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Domingo, 19 de Fevereiro de 2017
CEIFEIROS DE CUBA LEVAM O CANTE DO ALENTEJO AO FOLKLOURES’17

O Grupo Etnográfico Os Ceifeiros de Cuba vai no próximo dia 1 de Julho participar no FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Trata-se de um evento que privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem atualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

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O mais genuíno folclore do Baixo Alentejo não é dançado nem tocado mas apenas cantado, o que constitui uma característica que o demarca em relação às demais regiões do país. Constituindo o cante uma forma de cantar aparentemente monótona e indolente, revela contudo uma enorme riqueza polifónica em que o sentido da sua execução é dotado duma misteriosa profundeza de alma.

O concelho de Cuba é célebre por ter servido de berço ao grande navegador Cristóvão Colombo que, em homenagem à terra que o viu nascer, deu o seu nome às terras que descobriu na América Central. É também ali que repousa o notável escritor Fialho de Almeida e onde pode visitar-se as ruínas romanas da primitiva povoação, a Igreja de Nossa Senhora da Rocha e a Grandiosa Matriz, manda construir em 1500 pelos frades de S. Vicente de Fora. Cuba é ainda famosa pelos seus excelentes queijos de ovelha, as frutas, os curtumes e os afamados vinhos que produz e comercializa juntamente com Alvito e Vidigueira.

O seu cante, característico da margem direita do rio Guadiana, é mais solene e cantochão, contrastando com o cante da margem esquerda, este mais rítmico, melodioso e alegre. Fundado em 1933, o Grupo Etnográfico “Os Ceifeiros de Cuba é muito provavelmente o melhor intérprete do genuíno cante alentejano da margem direita do rio Guadiana, respeitando a autenticidade do traje para além da verdade da expressão musical.

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Com um rico historial, é o próprio grupo que se apresenta: “Os "Ceifeiros de Cuba" - Grupo Etnográfico, atualmente ensaiados pelo Mestre Ermelindo Galinha - têm levado o nome de Cuba e do Alentejo de norte a sul do País, bem como ao estrangeiro, nomeadamente, Espanha (Burgos no País Basco e Monastério) e França (Bourgogne, Chatillhon-en-Bazois, Saulieu, Estrasburgo, no Parlamento Europeu).

Têm sido centenas as atuações do Grupo, nos mais variados contextos, quer em Feiras, Exposições, Hotéis, Discotecas, Encontros de Corais e Festivais, quer em receções e outros eventos de carácter social e cultural; de destacar as atuações no Coliseu dos Recreios, no Teatro Maria Matos, no Pavilhão dos Desportos, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, na Alfândega no Porto, no encerramento do I Congresso do Cante Alentejano, ainda as três atuações na EXPO 98, no Pavilhão de Portugal, Pavilhão dos Oceanos e Pavilhão do Território.

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Na Televisão o Grupo participou nos Programas "Bom Dia", "País, País" e "Cais do Oriente" da RTP1; "Acontece" da RTP2, "Jardim das Estrelas" da RTP Internacional e "Horizontes da Memória" na RTP2 e RTP Internacional; de registar, também, duas participações cinematográficas, uma no filme documentário "Alentejo Cantado" de Francisco Manso e outra em "Polifonias - Pace è Salute, Michel Giacometti", de Pierre-Marie Goulet.

A produção discográfica dos "Ceifeiros de Cuba" tem sido outro dos meios de preservação e divulgação do cante alentejano, tendo, até ao momento o Grupo produzido sete cassetes, um single, um LP e participação em três CD um dos quais editados pelo Instituto Internacional de Música Tradicional de Berlim e Smithsonian Folkways de Washington.

Os constantes convites que o Grupo recebe para atuações diversas são o reconhecimento do seu valor o qual tem sido, também, reconhecido pelos troféus que ganhou nos certames em que participou - sete primeiros lugares, quatro segundos lugares e quatro terceiros lugares. "Os Ceifeiros de Cuba" consideram-se, por isso, um Grupo bem representativo do cante alentejano.”

Além dos Ceifeiros de Cuba em representação do cante do Baixo Alentejo, a edição do corrente ano do FolkLoures contará ainda com representações do Minho, Madeira, Beira Litoral, Estremadura, Brasil e Moldávia.

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publicado por Carlos Gomes às 19:47
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CERIMÓNIA DE RENDIÇÃO DA GUARDA NO PALÁCIO NACIONAL DE BELÉM É UMA DOS MAIS NOTÁVEIS DO GÉNERO NA EUROPA

Render da Guarda no Palácio Nacional de Belém é já uma das cerimónias militares mais famosas a nível mundial

Teve hoje lugar mais uma espetacular cerimónia de Rendição Solene da Guarda no Palácio Nacional de Belém, em Lisboa. a Charanga a Cavalo do Regimento de Cavalaria da Guarda Nacional Republicana ofereceu uma vez mais um magnífico espetáculo militar e equestre que constitui uma das grandes atrações turísticas da capital do país, atraindo à zona histórica de Belém milhares de cidadãos nacionais e estrangeiros. Estas cerimónias ocorrem invariavelmente nos terceiros domingos de cada mês e é seguida de uma atuação no relvado do Jardim Vieira Portuense igualmente em Belém. A Rendição Solene da Guarda no Palácio Nacional de Belém, em Lisboa, é já uma das mais afamadas cerimónias militares do género que ocorrem em todo o mundo, a par das cerimónias congéneres que têm lugar do Reino Unido e na Dinamarca.

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De acordo com a informação disponibilizada pela Guarda Nacional Republicana nas redes sociais, “Corria o Ano de l942, o Regimento de Cavalaria da Guarda Nacional Republicana mantinha o seu efectivo honorífico disperso pelos diversos Esquadrões. Havia necessidade de tirar rendimento da componente artística dos valorosos “MOCAS” (alcunha dada aos Clarins) para que o seu Regimento pudesse apresentar algo diferente e com referência em paradas militares.

Era Mestre Clarim o Sargento Tomé que com todas as dificuldades da época reunia na sede periodicamente todos os Clarins dispersos pelos vários Esquadrões para a instrução possível. Viria mais tarde a ser auxiliado pelo 1º Sargento Viegas da Banda de Musica. Foram introduzidos os primeiros clarins graves e mandaram-se fazer os primeiros timbales na Fundição de Oeiras.

Nasceu assim a CHARANGA A CAVALO DO REGIMENTO DE CAVALARIA DA GUARDA NACIONAL REPUBLICANA, única no mundo a executar nos três andamentos do cavalo, passo, trote e galope, marchas militares e trechos de música ligeira. Era composta por 28 executantes sob a Chefia do Sargento Mestre Clarim. Montava cavalos russos, com excepção do Mestre que montava um malhado. Mais tarde houve a preocupação de dotar os Timbaleiros e Fila Guias também de cavalos malhados, situação que se manteve até a alguns anos atrás, mas que actualmente é impossível de sustentar, devido à falta destes exemplares.

A CHARANGA teve o seu primeiro momento alto em 1957 aquando da visita a Portugal de Sua Majestade a Rainha Isabel II, já sob a chefia do 1º Sargento Marques que foi o grande impulsionador e primeiro MESTRE DA CHARANGA. 

Actualmente com a reestruturação da Guarda Nacional Republicana, integra a UNIDADE DE SEGURANÇA E HONRAS DE ESTADO e está sedeada no 3º Esquadrão em Braço de Prata, de cuja fileira são escolhidos os cavalos mais dóceis para as suas exibições, onde utiliza instrumentos de sopro (Cornetins, Trompetes, Fliscornes, Bombardinos e Contra-Baixos) e de percussão (Tímpanos). Neste momento é constituída por 25 elementos que alem de serem bons instrumentistas, tem que ser forçosamente bons cavaleiros.

O vasto reportório da Charanga muitas vezes adaptado à especificidade de cada actuação, é em grande parte trabalhado pelos próprios executantes que fazem os arranjos e adaptações necessárias às características dos instrumentos, do grupo e ao andamento do cavalo.

Integrada em paradas militares ou actuando isoladamente, é um espectáculo ímpar ver a Charanga com os seus cavalos cuidadosamente entrançados, garupas enxadrezadas e cascos e ferraduras pintadas, aparelhados com arreios ornamentados com xabraques vermelhos e dourados, garbosamente montados por cavaleiros impecavelmente fardados, com calção branco e dólmen azul contrastando com o capacete de penacho ao vento e o dourado dos seus instrumentos.

Alem de muitas outras actuações, destacam-se as seguintes:

  • “Comemorações dos 600 anos da Aliança Luso Britânica” em Londres – Inglaterra (1973),
  • “4º C.H.I no Deustshlandlle” em Berlim - Alemanha (1980),
  • “Royal Tounament de Earls Court” em Londres – Inglaterra (l986),
  • Livgardets Dragoner Tattoo” em Estocolmo – Suécia (l993),
  • “Comemorações do 125º Aniversário da Guarda e Segurança” em Viena - Áustria (1994),
  • “Encontro Hípico Europeu Diane-Hermés” em Chantilly – França (1995),
  • “Festas de Otonõ” em Jerez de La Frontera – Espanha (l996, l997 e l998),
  • “Honneur à la Garde” em Bercy – Paris- França (l997),
  • “Expo 98” Lisboa (1998)
  • “Festival de Fanfarras a Cavalo” em Nimes – França (2001),
  • “Concurso Internacional de Saltos” em Lion – França (2005),
  • Concurso Internacional de Saltos “CHIO 2007” em Aachen – Alemanha
  • 45º Musikschau Der Nationen em Bremen – Alemanha (2009).

Para além destas participações, apresenta-se muitas vezes em território Nacional, quer em Festivais, quer em paradas Militares, sendo ainda bastante requisitada para procissões de carácter religioso nos mais recônditos locais do Território Nacional emprestando a estas cerimónias um sentimento de pompa e emoção colectiva, como aconteceu quando escoltou a Imagem de Nossa Senhora de Fátima ao Estádio Nacional para a realização do Terço Vivo.”

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 19:10
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OEIRAS RECEBE ENCONTRO DE TRADIÇÕES

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publicado por Carlos Gomes às 15:19
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Sábado, 18 de Fevereiro de 2017
MINHOTOS NA AMADORA VÃO AOS FADOS

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publicado por Carlos Gomes às 15:08
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Sexta-feira, 17 de Fevereiro de 2017
JORNAL DA ECONOMIA DO MAR APOIA PROPOSTA DO BLOGUE DE LISBOA

O JORNAL DA ECONOMIA DO MAR publicou em http://www.jornaldaeconomiadomar.com/nome-atribuir-ao-novo-aeroporto-devera-almirante-gago-coutinho/ um post no qual dá apoio à proposta do BLOGUE DE LISBOA no sentido da atribuição do nome do Almirante Gago Coutinho ao novo aeroporto a ser construído no Montijo.

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POLÍTICA & ESTRATÉGIA

Nome a atribuir ao novo aeroporto deverá ser Almirante Gago Coutinho

Com a devida vénia, fazemos nossa também a proposta de Carlos Gomes, no Blogue de Lisboa, de atribuição do nome Almirante Gago Coutinho ao novo aeroporto a ser construído no Montijo.

Por o Jornal da Economia do Mar concordar inteiramente com a oportuna proposta, colocada no nosso Facebook, aqui reproduzimos quanto escrito no Blogue de Lisboa, sem mais:

«Passam dentro de 2 anos simultaneamente 150 anos sobre a data de nascimento e 60 anos sobre a data de falecimento do grande geógrafo, navegador e historiador que foi o Almirante Carlos Viegas Gago Coutinho, pioneiro da aviação que se tornou herói nacional ao efectuar em 1922, juntamente com Sacadura Cabral, a Primeira travessia aérea do Atlântico Sul, a bordo do hidroavião Lusitânia. Com efeito, Gago Coutinho nasceu em 17 de Fevereiro de 1869 e faleceu em Lisboa 18 de Fevereiro de 1959.

Apesar da sua actividade notável como militar, geógrafo e investigador da náutica dos descobrimentos, foi sobretudo o seu estudo científico na navegação aérea e astronómica e a primeira travessia aérea do Atlântico Sul que o celebrizaram. A ele se deve a resolução do problema da medição da altura de um astro sem horizonte de mar disponível, o que levou à concepção do primeiro sextante com horizonte artificial destinado a ser utilizado a bordo das aeronaves.

Pelo seu valioso contributo para a navegação aérea, será da mais elementar justiça a homenagem que lhe é devida com a atribuição do seu nome ao futuro aeroporto que vai ser construído na margem sul do rio Tejo.»



publicado por Carlos Gomes às 14:56
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INCM APRESENTA MOEDAS COMEMORATIVAS DE 2017-02-17

O herói do desporto nacional, Carlos Lopes, no ano do seu 70º aniversário; o arquiteto Siza Vieira, retratado por Souto Moura; e o Centenário das Aparições de Fátima são algumas das Moedas Comemorativas que a Imprensa Nacional-Casa da Moeda tem previstas para 2017.

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Este ano, pela primeira vez, vai ser produzida em Portugal uma moeda corrente colorida, alusiva aos 150 anos da Segurança Pública, bem como uma moeda de coleção que combina o metal e o acrílico, uma novidade numismática que procura recriar a ampla utilização do ferro e do vidro na arquitetura do século XIX (moeda de coleção Idade do Ferro e do Vidro – Série Europa - Idades da Europa).

