Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores
Terça-feira, 30 de Junho de 2015
GASTRONOMIA TRADICIONAL TEM FESTIVAL NA FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO

Decorre no âmbito da Feira Internacional de Artesanato a Semana da Gastronomia Tradicional, constituído este ano como o 2º Festival de Carnes Portuguesas Certificadas – DOP.

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Confecionada por seis restaurantes de cozinha tradicional portuguesa em representação de seis regiões do país, este evento constitui ainda uma oportunidade para os visitantes se deliciarem com os melhores pratos e produtos genuínos da nossa culinária.

Do Minho ao Algarve, passando pela Serra da Estrela e o Alentejo, não faltam as melhores iguarias, sem esquecer a doçaria de Almada e a cerveja artesanal que este ano possui presença destacada.

Constituindo a gastronomia nas suas mais diversas variantes uma das vertentes do nosso artesanato, também ela não podia deixar de concorrer para o sucesso deste grandioso certame. Isto porque não é só de barro que se faz o nosso artesanato!

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publicado por Carlos Gomes às 23:09
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ALMADA REALIZA SEMANA CULTURAL



publicado por Carlos Gomes às 23:05
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BANDA LISBOETA “THE RAMBLERS” ATUAM NO FESTIVAL GLÓRIA AO ROCK

A 16ª edição do Festival Glória ao Rock recebe, entre outros artistas, os The Ramblers. O concerto é na próxima sexta-feira, dia 3 de julho, pelas 23h30, e servirá para a banda lisboeta dar a conhecer o seu álbum de estreia, “Wet Floor”, editado pela Music In My Soul em janeiro deste ano.

“Wet Floor” é o primeiro Long-Play da banda, editado a 16 de janeiro de 2015, e tem “Pow How” como single de apresentação, disco que conta com produção e gravação de Uriel Pereira e com masterização de Filipe Feio. Desde 2014 que os The Ramblers são representados pela Music In My Soul, que trabalha com artistas como Buika, Ola Onabule e Madcon em diversos países – Portugal, Angola, Brasil, França, Alemanha, Itália, Luxemburgo, Espanha, Reino Unido e EUA.

Na última década, nenhuma outra banda portuguesa levou o Blues-Rock original a tantas audiências diferentes como os The Ramblers. De Lisboa, formados em fevereiro de 2007 e inspirados pelo Rock 'n' Roll, Blues, Soul, Ska, Gospel e Funk das décadas de 50, 60 e 70, já tiveram oportunidade, por exemplo, de abrir um espetáculo para o norte-americano B. B. King. Por sua vez, o último EP, “Yer Vinyl” (2012), levou o grupo numa tour nacional que, em três meses e com mais de 30 datas, passou por 16 cidades diferentes do país e por todos os tipos de palcos.

Mafalda Raposo (voz), Ricardo Lopes (guitarra) e Luís Nunes (baixo) formam os The Ramblers, nome que surgiu de uma velha música dos Rolling Stones, "Midnight Rambler".

Para download do álbum

iTunes

https://itunes.apple.com/pt/album/wet-floor/id956085542

MEO Music

http://music.meo.pt/album/wet-floor-U.npWN6cHLKc6KE7LLU92A

Spotify

https://play.spotify.com/album/5HQ1VE9KGtuoSQwM5wsOSO


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publicado por Carlos Gomes às 18:23
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MOITENSES REALIZAM PUNKNIC

4 de julho, entre as 11:00h e as 20:00h

Punknic com música e atividades desportivas no Parque Municipal da Moita

No âmbito da iniciativa municipal “Apresenta o Teu Projeto”, um grupo informal de jovens, com o apoio da Câmara Municipal da Moita, vai promover, no dia 4 de julho, um piquenique diferente, no Parque Municipal da Moita: o Punknic.

Entre as 11:00h e as 20:00h, estão previstas diferentes atividades desportivas, como canoagem, tirolesa, jogos tradicionais e voleibol, e muita música. Pelo palco colocado no parque vão passar bandas como Gazua, Chapa Zero, Trinta & Um e Atentado.

Junte a sua família e amigos e passe um dia diferente no Punknic, no Parque Municipal da Moita.

Entrada livre.


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publicado por Carlos Gomes às 18:18
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GRUPO DE TEATRO "ZECAS" SOB AO PALCO NA MOITA

Teatro: “Os Limites da Liberdade” no auditório da Biblioteca da Moita

Depois da sua apresentação no palco do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, em abril, o Grupo de Teatro “Zecas” leva à cena o seu espetáculo “Os Limites da Liberdade”, no dia 3 de julho, pelas 21:30h, no auditório da Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça, na Moita.

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A peça é sustentada por uma narrativa de imagens e testemunhos sobre “o antes e o depois” de Abril de 1974, mas alterna com um discurso direto quando as personagens começam a ter vida própria, deixando-se envolver em pequenos conflitos de conteúdos e formas.

São abordados temas como a violência doméstica, a discriminação da mulher, vítima no acesso ao trabalho, a autoridade prepotente da família em relação aos filhos, a dependência da droga, as liberdades individuais, entre outros.

Este espetáculo, encenado por Luciano Barata, tem a duração de cerca de 60 minutos, é dirigido ao público em geral (maiores de 6 anos) e tem entrada gratuita.



publicado por Carlos Gomes às 18:16
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Segunda-feira, 29 de Junho de 2015
WACK: NOITE DE HIP HOP NO B.LEZA

O Hip Hop dos WACK vai invadir o B.Leza, em Lisboa, na próxima quarta-feira, dia 1 de julho. O grupo continua a promoção ao seu EP “Sem Pés Nem Cabeça”, editado em janeiro pela Music In My Soul, trabalho do qual “Carta de Amor” é o single de apresentação. O concerto terá início às 22h30.

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WACK, palavra “hiphopiana” para algo mau ou sem qualidade, é um projeto musical que surgiu de improvisos e discussões sobre preocupações sérias entre irmãos, criados por concertos e festas Hip Hop underground na zona de Lisboa.

Esta fusão de música Rap com Funk, Soul e Jazz nasceu em 2012, após a edição do álbum “Dia e Noite” por TANB e João “Dikas” Paiva (vocalista). A dupla juntou-se a David Neves (DJ Ketzal) e ao produtor/beatmaker Rui “Raw Muzik” Colaço e editou, em 2013, o EP “Contra Fracos Não Há Argumentos”. Este trabalho, misturado e masterizado por Michael Ferreira (MIC) na Sine Factory, simboliza a busca do som WACK e introduziu este projeto nos espetáculos ao vivo.

César Correia (baixista) foi convidado a juntar-se à família em 2014, levando consigo Pedro “Mosca” Rodrigues (baterista) para completar a secção rítmica do projeto.

Fruto desta junção, em janeiro de 2015 nasceu o EP “Sem Pés Nem Cabeça”, produzido apenas pela banda e editado pela Music In My Soul. A gravação dos temas teve lugar na LXPRO por Orlando Costa, no Headstart Studio por David Neves e no Dubai por TANB. Misturado por Zé Caeiro (DJ X-Acto), este trabalho fala sobre "ser WACK" – que, para os próprios, simboliza o fugir das expectativas, o quebrar de conceitos e o assumir de individualidades. O single de apresentação, “Carta de Amor”, fala sobre uma relação amorosa, cheia de paixão e drama, através de rimas diretas e de um groove entre o romantismo e a desilusão. A sonoridade vem da mistura de gostos pessoais. Os ambientes Jazz, Funk e Rock presentes não fazem com que se perca a verdadeira essência do grupo. Neste EP, pode-se ainda ouvir a voz já indispensável de Joana Campelo.

De palco em palco, a família WACK tem vindo a multiplicar-se, provando que estes músicos não são os únicos que não cedem a uma cultura de aparências imposta pela sociedade. 

