Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores
Quinta-feira, 30 de Março de 2017
MINHOTOS EM LISBOA CELEBRAM PASCOELA

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publicado por Carlos Gomes às 00:53
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Quarta-feira, 29 de Março de 2017
ARQUIVO HISTÓRICO ULTRAMARINO MOSTRA PALÁCIO DA EGA

No próximo dia 18 de abril, haverá duas visitas guiadas ao Palácio da Ega, edifício onde funciona o Arquivo Histórico Ultramarino.

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O horário das visitas será às 11h00 e às 15h00.

Destinadas ao público em geral, as visitas são gratuitas, mas exigem marcação prévia. O limite será de 25 pessoas por visita. Cada visita terá a duração aproximada de 1 hora. 
O ponto de encontro é na portaria do Palácio da Ega, Calçada da Boa Hora, nº30, 1300-095 Lisboa

Contactos:

Correio eletrónico ahu@ahu.dglab.gov.pt

Tel. 10h00 – 18h00: Secretariado 210 309 101 Geral 210 309 100. AHU, Palácio da Ega, Calçada da Boa Hora, nº30, 1300-095 Lisboa

Passo a passo no Palácio da Ega: Histórias de uso e sustentabilidade de uma casa nobre do séc. XVII, das quintas à urbanização da Junqueira e ao Arquivo Histórico Ultramarino. Percurso entre a fonte de embrechados, o Salão Pompeia e os azulejos, à varanda sobre o Tejo, atravessando património arquivístico comum de língua portuguesa.



publicado por Carlos Gomes às 20:44
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VINHOS DA COMPANHIA AGRÍCOLA DO SANGUINHAL MARCAM PRESENÇA NO FESTIVAL GASTRONÓMICO “PEIXE EM LISBOA”

Através de seis dos seus mais emblemáticos vinhos, a Companhia Agrícola do Sanguinhal fará um périplo pelas histórias, personagens e acontecimentos mais marcantes de Casa.

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Assim, os visitantes do Peixe em Lisboa (de 30 de Março a 9 de Abril) terão a oportunidade de descobrir que o Sottal branco leve 2015 representa a marca mais antiga ainda em comercialização de brancos leves em Portugal e no mundo. Antiguidade é também o cartão de visita do Quinta das Cerejeiras Reserva tinto 2011, que celebrou no ano passado 90 anos de existência no mercado com o mesmo rótulo e o mesmo tipo de garrafa.

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Mas a história não se faz apenas de memórias, faz-se também de conquistas. E o Quinta de S. Francisco tinto 2014 é disso um perfeito exemplo, pois é o vinho mais premiado de sempre da Companhia Agrícola do Sanguinhal. O engenho revela-se ainda no Quinta de S. Francisco Colheita Tardia 2010, um vinho cuja complexidade só é possível graças às características únicas da sua zona de produção, na confluência de dois rios.

E porque o vinho e a poesia são praticamente da mesma casta, Fernando Pessoa também estará presente no Peixe em Lisboa, corporizado pelo Casabel Rosé 2015, um vinho que conta como o poeta era habitué das lojas do “Abel” – Abel Pereira da Fonseca, o fundador da Companhia. 

Uma viagem ao passado que, neste álbum histórico, passa ainda pelas célebres vinhas de Carcavelos e o Quinta da Bela Vista, 70 anos – um vinho velho e fortificado, descendente das primeiras videiras de que há registo na zona de Carcavelos, que datam de 1370.

Num dos dias d’o Peixe em Lisboa, 6 de abril, a Companhia Agrícola do Sanguinhal dinamiza uma prova exclusiva dos seus vinhos com a presença do produtor e enólogo, Miguel Móteo. Entre as 17 e as 20 horas, vão ser apresentados os vinhos Quinta de S. Francisco Colheita TardiaQuinta da Bela Vista Carcavelos mais de 70 anos e Magnums: Quinta das Cerejeiras Reserva 2011, Quinta do Sanguinhal 2009 e Quinta de S. Francisco 2010.

Programação do evento disponível em: http://www.peixemlisboa.com/agenda/

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publicado por Carlos Gomes às 19:35
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ALHOS VEDROS REALIZA FESTIVAL DE ACORDEÃO

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publicado por Carlos Gomes às 17:55
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REGIÃO DE LISBOA ABRE MOINHOS AO PÚBLICO

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publicado por Carlos Gomes às 14:48
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LISBOA REALIZA FESTIVAL GASTRONÓMICO

Quinta-feira, dia 30 de março 2017, às 19h00, no Pavilhão Carlos Lopes. Inauguração da 10.ª Edição do Peixe em Lisboa

Gostaríamos de convidar o seu meio de comunicação social para a inauguração da 10.ª Edição do Peixe em Lisboa, a realizar-se no dia 30 de março, quinta-feira, às 19h00, no Pavilhão Carlos Lopes, no Parque Eduardo VII, em Lisboa, com a presença do presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina.

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O Peixe em Lisboa, o mais emblemático festival gastronómico português dedicado à cozinha de mar, será o primeiro grande evento no recém-reaberto Pavilhão Carlos Lopes, e irá decorrer de 30 de março a 09 de abril, com muitas novidades. À semelhança de anos anteriores, o evento contará com a presença de 10 prestigiados chefes e restaurantes portugueses que irão estar em permanência no local, para além de chefes nacionais e estrangeiros, que irão proporcionar momentos exclusivos com as apresentações e showcookings, ao longo de todo o evento.

O Peixe em Lisboa é uma organização da Associação Turismo de Lisboa, com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e produção da DOT Global e LGSP Events.

Caso pretenda estar presente no momento de inauguração, pedimos que nos confirme a sua presença até às 14h00 desta 5ªFeira, dia 30 e, faça a sua acreditação para os seguintes contactos:

ariana.pires@ipsis.pt e teresa.cunha@ipsis.pt. Caso já tenha recebido este convite e tenha confirmado a sua presença junto de outra entidade, pedimos desculpa pela repetição, por favor ignore o mesmo.

Se não tiver oportunidade para estar presente neste momento, mas tenha interesse em realizar um trabalho editorial posteriormente, pedimos que faça a sua acreditação da mesma forma (junto de ariana.pires@ipsis.pt eteresa.cunha@ipsis.pt). A partir de 6ªFeira, na zona de check in do evento haverá uma área dedicada à imprensa, nesse local deverá identificar-se e na lista de convidados de imprensa deverá estar o seu nome/meio de comunicação.



publicado por Carlos Gomes às 14:31
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Terça-feira, 28 de Março de 2017
ALFRAGIDE RECEBE NOITE DE FADOS

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publicado por Carlos Gomes às 22:10
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“ONLY” – AIRYN APRESENTA NOVO SINGLE

Depois de no final de 2016 ter-se apresentado ao público nacional com o single “My Angel” chegou, finalmente, a hora do regresso da cantora espanhola. Consigo Airyn traz um novo single, “Only”, onde tenta arrebatar o nosso coração com uma balada cândida porém profundamente romântica.

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Ambos os singles já lançados pertencem ao disco de estreia da intérprete sevilhana, “The Sounds Of Earth”, sendo esta mais uma aposta que vem reforçar a posição da Music In My Soul no mercado espanhol.

Airyn é um conceito musical criado pelo compositor J.M. Mantecón e pela própria Airyn, em colaboração com músicos de todo o mundo.

Natural de Sevilha, Airyn conjuga influências de pop/new age, de música electrónica e clássica. Sons étnicos, sintetizadores, percussão e uma orquestra de cordas são algumas das características que adornam as suas canções repletas de saudade, esperança, mágoa e amor, sempre conduzidas pela sua voz delicada, ora bela, ora melancólica.

“The Sounds of Earth” é o album que marca a estreia discográfica e assinala a chegada de Airyn à Music In My Soul, pela graça e encanto de temas como “My Angel” ou “Only”.


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publicado por Carlos Gomes às 19:50
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“FNAC SHAPER TALKS”: JOVENS TALENTOSOS PORTUGUESES DEBATEM FUTURO DO PAÍS
  • Parceria entre Global Shapers Lisbon Hub e FNAC promove discussão pública sobre temas como Educação, Cultura, Política e Saúde;
  • Vhils, Afonso Reis Cabral, Rui Maria Pêgo e Miguel Nunes são alguns dos Shapers portugueses presentes nos debates mensais abertos ao público.

 

A comunidade portuguesa dos Global Shapers, jovens talentosos portugueses dedicados a contribuir para a solução de problemas atuais e futuros do país nas suas áreas de atuação, associa-se à FNAC para trazer ao espaço público um debate de ideias sobre diferentes temas essenciais para a sociedade portuguesa.

A parceria ganha forma através da realização de debates mensais, as “FNAC Shaper Talks”, que, durante um ano, vão abordar e discutir temas centrais para a construção do futuro do país: da Economia ao Desporto, da Saúde à Política, da Tecnologia à Cultura.

As “FNAC Shaper Talks” decorrerão nas terceiras terças-feiras de cada mês, pelas 18h30, na FNAC Chiado, espaço simultaneamente central e agregador da cultura na capital. A primeira “FNAC Shaper Talk” será realizada no dia 18 de abril e será dedicada à Educação.

Entre os jovens participantes, que já hoje intervêm decisivamente nestas áreas, contam-se o atual líder dos Global Shapers portugueses, Francisco Goiana da Silva (médico, docente universitário e gestor de saúde), Afonso Reis Cabral (escritor), Alexandre Farto (escultor conhecido por Vhils), Rui Maria Pêgo (apresentador), Inês Relvas (vice-curadora e consultora na Boston Consulting Group), Stephan Morais (fundador do Global Shapers Lisbon Hub e diretor executivo da Caixa Capital), Cristina Fonseca (co-fundadora da Talkdesk), Miguel Santo Amaro (co-fundador da Uniplaces) ou Miguel Nunes (Ator).

Cada debate será realizado sob a forma de uma mesa redonda moderada por figuras relevantes em cada uma das áreas abordadas, reforçando a ideia de que este é um debate dirigido ao público em geral, multigeracional e diversificado, sobre temas transversais à sociedade portuguesa.


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publicado por Carlos Gomes às 13:26
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MINHOTOS FAZEM ARRAIAL EM BENFICA

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publicado por Carlos Gomes às 10:08
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Segunda-feira, 27 de Março de 2017
“WILD WAY”, O NOVO SINGLE DE INBLAUK

Depois de dois álbuns de grande sucesso que impressionaram a crítica especializada, “Wild Way” (2010) e “Love & Dust” (2012), finalmente o cantautor e guitarrista espanhol InBlauK chega a Portugal com o seu primeiro single.

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“Wild Way” é uma poderosa composição que traz ao de cima todo o charme e encanto do country rock do compositor oriundo de Salamanca e que promete fascinar o público português! Se os westerns são o seu tipo de filme preferido e o Texas o seu destino de eleição não pode perder a mais recente aposta da Music For All para 2017!

InBlauK é um cantautor e guitarrista espanhol de Salamanca, que abraça as sonoridades do country e rock em formato acústico e que se notabilizou pelos seus ritmos esfuziantes, riffs poderosos e melodias cativantes.

Actualmente um dos mais notáveis músicos de country rock espanhóis, InBlauK já gravou dois álbuns – Wild Way (2010) e Love & Dust (2012) – que receberam as melhores críticas da imprensa especializada.

A par de ter dado concertos em Nashville e muitas outras cidades do sul dos Estados Unidos, já percorreu a Europa em digressão com o músico texano Daniel Payene e chegou a ser o artista convidado do “Texas Sounds International Country Music Awards”, onde recebeu o prémio de “Melhor Intéprete Masculino do Ano”. Em 2015 foi convidado para actuar no Festival Country to Country na The O2 Arena de Londres, captando a atenção da publicação Maverick e da CM&T, a estação de excelência da música country.

O músico encontra-se actualmente a trabalhar no seu próximo registo de estúdio, continuando a actuar ao vivo pelo mundo fora.

Citações de imprensa sobre InBlauK:

“Se um estúdio de cinema precisasse de uma banda-sonora incrível para um filme western dos dias de hoje, não poderíamos pedir um melhor talento emergente que InBlauK para a fornecer. Riffs de guitarra fantásticos complementam letras de forte cariz combinadas com uma voz crua a fazer lembrar a de Jon Bon Jovi”, Green Music Scene (Texas)

“Todo um semblante de Carlos Segarra e o 6º Concurso da cidade de Salamanca debaixo do braço. Este Hank Williams cavaleiro calça as esporas e sobe à sela num fulminante rodeo de country e western onde espalha todo o seu conhecimento de causa”, MondoSonoro

“Country urgente fustigada por crises de hipertensão e riffs que deslizam como cascavéis em ritmos staccato”, RUTA 66


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publicado por Carlos Gomes às 23:01
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‘PEIXE EM LISBOA’ TEM PELA 1ªVEZ UMA ZONA DEDICADA AOS MAIS NOVOS

Com a colaboração da chefe Joana Byscaia, do projeto Petit Chef, todos os dias serão promovidos workshops para as crianças

A pensar nas famílias, a 10.ª Edição do Peixe em Lisboa, evento organizado pela Associação de Turismo de Lisboa com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e produção da DOT Global e LGSP Events, conta com uma área exclusivamente dedicada às crianças, onde os mais pequenos podem de forma divertida partilhar experiências culinárias que terão o peixe e o marisco como as estrelas principais, assim como aprender a cozinhar com ingredientes frescos e a comer de forma saudável.

 

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Diogo Marques, diretor-geral da DOTGLOBAL, empresa produtora da 10ª Edição do Peixe em Lisboa revela que “a aposta na comida saudável e bons hábitos alimentares das famílias, em particular das crianças, é uma das apostas da 10ª edição do Peixe em Lisboa. Neste sentido, iremos ter durante todo o evento workshops dedicados aos mais pequenos. Durante a semana, teremos seis sessões e aos fins de semana dez, cada sessão com cerca de 30 minutos e destinada a 16/ 18 crianças.”

