Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores
Sexta-feira, 17 de Novembro de 2017
“SALÓN, LÁGRIMAS Y DESEO” VALEM QUINTO GRAMMY LATINO A LILA DOWNS

Lila Downs começa a ser sinónimo de…Grammy Latino! Depois de quatro vitórias em cinco nomeações, 2017 trouxe na bagagem mais um galardão, desta vez na categoria “Melhor Album Pop Vocal Tradicional”. Com o álbum “Salón, Lágrimas y Desejo”, a cantora mexicana ultrapassou Yordano, Ednita Nazario, Juan Gabriel e Franco De Vita, conquistando uma das mais reputadas distinções mundiais.

Lila Grammy

Recorde-se que Lila é ainda detentora de três nomeações, e uma vitória, nos Grammy Awards e que o seu mais recente disco foi editado pela Music In My Soul (editora do grupo Rhodes Music Entertainment).


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publicado por Carlos Gomes às 20:59
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“MOUTHFUL OF BREAD”, A ESTREIA DE AGU EM PORTUGAL

Com três letras apenas se escreve…AGU, o nome da cantora e compositora do leste da Europa que espalha as suas virtudes artísticas pelos terrenos da Indie Folk. Nasceu na Polónia, viveu e estudou em Praga e atualmente reside na Irlanda, país que escolheu para a inspirar na criação do seu próximo EP.

AGU promo

Ao público português apresenta-se com “Mouthful Of Bread”, tema cantado em inglês, retirado do EP de estreia - “Towards the Light” (ou “Ke Světlu” na sua língua natal). Por entre a sua doce voz, a melodia transporta-nos para um outro plano existencial. Para um local onde a futilidade não existe e o conteúdo e a mensagem persistem. AGU é tudo isto e muito mais. AGU é sinónimo de música.

AGU nasceu na Polónia, na costa do mar Báltico, mas viveu e estudou até recentemente em Praga. Depois de alguns anos no papel de vocalista de diversos projetos diferentes, assumiu de vez a composição das suas próprias músicas e letras, enveredando por uma carreira a solo.

Assim chegamos a “Ke Světlu” (ou, em inglês, “Towards the Light”), registo, que, embora tenha marcado a sua estreia, foi muito bem recebido pela crítica especializada.

AGU transcende fronteiras, culturas e géneros. A sua música comporta uma miríade de linguagens e influências musicais. Os loops da guitarra alada que carrega juntam-se aos efeitos sonoros imprevisíveis e às vozes e harmonias descontraídas e sonhadoras. A música que compõe, e canta, oscila entre diversas praias mas espraia-se frequentemente pelo extenso areal que é o Indie Folk.

De AGU podemos esperar muito. Podemos esperar energia e irreverência. E uma voz delicada e com pedaços de mundo que nos oferece composições em polaco, checo e inglês. AGU é o futuro. Mas é também o presente. É isso que agora provará aos portugueses.

E tudo graças à Music For All e ao novo EP que editará em breve. Atualmente vive na Irlanda, país onde termina as composições e gravações daquele que se tornará no seu próximo registo sonoro. Abram alas, AGU chegou.


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publicado por Carlos Gomes às 20:55
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PAN APRESENTA PROPOSTAS PARA O ORÇAMENTO DE ESTADO DE 2018

PAN – Pessoas-Animais-Natureza

Lista medidas OE 2018

SAÚDE

  1. Reforço de Nutricionistas no Serviço Nacional de Saúde (SNS);
  2. Reforço de Nutricionistas na Escola Pública;
  3. Reforço de 75 Psicólogos para Escolas (+ 200 psicólogos do POCH);
  4. Reforço de 40 Psicólogos no SNS;
  5. Reforço de 50 Psicólogos para os serviços prisionais;
  6. Criar condições para partos na água nos hospitais;
  7. Taxa intermédia de IVA na prática de atividades físicas, com ou sem instrutor (com exceção do golfe);
  8. Alargamento do pagamento do subsídio especial de educação, passando este a ser pago anualmente e não apenas durante o período escolar, por forma a permitir a continuidade da intervenção psicológica nos meses de férias escolares;
  9. Comparticipação da linha pediátrica de produtos para ostomizados;
  10. Reforço de Fisioterapeutas no SNS;
  11. IVA reduzido nos acessórios para as próteses auditivas;
  12. Reforço de Optometristas no SNS;
  13. Aplicar o IVA de 6% para os serviços de teleassistência a idosos e a doentes crónicos, sejam esses serviços prestados ao utente final, sejam eles prestados a outras entidades públicas ou privadas;

ALIMENTAÇÃO E BEM-ESTAR

  1. Distribuição de fruta às crianças do pré-escolar;
  2. Disponibilizar bebidas vegetais no 1º ciclo e pré-escolar;
  3. Alterar a taxa mínima do IVA para produtos como a banha e outras gorduras de porco;
  4. Aumento do IVA do leite com chocolate e do leite aromatizado;
  5. Aplicação do imposto especial de consumo sobre bebidas açucaradas a leites achocolatados e aromatizados;

JUSTIÇA SOCIAL

  1. Construção de 49 salas de atendimento às vítimas nas esquadras de forma faseada até 2021;
  2. Intérpretes de Língua Gestual Portuguesa nos Hospitais;
  3. Gratuitidade no acesso aos museus e monumentos nacionais para estudantes do ensino profissional e superior nas áreas históricos-artísticas e de turismo, património e gestão cultural;
  4. Estímulo à alteração de hábitos de consumo, ao desperdício e à mentalidade do “descartável” (dedução à colecta de despesas com a reparação de computadores e de bens de uso pessoal e doméstico);
  5. Atualização das tabelas de honorários dos advogados oficiosos em 5%;
  6. Concessão de benefícios a empresas que combatam o desperdício alimentar;
  7. Entrada em vigor no primeiro trimestre de 2018 do Estatuto dos Registos e Notariado (que aguardam com uma portaria provisória desde 2001);
  8. Aumento do valor base da prestação social para a inclusão até ao montante estimado para o limiar da pobreza;

JUSTIÇA FISCAL 

  1. Fim da Isenção de IVA para artistas tauromáquicos;
  2. Revogação da taxa intermédia de IVA para entradas em espetáculos tauromáquicos;
  3. Redução do IVA na alimentação de animais de companhia;
  4. Redução do IVA nos tratamentos veterinários;
  5. Dedução em IRS das despesas com medicamentos destinadas a animais de companhia;
  6. Fim dos subsídios às eletroprodutoras para construção de novas barragens;
  7. Dedução em sede de IRS das despesas de sustentabilidade (as incorridas com a aquisição de bicicletas, de veículos elétricos capacitados para o trânsito em vias rodoviárias, janelas de vidro duplo eficientes, ou outros de classe de eficiência máxima, e de painéis solares ou dispositivos de produção elétrica pela captação de energia eólica);
  8. Taxa intermédia de IVA para aquisição de aparelhos, máquinas e equipamentos destinados à produção de energia renovável;
  9. Aumento da Taxa de Recursos Hídricos para produtores de energia elétrica e agropecuária;
  10. Taxa sobre munições de chumbo;
  11. Permitir a dedução em IRS das despesas com todas as áreas da psicologia (atualmente só é possível psicologia clínica);
  12. Isenção de IVA para todos os Psicólogos (não apenas Psicólogos clínicos que são os que agora estão isentos);
  13. Isenção de IVA para Optometristas;
  14. Maior acesso à justiça para todos: reduzir o IVA dos serviços de consultoria jurídica para todos os cidadãos e cidadãs (atualmente só beneficiam de IVA reduzido os desempregados e trabalhadores no âmbito de processos judiciais de natureza laboral e a pessoas que beneficiem de apoio de advogados judiciosos);

AGRICULTURA E BIODIVERSIDADE         

  1. Pacote de 13 medidas para a implementação da Estratégia Nacional para a Agricultura Biológica;
  2. Aumento de IVA sobre os pesticidas e agrotóxicos - objetivo é aumentar os pesticidas e fertilizantes utilizados na agricultura convencional, mantendo à taxa mínima os utilizados na agricultura biológica
  3. Contratação de quatro técnicos superiores para o Banco Português de Germoplasma Vegetal;

FLORESTA E ECOSSISTEMAS

  1. Criação de programa específico de apoio à instalação e implementação de carvalhos, castanheiros e outras folhosas – Proposta: Reforço de 2 milhões de euros (50% do Fundo Florestal Permanente e 50% do Fundo Ambiental) para criação de programa de financiamento de apoio à instalação e implementação de carvalhos, castanheiros e outras folhosas num total de 1000/hectares, bem como apoio à manutenção no valor de 250€/ano/hectare, durante 21 anos;
  2. Dedução das despesas relativas à limpeza de terrenos florestais em sede de IRS;
  3. Reforço da Verba 8.1.1 do PDR2020 (promover a florestação de terras agrícolas e não agrícolas), aumentando o valor dos prémios de manutenção das folhosas e eliminando o atribuído as resinosas);
  4. Reforço de 5 milhões de euros do Fundo Florestal Permanente para contratar vigilantes para a floresta nos meses mais críticos, localizando as equipas nos territórios onde o risco de incêndio é elevado a máximo e onde a sua perigosidade seja alta a muita alta (projeto piloto de contratação de 1000 vigilantes durante 5 meses – 1000 pessoas x 1000€/mês x 5 meses = 5.000.000€);
  5. Mais Vigilantes da Natureza (205 durante 2018 e programação de contratação anual de forma a atingir 525 vigilantes até 2020);
  6. Alargamento aos motociclos dos incentivos fiscais na compra dos veículos elétricos;
  7. Alargar a contribuição fiscal de 0,08€ a todos os sacos de plástico;
  8. Alteração da Lei da Fiscalidade Verde: aumento da taxa de gestão de resíduos;
  9. Alteração da Lei da Fiscalidade Verde: terminar com o benefício concedido ao envio para inceneração que só paga 70% da taxa passando a pagar a totalidade;
  10. Redução do IVA do papel reciclado;
  11. Avaliação das necessidades de transportes públicos em termos de acessibilidade e realização de obras necessárias;

PROTEÇÃO ANIMAL

  1. Atribuição de verba de 2 milhões de euros para a construção de Centros de Recolha Oficial de Animais;
  2. Registo e taxa obrigatória para matilhas de caça;
  3. Criação de linha de apoio a escolas de formação de cães de assistência;
  4. Atribuição de verba de 1 milhão de euros para campanha nacional de esterilização;
  5. Alterar a taxa mínima do IVA para a criação de animais para experiências de laboratório;
  6. Criação de equipa de salvação e resgate animal na Proteção Civil;


publicado por Carlos Gomes às 20:30
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PAN QUER ALARGAR AOS LEITES ACHOCOLATADOS A TAXA DAS BEBIDAS AÇUCARADAS

Orçamento do Estado 2018: PAN negoceia o aumento do IVA e o alargamento da taxa das bebidas açucaradas aos leites achocolatados

  • Com níveis de açúcar mais elevados do que a Coca-Cola e a Pepsi os leites achocolatados continuam sujeitos à taxa reduzida de IVA
  • Imposto especial de consumo aplicado sobre bebidas adicionadas de açúcar deverá também ser aplicado nos leites achocolatados
  • Medidas pressupõem coerência legislativa e justiça fiscal nas políticas de prevenção de saúde
  • Produtos consumidos essencialmente pelas crianças, grupo etário com níveis preocupantes de excesso de peso em Portugal

O PAN, Pessoas-Animais-Natureza, quer alargar aos leites achocolatados e aromatizados a medida do governo que entrou em vigor em Fevereiro deste ano e que prevê uma nova taxa sobre as bebidas com açúcares e adoçantes.

