Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores
Domingo, 31 de Agosto de 2014
EM 1971, MUNICÍPIO DE LISBOA CUIDAVA COM ZELO OS JARDINS HISTÓRICOS DA PRAÇA DO IMPÉRIO

As fotos datam de 1971 e mostram a extraordinária beleza dos jardins históricos da Praça do Império e a forma como eram zelosamente cuidados pelos jardineiros ao serviço da Câmara Municipal de Lisboa.

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Uma das imagens regista o aspeto magnífico do relógio de sol ali existente, atualmente irreconhecível devido ao desmazelo dos serviços camarários e, a avaliar pelas declarações feitas pelo vereador responsável pelo pelouro das zonas verdes, um alvo a abater por considerar desatualizado…

As fotos são da autoria de Joaquim Pereira Silvestre e pertencem ao Arquivo Municipal de Lisboa

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publicado por Carlos Gomes às 13:25
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EM 1973, ARQUIVISTAS AMERICANOS CONTEMPLAM OS BRASÕES DA PRAÇA DO IMPÉRIO

A foto data de 1973 e mostra um grupo de elementos da Sociedade de Arquivistas Americanos admirando os brasões da Praça do Império, por ocasião da visita que efetuaram à Câmara Municipal de Lisboa.

A foto, de autor não identificado, pertence ao Arquivo Municipal de Lisboa.

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publicado por Carlos Gomes às 13:11
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DUAS PETIÇÕES PÚBLICAS EM DEFESA DOS BRASÕES FLORAIS DA PRAÇA DO IMPÉRIO SOMAM JÁ CERCA DE 3.000 ASSINATURAS!

São duas as petições que estão a correr na internet. Uma delas, promovida pela Junta de Freguesia de Belém, reúne mais de 1.500 assinaturas e a outra, iniciativa da Associação de Defesa do Património de Lisboa conta com perto de 1.500 assinaturas.

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A petição lançada pela Junta de Freguesia de Belém encontram no endereço http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=BrasoesPracaImperio enquanto a promovida pela Associação de Defesa do Património de Lisboa está em http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT74604

Entretanto, multiplicam-se os artigos de opinião na comunicação social, na blogosfera e redes sociais. Cidadãos de todos os quadrantes sociais e políticos têm vindo unanimemente a manifestar-se a favor da preservação do nosso património, concretamente dos brasões florais dos jardins da Praça do Império.

A Câmara Municipal de Lisboa deve repensar a sua decisão, proceder à recuperação do património e respeitar as leis que determinam as áreas que devido ao seu interesse cultural se encontram sob proteção. Os portugueses em geral e os lisboetas em particular exigem a recuperação e preservação dos brasões florais dos jardins da Praça do Império!



publicado por Carlos Gomes às 09:06
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Sábado, 30 de Agosto de 2014
EM BELÉM, O MUNICÍPIO DE LISBOA QUER DESTRUIR OS BRASÕES… E, NO JARDIM DA ESTRELA, AGUARDARÁ A DERROCADA DEFINITIVA DO MIRADOURO?

O miradouro do Jardim da Estrela, em Lisboa, há 5 anos a aguardar obras de recuperação, ameaça derrocada a todo o instante.

O acesso ao miradouro do jardim da Estrela encontra-se interditado ao público desde 2009. Na origem da decisão encontra-se o risco de desmoronamento das terras e dos blocos de pedra que constituem os guarda-corpos do percurso.

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As obras de recuperação do local tardam a realizar-se e os caminhos que conduzem ao miradouro apenas se encontram barrados com uma simples corda.

Depois de, há alguns anos, a autarquia ter autorizado a construção de um edifício de vários pisos na rua de São Bernardo que veio a eliminar por completo a vista panorâmica que se usufruía daquele miradouro, agora o local permanece em estado de completo abandono à espera que uma derrocada destrua de vez o local que foi outrora um dos mais frequentados do jardim. Refira-se que existiu no local uma biblioteca pública com esplanada.

Na entrada principal do jardim da Estrela, uma placa informa os visitantes da existência do miradouro que, aliás, constitui uma das referências turísticas da cidade de Lisboa. Resta saber quanto mais tempo será necessário para se proceder à sua recuperação.

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publicado por Carlos Gomes às 11:29
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JARDINS HISTÓRICOS DE BELÉM SÃO CARTAZ TURÍSTICO DE LISBOA

Os jardins históricos de Belém, situados na Praça do Império e na Praça Afonso de Albuquerque, constituem um verdadeiro cartaz turístico da cidade de Lisboa. Edificados em 1940 aquando da exposição do Mundo Português, os jardins da Praça do Império são um dos locais mais visitados por turistas nacionais e estrangeiros.

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A fonte luminosa e, sobretudo, os seus arranjos florais, incluindo o relógio de sol e os brasões dos distritos de Portugal e dos antigos territórios ultramarinos, foram também durante várias décadas um verdadeiro testemunho do talento artístico dos jardineiros lisboetas.

Os postais ilustrados da época, aliás bastante procurados por colecionadores, documentam a beleza magnífica dos jardins que agora o Município de Lisboa quer ver destruídos, pese embora encontrarem-se em área protegida que inclui o mosteiro dos Jerónimos.

Apesar da degradação e abandono a que têm sido votados, tornando irreconhecíveis os trabalhos florais ali existentes, os jardins da Praça do Império continuam a atrair os visitantes e, consequentemente, a contribuir para a dinamização do comércio local e a obtenção de receitas provenientes do turismo. Não obstante o argumento financeiro, estes jardins constituem uma imagem de marca da cidade de Lisboa!

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publicado por Carlos Gomes às 10:04
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MOITA REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE



publicado por Carlos Gomes às 00:00
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Sexta-feira, 29 de Agosto de 2014
MOITA REALIZA FEIRA DE ARTESANATO

Primeiro sábado de setembro. “Artes e Talentos” no Mercado Municipal da Moita

A feira de artesanato “Artes e Talentos” regressa ao interior do Mercado Municipal da Moita, no dia 6 de setembro, a partir das 8:30h. Por lá, poderá encontrar artesanato em madeira, metal, cerâmica, cortiça, tecido, crochet, entre outros materiais.

Fonte CMMoita Artes e Talentos

A “Artes e Talentos” realiza-se habitualmente ao primeiro e segundo sábado de cada mês, mas em setembro, excecionalmente, decorre apenas no primeiro sábado devido à realização das tradicionais Festas em Honra de Nossa Srª da Boa Viagem.

