Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores
Sexta-feira, 19 de Janeiro de 2018
KAHLI, “NATURAL”(MENTE) GENUINOS E APAIXONANTES

Depois de “You Better Know”, os Kahli apresentam-nos “Natural”. Continuando a dar cartas no mundo da Pop e Neo Soul, o duo brasileiro encanta com o seu estilo relaxante e apaixonante. A fantástica voz de Bruna Vezenfati e a mestria instrumental de Michel Morais resultam novamente numa harmonia perfeita, mantendo o estilo Jazzy que os caracteriza.

Khali

Com o selo da Music For All, a banda edita este segundo single pertencente ao álbum “Home is Where We Are”, que fica disponível no formato digital em simultâneo com este tema. No início do próximo mês, o álbum em formato físico estará disponível em todas as lojas, e irão decorrer vários showcases para apresentação deste trabalho.

31.01| Fnac Colombo, 18h30, Entrada Livre

02.02| Fnac Almada, 22h00, Entrada Livre

O calendário marcava o mês de novembro. O ano? 2014. Bastou um sopro de vida para nascer a banda que hoje conhecemos como Kahli. O local não podia ser mais sugestivo: estado de São Paulo, no coração do Brasil. O destino encarregou-se então de juntar Michel Morais e Bruna Vezenfati, músicos que buscavam um propósito maior, um projeto através do qual criassem músicas inspiradas pelo amor e autoconhecimento.

O álbum de estreia foi produzido por Paulo Calasans, tecilista e produtor de nomes do calibre de Gilberto Gil e Djavan. Com a banda trabalharam também o instrumentista Genésio Júnior, o baixista Marcelo Mariano e o baterista Cuca Teixeira (que conta com colaborações com artistas de renome na indústria brasileira, tais como Gal Costa, Maria Rita e o já citado Djavan). Ainda houve a colaboração dos engenheiros de som Luis Paulo Serafim (mistura) e Carlos Freitas (masterização), ambos premiados com Grammys e habituais colaboradores dos maiores músicos brasileiros e internacionais, levando este álbum para um patamar de autêntica excelência, no qual se cruzam temas em inglês e português.

Atualmente, a dupla encontra-se em Portugal sendo representada pela Music For All. A estadia em Portugal já levou os Kahli a atuarem em cidades como Vila Real, Bragança, Porto, Setúbal ou Albufeira. Contudo estes são apenas os primeiros passos de um projeto muito particular. Muito em breve está previsto o lançamento do álbum de estreia, onde Soul e Pop se encontram num ambiente jazzy, dando corpo a uma letra onde a homenagem vai para a terra natal da dupla, o Brasil, para a sua terra de acolhimento, Portugal, mas também para o mundo.

“Home is Where We Are” é, assim, o registo que apresentará os Kahli ao mundo. A edição está marcada para 02 de fevereiro sob o selo da Music For All. O registo já se encontra disponível em pré-venda no formato digital.


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publicado por Carlos Gomes às 18:22
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MERCADO DE ALGÉS APRESENTA SABORES DE PORTUGAL

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publicado por Carlos Gomes às 11:14
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Quinta-feira, 18 de Janeiro de 2018
“OS SABORES DE PORTUGAL” LEVAM GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO A DANÇAR NO MERCADO DE ALGÉS

O Grupo Folclórico Verde Minho vai no próximo sábado, dia 20 de janeiro, às 13 horas, participar na 3ª edição do evento “Os Sabores de Portugal”, organizado pelo Mercado de Algés.

Sob a divisa “Mercado de Algés: Comer, Beber, Amar e (Re)viver”, o Mercado de Algés vai a partir de amanhã e até ao próximo dia 11 de Fevereiro, receber a 3ª edição de “Os Sabores de Portugal”.

Este evento propõe dar a conhecer a riqueza gastronómico-cultural do nosso país com o tema “Saberes e Tradições”. Como destino, Norte, Sul, Centro e Ilhas serão o ponto de partida de cada semana que se irá desenrolar com inúmeras atividades todos os dias.

Durante um mês, os visitantes poderão assistir a workshops e mostras de artesanato, sessões de showcooking com convidados célebres, jogos tradicionais, noites de stand-upcomedy, exposições de pintura, escultura e fotografia, provas de chá, café e vinho nacionais, criação de cocktails de autor, pratos regionais, apresentação de casos de sucesso e tantas outras atividades.

Organizado e promovido pelo Mercado de Algés, o evento terá uma forte aposta na comunicação, no sentido de captar todo o seu potencial e dinamizar o número de visitantes.

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publicado por Carlos Gomes às 09:31
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Quarta-feira, 17 de Janeiro de 2018
PAN QUER CONSULTAR ENTIDADES SOBRE FINANCIAMENTO DOS PARTIDOS

PAN quer ouvir diversas entidades antes da reapreciação em plenário
• Requerimento enviado à 1ª Comissão propõe a realização de audições a Constitucionalistas, Fiscalistas, todos os partidos políticos e associações cívicas antes da reapreciação em plenário
• Discussão e votação do requerimento solicitada para a próxima reunião em 24.01.2018
• Especialistas em Direito Constitucional e Fiscal têm levantado dúvidas quanto à constitucionalidade da norma transitória e sobre a interpretação das disposições referentes ao IVA e ao limite de angariação de fundos
• Audições permitirão um debate alargado sobre o tema do financiamento partidário, ajudando a esclarecer os partidos e os cidadãos sobre todas as dúvidas que envolvem estas matérias.
– Atendendo a que o agendamento da reapreciação do Decreto n.º 177/XIII, referente ao financiamento dos partidos, apenas ocorrerá depois da realização do Congresso do PSD, agendado para os dias 16, 17 e 18 de Fevereiro, o PAN – Pessoas-Animais-Natureza, requereu hoje à 1ª Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias a realização de audições a diversas entidades de diferentes áreas, antes da reapreciação em plenário, para permitir um debate alargado sobre o tema do financiamento partidário, ajudando a esclarecer os partidos e os cidadãos sobre todas as dúvidas que envolvem estas matérias. Foi solicitado ao Presidente da 1ª Comissão que a discussão e votação do requerimento seja feita na próxima reunião da Comissão, dia 24 de janeiro.
O parlamento aprovou, em dezembro de 2017, alterações à lei de financiamento dos partidos com a oposição do PAN e do CDS-PP e após o veto político pelo Presidente da República, cuja justificação referia, entre outros aspetos, que a “Democracia também é feita da adoção de processos decisórios suscetíveis de serem controlados pelos cidadãos.”, em homenagem aos princípios da publicidade e da transparência, o PAN entende que estes princípios se encontram em causa pela ausência de qualquer justificação para as alterações legislativas apresentadas.
A inexistência da habitual fase de Especialidade que permite, após debate na Generalidade, uma segunda discussão com audições a entidades que os partidos entendam propor ouvir e o desconhecimento por parte dos cidadãos sobre os motivos que estão na base das opções tomadas pelo legislador e que, por este motivo, se sentem alheados deste debate, associado ao facto de vários especialistas em Direito Constitucional e Fiscal terem publicamente levantado dúvidas quanto à constitucionalidade de algumas disposições, sobretudo da norma transitória, bem como quanto à interpretação e excessiva latitude das normas referentes ao IVA e ao limite de angariação de fundos, justifica este pedido de audições proposto pelo PAN.
Por outro lado, as matérias respeitantes ao financiamento partidário interessam, não apenas aos partidos com assento parlamentar, mas a todos os partidos inscritos no registo existente no Tribunal Constitucional, os quais devem também ter sido ouvidos. Mas se os partidos desempenham um papel insubstituível e fundamental na dinâmica democrática, este não é exclusivo, pelo que o PAN entende acautelar a audição das posições das associações políticas, iniciativas e grupos de cidadãos, bem como de movimentos cívicos que se debruçam sobre estas matérias.



publicado por Carlos Gomes às 18:27
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PAN QUER PREVENIR ATROPELAMENTO DE ANIMAIS SELVAGENS

O partido Pessoas – Animais – Natureza (PAN) acaba de apresentar na Assembleia da República um Projecto-Resolução que “Recomenda ao Governo que proceda a um estudo de impacto do atropelamento de animais no ecossistema e adopte medidas preventivas de acordo com os resultados”. Trata-se de uma iniciativa legislativa que parece consensual e positiva que merece o nosso aplauso uma vez que vai no sentido da protecção da vida selvagem e simultaneamente procura reduzir um dos factores de sinistralidade rodoviária, contribuindo para a segurança dos condutores.

O BLOGUE DE LISBOA teve em devido tempo a oportunidade de alertar para a necessidade de se construírem ecodutos subterrâneos e aéreos nas autoestradas com vista a preservar a vida selvagem e promover a segurança rodoviária, tendo a mesma sido levada ao conhecimento do partido Pessoas – Animais – Natureza (PAN), conforme se pode ler em http://bloguedelisboa.blogs.sapo.pt/para-quando-a-construcao-de-ecodutos-401249.

No seguimento desse alerta, recebemos desta força política com assento parlamentar a seguinte informação:

“Na sequência de reunião do PAN com trabalhadores da ANL - Auto Estradas Norte Litoral, ficámos sensibilizados para esta questão e estamos a analisar diversas possibilidades para tentar resolver o problema. Para além da sugestão dada por si, analisamos ainda a possibilidade de criação de túneis para a passagem de animais e ainda a alteração das redes que fazem a delimitação da auto-estrada por outras com uma malha mais apertada, dado que as existentes permitem a passagem de animais mais pequenos.

Agradecemos o alerta para o tema e estamos disponíveis para discutir esta matéria.”

Transcrevemos seguidamente o Projecto-Resolução que o PAN apresentou à Assembleia da República:

Projecto-Resolução n.º 1238/XIII/3ª

Recomenda ao Governo que proceda a um estudo de impacto do atropelamento de animais no ecossistema e adopte medidas preventivas de acordo com os resultados

Exposição de motivos  

Infelizmente é recorrente depararmo-nos nas estradas portuguesas, suas bermas e passeios com animais vítimas de atropelamento.

Lamentavelmente, outros países se espelham no nosso: nos EUA são atropelados anualmente e, em média, cerca de 201 mil veados, não obstante estar este país identificado como o primeiro que se preocupou em 1927 com o impacto do atropelamento de animais na biodiversidade. No Brasil, 15 animais são atropelados[1] por cada segundo que passa, o que corresponde a 475 milhões de vítimas por ano, sendo 430 milhões respeitantes a pequenos vertebrados, como aves e répteis. Pela Europa, mais concretamente na Suíça, um estudo estatístico datado de 1987 concluiu que restou apenas 40% de uma população de sapos 3 anos após a construção de uma estrada; esta população foi declarada extinta ao fim de onze anos. Eram 500 sapos-comuns. No norte de Espanha, uma estrada construída em 1993 na região da Galiza, potenciou a morte de 12 mil animais, sendo 60% reconhecido como sendo o tritão-de-ventre-laranja que apenas pulula na zona oeste de Portugal e Espanha.

O atropelamento de animais que compõem as mais variadas espécies assume preocupação crescente em todo o globo. Em Portugal pouco se tem feito nesta matéria ao contrário do que acontece com outros países[2].

É necessário que o Governo português adote medidas para prevenção da mortalidade e proteção da biodiversidade, baseadas em estudos referentes a animais encontrados mortos ou moribundos, em função do seu tipo, género, idade, período de gestação, nidificação, reprodução. Com efeito, é do conhecimento comum que as características de cada localidade veiculam o nível de perigo de atropelamento no que em concreto respeita à vegetação, população, clima, estação do ano, nidificação, solo. A hora do dia e a época do ano são também factores essenciais. Há períodos propensos ao atropelamento. A época considerada crítica para as aves decorre entre o fim da Primavera e o Verão, e, em especial, para os morcegos, entre os meses de Maio a Agosto. O Outono é a estação que regista um maior número de mortalidade para os animais carnívoros, porque é a época do acasalamento e da caça. O amanhecer e o anoitecer são também considerados períodos críticos, pois é nessas horas que os animais procuram alimento. Atente-se ainda aos períodos migratórios e aos dias de chuva.

Países europeus como a Alemanha, Suíça, França, entre outros, já tomaram medidas que somam décadas, desde a construção de túneis para atravessamento de rodovias, barreiras e avisos para os condutores.

No Brasil foi inclusivamente criada uma rede social para partilha de infrações[3], que inclui uma aplicação informática através da qual é possível enviar imagens dos animas atropelados para puderem ser identificados por especialistas e que, posteriormente, são inseridos num sistema a nível nacional[4]. Tudo no intuito de permitir a implementação de uma verdadeira política de conservação das espécies. Os anfíbios, por exemplo, assumem uma função de controlo de pragas da maior relevância, pelo que o seu atropelamento implica danos relevantes ao ecossistema onde estes animais se inserem.