As dez moedas foram desenhadas por individualidades das artes visuais contemporâneas, entre as quais, José de Guimarães, Eduardo Aires, André Carrilho, João Fazenda e Luís Filipe de Abreu, dando relevo à arquitetura, à etnografia e ao desporto nacional, entre outros valores e temáticas da cultura portuguesa e internacional.

Em 2017, as moedas de coleção são dedicadas a Álvaro Siza Vieira (série Arquitetura Portuguesa), ao campeão olímpico Carlos Lopes (série Ídolos do Desporto), à rainha D. Maria Bárbara de Bragança (série Rainhas da Europa), ao Centenário das Aparições de Fátima, aos Caretos de Trás-os-Montes (série Etnografia Portuguesa), às maravilhas naturais da ilha da Madeira (série Ibero-Americana), à Idade do Ferro e do Vidro (série Europa – Idades da Europa) e ao tema O Futuro (série Desenhar a Moeda), enquanto as moedas correntes assinalam os 150 Anos da Segurança Pública e os 150 Anos do Nascimento de Raul Brandão.

Sobre a INCM

Inovação, segurança, internacionalização e dedicação à causa pública, sem esquecer a prestação de serviços de qualidade e fiabilidade a empresas privadas, são os principais eixos estratégicos da Imprensa Nacional-Casa da Moeda (INCM). Com cerca de 600 trabalhadores é uma sociedade anónima de capitais públicos e resulta da fusão, em 1972, da Imprensa Nacional e da Casa da Moeda. Herdeira de oito séculos de atividade das entidades que lhe deram origem, a empresa tem sido pioneira no desenvolvimento e produção de bens e serviços fundamentais para o funcionamento do Estado. O cartão de cidadão e o passaporte eletrónico são apenas dois exemplos desse pioneirismo.



publicado por Carlos Gomes às 13:37
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GRUPO DE DANÇAS E CANTARES DO ALTO DO MOINHO ESTÁ ABERTO A NOVOS COMPONENTES

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publicado por Carlos Gomes às 13:24
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DANIEL MOON EM ÓRBITA COM “BE DIFFERENT”, O NOVO EP

Depois do radioso “Give More” nos ter colocado na órbita pop luminosa de Daniel Moon, é tempo do cantautor lisboeta dar a conhecer as restantes canções que compõem “Be Different”, o segundo EP do seu percurso que chega com a chancela da Music For All.

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Composto por cinco temas que exploram o potencial da canção pop em formato jazzístico, num harmonioso diálogo de sopros, metais e teclas, o registo já se encontra disponível para pré-venda em formato digital.

A aventura de Daniel Moon no atribulado e exigente mundo da música inicia-se sete anos após o seu nascimento. Foi precisamente com essa tenra idade que começou a ter aulas de piano, um instrumento tão complexo quanto encantador e tão desafiante quanto versátil.

Apenas dois anos mais tarde entra na Escola de Música do Conservatório Nacional, mais concretamente para o 1º Grau. O seu esforço e paixão pela música permitiram-lhe concluir com mérito oito graus, obtendo assim o merecido, e recompensador, diploma.

É neste fase que a Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal entra na sua vida. Durante os dois anos seguintes dedica-se afincadamente ao piano e à voz, perseguindo o objectivo de entrar no Ensino Superior de Jazz. E se até então o objectivo parecia de difícil concretização tudo viria a mudar quando, em pleno ano de 2010, começa a frequentar a Licenciatura de Jazz, na Variante de Piano, na Universidade de Évora. É por entre as arrebatadoras paisagens alentejanas, e o seu característico calor, que conclui com sucesso a referida licenciatura, concretizando assim uma das suas maiores ambições pessoais.

A fase inicial da sua carreira é marcada pela participação em diversos eventos musicais. Do Dia Mundial da Voz a celebrações de matrimónios, de membro de projectos de escola a parte integrante de bandas com os seus próprios originais e até de pianista num hotel a autor de música ambiente para espaços públicos, passou por de tudo um pouco, tornando este num período fervilhante e marcado por uma aprendizagem constante. 

A recta final de 2014 marca o nascimento do seu projecto musical a solo assim como dos primeiros temas originais. O segundo mês do ano seguinte, Fevereiro de seu nome, ficará para sempre associado à gravação das suas primeiras cinco músicas, em quarteto, assim como o penúltimo mês de 2015 foi testemunha da divulgação, e promoção nas plataformas digitais, do seu EP de estreia (sendo de destacar o single “Precious Love” que conquistou mais de cinco mil visualizações no YouTube).

Dito isto chegamos ao presente e à actual fase da sua carreira: este ano assinou contracto com a Music For All e abraçou uma vez mais a composição de temas originais. Os novos temas possuem uma maior diversidade, e riqueza, instrumental e preparam-se para integrar o seu primeiro EP a ser distribuído já no primeiro semestre de 2017.


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publicado por Carlos Gomes às 11:41
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Quinta-feira, 16 de Fevereiro de 2017
PATRÍCIA CANDOSO AO VIVO NA FNAC COLOMBO

Numa altura em que “Frenética” chega por fim às lojas em formato físico, é tempo de Patrícia Candoso apresentar o seu novo álbum perante o público, apresentando-se agora ao vivo em algumas FNAC portuguesas.

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O primeiro showcase será já este Domingo, dia 19 de Fevereiro, pelas 17h na FNAC Colombo. Oportunidade perfeita para escutar este seu novo trabalho editado com a chancela da Music In My Soul e produzido pelo cantor/compositor Mikkel Solnado, do qual já foram extraídos os singles “Ready For It” e “Só Sei Que Nada Sei”.

Patrícia Candoso, cantora e atriz de 34 anos, é licenciada em Ciências da Comunicação e fez formação de música e teatro.

A sua carreira começou ao interpretar “Catarina” na telenovela da TVI, “Sonhos Traídos”, em 2001. Depois disso integrou a primeira temporada da famosa série juvenil “Morangos com Açúcar”, onde começou a cantar, tendo acabado por lançar dois álbuns – “O Outro Lado” (2004) e “Só Um Olhar” (2006) - que contêm vários sucessos. A partir daí, Patrícia nunca mais parou e tem trabalhado continuamente em televisão, teatro, cinema, publicidade e música.

Apesar do gosto pela área da comunicação e do jornalismo, os convites e o talento têm falado mais alto, e foi este o rumo que Patrícia escolheu dar à sua vida. “Mundo Meu”, “Casos da Vida”, “Um Lugar Para Viver” e “Louco Amor” são exemplos de projetos que marcaram o seu percurso.

Atualmente concentra as suas forças no regresso à música, tendo produzido o terceiro álbum em estúdio na companhia do cantor, compositor e produtor Mikkel Solnado, a ser lançado em Dezembro com o selo da Music In My Soul. 


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publicado por Carlos Gomes às 21:05
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“DESAFIO”, DE PAULO BASTOS – O PORTUGUÊS COM MUNDO NA VOZ

Paulo Bastos é o verdadeiro “homem do mundo”. Embora tenha uma ligação inquebrável à nossa língua, hábitos e costumes é perceptível que tem mundo na ponta dos dedos e na voz, tamanhas são as influências musicais, e sonoridades, que encontramos na sua música.

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É neste caldeirão onde o passado e o presente criam uma inesperada, e viciante, relação que surge o tema que dá o título ao seu álbum de estreia. Naquele que é o seu primeiro lançamento sob o selo da Music For All Paulo Bastos edita “Desafio” – tema cujo ritmo nos transporta para os trópicos mas onde a letra insiste em colocar-nos os pés, bem assentes, neste país a que chamamos de Portugal.

Paulo Bastos faz jus ao ditado popular “De pequenino é que se torce o pepino”. É que se os seus dotes na cozinha são um mistério, já o seu talento para a música é sobejamente conhecido desde tenra idade. Contava apenas com nove anos de vida quando iniciou a sua

actividade musical e um ano depois já se tinha iniciado no estudo da guitarra, começando aí a trilhar um percurso que se adivinhada pródigo em sucessos e conquistas.

A sua estreia como solista de orquestra aconteceu tinha Paulo apenas vinte anos. O concerto para guitarra clássica e orquestra de Vivaldi em Ré M, com a Filarmónica das Beiras, no Teatro Aveirense, tornar-se-ia na primeira de muitas vezes em que dominaria por completo o palco e arrebataria o coração, e o espírito, do público presente!

Do seu extenso e completo percurso fazem parte o curso de guitarra clássica do Conservatório de Música de Coimbra e, posteriormente, o complemento no Conversatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian, onde terminou o 8º Grau/Ano; a Licenciatura em Engenharia Electrónica e Telecomunicações, na Universidade de Aveiro; a Licenciatura em Ensino de Música na vertente de Guitarra Clássica, também em Aveiro; mais de uma dezena de cursos de aperfeiçoamento de Guitarra Clássica, muitos deles orientados por professores de renome internacional; diversos workshops de Jazz com profissionais, de reconhecido talento, das mais variadas nacionalidades.

Paralelamente dedicou-se, ainda que de forma autodidata, ao estudo de instrumentos tradicionais portugueses, como o Cavaquinho, a Gaita-de-Foles e a Guitarra Portuguesa, por exemplo, enriquecendo ainda mais o seu já de si extenso léxico de sonoridades.

Entre as diversas vezes que subiu a palco destaca a partilha de momentos únicos com nomes da música internacional como Siri Svegler, Stee Downes ou Hubert Tubbs.

Os seus espectáculos a solo incluem uma vertente tradicional, nas influências, sonoridades e instrumentos que o acompanham, e outra mais contemporânea e que se liga de forma directa à world music e às danças do mundo. É por entre temas originais, e alguns da música tradicional portuguesa, que Paulo Bastos percorre Portugal de lés-a-lés. 

Em 2015 Paulo Bastos dá um passo crucial na sua carreira – avança para a composição, e gravação, do seu primeiro álbum a solo. “Desafio” é uma junção perfeita do cancioneiro popular com músicas originais, sendo ainda possível encontrar sonoridades pop/rock facilmente reconhecíveis, mas com uma roupagem completamente inesperada. Aqui o tom é meio de convite, meio de provocação, num misto de emoções e sentimentos que arrebatam todos os que partilham o gosto por esta arte a que chamamos de música.

Actualmente Paulo Bastos frequenta o Mestrado em Cavaquinho Português na vertente de Performance, na Universidade de Aveiro. De notar que este Mestrado é o primeiro, e único, a nível nacional, dedicado apenas e só a este instrumento, sendo completamente inovador por permitir desbravar caminho na vertente da investigação académica.

Este é um passo importante que vai permitir ao instrumento evoluir bastante e que valoriza de forma incontornável a cultura e tradição portuguesa.


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publicado por Carlos Gomes às 20:55
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PAN QUESTIONA GOVERNO SOBRE POLÉMICA DA POLUIÇÃO DO RIO TEJO
  • Apoio à Manifestação pacífica contra a passividade governamental, dia 4 de Março, pelas 15h00, junto ao cais de Vila Velha de Rodão
  • Interesses industriais continuam a sobrepor-se ao bem-estar das populações e regiões
  • Perceber como pode o parlamento contribuir para medidas adicionais às que já foram identificadas

No âmbito da ação cívica que volta a expor o que há muitos anos vem acontecendo no Rio Tejo, o PAN – Pessoas – Animais – Natureza, acaba de solicitar informações adicionais ao Ministério do Ambiente para perceber que medidas pontuais e/ou adicionais podem ser implementadas no curto para suprir o crescendo de factos documentados de poluição no Tejo.

O Estado foi, mais uma vez, substituído pelos cidadãos, atentos, na denúncia destes crimes ambientais, comprovando que as ferramentas existentes são insuficientes para os prevenir. Esta denúncia aponta ainda que, ao contrário do apanágio governamental, que celebra a indústria da celulose como um pilar da economia nacional vemos, especialmente pelos casos já documentados, que esta indústria toma parte ativa na destruição de um ecossistema único e fulcral para inúmeras populações e regiões limítrofes.

O somatório de diversas variáveis, com muitas que se subentendem menosprezadas, como os efeitos negativos da agropecuária intensiva, levam a sociedade portuguesa a uma grande preocupação e mobilização.

Esta calamidade ambiental, uma entre tantas outras, já levou à mobilização da sociedade civil e de várias organizações ambientais (e.g. Protejo e Quercus) para no dia 4 de Março se concentrarem junto ao cais de Vila Velha de Rodão, às 15h, para uma manifestação pacífica contra a passividade governamental no que toca à gestão do Tejo Internacional.

É importante referir que esta problemática tem-se intensificado no decorrer dos anos e já levou a Assembleia da República em 2015 a aprovar por unanimidade uma resolução que claramente responsabiliza o governo a investigar profusamente as causas dos constantes atentados ambientais no Rio Tejo e a operacionalizar uma estratégia eficiente para prevenir futuros eventos da mesma estirpe.

No seguimento foi elaborado o Relatório da Comissão de Acompanhamento sobre Poluição no Rio Tejo onde são documentadas, tacitamente, as principais causas de poluição deste rio internacional, tais como as carências estatais para responder a estas crises ambientais.