Os workshops pensados para os mais novos contarão com a Chefe Joana Byscaia que, com o seu projeto Petit Chef, irá desenvolver aulas de sensibilização e introduzir às crianças o mundo da Culinária. Técnicas de confeção de alimentos, explicações de nutrição alimentar, regras de higiene e segurança alimentar e fomentar o trabalho em equipa serão os principais temas abordados. A introdução desta temática no Peixe em Lisboa tem como principal objetivo alertar os mais novos para os bons hábitos alimentares, uma vez que Portugal tem cerca de 30% das crianças com sobrepeso e mais de 10% obesas.

As crianças que participarem nos workshops no período da tarde terão a oportunidade de aprender a preparar um lanche multinutritivo. Já as inscritas para as sessões da noite terão a seu cargo a confeção e degustação de um mini hambúrguer de salmão, em linha com a temática do evento. Em todas as sessões, a Chefe Joana Byscaia garantirá momentos divertidos e animados com uma experiência de cozinha pedagógica.

Para participarem nos workshops as crianças devem ter entre seis e 14 anos e realizar inscrição prévia no local ou através dos emails info@petitchef.pt e joanabyscaia@petitchef.pt (A participação está sujeita às vagas disponíveis no momento da inscrição e tem um custo de 5,00 euros).

Este espaço dedicado às crianças funciona em permanência durante o horário do Peixe em Lisboa.

HORÁRIO DOS WORKSHOPS INFANTIS

Dias da semana (6 sessões):

1ª sessão: 12h30 às 13h00

2ª sessão: 13h30 às 14h00

3ª sessão:  19h às 19h30

4ª sessão: 20h00 às 20h30

5ª sessão: 21h00 às 21h30

6ª sessão: 22h00 às 22h30

Fins de semana (10 sessões):

1ª sessão: 12h30 às 13h00

2ª sessão: 13h30 às 14h00

3ª sessão: 14h30 às 15h00

4ª sessão: 15h30 às 16h00

5ª sessão: 16h30 às 17h00

6ª sessão: 17h30 às 18h00

7ª sessão: 19h00 às 19h30

8ª sessão: 20h00 às 20h30

9ª sessão: 21h00 às 21h30

10ª sessão: 22h00 às 22h30


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publicado por Carlos Gomes às 18:39
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PAN QUER QUE HOMENS E MULHERES POSSAM VOLTAR A CASAR SEM IMPOSIÇÃO DE PRAZOS
  • Atualmente a lei limita o direito que cada cidadão tem a casar no período que lhe parecer mais conveniente, diferenciando ainda homens de mulheres
  • A lei civil determina que “casamento é o contrato celebrado entre duas pessoas” pelo que o divórcio deve estar isento de considerações morais
  • É preciso atualizar a legislação adequando-a à evolução civilizacional conforme já acontece em vários países, eliminando a imposição de prazo internupcial

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza leva a debate na próxima quinta-feira, dia 30 de Março, uma proposta de lei que visa a eliminação do prazo internupcial com o objetivo de assegurar a liberdade individual de cada pessoa para contrair casamento a seguir ao divórcio sem a imposição de um prazo.

O direito a casar é um direito fundamental previsto no artigo 36.º da Constituição da República Portuguesa. De acordo com a legislação atualmente em vigor, não pode realizar-se um casamento a seguir a um divórcio, devendo os homens aguardar um período de 180 dias e as mulheres de 300 dias para contrair novo casamento. E se é verdade que ao tempo da aprovação do Código Civil, em 1966, existia justificação para tal imposição, atualmente esta norma consubstancia uma limitação injustificada ao direito que cada cidadão tem a casar no período que lhe parecer mais conveniente.

A justificação da época para este prazo internupcial “funda-se na exigência social de se ter um mínimo de decoro, e na necessidade de se evitarem conflitos de paternidade a respeito dos filhos nascidos do segundo casamento” conforme explica o advogado Mendonça Correia.

No entanto, o PAN entende ser necessária uma análise que permita verificar se esta exigência ainda se adequa aos dias de hoje. O divórcio é muitas vezes oficialmente decretado num dia mas, efetivamente, a separação já aconteceu há muito tempo, muito mais do que aquele que o prazo internupcial dita. Por exemplo, se se tratar de um divórcio sem o consentimento do conjunge, a ação judicial (apesar de ser um processo de natureza urgente) dificilmente durará menos de seis meses. Se, pelo contrário, houver consenso dos cônjuges na separação, então ainda menos sentido fará obrigá-los a aguardar um determinado período para poderem seguir o seu percurso de vida. O referido preceito legal ignora também que hoje em dia o divórcio não tem mais a conotação negativa que tinha em 1966, quando ainda era visto como um “pecado” (pois, uma vez casadas, pessoas não se deveriam divorciar) e, portanto, a acontecer implicava um período de luto que obrigava a que se verificasse algum decoro no relacionamento com outras pessoas.

Nos dias de hoje e considerando que a própria lei civil determina que “casamento é o contrato celebrado entre duas pessoas”, o divórcio mais não é que o fim desse contrato, devendo estar isento de considerações morais. Aliás, já nem existe no ordenamento jurídico português o divórcio com culpa. O atual regime do divórcio, eliminou a culpa como fundamento do divórcio sem o consentimento do outro cônjuge e alargou os fundamentos objetivos da rutura conjugal.

Por outro lado, a questão da presunção de paternidade que impõe que a mulher seja sujeita a um período internupcial superior ao do homem, para além de consubstanciar uma discriminação em função do género, o que só por isso justifica a sua eliminação, também não encontra razão de ser em termos de segurança jurídica, pois em caso de dúvida sobre a paternidade de um filho é possível desencadear uma ação de investigação de paternidade e requerer a realização de testes de ADN, sendo possível através destes fazer prova direta da paternidade.

É tempo de atualizar a nossa legislação, que podia fazer sentido ao tempo que foi redigida e aprovada mas que nos tempos de hoje já não faz. É também tempo de dar mais este passo civilizacional e ir ao encontro da opção que outros países já tomaram, como é o caso de França, Inglaterra, Suíça, Austrália (entre outros) e eliminar a imposição de um prazo internupcial, só assim se assegurando as liberdades individuais de cada um de nós.



publicado por Carlos Gomes às 15:54
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A MUSEOLOGIA EM PORTUGAL

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Manuel de Azevedo Antunes

De Boletim, n.º 3, terceira série, do MINOM Portugal, pp. 10-14, março de 2017

Fez 30 anos, em 2015, que foi criado o MINOM (Movimento Internacional para uma Nova Museologia), em Lisboa, na Assembleia Geral Constituinte deste Movimento, em 10 de novembro de 1985.

Dez anos depois, por Escritura Pública de 23 de junho de 1995, na mesma cidade, era constituído também, como Associação,  o MINOM em Porugal.

O ano de 2015, foi, pois, um tempo de comemorações para a museologia. Principalmente para a Nova Museologia.

Daí esta oportunidade para analisar o percurso da museologia, em Portugal, que, graças ao MINOM, muito tem a ver com a museologia latino-americana.

Após um enquadramento geral, tenciona-se observar o aparecimento e evolução dos museus portugueses.

Seguir-se-á a tentativa de esclarecer a rutura museológica que significou a “Mesa Redonda sobre a Importância e o Desenvolvimento dos Museus no Mundo Contemporâneo”, de Santiago do Chile, em 1972, com as suas ondas de repercussão por todo o mundo, nomeadamente em Portugal.

Passando, depois, à verificação/compreensão das aplicações da Nova Museologia em Portugal, tanto a nível do pensamento teórico como da práxis museológica.

Como metodologia, além da experiência pessoal sobre estas matérias, foi-se buscar, à espuma dos tempos, alguns dos textos e autores a quem a museologia tanto deve. Aqui fica, para eles (e para muitos mais que ficaram por evocar) esta singela homenagem.

1- DA ARCA DE NOÉ À CASA DAS MUSAS

A humanidade começou com a “recoleção”. Mas passou, depois, também à “coleção”. Não é, pois, de admirar que colecionar seja, ainda hoje, uma das tarefas dos museus.

O mito bíblico da Arca de Noé (Génesis, 6-9), “plagiado” da lenda suméria do “Ciclo de Ziusudra”, representa, na tradição judaico-cristã, a ideia de salvação de pessoas (a família de Noé) e animais. Enfim, uma espécie de Jardim Zoológico ou de  Museu de “Estória” Natural, em que está presente a ideia de colecionismo. E, em termos simbólicos, é bem a expressão do que se passa com a escassa preservação do património cultural que tem acontecido ao longo da história.

Por sua vez, na antiga Gécia, de onde vem o étimo, o museu (“mouseion”) era o templo das musas, as nove filhas de Mnemosine e Zeus, divindades mitológicas, inspiradoras da criação artística ou científica.

Isso aconteceu na Grécia, no império romano e pelo oriente.

O mais famoso museu desses tempos ficava em Alexandria,  criado por Ptolomeu I, no séc. III a.C., inicialmente como uma escola de filosofia, que, mais tarde, veio a dar origem à famosa Biblioteca de Alexandria, financiada pelo Estado, para a manutenção e produção de conhecimento. 

Durante a Idade Média europeia, manteve-se a prática do colecionismo: com os acervos de preciosidades, património que podia ser convertido em moeda, para financiamentos estatais; coleções de objetos ligados ao culto, relíquias de santos, manuscritos requintadamente ilustrados e objetos litúrgicos.

No Renascimento, floresce o colecionismo privado de banqueiros e comerciantes, que financiavam a arte sagrada e profana, ou se dedicavam à busca de objetos da antiguidade clássica. A apreciação dessas coleções e o acesso ao local onde se encontrvam guardadas era privilégio dos nobres, clérigos e artistas.

Nos sécs. XVI e XVII, com a moderna globalização, surgiram, pela Europa, “Gabinetes de Curiosidades” ou “Câmaras de Maravilhas”, com coleções de peças das mais variadas naturezas e múltiplas procedências.

E aparecem, pela primeira vez, na Europa, Museus (termo resgatado pelos humanistas) com o objetivo de educar o público, ao contrário do que até então acontecia, como ocorreu em Basileia, em 1671, com o primeiro museu universitário, e, na Inglaterra, em 1683, com o Museu Ashmolean, na Universidade de Oxford.

Seguiram-se outros, como o Museu Britânico, aberto em Londres, em 1759, e o Museu do Louvre, em Paris, em 1793, já por iniciativa governamental. O mesmo aconteceu noutros países, do ocidente ao oriente, passando pela América, muito devido ao impulso colonialista.

2- OS MUSEUS EM PORTUGAL

      Portugal não ficou indiferente aos novos ventos museológicos, sob a influência do pensamento iluminista e enciclopédico.

Assim, da reforma pombalina de 1772, resultaram o Real Museu da Ajuda (com um Museu de História Natural, um Jardim Botânico e um Gabinete de Física), feito pelo Marquês de Pombal para o príncipe D. José, neto de D. José I, e os Museus da Universidade de Coimbra (também com um Museu de História Natural, um Jardim Botânico e um Gabinete de Física Experimental), destinados a estudantes.

Outros se lhes seguiram, incluindo o Museu Nacional, criado pela então jovem sociedade científica, a Academia das Ciências de Lisboa, de 1779.

      De destacar, neste contexto, a criação, cerca de meio século mais tarde, do Museu Real do Rio de Janeiro, instituído por decreto do ainda Príncipe Regente, futuro D. João VI, com data de 6 de junho de 1818.

      Com a chegada do liberalismo, ainda durante o cerco do Porto, D. Pedro deliberou, em 1833, estabelecer aí um “Museu de Pinturas, Estampas, e outros objectos de Bellas Artes” (Ramos, 1993, p. 30).

      Mas o primeiro museu aberto ao público, no Porto, em 1838, foi o Museu Allen, um museu privado, pertença de “(…) João Allen (1785-1848) um rico comerciane de origem britânica que, depois de um curto período de estadia no estrangeiro, estabeleceu os seus negócios na cidade do Porto” (Pimentel, 2005, p. 36).

      Com a vitória dos liberais, em 1834, aparece toda uma legislação, nomeadamente  com Passos Manuel (1801-1862), com vista, além do mais, a promover a formação dos portugueses, reformar a  instrução pública, criar conservatórios, academias, bibliotecas e museus, a nível naciona e regional. Além da qualidade e quantidade dos museus deste período, o grande legado do liberalismo foi a implementação da ideia de museu público (Ramos, 1993, pp. 30-35).

      O incremento do colonialismo, na segunda metade do séc. XIX, levou à criação do Museu Colonial, em 1870, e da Sociedade de Geografia de Lisboa, com o seu museu, em 1875. É por essa época que aparecem também os Museus de Belas Artes, de Arqueologia e da Indústria.

      O Museu Colonial de Lisboa, aberto ao público em 15 de maio de 1870, tinha por objetivo dar a conhecer as riquezas das colónias, para nacionais e estrangeiros.

      Esse museu, integrado no Ministério dos Negócios da Marinha e do Ultramar, foi, em 1892, anexado ao Museu da Sociedade de Geografia, do que resultou o Museu Colonial e Etnográfico da Sociedade de Geografia de Lisboa, que foi, no dizer de Ernesto Veiga de Oliveira, “(…) até à criação do Museu de Etnologia do Ultramar (…) o único verdadeiro museu de etnologia geral de Lisboa” (Oliveira, 1971, p. 27, apud  Ramos, 1993, p. 42).

      O último (grande) museu da monarquia foi o Museu dos Coches Reaes, inaugurado em 23 de maio de 1905, o qual, em 1911, após a implantação da República, se passou a designar Museu Nacional dos Coches. Foi uma iniciativa da rainha D.ª Amélia (1865-1951) e ficou instalado no Picadeiro Real do Paço de Belém, com um grande e variado acervo de viaturas, incluindo os Coches Reais. Este museu mudou de instalações em 23 de maio de 2015.