Em Portugal, a Quercus elaborou em 2014 um estudo em dois troços pertencentes a duas localidades do distrito de Castelo Branco[5]. Foram registadas 56 mortes de animais, entre os quais se destacam raposas, lontras, ouriços-caixeiros, corujas, mochos. A estes somam-se dezenas de répteis e anfíbios e todos os outros animais que acabam por ficar fora das estatísticas, porque, ou servem de alimento a outros, ou morrem mais tarde, longe do local onde se verificou o atropelamento. Também a Universidade de Évora[6] apresentou um estudo onde registou, em média, a morte de 120 animais por Km/ano. Lamentavelmente, já há espécies ameaçadas de extinção por comportamentos erráticos de condutores, por falta de prevenção ou por falta de formação. Em Portugal, animais como o lobo e o lince-ibérico estão entre as espécies que apresentam maior risco de extinção. Em 2013, foi encontrado morto na A23 um lince-ibérico protegido e nascido em Espanha e, recentemente, já em 2016, uma fêmea foi também encontrada sem vida. Este é o felino mais ameaçado a nível mundial, tendo sido já registadas 24 mortes por atropelamento na Península Ibérica entre os anos de 2013 e 2015. Trata-se de um carnívoro considerado como uma espécie em estado crítico de conservação pela União Internacional para a Conservação da Natureza e pelo grupo de conservação SOS Lynx.

No nosso país, os distritos mais mortíferos são Santarém, Viseu, Lisboa, Porto, Leiria e Beja. Metade dos acidentes são registados em estradas municipais, seguidas das nacionais. Os animais que apresentam o maior índice de mortalidade são os cães e as raposas, o coelho-bravo (alimento dos linces-ibéricos), texugo, ouriço-caixeiro, saca-rabo, sapos, etc.

Em locais como o parque natural da Serra do Gerês, reserva Natural do Estuário do Tejo, Serra da Estrela, Monsanto (Lisboa), a Serra da Lousã e outros considerados protegidos devem haver especiais medidas de prevenção.

Em 2016 a GNR contabilizou para cima de 1000 acidentes rodoviários, derivados de embate em animais, como aves, javalis, raposas, veados. E se o código da estrada plasma coimas para os detentores de animais domésticos que não cuidam de os ter dentro de um perímetro de segurança, no que tange aos animais selvagens nenhuma legislação existe, excepto no que diz respeito à circulação em autoestradas, cuja responsabilidade é da concecionária por falta de proteção e correta delimitação das vias de rodagem.

Há que adotar medidas urgentes para por fim a esta mortalidade que afeta a biodiversidade e os ecossistemas.

Assim, a Assembleia da República, nos termos do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição, por intermédio do presente Projecto de Resolução, recomenda ao Governo que:

1 - Proceda a um estudo de impacto do atropelamento de animais no ecossistema, bem como verifique quais os troços mais problemáticos, as espécies mais afectadas, os períodos de maior risco, entre outros dados que considere relevantes;

2 – Proceda a Estudos de Viabilidade Técnica e Ambiental e Estudos de Impacto Ambiental - relativos ao planeamento, construções, reformas e duplicação de estradas, rodovias e ferrovias para que estes contenham medidas de mitigação dos riscos de atropelamento para os animais selvagens;

3 - Adopte medidas que visem assegurar a circulação segura de animais selvagens pelo território nacional, com a redução de acidentes envolvendo pessoas e animais nas estradas, rodovias e ferrovias, nomeadamente verifique da possibilidade de implantação de medidas que auxiliem a travessia da fauna selvagem, tais como instalação de sinalização e redutores de velocidade, passagens aéreas ou subterrâneas, pontes, cercas e refletores, assim como promover a educação ambiental através de campanhas que visem a consciencialização dos motoristas e da população;

4 - Adopção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais selvagens, no qual sejam registados todos os incidentes desta natureza, com registo do número de feridos e da mortalidade animal nas estradas portuguesas por espécie, género, idade, localidade, bem como todos os demais elementos considerados relevantes pelas entidades competentes.

5 - Reforço da fiscalização e monitorização nas áreas de maior incidência de atropelamentos de animais selvagens identificadas a partir dos dados do Cadastro Nacional, com o reforço das estruturas de instituições já existentes e admitindo-se a possibilidade de celebração de protocolos e acordos com Organizações Não Governamentais de Ambiente.

Palácio de São Bento, 12 de Janeiro de 2018

O Deputado,

André Silva

 

[1] De acordo com dados do CBEE (Centro Brasileiro de Estudos em Ecologia de Estradas) da Universidade Federal de Lavras.

[2] Também a Dinamarca em 1959, a Inglaterra um ano depois e outros países como a Áustria em 1975 se preocuparam em fazer estudos sobre o impacto do atropelamento de animais no ecossistema. Já no país vizinho, os estudos iniciaram-se na última década do século passado. Em todos estes países a conclusão foi unanime: os números são muito preocupantes. Em Espanha, após o primeiro estudo, concluiu-se que cerca de 10 milhões de animais morriam anualmente. Portugal, graças ao Biólogo José Silva Marques, apresenta o seu primeiro estudo em 1994 - Vertebrados Mortos por Atropelamento – EN118- concluindo-se que foram atropelados, num troço de 20 km, 600 vertebrados, mais de metade aves, 169 mamíferos, 70 répteis e 1 anfíbio, quase todas estas espécies pertenciam a grupos de animais que se consideram em vias de extinção.

[3] Iniciativa do CBEE, responsável pelo projeto MALHA que já conta com 15 mil utilizadores e para cima de 20 mil fotografias.

[4] Banco de Dados Brasileiro de Atropelamento de Fauna Selvagem (BAFS)

[5] Junto à ponte do rio Ponsul, na ligação entre Castelo Branco e Malpica do Tejo e no troço junto à Barragem de Santa Águeda.

[6] Designado MOVE (acrónimo de Montemor-Valeira-Évora, principais localidades nas quais decorre a amostragem



publicado por Carlos Gomes às 01:10
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Terça-feira, 16 de Janeiro de 2018
INATEL PROMOVE COMCURSO DE COMPOSIÇÃO PARA ACÓRDEÃO

Informamos que teve já início o período de entrega das obras a concurso do Prémio de Composição para Acordeão promovido pelo INATEL. O prazo de entrega das obras decorrerá até ao dia 27 de Abril de 2018.

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publicado por Carlos Gomes às 18:36
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Segunda-feira, 15 de Janeiro de 2018
ASSOCIATIVISMO POPULAR ESTÁ DE LUTO!

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publicado por Carlos Gomes às 18:54
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GREEN PROJECT AWARDS ANUNCIA VENCEDORES DA SUA 10ª EDIÇÃO

Já são conhecidos os vencedores da 10ª Edição do Green Project Awards 2017 (GPA). Os premiados foram anunciados hoje numa cerimónia que decorreu no Centro de Congressos da Alfândega do Porto, a par com a V Conferência GPA’17 sobre o tema “A Cidadania e o Futuro da Sustentabilidade”.

Para a entrega das distinções estiveram presentes Ana Lehmann, Secretária de Estado da Indústria, que entregou o Prémio na Categoria Indústria 4.0 e João Pedro Matos Fernandes, Ministro do Ambiente que atribuiu os Prémios das Categorias Iniciativa Jovem e Gestão Eficiente de Recursos, assim como o Prémio Especial Carreira pela Sustentabilidade, a par com Rui Moreira, Presidente da Câmara do Porto.

O Prémio Especial Carreira pela Sustentabilidade, por nomeação direta do Ministro do Ambiente e do Presidente da Câmara do Porto, foi atribuído a Pedro Cunha Serra, um dos maiores especialistas em recursos hídricos do nosso país e atual assessor da Administração TPF-Planege, além de Ex-Presidente do Conselho de Administração da AdP, Águas de Portugal, S.A e a Filipe Duarte Santos, especialista de renome internacional na área das Alterações Climáticas e Presidente do Conselho Nacional do Ambiente.


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publicado por Carlos Gomes às 13:38
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Domingo, 14 de Janeiro de 2018
MÁSCARAS IBÉRICAS DESFILAM EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 20:28
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AMADORA INAUGURA EXPOSIÇÕES QUE RETRATAM OCUPAÇÃO HUMANA DO TERRITÓRIO

A Câmara Municipal da Amadora inaugurou ontem no Núcleo Museográfico do Casal da Falagueira as exposições “Antes da Amadora” e “Amadora Rural”, que fazem parte da exposição permanente deste espaço e cuja museografia foi revista. Estas mostras retratam as primeiras ocupações humanas do atual território da Amadora.

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Além de contar com seis áreas expositivas, no âmbito do património local, o Núcleo Museográfico do Casal da Falagueira possui uma loja, uma biblioteca especializada em Arqueologia, de consulta direta e um arquivo de jazidas.

Proporciona, igualmente, diversas atividades como visitas guiadas ao Património Histórico e Arqueológico do Município, o projeto pedagógico “Museu em ação”, bem como o projeto “Escola Aberta do Património”, com a realização de palestras, para outro tipo de público.

Com este manancial tão vasto é possível facultar, quer ao visitante, quer ao estudante, ou mesmo ao investigador externo, uma outra visão das gentes e do território que hoje é a Amadora, com o intuito de lhes transmitir um sentimento de pertença.

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 15:18
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Sábado, 13 de Janeiro de 2018
GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO: A DANÇAR É QUE OS MINHOTOS SE ENTENDEM!

Ainda a procissão vai no adro e já o Grupo Folclórico Verde Minho, sediado em oures, possui uma agenda bastante preenchida para todo o ano de 2018. Para além das numerosas iniciativas que organiza das quais o FolkLoures constitui a mais saliente, o “Verde Minho” tem calendarizadas uma série de actuações, às quais ainda se virão acrescentar o estabelecimento de outras contratações e permutas que o levarão as mais diversos pontos do país e, naturalmente, à nossa região no auge das festas que coincidirá com as férias dos seus componentes.

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As iniciativas já calendarizadas por parte do Grupo Folclórico Verde Minho são as seguintes:

20 de Janeiro – 13h00, no Mercado de Algés, no âmbito do evento “Sabores de Portugal”

21 de Janeiro – 15h00, no 13º Encontro de Concertinas da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez, a ter lugar em Marvila, no concelho de Lisboa

4 de Fevereiro – 11h00, na Jornada Gastronómica da Alheira de Galo e do Arroz de Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima, a ter lugar em Loures, no refeitório da Câmara Municipal de Loures

10 e 11 de Fevereiro – Comemorações do Ano Novo Chinês. Participação no desfile às 10h30 e actuação em palco

17 Fevereiro – Rusgas a serem organizadas em Alfragide, concelho da Amadora, pelo Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega (a confirmar)

18 de Fevereiro – No âmbito da visita técnica do Conselhor Técnico Regional do Alto Minho, na Freguesia da Mina, no Concelho da Amadora, a ter lugar na Rua dos Bombeiros Voluntários

24 de Março – Conferência de Rui Aguilar Cerqueira subordinada ao tema “Folclore e Regionalismo na África Austral: A Casa do Minho em Lourenço Marques”, a ter lugar no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, em Loures

9 de Junho – Actuação no jardim público da Lousa, ás 19h00h

30 de Junho – Às 15h00, Conferência pelo Prof. Doutor. Manuel Antunes, subordinada ao tema “ Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada”

7 de Julho – FolkLoures’18

29 de Setembro – Barrenta. Encontro de Tocadores de Concertina

13 de Outubro – Desfolhada e Encontro de Tocadores em Concertina, a partir das 14h00, no Grupo União Lebrense

20 de Outubro – Conferência a ser proferida pelo Dr. Augusto Flor, Presidente da Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto, subordinada ao tema “Rodopiando entre a Tradição e a Inovação – O Folclore comoCausa”

15 Dezembro – Almoço do Grupo Folclórico Verde Minho

16 Dezembro – A partir das 15h00, Cantares ao Menino Jesus a ter lugar na Igreja Matriz de Loures

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publicado por Carlos Gomes às 18:20
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PCP JÁ ANUNCIA FESTA DO AVANTE!

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publicado por Carlos Gomes às 14:55
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“OS SABORES DE PORTUGAL”: MINHOTOS DANÇAM NO MERCADO DE ALGÉS

O Grupo Folclórico Verde Minho vai no próximo dia 20 de janeiro, às 13 horas, participar na 3ª edição do evento “Os Sabores de Portugal”, organizado pelo Mercado de Algés.

Sob a divisa “Mercado de Algés: Comer, Beber, Amar e (Re)viver”, o Mercado de Algés vai a partir de amanhã e até ao próximo dia 11 de Fevereiro, receber a 3ª edição de “Os Sabores de Portugal”.

Este evento propõe dar a conhecer a riqueza gastronómico-cultural do nosso país com o tema “Saberes e Tradições”. Como destino, Norte, Sul, Centro e Ilhas serão o ponto de partida de cada semana que se irá desenrolar com inúmeras atividades todos os dias.

Durante um mês, os visitantes poderão assistir a workshops e mostras de artesanato, sessões de showcooking com convidados célebres, jogos tradicionais, noites de stand-upcomedy, exposições de pintura, escultura e fotografia, provas de chá, café e vinho nacionais, criação de cocktails de autor, pratos regionais, apresentação de casos de sucesso e tantas outras atividades.