Para além de perceber como pode o parlamento contribuir para medidas adicionais às que já foram identificadas, o PAN pretende ainda saber que medidas preventivas, o Ministério vai adotar, para além do plano de fiscalização de 2017, atualmente em curso, que evitem estes atentados ambientais. O partido pretende também perceber em que locais foram recolhidas as amostras do rio Tejo, em todo o mês de Fevereiro, quantas ações de monitorização da qualidade da água já foram efetuadas em 2017, onde se localizam as estações de amostragem em todo o rio Tejo, se as ações se realizaram antes ou depois das denúncias públicas e se o Governo reconhece a necessidade de se alocar mais recursos financeiros, materiais ou mesmo humanos às entidades fiscalizadoras locais e regionais. Por fim, o PAN pretende saber se o Ministério tem conhecimento de atividades suplementares no complexo da central nuclear de Almaraz que justifiquem o aumento dos níveis de trítio no rio Tejo.



publicado por Carlos Gomes às 20:35
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PAN DEFENDE TRANSPORTES ELÉCTRICOS

PAN reúne com Caetano Bus para aprofundar soluções sustentáveis para transportes coletivos

  • Reunião na próxima segunda-feira, dia 20 de Fevereiro, pelas 14h00, com a Caetano Bus em Vila Nova de Gaia
  • Reflexão sobre as potencialidades dos veículos públicos de transporte elétricos e apuramento de possíveis sinergias
  • Procura de soluções para que transportes coletivos sejam totalmente elétricos em 2030

No seguimento do trabalho parlamentar realizado no âmbito da mobilidade elétrica, sobretudo no que decorreu da aprovação em sede de orçamento do Estado, com aprovação de uma medida proposta pelo PAN – Pessoas – Animais – Natureza, para a renovação de 1200 veículos da frota estatal por elétricos, o partido reúne na próxima segunda-feira, dia 20 de Fevereiro, pelas 14h00, com a empresa Caetano Bus, em Vila Nova de Gaia.

O objetivo desta reunião é conhecer, mais de perto, as potencialidades dos veículos públicos de transporte elétricos e apurar que sinergias será possível estabelecer para incentivar a adoção de medidas, com a maior celeridade possível, para que tenhamos nas nossas cidades cada vez mais destas soluções eficientes para o transporte coletivo, em vez de veículos movidos a gás ou a outros combustíveis fósseis.

Com soluções mais sustentáveis para as cidades, totalmente desenvolvidas em Portugal, a CaetanoBus tem assumido um compromisso sério na procura de respostas aos principais problemas de mobilidade urbana. “Só a combinação de políticas ambientais ambiciosas, produtos de inovação tecnológica e uma mudança nos hábitos da sociedade poderão viabilizar os desafios da mobilidade sustentável”, defende José Ramos, Presidente Salvador Caetano Indústria.

Por sua vez, o Deputado André Silva do PAN recorda que, “é necessário um compromisso nesta área que vá para além desta legislatura, são necessários compromissos reais de longo prazo sobre política climática. O objetivo é que, à semelhança do que já acontece na Holanda e na Alemanha, também Portugal estabeleça uma meta de médio prazo para que apenas veículos elétricos sejam comercializados no país. Um objetivo ambicioso mas inevitável será fixar como meta que a partir de 2030 apenas podem ser comercializados veículos elétricos em Portugal”.



publicado por Carlos Gomes às 14:36
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Quarta-feira, 15 de Fevereiro de 2017
BLOGUE DE LISBOA PROPÕE O NOME DO ALMIRANTE GAGO COUTINHO AO AEROPORTO QUE VAI SER CONSTRUÍDO NO MONTIJO

Passam dentro de 2 anos simultaneamente 150 anos sobre a data de nascimento e 60 anos sobre a data de falecimento do grande geógrafo, navegador e historiador que foi o Almirante Carlos Viegas Gago Coutinho, pioneiro da aviação que se tornou herói nacional ao efetuar em 1922, juntamente com Sacadura Cabral, a Primeira travessia aérea do Atlântico Sul, a bordo do hidrovião Lusitânia. Com efeito, Gago Coutinho nasceu em 17 de Fevereiro de 1869 e faleceu em Lisboa 18 de Fevereiro de 1959.

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Apesar da sua atividade notável como militar, geógrafo e investigador da náutica dos descobrimentos, foi sobretudo o seu estudo científico na navegação aérea e astronómica e a primeira travessia aérea do Atlântico Sul que o celebrizaram. A ele se deve a resolução do problema da medição da altura de um astro sem horizonte de mar disponível, o que levou à concepção do primeiro sextante com horizonte artificial destinado a ser utilizado a bordo das aeronaves.

Pelo seu valioso contributo para a navegação aérea, será da mais elementar justiça a homenagem que lhe é devida com a atribuição do seu nome ao futuro aeroporto que vai ser construído na margem sul do rio Tejo.



publicado por Carlos Gomes às 21:27
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CHARANGA A CAVALO DO REGIMENTO DE CAVALARIA DA GUARDA NACIONAL REPUBLICANA ABRILHANTA A RENDIÇÃO SOLENE DA GUARDA NO PALÁCIO NACIONAL DE BELÉM

Realiza-se no próximo dia 19 de Fevereiro mais uma espetacular cerimónia de Rendição Solene da Guarda no Palácio Nacional de Belém, em Lisboa. A partir das 11 horas da manhã, a Charanga a Cavalo do Regimento de Cavalaria da Guarda Nacional Republicana oferece um magnífico espetáculo militar e equestre que constitui uma das grandes atrações turísticas da capital, levando nesse dia milhares de cidadãos nacionais e estrangeiros à Praça Afonso de Albuquerque. Estas cerimónias ocorrem invariavelmente nos terceiros domingos de cada mês e é seguida de uma atuação no relvado do Jardim Vieira Portuense igualmente em Belém.

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De acordo com a informação disponibilizada pela Guarda Nacional Republicana nas redes sociais, “Corria o Ano de l942, o Regimento de Cavalaria da Guarda Nacional Republicana mantinha o seu efectivo honorífico disperso pelos diversos Esquadrões. Havia necessidade de tirar rendimento da componente artística dos valorosos “MOCAS” (alcunha dada aos Clarins) para que o seu Regimento pudesse apresentar algo diferente e com referência em paradas militares.

Era Mestre Clarim o Sargento Tomé que com todas as dificuldades da época reunia na sede periodicamente todos os Clarins dispersos pelos vários Esquadrões para a instrução possível. Viria mais tarde a ser auxiliado pelo 1º Sargento Viegas da Banda de Musica. Foram introduzidos os primeiros clarins graves e mandaram-se fazer os primeiros timbales na Fundição de Oeiras.

Nasceu assim a CHARANGA A CAVALO DO REGIMENTO DE CAVALARIA DA GUARDA NACIONAL REPUBLICANA, única no mundo a executar nos três andamentos do cavalo, passo, trote e galope, marchas militares e trechos de música ligeira. Era composta por 28 executantes sob a Chefia do Sargento Mestre Clarim. Montava cavalos russos, com excepção do Mestre que montava um malhado. Mais tarde houve a preocupação de dotar os Timbaleiros e Fila Guias também de cavalos malhados, situação que se manteve até a alguns anos atrás, mas que actualmente é impossível de sustentar, devido à falta destes exemplares.

A CHARANGA teve o seu primeiro momento alto em 1957 aquando da visita a Portugal de Sua Majestade a Rainha Isabel II, já sob a chefia do 1º Sargento Marques que foi o grande impulsionador e primeiro MESTRE DA CHARANGA. 

Actualmente com a reestruturação da Guarda Nacional Republicana, integra a UNIDADE DE SEGURANÇA E HONRAS DE ESTADO e está sedeada no 3º Esquadrão em Braço de Prata, de cuja fileira são escolhidos os cavalos mais dóceis para as suas exibições, onde utiliza instrumentos de sopro (Cornetins, Trompetes, Fliscornes, Bombardinos e Contra-Baixos) e de percussão (Tímpanos). Neste momento é constituída por 25 elementos que alem de serem bons instrumentistas, tem que ser forçosamente bons cavaleiros.

O vasto reportório da Charanga muitas vezes adaptado à especificidade de cada actuação, é em grande parte trabalhado pelos próprios executantes que fazem os arranjos e adaptações necessárias às características dos instrumentos, do grupo e ao andamento do cavalo.

Integrada em paradas militares ou actuando isoladamente, é um espectáculo ímpar ver a Charanga com os seus cavalos cuidadosamente entrançados, garupas enxadrezadas e cascos e ferraduras pintadas, aparelhados com arreios ornamentados com xabraques vermelhos e dourados, garbosamente montados por cavaleiros impecavelmente fardados, com calção branco e dólmen azul contrastando com o capacete de penacho ao vento e o dourado dos seus instrumentos.

Alem de muitas outras actuações, destacam-se as seguintes:

  • “Comemorações dos 600 anos da Aliança Luso Britânica” em Londres – Inglaterra (1973),
  • “4º C.H.I no Deustshlandlle” em Berlim - Alemanha (1980),
  • “Royal Tounament de Earls Court” em Londres – Inglaterra (l986),
  • Livgardets Dragoner Tattoo” em Estocolmo – Suécia (l993),
  • “Comemorações do 125º Aniversário da Guarda e Segurança” em Viena - Áustria (1994),
  • “Encontro Hípico Europeu Diane-Hermés” em Chantilly – França (1995),
  • “Festas de Otonõ” em Jerez de La Frontera – Espanha (l996, l997 e l998),
  • “Honneur à la Garde” em Bercy – Paris- França (l997),
  • “Expo 98” Lisboa (1998)
  • “Festival de Fanfarras a Cavalo” em Nimes – França (2001),
  • “Concurso Internacional de Saltos” em Lion – França (2005),
  • Concurso Internacional de Saltos “CHIO 2007” em Aachen – Alemanha
  • 45º Musikschau Der Nationen em Bremen – Alemanha (2009).

Para além destas participações, apresenta-se muitas vezes em território Nacional, quer em Festivais, quer em paradas Militares, sendo ainda bastante requisitada para procissões de carácter religioso nos mais recônditos locais do Território Nacional emprestando a estas cerimónias um sentimento de pompa e emoção colectiva, como aconteceu quando escoltou a Imagem de Nossa Senhora de Fátima ao Estádio Nacional para a realização do Terço Vivo.”

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publicado por Carlos Gomes às 19:52
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RITCHAZ CABRAL EDITA EP “MAL FAMADU”

De Portugal, e Cabo Verde, para o mundo. É assim, com a dose certa de ambição, que se apresenta Ritchaz Cabral no lançamento do seu mais recente EP. O EP “Mal Famadu” é um autêntico mergulho na cultura africana ao ritmo de uma leve brisa lusitana, mesclando ritmos, sonoridades e culturas de forma subtil e arrebatadora.

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O primeiro single do EP, “Kabalindadi”, é portador de uma mensagem forte e actual, já estando a ser destacado por diversas rádios e sites especializados. A Music For All faz assim chegar às principais plataformas digitais mais um promissor músico português!

Ricardo Cabral, de nome artístico Ritchaz Cabral, nasceu em Lisboa, no profícuo ano de 1988, e é filho de pais cabo-verdianos, imigrantes em Portugal há várias décadas.

Com apenas 13 anos, começa a dar os seus primeiros passos na música. O passaporte para aquilo que, anos mais tarde, se transformaria na sua vida profissional foi um velho gravador de cassetes, propriedade do seu progenitor, e um microfone inventado e construído pelo próprio utilizando pequenas colunas modificadas. Na altura, cantava letras conhecidas de autores cabo-verdianos e gravava brincadeiras com as irmãs e amigos.

Entre 2003 e 2012, fez parte da dupla Ritchaz & Keky que se apresentava com uma sonoridade mestiça onde o Kuduro se encontrava com a Kizomba e onde o Techno e o Reggae se fundiam com o Funaná e o Hip-Hop, num autêntico caldeirão de influências e sonoridades. A partir de 2007, a dupla trabalhou com a agência cultural Filho Único (Lisboa), com quem tiveram atuações regulares dentro e fora do país e através da qual participaram na coletânea de CD’s Novos Talentos da Fnac e da Antena 3 (2008).

Entre 2009 e 2011, Ritchaz frequenta dois cursos relacionados com a criatividade, produção e marketing musical na Restart (Lisboa), passando a fazer com frequência trabalhos de gravação, produção, mistura e masterização de música para diversos artistas na Europa e África. Nascia assim uma faceta diferente e complementar na carreira de Ritchaz Cabral!

Em 2011, e nos dois anos que se seguiram, Ritchaz integrou a banda de Reggae Luso United, sediada na Amadora, assumindo-se como teclista.

Paralelamente, o artista envolve-se em diferentes projetos ligados à música. Foi co-criador do Estúdio SomGráfico (estúdio de música comunitário), no bairro Outurela (Oeiras), juntamente com outros amigos e músicos; deu aulas de viola na escola básica local; e fez a co-produção e o lançamento do álbum musical independente Proghetto, que contou com a presença de vários artistas.

Em 2012, o artista junta-se ao grupo Raboita como vocalista, guitarrista e baixista. É nesta altura que passa a ter mais contacto com a música tradicional de Cabo Verde, adicionando ao seu leque de sonoridades as Mornas, Batukus, Funanás, Coladeiras e Mazurcas.