Esta feira insere-se no Programa de Dinamização e Animação do Mercado Municipal da Moita. Se pretende expor as suas peças na “Artes e Talentos”, inscreva-se através do endereço eletrónico pav.mun.exposicoes@mail.cm-moita.pt, indicando nome, morada, telemóvel, número de contribuinte e tipo de produtos a expor (com fotos exemplificativas).

Para mais informações, contacte a Divisão de Desenvolvimento Económico da Câmara Municipal da Moita (T: 210816914).



publicado por Carlos Gomes às 10:27
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EM BELÉM, O MUNICÍPIO DE LISBOA QUER DESTRUIR OS BRASÕES DOS JARDINS DA PRAÇA DO IMPÉRIO… E, O QUE PRETENDERÁ COM O ABANDONO DOS JARDINS DA PRAÇA AFONSO DE ALBUQUERQUE?

Esculturas partidas e vandalizadas e pavimentos degradados são o retrato do abandono deste jardim situado defronte do Palácio de Belém

O Jardim Afonso de Albuquerque situa-se defronte do Palácio de Belém onde se encontra instalada a Presidência da República. Não obstante, aquele espaço parece encontrar-se ao abandono, a avaliar pelo estado em que se encontra o pavimento e as esculturas que constituem motivos de ornamentação.

Estátuas danificadas e sujas com pichagens e a degradação dos arruamentos são alguns dos aspetos que dão uma ideia de abandono do local. E, nem o monumento a Afonso de Albuquerque escapa uma vez que apresenta na base do pedestal alguns motivos escultóricos seriamente danificados.

Situado na Praça Afonso de Albuquerque, em Belém, o jardim, apresenta uma planta quadrangular e simétrica com cerca de 1,6 há, prolongando-se até à avenida da Índia, encontrando-se integrado numa área dedicada aos Descobrimentos Portugueses. Respeitando a simetria, apresenta diversos tabuleiros de relva e quatro lagos artificiais situados nos cantos do jardim, ornamentados com motivos escultóricos, erguendo-se ao centro a estátua de Afonso de Albuquerque.

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publicado por Carlos Gomes às 08:34
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FREGUESIA DE BELÉM ORGANIZA TORNEIO DE VOLEI



publicado por Carlos Gomes às 08:27
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EM BELÉM, O MUNICÍPIO DE LISBOA QUER DESTRUIR OS BRASÕES… E, NA TAPADA DAS NECESSIDADES, O QUE PRETENDE COM O SEU ABANDONO?

TAPADA DAS NECESSIDADES REGISTA DEGRADAÇÃO E ABANDONO

Câmara Municipal de Lisboa anunciou a realização de obras de requalificação em 2010 mas ainda não as efetuou

Equipamentos degradados e ao abandono, esculturas danificadas, vidros partidos, grafitis, arruamentos em mau estado, lixo e pessoas dormindo estendidas nos bancos do jardim fazem parte do cenário que a Tapada das Necessidades proporciona atualmente a quem visita este espaço magnífico de Lisboa.

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Não obstante, à entrada do jardim, um enorme painel publicitário da Câmara Municipal de Lisboa que reflete idêntico estado de abandono e esquecimento, anuncia o início de “Obras de Conservação da Tapada das Necessidades” para abril de 2010 e a sua conclusão para agosto do mesmo ano.

Constituindo parte integrante do Palácio das Necessidades, o jardim vulgarmente designado por Tapada das Necessidades era o local predileto de muitos monarcas para a realização de piqueniques, de entre os quais avultava o rei D. João V.

Para além de constituir uma magnífica zona de lazer dos lisboetas, a Tapada das Necessidades constitui um património que deveria manter-se cuidado e preservado. Aguardemos que a autarquia lisboeta recorde que tinha planeado a sua requalificação e venha a concretizá-la!

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publicado por Carlos Gomes às 01:02
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COMUNIDADE ISRAELITA DE LISBOA ENSINA MÚSICA JUDAICA



publicado por Carlos Gomes às 00:18
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QUELUZ REVIVE FEIRA SETECENTISTA

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publicado por Carlos Gomes às 00:00
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Quinta-feira, 28 de Agosto de 2014
ASSOCIAÇÃO DE DEFESA DO PATRIMÓNIO REALIZA AÇÃO SIMBÓLICA A FAVOR DA PRESERVAÇÃO DOS BRASÕES DO JARDIM DA PRAÇA DO IMPÉRIO

Em causa está o estado de abandono em que se encontram os jardins históricos de Belém e a intenção do município lisboeta em retirar os brasões dos jardins da Praça do Império

A Associação de Defesa do Património de Lisboa levou hoje a efeito em Belém uma manifestação simbólica de a favor da preservação dos brasões no jardim da Praça do Império.

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Munidos de ferramentas e outros utensílios de jardinagem, um grupo de pessoas procedeu à limpeza das ervas daninhas que cobriam por completo um dos símbolos existentes ali existentes, concretamente uma cruz da Ordem de Avis, a qual encontrava-se irreconhecível.

A ação que teve a cobertura jornalista de vários órgãos de comunicação social, foi dirigida pela Presidente da Associação de Defesa do Património de Lisboa, Drª Aline Beuvink, e contou com a presença nomeadamente do Presidente da Junta de Freguesia de Belém, Dr. Fernando Ribeiro Rosa, e do fadista Gonçalo da Câmara Pereira.

Na ocasião, foi salientado pelos promotores da iniciativa que esta ação visa simplesmente defender a História e o Património que nos foi legado, não devendo em circunstância alguma ser confundida com motivações de ordem ideológica, respeitando-se a opinião de todas as pessoas.

Esta constituiu a primeira manifestação de caráter cívico realizada em defesa deste património, prevendo-se que outras venham em breve a suceder-se promovidas por outras entidades ligadas à defesa do património cultural da nossa cidade.

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publicado por Carlos Gomes às 21:08
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O QUE É FEITO DO RELÓGIO DE SOL EXISTENTE NOS JARDINS DA PRAÇA DO IMPÉRIO?

A fotografia é de Artur Inácio Bastos e retrata o Relógio de Sol que existe nos jardins da Praça do Império, em Lisboa, e que atualmente se encontra irreconhecível por incúria do Município de Lisboa. A foto pertence ao Arquivo Municipal de Lisboa.

