Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores
Sábado, 31 de Janeiro de 2015
AUTOMOBILISTAS PROTESTAM AMANHÃ NA AVENIDA DA LIBERDADE CONTRA AS RESTRIÇÕES À CIRCULAÇÃO AUTOMÓVEL

Os proprietários dos veículos com data de matrícula anterior ao ano 2000 vão desfilar amanhã em caravana e marcha lenta, como sinal de protesto pelas restrições à sua circulação impostas pela Câmara Municipal de Lisboa.

A concentração está marcada para as 14 horas, no cimo do Parque Eduardo VII, de onde partirão rumo à avenida da Liberdade, descendo em direção à Praça dos restauradores, Rossio, Rua do Ouro, voltando a subir pela Rua da Prata em direção ao Parque Eduardo VII.

De acordo com os organizadores, pretende-se “que este seja um "desfile de clássicos", estando, sim, direcionada a todos os tipos de automóvel com data de matrícula anterior ao ano 2000, bem como a todos aqueles que pretendam juntar-se a esta marcha”. Acrescenta: “Sendo esta uma iniciativa defensora da livre circulação apela-se ao respeito entre todos os participantes, apesar das diferenças que possam existir entre todos”. Na ocasião, será submetida à votação dos participantes uma moção “contra estas medidas que será partilhado com todos e se assim for entendido pela maioria, será enviado às diversas autoridades competentes”.


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publicado por Carlos Gomes às 21:35
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ARGANILENSES ORGANIZAM ENCONTRO DE CONCERTINAS



publicado por Carlos Gomes às 00:02
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Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2015
DESCENDIA ESTALINE DE JUDEUS PORTUGUESES?

Existe uma tese segundo a qual o ditador soviético Iosif Vissaniorovich Djugachvili (Estaline) teria ascendência judaica portuguesa ou seja, judeu sefardita.

Em 1496, D. Manuel I assinou o decreto de expulsão do reino de todos os hereges, categoria na qual se incluíam mouros e judeus. Contrariado na sua vontade, o rei limitava-se a cumprir o contrato de casamento com Isabel de Aragão e Castela. Procurou, no entanto, a conversão forçada dos judeus ao catolicismo, concedendo-lhes a possibilidade de permanecerem no reino sob essa condição. Contudo, a desconfiança dos cristãos-velhos em relação á sua sinceridade deu origem a perseguições violentas.

Em consequência de tais perseguições, alguns judeus de origem portuguesa ter-se-ão fixado no Estado Português da Índia.

Com o estabelecimento da Inquisição naquele território, essas famílias terão deixado aquele território e rumado para outras paragens mais a norte, acabando por se fixarem na Geórgia, terra natal de Iosif Vissaniorovich Djugachvili.

Como é sabido, em cirílico o j corresponde ao i das línguas latinas. Por conseguinte, o apelido Djugachvili significará “filho de Diu” segundo uns e, “filho de judeu” segundo outros. Quanto à sua origem judaica, parece não restarem grandes dúvidas, até porque o seu nome próprio – Iosif – é claramente de origem judaica, não sendo utilizados pela população ortodoxa. Recorde-se que Estaline era também conhecido por Kochba ou Koba em evocação do chefe judeu que comandou a terceira revolta judaica contra o Império Romano ao tempo do imperador Adriano.

Finalmente, refira-se como curiosidade que José Estaline terá na sua juventude composto um poema intitulado “Ivéria”, aludindo muito provavelmente à região da Abecasia, na Geórgia, onde existiu um reino independente com esse nome e que na geografia greco-romana era identificado como Península Ibérica, sendo os seus habitantes conhecidos por “caucasianos ibéricos”. Ou terá pretendido evocar a terra de origem dos seus ancestrais e a sua identidade sefardita?



publicado por Carlos Gomes às 23:52
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PARLAMENTO APROVA ATRIBUIÇÃO DA NACIONALIDADE AOS JUDEUS SEFARDITAS DE ORIGEM PORTUGUESA

Parlamento Português acaba de aprovar a atribuição de nacionalidade portuguesa a descendentes dos judeus sefarditas expulsos de Portugal a partir do século XV.

O projeto aprovado prevê a atribuição da nacionalidade portuguesa por naturalização aos descendentes de judeus sefarditas portugueses que demonstrem “tradição de pertença a uma comunidade sefardita de origem portuguesa, com base em requisitos objetivos comprovados de ligação a Portugal, designadamente apelidos, idioma familiar, descendência direta ou colateral”.

Designam-se de judeus sefarditas os judeus descendentes das tradicionais comunidades judaicas da Península Ibérica (Sefarad).

A lei 43/2013 terá ainda um período de regulamentação antes de poder ser aplicada.

Sinagoga Portuguesa de Amesterão

A imagem mostra o local reservado ao culto na Sinagoga Portuguesa de Amesterdão. 



publicado por Carlos Gomes às 21:45
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JUDEUS SEFARDITAS RECUPERAM NACIONALIDADE PORTUGUESA



publicado por Carlos Gomes às 16:58
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Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2015
MOITA PREPARA FESTEJOS DE CARNAVAL

Maré Cheia de fevereiro destaca Carnaval no concelho da Moita

Fevereiro é o mês do faz de conta, das máscaras e da folia e, por isso, a Maré Cheia deste mês é, quase na íntegra, dedicada ao Carnaval.

Ao folhear esta edição, já disponível em www.cm-moita.pt e nos locais habituais, vai ficar a saber o que o Município da Moita tem para oferecer nesta época carnavalesca. Na rubrica “À Lupa”, fique a par dos Desfiles de Carnaval das escolas do concelho, do Corso Carnavalesco de Alhos Vedros e de outras iniciativas para os mais pequenos. Conheça um pouco mais sobre a história e a atividade da Bateria de Samba da SFRUA “A Velhinha”, na rubrica “Aqui Tão Perto”.

O “Vai Acontecer” elenca, como habitualmente, todas as iniciativas previstas para o mês, nas mais várias áreas, da dança ao teatro, da música ao desporto, das exposições às atividades para crianças, do cinema a outros eventos.

Bifanas famosas há muitas, com certeza, mas na Maré Cheia apresentamos-lhe, nos “Sabores e Saberes”, a “Bifana à Moita” que pode provar no Restaurante Sabor e Conversa.

Não deixe ainda de dar uma olhadela às nossas sugestões de site, filme, livro e música, nas “Cumplicidades”.

Se gostaria de receber a Maré Cheia em sua casa, todos os meses, contacte o Gabinete de Informação e Relações Públicas da Câmara Municipal da Moita, através do e-mail: informacao-rpublicas@mail.cm-moita.pt ou do telefone 212806715.



publicado por Carlos Gomes às 19:57
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Quarta-feira, 28 de Janeiro de 2015
IGREJA DOS PAULISTAS DÁ A CONHECER ÓRGÃO DE TUBOS

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publicado por Carlos Gomes às 23:41
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MUSEU BORDALO PINHEIRO INAUGURA EXPOSIÇÃO SOBRE AS VARINAS NA OBRA DE BORDALO

No próximo sábado, o Museu Bordalo Pinheiro vai inaugurar uma nova exposição: Vivinha a Saltar !

A exposição divide-se em duas partes: As varinas na obra de Bordalo, em que mostramos a forma como Bordalo representou este tipo popular lisboeta, das aguarelas Naturalistas aos desenhos humorísticos e As novas sardinhas de Bordalo, em que mostra a forma como a EGEAC e a fábrica Faianças Artísticas Bordallo Pinheiro, com o designer Jorge Silva, entregaram uma sardinha feita por Rafael a artistas contemporâneos para a reinventarem.

É no sábado, dia 31, às 7 da tarde no Museu Bordalo Pinheiro.

Esta exposição completa outra, Varinas, Memórias de Lisboa, que inaugura no Museu da Cidade, às 5 da tarde. Aproveite e visite as duas exposições!

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publicado por Carlos Gomes às 23:31
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O CONVENTO DAS TRINAS DO MOCAMBO E O CASO SARA DE MATOS

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Manifestantes desfilam na rua do Alecrim em protesto contra as congregações religiosas

A irmã Colecta e a condenação jurídica e popular – valha-nos Deus!

O ano de 2015 está nos seus primeiros dias e não existem muitas dúvidas de que será marcado pelos contornos judiciais que atingem figuras do mundo da política e das finanças português.