Chegamos, enfim, a 2014. Esta foi a altura em que Ritchaz decidiu dedicar-se a uma carreira a solo, começando a preparar aquele que se tornaria no seu primeiro EP. Neste trabalho são bem audíveis as suas raízes cabo-verdianas através dos Funanás lentos, dos Batuques com letras que retratam a simplicidade da vida e os valores do amor e respeito assim como os temas de cariz social, vertente que Ritchaz sempre prezou bastante. Em simultâneo, Ritchaz integra o grupo Skopeofonia, um projeto de investigação académica em Etnomusicologia, da Universidade de Aveiro com a Fundação para a Ciência e Tecnologia, que tem recolhido e analisado as práticas musicais no bairro da Cova da Moura, na Amadora.

É por entre um leve sorriso, um ritmo quente e pegadiço e uma letra que nos transporta para as sinceras e profundas paisagens africanas que encontramos este primeiro trabalho de Ritchaz Cabral.

O menino que Portugal viu nascer e crescer é hoje um homem que não esquece as suas origens, homenageando-as em “Mal Famadu”, o seu primeiro EP a solo.


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publicado por Carlos Gomes às 19:26
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PAN REAGE À APROVAÇÃO DO CETA NO PARLAMENTO EUROPEU
  • Aprovação simboliza um retrocesso no projeto social e igualitário da União Europeia
  • Reforça que os centros de poder Europeu, subordinados a interesses corporativos, estão afastados das reais necessidades das populações
  • Debate e votação no parlamento nacional pode estar eminente arrastando preocupações muito sérias para a qualidade de vida dos cidadãos

O Acordo Abrangente de Comércio e Economia entre o Canadá e a União Europeia (CETA) foi hoje aprovado no Parlamento Europeu com 408 votos a favor, 254 contra e 33 abstenções. Esta aprovação simboliza para o PAN – Pessoas-Animais-Natureza – um retrocesso no projeto social e igualitário da União Europeia. "Esta decisão irresponsável de 408 eurodeputados, onde prefiguram representantes do PSD, PS e CDS, nas respetivas famílias europeias, dará mais força aos movimentos populistas e anti Europa tal como favorecerá o nacionalismo no continente Europeu", afirma André Silva, deputado do PAN.

O partido considera que o CETA foi debatido a portas fechadas, circunscrito a uma elite de burocratas e entidades corporativas, o que reforça o quão afastadas estão os centros de poder Europeu dos reais sentimentos e necessidades das populações.

Pese embora, o tratado ainda necessite de ratificação pelos parlamentos nacionais para adquirir plena forma e efetividade, espera-se da parte dos partidos que o suportaram a nível Europeu uma total subserviência às diretivas europeias, pelo que o PAN receia que o CETA venha rapidamente a debate e votação ao parlamento nacional, não dando cumprimento ao projeto de resolução deste partido, aprovado na Assembleia da República a 6 de Janeiro, para encetar dentro e fora do parlamento um debate alargado sobre o CETA. 

“Consideramos que o avanço do CETA abre as portas para a ratificação do TISA e do TTIP, que ditarão o acentuar do declínio de influência sociocultural e política da Europa. Com esta usurpação do poder político por interesses corporativos, renunciaremos a elevados standards de proteção laboral, ambiental, agrícola e social”, reforça André Silva.

Por exemplo, esta aprovação permite as exportações canadianas de organismos geneticamente modificados (OGM) ou carne de vaca tratada com hormonas. O acordo abre também as portas para a liberalização do comércio de serviços, nomeadamente a nível financeiro, em telecomunicações, na energia e no transporte marítimo, levando à possibilidade de sectores fundamentais para garantir a soberania das nações sejam privatizados. Transversal a estas cedências está o sistema judiciário que será prejudicado em disputas entre corporações e nações. 

Os exemplos recentes dos impactos negativos de tratados desta génese, como o NAFTA, demonstram que a ilusão de prosperidade irá apenas cimentar o fosso entre as elites financeiras, corporativas e económicas e os cidadãos. Este caminho tecnocrata mina a confiança dos Europeus no processo democrático Europeu, transparente e unificador.



publicado por Carlos Gomes às 18:16
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PAN NÃO VAI EM TOURADAS

PAN apela à Câmara de Lisboa para retirar apoio institucional a evento tauromáquico com crianças

  • Câmara Municipal de Lisboa está a apoiar a primeira edição de um festival tauromáquico, no próximo fim-de-semana, através do Turismo de Lisboa
  • Evento pretende doutrinar os mais novos para a Tauromaquia
  • PAN pede a retirada deste apoio institucional a uma iniciativa baseada na cultura da violência

No seguimento do anúncio público sobre o apoio institucional que a Câmara Municipal de Lisboa (CML) está a atribuir á primeira edição do festival tauromáquico BullFest, já no próximo fim-de-semana, através do Turismo de Lisboa, entidade presidida pelo Presidente Fernando Medina, o PAN – Pessoas – Animais – Natureza, contactou hoje a CML para manifestar a sua enorme surpresa e preocupação em relação a esta decisão do executivo municipal.

Muitos lisboetas têm contactado o PAN por não entenderem o porquê deste apoio institucional à indústria tauromáquica que tem comprovadamente um peso cada vez mais insignificante no panorama dos espetáculos ao vivo em Portugal, sendo já superada pelos eventos de Folclore, segundo o Instituto Nacional de Estatística. De acordo com o parecer da Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP) sobre a discussão das consequências da exposição e participação das crianças em eventos e atividades tauromáquicas, “Quando as crianças assistem a uma tourada podem interpretá-la como uma forma de violência (e uma violência real, embora limitada à arena) que ocorre numa relação explicável como desigual (uma vez que é perpetrada pelos homens em animais coagidos a estarem presentes) e que tendencialmente serve apenas o prazer de uma das partes. O comportamento lido como agressivo que observam nas touradas recebe um aval social forte, podendo ser visto como apropriado e tolerável (e portanto, repetível ou perpetrável noutras circunstâncias).”

Também o Comité dos Direitos da Criança da Organização das Nações Unidas (ONU), órgão máximo a nível internacional para esta matéria, recomendou ao Governo Português a proibição de participação de crianças em touradas e a adoção das medidas legais e administrativas necessárias para proteger as crianças envolvidas neste tipo de atividades, tanto como participantes como enquanto espectadoras.

Para além disso este não será um apoio às tradições portuguesas, à ruralidade e à cultura realizando-se o designado BullFest, num shopping repleto de boutiques e de cadeias de fast food.

Num email escrito dirigido ao Presidente da CML, o Deputado André Silva explicou que, no programa deste evento se pode ler que "este é um momento perfeito para os mais pequenos terem uma introdução à tauromaquia em família." Esta frase diz tudo sobre as intenções de doutrinamento dos mais jovens pela indústria tauromáquica.

Na mesma comunicação, o PAN pede uma nova atitude política e apela a um posicionamento que vá ao encontro da vontade e sentimento geral da maioria dos cidadãos portugueses e dos lisboetas. A longa exposição termina com um pedido de André Silva: “Não posso deixar de lhe pedir que ouse ser diferente e que pondere tomar a única atitude consentânea com os mais altos valores éticos e civilizacionais através dos quais a cidade de Lisboa se deve reger, retirando o seu apoio institucional a esta iniciativa baseada na cultura da violência.”



publicado por Carlos Gomes às 18:02
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BB BLUES FEST REGRESSA À BAIXA DA BANHEIRA

Na Baixa da Banheira, 6º BB Blues Fest já tem data marcada

A anteceder o espetáculo da Blues Night com The Fried Fanekas, no dia 11 de fevereiro, foi assinado, no café-concerto do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, o protocolo que formaliza a parceria entre a Associação BB Blues Portugal, a Câmara Municipal da Moita e a União de Freguesias da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira para a organização da 6ª edição do BB Blues Fest que vai decorrer de 22 a 25 de junho, no Fórum Cultural José Manuel Figueiredo e Parque José Afonso, na Baixa da Banheira, e das Blues Nights que acontecem mensalmente, entre janeiro e dezembro, interrompendo entre junho e setembro.

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Rui Guerreiro, da Associação BB Blues Portugal salientou, na ocasião, que “este projeto de trazer o blues à Baixa da Banheira só é possível pelo empenho destas três entidades e pela parceria que desenvolvem ao longo de todo o ano”. Nuno Cavaco, o presidente da União de Freguesias da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira, destacou que a organização deste festival “é um caso de sucesso, que tem contribuído para afirmar a cultura na nossa terra, trazer gente de fora e fazer mexer a atividade económica”, dando os parabéns ao público presente na Blues Night “por fazerem do festival aquilo que é”. O presidente da Câmara Municipal da Moita, Rui Garcia, referiu o facto de este festival ter nascido “da iniciativa de uma associação de um grupo de pessoas, facto que o que o torna único e interessante”, e afirmou que o protocolo é a “confirmação de que valeu a pena e de que este festival vai continuar a afirmar-se na região e no país e, porque não, fora do país”.

De acordo com o protocolo, além do apoio financeiro, no valor de 11 000 euros, para comparticipação nas despesas inerentes à realização de todos os projetos e iniciativas integradas neste festival, cabe à Câmara Municipal a cedência do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo durante o festival e as Blues Nights. A União de Freguesias da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira atribui também um apoio financeiro, no valor de 1 950 euros, e assegura todo o apoio logístico às atividades que se realizam fora dos espaços municipais. À Associação BB Blues Portugal cabe promover a 6ª edição do BB Blues Fest, no Fórum Cultural, realizar as Blues Nights mensais, entre janeiro e dezembro de 2017, e também dinamizar um espetáculo pedagógico destinado a alunos do 1º, 2º e 3º ciclo do concelho.



publicado por Carlos Gomes às 13:12
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FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS FAZ INQUÉRITO À JUVENTUDE

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O Gabinete da Juventude da Federação do Folclore Português, com o intuito de fazer um diagnóstico da participação ativa dos jovens com idades compreendidas entre os 18 e os 35 anos nos grupos associados da FFP; também aferir da sua disponibilidade para colaborar com o organismo nas suas valências e eventos e querendo conhecer melhor os jovens que compõem o nosso movimento associativo e proporcionar mais e maior participação ativa de todos, está a realizar um inquérito on-line.

Estamos ao dia de hoje com cerca de 550 respostas válidas e gostávamos de poder chegar à amostra de um milhar. Solicitamos a vossa melhor colaboração para fazer nota e divulgação desta iniciativa, que muito agradecemos.

O inquérito estará disponível até dia 05 de março de 2017 no seguinte link:

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScv_eZNU0wT03cKmprDlXilIh0zrlAGLuRkDDIZZg9eJViLEg/viewform?c=0&w=1
Ana Rita Leitão



publicado por Carlos Gomes às 11:22
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Terça-feira, 14 de Fevereiro de 2017
“CRISTINA”, A MUSA DOS VAI E VEM PARA O DIA DE S. VALENTIM

O espírito do Cupido e a escrita apaixonada dos Vai e Vem não poderiam ter coincidido melhor. “Cristina” funciona não só como uma terna serenata na semana em que o romance predomina, como também assinala o single de estreia deste projecto felgueirense embalado pela tradição pop/rock na língua de Camões e que conhece comparação a grupos como Os Azeitonas ou Quatro e Meia.

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Este é o primeiro lançamento da banda sob a alçada da Music For All e integra o EP de estreia do colectivo, lançado em Junho passado.

Eles vão. E vêm. E é precisamente entre as viagens inerentes à sua existência terrena que surge a banda que junta estas quatro jovens almas. Vitor Lusquiños, Diogo Correia, Vasco Mendes e Zé Miguel uniram-se para dar corpo aos Vai e Vem – o novo projecto sensação da música portuguesa.

Tudo partiu de Vitor e Diogo, dupla que já havia colaborado anteriormente, e que pretendia alargar horizontes e chegar ainda mais longe. Para uma caminhada que se avizinhava longa,

e exigente, convidaram Zé Miguel, primeiro, e Vasco Mendes, mais tarde. Com uma nova formação, e doses reforçadas de energia e vontade de vencer, foi tempo de buscar inspiração e partir para a escrita e composição de novos temas.

Neste jovem, e ambicioso, projecto Vitor Lusquiños é o vocalista e guitarrista de serviço; Diogo Correia é vocalista e baterista; Vasco Mendes é Violista e Baixista e Zé Miguel é guitarrista e baixista. Entre os marcos desta, ainda, jovem carreira contam-se passagens pela RTP e Porto Canal, assim como a abertura do concerto de Gabriel O Pensador na Semana Académica da UTAD!

O primeiro EP do quarteto foi lançado no Verão de 2016, chegando-nos agora o primeiro single: “Cristina”. É por entre paixões, e sorrisos, que se faz a estreia deste talentoso quarteto que escolheu a língua de todos nós para espalhar a sua arte.


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publicado por Carlos Gomes às 20:36
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PAN QUER JUSTIÇA MAIS ACESSÍVEL PARA TODOS
  • Assegurar que os tribunais não tenham um acréscimo substancial de processos e garantir que os cidadãos tenham a possibilidade de recorrer ao tribunal
  • Dois projetos de lei com medidas concretas para combater os obstáculos económicos que impedem e dificultam o acesso à justiça por todos os cidadãos
  • Matéria deve ser trabalhada no Parlamento em sede de especialidade

O PAN – Pessoas – Animais – Natureza, defende na próxima Quinta-feira, dois projetos de lei que avançam com a sugestão de medidas concretas que visam contribuir para combater os obstáculos económicos que impedem e dificultam o acesso à justiça por todos os cidadãos.