Apesar de apresentarem níveis de açúcar mais elevados do que a Coca-Cola e a Pepsi, em média entre 90 e 134 gramas de açúcar por litro (dados anexos), os leites achocolatados continuam sujeitos à taxa reduzida de IVA.

Os malefícios do açúcar para a saúde estão amplamente estudados e são conhecidos, consumidos em excesso, provocam diabetes e obesidade. Reconhecendo este problema, o Governo, por via do Orçamento do Estado para 2017, criou uma tributação especial do consumo às bebidas açucaradas (incluindo as bebidas com outros edulcorantes), seguindo as recomendações da Organização Mundial de Saúde, que sustentam a eficácia da medida na redução do consumo de açúcar, especialmente nas crianças e a poupança de custos para os sistemas de saúde.

Segundo o estudo da Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil (APCOI) de 2013-2014 que contou com 18.374 crianças (uma das maiores amostras neste tipo de investigação): 33,3% das crianças entre os 2 e os 12 anos têm excesso de peso, i.e., uma em cada três crianças, das quais 16,8% são obesas. Os leites achocolatados são consumidos essencialmente pelas crianças, as quais registam, em Portugal, níveis preocupantes de excesso de peso. Segundo o Inquérito Alimentar Nacional e de Atividade Física 2015-2016, 25% das crianças e 32,3% dos adolescentes tem excesso de peso ou obesidade.

Ao tributar à taxa mínima de IVA os leites achocolatados e aromatizados, transmitimos a mensagem de que se tratam de alimentos saudáveis, incentivando o seu consumo pelo que estes produtos devem deixar de ser beneficiados com a taxa de IVA reduzida e passar a estar sujeitos à taxa normal.

Para além disso e por questões de coerência legislativa e de políticas de prevenção de saúde pública, o imposto especial de consumo que foi aplicado o ano passado sobre bebidas adicionadas de açúcar ou outros edulcorantes deverá também ser aplicado, exatamente da mesma forma, aos leites achocolatados e aromatizados. Ou seja, sempre que o teor de açúcar destas bebidas for inferior a 80 gramas por litro, o imposto será de 8,22 euros por hectolitro e quando a quantidade de açúcar é igual ou superior a 80 gramas por litro, o valor aumenta para 16,46 euros por hectolitro.

De acordo com os dados do Ministério da Educação no ano letivo de 2015/2016, foram distribuídos aos alunos do ensino pré-escolar e do 1.º ciclo do ensino básico público 48 094 641 pacotes de leite, quase 10 milhões de litros (9 907 496), que não especifica qual a percentagem de leite com chocolate e de leite simples. No Despacho n.º 7516-A/2016, de 2 de junho de 2016, o Ministério da Saúde definia que se deviam “disponibilizar preferencialmente” o “leite simples meio-gordo/magro, iogurtes meio-gordos/magro, preferencialmente sem adição de açúcar”.



publicado por Carlos Gomes às 20:06
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MUSEU DO ORIENTE LEVA PROPAGANDA CHINESA A LEIRIA

Exposição na Casa-Museu João Soares inaugura esta sexta-feira

Depois de ter estado em exposição no Museu do Oriente, “Cartazes de Propaganda Chinesa – A Arte ao serviço da Política” mostra-se, a partir de 17 de Novembro, na Casa-Museu João Soares, em Cortes, Leiria.

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Organizada em torno de seis núcleos – Mao Zedong e os Heróis da Revolução Comunista; a Luta de Classes; as Políticas do Partido Comunista Chinês; as Pinturas de Ano Novo; Cultura Popular e Diversidade Étnica da China; e as Lutas Revolucionárias Internacionais – esta exposição é uma organização conjunta da Fundação Oriente, a Fundação Mário

Soares e a Câmara Municipal de Leiria, que dá a conhecer um conjunto cartazes de propaganda chinesa produzidos entre 1959 e 1981.

Estes documentos históricos acompanham o período que vai da campanha política de Mao Tse Tung, designada o Grande Salto em Frente, à criação das Comunas Populares e o fim da Revolução Cultural. Nos cartazes estão ilustrados os temas mais correntemente abordados à época, como a glorificação do presidente Mao e dos heróis comunistas, a prosperidade da economia, a luta contra o imperialismo, a felicidade do povo e o poder do exército.

Com o objectivo de mostrar ao povo o caminho a seguir, os cartazes tinham tiragens de dezenas de milhares de exemplares, fazendo parte do quotidiano do povo chinês. Na sua maioria, anteviam o futuro radioso da China comunista, com o Presidente Mao a conduzir o país à felicidade e glória.

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publicado por Carlos Gomes às 20:01
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Quinta-feira, 16 de Novembro de 2017
PAN DENUNCIA CRIME AMBIENTAL NO RIO TEJO

PAN denuncia ao Ministério Público crime de poluição provocada por indústrias no Tejo e pede suspensão da atividade

  • Suspensão da atividade das indústrias pela prática de crime ambiental
  • Existe o perigo de se dar continuidade à atividade criminosa
  • A legislação portuguesa prevê que as medidas destinadas a evitar o impacte negativo de uma ação sobre o ambiente devem ser adotadas
  • Populações lesadas direta e indiretamente perante a indiferença do Ministério do Ambiente

No seguimento do drástico agravamento da situação da poluição no Rio Tejo que tem dado origem a denúncias e pedidos de intervenção da tutela por parte de Presidentes de Câmaras de vários municípios como Gavião, Nisa, Abrantes e Mação, tal como por parte de cidadãos com a criação do Movimento Cívico para Defesa do Rio Tejo, “ProTejo”, o PAN – Pessoas-Animais-Natureza, denuncia hoje ao Ministério Público o crime de poluição praticado impunemente pelas indústrias no Tejo.

O PAN pede a suspensão da atividade destas indústrias porque estão reiteradamente a colocar em causa os valores ambientais e a saúde pública. E existe o perigo de se dar continuidade à atividade criminosa. São várias as normas na legislação portuguesa que preveem que as medidas destinadas a evitar o impacte negativo de uma ação sobre o ambiente devem ser adotadas, mesmo na ausência de certeza científica da existência de uma relação causa/efeito entre eles.

Os mais recentes acontecimentos com evidências das elevadas cargas de poluição, já veem sido denunciados há vários anos e revelam uma total desconsideração destas indústrias e de quem lhes permite e facilita a atividade de um relevante recurso hídrico fundamental para o desenvolvimento sustentável destas regiões e do país.

As populações são lesadas direta e indiretamente de diversas formas, desde o grave risco para a saúde pública, aos impactos, imediatos e futuros, em várias atividades económicas: pesca, agricultura, pecuária, gastronomia, turismo.

“O PAN entende que está a fazer aquilo que o Ministério do Ambiente já deveria ter feito há muito tempo: solicitar a suspensão das atividades poluidoras. Estamos perante um crime ambiental grave que está a levar à ruína do Rio Tejo”, reforça André Silva, Deputado do PAN.



publicado por Carlos Gomes às 18:49
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Quarta-feira, 15 de Novembro de 2017
UBER E AIRBNB MUDAM REGRAS DO JOGO

Como a Uber e a Airbnb mudaram as regras do jogo: As Upstarts, de Brad Stone, autor bestseller do New York Times, chega a Portugal

Uma visão profunda sobre a realidade de Silicon Valley e os maiores unicórnios dos últimos anos chega-nos por Brad Stone, colaborador do New York Times e autor do bestseller A Maior Loja do MundoAs Upstarts, o seu novo livro editado em Portugal pela Actual Editora, explica como a Uber e a Airbnb estão a mudar o mundo, uma história vista de dentro, que observa, a cada passo, a força disruptiva destas duas empresas e o seu impacto a nível global.

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Há dez anos era impensável entrar no carro de desconhecidos ou dormir em casa de alguém que não conhecêssemos. Hoje isso é tão natural como encomendar um livro online. A Uber e a Airbnb vingaram nesta nova era, redefinindo bairros, desafiando as formas como os governos controlam os negócios e alterando a nossa forma de viajar.

Em As Upstarts, a mais recente obra de Brad Stone, que acaba de ser lançada em Portugal, o autor conta-nos a história destes dois titãs que estão a vingar nesta nova era de tenacidade, conflito e riqueza. As dificuldades e polémicas que ambas as empresas tiveram de ultrapassar até se estabelecerem também são abordadas pelo editor executivo da Bloomberg News.

Partindo do princípio que uma nova geração de empresários, inspirada pelo espírito dos conhecidos renegados de Silicon Valley, como Steve Jobs e Bill Gates, está a usar a tecnologia para revolucionar as convenções nos mais diversos sectores, Brad Stone explica-nos, em As Upstarts, como Travis Kalanick, da Uber, e Brian Chesky, da Airbnb, estão a redesenhar as regras dos negócios e chegam mesmo a ultrapassar obstáculos éticos e legais. Para isso, partilha com o leitor histórias das empresas mais radicais de Silicon Valley.

De realçar que o livro As Upstarts, da Actual Editora, já pode ser adquirido em Portugal pelo PVP de 19.90€.

Brad Stone é editor executivo na Bloomberg News, onde se dedica à temática da tecnologia global e Silicon Valley. É autor do bestseller A Maior Loja do Mundo, o livro sobre a Amazon que foi aclamado como o Melhor Livro do Ano 2013 pela Financial Times. Colabora com publicações como a Newsweek e o New York Times.


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publicado por Carlos Gomes às 08:47
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Terça-feira, 14 de Novembro de 2017
LISBOA RENOVA ELEVADOR DE SANTA JUSTA

Elevador de Santa Justa renova-se aos 115 anos
No ano em que celebra 115 anos renova-se a identidade deste ex-líbris de Lisboa, melhorando a sua imagem, recuperando as infraestruturas e a funcionalidade dos espaços existentes, e dando assim melhores condições de utilização aos milhares de visitantes que dele usufruem. Atualmente soma cerca de um milhão de visitantes por ano.


Estão concluídas as intervenções no processo de restauro e melhoramento dos acessos ao nível do piso térreo do Elevador de Santa Justa. O projeto esteve a cargo do arquiteto Miguel Arruda.
Foi feito um conjunto de ações na estrutura, com o objetivo que esta obra de arte readquirisse a sua forma e desenho original. As intervenções realizaram-se ao nível dos tetos, dos revestimentos, da reparação dos elementos metálicos, da recuperação e/ou substituição das peças ornamentais deterioradas, entre outras. O espaço manteve a sua singularidade e ganhou maior luminosidade e profundidade. Estas alterações permitiram ainda a criação de um espaço comercial.
O Elevador de Santa Justa já tinha sido alvo de obras de reabilitação da estrutura, que decorreram entre 2009 e 2016, por várias fases, e que tiveram como finalidade a preservação e melhoria das condições de segurança do monumento.
Classificado em 2002 como Monumento Nacional, trata-se de uma obra arquitetónica de ferro única, com uma ornamentação rica e exuberante que define a sua estrutura metálica, repleta de arcos de gosto neogótico, um dos monumentos mais visitados e fotografados da cidade, que oferece uma vista de 360 graus no topo.
Esta terça-feira, dia 14 de novembro, realizou-se uma sessão pública de apresentação das obras de remodelação do piso térreo do Elevador, bem como dos projetos futuros de melhoria de acessibilidade e das estruturas, no espaço Topo Chiado.
O Elevador de Santa Justa, ou Elevador do Carmo como também é conhecido foi inaugurado no dia 10 de Julho de 1902, inicialmente utilizava o vapor como força de tração, o seu sistema foi eletrificado em 1907. É um monumento admirável projetado pelo engenheiro Raul Mesnier de Ponsard
Um dos principais acontecimentos da história da sua construção encontra-se no dia 31 de agosto de 1901, dia em que foi feito, em poucas horas e por sistema de alavanca, o lançamento do passadiço sobre a Rua do Carmo, destinado a estabelecer ligação entre o topo do Elevador e o Largo do Carmo.



publicado por Carlos Gomes às 14:52
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Segunda-feira, 13 de Novembro de 2017
CARRIS REMODELA ELEVADOR DE SANTA JUSTA

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publicado por Carlos Gomes às 14:03
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FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS REÚNE EM MONÇÃO ENCONTRO NACIONAL DE CONSELHEIROS TÉCNICOS

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publicado por Carlos Gomes às 14:00
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Domingo, 12 de Novembro de 2017
CASA DO MINHO EM LISBOA MANTÉM TRADIÇÃO DA COUVADA À MINHOTA

Casa do Minho em Lisboa mantém-se fiel á divisa: Uma boa mesa para uma boa política regionalista!