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publicado por Carlos Gomes às 14:03
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MOITA PROMOVE PASSEIOS NO TEJO A BORDO DE UM VARINO

Varino “O Boa Viagem” continua a navegar no Tejo

Os passeios pelo Tejo a bordo do varino municipal “O Boa Viagem” continuam a proporcionar aos participantes a oportunidade de conhecer o concelho da Moita e os concelhos limítrofes numa perspetiva diferente, de rio para terra.

Fonte CMMoita - passeio varino

Os próximos passeios estão marcados para os dias 2 de setembro, das 8:00h às 20:00h (percurso fluvial de um dia: Moita, Rosário, Base Aérea do Montijo, Alcochete e Moita), 4 de setembro, das 9:30h às 12:30h (percurso: Moita, Rosário, Base Aérea do Montijo, Baixa da Banheira e Moita), 11 de setembro, das 16:00h às 19:00h (percurso: Moita, Rosário, Sarilhos Pequenos e Moita) e 26 de setembro, das 15:30h às 18:30h (percurso: Moita, Rosário, Esteiro Furado e Moita), com partida do Cais da Moita.

A época de passeios do varino municipal “O Boa Viagem” só termina em outubro. Por isso, não deixe de consultar o calendário de passeios agendados, em www.cm-moita.pt.

Os bilhetes podem ser adquiridos no Posto de Turismo Municipal (Rua Machado Santos, n.º 35), na Moita, ou reservados através do T: 210852340.

Preço dos bilhetes:

Passeio de 3 horas

Crianças até 6 anos – gratuito

Crianças até aos 12 anos – 2,00€

Adultos – 3,99€Passeio de um dia|12 Horas

Crianças até 6 anos – gratuito

Crianças até aos 12 anos – 3,32€

Adultos – 6,63€ Para obter declarações, entrevistas ou qualquer outra informação adicional, contacte:

Gabinete de Informação e Relações Públicas

Câmara Municipal da Moita

Tlm: 912 214 692T: 21 280 67 15

www.cm-moita.pt

www.facebook.com/cmmoita



publicado por Carlos Gomes às 11:16
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O QUE É FEITO DO ESCUDO NACIONAL EXISTENTE NOS JARDINS DA PRAÇA DO IMPÉRIO?

A fotografia é de Artur Inácio Bastos e retrata o escudo nacional feito em flores, nos jardins da Praça do Império, em Lisboa, e que atualmente se encontra irreconhecível por incúria do Município de Lisboa. A foto pertence ao Arquivo Municipal de Lisboa.

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publicado por Carlos Gomes às 09:13
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PEÕES RECEIAM UTILIZAR PASSAGEM SUBTERRÂNEA EM BELÉM

A linha de comboio e a avenida da Índia constituem uma barreira intransponível, na zona histórica de Belém, para quem pretende aceder aos monumentos e equipamentos culturais existentes junto ao rio Tejo, nomeadamente o Museu da Eletricidade, o Museu de Arte Popular, o Padrão dos Descobrimentos e a Torre de Belém.

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Trata-se de uma das áreas mais frequentadas de Lisboa e porventura aquela que recebe maior número de turistas nacionais e estrangeiros, percorrendo toda a zona histórica, desde o Mosteiro dos Jerónimos ao Centro Cultural de Belém, o Museu dos Coches, da Marinha e da Presidência da República, além dos espaços ajardinados e dos estabelecimentos de restauração existentes no local. Porém, quando pretendem deslocar-se para a área que fica defronte, à beira do rio, só o podem fazer através de uma passagem inferior que, para além do seu aspeto medonho e fraca iluminação, nem sempre apresenta as melhores condições de higiene e segurança.

A zona histórica de Belém necessita de ser repensada, procurando-se uma solução que permita a ligação direta de todo o espaço envolvente, desde o Mosteiro dos Jerónimos ao rio Tejo, valorizando os espaços abandonados e os acessos à estação fluvial.

A solução para a requalificação da zona histórica de Belém poderia passar pelo rebaixamento da avenida da Índia com recurso a um túnel e a supressão da linha férrea a partir da estação de Algés que passaria a ser servida com um interface à linha de metropolitano a prolongar até Belém e Algés.

A cidade de Lisboa necessita de ser requalificada e deixar de continuar sujeita a pequenas intervenções que não constituem mais do que remendos que em nada a valorizam!

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Quarta-feira, 27 de Agosto de 2014
JUNTA DE FREGUESIA DE BELÉM LANÇA PETIÇÃO PÚBLICA PARA DEFENDER OS JARDINS HISTÓRICOS DA PRAÇA DO IMPÉRIO

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PETIÇÃO PÚBLICA EM DEFESA DOS JARDINS HISTÓRICOS DA PRAÇA DO IMPÉRIO

A Junta de Freguesia de Belém tem recebido inúmeras solicitações para actuar relativamente à intenção (já confirmada) da CML de destruir os brasões dos Jardins da Praça do Império, "apagando" alguns dos que fazem parte da histórica colectiva de todos os portugueses.

Este atentado cultura a Belém, a Lisboa e ao País e aos seus mais de 850 anos de história é inaceitáveil.

Assim, a Junta de Freguesia lança umapetição pública que será, em finais de Setembro levada à Assembleia de Freguesia para que esta a subscreva formalmente e seja depois remetida à Câmara Municipal e à Assembleia Municipal de Lisboa, com o objectivo de travar esta iniciativa e que a mesma seja susbstituída por uma outra que promova a reabilitação integral dos barsões, conforme o seu desenho e forma original.

Haverá igualmente uma cópia da petição para assinar na Junta de Freguesia, para quem não tem acesso à internet.

Pode assinar a petição em http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=BrasoesPracaImperi

POR FAVOR ASSINE, CONVIDE A ASSINAR E DIVULGUE!



publicado por Carlos Gomes às 19:23
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PAÇO DE ARCOS FESTEJA AO SENHOR JESUS DOS NAVEGANTES



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Terça-feira, 26 de Agosto de 2014
MUNICÍPIO DE LISBOA QUER DESTRUIR OS JARDINS DA PRAÇA DO IMPÉRIO

Existe na Câmara Municipal de Lisboa um plano para apagar os brasões nos espaços ajardinados

Na sequência do artigo que ontem aqui publicámos referente ao estado de abandono a que estão votados os jardins da Praça do Império, na zona histórica de Belém, recebemos via facebook a informação da Junta de Freguesia de Belém denunciando a intenção por parte da Câmara Municipal de Lisboa em destruir os brasões existentes nos espaços ajardinados e que constituíram sempre uma magnífica obra de arte da jardinagem na nossa cidade.