Organizado e promovido pelo Mercado de Algés, o evento terá uma forte aposta na comunicação, no sentido de captar todo o seu potencial e dinamizar o número de visitantes.

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publicado por Carlos Gomes às 13:35
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Sexta-feira, 12 de Janeiro de 2018
MIKE BRAMBLE PUBLICA NOVO DISCO

O músico Mike Bramble vai proceder ao lançamento de um novo tema musical no próximo dia 22 de Janeiro, nas principais plataformas digitais.

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"It's No Good" é um original dos Depeche Mode que começou por ser uma versão acústica, mas ao entrar em cena um pedal de distorção e um amplificador alterou-se o rumo para uma sonoridade Rock, muito próxima do que será o segundo trabalho do músico a lançar no final deste ano. Todas as informações disponíveis no site oficial, www.mikebramble.com.

Pode fazer download livre da música "It's No Good" aqui.

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publicado por Carlos Gomes às 20:00
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SOULVENIR REGRESSAM A PORTUGAL COM “WILD ANGEL”

Já diz a sabedoria popular que “o que interessa não é o destino mas sim a viagem”. Ora os Soulvenir podem não saber qual é o seu destino, mas sem sombra de dúvida que têm aproveitado a viagem. Nascidos em 2011, carregam o rock na alma e o talento na ponta dos dedos. Já atuaram em alguns dos principais festivais do Brasil e foram os grandes vencedores da primeira edição do “EDP Live Bands Brasil”, o que os levou ao palco secundário do NOS ALIVE em 2016, onde conquistaram uma grande audiência.

Soulvenir

Estrearam-se com o surpreendente álbum “Galaxy Species” (2011) e é do recente “Uterearth” (2017) que nos chega o portentoso hino “Wild Angel”. 2018 promete ser um ano repleto de novidades, incluindo o regresso aos palcos nacionais em maio, sempre com o selo da Music For All.

De São Luís, no Estado do Maranhão, para o mundo! É esta a viagem que os Soulvenir fazem desde 2011, ano em que nasceu aquele que se tornaria num dos projetos mais interessantes da cena musical independente brasileira. Por detrás do sucesso estão cinco músicos empolgados e empolgantes: Adnon Soares (Viola/Guitarra/Voz), Sandoval Filho (Sintetizadores), Domingos Thiago (Guitarra), Wilson Moreira (Bateria) e Marlon Silva (Baixo).

O registo de estreia, “Galaxy Species”, editado ainda em 2011, tem uma sonoridade intrincada e um sistema onde as referências se sucedem, sendo este o trabalho que os colocou no mapa. Foram muitos os quilómetros percorridos. Foram muitos os concertos dados. E foram ainda mais os fãs conquistados em performances que mereceram elogios da crítica especializada em alguns dos maiores festivais de música do Brasil (como o Festival DoSol ou o Ponto CE, por exemplo).

E assim, em velocidade de cruzeiro, chega 2016, o ano em que tudo mudou e os Soulvenir deram “O” salto. A banda não só participou na primeira edição do concurso “EDP Live Bands Brasil”, promovido pelo festival português NOS ALIVE, como saiu vitoriosa do mesmo. Graças a esta conquista, atravessaram o oceano, atuaram no palco secundário de um dos maiores festivais de verão portugueses ao lado de nomes como Radiohead, Tame Impala, Robert Plant (Led Zeppelin) ou Pixies, e ainda gravaram um álbum com a Sony Music Brasil. Este foi indubitavelmente um ano muito especial para a banda.

Mas pisados os palcos e vividas as aventuras era tempo de parar a vida na estrada para compor de novo. Foi então que a banda se dedicou aquilo que se tornaria no seu segundo álbum de originais. Sob o título “Uterearth”, o registo inclui onze temas que viram a luz em pleno verão de 2017, marcando uma nova viragem no rumo da banda brasileira.

Em 2018, Portugal volta a estar no mapa dos Soulvenir. Tudo começa com “Wild Angel”, primeiro single do novo disco que agora apresentam ao público português. Mas a viagem dos Soulvenir não terminará aqui! O ano será longo e as novidades mais que muitas, sempre com o selo Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 19:54
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GALEGOS MAIS EMPENHADOS DO QUE NÓS NA LÍNGUA PORTUGUESA

Floresça, fale, cante, ouça-se, e viva

A Portuguesa língua, e já onde for

Senhora vá de si soberba, e altiva.

Se ’té’qui esteve baixa, e sem louvor,

Culpa é dos que a mal exercitaram:

Esquecimento nosso, e desamor.

António Ferreira (século XVI)

Haverá algum português que não entenda um galego ou algum galego que não nos perceba na conversação comum? Dificilmente, pois as nossas duas Línguas são irmãs-gémeas.

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Algo as distingue, porém, no contexto linguístico mundial: enquanto o Galego permaneceu durante séculos “fechado” como Língua oral de uso particular, sem direito a entrada na esfera cartorial, o Português tornou-se independente e oficial, evoluiu mais radicalmente e acabou por ser disseminado por todos os Continentes ao acompanhar a Expansão.

Não admira que, hoje, os galegos desejem associar-se às vantagens de uma Língua franca que eles compreendem como se fosse sua e que é falada e escrita em todo o Mundo por 250 milhões de pessoas: o sexto idioma mais usado no planeta, o quinto mais corrente na Internet e o terceiro no ‘ranking’ idiomático das redes sociais Facebook e Twitter.

Foi com este quadro histórico em mente que o parlamento da Galiza aprovou em Abril passado, por unanimidade, um diploma legal que protege a introdução progressiva da Língua Portuguesa em todos os níveis de ensino oficial naquela Comunidade Autónoma espanhola.

A Lei para o Aproveitamento da Língua Portuguesa e Vínculos com a Lusofonia (é este o seu título) já está em vigor e permitirá melhorar o ensino do Português na Galiza. No presente ano lectivo, mais de 2.500 jovens galegos aprendem a nossa Língua em escolas primárias e secundárias, na rede de ensino oficial de idiomas e nas Universidades de Vigo, Santiago de Compostela e A Coruña.

O diploma legal sublinha que “o Português, nascido na velha Gallæcia, é idioma de trabalho de vinte organizações internacionais, incluída a União Europeia, assim como língua oficial de nove países e do território de Macau, na China.

Entre eles figuram potências económicas como o Brasil e outras economias emergentes. É a língua mais falada no Hemisfério Sul”.

Sendo a Língua própria da Galiza inter-compreensível com o Português, e oferendo por isso “uma valiosa vantagem competitiva em muitas vertentes, nomeadamente na cultural, mas também na económica”, o parlamento galego decidiu “fomentar o ensino e a aprendizagem do Português com o objectivo, entre outros, de que empresas e instituições aproveitem a nossa vantagem linguística, um valor que evidencia a importância mundial do idioma oficial dum país vizinho, tendo em conta também o crescente papel de blocos como a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa”.

Há muito que na Comunidade Autónoma da Galiza se ouvem vozes em defesa do Português e do seu ensino regular nas escolas oficiais.

A grande novidade deste novo diploma reside na oficialização dessa velha aspiração como “objectivo estratégico do governo galego”.

Diz o diploma: “Os poderes públicos galegos promoverão o conhecimento da Língua Portuguesa e das culturas lusófonas para aprofundar os vínculos históricos que unem a Galiza com os países e comunidades de Língua Portuguesa, e pelo carácter estratégico que as relações económicas e sociais têm para a Galiza, no quadro da Eurorregião Galiza-Norte de Portugal”.

A Lei prevê ainda o intercâmbio entre cadeias de televisão galegas e portuguesas.

O interesse da Comunidade da Galiza pela nossa Língua (mesmo que numa vincada óptica economicista, capaz de entristecer os puristas) parece infinitamente mais empenhado do que aquele que a burocracia portuguesa dedica ao assunto.

É meritório o trabalho do Instituto Camões, do Observatório de Língua Portuguesa, do Instituto Internacional da Língua Portuguesa e de várias outras instituições que trabalham pela difusão do Português, ainda que acorrentadas às grilhetas do absurdo Acordo Ortográfico.

Mas a dieta minguada que o Orçamento concede ao ensino e propagação da Língua e da Cultura é ridícula, quando comparada com as reais necessidades de uma política conjugada de “investimento” (passe a palavra) na difusão da nossa Identidade.

Em 2007, quando as vacas ainda estavam gordas e o dinheiro corria como leite e mel, o orçamento anual do Ministério da Educação para a difusão da Cultura e para o ensino do Português no estrangeiro não alcançava sequer os 40 milhões de euros – uma quantia insignificante se posta em confronto com os muitos milhares de milhões desbaratados anualmente em decisões estatais ruinosas.

E se a verba não chegava a 40 milhões em 2007, é apenas possível imaginar a que se reduzirá hoje, após sete anos de cortes médios de 10 por cento ao ano no orçamento da Educação…

Não admira que Joseph Ghanime, dirigente da Associação de Docentes de Português na Galiza, tenha lamentado há dias a falta de “medidas concretas” e de “algum interesse” de Portugal com vista a uma promoção “mais ambiciosa” do Português no sistema educativo galego.

A Galiza dá-nos assim uma bela lição, até porque não é principiante no ensino do Português. Os últimos dados disponíveis apontam para mais de 2.500 estudantes galegos matriculados em aulas oficiais de Língua Portuguesa, entre o ensino primário e o universitário, passando pelas escolas oficiais de línguas.

Essas aulas são ministradas por cerca de 90 professores, agrupados na Associação de Docentes de Português na Galiza (ADPG), que pugna por uma melhor organização da sua actividade.

Até agora, a constituição de turmas de Português no ensino secundário galego tem sido feita na base do voluntariado, não existindo um corpo permanente de docentes da Língua, ao contrário do que sucede, por exemplo, com o Inglês ou o Francês.

É esta escassa especialização que a ADPG deseja superar, propondo que o governo autonómico crie um quadro expresso de professores de Português que só a esta Língua se dediquem.

Curiosamente, apesar da proximidade geográfica e das afinidades históricas e culturais, a Galiza não é a Comunidade Autónoma do Reino de Espanha com mais alunos de Português. Enquanto a Galiza conta 2.500 alunos numa população de 2,3 milhões, a Extremadura (apenas com um milhão de habitantes) tem 20 mil alunos a aprender o Português em 140 centros do ensino oficial, enquanto o canal público extremenho de televisão emite o programa “Falamos Português”, em colaboração com o Instituto Camões.

Este aparente paradoxo explica-se facilmente: embora o interesse pela Língua Portuguesa seja mais intenso na Galiza, muitos galegos têm a convicção de que as nossas duas Línguas são tão semelhantes que não é preciso ter aulas – um equívoco que ignora o facto de o ensino de uma Língua implicar uma envolvência cultural e social que tem de ser aprofundada.

Esta consciência da necessidade de aprofundamento dos conhecimentos linguísticos e culturais é muito mais corrente no meio universitário, como está demonstrado pela existência de vários cursos de Filologia Portuguesa e Estudos Portugueses nas Universidades de A Coruña, Vigo e Santiago. 

Um pouco de História

Durante a dominação romana da Península, a Província da Galécia incluía as regiões bracarense (Braga), lucense (Lugo) e asturiense (Astorga). A partir do ano 212, a sua capital foi Braga, a nobre e erudita Bracara Augusta, que estendia a sua jurisdição do Rio Douro ao Mar Cantábrico.

Reorganizada sob Fernando Magno após o colapso do Império, toda esta região manteve características próprias. Foi só no século XI que o Rei Alfonso VI, avô de D. Afonso Henriques, juntou a Galiza, Portugal e as Astúrias aos territórios de Castela e Leão, na tentativa de formar uma grande unidade peninsular.

Mas ao pedir auxílio aos barões franceses na sua guerra contra os mouros, Alfonso abriu as portas a uma nova subdivisão do território que unificara, pois foram os descendentes desses barões borgonheses que estiveram na origem das lutas pela re-autonomização do Noroeste da Península Ibérica.

Os primos Raimundo e Henrique da Borgonha vieram a casar-se com duas filhas de Alfonso VI, Urraca e Teresa, a quem o monarca ofereceu a Galiza e o Condado Portucalense, respectivamente. Afonso Henriques, filho de Teresa e Henrique, acabou por questionar o vínculo e lutou em 1128, em São Mamede (Guimarães), contra o domínio de Leão e Castela representado por sua mãe.

O facto de, em São Mamede, a Galiza ter apoiado Teresa contra Afonso Henriques deveu-se à enorme influência exercida pelos bispos na sociedade desse tempo. A rivalidade entre os prelados de Braga e Santiago de Compostela levou à formação de dois “partidos”, tendo os seguidores do arcebispo bracarense Paio Mendes apoiado o “partido” da independência e os seguidores do prelado galego Diego Gelmirez o “partido” de Leão e Castela.