Para download do EP

iTunes

https://itunes.apple.com/pt/album/sem-pes-nem-cabeca-ep/id962540891

Xbox Music

https://music.xbox.com/album/wack/sem-pes-nem-cabeca/0e2bc708-0100-11db-89ca-0019b92a3933

Amazon

http://www.amazon.com/gp/product/B00T5A73VU/ref=sr_1_27_rd?ie=UTF8&child=B00T5A776Q&qid=1423063549&sr=1-27%3C/a%3E


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publicado por Carlos Gomes às 23:32
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RUÍNAS DO CARMO RECEBEM CONCERTO DE ABERTURA DO LISBON MUSIC FEST

4 de julho | 21h30 | Ruínas do Carmo

ENTRADA LIVRE

No próximo sábado, dia 4 de julho, Lisboa vai receber o concerto de abertura da 1ª edição do Lisbon Music Fest, um festival que vai reunir orquestras, coros e jazz big bands, constituídos por jovens músicos de todo o mundo. Cerca de 30 concertos com entrada livre prometem colocar Lisboa no roteiro dos grandes Festivais Jovens de Música Clássica que já se realizam em cidades como Berlim, Florença ou Helsínquia.

Neste primeiro concerto, que decorrerá às 21h30 nas Ruínas do Carmo, subirão ao palco a Orquestra Os Violinhos e a Big Band Júnior.

A 1ª edição do Lisbon Music Fest decorre de 4 de julho a 7 de agosto e tem lugar nas principais salas de espectáculo de Lisboa, incluindo o Teatro Nacional de S. Carlos, a Aula Magna, o Palácio Nacional da Ajuda e o Convento do Carmo.

Promovido pela Acordarte, o Lisbon Music Fest estender-se-á também por Sintra (Centro Cultural Olga Cadaval, Palácio da Vila e Quinta da Regaleira), Cascais (Parque Palmela e Cascais Jazz Club), e ainda Évora, Figueira da Foz, Batalha e Peniche.

A National Youth Orchestra of Ireland, a Youth Symphony Orchestra de Berna (Suíça), a Joven Orquesta Promúsica de Málaga (Espanha), a VU-Orkest Amsterdam (Holanda), a Riga Music Schools Symphony Orchestra (Letónia), a North Stars Youth Orchestra (E.U.A.), bem como a Jovem Orquestra Portuguesa e o Coro Juvenil da Universidade de Lisboa, são alguns dos grupos que fazem parte do programa do Lisbon Music Fest.

Anexo: Programa

Sobre a Acordarte:

A Acordarte - Associação Promotora da Educação Cultural e Artística, é uma instituição sem fins lucrativos, fundada em 2004, sendo a entidade titular da Academia de Música de Lisboa (referência no ensino de música em Portugal); das orquestras Os Violinhos, Os Violoncelinhos e a Orquestra de Câmara de Lisboa; do Concurso Capela e do Lisbon Music Fest - Lisbon International Youth Music Festival.

Vídeo da Orquestra Os Violinos:

https://www.youtube.com/watch?v=EEyCWkkExUo


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publicado por Carlos Gomes às 13:27
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RANCHOS FOLCLÓRICOS FAZEM EM BENFICA ARRAIAL A SÃO PEDRO

A festa em Lisboa era dedicada a São Pedro mas a música era do Minho da Beira Litoral, do Ribatejo e da Estremadura. No magnífico palco instalado no arraial, em Benfica, junto à mata de Benfica, também designado por Parque Silva Porto, atuaram ontem cinco ranchos folclóricos, exibindo os trajes caraterísticos das suas regiões, as suas danças e cantares.

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A iniciativa foi do Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho e contou com o apoio da Junta de Freguesia de Benfica, onde se encontra sediado. Para além do grupos organizador, participaram ainda o Rancho Folclórico “As Lavradeiras” de Oleiros – Ponte da Barca, o Rancho Folclórico do Souto da Carregueira – Leiria, o Grupo da Associação Etnográfica Gentes de Almeirim e o Grupo Etnográfico de Danças e Cantares da Barra Cheia – Moita.

A industrialização iniciada na segunda metade do século XIX, no período do Fontismo, fez migrar sobretudo para Lisboa gentes das mais diversas regiões do país à procura de melhores condições de vida. Na linha do que já se vinha verificando sobretudo desde a época dos Descobrimentos Portugueses, a cidade tornou-se num autêntico mosaico de culturas e tradições. Também a este arraial de São Pedro, muitos foram os minhotos, beirões, ribatejanos e estremenhos que afluíram para assistirem à atuação dos grupos das suas terras de origem.

Fotos: Artur Morgado

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publicado por Carlos Gomes às 01:49
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Domingo, 28 de Junho de 2015
MAFRA REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE LUSO-ESPANHOL



publicado por Carlos Gomes às 14:52
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Sábado, 27 de Junho de 2015
GASTRONOMIA TRADICIONAL MARCA PRESENÇA NA FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO

No âmbito da Feira Internacional de Artesanato decorre a Semana da Gastronomia Tradicional, constituído este ano como o 2º Festival de Carnes Portuguesas Certificadas – DOP.

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Confecionada por seis restaurantes de cozinha tradicional portuguesa em representação de seis regiões do país, este evento constitui ainda uma oportunidade para os visitantes se deliciarem com os melhores pratos e produtos genuínos da nossa culinária.

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Do Minho ao Algarve, passando pela Serra da Estrela e o Alentejo, não faltam as melhores iguarias, sem esquecer a doçaria de Almada e a cerveja artesanal que este ano possui presença destacada.

Constituindo a gastronomia nas suas mais diversas variantes uma das vertentes do nosso artesanato, também ela não podia deixar de concorrer para o sucesso deste grandioso certame. Isto porque não é só de barro que se faz o nosso artesanato!

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publicado por Carlos Gomes às 21:43
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FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO JUNTA EM LISBOA ARTESÃOS DE TODO O MUNDO

Centenas de artesãos das mais variadas regiões de Portugal e ainda de muitos países dos vários continentes afluíram a Lisboa para participar naquele que é já considerado um dos mais importantes certames da especialidade.

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Eles vieram da Rússia e da Índia, da China e do Nepal, de Marrocos e da Tunísia, de Moçambique e de Cabo Verde, de Cuba e da Turquia. Mas, também os portugueses não faltaram à chamada e, de norte a sul do país, vieram os barristas de Barcelos e as bordadeiras de Guimarães e Viana do Castelo, as rendilheiras de Vila do Conde e os ourives de Amarante.

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Os pavilhões estão profusamente coloridos com os mais garridos lenços de seda, os luminosos candeeiros turcos e as cores alegres do artesanato minhoto. E, qual ensaio de “arte total”, os deslumbrantes trajes do Minho e a vivacidade das suas danças e cantares compõem um quadro soberbo capaz de inspirar o mestre José Malhoa.

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Timor-Leste é o país convidado da edição deste ano, procurando-se desse modo divulgar o artesanato daquele país lusófono, o que pode constituir uma mais-valia para a sua população nomeadamente ao nível da empregabilidade.

A Feira Internacional de Artesanato é uma autêntica festa que convida os visitantes a visitá-la. O certame decorre até ao próximo dia 5 de julho.

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publicado por Carlos Gomes às 20:48
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MINHO APRESENTA CERVEJA ARTESANAL NA FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO

A cerveja artesanal do Minho “Letra” marca presença na Semana Gastronómica que decorre no âmbito da Feira Internacional de Artesanato.

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A cerveja artesanal minhota foi criada por dois investigadores da Universidade do Minho, Filipe Macieira e Francisco Pereira, naturais respetivamente de Braga e Ponte de Lima, os quais criaram uma empresa destinada à investigação e produção de cerveja artesanal. Como novidade, a cerveja é apresentada com uma letra diferente de acordo com o aroma obtido pelas diferentes variedades de levedura e de lúpulos.

Estes dois investigadores realizaram o mestrado integrado em Engenharia Biológica na Universidade do Minho em 2008 e são agora proprietários da empresa FermentUM, produtora da Letra – Cerveja Artesanal Minhota, lançada em Outubro de 2013 no mercado português.

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publicado por Carlos Gomes às 20:23
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VIANA DO CASTELO TROUXE À FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO A ALEGRIA DAS GENTES DO MINHO

A Feira Internacional de Artesanato arrancou hoje, com muita alegria e entusiasmo, a som das concertinas e dos cavaquinhos do Grupo Folclórico das Lavradeiras da Meadela, vindos propositadamente de Viana do Castelo para conferir o mais colorido ao stand do seu concelho. Em redor, o Minho marcava ainda presença através das representações de Barcelos, Vila Verde e Guimarães que trouxeram a olaria e os bordados, o linho e os lenços de namorados, e muito mais poderiam mostrar do seu rico e vasto artesanato.