      O primeiro museu da República foi o Museu da Revolução, inaugurado logo em 29 de dezembro de 1910, aproveitando muitos dos objetos dispersos, que se encontravam na associação “O Vintém Preventivo”, recordações de alguns que haviam lutado pela causa republicana. Ficou instalado em cinco salas, nas dependências do então Colégio do Quelhas: Sala da Marinha, Sala do Exército, Sala dos Documentos, Sala do Povo e Sala Buiça e Costa (Ramos, 1993, p. 45).

      Mas o primeiro ato importante da República, quanto aos museus, foi a publicação do Decreto n.º 1, de 26 de maio de 1911. Nele se estabelecia, além do mais, uma divisão territorial em três circunscrições artísticas, sediadas em Lisboa, Coimbra e Porto, e considerava o contributo dos museus  para o ensino artístico e a educação geral, realçando também a importância dos museus regionais, do que resultaria a criação de 13 destes museus, entre 1912 e 1924 (Ramos, 1993, pp. 45-46).

      E, no aspeto legislativo, reveste-se de singular importância o “Regulamento Geral dos Museus de Arte, História e Arqueologia”, publicado com o Decreto-Lei n.º 46758, de 18 de dezembro de 1965.

      Uma referência especial merece o Museu de Etnologia do Ultramar, criado pelo Decreto n.º 46254, de 19 de março de 1965, herdeiro, por caminhos sinuosos, do velho Museu Colonial, de 1870. Durante vários anos a funcionar em instalações provisórias, no Palácio Vale Flor, no Alto de Santo Amaro, em Lisboa, passou, em 1974, a designar-se simplesmente Museu de Etnologia. Nesse mesmo ano, foi transferido, para um novo edifício construído para o efeito, na zona do Restelo, inaugurado em 1976. Em 1989, já na dependência do então IPM (Instituto Português de Museus), passou a chamar-se Museu Nacional de Etnologia.

      Foi ainda, no já longínquo ano de 1965, que foi criada a APOM (Associação Portuguesa de Museologia) e começou a funcionar, no Museu Nacional de Arte Antiga, o “Curso de Conservador de Museu”.

      Depois do 25 de Abril de 1974, muitas outras instituições e movimentos haveriam de surgir, de uma forma ou outras ligadas à defesa e valorização do património cultural, com evidentes repercussões no âmbito da museologia.

3- UMA RUTURA EPISTEMOMUSEOLÓGICA                                                                                   

      No século XX, na museologia, há um antes e um depois de Santiago do Chile de 1972. De facto, foi nesse ano que o ICOM (Conselho Internacional de Museus), a pedido da UNESCO, agência das Nações Unidas, organizou a “Mesa Redonda sobre o Desenvolvimento e o Papel dos Museus no Mundo Contemporâneo”, em Santiago do Chile, de 20 a 31 de maio de 1972, onde foi aprovada uma Declaração que marca um virar de página, no pensamento e prática da museologia, uma verdadeira rutura epistemológica.

      Na referida declaração, começa-se por estabelecer os princípios de base do Museu Integral. Aqui, depois de analisar as apresentações sobre os problemas do meio rural e urbano, bem como o desenvolvimento técnico-científico e da educação permanente, os participantes reconheceram a importância dessa problemática, para o futuro da sociedade latino‑americana, Por isso, consideraram a necessidade de os museus terem em conta a atual situação e as diferentes soluções para melhorá‑la, como condição essencial para a sua integração na vida da sociedade. Nesse sentido, acharam os participantes que os museus podem e devem desempenhar um papel na educação da comunidade.

      Na linha de pensamento e ação de Santiago do Chile, vários marcos fundadores importantes aconteceram, ainda no século passado, nomeadamente: a Declaração do Quebec, no Canadá, de 12 de outubro de 1984; a Declaração de Oaxtepec, no México, de 18 de outubro de 1984; a criação do MINOM, em 10 de outubro de 1985; a Declaração de Caracas, na Venezuela, de 5 de fevereiro de 1992; a constituição do MINOM em Portugal, por Escritura Pública de 23 de junho de 1995.

      E muitos outros encontros se realizaram e documentação foi e continua a ser produzida, já por este século adentro, que seria fastidioso enumerar.

      O mais difícil foi lançar as bases e prosseguir com esta aventura epistemomuseológica, iniciada em Santiago da Chile, vai para 45 anos.

4- A NOVA MUSEOLOGIA EM PORTUGAL

Como movimento bastante abrangente, tanto a nível teórico como metodológico, a Nova Museologia anda a par com outras designações para a renovação pretendida na museologia.

Assim, com sentido mais ou menos equivalente, há, hoje, outras expressões com significado semelhante: Museologia Crítica; Museologia Pós-Moderna; Museologia Social; Sociomuseologia; Ecomuseologia; Museologia Integral; Museologia Ativa: Museologia da Comunidade; etc.

A primeira tentativa de criar um museu, em Portugal, dentro da perspetiva do que veio a designar‑se como Nova Museologia, remonta a 1975, quando se pretendeu fazer um ecomuseu, a que se seguiram outros projetos museológicos com a utilização de tal denominação (Pimentel, 2005, pp. 155‑156).

Essa intenção ocorreu com o projeto do arquiteto paisagista Fernando Pessoa, que contou com a ajuda direta do próprio Georges-Henri Rivière, para o “Ecomuseu do Parque Natural da Serra da Estrela”, que incluiria uma unidade museológica central e vários departamentos disseminados por diversos edifícios e aldeias, à semelhança do que acontecia com os ecomuseus franceses. No entanto, tal projeto nunca se viria a concretizar (Pimentel, 2005, p. 182).

Por isso, foi preciso esperar pela inauguração do “Ecomuseu Municipal do Seixal”, em 18 de maio de 1982, para aparecer o primeiro ecomuseu em Portugal, por inicitiva de António Nabais e a sua equipa.

Outras práticas e experiências inovadoras surgiram em Portugal, tanto a nível local como municipal. Apenas para referir algumas, sem pretender ser exaustivo: Museu de Mértola; Núcleo Museológico Naval de Almada; Museu Municipal de Alcochete; Museu Rural e do Vinho do Concelho do Cartaxo; Museu Agrícola de Entre Douro e Minho; Casa Rural e Tradicional da Chamusca; Núcleo Museológico de Alverca; Museu Municipal de Vila Franca de Xira; Museu da Cidade e Museu do Trabalho, em Setúbal; Museu do Traje, em S. Brás de Alportel; Museu do Casal de Monte Redondo, a Casa Mãe da Nova Museologia em Portugal; enfim, o Museu Etnográfico de Vilarinho da Furna, surgido de uma ideia dos anos sessenta, do século passado, quando se tornou inevitável a construção da barragem que haveria de submergir a aldeia que lhe deu o nome.

Em torno do Museu de Vilarinho, inaugurado em 14 de maio de 1989, já se veio a constituir um Núcleo Museológico, no Campo do Gerês, que, além do museu original, compreende uma das Portas do Parque Nacional da Peneda-Gerês, o Museu da Geira e o Museu Subaquático de Vilarinho da Furna, além de todo um espaço museal, onde, além do mais, se faz a conservação da herança romana (com a sua via e marcos miliários), da rede dos trilhos pedestres, das cabanas dos pastores, do fojo do lobo, numa área de 2000 hectares, nas serras Amarela e Gerês, no norte de Portugal (Antunes, 1985, 2005).

A Nova Museologia, em Portugal, tem sido difundida principalmente pelo MINOM, através da organização (quase) anual das “Jornadas sobre a Função Social do Museu”, desde as primeiras, em 1988, em Vila Franca de Xira, passando por dezenas de locais dispersos por Portugal inteiro.

Os Encontros Nacionais de Museologia e Autarquias também muito têm contribuído para a divulgação da Nova Museologia.

E, talvez ainda mais importante para essa divulgação, tenha sido o incremento da formação museológica, a nível académico, desde o “Curso de Especialização em Museologia Social”, seguido do “Mestrado em Museologia Social”, no início da última década do século passado, por inicitiva de Mário Moutinho, até aos dias de hoje, já com doutoramentos em museologia, em algumas universidades portuguesas.

Nesta área, foi pioneira a Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, de Lisboa, com o primeiro doutoramento em museologia, em Portugal e no espaço lusófono, aprovado em 2007. Várias teses já aqui foram elaboradas e defendidas, sobretudo por doutorados de Portugal e do Brasil, devido a uma excelente cooperação de professores e alunos dos dois países. Como vão longe os tempos do modesto “Curso de Conservador de Museu”, de 1965!...

Nestas condições, qual o futuro da museologia?

Recorde-se, a propósito, a resposta de Hugues de Varine a Mário Chagas (1996, pp. 11‑12), nos idos de 23 de novembro de 1995:

“Penso, pessoalmente, não como museólogo, mas como actor de desenvolvimento local e militante de acção comunitária que o museu pode e deve escolher entre três formas principais:

  • o museu-espectáculo, distinado a públicos cativos: turistas, meios cultos; escolares em grupos organizados e guiados. Esses museus serão cada vez maiores, cada vez mais dispendiosos, cada vez mais visitados, quer dizer “consumidos”. Serão supermercados da cultura oficial. Ao final, serão todos parecidos.
  • o museu-colecção, destinado às pesquisas avançadas, às produções complexas, a públicos mais ou menos especializados, para os quais a colecção é a primeira justificativa. Esses museus atrairão cada vez mais públicos “inteligentes”, utilizarão métodos de comunicação sofisticados, abrir-se-ão tanto quanto possível às comunidades de geometrias diferentes. Serão todos únicos e criarão entre eles redes de cooperação análogas às redes universitárias actuais.
  • o museu-comunitário, saído da sua comunidade e cobrindo o conjunto  do seu território, com vocação global ou “integral”, processo vivo que implica a população e não se preocupa com o público que é ao mesmo tempo o centro e a periferia. A vida desses museus será curta ou longa, alguns nem se chamarão museus, mas todos seguirão os princípios da nova museologia (Santiago, Quebec, Caracas, etc.) no seu espírito, senão na sua letra”.

CONCLUSÃO

     Neste andar “Pelos Caminhos da Museologia em Portugal”, percorreram-se as tortuosas veredas que vêm da Arca de Noé até aos nossos dias.

     Voltando ao mito, sem abandonar ciência, é altura de apontar para uma museologia participativa, não restritiva, longe do nepotismo bíblico dos tempos do velho patriarca, com vocação democrática, pelos trilhos desbravados desde Santiago do Chile a esta parte.

     No caso da Nova Museologia em Portugal, reconhece-se que o MINOM, nascido em Lisboa, a 10 de novembro de 1985, tem desempenhado um papel fundamental, procurando fomentar a reflexão sobre ideias e práticas museológicas, que coloquem os museus ao serviço das comunidades em que se inserem e das suas perspetivas de desenvolvimento. Com uma Museologia Social que encoraje a consciência política, o exercício da cidadania, a participação comunitária e o espírito de inicitiva, ao serviço da realização do ser cultural, enfim, do ser humano.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Este texto é uma síntese do artigo de Antunes, Manuel de Azevedo. (2015). Pelos caminhos da        Museologia em Portugal. Revista Iberoamericana de Turismo, 5, 142-156. Acedido em 6 de março de     2017, em  http://www.seer.ufal.br/index.php/ritur/article/view/2013

Antunes, Manuel de Azevedo. (2005, outubro). Vilarinho da Furna: memórias do passado e do futuro (2.ª ed.). Lisboa: CEPAD/ULHT.

Antunes, Manuel de Azevedo. (1985). Vilarinho da Furna: uma aldeia afundada. Lisboa: A Regra do Jogo, Edições.

Bíblia Sagrada. Lisboa: Difusora Bíblica, 1964. (Original em hebraico e grego, composto entre o séc. XI a.C e o séc. I d.C.).

Chagas, Mário. (1996). Respostas de Hugues de Varine às perguntas de Mário Chagas. Cadernos de Sociomuseologia, 5(5), 5-18.

Junior, José do Nascimento; Tamp, Alan, & Santos, Paula Assunção dos (Org.). (2012a). Mesa Redonda sobre la Importancia y el Desarrollo de los Museos en el Mundo Contemporáneo: Mesa Redonda de Santiago de Chile, 1972 (Vol. 1). Brasília: IBRAM.

Junior, José do Nascimento; Tamp, Alan, & Santos, Paula Assunção dos (Org.). (2012b). Mesa Redonda sobre la Importancia y el Desarrollo de los Museos en el Mundo Contemporáneo: Revista Museum, 1973 (Vol. 2). Brasília: IBRAM.

Moutinho, Mário. (1993). Sobre o Conceito de Museologia Social. Cadernos de Sociomuseologia, 1(1), 7-9.

Nabais, António José C. Maia. (1993). Museus na Actualidade. In Maria Beatriz Rocha‑Trindade (Coord.), Iniciação à Museologia (pp. 63-76). Lisboa: Universidade Aberta.

Oliveira, Ernesto Veiga de. (1971). Apontamentos sobre Museologia. Museus Etnológicos, 6. Lisboa.

Pimentel, Cristina. (2005, janeiro). O Sistema Museológico Português (1833-1991). Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, Fundação para a Ciência e Tecnologia.

Primo, Judite. (2011). Documentos Básicos de Museologia: principais conceitos. Cadernos de Sociomuseologia, 41, 31-44.

Ramos, Paulo Oliveira. (1993). Breve História do Museu em Portugal. In Maria Beatriz Rocha‑Trindade, (Coord.), Iniciação à Museologia (pp. 20-62). Lisboa: Universidade Aberta.

Tinoco, Alfredo. (2012). Une muséologie nouvelle pour des hommes nouveaux: identité et globalisation. Cadernos de Sociomuseologia, 42, 7-26.

Varine, Hugues de. (2012). Em torno da mesa-redondade Santiago: as minhas lembranças da aventura de Santiago, p. 143. In José do Nascimento Júnior; Alan Tamp, & Paula Assunção dos Santos (Org.), Mesa Redonda sobre la Importancia y el Desarrollo de los Museos en el Mundo Contemporáneo: Mesa Redonda de Santiago de Chile, 1972 (Vol. 1, p. 143). Brasília: IBRAM.