É consensual no parlamento que a atual legislação não concretiza, de modo pleno, o direito fundamental de acesso ao Direito, ficando muito aquém daquilo que a Constituição da República Portuguesa pretende. Após consultar vários pareceres, nomeadamente da Ordem dos Advogados, o PAN conclui que esta é uma matéria que vai beneficiar de uma análise e debate mais aprofundado por parte de todos os grupos parlamentares.

Desta forma, os projetos do PAN pretendem, por um lado, assegurar que os tribunais não tenham um acréscimo substancial de processos que ainda vão tornar a justiça mais morosa e, por outro, garantir que os cidadãos independentemente da sua condição económica tenham a possibilidade de recorrer ao tribunal. Atualmente, a maioria das pessoas com mais dificuldades económicas não tem acesso ao apoio judiciário. Para além dos mais carenciados, há muitos portugueses que também não têm elegibilidade para poder beneficiar de apoio judiciário, pois não têm possibilidade real de custear um processo em tribunal, ficando assim inibidos de aceder à justiça. A título de exemplo, um trabalhador com um rendimento de 1000€ por mês a ter que assumir as despesas do quotidiano, não terá condições para pagar uma comum taxa de justiça de 600€, para além do pagamento de honorários a um advogado.

Neste sentido, o partido propõe no primeiro projeto, a instituição de um teto máximo de custas, a ser definido por despacho ministerial, a isenção de custas todos os processos que digam respeito a menores, isenção de pagamentos de custas nos processos de trabalho cujos trabalhadores tenham salario inferior a um determinado valor (antes só estavam isentos os representados pelo Ministério Público), isenção do pagamento de taxa de constituição de assistente no processo penal, aumento da multa em caso de litigância de má-fé e retira ainda a penalização de 0,5% do valor das custas para quem pedir pagamento faseado.

segunda iniciativa altera a lei do acesso ao direito e aos tribunais pretende substituir a possibilidade de pagamento faseado pelo pagamento de uma taxa de justiça reduzida (o valor da redução deve ser decidido por despacho ministerial) e avança com a proposta de um aumento ligeiro do valor correspondente ao rendimento do requerente para efeito de atribuição de apoio judiciário. Uma vez que a aprovação deste projeto tem impacto orçamental prevê-se a sua entrada em vigor apenas no próximo ano.

“Apontamos algumas questões que consideramos prioritárias, com o objetivo de abrir a discussão sobre este assunto e, em sede de especialidade, ser possível aprofundar o tema. Reconhecendo o mérito das recomendações apresentadas nesta matéria e que estão alinhadas com as preocupações do PAN, consideramos, no entanto, que este assunto deve ser debatido e trabalhado de forma mais aprofundada na Assembleia da Republica com a colaboração de todos os Grupos Parlamentares”, explica o Deputado André Silva do PAN.



publicado por Carlos Gomes às 19:19
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CASA DO MINHO REALIZA ALMOÇO DA LAMPREIA

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publicado por Carlos Gomes às 10:23
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MINHOTOS REALIZAM TARDE DE FADOS NA AMADORA

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publicado por Carlos Gomes às 10:02
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Segunda-feira, 13 de Fevereiro de 2017
FADO JUNTA PORTUGUESES EM NEWARK

Sábado 18 de Fevereiro

A apresentação do evento está a cargo de Susana Caetano e Sandro Mouro. O artista plástico Fernando Silva é o responsável pelo cenário e os técnicos de luz e som são Márcio Santos e Nuno Calhau.

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Dito isto, é altura de fazer silêncio e deixar ouvir o fado, a primeira expressão artística classificada pela UNESCO como Património Imaterial da Humanidade.

Os prémios de melhor fadista vão ser disputados entre Andrea Miguens, Ana Paula Gouveia, António da Silva, António Amâncio, Carlos Anjos, Domingos Parreira, Jack Almeida, Mário Cunha, Noémia Romano, e como suplentes, Bibito da Silva, Glória de Melo e Luis Lourenço, acompanhados na viola clássica por Viriato Ferreira e na viola portuguesa por José Silva, o duo “Guitarras do Atlântico” que vem de Rhode Island.

Alexandra Marques, a jovem vencedora da edição de 2016, vai actuar como artista convidada assim como Emília Silva, Corina e Pedro Botas

O júri vai avaliar os concorrentes nas categorias afinação, ritmo, dicção e apresentação. O concorrente com mais pontos terá a oportunidade de participar na Gala da Proverbo em Outubro, o segundo classificado ganhará um certificado da ourivesaria Jack & Dee e o terceiro, um jantar para duas pessoas no restaurante Marisqueira.

O público escolherá o fadista mais popular que será convidado de honra numa noite de karaoke do Sport Club Português.

Todos os participantes receberão livros e CD’s.



publicado por Carlos Gomes às 20:48
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“DOING MY BEST”, O NOVO SINGLE DE WELELO

Welelo, um dos artistas mais conhecidos do panorama urbano espanhol, está finalmente de regresso! Depois de sucessos como “¿Sabras Decirlo?”, "Tampoco Pido Tanto" ou “La Lluvia”, o músico regressa pela porta grande da cena musical espanhola com o hit “Doing My Best”.

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Provando que o tempo não passou por si, e que conserva o estatuto real, este é um tema que promete quebrar barreiras e conquistar a Península Ibérica! O regresso triunfal de Welelo transforma-se assim numa das apostas da Music For All para 2017!

Welelo é cantor, MC e beatmaker. Nasceu no distinto ano de 1980 em Badalona (Barcelona) e desde 1998 que espalha talento, emoção e charme pelos palcos espanhóis. Desde então lançou singles, videoclips, EP’s e álbuns, fez colaborações e assumiu as funções de produtor, sendo amplamente reconhecido no mundo do hip hop, e elogiado pela postura e mensagem de que sempre se fez acompanhar.

Assume sem pudor a sua paixão pela música, nomeadamente pela força e poder das palavras, e faz do positivismo, e das mensagens encorajadoras, a sua imagem de marca. Afirma querer, acima de tudo, informar, expor, educar e entreter os o que rodeiam e seguem o seu percurso e evolução. Luta diariamente para transmitir a tantos ouvidos, corações e almas quanto lhe seja possível a necessidade de partirmos, interior e exteriormente, em busca de uma nova e reforçada energia que nos faça avançar enquanto seres vivos, projetando-nos para um outro patamar físico e espiritual.

Por entre todos os anos da sua carreira destaca sempre o de 2007. É que não só lançou o seu primeiro álbum e teve o seu primeiro grande sucesso (o tema “Sabrás Decirlo”) como foi nomeado para os MTV Spain Hip Hop Awards e teve a honra de abrir o concerto do galardoado Common, na cidade que o viu nascer e tornar-se um artista de renome.

Na sua discografia a solo contam-se o LP “Tampoco Pido Tanto” (2007), o EP Digital “Camaleónico” (2009), o EP “Siempre Soy Hip Hop” (2011) e o LP “¿Demasiado Pedir?” (2014), sendo vários os destaques entre as faixas em que colaborou ou os álbuns que produziu.

Mas isso é o seu passado. Como ser errante, e eternamente insatisfeito, que é mantem o olhar no horizonte, o coração em cada letra que escreve e canta e o pensamento no futuro. Para 2017 está preparado mais um capítulo do seu percurso profissional. O regresso de Welelo acontecerá pela mão da Music For All e promete não só relembrar a Espanha o que a fez apaixonar-se pelo seu talento como também conquistar este nobre país a que chamamos de Portugal.


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publicado por Carlos Gomes às 20:42
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COMPANHIA DE DANÇA CONTEMPORÂNEA DE ÉVORA ATUA NA BAIXA DA BANHEIRA

Na Baixa da Banheira: “Terra Chã” pela Companhia de Dança Contemporânea de Évora no Fórum Cultural

A Companhia de Dança Contemporânea de Évora traz ao palco do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, a 18 de fevereiro, pelas 21:30h, o espetáculo “Terra Chã”, com a participação especial do Grupo Coral Alentejano “O Sobreiro”.

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Sinopse:

“A expressão da terra, a voz dos homens, a força que os une, o peso, a densidade do ar, o vazio, o silêncio, o grupo e a solidão. Os extremos e os seus limites. Os amores e os desamores. Os sonetos de Florbela Espanca que nos falam da beleza e da alma do Alentejo. Através de um olhar contemporâneo, trabalha-se a fusão entre a música de Ólafur Arnalds e as modas do Cante Alentejano. A coreografia desenha percursos concretos e abstratos na voz e nos ambientes do Alentejo”.

Nélia Pinheiro

O preço dos bilhetes é de 3,66 euros.

RESERVA DE BILHETES

Fórum Cultural José Manuel Figueiredo

Rua José Vicente, Baixa da Banheira

Tel. 210888900

Horário da Bilheteira:

De 3ª a sábado – 14:30h às 19:30h

Dias de espetáculo e cinema – uma hora antes do início do espetáculo ou sessão

Os bilhetes podem ainda ser reservados, através do telefone 210 888 900, no horário de funcionamento da bilheteira. As reservas podem ser levantadas, no máximo, até 1h antes do início do espetáculo, com um limite de cinco bilhetes por reserva.

Compra de bilhetes online:

http://ticketline.sapo.pt

http://pt-pt.facebook.com/cmmoita

E nos postos de venda aderentes: http://ticketline.sapo.pt/pagina/postosdevenda



publicado por Carlos Gomes às 20:28
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Domingo, 12 de Fevereiro de 2017
LOURES VIRA CAPITAL DO FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 17:11
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Sábado, 11 de Fevereiro de 2017
FOI D. GARCIA II O PRIMEIRO REI DE PORTUGAL?

Passam 940 anos sobre a data da histórica Batalha de Pedroso, travada entre o Rei D. Garcia II e D Nuno Mendes, o último e o Conde de Portucale descendente da família de Vímara Peres. O confronto foi travado mais precisamente em 18 de Janeiro de 1071, perto de Tibães, entre Braga e o rio Cávado.

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Filho de Fernando I de Leão, coube a D. Garcia II por herança o Reino da Galiza cujos domínios se estendiam até Lisboa, tendo aos seus irmãos Sancho II e Afonso VI recaído respetivamente os territórios de Castela e de Leão.

Incorporava o Reino da Galiza o Condado da Galiza e o Condado Portucalense que, não obstante, manteve sempre um elevado grau de autonomia. A sua denominação destinava-se a diferenciar daquele, tomando o nome da cidade do Porto que foi a sua primeira capital.

Cresciam já por essa época no Condado Portucalense aspirações separatistas que, encabeçadas pelo Conde de Portucale, Nuno Mendes, viriam a culminar na Batalha de Pedroso onde foi derrotado e perdeu a vida, travando por algumas décadas a desejada independência de Portugal.

Por seu turno, passou D. Garcia II a titular-se GARCIA REX PORTUGALLIAE ET GALLECIAE ou seja, Rei da Galiza e de Portugal. A ele se deve nomeadamente a restauração das sedes de Braga e Tui.

Porém, o seu reinado teve existência efémera em virtude dor irmãos de D. Garcia terem formado uma coligação para lhe usurparem o poder, no que vieram a ter sucesso, tendo-o encarcerado até à sua morte, no castelo de Vermoim, em 22 de Março de 1090.

Cumprindo o seu desejo, D. Garcia foi sepultado acorrentado tal como vivera os últimos anos de sua vida. E, na lápide do seu sepulcro, foi de igual modo representado, ao qual se junta a seguinte inscrição em latim:

R. DOMINUS GARCIA REX PORTUGALLIAE ET GALLECIAE. FILIUS REGIS MAGNI FERDINANDI. HIC INGENIO CAPTUS A FRATRE SUO IN VINCULIS. OBIIT ERA MCXXVIII XIº KAL. APRIL.

Cujos dizeres podem ser traduzidos para o Português moderno da seguinte forma:

Aqui jaz o rei Garcia de Portugal e Galiza, filho do grande rei Fernando, que foi capturado pelo seu irmão com engano. Morreu preso a 22 de março de 1090.

Porém, a saga dos dois irmãos do Rei Garcia não se ficou por aqui e no ano seguinte, Sancho II expulsou Afonso VI, juntando os três reinos – Castela, Leão e Galiza e Portugal. Sancho II acabou assassinado e Afonso VI tomou a coroa de Leão, a qual abrangia os três reinos. A História prossegue a sua marcha imparável e foi necessário esperar cerca de setenta anos para que Portugal se tornasse um reino independente.



publicado por Carlos Gomes às 19:54
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Sexta-feira, 10 de Fevereiro de 2017
OEIRAS: RIBEIRA DA LAGE RECEBE ENCONTRO DE TRADIÇÕES

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publicado por Carlos Gomes às 17:09
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Quinta-feira, 9 de Fevereiro de 2017
ALARMES – OS HERDEIROS DO ROCK DE BRASÍLIA ESTREIAM-SE EM PORTUGAL

“Incerteza de Um Encontro Qualquer” é o título do primeiro single dos Alarmes – poderoso trio que navega nas talentosas águas do rock – com direito a lançamento em Portugal. Proveniente do álbum “Em Branco” (2016), esta é a introdução perfeita à digressão que realizarão entre nós no próximo mês de Abril.