Julgamentos judiciais contestados pelas populações já ocorreram noutras épocas, cujas dimensões atingiram contornos de mediatismo nacional e até internacional e, nesses tempos, não havia o poder da comunicação social tal como hoje o conhecemos. Neste contexto, irei recordar um episódio que ocorreu em Lisboa, em 1891, que atingiu Braga em todo o seu esplendor e se manteve durante vinte anos no centro das atenções dos portugueses!

A origem destas manifestações conta-se em poucas palavras:

- No dia 23 de julho de 1891, no Convento das Trinas, em Lisboa, faleceu uma menina de 14 anos, de nome Sara de Matos. Havendo dúvidas quanto à sua morte, o caso acabou por parar à barra dos tribunais.

Depois de cinco anos de audições e investigações, a Justiça concluiu que a morte da menina ocorreu devido a um medicamento mal administrado pela Irmã Hospitaleira Rosa de Oliveira, conhecida por “Irmã Colecta” que, inadvertidamente, lhe tinha dado sal de azedas. No entanto, a população desconfiava de que a menina teria sido violada por um jesuíta, seguindo-se o envenenamento pela freira.

No meio desta desconfiança, de imediato ocorreram dois julgamentos em simultâneo: o judicial e o popular.

O Tribunal condenou a Irmã Colecta a 21 dias de prisão, decidindo ainda que a pena teria que ser cumprida na prisão de Braga! Deste modo, a chegada da Irmã Colecta a esta cidade ocorreu no dia 3 de fevereiro de 1896, tendo de imediato seguido para a cadeia.

A entrada na prisão até passou despercebida, mas a sua saída provocou enormes manifestações! Antes de a deixar, a “Irmã” foi à varanda da cadeia e acenou à multidão presente. Ouviram-se, então, duas manifestações: uma com fortes aplausos e outra com enormes assobios!

Logo que abandonou a prisão, os sinos das igrejas de Braga tocaram, em sinal de alegria, e foram lançadas girândolas de foguetes. Formou-se de imediato uma manifestação de apoio, na qual marcaram presença “as senhoras de Braga”, sacerdotes, seminaristas, internados do Asilo de D. Pedro V, do Colégio de S. Caetano, do Colégio da Preservação, do Colégio S. Luís Gonzaga, da Oficina de S. José e ainda muitos populares. Quando o cortejo passou pela rua dos Capelistas, várias pessoas lançaram flores à religiosa e vários seminaristas levantavam “vivas” e formavam alas para que a “Irmã” pudesse passar pelas ruas de Braga.

Toda esta multidão, calculada em cerca de seis mil, acompanhou a Irmã Colecta, desde a sua saída da prisão até ao Convento do Salvador, para onde a religiosa foi encaminhada e onde iria cumprir serviço aos mendigos que nessa instituição se encontravam. Quando aí chegou, foram lançados mais foguetes e a banda musical dos Órfãos de S. Caetano e das Oficinas de S. José tocaram repetidamente o Hino da Carta Constitucional!

Por outro lado, daqueles que se opunham à sua libertação encontravam-se, principalmente, republicanos, maçónicos e socialistas, que aproveitavam esta ocasião para criticar o Clero em Portugal. Estes protagonizaram um episódio que marcou a manifestação contra a Irmã Colecta: surgiu um convite, enviado por liberais de Braga, a todos os que se quisessem juntar na Arcada, às 17.30 horas desse dia 24 de fevereiro, e daí protestarem contra a Irmã. No entanto, as autoridades de Braga apreenderam esse convite, alegando que no mesmo não se encontrava o nome da tipografia onde tinham sido impressos.

Nos anos seguintes, até 1910, esta forte divisão social manteve-se na sociedade portuguesa, tendo atingido o seu auge a 2 de agosto de 1909 numa manifestação contra o Clero, realizada em Lisboa, na qual participaram cerca de 100 mil pessoas!

A implantação da República, em 1910, trouxe novos contornos neste relacionamento Estado/Igreja, que neste momento não importa aflorar.

Depois de recordarmos o caso da Irmã Colecta e observarmos o atual relacionamento duvidoso da Justiça em episódios económicos e políticos, as espectativas relativas a este ano de 2015 deixam-nos ainda mais atentos ao que irá ocorrer. E perante este dúbio relacionamento que impera no nosso país apetece proferir o desabafo: valha-nos Deus!

Fonte: Joaquim Gomes / Correio do Minho

Fotos: Arquivo Municipal de Lisboa

Soldados da Guarda Municipal cercam o Convento das Trinas



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LOURES: PARÓQUIA DE BUCELAS ORGANIZA NOITE DAS SOPAS



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Terça-feira, 27 de Janeiro de 2015
BB BLUES FEST REGRESSA Á MOITA

IV edição em preparação. BB Blues Fest está de volta entre 18 e 21 de junho

Foi durante a primeira Blues Night deste ano, com os “So What?”, no dia 24 de janeiro, no Café-Concerto do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, que foram divulgadas as datas do IV BB Blues Fest: de 18 a 21 de junho, os blues voltam a ouvir-se em vários espaços – interior e exterior – do Fórum Cultural.

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Promovido pela Associação BB Blues Portugal, em conjunto com a Câmara Municipal da Moita e a União de Freguesias da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira, esta edição do BB Blues Fest aposta, como já vem sendo seu apanágio, na qualidade e diversidade dos espetáculos, levando os blues a diferentes públicos.

Até ao festival, em junho, vão continuar as Blues Nights, mensalmente, sempre no Café-Concerto do Fórum Cultural. No dia 24 de janeiro, a sala encheu-se para ouvir os “So What?, uma banda formada em 2011, que concilia a grande experiência de Paleka, na bateria, e de Nuno Carvalho, no baixo, com a frescura de Kátia Reis, na voz, e a juventude e o virtuosismo de Nuno Gonçalo, na guitarra.

Em fevereiro, a 14, Dia dos Namorados, a Blues Night vai ser protagonizada pelos “Midnight Club Blues Band” que apresentarão, a partir das 22:00h, alguns clássicos mais conhecidos e representativos deste estilo musical, mas também alguns temas inéditos incluídos no seu trabalho de originais que sairá em breve. O preço dos bilhetes é de 3 euros.



publicado por Carlos Gomes às 20:40
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COUVADA JUNTA EM LISBOA MINHOTOS À MESA

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Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2015
MOITA ATRIBUI MÉRITOS DESPORTIVOS

Câmara Municipal da Moita reconhece valores desportivos do concelho

É já no dia 31 de janeiro que a Câmara Municipal da Moita vai reconhecer publicamente os valores desportivos do concelho, na Cerimónia de Atribuição dos Méritos Desportivos, com início marcado para as 21:00h, no Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira. É também durante esta cerimónia que serão entregues os prémios da época desportiva 2013/2014 do AtletisMoita – Torneio de Atletismo das Coletividades do Município da Moita.

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Mais uma vez, esta vai ser uma noite de distinção e valorização de atletas, treinadores e seus clubes que, na época desportiva passada, se sagraram campeões nacionais, vice-campeões nacionais ou que representaram o Município da Moita no estrangeiro, em diferentes modalidades, como rugby, futsal, patinagem, halterofilismo, tumbling, trampolins, lutas amadoras, danças de salão, atletismo, entre outras.

Nesta iniciativa dedicada ao desporto, a Câmara Municipal da Moita vai também atribuir os troféus aos vencedores da época passada do AtletisMoita, nos diferentes escalões: benjamins, infantis, iniciados, juvenis, juniores, seniores, veteranos 1, 2, 3, 4 e 5, veteranas e também por equipas.

A animação desta noite vai estar a cargo da Academia de Dança Alma Latina da Sociedade Filarmónica Estrela Moitense e também da classe “Zumba Penteado” do Clube Recreativo do Penteado.

A Cerimónia de Atribuição dos Méritos Desportivos vai ter lugar no dia 31 de janeiro, pelas 21:00h, no Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira.

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publicado por Carlos Gomes às 22:33
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Quinta-feira, 22 de Janeiro de 2015
MUÇULMANOS, JUDEUS E CRISTÃOS REZAM JUNTOS EM LISBOA PELA PAZ

Muçulmanos, cristãos e judeus vão rezar juntos pela paz, em Lisboa, numa reação aos atentados de Paris que causaram 20 mortes, incluindo as dos autores dos ataques à redação do jornal satírico Charlie Hebdo e a um supermercado judeu.

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"Em relação aos trágicos acontecimentos de que temos tido notícias, foi decidido pelas três religiões abraâmicas - judaica, cristã e islâmica - fazerem-se orações" em Lisboa, anunciou, em comunicado, o presidente da Comunidade Islâmica de Lisboa, Abdool Vakil.

