssimo com títulos nacionais em todos os escalões de esperanças e a presença no top 16 nacional Open, com o estudo de contrabaixo e canto lírico no Conservatório de Lisboa. Uma variedade de talentos que se reflecte nas suas webseries Bored e Desfiltrado. Esta última, uma incursão “sem filtros” nos bastidores da Liga Moche, o Nacional de Surf Open.



publicado por Carlos Gomes às 14:37
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Quinta-feira, 17 de Novembro de 2016
CONVENTO DOS CARDAES EM LISBOA FESTEJA NATAL SOLIDÁRIO

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publicado por Carlos Gomes às 20:28
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CASCAIS REALIZA MERCADO DO MEL E DA DOÇARIA CONVENTUAL

IGUARIAS ADOÇAM MERCADO DA VILA DE CASCAIS DE 25 A 27 DE NOVEMBRO

Falta ainda um mês para o natal, mas o pecado da gula vai invadir Cascais já em novembro. O Mercado da Vila organiza o Mercado do Mel e da Doçaria Conventual no último fim-de-semana deste mês, entre os dias 25 e 27, e o difícil será escolher entre todas as tentações.

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O melhor é deixar a dieta à porta, entrar, decidir e provar. Para os mais gulosos, este Mercado não será mesmo tarefa fácil: há trouxas-de-ovos, sericaia, ovos moles de Aveiro, pasteis de Al-Madan e muitas outras especialidades tão tipicamente portuguesas.

Nem as abelhas tiveram descanso até este fim-de-semana chegar: o mel terá lugar de destaque, claro, e não apenas em frascos, mas sob diversas formas como rebuçados, vinagre, aguardente, licores, barritas, sabonetes e cosmética. É caso para dizer “é muito mel!”.

Esta é também uma oportunidade para aqueles que, habitualmente, deixam as compras de natal para os últimos dias de dezembro, podendo assim antecipar-se em 2016 e oferecer produtos portugueses artesanais de grande qualidade.

Haverá ainda vários momentos de animação ao vivo durante os três dias do Mercado.

Entrada gratuita

Horários: Sexta-feira das 16h às 22h; sábado das 10h às 22h; e domingo das 10h às 20h.

Deslocação: como é habitual, a CP associa-se ao Mercado da Vila durante este fim-de-semana e será possível os visitantes fazerem a viagem de ida e volta ao Mercado de Outono de comboio pelas linhas de Cascais, Sintra/Azambuja e Sado pelo preço de 2€.

Estacionamento: O Mercado da Vila tem parque de estacionamento.



publicado por Carlos Gomes às 20:26
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FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS: LISTA "A" DIVULGA PROGRAMA

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FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS

Lista A «Por uma FFP renovada do século XXI»

(Candidatura para os órgãos sociais da FFP)

Plano de Açao Triénio 2017-2019

O passado.

Em 2017, a Federação do Folclore Português (FFP) perfará 40 anos de atividade na sua missão patriótica de dignificação e valorização da cultura tradicional e popular nacional.

Desde a sua génese, no seio de um jovem movimento desagregado, pautado pela gritante ausência de qualificação e organização, a FFP, sob a liderança do saudoso Augusto Gomes dos Santos, trilhou os primeiros passos num caminho paulatino, de reconhecida importância, assente na regulamentação, definição conceptual e qualificação dos agentes folclóricos. Os primeiros tempos foram difíceis, marcados pela manifesta insuficiência de instalações institucionais condignas e pela dificuldade na conceção e instituição de uma orgânica funcional e de abrangência nacional.

Nesta conjuntura carregada de contrariedades, os vários dirigentes institucionais foram, ao longo destas quatro décadas, construindo um projeto coletivo que hoje constitui um histórico do qual nos podemos orgulhar.

A conjuntura atual.

Em agosto passado, o atual presidente da FFP, Fernando Ferreira, deu a conhecer, formalmente, à equipa diretiva a sua indisponibilidade para continuar nos desígnios da FFP «deixando, assim, a facilidade para que qualquer colega diretor possa avançar para liderar uma equipa diretiva futura.» (sic).