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Transcrevemos a informação colocada junto da notícia que foi partilhada pela própria Junta de Freguesia de Belém: “Infelizmente este é um caso triste na nossa Freguesia. E que estamos a tentar sensibilizar a CML para que altere esta situação. A resposta que temos tido é que, inclusivamente, planeiam destruir os brasões ali existentes! O que somos frontalmente contra!!”

“Esta situação, que nos arrepia, tem de ser combatida de todas as formas. Existem planos na CML para pura e simplesmente apagar a história que está esculturalmente marcada na Praça do Império, destruindo os brasões que ali se encontram, feitos em flores e arbustos.

O espaço tem sido paulatinamente abandonado de forma a justificar a "inviabilidade" da sua recuperação e assim justificar a sua destruição.

A Junta de Freguesia de Belém é frontalmente contra a destruição do jardim! A história não se apaga! Belém e a Cidade de Lisboa ficariam irremediavelmente mais pobres!”

A intenção da Câmara Municipal de Lisboa constitui um verdadeiro atentado ao património da cidade que deve merecer o repúdio por parte de todos os cidadãos!

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publicado por Carlos Gomes às 11:54
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QUELUZ REALIZA FEIRA SETECENTISTA



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Segunda-feira, 25 de Agosto de 2014
MUNICÍPIO DE LISBOA ABANDONA JARDINS DA PRAÇA DO IMPÉRIO, EM BELÉM

Os jardins da Praça do Império, na zona histórica de Belém, encontram-se ao mais completo abandono. Situados numa das zonas mais monumentais e turísticas de lisboa, o jardim da praça do Império foi construído em 1940, por ocasião da Exposição do Mundo Português, no local onde outrora se encontrava a praia do Restelo.

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Trata-se de uma extensa área ajardinada, compreendendo uma dimensão de 3,3 há, entre a avenida da Índia e a rua de Belém, junto ao Mosteiro dos Jerónimos e ao Centro Cultural de Belém, tendo ao centro uma magnífica fonte luminosa que constituiu durante muitas décadas uma das grandes atrações dos lisboetas.

Os jardins da Praça do Império apresentavam outrora magníficos trabalhos florais reproduzindo os brasões de várias regiões do país, diversos símbolos e ainda um relógio de sol cujo ponteiro é constituído pelo ferro de uma âncora. Com arbustos ricamente ornamentados com os mais diversos motivos florais das cores mais variadas, aquele espaço constitui desde sempre um dos ex-líbris da cidade de Lisboa e ainda um autêntico diploma a certificar o talento artístico dos jardineiros lisboetas.

Atualmente, os motivos florais já desapareceram e todo o trabalho de jardinagem se encontra num estado de total degradação, dando ao visitante uma imagem de total decadência de um dos espaços mais emblemáticos de Lisboa e que em nada dignifica a capital do país. Os brasões já perderam a sua forma original e desapareceram, as ervas infestam por entre os arbustos e nem aquilo que outrora foi o relógio de sol se assemelha seja ao que for…

Não sabemos se o Município de Lisboa ainda dispõe de jardineiros entendidos na arte da jardinagem mas torna-se necessário que se providencie a recuperação tão rápida quanto possível dos jardins da Praça do Império, em Belém!

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MOITA REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE



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Domingo, 24 de Agosto de 2014
FOTÓGRAFOS “UP SKIRT” PERSEGUEM O FOLCLORE

Como qualquer outra forma de expressão artística, a fotografia também não constitui uma arte inocente. O ângulo captado pelo fotógrafo destina-se a dar-nos uma perspetiva da realidade ou seja, a realidade segundo o seu ponto de vista. Ao tempo da Itália fascista, era usual os fotógrafos retratarem Mussolini a partir de baixo, dando-nos a ideia de uma figura monumental, numa grandeza apenas comparável à imponência da maior parte das esculturas existentes em Roma.

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A partir de meados do século passado, os regimes autoritários como o Estado Novo fizeram do folclore, uma das vertentes da promoção turística. A acompanhar as mudanças de hábitos da moda que foram reduzindo o tamanho das saias das mulheres, surgiu então o “folclore” do tipo bilhete-postal para vender ao turista a exibir as “sete saias” da Nazaré e os saiotes das minhotas. Tratou-se do aparecimento de uma tendência fotográfica que tornou-se atualmente viral na internet e é identificada por “up skirt” que significa literalmente “por baixo da saia”.

Existindo na arte uma correspondência entre a forma e o conteúdo, ninguém espera na exibição de um grupo folclórico vir a assistir a um espetáculo erótico, por mais atraentes que sejam os seus atores, uma vez que este se destina a reconstituir, com o maior rigor possível, costumes que correspondem a mentalidades diferentes das que atualmente existem.

Sucede que, à época que começou a utilizar-se tal maneira de fotografar, pretendia-se realçar o aspeto estético sem curar da autenticidade que deve estar sempre presente na representação etnográfica. Mas, nos tempos que correm, os fotógrafos “up skirt” tornaram-se uma praga e a publicação das suas imagens compromete o trabalho desenvolvido por muitos grupos folclóricos. É que, o “up skirt” não constitui apenas uma maneira errada de fotografar o folclore mas corresponde sobretudo a uma tara sexual facilmente identificável na internet e que não poupa sequer o espetáculo da cultura tradicional. Cabe aos responsáveis dos grupos providenciar as medidas necessárias para que o seu trabalho não fique conspurcado por tais fotógrafos, nomeadamente calculando a altura dos palcos e, sobretudo, a forma como se apresentam e exibem os seus componentes.

Carlos Gomes / http://www.folclore-online.com/



publicado por Carlos Gomes às 00:35
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Sábado, 23 de Agosto de 2014
SÍTIO DAS MARINHAS DE SAL DA MOITA ESTÁ HOJE ABERTO A VISITAS

Até ao final deste mês, pode ainda visitar no Concelho da Moita o Sítio das Marinhas de Sal. Trata-se de uma oportunidade para conhecer a história do sal no concelho da Moita e na região, o seu processo de extração e outras curiosidades sobre a ecologia do estuário, os invertebrados do Tejo, os peixes e as aves. As visitas efetuam-se nas tardes de sábado entre as 15:00h e as 19:00h. A entrada é livre.

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O Sítio da Marinhas – Centro de Interpretação Ambiental, na Estrada do Rosário, Moita, é um equipamento singular, no âmbito da preservação e promoção do património cultural e natural, pela perspetiva integrada que apresenta da história e do ambiente, do homem e do território, de um espaço humanizado, com a reconstrução de muralhas e de uma salina em perfeito equilíbrio com uma paisagem de marés, de salgados e sapais, de diversidade animal e vegetal, inspirado e ancorado no estuário do Tejo, que pode ser desfrutado de forma lúdica.