As orações decorrerão sexta-feira (dia de oração para os muçulmanos), pelas 13:15 horas, na Mesquita de Lisboa, sábado (dia de descanso para os judeus) pelas 19.30 horas na Sinagoga de Lisboa e domingo (Dia do Senhor para os cristãos) pelas 10:30 na paróquia de Campolide.

"Esperemos que estas orações sejam, mais uma vez, exemplo de como nos devemos portar neste mundo de diversidade cultural e religiosa a que os nossos Livros Sagrados fazem referência", sublinhou Abdool Vakil.

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As orações surgem como uma reacção aos ataques terroristas perpetrados em Paris em nome do Islão.

Os irmãos Said e Cherif Kouachi entraram a 07 de Janeiro na redacção do jornal satírico francês Charlie Hebdo, conhecido pelos seus cartoons polémicos, muitos sobre o Islão e o profeta Maomé, e mataram 12 pessoas.

Depois de dois dias em fuga, os dois suspeitos do ataque foram mortos, na sequência do ataque de forças de elite francesas a uma gráfica, em Dammartin-en-Goële, onde se tinham barricado.

Um dia depois, Amédy Coulibaly iniciou uma escalada de violência, matando a tiro uma agente da polícia e tomando de assalto um supermercado de produtos judaicos, que resultou na morte de quatro reféns e do próprio Coulibaly, abatido pela polícia.

Os ataques foram condenados por organizações muçulmanas de toda a Europa, que garantem não haver lugar para a violência no Islão.

Fonte: Agência LUSA

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publicado por Carlos Gomes às 15:15
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MUSEU BORDALO PINHEIRO COMEMORA 110 ANOS DA MORTE DO SEU PATRONO

110 anos da Morte de Rafael Bordalo Pinheiro - Mesa redonda cartoon e liberdade de imprensa.

No dia 23 de Janeiro passam 110 anos sobre a morte de Rafael Bordalo Pinheiro. Num momento em que a liberdade de imprensa e o humor – ou a falta dele - estão na ordem do dia, relembrar Bordalo e o seu trabalho é essencial.

Por isso convidámos um admirador de Bordalo, Guilherme d’Oliveira Martins (presidente do Centro Nacional de Cultura), para moderar uma mesa redonda com os cartoonistas António, Bandeira e Nuno Saraiva.

É no Museu Bordalo Pinheiro, às 6.30 de 6ª feira, dia 23.

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LOURES: PARÓQUIA DE BUCELAS ORGANIZA NOITE DAS SOPAS



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Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2015
CAMPANHA PRESIDENCIAL DO GENERAL NORTON DE MATTOS EM LISBOA NO ANO DE 1949

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Em 1949, o General Norton de Mattos concorreu às eleições presidenciais realizadas nesse ano. As imagens mostram a assistência num comício realizado na Voz do Operário, em Lisboa, e a mesa onde se distinguem entre outros, Fernando Lopes-Graça e Mário de Azevedo Gomes, vendo-se ao fundo um desenho da autoria de Júlio Pomar retratando o candidato.

Fotos: Fundação Mário Soares

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publicado por Carlos Gomes às 00:07
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Terça-feira, 20 de Janeiro de 2015
REAL ASSOCIAÇÃO DE LISBOA EVOCA REGICÍDIO OCORRIDO HÁ 107 ANOS

A Real Associação de Lisboa promove no próximo dia 26 de Janeiro pelas 17h30m no Salão Nobre da Sociedade Histórica da Independência de Portugal uma sessão evocativa dos 107 anos sobre o trágico assassinato de Sua Majestade o Rei Dom Carlos e de Sua Alteza Real o Príncipe Dom Luís Filipe.

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Nessa ocasião será proferida uma alocução pelo Tenente-coronel João Brandão Ferreira. José Campos e Sousa apresentará a exposição "Monumento Fúnebre d'El-Rei Dom Carlos e do Príncipe Real D. Luís Filipe - Da ideia à inauguração: um ano de mobilização da Pátria reconhecida” e interpretará algumas peças musicais sobre o tema.

A exposição estará patente ao público no Palácio da Independência de 27 a 30 de Janeiro, das 15h às 18h.

A 1 de fevereiro de 1908, quando o Rei D. Carlos I regressava de Vila Viçosa, ao atravessar de landau o Terreiro do paço, os carbonários Alfredo Costa e Manuel Buíça dispararam à queima-roupa sobre a Família Real, logrando assassinar o soberano e o Príncipe Real D. Luís Filipe, respetivamente 23º e 24º condes de Ourém.

O plano do atentado envolvia mais cúmplices e fazia parte de uma plano mais vasto que tinha como objetivo o derrube do próprio regime, tendo entretanto sido gorado, acabando por se concretizar em 5 de outubro de 1910.

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publicado por Carlos Gomes às 22:30
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FITNESS HUT REVELA OS BENEFÍCIOS DO EXERCÍCIO NO AMOR

Alexandre Júnior, personal trainer & instrutor Fitness Hut, estabelece a ligação perfeita entre a atividade física e o romance

Com a aproximação do Dia de São Valentim, o Fitness Hut, primeira cadeia de ginásios premium low-cost, mostra como a atividade física, para além de todos os benefícios já conhecidos, é um fator coadjuvante no “jogo” do amor. Alexandre Júnior, personal trainer & instrutor Fitness Hut explica, assim, como a prática de exercício tem muitas vantagens, não só na fase da conquista, mas também para manter e fortalecer uma relação.

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Segundo o especialista, para quem ainda não descobriu a sua alma gémea, pode encontrar no exercício uma ótima solução. Os benefícios comprovados são vários e, em conjunto, geram a fórmula indicada para o amor: os destinados à saúde – aumento das defesas do organismo, maior capacidade de resistência, estímulo qualitativo dos órgãos e músculos do corpo –, os de influência no aspeto físico – diminuição da massa gorda e aumento de massa muscular, maior definição corporal – e os de melhoria do bem-estar geral, provocado também pela maior produção de endorfinas, uma das principais substâncias responsáveis pelo sentimento de paixão. A libertação deste neurotransmissor promove a diminuição da ansiedade, alívio das tensões, aumento de bem-estar físico e mental, confiança, humor e alegria.

Quem pratica exercício, sente-se, assim, mais confiante e feliz, tornando-se mais fácil gerar relações ou melhorar as já existentes. Quem sabe não vai encontrar uma grande amizade ou o amor para a vida.

No entanto, para quem já encontrou a pessoa que o(a) completa, “Quem gosta, cuida” e, neste sentido, Alexandre recomenda partilhar momentos românticos a dois, ao mesmo tempo que se preocupa com a saúde e bem-estar da sua cara-metade. Locais de extrema beleza e relaxantes, como o campo ou o litoral, enquadram longas caminhadas, passeios de bicicleta, corridas ou umas braçadas no mar que fazem bem ao corpo, à mente e, consequentemente, fortalecem qualquer relação.

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SOBRE O FITNESS HUT:

A cadeia de fitness clubes “premium low-costFitness Hut nasce em Portugal em 2011, do know how de três fundadores: Nick Coutts, André Groen e Júlio Pedro Carvalho; com o intuito de oferecer aos seus sócios o primeiro ginásio que aposta no que verdadeiramente utilizam, ao preço justo. Atualmente, a rede tem 8 clubes, localizados entre Lisboa – Amoreiras, Arco do Cego, Picoas, Olivais e Odivelas, Cascais, a Norte em Braga e no Porto na Trindade.  

Os clubes Fitness Hut têm um espaço compreendido entre os 1.500 e 2.000 m2 e são dotados de um design vanguardista; desenhado e desenvolvido para estar em perfeita harmonia com as atividades físicas disponíveis.

Entre os serviços disponíveis o Fitness Hut oferece: 7 zonas diferentes de ginásio (Cardio Fitness; Resistência; Musculação; Combate; Treino Funcional; Sprint e Relax); Serviço de Personal Training Premium; Aulas de Grupo Les Mills (Body Combat; Body Balance; Body Step; Body Pump; Body Attack; CX Work; Sh’ Bam e RPM) e Aulas de Grupo Fitness Hut (Yoga Moves; ABS Moves; Dance Moves; Fit Moves e Outras (Bum Bum Brasil e Spinning); Balneários Premium; Snack-bar & Máquinas Vending; Estacionamento; e ainda outras atividades lúdicas como as Night Gym - noites únicas ao som de convidados muito especiais a atuar nos DJ POD’s dos ginásios Fitness Hut.  