Está a decorrer nas instalações da Casa do Minho em Lisboa mais um tradicional almoço da couvada à moda do Minho, tal como era outrora hábito sobretudo nos lares mais pobres da nossa região.

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A couvada constitui desde sempre um dos pratos mais apreciados do lavrador minhoto. Mal começava o Outono e com ele as longas noites passadas à lareira, as couves faziam parte da alimentação diária do pobre camponês. Juntava-lhe as batatas, o feijão, a chouriça e, de um modo geral, um pouco de tudo quanto a lavoura lhe oferecesse. Era um verdadeiro manjar dos deuses.

Remonta ao século IV Antes de Cristo a origem da couve, altura em que os gregos a descobriram na região da Jônia e dela se surpreenderam pelos seus poderes medicinais, para além das suas virtudes culinárias. Porém, foram os romanos que a trouxeram para a Península Ibérica e nos deram a conhecer, passando a constituir o género de verdura mais consumida até aos finais da Idade Média.

Rica em fibras, iodo, cálcio, potássio, enxofre, magnésio e ômega 3; além de vitaminas A, B1, B2, B6, C e K, a couve é uma hortaliça da família Brassicaceae, constituindo um alimento de baixa caloria, desde sempre utilizado no tratamento de doenças estomacais, tendo vindo com o tempo a revelar-se como um excelente anti-inflamatório, antibiótico e anti-irritante natural, aplicado no combate a gripes, problemas hepáticos, renais e menstruais; artrite, bronquite, hemorroidas, úlceras e pedras nos rins e, na medicina alternativa, como vermífugo, para evitar ressacas, e até mesmo para baixar a febre, quando aplicada em forma de cataplasma.

Conhecida na Galiza por “verça”, a variedade de couve-galega é no Minho responsável por uma das melhores iguarias da cozinha tradicional portuguesa – o caldo verde – considerada uma das 7 maravilhas da gastronomia de Portugal!

O paladar constitui um dos sentidos que o minhoto sempre conserva e o mantém permanentemente ligado ao seu rincão natural, ao seu pedaço de Minho!

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publicado por Carlos Gomes às 15:05
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MONÁRQUICOS HOMENAGEIAM REI D. MIGUEL

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publicado por Carlos Gomes às 09:45
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MINHOTOS RUMAM A LOURES PARA CANTAR AO MENINO JESUS

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publicado por Carlos Gomes às 01:24
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MAGUSTO DE SÃO MARTINHO JUNTA MINHOTOS EM LOURES

Terminou há instantes o magusto de São Martinho que o Grupo Folclórico Verde Minho levou a efeito nas instalações da Associação Luís Pereira da Motta, em Loures.

Fotos: Carlos Gomes / Manuel Santos

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Tratou-se de um evento que reuniu amigos e componentes daquele grupo folclórico minhoto que se vem destacando pela sua dinâmica e espírito de iniciativa. Porém, de forma imprevista, ficou marcada por alguma contenção e sobriedade em virtude do falecimento de dois familiares de componentes do Grupo Folclórico Verde Minho.

Entretanto, os organizadores preparam já a realização dos tradicionais Cantares ao Menino que vai ter lugar no próximo dia 17 de Dezembro, a partir das 15 horas, na Igreja Matriz de Loures. Neste evento vão participar, além naturalmente do grupo organizador – o Grupo Folclórico Verde Minho – o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega, o Rancho Folclórico da Casa do Minho, o Grupo de Danças e Cantares Alto do Moinho e o Rancho Folclórico Alegria do Minho.

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publicado por Carlos Gomes às 00:49
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Sábado, 11 de Novembro de 2017
MOVIMENTO 1º DE DEZEMBRO LANÇA LIVRO SOBRE DESFILE NACIONAL DAS BANDAS FILARMÓNICAS DESDE 2016

O Movimento 1º de Dezembro procede ao lançamento no próximo dia 29 de Novembro do livro “O Novo 1º de Dezembro”, em cerimónia que vai ter lugar no Palácio da Independência, ao Largo de São Domingos, 11, em Lisboa. Trata-se de uma iniciativa do Movimento 1º de Dezembro que assinala cinco anos do Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas (2012-16), e visa enriquecer e valorizar o dia em que celebramos a independência nacional.

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Sob chancela da "Casa Sassetti", uma marca da Editora Princípia, trata-se de um livro-álbum elaborado sob coordenação de José Ribeiro e Castro, apresentando imagens de bandas filarmónicas e outros grupos que, nos últimos cinco anos, já vieram representar 71 concelhos neste "novo 1º de Dezembro", festivo e popular.

A obra tem como promotores o Movimento 1º de Dezembro, a Sociedade Histórica da Independência de Portugal e a Confederação Musical Portuguesa e como patrocinadores 16 Câmaras Municipals: Baião, Cabeceiras de Basto, Cantanhede, Carrazeda de Ansiães, Castelo Branco, Chaves, Leiria, Lisboa, Mafra, Mangualde, Montijo, Odemira, Pedrógão Grande, Ponte de Lima, Portimão, Seia, Viana do Alentejo e Viana do Castelo.

As fotografias usadas no livro-álbum são de Isabel Santiago Henriques, Manuel dos Santos, Carlos Gomes, José Ribeiro e Castro e Rui Ochoa.

O livro será apresentado por José Ribeiro e Castro, coordenador da obra e do Movimento 1º de Dezembro, e por José Alarcão Troni, presidente da Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

O preço de venda ao público é 25,00 €.



publicado por Carlos Gomes às 16:16
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Sexta-feira, 10 de Novembro de 2017
BANDAS FILARMÓNICAS DESFILAM EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA EM 1640

Bandas Filarmónicas de todos os distritos do país vão participar no desfile nacional que vai ter lugar no próximo dia 1 de Dezembro, no âmbito das comemorações do dia da Restauração da Independência Nacional em 1640.

A organização pertence ao Movimento 1º de Dezembroque lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios. É possível realizá-lo também graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro.

Está também prevista a edição este ano de um livro em forma de álbum fotográfico que constitui um interessante registo das participações das bandas filarmónicas nas comemorações do 1º de Dezembro.

O Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas que este ano se realiza tem o seguinte programa:

14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)

15h00 - Início do Desfile

16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.900 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

17h00 - Fecho e desmobilização das bandas

Nesta 6ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:

GRUPOS DE PERCUSSÃO:

Tocá Rufar (Seixal)

Mareantes do Rio Douro (Gaia)

BANDA NACIONAL:

Banda da Armada

BANDAS FILARMÓNICAS:

Banda Musical de Figueiredo (Arouca)

Sociedade Recreativa e Filarmónica 1º de Janeiro de Castro Verde (Castro Verde)

Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense "Os Amarelos" (Moura)

Banda de Música da Carvalheira (Terras de Bouro)

Associação Filarmónica Retaxense (Castelo Branco)

Associação Recreativa Musical Covilhanense | Banda da Covilhã (Covilhã)

Sociedade Filarmónica Oleirense (Oleiros)

Banda Filarmónica da União de Aldeia de João Pires (Sociedade Recreativa e Musical) (Penamacor)

Sociedade Filarmónica Aurora Pedroguense (Sertã)

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Fratelense (Vila Velha de Ródão)

Sociedade Musical Recreativa de Alqueidão / Filarmónica do Alqueidão (Figueira da Foz)

Filarmónica Instrução e Recreio de Abrunheira (Montemor-o-Velho)

Sociedade Filarmónica Sangianense (Oliveira do Hospital)

Sociedade Filarmónica Portimonense (Portimão)

Sociedade Recreativa e Musical Loriguense (Seia)

Sociedade Filarmónica Avelarense (Ansião)

Sociedade Artística Musical 20 de Julho de Santa Margarida do Arrabal (Leiria)

Sociedade Filarmónica Pedroguense (Pedrógão Grande)

Associação Musical e Artística Lourinhanense (Lourinhã)

Banda da Escola de Música da Juventude de Mafra (Mafra)

Banda Juvenil do Município de Gavião (Gavião)

Sociedade Musical Nisense (Nisa)

Sociedade Recreativa Musical Alegretense (Portalegre)

Banda Filarmónica de Crestuma (Gaia)

Sociedade Filarmónica Gualdim Pais (Tomar)

Sociedade Filarmónica Progresso Matos Galamba (Alcácer do Sal)

Banda Musical do Barreiro (Barreiro)

Banda Nova de Barroselas (Associação Banda Escuteiros de Barroselas) (Viana do Castelo)

Banda Marcial de Tarouquela e Municipal de Cinfães (Cinfães)

Banda de Música de São Cipriano “A Nova” (Resende)

Sociedade Filarmónica Fraternidade de São João de Areias (Santa Comba Dão)

Será um total de 32 entidades, integrando 1 grupo de persussão, 1 banda nacional militar e 30 bandas filarmónicas civis.

Serão cerca de 1900 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país que irão descer a Avenida da Liberdade, para celebrar Portugal, a Independência e a Restauração através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.

Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes sob a direcção do Maestro Capitão-Tenente Délio Gonçalves, da Banda da Armada.

Ao longo do desfile, serão interpretadas várias marchas, bem como o Hino da Restauração. O alinhamento do momento colectivo conta também, além do Hino da Restauração, com a interpretação dos Hino da Maria da Fonte e Hino Nacional.

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publicado por Carlos Gomes às 21:27
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COUVADA JUNTA MINHOTOS EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 18:36
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MINHOTOS REALIZAM AMANHÃ EM LOURES MAGUSTO DE SÃO MARTINHO

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publicado por Carlos Gomes às 18:08
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A MINHA VIVÊNCIA COM D. MANUEL MARTINS

* Crónica de Paulo Freitas do Amaral

Conheci D. Manuel Martins numa colónia de férias para crianças que viviam numa casa para adopção da Ordem das Irmãs da Caridade de Setúbal (Madre Teresa de Calcutá).

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Na altura fazia parte de um grupo de jovens católicos denominado “Nós e Tu” da paróquia da Amora e que trabalhava entre muitas outras atividades com crianças para adopção naquela Instituição católica.