O Centro de Interpretação conta com uma exposição interior, uma exposição exterior em circuito ambiental e uma marinha recuperada. 

Fotos: Município da Moita

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publicado por Carlos Gomes às 07:45
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LISBOA COMEMORA DIA MUNICIPAL DO BOMBEIRO



publicado por Carlos Gomes às 02:00
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QUELUZ REVIVE FEIRA SETECENTISTA

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Sexta-feira, 22 de Agosto de 2014
OEIRAS PREPARA CORRIDA DO TEJO

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publicado por Carlos Gomes às 05:25
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Quinta-feira, 21 de Agosto de 2014
JOVENS CONVOCAM “MEET” PARA A AMADORA

Centenas de jovens tentaram invadir ontem o Centro Comercial Vasco da Gama, em Lisboa. O próximo “meet” está marcado para o dia 30 de agosto, às 15 horas, no Centro Comercial Dolce Vita, na Amadora.

Perto de oito centenas de jovens afluíram ontem ao Parque das Nações para “socializar”, conforme referido nas convocatórias feitas através do facebook. A “reunião” marcada deu origem a uma tentativa de invasão do Centro Comercial Vasco da Gama e confrontos com as forças policiais entretanto chamadas para assegurar a ordem pública. Registaram-se ferimentos e detenções. Muitos comerciantes optaram por encerrar os seus estabelecimentos.

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À semelhança do que se verifica nomeadamente nos Estados Unidos da América, estes encontros não apresentam qualquer objetivo definido, visando segundo uns manifestarem-se contra o racismo, enquanto outros alegam tratar-se de uma forma de “socializar”. Porém, o apelo à violência que é feito em torno destas convocatórias levanta sérios receios em muitos jovens que recusam inclusivamente a sua participação nestes encontros.

O próximo “meet” já tem marcação anunciada para o próximo dia 30 de agosto, pelas 15 horas, no Centro Comercial Dolce Vita, na Amadora.



publicado por Carlos Gomes às 16:32
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CENTRO DE ESTUDOS DO PATRIMÓNIO DA ALTA ESTREMADURA ORGANIZA COLÓQUIO INTERNACIONAL NO MOSTEIRO DA BATALHA



publicado por Carlos Gomes às 12:40
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Quarta-feira, 20 de Agosto de 2014
MOITA E BARREIRO PROMOVEM ROTA DO MANUELINO

Nos concelhos da Moita e Barreiro. Rota pelo património de estilo manuelino

Está marcada para o dia 30 de agosto, pelas 14:30h, mais uma Rota do Manuelino, promovida pela Câmara Municipal da Moita, em conjunto com a Câmara Municipal do Barreiro, no âmbito das Comemorações dos 500 Anos do Foral de Alhos Vedros.

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Os participantes vão ter a oportunidade de descobrir o património de estilo manuelino existente no antigo concelho de Alhos Vedros, que engloba os atuais concelhos da Moita e Barreiro (Moita, Rosário, Alhos Vedros, Palhais e Barreiro). O Portal Manuelino, no Núcleo Antigo da Moita, a Capela de Nossa Srª do Rosário, a Capela de São João Batista, em Alhos Vedros, a Igreja de Nossa Srª da Graça, em Palhais, e o Portal Manuelino da Antiga Ermida de São Sebastião, no Barreiro, são os locais a visitar.

Para participar, basta efetuar a sua inscrição, gratuita, na Câmara Municipal da Moita, através do email:div.cultura.desporto@mail.cm-moita.pt ou dos telefones: 210817044/210817048, ou na Câmara Municipal do Barreiro, no Posto de Turismo, T: 210990837. A concentração está prevista para as 14:30h, em frente ao edifício da Câmara da Moita.



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Terça-feira, 19 de Agosto de 2014
MOITA APRESENTA PROGRAMA DAS FESTAS

Apresentação pública do programa das Festas da Moita 

As Festas em Honra de Nossa Srª da Boa Viagem estão a chegar. É já entre 12 e 21 de setembro que a vila da Moita recebe as suas festas populares que, anualmente, atraem milhares de visitantes pelas suas tradições ligadas à festa brava e ao rio. O programa deste ano vai ser apresentado no dia 30 de agosto, pelas 21:45h, no Largo do Cais.

Apres. Festa da Moita Largada

Além da apresentação do programa, esta iniciativa vai contar com momentos de grande animação e convívio:

21:45h – Arruada com a Charanga Huga-Huga do Rosário;

22:00h – Apresentação oficial do programa das Festas; venda do programa e da t-shirt oficial;

22:30h – Largada de toiros;

23:00h – Baile com Grupo Musical Steel.



publicado por Carlos Gomes às 14:14
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ENQUANTO A LÍNGUA PORTUGUESA VIVER O GALEGO NÃO MORRERÁ!

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Segunda-feira, 18 de Agosto de 2014
D. NUNO ÁLVARES PEREIRA FUNDOU HÁ 625 ANOS O CONVENTO DO CARMO

Sobranceiro ao Rossio, em Lisboa, ergue-se o Convento do Carmo, assim designado por ter pertencido à Ordem dos Irmãos da Bem-Aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo, vulgo Ordem do Carmo, uma congregação religiosa inspirada na vida eremítica de silêncio e oração do profeta Elias, surgida no século XI, próximo de Haifa, no atual Estado de Israel.

O Convento do Carmo, em Lisboa, foi fundado em 1389 por D. Nuno Álvares Pereira, aliás São Nuno de Santa Maria, nele tendo ingressado em 1423 e na respetiva igreja sido sepultado.

O terramoto, ocorrido em 1 de novembro de 1755, destruiu grande parte do edifício, tendo-se durante o reinado de D. Maria I iniciado a sua reconstrução, tendo sido concluída uma das alas do convento. Porém, em 1834, aquando da extinção das ordens religiosas, os trabalhos foram interrompidos, tendo-se entretanto optado por não se proceder ao prosseguimento das obras de reconstrução, optando-se pela manutenção das ruínas muito ao gosto da época.

Atualmente, as ruínas da igreja albergam o Museu Arqueológico do Carmo enquanto a parte restante do edifício conventual servem de quartel à Guarda Nacional Republicana, palco de muitos acontecimentos históricos, de entre os quais se destaca o cerco levado a efeito pelos militares revoltosos no 25 de abril de 1974 que levou ao derrube do Estado Novo.