Weibel, Peter.  (2013, novembro). O museu: entre a Arca de Noé e o hedge fund. Iner|in|venção: Coleção ZKM | Karlsruhe (pp. 9-21). Évora: Forum Fundação Eugénio de Almeida.

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publicado por Carlos Gomes às 15:41
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CENTRO GALEGO DE LISBOA REALIZA SÁBADOS GASTRONÓMICOS

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publicado por Carlos Gomes às 09:50
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Domingo, 26 de Março de 2017
RANCHOS FOLCLÓRICOS PEREGRINAM A FÁTIMA

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publicado por Carlos Gomes às 16:04
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MAU TEMPO ADIA ARRAIAL MINHOTO EM LISBOA

Em virtude das más condições meteorológicas, a realização do Arraial Minhoto promovido pelo Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho foi transferida para o próximo dia 9 de Abril, no mesmo local e hora anunciados.

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publicado por Carlos Gomes às 14:59
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POLÍCIA MARÍTIMA PROTEGE PORTUGAL NO MAR

O Dia do Livro Português foi criado pela Sociedade Portuguesa de Autores, para destacar a importância do livro e da língua portuguesa ao nível mundial. Foi definido o dia 26 de março, por ter sido neste dia que, em 1487, foi impresso o primeiro livro em Portugal, o “Pentateuco”, escrito em hebraico.

Associando-se a este dia, a AMN lançou no passado dia 20 de março, o livro “Polícia Marítima – Proteger Portugal no mar”. Com este livro pretende a Autoridade Marítima Nacional assinalar o passado histórico e as atividades da Polícia Marítima ao longo dos tempos, registando o seu valioso contributo ao serviço dos portugueses e do País.

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publicado por Carlos Gomes às 13:08
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ALFRAGIDE RECEBE NOITE DE FADOS

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publicado por Carlos Gomes às 11:19
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Sábado, 25 de Março de 2017
BRUNO REBELO APRESENTA EM SANTA IRIA DA AZÓIA LIVRO SOBRE UNIVERSIDADES SENIORES

No próximo dia 27 de Março, o Dr Bruno Rebelo vai apresentar o seu livro "Universidades Seniores: Uma visão sobre o Envelhecimento Ativo”, na Casa da Cultura de Santa Iria de Azóia, a partir das 15h00.

O evento é aberto ao público e vai ter a atuação de um Grupo de música tradicional portuguesa da Academia Sénior.

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publicado por Carlos Gomes às 22:45
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RANCHOS FOLCLÓRICOS PEREGRINAM A FÁTIMA

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A Federação do Folclore Português e a Associação Folclórica da Região de Leiria - Alta Estremadura estão a organizar a XV Peregrinação Nacional a Fátima.

Do programa consta:

08:30 horas - Parque nº 8 - Concentração dos Grupos participantes;

- Organização dos Grupos por Regiões;

09:00 horas - Saudação de Boas Vindas;

09:15 horas - Cortejo dos Estandartes e dos Grupos, até ao Santuário, para participação nas Cerimónias Religiosas;

10:00 horas - Terço - Procissão;

11:00 horas - Missa Solene;

12:45 horas - Procissão do Adeus.

Este evento destina-se aos Grupos Associados da Federação do Folclore Português.

Pedimos a todos os elementos, que solicitem o regulamento enviado pela FFP aos seus diretores.

A Direção



publicado por Carlos Gomes às 21:07
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FOLKLOURES TEM A MARCA DO GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO

O Folclore contribui para o conhecimento mútuo, paz e amizade entre os povos

O Grupo Folclórico Verde Minho é o anfitrião do FolkLoures – Encontro de Culturas e a quem se deve a criação deste evento que se caracteriza pela sua originalidade, espírito fraterno e carácter inclusivo.

Através deste gradioso festival que inclui exposições, conferências e outras iniciativas de carácter tradicional, os minhotos que vivem em Loures procuram de alguma forma retribuir à terra o excelente acolhimento com que foram recebidos neste concelho dos arredores de Lisboa e, ao mesmo tempo, contribuir para a integração e convivência saudável entre todas as comunidades imigrantes que aqui vivem, sejam elas de origem lusófona ou de outras culturas.

A edição deste ano do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, vai ter o seu início no dia 24 de Junho com a realização de uma exposição e de uma palestra, prolongando-se durante toda a semana até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar o espectáculo de culturas tradicionais.

Fotos do Verde Minho 028

Disse um dia o escritor transmontano Miguel Torga, “…no Minho tudo é verde, o caldo é verde, o vinho é verde…” – não podiam, pois, os minhotos que vivem na região de Lisboa, deixar de tomar para si a identificação cromática que caracteriza a sua região.

Respondendo ao chamamento da terra que os viu nascer, os minhotos que vivem nos arredores de Lisboa, mais concretamente no Concelho de Loures, decidiram em tempos criar um grupo folclórico que os ajuda a manter a sua ligação afetiva às origens. Assim nasceu em 1994 o “Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho”, anunciado como seu propósito a preservação, salvaguarda e divulgação das suas raízes culturais.

Visa através da sua atuação promover as tradições da nossa região nomeadamente junto dos mais jovens ao mesmo tempo que valoriza os seus conhecimentos musicais e da etnografia minhota.

As danças e cantares que exibe são alegres e exuberantes como animadas são as mais exuberantes romarias do Minho. Trajam de linho e sorrobeco e vestem trajes de trabalho e domingueiros, de mordoma e lavradeira, de noivos, de ir ao monte e à feira. Calçam tamancos e ostentam o barrete e o chapéu braguês. As moças, graciosas e belas nos seus trajes garridos bordados pelas delicadas mãos de artista, com a sua graciosidade e simpatia, exibem vaidosas os colares de contas e as reluzentes arrecadas de filigrana que são a obra-prima da ourivesaria minhota.

Ao som da concertina e da viola braguesa, do bombo e do reque-reque, dos ferrinhos e do cavaquinho, cantam e dançam a chula e o vira, a rusga e a cana-verde, com a graciosidade e a desenvoltura que caracteriza as gentes do Minho. O seu reportório foi recolhido em meados do século passado, junto das pessoas mais antigas cujo conhecimento lhes foi transmitido ao longo de gerações, nas aldeias mais remotas das serranias da Peneda e das Argas, nas margens do Minho e do Lima, desde Melgaço a Ponte da Barca, do Soajo a Viana do Castelo. Levam consigo a merenda e os instrumentos de trabalho que servem na lavoura como a foicinha e o malho, os cestos de vime e os varapaus, as cabaças e os cabazes do farnel.

Qual hino de louvor ao Criador, o Minho, terra luminosa e verde que a todos nos seduz pelo seu natural e infinito encanto, salpicado de capelinhas aonde o seu povo acorre em sincera devoção, é ali representado por um punhado de jovens, uns mais do que outros, os quais presenteiam o público com o que o Minho possui de mais genuíno – o seu Folclore!

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publicado por Carlos Gomes às 17:53
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RANCHOS FOLCLÓRICOS PEREGRINAM A FÁTIMA

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A Federação do Folclore Português e a Associação Folclórica da Região de Leiria - Alta Estremadura estão a organizar a XV Peregrinação Nacional a Fátima.

Do programa consta:

08:30 horas - Parque nº 8 - Concentração dos Grupos participantes;

- Organização dos Grupos por Regiões;

09:00 horas - Saudação de Boas Vindas;

09:15 horas - Cortejo dos Estandartes e dos Grupos, até ao Santuário, para participação nas Cerimónias Religiosas;

10:00 horas - Terço - Procissão;

11:00 horas - Missa Solene;

12:45 horas - Procissão do Adeus.

Este evento destina-se aos Grupos Associados da Federação do Folclore Português.

Pedimos a todos os elementos, que solicitem o regulamento enviado pela FFP aos seus diretores.

A Direção



publicado por Carlos Gomes às 12:20
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PESCADORES PEREGRINAM A FÁTIMA

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publicado por Carlos Gomes às 12:03
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Sexta-feira, 24 de Março de 2017
PORTUGAL COMEMORA DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS

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publicado por Carlos Gomes às 22:27
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“WASTED LULLABY”, O NOVO SINGLE DOS ZUUZAA

Depois de “Blind By Choice” os ter apresentado ao público português, é tempo de desacelerarmos o compasso e conhecermos o lado denso dos Zuuzaa em “Wasted Lullaby”, tema blues rock que vive da mesma atmosfera de “Wicked Game” de Chris Isaak.

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Este é já o segundo avanço retirado de “MARA”, o debute da banda que tem sido apresentado ao vivo em concertos pelas FNAC, no Popular Alvalade ou Musicbox, e que chega agora até nós numa versão remasterizada.

O ano de 2016 marca a estreia de um dos projectos mais promissores da actualidade. São portugueses, dão pelo nome de Zuuzaa e propõem uma infusão de Rock, Blues e Soul com particular destaque para um coro feminino que nos transporta para os saudosos anos 60.

Após um intenso período criativo Rafael Ribeiro, guitarrista e vocalista, assumiu a árdua tarefa de formar uma banda que desse corpo, vida e sentimento às canções por si habilmente escritas. Primeiro muniu-se da doce voz de Inês Carvalho, sua amiga de longa data. Depois da talentosa dupla Mariana Matoso e Rafaela Pereira. Este distinto trio, de vozes marcadamente femininas, começou por colaborar numa só faixa. Contudo, rapidamente se

tornou perceptível que parte da magia da banda residia na alma, garra e emoção que as três davam às canções de Rafael Ribeiro. Foi com esta formação, que os então intitulados Zuuzaa & The Last Jesters, viram finalizadas as suas dez primeiras composições originais.

Com a entrada do baixista francês Matt Seybald e do baterista Bernardo Jorge a banda ganhou experiência e versatilidade, enriquecendo o seu trabalho em estúdio assim como a performance em palco. Graças aos contributos dos novos membros o número de temas originais subiu para 13 e o mês de Setembro marcou a estreia nos palcos nacionais.

Depois do lançamento do primeiro álbum de originais, intitulado “MARA”, está a decorrer o processo de gravação dos videoclips dos primeiros singles. Esta é também a fase em que surgem mais concertos e performances ao vivo, alimentando assim a paixão pelo palco, e pelo contacto directo com o público, espalhando a música, e a mensagem, por detrás de tão astutas criações.


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publicado por Carlos Gomes às 21:29
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RUBIS GÁS UP — UM FESTIVAL DE BALONISMO PARA TODA A FAMÍLIA

A Windpassenger e a Rubis Gás preparam-se para lançar a primeira edição do Rubis Gás UP — Festival Internacional de Balonismo Coruche. Entre 28 de março e 2 de abril todos os caminhos vão dar a esta vila ribatejana que se irá vestir de cor e animação. Os balões de ar quente serão o foco do festival, regulares ou de formato especial, já confirmados por equipas de todo o mundo como Portugal, Brasil, Espanha, França, Alemanha, Luxemburgo, Holanda e Inglaterra. Mas os dias vão encher-se de festa e atividades para toda a família. Por isso, todas as razões são boas para visitar o município de Coruche.

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MUITO MAIS QUE BALÕES

Para além de viagens de balão (que poderão ser agendadas no website rubisgasup.com) ou dos levantamentos em balão estático, a programação do Rubis Gás UP foi pensada para agradar a todos os gostos. Os mais pequenos poderão participar em atividades de desenho e fazer pinturas faciais ou brincar nos insufláveis. Os mais aventureiros podem ainda desafiar a gravidade e libertar a adrenalina num salto de Air Bungee. Para os amantes de fotografia temos um cenário único de manhã e de tarde.

No dia 1 de abril, o Festival será transmitido em direto na TV, entre as 14h30 e as 20h, no programa AQUI PORTUGAL da RTP1. Neste sábado, estão ainda programadas atividades como uma Caminhada de 10Km com saída e retorno à Praça de Água em Coruche; uma visita de várias mascotes que irão interagir com o público mais jovem ou, ao cair da noite, o impressionante Night Glow, um belíssimo espetáculo de luz e som, onde os balões irão sincronizar os seus queimadores ao ritmo da música eletrónica de dois DJ´s. Já no dia 2 de abril, os visitantes serão convidados a participar numa Aula de Pilates, agendada para as 11h junto à Praça de Touros. Durante todos os dias do Festival poderá ainda encontrar uma Feira de Artesanato com produtos tradicionais de cortiça, cestaria, tecidos, madeira, bordados e bijuteria ou saciar a fome com as melhores iguarias na variada oferta de street food.

Ao longo da próxima semana, fique atento aos passatempos na página de Facebook da Windpassenger e habilite-se a ganhar 7 viagens em balões de ar quente!

QUER VOAR MAS NÃO CONSEGUE IR AO FESTIVAL?

Se, por qualquer motivo, não puder participar no Rubis Gás UP e quiser fazer uma viagem de balão, não se preocupe. A Windpassenger está habilitada para voar em todo o país durante todo ano. Os principais pontos de descolagem incluem Coruche/Ribatejo (sede Windpassenger), Lisboa/Vale do Tejo, Setúbal/Tróia, Montemor-o-Velho/Centro, Porto/norte, Alentejo e Algarve. Muitas são as opções à sua escolha, desde viagens românticas e exclusivas para casais a grupos de 4 a 20 passageiros, passeios noturnos, viagens com alojamento incluído, voos low cost ou, ainda mais simples, gift cards ou vouchers de oferta disponíveis a um clique de distância em www.windpassenger.pt ou numa loja FNAC perto de si.

Para mais informações contactar:

GUIDO VAN DER VELDEN DOS SANTOS ( 351) 917 102 250

JUDITE MENDES ( 351)  925 282 212

www.windpassenger.pt

WINDPASSENGER | Voar sem Asas

Na Windpassenger amamos o que fazemos. Quantas pessoas poderão dizer que passam o dia a passear pelo céu?