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A Music For All orgulha-se, assim, de apresentar ao mercado nacional um talentoso projecto proveniente de Brasília, numa aposta que reflecte a emergente abrangência da label portuguesa no Brasil.

Entre a nova geração do rock brasileiro há um nome que se destaca. O projecto Alarmes há muito que vai dando nas vistas no Brasil, devolvendo o rock ao patamar que é seu por direito e dignificando ao mais alto nível a reputação e os grandes projectos musicais do passado provenientes de Brasília, mas foi preciso chegarmos a 2017 para Portugal ficar a conhecer este trio.

Formados por Arthur Brenner (voz e guitarra), Lucas Reis (baixo) e Gabriel Pasqua (bateria), os Alarmes surgem na senda de bandas como Interpol, Queens of the Sone Age ou mesmo Artic Monkeys. Ao integrarem nos seus temas uma boa dose de elementos característicos do rock britânico, diferenciam-se de tantos outros projectos e, simultaneamente aproximam-se da sonoridade, hábitos e costumes europeus.

Na bagagem trazem diversas apresentações ao vivo, tendo tido o prazer de partilhar o palco com nomes como: Capital Inicial, Os Paralamas do Sucesso, Far From Alaska, Raimundos, Scalene (gravação de DVD, em 2016), Plebe Rude, Autoramas ou Fresno (nas digressões “O Começo de Tudo”, 2015, e “Turnê de 15 Anos”, em 2016).

O ano que recentemente findou teve um saldo tremendamente positivo: mais de quatro dezenas de espectáculos em sete estados brasileiros diferentes. Tudo a propósito do lançamento do álbum “Em Branco”, o seu mais recente disco de originais, que tocarão em Portugal na Primavera de 2017. Com produção de Adriano Pasqua, e um artwork onde o amor e passagem do tempo se cruzam e interligam, este é um álbum que apresenta um indie rock consistente e que coloca os Alarmes como um digno representante do rock de Brasília!


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publicado por Carlos Gomes às 19:33
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ZUUZAA EM MINI-DIGRESSÃO PELAS FNAC

Depois de terem iniciado 2017 com um concorrido concerto no Musicbox, os Zuuzaa apontam agora baterias para uma mini-digressão pelas FNAC portuguesas ao longo de Fevereiro e Março, oportunidade para escutar ao vivo as canções que compõem “MARA”, o debute da banda que junta influências de blues, rock e soul.

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Conheçam as datas e locais:

10.02 | FNAC @ Almada, 22h

11.02 | FNAC @ Alfragide, 17h

18.03 | FNAC @ Cascais Shopping, 17h

18.03 | FNAC @ Oeiras Parque, 21h30

O ano de 2016 marca a estreia de um dos projectos mais promissores da actualidade. São portugueses, dão pelo nome de Zuuzaa e propõem uma infusão de Rock, Blues e Soul com particular destaque para um coro feminino que nos transporta para os saudosos anos 60.

Após um intenso período criativo Rafael Ribeiro, guitarrista e vocalista, assumiu a árdua tarefa de formar uma banda que desse corpo, vida e sentimento às canções por si habilmente escritas. Primeiro muniu-se da doce voz de Inês Carvalho, sua amiga de longa data. Depois da talentosa dupla Mariana Matoso e Rafaela Pereira. Este distinto trio, de vozes marcadamente femininas, começou por colaborar numa só faixa. Contudo, rapidamente, se tornou perceptível que parte da magia da banda residia na alma, garra e emoção que as três davam às canções de Rafael Ribeiro. Foi com esta formação, que os então intitulados Zuuzaa & The Last Jesters, viram finalizadas as suas dez primeiras composições originais.

Com a entrada do baixista francês Matt Seybald e do baterista Bernardo Jorge a banda ganhou experiência e versatilidade, enriquecendo o seu trabalho em estúdio assim como a performance em palco. Graças aos contributos dos novos membros o número de temas originais subiu para 13 e o mês de Setembro marcou a estreia nos palcos nacionais.

Depois do lançamento do primeiro álbum de originais, intitulado “MARA”, está a decorrer o processo de gravação dos videoclips dos primeiros singles. Esta é também a fase em que surgem mais concertos e performances ao vivo, alimentando assim a paixão pelo palco, e pelo contacto directo com o público, espalhando a música, e a mensagem, por detrás de tão astutas criações.


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publicado por Carlos Gomes às 18:53
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“WATCHING YOU GO”, O DEBUTE DE ED CURTIS

O cantautor chileno Ed Curtis chega até nós com o desolador “Watching You Go”, single de estreia mergulhado na melhor nostalgia britpop dos meados da década de 90 e de bandas como Travis, Oasis ou Ash.

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O tema-título do seu segundo EP é o primeiro que lança através do selo da Music For All, através da qual embarcará numa digressão ibérica já no mês de Julho.

Ed Curtis é um cantautor natural de Santiago do Chile que começou a tocar nos anos 90. Depois de passar por várias bandas enquanto guitarrista e compositor, fixou residência em Berlim de forma a preparar o seu primeiro trabalho a solo numa óptica indie rock/pop maioritariamente influenciada pelo movimento da Britpop de meados da década de 90 e por bandas como Oasis ou Travis.

Em Setembro de 2014 o músico começou a tocar no circuito ao vivo para cantautores nos principais bares de Berlim e de Outubro a Dezembro Ed começou as gravações do seu primeiro EP, “Haunted Feelings”, na Makers Factory de Berlim, trabalho que incluía cinco originais em versões acústicas. O EP foi lançado nas principais lojas online em Fevereiro do ano seguinte.

Depois da experiência em Berlim, o músico regressou à América do Sul, onde se dedicou a escrever novas canções e a preparar material para o seu primeiro álbum na companhia do produtor argentino Hernán De Micheli no Sonorico Studio, em Buenos Aires. Da parceria criativa de três meses naceu em Setembro de 2015 um segundo EP, “Watching You Go”.

Actualmente Ed Curtis reside em Buenos Aires, continuando empenhado nos trabalhos do seu primeiro álbum, agora com o apoio da Music For All, com a qual virá também em digressão a Portugal e Espanha no próximo mês de Julho.


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publicado por Carlos Gomes às 18:50
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PAN QUESTIONA GOVERNO SOBRE REACTIVAÇÕES DE CENTRAIS NUCLEARES DEPOIS DO TEMPO DE VIDA ÚTIL
  • Conselho de Segurança Nuclear autoriza continuidade da central nuclear de Santa María de Garoña, em Burgos, após o seu tempo de vida útil
  • Explosão esta semana na central nuclear de Flamanville, no norte de França, comprova os fortes riscos
  • Relatos muito preocupantes da central nuclear de Fukushima com a deteção de níveis recorde de radiação

No seguimento da autorização pelo Conselho de Segurança Nuclear (CSN) para que a central nuclear de Santa María de Garoña, em Burgos, parada desde 16 de Dezembro de 2012, possa continuar a operar tendo já excedido o seu tempo de vida útil – sendo que tem estado fechada precisamente por problemas de segurança –, o PAN – Pessoas-Animais-Natureza colocou uma série de questões ao Ministério do Ambiente que refletem a preocupação do partido com as possíveis reativações de centrais nucleares após o seu tempo de vida, com riscos muito concretos conforme comprova a explosão que aconteceu esta semana na central nuclear de Flamanville, no norte de França.

Num momento em que nos chegam relatos muito preocupantes da central nuclear de Fukushima, com a deteção de níveis recorde de radiação, a TEPCO, responsável empresarial pela central, reportou que numa parte da estrutura de confinamento está a ser libertada radiação "que pode chegar aos 530 sieverts por hora". O nível mais elevado de radiação que tinha sido detetado foi de 73 sieverts por hora, em 2012. Estes dados são alarmantes pois uma pessoa exposta ao atual nível registado de radiação morre instantaneamente. Têm sido desenvolvidos vários robôs para procurar as barras derretidas de combustível nuclear, porém se os mesmos se aproximam dos reatores ficam inutilizados, já que a radiação destrói as suas ligações eletrónicas.

 Esta perigosidade e a real possibilidade de falha devido a causas naturais ou humanas nas atuais centrais nucleares, especialmente nas que já passaram o seu prazo útil de vida, vêm mais uma vez tornar clara a urgência de conjuntamente traçarmos um plano de descomissionamento/desmantelamento nuclear uni e multilateral no seio da União Europeia.

O PAN aguarda as respostas do Governo sobre que medidas estão a ser tomadas junto de Espanha para garantir que o complexo industrial nuclear de Santa María de Garoña não se expanda para além dos 40 anos, tempo caracterizado como o período de vida útil de centrais nucleares.

O partido pretende também saber que diligências está o Governo português a tomar no seio da União Europeia para garantir uma Europa sem nuclear, especialmente no que concerne ao prolongamento de centrais com mais de 40 anos de funcionamento, e também que ações adicionais já promoveu o Governo depois da queixa formalizada à Comissão Europeia sobre a irregularidade de Espanha avançar com a construção do Armazém Temporário Individualizado da Central Nuclear Almaraz, Unidades I e II, sem consultar Portugal num estudo de impactos transfronteiriços. Por último, o PAN pretende saber se o Governo português tem acompanhado o caso da central de Fukushima junto da embaixada ou do Governo nipónico.

O PAN apresentou recentemente duas denúncias à Comissão Económica das Nações Unidas para a Europa por incumprimento de acordos internacionais da parte do Governo espanhol no que respeita à central nuclear de Almaraz.

“As opções nucleares, pelo enorme risco que comportam, não podem estar confinadas às fronteiras administrativas e políticas. As opões energéticas de Espanha, que respeitamos, não podem deixar de ter em conta os interesses dos portugueses. Não pode ser de outra forma,” explica o Deputado André Silva, do PAN.



publicado por Carlos Gomes às 14:17
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ENCONTRO DE CONCERTINAS JUNTA ARGANILENSES EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 10:22
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CASA DO CONCELHO DE GOUVEIA ORGANIZA FESTA DO CHOCOLATE

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publicado por Carlos Gomes às 10:21
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CASA DE GÓIS EM LISBOA APRESENTA O LIVRO "COMENDADORES DE GÓIS"

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publicado por Carlos Gomes às 10:17
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Quarta-feira, 8 de Fevereiro de 2017
OEIRAS: RIBEIRA DA LAGE RECEBE ENCONTRO DE TRADIÇÕES

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publicado por Carlos Gomes às 21:50
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MOITA RECEBE FESTIVAL DE DANÇA

Moita Dance Festival 2017

A Academia de Dança Alma Latina da Sociedade Filarmónica Estrela Moitense, com o apoio da Câmara Municipal da Moita, da Junta de Freguesia da Moita e da Escola Secundária da Moita, vai organizar, pelo segundo ano consecutivo, no dia 18 de fevereiro, a partir das 12:30h, na Escola Secundária da Moita, o Moita Dance Festival.

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O Moita Dance Festival, um campeonato tutelado pela APPDSI – Associação Portuguesa de Professores de Dança de Salão Internacional, irá contar com a participação especial de Nikita Brovko e Olga Urumova, da Rússia, o par que se sagrou, em 2015, vencedor do campeonato da Europa e do campeonato Blackpool Dance Festival, na categoria de Amadores Latinas, e que, em 2016, foi finalista do Campeonato do Mundo na categoria de Profissionais Latinas. A Câmara Municipal da Moita associa-se à organização desta competição com a atribuição, à Sociedade Filarmónica Estrela Moitense, de um apoio financeiro no valor de 2 500 euros.



publicado por Carlos Gomes às 14:36
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”NEVER TOO OLD”, A ESTREIA VOLTAICA DOS BLESS THE MESS

Os lisboetas Bless the Mess são a prova viva de que o rock nacional está de boa saúde e recomenda-se. Na linha de uns compatriotas The Lazy Faithful ou Eat Bear, o quarteto estreia-se com o voltaico “Never Too Old”, num agitado diálogo entre pratos, baixo e guitarra eléctrica.

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O tema assinala o primeiro lançamento da banda através do selo da Music For All e antecede a edição de um EP esperado no segundo trimestre deste ano.

Os Bless the Mess são um quarteto de rock lisboeta formado por Tiago Cabral (voz e teclas), Miguel Pimenta (guitarra), Alex Silva (baixo) e Jorge Varandas (bateria), que recolhe influências provenientes de géneros como o classic e hard rock e do metal.

Formados em 2013, nos tempos de escola, passaram por uma mudança de alinhamento no momento de gravação do seu primeiro EP, com a saída de um dos guitarristas, sendo que

 desde então compuseram de novo as suas fileiras e ganharam calo ao vivo ao tocar em eventos como o Rock ‘n’ Roll Fucking Fest na República da Música ou em espaços como o Tokyo Lisboa.

Prosseguindo na rota ascendente e evolutiva que têm traçado, em 2017 assinam com a Music For All, através da qual editarão um novo trabalho esperado no segundo trimestre do ano.


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publicado por Carlos Gomes às 11:53
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Terça-feira, 7 de Fevereiro de 2017
MUSEU BORDALO PINHEIRO EXPÕE CARICATURAS DE RUI PIMENTEL

Na 4ª feira, dia 8, às 18.30, vamos inaugurar a exposição Uma História da Arte Mundial, Caricaturas de Rui Pimentel.