De todo o modo, bispos à parte, a origem comum na Gallæcia Magna manteve a Galiza e Portugal em grande proximidade social e cultural, sobretudo depois de Afonso Henriques ter visto confirmada a autonomia portuguesa em 1143 e de os próprios galegos terem iniciado tentativas de se libertarem, eles próprios, do domínio do Rei de Castela e Leão.

O facto de a Galiza nunca ter conseguido obter essa autonomia fez com que a língua galaica não tivesse estatuto de língua escrita durante muitos séculos, condicionando a sua evolução. Pelo contrário, Portugal, Estado-Nação com um percurso próprio, viu a sua língua evoluir até um estatuto clássico. No dizer de Alexandre Herculano, “o Português não é senão o dialecto galego, civilizado e aperfeiçoado”.

Um pouco de Linguística

Tanto o Português como o Galego resultam de evoluções diferentes a partir de um mesmo idioma comum. Esse idioma original, resultante de uma evolução própria do Latim Vulgar, foi usado na Gallæcia Magna (isto é, num território que hoje corresponde à Galiza, ao Norte de Portugal e à zona Oeste das Astúrias).

Segundo o linguista Ivo Castro, da Universidade de Lisboa, a existência autonóma de uma língua romance galaico-portuguesa começou a ser patente no século VII, quando se verificaram dois fenómenos: a palatalização dos grupos iniciais latinos pl-, kl-, fl- na africada palatal surda tš; e a lenição das soantes intervocálicas latinas -n- e -l-.

Quando se iniciou a Reconquista cristã, a partir do século IX, o romance galego-português era a língua do Noroeste da Península Ibérica. Os distintos caminhos políticos seguidos posteriormente nas várias regiões onde era falada determinaram as progressivas transformações paralelas do galaico-português.

No território de Portugal (Reino independente a partir do século XII), a antiga língua comum evoluiu independentemente e a partir do século XIII já existia claramente aquilo que designamos por Português Antigo. “A abundante produção escrita em Português torna possível, desde então, observar com mais pormenor as mudanças que a língua vai sofrer entre os séculos XIII e XV e que, por graduais transições, a levarão a transformar-se de língua medieval em língua clássica”, como salienta Ivo Castro, agravando-se “o distanciamento em relação ao Galego, entretanto impedido pelo domínio castelhano de existir como língua de cultura”.

Fonte: https://jornaldiabo.com/

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publicado por Carlos Gomes às 15:12
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CONSELHO TÉCNICO REGIONAL DO ALTO MINHO DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS DESLOCA-SE A LISBOA PARA AVALIAR GRUPOS MINHOTOS E ESTABELECER LIGAÇÃO COM CASAS REGIONAIS

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publicado por Carlos Gomes às 14:22
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MERCADOS ABASTECEDORES REFORÇAM RENTABILIDADE OPERACIONAL E SOLIDEZ FINANCEIRA

Findos que são os 18 meses de um mandato exigente e desafiante destinado a concluir o triénio 2015/17, e em resultado dos objetivos e estratégias definidos, cumpre-nos assumir que todas as empresas do Grupo SIMAB – os Mercados Abastecedores de Lisboa, Braga, Évora e Faro – reforçaram, neste período, a sua rentabilidade operacional e a solidez da sua estrutura financeira.

Este é o balanço feito pelo “CEO” do Grupo SIMAB, Rui Paulo Figueiredo, para quem «a gestão rigorosa dos gastos operacionais, em conjugação com a dinâmica promocional e comercial introduzida, permitiu aumentar as taxas de ocupação dos Mercados Abastecedores, potenciando as oportunidades e vantagens proporcionadas pela recuperação da economia».

O bom desempenho das vendas, traduzido num aumento do volume de negócios de 6,6%, reflete, em grande parte, o retorno do investimento na atratividade e promoção da oferta comercial dos Mercados Abastecedores e dos serviços prestados pela SIMAB, bem como um posicionamento mais próximo junto dos seus potenciais clientes e dos clientes dos seus clientes – sublinha.

Numa base comparável – diz Rui Paulo Figueiredo – o Grupo SIMAB estima encerrar o exercício de 2017 com um crescimento do EBITDA de 12% face a 2015, que se situa nos 11,6 milhões de euros.

Num período caracterizado pelo «maior volume de investimento jamais realizado desde a entrada em funcionamento dos Mercados Abastecedores», que totalizou 3,7 milhões de euros, dos quais 1,5 milhões relativos à construção de um novo edifício, o Grupo «reforçou a solidez do Balanço, tendo a dívida bancária reduzido em 12,5 milhões de euros, cerca de 19% face a 2015, dos quais 3,7 milhões relativos à redução da exposição à banca comercial».

Rui Paulo Figueiredo lembra que, a par dos resultados financeiros, foi elaborado igualmente um Plano Estratégico para os anos 2017-2021, «documento que nunca o Grupo SIMAB tinha produzido e que traça os caminhos do futuro»; foi também modernizada a identidade das várias empresas; e reiniciou-se ainda a prestação de serviços por parte do Grupo; isto a par da «aposta na promoção progressiva da diversificação de receitas e da aposta estratégica na criação de valor para o país e para as regiões onde está inserido».

Depois de 18 meses de desempenho sólido – conclui Rui Paulo Figueiredo – reafirma-se a confiança na capacidade de crescimento dos negócios em 2018, assim como o compromisso com uma estratégia de crescimento que conjuga as medidas necessárias ao reforço das vendas no curto prazo com investimentos em ativos fixos que garantam a solidez dos negócios no médio-longo prazo e a redução sustentada da dívida.


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publicado por Carlos Gomes às 14:10
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Quinta-feira, 11 de Janeiro de 2018
PORQUE FUMAM AS CRIANÇAS NA FESTA DOS RAPAZES EM MIRANDELA?

Existem tradições que chegadas aos nossos dias e, sobretudo no contexto social e cultural em que vivemos, afiguram-se-nos profundamente estranhas e por vezes até repudiáveis. Trata-se de antigos usos e costumes que foram com o tempo adquirindo novas formas, mas que não deixaram, porém, de representar resquícios da antiga religiosidade pagã e de normas de comportamento social.

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Desde sempre, a burguesia foi avessa a certas formas de celebração populares tidas como mais rudes e que tinham origem nos meios rurais e eram trazidos para o espaço urbano como sucedia com os corsos carnavalescos e o típico xe-xé cujas tiradas constituíam uma autêntica crítica social que não raras as vezes punha a nu os podres e a hipocrisia de importantes figuras da sociedade. Assim, na cidade, os festejos do carnaval retiraram-se para as casas particulares – ou para o interior das agremiações recreativas, vulgo colectividades, nos ambientes mais populares habitualmente situados nas vilas e bairros operários.

Idêntico horror verifica-se em relação a formas de divertimento popular originário dos meios rurais como sucede com jogos e práticas que envolvem a participação de animais, nem sempre brutalizadas como sucede com as que implicam o sofrimento animal, absolutamente repudiável à luz dos novos valores civilizacionais.

Todas estas mudanças culturais mais não reflectem do que a alteração dos valores culturais e os padrões morais impostos a partir do Romantismo por uma nova classe social – a burguesia – que acabou por tomar o poder político e estabelecer uma nova ordem social.

Entre tais práticas que causam uma profunda estranheza encontra-se a curiosa tradição mantida em dia de Reis, na aldeia de Vale de Salgueiro, no concelho de Mirandela, por ocasião da Festa dos Rapazes em Honra de Santo Estêvão, que consiste na permissão por parte dos pais em deixarem as crianças fumar e andarem pelas ruas com maços de tabaco durante os dois dias da festa.

Este costume inscreve-se nos antigos ritos de iniciação que ainda actualmente se observam nas sociedades mais primitivas e que ao longo dos tempos foram adquirindo diferentes formas de representação consoante a evolução da sociedade, as mudanças religiosas e a alteração dos padrões mentais. Tal como o consumo de cigarros constitui um hábito relativamente recente e, portanto, uma influência moderna sobre costumes antiquíssimos, outras práticas também denunciam semelhantes origens como sucede com a “noite de núpcias” e o correspondente afastamento da comunidade, a “ida às sortes” e o seu ritual na taberna da aldeia ou ainda, na sua forma mais cristianizada, a “comunhão solene” a culminar alguns anos de preparação através da catequese cristã.

Por essa ocasião, nesta região de Trás-os-Montes, o povo tem por costume dançar a murinheira ao ritmo dos bombos e som das gaitas-de-foles, uma dança originária da cultura celta que também é executada na Galiza.

A figura do Rei – alusiva aos Reis Magos – organizando a festa e percorrendo as casas da aldeia a recolher os donativos, constitui já um traço da influência do Cristianismo a modificar uma ancestral prática pagã.

Mais do que julgar, compete ao etnólogo – tal como ao historiador – compreender a evolução das culturas e das mentalidades, colocando de lado preconceitos ideológicos que mais não correspondem a uma moral vigente numa determinada época de acordo com um modelo de sociedade.

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O Xé-xé era a figura mais típica do carnaval no século XIX e que entretanto desapareceu

Fotos: http://www.sabado.pt/ / Arquivo Municipal de Lisboa

Carlos Gomes



publicado por Carlos Gomes às 13:20
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CONFRARIA DO ARINTO DE BUCELAS PARTICIPA EM LOURES NO ALMOÇO DO SARRABULHO À MODA DE PONTE DE LIMA

Almoço do Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima vai ser uma grande jornada gastronómica em Loures

A Confraria do Arinto de Bucelas vai marcar presença no Almoço do Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima e da Alheira de Galo, iniciativa que vai ter lugar no próximo dia 4 de Fevereiro, no refeitório da Câmara Municipal de Loures. Trata-se de uma jornada gastronómica levada a cabo pelo Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os Restaurantes de Sarrabulho em Ponte de Lima e que conta com o apoio da Confraria do Arroz de Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima e da Câmara Municipal de Loures.

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Os Confrades que representarão a Confraria do Arinto de Bucelas vão apresentar-se nesta grandiosa jornada gastronómica envergando capa, chapéu e tambuladeira. A título de curiosidade, lembramos que também Teotónio Gonçalves, responsável pelo Grupo Folclórico Verde Minho que animará o evento, é de igual modo Confrade do Arinto de Bucelas.

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A adesão a este evento está a registar uma surpreendente adesão pelo que se aconselha vivamente os interessados a fazerem a sua inscrição o mais brevemente possível uma vez que as mesmas são limitadas ao espaço disponível.

O arroz de sarrabulho é uma das mais ricas especialidades da cozinha portuguesa em geral e minhota em particular. Um autêntico manjar próprio dos deuses!

Ao invés das papas de sarrabulho que são feitas à base de farinha de milho, aqui impera o arroz como a própria designação indica.

Desde a perna do porco às belouras, do chouriço verde às farinhotas e outros aromas e delícias de fazer crescer àgua na boca, o porco compromete-se na elaboração deste magnífico prato. As carnes são temperadas com louro, cravinho e noz-moscada, sal e pimenta e, no final, com os cominhos que lhe conferem um paladar muito peculiar e único. As carnes, depois de cozinhadas e desfiadas, juntam-se ao arroz e vão de imediato à mesa.

Por sua vez, a alheira de galo, especialidade produzida pela Minho Fumeiro, situada na Correlhã, no concelho de Ponte de Lima, e já galardoada com a medalha de ouro no concurso da Feira Nacional da Agricultura, em Santarém, é justamente considerada a “melhor das melhores” alheiras do país.

Com baixo teor de sal e calorias, contendo apenas 13 gramas de gordura e 14 gramas de proteína, a sua confecção possui alguns segredos que vão do pão amolecido no caldo da cozedura das carnes de galo até aos temperos.

E porque onde há Minho há alegria e tradição, lá estará o Grupo Folclórico Verde Minho para animar o evento com as mais alegres rapsódias do folclore do Alto Minho.

Por sua vez, entendendo que o folclore ou seja, a sabedoria popular não se restringe ao canto e à dança mas abrange todos os aspectos da vida social, incluindo nela a própria gastronomia, o Grupo Folclórico Verde Minho juntou esforços com os restaurantes do Sarrabulho de Ponte de Lima para em Loures – às portas da capital do país! – dar a conhecer a Alheira de Galo e o Arroz de Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima.

- Venham, pois, provar o nosso património!

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Teotónio Gonçalves, Director do Grupo Folclórico Verde Minho, é de igual modo membro da Confraria do Arinto de Bucelas



publicado por Carlos Gomes às 03:10
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Quarta-feira, 10 de Janeiro de 2018
“MAFARO”, O CAPÍTULO MAIS BRILHANTE DE ANDRÉ ABUJAMRA

“Alegria – Sentimento de grande contentamento que se pode manifestar por sinais exteriores; Felicidade, Gáudio, Júbilo, Regozijo”. É este o significado de “Mafaro”, palavra do dialeto do Zimbabué, que dá o título ao mais recente single, e álbum, de André Abujamra. Em “Mafaro” sobressaem os elementos, referências e sonoridades africanas assim como a riqueza instrumental e a letra cáustica num tema onde, uma vez mais, sai reforçado o talento do cantor e multi-instrumentista brasileiro.