Nesse seguimento, a direção encarregou-se de dar cumprimento ao estabelecido estatutariamente: garantir a apresentação de uma lista ao próximo ato eleitoral, tomando essa iniciativa na reunião de 30 de setembro.

Esta nova situação conduziu a uma introspeção diagnóstica da realidade do movimento folclórico revelando que ainda há muito para fazer impondo-se a necessidade urgente de se garantir uma salutar renovação e de se introduzirem procedimentos que projetem a nossa instituição para tempos do século XXI. É o que nos propomos fazer, começando imediatamente a:

• Dar constância à liderança da FFP;

• Garantir uniformidade de pensamento e ação no seio das estruturas da FFP;

• Realizar uma introspeção da situação institucional atual e promover formação interna;

• Recuperar o apreço e admiração dos sócios;

• Harmonizar e consolidar procedimentos e formas de ação dentro das estruturas da FFP com uma reavaliação de procedimentos e conceitos;

• Fortalecer o estatuto social dentro da sociedade portuguesa e junto do poder político;

• Refletir sobre as realidades contemporâneas e (re)pensar o movimento folclórico nacional como um todo;

• Procurar novas formas de financiamento encetando projetos propiciadores de meios financeiros valorizadores da nossa ação;

• Dar uma solução definitiva às instalações da sede social que se encontram por terminar, contribuindo, assim, para a dignificação da instituição e para a rentabilização/valorização do nosso património edificado;

• Promover uma presença ativa e influente no domínio das altas instâncias nacionais e internacionais;
• Criar projetos valorizadores do património dos nossos associados e da sua ação cultural.

A proposta para o futuro.

Com o constante avanço da sociedade e da incessante mudança dos paradigmas que a caracterizam, a FFP foi consolidando a sua ação, foi-se tentando adequar aos tempos…

Porém, a par do diagnóstico das necessidades de intervenção da FFP e das suas debilidades, a nova conjuntura da sociedade global introduziu novas exigências, novos desafios incontornáveis para as quais há que encontrar respostas adequadas e devidamente ponderadas. Limitar, hoje, a ação da FFP à realização minimalista de uma feira rural, uma peregrinação a Fátima e um desfile do traje popular é manifestamente insuficiente para uma instituição como a FFP. O movimento merece mais…

Os desafios que se afiguram no futuro da instituição são variados e complexos exigindo uma equipa coesa, competente, experiente, íntegra mas de pensamento e ação renovados.
Assim, sob a liderança do Professor Doutor Daniel Café e restantes corpos sociais dirigidos pelo Inspetor António Lopes Pires (mesa da assembleia geral) e Dr. Luís Elias (conselho fiscal), a presente lista chamou a si a responsabilidade estatutária de oferecer um projeto renovador e dialogante, numa atitude de missão abnegada em prol da defesa da cultura tradicional e do engrandecimento do folclore português.

Esta equipa renovada propõe desenvolver uma ação institucional esteada nos primados da partilha, cooperação, diálogo, corresponsabilização e comunicação envolvendo uma estreita ligação entre a direção, o conselho científico, o conselho técnico nacional, os conselhos técnicos regionais, os associados da FFP, os poderes políticos e outros parceiros nacionais e internacionais, numa verdadeira plataforma de diálogo.

A ação a desenvolver incidirá em três desafios principais que se afiguram especialmente sensíveis devendo constituir prioridade de ação no mandato que se avizinha:

1. A qualificação do movimento folclórico nacional;

2. A afirmação institucional no contexto nacional/internacional;

3. A valorização do património edificado da FFP.

Vencidos estes desafios, garantir-se-á a sustentabilidade financeira da FFP, a notoriedade institucional e cultural dos agentes folclóricos em território nacional e internacional e a qualidade e grau da representatividade do movimento folclórico nacional.

