Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores
Terça-feira, 31 de Março de 2015
ESTREMADURA ABRE AS PORTAS AOS MOINHOS



publicado por Carlos Gomes às 22:22
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FEIRA DE “ARTES E TALENTOS” JUNTA ARTESÃOS NA MOITA

Artesãos mostram “Artes e Talentos” no Mercado Municipal da Moita

É já nos sábados 4 e 11 de abril que a feira de artesanato “Artes e Talentos” regressa ao interior do Mercado Municipal da Moita, das 9:00h às 13:30h. Peças em madeira, tecido, metal, cerâmica, cortiça e crochet são algumas das propostas que pode encontrar.

Artes e Talentos

A feira de artesanato insere-se no Programa de Dinamização e Animação do Mercado Municipal da Moita. Os interessados em participar na feira “Artes e Talentos”, expondo e comercializando as suas peças, devem inscrever-se através do email: pav.mun.exposicoes@mail.cm-moita.pt, mencionado o nome, morada, contacto telefónico, número de contribuinte e o tipo de produto a expor (com fotografias).

Mais informações na Divisão de Desenvolvimento Económico da Câmara Municipal da Moita (T: 210816914).



publicado por Carlos Gomes às 19:18
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REGIÃO DE LISBOA COMEMORA DIA NACIONAL DOS MOINHOS

MOINHOS ABERTOS - 201507 de Abril (Terça Feira) – Dia Nacional dos Moinhos11 (Sábado) e 12 de Abril (Domingo) – Dia dos Moinhos Abertos

Consulte o programa completo em www.moinhosdeportugal.org

É já a seguir à Páscoa: 327 moinhos de portas abertas em todo o País!

Após o sucesso de 2014 voltamos a assinalar o Dia Nacional dos Moinhos e a organizar, em todos o país, a iniciativa Moinhos Abertos de Portugal nos dias 7, 11 e 12 de Abril (terça, sábado e domingo) de forma a permitir a participação de todos.

2015 é um ANO RECORD!

Esta iniciativa realiza-se já pelo oitavo ano consecutivo e a adesão continua a aumentar.

Este ano participam nos Moinhos Abertos 327 moinhos (mais 47% que em 2014) moinhos em 141 núcleos moageiros de 17 Distritos em 64 Municípios do Continente e Região Autónoma dos Açores.

7 de Abril 2015 - kickoff (pré-inscrições e candidaturas de projectos de reabilitação de moinhos workshop “Já – Viveiro de Projectos”)

Maio a Setembro (desenvolvimento conjunto dos projectos a apresentar no encontro)

7 e 8 de Novembro- Realização Painel Molinologia e Workshop “Já – Viveiro de Projectos”

Após uma década de interregno sobre a realização do II Encontro Nacional e do Simpósio Mundial de Molinologia, a Etnoideia organiza o III Encontro Nacional de Molinologia dada a pertinência e urgência do tema na conjuntura actual.

A Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha é co-organizadora, perspectivando-se um programa de bom nível dado o rico património molinológico local e o dinamismo municipal na sua preservação e valorização. Porquê o Encontro?

Portugal precisa como nunca de desenvolver o seu interior e de qualificar as suas cidades. Os nossos moinhos são importantes activos para o desenvolvimento sustentável, qualificação dos territórios, empreendedorismo ao nível das indústrias criativas e do turismo, por exemplo. Mas também para a construção da designada economia verde e para a qualificação ambiental das regiões e requalificação urbana, não esquecendoas importantes funções educativa, de lazer e de interacção e coesão social. No entanto, o seu declínio acentuado pela crise e pelo envelhecimento dos detentores dos saberes tradicionais coloca em risco este importante património.

O que buscamos?

Por isso, mais do que nunca, é oportuno convocar a cidadania dos portugueses e as suas instituições autárquicas, associativas e económicas para a sua recuperação e valorização numa perspectiva de criação de riqueza e geração de oportunidades, tendo os jovens como prioridade e a estratégia Portugal 2020, em que os moinhos se integram claramente, como oportunidade de financiamento e activação de processos de desenvolvimento comunitário de base local integrando os moinhos tradicionais portugueses nas novas soluções para os territórios.

Como faremos para conseguir acção Já?

Deste modo, o III Encontro Nacional de Molinologia desenvolve-se em duas vertentes. Por um lado, na recolha, aprofundamento e partilha do Saber e do Saber Fazer tradicionais ao nível da Etnotecnologia e da Molinologia Portuguesa. Por outro, na reflecção-acção conjunta através do desenvolvimento de projectos viáveis de reabilitação e valorização de moinhos tendo em vista a intervenção imediata e urgente. Esta segunda vertente desenvolve-se´no âmbito do Workshop “Já – Viveiro de Projectos”, através de uma metodologia inovadora em duas fases.

A primeira tem início no Dia Nacional dos Moinhos e pretende-se que os promotores das iniciativas dos Moinhos Abertos e os seus visitantes discutam este tema, debatam perspectivas e tenham ideias que serão propostas pelos mesmos à organização do Encontro.

Depois de seleccionadas as ideias de projecto irão ser trabalhadas (Maio a Setembro) pela Etnoideia em conjunto com os promotores tendo em vista o seu desenvolvimento ao ponto de poderem ser apresentadas pelos promotores no workshop para buscas de projectos e financiamentos onde serão convidados a participar os GAL- Grupos de Acção local / ADL – Associações de Desenvolvimento Local, CCDRs e Municípios respectivos, bem como empresários e potenciais investidores.

O que é o “Dia dos Moinhos Abertos”?

O conceito desta actividade é extremamente simples:

Fazer funcionar em simultâneo e abrir ao público para acesso livre tantos moinhos quantos for possível em todo o país!

Moinhos Abertos é uma iniciativa de alcance nacional e ampla divulgação com o objectivo de chamar a atenção dos Portugueses para o inestimável valor patrimonial dos nossos moinhos tradicionais, por forma a motivar e coordenar vontades e esforços de proprietários, organizações associativas, autarquias locais, museus, investigadores, molinólogos, entusiastas e amigos dos moinhos.

Esta iniciativa promovida pela Etnoideia tem o apoio da TIMS, Sociedade Internacional de Molinologia, cujos membros não pertencentes à Rede Portuguesa são convidados a aderir e colaborar. A TIMS colabora ainda ao nível da divulgação internacional do evento por todo o mundo.

Os Moinho contam com a participação activa de inúmeros proprietários de moinhos, moleiros, entusiastas, investigadores, empresários, autarquias, museus… em todo o território nacional!

Este dia, além de chamar a atenção para os moinhos tradicionais portugueses serve também para identificar problemas e oportunidades, germinar projectos e ideias, ou mesmo para levar a cabo pequenas beneficiações (limpezas, pinturas, consertos de coberturas, etc) com a participação de activistas e visitantes que o pretendam, preservando os moinhos e criando dinâmicas em torno deles.

Mas este dia constitui também uma oportunidade única para aumentar o número de pessoas e instituições que constituem a Rede Portuguesa de Moinhos reforçando a sua implantação e representatividade nacional e, consequentemente, a sua capacidade de acção a favor dos moinhos tradicionais portugueses.



publicado por Carlos Gomes às 17:15
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MOITA EXPÕE FOTOGRAFIAS DE EDUARDO GAGEIRO

“Eduardo Gageiro – 40 Fotos nos 40 Anos do 25 de Abril” para ver na Biblioteca da Moita

Entre 7 de abril e 9 de maio, a Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça, na Moita, vai receber a exposição “Eduardo Gageiro – 40 Fotos nos 40 Anos do 25 de Abril”, cedida pela Associação de Municípios da Região de Setúbal.

Eduardo Gageiro é um dos mais conceituados fotógrafos portugueses que, como poucos, captou o pulsar da Revolução de Abril, o festejar da Liberdade, o fim da guerra colonial, a consagração de direitos essenciais dos cidadãos e as transformações socioeconómicas no nosso país.

A exposição inclui esses momentos que conseguiu capturar com a sua máquina, imagens a preto e branco cheias de história e significado.

Esta mostra fotográfica pode ser visitada de terça-feira a sábado, das 10:00h às 19:00h.

A entrada é gratuita.

Eduardo Gageiro 40 fotos...



publicado por Carlos Gomes às 16:50
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Segunda-feira, 30 de Março de 2015
MOITA MOSTRA RESULTADOS DAS OFICINAS DE TEATRO

Resultado das oficinas de teatro: “Agora, Faz Tu!” mostra-se ao público em geral no Vale da Amoreira

No dia 4 de abril, pelas 21:30h, no Centro de Experimentação Artística, no Vale da Amoreira, os participantes nas Oficinas “Agora, Faz Tu!”, dinamizadas por Rui catalão, no âmbito da Quinzena da Juventude, vão mostrar o resultado do que aprenderam e produziram ao longo de oito sessões.

“Agora, Faz Tu!” funcionou como uma verdadeira caixa de ferramentas para aprender a fazer peças – isto é, para aprender a escrever um texto, para aprender a encená-lo e para aprender a usar os diferentes materiais de cena de modo a apresentar essa peça.

O trabalho de cena é como um laboratório de formas de vida. Nesse laboratório que é o palco, podemos projetar o que queremos ser; podemos encenar o que já fomos; podemos encenar como estamos e como nos sentimos, ou como vemos o mundo à nossa volta; podemos projetar como viver em grupo. Podemos enfim elaborar sobre todas as coisas que nos importa fazer e pensar, num contexto protegido, onde a experimentação e o erro são controláveis. E podemos fazer isto tudo partilhando-o com os outros!

A entrada é gratuita.



publicado por Carlos Gomes às 19:46
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MOITA ENSINA A CUIDAR DA HORTA

Minicurso de Tempos Livres “Mãos à Horta” com inscrições abertas

Estão abertas, até ao dia 6 de abril, as inscrições para frequentar o Minicurso de Tempos Livres "Mãos à Horta" que a Câmara Municipal da Moita volta a promover, entre abril e junho, em cinco sábados – 11 e 18 de abril, 9 e 30 de maio e 13 de junho, das 15:00h às 18:00h.

Mãos à Horta

O “Mãos à Horta”, que a Câmara Municipal da Moita promove desde 2002 com grandes níveis de participação, é dirigido a munícipes com mais de 18 anos que queiram aprender como se faz uma horta segundo princípios de agricultura biológica e que disponham de um pedaço de terreno para cultivar, no concelho da Moita.

O programa deste minicurso inclui uma parte teórica, onde são transmitidos conceitos e técnicas de agricultura biológica, fases de elaboração de uma horta e compostagem. A componente prática incluirá a elaboração de uma pilha de compostagem e a preparação de uma horta.As inscrições, gratuitas, devem ser enviadas para Câmara Municipal da Moita – Divisão de Salubridade e Ambiente, Praça da República, 2860-422 Moita, para o fax: 212890267 ou para o email: div.salubridade.ambiente@mail.cm-moita.pt

Mais informações, através da Linha Verde do Ambiente 800 20 23 23

A ficha de inscrição está disponível em www.cm-moita.pt



publicado por Carlos Gomes às 12:35
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Domingo, 29 de Março de 2015
EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA DE CARLOS RELVAS NO MUSEU MUNICIPAL DE OURÉM MOSTRA TRAJES TRADICIONAIS PORTUGUESES

Exposição inclui fotografias de trajes tradicionais de várias regiões do país

“Traje encenado” é o tema da exposição temporária que o Museu Municipal de Ourém – Casa do Administrador inaugurou hoje, mostrando fotografias produzidas em ambiente de estúdio retratando diversos trajes tradicionais portugueses, mormente na região de Ourém.

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A Chefe da Divisão de Ação Cultural do Município de Ourém, Drª Ana Saraiva, fez a apresentação da exposição e seus objetivos, realçando a riqueza patrimonial do concelho de Ourém dada a sua localização privilegiada na confluência de diferentes regiões geo-etnográficas, anunciando ainda a realização próxima de novas iniciativas a envolver os agrupamentos folclóricos do concelho.

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Além das fotografias, encenados e fotografados em estúdio por Carlos Relvas entre finais do século XIX e inícios do século XX a exposição inclui representações nacionais de trajes que comunicam com indumentárias de trajes de Ourém, recriados por oito grupos de ranchos folclóricos do concelho, exibidos nas suas atuações.

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A exposição conta com a participação da Casa-Estúdio Carlos Relvas, na Golegã, e de todos os ranchos folclóricos ativos em Ourém, concretamente o Rancho Folclórico da Casa do Povo de Fátima, Rancho Folclórico Lírios do Nabão – Freixianda, Rancho Folclórico Rosas de Portugal – Freixianda, Rancho Folclórico Lírios do Campo – Nossa Senhora da Piedade, Rancho Folclórico Os Moleiros da Ribeira – Olival, Grupo de Danças e Cantares Lagoense – Nossa Senhora das Misericórdias, Rancho Folclórico Os Camponeses – Ribeira do Fárrio e o Rancho Folclórico Verde Pinho – Rio de Couros.

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A exposição poderá ser visitada de terça a domingo das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00, na Casa do Administrador - Museu Municipal de Ourém.

Nascido na Golegã em 1838, Carlos Relvas foi além de agricultor, desportista e toureiro um notável fotógrafo que se distinguiu em Portugal e no estrangeiro, possuindo muitos dos seus trabalhos publicados em revistas da época como “O Occidente”, “Branco e Negro” e “Boletim Fotográfico”. Era pai do político José Relvas a quem coube a proclamação do regime republicano, na varanda dos Paços do Concelho, em Lisboa, em 5 de outubro de 1910.