As “Lavradeiras da Meadela” despertaram de imediato a atenção do público que aplaudiu e dançou com os componentes do rancho, deixando-se levar pela alegria contagiante das gentes do Minho.

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E, como não podia deixar de suceder, também a gastronomia minhota marcou presença na Semana Gastronómica que este ano dispõe pela primeira vez de um pavilhão inteiro para os apreciadores dos nossos melhores paladares.

Com a participação ativa dos artesãos e do folclore do Minho, a Feira Internacional de Artesanato é uma autêntica festa que convida os visitantes a visitá-la. O certame decorre até ao próximo dia 5 de julho.

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publicado por Carlos Gomes às 19:15
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FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO ABRE HOJE AO PÚBLICO



publicado por Carlos Gomes às 12:22
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MINHOTOS FAZEM AMANHÃ ARRAIAL EM LISBOA JUNTO À MATA DE BENFICA

O Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho leva amanhã a efeito o Festival Nacional de Folclore, na Alameda Padre Álvaro Proença, junto à mata de Benfica, também designado por Parque Silva Porto

O arraial é feito a S. Pedro e a festa é organizada pelas gentes do Minho. O Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho, um dos mais antigos e representativos agrupamentos folclóricos minhotos na região de Lisboa, leva a efeito no próximo dia 28 de junho, em Benfica, o “Arraial de São Pedro”. A iniciativa conta com o apoio da Junta de Freguesia de Benfica e vai ter lugar na Alameda Padre Álvaro Proença, junto à mata de Benfica.

Para além do grupo anfitrião, o Minho faz-se ainda representar pelo Rancho Folclórico “As Lavradeiras” de Oleiros – Ponte da Barca. A Beira Litoral apresenta o Rancho Folclórico do Souto da Carregueira – Leiria. Do Ribatejo desloca-se o grupo da Associação Etnográfica Gentes de Almeirim. Por sua vez, a Estremadura é representada pelo Grupo Etnográfico de Danças e Cantares da Barra Cheia – Moita. O cartaz do espetáculo ou seja, os grupos que nele vão participar falam por si, garantindo a qualidade do festival de folclore, como aliás já nos habitou o grupo organizador.

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publicado por Carlos Gomes às 02:24
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Sexta-feira, 26 de Junho de 2015
ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA INSTITUI DIA NACIONAL DO FOLCLORE PORTUGUÊS

Os deputados dos grupos parlamentares do PSD e do CDS apresentaram no passado dia 12 de junho, um Projeto de Resolução com vista à criação do “Dia Nacional do Folclore Português. O referido documento, cuja redação curiosamente não obedece ao Acordo Ortográfico em vigor, institui o último domingo do mês de maio para a sua celebração.

Esta iniciativa que tem a sua aprovação assegurada por parte da maioria parlamentar e deverá contar também com a aprovação dos partidos políticos da oposição, é tomada a escassos meses das próximas eleições legislativas e reflete claramente a importância social do folclore, pese embora o desprezo a que sempre tem sido votado pela classe política. Os ranchos folclóricos apenas têm sido chamados para cantar as janeiras a titulares de cargos políticos ou fazer arruada em campanhas eleitorais…

Entretanto, a televisão pública continua a preterir o folclore português na sua programação e o Museu de Arte Popular mantém o seu destino incerto, privado do “Mercado da Primavera” e já ameaçado de demolição.

Transcreve-se o documento apresentado pelos grupos parlamentares do PSD e CDS.

Projecto de Resolução n.º 1531/XII/4.ª

INSTITUIÇÃO DO DIA NACIONAL DO FOLCLORE PORTUGUÊS

Exposição de motivos

O saber do povo português está, em grande parte, guardado no folclore. É, aliás, essa mesma a raiz da palavra ‘folclore’, que liga dois termos ingleses - ‘folk’ e ‘lore’ - que significam, respectivamente, ‘povo’ e ‘saber’. Ou seja, enquanto expressão do saber tradicional de um povo, o folclore tem um valor inestimável de identidade nacional e deve, como tal, ser preservado.

O folclore representa conhecimento transformado em cultura de origem popular, constituída pelos costumes, lendas e tradições, e celebrada em festas populares, que passam de geração em geração. Tradicional, porque passa de pais para filhos; oral, porque acessível a todos; anónimo, porque não tem autor mas é de todos; funcional, porque aproxima a comunidade e fortalece os laços entre os seus membros; espontâneo, porque é culturalmente dinâmico e não pode ser institucionalizado. Por todas estas características, o folclore é, de certo modo, o veículo através do qual a herança dos nossos antepassados chega até nós.

Assim sendo, assinalar a sua importância não se limita a apreciar o folclore enquanto género cultural, mas sobretudo a celebrar o que nos define como portugueses.

De facto, todos os povos têm as suas tradições e as suas crenças, e estas fazem parte do seu ADN e da sua História. Portugal não é excepção, contando com várias associações que, nas suas comunidades, mantêm o folclore vivo. De acordo com a Federação do Folclore Português, o movimento folclórico no território nacional engloba 1875 associações culturais – 534 no Norte, 306 no Douro/Vouga, 416 na região Centro, 306 na região Sul, 219 nas Beiras e 94 nas Ilhas. Considera-se, pois, que estas associações envolvem directamente mais de 150 mil portugueses e, indirectamente (incluindo associados), mais de 800 mil cidadãos.

Num momento em que a cultura portuguesa de origem popular se tem afirmado internacionalmente, como aconteceu com o reconhecimento, por parte da UNESCO, do Cante Alentejano como Património Cultural e Imaterial da Humanidade, e após várias iniciativas do actual Governo no sentido da valorização do nosso património popular, como a instituição do Dia Nacional das Bandas Filarmónicas (reconhecendo o trabalho que desenvolvem em favor da sociedade e da cultura), os Deputados do Grupo Parlamentar do PSD e do CDS-PP apresentam este projecto de resolução no sentido de dar igual distinção ao folclore português, instituindo um Dia Nacional para a sua celebração.

Assim, a Assembleia da República resolve, nos termos do nº 5 do artigo 166º da Constituição da República Portuguesa:

Instituir o último Domingo do mês de Maio como dia nacional do folclore português.

Palácio de São Bento, 12 de Junho de 2015

Os Deputados



publicado por Carlos Gomes às 22:22
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GASTRONOMIA TRADICIONAL MARCA PRESENÇA NA FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO

Semana de Gastronomia Tradicional | FIA Lisboa 2015

2º Festival de Carnes Portuguesas Certificadas (DOP)

Mercado da Cerveja Artesanal

De 27 de Junho a 5 de Julho a FIL - Parque das Nações – recebe a 28º edição da FIA Lisboa voltando a ser o palco da maior Festa Intercultural da Península Ibérica, redescobrindo os melhores pratos de Gastronomia Tradicional.

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Promovida e organizada pela Fundação AIP, através da AIP - Feiras, Congressos e Eventos, com a colaboração do IEFP - Instituto de Emprego e Formação Profissional e contando com a participação de Municípios; Entidades Regionais de Turismo e Associações de Artesãos, a FIA-Lisboa é um verdadeiro mundo de culturas, tradições e artes.

A Gastronomia constitui-se como um importante atractivo turístico-cultural de um local, região ou País. Portugal está identificado como um dos melhores destinos de Gastronomia e Vinhos na Europa sendo fundamental que o Património Gastronómico Nacional seja reconhecido, valorizado e divulgado como fenómeno cultural, património material e imaterial das regiões e factor impulsionador do desenvolvimento regional e de riqueza nacional.

Neste âmbito, a FIA-Lisboa conta, pela 2ª vez, com a Semana de Gastronomia Tradicional dando especial destaque à degustação de Carnes Portuguesas Certificadas (DOP) e ao Mercado da Cerveja Artesanal. A Semana de Gastronomia Tradicional pretende, com esta iniciativa, cativar os visitantes pelos produtos e paladares característicos que são de origem nacional.