15.07.2012 - Diamantina/MG - Festival de Inverno UFMG- Andre Abujamra Mafaro ©Julia Lanari

Ao longo de quase quatro décadas de carreira do universo de André fazem parte experiências no teatro, no cinema, na televisão e, especialmente, na música tendo triunfado e sido premiado em todas elas. Apresentou-se ao público nacional com os temas “A Origem” e “Imaginação”, tendo arrebatado o coração e a alma de todos numa noite memorável, na sala B.Leza, no único concerto que deu em Portugal em 2017.

André Cibelli Abujamra é, muito possivelmente, um dos artistas mais versáteis do Brasil. Homem de mil talentos, e de inspiração infinita, a ele pertencem alguns dos projetos e criações mais extraordinários da música, teatro, televisão e cinema brasileiro.

Estudou ópera. Cursou regência na FAAM, em São Paulo, e embora não tenha concluído extraiu daí preciosos ensinamentos para a restante carreira.

Inicia a sua carreira na década de 80. Juntamente com Maurício Pereira fundou a banda “Os Mulheres Negras”, denominando-se o duo como “a terceira menor big band do mundo”. Com este projeto editou dois discos: “Música e Ciência” (1988) e “Música Serve pra Isso” (1990). Depois de uma pausa, e de outros projetos terem surgido, encontram-se agora em plena gravação de um novo trabalho de originais.

Mas este não foi a única banda de André. Pouco tempo depois nascem os Karnak. Aqui os tradicionais e os modernos sons brasileiros misturaram-se com o rock, o pop e a música eletrónica. A ideia ganhou forma no decorrer de uma viagem ao Egipto depois de Abujamra ter despertado para a diversidade de sons e instrumentos inerentes às diferentes culturas e países. Nesta viagem André visitou uma pequena vila onde existe um complexo de antigos templos do Egipto. E qual o nome desta vila? Nada mais, nada menos, do que…Karnak.

Entre 1994 e 2006 editaram quatro discos e um documentário (intitulado “O Livro Multicolorido de Karnak”). É impossível não destacar o registo de estreia e a sua fantástica recepção junto da crítica especializada nacional e internacional. Foi, inclusivamente, incluído na lista dos 10 Melhores Álbuns de Latin Rock de sempre pela prestigiada revista Rolling Stone.

Mas irrequieto e criativo como é André Abujamra seria apenas uma questão de tempo até apostar numa carreira a solo. Entre 2004 e 2015 edita quatro álbuns, estando o quinto capítulo desta história previsto para meados de 2018.

Para falar de André Abujamra é também falar de teatro, televisão e cinema. No primeiro assinou diversas peças, as suas trilhas venceram sete prémios da reputada Associação dos Produtores de Espetáculos Teatrais de São Paulo (APETESP) e foi o mais novo vencedor de sempre do prémio Molieré (com a peça “Encontrar-se”).

Enquanto ator participou em dez filmes e em sete produções televisivas, nomeadamente “Saramandaia” e “Agora é Tarde” onde liderou a banda do talk-show apresentado pelo comediante Rafinha Bastos.

Por sua vez no cinema compôs a trilha sonora de mais de cinco dezenas de filmes brasileiros tendo sido premiado, em quatro ocasiões diferentes, no Festival de Cinema de Gramado e no Grande Prémio do Cinema Brasileiro por duas vezes também. Por entre a vastíssima lista de obras com contributos seus destaca-se “Castelo Rá-Tim-Bum”, série infanto-juvenil de muito sucesso da TV Cultura.

Abujamra já percorreu o mundo. Já encantou multidões. Já fez sonhar miúdos e graúdos. Já explorou os cantos e recantos do globo, usando o que aprendeu nas diferentes viagens para enriquecer ainda mais as suas obras. E em 2017 deu o derradeiro passo: apresentar-se perante o público português. A mítica sala B.Leza, em Lisboa, foi pequena para todos aqueles que quiseram entrar no universo do cantor e multi-instrumentista brasileiro.

Agora é tempo de um novo capítulo da odisseia de André Abujamra: “Mafaro” é um tema especial que agora entra, definitivamente, na mente e no coração dos portugueses.

Citação da Rolling Stone (EUA) sobre o disco “Karnak” (1994):

“Uma tapeçaria exuberante de internacionais idiomas funky, o primeiro LP do grupo de São Paulo resume a fome ilimitada do Brasil por todo o tipo de música - do reggae brasileiro aos cantos do Médio Oriente. Uma obra-prima subestimada, do começo ao fim.”


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publicado por Carlos Gomes às 15:25
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ACTUAL DIRECÇÃO DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS COMPLETA PRIMEIRO ANO DE MANDATO

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publicado por Carlos Gomes às 01:16
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Terça-feira, 9 de Janeiro de 2018
GRUPO DE FOLCLORE DAS TERRAS DA NÓBREGA DESEJA BOM ANO AOS LEITORES DO BLOGUE DE LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 18:41
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JEAN-PIERRE DE OLIVEIRA ENSINA YOGA

Jean-Pierre de Oliveira convida-o a voar na sua primeira Masterclass de 2018

É já no próximo domingo dia 14 de Janeiro, no seu estúdio de Xabregas, que Jean-Pierre o convida a viajar até ao mundo mitológico e filosófico do hinduísmo. Terá a oportunidade de praticar uma sequência de posturas preparatórias ao desenvolvimento de asanas representativas das aves sagradas mais comuns do Yoga.

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Para os antigos indianos, as aves ao voar eram uma fonte de inspiração. Associavam-nas muitas vezes com o sol. Com o desenvolvimento do hinduísmo, o poder do sol foi representado por um ser mitológico meio homem, meio ave, chamado Garuda.

Esta Masterclass será composta por uma apresentação sucinta do valor mitológico e filosófico de algumas aves indianas, onde posteriormente será explorada uma prática intensa e exigente de 60 minutos.

Participe nesta viagem e Inscreva-se: info@yoga-spirit.pt

Recomendações Gerais:

A aula é de nível intermédio, sendo deste modo, acessível a dois tipos de pessoas (além dos praticantes regulares de yoga)

- Os que têm conhecimento de Yoga com capacidade física moderada

- Os que não têm conhecimento de Yoga mas com condição física adequada (sem problemas físicos maiores e resistência)

- Não se recomenda a quem nunca fez yoga e com condição física debilitada

- Se o praticante tiver um tapete, deverá levá-lo. Em alternativa, o estúdio tem sempre tapetes disponíveis

- Chegar 15 minutos antes do início da prática para adequada organização da sala;

- Não comer, pelo menos, 60 minutos antes da prática;

- Recomenda-se trazer água e uma toalha de rosto;

- Se tiver tendência para transpirar, pode trazer uma muda de roupa (O estúdio não tem chuveiros mas tem vestuários).

Sobre Jean-Pierre de Oliveira:

Com milhares de aulas dadas por ano, o professor e orientador da prática, tem vindo a apurar o seu próprio estilo. Muito informal a abordar a filosofia do Yoga, tem cativado um número crescente de interessados na matéria.

Fundador do projeto Yoga Spirit, o professor tem mudado a visão do Yoga em Portugal, através das aulas e palestras sobre esta filosofia hindu. Para além disso, inova nas modalidades com forte adesão. Entre as quais destacamos o Hot Yoga, o Yoga Pure, o Yoga Tónico, e o Yorganic.

A sua paixão pelo estudo das ferramentas disponibilizadas pelo Yoga levou-o a ser ampla e continuamente divulgado nos Media a nível nacional.

Jean-Pierre de Oliveira lançou o seu primeiro livro a 20 de setembro 2017, Slow Living Yoga.

Embaixador do Evento Wanderlust 108 (realizado pela primeira vez em Portugal no passado dia 8 de Outubro);

Embaixador da Marca Adidas para Yoga;

Imagem da Marca MyProtein para Yoga.



publicado por Carlos Gomes às 14:37
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“BOSQUE”, A METÁFORA VICIANTE DE CAROLINA NISSEN

Carolina Nissen, a artista chilena que nos trás o melhor do Latin Indie Pop, apresenta-nos o novo single“Bosque”, que é também o nome do seu terceiro álbum.

Carolina Nissen

Com uma sonoridade bela, usa o bosque como metáfora do seu estado de espírito que facilmente conquista quem a ouve. Cantora, pianista e guitarrista, Nissen chega com um single vencedor.

Este é o cartão de visita da cantautora que quer conquistar os portugueses com a sua voz doce e calma, com o selo da Music For All.

Carolina Nissen é uma reconhecida cantora e compositora chilena que se destaca pela sua voz suave, letras simples e belas melodias que têm conseguido abrir o espaço no Folk Pop latino-americano.

As suas músicas têm sido parte ativa de bandas sonoras de séries de televisão e tem ganho uma grande presença nas rádios do seu país.

Sempre ligada à música, as inquietudes desta cantora e compositora levaram-na a trabalhar em diversos âmbitos da música. Foi em 2015 que, por exemplo, realizou um disco de música para crianças, "Pequeños Ritmos”, trabalho com o qual conquistou o importantePremio Pulsar de la Música Chilena.

Além disso é ainda convidada a ser co-apresentadora do programa de TV com fundos do Consejo Nacional da Televisión"Buscando el Instrumento Madre", transmitido em 2016 através do canal La Red.

No mesmo ano compôs a banda sonora da peça de teatro "La Heroica República del Sillón Rojo", produzida em parceria por México,Colômbia e Chile, que fez com que fosse representada nestes 3 países, onde além de participar em cena como música, estreou-se como atriz.

Atualmente encontra-se a promover "Bosque",o seu terceiro álbum de estúdio, onde trabalha junto do productor Andrés Landon (vencedor do Grammy Latino pela produção de "DéjameLlorar", da cantora mexicana Carla Morrison).



publicado por Carlos Gomes às 14:32
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Segunda-feira, 8 de Janeiro de 2018
THE DOPPLER EFFECT- "WANDER"

Do ritmo contagiante à letra intrigante, passando pela destreza dos instrumentos, tudo vicia em “Wander”. O novo single da banda Indiana The Doppler Effect é fiel à alma Funk / Rock que tornou este num dos projetos mais interessantes do continente asiático.

The Doppler Effect

Depois da estreia surpreendente, com o potente tema “Told You So”, é a vez de darmos um passo em frente e aprofundarmos o nosso conhecimento sobre este intrigante quarteto. O derradeiro passo fica para 2018, ano que marcará a estreia nos palcos portugueses, espanhóis e ingleses numa digressão onde mostrarão o primeiro EP, homónimo, com o selo da Music For All.

Os The Doppler Effect são um quarteto indiano que, desde 2012, espalha Rock por este mundo fora. Sherry Mathews é o vocalista, Suyash Gabriel o baterista, Ashwin Nayar o guitarrista e, por último mas não menos importante, Amar Pandey o baixista. Juntos tentam reviver os tempos gloriosos do Rock Clássico, trazendo de volta os seus principais elementos mas adicionando-lhes um toque pessoal e único.

E é precisamente da junção dos quatro instrumentos, no qual a voz de Sherry assume particular protagonismo, que foi criada a base para aquilo que se tornaria numa das grandes bandas indianas da atualidade. Nas suas músicas podemos encontrar elementos Rock, Funk, Disco, Jazz ou Progressivo, num estilo incomparável e que cativa à primeira audição. 

O EP homónimo, que ditou a estreia da banda, foi editado em novembro de 2014 e mereceu rasgados elogios por parte do público e da crítica especializada. Marcaram presença em palcos como o The Gig Week, Rocktober Festival, Deepwoods ou Hornbill Music Festival, por exemplo. Esta entrada com o pé direito valeu-lhes também vários prémios, nomeadamente: Best Band, Best Bassist e Best Drummer no MDI; Best Bassist e Best Vocalist no Rocktaves ou ainda Best Band no Emergence Festival.

Atualmente, não só continuam a mostrar o seu primeiro registo como já trabalham em novos temas. O ano de 2018 promete ser, assim, surpreendente para os apreciadores de bom rock: não só vamos ter um aguardado regresso dos The Doppler Effect como, graças ao cunho da Music For All, será possível vê-los atuar em Portugal, Espanha e Inglaterra.


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publicado por Carlos Gomes às 14:46
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ARGANILENSES EM LISBOA CANTAM OS REIS NA IGREJA DE SANTA CATARINA

O Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa, conjuntamente com a Junta de Freguesia de Santa Catarina, levou ontem a efeito em Lisboa a segunda edição “Do Natal aos Reis”, um Encontro de Cantares do Ciclo Natalício que começa já a ser uma referência cultural na capital.