É uma surpreendente e divertida viagem à História da Arte pela mão de Rui Pimentel, que desenhou um conjunto de painéis para decorar a sua biblioteca pessoal com 1.695 figuras da arte mundial, entre artistas, e personagens.

São estes painéis que pode ver a partir de amanhã no Museu Bordalo Pinheiro.

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publicado por Carlos Gomes às 20:37
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BAIXA DA BANHEIRA É A CAPITAL DOS BLUES EM PORTUGAL

No Fórum Cultural da Baixa da Banheira, Blues Night by BBBF com “The Fried Fanekas”

Os “The Fried Fanekas” vão protagonizar a próxima Blues Night by BBBF que terá lugar no Café-Concerto do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, no dia 11 de fevereiro, pelas 22:00h. A anteceder o espetáculo, será assinado um protocolo que formaliza a parceria da Associação BB Blues Portugal, da Câmara Municipal da Moita e da União de Freguesias da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira na organização da 6ª edição do BB Blues Fest, cujas datas serão anunciadas na ocasião.

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“The Fried Fanekas” é um projeto musical farense formado em 2013 pelo guitarrista Pedro Gil e pelo baixista Tercio Nanook, para homenagear os Blues norte-americanos. Este quarteto é formado por artistas que já partilhavam uma cumplicidade musical entre eles, oriunda dos seus envolvimentos noutros ambientes sonoros. O resultado é uma sonoridade melódica aberta e envolvente das versões tocadas por este grupo inspirado no Blues Roots.

“The Fried Fanekas” fazem-nos reviver os grandes clássicos deste género em interpretações a circundar o Funk ou mesmo o soul Blues, onde guitarra e baixo dialogam constantemente, recompondo os temas sem nunca desvirtuar a matéria-prima sagrada destas grandes obras musicais. Clássicos como “The Thrill is Gone” (B.B. King) ou “Hoochie Coochie Man” (Willie Dixon) são alguns dos temas recriados pelos “The Fried Fanekas”. Entre outros compositores, Muddy Waters, Albert King, Gary Moore, Stevie Ray Vaughan, Ray Charles, Robert Johnson, Otis Rush e Eric Clapton, completam um espólio musical de primeira linha. Este projeto conta já com varias atuações ao vivo, fruto da versatilidade e experiência dos seus músicos. “The Fried Fanekas” é composto por Tercio Nanook (baixo elétrico, harmónica, voz), Vasco Fialho (bateria), Miguel Nugas (voz) e Pedro Gil (guitarra elétrica).

As Blues Night by BBBF realizam-se mensalmente e são organizadas pela BBBP - Associação BB Blues Portugal, em parceria com a Câmara Municipal da Moita e União de Freguesias da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira. O preço dos bilhetes é de 5 euros, com oferta de uma bebida. Os bilhetes estão disponíveis no próprio dia, no local, a partir das 21:30h.



publicado por Carlos Gomes às 20:31
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Segunda-feira, 6 de Fevereiro de 2017
RAKEL BRONZE LANÇA ÁLBUM DE ESTREIA

“Geração Histórica” é o registo de estreia de Rakel Bronze, que chega agora às principais plataformas digitais com o selo da Music For All.

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Num verdadeiro caldeirão de influências onde se encontram elementos de pop, electrónica, kizomba, hip hop, europop e de música latina, Rakel Bronze assume-se enquanto voz eclética e inventiva no actual panorama português. Para descobrir, sem reservas.

Rakel Bronze nasceu em Almada, decorria o ano de 1977. Sentiu cedo o chamamento da dança, estando ligada à área desde os cinco anos de idade. Quando atingiu a maioridade optou pela formação em Letras em detrimento do Conservatório, lançando assim as bases para aquilo que, anos mais tarde, viria a transformar-se na Licenciatura em Línguas e Literaturas Modernas que hoje possui.

Paralelamente foi-se afirmando no fascinante mundo da poesia. Com apenas 19 anos de idade publicou as primeiras obras na Editora Minerva (participou em duas Antologias de Poesia Portuguesa Contemporânea) estimulando assim uma faceta que, anos mais tarde, viria a desempenhar um papel deveras importante na composição do seu disco de estreia.

Ao longo dos anos passou por diversas profissões, todas elas ligadas à comunicação e à arte que pode ser expressar-se, e compreender os que se expressam à nossa volta. As aulas de dança estiveram sempre presentes, sendo uma vertente fundamental da sua existência, tendo pisado palcos enquanto bailarina, modelo, figurante e apresentadora de diversos eventos um pouco por todo o país. Em 2013 tornou-se instrutora oficial de Zumba, tornando realidade um sonho antigo, e aumentando ainda mais as suas competências e conhecimentos numa área que lhe é tão querida como é a dança.

Em 2015 dá início à maior aventura da sua vida: construir uma carreira no mundo da música! Depois de um período de intensa composição e gravação surgiu “Geração Histórica”, primeiro trabalho a solo de Rakel Bronze, constituído por treze viciantes temas. Todas as suas diferentes facetas confluíram nesta obra: a escrita, a musicalidade, a dança e a presença em palco unem numa perfeita demonstração de talento e perseverança.

Produzido por Miguel Camilo este disco é uma autêntica viagem. Rakel Bronze demonstra toda a sua versatilidade e assume-se como uma artista ciente do mundo globalizado em que habitamos mas, simultaneamente, ligada de forma permanente às suas origens e raízes lusitanas.

A capacidade em transformar-se de música para música diferencia-a dos nomes que a rodeiam e colocam-na como uma das artistas mais camaleónicas da cena musical portuguesa. É que do inglês ao português, do espanhol ao alemão, de poderosas baladas a temas frenéticos e enérgicos, ou mesmo do salero latino ao som industrializado do centro da Europa, tudo parece ter lugar neste autêntico mar de influências onde navega Rakel e “Geração Histórica”.

Fevereiro de 2017 é então a data reter. É no início deste novo ano que o álbum de estreia de Rakel Bronze será lançado oficialmente, prometendo revelar ao país e ao mundo uma das novas caras da Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 12:34
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Domingo, 5 de Fevereiro de 2017
”FIGURINE”, PREGO A FUNDO COM OS DED RABBIT

Depois de se terem apresentado entre nós com “Only Dating”, objecto indie rock de vício instantâneo, é altura dos escoceses Ded Rabbit puxarem mais um trunfo da manga: abram alas para “Figurine”, viçoso rock de rajada que nos trucida em pouco menos de 3 minutos, mergulhado na melhor tradição de projectos como The Hives ou Dandy Warhols.

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Este é o mais recente lançamento de uma série de edições que o quarteto escocês tem vindo a divulgar e que virão apresentar ao vivo em Portugal e Espanha já no próximo mês de Março, com o selo da Music For All.

Escócia: país conhecido pela simpatia das suas gentes, pela beleza das suas paisagens e monumentos e, a partir de agora, pelo magnetismo dos Ded Rabbit! É da união, cumplicidade e talento dos irmãos Eugene, Fergus, Donal e Eoin Gaine que nasce uma das bandas mais promissoras da cena indie-rock do Reino Unido.

Individualizando: Eugene tem a seu cargo a voz e guitarra, Fergus é o guitarrista principal, Donal domina o baixo e por fim, mas não menos importante, Eoin completa o quarteto com a sua portentosa bateria.

Originalmente de Yorkshire, foi uma mudança para as Terras Altas em pleno ano de 1996 que despoletou aquilo a que hoje chamamos de Ded Rabbit. Devido ao isolamento, e à paixão que todos partilhavam pela música, os quatro irmãos começaram a trabalhar em temas próprios, situação que se manteve inalterada durante uma década. Depois de uma nova mudança, desta vez para Edimburgo, por motivos escolares, não só a união criativa que criaram não acabou como deram um passo em frente: a ida para estúdio.

O trabalho deu frutos e assim nasceu, em 2014, o EP “Wash Away”. No ano seguinte intensificam os trabalhos e surgem os EP’s “Wake Up In A Dream” e “Moving In Slow Motion”, cujo tema “Step Off Your Shoes” foi o single de maior sucesso e reconhecimento.

O ano de 2015 marca o início daquilo que hoje sabemos ser uma parceria muito bem-sucedida. Os Ded Rabbit estabeleceram uma proveitosa relação com os estúdios Rocket Science Studios, de Glasgow, casa que já havia recebido os mundialmente aclamados Belle & Sebastian.

Entre os seus feitos mais recentes contam-se: o 2º lugar da Playlist “Spotify Viral Top 50”, do Spotify; foram cabeças-de-cartaz do palco TBreak Stage no festival T in the Park, em 2015; a nomeação na categoria de “Best Live Act 2015” dos Scottish Alternative Music Awards ou ainda o constante airplay na BBC Radio 6 e na KROQ (Los Angeles). Para 2017 está prometido um novo EP bem como uma digressão ibérica.

Citações de imprensa sobre os Ded Rabbit:

“Com uma pitada de The Housemartins e dos primórdios de Arctic Monkeys mergulhado com um toque de funk e letras originais, eles criaram um som distintivo e altamente audível” – Olaf Furniss e Derick Mackinno,  Artist Of The Week: Scotland On Sunday

“Eles estão a trabalhar muito, e bem, e estão a construir um excelente following na capital inglesa…clássico som indie” - Vic Galloway, BBC Radio Scotland.

"É uma relação explosiva quando vês os Ded Rabbit ao vivo! Coloco-os lado a lado com os Catfish and The Bottlemen como uma das melhores bandas ao vivo actualmente!” - Jim Gellatly, Amazing Radio


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publicado por Carlos Gomes às 18:49
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Sábado, 4 de Fevereiro de 2017
LOURES VIRA CAPITAL DO FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 12:50
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Sexta-feira, 3 de Fevereiro de 2017
“NÃO FECHE OS OLHOS!” - PEDRO NASCENTE E O SEU FOLK/ROCK DE INTERVENÇÃO

Pedro Nascente apresentou-se ao público lusitano com o poderoso tema “Roda Gigante” editando agora o 2º single do EP “A Princesa”, lançado no último semestre de 2016 sob o selo da Music For All.

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“Não Feche os Olhos!” é mais uma prova do feliz cruzamento do folk/rock, que lhe é tão característico, com a capacidade que as letras pop têm de permanecer indefinidamente nas nossas almas. O tema, que está disponível para escuta nas principais plataformas de streaming, marca presença pela mensagem forte e interventiva.

Pedro Nascente é um orgulhoso filho do distinto ano de 1997, tendo nascido em Porto Alegre, no Brasil. Transmite o seu talento através da música, caminhando nas estradas do Folk/Rock, do Blues e do Country.

O seu percurso no mundo da música teve início em 2015 quando se aventura no lançamento do seu primeiro disco. A gravação e produção decorreu na sua própria habitação, local onde desde 2013 criava faixas sob o pseudónimo Peter Frost. Com o título “Old Lagoon” as 14 faixas cantadas em inglês foram distribuídas física e digitalmente.

Até que, subitamente, a actualidade política e social atraíram Pedro para marés nunca antes navegadas: cantar em língua portuguesa. Esses polémicos acontecimentos foram conjugados com o avançado grau dos estudos de Pedro Nascente na área de Produção Fonográfica, o que o levar a sonhar mais alto e a dar o passo seguinte: a gravação e produção profissional dos seus próprios temas. Entre novas versões de temas antigos e outros criados de raiz nessa mesma altura surgiu o álbum “Delírios Sob A Noite Sem Cor” – um disco pessoal e intenso onde o Brasil, e os brasileiros, são o(s) protagonista(s) ao longo de 11 temas folk gravados em apenas três meses.

No final de 2015 realizou-se não só ao lançamento do disco como também as primeiras apresentações ao vivo. Com a chegada de 2016 surgiu um novo desafio: uma residência mensal no espaço Olé Armazém Mexicano, desta vez em parceria com Franco Bittencourt. A dupla levou a cabo o espectáculo “Delírios, Folk e Rock” com reportório do próprio Nascente e reinterpretações de grandes clássicos intemporais do folk, rock, blues e country.

O Verão de 2016 marca uma nova fase na carreira de Pedro Nascente: muniu-se de Gabriel Ost e de Roger Drumm e formou a sua nova banda de apoio, os Lençóis Freáticos, cabendo ao primeiro a bateria e ao segundo o contrabaixo e as vozes, assumindo ele próprio a voz, a guitarra e a boa e velha harmónica.

Uma nova sessão de gravação e produção, conduzidas uma vez mais pelo próprio, viu nascer o EP “A Princesa”, que agora chega a Portugal através da chancela da Music For All. Num registo algo distante daquele com que se estreou em 2015 surgem cinco temas de folk/rock psicadélico onde a guitarra marca o compasso e as letras acutilantes captam toda a nossa atenção.


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publicado por Carlos Gomes às 13:37
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Quinta-feira, 2 de Fevereiro de 2017
DEPUTADO DO PAN PARTICIPA NA CONFERÊNCIA DO MOVIMENTO IBÉRICO ANTINUCLEAR “FECHAR ALMARAZ”

No próximo sábado, dia 04 de fevereiro, pelas 10h00, em Lisboa, na Fábrica de Braço de Prata, o deputado do PAN – Pessoas – Animais – Natureza, André Silva, participa na Conferência do Movimento Ibérico Antinuclear “Fechar Almaraz”, que reúne especialistas franceses e espanhóis com ativistas nacionais e institucionais para debater um problema ambiental com forte risco para a saúde pública.