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Domingo, 17 de Agosto de 2014
BOMBOS BAIONENSES RUFAM EM VIALONGA



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Sábado, 16 de Agosto de 2014
QUELUZ REVIVE FEIRA SETECENTISTA

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MOITA FESTEJA A NOSSA SENHORA DA BOA VIAGEM



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Sexta-feira, 15 de Agosto de 2014
FESTAS DA MOITA REALIZAM-SE EM SETEMBRO



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Quinta-feira, 14 de Agosto de 2014
ECOLOJOVEM – “OS VERDES” DEFENDE MUDANÇA URGENTE DE POLÍTICAS PARA A JUVENTUDE

No momento em que se assinala o Dia Internacional da Juventude, é com preocupação que a Ecolojovem - «Os Verdes» olha para os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), divulgados ontem, que revelam que a proporção de jovens na população nacional nunca foi tão pequena desde que existem estatísticas.

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Os habitantes entre os 15 e os 29 anos representam apenas 17% do total do país, consequência da perda de quase meio milhão de pessoas desta faixa etária ao longo da última década. Os dados divulgados referem ainda que esta geração representa hoje cerca de um terço dos desempregados e metade dos emigrantes permanentes. Ainda segundo o INE, a diminuição do número de jovens é um dos indicadores do fenómeno do envelhecimento que atinge a população portuguesa e reflete a redução continuada do número de nascimentos verificada em Portugal.

Uma geração cada vez mais qualificada mas que, ao mesmo tempo, representa 32% dos desempregados em Portugal, e que abandona o seu país na procura de melhores condições de vida. Em 2012 emigraram 53 mil jovens de Portugal e, destes, cerca de 26 mil fizeram-no de forma permanente, o que representa metade do total de emigrantes permanentes do país. Os que ficam em Portugal, e estão no mercado de trabalho, ganham cada vez menos, em comparação com outros grupos etários, quando trabalham por conta de outrem, diferença salarial que se tem vindo a agravar continuamente desde 2002.

Para a Ecolojovem - «Os Verdes», os dados divulgados pelo INE não representam uma novidade, devem sim, representar mais um grito de alerta para o atual Governo PSD/CDS, pois são a prova de que as políticas, sucessivamente agravadas, têm vindo a gerar um país cada vez mais envelhecido, sem crescimento, sem sustentabilidade, sem jovens.

Os Jovens Ecologistas rejeitam veemente estas políticas castradoras que têm levado milhares de jovens a abandonar o nosso país, sendo que os que teimam aqui ficar ficam privados dos seus direitos, liberdades e garantias, como sejam, ensino, emprego com direitos, habitação e qualidade de vida.

A Ecolojovem - «Os Verdes» defende que é necessário uma mudança efetiva de políticas que promova a criação de emprego com direitos, políticas que façam com que os nossos jovens deixem de ter como única alternativa o abandono do país.

O Partido Ecologista “Os Verdes”

(T: 21 396 03 08/21 396 02 91; Fax: 21 396 04 24; Email: pev@osverdes.pt ou osverdes@gmail.com)

O Gabinete de Imprensa de “Os Verdes” - TM: 917 462 769

Lisboa, 12 de Agosto de 2014



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Sábado, 9 de Agosto de 2014
BOMBA ATÓMICA FOI LANÇADA SOBRE NAGASAKI HÁ 69 ANOS!

Cidade japonesa de Nagasaki foi construída pelos portugueses

Passam precisamente 69 anos desde a data em que os Estados Unidos da América lançaram a bomba atómica sobre a cidade japonesa de Nagasaki. Tratava-se de uma cidade portuária fundada pelos portugueses, no século XVI, na ilha de Kyushu, distrito de Nishisonogi, repleta de igrejas e outros locais cristãos que testemunham a cultura e civilização portuguesas e fizeram dela uma porta do Japão aberta para o ocidente e o mundo.

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A sua beleza natural levou Giacomo Puccino a escolhê-la como cenário da ópera “Madame Butterfly”. Porém o fato de ter sido o local escolhido para aí se estabelecer a base da Marinha Imperial Japonesa, Nagasaki veio a tornar-se conhecida pelos piores motivos: a destruição causada pelo lançamento da bomba atómica em 9 de agosto de 1945.



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VEM AÍ AS FESTAS DA MOITA!



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Sexta-feira, 8 de Agosto de 2014
AS CORES REPUBLICANAS NO BARRETE DO CAMPINO RIBATEJANO

O campino do Ribatejo, tal como atualmente o conhecemos, altivo na sua montada, com o seu pampilho, apresenta-se invariavelmente com o seu colete encarnado, faixa vermelha à cintura, calça azul e meias brancas até ao joelho, jaqueta e sapato de prateleira com esporas. Ao invés de outros trabalhadores rurais da mesma região, usa barrete verde com orla a vermelho, sugerindo as cores da atual bandeira nacional.

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O barrete é, desde tempos muito recuados usual em diversas regiões do nosso país, quer no meio rural como ainda entre as comunidades de pescadores. No Minho, apesar da indústria de chapelaria que se desenvolveu em Braga nos meados do século XIX, a qual levou à difusão em toda aquela do característico chapéu braguês, o barrete continuava a ser utilizado nas tarefas diárias da lavoura.

Originariamente, todos os barretes eram pretos ou cinzento-escuro, independentemente do grupo social ou a região do país em que eram utilizados. Ainda hoje os podemos encontrar com relativa facilidade entre os pescadores da Nazaré e da Póvoa do Varzim ou até na região saloia. Porém, apesar de se pretender preservar aquilo que foram os usos e costumes de uma determinada época, geralmente dos finais do século XIX e começos do século XX, também o traje tradicional tem sido permeável às modas e a outros interesses que o levam a registar modificações que, não raras as vezes chegam até nós como o que existe de mais genuíno.

Seria extensa a lista de exemplos que poderíamos enumerar para descrever as alterações que ao longo dos tempos se tem registado no traje tradicional, para já não falarmos de outros aspetos relacionados com o folclore como as coreografias, os instrumentos utilizados e os próprios cantares. Bastará, apenas, referir o tamanho das saias que outrora se usavam comparados com o que por vezes é exibido atualmente, as formas estilizadas e os tecidos. Muitas dessas alterações não estão apenas relacionadas com as influências exercidas pela moda mas ainda com a sua utilização para fins de propaganda turística e até política, como sucedeu em grande medida durante o período do Estado Novo.