A Semana da Gastronomia Tradicional decorrerá no pavilhão 3 da FIL e incluirá os seguintes Espaços Gastronómicos:

2º Festival de Carnes Portuguesas Certificadas (DOP)

‘’ Um Território uma Raça, em cada Raça um Paladar’’

Mostra e degustação da melhor e suculenta carne de seis Raças Portuguesas Certificadas (DOP) confecionada por seis Restaurantes de cozinha tradicional Portuguesa em representação de seis regiões do país num evento de cultura gastronómica com os melhores pratos tradicionais e produtos genuínos. Para o efeito, a organização da FIA-Lisboa convidou restaurantes - o ‘‘Torres Restaurantes’’ – Minho, ‘’O Costa’’ – Alto Douro, ‘’Comeres Barrosões’’ – Alto Tâmega, ‘’Caetano’’ – Beira Litoral, ‘’Temudu’s’’ – Centro Bairrada e o restaurante ‘’Lampião’’ - Alentejo). Esta iniciativa conta também com a presença de várias tasquinhas onde será possível a degustação de produtos de charcutaria, queijos e doçaria e stands de venda directa de produtos gastronómicos.

Mercado da Cerveja Artesanal

No âmbito da Semana da Gastronomia Tradicional, a FIA-Lisboa lança o Mercado da Cerveja Artesanal como plataforma de divulgação e promoção de um novo nicho de mercado que está a crescer. Oportunidade de negócio que começa a ter alguma dimensão, iniciou-se enquanto hobby de fabricação em casa, passando às microcervejeiras, sendo hoje negócio de algumas grandes marcas reconhecidas internacionalmente. O Mercado da Cerveja Artesanal acolhe 4 marcas diferentes de cerveja artesanal - Letra, Sovina, Bolina e Deusa - e 4 mostradores que representam mais de 20 estilos de cervejas artesanais. A iniciativa tem como principais objectivos:

- Divulgar o empreendedorismo de alguns produtores

- Promover os melhores produtores

- Fomentar a cultura cervejeira artesanal Incentivar o público a conhecer e entender a importância de se consumir e apreciar produtos de qualidade

- Conhecer a diversidade e a versatilidade da cerveja artesanal

- Degustar a vasta gama de estilos e receitas produzidas

- Contactar directamente com o consumidor final e assim testar o produto

Os visitantes que optarem por almoçar no espaço da Semana da Gastronomia Tradicional na FIA Lisboa poderão descontar o preço do valor da entrada na sua refeição*. *Válido apenas ao almoço num dos seis restaurantes (12h30 às 14h30)

Com quase três décadas de história a FIA Lisboa ocupará até dia 5 de Julho os pavilhões 1, 2 e 3 da FIL, no Parque das Nações. Recebendo anualmente mais de 100.000 visitantes, o salão prima a sua oferta pelo artesanato e expressões culturais trazidas à capital por centenas de expositores que ano após ano aderem ao certame.

Foi assim em 2014…

Em 2014 a FIA Lisboa recebeu cerca de 112.000 visitantes em 9 dias de feira. A diversidade dos expositores, as propostas artesanais aliadas ao design mais contemporâneo, as iniciativas multiculturais e a ampliação da área dedicada à gastronomia, contribuíram para o sucesso da FIA Lisboa 2014, certame que é já uma referência consagrada nas feiras do sector.

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publicado por Carlos Gomes às 20:59
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CULTURA NA MOITA TEM MARÉ CHEIA

Agenda de eventos de julho e agosto; Maré Cheia “com cheiro a verão”

A Maré Cheia de verão, que engloba os meses de julho e agosto, já pode ser consultada, em formato digital, emwww.cm-moita.pt, e em papel, nos locais habituais.

No À Lupa, o destaque vai para as festas populares que acontecem no concelho nestes meses: de 8 a 12 de julho, na Baixa da Banheira, de 29 de julho a 2 de agosto, em Alhos Vedros, de 13 a 17 de agosto, no Rosário, e de 21 a 24 de agosto, em Sarilhos Pequenos. Não perca a animação e o convívio tão caraterístico destas festividades.

Vai Acontecer… elenca diversas atividades para ver, ouvir e fazer, em todo o concelho, como música, teatro, desporto, exposições, feiras e festas, cinema, entre outras iniciativas.

Nas Cumplicidades, deixamos-lhe algumas sugestões de “Leituras de verão”. Aproveite as férias para colocar as leituras em dia. Recordamos que até 4 de julho, entre as 20:30h e as 24:00h, está a decorrer, na Praça da República, a 44ª Feira do Livro de Alhos Vedros.

Os passeios fluviais a bordo do Varino “O Boa Viagem” que, este ano, têm novidades, é o tema da rubrica Aqui Tão Perto.

Com as temperaturas a subir, nada melhor do que um sorvete geladinho para refrescar. Na rubrica “Sabores e Saberes”, conheça uma das muitas receitas de Sorvete de Limão e Hortelã.

Se pretende receber a Maré Cheia em sua casa, todos os meses, contacte o Gabinete de Informação e Relações Públicas da Câmara Municipal da Moita, através do e-mail: informacao-rpublicas@mail.cm-moita.pt ou do telefone 212806715.



publicado por Carlos Gomes às 20:41
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MOITA REALIZA FESTIVAL DE VERÃO NA PRAIA DO ROSÁRIO

Dias 3, 4 e 5 de julho – Praia do Rosário: Festival de verão: Super Weekend Beach Party

Nos dias 3, 4 e 5 de julho, a Praia Fluvial do Rosário (Parque de Merendas), no concelho da Moita, recebe a segunda edição do Festival Anual de Verão, Super Weekend Beach Party.

Praia do Rosário

Pelo recinto, vão passar bandas de diferentes estilos musicais, dj’s, demonstrações de atividades desportivas, mostra de artesanato, entre muitas outras iniciativas. Pedro Cazanova, Crise, Shack-A-Lack Soundsystem, DJ Kuch, Yonilinga, DJ André Freitas, Ezzra, Tributo aos Queen – One Vision Bad, Chadubritt, Red Eyes Sound, Tributo a Guns N’ Roses – Glash N’ Roses, Jorge Silva, Last Call, Rodriguez, Tributo aos Xutos e Pontapés – GM, DJ Fiery, Projeto Balancé, L.O.K.I e Tributo aos Metallica – Blackallica vão passar pelos dois palcos colocados junto ao rio Tejo.

Os bilhetes estão à venda em www.ticketline.pt e nos locais habituais, como Worten, Fnac, Fórum Montijo, Almada Fórum, Agência de Viagens Abreu, El Corte Inglês, Casino de Lisboa, entre outros. Preço dos Bilhetes: dia 3 – 5 euros; dia 4 – 5 euros; dia 5 – 2,5 euros; pulseira para os três dias – 10 euros.

A angariação de fundos para a organização da Festa em Honra de Nª Srª do Rosário está na origem deste Festival de Verão, promovido pela Comissão de Festas, em parceria com a União de Freguesias do Gaio/Rosário e Sarilhos Pequenos e com o apoio da Câmara Municipal da Moita.

Programa completo do Super Weekend Beach Party

3 julho – sexta-feira

Palco Rock:
GM Tributo (Tributo aos Xutos e Pontapés) – 22:00h – 23:45h
Blackallica (Tributo aos Metálica) – 00:15 – 02:00h
Palco Eletrónica:
Yonilinga – 22:30h – 00:30h
CRISE – 00:30h – 01:30h
L.O.K.I – 01:30h – 02:30h
Last Call – 02:30h – 04:00h
4 de julho - sábado

Super Tarde - ZUMBA FITNESS – 16:00h – 20:00h
DJ Gonzagas e Paulo Esparteiro – aula de grupo/dança na praia
Palco Rock:

Slash N´Roses (Tributo aos Guns n´ Roses) – 22:00h – 23:45h
One Vision (Tributo aos Queen) – 00:15h – 02:00h
Palco Eletrónica:

Balancé – 22:30h – 00:30h
Red Eyes Sound – 00:30h – 01:30h
Fiery b2b Rodriguez feat. Varrula – 01:30h – 02:30h
Chadubritt – 02:30h – 04:00h
5 de julho – domingo (Sunset Party)

André Freitas – 16:00h – 17:15h
Shack-A-Lack – 17:15h – 18:00h
EZZRA – 18:00h – 18:45h
Pedro Cazanova – 18:45h – 20:15h
KUCH – 20:15h – 21:00h
Jorge da Silva – 21:00h – 22:00h

Super Weekend Beach Party



publicado por Carlos Gomes às 20:37
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FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO É UM MUNDO DE CULTURAS

‘FIA Lisboa – Um mundo de Culturas’, na FIL de 27 de Junho a 5 de Julho

De 27 de Junho e 5 de Julho, a FIL, no Parque das Nações, será mais uma vez palco da maior Festa intercultural da Península Ibérica, e a segundo a nível europeu, voltando a receber a FIA Lisboa – Um mundo de culturas na sua 28ª edição.