D. Manuel Martins era sempre uma presença constante no apoio que dava a todas as crianças e a todos nós jovens que fazíamos voluntariado, naquela idade em que se faz a universidade e em que pensamos que um dia conquistaremos o mundo…Com a sua fé e com o seu espírito tolerante transmitia-nos sempre a força de estarmos a ser determinantes na construção da vida daquelas crianças…

Os fim de semanas que passei em voluntariado entre freiras nesta Instituição fez-me valorizar as palavras de incentivo ditas nas visitas habituais de D.Manuel Martins, pois a vida lá dentro não era fácil, entre medicação nocturna a crianças deficientes, acompanhamentos à escola, acompanhamento no trabalho dos TPC`s, e em todo o carinho e afecto que estas precisavam, ainda tínhamos que cumprir com a dureza da oração ao longo de vários momentos do dia, a começar às 6 da manhã em inglês e de joelhos perante o santíssimo.

As crianças, sensivelmente até aos 12 anos de idade apegavam-se a nós e nós a elas mas gostavam sobretudo de D.Manuel Martins. Ele além de ser uma visita habitual  também celebrava missa semanal na Igreja adjacente e acompanhava de perto os problemas das crianças. Posso até dizer que era uma figura paternal para as crianças, muitas delas com problemas de doenças e com pouco tempo de vida.

Lembro-me aquando da primeira colónia de férias em que fui monitor destas crianças, a festa feita por elas quando talvez no sexto ou no sétimo dia, D.Manuel Martins visitou as instalações da escola secundária da Costa da Caparica que na altura tinha sido totalmente adaptada para acolher as crianças no mês de Agosto…

Foi talvez a primeira vez em que valorizei de facto o trabalho de uma instância superior da Igreja que em vez de andar nos corredores da Alta hierarquia da Igreja, dava-se a conhecer que àqueles que não tinham pai nem mãe e que precisavam de amor.

A missa era celebrada por ele com um humor próprio, de forma às crianças perceberem…Muitas foram as gargalhadas dadas na celebração pela forma de resposta espontânea das crianças em toda a sua inocência,,,

Se muitos jovens que tal como eu foram marcados por D.Manuel Martins, imagino então todas a crianças a quem marcou com os seus conselhos e amor.

Um daqueles Homens que fará falta nos dias que vivemos.

Foto: Agência Ecclesia



publicado por Carlos Gomes às 17:39
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CAMILA MASISO CHEGOU PARA (EN)CANTAR PORTUGAL

Masiso. Camila Masiso. Este é o nome a reter da nova geração que começa a cruzar o oceano para mostrar ao público português o que de melhor se faz atualmente na Música Popular Brasileira (MPB) e na Bossa Nova. Com dois álbuns a solo editados, inúmeros espetáculos no Brasil, e por esse mundo fora, Camila tem nos diversos galardões conquistados desde 2010 uma das imagens de marca.

Camila Masiso

A residir atualmente em Portugal, a cantora e compositora revela “Rei do Povo”, primeiro single retirado do segundo disco de originais, “Patuá”. Neste álbum é possível encontrar ritmos regionais mas também um pouco de Samba e de Jazz, criando uma sonoridade orgânica, sendo que a maioria das composições é de autores do Rio Grande do Norte, região que vê a sua congénere apresentar-se ao público português através do selo da Music For All numa série de três showcases intimistas e especiais.

Confere as datas abaixo:

10.11 | Showcase FNAC Almada, 22h, Entrada Livre

17.11 | Showcase FNAC Alfragide, 21h30, Entrada Livre

23.11 | Showcase FNAC Vasco da Gama, 18h30, Entrada Livre

Camila Masiso é natural de Natal, capital do estado do Rio Grande do Norte, no nordeste do Brasil. É formada em Direito mas desde 2009 que a música é a sua verdadeira aposta, tendo navegado desde sempre entre a Música Popular Brasileira (MPB), o Samba, o Jazz e a Bossa Nova.

O primeiro capítulo da sua carreira acontece em 2010, ano em que lança o seu disco de estreia. Sob o título “Boas Novas” foram então editadas nove composições originais. Com esse mesmo disco foi finalista do MPBeco, representou o estado do Rio Grande do Norte no Festival nacional das rádios públicas (ARPUB), foi indicada para o Prémio Hangar 2010 (tendo vencido na categoria de “Intérprete Revelação”) e realizou ainda uma digressão em França.

Os anos seguintes trariam mais projetos e conquistas surpreendentes. Primeiro chegou a consagração enquanto solista, através da primeira edição do Parcerias Sinfónicas com a Orquestra Sinfónica da UFRN. Este espetáculo contou com a colaboração especial do músico Diogo Guanabara, e ainda venceu o Prémio Hangar 2011 na categoria “Melhor Show do Ano”.

Novo ano, novo projeto. Desta vez quis o destino que o espetáculo “Que Maravilha”, concretizado em parceria com o cantor italiano Pheel Balliana, surgisse no seu caminho. Desta parceria resultou também um videoclipe e uma segunda incursão pelos palcos europeus: Itália, Áustria, Eslovénia e Espanha! Logo de seguida retornou a Itália, mais concretamente a Milão, a convite da EMBRATUR para o evento “Goal To Brazil”, associado ao Mundial de Futebol que se realizaria no Brasil.

Chegamos então ao presente e a “Patuá”, o segundo disco de originais da cantora brasileira. Não só apresentou este trabalho no Teatro Rival, espaço de excelência artística do Rio de Janeiro, como teve ainda a oportunidade de repetir a façanha no Theâtre Le Comedy Club em Paris, França. Neste álbum é possível encontrar ritmos regionais mas sempre com um pouco de samba e de jazz, criando uma sonoridade especial e orgânica, sendo a maioria parte dos compositores especificamente do Rio Grande do Norte. Nota também para a vertente física do projeto: o booklet contém fotografias de Giovanna Hackradt, sendo a conceção visual de Flávio Freitas e os videoclipes e making of de Danilo Guanabara e Larinha R. Dantas.

Entretanto Camila decide fazer as malas e viver em Portugal, encontrando-se a frequentar o Mestrado em Interpretação – Canto Jazz na Universidade de Évora, mas também a mostrar ao público português o novo trabalho a solo, “Patuá”, através do selo da Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 17:21
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PAN QUER SUSPENDER PLANTAÇÃO DE EUCALIPTOS

PAN quer suspensão da plantação de eucaliptos até nova lei entrar em vigor

  • Nova legislação só entra em vigor em Março e até lá o risco de Eucaliptização é muito elevado
  • A moratória é urgente para garantir que as reformas da floresta já aprovadas não sejam colocadas em causa
  • A suspensão o investimento em espécies folhosas autóctones

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza apresenta hoje um projeto de lei que visa alterar o regime jurídico aplicável às ações de arborização e rearborização e que pretende impedir a plantação de eucaliptos até a entrada em vigor da nova lei.

O novo regime de arborização e rearborização estabelece a redução do eucalipto e pretende impor uma aconselhável diversificação da floresta, criando “zonas tampão” que evitem ou mitiguem tragédias como foram os incêndios de Pedrógão Grande. No entanto só se prevê a entrada em vigor da nova lei aplicável às ações de Arborização e Rearborização (Lei n.º 77/2017 de 17 de Agosto) em Março de 2018. O PAN entende que a permissão de plantação de eucaliptos até à entrada em vigor da nova lei é um erro que poderá levar a que as áreas geográficas afetadas pelos incêndios possam já estar repletas desta espécie rentável quando se tentar diversificar a floresta portuguesa.

A suspensão temporária de toda a plantação de eucaliptos incentivará ainda a plantação de espécies arbóreas folhosas autóctones com uma boa capacidade produtiva, reconhecida qualidade da madeira produzida, maior proteção e resistência à propagação de incêndios, por manterem um microclima mais fresco e húmido nos meses de Verão, valorização da paisagem, bem como abrigo e alimento para a fauna silvestre, desempenhando também funções auxiliares na agricultura.

O ordenamento do território florestal português tem nas últimas décadas vindo a conhecer uma transformação radical, onde se privilegiou o fomento da plantação de eucaliptos em detrimento de espécies autóctones numa lógica puramente economicista, uma vez que esta espécie apresenta rendimento económico a curto prazo.

Segundo os resultados preliminares do Inventário Florestal Nacional, os eucaliptos tiveram um crescimento de 13% entre 1995 e 2010, representando atualmente a espécie dominante na floresta portuguesa, com 812 mil hectares plantado, o que corresponde a 26% do território florestal luso.

Esta iniciativa não pretende fazer um exercício de diabolização do eucalipto, mas sim, reforçar a necessidade de ser equacionada uma gestão do território florestal português que obedeça a trâmites de racionalidade e adequação.

A importância das árvores autóctones é reconhecida pelo Estado, pelos numerosos quadros normativos subjacentes às mesmas, no entanto, face à pressão dos interesses económicos, estas espécies são constantemente desconsideradas em detrimento do eucalipto, dada a disparidade evidente de períodos temporais de maturidade das espécies em crise – desta forma é dada primazia à espécie com período de maturidade muito mais diminuto, neste caso o eucalipto.



publicado por Carlos Gomes às 16:46
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GRUPO DE FOLCLORE DAS TERRAS DA NÓBREGA FESTEJA O SÃO MARTINHO

Diz o Povo sabiamente que "em tempos de São Martinho, lume, castanhas e vinho". O Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega (GFTN), despretensiosamente sugere uma alteração a este adágio para: em tempos de São Martinho, lume, "Castanhas & Minho"!

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Trata-se da IV Tarde de Folclore Minhoto, organizada pelo GFTN que trará as tradições outonais minhotas, as castanhas ao borralho, as concertinas e as canas-verdes, o vinho doce e a água-pé ao Salão de Festas dos Bombeiros Voluntários de Linda-a-Pastora em Queijas (Oeiras).

Este ano, além do anfitrião Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega teremos o Grupo Folclórico de São João Baptista de Nogueira (Braga - Baixo Minho Cávado) e o Grupo Folclórico de Cuide de Vila Verde (Ponte da Barca - Alto Minho Interior).

"Se o Inverno não erra caminho, tê-lo-emos pelo São Martinho". Não nos assustemos com as intempéries e sejam nossos convidados entre castanhas assadas, uma malga de verde e um vira minhoto! Seria para nós um prazer e uma honra poder receber Vossas Excelências neste nosso último evento do ano.



publicado por Carlos Gomes às 10:26
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Quinta-feira, 9 de Novembro de 2017
CONVENTO DOS CARDAES ORGANIZA JANTAR SOLIDÁRIO

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publicado por Carlos Gomes às 23:20
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MAGUSTO DE S. MARTINHO JUNTA MINHOTOS EM LOURES

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publicado por Carlos Gomes às 23:18
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“PRODIGAL CHILD”, A NOVA AFIRMAÇÃO DOS BLESS THE MESS

Os portugueses Bless The Mess mostram-nos um talento renovado, com o lançamento do seu terceiro single, “Prodigal Child”.

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Começaram com um ritmo característico de eternos jovens do rock, amanheceram num registo mais maduro e imponente. Como um filho pródigo, regressam agora com um estilo mais Indie Rock, onde juntam um toque psicadélico que fica facilmente no ouvido.

O EP “Low Blow” foi a primeira mostra que a Music For All deu a conhecer dos Bless The Mess, ao qual acrescenta agora este novo rumo, este novo ritmo. Os Bless The Mess estarão no Popular Alvalade dia 11 de novembro, a partir das 23h, para apresentação do novo single.

Os Bless the Mess são um quarteto de rock lisboeta formado por Tiago Cabral a dar voz e teclas, Miguel Pimenta na guitarra, Afonso Pinto no baixo e Jorge Varandas na bateria.

Formados em 2013, nos tempos de escola, passaram por uma mudança de alinhamento no momento de gravação do seu primeiro EP, com a saída de um dos guitarristas, sendo que desde então compuseram de novo as suas fileiras e ganharam calo ao vivo ao tocar em eventos como o Rock ‘n’ Roll Fucking Fest na República da Música ou em espaços como o Tokyo Lisboa.