Passa mais de um século desde que foi instaurado em Portugal o regime republicano. E, como é sabido, o Ribatejo constituía uma das regiões de maior implantação política dos republicanos da altura. De resto, foi um ribatejano de seu nome José Relvas, quem hasteou a bandeira do novo regime nos Paços do Concelho, em Lisboa. Na verdade, a bandeira hasteada pertencia a um pequeno grupo político, o Centro Democrático Federal, pois a bandeira tal como a conhecemos só viria a ser concebida e aprovada pela Assembleia Nacional Constituinte no ano seguinte.

Inspirados pelo famoso quadro “A Liberdade guiando o Povo” de Eugène Delacroix, os republicanos criaram uma figura alegórica para representar a República, um tanto à semelhança do que fizeram os franceses ao conceberem a sua Marianne. O modelo então escolhido foi uma jovem alentejana de Arraiolos, de seu nome Irene Pulga. E, tal como os franceses fizeram com a Mariana, colocaram-lhe sobre a cabeça um barrete frígio.

O barrete frígio é assim designado por ter sido primitivamente usado pelos habitantes da Frígia que constituía uma região da Ásia Menor, sensivelmente onde atualmente se encontra a Turquia. Os republicanos franceses adotaram-no, sob a cor vermelha, como símbolo de liberdade. Aliás, da mesma forma que, nos finais do século XIX, foram os caçadores alpinos franceses os primeiros a adotar a boina basca, alterando-lhe a cor para azul-escuro, tendo passado a constituir um acessório dos uniformes de inúmeras forças militares sob as mais diversas cores. De forma algo idêntica, também os republicanos portugueses viram certamente no barrete do campino ribatejano uma espécie de barrete frígio, genuinamente português, podendo ser-lhe introduzidas as cores da República.

Com o decorrer do tempo e a divulgação do folclore, mormente ao tempo do Estado Novo, a ideia do barrete verde viria a enraizar-se nos costumes ribatejanos e a tornar-se uma peça considerada genuína do traje do campino.

Carlos Gomes / http://www.folclore-online.com/

Foto: Susana Custódio / http://susanacustodio.blogspot.pt/



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Quinta-feira, 7 de Agosto de 2014
FESTAS DO BARRETE VERDE E DAS SALINAS COMEÇAM AMANHÃ EM ALCOCHETE

Com 70 anos de história, as Festas do Barrete Verde e das Salinas representam o que de mais genuíno e verdadeiro os Alcochetanos têm para oferecer. O segundo fim-de-semana de Agosto é esperado por todos com grande ansiedade, porque marca o início de umas festas reconhecidas nacionalmente pelo seu carisma e tradição tauromáquica.

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As Festas do Barrete Verde e das Salinas reúnem anualmente milhares de visitantes, que atraídos pela festa brava, pela fé, pela tradição e pela forma espontânea e entusiasta de receber que o povo alcochetano tem, enchem as ruas da vila de grande animação e prolongam a noite até ser dia.

As festividades preservam na sua génese um culto religioso, muito vincado nas gentes, e uma grande paixão pela tauromaquia, consolidada na homenagem a três figuras basilares: o Campino, o Forcado e o Salineiro.

Organizadas anualmente pelo Aposento do Barrete Verde em estreita colaboração com a Câmara Municipal, as festas são um reflexo de uma tradição mantida ao longo dos tempos e que vai sendo sempre recriada pelas gerações mais novas.

Um dos momentos altos é a Noite da Sardinha Assada durante a qual seguem alegremente atrás da Charanga, milhares de pessoas, que enchem de cor e de vida as ruas da Vila, com coreografias criadas de forma espontânea e que perduram noite dentro até o sol nascer.

A procissão por Terra e por Mar é uma das mais intensas manifestações religiosas, reflexo da fé de um povo que teve, no passado, no rio o seu modo de sustento.

As tradicionais largadas de touros são outra componente da festa a par com as corridas de touros, os espectáculos musicais, as exposições e actividades desportivas que integram um programa que mantém a Vila envolta de alegria.

As Festas do Barrete Verde e das Salinas são um misto de sentimentos, emoção e diversão, onde o fado acontece em cada esquina, o flamenco ecoa por becos e vielas e onde os aficionados manifestam o seu “salero” frente ao touro nas arenas improvisadas nas ruas.

Fonte: http://www.cm-alcochete.pt/



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Quarta-feira, 6 de Agosto de 2014
LISBOA REVIVE TRADIÇÃO SALOIA NA FEIRA DA LUZ


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Terça-feira, 5 de Agosto de 2014
MUSEU DO BRINQUEDO EM SINTRA VAI FECHAR

O Museu do Brinquedo em Sintra vai fechar no final deste mês. A nova Lei Quadro das fundações impede a Câmara Municipal de Sintra de apoiar a Fundação Arbués Moreira, entidade á qual foi legada a coleção pertencente ao Museu do Brinquedo. Sem esse apoio, as receitas da bilheteira revelam-se insuficientes para manter aquele espaço cultural em funcionamento.

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Situado no centro da vila de Sintra, no edifício do antigo quartel dos bombeiros, o Museu do Brinquedo dispõe de mais de 60 mil brinquedos que integram o espólio do museu, quase todos pertencentes à coleção pessoal de João Arbués Moreira, recolhidos ao longo de mais de seis décadas. As peças mais antigas são dois berlindes, com mais de 2000 anos, encontrados na Síria, nas margens do rio Eufrates.

A quebra do número de visitantes devido à atual conjuntura económica que atingiu não apenas as famílias como as escolas devido á falta de apoios para alugar meios de transporte para a deslocação das crianças, aliado à falta de apoios oficiais à cultura, determinaram a decisão de encerramento do Museu do Brinquedo que vai implicar ainda a supressão de 7 trabalhadores.

Entretanto, o Município de Lisboa já manifestou interesse em acolher o Museu do Brinquedo, aguardando-se desenvolvimentos em relação a este processo.