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Organizada pela Fundação AIP, através da AIP – Feiras, Congressos e Eventos, com a colaboração do IEFP – Instituto de Emprego e Formação Profissional, a FIA Lisboa traz à capital durante 9 dias um verdadeiro mundo de culturas, tradições e artes. Plataforma de excelência para a promoção do desenvolvimento regional e das culturas locais por via do artesanato, gastronomia, recursos naturais e das actividades culturais e turísticas, a FIA Lisboa dá a conhecer todo o património material e imaterial que constitui a identidade dos Territórios.

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A FIA Lisboa mobiliza cerca de 115.000 visitantes, famílias que querem descobrir, recordar, ou mesmo adquirir artigos típicos de cada região, mas também novos conceitos de artesanato e design, objectos com os quais nos identificamos, paladares que fazem as nossas delícias, artes performativas que exteriorizam sentimentos, a arquitectura dos nossos espaços e a organização social do território e das regiões.

Em 2015 a FIA Lisboa volta a promover a melhor gastronomia, no 2º Festival de Carnes Portuguesas Certificadas – DOP, trazendo ao espaço da FIL carnes de seis raças nacionais, representadas por 6 restaurantes de 6 regiões do País.

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Como novidade a FIA Lisboa lança este ano o Mercado da Cerveja Artesanal com a presença de algumas das melhores e mais conhecidas marcas e com o objectivo de divulgar o empreendedorismo destes produtores, dar a conhecer a vasta gama de estilos e receitas produzidas e fomentar a cultura cervejeira artesanal.

Como habitualmente a FIA lisboa promove mais uma vez o Prémio de Artesanato Tradicional e Contemporâneo. Mais que um recordar de tradições, a FIA Lisboa é também um palco para novos talentos que incorporam no melhor que nós temos vindo a produzir, novas abordagens e novos materiais, mantendo a tradição sempre actual e desafiante.

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publicado por Carlos Gomes às 16:06
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FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO É O MAIOR EVENTO IBÉRICO DE SABERES, SABORES E TRADIÇÕES

Participações oficiais internacionais e entidades regionais nacionais crescem na FIA Lisboa 2015

A FIA Lisboa que se realiza de 27 de Junho e 5 de Julho, na FIL, cresce em número de participações oficiais internacionais e em presenças de entidades regionais nacionais, numa aposta clara de promoção de culturas e territórios.

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Organizada pela Fundação AIP, através da AIP – Feiras, Congressos e Eventos, com a colaboração do IEFP – Instituto de Emprego e Formação Profissional, a FIA Lisboa traz à capital durante 9 dias um verdadeiro mundo de culturas, tradições e artes.

Plataforma de excelência para a promoção do desenvolvimento regional e das culturas locais por via do artesanato, gastronomia, recursos naturais e das actividades culturais e turísticas, a FIA Lisboa dá a conhecer todo o património material e imaterial que constitui a identidade dos Territórios.

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Cada vez mais ao serviço das diferentes culturas nas suas diversas vertentes – saberes, sabores, costumes e tradições reflexo do conhecimento, da moral e do meio ambiente onde nos inserimos, a FIA Lisboa tem vindo ao longo das suas 28 edições a atrair cada vez mais participações regionais e locais nacionais e internacionais, nomeadamente municípios, e entidades oficiais que representam os diferentes países, verificando-se um crescimento em número de participações de cerca de 50% a nível internacional e mais de 100 % no que diz respeito a municípios.

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Em 2015 a FIA Lisboa volta a promover a melhor gastronomia, no 2º Festival de Carnes Portuguesas Certificadas – DOP, trazendo ao espaço da FIL carnes de seis raças nacionais, representadas por 6 restaurantes de 6 regiões do País, com a estreia da Raça de Porco Alentejano.

Como novidade a FIA Lisboa lança este ano o Mercado da Cerveja Artesanal com a presença de algumas das melhores e mais conhecidas marcas e com o objectivo de divulgar o empreendedorismo destes produtores, dar a conhecer a vasta gama de estilos e receitas produzidas e fomentar a cultura cervejeira artesanal.

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Como habitualmente a FIA lisboa promove mais uma vez o Prémio de Artesanato Tradicional e Contemporâneo. Mais que um recordar de tradições, a FIA Lisboa é também um palco para novos talentos que incorporam no melhor que nós temos vindo a produzir, novas abordagens e novos materiais, mantendo a tradição sempre actual e desafiante.

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publicado por Carlos Gomes às 15:25
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FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO DESTACA ARTES E OFÍCIOS PORTUGUESES

FIA Lisboa 2015

Exposição Temática | Artes e Ofícios Portugueses: Caminhos de Inovação

De 27 de Junho a 5 de Julho a FIL- Parque das Nações - recebe a 28 º edição da FIA Lisboa – um espaço para Sentir o Passado, Viver o Presente e Experimentar o Futuro.

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Assumindo-se como uma plataforma de excelência para a promoção do desenvolvimento regional e das culturas locais, que formam a identidade etnológica nacional, por via do artesanato, das actividades culturais e turísticas, da gastronomia, do património e recursos naturais e fontes de sustentabilidade da economia local, a FIA Lisboa levará o público visitante a viajar pelos melhores sabores e saberes de Portugal e de dezenas de países, dos cinco continentes.

Organizada pelo IEFP em parceria com a fundação AIP – Feiras, Congressos e Eventos, a exposição temática – Artes e Ofícios Portugueses: Caminhos de Inovação contempla projectos colectivos e iniciativas individuais desenvolvidas um pouco por todo o país abrangendo vários subsectores das produções artesanais (cerâmica, têxtil, calçado, fibras vegetais e a joalharia, entre outros).

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Uma abordagem transversal, cujo denominador comum é a inovação e com uma ligação aos territórios, em propostas que partem de uma apropriação de tradições, das vivências, do meio ambiente, na tentativa (conseguida) de criar objectos diferenciados que nos remetem para determinados locais e regiões.

A exposição temática incluirá os seguintes espaços:

- Espaço ‘’parcerias para a inovação’’, onde serão destacados projectos inovadores que conjugam o trabalho de designers, artesãos e outros profissionais, ou experiências, mais ou menos consolidadas, de interacção colaborativa entre artesãos.

- Espaço ‘’novas áreas novas abordagens’’, onde se apresentarão os ateliers, oficinas ou artesãos individuais que têm vindo a explorar novas áreas, novos mercados, conceitos e linguagens.

Com quase três décadas de história a FIA Lisboa ocupará até dia 5 de Julho os pavilhões 1, 2 e 3 da FIL, no parque das Nações. Recebendo anualmente mais de 100.000 visitantes, o salão prima a sua oferta pelo artesanato e expressões culturais trazidas à capital por centenas de expositores que ano após ano aderem ao certame.

Foi assim em 2014… Em 2014 a FIA Lisboa recebeu cerca de 112.000 visitantes em 9 dias de feira. A diversidade dos expositores, as propostas artesanais aliadas ao design mais contemporâneo, as iniciativas multiculturais e a ampliação da área dedicada à gastronomia, contribuíram para o sucesso da FIA Lisboa 2014, certame que é já uma referência consagrada nas feiras do sector.

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publicado por Carlos Gomes às 15:13
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FEIRA INTERNCIONAL DE ARTESANATO ABRE AMANHÃ AO PÚBLICO



publicado por Carlos Gomes às 09:33
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FERNANDO CIPRIANO, FUNDADOR DO RANCHO FOLCLÓRICO DO BAIRRO DA FRATERNIDADE, RESPONDE ÀS CRÍTICAS QUE SÃO DIRIGIDAS AO SEU GRUPO FOLCLÓRICO

Na sequência de uma certa polémica travada nas redes sociais em torno de imagens de atuações do Rancho Folclórico do Bairro da Fraternidade, de S. João da Talha-Loures e constatando que o mesmo segue assumidamente uma forma diferente de atuação, solicitámos ao seu responsável, sr. Fernando Cipriano, um depoimento a fim de poder expor os seus pontos de vista em relação ao folclore.