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publicado por Carlos Gomes às 23:37
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Sexta-feira, 27 de Março de 2015
MOITA TEM “MARÉ CHEIA” DE INICIATIVAS A NÃO PERDER EM ABRIL

Agenda de eventos já disponível

Mês novo a chegar é sinónimo de Maré Cheia na rua. A edição de abril da agenda de eventos no concelho da Moita está já disponível nos locais habituais e também no sítio de Internet do Município, em www.cm-moita.pt.

O destaque deste mês vai para as comemorações do 41º aniversário do 25 de Abril. “Construir Abril Sempre” é o mote destas comemorações no concelho da Moita e, no À Lupa, constam os principais destaques.

Ao longo de todo o mês e um pouco por todo o concelho, a Câmara Municipal da Moita vai dinamizar uma “Maré Cheia” de iniciativas que não vai querer perder. Saiba tudo nas páginas do “Vai Acontecer…”.

Nos momentos em que prefere ficar em casa para ler, ouvir música ou ver um filme, consulte primeiro as nossas sugestões na rubrica “Cumplicidades”.

“Do Cine-Parque ao Fórum Cultural: História de uma Viagem” é a exposição que assinala os 10 anos do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, e que pode conhecer melhor nas páginas do Aqui Tão Perto.

Nos “Sabores & Saberes”, a Maré Cheia deixa-lhe a receita de uma Tarde de Amêndoa muito fácil que fará as delícias da família no almoço de Páscoa.

Se pretende receber a Maré Cheia em sua casa, todos os meses, contacte o Gabinete de Informação e Relações Públicas da Câmara Municipal da Moita, através do e-mail: informacao-rpublicas@mail.cm-moita.pt ou do telefone 212806715


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publicado por Carlos Gomes às 18:43
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FITNESS HUT INAUGURA NO ALEGRO SETÚBAL

Dia 01 de abril, no Centro Comercial Alegro Setúbal, abre o novo espaço da cadeia com aulas de grupo diversas e espaço de ginásio com 1.620m2

O Fitness Hut, primeira cadeia de ginásios premium low-cost, inaugura o mais recente espaço da marca no dia 01 de abril, no Centro Comercial Alegro Setúbal. Um convite à saúde renovada dos cidadãos da cidade.

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Setúbal é a primeira cidade, em 2015, a inaugurar um espaço de fitness da marca. O clube abre portas no dia 1 de abril e fica situado no maior e mais recente espaço comercial da cidade, o Alegro Setúbal.

Com uma dimensão total 1.620m2, o ginásio integra as pioneiras Aulas Virtuais e oferece aos sócios as melhores condições, com espaços específicos para cada tipo de treino, espaço cardio-fitness, resistência, musculação, treino funcional, combate, sprint e stretch, grande variedade de aulas e com preços únicos, a partir de 5,50€ por semana.
O Fitness Hut Setúbal é a primeira abertura do ano estando previstas mais quatro: Linda-A-Velha e Loures em fase final de construção, Oeiras e Sintra em fase inicial de construção.

Para 2015, o objetivo é continuar a expandir a marca, de norte a sul do país, a um ritmo de um ginásio por mês terminando o ano com uma rede de 20 espaços Fitness Hut.

INFORMAÇÕES ÚTEIS

MORADAS

Setúbal

Centro Comercial Alegro Setúbal, Av. Antero de Quental, nº2

2910-394 Setúbal

Loja nº 01.004

HORÁRIO

2ª a 6ª Feiras - 7h00 às 23h00 / Sábados - 9h00 às 21h00 / Domingos e Feriados - 9h00 às 18h00 / Natal e Fim de Ano - Encerrados

SOBRE O FITNESS HUT:

A cadeia de fitness clubs “premium low-costFitness Hut nasce em Portugal em 2011, do know how de três fundadores: Nick Coutts, André Groen e Júlio Pedro Carvalho; com o intuito de oferecer aos seus sócios o primeiro ginásio que aposta no que verdadeiramente utilizam, ao preço justo. Atualmente, a rede tem 8 clubes, localizados entre Lisboa – Amoreiras, Arco do Cego, Picoas, Olivais e Odivelas, Cascais, a Norte em Braga e no Porto na Trindade.  

Os clubes Fitness Hut têm um espaço compreendido entre os 1.500 e 2.000 m2 e são dotados de um design vanguardista; desenhado e desenvolvido para estar em perfeita harmonia com as atividades físicas disponíveis.

Entre os serviços disponíveis o Fitness Hut oferece: 7 zonas diferentes de ginásio (Cardio Fitness; Resistência; Musculação; Combate; Treino Funcional; Sprint e Relax); Serviço de Personal Training Premium; Aulas de Grupo Les Mills (Body Combat; Body Balance; Body Step; Body Pump; Body Attack; CX Work; Sh’ Bam e RPM) e Aulas de Grupo Fitness Hut (Yoga Moves; ABS Moves; Dance Moves; Fit Moves e Outras (Bum Bum Brasil e Spinning); Balneários Premium; Snack-bar & Máquinas Vending; Estacionamento; e ainda outras atividades lúdicas como as Night Gym - noites únicas ao som de convidados muito especiais a atuar nos DJ POD’s dos ginásios Fitness Hut.  

Mais informações em:

http://www.fitnesshut.pt

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publicado por Carlos Gomes às 16:23
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QUAL O IMPACTO DAS REDES SOCIAIS NA GESTÃO DAS PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS?

O estudo realizado por duas investigadoras da Universidade do Minho, intitulado "Social Network Marketing Strategy and SME Strategy Benefits" explora o benefício que as PME podem retirar do desenvolvimento de uma estratégia de marketing para as redes sociais online. O trabalho teve grande reconhecimento tendo sido recentemente publicado no Journal of Transnational Management.

A investigação recaiu sobre quatro PME portuguesas, sob a forma de estudo de caso devido à grande necessidade de se obter significado e em profundidade para se chegar a um cenário mais completo do que ocorre naquele determinado contexto e porquê. As PME foram selecionadas tendo por base vários critérios, entre os quais se destaca o facto de todas as empresas atuarem em diferentes áreas, sendo que duas delas oferecem produtos e as restantes incluem-se na área dos serviços, oferecendo assim uma maior diversidade para o estudo. 

Nesta pesquisa fica bem patente a importância do desenvolvimento de uma estratégia cuidadosamente concebida como forma de colmatar a falta que as PME têm de planos de marketing ou planos de negócios sofisticados, fruto dos seus escassos orçamentos. Assim, as empresas podem obter grandes benefícios se possuírem uma estratégia para as redes sociais, e em particular para o Facebook uma vez que este se mostrou um importante canal que permitiu às pequenas e médias empresas publicitarem as suas marcas sem necessidade de grandes orçamentos.

O estudo levantou cinco hipóteses para serem testadas: H1: As PME beneficiam com o impacto do WOM (word-of-mouth) nas redes sociais; H2: As redes sociais são um bom meio para levar os consumidores a falar sobre o produto/serviço; H3: A comunicação nas redes sociais reflete a relação que as PME mantêm com os consumidores; H4: A presença das PME nas redes sociais tem um impacto direto na familiaridade do consumidor com a marca e H5: O contacto direto com os consumidores através das redes sociais gera maior envolvimento e tem impacto direto nas intenções de lealdade à marca.

Os resultados indicaram que:

H1: As empresas, e particularmente as microempresas, podem beneficiar com o impacto do WOM nas redes sociais pois este apresenta-se como um fator de destaque no Facebook sendo o responsável pelos utilizadores conhecerem as empresas e os seus produtos, através da partilha de informação e da interação imediata que o site possibilita. Contudo, o poder negativo que este pode ter deve ser tido em conta e as empresas devem controlar o que os consumidores dizem sobre as mesmas, particularmente na sua página. De acordo com os casos estudados foi possível verificar que quando o WOM tem contornos negativos estes podem ser minimizados se os conteúdos forem retirados das páginas de forma rápida e eficaz.

H2: Os resultados indiciam que o Facebook é um canal privilegiado para os consumidores falarem sobre as marcas e os seus produtos e serviços. As empresas poderão ajudar a acentuar essa tendência promovendo concursos e sorteios nas suas páginas, o que automaticamente aumentará o número de visitantes e o número de utilizadores a interagirem com a página.

H3: Os resultados indicam que todas as empresas estudadas fazem uma comunicação no Facebook de forma estruturada, ou seja, a estratégia de comunicação neste contexto deve ter por base comunicar com o consumidor de forma a transmitir os valores da marca de forma clara.

H4: Os resultados parecem indiciar que o Facebook desempenha um papel crucial para divulgar a marca no âmbito online, sendo responsável pelo aumento do conhecimento acerca da marca e dos seus produtos/serviços.

H5: Os resultados sugerem que o Facebook gera maior envolvimento com a marca e as intenções de lealdade à mesma são visíveis através de fatores como o aumento das vendas e o aumento dos clientes.

Em suma, os resultados indicam que o Facebook pode facilitar a comunicação entre as PME e os seus clientes e constituir-se como uma ferramenta importante na criação de reconhecimento da marca e de lealdade à mesma.

O Facebook apresenta-se como um ambiente único, que pode permitir às empresas o aumento dos seus clientes e uma relação mais próxima entre os clientes já existentes e a marca. Como tal, o estudo indicou que a presença nas redes sociais pode ter um papel importante para as empresas tanto no desenvolvimento de relacionamento com o cliente como no aumento das vendas.

Daniela Canto Silva



publicado por Carlos Gomes às 15:40
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ALVON JOHNSON ATUA NO CONCERTO DO IV BB BLUES FEST QUE SE REALIZA NA MOITA

Alvon Johnson: primeiro nome confirmado no cartaz do IV BB Blues Fest

Alvon Johnson é o primeiro nome confirmado no cartaz do IV BB Blues Fest e virá diretamente, e em exclusivo, de São Francisco para o palco do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, na noite de 19 de junho.

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O nome foi divulgado pela organização do BB Blues Fest – Associação BB Blues Portugal, Câmara Municipal da Moita e União de Freguesias da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira – no primeiro Warm Up do festival, que se realizou no dia 20 de março, no concelho vizinho do Barreiro. A sala encheu-se para ouvir as primeiras novidades desta quarta edição e também para assistir ao concerto do catalão Tòfol Martinez.

Alvon Johnson, grande bluesman e entertainer por excelência, foi já considerado como guitarrista do ano e está nomeado para a próxima edição dos Black Music Awards.

segundo Warm Up do BB Blues Fest está já agendado para o dia 10 de abril, no Incrível Almadense, em Almada, e vai ser protagonizado pelos Guitar Not So Slim. Entretanto, pode acompanhar o festival emwww.bbbluesfest.com.ptwww.cm-moita.ptwww.facebook.com/bbbluesfest e www.facebook.com/cmmoita.

O IV BB Blues Fest vai realizar-se, este ano, entre 18 e 21 de junho, em vários espaços do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira.



publicado por Carlos Gomes às 10:18
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Quinta-feira, 26 de Março de 2015
MOITA ASSINALA DIA MUNDIAL DO TEATRO

Câmara da Moita assinala Dia Mundial do Teatro com “A Taberna do Vale” e “Memórias Partilhadas”

Para comemorar o Dia Mundial do Teatro, a Câmara Municipal da Moita sugere dois espetáculos de teatro, no dia 28 de março: “A Taberna do Vale”, pelo Ao Luar Teatro Regional da Serra do Caldeirão, e “Memórias Partilhadas”, pelo Teatro de Montemuro – Coprodução do Teatro Regional da Serra de Montemuro e Teatro D. Maria II.

Memórias partilhadas ©Filipe Ferreira_15

“A Taberna do Vale” vai subir ao palco do Clube Recreativo Sport Chinquilho Arroteense, em Alhos Vedros, às17:00h. Esta comédia de costumes serranos é trazida ao concelho da Moita pela Câmara Municipal da Moita, em parceria com a Junta de Freguesia de Alhos Vedros e tem entrada gratuita.

No mesmo dia, mas à noite, pelas 21:30h, o auditório do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, recebe “Memórias Partilhadas”. Este espetáculo tem também entrada gratuita.

Sinopse – “A Taberna do Vale”, dia 28 de março, 17:00h, Clube Recreativo Sport Chinquilho Arroteense:

Nobre estabelecimento, negócio de família gerido por Cândido, filho único e solteiro da D. Dolores. Local onde tem lugar o comentário e o julgamento de tudo o que acontece na Aldeia.

Assim corre a vida na lanterna dos esquecidos, no farol dos perdidos, no centro cultural da aldeia, na casa do povo dos bailes, tribuna de assuntos públicos, balcão da má-língua, o mundo visto de uma taberna de Aldeia por figuras comuns e de assinalável particularidade.

Uma comédia de costumes serranos, muito divertida e musical.

Sinopse – “Memórias Partilhadas”, dia 28 de março, 21:30h, Fórum Cultural José Manuel Figueiredo:

Três objetos: um lápis, uma carteira e uma almofada. Três monólogos que nos contam as histórias de objetos que têm muito para partilhar e que se ligam entre si de uma forma ou de outra.

“O Lápis”, de Abel Neves

A caneta é mais poderosa que uma espada ou, no caso de Delfim, que um lápis.

Com um lápis, pode-se destravar o mundo. É a espada da verdade. Pode-se transportar um navio para a segurança, pode-se tomar banho de ervas no Montemuro – pode-se colmatar uma lacuna ou esconder-se na floresta. Bem, pode-se, pela mão de Delfim e com a imaginação de Delfim.

“Uma Carteira Vazia”, de Therese Collins

O que há na carteira de uma pessoa diz-nos muito sobre ela. A escolha de uma carteira de uma pessoa diz-nos muito sobre ela. Anna tem um fascínio por carteiras, não pode deixá-las sozinhas, especialmente as das outras pessoas. Se está tão fascinada por elas, por que não pode abrir a carteira da sua mãe falecida?