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No seguimento da decisão do Governo espanhol de aprovar a construção de um armazém de resíduos nucleares na central nuclear de Almaraz, a cem quilómetros da fronteira portuguesa, e por considerar que é necessária uma intervenção de Portugal que vá para além de queixas à Comissão Europeia, o PAN – Pessoas-Animais-Natureza apresentou a semana passada duas denúncias/exposições à Comissão Económica das Nações Unidas para a Europa (UNECE) pelo incumprimento das Convenções de Espoo e Aarhus.

Atendendo a que não houve a realização de uma Avaliação Transfronteiriça de Impacte Ambiental de acordo com os critérios da Convenção de Espoo e da Diretiva Comunitária 2011/92/UE de 13 de Dezembro de 2011, alterada pela Diretiva 2014/52/UE de 16 de Abril de 2014 e, uma vez que Portugal não foi consultado nem notificado como está previsto nas diretivas da Convenção de Aarhus, o partido defende que estamos perante o incumprimento destes acordos internacionais por parte de Espanha.



publicado por Carlos Gomes às 19:36
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REVISTA DE MARINHA LANÇA PRIMEIRA EDIÇÃO DE 2017

A Mais Antiga Revista Nacional Sobre Assuntos do Mar

A Revista de Marinha, a mais antiga e prestigiada revista nacional dedicada aos assuntos do mar, lança a sua 995ª edição, onde aborda vários temas náuticos, desde o desporto à segurança marítima, revisitando momentos históricos e noticiando a atualidade nacional, sem deixar de parte os grandes feitos dos nossos “Homens do Mar”, sejam eles desportistas ou militares.

Sempre com o olhar posto na atualidade náutica e marítima portuguesa, a Revista de Marinha traz aos seus leitores relances do passado e um vislumbre do futuro, não só para os afiliados das Forças Armadas, mas por todos aqueles que se interessam pela temática, seja por motivos profissionais ou apenas por paixão ou curiosidade.

Todas as edições, a Revista de Marinha cobre os mais diversos temas dentro do universo marítimo, como artigos e crónicas de temáticas tão diversas como a história náutica, a atualidade marítima, economia do mar, estratégia, geopolítica e um olhar sobre a Marinha de Guerra Portuguesa, explorando as características dos navios portugueses e os últimos avanços da tecnologia militar marinha.

Neste número, com a Marinha de Guerra como tema de capa, poderá ainda encontrar um artigo sobre o novo passadiço flutuante no Rio Tâmega; um resumo das grandes conquistas nacionais em desportos náuticos, durante 2016; artigos sobre a primeira edição de “Encontros do Mar”, que teve lugar na Ericeira; reportagens sobre o prémio “Busca & Salvamento” recebido pela nossa Marinha e sobre a atuação da Polícia Marítima Portuguesa que permitiu salvar vidas na Grécia.

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Revista de Marinha

Periodicidade: Bimestral

Pvp: 4,5€

Assinatura anual: 22,5€

Assinaturas e mais informações: assinaturas@revistademarinha.com

Revista de Marinha online em http://www.revistademarinha.com/

https://www.facebook.com/revistademarinha/



publicado por Carlos Gomes às 18:48
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Quarta-feira, 1 de Fevereiro de 2017
“É O FIM” – A ESTREIA AGUÇADA DE ALMIR CHIARATTI EM 360º

O percurso de Almir Chiaratti é uma lição de talento e perseverança. Com um álbum editado, “Bastidores do Sorriso” (2015), e outro a caminho, Almir dará no Verão um passo tão grande quanto natural: a estreia nos palcos portugueses!

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O tema “É O Fim”, retirado do álbum de estreia, teve direito a um videoclip em 360º, numa experiência tecnológica inovadora, e imersiva, sem paralelo. Este tema servirá de introdução ao seu trabalho, estando previsto revelar mais surpresas - nomeadamente as datas e locais da já referida tour - muito em breve. Esta é mais uma das apostas da Music For All para o ano de 2017.

Almir Chiaratti é um cantor, compositor e multi-instrumentista radicado no Rio de Janeiro nascido no distinto ano de 1988 no Rio Grande do Sul. Desde que se conhece que a música faz parte da sua vida, tendo crescido ao som dos clássicos do rock da década de 70 e do movimento cultural brasileiro que ficou para sempre conhecido como Tropicália.

A sua estreia no exigente mundo da música deu-se em 2015, quando editou o álbum “Bastidores do Sorriso”. Com influências da Música Popular Brasileira (MPB), mas também do rock psicadélico tão característico dos Mutantes, este trabalho registou a sua entrada no mundo adulto e os desafios, dúvidas, problemas e escolhas inerentes a esta fase tão importante da nossa existência.

Em parceria com o cineasta Pedro Freitas concebeu, realizou e filmou o videoclip do primeiro single do disco, “Teu Caminho”. Posteriormente participou em inúmeros festivais e competições, brasileiras e internacionais, tendo inclusivamente vencido o prémio de Melhor Videoclip Internacional no Urban Media Makers Film Festival, em Atlanta (EUA) e sendo escolhido como Melhor Videoclip pelo site DailyMotion no festival Rio Web Fest. Nota ainda para a presença do disco na lista Melhores Discos Brasileiros de 2015, do reputado site brasileiro Tenho Mais Discos Que Amigos.

Almir define este seu primeiro registo discográfico, onde as referências e influências musicais pululam de tema em tema, de forma simples: “As canções transitam por esses sentimentos, por trás do sorriso que envergamos para tocar a vida todos os dias. Acho que isso fica claro no título do disco: o que se passa nos bastidores do sorriso, nos bastidores da dor? Há músicas mais intimistas com temas existencialistas. Mas também há temas sobre amor, seja ele correspondido ou não. Tudo isto se encontra embebido em poesia, ironia e algumas gotas de sarcasmo.”

Seis meses após o lançamento do disco surgiu o EP “Bastidores ao Vivo”. O registo sonoro do primeiro concerto do artista continha cinco temas do álbum, em interpretações tão surpreendentes quanto arrebatadoras. Para acompanhar este EP surgiu também uma campanha de financiamento colectivo, com fantásticos resultados, onde Almir se uniu a Luiz Felipe Netto, para registar em vídeo o concerto referido acima. Este álbum conheceria ainda um segundo single, “Navegantes de Noé”, também ele com direito a videoclip, neste caso realizado pela Jaé Filmes.

Mas o percurso artístico de Almir não se fica por aqui! Aventurou-se na função de produtor ao acompanhar todo o processo do EP de estreia do cantor, e compositor, Diego Marques, com quem já havia trabalhado anteriormente. E passou também pelos palcos, ao estrear o espectáculo e dança “Cheiro a Manga”, em parceria com a bailarina Laura de Castro.

A recta final de 2016, e a conturbada realidade política do Brasil, motivou e influenciou Almir, surgindo assim o tema “Terceiro Turno” (com a participação de Felipe Pacheco no violino, dos Baleia, e do regente Vitor Damiani). A produção daquele que será o seu segundo trabalho de originais está a cargo de Eugenio Dale (reputado profissional que trabalhou anteriormente com Ney Matogrosso e Sergio Mendes).

Para 2017 aguardam-no novos desafios e um caminho nunca antes percorrido: a entrada na Europa. O single “É O Fim”, do seu registo de estreia, teve direito a um videoclip em 360º, numa experiência tecnológica inovadora, e imersiva, sem paralelo. Este tema será a sua introdução ao público nacional, estando para breve o anúncio das datas que compõem uma digressão já marcada para o Verão de 2017!


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publicado por Carlos Gomes às 19:48
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“ROYAL FADO” DE YOLANDA AJUDA REFUGIADOS SÍRIOS UNIVERSITÁRIOS

A Universidade de Coimbra, na celebração dos 727 anos, juntamente com a By The Music Produções,  promovem concerto solidario  Royal Fado de Yolanda Soares para apoiar os refugiados sírios que frequentam a Universidade.

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Este espectáculo terá lugar no dia 3 de Março de 2017 no Teatro Gil Vicente em Coímbra  às 21h30 e conta com convidados especiais.

São Fados Amalianos acompanhados por um instrumento inesperado e surpreendente no fado,  a harpa, num diálogo com a guitarra portuguesa a acompanhar a voz única e bela de Yolanda Soares  num requinte e qualidade inigualáveis em alguns dos temas mais românticos da vida de Amália como "Com que voz", " Amêndoa Amarga" " , " Soledad" , " Lianor" etc. É uma homenagem a Amália e ao romantismo da sua época mais inovadora e virtuosa, onde os fados quase faziam lembrar óperas aos ouvidos dos guitarristas dessa época que acompanhavam Amália e que diziam ironicamente "Lá vai ela para as óperas".Fados que foram apelidados mais tarde como sendo as "óperas"  de Amália .

A doçura e brilhantismo da voz de Yolanda assegura toda a sonoridade que nos transporta para uma espécie de banda sonora "Vintage” e para o romantismo das óperas de Puccini.

Tal como nos tem habituado nos seus projectos , Yolanda Soares une mais uma vez a música mais erudita, o canto  lírico e a ópera, ao Fado .

Um "Fado" inovador, misterioso, emotivo e elegante que contagia e envolve pela diferente abordagem musical que inclui também as percussões místicas orientais, o cajon ,o violino e convidados especiais.

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publicado por Carlos Gomes às 15:01
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PAN DEFENDE LEGALIZAÇÃO DA EUTANÁSIA

Intervenção do Deputado André Silva do PAN no debate desta tarde sobre a “Morte medicamente assistida”.

O PAN acompanha a vontade dos peticionários que irá concretizar, oportunamente, apresentando uma Iniciativa Legislativa sobre esta matéria.

Petição n.º 103/XIII/1.ª Da iniciativa do Movimento Cívico "Direito a Morrer com Dignidade" - Solicitam a despenalização da morte assistida | Intervenção André Silva | 01.02.2017

Começamos por agradecer ao movimento cívico "Direito a Morrer com Dignidade" pela coragem de iniciar o delicado debate social sobre a despenalização da morte medicamente assistida, e por ter dado entrada no parlamento de uma petição nesse sentido.

O debate sobre morte assistida não é um debate sobre constitucionalidade, é um debate sobre a sociedade aberta e evoluída que queremos. Não é tampouco um debate médico nem um debate sobre morte. O debate sobre a morte assistida é um debate sobre direitos humanos de quem está no fim da linha, e é um debate sobre como se morre: se com sofrimento agónico, atroz e intolerável ou, se pelo contrário, de forma digna, respeitosa, livre.

Porque, pior do que morrer, pode ser o processo de morte.

Muito mais do que uma dor ou outro sintoma físico ou psicológico, o sofrimento é uma dependência, uma indignidade, uma ausência de ser, uma falta de sentido. E é agoniante sofrer porque se sofre, sofrer porque se é obrigado a sofrer, sofrer por se saber que depois do sofrimento só há sofrer.

Mas esta petição não nos fala só de dignidade, fala-nos também de autonomia e de liberdade.

Num Estado de Direito, deve ser permitido a cada um de nós, tanto nos aspectos mais banais, como nas áreas mais íntimas da existência humana, o poder de conformar a nossa vida de acordo com as nossas próprias convicções e visão do mundo, não devendo esta ser imposta por terceiros. Ora, na situação actual é exactamente isto que acontece: os doentes vêem-se impedidos de decidir; vêem a sua autonomia condicionada pela existência de restrições legais. O Estado está, de um modo que qualificamos como inconstitucional, a ditar às pessoas o modo como estas devem gerir a sua vida.

O actual modelo de acto médico, fundado na autonomia e no consentimento informado, implica que o médico informe o paciente do seu estado de saúde, discuta com ele as opções de tratamento disponíveis e tenha em conta a sua vontade sobre o destino a dar à sua vida, seja pela via da administração de um tratamento, seja, no nosso entendimento, por uma opção de morte medicamente assistida. Não estamos a defender que a vontade do paciente seja absoluta – mas sim que esta seja atendível nos casos em que alguém, de forma consciente, esclarecida, reiterada, clinicamente incurável e em sofrimento intolerável possa definir as condições que quer para a sua morte.

A despenalização da morte assistida não exclui nem conflitua com os cuidados paliativos. Mas a verdade é que estes não eliminam por completo o sofrimento em todos os doentes, para os quais o Estado deve ter uma resposta. É extremamente moralista e paternalista dizer às pessoas que estão prestes a morrer que elas recebem cuidados tão bons que não precisam de dispor da opção da eutanásia.

Ao despenalizar e regulamentar a morte assistida, estaremos a dar expressão concreta dos direitos individuais à autonomia e à liberdade de convicção e de consciência. Estaremos, no fundo, a defender um direito humano fundamental que está por cumprir.

Sras. e Srs. Deputados: termino reforçando que o PAN irá apresentar futuramente uma proposta de lei sobre esta matéria. Consideramos que uma classe política evoluída está disponível para integrar novas preocupações sociais e assentar as discussões em perspectivas humanistas. Há que ir uma vez mais ao encontro do sentimento geral da população portuguesa.



publicado por Carlos Gomes às 14:48
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