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São suas as palavras que a seguir publicamos e, através das quais, defende-se das críticas que são dirigidas ao seu grupo folclórico, esclarece que não se trata de um grupo etnográfico e que, por conseguinte, ainda não aderiu à Federação do Folclore Português por “não se encaixarmos nesse sistema”.

Aproveitamos para lembrar que, pese embora o Rancho Folclórico do Bairro da Fraternidade não se assumir como etnográfico, diversos aspetos que são frequentemente alvo de crítica nomeadamente a nível de traje e da dança, vamos encontra-los em muitos grupos folclóricos que dizem representar com autenticidade os usos e costumes de outros tempos ou seja, o genuíno folclore.

Entretanto, enquanto aguardávamos pela resposta do sr. Fernando Cipriano, o BLOGUE DE LISBOA publicou em http://bloguedelisboa.blogs.sapo.pt/rancho-folclorico-do-bairro-da-263303 um artigo acerca deste grupo, sob o título “Rancho Folclórico do Bairro da Fraternidade: O que é bom é para se ver!”, cuja leitura sugerimos.

O BLOGUE DE LISBOA privilegia a cultura popular e tradicional. Porém, não é um blogue de folclore, constituindo um espaço aberto de informação e opinião, na observância do respeito pelo bom nome de pessoas e entidades.

Bom dia!

Sou Fernando Manuel Cipriano, fundador e ensaiador do Rancho Folclórico do Bairro da Fraternidade desde 1989.

Vou só explicar algumas coisas sobre o grupo, porque não tenho pachorra para aturar hipocrisias daqueles que nada sabem, mas falam muito e eu nunca gostei de alimentar polémicas, mas sou frontal e digo o que acho e penso na cara de quem me critica.

Este grupo nasceu num Bairro onde nada existia a não ser Oliveiras, agora já tem algumas casas e nasceu com o objectivo de ocupar a juventude deste Bairro que nada tinha, nem tem. O objectivo era ensinar e dar-lhes gosto pelo Folclore e retirá-los doutros caminhos como a Droga, Alcoolismo, solidão, etc.

Não somos Etnográficos, não temos que representar nada nem ninguém e estamos no século XXI, tudo evoluiu e quase tudo mudou, menos algumas mentalidades antiquadas e retrógradas.

Lembrar que os trajes são próprios e foram idealizados com o intuito de dar Alegria e frescura às nossas danças. Fazemos o que achamos melhor, nunca fomos atrás de ninguém, nem vamos, não andamos cá por ver andar os outros. Os nossos trajes não são sintéticos, as saias são todas em Terylene e as meninas usam uns culotes que fazem o mesmo efeito de calções, para que possam mostrar as pernas, assim como mostram as danças de Salão, os Zumbas, os Kizombas, etc. Mas as meninas até usam cueca e soutien branco, que é uma norma e podem assim dançar com mais destreza.

Nós aceitamos e vivemos bem com as críticas, é sinal que estamos vivos e isso dá-nos ainda mais força para continuar o nosso trabalho.

Lamentamos é alguns senhores ligados á rádio, criticarem um grupo que actuou 4 anos gratuitamente nas suas festas, com o mesmo traje, não se importando com as saias curtas e era bom, mas agora o mesmo grupo já não presta. Estas pessoas é que estão a mais, devem ter alguma doença de esquecimento, porque os tempos mudaram e o Folclore já não é o mesmo e para conseguirmos ter a juventude nesta dança que é o Folclore, temos de inovar e seguir outro caminho.

Este grupo dança todos os dias e já lá vão 4 anos, num restaurante de Fado e Folclore no Bairro Alto, chamado O Forcado, situado na Rua da Rosa e concorremos com vários grupos de várias zonas e fomos nós os escolhidos, pode lá nos ir visitar e tirar conclusões.

Todos são livres de dizerem o que pensam, mas como este Rancho não diz mal de ninguém, também não gosta que digam mal de nós.

Lembrar ainda que não somos federados, na Federação de Folclore, por não se encaixarmos nesse sistema.

Somos federados da Confederação das Colectividades e estamos legais nas Finanças e Segurança social o que talvez não aconteça com muitos. Em 2013 fomos escolhidos para participarmos no Mega Picnic do Continente, temos mais de 40 atuações por ano. Fomos convidados para atuarmos na Televisão, pelo que não somos assim tão maus.

Só queremos dançar e mostrar toda a beleza das nossas danças, porque todos dançamos com amor á arte.

Saudações Folclóricas

Fernando Cipriano



publicado por Carlos Gomes às 09:03
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Quinta-feira, 25 de Junho de 2015
ESPETÁCULO MULTICULTURAL SOBE AO PALCO NA BAIXA DA BANHEIRA

“De Todo o Lugar” para o palco do Fórum Cultural – Baixa da Banheira

No dia 28 de junho, pelas 16:00h, o Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, vai ser palco para a apresentação pública do trabalho desenvolvido no âmbito do projeto “De Todo o Lugar”.

Esta tarde vai ser preenchida com música e a exibição de um vídeo, pelo Grupo de Trabalho “ O Nosso Lugar é o Mundo”, bem como pelas atuações do Grupo Coral Alentejano “O Sobreiro” e das Batucadeiras do Vale da Amoreira.

O projeto “De Todo o Lugar” surge na sequência da candidatura ao Alto Comissariado das Migrações e ao Fundo Europeu para a Integração de Nacionais de Países Terceiros.

Assista!

A entrada é gratuita.



publicado por Carlos Gomes às 19:26
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INATEL REALIZA EM LISBOA “CIDADE DAS TRADIÇÕES”

A Cidade das Tradições® decorre nos dias 18, 19 e 20 de setembro de 2015, no Parque de Jogos 1.º de Maio, em Alvalade (Lisboa).

Cidade das Tradições®, evento que reflete e representa os valores e objetivos pelos quais se pauta a atividade da Fundação INATEL no âmbito da salvaguarda do património cultural imaterial, irá assinalar o ano de 2015 com a sua 3ª edição, convidando e dando destaque à Região Centro de Portugal.

Nesta 3ª Edição, a Cidade das Tradições®, mantendo a fidelidade dos seus princípios, continuará a promover o espírito de participação e de partilha, garantindo a valorização e preservação das nossas memórias históricas, sociais e culturais.

Num ambiente festivo e repleto de espaços performativos, de convívio e de aprendizagem coletiva quisemos, mais uma vez,lançar publicamente o convite a artesãos e artífices para participação na Cidade das Tradições®, mediante a exposição e venda de artesanato, de produtos oficinais e de produtos gastronómicos regionais, e promovendo o contato direto com os públicos, com o objetivo de divulgar e apoiar as artes e ofícios e saberes tradicionais que lhes estão associados, na vertente de atividade profissional sustentável e inovadora.

Remetemos em anexo as condições de participação assim como a ficha de preenchimento, e aguardamos as vossas candidaturas até ao dia 23 de julho de 2015 para o email jcruz@inatel.pt ou para a seguinte morada:

Fundação INATEL

Rua de São Pedro, 10

4900 – 538 Viana do Castelo

A Cidade das Tradições® é o evento de referência da Fundação INATEL, que reflete e representa os valores e objetivos pelos quais se pauta a sua atividade no âmbito da salvaguarda do património cultural imaterial.

Trata-se de um grande evento festivo que reúne associações culturais e comunidades, agentes culturais e artistas envolvidos diariamente na missão de preservação e divulgação das artes e práticas culturais tradicionais, na sua variedade e diversidade de expressões e linguagens, nas áreas da música, dança, teatro, artes e ofícios e gastronomia tradicional.

