Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores
Domingo, 31 de Maio de 2015
MINHOTOS LEVAM A FESTA AO CONCELHO DE OEIRAS

A localidade da Ribeira da Lage, no Concelho de Oeiras, despertou hoje ao som das mais alegres rapsódias do folclore minhoto – as gentes do Minho radicadas na região de Lisboa levaram consigo até à Freguesia de Porto Salvo as concertinas, os cavaquinhos, os reque-reques e sobretudo a alegria e a sua maneira tão genuína de fazer a festa.

O Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage, agrupamento sediado no Concelho de Oeiras no qual pontificam numerosos courenses, levou a efeito uma “Tarde de Folclore” tendo como palco o Centro Cultural da Ribeira da Lage, localidade da Freguesia de Porto Salvo. Para o efeito convidaram também o Rancho Folclórico “As Florinhas do Alto Minho”, grupo sediado em Mem Martins, no Concelho de Sintra, e ainda o Rancho Etnográfico de Borbela, Vila Real; o Rancho Infantil e Juvenil de Ventosa do Bairro, da Mealhada e o Rancho Folclórico e Cultural da Rinchoa, do Concelho de Sintra, representando este os usos e costumes das gentes da região saloia.

Ascende a mais de uma dezena o número de agrupamentos folclóricos minhotos sediados na região de Lisboa, refletindo a dinâmica associativa e o apego às tradições por parte de uma comunidade que teima em preservar a sua identidade, apesar da distância em relação às suas terras de origem.

Os minhotos que vivem na região de Lisboa são gente laboriosa e alegre que participa na vida social e cultural do Concelho de Oeiras e da região em geral.

Ribeira Laje 044

Ribeira Laje 252

Ribeira Laje 247

Ribeira Laje 311

Ribeira Laje 036

Ribeira Laje 010

Ribeira Laje 270

Ribeira Laje 077

Ribeira Laje 022

Ribeira Laje 254

Ribeira Laje 275

Ribeira Laje 365

Ribeira Laje 148

Ribeira Laje 151-2

Ribeira Laje 110



publicado por Carlos Gomes às 22:44
link do post | favorito

HOJE HÁ FESTA MINHOTA EM OEIRAS!



publicado por Carlos Gomes às 09:31
link do post | favorito

ESCOLAS DE VELA FAZEM PROVA DE OPTIMIST NA VOLVO OCEAN RACE LISBOA

Team Racing Lisboa junta velejadores entre os 6 e os 10 anos

Oito escolas de vela portuguesas estão a  competir entre si numa prova da classe Optimist, na Doca de Pedrouços, em Algés, durante o fim-de-semana, 30 e 31 de maio, na Volvo Ocean Race Lisboa.

image007

O objetivo é permitir aos jovens velejadores nacionais a participação numa das regatas mais emblemáticas do universo, na qual é imperativo o espírito de equipa e de competição.

Para esta prova foram escolhidos os quatro melhores velejadores de cada escola, com idades compreendidas entre os 6 e 10 anos, que competem em representação de cada equipa da maior regata à volta do mundo. O Clube Náutico Boca da Barra atua pela equipa Abu Dhabi Ocean Racing, o Clube Naval de Cascais representa o DongFeng Team, a escola de vela Atlântico “defende” o Team Brunel, o Clube de Vela do Barreiro atua pelos americanos do Team Alvimedica, a escola de Lagos compete pelo Team Mapfre, o Clube Viana do Castelo concorre pelo Team Vestas Wind, o Clube Naval de Faro atua pela equipa feminina Team SCA, e por fim, o Clube Sport Algés e Dafundo representa a equipa da Volvo Ocean Race Lisboa.

As regatas decorrem entre as 14h00 e as 17h00 de sábado e domingo, nos pontões da Doca de Pedrouços, onde qualquer visitante da Race Village da Volvo Ocean Race Lisboa pode assistir às manobras dos pequenos velejadores. A prova está organizada em várias rondas eliminatórias nas quais se irá apurar a escola vencedora. A escola que irá levar o primeiro prémio para casa irá ser apurada no domingo, 31 de maio, ao final da tarde.

Durante a próxima semana a agenda da Volvo Ocean Race inclui regatas de treino (4 de junho), Pro-Am (4 e 5 de junho) e a In-Port Race, marcada para o dia 6 de junho, véspera da largada da frota rumo a Lorient (França). À noite é possível assistir aos concertos de alguns dos melhores nomes da música portuguesa, como Miguel Araújo (30 de maio), Carlão (1 de junho), Mikkel Solnado (2 de junho), Souls Of Fire (4 de junho), Ana Free (2 de junho), Sara Tavares (3 de junho), Blasted Mechanism (6 de junho) e The Legendary Tigerman (5 de junho).



publicado por Carlos Gomes às 09:28
link do post | favorito

Sábado, 30 de Maio de 2015
MINHOTOS INVADEM CIDADE DE LOURES

- O Minho é Verde – Folclore é Verde Minho!

As gentes do Minho radicadas na região de Lisboa invadiram hoje a cidade de Loures, levando a esta localidade a alegria e exuberância do folclore da sua região. Por um dia, Loures virou terra minhota, esquecendo por breves instantes as suas tão genuínas tradições saloias.

Situado na periferia de Lisboa, Loures é sede de um concelho com origens predominantemente rurais onde os fluxos migratórios não foram ainda suficientes para apagar as marcas da sua identidade. A partir da década de sessenta do século passado, os planos de construção de novas urbanizações em Santo António dos Cavaleiros atraíram para esta região gentes oriundas dos mais diversos pontos do país, muitas das quais já se encontram fixadas na própria capital. Na sequência da descolonização dos antigos territórios ultramarinos, passou ainda a receber pessoas provenientes dos mais diversos pontos do mundo, transformando-se num autêntico mosaico de gentes e culturas.

Verde Minho - Loures 154

Hoje foi dia dos minhotos se juntarem no Parque da Cidade de Loures, tendo como cenário a magnífica réplica das ruínas de S. Paulo, em Macau, a qual serviu de fachada ao Pavilhão de Macau na Expo’98. E ali exibiram os seus trajes caraterísticos, as suas danças e cantares e sobretudo a sua alegria, cantando e dançando o vira e a chula ao som da concertina, bem ao jeito das mais alegres romarias do Minho. Tratou-se do XXII Encontro de Culturas Verde Minho.

Verde Minho - Loures 186

Antes, porém, foram recebidos nos Paços do Concelho de Loures onde, em representação do Presidente da edilidade, a vereadora Maria Eugénia Coelho deu as boas-vindas a todos os grupos folclóricos participantes, ali calorosamente recebidos também pelos demais autarcas e representantes de outras entidades locais.

Seguiu-se um animado desfile etnográfico pelas ruas do centro histórico da cidade de Loures rumo ao Parque da Cidade- o Grupo de Bombos Zés Pereiras Os Baionenses, de Baião fizeram uma autêntica arruada, anunciando a festa com o rufar dos seus bombos bem à maneira das nossas mais genuínas e alegres romarias, tendo o Grupo de Bombos Zés Pereiras das Mercês, de Sintra, fechado o cortejo com o rufar dos seus bombos. Seguiu-se o anfitrião Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho, o Rancho Folclórico e Etnográfico Palmeiras, de Braga; o Rancho Folclórico de Meãs do Campo em representação do Baixo Mondego; o Rancho Folclórico de Alvarelhos, da Trofa; o Grupo de Danças e Cantares do Clube Novo Banco e as Escolas de Concertina Filipe Oliveira.

Verde Minho - Loures 055

De referir que, apesar do concelho da Trofa se encontrar inserido do distrito do Porto e, por conseguinte, fazendo parte da província do Douro Litoral, aquele concelho é parte integrante da mesma região etnográfica do Minho coincidente com a antiga Comarca d’Entre o Douro e Minho.

No final, ficou a nostalgia de quem revive à distância a alegria e a exuberância dos usos e costumes da sua terra – o Minho!

Verde Minho - Loures 054

Verde Minho - Loures 091

Verde Minho - Loures 099

Verde Minho - Loures 145

Verde Minho - Loures 171

Verde Minho - Loures 156

Verde Minho - Loures 152-2

Verde Minho - Loures 017



publicado por Carlos Gomes às 22:45
link do post | favorito

AMANHÃ HÁ FESTA MINHOTA NA LAGE EM OEIRAS



publicado por Carlos Gomes às 14:21
link do post | favorito

HOJE HÁ FESTA MINHOTA EM LOURES!



publicado por Carlos Gomes às 02:15
link do post | favorito

Sexta-feira, 29 de Maio de 2015
EXPOSIÇÃO NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA MOSTRA “DESPORTO, PATRIMÓNIO E MEMÓRIA”



publicado por Carlos Gomes às 23:24
link do post | favorito

BANDA MELECH MECHAYA ATUA NA BAIXA DA BANHEIRA

Baixa da Banheira: Melech Mechaya apresentam álbum “Gente Estranha” no Fórum Cultural

Uma das mais excitantes bandas portuguesas do momento, Melech Mechaya, vai pisar o palco do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, no dia 5 de junho, a partir das 21:30h, com o seu novo álbum “Gente Estranha”.

MelechMechaya_GenteEstranha_Foto1

Com meio milhão de visualizações no YouTube, este quinteto de Lisboa e Almada atuou mais de 250 vezes em 10 países de três continentes. A banda trabalhou com artistas premiados como Frank London, Mísia, Amélia Muge, Pedro da Silva Martins (Deolinda) ou a companhia de teatro catalã La Fura Dels Baus. Os últimos dois álbuns foram distribuídos internacionalmente pela histórica editora italiana de músicas do mundo Felmay. O disco de 2011 “Aqui Em Baixo Tudo É Simples” figurou na lista de melhores discos do ano da revista Blitz, esteve várias semanas nos topes de rádios dos EUA, Espanha e Portugal e foi nomeado para Melhor Disco Instrumental nos Independent Music Awards. O novo álbum “Gente Estranha”, editado em março de 2014, atingiu já o terceiro lugar no top iTunes PT de Músicas do Mundo e foi eleito melhor disco do ano para os leitores da BandCom, tendo o single “Gente Estranha” atingido o 14º lugar no Blue Top da MTV.

Os bilhetes, no valor de 3,66 euros, estão disponíveis no Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira.

Horário da Bilheteira: 

De 3ª a sábado – 14:30h às 19:30h 

Dias de espetáculo e cinema  – uma hora antes do início do espetáculo ou sessão.

Os bilhetes podem ainda ser reservados, através do telefone 210 888 900, no horário de funcionamento da bilheteira.

As reservas têm de ser levantadas, no máximo, até 1h antes do início do espetáculo, com um limite de cinco bilhetes por reserva. 



publicado por Carlos Gomes às 23:18
link do post | favorito

JUNHO TRAZ CONCERTO DE PEDRO MADEIRA A LISBOA

O Auditório Carlos Paredes, em Lisboa, vai receber Pedro Madeira para um concerto no dia 5 de junho, pelas 22h00. O cantor continua a dar cartas no panorama musical português e o seu novo single, “Relógio”, é disso exemplo. Este é o segundo tema de extraído do seu mais recente trabalho, “De Lisboa para ti”, que conta com um vídeo gravado entre Londres e Lisboa, o qual já ultrapassou as 30 mil visualizações no YouTube.

Pedro Madeira nasceu a 11 de novembro de 1992 e é natural de Vendas Novas. Desde cedo que revelou uma forte aptidão para a música, que se foi desenvolvendo nas aulas de piano, o seu instrumento de eleição, e no coro Oficina do Canto de Montemor-o-Novo, ao qual pertenceu durante dois anos.

A sua primeira oportunidade no mundo da música surgiu em 2006, com a participação no Festival da Canção Júnior. Nessa altura, começou a compor, juntamente com um amigo, a música com a qual saiu vencedor, "Deixa-me Sentir". E a 2 de dezembro desse ano representou Portugal na Roménia, país anfitrião do Festival Eurovisão da Canção Júnior. 

Depois de um ano de conquistas, lançou o seu primeiro álbum "Dá-me a tua mão", que o veio sedimentar no panorama musical nacional. Do seu segundo trabalho, "Viagem", lançado em 2009, o single "Descobre-me" fez parte da banda sonora da telenovela da TVI "Sentimentos", contribuindo para um maior reconhecimento do artista. O trabalho seguinte, "Onze", deu continuindade à aposta do cantor, autor e compositor na experiência com nomes de referência para apadrinharem a sua jornada: a Ramón Galarza juntaram-se João Martins e Carlos Juvandes. "Tempo para viver" foi o single de avanço e o tema "Inflamável" marcou mesmo a carreira de Pedro Madeira, batendo alguns recordes. O ano de 2014 trouxe o quarto álbum, "De Lisboa para ti", e com ele nasceu uma nova responsabilidade: continuar fiel ao seu estilo, cativando novos públicos. Os dois temas de avanço, "A Lenda" e "Aprendiz", expressam bem essa evolução. "LX" e “Relógio” são os singles de apresentação e prometem "roubar" o coração dos portugueses.

Sem nunca deixar os estudos para segundo plano, o jovem cantor é licenciado em Comunicação Social e Cultural e tem o Mestrado de Televisão e Cinema, pela Universidade Católica de Lisboa.

Para download do álbum


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 23:08
link do post | favorito

BARCO DO TEAM VESTAS REGRESSA À ÁGUA NA VOLVO OCEAN RACE LISBOA

Depois de uma paragem de cinco meses a equipa azul regressa à competição

Depois de uma paragem de cinco meses, o barco do Team Vestas regressou à água esta sexta-feira, dia 29 de maio, na Doca dos Pedrouços em Lisboa. A manobra de regresso do barco à água foi assistida por centenas de pessoas do público, velejadores e todas as equipas, num momento marcante para a história da Volvo Ocean Race e do Team Vestas.

Vestas_dia29

Os dinamarqueses foram afastados da competição na 2ª etapa da regata, Cidade do Cabo - Abu Dhabi, na noite de 28 de novembro, quando encalhou num atol a norte da Ilha Maurícia, no Oceano Índico,  provocando um acidente grave a nível da estrutura do veleiro. O embate não causou quaisquer danos físicos para a tripulação, no entanto destruiu grande parte do veleiro, impedindo a equipa azul de prosseguir na prova.