Desde 1987 temos experiência a sobrevoar de balão Portugal, Açores, Madeira, Holanda, Espanha, França, Suíça, Emirados Árabes Unidos, Marrocos e Angola. Criamos a marca Windpassenger para poder partilhar esta sensação incrível de subir em altitude a bordo de um balão de ar quente.

Somos uma empresa com a cabeça nas nuvens e os pés bem assentes no chão. Porque gostamos de ir mais alto e proporcionar os melhores momentos de lazer e diversão. Desde 2004 já voámos mais de 24.000 pessoas com a nossa equipa de pilotos experientes, bem-dispostos e altamente qualificados.

 Somos uma empresa portuguesa dedicada em exclusivo ao transporte de passageiros em balão de ar quente, com todos os certificados, seguros e licenças da EASA (European Aviation Safety Agency) e inspecionada anualmente por uma empresa CAMO (Continuing Airworthiness Management Organisation). Tudo para lhe garantir máxima qualidade e segurança, desde o primeiro momento.



publicado por Carlos Gomes às 10:16
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Quinta-feira, 23 de Março de 2017
“NOVA AURORA” – A ESTREIA AÇUCARADA DO TROVADOR CAMÕES

Camões é sinónimo de Portugal, quase como uma segunda bandeira que qualquer lusitano envergaria com todo o orgulho. Mas Camões também pode ser música, inovação e experimentação. E é desse Camões, o Paulo Camões, que falaremos agora.

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Nascido e criado no Rio de Janeiro está ligado à música desde a adolescência, navegando entre a Música Popular Brasileira, o pop e o rock. Com dois EP’s editados (“Cupim” e “Anilina”) e um single que estreia agora, “Nova Aurora”, lança-se finalmente à conquista da Europa com uma portentosa digressão nacional, através do selo da Music For All.

Camões, nome histórico e com o qual todos os portugueses têm uma ligação umbilical. É um dos nossos maiores símbolos, um daqueles guerreiros imponentes que contribuiu decisivamente para o país que somos hoje. Mas, e porque há sempre um “mas”, Camões é muito mais do que isso. Camões…também pode ser música, inovação e experimentação. E é desse Camões, o Paulo Camões, que falaremos agora.

Começou a compor ainda na adolescência, dedicando-se à guitarra e transparecendo desde logo as influências da música brasileira e da alma do rock. A busca de uma identidade artística acompanhou o seu amadurecimento, desde algumas gravações independentes até à sua primeira banda, “Os Lusíadas”.

Mas foi no EP “Cupim” que Camões deu verdadeiramente nas vistas. Aliado ao produtor Bernardo Pauleira, um dos nomes mais importantes da cena independente no Rio de Janeiro, o cantor aliou a guitarra aos beats eletrónicos, criando canções como “Segredo” ou “Bem-Estar”. Ao som tipicamente brasileiro juntou uma batida universal, levando uma vez mais Camões a mares nunca antes navegados.

Ciente das potencialidades da sua sonoridade aventura-se naquele que se tornaria no seu primeiro trabalho a solo. Inspirando-se em nomes tão distintos e reputados como HONNE, Breakbot, Great Good Fine Ok, ou Whitest Boy Alive nascia, no verão de 2016, o EP “Anilina”.

Mas como diz o ditado, “novo ano vida nova”! Ou melhor: música nova, se estivermos a falar de Camões. Ao terceiro mês de 2017 chega, finalmente, a mais recente criação de Paulo, “Nova Aurora”. Este é um tema baseado em Santa, senhora que marcou a sua vida e à qual decidiu prestar uma justa homenagem. O videoclip foi gravado na localidade de Nova Aurora e retrata a festa de comemoração do quinquagésimo oitavo aniversário de Santa, uma ocasião tão especial e marcante e se tornou inesquecível para todos os presentes. 

Camões regressa assim às gravações de forma emotiva, prometendo mais novidades para breve e anunciando uma digressão por Portugal para o próximo verão! Agosto será o mês em que o trovador regressa para os merecidos aplausos do público nacional.


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publicado por Carlos Gomes às 19:50
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MISERICÓRDIA DE LOURES COMEMORA 20 ANOS A PRATICAR A CARIDADE

Comemorações contam com a presença de S.Exª o Presidente da República, Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa

A Santa Casa da Misericórdia de Loures assinala no próximo dia 28 de Maio, o seu vigéssimo aniversário, com a celebração litúrgica presidida por S. Ema. Revma. o Senhor Cardeal Patriarca de Lisboa a ter lugar pelas 11h30, na Igreja Matriz de Santa Maria de Loures, seguindo-se a Assunção do Compromisso pelos novos Irmãos.

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O programa das comemorações inclui a realização de um almoço de confraternização, o qual se realizará às 13h00 no Restaurante A Horta, sito na Rua dos Bombeiros Voluntários, 2, em Loures. Na ocasição, serão proferidas intervenções alusivas à efeméride, nomeadamente por parte do respectivo Provedor, sr. Teotónio Gonçalves, além de outros dirigentes.

Do programa das comemorações consta o seguinte:

13.00 h Recepção

13.30 h Boas-vindas e oração inicial, proferida pelo Senhor D. Manuel Clemente

Almoço

15.00 h Intervenções dos Convidados:

Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Loures, Irmão Teotónio Gonçalves - saudação

Presidente do Secretariado Nacional da União das Misericórdias Portuguesas,

Dr. Manuel de Lemos*

Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Dr. Pedro Santana Lopes

Presidente da Junta de Freguesia de Loures, Manuel Glória

Presidente da Câmara Municipal de Loures, Dr. Bernardino Soares

Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente

Presidente da República Portuguesa, Professor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa

Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Loures – agradecimento

Tendo surgido a partir da remodelação da Confraria de Caridade Nossa Senhora da Piedade, a instituição das Misericórdias deveu-se à Rainha D. Leonor, viúva de D. João II, que em 1498 fundou a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, destinada a ensinar os simples, dar bons conselhos, castigar os que erram, consolar os tristes, perdoar as ofensas, sofrer com paciência, orar pelos vivos e pelos mortos (obras espirituais), visitar os enfermos e os presos, remir os cativos, vestir os nus, dar de comer aos famintos e de beber aos sedentos, abrigar os viajantes e enterrar os mortos (obras corporais).



publicado por Carlos Gomes às 19:08
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PAPILLON – EP HOMÓNIMO CHEGA AO MERCADO DIGITAL

Os Papillon apresentaram-se ao público com o tema “Engraçado (Já Não Há Pai P’ra Mim)”. Consolidaram o seu espaço com o recente single “Conceição”. E depois do anúncio da pré- venda surge agora o derradeiro passo: a edição do EP de estreia, homónimo, no mercado digital através do selo da Music For All, disponível em plataformas como o Google Play, iTunes ou Spotify.

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Os portuenses são conhecidos pela sonoridade singular e pela proximidade com o jazz, o funk ou o swing. Fazem da sua ligação à pop, e das letras profundas e trabalhadas, uma imagem de marca. A banda do laçarote chegou. E veio para ficar.

Papillon é um laço. Ponto um. Ponto dois: também é um grupo de gente que faz música sem juízo. Os Papillon são feitos de gente e gostam de laços, porque os laços são coisas que ligam. Além disso os laços lembram qualquer coisa fora do tempo e os Papillon gostam disso: de não haver tempo, nem etiquetas, nem juízos. Nem juízo. Os Papillon são gente de laços.

Com música de perder o juízo. Compostos por Joana Manarte (voz), Pedro Silva (baixo), João Mascarenhas (teclas), Rui Ferreira (bateria), Raul Manarte (guitarra), Tiago Ferreira (trombone), Luís Macedo (trompete) e Pedro Gomes (saxofone), estrearam-se ao vivo em 2014, no Porto.

Resultado de múltiplas influências estéticas, os Papillon proporcionam um espetáculo cheio de energia, significado e vitalidade, sendo comum o concerto acabar com o público a dançar. Os elementos da banda juntam-se trazendo a experiência de outros projetos, desde a música clássica ao jazz, dos blues ao funk, do pop ao rock, entre outros estilos, em trabalhos de composição, interpretação e performance.

Entre a sua estreia em palco no Plano B (Porto) e, mais recentemente, a passagem pela final do EDP Live Bands, têm tido concertos no Porto e em Guimarães, com destaque para o Hard Club, uma das principais casas de música ao vivo da Invicta. Também foram convidados para integrar o Porto Swing Jam por dois anos consecutivos, onde tiveram a oportunidade de participar num evento de Lindy Hop (novamente no Hard Club), em concertos pensados para dançar. A destacar também as atuações televisivas no Porto Canal, no palco do programa “Portugal 3.0” da RTP2, no Festival Croka’s Rock em Castelo de Paiva e no MEO Marés Vivas, já em 2016. Em 2017 voltaram ao espaço que inicialmente os acolheu, o Plano B, para apresentar as canções do seu EP de estreia.

As letras são um dos pontos fortes do projeto, chamando a atenção até do ouvido mais desatento e as reações dos ouvintes têm sido de surpresa e identificação com os textos e as músicas.

No palco vê-se uma banda que transparece uma relação cúmplice entre os elementos e um compromisso comum: criar uma atmosfera positiva, contagiante e envolvente com o público e com a música. O EP de estreia, homónimo, chega agora ao mercado digital sob o selo da Music For All.

Citações de imprensa sobre o concerto dos Papillon no MEO Marés Vivas:

“…os Papillon, que se tornaram uma verdadeira surpresa. Os seus ritmos alegres, vivos, dançantes contagiaram todos aqueles que estavam junto do palco, juntando-se a eles a dançar vigorosamente. A banda liderada por Joana Manarte foi sem dúvida uma lufada de ar fresco na sonoridade do Palco da Santa Casa, tal foi animação que causaram”, Blasting News

“A banda do Porto proporcionou um espectáculo cheio de energia e vitalidade que pôs o público todo a dançar. A variedade instrumental e o carisma dos nove músicos em palco vieram comprovar a qualidade da música nacional”, Canela e Hortelã

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publicado por Carlos Gomes às 11:10
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LITERATURA JUNTA EM PONTEVEDRA ESCRITORES PORTUGUESES E GALEGOS

As literaturas galega e portuguesa nas Conversas Nortear

Favorecer o diálogo e o conhecimento entre as duas através dos seus escritores

Os escritores Valter Hugo Mãe e Inma López Silva vão participar, no próximo dia 29 de março de 2017, pelas 18h30, na quinta sessão da iniciativa «Conversas Nortear», a realizar na Escola de Idiomas de Pontevedra, na Galicia. Lara Dopazo Ruibal, vencedora da 1ª edição do Prémio Literário Nortear será a moderadora deste encontro.

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As «Conversas Nortear» são uma iniciativa conjunta da Direção Regional de Cultura do Norte, da Xunta da Galicia e do Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial da Euroregião Galicia-Norte de Portugal, no âmbito do Memorando de Entendimento celebrado entre as três entidades.

Estas conversas têm como objetivo promover o conhecimento e a circulação de diferentes expressões culturais existentes nos territórios envolvidos, a partir de dinâmicas e redes de colaboração capazes entre as duas regiões.

Sobre os autores convidados

Valter hugo mãe

Um dos mais destacados autores portugueses da atualidade. A sua obra está traduzida em variadíssimas línguas, merecendo um prestigiado acolhimento em vários países, tendo recebido inúmeros prémios, entre eles o Prémio Literário José Saramago e o Grande Prémio Portugal Telecom Melhor Livro do Ano e Prémio Portugal Telecom Melhor Romance do Ano.

INMA LÓPEZ SILVA

Escritora e crítica teatral. Actualmente é profesora na Escola Superior de Arte Dramática de Galicia. É membro dos consellos de redacción das máis importantes revistas de teatro e de análise político e cultural. Ten publicado obras sobre o teatro galego e novelas e ensaios que teñen recibido diferentes premioscomo o Xerais, o Murguía e o Blanco Amor.



publicado por Carlos Gomes às 08:58
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Quarta-feira, 22 de Março de 2017
CABOVERDIANOS DÃO BAILE NO PALÁCIO PIMENTA

O primeiro Baile no Palácio, inspirado no estilo barroco, recebeu quase 700 participantes. Desta vez, os ritmos chegam-nos de Cabo Verde com ateliês de danças, concertos, DJ e degustação de cachupa. 

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Tendo como cenário o Pátio das Tílias, a festa começa com um ateliê de funaná e coladeira, com a colaboração de dois bailarinos: Sandra Gomes e Isaac Barbosa.

Com os ritmos de Cabo Verde no sangue, chega-nos a Banda Morabeza, fundada pelo músico de violão Adérito Pontes. Conhecido por ter sido guitarrista de Cesária Évora, colaborou ainda com artistas como Ildo Lobo, Tito Paris, Bana, Lura, Dani Silva, entre muitos outros.

Ao lado de Adérito Pontes, estarão António Soares(cavaquinho), Belo Santos (ferrinho), José Santos (gaita) e Janise da Silva (voz). E como o ritmo promete não abrandar, o baile continua pela noite dentro com o DJ Tavas.

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O cenário da festa é o Pátio das Tílias, no Palácio Pimenta, um antigo palácio de veraneio da primeira metade do século XVIII, enquadrado pelo que resta de uma antiga quinta senhorial. Mandado construir por Diogo de Sousa Mexia, figura de relevo dos reinados de D. Pedro II e D. João V, foi edificado entre 1734 e 1746.

O segundo Baile no Palácio é uma parceria com a associação Welcome People & Arts, associação cultural sem fins lucrativos que desenvolve projetos artísticos como instrumento de desenvolvimento pessoal e social e está integrado na iniciativa Lisboa 2017, Capital Ibero-americana de Cultura.

> 6 anos | Entrada 5€ com uma bebida incluída (cerveja, água ou sumo). Entrada gratuita para menores de 12 anos, desconto de 50% para maiores de 65 anos. Entrada sujeita à lotação do espaço.