“A Almofada de Penas de Cuco”, de Peter Cann

Em 1966, existiam dois amigos, Adão e Fábio, que faziam tudo juntos. Em 1966, houve um Campeonato do Mundo e Eusébio agraciava o jogo. Em 1966, um dos amigos apaixonou-se. E tudo mudou.

O que fazes se nunca mais vires o teu único e verdadeiro amigo? O que fazes para que as coisas voltem a ser como eram antes dela chegar?

O que não deves fazer é dar ao teu amigo uma almofada de penas de cuco.

A Taberna do Vale



publicado por Carlos Gomes às 10:14
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Quarta-feira, 25 de Março de 2015
TABULEIROS DE TOMAR DESFILAM EM LISBOA



publicado por Carlos Gomes às 00:48
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Terça-feira, 24 de Março de 2015
CHEGAR A HORAS COM OS TRANSPORTES DE LISBOA

A TRANSPORTES DE LISBOA lança hoje, dia 24 de março, uma nova campanha de comunicação subordinada ao tema “O importante é chegar a horas”, criada pela dupla Diogo Stilwell e Gonçalo Antunes, da agência BAR, no âmbito do Cannes Lions Young Creatives.

Esta campanha marcou a participação da CARRIS e do METROPOLITANO DE LISBOA, a convite da MOP, na edição de 2014 do concurso “Young Lions” e resultou do desafio de reforçar o posicionamento das empresas, promover a qualidade e fiabilidade do serviço que prestam, potenciar a captação de clientes pela transferência do transporte individual para o transporte público.

A campanha que agora será lançada foi selecionada pelo Júri para a short list (28 candidaturas) da categoria imprensa/outdoor.

Na base do seu conceito estão as necessidades de uma multiplicidade de clientes que, independentemente da sua idade, profissão ou mesmo estatuto social, recorrem diariamente aos transportes públicos em Lisboa para chegar ao seu destino de uma forma cómoda, fiável, sustentável e, acima de tudo, a horas. A campanha é, por isso, ilustrada com três personagens para quem a pontualidade é vital: um médico, uma noiva e um bombeiro.

A TRANSPORTES DE LISBOA decidiu apoiar o lançamento desta campanha por considerar que cumpre de forma muito assertiva e oportuna os objetivos propostos, para além de entender estar, assim, a contribuir para a continuidade e sucesso desta iniciativa, que se assume hoje com importância central para o lançamento e reconhecimento de jovens criativos de elevado potencial.

Uma vez que recorre a meios e suportes já existentes e disponíveis, esta campanha apenas envolveu o investimento inerente à produção dos materiais. Sobre o “Young Lions”

Os “Young Lions” foram criados pelo Festival Cannes Lions em 1995, com o objetivo de distinguir e apresentar as grandes jovens promessas da criatividade mundial. Estes prémios são unanimemente considerados a mais importante distinção e impulsionador de carreira que um jovem profissional de comunicação, pode obter. Destinam-se a jovens profissionais criativos, designers, profissionais de relações públicas até aos 28 anos de idade e jovens marketers até 30 anos de idade.

Portugal é atualmente a quarta nação mais premiada nos Young Lions a nível mundial.

Os “Young Lions” compreendem obrigatoriamente duas fases: a primeira, disputada localmente, tem como objetivo selecionar equipas vencedoras, que irão representar o seu país nas diversas categorias do certame.

Os vencedores de cada categoria passam à segunda fase da competição é já disputada em Cannes, onde cada dupla nacional defrontará as restantes duplas internacionais vencedoras, com apenas 24 horas para responder ao briefing apresentado pela organização internacional do certame.


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publicado por Carlos Gomes às 16:39
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ESCULTOR SINTRENSE ROGÉRIO TIMÓTEO EXPÕE EM BARCELOS

Ruínas do Paço dos Condes de Barcelos recebem a exposição “Dois tempos, o mesmo lugar”

Obras do escultor Rogério Timóteo expostas a 28 de março, Dia Nacional dos Centros Históricos As ruínas dos Paço dos Condes de Barcelos e a Sala Gótica dos Paços do Concelho são os locais escolhidos para a exposição de escultura "Dois tempos, o mesmo lugar", de Rogério Timóteo. São esculturas de grande escala, onde corpos suspensos desafiam a gravidade. A inauguração será no próximo sábado, 28 de março, às 18h00, data em que se comemora o Dia Nacional dos Centros Históricos.

No ano em que Barcelos comemora os 500 Anos da atribuição do Foral Manuelino, e tendo como pano de fundo um dos bilhetes postais da cidades de Barcelos, as ruínas dos Paço do Conde, a exposição pretende valorizar a envolvente patrimonial, histórica e cultural da cidade, cruzando tempos e lugares.

Rogério Timóteo privilegia a figura humana como base do seu trabalho, esculpindo-a com linhas simples e livres, com um ar inacabado, de forma a permitir a quem a admira o remate mental das mesmas. Além disso, imprime um leque de emoções a cada figura que deixa transparecer os seus esfíngicos pensamentos, conferindo-lhe vida. Nas palavras de Luís Vieira-Baptista, "estes dois tempos que dão nome à mostra fundem-se num só, o agora, palco de todos os cenários possíveis, passados e futuros. Desvenda-se nesta exposição a cristalina ampulheta em que um tempo é o reflexo do outro (...) ".

Rogério Timóteo nasceu em Anços, Sintra, em 1967. De 1985 a 1989 é aluno do Mestre Anjos Teixeira.

A partir de 1989 desenvolve trabalho individual. Em 1991 frequenta o curso de Novas Tecnologias em Mármore em Vila Viçosa. Posteriormente, frequentou o curso de Desenho na Sociedade Nacional de Belas Artes em Lisboa. Atualmente vive e trabalha no concelho de Sintra.

Conta já com 26 exposições individuais e mais de 200 exposições coletivas. Encontra-se representado em coleções particulares em Portugal, Suíça, Alemanha, Estados Unidos da América, Inglaterra, França, Polónia, Canadá, Espanha, Austrália, Áustria, Escócia, Holanda, Irlanda, Uruguai e Luxemburgo.

A exposição poderá ser visitada diariamente no Paço dos Condes de Barcelos até 31 de agosto e na Sala Gótica dos Paços do Concelho até 31 de maio.



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Segunda-feira, 23 de Março de 2015
METROPOLITANO DE LISBOA LANÇA PROJETO MOVE-TE CONNOSCO / LET US MOVE YOU

A Transportes de Lisboa, através do Metropolitano de Lisboa, apresenta no próximo dia 25 de Março o projeto MOVE-TE CONNOSCO / LET US MOVE YOU.

Trata-se de uma iniciativa apoiada pelo programa europeu CIVITAS dirigida aos jovens universitários, que procura envolvê-los em soluções de futuro para um sistema de transportes sustentável, permitindo o acesso a uma nova cultura de mobilidade, de forma pró-ativa e inovadora.

Para dar início a esta ação, o Metro de Lisboa preparou dois workshops dedicados à temática da mobilidade sustentável. O primeiro destes dois eventos formativos terá lugar logo no dia 25 de março, às 10h, no Salão Nobre da Reitoria da Universidade de Lisboa (Cidade Universitária) e o segundo workshop decorrerá no dia 31 de março, também às 10h, mas no Salão Nobre do Instituto Superior Técnico (Alameda).

Esta é a primeira de algumas iniciativas no âmbito do projeto MOVE-TE CONNOSCO / LET US MOVE YOU, sendo que além dos workshops o Metropolitano de Lisboa preparou, ainda, a divulgação de um questionário online, cujo objetivo passa por envolver os jovens nas decisões futuras para se alcançar uma mobilidade sustentável em Lisboa. Todos aqueles que respondam ao questionário, ficam habilitados a receber um passe Navegante Rede (Carris/Metro/CP) com validade de 3 meses, no valor de 126,00 €.

A Transportes de Lisboa, através do Metro de Lisboa, organizou ainda o Concurso Inovação nos Transportes que tem como objetivo aproximar os jovens à promoção da utilização do transporte público sendo que é possível concorrer com propostas inovadoras e exequíveis que visem melhorar o desempenho da Transportes de Lisboa (Metropolitano de Lisboa, Carris e Transtejo).

As duas melhores propostas serão contempladas com:

1º Prémio: € 1.000 (mil euros) e um passe Navegante Rede (Carris/Metro/CP) com validade de 3 meses, no valor de 126,00 €.

2º Prémio: € 500 (quinhentos euros) e um passe Navegante Rede (Carris/Metro/CP) com validade de 3 meses, no valor de 126,00 €.


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publicado por Carlos Gomes às 21:56
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CONVENTO DOS CARDAES REALIZA CONCERTO DA PÁSCOA

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Domingo, 22 de Março de 2015
LISBOA VIRA ARRAIAL MINHOTO

Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho comemora 35 anos de existência

Ao toque dos ferrinhos e da concertina, as gentes do Minho radicadas na região de Lisboa dançaram o vira, a chula e a cana-verde no Ringue António Livramento, instalações desportivas pertencentes à Junta de Freguesia de Benfica. A festa foi um autêntico arraial minhoto e contou com a participação do Rancho Folclórico Dançar é Viver, sediado na vizinha cidade da Amadora, e ainda do Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega que, desse modo, quiseram felicitar o anfitrião, o Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho pelo seu 35º aniversário.

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A festa estava inicialmente anunciada para ter lugar no Parque dos Eucaliptos, na zona de Benfica. Porém, as previsões meteorológicas aconselharam a sua realização em local coberto. Porém, tal não impediu que largas centenas de pessoas afluíssem ao referido pavilhão para assistir a um espetáculo cujos grupos participantes constituem já uma referência do folclore minhoto na região de Lisboa e mesmo a nível nacional.

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Com 35 anos de existência, o Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho é um dos mais antigos grupos folclóricos minhotos na região de Lisboa onde, curiosamente, existe mais de uma dezena de agrupamentos folclóricos com referência ao Minho.

O Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho foi constituído em 16 de maio de 1980 é predominantemente composto por minhotos e seus descendentes radicados na capital.

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Ao longo da sua existência, o Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho tem levado o folclore minhoto a todo o país e ainda a números países como Espanha, França, Alemanha, Polónia, Hungria, Holanda, Marrocos, Brasil, Eslováquia, Lituânia, Turquia, Malta e Japão onde, aliás, participou nas comemorações dos 450 anos da chegada dos Portugueses àquele país.

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Este Grupo tem o apoio técnico da Federação do Folclore Português, está também inscrito no INATEL, na Federação Portuguesa das Coletividades de Cultura e Recreio e preside atualmente à “Associação do Distrito de Lisboa para Defesa da Cultura Tradicional Portuguesa”. Encontra-se sediado na Junta de Freguesia de Benfica em Lisboa, precisamente no local onde hoje levou a efeito a sua festa de aniversário – o Arraial Minhoto!

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publicado por Carlos Gomes às 21:13
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Sexta-feira, 20 de Março de 2015
TABULEIROS DE TOMAR DESFILAM EM LISBOA



publicado por Carlos Gomes às 22:43
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MIGUEL CORVO APRESENTA “LIBERDADE” NA FNAC DE ALMADA

Miguel Corvo atua, no próximo dia 4 de abril, na Fnac do Almada Fórum. O showcase será o pretexto para o músico lisboeta apresentar “Liberdade”, o seu álbum de estreia, em nome próprio, que está disponível nas principais lojas digitais desde o passado dia 5 de março. Editado pela Music In My Soul, “Sol Invisível” é o single de apresentação deste trabalho.

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Num mundo com tamanha diversidade artística, a procura da originalidade passa em muito pela verdade naquilo que se faz – é sob esta regra que Miguel Corvo se apresenta.

O álbum “Liberdade” é composto por 11 temas, que transportam quem ouve para um som alternativo, profundo e muito poético. O rubor das letras, muitas vezes desafiante para quem canta, é altamente estimulante e, embebido na fantástica harmonia de instrumentos, remete para um local sem limites, onde reina o puro Rock ‘n’ Roll.

Fundador de bandas como Riddle (1997-2004), Lisamona (2004-2008) e Stereo Alligator (2008-2011), Miguel Corvo foi adquirindo uma experiência musical que lhe permitiu lançar-se a solo de uma forma sólida e concisa. Após várias experiências sonoras e estéticas, surgiu o “casamento” entre a sonoridade e a poesia/escrita ao seviço das canções, num formato de cantautor mas no universo Pop. Neste novo projeto, o passado e o presente fundem-se em cada estrofe, pois todo o caminho criativo foi feito de memórias e de ensejos.

Para download do álbum

https://play.google.com/store/music/album/Miguel_Corvo_Liberdade?id=Bzare4zyx7nblgi7lrjsepqb76m



publicado por Carlos Gomes às 20:11
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MINHOTOS FAZEM ARRAIAL EM LISBOA



publicado por Carlos Gomes às 00:17
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Quinta-feira, 19 de Março de 2015
CERVEIRENSES VISITAM PANTEÃO NACIONAL E CASA MUSEU FERNANDO PESSOA

Comunidade de Leitores visita Panteão Nacional e Casa Museu Fernando Pessoa

O Município de Vila Nova de Cerveira, através da Biblioteca Municipal, promove, dia 26 de março, o Roteiro de Fernando Namora em Lisboa, com visitas ao Panteão Nacional, em homenagem a Sophia de Mello Breyner Andresen, e à Casa Museu de Fernando Pessoa. Integrada na atividade ‘Chá com Letras’, as inscrições estão abertas ao público até ao dia 24.