O veleiro foi levado depois para a Malásia, de onde partiu para Itália, onde ficou durante 5 meses em reparação nos estaleiros da Persico, empresa que fabrica todos as embarcações da Volvo Ocean Race. O barco foi transportado para Portugal, tendo chegado ao Porto de Setúbal a 26 de maio, terça-feira. Durante estes últimos dias a equipa esteve a tratar dos últimos retoques para que o barco fosse colocado no rio Tejo atempadamente.

O momento foi festejado com muita alegria por parte de todas as equipas, em especial do Team Vestas, que celebrou o regresso do veleiro à água com champanhe e muita animação. Os restantes veleiros regressam à água durante a próxima semana, para as regatas de treino e de classificação geral agendadas para os dias 4, 5 e 6 de junho.

Também esta sexta-feira foi ainda organizada uma visita ao Boatyard – o estaleiro naval comum onde são realizados os serviços de manutenção a todos os barcos durante as paragens em terra. O BoatYard é partilhado pelas sete equipas, o que permite reduzir os custos de cada uma, para além de garantir uma prova justa do ponto de vista mais técnico dos barcos. Todas as embarcações são construídas a partir do mesmo modelo de barcos – o Volvo Ocean 65 - com os mesmos padrões de performance e durabilidade. Assim, o destaque vai para a performance individual de cada equipa.

Até à próxima semana as embarcações são colocadas em sólidas armações em terra, onde são reparadas enquanto podem ser admiradas pelo público.

A Volvo Ocean Race Lisboa 2015 decorre até 7 de junho com inúmeras atividades ligadas ao desporto, à vela, à cultura e ao espírito de competição. À noite também é possível assistir aos concertos de alguns dos melhores nomes da música portuguesa, de forma totalmente gratuita. Carminho, Miguel Araújo, Carlão, Mikkel Solnado, Souls Of Fire, Ana Free são apenas alguns dos artistas que ainda irão pisar o palco da Doca dos Pedrouços, em Algés.



publicado por Carlos Gomes às 23:02
link do post | favorito

PARTIDO “OS VERDES” REÚNE EM LISBOA CONVENÇÃO NACIONAL

13ª Convenção do Partido Ecologista “Os Verdes”, hoje e amanhã no Fórum Lisboa

Realiza-se hoje e amanhã, dias 29 e 30 de Maio, em Lisboa (Fórum Lisboa) a 13ª Convenção do Partido Ecologista Os Verdes.

13CPEV_banner_email-1

Esta 13ª Convenção do PEV decorre num momento particularmente importante da vida política nacional, onde a construção, tão necessária, de uma alternativa em Portugal não pode dispensar o contributo deste projeto ecologista com 32 anos de lutas e conquistas consolidadas. Daí, Os Verdes terem adotado para lema da sua Convenção “Respostas Ecologistas – Juntos Conseguimos!”.

Os trabalhos começarão hoje, sexta-feira, dia 29 de Maio, com o início da Convenção às 21.30h e a intervenção de abertura marcada para as 22.00h, proferida pela dirigente nacional Manuela Cunha, onde será feito o balanço da intervenção política do PEV nos últimos 3 anos. No sábado, 30 de Maio, Os Verdes destacam os debates que decorrerão em torno da Moção de Ação Política – intervenção feita por Heloísa Apolónia, a partir das 10.00h - que definirá a estratégia dos Verdes para o futuro próximo, e das Moções Setoriais, sendo que a intervenção de encerramento, a cargo do dirigente José Luís Ferreira, está prevista para as 18.00h.

Antes da sessão de encerramento, realizar-se-á uma homenagem ao Cante Alentejano, património da humanidade pela UNESCO, que contará com a presença do Grupo Coral “Os Mainantes de Pias”.

29 de maio – Sexta-Feira

20:00h - Receção dos Delegados, Participantes e Convidados

21:30h - Início dos Trabalhos, Saudação de Boas Vindas, Eleição das Mesas da Convenção

21:45h - Aprovação do Regulamento e O.T. da Convenção, Eleição do Secretariado, Eleição da Comissão de Redação

22:00h - I. Intervenção de Abertura,

- Debate - Balanço da Intervenção e ação política do PEV entre convenções.

00:00h - Suspensão dos trabalhos

30 de maio – Sábado

9:30h – Abertura do Secretariado

10:00h - II. Apresentação, debate e votação das Moções de Ação Política e das Moções Setoriais.

11H45 - III. Abertura da Eleição dos Órgãos Nacionais.

13H00 - Pausa para almoço

15H00 - IV. Apresentação, debate e votação das Moções (continuação)

16h30 - V. Encerramento da Votação para Eleição dos Órgãos Nacionais

17H00 - VI. Sessão de Encerramento - Momento Cultural

17H30 - VII. Informação do apuramento das eleições dos órgãos

18H00 - VIII. Intervenção de Encerramento



publicado por Carlos Gomes às 14:08
link do post | favorito

MADRAGOA APRESENTA MARCHA POPULAR

flyerMarchasApresentacao-SITE



publicado por Carlos Gomes às 07:58
link do post | favorito

Quinta-feira, 28 de Maio de 2015
MINHOTOS LEVAM FOLCLORE E ALEGRIA A LOURES



publicado por Carlos Gomes às 23:30
link do post | favorito

PARTIDO “PESSOAS-ANIMAIS-NATUREZA” QUER ACABAR COM CANIS DE ABATE

PAN entrega ILC com 42.015 assinaturas na Assembleia da República pedindo o fim dos canis de abate

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza lançou a 7 de Março, uma Iniciativa Legislativa de Cidadãos que visa acabar com os canis de abate em Portugal. Terminada a recepção de mais de 50.000 assinaturas, 42.015 foram validadas e serão entregues esta quinta-feira, 28 de Maio, pelas 16h30, na Assembleia da República. No dia 4 de Junho, às 17h00 o PAN reúne também com Cristóvão Norte, deputado do PSD, para discutir a ILC.

O porta-voz do PAN, André Silva, adiantou que “este número de assinaturas em tão curto espaço de tempo é um sinal muito positivo da democracia participativa na comunidade civil Portuguesa e demonstra também o crescimento e a dinâmica do PAN nos últimos meses.”

Apesar de ainda não dispor de assento parlamentar, o PAN alcançou em apenas dois meses e meio um nível de mobilização social assinalável, via contactos pessoais, acções de rua e redes sociais, que chegou a mobilizar cidadãos portugueses a residir em Macau, Luxemburgo, Suécia, Suíça, EUA e França. O PAN pretende, através das vias previstas por lei, levar o debate à Assembleia da República, ainda nesta legislatura, e aprovar medidas que há muito são exigidas por uma grande parte dos portugueses.

Esta Iniciativa Legislativa de Cidadãos visa criar uma moldura legal que contemple os princípios de respeito pela vida dos animais não humanos, apresentando três grandes objetivos.

O primeiro prende-se com a proibição do abate de animais pelas câmaras municipais. Todos os anos são abatidos em Portugal dezenas de milhares de animais que deram entrada nos Centros de Recolha Oficial (CRO) ou em estruturas semelhantes. Acresce a este facto que muitos dos canis e gatis que ainda não estão licenciados como CRO não cumprem as normas mínimas de higiene e bem-estar animal.

O segundo objetivo prevê a instituição de uma política de controlo das populações de animais errantes. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) e a Ordem dos Médicos Veterinários (OMV), as políticas públicas de abate compulsivo como resposta à sobrepopulação de animais de companhia não são a solução.

Além de ser uma prática que respeita a vida destes seres não humanos, a esterilização e encaminhamento para adoção são práticas economicamente mais vantajosas para os municípios do que o abate do animal e sua posterior incineração.

Quando haja colónias de animais de rua estabilizadas, os programas RED (recolha, esterilização e devolução) também saem mais baratos ao Estado do que a opção pelo abate e incineração.

Por último, esta ILC pretende estabelecer condições adicionais para a criação e venda de animais de companhia. A substituição do abate pela esterilização enquanto mecanismo preferencial para a resolução do problema da sobrepopulação dos animais de companhia deverá ser acompanhada de um conjunto de medidas adicionais, de modo a ser eficaz. Neste aspeto, o PAN considera que Portugal deve seguir os melhores exemplos internacionais, proibindo a venda de animais de companhia nas designadas “lojas de animais” e impondo condições especialmente exigentes para a criação de animais.



publicado por Carlos Gomes às 22:57
link do post | favorito

BANDA VINYL REALIZA CONCERTO DE PROMOÇÃO NO FONTÓRIA EM LISBOA

Os Vinyl dão um concerto já no próximo dia 5 de junho, no Fontória, em Lisboa, pelas 22h00. A banda almadense encontra-se em fase de promoção do seu EP homónimo, editado pela Music In My Soul em fevereiro, do qual “Anjo Meu (Laura)” é o single de apresentação.

Pop/Rock comercial, cantado em português, com letras que respiram esperança, motivação e força de vencer e ultrapassar obstáculos. É como se caracteriza a música dos Vinyl, um som transversal a todas as idades, géneros e etnias.

Cristiano de Sousa (voz), David Vieira (bateria), Dinis Costa (teclas), Pedro Fernandes (guitarra) e Tojan Carvalho (guitarra baixo) juntaram-se em 2003 para formar este projeto Pop/Rock. No currículo, a banda tem o segundo lugar no 3º Concurso de Música Moderna de Almada, promovido pela Câmara Municipal em outubro de 2006. Em julho do mesmo ano, o grupo fez a primeira parte do concerto dos D’zrt no âmbito do Festival Antarte Pop-Rock, que teve lugar em Rebordosa (Paredes), num palco onde também atuaram Expensive Soul, Mão Morta, David Fonseca, Ramp, X-Wife e Karpe Diem.

Passados nove anos de existência, os Vinyl apresentam agora o seu primeiro EP, homónimo, onde a mescla entre o som agressivo das guitarras, com solos envolventes, e um timbre de voz calmo e extensivo tornam a música altamente marcante e muito agradável ao ouvido de um público bastante abrangente.

Para download do EP


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 22:39
link do post | favorito

JOANA LISBOA DÁ CONCERTO N’A BARRACA

Joana Lisboa continua a promover o seu “Rascunho”

O próximo concerto de Joana Lisboa acontece já no dia 5 de junho, no Bar A Barraca (situado no interior do teatro A Barraca, em Lisboa), às 22h00. O single mais recente, “Escrever”, será um dos temas que a cantora irá apresentar e que pertencem ao seu EP de estreia, “Rascunho”, editado em novembro de 2014 pela Music In My Soul.

Artista da voz, compositora experimental espontânea e exploradora dos sons circundantes e interiores. É assim que Joana Lisboa se define.

A cantora nasceu no dia 9 de agosto de 1983, em Lisboa, onde cresceu rodeada de diferentes referências musicais, com destaque para o Jazz, o Blues e o Rock Sinfónico. Na adolescência continuou a sua pesquisa e acrescentou o Grunge, música celta, o Trip Hop, a Eletrónica e a música de Zeca Afonso. Cantou sempre sozinha até aos 23 anos, altura em que começou a atuar ao vivo num projeto de covers acústicas (voz e guitarra) chamado Sacaroles. Mais tarde decidiu ter aulas de Jazz e de Canto, integrando vários projetos de standards de jazz. Também chegou a dar aulas de voz e fez parte de uma banda de originais, os Cromaki.

O início do processo de criação de originais acabou por ser natural, uma vez que Joana sempre foi uma estudiosa dessa arte. Embora conte com um passado musical muito rico e variado, é no som experimental que a artista se prefere destacar. A cantora é quem compõe todas as músicas, letras e coros, o que não invalida de se fazer acompanhar por uma banda nas atuações ao vivo. O EP “Rascunho”, que marca a sua estreia, apresenta uma música tranquila, conduzida por uma voz que transporta, quem a ouve, para outro plano.

Para download do EP


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 22:35
link do post | favorito

MIGUEL CORVO ATUA NO AUDITÓRIO CARLOS PAREDES COM “LIBERDADE”

Miguel Corvo atua já no próximo dia 4 de junho, no Auditório Carlos Paredes, em Lisboa, pelas 22h00. O concerto será o segundo da tournée em que o músico lisboeta apresenta “Liberdade”, o seu álbum de estreia em nome próprio. Editado pela Music In My Soul e disponível nas principais lojas digitais desde o início de março, “Sol Invisível” é o single de apresentação deste trabalho.

image011

Num mundo com tamanha diversidade artística, a procura da originalidade passa em muito pela verdade naquilo que se faz – é sob esta regra que Miguel Corvo se apresenta.

Fundador de bandas como Riddle (1997-2004), Lisamona (2004-2008) e Stereo Alligator (2008-2011), Miguel Corvo foi adquirindo uma experiência musical que lhe permitiu lançar-se a solo de uma forma sólida e concisa, em 2011. Após várias experiências sonoras e estéticas, surgiu o “casamento” entre a sonoridade e a poesia/escrita ao seviço das canções, num formato de cantautor mas no universo Pop. Há, inclusive, adaptações de poemas de autores como José Gomes Ferreira e Alejandra Pizamik.

O álbum “Liberdade” é composto por 11 temas com um som alternativo, profundo e muito poético. A mensagem, muitas vezes desafiante para quem canta, é altamente estimulante para quem ouve e, embebido na harmonia dos instrumentos, remete para um local sem limites, onde reina o puro Rock ‘n’ Roll.

Para download do álbum

https://play.google.com/store/music/album/Miguel_Corvo_Liberdade?id=Bzare4zyx7nblgi7lrjsepqb76m


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 22:28
link do post | favorito

MOITA ESTÁ DE MARÉ CHEIA

Maré Cheia destaca 25 Anos de Leitura Pública no Concelho da Moita

A Agenda de Eventos no Concelho da Moita, “Maré Cheia”, edição de junho, já está disponível para ser consultada, em www.cm-moita.pt, e também, na versão em papel, nos locais habituais.

Neste mês de junho, a Maré Cheia destaca, nas suas páginas do À Lupa”, os 25 Anos de Leitura Pública no Concelho da Moita. Conheças as iniciativas que a Câmara Municipal da Moita preparou para assinalar este marco importante e participe.

O IV BB Blues Fest, os espetáculos de dança e teatro, as feiras “Artes e Talentos” e “Abra a Bagageira”, as atividades desportivas, os passeios no varino “O Boa Viagem”, a Biblioteca Estival e tantos outros eventos preenchem as páginas da rubrica “Vai Acontecer…”.