Mais informações em:

http://www.fitnesshut.pt

CÁTIA RANGEL SANTOS

Senior Communication Consultant

+351 217 506 043

tlm. +351 910 948 262

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publicado por Carlos Gomes às 19:43
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Segunda-feira, 19 de Janeiro de 2015
DESCOBRIMENTOS PORTUGUESES: QUEM DESCOBRIU O BRASIL?

Reza a historiografia oficial que o Brasil foi descoberto por Pedro Álvares Cabral, em 22 de abril de 1500. Porém, a existência em Itália de um mapa datado de 1502 ou, para sermos mais rigorosos, enviado àquela data para Itália, dá-nos conta de uma vasta extensão da costa do Brasil já reconhecida e desenhada pelos cartógrafos portugueses.

Sucede que o planisfério de Cantino constitui uma cópia do Padrão Real, uma obra cartográfica do século XVI que se encontrava exposta no Armazém da Casa da Guiné, Mina e Índias, registando todas as descobertas portuguesas, públicas e secretas, apenas acessível aos navegadores e cartógrafos ao serviço da Corte. Trata-se atualmente de uma das mais antigas cartas náuticas conhecidas que representam os Descobrimentos Portugueses.

O referido mapa deve o seu nome a Alberto Cantino, um espião italiano ao serviço do Duque de Ferrara, que chegou a ser secretário particular do Rei D. Manuel I. De autor desconhecido, Alberto Cantino terá obtido o referido mapa de forma expedita, enviando-o para Itália em 1502, daí resultando um notável incremento das relações comerciais daquele país em relação a Portugal face às informações nele contidas, por representar com uma notável precisão extensas regiões do mundo até então desconhecidas ou pouco exploradas pelos europeus.

O Planisfério de Cantino encontra-se desde 1868 na Biblioteca Estense, em Modena, na Itália, depois de durante muito tempo se ter julgado perdido e ocasionalmente Giuseppe Boni o ter encontrado numa salsicharia e decidido adquiri-lo.

Considerando a extensão da área cartografada relativamente à costa do Brasil e ao tempo que era necessário despender para proceder ao seu reconhecimento e trazer a informação para Portugal a fim de a poder reproduzir no Padrão Real, antes mesmo de Alberto Cantino poder obter uma cópia deste, fácil será de compreender que tal missão jamais poderia ter sido iniciada a partir de abril de 1500. De resto, o Planisfério de Cantino também nos dá conta da existência da península da Florida cuja descoberta é oficialmente atribuída ao navegador Juan Ponce de León, em 1513, do que se depreende que o seu conhecimento terá resultado das navegações secretas empreendidas pelos portugueses nos finais do século anterior.

Na realidade, coube a Duarte Pacheco Pereira realizar a missão atribuída em 1498, pelo Rei D. Manuel I, de proceder ao reconhecimento das áreas situadas para além da linha de demarcação estabelecida pelo Tratado de Tordesilhas, tendo atingido nesse ano a costa do Brasil, as Antilhas e a América do Norte, conforme relatou em “Esmeraldo de situ orbis”, obra preciosa de “cosmografia e marinharia” da maior importância no contexto do Renascimento português, nela se mencionando todas as coordenadas geográficas de latitude e longitude de todos os portos conhecidos à época em que escreveu e que constitui um roteiro comentado das costas ocidental e oriental de África.

A importância e consequências dos resultados que obteve foram de tal importância que levou Portugal a ocultar os resultados obtidos por aquela expedição e a manter a obra em segredo em virtude das informações valiosas de natureza geográfica, náutica e económica nelas contidas.

Duarte Pacheco Pereira foi um dos mais célebres navegadores, militares e cosmógrafos da época áurea dos Descobrimentos Portugueses. Hidrógrafo ao serviço do Rei D. João II e de D. Manuel I. Entre outros contributos do maior relevo, deve-se também a Duarte Pacheco Pereira o reconhecimento dos regimes de ventos e correntes e a experimentação de métodos de navegação astronómica, antecipando em mais de dois séculos o cálculo do valor do grau de meridiano com uma margem de erro de apenas 4%.

Luís de Camões imortalizou-o n’Os Lusíadas como “fortíssimo e Grão Pacheco Aquiles Lusitano” em louvor do seu heroísmo e feitos militares que lhe consagraram uma auréola de glória. Duarte Pacheco Pereira, a quem na realidade se deve o descobrimento do Brasil, nasceu em 1450 e morreu em 1533.

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publicado por Carlos Gomes às 10:34
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Sábado, 17 de Janeiro de 2015
LOURES: PARÓQUIA DE BUCELAS ORGANIZA NOITE DAS SOPAS



publicado por Carlos Gomes às 19:04
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Sexta-feira, 16 de Janeiro de 2015
MOITA RECORDA ANGOLA COM APRESENTAÇÃO DE LIVRO SOBRE MALANJE

Na Biblioteca do Vale da Amoreira. Recordar Angola com livro “Malanje – O Tempo e a Memória”

No dia 24 de janeiro, pelas 16:00h, a Biblioteca Municipal do Vale da Amoreira vai ser palco para a apresentação do livro “Malanje – O Tempo e a Memória”, com a presença dos autores Lito Martin, Tomás Coelho e Filomena Barata.

A primeira edição contou apenas com 500 exemplares, mas despertou um enorme interesse junto da comunidade angolana e não só. Por isso, esta obra histórico-fotográfica sobre as gentes, a cidade e a província de Malanje/Angola, desde os seus primórdios (1842) até à data da Independência de Angola (1975), volta a ser editado.

O livro conta com 850 fotografias, a cores e a preto e branco, que mostram a cidade no início do século XX até 1975, numa edição de luxo com 370 páginas.

O valor conseguido com a venda desta obra reverte para a Casa do Gaiato de Malanje.



publicado por Carlos Gomes às 11:19
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MISSIONÁRIOS DA CONSOLATA ORGANIZAM PEREGRINAÇÃO A FÁTIMA



publicado por Carlos Gomes às 00:00
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Quinta-feira, 15 de Janeiro de 2015
MISSIONÁRIOS DA CONSOLATA CELEBRAM EM SINTRA FUNDAÇÃO HÁ 114 ANOS DO INSTITUTO MISSIONÁRIO DA CONSOLATA

No dia 29 de Janeiro de 1901, o Beato José Allamano fundou o Instituto Missionário da Consolata. As comemorações da efeméride decorrem na Quinta do Castelo, no próximo dia 24 de Janeiro e incluem a realização de uma mesa redonda e uma exposição que ilustra o início da atividade missionária em África.



publicado por Carlos Gomes às 20:18
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SINTRENSES FESTEJAM EM HONRA DE S. SEBASTIÃO



publicado por Carlos Gomes às 15:42
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MONTIJO COMEMORA 500 ANOS DO FORAL

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COUVADA JUNTA EM LISBOA MINHOTOS À MESA

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Quarta-feira, 14 de Janeiro de 2015
SOCIEDADE HISTÓRICA DA INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL E REAL ASSOCIAÇÃO DE LISBOA EVOCAM 106º ANIVERSÁRIO DO REGICÍDIO



publicado por Carlos Gomes às 23:11
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ALCOCHETE VAI AOS FADOS



publicado por Carlos Gomes às 22:53
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LOURES JÁ ANUNCIA FESTEJOS DO CARNAVAL



publicado por Carlos Gomes às 00:35
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Terça-feira, 13 de Janeiro de 2015
BLUES NIGHTS ATUAM NA BAIXA DA BANHEIRA

No Fórum Cultural da Baixa da Banheira: Blues Night de janeiro com “So What?”

As Blues Nights by BBBF iniciam o ano de 2015 com um blue mais moderno e urbano, no dia 24 de janeiro, pelas 22:00h, no Café Concerto do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, num projeto com múltiplas influências, “So What?”.

So What

A banda “So What?” foi formada em 2011 e os seus elementos combinam a grande experiência de Paleka, na bateria, e de Nuno Carvalho, no baixo, com a frescura de Kátia Reis, na voz, e a juventude e o virtuosismo de Nuno Gonçalo, na guitarra.