Todas as quartas-feiras, a Comunidade de Leitores de Vila Nova de Cereira, constituída por cerca de 20 pessoas, reúne-se na Biblioteca Municipal para a iniciativa ‘Chá com Letras’. Trata-se de um momento de partilha, reflexão e debate de ideias a partir do livro e da leitura, sob coordenação da Profª. Maria José Areal que encarna esta caminhada de descoberta e aprofundamento do património literário legado por autores portugueses com enorme entusiasmo.

Para além da análise de obras, há também inúmeras atividades culturais exteriores que proporcionam um contacto mais próximo com locais de referência de muitos autores abordados. A deslocação a Lisboa, agendada para a próxima quinta-feira, 26 de março, prevê um Roteiro de Fernando Namora, e visitas ao Panteão Nacional, em homenagem a Sophia de Mello Breyner Andresen, e à Casa Museu Fernando Pessoa

A saída de Vila Nova de Cerveira acontece pelas 04h45, junto ao Arquivo Municipal, com regresso previsto a sair de Lisboa pelas 17h00. As inscrições do público estão sujeitas ao limite máximo de entradas nos locais a visitar, podendo ser efetuadas até dia 24 deste mês, na Biblioteca Municipal.

A Comunidade de Leitores – ‘Chá com Letras’ decorre desde 2010, os interessados em participar só têm que comparecer na Biblioteca Municipal de Vila Nova de Cerveira, às quartas-feiras das 16h00 às 17h30.


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publicado por Carlos Gomes às 15:23
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PORTUGAL TEM “COFRES CHEIOS”… MAS OS JOVENS PORTUGUESES CONTINUAM A EMIGRAR PARA QUE À MESA NÃO LHES FALTE O PÃO!

O país tem os “cofres cheios para honrar os seus compromissos na eventualidade de surgirem perturbações no funcionamento do mercado” – afiançou em pombal Maria Luís Albuquerque, no âmbito da sessão de encerramento das jornadas da JSD “Portugal nas tuas mãos”, garantindo que “esta situação permite o pagamento de salários, de pensões ou fazer os reembolsos da dívida, "mantendo tudo a funcionar sem perturbação”.

Não obstante, os portugueses continuam a emigrar porque não conseguem emprego no seu país e, apesar dos “cofres cheios”, receiam que o pão lhes falte à mesa. A emigração de mais de meio milhão de portugueses, na sua maioria jovens qualificados, Uma realidade que dentro de poucos anos se revelará uma autêntica tragédia do ponto de vista económico como demográfico, atendendo à baixa taxa de natalidade existente a par dos elevados índices de imigração na Europa.

Apesar disso, a ministra não deixou de apelar aos jovens sociais-democratas para se reproduzirem, entenda-se em termos de natalidade: “Independentemente dos benefícios e dos estímulos e do interesse que temos em estimular isso, vocês que são jovens, multipliquem-se”.

O repto que lançou mereceu da parte dos jovens presentes no referido encontro uma verdadeira salva de palmas que, até ao momento, desconhecemos em que se traduzirá em termos de fertilidade!

A governante não deixou, porém, de reconhecer que “há pessoas que gostariam de ter mais filhos e não podem objetivamente porque não têm condições”, na certeza de que “a verdade é que havendo condições razoáveis eles criam-se e compensa”.

- Os portugueses continuam a emigrar mas consola-nos a ideia de que os cofres estão cheios!



publicado por Carlos Gomes às 13:47
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MÚSICA DE BACH INVADE ESTAÇÃO DO METROPOLITANO DO CAIS DO SODRÉ

A Câmara Municipal de Lisboa e o Metropolitano de Lisboa associam-se às comemorações internacionais do 330º aniversário de Johann Sebastian Bach e no próximo dia 21 de março a estação do CAIS do SODRÉ será palco de uma série de pequenos concertos de música da autoria deste compositor nos períodos compreendidos entre as 10h-12h, as 13h-15h e as 16h-18h.

Inserida na iniciativa Bach in the Subways Day 2015, a Câmara Municipal de Lisboa e o Metropolitano de Lisboa associam-se a outras 130 cidades e oferecem ao público a oportunidade de conhecer a música daquele que é considerado um dos maiores compositores de todos os tempos.

Em Lisboa, o evento será dirigido por João Ramos Marta, acompanhado por Alieke Pijl, Tineke Steenbrink, Anna Schweizer e conta com a colaboração da Escola Superior de Música de Lisboa.*****

Sobre Bach in the Subways 2015:Trata-se de uma iniciativa planetária que convida os cidadãos a comemorar aniversário de Bach ouvindo a música do aclamado compositor.

Músicos de todo mundo atuarão no dia 21 de março em espaços públicos oferecendo concertos em forma de homenagem ao compositor e em celebração da música clássica.

Esta iniciativa integra-se no movimento internacional fundado por Dale Henderson que pretende celebrar a obra do compositor lançando as sementes para novas gerações de amantes de música clássica. Bach in the Subways 2015 conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e do Metropolitano de Lisboa. http://bachinthesubways.com/events/joao-ramos-marta-flute/


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publicado por Carlos Gomes às 11:10
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MOITA REALIZA OFICINA DE TEATRO PARA JOVENS

Oficinas de Teatro para Jovens “Agora, Faz Tu!” no Centro de Experimentação Artística – Vale da Amoreira

Estão a decorrer, até ao dia 1 de abril, no Centro de Experimentação, no Vale da Amoreira, as Oficinas de Teatro para Jovens, “Agora, Faz Tu!”, dinamizadas por Rui Catalão, no âmbito da Quinzena da Juventude.

“Agora, Faz Tu!” é uma caixa de ferramentas para aprender a fazer peças, ou seja, para aprender a escrever um texto, para aprender a encená-lo, e para aprender a usar os diferentes materiais de cena de modo a apresentar essa peça. Porque é que importa aprender a fazer uma peça? Podia ser um manual de instruções de como fazer todas essas possíveis peças, mas não é! É uma caixa de ferramentas que oferece uma série de modelos de trabalho, com os seus processos e mecanismos, e oferece também acompanhamento (na forma de oficinas de trabalho e reuniões periódicas com sugestões para desbloquear e dar continuidade ao trabalho). Mas a sua principal mais valia é permitir que o grupo de trabalho aprenda a organizar-se, a ganhar sentido de responsabilidade e fazer por si mesmo, tomando decisões próprias, aprendendo a fazer e a ganhar consciência de como fazer. Os modelos apresentados são assim pontos de partida para que, posteriormente, o grupo possa usá-los e alterá-los de acordo com as suas necessidades, de modo a encontrar o modelo que melhor se adequa à dinâmica de grupo.

O resultado das oficinas “Agora, Faz Tu!” será apresentado no dia 4 de abril, pelas 21:30h, no Centro de Experimentação Artística, no Vale da Amoreira.

Estas Oficinas de Teatro são dirigidas a jovens dos 15 aos 25 anos e os interessados ainda podem participar, contactando o Gabinete da Juventude, através do T: 211 810 030 ou o email: juventude@mail.cm-moita.pt.

Horários das Oficinas:

20 março – das 18:00h às 21:00h

21, 26, 27, 30 e 31 março – das 15:00h às 18:00h

1 de abril – das 15:00h às 18:00h.



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MUSEU BORDALO PINHEIRO CELEBRA ANIVERSÁRIO DO PATRONO

O Museu Bordalo Pinheiro vai, no próximo sábado, celebrar o aniversário de Rafael Bordalo Pinheiro, falando de desenho.

Para o efeito convidou Filipa Antunes, urban sketcher e professora de desenho na Universidade Lusófona que trabalhou o tema com os seus alunos e Penim Loureiro, autor da BD Cidade Suspensa e também do magnífico desenho do convite.

Vai ser feito um brinde ao aniversariante com a cerveja artesanal Bordallo.

ANIV BORDALO - email



publicado por Carlos Gomes às 09:00
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Quarta-feira, 18 de Março de 2015
MOITA RECEBE ESPETÁCULO DE BLUES

Tòfol Martinez protagoniza Blues Night e Oficina de Blues

É já no sábado, dia 21 de março, pelas 22:00h, que o Café-Concerto do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, recebe mais uma Blues Night, numa organização conjunta da Associação BB Blues Portugal, Câmara Municipal da Moita e União de Freguesias da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira.

Tòfol Martinez

Os sons da noite vão ouvir-se, maioritariamente em catalão, pela voz do músico e compositor Tòfol Martinez. Depois de produzir mais de 30 discos para outros artistas, Tòfol Martinez gravou, em 2011, o seu primeiro trabalho a solo, “Halleluja”. Em 2012, surgiu com “From Tossa to Bentayga” e agora apresenta-nos “1979”, um disco muito pessoal, com temas próprios, que conta com a participação de vários outros artistas. O estilo é mais rock e contundente, mas nunca esquece as suas raízes no blues.

O preço dos bilhetes é de 3 euros.

Ainda no sábado, 21 de março, mas a partir das 15:00hTòfol Martinez vai promover uma Oficina de Blues, noCentro de Experimentação Artística, no Vale da Amoreira. Nesta oficina, inserida no programa da Quinzena da Juventude no Concelho da Moita, pretende-se que os jovens tomem contacto com o Blues, incutindo-lhes algumas bases musicais deste estilo tão popular.

A entrada é gratuita, mediante inscrição através do T: 211 810 030 ou do email: juventude@mail.cm-moita.pt.



publicado por Carlos Gomes às 19:48
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MOITA REALIZA MOSTRA DE CINEMA

Quinzena da Juventude: Mostra de Cinema de Jovens Realizadores do Concelho da Moita

No âmbito da Quinzena da Juventude, no dia 20 de março, pelas 21:30h, o auditório do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, vai receber a Mostra de Cinema de Jovens Realizadores.

Os jovens realizadores Diogo Coelho, João Campaniço e Mário Ventura vão mostrar algumas das suas obras, num conjunto diversificado de filmes e géneros, promovendo também o debate e a reflexão em torno da criação audiovisual.

Esta Mostra de Cinema vai contar com a presença dos jovens realizadores do concelho da Moita para apresentarem as suas obras.

A entrada é gratuita.

Mostra de Cinema



publicado por Carlos Gomes às 19:45
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“WE DON’T FEEL THAT WAY” É O 2º SINGLE DOS BRANTNER

Os Brantner apresentam esta quinta-feira, dia 19 de março, o single “We Don’t Feel That Way”. Depois do tema que dá nome ao álbum, “You Can’t Be Waiting”, este é o segundo single de apresentação deste trabalho, reeditado em novembro passado pela Music In My Soul.

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Os Brantner são um duo determinado, carismático e impetuoso, com uma abordagem muito própria no que respeita à sua música.

Marco Brantner (de Portugal) e Evita Brantner (da Bélgica) juntaram forças em palco e na vida, criando uma mistura direta e sincera de Rock alternativo, apoiando-se em influências tão diversas como The Queen, U2, Pink Floyd, Beatles, Bonnie Tyler, Tinna Turner, CCR, Damien Rice, Ryan Adams e Bon Jovi. A intimidade do artista-compositor mescla-se com a energia do Rock ‘n’ Roll de uma forma muito pessoal e inovadora.

Inspirados no som dos intensos anos 80 e 90, esta banda de Caminha é transversal a várias idades e facilmente conquistará diversos públicos, de Portugal à Belgica, país que tem múltiplas afinidades com a banda.

“You Can’t Be Waiting” apresenta uma sonoridade característica. Um trabalho com 12 temas, onde se destacam são as vozes de Marco e Evita, que se complementam em harmonia, navegando entre os sons mais Rock e as baladas planáveis.

Para download do álbum

Xbox Music: https://music.xbox.com/album/brantner/you-cant-be-waiting/61f7ac08-0100-11db-89ca-0019b92a3933


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publicado por Carlos Gomes às 18:34
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SARRABULHO JUNTA LIMIANOS EM LISBOA



publicado por Carlos Gomes às 16:17
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PARTIDO “OS VERDES” CONTESTA PRIVATIZAÇÃO DA ÁGUA

Amanhã no Parlamento: “Os Verdes” querem princípio da não privatização do setor da água estabelecido na Lei

“Os Verdes” entregaram na Assembleia da República um Projeto de Lei que estabelece o princípio da não privatização do setor da água, um setor que constitui um dos pilares do desenvolvimento mais ambicionados pelo setor privado.

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O poder político, em Governos que alternaram entre o PS e o PSD e também com o CDS, foi abrindo progressivamente a porta à vontade dos privados naquele que se poderia tornar o negócio da água e, aquele que é um direito fundamental, foi sendo transferido para o plano da mercantilização. Acresce que se prepara uma reestruturação deste setor que funde sistemas e aumenta o preço da água para a generalidade dos consumidores, um caminho em tudo compatível com um passo privatizador, que o Governo diz que não dará agora, mas que pode ser dado no futuro. O certo é que, apesar de assumir que não privatizará a água, este Governo deixa a porta aberta para quem no futuro o pretender fazer!

Ora, se o Governo assume que não quer a privatização da água, então deve estabelecer-se esse princípio na legislação e é nesse sentido que “Os Verdes” apresentam o Projeto de Lei em causa que pretende estabelecer o princípio da não privatização da água na legislação portuguesa (concretamente na Lei da Água, aprovada pela Lei 58/2005, de 29 de dezembro), salvaguardando, desta forma, os direitos das gerações presentes e também das futuras.