Prosseguindo na rota ascendente e evolutiva que têm traçado, em 2017 assinam com a Music For All, através da qual já editaram dois singles, “Never Too Old” e “Dawn” e apresentam agora o terceiro. O EP foi lançado em maio de 2017 e está disponível em todas as plataformas.


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publicado por Carlos Gomes às 23:10
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PAN ACUSA GOVERNO DE PREFERIR O SECTOR DA CAÇA EM DETRIMENTO DA VIDA SELVAGEM

Proibição de caça nas zonas afetadas pelos incêndios

PAN acusa Governo de não defender a vida selvagem para proteger o sector da caça

  • A proibição de caça apenas em áreas ardidas superiores a 1000 hectares é manifestamente insuficiente
  • Os animais sobreviventes procuram agora refúgio e alimentação nas poucas e reduzidas áreas não atingidas pelos fogos
  • Governo continua a permitir a caça a espécies migratórias inclusivamente às que estão desaparecer a um ritmo galopante
  • São privilegiados os interesses do sector da caça em detrimento da proteção dos animais e dos ecossistemas

Numa reação às portarias que limitam e restringem a caça nas zonas ardidas e que proíbem a caça nos 96 concelhos do país afetados pelos incêndios, em áreas superiores a 1000 hectares e até 31 de Maio de 2018, o PAN – Pessoas-Animais-Natureza, afirma que as medidas adotadas pelo governo são manifestamente insuficientes para acautelar a preservação das espécies selvagens atingidas, mas acima de tudo defendem os interesses da indústria da caça, mesmo num contexto de calamidade.

Nestes casos de ocorrência de incêndios de grandes dimensões e violência, importa estabelecer no calendário venatório uma norma transitória excecional adequada a salvaguardar a sobrevivência das espécies e adotar um conjunto de medidas de proteção dos exemplares sobreviventes.

A proibição de caça apenas em áreas superiores a 1000 hectares é manifestamente insuficiente para retirar a enorme pressão sobre os animais sobreviventes que procuram agora refúgio e alimentação nas poucas e reduzidas áreas não atingidas pelos fogos. Por este motivo o PAN deu entrada de uma iniciativa que visa suspender a caça em todo o território nacional acima do rio Tejo por um período de dois anos.

Nas referidas portarias pode ler-se que a caça às aves migratórias como a rola-comum será restrita a dois dias por semana por semana, cabendo a cada associação de caçadores a escolha desses dias em que irão caçar as espécies migratórias.

É absolutamente incompreensível que o governo continue a permitir a caça a aves migratórias, nomeadamente num quadro em que muitas destas espécies se encontram bastante pressionadas, como é o caso da rola-comum que está a desaparecer a ritmo galopante em Portugal e na Europa. A situação da espécie no espaço europeu é dramática estimando-se que a sua população tenha decrescido 73% nos últimos 20 anos, devendo inclusivamente, segundo a Quercus, ser incluída na lista vermelha de espécies ameaçadas com o estatuto de “vulnerável”, o que representa um claro reconhecimento científico da ameaça de extinção que a rola brava enfrenta. Sobre este problema o PAN apresentou uma iniciativa para instituir um regime de moratória de 3 anos para a caça da rola comum e do coelho bravo que também se encontra em situação semelhante. A proposta foi chumbada no dia 27/10/2017.

As referidas portarias preveem ainda que para o próximo ano as zonas de caça associativas e turísticas concessionadas cujos terrenos se encontrem abrangidos por estas restrições ficam isentas do pagamento de taxa anual em 2018.

O governo refere que esta medida se aplica às áreas onde não é permitido o exercício da caça na época venatória 2017/2018. O facto é que em todas as áreas do país, mesmo nas atingidas pelos fogos, continua a ser permitida a caça às espécies migratórias pelo que esta isenção só se justifica pelo facto do governo privilegiar os interesses do sector da caça em detrimento da proteção dos animais e dos ecossistemas.

De referir ainda que a alimentação artificial às populações de animais selvagens sobreviventes dos incêndios como veados ou corços está a ser assegurada pela sociedade civil e organizações não-governamentais. Para o PAN o governo não está a assumir uma responsabilidade que é sua. Os esforços e os apoios financeiros que estão a ser dirigidos para a indústria da caça deveriam ser canalizados para proteger e preservar as espécies selvagens, cinegéticas ou não.



publicado por Carlos Gomes às 22:48
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MOLDAVOS EM PORTUGAL FESTEJAM A SUA CULTURA

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publicado por Carlos Gomes às 22:02
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PAN PEDE SUSPENSÃO IMEDIATA DAS ATIVIDADES POLUIDORAS NO RIO TEJO
  • Suspensão da licença e responsabilização penal das empresas infratoras
  • Denúncias sobre descargas ilegais continuam inconsequentes com a conivência do Ministério do Ambiente e a situação tem vindo a piorar drasticamente
  • Nunca houve atuação concreta e decisiva que impedisse esta calamidade
  • Prevê-se também avanço de providência cautelar para a suspensão da licença de atividade das empresas poluidoras

No seguimento do drástico agravamento da situação da poluição no Rio Tejo o PAN – Pessoas-Animais-Natureza, acaba de requerer com a máxima urgência ao Ministro do Ambiente a suspensão da atividade das empresas poluidoras nas zonas de Vila Velha de Rodão, Abrantes e Alhandra até que as mesmas tenham capacidade de laborar dentro dos requisitos legais e, especialmente, sem provocarem danos ambientais. O partido pede também que se apure da responsabilidade das mesmas e desencadeie os mecanismos penais e civis com vista à punição dos infratores e regeneração dos ecossistemas a custas destes. O PAN está ainda a analisar os pressupostos para avançar com uma providência cautelar que prevê a suspensão imediata da licença de atividade das empresas poluidoras caso o Ministério do Ambiente mantenha a postura permissiva que tem tido até agora.

“Em Portugal é mais fácil fechar uma discoteca do que retirar a licença a um poluidor. Este é um crime ambiental cuja repercussão tem um grande impacto na população e que consubstancia uma ofensa à integridade física das pessoas representando um sério risco para a saúde pública”, avança André Silva.

A situação de poluição do Rio Tejo na zona de Vila Velha de Rodão é conhecida desde 2009, ano em que se fizeram as primeiras denúncias por alegadamente se verificarem descargas ilegais no rio por parte de algumas indústrias que operam nas imediações. Desde 2015 houve novamente um reforço das denúncias, foram organizadas manifestações pela defesa do Tejo, foi entregue uma petição na assembleia da república, o atual Ministro do Ambiente esteve no local em 30 de Agosto, tendo afirmado que a situação iria mudar.

No entanto, em Novembro de 2017 a situação piorou drasticamente. Em 13 de Outubro houve uma ou várias descargas que provocaram a morte direta de milhares de peixes entre Vila Vela de Ródão e a barragem do Fratel. Já desde há algum tempo que, consequência da referida poluição, o Rio tem sofrido um processo de eutrofização, o que coloca em causa a qualidade da água a sobrevivência das espécies piscícolas, compromete a fauna e a flora circundantes, as atividades de lazer e a qualidade dos produtos agrícolas sujeitos à rega desta água poluída.

Para além disso, não se compreende como perante todo este cenário, foi possibilitado à empresa Celtejo aumentou da sua produção a níveis para os quais não tinha capacidade de tratamento, antes de ter concluído a construção de uma nova Estação de Tratamento de Águas Residuais Industriais, a qual alegadamente resolveria o problema.

Segundo o já referido movimento, “foram efetuadas análises no rio Tejo junto à barragem do Fratel e à barragem do Cabril no rio Zêzere constatando-se que os níveis de oxigénio na água à superfície (oxigénio dissolvido) no rio Tejo na barragem do Fratel eram 100 vezes inferiores aos níveis medidos no rio Zêzere em Cabril. O oxigénio era tão baixo no rio Tejo que os peixes ou aprendem a respirar fora de água ou morrem. Esta é a realidade deste rio.”

“Estamos perante uma verdadeira catástrofe ambiental que tem ocorrido com a conivência dos vários Ministros do Ambiente, já que desde 2009 nunca houve uma atuação concreta e decisiva que impedisse as descargas sucessivas naquele que é o principal Rio da Península Ibérica, fundamental para a manutenção dos ecossistemas, abeberamento dos animais, utilização na agricultura, etc”, defende André Silva, Porta-voz e Deputado do PAN.



publicado por Carlos Gomes às 21:35
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PLATAFORMA ANTI-TRANSPORTE DE ANIMAIS VIVOS PROTESTA JUNTO AO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA

MANIFESTAÇÃO PATAV em frente ao Ministério da Agricultura, dia 11 de Novembro (sábado) pelas 15h30.

Pelo fim das injustiças e ilegalidades no Transporte de Animais Vivos

Na sequência da falta de resposta do Governo relativamente às continuadas práticas ilegais no que concerne ao transporte de animais vivos – nomeadamente no Porto de Setúbal e durante a viagem de barco com destino a Israel -  situação denunciada pela PATAV (Plataforma Anti Transporte de Animais Vivos- https://patav.weebly.com/), vimos por este meio informar que está convocada uma manifestação que vai ocorrer em frente ao Ministério de Agricultura, dia 11, sábado, pelas 15h30.

A PATAV continua a chamar a atenção para as más práticas de transporte de animais vivos e toda a crueldade e ilegalidade que o mesmo acarreta. Recentemente o tema foi abordado pelo programa “Sexta às 9”, alertando consciências e procurando a ajuda de quem pode fazer a diferença. Infelizmente, e enquanto o governo continua em silêncio, continuam a ser recolhidas provas concretas dos referidos abusos.

Esta manifestação acontece na sequência dos trabalhos que têm vindo a ser realizados para não deixar cair este assunto no esquecimento, para exigir que a lei se cumpra, e que os direitos destes animais sejam garantidos e salvaguardados como lhes é devido.



publicado por Carlos Gomes às 09:10
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Quarta-feira, 8 de Novembro de 2017
PONTE DE LIMA TRAZ A LOURES ALHEIRA DE GALO E ARROZ DE SARRABULHO À MODA DE PONTE DE LIMA

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os Restaurantes do Sarrabulho em Ponte de Lima

O arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima e a alheira de galo vão fazer as delícias dos melhores apreciadores da cozinha tradicional minhota. Trata-se de uma jornada gastronómica levada a cabo pelo Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os Restaurantes de Sarrabulho em Ponte de Lima e vai ter lugar no próximo dia 4 de Fevereiro, no refeitório da Câmara Municipal de Loures.

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O arroz de sarrabulho é uma das mais ricas especialidades da cozinha portuguesa em geral e minhota em particular. Um autêntico manjar próprio dos deuses!

Ao invés das papas de sarrabulho que são feitas à base de farinha de milho, aqui impera o arroz como a própria designação indica.

Desde a perna do porco às belouras, do chouriço verde às farinhotas e outros aromas e delícias de fazer crescer àgua na boca, o porco compromete-se na elaboração deste magnífico prato. As carnes são temperadas com louro, cravinho e noz-moscada, sal e pimenta e, no final, com os cominhos que lhe conferem um paladar muito peculiar e único. As carnes, depois de cozinhadas e desfiadas, juntam-se ao arroz e vão de imediato à mesa.

Por sua vez, a alheira de galo, especialidade produzida pela Minho Fumeiro, situada na Correlhã, no concelho de Ponte de Lima, e já galardoada com a medalha de ouro no concurso da Feira Nacional da Agricultura, em Santarém, é justamente considerada a “melhor das melhores” alheiras do país.