Bilhetes à venda na receção do Palácio Pimenta. Reservas só até 23 de março para servicoeducativo@museudelisboa.pt 

Mais informação em www.museudelisboa.pt ou no Facebook do Museu de Lisboa.

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publicado por Carlos Gomes às 21:04
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LUZINGO APRESENTA NOVO EP HOMÒNIMO AO VIVO NAS FNAC

Após uma primeira passagem pelas FNAC em Janeiro último, o músico angolano Luzingo volta à carga com mais uma ronda de showcases ao vivo, que servem de apresentação ao novo EP homónimo editado com o selo da Music In My Soul.

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Envolto em ritmos africanos e com influências de hip hop e música electrónica, o EP composto por sete temas - entre eles os singles “Mary Jane” e “Inveja” - já se encontra disponível para audição nas principais plataformas de streaming.

Conheçam as datas e locais:

25.03 | FNAC @ Almada, 17h00

25.03 | FNAC @ Alfragide, 21h30

Luzingo é um músico angolano que combina hip hop com elementos de música electrónica e alternativa, uma mescla de influências que são palpáveis através da música que produz e representa.

Começou por fazer rap aos 10 anos de idade em Portugal com um grupo intitulado Galáxia Sudoeste, e aos 11 começou a fazer os primeiros beats, Desde então, Luzingo dedicou-se a evoluir e a reunir um vasto conjunto de influências do grande melting pot de músicas e culturas que foi experienciando ao longo dos anos, saltando entre Angola e Portugal, Reino Unido e Alemanha, entre muitos outros países.

A sua primeira mixtape, “Torcicolos”, foi editada em 2011, seguida por “Sempre a Lhe Dar Vol. 1 & 2”, em 2013 e 2014, respectivamente. Durante esse tempo, Luzingo envolveu-se noutros projectos: em 2013 lançou o EP “Realidade Alternativa” em parceria com o congénere angolano Dalós e no ano seguinte produziu e editou um EP juntamente com os Koletiva, composto por si, Dalós, Cátia Carreira, Bruno Reis, Salpikus, Ngange e Lima Craque.

Tendo traçado grande parte do seu percurso na língua portuguesa, em 2015 Luzingo aventurou-se num novo caminho criativo, em inglês, com um single duplo intitulado “Nocturnal”. Nesse mesmo integrou um projecto de world music com um artista alemão chamado Luís Linton, a que deu o nome de Globalites, cujo primeiro LP (“Strobelights”) foi lançado em 2016. No início de 2017 editará um novo trabalho homónimo, com o selo da Music In My Soul.


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publicado por Carlos Gomes às 20:53
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MOITA COMEMORA DIA MUNDIAL DO TEATRO

Câmara da Moita assinala Dia Mundial do Teatro com “Ode Marítima” e “A Última Viagem de Lenine”

Para comemorar o Dia Mundial do Teatro, a Câmara Municipal da Moita sugere dois espetáculos de teatro a decorrer este fim-de-semana no concelho: a 24 de março, João Grosso interpreta a “Ode Marítima”, de Álvaro de Campos, às 21:30h, na Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça, na Moita, e a 25 de março, a Companhia “Não Matem o Mensageiro” apresenta “A Última Viagem de Lenine”, no Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira.

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A entrada é gratuita nos dois espetáculos.

Sinopses:

“Ode Marítima”, de Álvaro de Campos

(...) surge das suas entranhas um dos mais trágicos gritos da poesia europeia do nosso século (o mais maternal e antiquíssimo grito do Eros impossível pela Morte), esse grito ampliado às dimensões do Universo pela angústia sem fundo que deve preencher. (...)

(...) Ode Marítima nem é triste, nem monótona, é a Tristeza mesma, a sua (Fernando Pessoa) e lusa tristeza iluminada nos recessos mais secretos da sua imemorial passividade, atravessada por sobressaltos de alma e gestos que tocaram para fugir a ela impérios e fins do mundo. (...)

Como a pacata e ingénua Lisboa de 1915 não se sentiria agredida por esta irrupção insensata de demónios tão secular e fundamente agrilhoados nas suas íntimas masmorras.

Eduardo Lourenço — Fernando Pessoa Revisitado

“A Última Viagem de Lenine”

Dois passos atrás, um passo em frente!

Atenção senhores passageiros: o comboio longo-curso que traz Lenine a Lisboa circula com um atraso de 90 anos. Pedimos desculpa pelos incómodos causados, mas, às vezes, é preciso dar 90 passos atrás para conseguir dar um passo em frente.

Quando, em 1924, Lenine embarcou no comboio rumo a Lisboa, esperava encontrar um médico que o curasse da doença que lhe destruía o corpo e a mente. O que não esperava era sair em 2016 e descobrir que, passado um século, o nosso mundo mudou tão pouco. Noventa e nove anos depois da revolução que abalou o mundo, chega uma peça que promete abalar os teatros, com uma homenagem à Revolução de Outubro que traz para os nossos dias o verdadeiro Lenine: humano, generoso, destemido e revolucionário. Esta é uma comédia contra “os da mó de cima” e para “os da mó de baixo”: a história da Revolução Russa em 90 minutos, à espera de um comboio com 90 anos de atraso. A boa notícia sobre os comboios atrasados é que, mais tarde ou mais cedo, acabam sempre por chegar.

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publicado por Carlos Gomes às 14:47
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MOITA REALIZA QUINZENA DA JUVENTUDE

De 24 de março a 9 de Abril: Quinzena da Juventude anima concelho da Moita

A Quinzena da Juventude regressa ao concelho da Moita de 24 de março a 9 de abril. Durante esta Quinzena, que assinala o Dia do Estudante (24 de março) e o Dia da Juventude (28 de março), os projetos pensados por jovens ganham vida, dando lugar a iniciativas criadas “por jovens, para jovens”. Com o tema "Juntos Fazemos Acontecer", o programa inclui muita música, teatro, cinema e debate.

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O  Moita Metal Fest, o festival que tem levado o nome da Moita além-fronteiras, traz todos os anos ao concelho milhares de jovens de todo o país para ouvirem o que de melhor se faz no mundo do metal, rock, punk, entre outros. Este ano, o Moita Metal Fest muda de local para o Largo do Pavilhão Municipal de Exposições, na Moita. No dia 31 de março, este festival abre as suas portas pelas 20:30h para receber várias bandas, mas o destaque da noite serão os lendários Napalm Death. No dia 1 de abril, será a vez de bandas como Revolution Within, Corpus Christii, No Turning Back, Heavenwood, Sodom, entre outras. Mais informação em www.moitametalfest.com.

Alhos Vedros, tal como em anos anteriores, também vai receber um festival de música: o Vedros Fest, a decorrer em vários “rounds”, na sede dos “Indefectíveis”. O primeiro “round” acontece com a banda Roadies, no dia 24 de março. Seguem-se os The Rockets, os Blackallica e os Bulls on Parade, nos dias 25 de março, 7 e 8 de abril, respetivamente. Todas as noites têm início pelas 21:30h e, além das bandas, haverá DJ’s.

O desporto tem também um papel central nesta Quinzena da Juventude. A Pelota tem tido um grande “boom” no concelho da Moita, com cada vez mais praticantes a conseguir melhores resultados a nível nacional e internacional. Assim, o Pavilhão Desportivo Municipal, na Moita, recebe no dia 25, pelas 9:00h, os atletas que vão participar no II Torneio Internacional de Frontball da Vila da Moita

Já no dia 1 de abril, a Quinta da Fonte da Prata, em Alhos Vedros, recebe mais uma edição do Sport4Life. Uma iniciativa que visa promover a prática desportiva e a adoção de estilos de vida saudáveis, bem como o intercâmbio entre os jovens, e que integra vários torneios, de futebol, basquetebol, entre outras modalidades, durante toda a tarde. Também no dia 1 de abril, entre as 9:00h e as 18:00h, realiza-se o VI Torneio de Voleibol, no Pavilhão da Escola Básica 2,3 D. Pedro II, na Moita.

A 31 de março, o Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, acolhe uma Mostra de Jovens realizadores. Esta mostra de cinema constitui um momento privilegiado para dar a conhecer algumas obras realizadas por jovens, abrangendo um conjunto diversificado de filmes e géneros. Pretende-se ainda proporcionar um espaço de debate e reflexão em torno da criação audiovisual, com a presença dos autores, facilitando o intercâmbio e a troca de impressões entre intervenientes na área do cinema. A entrada é gratuita.

Destaque ainda para o Workshop de Dança com Blaya e Mostra de Dança, que decorre a 6 de abril, pelas 20:30h, no Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, com as seguintes participações: DreamMakers Crew e Hip Hop do Ginásio Atlético Clube, #dançaesbb, Russkii Klub & Prof.ª Marina Popova e Academia de Dança Alma Latina da Sociedade Filarmónica Estrela Moitense. Destinado ao público em geral este workshop tem o limite máximo de 45 participantes. As inscrições devem ser efetuadas até 30 de março, através do e-mail juventude@mail.cm-moita.pt. A participação é gratuita.

No dia 8 de abril, tem lugar o 10º Fórum da Juventude. Realizado no Centro de Experimentação Artística, no Vale da Amoreira, este Fórum põe a Câmara em contacto direto com os jovens munícipes, em nome individual ou em organizações juvenis, de forma a conhecer as suas necessidades, interesses, opiniões e a ouvir os seus contributos.

Consulta o programa completo da Quinzena da Juventude em www.cm-moita.pt.


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publicado por Carlos Gomes às 14:44
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PROPOSTA DO PAN PEDE BOLSA DE INTÉRPRETES DE LÍNGUA GESTUAL NOS SERVIÇOS PÚBLICOS
  • Uma pessoa surda continua a não ter acessibilidade em várias instituições públicas
  • Centros de saúde e hospitais não dispõem de intérpretes nem são legalmente obrigados a isso
  • Numa urgência se for necessário um intérprete o paciente tem de assumir essa despesa

O PAN - Pessoas-Animais-Natureza leva a debate na próxima sexta-feira, dia 24 de Março, uma iniciativa legislativa que recomenda ao Governo a criação de uma bolsa de intérpretes de língua gestual portuguesa para assegurar a acessibilidade dos serviços públicos.

Atualmente, uma pessoa surda continua a não ter acessibilidade em hospitais, centros de saúde, serviços camarários, assembleias municipais, bibliotecas, ensino superior, e em várias outras instituições, sendo que últimos diplomas sobre esta matéria são de 2004 e 2006 e essas barreiras continuam a existir ainda hoje. Por exemplo, os serviços da Segurança Social são considerados acessíveis pelo Estado pois é possível ao cidadão surdo solicitar o atendimento em língua gestual portuguesa. No entanto, este terá que aguardar cerca de 2 ou 3 semanas até que esse atendimento lhe seja marcado, ao passo que uma outra pessoa sem deficiência simplesmente se dirige ao balcão e é atendida.

A situação ganha especial relevância quando pensamos nos serviços de saúde. Os centros de saúde e hospitais não dispõem de intérpretes nem são legalmente obrigados a isso.

Como é que um cidadão surdo comunica com o seu médico e lhe explica o que está a sentir? Ou leva consigo um familiar que possa interpretar o que está a dizer, ou assume a despesa de pagar a um intérprete, ou vai ter muitas dificuldades em comunicar com o médico, assistentes administrativos ou enfermeiros. A situação torna-se mais grave ainda em situações de emergência médica, em que a pessoa surda não tem a possibilidade de organizar uma ida ao hospital acompanhada de um intérprete.

O acesso à saúde trata-se de um direito fundamental de todos os cidadãos. Apesar de terem sido dados passos no sentido de melhorar as condições de vida dos cidadãos com deficiência, estes ainda não são suficientes para assegurar uma vida independente.

As barreiras não são só arquitetónicas, são também sociais, culturais e políticas. Todos devem ter acesso às diferentes oportunidades existentes – seja à cultura, aos espaços públicos, aos edifícios, às comunicações, aos serviços, à economia, à participação política – em condições de igualdade



publicado por Carlos Gomes às 14:04
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Terça-feira, 21 de Março de 2017
BOLSA DE TURISMO DE LISBOA ENCERRA AO RITMO DO FOLCLORE DO MINHO

O Grupo Folclórico Verde Minho e o Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez cantaram e dançaram no últmo dia da edição deste ano da Bolsa de Turismo de Lisboa, conferindo ao certame um colorido e uma alegria que são bem características das gentes e do folclore minhoto.

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Aos primeiros acordes das concertinas, eis que numeroso público se aproximou dos grupos folclóricos para os ver actuar. E, ao ritmo do vira e da chula, da rosinha e da cana-verde, aquela grandiosa feira de turismo terminou em ambiente de festa. E, para o ano, haverá mais!

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 22:37
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MOITA PRESERVA MEMÓRIA DA TRADIÇÃO TÊXTIL NO CONCELHO

Livro e exposição:Câmara da Moita divulga história da indústria do vestuário no concelho

Foi com sala cheia e perante um grande interesse da assistência, composta por muitas ex-operárias das fábricas de têxteis, que a Câmara Municipal recordou a indústria do vestuário no concelho da Moita, no dia 18 de março, na antiga Fábrica Guston, em Alhos Vedros, e apresentou o trabalho de investigação “A Mulheres e o Trabalho: A Indústria de Vestuário no Concelho da Moita” que resultou num livro, num documentário e numa exposição.

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“Foi nosso objetivo trazer aos dias de hoje uma realidade ainda muito presente: o que era Alhos Vedros à hora de almoço, o mar de gente que se espalhava pelas ruas, o dia-a-dia feito em torno das fábricas. Não conseguimos entender o que somos hoje sem perceber exatamente porque chegámos aqui”, afirmou o presidente da Câmara Municipal da Moita, Rui Garcia, na ocasião, lembrando ainda o encerramento das fábricas e as lutas que foram levadas a cabo. “Esta iniciativa é fundamentalmente uma homenagem da Câmara Municipal àqueles que lutaram pela Liberdade, pelos direitos e por uma sociedade mais justa para si e para as suas famílias. São vocês que nos inspiram”, concluiu Rui Garcia.