A presença de artesãos e artífices na Cidade das Tradições®, mediante a exposição e venda de artesanato, de produtos oficinais e de produtos gastronómicos regionais, e promovendo o contato direto com os públicos, tem como objetivo divulgar e apoiar as artes e ofícios e saberes tradicionais que lhes estão associados, na vertente de atividade profissional sustentável e inovadora.



publicado por Carlos Gomes às 19:12
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VISITE A FEIRA INTENACIONAL DE ARTESANATO E APROVEITE O VOUCHER DE DESCONTO!



publicado por Carlos Gomes às 18:49
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MAFRA REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE LUSO-ESPANHOL



publicado por Carlos Gomes às 15:34
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GRUPO ETNOGRÁFICO DANÇAS E CANTARES DO MINHO ORGANIZA NO PRÓXIMO DOMINGO GRANDIOSO ARRAIAL DE SÃO PEDRO EM LISBOA JUNTO À MATA DE BENFICA

MINHO É FESTA, ALEGRIA E FOLCLORE EM LISBOA, NO PRÓXIMO DOMINGO JUNTO À MATA DE BENFICA (PARQUE SILVA PORTO)

O Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho organiza Festival Nacional de Folclore no próximo dia 28 de junho, na Alameda Padre Álvaro Proença, junto à mata de Benfica, também designado por Parque Silva Porto

O arraial é feito a S. Pedro e a festa é organizada pelas gentes do Minho. OGrupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho, um dos mais antigos e representativos agrupamentos folclóricos minhotos na região de Lisboa, leva a efeito no próximo dia 28 de junho, em Benfica, o “Arraial de São Pedro”. A iniciativa conta com o apoio da Junta de Freguesia de Benfica e vai ter lugar na Alameda Padre Álvaro Proença, junto à mata de Benfica.

Para além do grupo anfitrião, o Minho faz-se ainda representar pelo Rancho Folclórico “As Lavradeiras” de Oleiros – Ponte da Barca. A Beira Litoral apresenta o Rancho Folclórico do Souto da Carregueira – Leiria. Do Ribatejo desloca-se o grupo da Associação Etnográfica Gentes de Almeirim. Por sua vez, a Estremadura é representada pelo Grupo Etnográfico de Danças e Cantares da Barra Cheia – Moita. O cartaz do espetáculo ou seja, os grupos que nele vão participar falam por si, garantindo a qualidade do festival de folclore, como aliás já nos habitou o grupo organizador.

O Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho foi constituído em 16 de maio de 1980, já lá vão mais de 35 anos, sempre a representar condignamente as nossas tradições, em Portugal e no estrangeiro.

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É gente do Minho que vive e trabalha na região de Lisboa, filhos e amigos de minhotos e que, em qualquer dos casos, amam a nossa região e fazem dela uma excelente representação que a todos nos orgulha. Todos os seus componentes, com especial destaque para os mais jovens, apresentam-se invariavelmente em todas as atuações com o maior garbo e respeito pelos nossos trajes tradicionais, exibindo-os com dignidade e altivez pois representam a nossa identidade.

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Este Grupo é filiado na Federação do Folclore Português e no INATEL, na Federação Portuguesa das Coletividades de Cultura e Recreio e preside atualmente à “Associação do Distrito de Lisboa para Defesa da Cultura Tradicional Portuguesa”. Encontra-se sediado na Junta de Freguesia de Benfica em Lisboa, cidade onde todos os anos organiza o festival de folclore “Cidade de Lisboa”.

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publicado por Carlos Gomes às 13:32
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Quarta-feira, 24 de Junho de 2015
FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO ABRE AS PORTAS NO PRÓXIMO SÁBADO



publicado por Carlos Gomes às 22:26
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MINHO É FESTA, ALEGRIA E FOLCLORE EM LISBOA, NO PRÓXIMO DOMINGO JUNTO À MATA DE BENFICA

O Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho organiza Festival Nacional de Folclore no próximo dia 28 de junho, na Alameda Padre Álvaro Proença, junto à mata de Benfica.

O arraial é feito a S. Pedro e a festa é organizada pelas gentes do Minho. OGrupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho, um dos mais antigos e representativos agrupamentos folclóricos minhotos na região de Lisboa, leva a efeito no próximo dia 28 de junho, em Benfica, o “Arraial de São Pedro”. A iniciativa conta com o apoio da Junta de Freguesia de Benfica e vai ter lugar na Alameda Padre Álvaro Proença, junto à mata de Benfica.

Para além do grupo anfitrião, o Minho faz-se ainda representar pelo Rancho Folclórico “As Lavradeiras” de Oleiros – Ponte da Barca. A Beira Litoral apresenta o Rancho Folclórico do Souto da Carregueira – Leiria. Do Ribatejo desloca-se o grupo da Associação Etnográfica Gentes de Almeirim. Por sua vez, a Estremadura é representada pelo Grupo Etnográfico de Danças e Cantares da Barra Cheia – Moita. O cartaz do espetáculo ou seja, os grupos que nele vão participar falam por si, garantindo a qualidade do festival de folclore, como aliás já nos habitou o grupo organizador.

EncontroTadiçoesMinhotasLisboa 016

O Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho foi constituído em 16 de maio de 1980, já lá vão mais de 35 anos, sempre a representar condignamente as nossas tradições, em Portugal e no estrangeiro.

EncontroTadiçoesMinhotasLisboa 029

É gente do Minho que vive e trabalha na região de Lisboa, filhos e amigos de minhotos e que, em qualquer dos casos, amam a nossa região e fazem dela uma excelente representação que a todos nos orgulha. Todos os seus componentes, com especial destaque para os mais jovens, apresentam-se invariavelmente em todas as atuações com o maior garbo e respeito pelos nossos trajes tradicionais, exibindo-os com dignidade e altivez pois representam a nossa identidade.

EncontroTadiçoesMinhotasLisboa 065

Este Grupo é filiado na Federação do Folclore Português e no INATEL, na Federação Portuguesa das Coletividades de Cultura e Recreio e preside atualmente à “Associação do Distrito de Lisboa para Defesa da Cultura Tradicional Portuguesa”. Encontra-se sediado na Junta de Freguesia de Benfica em Lisboa, cidade onde todos os anos organiza o festival de folclore “Cidade de Lisboa”.



publicado por Carlos Gomes às 20:11
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WACK NO CARTAZ DO YOUNG SUMMER FESTIVAL 2015

A edição deste ano do Young Summer Festival, no Fundão, recebe os WACK para um concerto no Parque do Convento já no dia 27 de junho, por volta das 22h30. Depois da presença no Belém Art Fest, o grupo lisboeta continua a promoção ao EP “Sem Pés Nem Cabeça”, editado em janeiro pela Music In My Soul, trabalho do qual “Carta de Amor” é o single de apresentação.

WACK, palavra “hiphopiana” para algo mau ou sem qualidade, é um projeto musical que surgiu de improvisos e discussões sobre preocupações sérias entre irmãos, criados por concertos e festas Hip Hop underground na zona de Lisboa.

Esta fusão de música Rap com Funk, Soul e Jazz nasceu em 2012, após a edição do álbum “Dia e Noite” por TANB e João “Dikas” Paiva (vocalista). A dupla juntou-se a David Neves (DJ Ketzal) e ao produtor/beatmaker Rui “Raw Muzik” Colaço e editou, em 2013, o EP “Contra Fracos Não Há Argumentos”. Este trabalho, misturado e masterizado por Michael Ferreira (MIC) na Sine Factory, simboliza a busca do som WACK e introduziu este projeto nos espetáculos ao vivo.

César Correia (baixista) foi convidado a juntar-se à família em 2014, levando consigo Pedro “Mosca” Rodrigues (baterista) para completar a secção rítmica do projeto.

Fruto desta junção, em janeiro de 2015 nasceu o EP “Sem Pés Nem Cabeça”, produzido apenas pela banda e editado pela Music In My Soul. A gravação dos temas teve lugar na LXPRO por Orlando Costa, no Headstart Studio por David Neves e no Dubai por TANB. Misturado por Zé Caeiro (DJ X-Acto), este trabalho fala sobre "ser WACK" – que, para os próprios, simboliza o fugir das expectativas, o quebrar de conceitos e o assumir de individualidades. O single de apresentação, “Carta de Amor”, fala sobre uma relação amorosa, cheia de paixão e drama, através de rimas diretas e de um groove entre o romantismo e a desilusão. A sonoridade vem da mistura de gostos pessoais. Os ambientes Jazz, Funk e Rock presentes não fazem com que se perca a verdadeira essência do grupo. Neste EP, pode-se ainda ouvir a voz já indispensável de Joana Campelo.