Este Projeto de Lei será discutido amanhã, dia 19 de Março, na Assembleia da República, a partir das 15.00h.



publicado por Carlos Gomes às 14:38
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Segunda-feira, 16 de Março de 2015
A VIDA DOS EMIGRANTES PORTUGUESES NA ARGENTINA DEU UM LIVRO

Algarvios, muitos, minhotos e serranos cons-truíram, na primeira metade do século XX, uma nova vida num país que estava, também ele, a ser ainda construído. De Buenos Aires à Patagónia. Em Portugal Querido, podemos ler histórias como a de Yudith, que atravessou o oceano sem saber como era o pai que a esperava no outro lado do Atlântico.

O livro foi uma empreitada familiar

Vivíamos em São Brás de Alportel… e o meu pai levava-me a passear todos os dias quando chegava do trabalho. Eu era a filha mais velha de três irmãos e de um ainda por nascer… De um dia para o outro, deixei de ver o meu pai e com quatro anos — e ele apenas com 23 — não podia entender o que tinha acontecido, nem para onde tinha ido. Ao ficarmos sozinhos, fomos viver para o campo, no sítio Dos Machados, com a minha mãe Gertrudes, grávida de oito meses. Ela teve de ir trabalhar, pelo que eu e os meus irmãos ficávamos sozinhos, quase todo o dia. Começaram a chegar as primeiras cartas. O meu pai pedia que o filho, se fosse varão, se chamasse Abel. Os dias passavam e eu só via cartas. Numa delas, ele dizia: ‘Yudith, neste momento, olhando as estrelas, vejo nelas o brilho dos teus olhos’, palavras que me ficaram gravadas na memória, apesar da minha tenra idade.”

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Os irmãos Victor, Andrea e Mário Lopes

Yudith Rosa Viegas recorda, assim, a partida do pai para a Argentina, em 1926. O reencontro só aconteceria “13 longos anos” mais tarde, quando, em vésperas do início da II Guerra Mundial, embarcou com a mãe e os dois irmãos (o bebé mais novo, uma menina que não pôde chamar-se Abel, morreu com apenas oito meses) “num barco inglês” a caminho de Buenos Aires.

O destino desta família algarvia e de muitas outras famílias portuguesas foi recolhido por Mário dos Santos Lopes, jornalista e professor, também ele filho de algarvios que emigraram para a Argentina, e que lançou, naquele país, o livro Portugal Querido. A edição de autor, de cinco mil exemplares, já está a ser revista e ampliada, com novas histórias de uma emigração muito particular.

Mário dos Santos Lopes, 55 anos, recusa arcar sozinho com a responsabilidade do livro. Até porque, explica à Revista 2, quem insistiu para que ele avançasse com o projecto foi o irmão, Victor, que abriu uma pousada portuguesa, a Pousada São Brás, em Córdoba. “Estava de férias em Villa General Belgrano, Córdoba, e, durante uma conversa, o meu irmão Victor disse que gostaria de publicar um livro em homenagem aos imigrantes. Disse-lhe que sim, que o faria, mas na realidade não sabia como nem em quanto tempo. Nessa mesma noite, comecei a procurar contactos de luso-descendentes no Facebook e na Internet, sem saber onde chegaríamos. A ideia original era termos um livro de cem páginas, algo muito pequeno”, explica, através de email, o jornalista que vive em Puerto Deseado, Santa Cruz, na Patagónia argentina.

A tarefa assemelhou-se “às obras de Santa Engrácia”, lê-se na introdução de Portugal Querido, e só ficaria pronta ao fim de cinco anos de busca e escrita, tornando-se uma verdadeira empreitada familiar. Victor foi “o criador e impulsionador da ideia”, Andrea, a irmã mais nova, “traduziu, corrigiu e deu bons conselhos”. Juan Benjamín Lopes, filho de Mário, “desgravou os áudios”. Pablo Molina e Ana Laura Lopes, genro e filha, “puseram o coração e o profissionalismo na artística capa do livro”. O resultado foi uma obra de 254 páginas com muitas histórias de emigrantes, algumas referências históricas da passagem portuguesa pela Argentina, umas curtas histórias e participações de emigrantes lusos noutros países, vários textos sobre os clubes e associações dedicadas à cultura nacional e relatos de cantoras argentinas que se apaixonaram pelo fado. O fio condutor do livro é, contudo, a compilação das memórias das famílias que, deixando Portugal, encontraram um novo lar na Argentina.

Docas de Buenos Aires em Outubro de 1921 — a emigração portuguesa ajudou na construção do país

Yudith e a família saíram de Lisboa 16 de Agosto de 1939. Quando terminou a travessia de 18 dias, rebentava a guerra na Europa. Do outro lado do Atlântico, estava o pai. “Eu tinha 17 anos e encontrei-me com um pai de apenas 36, que quase já não conhecia.”

Dois anos antes de o pai de Yudith deixar São Brás de Alportel, o avô de Lídia Dias Sancho empreendia a mesma viagem. Em 1924, “já casado e com uma filha”, Francisco Viegas Valaga, deixava a terra e a família para trás e rumava à Argentina. “Esteve por aqui, andou pelo Brasil, Uruguai e ao fim de alguns anos regressou a Portugal. Voltou à Argentina, deixando a minha avó grávida da minha mãe”, conta a neta em Portugal Querido.

Francisco haveria de regressar a São Brás de Alportel, engravidando de novo a mulher, e passariam muitos anos antes que ele enviasse a carta de chamada para a família. Por essa altura, a filha mais velha já estava casada, a do meio (mãe de Lídia) e a mais nova estavam noivas. “[Só] A minha mãe, que era muito chegada à minha avó, veio com ela. Vieram de barco num mês de Junho dos anos 50, sem conhecer ninguém, nem sequer o meu avô. A minha mãe só o vira em pequena e a minha avó dizia que não imaginava como poderia estar. Chegaram a Buenos Aires e pensaram que ele estaria lá, mas esperava-as um senhor português que tinha uma agência de viagens e se encarregava de receber os imigrantes. Partiram para o Sul num autocarro. Convido-os a imaginar o tempo nesta época do ano, no Sul: frio, gelo, vento, etc… Ao fim de três dias, chegaram a Comodoro Rivadavia, de noite, e novamente sem conhecer ninguém. Ali estava o avô Francisco, esperando-as. Levou-as para uma casa que tinha alugado no quilómetro 8, que se chama Restinga. Era de noite e não conseguiram ver nada. No dia seguinte, a minha mãe levantou-se, foi à janela e, quando viu onde estava, queria morrer. Era horrível, chorou muito. A minha avó não se levantou durante três dias e desde essa altura foi sempre uma mulher doente.”

A família acabava de se instalar na Patagónia, uma das regiões do país que receberam muitos algarvios, nas primeiras décadas do século XX e também durante os anos 1950. Patagónia, Buenos Aires e a região agrícola e de criação de gado à volta da capital argentina são, aliás, os três grandes pontos de fixação de portugueses, como refere o investigador Marcelo Borges (também ele um argentino filho de portugueses), no artigo “Portuguese Migration in Argentina: Transatlantic Networks and Local Experiences”, publicado em 2006, na revista académica Portuguese Studies Review, editada pela Trent University (Canadá). Além de vários artigos sobre a emigração portuguesa para a Argentina, o professor de História da Universidade de Dickinson, na Pensilvânia (EUA), que trabalha esta área há cerca de 20 anos, também escreveu um livro sobre o tema, Chains of Gold. “É pena que o livro Chains of Gold ainda não tenha sido traduzido para o português (e o espanhol!), mas não perco as esperanças”, disse, por email, à Revista 2.

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Patagónia em 1916

A emigração para a Argentina que Marcelo Borges descobriu ao longo dos anos de estudo mostra um fluxo de pessoas oriundas de espaços muito localizados, que partem para os mesmos sítios onde já estão os pais, tios ou primos, pelo que a fixação dos portugueses acaba também por ficar concentrada em locais muito específicos. O Algarve, zona em que as migrações temporárias para destinos como Marrocos ou o Sul de Espanha já eram um hábito enraizado nos habitantes, torna-se, no início do século XX, um dos principais fornecedores de emigrantes para a Argentina. Em Chains of Gold, o investigador explica: “Os algarvios começaram a participar nas migrações através do Atlântico mais tarde do que os migrantes do norte de Portugal [...] e com características distintas destes. Desde o final do século XIX até aos anos de 1950, enquanto o resto dos Portugueses emigrava sobretudo para o Brasil, a maior parte dos algarvios escolhia a Argentina”, escreve. Porquê? Um dos factores destacados por Marcelo Borges é a rede de informação “muito detalhada” que existia no Algarve sobre as possibilidades de trabalho “nas Américas”. “Havia uma visão em geral optimista sobre a Argentina como um país de imigração e mercado de trabalho entre os migrantes algarvios e uma imagem não tão positiva dos outros destinos. Nos jornais algarvios, podia-se encontrar, com regularidade, relatórios sobre a sólida situação económica da Argentina, as suas colheitas que batiam recordes, o crescimento das suas cidades, e notícias sobre as actividades da comunidade Portuguesa, na qual os algarvios tinham preponderância. Por outro lado, as notícias do Brasil falavam, geralmente, da falta de trabalho, das condições difíceis e do desapontamento dos migrantes que para lá se aventuravam.”

O investigador, que está, actualmente, envolvido num projecto relacionado com a recolha e análise das cartas de chamada destes emigrantes, distingue duas grandes fases da partida portuguesa para a Argentina — a primeira estendendo-se do século XVII até meados do século XIX e a segunda “coincidente com as migrações em massa do final do século XIX e o início do século XX”. É nesta emigração, que atingiu “o seu ponto mais alto durante as décadas de 10 e 20”, que se encontram muitos dos casos recolhidos e relatados por Mário dos Santos Lopes. Como a história que conta Fernando Rocca.

“A minha avó chamava-se Generosa Madeira. Nasceu no Algarve, em São Brás de Alportel, em 1910. Dos três irmãos (Maria e José Manuel), era a do meio. A sua mãe morreu de febre amarela quando ela tinha oito anos e os três irmãos ficaram ao cuidado do pai, que pouco depois veio para a Argentina e de quem não souberam mais nada durante muito, muito tempo”, relata, em Portugal Querido, Fernando Rocca.

Entregues aos cuidados de uma tia “surda e desconfiada”, os três irmãos crescem sem pais. Maria casa-se, tem uma filha e decide partir com o marido para a Argentina. Fernando conta que ainda guarda a última foto que os três irmãos tiraram em Portugal, antes da partida. “A expressão de pena da minha avó é notável; não era uma mulher teatral e não tinha filtros, nem para rir, nem para chorar”, descreve. Na Argentina, o marido de Maria torna-se amigo de um português, a quem ela confessa ter deixado uma irmã em Portugal. “O meu avô veste um fato meio sem jeito, tira uma fotografia e envia-a, jurando amor. Generosa, sem mais exigências, embarca com o seu irmão mais novo, apresenta-se a este senhor Manuel de Brito e encara a vida com ele. Lava roupa para os companheiros de trabalho do meu avô na refinaria de Restinga.”

As histórias de famílias oriundas do Algarve repetem-se ao longo do livro, sustentando, empiricamente, o que Marcelo Borges escrevera no artigo da Portuguese Studies Review: “Os migrantes algarvios permaneceram o maior grupo entre os portugueses na Argentina do final do século XIX até ao declínio da segunda fase da migração portuguesa no final dos anos 50, seguidos dos migrantes do interior norte, do distrito da Guarda, na região da Beira Alta.” Pequenas bolsas de oriundos de Leiria e do Minho juntaram-se, também, a estes grupos maiores.

No Algarve, além da informação detalhada que já foi referida, instalaram-se verdadeiras “redes” que facilitavam a emigração para a Argentina e que contavam com angariadores de trabalhadores, agências com informação muito precisa sobre o tipo de trabalho que era preciso em determinada região, em determinada altura (e que também informavam os algarvios de que, por exemplo, “os pescadores não eram bem vistos pelas autoridades brasileiras”, afastando-os deste destino, nos finais dos anos 20), e o nada negligenciável factor familiar. As experiências anteriores de familiares ou amigos da terra que tinham partido alguns anos antes tiveram também grande influência na escolha daqueles que partiriam mais tarde. Marcelo Borges fala mesmo de uma “migração com padrões microrregionais”, que lhe permite dizer, por exemplo, “a maioria dos migrantes da paróquia de São Brás de Alportel partiu para Buenos Aires e mais tarde para a cidade de Comodoro Rivadavia, na Patagónia [...]. A distribuição das migrações por destino a um nível de paróquia mostra a importância das redes sociais na formação destes fluxos. As redes assentavam na cooperação de membros da família e de amigos da aldeia, e eram influenciadas por outros factores, como as actividades a que se dedicavam”, explica em Chains of Gold.

Tudo isto fez com que, “longe de se espalharem pelo país, a maioria dos migrantes portugueses concentraram-se em vilas e cidades específicas”, explica Marcelo Borges, no artigo já referido. E exemplifica: “Há muitos casos de concentração regional e a formação de comunidades imigrantes distintas entre os portugueses na Argentina. Por exemplo, os provenientes da Guarda eram produtores de vegetais nas imediações de Buenos Aires, bem como trabalhadores braçais e agricultores nas zonas rurais de Salliqueló e Casbas (em Buenos Aires oeste); os de Leiria trabalhavam nas indústrias mineiras e de cimento, em Olavarría (nas colinas centrais de Buenos Aires); os de Viana do Castelo e Braga tornaram-se fabricantes de tijolos nos subúrbios da capital; os do Algarve trabalhavam como produtores de flores e vegetais em torno de Buenos Aires e na capital provincial de La Plata, e como trabalhadores na indústria do petróleo na Patagónia Central.”