Nas “Cumplicidades”, a Maré Cheia deixa-lhe as habituais sugestões de um livro, um CD, um filme e também um site.

A multiculturalidade é uma das características do concelho da Moita. A riqueza da diversidade de culturas, usos e costumes, saberes e tradições mostra-se, em junho, nas freguesias do Vale da Amoreira, com as Festas Multiculturais em Honra de São João Batista, e de Alhos Vedros, com o Culturfest. Saiba mais pormenores em “Aqui Tão Perto”.

A Quinzena Gastronómica do Concelho da Moita “Sabores de Cá”, que irá decorrer entre 6 e 21 de junho, é o tema dos “Sabores & Saberes” desta Maré Cheia.

Se pretende receber a Maré Cheia em sua casa, todos os meses, contacte o Gabinete de Informação e Relações Públicas da Câmara Municipal da Moita, através do e-mail: informacao-rpublicas@mail.cm-moita.pt ou do telefone 212806715.



publicado por Carlos Gomes às 14:26
link do post | favorito

MOITA DÁ FORMAÇÃO PARA A LEITURA NA ESCOLA

“Educação Literária e Formação de Leitores na Escola” na Biblioteca da Moita

“Educação Literária e Formação de Leitores na Escola” é o tema da Ação de Formação agendada para o dia 1 de junho, entre as 14:00h e as 18:00h, na Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça, na Moita, protagonizada pelo professor José António Gomes.

Ação de Formação com José António Gomes

Esta ação é dirigida a professores de vários níveis de ensino, educadores de infância, animadores, técnicos de biblioteca, bibliotecários e todos os interessados pela leitura, e tem entrada gratuita, mediante inscrição prévia na biblioteca (T: 210817040).

João Pedro Mésseder é o nome literário de José António Gomes, Professor Coordenador, doutorado em literatura, na Escola Superior de Educação do Porto, onde tem trabalhado na formação de professores. É também investigador do Centro de Literatura Portuguesa da Universidade de Coimbra, do Centro de Investigação e Inovação em Educação da ESE do Porto e da Rede Temática “As Literaturas Infantis e Juvenis do Marco Ibérico e Ibero-americano”.

Publicou estudos sobre literatura portuguesa e literatura para a infância e a juventude e sobre educação literária e formação de leitores e, com o seu nome literário, cerca de trinta obras de criação. Entre outras distinções, ganhou os prémios M.ª Amália Vaz de Carvalho, de poesia, pelo livro “Fissura” (Caminho, 2000), e Bissaya Barreto de Literatura para a Infância, com a obra “Pequeno Livro das Coisas” (Caminho, 2012). É autor de vários outros livros, de poemas e de narrativas, para crianças, jovens e adultos, como “Romance do 25 de Abril” (Caminho, 2007). Os seus últimos livros editados são “Tudo É Sempre Outra Coisa” (Caminho, 2014), e a nova edição (3.ª, revista e com novo design) de “Versos com Reversos” (Caminho, 1998; 2015),

No dia 2 de junho, o professor José António Gomes, mas “na pele” do escritor João Pedro Mésseder, vai estar na Biblioteca Escolar EB 2, 3 D. Pedro II, no âmbito da iniciativa “Escolas a Ler”.



publicado por Carlos Gomes às 14:22
link do post | favorito

REGATA VOLVO OCEAN RACE: BARCOS CHEGAM A LISBOA AO AMANHECER

Team Brunel mais rápido no regresso da Volvo Ocean Race à Europa

Depois de nove dias a atravessar o Atlântico, as seis equipas chegaram a Lisboa durante as primeiras horas de ontem, dia 27 de maio, numa manhã marcada por vento fraco que obrigou os barcos a manobras surpreendentes para atingirem a linha de chegada instalada em frente à Doca de Pedrouços – quartel-general da Volvo Ocean Race Lisboa.

Team_Brunel

A luta pelo primeiro lugar foi renhida, entre o Team Brunel e a equipa espanhola Mapfre, com os holandeses a levarem a melhor. Passavam nove minutos das cinco da manhã quando o Team Brunel, comandado pelo skipper Bouwe Bekking, cruzou a linha de chegada, vencendo a sétima etapa da Volvo Ocean Race. “A equipa está bastante satisfeita com o resultado da prova” disse Bekking na conferência de imprensa que reuniu os skippers de todas as equipas. “Já atravessei o Atlântico umas 80 vezes mas nunca tinha feito uma viagem tão calma” afirmou convicto.

Vinte e dois minutos depois foi a vez do Team Mapfre fazer a festa do segundo lugar, com as celebrações a cargo do skipper Iker Martinez. A formação do país vizinho mostrou-se “ muito feliz com o 2º lugar e por estar novamente na Europa. Há doze meses nem barco tínhamos, e hoje atingimos excelentes resultados. Todos trabalhámos muito e divertimo-nos bastante juntos”, garantiu Martinez. A luta acesa foi entre o Team Alvimedica – comandada pelo estreante Charlie Enright – que se adiantou na última manobra ao alinhar com a linha de chegada, assegurando o terceiro lugar, relegando o Dongfeng Race Team para a quarta posição. Os norte-americanos acabaram por ser a surpresa do dia, e admitiram ter usado a experiência recolhida entre Abril e Maio de 2014, quando instalaram a sua base de treino na Doca de Alcântara em Lisboa. “O conhecimento da recta final desta etapa permitiu-nos navegar junto à costa. Recolhemos daí vantagem e esse foi o nosso truque”, desvendou Enright. Em contrapartida, os chineses mostraram-se desiludidos com o quarto lugar alcançado (depois de dois primeiros lugares nas chegadas a Sanya e Newport). Charles Caudrelier admitiu alguns erros, e destacou a inexperiência da sua tripulação relativamente aos segredos dos mares portugueses. “Há dois dias estávamos em primeiro lugar, e depois tivemos alguns contra-tempos que nos atrasaram. Quando retomámos o rumo já nos tinham ultrapassado” lamentou o skipper francês.

O Team Abu Dhabi Ocean Racing, vencedor da tirada transatlântica da última Volvo Ocean Race acabou por chegar à Doca de Pedrouços em quinto lugar, com o Team SCA a fechar a contabilidade na sexta posição, concluindo a sua travessia desde Rhode Island às 9h32 da manhã desta quarta-feira.

Foi também durante a útima madrugada que o Volvo Ocean 65 do Team Vestas Wind chegou à Race Village da Volvo Ocean Race Lisboa... mas por terra. Os dinamarqueses foram forçados a suspender a sua participação na regata logo no decorrer da segunda etapa, ao encalharem e danificarem gravemente a embarcação num recife ao largo das Ilhas Maurícias. Depois de meses a ser reparado em Itália, nos estaleiros da Persico, o barco está finalmente pronto para retomar a partir de Lisboa e já de olhos postos na vitória em Lorient.

A largada rumo a França acontecerá a 7 de junho, percorrendo a frota um percurso ao longo de toda a costa lisboeta até ao Terreiro do Paço, seguindo depois em direcção a Lorient, naquela que será a mais curta etapa da prova, com apenas 647 milhas náuticas. Antes disso, a partir de 4 de junho, os barcos voltam ao rio Tejo para as primeiras regatas de treino (dia 4) e Pro-Am (4 e 5), estando o dia 6 reservado à realização da Regata In-Port.

A Classificação Geral da Volvo Ocean Race fica assim definida após a chegada a Lisboa:



publicado por Carlos Gomes às 00:15
link do post | favorito

Quarta-feira, 27 de Maio de 2015
BANDA DE CAMPO DE OURIQUE MARCA O RITMO DE HIP HOP/RAP

Kampton Squad Collective marcam ritmo com novo álbum

“Kollectivo” é o novo álbum dos Kampton Squad Collective, editado em formato digital no passado dia 18 de maio com o selo da Music In My Soul. O videoclipe de “Área Restrita”, o single de apresentação deste trabalho, vai somando visualizações no YouTube. O grupo lisboeta pretende marcar o ritmo do verão, a promover o trabalho pelo país.

KamptonSquadCollective_FotoPromocional

Kampton Squad Collective é um projeto de Hip Hop/Rap português e crioulo, de Lisboa (zona de Campo de Ourique). O grupo surgiu por volta de 2010, embora alguns elementos já tivessem iniciado a atividade no movimento (Hip Hop) há mais tempo. Verbalshot, Zeblek, Stick Clek e MC Escriba são os principais representantes, contando com a participação regular de Ziki, Ari Gomes, Mad One e Kuza Bruto.

Os Kampton Squad Collective têm realizado projetos em comum com vários artistas e grupos, como é o caso de Souza Mentis Afro, Dominus Família, Mortex DF, Ilibado, Ari Gomes, Romi Anauel e The Jeiters. Já o primeiro concerto do grupo aconteceu em março de 2013, na Academia Dramática Familiar (Algés).

CD “Comunicação Verbal”, Mixtape “Encontro de Gerações”, Mixtape “Fuck Vips”, CD “Comunicação Verbal”, CD “Crimes por Contar vol.1”, Mixtape “Dark Side”, Mixtape “Terapia”, Mixtape “Dinamite vol.1”, Mixtape “Páginas de Rua – 2013”, Mixtape “A.T.I.R.O.N.O.E.S.C.U.R.O – 2014”, CD “Clima dos Anos 90 – 2014” e “Kompilação KS Kristhmas Vol.I, II, III – 2013” são os trabalhos que os Kampton Squad Collective já editaram a título individual e enquanto grupo.

Com inspiração nas vivências marcantes do dia a dia, bem como em artistas nacionais e internacionais de renome, procuram revolucionar o Hip Hop “tuga” e deixar a sua marca. Maio de 2015 trará um novo trabalho, com 12 temas cheios de ritmo e intenção, sempre com mensagens em português e para os portugueses.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 23:47
link do post | favorito

MUSEU DA CARRIS MOSTRA ÁFRICA EM LISBOA

De 27 a 31 de Maio, no Museu da Carris

Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé marcam presença no “África em Lisboa”, evento que tem lugar no Museu da Carris, entre hoje e 31 de maio, e mostra o melhor das artes performativas, moda, artesanato e gastronomia destes cinco países de ritmos, cores, cheiros e sabores apaixonantes.

Um mercado de marcas e produtos africanos e uma área de gastronomia, com ementas típicas dos países representados, além de espetáculos musicais, teatro, dança, exposições de pintura, escultura e fotografia, tertúlias literárias, moda e acessórios, juntam-se no mesmo espaço, no coração da capital portuguesa, para reavivar sensações aos africanos que moram em Portugal, arrebatar os portugueses que amam África e cativar os inúmeros turistas estrangeiros que visitam Lisboa.

Cada dia terá um país em destaque e, também, momentos de fusão da cultura africana com a portuguesa, numa exaltação à partilha dos percursos quotidianos dos vários povos.

África em Lisboa é paixão!

África em Lisboa

27 a 31 de Maio

Quarta a sexta-feira :: 18h00-00h00

Sábado e domingo :: 13h00-00h00

Museu da Carris | Rua Primeiro de Maio, 101-103, 1300-472 Lisboa

Bilhetes:

+ 6 anos:: 5 €/dia

Passe Família/dia (4 pessoas: dois adultos e dois menores 12 anos):: 18 €

Passe 5 dias:: 22 €

Locais de venda:: Bilheteira no local  

https://www.facebook.com/africandoemlisboa


tags:

publicado por Carlos Gomes às 23:42
link do post | favorito

PARTIDO ECOLOGISTA “OS VERDES” REÚNE CONVENÇÃO EM LISBOA

Realiza-se nos próximos dias 29 e 30 de Maio em Lisboa (Fórum Lisboa) a 13ª Convenção do Partido Ecologista Os Verdes.

Esta 13ª Convenção do PEV decorre num momento particularmente importante da vida política nacional, onde a construção, tão necessária, de uma alternativa em Portugal não pode dispensar o contributo deste projeto ecologista com 32 anos de lutas e conquistas consolidadas. Daí, Os Verdes terem adotado para lema da sua Convenção “Respostas Ecologistas – Juntos Conseguimos!”.

13CPEV_banner_email-1

Os trabalhos começarão na sexta-feira, dia 29 de Maio, com o início da Convenção às 21.30h e a intervenção de abertura marcada para as 22.00h, proferida pela dirigente nacional Manuela Cunha, onde será feito o balanço da intervenção política do PEV nos últimos 3 anos. No sábado, 30 de Maio, Os Verdes destacam os debates que decorrerão em torno da Moção de Ação Política – intervenção feita por Heloísa Apolónia, a partir das 10.00h - que definirá a estratégia dos Verdes para o futuro próximo, e das Moções Setoriais, sendo que a intervenção de encerramento, a cargo do dirigente José Luís Ferreira, está prevista para as 18.00h.

Antes da sessão de encerramento, realizar-se-á uma homenagem ao Cante Alentejano, património da humanidade pela UNESCO, que contará com a presença do Grupo Coral “Os Mainantes de Pias”.

Acompanhamento da convenção pelos jornalistas: no sentido de criar as melhores condições possíveis para acompanhamento da Convenção por parte da comunicação social, agradece-se que os senhores e senhoras jornalistas contatem previamente Os Verdes, através da assessoria de imprensa (Maria Luís Nunes – 917 462 769) e/ou, nos dias da Convenção, se dirijam ao balcão de receção para entrega dos cartões de identificação.



publicado por Carlos Gomes às 18:57
link do post | favorito

FEIRA INTERNACIONAL DO ARTESANATO COMEÇA NO PRÓXIMO MÊS

A Feira Internacional de Artesanato (FIA) de Lisboa decorre de 27 de junho a 5 de julho de 2015, na FIL. É a maior feira de artesanato da Península Ibérica e apresenta um programa variado com workshops, exposições, atividades lúdico-culturais, feira de gastronomia e doçaria, entre outras atividades.

feira-internacional-de-artesanato-de-lisboa_bg

Na edição de 2015, comemora-se o 27º aniversário da Feira Internacional de Artesanato de Lisboa. Vão estar presentes na feira mais de 30 países.

Os visitantes poderão visitar e conhecer exemplos de artesanato nacional e internacional, desde o estilo mais tradicional até ao contemporâneo.