Mais uma noite dedicada ao blue que promete muita animação. Os bilhetes custam 3 euros.



publicado por Carlos Gomes às 20:53
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FITNESS HUT INICIA O ANO COM AULAS DE ZUMBA

Sucesso das aulas virtuais levam Zumba® a conquistar espaço próprio na cadeia de ginásios low cost premium. A inauguração está marcada para dia 17 de janeiro no Move Day

O novo ano no Fitness Hut é celebrado com aulas de Zumba® com instrutor. A mais recente oferta aos sócios da primeira cadeia de ginásios premium low-cost, nasce do sucesso das aulas virtuais desta modalidade e convida à experimentação no Move Day, realizado a 17 de janeiro, em todos os clubes da cadeia.

Amplamente celebrizada, a Zumba® trata-se de uma atividade, onde a mistura de ritmos provoca a oscilação da frequência cardíaca que faz com que o praticante experimente diversos níveis de intensidade sem pausa. Isso possibilita um forte e eficiente gasto calórico.

As aulas de Zumba® incluem ritmos exóticos combinados com música latina e internacional, cheia de energia. São mais de vinte ritmos diferentes – salsa, merengue, samba, calipso, reggaeton, hip hop, flamenco, rumba, e muitos mais; onde a resistência cardiovascular é trabalhada, enquanto, simultaneamente, são queimadas calorias.

As aulas terão uma duração entre 30, 45 e 60 minutos, dependendo de cada clube e focando exercícios aeróbicos ritmados e exercícios de resistência de peso corporal. Os benefícios associados à prática regular promovem a queima elevada de calorias – perda média de 9,5 calorias por minuto (500 a 1000 calorias por hora)–, o aumento da frequência respiratória, o estímulo da frequência cardíaca, o aumento do condicionamento físico, o fortalecimento dos ossos e músculos, a redução de dores e a melhoria na aprendizagem, memória e atenção.

A Zumba® é ideal para quem procura dançar e se divertir ao mesmo tempo que perde peso. Agora acessível em qualquer ginásio Fitness Hut, a aula pode ser praticada por qualquer pessoa, independentemente da idade, peso e condição física.

INFORMAÇÕES ÚTEIS

Move Day | Horários por Clube

FITNESS HUT AMOREIRAS:10H00

FITNESS HUT ARCO DO CEGO:10H00

FITNESS HUT ODIVELAS:09H30

FITNESS HUT BRAGA :10H00

FITNESS HUT PICOAS :10H00

FITNESS HUT OLIVAIS:09H30

FITNESS HUT TRINDADE:11H00

FITNESS HUT CASCAIS:09H15

Mais informações

Sandra Santos

sandra.santos@fitnesshut.pt

+351 926 791 926

www.fitnesshut.pt



publicado por Carlos Gomes às 19:36
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ESCRITORA HELENA SOFIA POEIRAS APRESENTA NA BIBLIOTECA MUNICIPAL DA MOITA O LIVRO “O REINO ENCANTADO DA AMIZADE”

Apresentação de livro para os mais pequenos

“O Reino Encantado da Amizade” é o título do livro infantil de Helena Sofia Poeiras Maneta que vai ser apresentado publicamente no dia 24 de janeiro, pelas 15:30h, na Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça, na Moita.

O Reino Encantado da Amizade

Este livro é composto por um conjunto de contos infantis, em que os meninos brincam, os animais e os brinquedos falam e as fadas limpam o lixo que os humanos deixam irresponsavelmente para trás. Aqui, sucedem-se as peripécias de personagens encantadoras, como a boneca Carolina, a fada Floriana, o cão Nani, o ouriço-cacheiro Pirolito e o coelho Nocas, num enredo que fascina todas as crianças.

Helena Sofia Poeiras Maneta nasceu em Alhos Vedros e reside atualmente no Barreiro.



publicado por Carlos Gomes às 14:20
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Segunda-feira, 12 de Janeiro de 2015
PARTIDO “OS VERDES” QUER RESTABELECIMENTO DOS FERIADOS

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“Os Verdes” quer restituição de feriados e Carnaval como feriado obrigatório

“Os Verdes” entregaram no Parlamento dois Projetos de Lei que visam a reposição dos feriados nacionais eliminados pelo Governo e, ainda, a consagração do dia de Carnaval como feriado obrigatório:

Projeto de Lei nº 749/XII/4ª (Restitui os feriados nacionais obrigatórios eliminados) – Com esta iniciativa legislativa, o PEV pretende restituir os quatro feriados nacionais obrigatórios (Corpo de Deus, 5 de Outubro, 1 de Novembro e 1 de Dezembro) que o Governo eliminou através da Lei 23/2012, de 25 de Junho. Uma medida do Governo que se mostrou infrutífera quanto aos anunciados efeitos positivos para a economia do país e que revela desprezo para com a cultura e a história de Portugal, constituindo, ainda, um ataque aos trabalhadores, que trabalham mais quatro dias por ano sem acréscimo remuneratório, com consequências negativas a nível salarial, do direito ao repouso e ao lazer e ainda na conciliação da vida profissional com a familiar.

Projeto de Lei nº 750/XII/4ª (Consagra a terça-feira de Carnaval como feriado nacional obrigatório) -Embora a terça-feira de Carnaval não conste atualmente no elenco dos feriados obrigatórios consagrados na lei, existe uma tradição consolidada de organização de festas neste período e, mesmo após a decisão do atual Governo em não considerar como feriado as terças-feiras de Carnaval dos últimos três anos, o Carnaval continua a ser entendido e interiorizado como um verdadeiro feriado obrigatório. A terça-feira de Carnaval é, culturalmente, um dia assimilado pelas pessoas como um verdadeiro feriado mas o Governo tem ignorado a sua importância económica, social e cultural. Para o PEV, não parece razoável deixar nas mãos do Governo a faculdade de, uma ou duas semanas antes, decidir não considerar a terça-feira de Carnaval como feriado, frustrando assim a expectativa dos Portugueses, das autarquias locais e dos operadores de turismo e restauração, e, por isso, pretendem, através desta iniciativa legislativa, proceder à alteração do Código do Trabalho no sentido de incluir a terça-feira de Carnaval no elenco dos feriados obrigatórios.

As iniciativas legislativas de “Os Verdes” serão discutidas na Assembleia da República na próxima quinta-feira, dia 15 de Janeiro, a partir das 15.00h.



publicado por Carlos Gomes às 19:29
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Sábado, 10 de Janeiro de 2015
ORQUESTRA GERAÇÃO REALIZA NA AMADORA CONCERTO DE ANO NOVO



publicado por Carlos Gomes às 21:45
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Sexta-feira, 9 de Janeiro de 2015
JORGE SERAFIM APRESENTA “NÃO HÁ SEDA NAS LEMBRANÇAS” NA BIBLIOTECA DA MOITA

O próximo encontro do “Leitura às Quintas” no Município da Moita está marcado para o dia 22 de janeiro, pelas 21:00h, na Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça, na Moita, para a apresentação do livro “Não Há Seda nas Lembranças”, de Jorge Serafim, o alentejano de Beja, bem conhecido dos portugueses pela sua participação no programa “Levanta-te e Ri”.

Este contador de histórias, stand up comedian e narrador regressa ao concelho da Moita para apresentar a sua obra que percorre as invasões francesas, as lutas liberais, a guerra civil de Espanha e a guerra colonial, através do cruzamento de vidas e histórias das várias personagens retratadas.

“Não Há Seda nas Lembranças” conta a história, entre outras, de Maria Paloma, refugiada da guerra civil de Espanha; de uma mulher de origem angolana que “acende chamas nas palmas das mãos desde o dia em que perdeu o filho no campo de concentração do Tarrafal”; de um marido que acredita que a mulher “o traiu com o silêncio porque o filho é mudo”; de um primo de Catarina Eufémia; de um rapaz que “ficou preso nas almas dos pássaros que matou”; de um sábio “alagado em gramática”; de uma solteirona chamada Mônica Lisa e de uma mãe que “só cometeu um pecado na vida, o de roubar um dicionário a um vizinho e descobrir nele o significado da palavra utopia”. Em comum, as personagens têm o espaço que habitam, um prédio na cidade de Beja.

A entrada é livre.


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BANDA DA ARMADA REALIZA CONCERTO EM ALCOCHETE



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Quinta-feira, 8 de Janeiro de 2015
QUEM SÃO OS MUÇULMANOS QUE VIVEM EM PORTUGAL?