A história que Alejandra Inés Marques conta no livro, sobre o avô, é o exemplo de como funcionavam as redes familiares. Viriato Marques nasceu a 20 de Junho de 1903 em Vale de Igreja, freguesia de Paranhos, Seia. O bebé nasce em Seia porque a mãe, que emigrara para o Brasil com o marido, decide voltar a casa, “para que o seu primogénito nasça em Portugal”, conta Alejandra.

Viriato perde os pais e depois de uma infância e adolescência duras, sem ir à escola e trabalhando como pastor, chega a Buenos Aires a 10 de Fevereiro de 1923. “Não chega ali por acaso, mas porque dois dos seus primos, Manuel e António, filhos de Bernardo Marques, já haviam emigrado para a Argentina e estavam instalados em Comodoro Rivadavia, província de Chubut. Manuel foi quem o reclamou a Portugal”, conta.

Em busca de uma vida melhor, os portugueses partiam para a Argentina com a intenção de ganhar dinheiro e regressar a casa. Alguns voltaram a Portugal, mais do que uma vez, mas, no Portugal Querido de Mário dos Santos Lopes, são poucos os que ficam na terra onde nasceram. A maioria acaba por regressar à Argentina, chamando, mais tarde, a família e fixando-se definitivamente do outro lado do Atlântico. Foi assim com José Correia da Silva, também de Paranhos, em Seia.

Com 17 anos, “corria o ano de 1922”, José recebe uma carta de chamada do pai, que já emigrara para a Argentina e arranjara trabalho para o filho “levando verduras para o mercado Abasto, em Buenos Aires”. O neto, José António de Albuquerque, explica o que aconteceu depois: “Anos mais tarde, em 1937, José, com 32 anos, regressa a Portugal. Tinha saudades dos costumes, das pessoas, dos afectos — saudades… — e nesse regresso conheceu uma bonita mulher. Maria, de 22 anos, órfã, trabalhava como criada de uma família.”

Ao fim de apenas 18 dias de namoro, José e Maria casaram-se e, meses depois, ele regressava à Argentina, deixando a mulher grávida. “José trabalhou e trabalhou até poder mandar uma carta de chamada para a sua Maria, que veio com a filha de dois, que José só conheceu quando chegou a Buenos Aires.”

O regresso a Portugal para casar era normal, mas mais normal ainda eram os casamentos por procuração, como aconteceu com os pais de Cecília Madeira (ele deixou a noiva em Portugal e só a veria sete anos depois, já casados por procuração) ou com os avós de Gisele Sousa Dias, a quem o pai, Fernando Sousa Dias, contou: “A minha mãe tinha 29 anos quando se casou e o meu pai 17 anos mais do que ela. O meu pai recebeu uma mulher que não conhecia porque ela era portuguesa e a sua cultura dizia que esse era um requisito indispensável.” E, depois, também havia os casos em que os homens que partiam à frente acabavam por constituir novas famílias. E aqueles para quem a Argentina foi um gosto adquirido a custo, a quem as saudades de Portugal atormentavam. Ana Maria Borges Diniz conta o quanto custou ao pai nacionalizar-se argentino, para poder exercer um emprego no Estado. “Para ele, foi muito traumático renunciar à cidadania portuguesa, porque, apesar de ter emigrado muito jovem, nunca perdera o sotaque e os costumes da sua terra [Vila Franca da Beira, em Oliveira do Hospital]. Ele foi um daqueles portugueses que deixaram a alma na sua aldeia natal… Falava de Portugal e acendia-se-lhe o coração. Todas as histórias que ouvíamos na infância decorriam ali e, na nossa imaginação, Portugal era o país das maravilhas”, descreve no livro de Mário dos Santos 

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Vista aérea de Buenos Aires em 1930

Mário diz que a construção desta obra o ajudou a perceber melhor os homens e mulheres que deixaram Portugal para criar uma nova vida na Argentina. “Quando se começa um livro, como autor ou como leitor, nunca sabemos exactamente quem seremos ao terminá-lo. É como quem comete um delito: deixa-se algo e leva-se algo. Eu ganhei uma enorme riqueza ao conhecer experiências muito diversas, a dor suprema do desenraizamento somado à falta de comunicação com a família que ficava para trás, tão longe, e a sensação de que não regressariam mais a casa. Valorizei, e sei que o mesmo aconteceu com os leitores, o sacrifício e a resignação do imigrante que vive nos piores lugares, aceita os piores empregos, a tentar passar despercebido para não ser marginalizado ou maltratado, apesar de a Argentina ter sido um país de portas abertas para todo o mundo”, refere.

A mãe, Maria Luiza, foi a primeira leitora de Portugal Querido. “Ela emocionou-se, riu-se e voltou a lê-lo. Se ela o aprovou, metade do que queríamos alcançar está cumprido. Agora temos de esperar que os pais, avós, filhos e netos de outros imigrantes o leiam. Eles serão os nossos melhores juízes.” O jornalista, que dirige o semanário El Orden e conduz o programa de rádio Deseado Revista, diz que gostaria de ver a obra traduzida para português, mas que isso só se tornará realidade se alguém o quiser editar, já que não pode arcar com os custos de uma edição de autor além-fronteiras.

Nessa caso, também em português se poderia conhecer a história do homem que escalou, em 1936, o monte Tronador, e foi recebido, no regresso, com uma banda de música e uma bandeira argentina, apesar de ser português; do sapateiro Joaquim, agraciado pelo município de Comodoro, como homem “admirado” pelos seus pares; do português do Tigre, que tinha um barco onde nunca navegou e que serviu de inspiração a um fado; de Amândio, “o titã português”, estrela dos espectáculos de luta livre, nos anos 70; ou do próprio Mário e dos seus pais e irmãos.

O autor conta que a sua infância “teve aromas a ‘feijão careto’, filhós e rabanadas, saborosas e irrepetíveis rabanadas que não apareciam à mesa muitas vezes, e que seguramente por isso eram duplamente saborosas”. Mário recorda-se de ouvir o pai cantar Lisboa não sejas francesa, tu és portuguesa, tu és só para nós, misturada com músicas argentinas, e de a mãe lhe ensinar o Pai Nosso em português, enquanto ele crescia aprendendo os nomes das coisas em duas línguas. Na família Lopes, repetiu-se a história de outros portugueses. António, o pai de Mário, Victor e Andrea, regressou a Portugal depois de uma incursão na Argentina, com o sonho de permanecer na sua terra natal, mas acabaria por emigrar de novo, por não conseguir cá condições suficientes para viver como queria. Mas o regresso temporário a casa permitiu-lhe conhecer Maria Luiza e casar-se. Os dois estiveram separados um ano, antes de a mãe de Mário se juntar ao marido, em Buenos Aires.

Na Argentina, os pratos tradicionais, os clubes onde se reproduziam (e reproduzem) “corridinhos” e “viras minhotos” e os programas de rádio dedicados ao fado ajudam ainda a matar saudades de casa aos cerca de 17 mil cidadãos portugueses que estão inscritos na Embaixada Portuguesa, em Buenos Aires. O livro Português Querido é mais um passo nessa ponte entre os dois países. Para que não se percam as histórias de todos os que, um dia, escolheram a distante Argentina para começar uma nova vida. Uma e outra vez.

Fonte: http://www.publico.pt/

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A prospeção de petróleo em Comodoro Rivadavia, na Patagónia, atraiu muitos emigrantes



publicado por Carlos Gomes às 09:07
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MINHOTOS FAZEM ARRAIAL EM LISBOA



publicado por Carlos Gomes às 00:16
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Sábado, 14 de Março de 2015
PINTURAS DE ANDRÉ GONÇALVES QUE SE ENCONTRAM NO CONVENTO DE CRISTO SÃO CEDIDAS TEMPORARIAMENTE PARA SEREM EXPOSTAS EM LISBOA

Após a exposição, os quadros regressam ao Convento de Cristo, em Tomar

A Exposição “André Gonçalves e o Ciclo dos Santos Trinitários no Convento das Trinas do Mocambo” permitirá dar uma maior visibilidade aos quadros que compõem a “Galeria do Convento das Trinas” que se encontram no Convento de Cristo

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As obras do Mestre André Gonçalves que se encontram no Convento de Cristo, em Tomar, são cedidas temporariamente ao Instituto Hidrográfico a fim de serem expostas no Convento das Trinas do Mocambo, em Lisboa. Depois de terminada a exposição, os quadros regressam ao Convento de Cristo, onde aliás se encontram os quadros referente ao Ciclo da Vida da Virgem, pertencentes ao mesmo pintor.

As obras são da autoria do pintor André Gonçalves e participavam na decoração da igreja de Nossa Senhora da Soledade do Convento das Trinas do Mocambo, tendo na década de trinta do século passado sido retiradas do seu local de origem e entregues ao Convento de Cristo, em Tomar. As pinturas foram encomendadas pela Ordem Hospitalar da Santíssima Trindade do Resgate dos Cativos expressamente para o Convento das Trinas, apenas tendo sido retiradas do local por razões de salvaguarda patrimonial. Desde então, estas obras integram o espólio do Convento de Cristo e assim permanecerá, pelo que são infundados eventuais receios de que as mesmas deixem de permanecer em Tomar.

Inserido no âmbito das comemorações do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, o Instituto Hidrográfico realiza uma Exposição subordinada ao tema “André Gonçalves e o Ciclo dos Santos Trinitários no Convento das Trinas do Mocambo”, através da qual dá a conhecer um conjunto de treze importantes pinturas do barroco português, parte das quais exibindo as magníficas molduras em talha dourada.

Trata-se de um retorno temporário ao local de origem que é considerado um acontecimento cultural de elevado significado histórico porquanto a sua retirada para efeitos de salvaguarda ocorreu há cerca de oito décadas, conservando-se apenas com caráter permanente a pintura do teto do coro-baixo representando a coroação da Virgem.

À semelhança de anteriores iniciativas do género, a exposição deverá ser visitada por numerosas pessoas, nomeadamente as religiosas da Ordem das Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição que habitaram aquele espaço até à Implantação da República.

Ainda, no âmbito das referidas comemorações, o historiador Dr. João Miguel Simões profere uma palestra subordinada ao tema da exposição, a qual terá lugar no dia 7 de abril, pelas 11h00, no Auditório Duarte Pacheco Pereira, do Instituto Hidrográfico.

A exposição encontra-se aberta ao público, podendo ser visitada nos dias úteis, de 7 a 30 de abril, entre as 10h e as 12h30 e as 14h e 16 horas. Entre os dias 8 e 30 de abril, as visitas guiadas aos espaços conventuais realizar-se-ão diariamente, carecendo apenas de marcação prévia para rp@hidrografico.pt.

Aguarda-se também a visita de muitos tomarenses aos eventos que constam do programa, nomeadamente aqueles que vivem e trabalham na região de Lisboa.

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publicado por Carlos Gomes às 20:02
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MINHOTOS FAZEM ARRAIAL EM LISBOA



publicado por Carlos Gomes às 17:36
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CONVENTO DOS CARDAES EXPÕE JOALHARIA



publicado por Carlos Gomes às 17:23
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CONFRARIAS PROMOVEM GASTRONOMIA TRADICIONAL

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MAPA DE EVENTOS - 2015

Assembleia Geral Ordinária da FPCG – 28 de Março

Capítulos de Confrarias Federadas – 2015

14 de Março – Confraria Gastronómica de Sever do Vouga.

21 de Março - XII Capítulo da Confraria da Lampreia de Penacova.

21 de Março – X Capitulo da Confraria do Bolo de Ançã.

11 de Abril - VII Capítulo da Confraria dos Aromas e Sabores Raianos.

12 de abril - Real Confraria da Cabra Velha –Miranda do Corvo

18 de Abril – Confraria das Almas Santas da Areosa e do Leitão.

24; 25; 26 de Abril (cerimónia capitular) e 27 de Abril – XV Capítulo da Academia Madeirense das Carnes / Confraria Gastronómica da Madeira.

9 de Maio – III Capítulo da Confraria das Sardinhas Doces de Trancoso.

9 de Maio – Confraria do Queijo do Rabaçal.

16 de Maio - VIII capítulo da Confraria do Pinhal do Rei - Leiria.

17 de Maio - Confraria Gastronómica de Almeirim.

23 de maio - XVI Capitulo da Confraria Gastronómica do Mar.

6 de junho - X Capítulo Confraria Gastronómica da Gândara.

20 de Junho – IV Capítulo da Confraria Gastronómica do Concelho de Ovar.

27 de Junho -  Confraria da Broa de Avintes.

4 de Julho - IX Capítulo da Confraria do Velhote.

25 de Julho – Confraria do Bodo.

13 de Setembro – Confraria da Chanfana

26 de Setembro - IX Capitulo da Confraria das Papas de S. Miguel.

3 de Outubro - V Capítulo da Confraria do Chícharo.

3 de Outubro – Confraria dos Gastrónomos do Algarve

21 de novembro - XIII Capítulo da Confraria Queirosiana

Outros eventos

22 de Março – Confraria da Geropiga de Moinhos.

28 e 29 de Março - XVIII Festival Gastr. da Lampreia e do Sável da ria - Confraria Gastronómica “O Moliceiro”

28 de Março – Confraria dos Vinhos Transmontanos – Valpaços

11 de abril – Confraria Gastronómica do Dão. Viseu

11 de Abril – Confraria dos amigos do Negalho e da freguesia de Almalaguês.

12 de Abril - VII Grande Capitulo da CONGROG - Confraria do Grog de Santo Antão - Cabo Verde

9 de Maio - Confraria dos Sabores da Fava.

23 de maio - III Claustro Pleno (III Capítulo) da Confraria dos Sabores de Coimbra.