Com baixo teor de sal e calorias, contendo apenas 13 gramas de gordura e 14 gramas de proteína, a sua confecção possui alguns segredos que vão do pão amolecido no caldo da cozedura das carnes de galo até aos temperos.

E porque onde há Minho há alegria e tradição, lá estará o Grupo Folclórico Verde Minho para animar o evento com as mais alegres rapsódias do folclore do Alto Minho.

Por sua vez, entendendo que o folclore ou seja, a sabedoria popular não se restringe ao canto e à dança mas abrange todos os aspectos da vida social, incluindo nela a própria gastronomia, o Grupo Folclórico Verde Minho juntou esforços com o melhor da restauração limiana para em Loures – às portas da capital do país! – dar a conhecer a Alheira de Galo e o Arroz de Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima.

- Venham, pois, provar o nosso património!

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publicado por Carlos Gomes às 19:50
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REVISTA DE MARINHA LANÇA COMANDAR NO MAR

Treze Histórias Reais de Liderança no Mar

As Edições Revista de Marinha lançam o seu novo título, Comandar no Mar, um livro onde vários oficiais de Marinha partilham as suas experiências de comando no mar, onde cada escolha pode ter consequências para o navio e sua tripulação ou guarnição, onde a confiança dos marinheiros no seu comandante é essencial.

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Numa altura em que a liderança é, cada vez mais, um tema na ordem do dia, Comandar no Mar surge como uma coletânea de testemunhos de comandantes dos mais variados tipos de navios da Marinha Mercante, Marinha de Guerra e Reserva Naval.

Ao longo do livro, treze comandantes da Marinha contam as suas histórias ao comando de vários tipos de navio e em diversos contextos, com o intuito de partilhar princípios de comandar no mar que possam igualmente servir de inspiração em terra, ajudando a compreender melhor a liderança sob diversas perspetivas.

Comandar no Mar conta testemunhos reais, desde o comando num submarino ou do bem conhecido Navio Escola Sagres, ao relato de Carla Muralha, uma comandante de sucesso no mundo marítimo.

Nas palavras do Almirante Alexandre da Fonseca, editor da obra, “Este livro será certamente útil para quem desempenha funções de chefia ou de comando nos outros ramos das Forças Armadas, Forças de Segurança e em organizações civis e nas empresas.” 

Comandar no Mar é uma edição da Revista de Marinha e patrocinado pela Thales Portugal e EDISOFT.

Comandar no Mar

Edições Revista de Marinha
Pvp: 20€ (para assinantes Revista de Marinha)
À venda nos locais habituais, no site da Revista de Marinha, na Loja do Museu de Marinha, Clube dos Oficias da Marinha Mercante, no Clube Militar Naval e na livraria da Universidade Católica.

Mais informações: assinaturas@revistademarinha.com

Capítulos e Autores:

O Exercício do Comando - Nuno Vieira Matias (Alm ref)

Comando Abaixo da Superfície - Álvaro Rodrigues Gaspar (CAlm ref)

A Bordo do Navio de Cruzeiros - Amadeu Albuquerque (Cap MM)

Treino e Avaliação Geram Competência - António Mendes Calado (VAlm)

Nos Veleiros da Pesca do Bacalhau - António Marques da Silva (Cap MM)

Navio Graneleiro - Carla Muralha (Capt MM)

Uma Lancha de Fiscalização Pequena em Cabinda - Frederico Melo Franco (Eng) (2ºten Res Naval)

Do Comando de Uma LDG ao Comando de Uma Corveta - João Pires Neves (VAlm ref)

Comandar o Nrp “Vasco Da Gama”- José Conde Baguinho (VAlm ref)

Força naval. Outro Patamar de Comando - José Domingos Pereira da Cunha (VAlm res)

A Reserva Naval a Comandar - José Pires de Lima (Eng) (2ºten Res Naval)

Navio hidrográfico. Um Navio Especial - José Seabra de Melo (CAlm res)

Navio-escola “Sagres”. Uma experiência inesquecível... - José Manuel Castanho Paes (Alm ref)

Comandar no Mar - CAPA



publicado por Carlos Gomes às 15:50
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ATÉ TU, BONO… PARADISE PAPERS

* Crónica de Paulo Freitas do Amaral

Nos últimos tempos começamos a banalizar e a constatar que os crimes de fuga fiscal através de offshores mancham os nossos ídolos de sempre e que nos habituaram a sentir emoções raras e bonitas através da música, da arte ou do desporto.  Falo de ídolos que nos  servem de referências como Bono, Madona ou Cristiano Ronaldo.

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Este dinheiro que nos é ocultado e que poderia servir de aplicação em melhores cuidados médicos, em melhores serviços sociais e em serviços de combate à pobreza serão compensados com outras atitudes altruístas impingidos pelos mesmos a todos nós pelas redes sociais ? 

Ninguém duvida que atitudes como ajudar os feridos dos incêndios em Portugal, adoptar crianças africanas ou fazer concertos para combater a Sida são atitudes de valor e de pessoas com preocupações sociais mas os milhões que deveriam reverter para o bem comum dos cidadãos não daria para sustentar a adopção de centenas de crianças, de ajudar milhares de feridos de incêndios e de prevenir de centenas de pessoas em África em relação aos perigos da Sida?

Aqui entra a conflito entre o que é mediático (normalmente aquilo que se faz de bem) e aquilo que é decidido nos bastidores no que diz respeito à fuga de capitais para o bem comum (o que se faz de mal). 

O caso de Bono em particular choca-me ainda mais pois aprecio bastante a obra dos U2 e sou um ouvinte atento de todos os bonitos discursos nas instâncias internacionais que este artista fez e porque sou um ouvinte regular de todas as suas obras artisticas como “Sunday bloody Sunday”  entre outras e que nos ensinam a defender certos valores ocidentais e a partilhar um sentimento de justiça e de distribuição de riqueza através do planeta…

Era bom para a sociedade ouvir uma palavra destes ícones para com os seus fãs e dar a conhecer as razões de tal noticias virem a público e saber se realmente têm algum fundo de verdade. Quanto a este tipo de transparência, assistimos também em Portugal a uma “notícia modelo” circulando em todos os órgão de comunicação social sem nunca haver a menção a quem são realmente os 70 portugueses envolvidos no Paradise Papers…

Será que iremos assistir tal como no caso “Panamá Papers” a uma ocultação dos portugueses constantes nas listagens das sociedades de advogados? Provavelmente sim, bastará sabermos vagamente que foram 2 dezenas de pessoas ligadas ao BES e ao BPN…enfim, como diriam os AC/DC;" Moneytalks"



publicado por Carlos Gomes às 14:17
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MAGUSTO DE S. MARTINHO JUNTA MINHOTOS EM LOURES

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publicado por Carlos Gomes às 02:09
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PONTE DE LIMA TRAZ A LOURES ALHEIRA DE GALO E ARROZ DE SARRABULHO À MODA DE PONTE DE LIMA

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os Restaurantes do Sarrabulho em Ponte de Lima

O arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima e a alheira de galo vão fazer as delícias dos melhores apreciadores da cozinha tradicional minhota. Trata-se de uma jornada gastronómica levada a cabo pelo Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os Restaurantes de Sarrabulho em Ponte de Lima e vai ter lugar no próximo dia 4 de Fevereiro, no refeitório da Câmara Municipal de Loures.

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O arroz de sarrabulho é uma das mais ricas especialidades da cozinha portuguesa em geral e minhota em particular. Um autêntico manjar próprio dos deuses!

Ao invés das papas de sarrabulho que são feitas à base de farinha de milho, aqui impera o arroz como a própria designação indica.

Desde a perna do porco às belouras, do chouriço verde às farinhotas e outros aromas e delícias de fazer crescer àgua na boca, o porco compromete-se na elaboração deste magnífico prato. As carnes são temperadas com louro, cravinho e noz-moscada, sal e pimenta e, no final, com os cominhos que lhe conferem um paladar muito peculiar e único. As carnes, depois de cozinhadas e desfiadas, juntam-se ao arroz e vão de imediato à mesa.

Por sua vez, a alheira de galo, especialidade produzida pela Minho Fumeiro, situada na Correlhã, no concelho de Ponte de Lima, e já galardoada com a medalha de ouro no concurso da Feira Nacional da Agricultura, em Santarém, é justamente considerada a “melhor das melhores” alheiras do país.

Com baixo teor de sal e calorias, contendo apenas 13 gramas de gordura e 14 gramas de proteína, a sua confecção possui alguns segredos que vão do pão amolecido no caldo da cozedura das carnes de galo até aos temperos.

E porque onde há Minho há alegria e tradição, lá estará o Grupo Folclórico Verde Minho para animar o evento com as mais alegres rapsódias do folclore do Alto Minho.

Por sua vez, entendendo que o folclore ou seja, a sabedoria popular não se restringe ao canto e à dança mas abrange todos os aspectos da vida social, incluindo nela a própria gastronomia, o Grupo Folclórico Verde Minho juntou esforços com o melhor da restauração limiana para em Loures – às portas da capital do país! – dar a conhecer a Alheira de Galo e o Arroz de Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima.

- Venham, pois, provar o nosso património!

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publicado por Carlos Gomes às 01:50
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COMUNICADO DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS

Solidariedade com o movimento associativo folclórico nacional

No ano em curso, mas especialmente nos meses de junho e de outubro, Portugal foi assolado por uma autêntica catástrofe a nível de incêndios florestais e urbanos, designadamente nas regiões centro e norte do país.

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Pelas mais diversas razões, não conseguiram as instituições envolvidas na proteção civil e no ataque aos incêndios proceder à sua extinção a tempo de impedir a perda de mais de cem vidas humanas e de tão elevado património natural e urbano. Perante tal catástrofe, o país ficou mais pobre e mais vulnerável.

A memória das pessoas que perderam a sua vida nestes incêndios, ou em sua consequência, impõe à sociedade portuguesa e, sobretudo, às entidades oficiais que têm entre as suas principais atribuições a defesa e a salvaguarda de vidas e bens, que no futuro não possam repetir-se tragédias de tal dimensão. Se não se tivesse “poupado” na prevenção, certamente que não se teria assistido à impotência de meios e de recursos para debelar tão vasta calamidade, e nem seria agora necessário despender verbas tão avultadas como as que serão mobilizadas para apoiar as vítimas desta tragédia.

Que, ao menos, saibamos aprender a lição, posto que o preço, sobretudo a nível humano, foi tão elevado!

Entre as vítimas e os lesados desta incomensurável catástrofe encontram-se alguns folcloristas e até alguns grupos de folclore, cujo património, adquirido com tanto empenho e com tanto esforço, foi pasto das chamas. Por isso, a Federação do Folclore Português entende dever expressar aos Grupos e Ranchos de Folclore prejudicados por estes incêndios uma palavra de muita solidariedade e de muito carinho, pugnando para que, qual Fénix renascida das cinzas, possam encontrar força e ânimo para prosseguir no seu tão notável labor em prol da salvaguarda e valorização da cultura tradicional portuguesa.

Os nossos respeitosos cumprimentos.

A Direção da Federação do Folclore Português



publicado por Carlos Gomes às 00:27
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Terça-feira, 7 de Novembro de 2017
FORMAÇÃO DE VETERINÁRIOS EM LISBOA

Na sequência da recente legislação que proíbe o abate de animais de companhia como método de controlo populacional e institui o programa CED (CapturarEsterilizar-Devolver) como método preferencial de gestão das populações felinas silvestres em ambiente urbano, a Animais de Rua e a Casa dos Animais de Lisboa (CAL), organizaram, com o apoio de três organizações internacionais - a Change for Animals Foundation, o International Cat Care e a Mayhew.