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À semelhança do ano anterior, a Igreja de Santa Catarina foi o local escolhido para a realização do espectáculo e dificilmente poderia ser melhor. Ricamente ornamentada a talha dourada, a Igreja de Santa Catarina foi mandada construir no século XVI por D. Catarina de Áustria, esposa do rei D. João III. Integrava o antigo Convento dos Paulistas onde actualmente se encontra instalado o Comando Territorial de Lisboa da GNR. Bastante danificada pelo terramoto de 1755, foi reconstruída dois anos depois. Em 1835, um incêndio voltou a destruir uma parte considerável do edifício. A partir desse ano, a Igreja do Convento dos Paulistas passa a servir como igreja da paróquia sob o orago de Santa Catarina.

Para além do anfitrião – o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa – a iniciativa contou ainda com a participação do Rancho Folclórico e Etnográfico de Eira Pedrinha – Condeixa-a-Nova e do Grupo de Danças e Cantares Regionais do Orfeão da Feira.

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 10:54
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MINHOTOS DANÇAM EM LISBOA E CANTAM OS REIS

Os minhotos dançaram ontem o vira e a chula de Viana tendo como cenário o magnífico portão sul do Mosteiro dos Jerónimos com o seu deslumbrante rendilhado manuelino.

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O Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho andou ontem pela zona monumental de Belém e, para gáudio de muitas pessoas que escolheram o domingo para passear naquela zona de Lisboa, sobretudo números turistas estrangeiros, ofereceu algumas danças do nosso folclore. Foi a sua primeira actuação no ano que agora se inicia.

Como já é tradição, este grupo folclórico percorre alguns pontos da cidade a cantar os reis e a pedir alvíssaras. E, com a baixa temperatura que ontem se fez sentir, cantaram e dançaram com mais ânimo para espalhar o frio e aquecer os corações!

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publicado por Carlos Gomes às 10:16
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Domingo, 7 de Janeiro de 2018
ENCONTRO DE CONCERTINAS JUNTA MINHOTOS EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 03:32
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Sábado, 6 de Janeiro de 2018
MINHOTOS DESFILAM EM LISBOA NO CORTEJO DO ANO NOVO CHINÊS

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publicado por Carlos Gomes às 18:14
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MINHOTOS EM LISBOA FESTEJAM ANO NOVO CHINÊS

Grupo Folclórico Verde Minho desfila em Lisboa no Cortejo do Ano Novo Chinês. Comunidade Chinesa participa no FolkLoures’18

O Grupo Folclórico Verde Minho vai desfilar no cortejo alusivo às festas do Ano Novo Chinês que se realiza em Lisboa, a partir das 10h30 do próximo dia 10 de Fevereiro, desde a Alameda D. Afonso Henriques até ao Largo do Martim Moniz.

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O vermelho vai constituir a cor predominante quer nos trajes tradicionais chineses como ainda nos trajes à vianesa que os minhotos vão exibir em virtude de se tratar da cor  da fortuna, da alegria e da felicidade, sendo que a sua influência é tão forte na cultura chinesa que até as noivas costumam usar o vermelho.

As celebrações em Portugal do Ano Novo Chinês antecipam-se quase uma semana uma vez que, na realidade, o primeiro dia do calendário chinês recai este ano a 16 de Fevereiro, sendo o Cão o animal do zodíaco cuja energia vai prevalecer ao longo deste ano, juntamente com a Terra.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

Por sua vez, a comunidade chinesa radicada em Portugal vai participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, mais concretamente no festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. Junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, o grupoPensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” vai apresentar a Dança de Tibete, “Capriccio de Kumara”.

Este intercâmbio entre a comunidade chinesa e as gentes do Minho radicadas na região de Lisboa, através do Grupo Folclórico Verde Minho e do Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa”, constitui um gesto que valoriza a amizade luso-chinesa e contribui para a paz e amizade entre os povos.

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publicado por Carlos Gomes às 11:07
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Sexta-feira, 5 de Janeiro de 2018
30ª EDIÇÃO DA BOLSA DE TURISMO DE LISBOA JÁ TEM 80% DE ÁREA VENDIDA

A fase de inscrições para a 30ª edição da BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa terminou no passado dia 10 de novembro e a feira conta neste momento com 80% do espaço contratado. A adjudicação dos espaços irá decorrer já no início do próximo mês.

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Fátima Vila Maior, directora de área de feiras da FIL e responsável pela BTL afirma: “Considerando o êxito da última edição e o bom momento que o Turismo atravessa, estamos muito confiantes com o balanço das inscrições. Até à data, registamos um acréscimo da área vendida de quase 40% face à última edição, tendo em conta o começo antecipado da feira e o crescente interesse por parte das empresas em assegurar o espaço das adjudicações que decorrem em Dezembro.”

A BTL 2018 irá contar com a presença de expositores de diferentes segmentos, nomeadamente associações, municípios, agentes de viagem, operadores turísticos, hotelaria, restauração e animação turística. A responsável adianta: “Registámos um aumento significativo nos vários sectores, nomeadamente o Alojamento, o que confirma o interesse crescente por parte dos profissionais na área do Turismo.”

A mesma responsável refere ainda: “No próximo ano, a BTL comemora a 30ª edição e será, sem dúvida, um marco na história da maior feira de viagens nacional. Queremos continuar a apostar no sector, que continua a crescer a bom ritmo e reforçar a sua afirmação internacional junto dos principais players do mercado.”

A BTL 2018 decorrerá de 28 de Fevereiro a 4 de Março na FIL, Parque das Nações e é o maior evento de Turismo realizado em Portugal.



publicado por Carlos Gomes às 21:58
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MINHOTOS EM LOURES CANTAM AS JANEIRAS

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publicado por Carlos Gomes às 21:50
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AUGUSTO FLOR, PRESIDENTE DA CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DAS COLETIVIDADES DE CULTURA, RECREIO E DESPORTO, VAI A LOURES FALAR SOBRE FOLCLORE E ASSOCIATIVISMO POPULAR

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho

“Rodopiando entre a tradição e a inovação – o Folclore como causa” é o tema que o Dr. Augusto Flor, Presidente da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto vai proferir em Loures no próximo dia 20 de Outubro, pelas 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde habitualmente se reúne a Assembleia Municipal. A iniciativa é do Grupo Folclórico Verde Minho e conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures.

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O Dr. Augusto Flor é licenciado em Antropologia pelo ISCTE, possui o Curso de Especialista da Escola Militar de Eletromecânica (EMEL) e o Curso de Montador Eletricista na Escola Industrial Emídio Navarro.

É dirigente associativo voluntário desde 1970, tendo em 2012 sido nomeado pelo Secretário de Estado do Desporto e Juventude para Embaixador para a Ética no Desporto- Em 2011, foi nomeado Comissário Nacional para o Ano Europeu do Voluntariado. Em 2007, desempenhou funções de Presidente da Assembleia-geral da Confederação do Desporto de Portugal, sendo desde essa data, Presidente da Direção da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto.

É membro do Partido Comunista Português e, nesse âmbito, detém responsabilidades nas áreas do Movimento Associativo Popular, coordenação de atos eleitorais e referendos, bem como das áreas do Desporto, Teatro, Animação e Exposições de Ciência e Tecnologia da Festa do Avante. Entre 1993 e 1997, foi deputado na Assembleia Municipal de Sesimbra e entre 2003 e 2007 – Chefe de Gabinete do Grupo Parlamentar do PCP na Assembleia da República.

Entretanto, o Grupo Folclórico Verde Minho promove no próximo dia 24 de Março uma conferência subordinada ao tema “Folclore e Regionalismo Minhoto na África Austral: A Casa do Minho em Lourenço Marques” a ser proferida por Rui Aguilar Cerqueira. E, no dia 30 de Junho, o Prof. Doutor Manuel Antunes dissertará sobre “Vilarinho da Furna: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada”. Ambas as conferências terão lugar no mesmo local, em Loures.



publicado por Carlos Gomes às 18:36
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“QUANTO MAIS EU ANDO”, A ODE AVENTUREIRA DOS DEVONTS

Novo ano, novas aventuras. Este podia muito bem ser o lema do mais recente single dos Devonts. Sob o título “Quanto Mais Eu Ando”, este é o terceiro tema que revelam ao público português e o segundo a ser extraído do registo “Alguns Anos Daqui” (2017), após o reivindicativo “Impressão Sua” e o poderoso “Renovação”.

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Combinando a musicalidade brasileira com sons africanos, e elementos Folk com outros mais próximos da Pop, Pedro Rui Von e Denis Cruz apresentam um tema enérgico que nos relembra quão importante é não perdermos a ligação às nossas raízes.

Em breve, a dupla virá a Portugal apresentar ao vivo o seu trabalho. Serão quatro os concertos com o cunho da Music For All onde os EP’s “Renovação” (2014), “Veias Abertas” (2016) e o recente “Alguns Anos Daqui” estarão em destaque.

Pedro Rui Von e Denis Cruz são a cara, o corpo e a voz dos Devonts. Estes cantores e compositores brasileiros são da cidade de Bragança Paulista, no interior de São Paulo, e a eles devemos um dos casos mais singulares da cena musical indie brasileira.

Inspirados por talentos como Simon & Garfunkel, Bob Dylan, Mumford & Sons ou Sá & Guarabyra decidem aventurar-se e criarem eles próprios o seu projeto musical.

Deram-lhe o nome de Devonts e, com o passar do tempo e o avolumar dos ensaios e experiências, acabaram por desenvolver uma sonoridade própria. Por entre hábeis jogos de vozes, guitarras e vários elementos de percussão eram criadas músicas e letras que marcariam a fase inicial do projeto.

A estreia oficial aconteceu em 2014 com o lançamento do EP “Renovação”. Em 2016 lançaram o EP “Veias Abertas”, inspirado na obra “As Veias Abertas da América Latina”, do escritor uruguaio Eduardo Galeano. Aqui podemos encontrar temas fortes, como a violência urbana e as desigualdades crescentes da nossa era, e uma sonoridade flutuante que ora pisca o olho ao folk norte-americano, ora pisca o olho aos ritmos e influências brasileiras. É nesta dualidade, polvilhada por uma fina ironia, que encontramos o single “Impressão Sua”, tema vencedor na categoria de “Melhor Letra” do 1º Festival de MPB de Atibaia (São Paulo – 2015), e que foi incluído no primeiro álbum recém-editado. São 11 as faixas que compõem “Alguns Anos Daqui”, um trabalho onde impera a sonoridade folk-rock da década de 60 em conjunto com os ritmos brasileiros. Quanto às letras, embora inspiradas pelos acontecimentos sociais e políticos do Brasil, enaltecem a expetativa e a esperança num futuro melhor.

Desde a estreia, em 2014, para cá, os Devonts nunca mais pararam. Deram concertos. Participaram em eventos importantes da agenda cultural brasileira, como a Virada Cultural Paulista ou o SESC-SP. Animaram multidões. Provocaram sorrisos e libertaram almas aprisionadas pelo espartilho da existência. Espalharam a cultura brasileira pelo mundo através da sua dimensão online. A cena musical independente brasileira fervilha e os Devonts são um daqueles projetos que todo o amante de boa música tem de conhecer!

Em breve darão o derradeiro passo: atravessar o oceano para se estrearem em Portugal com o selo da Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 14:29
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Quinta-feira, 4 de Janeiro de 2018
PAN APRESENTA MEDIDAS SOBRE ALOJAMENTO LOCAL QUE NÃO PENALIZAM AS FAMÍLIAS PORTUGUESAS

PAN apresenta medidas sobre alojamento local que não penalizam as famílias portuguesas

  • Por cada três imóveis em regime de alojamento local o quarto imóvel deve destinar-se a arrendamento de longa duração
  • Incentivos a entidades e indivíduos na atividade de alojamento local em regiões com menor densidade demográfica
  • Estudo sobre a capacidade de carga turística nas cidades com maior pressão – Lisboa e Porto

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza, apresenta hoje duas propostas acerca do alojamento local, tema que será debatido na sexta-feira dia 5 de janeiro na Assembleia da República, com o objetivo de contribuir para uma reflexão profunda sobre esta matéria antes de se avançar com medidas irrefletidas, que podem penalizar bastante as famílias portuguesas.

Portugal representa um destino de eleição para a prática do turismo, acolhendo 21 milhões de turistas no ano de 2017. As famílias portuguesas, não alheias ao crescimento do turismo, recorreram ao instituto do alojamento local, para retirar legítimos dividendos dos seus imóveis. Como tal, o Turismo de Portugal contava com cerca de 40 mil registos ativos de estabelecimentos de alojamento local no país em 2017, tendo gerado um impacto de um bilião de euros no país, com pronunciados impactos na economia e nas comunidades locais em 2016.

Ao contrário das perceções criadas junto da opinião pública que dita que o alojamento local é especialmente promovido por grandes investidores, 81% dos titulares possuem apenas uma unidade e 11% entre duas a três unidades de alojamento local, existindo apenas 25 proprietários com um número de registos entre 51 e 300. Para além disto, o fenómeno de gentrificação não é exclusivamente provocado pelo Alojamento Local, existindo outros fenómenos bem mais marcantes como é o caso do estabelecimento de cidadãos estrangeiros em Portugal, que aproveitando os benefícios fiscais promovidos pelo Estado Português e com maior poder de compra, se instalam a título definitivo no nosso país, inflacionando os preços dos imóveis.