Remonta aos começos do século VIII a presença muçulmana na Península Ibérica, altura em que sob o comando do general omíada Tariq ibn Ziyad, os exércitos berberes provenientes do norte de África levaram de vencida Rodrigo, o último rei dos visigodos, na batalha de Guadalete, dando início a uma ocupação que durou mais de cinco séculos. Desde então e apesar da Reconquista Cristã, os muçulmanos viveram sempre entre nós, acabando com o tempo culturalmente assimilados pela sociedade portuguesa à semelhança do que se verificou com outras comunidades. Em Lisboa, o bairro da Mouraria constitui uma das marcas mais salientes da sua presença, aliás à semelhança do que se verifica na região saloia.

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Calcula-se atualmente em cerca de 50 mil, o número de muçulmanos que vivem em Portugal, na sua maioria originários dos antigos territórios ultramarinos da Guiné-Bissau e de Moçambique, aos quais nos últimos anos vieram juntar-se muitos imigrantes sobretudo de origem paquistanesa mas também do Bangladesh, Senegal, Tunísia e Argélia. No que respeita às ramificações do Islão, rondam os 80% de sunitas, 15% de xiitas e 2% de wahabitas, estes últimos considerados mais ortodoxos e tendo na Arábia Saudita a sua maior influência.

Apesar de disporem na capital da chamada Mesquita Central de Lisboa, têm vindo nos últimos anos a serem abertos nos concelhos ao redor de Lisboa, mormente na margem sul do rio Tejo, novas mesquitas e outros locais de culto em virtude de grande parte dos muçulmanos viverem nos bairros da periferia. O mesmo vem sucedendo no Porto e outras cidades do país para onde a crise económica levou muitos imigrantes.

Ao contrário do que sucede com outros países europeus, o respeito pelas diferenças religiosas tem possibilitado uma saudável convivência entre pessoas que partilham diferentes religiões. A comprová-lo, registe-se o facto de jamais ter ocorrido até ao momento qualquer incidente em Portugal originado por motivos religiosos, o que se espera que continue a verificar-se.

Contribuirão em primeiro lugar para esta convivência pacífica, entre outros fatores, a sensatez das próprias pessoas que seguem os diferentes credos religiosos, a começar pelos seus próprios dirigentes. Mas também o bom senso da comunicação social em Portugal que não confunde liberdade religiosa com provocações gratuitas que possam eventualmente serem entendidas pelos visados como ofensivas das suas próprias convicções e ainda o caráter que, sobretudo desde as navegações dos Descobrimentos, os portugueses moldaram ao longo de séculos de convivência com outros povos de diferentes culturas.

Quem alguma vez teve a oportunidade de assistir às comemorações que as associações de antigos combatentes no Ultramar levam anualmente a efeito em Lisboa, por ocasião do Dia de Portugal, não foi sem alguma emoção que constatou a presença nas cerimónias de um número significativo de muçulmanos de origem africana, acompanhados das respetivas famílias, exibindo orgulhosamente a boina e outros distintivos que os distinguem como ex-militares que um dia combateram sob a bandeira de Portugal e como portugueses continuam a identificar-se. Trata-se de pessoas em relação às quais não teremos razões para recear, pese embora as suas crenças religiosas e o facto de serem habituais frequentadores da mesquita…

A adesão à União Europeia tem nos últimos tempos criado uma certa tendência para compararmo-nos a outros países europeus com diferentes maneiras de encarar os problemas e relacionar-se com gentes de outras culturas. Trata-se de uma comparação que só pode construir uma visão errada da nossa realidade e acabar por criar problemas onde eles nem sequer existem. Até ao presente, não existem motivos para temer a comunidade muçulmana que vive entre nós, grande parte da qual constituída por cidadãos portugueses. Da mesma forma que os portugueses têm sabido respeitar as suas convicções religiosas sem colocar em causa a sua própria liberdade de expressão, princípio que é válido em relação a todas as crenças religiosas ou convicções políticas.

Carlos Gomes



publicado por Carlos Gomes às 09:39
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COMÉDIA MUSICADA “A TERRA DOS CARECAS” SOB AO PALCO NO FÓRUM CULTURAL DA BAIXA DA BANHEIRA

O humor negro neozelandês está de volta, desta vez com um filme assinado por um realizador emigrante português que irá estar em digressão pelo País. “A Terra dos Carecas” é um misto de comédia negra, sátira social e drama distópico e vai ser exibido no dia 16 de janeiro, pelas 21:30h, no auditório do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, com a presença do realizador Bernie Rao.

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Sinopse

Num futuro próximo, o primeiro-ministro neozelandês faz passar, sem explicação, uma lei polémica e radical, tornando a calvície num crime grave. A única salvação para os calvos parece ser um mítico lugar, escondido algures numa floresta, chamado “A Terra dos Carecas”, onde, supostamente, os calvos podem viver em liberdade. Uma comédia dramática que sugere que a liberdade é sempre uma ilusão.

Ficha Técnica:

Nova Zelândia, 2014

Classificação Etária: M/12

Duração: aproximadamente 100 minutos

Produção, Argumento e Realização: Bernie Rao

Elenco: Murray Davidson, Alasdair Johnston, Chris Jacobs, Steven Macnamara, Danielle Van der Linde, Andrew Cook, Kimberly Buchan.

Co-Produção: Icon Digital (Macau), Portugal, Itália

A entrada é gratuita.



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Quarta-feira, 7 de Janeiro de 2015
BAIXA DA BANHEIRA REALIZA MOSTRA DE ILUSTRAÇÃO

Mostra de ilustração no Fórum Cultural - Baixa da Banheira

Entre 10 de janeiro e 7 de fevereiro, vai estar patente na Galeria de Exposições do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, a exposição de ilustração de Dário Santos, “O Mundo dos Azuis”. A inauguração da exposição está marcada para as 15:00h, do dia 10 de janeiro.

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Nesta mostra, a ilustração aborda várias áreas, desde os contos infantis até à crítica social e política, apresentada com cores sólidas e vibrantes e com personagens de traços fortes e quase sempre pintadas de azul.

O trabalho de Dário Santos pode ser acompanhado em: www.facebook.com/dss.artist, em www.pinterest.com/dariosantos189/ e em www.dariosousasantos.deviantart.com/.

A exposição “O Mundo dos Azuis” pode ser visitada de terça a sexta-feira, das 10:00h às 18:30h, e aos sábados, das 14:00h às 19:00h.

A entrada é livre.



publicado por Carlos Gomes às 17:09
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Terça-feira, 6 de Janeiro de 2015
COMUNIDADE GALEGA EM LISBOA COMEMORA 59 ANOS DE EXISTÊNCIA DO “GRUPO ANAQUIÑOS DA TERRA”

O Grupo Anaquiños da Terra, da Xuventud de Galícia – Centro Galego de Lisboa, assinala hoje 59 anos de existência, representando as tradições folclóricas das gentes da Galiza na capital portuguesa. O BLOGUE DE LISBOA felicita os Anaquiños da Terra e a Xuventud de Galícia, desejando-lhes os maiores sucessos.

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O Grupo Anaquiños da Terra é um agrupamento folclórico constituído no seio da Xuventude de Galiza e que visa recrear e divulgar os usos e costumes das gentes galegas na região de Lisboa. Como o próprio Grupo refere no seu site oficial, “Os “Anaquiños da Terra” acaban por ser o principal vehículo de expresión da tradición galega. O seu nome é indicativo dese papel: significa: “pedaciños da nosa terra”.

A descrição do seu folclore é feita pelo próprio Grupo Anaquiños da Terra: “Os cantares son esencialmente femininos, os instrumentos, entre os cuais destacan as pandeiretas, as cunchas, como as utilizadas polos peregrinos a Santiago de Compostela, as piñas, o tambor, o bombo, o pandeiro, a zanfona (instrumento de cordas medieval) e a gaita, entre outros.

Na danza tradicional galega, onde destaca especialmente a muiñeira, a xota e a pandeirada, características dos bailes tradicionais, tamén existen danzas asociadas a eventos específicos, como son: a danza de maio, a danza dos paos ou a danza da regueifa, típica de bodas. Existe tamén outro tipo de danza máis recente produto de interaccións con outras tradicións, normalmente traídas por emigrantes galegos, como son: a polca, o valse galego ou a mazurca.

Os traxes dos “Anaquiños da Terra” son típicos de Galicia, de varias rexións e con diversas aplicacións”.

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A Xuventude de Galiza – Centro Galego de Lisboa foi fundada em 10 de Novembro de 1908, precisamente num período marcante do associativismo popular caracterizado pelo surgimento de numerosas associações, incluindo os primeiros grémios regionalistas, posteriormente designados por casas regionais.