Preços dos Bilhetes

  • Individual - 5,00 euros
  • Estudantes, Cartão Jovem, Seniores (>65 anos) - 2,50 euros
  • Crianças até aos 10 anos - entrada gratuita

Horário de Funcionamento

De 27 de junho a 5 de julho de 2015:

  • Área Exposicional - das 15h00 às 24h00
  • Área Gastronomia - das 12h30 às 24h00?
  • Montagem da feira: 24 de junho das 15h00 às 20h00 / 25 e 26 de junho das 8h00 às 20h00
  • Desmontagem da feira: 6 e 7 de julho das 8h00 às 20h00


publicado por Carlos Gomes às 12:50
link do post | favorito

Terça-feira, 26 de Maio de 2015
FÓRUM CULTURAL DA BAIXA DA BANHEIRA RECEBE CONCERTO DA ORQUESTRA GERAJAZZ

No âmbito do IV BB Blues Fest

Integrado já no IV BB Blues Fest, no dia 29 de maio, pelas 15:00h, vai subir ao palco do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, a Gerajazz – Orquestra Geração.

Gerajazz

No âmbito do programa Orquestra Geração, criado em 2007 e que aplica em Portugal a metodologia do “El Sistema” da Venezuela, foi alargado o espectro de oferta musical e, com a colaboração do Hot Clube de Portugal, surgiu um seminário de dois dias onde os instrumentistas de sopro estudam intensamente o Jazz. Muitos grandes talentos se têm afirmado neste campo da música e, agora, com o apoio da Fundação BNP PARIBAS, é possível acelerar a formação, sempre com a colaboração do Hot Clube de Portugal, organizando-se quatro workshops anuais e estabelecendo a meta de, nos próximos três anos, se constituir uma Jazzband com mais de vinte músicos.

A Gerajazz tem atuado em cerimónias oficiais como o Dia Internacional de Nelson Mandela, que decorreu na Assembleia da República, nos Encontros de Jazz da Amadora, no Teatro de S. Luís e também no próprio Hot Clube de Portugal, verdadeira catedral do Jazz em Portugal. O BB Blues Fest tem também valorizado esta orquestra que se tem apresentado, anualmente, no Fórum Cultural, com um repertório de clássicos de Blues e Jazz.

A Orquestra Gerajazz tem como principais objetivos promover a inclusão social das crianças e jovens de bairros social e economicamente mais desfavorecidos, combater o abandono e o insucesso escolar, promover o trabalho de grupo, a disciplina e a responsabilidade para uma melhor cidadania, promover a autoestima das crianças e das suas famílias, contribuir para a construção de projetos de vida dos mais novos e promover ainda o acesso a uma formação musical que seria impossível para a maioria das crianças e jovens que vivem em contextos de exclusão social e urbana.

Este espetáculo tem entrada gratuita, mas limitada ao número de lugares disponíveis. Reserve já o bilhete no Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira.

Recorde-se que o IV BB Blues Fest, promovido pela Associação BB Blues Portugal, Câmara Municipal da Moita e União de Freguesias da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira, vai realizar-se, este ano, entre 18 e 21 de junho, em vários espaços do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo e no parque José Afonso, na Baixa da Banheira.

Acompanhe o IV BB Blues em www.bbbluesfest.com.pt, www.cm-moita.pt, www.facebook.com.bbbluesfest e www.facebook.com/cmmoita

Horário da Bilheteira do Fórum Cultural: 

De 3ª a sábado – 14:30h às 19:30h 

Dias de espetáculo e cinema  – uma hora antes do início do espetáculo ou sessão.

Os bilhetes podem ainda ser reservados, através do telefone 210 888 900, no horário de funcionamento da bilheteira. As reservas têm de ser levantadas, no máximo, até 1h antes do início do espetáculo, com um limite de cinco bilhetes por reserva.  



publicado por Carlos Gomes às 15:41
link do post | favorito

Segunda-feira, 25 de Maio de 2015
VOLVO OCEAN RACE LISBOA ABRE AS PORTAS AO PÚBLICO

A Race Village da Volvo Ocean Race Lisboa já abriu as suas portas ao público.

A inauguração oficial contou com a presença do Almirante Macieira Fragoso, Chefe do Estado-Maior da Armada e Autoridade Marítima Nacional, do Secretário de Estado do Mar, Manuel Pinto de Abreu, do Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, do Presidente da Câmara Municipal de Oeiras, Paulo Vistas, da Presidente do Conselho de Administração do Porto de Lisboa, Marina Ferreira, de Tom Touber, Chief Operating Officer da Volvo Ocean Race e deAlfredo Casimiro, da Urban Wind.

unnamed

“Lisboa tem um enorme potencial para eventos ligados ao mar e esta é uma oportunidade fantástica para posicionar a capital portuguesa no panorama mundial da vela e da organização de eventos. Temos tudo para fazer deste o maior e melhor stopover da história da Volvo Ocean Race e garantir uma relação duradoura entre esta prova e a cidade”, sublinhou José Pedro Amaral da Urban Wind.

A entrada é gratuita e entre os dias 25 de maio e 7 de junho, os portugueses terão à sua disposição mais de 50 artistas, entre eles, Carminho, Miguel Araújo, Capitão Fausto, Carlão, Frankie Chavez, Legendary Tiger Man, Blasted Mechanism, Ala dos Namorados, Mikkel Solnado, Sara Tavares e Ana Free. A Race Village da Volvo Ocean Race oferece ainda uma série de atividades ligadas à cultura, à vela e ao desporto, igualmente gratuitas e pensadas para animar os visitantes durante estes dias de celebração da cidade e dos mares. Consultar agenda oficial de atividades emhttp://volvooceanracelisbon.com/race-vilage/agenda/

Desde a partida de Alicante, em outubro de 2014, as equipas Dongfeng Race Team, Team SCA, Team Brunel, Team Alvimedica, Abu Dhabi Ocean Racing, Team Vestas Wind e Desafio MAPFRE já percorreram o mundo em condições extremas de sobrevivência. A chegada das equipas a Lisboa, que marca o tão esperado regresso à Europa, está prevista para o dia 27, quarta-feira.

Como chegar à Volvo Ocean Race Lisboa?

A organização da Volvo Ocean Race Lisboa aconselha os visitantes a chegar até à Race Village via transportes públicos, nomeadamente através da CP, linha de Cascais, saindo na estação de Algés e passando pelo acesso pedonal subterrâneo para o lado Rio.

A entrada no recinto será feita por uma única entrada na Avenida Doutor Alfredo Magalhães Ramalho, junto à rotunda do IC 17 – CRIL.

Para quem deseja deslocar-se em viaturas próprias, o acesso mais indicado será via viaduto do IC 17 – CRIL e estacionar no parque de estacionamento gratuito da Volvo Ocean Race construído para o efeito no Passeio Marítimo de Algés com capacidade para 1000 lugares.

O estacionamento para pessoas com mobilidade reduzida será feito mesmo na entrada do recinto na Avenida Doutor Alfredo Magalhães.

A partir de dia 24 de maio, o estacionamento estará condicionado na Avenida Brasília, entre a Fundação Champalimaud e a rotunda da IC 17 - CRIL.



publicado por Carlos Gomes às 21:02
link do post | favorito

TÁXIS COLETIVOS AJUDAM A DESCONGESTIONAR O TRÂNSITO NAS GRANDES CIDADES

A eventual implementação do sistema de táxis coletivos poderá constituir um meio de reduzir o tráfego automóvel nas grandes áreas urbanas como Lisboa, ao mesmo tempo que aumenta a oferta de transporte público como todas as vantagens para o ambiente e os cidadãos nas suas deslocações.

Taxi

Lisboa dispõe atualmente cerca de 3.500 táxis licenciados pela Câmara Municipal de Lisboa, por vezes retidos nas respetivas praças aguardando clientes ou circulando sem passageiros.

À semelhança dos demais transportes públicos, o táxi coletivo utiliza um itinerário fixo, aplicando uma tarifa ligeiramente acima do transporte público convencional – autocarro ou elétrico – proporcionando ao utente uma viagem mais rápida até ao destino.

Em regra, os itinerários dos táxis coletivos complementam os demais meios de transporte, fazendo interface nos terminais de autocarros e estações de metro.

O sistema de táxis coletivos é utilizado com sucesso em diversas cidades dos mais variados continentes, nomeadamente nalgumas capitais europeias como Atenas. Com a sua utilização, a quantidade de viaturas a circular com apenas um condutor tenderá a reduzir-se como as vantagens para o ambiente e a gestão do tráfego urbano.



publicado por Carlos Gomes às 15:00
link do post | favorito

PARTIDO PAN PROPÕE NA ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE LISBOA SISTEMA DE PARTILHA DE BICICLETAS

 

PAN propõe BikeSharing como pontapé de saída do plano global de mobilidade em bicicleta

O PAN - Pessoas-Animais-Natureza defendeu na Assembleia Municipal de Lisboa, através do deputado Miguel Santos, a instalação de um sistema de BikeSharing em Telheiras para colmatar um problema de estacionamento e acessibilidade. O parecer, que passou por unanimidade, incluiu uma solução mais barata, ecológica, sustentável e saudável, que permitirá a deslocação rápida, flexível e confortável dos moradores da zona de Telheiras. Pretende-se que, a bicicleta e o metro, em conjunto, permitam a deslocação rápida dos cidadãos até aos vários destinos.

201412231856_pan

Ao contrário do que tem vindo a acontecer noutras cidades europeias, onde a mobilidade assenta cada vez mais em opções mais ecológicas e sustentáveis, como a utilização dos transportes públicos e/ou a utilização da bicicleta, em Lisboa continua a existir uma enorme pressão no que respeita a utilização da viatura individual.

Apesar de se terem vindo a verificar alguns esforços da autarquia no que respeita à implementação de infraestruturas para a utilização da bicicleta, o PAN considera que há ainda muito a fazer para tornar Lisboa uma cidade mais sustentável ao nível da mobilidade.

A situação presente da zona de Carnide e Telheiras é um exemplo desta situação. Apesar de existir uma estação de metro, esta acaba apenas por servir uma parte desta área, pelo que muitas vezes os seus moradores não encontram outra alternativa que não seja a utilização do transporte individual. Esta solução acarreta problemas ao nível do trânsito e do estacionamento tal como é descrito pela petição "Petição à Assembleia Municipal de Lisboa a exigir a construção de um parque de estacionamento no lote de terreno ladeado pelas ruas Augusto Macedo, Pires Jorge e Manuel Rodrigues Silva, na Quinta dos Inglesinhos, em Carnide/Telheiras".

O PAN recomenda então que se criem centros de estacionamento para estas bicicletas partilhadas, para que os moradores possam utilizá-las livremente para circular de um ponto "A" a um ponto "B", deixando a bicicleta no estacionamento também disponível nesse ponto de destino.

Problemas ao nível do trânsito e do estacionamento tal como é descrito pela petição "Petição à Assembleia Municipal de Lisboa a exigir a construção de um parque de estacionamento no lote de terreno ladeado pelas ruas Augusto Macedo, Pires Jorge e Manuel Rodrigues Silva, na Quinta dos Inglesinhos, em Carnide/Telheiras".

O PAN recomenda então que se criem centros de estacionamento para estas bicicletas partilhadas, para que os moradores possam utilizá-las livremente para circular de um ponto "A" a um ponto "B", deixando a bicicleta no estacionamento também disponível nesse ponto de destino.

“Naturalmente que uma solução deste tipo será mais barata e sustentável do que a criação de mais um estacionamento para automóveis. Adicionalmente constata-se que as recomendações da União Europeia vão precisamente no sentido de se encontrar e incentivar formas de mobilidade mais sustentáveis”, reforça André Silva, Porta-voz do PAN.

Um Projeto Piloto para o plano global de mobilidade em bicicleta

A cidade de Lisboa necessita de um sistema de bikesharing indo ao encontro de um plano global de mobilidade em bicicleta. (1) Na perspetiva do PAN a situação problemática ao nível do estacionamento na zona de Carnide / Telheiras poderia ser utilizada como uma oportunidade de se implementar uma solução diferente e com resultados visíveis como aqueles que se verificam nas cidades europeias onde esta solução já se encontra ativa há alguns anos.

De acordo com o The Economist, a maioria dos sistemas de partilha de bicicletas estão na Europa. Ainda assim, há mais bicicletas disponíveis na Ásia – só a China tem 350 mil bicicletas partilhadas. (2)

Os Estados Unidos, por outro lado, tinham em 2012 cerca de 21 sistemas e 8.500 bicicletas disponíveis, mas é provável que este número chegue às 37 mil no próximo ano. (2)

Em Londres, o sistema tem 8.000 bicicletas disponíveis e será melhorado com outras duas mil até ao final do ano. Em Paris, os números são muito impressionantes: desde 2007, já foram feitas 173 milhões de viagens de duas rodas. (2)

(1) http://www.cenasapedal.com/2010/12/06...

(2)greensavers.sapo.pt/2013/10/22/sistema-d¬e-partilha-de-bicicletas-ja-chega-a-500-¬cidades-mundiais-lisboa-continua-fora-da¬-lista/

Sobre o Partido Pessoas-Animais-Natureza – PAN

O PAN - Pessoas-Animais-Natureza é um partido político português, inscrito junto do Tribunal Constitucional (TC) desde 13 de Janeiro de 2011. A sua missão é criar uma sociedade onde todos os seres sencientes, humanos e não humanos, possam viver em paz e felicidade, numa harmonia tão ampla quanto possível, em ecossistemas saudáveis e sustentáveis. Nas eleições legislativas de 2011, o PAN obteve um total de 57.995 votos (1,04%). Desde então, tem participado em todos os atos eleitorais realizados em Portugal e já elegeu 1 deputado regional na Madeira, 6 deputados municipais e 3 deputados de freguesia. Em Outubro de 2014, o PAN elegeu uma nova direção que promoveu alterações à forma de organização e funcionamento do partido. O símbolo do PAN representa a unidade e interdependência das três causas que defende como uma só (pessoas, animais, natureza), com a mão humana aberta, generosa, interventiva e solidária que se ergue da Terra para o Céu, as patas animais e as folhas, componentes inseparáveis de uma Árvore da Vida que se expande e cresce para abraçar o mundo.



publicado por Carlos Gomes às 14:18
link do post | favorito

PARTIDO PAN PROMOVE EM LISBOA DEBATE SOBRE O ESTADO DA PROTEÇÃO ANIMAL EM PORTUGAL



publicado por Carlos Gomes às 11:22
link do post | favorito

Domingo, 24 de Maio de 2015
GENTES DE ARGANIL REALIZAM NA COVA DA PIEDADE MAIS UMA EDIÇÃO DO FESTIVAL DE FOLCLORE DO SOITO DA RUIVA

O Grupo de Danças e Cantares de Soito da Ruiva, do concelho de Arganil, levou hoje a efeito no concelho de Almada o seu V Festival de Folclore. A atuação teve lugar nas magníficas instalações da Sociedade Filarmónica União Artística Piedense e contou ainda com a participação da Banda Filarmónica de Pomares – Arganil, Grupo de Danças e cantares Genuínos da Serra D’Arga – Caminha, Rancho Folclórico Camponesas do Alva – Oliveira do Hospital e do Rancho Folclórico Honra e Glória, do concelho do Seixal, além do grupo organizador do evento.