23 de Maio - CAMINHADA “A Ria vista da Serra” - Confraria Gastronómica “O Moliceiro”

30 de maio - II Capitulo Confraria Gastronómica do Arroz de Aba de Cinfães

31 de maio - Confraria do Torricado com Bacalhau

20 e 21 de Junho - I Festival “Sabores da Ria” - Confraria Gastronómica “O Moliceiro”

11 de Julho - PASSEIO GASTRONÓMICO EM BARCO MOLICEIRO - Confraria Gastronómica “O Moliceiro”

12 de Setembro - CAMINHADA “O Campo e a Ria” com passeio de Barco Moliceiro - Confraria Gastronómica “O Moliceiro”

10 e 11 de Outubro - IX FESTIVAL GASTRONÓMICO DA ENGUIA - Confraria Gastronómica “O Moliceiro”



publicado por Carlos Gomes às 11:13
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Sexta-feira, 13 de Março de 2015
A EMIGRAÇÃO É UMA PERDA PARA A NAÇÃO!

Calcula-se em mais de meio milhão, o número de portugueses que, desde 2011, foram forçados a emigrar à procura de melhores condições de vida. Partiram sobretudo os mais jovens e com melhores qualificações. Para trás deixaram a família e os amigos e consigo levam a saudade e a esperança do regresso. Mas, tal como sucedeu com outras gerações de emigrantes que os antecederam no exílio, estão a fixar-se nos países de acolhimento onde começam uma nova vida, educarão e verão crescer os seus filhos. E não regressarão definitivamente!

Pediram os governantes aos portugueses que, uma vez mais, abandonassem a sua Pátria e deixassem a “zona de conforto” e emigrassem. Mas eles, incapazes de resolver os problemas com que o país se debate, não emigraram nem abandonam a sua “zona de conforto” – a governação!

Entretanto, o país despovoa-se de gente jovem, em idade fértil. Em breve, Portugal registará um trágico declínio demográfico que apenas será compensado com o povoamento de cidadãos estrangeiros. E empobrece.

A emigração é uma perda terrível para o país que vê partir os seus filhos – e um problema social para o país que os acolhe!

Aproximam-se as eleições legislativas e, com elas, o anúncio de medidas a apelar ao regresso daqueles que emigraram. Mas, ninguém acredita na eficácia nem na sinceridade de tais medidas: a esmagadora maioria daqueles que partiram não regressarão jamais a não ser no gozo de férias ocasionais, para rever familiares e amigos. Como qualquer emigrante, não estarão dispostos a recomeçar tudo de novo, sobretudo quando a incerteza do futuro continua a pairar no país que foram obrigados a deixar para trás.

Resta aos governantes criar condições para estancar a emigração, criando condições para os que ainda cá vivem não sejam forçados a seguir o mesmo caminho. Mas, receia-se que não seja essa a opção de quem governa!



publicado por Carlos Gomes às 01:02
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Quinta-feira, 12 de Março de 2015
PINTURAS DE ANDRÉ GONÇALVES REGRESSAM AO CONVENTO DAS TRINAS DO MOCAMBO

Inserido no âmbito das comemorações do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, o Instituto Hidrográfico realiza uma Exposição subordinada ao tema “André Gonçalves e o Ciclo dos Santos Trinitários no Convento das Trinas do Mocambo”, através da qual dá a conhecer um conjunto de treze importantes pinturas do barroco português, parte das quais exibindo as magníficas molduras em talha dourada.

As obras são da autoria do pintor André Gonçalves e participavam na decoração da igreja de Nossa Senhora da Soledade do Convento das Trinas do Mocambo, tendo na década de trinta do século passado sido retiradas do seu local de origem e entregues ao Convento de Cristo, em Tomar.

O retorno temporário das referidas obras ao local de origem constitui um acontecimento cultural de elevado significado histórico porquanto a sua retirada para efeitos de salvaguarda ocorreu há cerca de oito décadas, conservando-se apenas com caráter permanente a pintura do teto do coro-baixo representando a coroação da Virgem.

Ainda, no âmbito das referidas comemorações, o historiador Dr. João Miguel Simões profere uma palestra subordinada ao tema da exposição, a qual terá lugar no dia 7 de abril, pelas 11h00, no Auditório Duarte Pacheco Pereira, do Instituto Hidrográfico.

A exposição encontra-se aberta ao público, podendo ser visitada nos dias úteis, de 8 a 30 de abril, entre as 10h e as 12h30 e as 14h e 16 horas.

Entre os dias 8 e 30 de abril, as visitas guiadas aos espaços conventuais realizar-se-ão diariamente, carecendo apenas de marcação prévia para rp@hidrografico.pt.



publicado por Carlos Gomes às 22:17
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BAIXA DA BANHEIRA RECEBE IV BB BLUES FEST

Warm Up com Tòfol Martinez com divulgação dos primeiros nomes do cartaz

Os primeiros nomes do cartaz do IV BB Blues Fest/2015 vão ser conhecidos já no dia 20 de março, no primeiroWarm Up que a organização – Associação BB Blues Portugal, Câmara Municipal da Moita e União de Freguesias da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira – vai realizar “fora de portas”, no Be Jazz, no concelho vizinho do Barreiro. Por volta das 23:30h, e após o espetáculo com a Big Band da Escola de Jazz do Barreiro, o blues vai-se ouvir pela voz do músico e compositor espanhol, Tòfol Martinez.

Tòfol Martinez

Depois de produzir mais de 30 discos para outros artistas, Tòfol Martinez gravou, em 2011, o seu primeiro trabalho a solo, “Halleluja”. Em 2012, surgiu com “From Tossa to Bentayga” e agora apresenta-nos “1979”, um disco muito pessoal, com temas próprios cantados em catalão, que conta com a participação de vários outros artistas. O estilo é mais rock e contundente, mas nunca esquece as suas raízes no blues.

O preço dos bilhetes é de 6 euros.

O IV BB Blues Fest, já em preparação, vai realizar-se, este ano, entre 18 e 21 de junho, em vários espaços do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira.

Acompanhe o IV BB Blues Fest em www.bbbluesfest.com.ptwww.cm-moita.ptwww.facebook.com/bbbluesfest ewww.facebook.com/cmmoita.



publicado por Carlos Gomes às 19:08
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Quarta-feira, 11 de Março de 2015
MOITA REALIZA QUINZENA DA JUVENTUDE

De 16 a 23 de março: Quinzena da Juventude no concelho da Moita: “A Voz de Todos os Jovens”

“A Quinzena da Juventude é a Voz de Todos os Jovens” é o mote da Quinzena da Juventude no Concelho da Moita que, este ano, se realiza entre 16 e 29 de março.

Promovida pela Câmara Municipal da Moita, em estreita colaboração com jovens do concelho, esta iniciativa pretende marcar de forma ativa e diversificada o Dia Nacional do Estudante (24 de março) e o Dia Mundial da Juventude (28 de março).

Durante estas duas semanas, estão previstas várias atividades, transversais aos gostos e idades dos jovens do concelho, nomeadamente exposições, oficina de teatro, mostra de cinema, oficina de blues com o espanhol Tòfol Martinez, Torneio de Voleibol, workshop de produção de eventos, o Moita Metal Fest, Vedros Fest, o espetáculo de teatro “Memórias Partilhadas”, entre outras iniciativas.

Está atento ao sítio de Internet do Município da Moita, em www.cm-moita.pt, ou à página de facebook,www.facebook.com/cmmoita, e participa!


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publicado por Carlos Gomes às 23:56
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INATEL PROMOVE CURSO DE LUZ E SOM PARA TEATRO


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publicado por Carlos Gomes às 23:51
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CONVENTO DOS CARDAES EVOCA MADRE TERESA DE SALDANHA



publicado por Carlos Gomes às 00:02
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Terça-feira, 10 de Março de 2015
REGIME DO “ESTADO NOVO” VAI TER CENTRO DE ESTUDOS EM SANTA COMBA DÃO

Decorridas quatro décadas sobre o derrube do anterior regime é tempo pode demais suficiente para analisarmos sem preconceitos ideológicos a nossa história recente, particularmente o regime político que mais marcou a sociedade portuguesa no século XX – o Estado Novo!

Vimieiro (7)

Muitos são os aspetos ainda pouco conhecidos inclusive dos historiadores, sobretudo no que se refere às relações internacionais. A condução política da neutralidade durante a segunda guerra mundial, a Operação Isabela, os refugiados judeus, a convivência com a República Popular da China e a tentativa de cedência aos chineses de uma base militar em Goa são apenas alguns aspetos ainda pouco esclarecidos.

Santa Comba Dão (17)

Vem isto a propósito do projeto da Câmara Municipal de Santa Comba Dão, terra natal do Prof. Dr. António de Oliveira Salazar, em criar no seu concelho um Centro de Estudos do Estado Novo. Com esta iniciativa, visa aquele município contribuir “para o estudo de uma época que marcou de forma indelével a História de Portugal entre 1926 e 1974”, tratando-se de um local “onde existirá naturalmente documentação, a mais diversa, alguma existente, na posse da autarquia e outra ainda dispersa, com recurso a meios multimédia capazes de recriar vivências de âmbito económico, social, cultural, nos diferentes períodos do Estado Novo”.

Santa Comba Dão (18)

Para o efeito, tenciona a Câmara Municipal de Santa Comba Dão, no âmbito da conservação, proteção e desenvolvimento do património cultural, aproveitar a existência de uma antiga Escola Primária, típica do Estado Novo, em muito bom estado de conservação.

A cegueira política e ideológica não deve impedir-nos de estudar um dos períodos mais marcantes da nossa História contemporânea. Aliás, a análise do regime do Estado Novo deve ser feita sem quaisquer preconceitos nem deverá tão pouco ficar condicionada à gritaria histérica de novos inquisidores que mais não pretendem do que impedir a busca do conhecimento. A História não deve ficar refém de vontades políticas nem ser posta ao serviço seja de que partido for.

Santa Comba Dão (20)

Caraterizado como um regime autoritário, conservador, corporativista, nacionalista, anti-liberal e anti-parlamentarista, o Estado Novo vigorou em Portugal desde a aprovação da Constituição Política de 1933 até ao 25 de abril de 1974. Atribuem-se-lhe influências ideológicas do Integralismo Lusitano e do maurrasianismo, da doutrina social da Igreja Católica e do Fascismo Italiano na sua vertente corporativista

Santa Comba Dão (23)

Invariavelmente associada ao nome do fundador do Estado Novo – Prof. António de Oliveira Salazar – Santa Comba Dão é uma graciosa e arejada cidade beirã do distrito de Viseu que também serviu de berço a outras personalidades não menos ilustres como José da Silva Carvalho, um dos principais obreiros da revolução liberal de 1820. Situada entre o rios Dão e Mondego, com seus jardins e recantos bucólicos a surpreender o visitante, é uma localidade que atrai pela sua simpatia, merecendo especial destaque a igreja Matriz, a Casa dos Arcos e a Casa de Joaquim Alves Mateus. Também a freguesia do Vimieiro passou a atrair numerosos visitantes em virtude das referências ao Prof. Oliveira Salazar, constituindo este o local onde vai passar a funcionar o Centro de Estudos do Estado Novo.

Santa Comba Dão (40)

Santa Comba Dão (42)



publicado por Carlos Gomes às 23:09
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MOITA PROMOVE INTERCULTURALIDADE

Em Alhos Vedros – Moita: “Correr com Sentido” a favor da Interculturalidade

“Correr com Sentido” é uma corrida intercultural que a Fundação Santa Rafaela Maria, em parceria com diversas entidades, nomeadamente com a Câmara Municipal da Moita, vai realizar no dia 14 de março, pelas 16:00h, com partida e chegada em frente ao Grupo Desportivo da Fonte da Prata, em Alhos Vedros.

Esta corrida a favor da Interculturalidade insere-se no projeto “Integrar com + Sentido”, financiado pelo Fundo Europeu para a Integração de Nacionais de Países Terceiros, e os participantes irão percorrer cerca de 5 500m.

As inscrições gratuitas, mas obrigatórias, devem ser efetuadas ou enviadas até às 12:00h do dia 13 de março para Fundação Santa Rafaela Maria – Projeto “Integrar com + Sentido”, Rua Eça de Queirós, Bloco H, n.º 10, R/C, Fonte da Prata, 2860-270 Alhos Vedros; T: 212800865 – 965242249; Email: claii.fonte.prata@gmail.com ou gdfontedaprata.av@gmail.com.

Participe!



publicado por Carlos Gomes às 21:20
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MINHOTOS FAZEM ARRAIAL EM LISBOA



publicado por Carlos Gomes às 20:15
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PARTIDO “OS VERDES” QUER PROIBIR CULTIVO E COMERCIALIZAÇÃO DE TRANGÉNICOS

PEV quer proibição de cultivo e comercialização de transgénicos - Projeto de Lei em discussão no Parlamento a 12 de Março

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Por iniciativa de “Os Verdes”, discute-se na próxima quinta-feira, dia 12 de Março, na Assembleia da República, a proibição do cultivo, comercialização e libertação deliberada em ambiente de Organismos Geneticamente Modificados (OGM).

Mais de 70% dos cidadãos dos diversos Estados da União Europeia (EU) recusam o consumo de transgénicos, pelos riscos que comportam para a saúde e para o ambiente. Cerca de 95% não admite prescindir do direito de poder rejeitar OGM. Acontece que a União Europeia preferiu deixar a porta aberta às multinacionais do setor agroalimentar e não respeitou a vontade dos cidadãos e, atualmente, quando um alimento contém matéria transgénica em quantidade inferior a 0,9%, dispensa-se informação ao consumidor. Também quanto ao cultivo, a UE preferiu ceder aos interesses da Monsanto e autorizou, em 1998, o cultivo do milho transgénico MON810.