Temos assistido a um fenómeno de diabolização do alojamento local, com a atribuição exclusiva de responsabilidade pela gentrificação que afeta algumas freguesias portuguesas, refletido em algumas propostas apresentadas por outros partidos. As medidas do PAN pretendem introduzir critérios de adequação e proporcionalidade que podem salvaguardar os interesses dos portugueses nesta matéria.

Desta forma, os proprietários por cada três alojamentos devem obrigatoriamente assegurar uma moradia ou apartamento em regime de arrendamento de longa duração na mesma área urbana, consubstanciando esta medida um fator de diversificação que visaria apenas os proprietários com vários alojamentos locais. Deve ser promovida a atribuição deincentivos fiscais a entidades e indivíduos que desenvolvam a atividade de alojamento local em regiões com menor densidade demográfica, de forma a captar turistas para as zonas geográficas menos conhecidas e habitadas, beneficiando as comunidades e famílias locais.

O PAN propõe ainda ao Governo que promova a realização de um estudo sobre a capacidade de carga turística nas cidades mais pressionadas – Lisboa e Porto - e do seu impacto ao nível da poluição sonora e ambiental; do tratamento de resíduos urbanos; da habitação; dos transportes; das alterações climáticas; dos serviços de saúde; da água e respetiva escassez em momentos de seca extrema e da adequada resposta dos Planos de Emergência.



publicado por Carlos Gomes às 15:47
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Quarta-feira, 3 de Janeiro de 2018
GNR DIVULGA LINHA DE EMERGÊNCIA DE COMBATE À VESPA ASIÁTICA

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publicado por Carlos Gomes às 20:36
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ARGANILENSES EM LISBOA ORGANIZAM ENCONTRO DE CANTARES DO CICLO NATALÍCIO

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publicado por Carlos Gomes às 20:16
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2º CAPÍTULO – GALARDOADA COMÉDIA DE NEIL SIMON ESTREIA EM LISBOA

Teatro da Luz - de 18 de Janeiro a 25 de Fevereiro

Nádia Santos encena “2º Capítulo”, uma galardoada comédia de Neil Simon que estará em cena no Teatro da Luz, em Lisboa, com interpretações de Salvador Sobral, Matilde Breyner, André Nunes e Leonor Seixas, de 18 de Janeiro a 25 de Fevereiro, às 6ªs, Sábados e Domingos às 22h00.

Salvador Sobral e Matilde Breyner traduziram 2º Capítulo – uma comédia de Neil Simon que arrebatou bilheteiras na Broadway e em West End – a história de um homem que tenta escapar às memórias da sua recém-falecida mulher. Com encenação de Nádia Santos e interpretações de Salvador Sobral, Matilde Breyner, André Nunes e Leonor Seixas, 2º Capítulo estreia a 18 de Janeiro no Teatro da Luz, em Lisboa.

Neil Simon é um dramaturgo americano com vários sucessos representados na Broadway e em todo o mundo, tais como  Odd Couple e Barefoot in the Park. Escreveu mais de 20 peças que foram posteriormente adaptadas para o cinema tal como 2º Capítulo. Ganhou vários prémios prestigiantes, como Tony Awards e um prémio Pullitzer. Com tradução de Salvador Sobral e Matilde Breyner, 2º Capítulo tem estreia marcada para dia 18 de Janeiro às 22h00, no Teatro da Luz em Lisboa.

O espectáculo conta a história de George Schneider (Salvador Sobral) – jovem viúvo – que é encorajado pelo seu irmão mais novo Leo (André Nunes), a voltar a ter encontros amorosos. Estes acabam por ser de tal maneira desastrosos que empurram George para uma depressão ainda maior. Até que Leo se lembra de apresentar Jennie Mallone (Matilde Breyner) ao seu irmão, uma mulher quase perfeita. Mas esta viagem rumo à felicidade está longe de ser pacífica para estes dois, já pouco jovens, amantes... Tudo se torna ainda mais hilariante quando Leo se envolve com Faye (Leonor Seixas), a amiga neurótica de Jennie. George e Jennie vão tropeçar várias vezes nos seus traumas e carências emocionais até encontrarem o que procuram.

Ficha Técnica:

“2º Capítulo”

De: Neil Simon

Tradução:  Salvador  Sobral  e Matilde Breyner

Encenação: Nádia  Santos

Com: Salvador Sobral, Matilde Breyner, André Nunes e Leonor Seixas

Direção de Produção: Adriana Júlio

Produção: Salvador Sobral

Acolhimento: Companhia da Esquina

Bilhetes: 15€

De 18 de Janeiro a 25 de Fevereiro

Morada: Teatro da Luz - Largo da Luz 2, 1600-498 Lisboa

Reservas: 968 060 047 ou geral@companhiadaesquina.com

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publicado por Carlos Gomes às 18:17
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PAN QUER CRIMINALIZAR MAUS TRATOS A ANIMAIS

PAN vai mais longe na criminalização dos maus tratos a animais

  • Pareceres de vários especialistas e definição de maus tratosassente nas cinco liberdades
  • Aumento das penas para quaisquer maus tratos
  • Grupo de trabalho para prevenir “acumulação de animais” e suas graves consequências sociais

Amanhã dia 4 de janeiro serão debatidas na Assembleia da República duas iniciativas legislativas do PAN - Pessoas-Animais-Natureza - que acompanham uma petição de cidadãos com o objetivo de robustecer o código penal no que diz respeito à criminalização dos maus tratos a animais. O partido vem reforçar uma proposta que já tinha sido apresentada na sessão legislativa anterior e que não colheu o apoio dos restantes grupos parlamentares. De referir que na altura da discussão do projeto os animais ainda eram considerados coisas e que existe atualmente uma conjuntura legal diferente.

projeto de lei que altera o Código Penal e de Processo Penal no que diz respeito ao crime de maus-tratos a animais e artigos conexos integra vários pareceres nomeadamente do Conselho Superior de Magistratura, da Procuradoria-Geral da República e da Ordem dos Advogados. Para que quem está a fiscalizar e a julgar tenha mais facilidade em perceber o que são maus tratos esta iniciativa pretende que sejam tidas em consideração as cinco liberdades, um conjunto de princípios essenciais estabelecidos por especialistas em bem estar animal do Farm Animal Welfare Council e que preveem que os animais estejam: 1) Livres de fome e de sede; 2) Livres de desconforto; 3) Livres de dor, de ferimentos e de doenças; 4) Livres para expressar o comportamento natural e 5) Livres de medo e angústia. O crime de maus tratos passa a estar para os animais como o de ofensa à integridade física está para as pessoas.

Tal como existe o crime de homicídio para as pessoas este projeto prevê também que passe a existir o crime de animalicídio. Consoante a gravidade do ilícito e a prova de culpa, podem ser aplicadas outras penas como a perda, a favor do Estado, dos animais vítimas de maus tratos e a obrigação de frequência de programas específicos de prevenção da violência contra animais. Para além disso, o PAN quer o aumento das penas para quem abandonar ou infligir quaisquer maus tratos físicos a um animal, mesmo que de pecuária – ou seja, independentemente do fim a que se destina – e também propõe alterações ao regime do fiel depositário para que os infratores não possam ficar com os animais depois de constituídos arguidos, ou só excecionalmente isso possa acontecer. Os arguidos devem ainda passar a ser responsáveis por todas as despesas inerentes aos animais que lhes sejam retirados durante o decurso da investigação e julgamento.

A lei atual prevê que em algumas situações quando o juiz determina o pagamento de uma multa seja possível que o arguido escolha pagá-la ao Estado ou a uma IPSS, mas não permite que estas IPSS atuem na área do ambiente e da proteção e bem-estar animal, o projeto de lei do PAN prevê que estas associações possam também passar a beneficiar desta possibilidade à semelhança do que já acontece com outras IPSS´s.

A segunda iniciativa legislativa do PAN recomenda ao Governo que crie um grupo de trabalho com vista a elaborar um plano para prevenir e lidar com os casos de “Síndrome de Noé” mais conhecida por “Acumulação de Animais”.

São várias as notícias sobre situações de acumulação de animais e que acabam por dar origem a processos-crime por maus tratos a animais. Se é verdade que estas pessoas têm uma intenção genuína de ajudar os animais, também é verdade que não reconhecem qual o limite máximo de animais que podem ter com qualidade de vida para os animais e para as próprias pessoas, assim, vão acumulando até chegarem a situações insustentáveis para todos, inclusive para a saúde pública. É um problema que não afeta só as pessoas doentes mas também que reside com elas ou em situação de vizinhança e, naturalmente, o próprio município. Estas circunstâncias justificam a criação de um grupo de trabalho constituído por profissionais de saúde animal, psicólogos e assistentes sociais, que possa refletir sobre as formas de prevenir este tipo de situações, ajudar as pessoas que padecem desta doença e criar formas de reagir a situações de acumulação quando identificadas.

Desde que esta lei entrou em vigor em Outubro de 2014, poucas dezenas de casos conduziram à dedução de acusação por crime de maus tratos a animais e são ainda menos os processos que chegaram a julgamento. Isto acontece maioritariamente por vazios legais e falta de clarificação na lei para que o julgador entenda a definição completa de mau trato.

“A lei continua a focar-se apenas nos animais de companhia, e mesmo assim com imensas falhas. Há que alargar o seu âmbito e conferir mais proteção a todos os animais, mesmo os que têm como finalidade o consumo humano. Esta alteração é inevitável principalmente deste que existe um Estatuto Jurídico dos Animais no nosso país”, explica André Silva, deputado do PAN.



publicado por Carlos Gomes às 15:15
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Terça-feira, 2 de Janeiro de 2018
PAN REAGE AO DISCURSO DE ANO NOVO DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Linhas gerais o PAN – Pessoas-Animais-Natureza - concorda com a análise do Senhor Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, acerca do ano que passou. Principalmente quando refere as enormes contradições que vivemos em 2017. Se por um lado, nos foram favoráveis os sucessos nos indicadores económicos e consequentes impactos sociais, por outro, tivemos perdas incalculáveis com as grandes tragédias dos incêndios e da seca agravada que se abateu sobre Portugal e que justificam o pedido do Presidente por uma reinvenção. Mas mais que uma reinvenção baseada em ideologias divergentes importa reinventar, numa linha comum e orientadora, o modo como os partidos tradicionais olham para o ambiente, ou seja como planeiam e aplicam políticas públicas ambientais.

A par desta urgente reinvenção é necessário devolver uma credibilidade maior à vida pública e isso também passa por uma capacidade das principais forças políticas se entenderem para a aplicação de medidas de longo prazo, nomeadamente nas áreas da saúde, educação e ambiente, capazes de resistir à alternância partidária e orientadas por objetivos dignos e altruístas para além das listas de “vitórias partidárias” muito úteis para o marketing das campanhas eleitorais mas que não credibilizam a vida pública nem resgatam a confiança dos cidadãos na política.

A lógica do lucro e a obsessão com o crescimento a todo o custo tem consequências e infelizmente em 2017 fomos obrigados a olhar para elas em estado de choque o que reforça o compromisso do PAN para 2018 com a afirmação crescente da consciência ambiental junto dos portugueses, com o objetivo de facilitar a integração do ambiente em todas as políticas públicas e de contribuir para a consolidação de uma cultura de participação pública consistente e consciente.

Recordamos que a 8 de Agosto de 2017 Portugal já tinha chegado à sua capacidade anual de regeneração, ou seja, se todos os países do Mundo consumissem como Portugal precisaríamos de 2.3 planetas. Isto indica que estamos a “crescer” a curto prazo à custa da prosperidade e sustentabilidade a médio/longo prazo.

Para o próximo ano esperamos um olhar mais atento da Presidência da República para as graves problemáticas ambientais que afetam o país e o mundo porque não é possível uma reinvenção se não houver coragem política para fazer o que é certo e não apenas o que é conveniente e o que é habitual.



publicado por Carlos Gomes às 13:24
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TURISMO EM LISBOA TAMBÉM FALA EM CATALÃO E EUSKERA

Para além do castelhano, vulgo espanhol, os autocarros de turismo em Lisboa também indicam que nos seus circuitos a comunicação também é assegurada por guias que dominam a língua catalã e o euskera ou seja, o basco.

Esta iniciativa reconhece a importância social e cultural das línguas referidas, para além da natural exigência de um público que nas suas visitas a Portugal pretende ser correspondido no seu próprio idioma.