FolcloreSoitoRuivaArganil 015

Os grupos concentraram-se do Largo 5 de outubro, na Cova da Piedade, e desfilaram em direção ao pavilhão desportivo daquela coletividade onde atuaram e fizeram o gáudio da enorme assistência que assistiu e aplaudiu com entusiasmo.

Com quinze anos de existência, o Grupo de Danças e Cantares de Soito da Ruiva representa os usos e costumes das gentes da região de Arganil, situado na zona serrana da Beira Litoral, no Distrito de Coimbra. Por ocasião da inauguração de uma estrada em Soito da Ruiva, tendo-se deslocado ao local para a sua inauguração o então Presidente da Câmara Municipal de Arganil, Eng. Rui Silva, decidiram então as gentes da localidade receber as entidades oficiais com os seus trajes caraterísticos. E, a partir de então, não mais pararam de representar as tradições da sua terra, participando inclusivamente em eventos de grande nomeada como a Feira Internacional de Artesanato e a Bolsa de Turismo de Lisboa.

FolcloreSoitoRuivaArganil 035

Situado na margem sul do rio Tejo, o concelho de Almada constitui um dos locais de fixação de muitas comunidades migratórias do nosso país, com predominância para as gentes do Alentejo e Algarve, mas também com uma forte presença de minhotos e arganilenses, razão pela qual os componentes dos grupos folclóricos participantes neste evento se sentiam bastante familiarizados com os autarcas locais e a população em geral.

FolcloreSoitoRuivaArganil 003

FolcloreSoitoRuivaArganil 034

FolcloreSoitoRuivaArganil 037

FolcloreSoitoRuivaArganil 041

FolcloreSoitoRuivaArganil 059

FolcloreSoitoRuivaArganil 063

FolcloreSoitoRuivaArganil 065

FolcloreSoitoRuivaArganil 070

FolcloreSoitoRuivaArganil 088

FolcloreSoitoRuivaArganil 090

FolcloreSoitoRuivaArganil 093



publicado por Carlos Gomes às 21:43
link do post | favorito

PESCADORES REALIZAM ENCONTRO EM FÁTIMA

cartazes festa dos pescadores (3)



publicado por Carlos Gomes às 14:21
link do post | favorito

Sábado, 23 de Maio de 2015
LIMIANOS FAZEM ROMARIA MINHOTA EM LISBOA



publicado por Carlos Gomes às 21:36
link do post | favorito

MINHOTOS LEVAM FOLCLORE E ALEGRIA A LOURES



publicado por Carlos Gomes às 21:33
link do post | favorito

MINHOTOS EXIBEM FOLCLORE EM OEIRAS



publicado por Carlos Gomes às 21:26
link do post | favorito

MINHOTOS EM LISBOA REALIZAM FESTIVAL DE FOLCLORE



publicado por Carlos Gomes às 21:21
link do post | favorito

INATEL JUNTA EM LISBOA CENTENAS DE TOCADORES DE INSTRUMENTOS MUSICAIS TRADICIONAIS

É de Fones! – eis a designação da iniciativa que, pela primeira vez, juntou no Rossio mais de meio milhar de tocadores de diversos instrumentos da música tradicional, numa organização do INATEL integrada no âmbito das comemorações do seu 80º aniversário e, cumprindo ainda desse modo a sua missão como entidade consultora da UNESCO para a salvaguarda do Património Cultural Imaterial.

Manif Transgenicos 020

Convergindo para a Praça D. Pedro IV, vulgo Rossio, partiram da Praça da Alegria os tocadores de cordofones; da Praça do Comércio os tocadores de aerofones, da Praça Luís de Camões os tocadores de membranofones e do Largo do Martim Moniz os tocadores de idiofones – é de Fones!

Manif Transgenicos 017

O evento juntou agrupamentos de música tradicional provenientes das mais variadas regiões do país, desde as Adufeiras da Casa do Povo de Paul ao grupo de Pedrinhas de Arronches, dos Gaiteiros da Xuventud de Galicia aos Chocalheiros de Vila Verde de Ficalho, dos tocadores de cavaquinho da Casa do Povo de Corroios às Gaitas da Golegã. A apresentação esteve a cargo de João Paulo Rodrigues e Pedro Alves.

“É de Fones!” foi um espetáculo de natureza popular consagrado à valorização do nosso património musical, tendo contado com a participação de músicos profissionais e amadores, tocadores populares, professores e alunos de música, concretizando-se numa verdadeira invasão da cidade pelos instrumentos musicais tradicionais, enriquecida pela diversidade sonora do território português.

Manif Transgenicos 019


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 20:12
link do post | favorito

PROTESTO CONTRA O MONOPÓLIO DAS SEMENTES GENETICAMENTE MODIFICADAS CHEGA A PORTUGAL

Protesto percorre ruas de Lisboa

Dezenas de pessoas desfilaram hoje nas ruas de Lisboa contra o monopólio das sementes geneticamente modificadas, a multinacional Monsanto e as consequências dessa política tanto na indústria farmacêutica como no domínio agroalimentar, incluindo o colapso das colónias de abelhas.

Manif Transgenicos 014

Trata-se de um tema politicamente transversal e bastante sensível nomeadamente para os agricultores, afetando também os consumidores e a população em geral que, contudo, não parece estar ainda suficientemente informada acerca desta problemática.

O Partido "Pessoas-Animais-Natureza (PAN) foi a única organização política a dar o seu apoio a esta iniciativa. Refira-se, contudo, que ainda muito recentemente, o partido “Os Verdes” apresentou na Assembleia da República uma proposta de Lei com vista a proibir o cultivo e comercialização de transgénicos em Portugal.

Manif Transgenicos 012

A nova Lei das Sementes

(Nota: ver a Declaração de Viena, de 24 de Novembro de 2013, o último apelo das organizações da sociedade civil europeia para travar a Lei das Sementes, que se encontra na última fase de discussão na Comissão AGRI do Parlamento Europeu. É previsto que seja votada na Comissão AGRI no início de Fevereiro 2014.)

Manif Transgenicos 010

Um resumo da nova Lei das Sementes e o contexto em que surge

As sementes de cultivo chamadas "livres", ou seja, as sementes que são produzidas e reproduzidas em quintas e hortas e não em laboratórios, perfazem mais de três quartos das sementes utilizadas na agricultura e horticultura. Guardar sementes é afinal uma prática milenar e é a melhor forma de adaptar as plantas a novas condições de clima e de solo. Preservando estas sementes livres, também apelidadas de tradicionais ou locais, é uma garantia para manter a nossa herança bio-cultural e para a segurança e soberania alimentares de todos os povos. Ninguém deveria ser obrigado a comprar as suas sementes, quando a natureza as dá com abundância!

Infelizmente, já há várias décadas que o rumo seguido tem sido outro. A indústria da semente, que consiste em poucas dezenas de empresas enormes - por ter comprado ou eliminado as centenas de empresas criadoras de sementes que existiam a seguir à IIa Guerra Mundial (já em 2007 apenas dez empresas controlavam mais de metade do mercado global das sementes ditas comerciais e apenas uma, a Monsanto, domina perto de um quarto (2)), tem protegido as suas sementes híbridas e transgénicas com direitos de propriedade intelectual cada vez mais fortes. As maiores empresas na indústria da semente são também gigantes dos agro-químicos, que vendem em "pacote" com as suas sementes. E tem feito lóbi para que a legislação nacional e internacional lhes seja favorável. A última revisão do tratado das plantas "protegidas", UPOV, já proíbe aos agricultores de reproduzir sementes que tenham comprado, obrigando-os assim a ir ao mercado ano após ano. Mas, ainda não ousou tocar nas sementes produzidas pelos próprios agricultores, porque, possivelmente, percebia que uma medida dessas podia causar mais fome e miséria em países que já sofrem destes males.

Mas a Comissão Europeia está prestes a conceder este último desejo à indústria da semente, com implicações para todo o mundo, por causa dos mercados globais. Em 2008, começou a reformular a legislação sobre a distribuição de sementes e plantas. Primeiro lançou novas directivas europeias que obrigavam a novas burocracias para quem quisesse vender sementes e que abriam o âmbito de aplicação da regulamentação europeia. Lançou uma directiva para começar a controlar também a distribuição de plantas de fruta e suas sementes, outra para a vinha, e três directivas especiais entre 2008 e 2010 para dar início ao controlo do mercado informal das sementes chamadas tradicionais ou locais. Resolveram dar a estas sementes, o nome de sementes de "conservação", remetendo assim três quartos de todas as sementes de cultivo no mundo, para um nicho pequeno e aparentemente "sem consequência".

Já desde 2002 (em Portugal desde 2004) que era obrigatório registar as variedades de plantas agrícolas que uma empresa de sementes pretendesse vender, no Catálogo Nacional de Variedades. Mas a legislação não se aplicava às sementes tradicionais e exceptuava também, como boa prática de governança, as sementes que os agricultores guardam nas suas quintas.

Com a nova Lei das Sementes, não só a Comissão Europeia pretende reunir as 12 directivas existentes sobre comercialização de sementes (na verdade são 15, pois foram criadas 3 novas desde 2008), num único Regulamento (bem mais restritivo que uma Directiva Europeia, pois sobrepõe-se à legislação nacional), como, de rampante, quer controlar todas as sementes de cultivo (perto de 300.000 espécies) em vez das 150 espécies que são as favoritas da agricultura industrial. Além disso, não se limita a quem quer comercializar sementes mas incluirá também todas as pessoas e entidades que produzem sementes.

As implicações das novas burocracias e do novo âmbito desta lei não foram objecto de estudo de impacto nem de discussão pública alargada. Mas basta olhar para as novas exigências para perceber que muita gente vai ter que desistir de produzir as suas próprias sementes, mesmo quando as disponibiliza gratuitamente, como é o caso das redes de preservação de sementes:

  • Qualquer pessoa ou entidade que pode ser considerada como produtor ou vendedor profissional de sementes, terá de se registar como "operador profissional". Até agora, apenas empresas criadoras ou fornecedoras de sementes eram consideradas operadores. Um agricultor que trabalha de alguma forma com sementes, teria de se registar!
  • Quem fornece sementes, tem de documentar como obteve as suas sementes, como as guarda, e a quem as dá ou vende (mesmo que não receba dinheiro). Terá de obedecer ainda ao novo Regulamento sobre Saúde das Plantas, cujo âmbito também alarga.
  • Quem fornece sementes, mesmo a título gratuito, terá de obedecer a regras de embalagem e de quantidades máximas (ambas ainda não especificadas).
  • Quem tem menos de dez empregados tem que obedecer às regras acima, mas não terá de registar as variedades de plantas que disponibiliza no Catálogo Nacional de Variedades (pelo menos na versão da proposta de Lei de Maio).
  • Quem não cabe neste chamado "nicho de mercado", terá de incorrer os custos e o peso administrativo de registar cada uma das suas variedades no Catálogo (por exemplo, uma associação de preservação de sementes com mais de dez empregados e que preserva 2.200 variedades, terá de registá-las todas!).
  • Como se isso não bastasse, as variedades de plantas tradicionais só poderão ser produzidas na sua "região de origem" (um conceito que não se aplica à realidade das plantas, já que a batata originalmente vem das Andes, o milho de México, e por exemplo o tomate coração de bói está a ser produzido em todo o território português).

As consequências da implementação da Lei das Sementes, como está agora, são imprevisíveis, mas potencialmente devastadoras. A biodiversidade, ferramenta essencial para a sobrevivência da humanidade, vai ser remetida a um "nicho de mercado", com restrições severas. Em vez de podermos contar com as centenas de milhares de variedades de plantas de cultivo tradicionais que ainda existem, vamos ter que depender das 19.000 variedades que a indústria da semente registou nos Catálogos Nacionais na Europa. Variedades que são na sua maioria híbridas, o que quer dizer que perdem as suas características após uma colheita, obrigando o agricultor a comprar sempre as suas sementes.

De seguida, apresentamos a nova Lei das Sementes em mais detalhe. Em anexo a esta página, encontrarão as propostas de lei e os pareceres de organizações da sociedade civil.

Manif Transgenicos 003

A Lei das Sementes em detalhe - actualizado Novembro de 2013

Um novo pacote de regulamentos para "aumentar a produtividade" e "controlar toda a cadeia alimentar" que vem substituir uma série de directivas anteriores

Em Maio de 2013, a Comissão Europeia aprovou uma proposta final para uma Lei das Sementes, concluindo um processo preparativo de cinco anos. A proposta para a nova Lei das Sementes, que virá substituir 12 + 3 (estas últimas específicas para sementes tradicionais e para a "preservação da biodiversidade") directivas europeias existentes em matéria de comercialização de sementes (vegetais e florestais) e outro material de propagação de plantas (como mudas, enxertos e clones), faz parte de um novo pacote legislativo que visa harmonizar todas as directivas para sementes, saúde das plantas, saúde animal e os controlos oficiais dos alimentos, rações, animais, sementes e plantas, reunindo-as em cinco Regulamentos. Um Regulamento difere de uma Directiva no sentido em que entra em vigor simultaneamente em todos os países da União Europeia, sobrepondo-se à legislação nacional, enquanto uma Directiva pode ser adoptada gradualmente.