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Luis Leitão, coordenador da União dos Sindicatos de Setúbal/CGTP-IN, procedeu à apresentação do livro “A Mulheres e o Trabalho: A Indústria de Vestuário no Concelho da Moita” que coloca em foco as operárias das fábricas de vestuário e confeções, na sua esmagadora maioria, mulheres, as suas recordações, episódios de vida, histórias de luta e resistência, os episódios de exploração que se viviam nas fábricas, o seu encerramento, o fim da indústria do vestuário, os despedimentos, a camaradagem e a solidariedade. O coordenador da União dos Sindicatos de Setúbal/CGTP-IN salientou “o papel destas mulheres, trabalhadoras da indústria têxtil, nas conquistas que são hoje uma realidade, como as 40 horas de trabalho”, e destacou ainda esta obra pelo “contributo que dá à história do movimento sindical no nosso distrito”.

Imagens da Memória

Na mesma iniciativa, foi também dado a conhecer o projeto “Imagens da Memória”, um espaço na Internet criado pela Câmara Municipal da Moita para partilha de memórias comuns na rede social facebook. Este grupo no facebook, que conta já com mais de 150 participantes, pretende ir ao encontro da história de um património coletivo e proporcionar partilhas, valorizando o diálogo. “Começámos pela indústria do vestuário, mas pretendemos abranger outras atividades e temas, como a cortiça, as festividades. Aceitem o nosso desafio e o nosso convite e adiram ao Imagens da Memória”, apelou Vitor Mendes, técnico e investigador da Câmara Municipal, na apresentação do projeto.

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Seguiu-se a assinatura do protocolo de custódia do acervo documental que constitui o fundo arquivístico do antigo Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Corticeira do Sul, celebrado entre o Município da Moita, a União dos Sindicatos de Setúbal e o Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias de cerâmica, cimentos e similares, construção, madeiras, mármores e cortiça do Sul e Regiões Autónomas (STCCMCS). Este acervo, entregue à guarda da Câmara Municipal da Moita, é composto por documentos originais de grande relevância histórica. A Câmara Municipal procederá ao tratamento arquivístico, preservação e posterior divulgação deste acervo documental.

A iniciativa terminou com a abertura da exposição “A Mulheres e o Trabalho: A Indústria de Vestuário no Concelho da Moita”, no Moinho de Maré de Alhos Vedros. Esta exposição pode ser visitada até ao final do mês de abril, de quinta-feira a domingo, das 14:30h às 18:00h, e nos meses de maio e junho (até 18 de junho), de quinta-feira a domingo, das 15:00h às 19:00h.

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publicado por Carlos Gomes às 21:52
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A DOCE “DESCONSTRUÇÃO” DE ANA LUÍSA RAMOS

Há uma nova voz a despontar nos sempre férteis terrenos da Música Popular Brasileira (MPB). Ana Luísa Ramos, de São Paulo, chega até nós pela graça e encanto de “Desconstrução”, tema que combina as heranças da MPB com o universo alado do jazz, perfumado pela sua voz melíflua de treino lírico.

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O single é também a porta de entrada de “Um”, o registo de estreia da cantora paulista, que será apresentado ao público português numa pequena digressão a acontecer já no início do mês de Julho com o apoio da Music For All.

Nascida na localidade de Ribeirão Preto e radicada em São Paulo, Ana Luísa Ramos tem-se vindo a destacar tanto no cenário lírico quanto no popular. Com um repertório que vai da música erudita ao jazz e à Música Popular Brasileira (MPB) e com estudos feitos em países como Brasil, Argentina e Áustria, a cantora possui uma versatilidade raramente vista e uma voz melíflua.

Aos 9 de idade ingressou no Coral Infantil da Cia de Ópera Minaz e três anos mais tarde fez a sua estreia como solista da “Missa Brevis” de Mozart. Em 2001 participaria na ópera “La Traviata” de Verdi e no ano seguinte interpretou a personagem Terezinha na montagem da Ópera do Malandro que repetiria em 2006 no Theatro Pedro II. Em 2007 fez parte do Coral do Estado de São Paulo e entre 2011 e 2012 integrou o sexteto vocal feminino Bocca Chiusa.

Após acompanhar o cantor e compositor Eric Taylor Escudero na sua mini digressão europeia, Ana Luísa Ramos fez parte da banda que gravaria o álbum de estreia do músico em Austin, Estados Unidos. Já no ano de 2015 participou na gravação do DVD de Natal de Agnaldo Rayol e em 2016 realizou o espetáculo de abertura de Toquinho na Catedral Anglicana de São Paulo. Na recta final de 2016 a artista editou o seu primeiro registo a solo – “Um” – constituído por canções autorais e por releituras de músicas consagradas do universo do jazz e da MPB.

A cantora já viu o seu talento reconhecido fora de portas, tendo recolhido elogios por parte de publicações especializadas como as inglesas Folk Radio e Buzzin Music ou as norte-americanas Music For Lunch e The Vinyl District.



publicado por Carlos Gomes às 21:40
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PAN DEBATE VIOLÊNCIA NO QUOTIDIANO DAS CRIANÇAS

Conferência: “A violência no quotidiano das crianças”

DATA E HORA: 05 de Abril, às 18h00

LOCAL: Centro de Acolhimento ao Cidadão da Assembleia da República

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza e a Fundação Franz Weber têm o prazer de convidar um representante do Vosso Órgão de Comunicação Social para estar presente na conferência “A violência no quotidiano das crianças” a decorrer Quarta-feira, dia 5 de Abril, às 18h00, Centro de Acolhimento ao Cidadão da Assembleia da República. Três anos após a publicação do relatório do Comité dos Direitos da Criança (CDC) que faz referência a várias áreas que preocupam esta entidade da Organização das Nações Unidas (ONU), o PAN e a Fundação Franz Weber, promovem o diálogo sobre a situação da violência infantil crianças em Portugal, as medidas entretanto adotadas e o que deverá ser feito até à próxima avaliação do nosso país, que irá ocorrer em 2019.

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A Secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, Ana Sofia Antunes, o Bastonário da Ordem dos Psicólogos, Francisco Miranda Rodrigues, o Pediatra, Mário Cordeiro, a Advogada da Fundação Franz Weber, Anna Mulá e Dulce Rocha do Instituto de Apoio à Criança aceitaram o desafio de debater um tema que merece a atenção da sociedade portuguesa.

A violência contra crianças é uma das principais preocupações do Comité no nosso país e neste capítulo, nas observações finais de 2014, foram incluídos três tópicos que violam os artigos da Declaração - castigos corporais, abuso e negligência, e tauromaquia - e as respetivas advertências ao Estado português para o seu cumprimento. Para O Comité dos Direitos da Criança da ONU estão em causa os artigos (artigos 19, 24, 28, 34, 37 (a) e 39 da Convenção dos Direito da Criança.

Castigos corporais

Apesar dos esforços para melhorar a legislação e as campanhas desenvolvidas para combater este tipo de violência, os castigos corporais contra crianças continuam a ser uma prática em família e relativamente aceites na sociedade portuguesa, situação que urge combater.

Abuso e negligência

O Comité dos Direitos da Criança continua preocupado com os casos de abuso sexual de crianças, assim como violência doméstica e recomenda que Portugal continue a apostar em campanhas de prevenção e de eficaz acesso a mecanismos de denúncia.

Tauromaquia

O bem-estar físico, emocional e mental das crianças que assistam ou participem em eventos tauromáquicos levou à inclusão da tauromaquia no capítulo da "violência contra as crianças" em Portugal onde a legislação ainda não garante a salvaguarda da sua integridade física e emocional.



publicado por Carlos Gomes às 14:29
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Segunda-feira, 20 de Março de 2017
“VOLTA”, O NOVO SINGLE DOS EM CONTRASTE

Depois de nos terem apresentado a sua receita certeira de kizomba mergulhada na melhor tradição baladeira com elementos da música popular portuguesa - presente em canções como “Serás Tu” ou “Consciência Pesada” - é agora tempo de desacelerarmos os compassos e conhecer os Em Contraste na sua acepção mais terna e melosa.

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Em “Volta” a dupla mostra-se arrependida, pedindo o perdão à cara metade que deixaram escapar por entre as complicadas teias dos relacionamentos amorosos. O tema é já o segundo avanço do EP de estreia homónimo dos Em Contraste, já disponível para escuta nas principais plataformas digitais.

Em Contraste é uma banda musical de kizombas/baladas composta por dois elementos. Um Angolano, Mauro Carvalho, nascido em Luanda, e um Português, João Figueiredo, nascido em Lisboa.

Como melhores amigos de longa data e jovens que cresceram rodeados de música sempre presente no seu dia-a-dia, fazendo parte dum coro de igreja e tendo diversas aulas de música, decidiram juntar as suas qualidades e diferentes sonoridades e características,

misturando uma vertente mais mexida e gingona, tipicamente africana, com uma vertente mais baladeira e popular ao bom jeito português, formando oficialmente o grupo há cerca de 2 anos quando foram lançadas as primeiras músicas oficiais: "Vai Aquecer" (ainda hoje a mais conhecida) e "Fantasmas do Passado", uma kizomba e uma balada. A kizomba foi então adoptada como estilo predominante do grupo e foram lançadas outras músicas no mesmo registo, "Chacheiro" e "Consciência Pesada".

O grupo tem tido diversas actuações em palco, principalmente no Norte de Portugal (Paços de Ferreira e Porto), para além de Lisboa, de onde são residentes os integrantes. Mais recentemente foram convidados do programa “Bem-Vindos” da RTP África. No final de 2016 editaram o seu EP de estreia homónimo com o selo da Music For All.

O objectivo do grupo é, como diz o nome, "Em Contraste", ser diferente, imprimir algo de genuinamente único nas suas músicas e, sem dúvida, primar pela diferença, ou seja, contrastar.


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publicado por Carlos Gomes às 23:06
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MOITA RECEBE BB BLUES FEST

Primeira confirmação para BB Blues Fest 2017

Wax & Boogie, pela primeira vez em Portugal, são os primeiros nomes confirmados para a 6ª edição do BB Blues Fest 2017 que vai decorrer de 22 a 25 de junho, no Fórum Cultural José Manuel Figueiredo e Parque José Afonso, na Baixa da Banheira.

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Nos últimos anos, Wax & Boogie converteu-se num dos melhores e mais valorizados formatos do panorama do blues, do rhythm and blues e do boogie woogie. Ster Wax e David Giorcelli têm sabido captar como poucos o verdadeiro espírito da música tradicional afro-americana, para transformá-lo no seu próprio meio de expressão. O seu conhecimento da linguagem da música negra é amplo, rico e variado. Ster e David deslizam com serenidade e aprumo pelas correntes mais variadas do género.

Shuffleboogie woogierock ‘n’ roll, swing ou jump formam parte do seu reportório habitual, sem esquecer os intensos e quentes slow down. Neles, podemos apreciar a força e o feeling que, tanto David ao piano como Ster na voz, assim como os restantes músicos que os acompanham, imprimem a esta modalidade de blues que os negros do South Side desenvolveram em Chicago há algumas décadas atrás.

Wax & Boogie também se fazem rodear dos melhores músicos da atual cena espanhola. Na bateria, temos Reginald Vilardell, um dos mais solicitados em Espanha, e no contrabaixo Oriol Fontanals; ambos fazem parte de grandes bandas do género no país vizinho, tendo já tocado em inúmeros festivais internacionais.

Em abril, tocarão quatro noites no mítico clube parisiense Le Caveu de la Huchette. E, no dia 23 de junho, Wax & Boogie apresentar-se-ão pela primeira vez em Portugal, na sexta edição do BB Blues Fest. Uma escala imperdível.

O BB Blues Fest resulta de uma parceria entre a Associação BB Blues Portugal, a Camara Municipal da Moita e a União de Freguesias da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira. Acompanhe a 6ª edição do BB Blues Fest nos vários canais de comunicação do festival:

www.bbbluesfest.com.pt

www.facebook.com/bbbluesfest

http://twitter.com/BBBluesPortugal

www.youtube.com/channel/UCv-LKLXWxaDVP9opo-AjghA

www.cm-moita.pt

www.facebook.com/cmmoita
www.ufbbva.pt



publicado por Carlos Gomes às 21:50
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PINTORES MUTES DE ARCOS DE VALDEVEZ E MIGUEL MOREIRA E SILVA DE BRAGANÇA EXPÕEM EM LISBOA

Exposição de Pintura (Contrastes) de Mutes  & Miguel Moreira e Silva, na Vernissage, de 19 de Abril a 31 de Maio

Contraste é a base da comunicação visual, permitindo a distinção dos elementos em relação ao espaço circundante existente, na diferenciação dos seus tons de luz. Nesta Exposição de Pintura de nome CONTRASTES apresentada por Mutes & Miguel Moreira e Silva no dia 19/04/2017 com vernissage pelas 18.30, na Galeria Europa América, situada na Avenida Marquês de Tomar, 1B 1050-152, em LISBOA é bem visível a diferença nas propriedades visuais de cada um, contrastando - se na obra de ambos.

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Mutes nasce em França, Margny Les Compiegne em 1976, regressa a Portugal em 1986, reside atualmenteem Arcos de Valdevez. È pintor autodidata, expõe com regularidade desde 2004. Está representado em diversas coleções nos vários Continentes, ultrapassando mais de uma centena de exposições nacionais e internacionais. Através da sua arte somos transportados para um mundo de histórias contadas através da tela, onde é possível ver uma certa crítica social, religiosa e política m alguns dos trabalhos. São figuras mutantes com predominância de fortes e atrativos campos pictóricos, que nos fazem viajar num mundo imaginário, danças de uma mão que desenha de forma despreocupada, usando o (DES) Cubismo como forma de se afirmar. Organiza e projecta várias exposições, foi fundador e curador dos colectivos de pintura, M4K1, Um Coletivo no Individual, H.e.x.a e M.O.C.A. Frequentou alguns ateliês onde aprendeu técnicas do contornismo, acabando por fundir com a sua forma de fazer Cubismo.