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Segunda-feira, 4 de Agosto de 2014
FESTAS DO BARRETE VERDE E DAS SALINAS REGRESSAM A ALCOCHETE



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Domingo, 3 de Agosto de 2014
OS CÍRIOS SÃO UMA TRADIÇÃO DE LISBOA E REGIÃO DA ESTREMADURA

De foice em punho, a deusa romana Ceres procede à colheita dos cereais enquanto o lavrador abastece o celeiro. No mês de Agosto, o mês das colheitas mas também das alegres romarias, é preciso sachar e regar o milho e arrancar-lhe os pondões para os dar de alimento ao gado bovino. Mas também é tempo de cumprir promessas e partir em romaria ao S. João d'Arga ou à Senhora das Neves, em Caminha ou à Senhora da Peneda que fica na Gavieira, nos confins de Arcos de Valdevez; à Senhora do Pranto em Vila de Rei, à Senhora da Piedade em Montalegre ou a São João do Deserto em Aljustrel. Por esta ocasião, Viana do Castelo enche-se de moças que envergam os lindos trajes garridos das lavradeiras ou os elegantes fatos de mordomas para receber os visitantes que não dispensam os festejos em honra da Senhora da Agonia.

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Costume antiquíssimo que também tinha lugar durante o mês de Agosto e que quase desapareceu, em grande medida em consequência de fanatismos políticos que tiveram o seu tempo, consistia na organização dos círios à Senhora do Cabo que se encontra num templo situado no Cabo Espichel, à Senhora da Nazaré e à Senhora da Atalaia, sempre muito concorridos de gente nomeadamente das localidades ao redor de Lisboa. O círio à Senhora do Cabo que se realizava desde 1430 era organizado por uma confraria que chegou a reunir trinta paróquias, incumbindo a cada uma delas organizar anualmente o respectivo círio. Há alguns anos atrás, coube tal incumbência à paróquia de Rio de Mouro que a realizou após cinquenta anos em relação à última que levou a efeito em virtude do círio não ter sido organizado após o 25 de Abril de 1974. Aliás, devido ao clima antirreligioso vivido durante a vigência da Primeira República que levou inclusive a uma tentativa de destruição verificada na igreja de Carnaxide onde a imagem se guardava, também este círio não se realizou desde 1911 até 1926, ano em que foi instaurada a ditadura militar.

Levando consigo a imagem da Senhora do cabo e o respetivo pendão, o povo de Lisboa e de numerosas paróquias dos atuais concelhos de Oeiras, Sintra, Amadora, Cascais e Loures lá ia em cortejo processional de barco, atravessando o rio Tejo até à outra banda.

Desembarcavam em Porto Brandão e de lá seguiam até ao santuário do Cabo Espichel onde se lhes ajuntava muita gente da margem sul.

A tradição dos círios começou aparentemente entre nós como simples peregrinações organizadas por grupos de romeiros que de uma determinada localidade se deslocavam a um santuário, transportando consigo um círio que depunham no altar do santo da sua devoção. Um costume aliás que se origina dos cultos praticados às divindades locais durante a era pré-cristã e que certamente se encontra na génese das atuais romarias e festas que o nosso povo realiza aos santos padroeiros das suas localidades e ainda àqueles que habitam em pequenas ermidas às quais o povo sempre acorre em alegre peregrinação. É ainda relativo a tais tradições que se conserva o hábito de acender velas nos altares dos santos, embora as mesmas sejam em geral apenas acesas no local ou durante as cerimónias religiosas, costume este que também se encontra ameaçado como as novas técnicas de "velas eletrónicas" cada vez mais empregue nos templos.

É aos etruscos geralmente atribuída a invenção das velas ou círios, devendo-se tal facto estar associado aos seus cultos funerários e outros rituais religiosos que marcaram a sua civilização. Também na Roma antiga eram muito utilizados em cerimónias pagãs. Os gregos usavam para o efeito pequenas candeias de azeite, costume aliás ainda praticado entre nós.

Contudo, os círios já eram conhecidos desde os povos da antiguidade que utilizavam para o efeito tochas formadas por paus de madeira resinosa para se alumiarem e prestarem os seus cultos. A designação de círios para identificar as romarias que se realizavam à Senhora da Nazaré, à Senhora da Atalaia e à Senhora do Cabo Espichel apenas se justifica por transportarem consigo o respetivo círio que, tal como os povos da antiguidade, íam depositar aos pés da santa como sinal de devoção. Os círios constituem uma das tradições que melhor caracterizam a identidade religiosa e cultural do povo português, razão pela qual se deveria desenvolver um esforço com vista à recuperação da sua grandeza de outros tempos. 

Carlos Gomes in http://www.folclore-online.com

Foto: Círio de Nossa Senhora da Atalaia, no Montijo. Arquivo Municipal de Lisboa



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Sábado, 2 de Agosto de 2014
O QUE FAZ UMA BARREIRA DEPOIS DE UMA PASSADEIRA DE PEÕES?

A imagem regista uma passadeira para atravessamento de peões, tendo numa das extremidades uma barreira metálica que impede o acesso ou a saída da mesma. A situação insólita verifica-se na atual Freguesia da Estrela, mais precisamente rua Garcia de Orta, em Lisboa, junto a uma paragem de transportes públicos.

Quem por distração não reparar que no lado oposto existe a referida barreira que o impede de aceder diretamente ao passeio, poderá correr o risco de atropelamento em caso de aproximação súbita de algum veículo. Refira-se que o local é bastante frequentado por pessoas idosas e crianças de estabelecimentos escolares que se encontram próximos.

- Será que o erro pode ser corrigido?


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Sexta-feira, 1 de Agosto de 2014
TAPADA DAS NECESSIDADES EM LISBOA REGISTA DEGRADAÇÃO E ABANDONO

Câmara Municipal de Lisboa anunciou a realização de obras de requalificação em 2010 mas ainda não as efetuou

Equipamentos degradados e ao abandono, esculturas danificadas, vidros partidos, grafitis, arruamentos em mau estado, lixo e pessoas dormindo estendidas nos bancos do jardim fazem parte do cenário que a Tapada das Necessidades proporciona atualmente a quem visita este espaço magnífico de Lisboa.

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Não obstante, à entrada do jardim, um enorme painel publicitário da Câmara Municipal de Lisboa que reflete idêntico estado de abandono e esquecimento, anuncia o início de “Obras de Conservação da Tapada das Necessidades” para abril de 2010 e a sua conclusão para agosto do mesmo ano.

Constituindo parte integrante do Palácio das Necessidades, o jardim vulgarmente designado por Tapada das Necessidades era o local predileto de muitos monarcas para a realização de piqueniques, de entre os quais avultava o rei D. João V.

Para além de constituir uma magnífica zona de lazer dos lisboetas, a Tapada das Necessidades constitui um património que deveria manter-se cuidado e preservado. Aguardemos que a autarquia lisboeta recorde que tinha planeado a sua requalificação e venha a concretizá-la!

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