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publicado por Carlos Gomes às 12:02
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Segunda-feira, 1 de Janeiro de 2018
QUATRO MIL ANOS DE TRADIÇÃO INDO-EUROPEIA

Em Terra de Miranda, nos confins de Trás-os-Montes, resiste uma velha tradição cujos traços se perdem na noite dos tempos, reminiscência, talvez, das danças rituais guerreiras indo-europeias presentes em todas as comunidades agro-pastoris a partir da Idade do Ferro e da qual dão conta sucessivos testemunhos de Plínio, Estrabão e Tácito. Os antropólogos encontram similitudes entre os Pauliteiros e as danças que os mancebos da Grécia Antiga, da Roma republicana e da Germânia primitiva executavam por ocasião das festividades religiosas em honra dos deuses protectores dos guerreiros. Tais rituais subsistiram um pouco por toda a Europa até ao advento da era industrial - na Suíça, no sul de França, no País Basco - mas desapareceram assim que as sociedades camponesas entraram em colapso.

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A coreografia insere movimentos que lembram o adestramento militar - o ataque, a defesa, a agilidade - bem como a unidade ritmada. Nas mãos dos dançarinos, dois paus substituindo a espada e o punhal, simulam a luta corpo-a-corpo em que a espada interceptava e detinha a estocada, e o punhal assestava o golpe mortal no inimigo. O saio branco substitui a túnica, o colete lembra o peitoral em couro ou bronze e o chapéu com fitas coloridas evoca o capacete emplumado. As danças são ritmadas por tambores, acompanhados por gaitas-de-foles e adufes, instrumentos antiquíssimos entrados na Península Ibérica por volta do primeiro milénio a.C e já comuns entre os Celtiberos. As castanholas surgem no fim do combate e são executadas pelos bailadeiros-guerreiros como representação da alegria da vitória.

Graças ao empenho das associações defensoras da identidade cultural dos povos de Miranda, os Pauliteiros são hoje um dos florões do folclore português, actuando um pouco por todo o mundo como embaixadores de um povo orgulhoso da sua exclusividade.

Fonte: MCB / https://www.facebook.com/pg/novaportugalidade/about/?ref=page_internal



publicado por Carlos Gomes às 17:21
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LISBOETAS FORAM A BANHOS À PRAIA DE CARCAVELOS

Dezenas cumprem tradição do primeiro banho do ano em Carcavelos

Muitos dos banhistas que se aventuraram no mar optaram por trajar de modo quase carnavalesco.

Largas dezenas de pessoas cumpriram esta segunda-feira a tradição de tomar o primeiro banho de mar na praia de Carcavelos, Cascais, apesar dos avisos da Autoridade Marítima sobre a agitação prevista no mar.

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António Santos, 93 anos, é um dos pioneiros desta tradição e alcançou hoje o 75.º banho no mar no dia 1 de janeiro. São muitas as histórias que António Santos tem memorizadas destes primeiros banhos do ano, que começaram por iniciativa de um grupo de amigos em 1943. "Em 1942 lemos no jornal que dois malucos se mandaram ao Tamisa à meia-noite [de 01 de janeiro]. Em 1943 decidimos também entrar no mar no primeiro dia do ano", conta António Santos à agência Lusa. Desde 1943 até hoje têm sido muitos a juntar-se à iniciativa, uma experiência que os banhistas asseguram que traz benefícios para a saúde. Inácio Abreu cumpriu hoje o seu terceiro banho de mar no primeiro dia do ano e afirma que se sente fisicamente "muito bem" com esta tradição, que a mulher acompanha do areal e apenas para "transportar a toalha". "Não sei se é mania, mas a pessoa fica melhor. Gosto muito de nadar e não dispenso este mergulho", disse Inácio Abreu, de 71 anos, contando que o mar de Carcavelos estava hoje mais quente do que nos anos anteriores, embora mais perigoso. Cesarina Rocha também já mergulha no Ano Novo há três anos e sente igualmente os efeitos positivos na saúde: "é muito bom, nem me constipo nem nada. Sinto mesmo diferença na saúde, até nos ossos, sinto-me muito melhor". Mesmo os mais jovens sublinham as vantagens de começar o ano com um banho de mar, mesmo em dias mais frios. Hoje de manhã estava em Carcavelos um dia de sol e céu limpo, com temperaturas atmosféricas a rondar os 16 graus e com a água a cerca de 15 graus. "Assistimos na televisão há uns anos e foi algo que nos fascinou. Faça chuva, sol ou vento, vamos todos os anos, dissemos", relata Gabriela que, juntamente com o habitual grupo de amigas, optou este ano por ir ao mar vestida de Mãe Natal. Os trajes temáticos são outra tradição que estas amigas estão a juntar à do banho no mar. Depois de já terem experimentado a Capuchinho Vermelho e os fatos de banho dos anos 20, pensam que em 2019 irão vestidas de palhaças. Os disfarces não são um exclusivo deste grupo de amigas. Aliás, muitos dos banhistas que hoje de manhã se aventuraram no mar de Carcavelos optaram por trajar de modo quase carnavalesco, aliando o vestuário ao espírito de animação vivido no areal daquela praia de Cascais.

Fonte: Agência LUSA



publicado por Carlos Gomes às 15:31
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CONVENTO DOS CARDAES REALIZA CONCERTO DE REIS

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publicado por Carlos Gomes às 10:18
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Domingo, 31 de Dezembro de 2017
ATLETA DO SPORT LISBOA E BENFICA VENCE CORRIDA DE S. SILVESTRE DA AMADORA

Beleza minhota encanta a festa do desporto

Terminou há instantes mais uma edição da prestigiada Corrida de S. Silvestre da Amadora, por sinal a mais antiga do nosso país. Posicionadas na meta de chegada como já vem sendo tradição desde há várias décadas, a beleza das jovens minhotas do Grupo Folclórico Dançar é Viver, rigorosamente trajadas à vianesa, conferiu à festa um especial brilho e encanto.

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Ao longo das artérias desta cidade dos arredores da capital, milhares de pessoas apinhavam-se para assistir à passagem dos atletas, apoiando os seus ídolos e incentivando-os a prosseguir no seu esforço.

O atleta do Sport Lisboa e Benfica voltou este ano, pela terceira vez consecutiva, a alcançar a vitória ao cortar a meta com apenas 30.10 segundos, logo seguido de Lucínio Pimentel, do Sporting Clube de Portugal e de Eduardo Mbengani, tam ele do Sport Lisboa e Benfica. Na quarta posição ficou André Costa, do Clube de Praças da Armada, seguindo-se-lhe Andrelino Furtado (SCP), Hugo Almeida (SC Braga) e, em sétimo lugar, o amadorense Hugo Correia (SCP).

Iniciada em 1975, com a denominação de "1º Grande Prémio da Amadora", a São Silvestre da Amadora começou a transformar-se no ano seguinte, quando foi para a estrada a primeira edição.

Para o baptismo, nada mais significativo do que a presença de Carlos Lopes que, ainda em 1976, conquistou a medalha de prata na final dos 10.000 metros dos Jogos Olímpicos de Montreal (Canadá). A primeira São Silvestre da Amadora teve a participação de 156 atletas, representando alguns clubes de nomeada como o Sporting e o Benfica. Em 2017, celebra a 43ª edição, sendo a corrida de São Silvestre mais antiga de Portugal Continental. Realiza-se no último dia do ano, pelas 18h00.

Fotos: Miguel Quesada

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publicado por Carlos Gomes às 21:54
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CARCAVELOS REVIVE AMANHÃ TRADIÇÃO DO PRIMEIRO BANHO DO ANO

Centenas de pessoas vão amanhã, da parte da manhã, a partir das 9 horas, tomar o primeiro banho do ano na praia de Carcavelos conforme manda uma tradição que se mantém desde há mais de setenta anos.

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Envergando os mais bizarros fatos-de-banho, os banhistas correm em conjunto pela praia em direcção às ondas, indiferentes à temperatura fria desta época de inverno.

Após o mergulho, regressam ao paredão para, em alegre convívio, deliciarem-se com fatias de bolo-rei e outras guloseimas como manda a tradição nesta quadra festiva.

Além dos intrépidos banhistas, o ritual atrai normalmente centenas de curiosos e a comunicação social que nunca perde a oportunidade de registar este convívio bizarro que anualmente se realiza às portas de Lisboa. E, não faltarão sequer os “Narcisos”, divertidos tocadores de concertina que animam a festa com os seus acordes muito ao jeito do folclore minhoto. A sua denominação evoca o saudoso café Narciso cujo ambiente permanece com saudade na memória de muitos frequentadores da praia de Carcavelos.

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publicado por Carlos Gomes às 15:25
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JANEIRO EVOCA JANO – DEUS PAGÃO DOS PORTÕES E DOS COMEÇOS NA MITOLOGIA ROMANA

Dentro de escassas horas e de acordo com o calendário gregoriano – assim designado por ter sido adoptado pelo Papa Gregório XII através da bula Inter gravíssimas a fim de corrigir o anterior calendário Juliano, estabelecido pelo imperador romano Júlio César – daremos entrada no ano 2018 da Era Cristã. E, com ele, o mês de Janeiro que os romanos dedicaram ao deus Jano.

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Corria o ano 46 antes da Era Cristã quando o ditador romano Júlio César decretou o dia 1 de janeiro como o dia de Ano Novo, consagrando os romanos o mês de janeiro a Jano, deus pagão dos portões e dos começos, daí derivando a sua própria designação que perdura até aos nossos dias.

Jano é representado com duas faces, uma das quais olhando o passado e a outra voltada para o futuro.

A celebração deste dia ocorre geralmente entre todos os povos que possuem um calendário anual, podendo no entanto o mesmo ser celebrado em ocasiões diversas em consequência das diferenças existentes entre os calendários nas várias culturas.



publicado por Carlos Gomes às 15:03
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ARGANILENSES EM LISBOA ORGANIZAM ENCONTRO DE CANTARES DO CICLO NATALÍCIO

O Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa, juntamente com a Junta de Freguesia da Misericórdia, levarão a cabo a 2ª edição do evento ‘DO NATAL AOS REIS’, que consiste num Encontro de Cantares do Ciclo Natalício, do qual farão parte 3 grupos folclóricos, que exibirão cantares tradicionais da época.

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O evento terá o seguinte horário:

16h00m – Abertura do espetáculo com sessão solene

16h15m – Atuação dos Grupos de Folclore:

  1. Rancho Folclórico e Etnográfico de Eira Pedrinha
  2. Condeixa-a- Nova | Beira Litoral Mondego
  3. Grupo de Danças e Cantares Regionais do Orfeão da Feira
  4. Santa Maria da Feira | Douro Litoral Sul
  5. Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa
  6. Arganil | BeiraSerra

Deste modo singelo, convidamos todos os sócios, amigos, conterrâneos e conhecidos a estarem presentes nesta festividade, para deste modo engrandecê-la e fazer parte dela; só com a união e colaboração de todos é que o movimento folclórico ganha força para continuar vivo! Venha conviver, divertir-se e conhecer um pouco mais das tradições deste belo país “à beira-mar plantado”.



publicado por Carlos Gomes às 11:22
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Sábado, 30 de Dezembro de 2017
QUEM SÃO OS REINTEGRACIONISTAS GALEGOS?

Sem que muitos portugueses desconfiem, há um movimento galego que luta pelo reconhecimento público de que o galego e o português são uma só língua. Falo dos reintegracionistas.

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Perguntarão algumas pessoas: por que razão não insistir na autonomia da língua galega quer em relação ao espanhol quer em relação ao português?

Muitos reintegracionistas dirão que é simples respeito pela verdade dos factos: o galego e o português funcionam, em muitos aspectos, como um sistema linguístico comum, principalmente se usarmos uma perspectiva histórica.

Pessoalmente, juntaria a este argumento factual (sempre perigoso nestas coisas das línguas e das identidades) um argumento prático: o galego está ameaçado pelo espanhol, não pelo português. Uma perspectiva que junte o galego ao português dá-lhe uma força que não teria sozinho. Como mera língua regional, o galego está ameaçado. Como um dos três ramos principais do português (galego, português de Portugal e português do Brasil) há uma comunidade internacional a dar força à língua.

Ou seja, os galegos vêem-se na posição de poder dizer que a sua língua é falada por 200 milhões de pessoas, ao mesmo tempo que resistem à erosão do seu uso, por substituição pelo espanhol.

Assim se explica que alguns dos mais entusiásticos defensores da lusofonia sejam galegos.

Como complemento, republico aqui (sem qualquer alteração) este comentário de um leitor galego a um post anterior:

“A mim pessoalmente, o galego serve-me para perceber sem dificuldade o que o senhor escreve sem ter estudado nunca a língua de Camões.

Acho que o senhor também não há ter demasiados problemas para perceber o conteúdo destas linhas nem para identificar o código como português , embora seja um português esquisito. E, insisto, eu nunca estudei a língua portuguesa!

Em resumo, o galego serve-me para comunicar-me com mais de 200 milhões de pessoas espalhadas ao longo de quatro continentes.

Se a isso somamos o castelhano, já temos mais de 500 milhões (sem contar os utentes que tenham o espanhol como segunda língua). Isso sem muito esforço. O potencial linguístico da Galiza é enorme. Ou será, o dia que acheguemos o galego um bocadinho do português.”

Fonte: Marco Neves / http://www.certaspalavras.net/



publicado por Carlos Gomes às 10:53
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