- Rompendo com os padrões estéticos que primam pela perfeição das formas na busca da imagem realista, nesta minha coleção designada (Des) Cubismo Contornismo, busco a desestruturação da obra em todos os seus elementos. Decompondo a obra em partes, através de figuras mutantes imaginárias, contornando-a nas suas dimensões, numa superfície plana, sob estranhas e variadas formas com o predomínio de linhas curvas e retas, numa estruturação das figuras e dos objetos desajustados, movimentando-os em torno de si próprios através da sua fragmentação, dando abertura e apresentando todos os seus lados num plano frontal em relação ao espectador.

Miguel Moreira e Silva nasceu em 1967, vive e desenvolve o seu trabalho em Bragança. Licenciado em Animação e Produção Artística desenvolve regularmente os seus trabalhos artísticos desde 1992, expõe de forma permanente em Bragança na galeria História e Arte e no Museu Ibérico da Máscara e do Traje, desde 2007.

Sobre as obras: Os seus trabalhos deambulam entre múltiplas técnicas das quais se destaca a pintura, assemblage e a escultura. Nas telas, o autor explora o contraste das cores cheias que se aplicam sobre figuras humanas. As figuras, tratadas como personagens tipo refletem distintas tipologias de propaganda e aparato, denunciando os diferentes atributos e técnicas que em diferentes tempos e espaços provocaram o mesmo efeito de “fa stupire”. A assemblage constitui uma técnica recorrente na experimentação artística de Miguel Silva que lhe permite explorar o ecletismo dos elementos que as incorporam traduzindo uma atitude livre de categorizações, espaço confortável para a prática do autor. Todos os detalhes estabelecem uma forte carga emocional entre eles e entre o todo que supõe o seu conjunto. São narrativas, episódios pessoais, memórias, diários visuais onde a plasticidade dos objetos e a carga simbólica das formas assumem o valor lexical do registo. O autor mistura elementos que sugerem o ritual, a catarse como processo de exorcismo. Confronta-nos o pesadelo e a agressividade na angulosidade e dureza de materiais. A uniformização das composições é sugerida na envolvência sanguínea que cobre a superfície dos objetos reunidos."

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publicado por Carlos Gomes às 21:32
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MUSEU BORDALO PINHEIRO CELEBRA 171 ANOS DO SEU PATRONO

O Museu Bordalo Pinheiro celebra o 171º aniversário de Rafael Bordalo Pinheiro com a inauguração da exposição Lisboa de Bordalo.

A exposição  mostra as diferentes abordagens que Bordalo fez à sua cidade, através dos desenhos que publicou nos seus jornais, nos últimos 30 anos do século XIX.

É um roteiro de uma cidade em profunda mutação, temperado com o humor e o talento bordalianos. 

A inauguração é 3a feira, dia 21, às 6 e meia da tarde.

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publicado por Carlos Gomes às 14:55
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BOLSA DE TURISMO DE LISBOA: A MADEIRA É UM JARDIM!

A Região Autónoma da Madeira constituiu a região de turismo com melhor representação na edição deste ano da Bolsa de Turismo de Lisboa. Aliás, na senda daquilo que já nos vem habituando de anos anteriores.

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A criatividade e inovação, o colorido vivo e alegre, a mostra de paladares e a beleza e simpatia das jovens no acolhimento dos visitantes fizeram da representação madeirense um autêntico festival a apelar aos cinco sentidos.

O simulador no carro de cesto da Madeira constituiu uma das novidades dignas de nota. Mas, apesar do recurso às novas tecnologias, não faltaram os bordados a serem executados no local pela bordadeira madeirense, a arte do vime sugestivamente apresentada sob a forma de saiote estilizado pelas simpáticas meninas e, entre a diversificada doçaria e licores da região, a tão apreciada poncha que atrai sempre os visitantes.

O turismo da Região Autónoma da Madeira tem a capacidade de inovar sempre os temas e os cenários, não repetindo modelos anteriores nem ficando refém de métodos de divulgação desactualizados como a singela distribuição de folhetos.

Registe-se ainda que esta representação teve a honra de receber no dia de abertura a visita do Presidente do Governo da Região Autónoma da Madeira, Dr. Miguel Albuquerque, um exemplo que bem poderia ser seguido nomeadamente pelos autarcas de outras regiões aos respectivos stands das Entidades Regionais de Turismo. Mas, também a dimensão desproporcionada de algumas delas justifique alguma indiferença e desinteresse…

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 11:42
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Domingo, 19 de Março de 2017
LOURES VIRA CAPITAL INTERNACIONAL DO FOLCLORE NA REGIÃO SALOIA

O Folclore contribui para o conhecimento mútuo, paz e amizade entre os povos

A edição deste ano do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, vai ter o seu início no dia 24 de Junho com a realização de uma exposição e de uma palestra, prolongando-se durante toda a semana até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar o espectáculo de culturas tradicionais.

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Trata-se de uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Este evento privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

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O programa do FolkLoures’17 é o seguinte:

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PROGRAMA

Dia 24 de Junho

- 16 horas. Inauguração da Exposição "Carroças da Região Saloia". Museu Municipal de Loures.

A exposição está patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira)

Entrada gratuita

- 16h30 horas. Palestra sobre "Usos e Costumes tradicionais da Região Saloia", pela Dr.ª Ana Paula de Sousa Assunção, a ter lugar no Auditório do Museu do Museu Municipal de Loures, com passagem pela exposição das Carroças.

Dia 1 de Julho

- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas

- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional

- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício

GRUPOS PARTICIPANTES

Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil

Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo

Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho

Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral

Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura

Associatia Miorita Portugalia – Moldávia

Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia

Grupo de Danças e Cantares da Madeira – Madeira

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MUSEU MUNICIPAL DE LOURES EXPÕE “CARROÇAS DA REGIÃO SALOIA”

O Museu Municipal de Loures participa no FolkLoures’17 com a realização de uma exposição subordinada ao tema “Carroças da Região Saloia”, a ter lugar nas instalações do próprio museu, com inauguração prevista no dia 24 de Junho, pelas 16 horas. A exposição tem entrada gratuita e ficará patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira).

O Museu Municipal de Loures encontra-se instalado na Quinta do Conventinho, sita na Estrada Nacional, 8, em Santo António dos Cavaleiros, a escassos 4 quilómetros de Loures, um edifício conventual contruído na segunda metade do século XVI.

Constituído em 26 de julho de 1998, o Museu encontra-se instalado no 13.º convento dos frades franciscanos da Província de Santa Maria da Arrábida, apresentaposições de  exposições de temática arqueológica e etnográfica, com o intuito de dar a conhecer a realidade e a vivência das populações rurais do município de Loures, assim como a sua história. Possui duas salas de exposições, oficinas, reservas visitáveis, um centro de documentação especializado em história local, loja, cafetaria com esplanada, parque de estacionamento e acesso para pessoas com mobilidade reduzida.

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HISTORIADORA ANA PAULA ASSUNÇÃO PROFERE PALESTRA SOBRE “USOS E COSTUMES DA REGIÃO SALOIA”

A Historiadora e Museóloga Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção subordinada ao tema “Usos e Costumes Tradicionais da Região Saloia”, a ter lugar no Auditório do Museu do Museu Municipal de Loures, no dia 24 de Junho, pelas 16h30. A iniciativa insere-se no programa do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas que se prolonga até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar um grandioso festival de cultura tradicional no Parque da Cidade, em Loures.

A Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção é historiadora e museóloga, Mestre em História Regional e Local pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É autora de programas museológicos, reformulações de programas e criação de serviços inovadores. Conceção científica do Centro UNESCO A casa da terra. Comissária de exposições de vária índole com museografia de inclusão e género.

Tem como áreas científicas preferenciais a História Local, Saúde, Património industrial (com destaque para Fábrica de Loiça de Sacavém, Oliveira Rocha/Oliveira do Bairro), Património Cultural Imaterial, Património Religioso /obra de arte total – Cripto -história. Exerceu voluntariado na Igreja Matriz de Bucelas com descobertas de cariz científico sobre entalhador, Francisco Lopes. (Artigo no prelo). Musealização da Igreja e interpretação dos espaços em visitas.

Pelo seu trabalho, tem recebido várias distinções de Mérito Cultural e Prémios no campo da Museologia a nível nacional e internacional.

O FolkLoures apresenta um programa cultural rico e diversificado que, sob o impulso e capacidade organizativa do Rancho Folclórico Verde Minho, catapulta o concelho de Loures para a ribalta da cultura tradicional portuguesa.

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publicado por Carlos Gomes às 22:12
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MINHOTOS FAZEM ARRAIAL EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 21:32
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Sábado, 18 de Março de 2017
PRESIDENTE DA REPÚBLICA VISITA BOLSA DE TURISMO DE LISBOA

O Presidente da República, Prof. Doutor Macelos Rebelo de Sousa, visitou ontem a Bolsa de Turismo de Lisboa, demorando-se particularmente nos pavilhões das Regiões de Turismo e prestando uma especial atenção ao artesanato tradicional.

A presença das rendilheiras de bilros de Vila do Conde mereceu-lhe bastante curiosidade que mais pareceu estar interessado em conhecer esta arte popular.

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publicado por Carlos Gomes às 16:02
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MINHOTOS FAZEM ARRAIAL EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 15:52
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LISBOA FESTEJA CONCLUSÃO DAS OBRAS QUE FAZEM A PRIMEIRA VÍTIMA DE ATROPELAMENTO

A notícia é do jornal “Correio da Manhã” e relata o seguinte: Jaime Araújo, de 47 anos, estava em Lisboa em passeio, com uma mulher de 40 anos. O professor de Viana do Castelo atravessava a avenida 24 de Julho, junto ao Mercado da Ribeira, ao que tudo indica na passadeira, quando foi violentamente atropelado pelo elétrico da Carris. Ficou debaixo da composição e ferido com gravidade. A mulher com quem estava sofreu ferimentos leves. Segundo explicou ao CM fonte das equipas de socorro, foi necessário "elevar o elétrico com almofadas especiais" para se conseguir retirar a vítima. Tudo aconteceu no sábado ao final da tarde, mas passou despercebido ao público em geral. O trabalho heroico dos elementos do Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa e das equipas do INEM ficou registado numa fotografia a que o CM teve ontem acesso. Jaime Araújo foi transportado para o Hospital de S. Francisco Xavier, sendo depois transferido para o Egas Moniz, onde ainda se encontra nos "cuidados intensivos e gravemente ferido", disse ao CM fonte da família, que procura testemunhas das circunstâncias do acidente. O CM contactou ontem a Carris, que não respondeu em tempo útil. A PSP investiga.”

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Em tempos, o BLOGUE DE LISBOA alertava para a conveniência de alterar a circulação dos transportes públicos naquela zona da cidade, nomeadamente por razões de segurança, o que pode ser lido em http://bloguedelisboa.blogs.sapo.pt/porque-nao-circulam-os-transportes-46656. De resto, já há um século, o arquitecto Miguel Ventura Terra advogava a supressão da circulação dos transportes colectivos de passageiros naquela zona, incluindo a linha ferroviária.

Não obstante, a Câmara Municipal de Lisboa optou por manter a situação e, pior ainda, foi recuperar o modelo urbanístico dos anos sessenta: um canteiro com árvores no eixo central da avenida que vai impedir a ultrapassagem dos veículos de circulação prioritária, nomeadamente as âmbulâncias médicas em marcha de urgência.

Por ironia, a actual configuração da circulação rodoviária na área do Cais do Sodré regista a tragédia num momento em que a cidade festeja a conclusãpo das obras no local. Mas, vejamos o que o BLOGUE DE LISBOA disse a respeito da circulação dos transportes públicos na avenida 24 de Julho, em Lisboa:

A alteração da circulação dos transportes públicos para o lado norte da avenida 24 de Julho, em Lisboa, permitiria eliminar os cruzamentos e aumentar a segurança dos peões.

A circulação dos transportes públicos, na avenida 24 de Julho, entre o Cais do Sodré e a avenida da Índia, efetua-se no lado sul, junto à linha de comboios, apresentando diversos inconvenientes como o congestionamento do tráfego nos cruzamentos, redução da fluidez da circulação automóvel e riscos de atropelamento de peões.

O acesso às estações de comboio em Santos e no Cais do Sodré implicam o atravessamento da movimentada avenida 24 de Julho por parte dos transeuntes, quase sempre de forma desordenada fora das respetivas passadeiras. Os passeios que lhes estão destinados são demasiado estreitos. E o trânsito circula com demasiados constrangimentos em virtude da excessiva quantidade de sinalização luminosa e cruzamentos numa via rodoviária que, em lugar de proporcionar a fluidez, tem vindo a ser transformada em área de parqueamento automóvel.

Por fim, o entroncamento da avenida 24 de Julho com a avenida da Índia representa um triplo cruzamento, com os transportes públicos a cruzarem-se entre si e com as viaturas particulares em simultâneo.

Não se vislumbrando qualquer justificação válida para que os carros elétricos circulem ao lado da linha férrea, a sua transferência para o lado norte da avenida, juntamente com os demais transportes públicos, permitiria eliminar de imediato os cruzamentos do Cais do Sodré e da Avenida da Índia, proporcionando ao mesmo tempo a dinamização diurna através do incremento comercial e da circulação de pessoas numa área dominada por edifícios com reduzido aproveitamento e em mau estado de conservação, como sucede junto às Tercenas do Marquês.

A construção de acessos subterrâneos às estações de comboio em Santos e no Cais do Sodré permitiriam ainda eliminar o atravessamento de peões à superfície e aumentar consideravelmente a fluidez do trânsito sem riscos de segurança para os transeuntes.

Lisboa só teria a ganhar com uma obra que iria produzir efeitos práticos na vida dos seus habitantes.”

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publicado por Carlos Gomes às 15:39
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