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Trata-se de uma formação em técnicas cirúrgicas de esterilização de felinos silvestres, que está a decorrer, nas instalações da CAL, até ao próximo dia 10 de Novembro, com a participação de 30 Médicos Veterinários Municipais e de Clínicas Veterinárias privadas que cooperam com programas CED em Portugal Continental e Ilhas.

Este é, na opinião da Maria Pinto Teixeira, directora geral da Animais de Rua, mais um passo essencial na evolução das políticas públicas de controlo e bem estar animal em Portugal.



publicado por Carlos Gomes às 20:02
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Segunda-feira, 6 de Novembro de 2017
FOLKLOURES 18 接受西藏传统舞蹈

东方思维中国文化的弘扬将代表中国社区在 FolkLoures 18

居住在葡萄牙的华人社区将参加下一期的 FolkLoures--文化会议, 更具体地说, 将于2018年7月7日举行的文化艺术节。在澳门圣保禄教堂遗址的复制品旁边, "东方思维的中国文化促进" 将呈现西藏之舞 "随想曲奈特·库马拉"。

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奈特·库马拉是藏 (藏) 的传统舞蹈, 代表着传统、自由的风俗和大振幅的运动。藏族的舞蹈总是以坚定的姿态, 正面和胸部为男人, 并为妇女的曲率和柔软的姿态, 这些图像的启发, 藏族人民在大平原的日常生活。然而, 由于该地区文化的多样性, 藏族舞蹈本身也受到其他相邻地区的文化影响。

藏族舞蹈的运动对男女都有子范畴, 其中一个类别的名字是 "中国踢踏舞"。

藏族舞蹈所用的服饰, 与藏族人民的共同服饰相呼应, 色彩和人物都十分鲜艳。

下一版的 FolkLoures 源于6月30日至 2018年7月7日, 将包括会议, 展览, 传统产品和民俗节日在城市公园, 在洛里什。

FolkLoures 是绿色敏民俗团体的一项倡议, 在洛里什市的支持下, 这是一个重要的举措。

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publicado por Carlos Gomes às 21:46
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FOLKLOURES’18 RECEBE DANÇA TRADICIONAL DO TIBETE

Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa representará a comunidade chinesa no FolkLoures’18
A comunidade chinesa radicada em Portugal vai participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, mais concretamente no festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. Junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, o grupo “Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” vai apresentar a Dança de Tibete, “Capriccio de Kumara”.

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Kumara é uma formação de dança tradicional da etnia Zang (Tibete), o que representa as tradições, os costumes através de movimentos livres e de grande amplitude. As danças tibetanas transmitem sempre uma atitude firme, de cabeça erguida e de peito cheio para os homens e uma postura de curvatura e suavidade para as mulheres, imagens essas inspiradas na vida quotidiana do povo tibetano nos grandes planícies. Contudo, devido à diversidade de culturas naquela região, a própria dança tibetana sofre de influências culturais das outras regiões vizinhas no seu resultado final.

Os movimentos das danças tibetanas tem subcategorias tanto para homens como para mulheres, um dos nomes atribuídos a uma subcategoria é "Chinese Tap Dance".
Os trajes utilizados para danças tibetanas correspondem ao vestuário comum do povo tibetano, cheios de cores e figuras.
A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

O FolkLoures é uma iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho que conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures.

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publicado por Carlos Gomes às 21:44
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LUIZ SALGADO CELEBRA DUAS DÉCADAS DE CARREIRA EM PORTUGAL

Luiz Salgado pertence à rara estirpe de músicos com o dom de transmitir a quem o ouve a terra, a região e o país que o viu nascer. É, aliás, impossível ficar indiferente ao amor que transmite pela cultura e influências da Música Popular Brasileira e da música caipira na sua sonoridade!

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Depois de se ter apresentado ao público português com o single “Galope à Beira-Mar”, do disco “Quanto Mais Meus Óio Chora, Mais o Mar Quebra na Praia” (2016), é tempo de se estrear nos palcos nacionais. Lisboa abre as hostilidades com uma noite imperdível: com a ajuda de André Abujamra e do Acrobata do Riso vai celebrar as duas décadas de carreira, no B.Leza! Seguem-se passagens por Castro Verde e Porto numa digressão com o selo da Music For All.

Conhece as restantes datas, e respetivos detalhes, abaixo:

8.11 | + André Abujamra e Acrobatas do Riso, B.Leza, Lisboa, 22h, 5€

11.11 | 7Arte, Castro Verde, Entrada Livre

17.11 | Fábrica dos Ofícios, Porto, 23h, Entrada Livre

Luiz Salgado é um cantautor do interior de Minas Gerais. Desenvolve um aprimorado trabalho assente na expressão musical do Brasil profundo, na música que emana do que há de mais autêntico e genuíno da tradição das festas populares, da folia de reis, do congado e da viola caipira.

No seu ofício de intérprete e compositor, faz da sua viola não só um instrumento musical de trabalho, mas também uma ferramenta de combate. Com os seus acordes, ponteados e versos, canta o mato, a prosa e o causo, transformando a sua música numa atitude perante a cultura e a vida, ao mesmo tempo que imprime uma maneira de ver o mundo e de celebrar a beleza da tradição, da natureza, dos costumes e do folclore dessa região de Minas Gerais.

Luiz Salgado possui cinco álbuns de estúdio – “Trem Bão” (2003), “Sina de Cantadô” (2008), “Navegantes” (2012), “2 Mares” (2013) e o mais recente “Quanto Mais Meus Óio Chora, Mais o Mar Quebra na Praia” (2016) – e um DVD ao vivo, “Noite e Viola” (2010), lançados no decorrer dos seus vinte anos de carreira. Adicionalmente, integra o grupo Quatro Cantos juntamente com os guitarristas Cláudio Lacerda, Rodrigo Zanc e Wilson Teixeira.

Ao longo do seu percurso, o músico tem participado em vários festivais no Brasil, tendo conquistado prémios como o 1º lugar no Festival da Canção de Pirapora (2000); Melhor Música Original no Festival da Canção de Viçosa (2002); 1º lugar no Festival Canções para Arteiros, do Itaú Cultural (2009); 1º lugar no Festival Marolo de Ouro, em Paraguaçu (2010); 1º lugar no 10º Festcol (Festival Nacional de Música), em Colatina (2010); Melhor Intérprete no Prémio Rozini de Excelência da Viola Caipira de Belo Horizonte (2010), ou o 1º lugar no 5º Fenaviola (Festival Nacional de Viola), em Itapina (2011), em conjunto com Gil da Mata e Murilo.

No currículo conta também com participações televisivas nos programas “Viver e Conviver” na Rede Vida (São Paulo); “Bem Brasil”, no SESC Interlagos (São Paulo); “Viola Brasil” da TV Horizonte (Belo Horizonte); “Sr. Brasil” da Rede Cultura (São Paulo); “Talentos”, da TV Câmara (Brasília) ou “Zás” da TV Assembléia (Belo Horizonte).

Em 2017 assina com a Music For All, através da qual embarcará numa digressão lusitana já no início de Novembro.


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publicado por Carlos Gomes às 21:24
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CASA DO CONCELHO DE GOUVEIA REALIZA EM LISBOA MAGUSTO BEIRÃO E DESFILE DE VESTIDOS DE CHITA

A Casa do Concelho de Gouveia, com sede em Lisboa, leva a efeito no próximo de 11 de Novembro, o tradicional Magusto beirão, um dos eventos com maior tradição no seio da associação regionalista.

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A Direcção da Casa do Concelho de Gouveia programou uma tarde animada e particular. Para além da tradição recheada de castanha, haverá música e tradição têxtil.

O tecido de "Chita" remonta aos anos 1600, trazido da Índia por portugueses e holandeses, que se espalharam por toda a Europa.

No final do Século XVIII, ingleses e franceses proibiram a sua importação para a Europa, no entanto, com a 1ª Guerra e 2.ª Guerra Mundial o tecido voltou a ter importância acrescida devido ao seu baixo custo de produção, e por se tratar de um tecido de qualidade baixa, ao alcance da carteira de todos.

O tecido de "Chita" é normalmente conhecido pelas suas cores vivas e padrões regulares ou florais.

Para lembrar este tecido importante, que faz recordar por certo, as nossas mães e principalmente as nossas avós, em parceria com a Casa Museu D`Avó, a Casa do Concelho leva a efeito um desfile de vestidos de Chita.

Programação:

15h30 - Desfile de vestidos de "Chita".

16h30 - Festa da Castanha e do Enchido.

tradicional Magusto/degustação de produtos.

Participação do Grupo de Concertinas de Gouveia.



publicado por Carlos Gomes às 13:25
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PAN E ORDEM DOS NUTRICIONISTAS ALERTAM PARA A FALTA DE QUALIDADE DAS REFEIÇÕES NAS ESCOLAS

Deputado do PAN e Bastonária da Ordem dos Nutricionistas em ação de alerta para a falta de qualidade das refeições escolares

  •     -   Desde o início do ano letivo 70 queixas relativas à má qualidade das refeições escolares e à falta de pessoal nas cantinas
  •       - 25% das crianças e 32,3% dos adolescentes tem excesso de peso ou obesidade
  •       -  Incumprimentos da lei por algumas escolas na implementação da opção vegetariana
  • PAN está a negociar com o governo o reforço dos nutricionistas no SNS para o OE 2018

O Deputado do PAN, André Silva e a Senhora Bastonária da Ordem dos Nutricionistas, Alexandra Bento, visitam na próxima quarta-feira, dia 8 de Novembro, a Escola Básica 2,3 Prof. Delfim Santos, em Lisboa, pelas 11h00. A visita inclui um almoço com o diretor da instituição, Amílcar Santos, na cantina da escola. Em Setembro, para marcar o início do ano letivo, o Deputado do PAN e a Senhora Bastonária visitaram outra escola do mesmo agrupamento (Escolas das Laranjeiras em Lisboa) com o objetivo de reforçar a importância da educação alimentar durante a infância e de alertar para o facto de assumir um papel fundamental na promoção de hábitos alimentares saudáveis.

falta de qualidade das refeições escolares tem originado várias queixas de pais e encarregados de educação, que apontam a má qualidade, a falta de pessoal, a pouca quantidade de comida distribuída aos alunos e o não cumprimento das condições de higiene e segurança. A Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares recebeu desde o início do ano letivo 70 queixas relativas à má qualidade das refeições escolares e à falta de pessoal nas cantinas, segundo dados do Ministério da Educação. Para além disto existem também reclamações e denúncias sobre incumprimentos da lei por algumas escolas na implementação da opção vegetariana.

Dados sobre a oferta alimentar nas escolas indicam que não estão a ser cumpridas as orientações da Direção-Geral da Educação para as ementas e refeitórios escolares, para os bufetes escolares e para as máquinas de venda automática. Isto é particularmente preocupante visto que, segundo o Inquérito Alimentar Nacional e de Atividade Física 2015-2016, 25% das crianças e 32,3% dos adolescentes tem excesso de peso ou obesidade. Além disso, 69% das crianças e 66% dos adolescentes não consome a quantidade de fruta e hortícolas recomendada pela Organização Mundial da Saúde. Adicionalmente, os adolescentes são o grupo etário com maiores consumos médios de refrigerantes, “bolachas, bolos e doces” e “snacks salgados e pizzas”.