Em Portugal, o PEV empenhou-se de várias formas na aplicação de uma moratória relativa ao cultivo e à comercialização de OGM. Considerávamos que não estavam salvaguardados nem os direitos dos agricultores, nem dos cidadãos, nem a salvaguarda dos ecossistemas, e que, não sendo possível garantir a não contaminação entre culturas transgénicas e tradicionais ou biológicas, importava aplicar o princípio da precaução e proibir o cultivo de OGM como fizeram outros Estados Membro, como a Alemanha, a Áustria, a França ou a Polónia.

Mas no nosso país, fruto da atuação das maiorias parlamentares PS, PSD e CDS, abrem-se as portas aos OGM e não se conhece, de forma rigorosa, a localização de culturas transgénicas, uma atitude de secretismo do Governo que constitui, na opinião do PEV, um profundo desrespeito para com os cidadãos.

Face à recente deliberação da União Europeia que determinou que a decisão sobre o cultivo de OGM passará a competir a cada Estado Membro, o PEV considera que é tempo de Portugal se desvincular da profunda leviandade com que tem permitido a presença de OGM nos nossos campos agrícolas. Assim, o Grupo Parlamentar Os Verdes apresentou o Projeto de Lei em causa que, em conformidade com o princípio da precaução e tendo em vista a proteção da saúde humana e do ambiente, toma como objetivo a proibição de produção e comercialização de OGM.

PROJETO DE LEI Nº 811/XII/4ª

IMPEDE O CULTIVO, A COMERCIALIZAÇÃO E A LIBERTAÇÃO DELIBERADA EM AMBIENTE DE ORGANISMOS GENETICAMENTE MODIFICADOS (OGM)

Nota justificativa

A rejeição dos organismos geneticamente modificados (OGM), por parte dos cidadãos dos diversos Estados da União Europeia, tem sido confirmada através de diversos estudos. Esta atitude crítica sustenta-se sobretudo nos riscos que os transgénicos podem representar para a saúde e para o ambiente, designadamente ao nível da perda de biodiversidade e de contaminações acidentais ou deliberadas. Desta forma, mais de 70% dos cidadãos recusam consumir alimentos transgénicos e cerca de 95% não admitem prescindir do direito de poderem rejeitar OGM.

A União Europeia não foi respeitadora da vontade dos cidadãos quando determinou que a informação ao consumidor em geral, e as normas de rotulagem em particular, não teriam que se suportar num esclarecimento cabal sobre a presença de transgénicos nos alimentos. A título exemplificativo, quando um alimento contém matéria transgénica em quantidade inferior a 0,9%, dispensa-se informação ao consumidor; em relação a produtos de origem animal, não se presta informação ao consumidor sobre se os animais foram alimentados com ração transgénica. A União Europeia preferiu deixar a porta aberta à salvaguarda dos interesses das multinacionais do setor agroalimentar.

Já em relação ao cultivo, foi em 1998 que a União Europeia autorizou o cultivo do milho transgénico MON810, no seu espaço geográfico. Esta decisão da União Europeia foi muito contestada, mas, ignorando o sentimento maioritário dos cidadãos, os organismos europeus preferiram ceder aos interesses da Monsanto (com 80% da quota de mercado mundial dos transgénicos) e, assim, dar entrada à realidade transgénica no mundo agrícola da União Europeia.

Em Portugal, o Partido Ecologista Os Verdes empenhou-se de várias formas, incluindo através de iniciativas legislativas, na aplicação de uma moratória relativa ao cultivo e à comercialização de OGM. Considerávamos que não estavam salvaguardados nem os direitos dos agricultores, nem dos cidadãos, nem a salvaguarda dos ecossistemas, e que, não sendo possível garantir a não contaminação entre culturas transgénicas e tradicionais ou biológicas, importava aplicar o princípio da precaução.

Infelizmente, as diferentes maiorias parlamentares assumiram sempre uma postura de aceitação incondicional da autorização europeia, referindo que não era possível proibir o que a União Europeia aceitara. O PEV nunca tolerou esta argumentação e, por isso, insistiu mais do que uma vez na questão da moratória. A verdade é que outros Estados Membro, face às incertezas sobre os efeitos dos OGM na saúde e no ambiente, decidiram proibir o cultivo de OGM no seu território. Assim fizeram a Alemanha, a Áustria, a França, a Polónia, entre outros. Enquanto isso, as maiorias parlamentares do PS, PSD e CDS continuaram a abrir portas ao cultivo de OGM e procuraram garantir procedimentos que não permitissem aos cidadãos ter um conhecimento rigoroso sobre a localização de culturas transgénicas, o que é absolutamente inadmissível se tivermos em conta casos como, por exemplo, o de um agricultor que se quer instalar e apostar em culturas biológicas e que, para garantir a segurança da sua produção, quer ter a certeza que não fica aproximado de uma propriedade agrícola que faz cultura OGM. A atitude de secretismo do Governo constitui, no mínimo, um profundo desrespeito para com os cidadãos.

Entretanto, a União Europeia determinou que a decisão sobre o cultivo de OGM nos respetivos países passará a competir a cada Estado Membro. Nestas circunstâncias, um dos argumentos usados pelas consecutivas maiorias parlamentares e pelos consecutivos Governos, que consistia numa desresponsabilização própria, para se assumirem submetidos ao que a União Europeia autorizasse, deixa de poder ser usado. É tempo, portanto, de Portugal se desvincular da profunda leviandade com que tem permitido a presença de OGM nos nossos campos agrícolas e seguir o exemplo de uma grande parte de países da União Europeia que proibiram o cultivo de OGM, por aplicação direta do princípio da precaução.

Assim, o Grupo Parlamentar Os Verdes tomou a iniciativa de, em Conferência de Líderes, solicitar o agendamento do presente Projeto de Lei que toma como objetivo a proibição de produção e comercialização de OGM, o qual a seguir se apresenta, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis:

Artigo 1º

Objeto

Em conformidade com o princípio da precaução e tendo em vista a proteção da saúde humana e do ambiente, o presente diploma proíbe a colocação no mercado de produtos que contenham organismos geneticamente modificados, ou que por eles sejam constituídos, assim como a libertação deliberada no ambiente de organismos geneticamente modificados para qualquer fim diferente da colocação no mercado.

Artigo 2º

Proibição da colocação em mercado de OGM

1.A proibição de colocação no mercado de produtos que contenham organismos geneticamente modificados, ou que por eles sejam constituídos, inclui a aquisição e a receção na exploração agrícola das sementes de variedades geneticamente modificadas, bem como as operações do processo de produção e armazenamento na exploração agrícola, e ainda a entrega, pelo agricultor, dos produtos vegetais produzidos nas instalações de comercialização ou transformação.

2.A proibição estabelecida no número anterior abrange igualmente os atos de importação.

Artigo 3º

Proibição da libertação deliberada em ambiente de OGM

A libertação deliberada no ambiente de organismos geneticamente modificados para qualquer fim diferente da colocação no mercado refere-se a qualquer introdução intencional no ambiente de um organismo geneticamente modificado ou de uma sua combinação, independentemente de intenção ou tentativas de limitar o contacto com a população e com o ambiente.

Artigo 4º

Exclusão do âmbito de aplicação

A presente lei não se aplica às ações controladas com fins de investigação científica ou com fins medicinais.

Artigo 5º

Regime aplicável às autorizações já existentes

1.Para efeitos do cumprimento dos números anteriores são revogadas todas as autorizações já existentes e ficam sem efeitos as notificações rececionadas relativas à libertação deliberada no ambiente para fim diferente da colocação em mercado, bem como da colocação em mercado de organismos geneticamente modificados.

2.É estabelecido um período transitório, a regular por portaria, com vista à reconversão de culturas, para o caso em que os pequenos agricultores utilizem organismos geneticamente modificados.

Artigo 6º

Contraordenações

1.Constitui contraordenação punível com coima de € 15.000 a € 150.000,00, no caso de pessoas singulares, e de € 35.000,00 a € 350.000,00, no caso de pessoas coletivas, a violação do disposto no artigo 1º do presente diploma.

2.Constitui contraordenação punível com coima de € 10.000 a € 100.000,00, no caso de pessoas singulares, e de € 30.000,00 a € 300.000,00, no caso de pessoas coletivas, a violação do disposto no artigo 2º do presente diploma.

3.A tentativa e a negligência são sempre puníveis.

Artigo 7º

Sanções acessórias

Consoante a gravidade da contraordenação e a culpa do agente, podem ser aplicadas simultaneamente com a coima, nos termos da lei geral, as seguintes sanções acessórias:

  1. a) Interdição do exercício da atividade;
  2. b) Privação do direito a subsídios ou benefícios outorgados por entidades ou serviços públicos;
  3. c) Privação do direito de participar em concursos públicos que tenham por objeto o fornecimento de bens e serviços e a concessão de serviços públicos;
  4. e) Encerramento do estabelecimento e destruição das culturas.

Artigo 8º

Regulamentação

O Governo regulamenta a presente lei no prazo máximo de 180 dias, a contar da data de publicação.

Artigo 9º

Norma revogatória

São revogadas todas as disposições legais que contrariem o disposto na presente lei, designadamente o Decreto-Lei nº 72/2003, de 10 de abril e o Decreto-Lei nº 160/2005, de 21 de setembro.

Artigo 10º

Entrada em vigor

A presente lei entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação.

Assembleia da República, Palácio de S. Bento, 6 de março de 2015

Os Deputados

Heloísa Apolónia                                                                  José Luís Ferreira



publicado por Carlos Gomes às 19:25
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Segunda-feira, 9 de Março de 2015
EXPOSIÇÃO NA MOITA DÁ A CONHECER 40 ANOS DE SERVIÇO PÚBLICO EM LIBERDADE

Biblioteca da Moita recebe exposição “Serviço Público em Liberdade”

A exposição “Serviço Público em Liberdade” que a Câmara Municipal da Moita produziu no âmbito das comemorações dos 40 Anos do 25 de Abril vai agora passar pela Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça, na Moita, até 28 de março.

Exp Serviço Público em Liberdade

Além de valorizar o trabalho do Poder Local Democrático ao longo destas 40 décadas, essencial para a qualidade de vida e bem-estar das populações, esta mostra retrata o crescimento e o desenvolvimento do Município da Moita ao longo dos anos.

A exposição “Serviço Público em Liberdade” pode ser vista de terça-feira a sábado, das 10:00h às 19:00h. A entrada é livre.



publicado por Carlos Gomes às 11:31
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MOITA REALIZA ATELIÊS PARA CRIANÇAS E JOVENS

Na Biblioteca Municipal da Baixa da Banheira – Moita

“Ateliês aos Sábados” para crianças e jovens

Nos sábados, dias 14, 21 e 28 de março, a partir das 15:30h, a Biblioteca Municipal da Baixa da Banheira vai dinamizar três ateliês diferentes: Ateliê de Construção do Livro/Objeto, Ateliê de Escrita Criativa, com a autora Paula Farinhas, e Ateliê de Escrita e Ilustração.

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Nestes ateliês, dirigidos a crianças e jovens entre os 6 e os 12 anos, os participantes vão construir um livro/objeto, despertando, desta forma, o gosto pela escrita, e também aliar a escrita ao desenho. Os mais pequenos vão construir um livro de imagens.

Para participar, basta efetuar a inscrição gratuita, através do T: 210888902 / 210888914210. A lotação está limitada a 20 participantes.



publicado por Carlos Gomes às 11:27
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Domingo, 8 de Março de 2015
QUAL O VERDADEIRO SIGNIFICADO DO DIA INTERNACIONAL DA MULHER?

A comemoração do Dia Internacional da Mulher evoca a histórica greve desencadeada em 8 de março de 1857 pelas operárias têxteis de Nova Iorque, nos Estados Unidos da América. Exigiam melhores condições de trabalho, equiparação salarial em relação aos homens e redução do horário diário de trabalho para 10 horas. Refira-se que, até então, as mulheres estavam sujeitas a um horário de 16 horas diárias pelas quais auferiam apenas um terço do salário correspondente aos homens.

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A repressão do protesto foi brutal. Trancadas no interior da fábrica, esta foi incendiada e deste ato criminoso 130 tecelãs morreram carbonizadas. A efeméride passou a ser assinalada a partir de 1910 mas apenas em 1975, foi a mesma oficializada pela ONU.

Porém, uma data que constitui um marco histórico na luta das classes trabalhadoras pela sua dignidade social e humana face à soberba de um capitalismo selvagem que não reconhece quaisquer valores na sua voracidade exploradora foi desprovida do seu verdadeiro significado, respondendo apenas ao apelo consumista de uma sociedade que, à semelhança daquela que as operárias nova-iorquinas combateram, impõe novas formas de exploração e escravatura social.

Porém, ao contrário do que outrora se verificava, as mulheres participam cada vez mais nos destinos da sociedade, ocupando os mais altos cargos de administração das empresas até às decisões políticas. Elas são atualmente também responsáveis pela promoção e manutenção de uma sociedade que, de acordo com o modelo neoliberal, pretende que as relações sociais e humanas assentem exclusivamente nas leis do mercado, repondo em grande medida os padrões de vida do século XIX e as formas cruéis de exploração cuja contestação deu origem e significado á comemoração do dia 8 de março. É com o seu aplauso e aprovação que se aprovam e aplicam as leis que perpetuam a exploração das mulheres que trabalham e se condena à emigração milhares de jovens sem perspetivas de futuro na sua própria terra!



publicado por Carlos Gomes às 12:43
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