A visão para este novo pacote legislativo é a de aumentar a produtividade da agricultura e de controlar toda a cadeia alimentar, desde a produção de sementes até à comercialização de todos os produtos resultantes. O paradigma que informa a legislação é o de uma agricultura intensiva, que pretensamente irá garantir a "segurança alimentar", "combater as alterações climáticas" e proteger os agricultores dos riscos de pragas e doenças. Estranhamente, não havia nenhuma indicação de problemas na forma como actualmente são produzidas e comercializadas as plantas comerciais. As queixas que se conheciam, eram precisamente dos agricultores biológicos, fortemente discriminados na actual lei e da parte da indústria, queixas de "concorrência desleal". Não há relatos de pragas e doenças propagadas por plantas tradicionais e os relatórios internacionais sobre o futuro da agricultura contradizem o argumento da segurança alimentar e do combate às alterações climáticas: criticam precisamente a agricultura intensiva pelos problemas ambientais e sociais que criou e elegem a agro-ecologia e a agricultura de pequena escala como o caminho a seguir (1).

A Lei das Sementes alarga de forma nunca vista o âmbito de aplicação da regulação: agora inclui a produção de sementes para além da comercialização, as actividades sem fins lucrativos, as sementes tradicionais e ainda as sementes usadas para fins ornamentais ou que não constem da lista existente de 150 espécies (Anexo I).

A Lei das Sementes abrange pela primeira vez para além da comercialização de sementes, também a sua produção e inclui no seu âmbito as sementes tradicionais ou regionais, chamadas na Lei "de conservação". Alarga também o âmbito da lei às actividades de produção e distribuição de sementes sem objectivo comercial (substituindo o termo anterior "visando a exploração comercial" pelo termo "disponibilizando no mercado", abrangendo actividades pagas e não pagas). Anteriormente a regulamentação apenas se aplicava a sementes comerciais. Por fim, outra novidade é que a Lei passa a abranger as variedades utilizadas apenas para fins ornamentais e as variedades que não constam do Anexo I (onde estão todas as variedades de plantas consideradas importantes para o cultivo). Esta nova aplicação implica que todas as espécies e géneros de plantas cultivadas (potencialmente 300.000!) terão de obedecer pelo menos às regras básicas deste Regulamento e às regras básicas do Regulamento sobre Saúde das Plantas.

O Regulamento vai obrigar a registar e/ou certificar todas as variedades de plantas que uma entidade pretenda produzir ou adquirir (no caso do retalho) para utilizar, trocar ou vender, com algumas excepções conquistadas à última devido ao protesto da sociedade civil.

As isenções conquistadas

Estarão fora do âmbito da nova Lei, os bancos de germoplasma, as entidades de investigação, entidades que estão a testar sementes, as organizações de preservação de sementes e as pessoas "leigas" (não profissionais), desde que não comercializem as suas sementes. Ao que parece, os agricultores não vão poder gozar da isenção, a menos que comprovadamente não comercializem as sementes que produzem. Ou seja, talvez possam utilizar as suas próprias sementes e trocá-las com outros agricultores, desde que sem objectivo comercial, mas isto ainda não foi definido. Em França, onde a lei das sementes já foi antecipada com uma interpretação mais restritiva das directivas existentes, os agricultores pagam "royalties" à indústria da semente, para "compensar" o facto de muitos agricultores (como é boa prática) utilizarem as suas próprias sementes e a organização de preservação de sementes Kokopelli está constantemente em tribunal a defender-se de acusações de "concorrência desleal".

Todos os indivíduos e organizações que comercializam sementes mas não empregam mais de 10 pessoas nem facturam mais de 2 milhões de euros por ano, estão dentro do âmbito da lei, mas não serão obrigados a registar (no Catálogo Nacional de Variedades) e certificar as sementes que colocam no mercado. Para esta categoria a Comissão Europeia criou o conceito de "nicho de mercado". Quem está neste nicho, terá de obedecer às chamadas "regras básicas", que incluem identificar e manter registo das variedades que colocam no mercado e das transacções que fazem. Devem também obedecer a normas de etiquetagem e distribuição (podendo apenas comercializar "quantidades pequenas" não especificadas ainda).

A figura do "operador profissional"

Cria-se a figura do "operador profissional", qualquer pessoa ou organização que no âmbito da sua profissão produz, reproduz, coloca no mercado sementes ou presta serviços de apoio a estas actividades. O operador tem que obedecer a normas, desde as condições para produzir e preservar sementes (ficando também abrangido pelas normas do novo Regulamento para Saúde das Plantas), passando pelo registo de todos os dados sobre estas sementes (incluindo de quem recebe e a quem cede ou vende sementes) até à forma de embalar e etiquetar as sementes. Não será obrigado a registar as suas sementes no Catálogo Nacional de Variedades se empregar menos de 10 pessoas e facturar menos de 2 milhões de euros/ano. Mas nesse caso apenas pode colocar no mercado "quantidades pequenas" (não especificadas ainda). Apenas retalhistas não serão obrigados a registar todas as pessoas a quem vendem sementes.

Obrigação de registar as variedades comercializadas no Catálogo Nacional

Quem não cabe na categoria de "pessoa leiga", entidade de investigação, rede de preservação de sementes ou no chamado "nicho de mercado", terá de registar (no Catálogo Nacional) e certificar as variedades de plantas que pretende colocar no mercado. Para quem coloca no mercado sementes tradicionais, as regras serão facilitadas, bastando uma Descrição Oficialmente Reconhecida" em vez da avaliação segundo os critérios DHE (distinguibilidade, homogeneidade e estabilidade) que regem o registo das variedades "melhoradas". Esta descrição pode ser dada pelo operador e confirmada pelas autoridades nacionais. Também não é preciso obedecer ao critério VAU (valor agronómico e de utilização), excepto no caso das sementes biológicas (para as quais se criou o conceito dúbio de "VAU sustentável"). O registo das variedades tradicionais / regionais obedecerá às seguintes restrições:

- Geográficas: a variedade apenas poderá ser produzida na sua Região de Origem (conceito dúbio pois a maioria das variedades importantes como o milho e o tomate, nem sequer são de origem europeia… Adicionalmente, quem gostaria de comercializar uma variedade obtida de fora da Europa, não vai conseguir registar esta variedade por não provir de uma região europeia).

- Históricas: apenas poderão ser registadas variedades que comprovadamente circulavam no mercado aquando da entrada em vigor da nova Lei (novamente um conceito dúbio tendo em conta que muitas variedades tradicionais não são colocadas no mercado). Esta restrição também elimina futuras variedades resultantes de novos processos de selecção e adaptação, o que consta um atentado inadmissível na biodiversidade.

Cria-se o termo "material heterogéneo" para fazer caber na nova Lei o material de propagação de plantas que não corresponde à definição de variedade (por exemplo para quem usa populações e não variedades, ou para plantas ornamentais).

Pequenos operadores gozarão de isenção nas taxas de registo, no entanto vai haver despesas com o registo como operador profissional, com os testes obrigatórios, com os processos administrativos e com a criação das etiquetas. Também não se sabe ainda se a isenção de pagamento de taxas se vai manter ao longo dos anos.

Comissão Europeia ganha poderes inéditos

Outra característica problemática da nova Lei das Sementes, para além da introdução confusa de novos termos vagos que pretendem fazer obedecer a variabilidade inerente à natureza, a leis de mercado (termos como "nicho de mercado", "valor agronómico e de utilização sustentável", "material heterogéneo", "colocação no mercado"), é o facto de existirem perto de 50 actos delegados e actos de implementação, dando à Comissão Europeia o poder arbitrário para mesmo depois da adopção da Lei, definir normas, adaptar a aplicabilidade da Lei ou de criar excepções, para "acompanhar a evolução técnica e económica do sector". Muitas das especificações do Regulamento, como o tamanho das embalagens, a definição de "quantidades pequenas", as normas de certificação e regras para os novos "nichos de mercado" e mesmo as definições como as de "operador profissional" e "material heterogéneo", foram remetidas para estes actos delegados, deixando a sociedade civil e os operadores mais pequenos inseguros quanto aos contornos finais da Lei das Sementes. Parece que ainda tudo pode acontecer.

Adicionalmente a nova Agência Europeia para as Variedades de Plantas (que virá substituir o actual Instituto Comunitário das Variedades Vegetais) passa a poder controlar as autoridades locais nos estados-membros em matéria de produção e comercialização de sementes. Juntamente com o tratado UPOV que protege os direitos intelectuais sobre plantas (e que dos países europeus apenas a Grécia não assinou) e o previsto Tratado de comércio livre entre EU e EUA, o TTIP, o controlo sobre e acesso à nossa herança bio-cultural vai passar a ser centralizado, com a Comissão Europeia e os EUA a decidir como se produzem e comercializam sementes, sem que para tal precisem de consultar os estados-membros e ainda menos os cidadãos europeus.

Desproporcionalidade da Lei das Sementes

A nova Lei das Sementes é uma legislação desproporcional. O aumento da burocracia que implica, não melhora a escolha do consumidor, que seria igualmente bem servido com um sistema de etiquetagem, como existe na alimentação. Acaba por não simplificar as regras, contrariamente ao que alega a Comissão Europeia, porque cria regras novas e alarga o âmbito da sua aplicação, por incluir a produção de sementes e não apenas a comercialização, por incluir a produção e distribuição de sementes sem objectivo comercial e ainda por querer regular as 300.000 espécies cultivadas. Desta forma, vai complicar e em muitos casos impossibilitar o trabalho de preservação da nossa biodiversidade. A burocracia e custos associados ao registo e certificação de sementes vão eliminar actores e por consequência também variedades do mercado e do campo. As isenções criadas não são suficientes, nem claras.

A nova Lei regula mais do que deveria regular: apresenta normas mais restritivas do que encontramos no sector alimentar. Regula inclusive a venda de sementes por indivíduos, quando a venda de outros objectos pessoais, como móveis ou roupas ou mesmo carros, é livre.

Indústria da Semente é favorecida pela nova Lei

A nova Lei não vai afectar a indústria da semente, que opera numa escala onde os custos e procedimentos administrativos não são factor impeditivo. Pelo contrário, vai beneficiá-la, eliminando a "competição" das variedades tradicionais e as variedades dos agricultores, que ainda perfazem três quartos das sementes utilizadas na agricultura no mundo, e dificultando enormemente a comercialização de variedades para a agricultura biológica. A nova Lei tem como objectivo aumentar a produtividade das variedades e não a sua diversidade. Tendo o estandarte industrial como o único estandarte válido para sementes e plantas, presta-se bem à uma agricultura intensiva, monótona, com poucas variedades que precisam de elevados insumos químicos.

A nova Lei vai criar barreiras à entrada no mercado das sementes, favorecendo as grandes empresas de sementes. As isenções criadas não oferecem uma alternativa de entrada por que só se aplicam a um pequeno número de actores e porque são frágeis e podem cair. A nova Lei vai permitir às empresas grandes exercerem a auto-certificação e controlo das suas sementes, que deixa de ser um serviço público. Esta privatização da regulamentação é extremamente gravosa.

Mesmo com as isenções criadas, a nova Lei das Sementes discrimina negativamente qualquer sistema de produção de sementes não industrial, porque as regras são feitas para as sementes comerciais actuais: híbridos que são muito homogéneos e estáveis, e que são produzidos por empresas e criadores que ou têm já uma certa dimensão, ou têm muita prática com a regulamentação para sementes. Os hibridos não se prestam à reprodução e adaptação (perdem as suas características ao fim de uma colheita), uma situação muito diferente da das sementes tradicionais, que estão em constante mutação. Esta discriminação a favor de sementes híbridas já existia nas directivas anteriores e contribuiu para a concentração do mercado das sementes nas mãos de um oligopólio (Três empresas - Monsanto, DuPont/Pioneer e Syngenta - controlam mais de 50% do mercado mundial (1).

Nova Lei não proporciona mais transparência

A nova Lei também não garante mais transparência. Mais uma vez, um sistema de etiquetagem teria bastado, como acontece com os alimentos, que são muito menos regulamentados e potencialmente mais nocivos para a saúde pública do que as sementes, que normalmente não são consumidas directamente. O registo de uma variedade por outro lado, não garante a sua disponibilidade no mercado nem informa sobre o desempenho da variedade em condições locais. Além disso, as sementes protegidas por direitos de propriedade intelectual podem ser registadas retendo informação sobre a sua produção, por motivos de confidencialidade.

Argumentos de "saúde pública" não são válidos

A nova Lei nem é justificável do ponto de vista da saúde pública e saúde das plantas. Se por um lado as sementes normalmente não são ingeridas directamente, por outro, a coexistência pacífica de plantas antigas ao lado de plantas melhoradas (com excepção dos transgénicos) no último século mostra que não há ameaças de maior que legitimem uma legislação tão severa. Adicionalmente, a questão do uso de pesticidas e fertilizantes químicos, potencialmente muito mais nocivos para a saúde pública e saúde das plantas, está a ser ignorada e a legislação premeia sementes preparadas para uma agricultura intensiva com insumos elevados de quimicos.

A biodiversidade será a primeira a perder com a nova Lei

As barreiras criadas para concorrer no mercado das sementes vão fomentar o abandono de variedades tradicionais, naturalmente mais variáveis e menos adequadas para uma produção industrial, a favor de sementes melhoradas consideradas mais "estáveis". As restrições históricas (que se aplicam a sementes existentes antes da entrada em vigor da lei mas também a sementes resultantes de novos processos de selecção e adaptação), geográficas e quantitativas para as sementes tradicionais vão ajudar a acelerar este abandono. Mesmo quem tenha o perfil para operar nos chamados "nichos de mercado", vai ter que obedecer a normas que podem ser impeditivas (como a identificação de todas as sementes utilizadas e o registo das transacções, para além das embalagens obrigatórias), arriscando-se a multas se não cumprir com as chamadas "regras básicas". Muitas das pessoas que estão nestes nichos, sobretudo agricultores e horticultores, não terão consciência da implicação da nova Lei. Estará instalada a confusão. No entanto não foi feito nenhum estudo de impacto para perceber quem e como ficaria afectado pela nova Lei.

Adicionalmente a obrigação de manter a fiabilidade da descrição oferecida aquando do registo de uma variedade no Catálogo é extremamente perigosa, contrariando as leis da natureza, nomeadamente a evolução das plantas. Esta insistência na homogeneidade vai resultar na eliminação de muitas variedades dos catálogos e representa uma grande insegurança para um operador pequeno que queira registar a sua variedade.