As afinidades étnicas, históricas e culturais que nos ligam à Galiza e ao povo galego não nos podiam deixar indiferentes à sua presença nomeadamente em Lisboa onde a colaboração entre minhotos e galegos deveria, em nosso entender, ser mais estreita.

A presença de galegos entre nós remonta aos primórdios da Reconquista e da formação da nacionalidade. Porém, o fenómeno da imigração galega entendida enquanto tal teve o seu começo a partir do século XVII, facto a que não é certamente alheia a situação política da época caracterizada pela dominação filipina. Vinham sobretudo para a lides dos campos, ocupar-se em trabalhos sazonais, procurando obter o indispensável para regressarem às origens e providenciarem o sustento da família. Mas também havia os que se estabeleciam nas cidades, nomeadamente em Lisboa, dedicando-se às mais variadas profissões e ofícios.

Por essa altura, no alto de uma colina do sítio de Alcântara já se encontrava construída a Capela de Santo Amaro que viria a tornar-se o local mais concorrido dos galegos que viviam em Lisboa, tornando-se palco de festas e romarias em homenagem àquele que se tornara o seu padroeiro nesta cidade. Com efeito, a pequena ermida foi erguida na sequência de uma promessa feita por frades da Ordem de Cristo que, numa viagem de regresso de Roma, a nau em que vinham foi acometida de temporal no mar e, perante o receio de naufrágio, prometeram construir uma capela no local onde aportassem sãos e salvos.

De traça renascentista, a ermida apresenta forma circular e é rodeada por um átrio. A capela original foi construída em 1549 e constitui, muito provavelmente, a atual sacristia. A Capela de Santo Amaro está classificada como Monumento Nacional por Decreto de 16 de Julho de 1910.

Com o tempo, a presença de galegos foi crescendo em número, tendo passado a concentrar-se preferencialmente nas cidades de Lisboa e Porto. Por altura da “Guerra das Laranjas” ocorrida em 1801, altura em que perdemos Olivença, chegou a ser aventada a possibilidade da sua expulsão a qual, proposta que contou com a oposição do Intendente da Polícia porque tal resultaria em deixar de ter “quem servisse as cidades de Lisboa e Porto”. Acredita-se, porém, que em consequência do crescimento económico verificado a partir da segunda metade do século XIX, a comunidade galega tenha atingido perto de trinta mil indivíduos, a maioria dos quais a viver em Lisboa.

Como costuma dizer-se, os galegos eram então pau para toda a obra. Havia entre eles taberneiros e carvoeiros, moços de fretes e hospedeiros. Eça de Queirós, na sua obra “Os Maias”, faz-lhes frequentes alusões, confundindo-os embora com espanhóis. Porém, é a profissão de aguadeiro que mais o identifica e fica associado na vida lisboeta. Com a sua indumentária característica e a respetiva chapa de identificação municipal no boné, o aguadeiro galego percorria a cidade vendendo a água em barris. E era vê-los a abastecer-se nos chafarizes e fontes do Aqueduto das Águas Livres, nas bicas que lhes estavam reservadas pelo município a fim de evitar as brigas que frequentemente ocorriam. De referir que, até ao início do século XX, a maioria da população lisboeta era forçada a recorrer aos fontenários uma vez que poucas eram as habitações que dispunham de água canalizada. Os aguadeiros organizavam-se em companhias e, uma vez que tinham a primazia do abastecimento de água, eram ainda obrigados a participar no combate aos incêndios.

Outra das atividades pela qual ficaram particularmente conhecidos consistiu na venda dos palitos fosfóricos, então feitos de enxofre que tinham de ser mergulhados num pequeno frasco de ácido sulfúrico. Dada a sua utilização demorada e ainda pouco prática, os palitos fosfóricos ficaram então conhecidos por “espera-galego”, criando-se desse modo uma imagem que passou a conotar de forma algo injusta os próprios galegos, sugerindo tratarem-se de mandriões. Porém, a colónia galega não se ocupava apenas das profissões mais labregas, por assim dizer humildes, mas destacava-se em todas as áreas sociais, muitas das quais de grande relevo, tendo nomeadamente eleito vereadores para a edilidade lisboeta como sucedeu com o escritor Carlos Selvagem. É, aliás, no início do século que surge na zona da Graça, em Lisboa, por iniciativa de um empresário galego, um bairro para os trabalhadores da sua fábrica que desperta ainda grande curiosidade devido à simbologia ali sempre presente – o Bairro Estrela d’Ouro.

Todos os anos, por ocasião do dia que é consagrado a Santo Amaro e que ocorre em meados do mês de Janeiro, uma autêntica multidão acorria à Romaria de Santo Amaro para festejar o seu padroeiro. Rezam as crónicas da época que, em redor da capela, era um ver de gaitas-de-foles e pandeiretas e um nunca mais acabar de xotas e muiñeiras, carballesas e foliadas. Contudo, esta festa foi perdendo o seu fulgor e deixou de realizar-se. A própria capela veio a encontrar-se ao abandono, chegando uma das suas dependências a ser utilizada como armazém de carvão.

Entretanto, em 1908, os galegos que vivem em Lisboa constituíram a sua própria associação – a Xuventude de Galicia (Centro Galego de Lisboa). E, em meados do século passado, passaram a celebrar o dia 25 de Julho em homenagem a S. Tiago, Padroeiro da Galiza. E, para o festejar, escolhiam então uma velha capelinha atualmente em ruína, situada no Alto da Boa Viagem, junto ao farol do Esteiro, em Caxias, e para lá acorriam juntamente com os minhotos, o mesmo é dizer os “galegos d’aquém Minho”. Mas, à semelhança do que antes sucedera com a Romaria de Santo Amaro, também esta acabou votada ao esquecimento e deixou de ser celebrada. Também, há pouco mais de meio século, criaram o grupo “Os Anaquiños da Terra” que procura manter e divulgar as tradições folclóricas das gentes da Galiza.

Em virtude da sua identidade cultural e sobretudo linguística, a comunidade galega encontra-se presentemente integrada na sociedade portuguesa a tal ponto que não se faz notar pela forma de estar ou de se exprimir. Pese embora os acontecimentos históricos terem determinado a separação política de um povo que possui raízes comuns, portugueses e galegos continuam irmanados do mesmo sentimento que os une e do supremo ideal de virem ainda um dia a construir uma só nação. Como disse Ramón Cabanillas, no seu poema “Saúdo aos escolares Lusitanos”:

    Irmáns no sentimento saudoso!

   Mocedade da pátria portuguesa!

   Este homilde fogar galego é voso.

   É voso este casal,

   onde vive a soñar, orante, acesa,

   a alma da Galiza e Portugal!

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publicado por Carlos Gomes às 20:17
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MOITA: BAIXA DA BANHEIRA REALIZA CONCERTO DE ANO NOVO

Concerto de Ano Novo no Fórum Cultural da Baixa da Banheira realiza-se no próximo dia 10 de janeiro

O Concerto de Ano Novo, agendado para o dia 10 de janeiro, pelas 16:00h, no auditório do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, vai ser protagonizado pela Big Band da Escola de Jazz do Barreiro.

Big Band

Dirigida pelo maestro Francisco Andrade, a Big Band da Escola de Jazz do Barreiro é constituída por 19 elementos e o seu repertório assenta essencialmente no trabalho de reconhecidos nomes do jazz mundial, tais como Duke Ellington, Count Basie, George Gershwin e Wayne Shorter, entre muitos outros. Além do seu repertório mais clássico, a Big Band apresentou recentemente um espetáculo alusivo ao universo da Música de Intervenção por ocasião do 40º aniversário do 25 de Abril.

A entrada é gratuita, mediante a reserva antecipada dos bilhetes.

Horário da Bilheteira: De 3ª a sábado – 14:30h às 19:30h Dias de espetáculo e cinema – uma hora antes do início do espetáculo ou sessão.

Os bilhetes podem ainda ser reservados, através do telefone 210 888 900, no horário de funcionamento da bilheteira.

As reservas têm de ser levantadas, no máximo, até 1h antes do início do espetáculo, com um limite de cinco bilhetes por reserva.



publicado por Carlos Gomes às 11:29
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CONVENTO DOS CARDAES COMEMORA 150 ANOS DA FUNDAÇÃO DA CONGREGAÇÃO



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Segunda-feira, 5 de Janeiro de 2015
COUVADA JUNTA EM LISBOA MINHOTOS À MESA

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publicado por Carlos Gomes às 14:11
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ASSOCIAÇÃO FLORESTAL DE PORTUGAL PROMOVE CONCURSO PARA OS JOVENS

5º Edição do Concurso Florestal YPEF:Queres conhecer melhor a floresta? Este concurso é para ti...