É importante que as escolas sejam lugares promotores de alimentação saudável assegurando o Direito Humano a uma Alimentação e Nutrição Adequadas contribuindo assim para a promoção da saúde da população.

reforço de nutricionistas no Sistema Nacional de Saúde (SNS), uma das medidas que o PAN está a negociar com o governo para oOrçamento do Estado de 2018, terá impacto direto na origem de muitos problemas de saúde e evitará soluções paliativas, cujo custo para o erário público é muito superior às alternativas preventivas. Será um contributo relevante para que se desenvolvam padrões alimentares mais justos, saudáveis, ambientalmente sustentáveis e geradores de maior potencial de desenvolvimento.

É da máxima importância que o Orçamento do Estado para 2018 contemple a nutrição como fator chave para melhorar a saúde da população, alocando as verbas necessárias para garantir o direito humano a uma alimentação adequada, que só é possível se a população tiver acesso a alimentos saudáveis suficientes e a uma pedagogia nutricional realista e idónea. Por este motivo o PAN está também a negociar com o governo a introdução no Programa de Ação Escolar da distribuição de fruta no pré-escolar.



publicado por Carlos Gomes às 11:13
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ONDE SE SITUA A SEDE DA CASA CERVEIRENSE EM LISBOA?

A Casa Cerveirense em Lisboa acaba de obter instalações na Freguesia de Santa Maria dos Olivais, mais precisamente na Rua Cidade de Vila Cabral, Lote 352, em Olivais Norte.

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O anúncio foi ontem feito pela Presidente da Direcção daquela instituição regionalista, no decorrer do almoço comemorativo do 8º aniversário, ontem realizado na Quinta da Valenciana, em Fernão Ferro, no concelho de Sesimbra.

A cedência de instalações resulta de um acordo com o Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana, I.P.

A escassa distância do Aeroporto de Lisboa, da Segunda Circular, da avenida de Berlim, avenida Infante D. Henrique e da avenida Marechal Gomes da Costa, a sede da Casa Cerveirense beneficia de situação privilegiada devido à da proximidade de proximidade de magníficos parques urbanos constituídos por extensas zonas verdes, de entre os quais se destaca o Parque Urbano do Vale Fundão, um local excelente para a comunidade cerveirense levar a efeito algumas das suas actividades regionalistas.

É caso para dizer: começou uma nova fase da vida para a Casa Cerveirense em Lisboa!

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publicado por Carlos Gomes às 09:01
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Domingo, 5 de Novembro de 2017
ALFRAGIDE VAI AOS FADOS

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publicado por Carlos Gomes às 21:25
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CASA CERVEIRENSE EM LISBOA JÁ POSSUI INSTALAÇÕES PARA FUNCIONAMENTO DA SEDE SOCIAL

O anúncio foi dado a conhecer pela Drª Paula Brito, Presidente da Direcção, durante o Almoço Cerveirense que hoje juntou cerca de 4 centenas de conterrâneos em Fernão Ferro, no concelho de Sesimbra

No dia em que a Casa Cerveirense comemorava o seu 8º aniversário, as gentes de Vila Nova de Cerveira receberam a melhor prenda que há muito tempo aguardavam: A Casa Cerveirense em Lisboa acaba de obter instalações na Freguesia de Santa Maria dos Olivais, mais precisamente na Rua Cidade de Vila Cabral, Lote 352, graças a um acordo com o Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana, I.P. O anúncio foi feito pela Presidente da Direcção no decorrer do almoço hoje realizado na Quinta da Valenciana, em Fernão Ferro, no concelho de Sesimbra.

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A alegria foi imensa e a festa foi animada pelo Rancho Folclórico da Casa do Minho, curiosamente dirigido por um cerveirense – o sr. Paulo Duque – que também exerce as funções de Vice-Presidente daquela associação regionalista.

Apesar da Casa Cerveirense em Lisboa contar com 8 anos de existência, o regionalismo cerveirense na capital lisboeta remonta aos começos da década de oitenta do século passado, altura em que começaram a realizar anualmente os chamados “almoços cerveirenses”. Estes tiveram lugar durante vários anos consecutivos e eram organizados pela “Casa Cerveirense”, uma associação que reunia numas instalações na zona da Freguesia de Benfica mas que, contudo, jamais veio a ser legalmente constituída e que veio a desaparecer.

Entretanto, um punhado de cerveirenses tomou a corajosa iniciativa de reerguer na capital a bandeira do seu concelho e retomar o regionalismo, logrando agora obter as instalações onde passará a funcionar a sua sede social na capital do país. E o caminho está agora aberto para maiores e melhores realizações em prol de Vila Nova de Cerveira e dos cerveirenses, o mesmo é dizer do Minho!

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publicado por Carlos Gomes às 20:48
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OEIRAS: RIBEIRA DA LAGE FOI HOJE CAPITAL DO FOLCLORE

Terminou há instantes no concelho de Oeiras mais uma edição do Festival de Inverno organizado pelo Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage. Além do grupo anfitrião, participaram ainda o Rancho Folclórico Rosas de Tourigo – Tondela; o Rancho Folclórico “Os Rancheiros” de Vila Fria – Oeiras e o Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho, sediado em Lisboa. Coube ao Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage – Oeiras encerrar o magnífico espectáculo com que uma vez mais presenteou o numeroso público que encheu a plateia do Centro Cultural da Ribeira da Lage, na Freguesia de Porto Salvo.

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A tarde soalheira foi convidativa e permitiu este ano a realização do desfile dos ranchos folclóricos pelas ruas da localidade. No interior do pavilhão não faltaram as bancas de artesanato, doces e licores tradicionais, além naturalmente da habitual tasquinha onde se via jorrar o delicioso verdasco tão apreciado pelas gentes do Minho.

Este ano, a organização leiloou um lindo borrego, aliás praticamente um anho, um costume inédito na região de Lisboa. Em anos anteriores, a escolha recaiu num corpulento galo e num suíno bem nutrido.

Presença indefectível em todas as iniciativas dos nossos conterrâneos da Ribeira da Lage é a do sr. Dinis Antunes, Presidente da Junta de Freguesia de Porto Salvo, a apoiar e acarinhar sempre as suas iniciativas, gesto que merece da nossa parte o melhor registo.

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publicado por Carlos Gomes às 20:02
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CASA COURENSE EM LISBOA REALIZA ALMOÇO DO “BACALHAU À NATAL”

A Casa Courense em Lisboa leva a efeito no próximo dia 3 de Dezembro, o almoço de “Bacalhau à Natal”, reservando uma surpresa especial durante a refeição. Bacalhau à Natal é o bacalhau cozido com todos… A iniciativa vai ter lugar nas suas instalações, sitas na rua General Taborda, em Campolide.

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Para efectuarem reserva, os interessados deverão contactar António carvalho: 917233 343 ou João Cunha: 914 750 223.

Adultos: 15 espigueiros

Crianças: 10 espigueirinhos

Sopa à Coura

Sobremesas habituais

Café e digestivo

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publicado por Carlos Gomes às 13:30
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Sábado, 4 de Novembro de 2017
FOLKLOURES'18 TEM PROGRAMA FECHADO E JÁ COMEÇAM A CHEGAR OS PEDIDOS DE PARTICIPAÇÃO PARA O ANO SEGUINTE

À distância de quase um ano inteiro em relação à data do FolkLoures’18, a organização deste grandioso evento já tem o programa fechado e continuar a chegar solicitações de participação que serão considerados para a edição do ano seguinte.

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O FolkLoures é uma iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho que conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures e que, a cada edição, está a adquirir maior qualidade e mais notoriedade, arriscando-se a tornar-se em breve num dos maiores eventos de folclore a nível nacional

A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

Para o próximo ano está prevista, além de algumas surpresas que divulgaremos oportunamente, a participação do Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa em representação da região saloia de Loures; do Grupo de Danças e Cantares do Alto do Moinho representando o Douro Litoral; o Grupo dos Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia – Minho, o Grupo Folclórico de Penafiel – Entre-o-Douro-e-Minho; o Grupo Cultural e Etnográfico “Os Camponeses de Pias” – Serpa que traz o cante alentejano da margem esquerda do rio Guadiana e, naturalmente, o anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho, também em presentação do Minho e da comunidade minhota radicada na região saloia.

Com o apoio da Embaixada da República Popular da China, também a comunidade chinesa em Portugal trará ao palco do FolkLoures as danças tradicionais do povo chinês, ente as quais destacaremos o Dança do Leão. E, de momento, o resto é surpresa!

Além do festival propriamente dito, terá lugar uma conferência a ser proferida pelo Prof. Doutor Manuel Antunes acerca da História e Tradições das gentes de Vilarinho da Furna, a realização de uma exposição e um mercado inter-cultural.

A anunciar a festa, vão rufar os bombos do grupo “Os Arrufarte” e “Pifaradas e Gaitadas” de Unhais da Serra, concelho da Covilhã.

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publicado por Carlos Gomes às 20:01
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OEIRAS: RIBEIRA DA LAGE RECEBE AMANHÃ FESTIVAL DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 10:41
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CASA CERVEIRENSE EM LISBOA ESTÁ AMANHÃ EM FESTA

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publicado por Carlos Gomes às 09:52
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Sexta-feira, 3 de Novembro de 2017
“YOU BETTER KNOW”, A SABOROSA ESTREIA DOS KAHLI

Michel Morais e Bruna Vezenfati têm muito em comum. Nasceram no mesmo país, o Brasil. Respiram música, deambulando por entre uma existência mais feliz graças ao amor que nutrem pela nobre arte que é ser músico. E ambos criaram um projeto muito particular na cena musical brasileira, os Kahli.

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 Music For All, selo que editará muito em breve “Home is Where We Are”, registo de estreia marcado pela Pop e Neo Soul, sob influências Jazzy. Antes, porém, temos acesso a “You Better Know”, single com que se apresentam perante o público nacional.

O calendário marcava o mês de novembro. O ano? 2014. Bastou um sopro de vida para nascer a banda que hoje conhecemos como Kahli. O local não podia ser mais sugestivo: estado de São Paulo, no coração do Brasil. O destino encarregou-se então de juntar Michel Morais e Bruna Vezenfati, músicos que buscavam um propósito maior, um projeto através do qual criassem músicas inspiradas pelo amor e autoconhecimento.

O álbum de estreia foi produzido por Paulo Calasans, tecilista e produtor de nomes do calibre de Gilberto Gil e Djavan. Com a banda trabalharam também o instrumentista Genésio Júnior, o baixista Marcelo Mariano e o baterista Cuca Teixeira (que conta com colaborações com artistas de renome na indústria brasileira, tais como Gal Costa, Maria Rita e o já citado Djavan). Ainda houve a colaboração dos engenheiros de som Luis Paulo Serafim (mistura) e Carlos Freitas (masterização), ambos premiados com Grammys e habituais colaboradores dos maiores músicos brasileiros e internacionais, levando este álbum para um patamar de autêntica excelência, no qual se cruzam temas em inglês e português.

Atualmente, a dupla encontra-se em Portugal sendo representada pela Music For All. A estadia em Portugal já levou os Kahli a atuarem em cidades como Vila Real, Bragança, Porto ou Setúbal. Contudo estes são apenas os primeiros passos de um projeto muito particular. Muito em breve está previsto o lançamento do single de estreia, um tema onde Soul e Pop se encontram num ambiente jazzy, dando corpo a uma letra onde a homenagem vai para a terra natal da dupla, o Brasil, para a sua terra de acolhimento, Portugal, mas também para o mundo.

“Home is Where We Are” é, assim, o registo que apresentará os Kahli ao mundo. A edição está prevista para a reta final de 2017 sob o selo da Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 21:40
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