Parecer da Advogada-Geral do Tribunal Europeu de Justiça

Segundo um parecer da Advogada-Geral do Tribunal Europeu de Justiça (Janeiro 2012), emitido aquando do caso Kokopelli-Graines Baumaux (em que a organização de preservação de sementes tradicionais foi mais uma vez acusada de concorrência desleal), já a legislação existente sobre a produção e comercialização de sementes viola uma série de princípios importantes: o princípio da proporcionalidade (uma lei não deve regular mais do que necessário para atingir os seus objectivos), a liberdade empresarial, a livre movimentação de bens e ainda o princípio do tratamento igual. A nova Lei não resolve os problemas das directivas anteriores, pois apesar de criar isenções que não existiam, abre o âmbito da aplicação da Lei a todo o tipo de material de propagação, tentando regular todos os processos de produção e distribuição de sementes (de forma confusa e forçada), no processo violando os direitos fundamentais dos agricultores e a livre escolha do consumidor.

Recomendações

  • As variedades de plantas de polinização aberta (o que exclui assim os híbridos), pertencendo ao domínio público, deverão ser retiradas do âmbito da Lei das Sementes. Devem poder ser livremente produzidas, reproduzidas, trocadas e vendidas, sem normas para registo como operador profissional ou obrigações de registo no Catálogo e certificação. A biodiversidade deve ter precedência sobre os interesses comerciais.
  • O registo de variedades tradicionais deve ser opcional e devem ser eliminadas as restrições geográficas, históricas e quantitativas. As variedades tradicionais e biológicas não devem ser discriminadas no registo e nos testes, pois apresentam características muito próprias.
  • A Lei só deve ser aplicada a actividades de distribuição de sementes com objectivo comercial (e nunca a produção), isentando os agricultores e horticultores (que devem poder continuar a gozar dos "direitos do agricultor" consagrados há quase cem anos) e simplificando as regras para micro e pequenas empresas. Um sistema de etiquetagem como existe na alimentação deverá substituir as normas complexas e proibitivas que estão a ser propostas.
  • Deve ser garantida a transparência no registo de variedades. Temos o direito de saber como a variedade foi produzida, tendo em conta a crescente utilização de biotecnologia não convencional, e se existem restrições técnicas ou legais sobre o seu uso (como é o caso das variedades protegidas por direitos de propriedade intelectual ou variedades produzidas para serem estéreis).
  • Quaisquer assuntos relacionados com a biodiversidade devem carecer de discussão alargada, envolvendo representantes eleitos bem como as pessoas que representam. Não podem ser remetidos para "detalhes técnicos" a decidir por uma minoria.
  • A Lei das Sementes deve ter a forma de directiva e não de regulamento, dando a possibilidade aos estados-membros de gradualmente introduzir as  normas e de as adaptar às condições locais.

Próximos passos

A proposta de lei está neste momento a ser discutida na comissão AGRI (assuntos agrícolas) do Parlamento Europeu, que já apresentou o seu primeiro parecer. Este parecer representa um passo atrás, pois elimina algumas das isenções conquistadas. O relatório Silvestris (anexado a esta página) pede para incluir todos os indivíduos e organizações que comercializam sementes no Regulamento, ficando assim obrigados a registar todas as variedades que pretendem colocar no mercado. Exige também que as micro-empresas não fiquem isentas de pagar as taxas de registo, embora possam ser mais baixas. Este parecer, ao ser seguido, ameaça ilegalizar novamente a maioria das actividades de produção de sementes antigas / regionais. Por fim, propõe apenas isentar do regulamento as organizações de preservação de sementes institucionais, com o objectivo da conservação nos seus estatutos. A relatora da comissão ENVI (assuntos ambientais e de direitos do consumidor) não ficou atrás: propõe apenas isentar das obrigações de registo e certificação, o que ela chama "variedades locais" com "reduzido interesse económico".

O prazo para emendas à nova lei  fechou no início de Dezembro. Em anexo a esta página encontrarão todas as emendas propostas pelas várias facções representadas na Comissão AGRI, algumas das quais ajudarão a melhorar significativamente o impacto da Lei das Sementes. Mas ainda terão de ser votadas na Comissão AGRI antes de a proposta seguir para plenário no Parlamento Europeu. Prevê-se a leitura e discussão da proposta de lei no Parlamento Europeu no 1º trimestre de 2014. Provavelmente apenas vai ser votada depois das eleições europeias em Maio. As recomendações do Parlamento seguirão depois para o Conselho da União Europeia, que pode aprovar ou alterar as recomendações e devolve depois a proposta ao Parlamento para votação final. Se não houver consenso, a proposta ainda pode voltar uma vez ao Parlamento e duas vezes ao Conselho. A nova Lei não deve entrar em vigor antes de 2016, pelo que nunca é tarde protestar os seus contornos!

(1) Relatórios das Nações Unidas que criticam o paradigma da agricultura industrial e advogam a via da agro-ecologia: IAASTD (2009)Special Rapporteur for the Right to Food (2010)UNCTAD (2013)

(2) ETC Group (2008. Who owns nature.

Fonte: http://gaia.org.pt/

Manif Transgenicos 013



publicado por Carlos Gomes às 19:37
link do post | favorito

VAI A ATUAL LEI DA REORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA TERRITORIAL AUTÁRQUICA MANTER-SE EM VIGOR NA PRÓXIMA LEGISLATURA?

A promulgação pela atual maioria parlamentar da lei 22/2012, de 30 de maio, que estabeleceu o regime jurídico da reorganização administrativa territorial autárquica despoletou na altura a nível nacional um verdadeiro coro de protestos que levou, inclusivamente, ao anúncio da promessa por parte de alguns dirigentes da oposição que, uma vez eleitos, revogariam a referida lei por dela discordarem.

ManifestaçãoFreguesias 092

Entre aqueles que então garantira a sua revogação encontrava-se o então Secretário-geral do Partido Socialista, Dr António José Seguro, o qual garantiu que “o PS entende que o Poder Local faz melhor determinadas funções do que o Estado centralista que ainda existe no país. Em primeiro lugar, é preciso confiar nas pessoas que têm o mandato dos cidadãos para gerir os seus municípios ou freguesias”, confessando: “discordo da lei de reorganização administrativa das freguesias e vou mudar a lei”. Estas afirmações foram proferidas no decorrer da cerimónia de encerramento da Convenção Nacional Autárquica do seu partido.

Caso a referida lei viesse a ser revogada, a organização administrativa do poder local regressaria à sua anterior constituição ainda antes das próximas eleições autárquicas, o que provavelmente implicaria a constituição de comissões instaladoras ou até a eleição para as respetivas assembleias, uma vez que os órgãos agora eleitos não corresponderiam á nova realidade

No entanto, a liderança do Partido Socialista foi substituída e, até ao momento, o Projeto de Programa Eleitoral do Partido Socialista não refere qualquer intenção relativamente à reorganização administrativa territorial autárquica, tudo parecendo indicar que o PS não tenciona levantar o problema e, dessa forma, as freguesias ficarão como atualmente se encontram…

É certo que há muito tempo que, em consequência nomeadamente dos movimentos populacionais, impunha-se a reorganização administrativa territorial autárquica, promovendo a fusão de muitas freguesias sobretudo na grandes áreas urbanas. Porém, o novo regime jurídico apresenta demasiadas imperfeições que carecem de correção, tornando-se necessário proceder à sua revisão de modo a aperfeiçoá-lo, salvaguardando os aspetos positivos que o mesmo encerra. A revogação da lei não será certamente o melhor caminho a seguir mas, em qualquer das situações, deixar tudo como está constituirá um erro ainda mais grave!

Carlos Gomes

ManifestaçãoFreguesias 019

ManifestaçãoFreguesias 123

ManifestaçãoFreguesias 129

ManifestaçãoFreguesias 162

ManifestaçãoFreguesias 154

ManifestaçãoFreguesias 151



publicado por Carlos Gomes às 14:03
link do post | favorito

Sexta-feira, 22 de Maio de 2015
BANDA MANIFESTO TEM “SKANADA” COMO SINGLE DE ESTREIA

O Rock atrevido dos Manifesto está bem patente naquele que é o seu single de apresentação, “Skanada”, que estreou no passado dia 4 de maio. Este tema faz a antecipação do primeiro álbum da banda, que terá uma nova edição já em junho com o selo da Music In My Soul.

Manifesto_FotoPromocional

Em 2011, quatro resistentes do “pós-boom” do Rock português decidiram reunir-se para tocar um algo despretensioso e direto, cantado em português. Uma declaração de princípios e emoções que só poderia ter um nome que refletisse esse estado de espírito: Manifesto. Paulo Lima (voz e guitarra), Augusto Figueira (guitarra), Bidgi Marciano (baixo) e Nuno Justo (bateria) são os elementos desta banda natural de Lisboa.

A primeira música, “Acordai”, partiu do tema original do maestro Fernando Lopes Graça e autonomizou-se rumo a uma abordagem Rock surpreendente, tal a aparente distância entre a música coral e o poema da primeira metade do século XX (de José Gomes Ferreira), resgatando uma mensagem que, nos dias de hoje, permanece tão atual quanto necessária. “Acordai” acabou por servir de mote ao primeiro videoclipe da banda, originando, depois, a ideia de apresentar cada tema novo com um vídeo. Foi neste contexto que o tema “Skanada” surgiu no Facebook e se tornou viral: em pouco mais de um mês, ultrapassou as 150 mil visualizações naquela rede social e os 10 mil hits no YouTube. E, com isso, naturalmente, vieram os espetáculos.

Em 2014, foi editado o primeiro trabalho de originais da banda, gravado nos estúdios BEBOP, com produção, gravação e mistura de Cajó (Xutos & Pontapés). O videoclipe do primeiro single, "Arriscar", foi produzido e realizado pela Three Little Pigs.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 20:56
link do post | favorito

VOLVO OCEAN RACE LISBOA TEM VIGILÂNCIA REFORÇADA

Os melhores acessos e toda a informação sobre a segurança

A Race Village da Volvo Ocean Race Lisboa irá contar com uma central de segurança permanente e videovigilância reforçada que irá monitorizar de forma permanente todas as atividades no recinto com capacidade para 30 mil pessoas.

unnamed

Central de Segurança irá monitorizar todo o recinto através de um inovador sistema de videovigilância de reconhecimento facial, com capacidade 360º graus, nos 45.000m2 de área disponível para o público. Além disso, irá também coordenar toda a equipa de profissionais da ARKO, empresa de segurança parceira do evento.

A Race Village irá contar com um Centro de Operações que acompanhará permanentemente todas as atividades e movimentos no recinto e que será composto por elementos da Autoridade Nacional de Proteção Civil, Polícia de Segurança Pública – Divisão de Lisboa, Divisão de Oeiras e Comando Central – Capitania do Porto de Lisboa, Polícia Marítima, Luz Saúde, ARKO e elementos da Urban Wind (empresa responsável pela organização do evento).

Estas entidades estarão a monitorizar qualquer alerta, enviado através das equipas de terreno da ARKO, equipas essas que serão reforçadas durante os concertos que terão início pelas 22:00, aproximadamente. Está também previsto um reforço de segurança e fiscalização permanente à entrada da marina onde estarão as embarcações oficiais da Volvo Ocean Race.

Na entrada do recinto estará uma Unidade Móvel da PSP e da Polícia Marítima que irá funcionar como uma esquadra do recinto e balcão de atendimento onde o público se poderá dirigir em caso de alguma emergência. Também na entrada do recinto estará o Posto Médico e Ambulância, da responsabilidade da Luz Saúde, parceiro de saúde da Volvo Ocean Race Lisboa que irá assegurar o bem-estar dos atletas e do público em terra e no mar.

Câmara Municipal de Lisboa terá também uma equipa permanente de fiscalização e licenciamento que irá garantir a segurança de todos os equipamentos no recinto.

Como chegar à Volvo Ocean Race Lisboa?

A organização da Volvo Ocean Race Lisboa aconselha os visitantes a chegar até à Race Village via transportes públicos, nomeadamente através da CP, linha de Cascais, saindo na estação de Algés e passando pelo acesso pedonal subterrâneo para o lado Rio.

A entrada no recinto será feita por uma única entrada na Avenida Doutor Alfredo Magalhães Ramalho, junto à rotunda do IC 17 – CRIL.

Para quem deseja deslocar-se em viaturas próprias, o acesso mais indicado será via viaduto do IC 17 – CRIL e estacionar no parque de estacionamento gratuito da Volvo Ocean Race construído para o efeito no Passeio Marítimo de Algés com capacidade para 1000 lugares.

O estacionamento para pessoas com mobilidade reduzida será feito mesmo na entrada do recinto na Avenida Doutor Alfredo Magalhães.

A partir de dia 24 de maio, o estacionamento estará condicionado na Avenida Brasília, entre a Fundação Champalimaud e a rotunda da IC 17 - CRIL.

Na capital portuguesa, está tudo a postos para receber as equipas, os barcos e os milhares de visitantes esperados na Doca de Pedrouços, em Algés, entre os próximos dias 25 de maio e 7 de junho.

Durante 14 dias, os portugueses terão à sua disposição mais de 50 artistas, entre eles, Carminho, Miguel Araújo, Capitão Fausto, Carlão, Frankie Chavez, Legendary Tiger Man, Blasted Mechanism, Ala dos Namorados, Mikkel Solnado, Sara Tavares e Ana Free. Além da música, a Race Village da Volvo Ocean Race oferece ainda uma série de atividades ligadas à cultura, à vela e ao desporto, totalmente gratuitas e pensadas para animar os visitantes durante estes dias de celebração da cidade e dos mares.



publicado por Carlos Gomes às 20:47
link do post | favorito

EXTRA! DOIS ESPETÁCULOS ESPECIAIS DE «ROMEU E JULIETA - A REVOLTA» NO TEATRO TURIM

Vão ser apenas duas apresentações, nos dias 7 e 14 de junho, às 21h30, no Teatro Turim.

Depois de dois meses em cena em Loures e do sucesso nos Açores, o espetáculo chega agora a Lisboa para duas noites únicas no Teatro Turim.

São apenas duas apresentações, a lotação é muito limitada. Comecem já a reservar!

Reservas: reservas@teatroturim.com ou pelos telefones 916041447 ou 217 606 666

Duração aproximada do espetáculo: 50 minutos

William Shakespeare condenou Romeu e Julieta a um amor impossível. Agora, os dois jovens dizem “basta”. Depois de alguns séculos, Romeu e Julieta revoltam-se contra o autor que lhes deu vida e forçam uma viragem na sua história, vergados, porém, às regras que lhes estão impostas pelo texto universal de Shakespeare. Esta é uma comédia em torno da história de amor mais famosa do Teatro, uma desconstrução completa dos dois protagonistas.qui você adiciona texto.