Através destes desafios procurar-se-á:

• Uniformizar o discurso e a conceptualização teórica no seio do movimento;

• Assegurar uma verdadeira participação democrática de todos os envolvidos na missão institucional da FFP;

• Obter reconhecimento do poder político;

• Obter reconhecimento da sociedade;

• Garantir um sentimento de empatia crescente por parte de grupos não associados para com a FFP;

• Cativar mais os nossos próprios associados;

• Desenvolver mais facilmente projetos e ações;

• Assegurar relacionamentos institucionais importantes.

Esta metodologia conceptual de trabalho pressupõe uma ação alicerçada em duas dimensões distintas mas complementares:

• Uma ação afirmadora voltada para o exterior num esforço institucional junto das entidades congéneres, poder político e outras;

• Uma ação direcionada para o interior da instituição centrada nos membros associados e na sua melhoria qualitativa contínua envolvendo os corpos sociais da FFP, os associados e as estruturas descentralizadas (CTRs).

Como medidas concretas para atingir os fins a que propomos, iremos:

• Concluir a Carta de Princípios da FFP;

• Criar o Centro de Documentação Nacional de Historia Local, Folclore e Etnografia nas instalações da sede social da FFP;

• Criar um Gabinete de Comunicação e Imagem;

• Melhorar e otimizar os serviços do Gabinete de Relações Internacionais da FFP;

• Desenvolver um modelo de monitorização da ação federativa assente no primado da gestão orientada para a qualidade. Serão aplicados anualmente inquéritos de satisfação aos associados aferindo a qualidade dos serviços prestados pela instituição;

• Celebrar protocolos de cooperação estratégica entre a FFP, as autarquias de Gaia e outras instituições locais potenciadoras de sinergias mutuamente benéficas;

• Celebrar protocolos com estabelecimentos de ensino superior para o desenvolvimento de projetos de manifesto interesse institucional e dos campos do folclore e etnografia;

• Promover, em parceria com instituições de ensino superior, o curso de Pós-graduação em património cultural tradicional e popular português;

• Conquistar direitos e notoriedade para os agentes folclóricos nacionais através de um esforço ativo e profundamente concertado com o Conselho Nacional do Associativismo Popular;

• Explorar os programas de apoio a diversos níveis, incluindo os fundos estruturais e de coesão social da UE;

• Estabelecer contactos e promover ações concretas junto de instâncias nacionais e internacionais na senda de uma ação concertada valorizadora dos nossos projetos e ações;

• Redefinir procedimentos e mecanismos adequados às exigências institucionais.

Alguns destes projetos já foram iniciados pelos atuais diretores no mandato que ora finda e deram os seus primeiros sinais positivos e promissores. Outros, dada a prolongada ausência do presidente, foram sendo adiados pois constituem passos estruturantes que não poderiam ser dados na sua ausência. Muitos são, todavia, resultado de uma visão estratégica até agora inexistente na instituição. Pode dizer-se que, há muito, não existia uma verdadeira estratégia coesa delineada para o futuro do movimento folclórico nacional.

Vencer os desafios fundamentais do nosso movimento está dependente de um pressuposto fundamental: a nossa capacidade de construir responsável e estrategicamente soluções adequadas à realidade contemporânea com a qual nos defrontamos quotidianamente.

É esta, precisamente, a fronteira do ato eleitoral para o triénio 2017-2019: construir sobre os esforços inicias do saudoso Augusto Gomes dos Santos e desenvolvidos ao longo de quatro décadas, lançando um novo ímpeto na prossecução das metas traçadas da sustentabilidade financeira da FFP e da qualificação/reconhecimento dos agentes culturais do movimento folclórico nacional através de uma equipa experiente, credível, responsável, competente, renovada, próxima e, sobretudo, íntegra. Outra solução diferente poderá por em risco o muito que se alcançou, por muitos.

Apostar no nosso projeto é apostar num conjunto de garantias, princípios e valores que sustentam uma ação séria e com futuro para uma instituição tão marcante e meritória como é a Federação do Folclore Português!

Com amizade

Daniel Café



publicado por Carlos Gomes às 17:56
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Quarta-feira, 16 de Novembro de 2016
MINHOTOS FESTEJAM O SÃO MARTINHO NO CONCELHO DE OEIRAS

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publicado por Carlos Gomes às 19:20
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