Estão abertas as inscrições para a 5ª Edição do Concurso Florestal YPEF - Young People in European Forests, que conta com boas surpresas.

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Este ano, a Fase Nacional do Concurso decorre entre dezembro de 2014 e maio de 2015. Será aqui que se saberá qual a Equipa Nacional Vencedora que irá participar na Fase Europeia, que se realiza entre 21 e 25 de setembro de 2015, em Brașov (região da Transilvânia) na Roménia.

De forma a preparar a equipa para as provas da Fase Europeia, o Regulamento Nacional sofreu alterações significativas. Foi introduzida a obrigatoriedade de criação e apresentação de um poster científico sobre um tema florestal, durante a 2ª Prova Nacional - Final Nacional.

Conhece aqui:

- Regras Nacionais

- Regras EuropeiasMais informação e ficha de inscrição disponíveis em: www.forestis.pt.

Participa, ganha prémios e uma visita à Roménia!

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publicado por Carlos Gomes às 13:50
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Domingo, 4 de Janeiro de 2015
MINHOTOS CANTAM E DANÇAM NA ZONA HISTÓRICA DE BELÉM, EM LISBOA

O Mosteiro dos Jerónimos e o Centro Cultural de Belém, em Lisboa, foram os cenários escolhidos pelo Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho para levar as nossas tradições aos lisboetas e numerosos turistas que visitam aquela área da capital. Os cantares das janeiras, as nossas danças tradicionais e os trajes coloridos da nossa região despertaram o interesse e curiosidade de muitas pessoas que aproveitaram a tarde soalheira de domingo para assistirem à atuação daquele grupo folclórico minhoto sediado em Lisboa.

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Rigorosos nomeadamente no trajar, os componentes do Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho apresentaram-se com vestuário adequado à função, de cores mais escuras e mais agasalhados como convém nesta época invernosa, como o próprio responsável do grupo, sr. Joaquim Pinto, referiu durante a apresentação. Refira-se que esta prática nem sempre é seguida por alguns grupos folclóricos, mais preocupados com as ofertas a receber do que com a autenticidade etnográfica.

Constituído em 16 de maio de 1980, o Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho é considerado o decano dos grupos folclóricos minhotos sediados em Lisboa. Constituído predominantemente por minhotos radicados na capital, tem como objetivo recolher, preservar e divulgar a cultura tradicional minhota.

Ao longo da sua existência, o Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho tem levado o folclore minhoto a todo o país e ainda a números países como Espanha, França, Alemanha, Polónia, Hungria, Holanda, Marrocos, Brasil, Eslováquia, Lituânia, Turquia, Malta e Japão onde, aliás, participou nas comemorações dos 450 anos da chegada dos Portugueses àquele país.

Sediado em instalações da Junta de Freguesia de Benfica, em Lisboa, o Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho conta com o apoio técnico da Federação do Folclore Português e está filiado no INATEL e na Federação Portuguesa das Coletividades de Cultura e Recreio, presidindo atualmente à “Associação do Distrito de Lisboa para Defesa da Cultura Tradicional Portuguesa”.

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publicado por Carlos Gomes às 19:23
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Sábado, 3 de Janeiro de 2015
SINTRENSES CANTAM AS JANEIRAS NA TAPADA DAS MERCÊS



publicado por Carlos Gomes às 21:01
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SINTRA: RIO DE MOURO CANTA AS JANEIRAS



publicado por Carlos Gomes às 20:17
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ALENTEJO TRAZ O CANTE A LISBOA

O Centro Cultural de Belém vai receber no próximo dia 25 de janeiro cerca de um dezena de grupos corais alentejanos, num encontro que visa celebrar o reconhecimento oficial pela UNESCO do cante como Património Imaterial da Humanidade. Estão já assegurados a participação de grupos que constituem referência do cante alentejano como os Ceifeiros de Cuba e os Camponeses de Pias, os Cantares de Évora e o grupo da Casa do Povo de Serpa, o Grupo Coral de Baleizão e os Amigos do Alentejo do Feijó.

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Este encontro de grupos corais alentejanos vai certamente constituir uma grandiosa jornada de divulgação da cultura popular do Baixo Alentejo na capital e um momento de confraternização da numerosa comunidade alentejana radicada na região de Lisboa.

O cante alentejano foi classificado como Património Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO - Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura, a 27 de novembro em Paris. No seguimento desse reconhecimento, a Câmara Municipal de Beja declarou 2015 como Ano Municipal do Cante Alentejano, com iniciativas para promover esta prática social e cultural.



publicado por Carlos Gomes às 18:26
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O POSTAL ILUSTRADO E A SUA HISTÓRIA

O aparecimento do postal ilustrado encontra-se associado ao turismo moderno que teve o seu advento sobretudo a partir dos começos do século XX. A Revolução Industrial operada no século XIX permitiu uma evolução notável das vias de comunicação, nomeadamente nos meios de transporte ferroviário e fluvial. Com elas veio também a instalação de grandes hotéis, casinos e outras formas de entretimento para os viajantes, muitos deles estrategicamente situados no centro das capitais ou junto às estações de comboio.

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A partir de então, os países e os continentes tornaram-se mais próximos, encurtando substancialmente o tempo demorado em viagens. Entretanto, surgiu o automóvel e, com ele, a possibilidade de deslocar-se mais facilmente e conhecer novas paisagens.

Beneficiando do progresso então verificado que veio introduzir novos hábitos na sociedade, as pessoas começaram a viajar, partindo à descoberta de novas terras e novas gentes, procurando por esse meio também enriquecer os seus conhecimentos em contacto com novas realidades. À semelhança do que antes se verificava com as estadias nas termas, viajar passou também a constituir uma forma de afirmação do estatuto social das classes mais abastadas.

Mas a industrialização não se reflectiu apenas no desenvolvimento dos transportes e vias de comunicação. Também as artes gráficas registaram um progresso notável com o desenvolvimento da zincogravura e, mais tarde, o aparecimento da impressão em offset. Este avanço dos processos de impressão possibilitou um incremento e uma melhoria na qualidade da imprensa que se reflectiu na produção de uma maior quantidade de jornais, no aparecimento das revistas ilustradas, publicações para viajantes e, como não podia deixar de suceder, na invenção do postal ilustrado.

Ao visitar um determinado local, o viajante tem a possibilidade de enviar à família ou aos amigos uma recordação do local por onde passou, realçando os aspectos locais que mais lhe apraz visitar e, simultaneamente, fazer-se notar na sociedade. Em consequência, o postal ilustrado tornou-se um excelente meio de promoção turística.

O postal ilustrado nunca pretendeu constituir-se como um registo histórico de um acontecimento ou sequer da imagem num determinado espaço temporal. De resto, os seus editores nunca adquiriram o hábito de inserirem a data de edição, até porque, destinando-se a serem vendidos, os mesmos por vezes permaneciam nos expositores por largos períodos de tempo até se esgotarem as edições. Porém, com o decorrer do tempo, as imagens que o postal reproduz vieram de certa forma a tornar-se um documento histórico na medida em que acabaram por registar uma realidade que existia ao momento em que as imagens foram captadas para serem reproduzidas no postal.

Não obstante o registo constante do postal ilustrado poder documentar um determinado momento histórico, ele não é inteiramente fiável porquanto o mesmo registo é propositadamente alterado pelo editor segundo critérios estritamente comerciais. Épocas houve que as cores quentes eram acentuadas e introduzidos elementos não constantes como nuvens e flores para preencher os espaços vazios e conferir um colorido mais atraente, da mesma forma que actualmente se procede a autênticas operações de limpeza com o recurso a programas informáticos de tratamento de imagem.

Não dispondo o postal ilustrado de data de edição, apenas é possível calculá-la aproximadamente através da imagem que reproduz ou ainda das técnicas utilizadas e dos grafismos empregues, como sucede com a utilização da fotografia, a impressão a preto, as diferenças de formatos e tonalidade das cores, a serrilha e outros elementos estéticos aplicados na sua produção. Todos esses aspectos encontram-se directamente relacionados com a evolução dos meios de produção gráfica e ainda dos gostos gráficos e modas utilizadas em cada época.

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publicado por Carlos Gomes às 00:00
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