É um texto puramente cómico, a espaços absurdo, com uma intenção clara de divertir, sem cair na ridicularização de nada, antes aproveitando coisas que julgamos importantes para as desconstruir. Esta proximidade entre o divertimento e as referências literárias e teatrais é algo que vemos como essencial neste trabalho.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 20:41
link do post | favorito

OLIVENÇA PARTICIPA NA FEIRA DO LIVRO DE LISBOA



publicado por Carlos Gomes às 00:03
link do post | favorito

Quinta-feira, 21 de Maio de 2015
FEIRA DA PORCALHOTA REGRESSA Á AMADORA



publicado por Carlos Gomes às 23:25
link do post | favorito

VOLVO OCEAN RACE VAI TER MERCADO PORTUGUÊS

Yoni Surf Boards, By Marez, Head-Ji, Origama e Lisbon Lovers entre as 36 marcas presentes

A Volvo Ocean Race desembarca na Doca de Pedrouços em Algés entre os dias 25 de maio e 7 de junho e traz consigo muito mais do que desporto, mar e cultura. O Mercado Português da Volvo Ocean Race Lisboa promete ser uma das grandes atrações pois reunirá mais de 36 marcas originais de gastronomia e moda.

Das pranchas de madeira Yoni Surf Boards, às originais toalhas de praia da Origama, passando pelos produtos mais típicos e regionais como a Casa dos Ovos Moles de Lisboa até à moda nacional com a By Marez, o Mercado Português promete ser uma montra com alguns dos melhores produtos nacionais, encantando os milhares de portugueses e estrangeiros que visitem a Volvo Ocean Race Lisboa.

“As marcas do Mercado Português da Volvo Ocean Race Lisboa têm uma coisa em comum: o espírito empreendedor que partilham. São marcas nacionais que já conquistaram um lugar de destaque e que são fruto da determinação e espírito de portugueses empreendedores. São, por isso, marcas que representam um Portugal novo”, refere José Pedro Amaral, Stopover Director da Volvo Ocean Race. 

MARCAS GOURMET E PRODUTOS REGIONAIS

Momentos do Paço - Azeite Secco, Cacao Divine, Aquae Flavia e Patê Mais, Cantinho Regional Serra da Estrela, Terrius, Almojanda, Bísaro, Yonest, Casa dos Ovos Moles de Lisboa, Tortas de Azeitão, entre outras.

MARCAS DE EMPREENDEDORISMO NACIONAL

Lisbon Lovers, Paribá, Benoliel, Madbi, Shulz, Virgencita, By Marez, Xicalarica, Go Green, Genuine, Collection, Yoni Surf Boards, Origama, Eu e a Mama, Palm3 Glasses, Tu chique, Seg Portugal, She, Atelier do Burel, Nortada, Futah, Echarpe Duo, Head-Ji, Funky Project, Vintage Bazar, Lemon Hair Lovers, Terços da Lupinha

MARCAS TRAZIDAS E INVESTIDAS POR PORTUGUESES

Ipanema, PAEZ, Barroso Óculos de Sol

Os barcos da Volvo Ocean Race já estão a caminho de Portugal e por cá já está tudo a postos para receber as equipas e os milhares de visitantes esperados. A chegada dos velejadores está prevista para os primeiros dias do stopover de Lisboa que decorre até ao dia 7 de junho, na Doca de Pedrouços, em Algés. Durante 14 dias, os portugueses encontrarão um evento multi-cultural, destacando-se um vasto cartaz de concertos com mais de 50 artistas, entre eles, Carminho, Miguel Araújo, Capitão Fausto, Carlão, Frankie Chavez, Legendary Tiger Man, Blasted Mechanism, Ala dos Namorados, Mikkel Solnado, Sara Tavares e Ana Free.

Para além da música, a Race Village da Volvo Ocean Race oferece ainda uma série de atividades totalmente gratuitas ligadas à cultura, à vela e ao desporto. A Race Village abre as portas todos os dias às 10h30 da manhã e encerra pelas 24h00, podendo estender-se até às 02h00 aos fins-de-semana.



publicado por Carlos Gomes às 14:06
link do post | favorito

RIBATEJO VIVE A FESTA BRAVA



publicado por Carlos Gomes às 00:31
link do post | favorito

Quarta-feira, 20 de Maio de 2015
RIO DE MOURO INAUGURA PARQUE URBANO DA RINCHOA

11096450_847858221917013_8574069154345296460_o



publicado por Carlos Gomes às 21:09
link do post | favorito

EXALTATION GOSPEL CHOIR REALIZA EM SINTRA ESPETÁCULO DE HOMENAGEM A NELSON MANDELA

Exaltation Gospel Choir a 5 de junho em Sintra

No dia 5 de junho, às 22 horas, Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra, vai receber o grupo Exaltation Gospel Choir com um espetáculo de homenagem a Nelson Mandela. Este grupo sul-africano preserva uma fortíssima tradição musical do seu país de origem e inclui Guimarães na sua digressão por Portugal.

Os espetáculos dos Exaltation Gospel Choir são momentos únicos de entrega total, de espiritualidade, de alegria e de comunhão. A música serve um propósito maior e transmite valores de união e paz. Os Exaltation querem inspirar as pessoas, as crianças e os adultos, os anónimos e os líderes, e querem fazê-lo com a força de canções que já mudaram um país e podem ajudar a transformar o mundo.

O projeto nasceu antes do fim do sistema Apartheid, no final dos anos 70, em Joanesburgo, com a criação de um coro comunitário para manter as crianças em segurança e fora das ruas. Mais tarde, uma fusão desse coro com uma orquestra de perfil comunitário permitiu o nascimento do coletivo Exaltation, no ano de 1983. Mais de três décadas depois, Exaltation é uma marca cultural fortemente implantada na África do Sul, nunca tendo até aos dias de hoje perdido a vocação de trabalhar com crianças. Esse perfil e essa vocação valeram diversos aplausos, gestos de reconhecimento e convites de prestígio das mais altas esferas artísticas e sociais da África do Sul. O longo percurso do coletivo Exaltation culminou em 2011 com a edição de um CD de estreia, um marco importante na vida do grupo e algo que o ajudou a focar-se ainda mais naquilo que descreve como a sua missão: “levar a sua experiência e testemunho de endurance e partilhar tudo isso com a juventude da África do Sul e do resto do mundo”.

A tour nacional conta somente com 8 espetáculos, com início no Centro Cultural Olga Cadaval no próximo dia 5 de junho, às 22 horas, e passagem pela Casa da Música no Porto, Tivoli em Lisboa, entre outros, terminando no Cineteatro Municipal de Ourém, no dia 14 de junho.

320351_126541594113179_1066565588_n

A tradição musical da África do Sul é fortíssima.

A luta anti-apartheid foi, em grande parte, travada através da música e o povo da África do Sul tem sempre bem presente que uma canção pode ajudar o mundo. É por isso que projectos como o Exaltation só podiam ter origem no país de Nelson Mandela.

Muito antes do fim do sistema Apartheid, nasceu, no final dos anos 70, em Joanesburgo, Arthur Brown estabeleceu um projecto comunitário, um coro pensado como actividade para manter as crianças em segurança, fora das ruas. Mais tarde, o Pastor Andre Coetzer, evangelista, interessou-se pelo projecto, envolveu-se de corpo e alma e orquestrou uma fusão desse coro com uma orquestra de perfil comunitário. Nasceu aí o colectivo Exaltation, corria o ano de 1983.

Mais de três décadas depois, Exaltation é uma marca cultural fortemente implantada na África do Sul, nunca tendo até aos dias de hoje perdido a vocação de trabalhar com crianças. Esse perfil e essa vocação valeram diversos aplausos, gestos de reconhecimento e convites de prestígio das mais altas esferas artísticas e sociais da África do Sul. Em 2004, por exemplo, o colectivo Exaltation foi convidado para se apresentar na estreia mundial do filme Mandela Portrait, oferecendo assim a sua música a um vasto conjunto de dignatários me tendo a oportunidade de actuar juntamente com a Orquestra Filarmónica de Joanesburgo.

O longo percurso do colectivo Exaltation culminou em 2011 com a edição de um CD de estreia, um marco importante na vida do grupo e algo que o ajudou a focar-se ainda mais naquilo que descreve como a sua missão: “levar a sua experiência e testemunho de endurance e partilhar tudo isso com a juventude da África do Sul e do resto do mundo”.

Os espectáculos dos Exaltation são sempre momentos únicos de total entrega, de espiritualidade, de alegria e de comunhão. A música serve de facto um propósito maior e valores de união e paz. Os Exaltation querem inspirar as pessoas, as crianças e os adultos, os anónimos e os líderes. E querem fazê-lo com a força de canções que já mudaram um país e podem ajudar a transformar o mundo.

11059694_10152746755476976_6159300895007518270_o



publicado por Carlos Gomes às 20:21
link do post | favorito

MINHOTOS EXIBEM FOLCLORE EM OEIRAS



publicado por Carlos Gomes às 00:41
link do post | favorito

Terça-feira, 19 de Maio de 2015
LOURES PREPARA ARRAIAL SALOIO



publicado por Carlos Gomes às 23:13
link do post | favorito

BANDA “MUNDO ESCURO” DA MARGEM SUL EDITA SINGLE DE ESTREIA COM “RAP & REGGAE”

“Rap & Reggae”, o single de estreia dos Mundo Escuro, já está disponível para escuta online – e, brevemente, estará também disponível para compra. O tema serve de apresentação ao álbum que esta banda da Margem Sul tem estado a preparar e que será editado com o selo da Music In My Soul.

A história dos Mundo Escuro começou em 1995, altura em que o Bairro Sul Ponte no Pinhal Novo (Margem Sul) viu nascer o grupo S.O.R. (Son’s of Rap), composto por Da Kriminial, Darkness, Fantasma e Psycol Mantis. Influenciados pela cena Hip Hop e por tudo o que os rodeava, tentavam expressar-se através da música com os poucos meios que tinham.

Nesse mesmo ano, conheceram o Dj SAS, que veio a ser um elemento fulcral para o desenvolvimento e a aprendizagem do grupo, uma vez que vinha da escola francesa, onde a cultura Hip Hop estava a anos-luz da que se vivia em Portugal. Foi o Dj SAS que os baptizou de Mundo Escuro, devido à falta de iluminação que havia – nome adotado pelo grupo desde então.

Várias foram as pessoas que, ao longo dos anos, foram passando pelo grupo, deixando, naturalmente, a sua marca. No entanto, a formação atual é composta por três elementos – Anirac (Carina Teixeira), Darkness (Hélder Constantito) e Fantasma (Dário Constantino) –, que se fazem acompanhar nos concertos pela ME Band.

Da discografia do grupo, faz parte a Mixtape “Primeira Intifada – Margem Sul” (2011) e o EP “SOS Racismo” (2012) – este último feito em parceria com a instituição homónima. Após vários concertos realizados entre 2012 e 2013, surgiu a necessidade de se dedicarem à conceção e à gravação de um novo trabalho em 2014 – ano em que assinaram com a Music In My Soul.

Os Mundo Escuro afirmam que o Rap é da rua, mas que não é só para a rua – o Rap é para quem se identificar com ele. Projetando-se da Margem Sul para o mundo com uma identidade própria e sem esquecerem o passado, encaram o futuro com uma visão sólida e definida do seu papel: fiéis aos princípios básicos da cultura Hip Hop, mas em constante evolução, absorvendo influências dos mais variados géneros musicais.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 20:55
link do post | favorito

mais sobre mim
pesquisar
 
Agosto 2017
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5

6
7
8
9

15
16

20
21
22
23
24
25
26

27
28
29
30
31


posts recentes

FEDERAÇÃO DO FOLCLORE POR...

HILTON BARCELOS APRESENTA...

FEDERAÇÃO DO FOLCLORE POR...

BALBA ANUNCIAM 1º CONCERT...

HILTON BARCELOS APRESENTA...

RITCHAZ CABRAL REVELA VID...

FESTA DO AVANTE NÃO ESQUE...

MINHOTOS EM LISBOA LEVAM ...

CHAPÉUS HÁ MUITOS… MAS PO...

FEDERAÇÃO DO FOLCLORE POR...

OEIRAS JUNTA TOCADORES DE...

PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO D...

MINHOTOS EM LOURES PISAM ...

CAFÉ REPÚBLICA, “UM” TALE...

MAIORIA DAS CANDIDATURAS ...

MINHOTOS EM LISBOA LEVAM ...

PORTUGAL TEM ROTA DAS MÁS...

PORTUGAL VOLTA A MARCAR P...

PAN QUESTIONA MINISTÉRIO ...

"DON'T CARE", A PODEROSA...

CAMÕES À DESCOBERTA DE PO...

PAN ESTÁ PREOCUPADO COM A...

CAFÉ REPÚBLICA, “UM” TALE...

ED CURTIS E O SEU NOVO, E...

4TH DISTRICT, NASCEU A NO...

PAN CONCORRE PELA PRIMEIR...

PAN APELA AO FIM DO ESTIG...

ALFRAGIDE REALIZA FESTIVA...

ED CURTIS E O SEU NOVO, E...

PAN CONSOLIDA A SUA AÇÃO ...

BARREIRO REALIZA FESTIVAL...

MOITA EXPÕE MÁSCARAS AFRI...

LOURES REALIZA FESTA DO V...

MUSEU DE MARINHA APRESENT...

PAN APOSTA NO REFORÇO DA ...

PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO D...

ANA SOFIA É A CANDIDATA D...

LOURES RECEBE ENCONTRO DE...

AMADORA JUNTA TOCADORES D...

LOURES RECEBE CONFERÊNCIA...

PAN APRESENTA QUEIXA CRIM...

DR DANIEL CAFÉ VAI A LOUR...

COMUNIDADE HINDU E MUNICÍ...

ELEIÇÃO DAS “7 MARAVILHAS...

FOLCLORE SALOIO ANIMA FES...

SOLIDARIEDADE JUNTA "AMIG...

FOLKLOURES’18 JÁ MEXE!

PAN CONCORRE À CÂMARA E A...

PAN EXIGE CUMPRIMENTO DE ...

"DON'T CARE", A PODEROSA...

arquivos

Agosto 2017

Julho 2017

Junho 2017

Maio 2017

Abril 2017

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Junho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

tags

todas as tags

links
Fazer olhinhos
blogs SAPO
subscrever feeds