De palco em palco, a família WACK tem vindo a multiplicar-se, provando que estes músicos não são os únicos que não cedem a uma cultura de aparências imposta pela sociedade. 


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publicado por Carlos Gomes às 19:05
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MOITENSES VÊEM CINEMA AO AR LIVRE

Em junho e julho: Cinema ao ar livre no concelho da Moita

Em junho e julho, o cinema no concelho da Moita é ao ar livre. Já no dia 27 de junho, pelas 21:30h, o cinema deixa o auditório do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, e sobe até à esplanada deste equipamento municipal. “Chico e Ria” é o filme de animação a exibir.

Pátio do Rosário

Nos dias 11 e 24 de julho, pelas 21:30h, o cinema vai à explanada da Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça, na Moita, e nos dias 17 e 18 de julho, também às 21:30h, há “Cinema no Pátio” do Rosário, na freguesia do Gaio/Rosário.

A entrada é gratuita. Não perca!



publicado por Carlos Gomes às 18:57
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PARLAMENTO DEBATE AMANHÃ REPOSIÇÃO DAS 35 HORAS SEMANAIS NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

Partido “Os Verdes” defende reposição das 35 horas semanais na Administração Pública – Projeto de Lei em discussão no Parlamento a 25 de Junho

Os Verdes entregaram na Assembleia da República um Projeto de Lei que visa a reposição, na Administração Pública (AP), das 35 horas de trabalho semanal.

O Governo PSD/CDS-PP, desrespeitando direitos constitucionalmente consagrados, desregulando a conciliação da vida profissional com a vida familiar e promovendo o desemprego, aumentou o horário de trabalho da AP de sete para oito horas por dia e de trinta e cinco para quarenta horas semanais.

Esta “imposição”, que constitui um desrespeito pelo direito à negociação coletiva consagrado na Constituição, passou a significar trabalho gratuito (com mais cerca de 11.673.380 horas mensais e 128,4 milhões de horas anuais), correspondendo a um valor anual de 1.640 milhões de euros desviados para lucros especulativos em PPP, para cobrir as rendas excessivas do sector da energia ou para garantir outros contratos impostos às empresas públicas em favor dos lucros dos grandes grupos económicos e financeiros.

O PEV considera que este aumento do tempo de trabalho dos trabalhadores da AP consubstancia uma clara violação de princípios e normas constitucionais, em particular dos princípios da proibição do retrocesso social, da segurança jurídica e da confiança, dos princípios da igualdade e da proporcionalidade, o que levou mesmo à apresentação de um pedido de fiscalização ao Tribunal Constitucional. Esta medida, de um profundo retrocesso social e manifesta injustiça, constitui, ainda, uma clara violação do direito ao trabalho remunerado corrompendo, até, o direito à articulação entre a vida familiar e a vida profissional e o direito ao repouso e a um horário de trabalho digno.

Para Os Verdes, é urgente a reposição das 35 horas de trabalho semanal na Administração Pública, sendo inadiável o cumprimento da Constituição da República Portuguesa com a reposição dos devidos direitos sociais, económicos e culturais nela consagrados e foi com esse objetivo que entregaram no Parlamento a iniciativa legislativa em causa que será discutida amanhã, dia 25 de Junho, em plenário, a partir das 14.30h.

PROJETO DE LEI Nº 1009/XII/4ª

Pela reposição das 35 horas de trabalho semanal na Administração Pública

Exposição de motivos

O nº 1 do artigo 2º da Lei nº 68/2013, de 29 de Agosto, (actualizado pela Lei nº 82-B/2014, de 31/12, Lei do Orçamento de Estado para 2015), veio introduzir novas regras e princípios gerais em matéria de duração e horário de trabalho na Administração Pública, alterando a sua duração de sete para oito horas por dia e de trinta e cinco para quarenta horas por semana, determinando também que os horários específicos deveriam ser adaptados ao período normal de trabalho de referência então estabelecido, bem como alterar, em conformidade, o Regime do Contrato de Trabalho em Funções Públicas.

Pode-se, desde logo, considerar que essa imposição das 40 horas semanais, como um limite mínimo obrigatório na Administração Pública, fere o nº 1 do artigo 203º do Código do Trabalho quando diz que “o período normal de trabalho não pode exceder oito horas por dia e quarenta horas por semana”, limite máximo que, por esse motivo, nunca poderia ser ultrapassado.

Omitindo que a duração semanal do trabalho constitui uma concretização de direitos constitucionalmente consagrados, em função do princípio da dignidade da pessoa humana, o Governo invocou, por um lado, motivos de uniformização de horários com o sector privado, e, por outro, a aproximação aos restantes países da União Europeia. Porém, tais argumentos, para além de falsos, não se sustentam na prática.

Com efeito, enquanto o Governo colocava os cerca de 580 mil trabalhadores da Administração Pública com um horário invariavelmente superior aos do sector privado, no Boletim Estatístico do Banco de Portugal, de Abril de 2013, constatava-se que, de um total de 4.256,8 milhares de trabalhadores, em Dezembro de 2012, mais de 1 milhão tinham um horário inferior a 40 horas semanais e 2.113,4 milhares desempenhavam funções com um horário entre as 36 e as 40 horas, de que seriam exemplo sectores como a Banca, os Seguros e outros serviços administrativos.

Também caiu por terra o argumento da aproximação aos restantes países europeus. De acordo com um estudo da Direcção-Geral da Administração e do Emprego Público, Portugal era já um dos países da União Europeia com uma das mais longas jornadas de trabalho, referindo-se que, no emprego total, o número médio de horas trabalhadas por semana ascendia às 39,1 horas, enquanto a média da UE não ultrapassava as 37,4 horas e na Alemanha se ficava pelas 35,6 horas.

Tal alteração passou a significar trabalho gratuito por parte dos trabalhadores da Administração Pública (com mais cerca de 11.673.380 horas mensais e 128,4 milhões de horas anuais), correspondendo a um valor anual de 1.640 milhões de euros desviados para lucros especulativos em PPP, para cobrir as rendas excessivas do sector da energia ou para garantir outros contratos impostos às empresas públicas em favor dos lucros dos grandes grupos económicos e financeiros. Aquele valor passou também a corresponder ao tempo de trabalho anual de cerca de 72 mil trabalhadores, contribuindo assim para alimentar e potenciar a gravíssima situação social que o desemprego tem vindo a provocar no nosso País.

Acresce ainda referir que a medida implementada pôs em causa os direitos constitucionais de acesso ao emprego de milhares de portugueses e de necessária conciliação da vida profissional com a vida familiar, tornando óbvia a inconstitucionalidade das normas, face ao dever do Estado em “promover a execução de políticas de pleno emprego”, consignado no artigo 58º da Constituição da República Portuguesa ou “a organização do trabalho em condições socialmente dignificantes, de forma a facultar a realização pessoal e a permitir a conciliação da actividade profissional com a vida familiar” consignado no artigo 59º. Aquela “imposição” legislativa constituiu também um desrespeito pelo direito à negociação coletiva, direito este também consagrado na Constituição da República Portuguesa.

Se na Administração Pública e, em particular, para os trabalhadores em funções públicas, foi o Decreto-Lei nº 187/88, de 27 de Maio, que, ao reconhecer nunca ter existido “um instrumento legal que, de modo sistemático, reunisse os princípios fundamentais enformadores do regime jurídico da duração do trabalho”, veio fixar a duração semanal do trabalho em 35 horas, (à excepção do pessoal dos grupos auxiliar e operário, na altura ainda em 40 a 45 horas, respectivamente), já a Lei nº 68/2013, também conhecida pela Lei das 40 horas, veio originar pedidos de fiscalização abstracta sucessiva de normas desta Lei, por evidenciar feridas de inconstitucionalidade material.

Por se considerar existir uma clara violação de princípios e normas constitucionais, em particular dos princípios da proibição do retrocesso social, da segurança jurídica e da confiança, dos princípios da igualdade e da proporcionalidade, tal conduziu mesmo à apresentação de um pedido de fiscalização abstracta sucessiva de inconstitucionalidade daquelas normas ao Tribunal Constitucional, designadamente, sobre a inconstitucionalidade material das normas do artigo 2º e, consequentemente, dos 3º, 4º e 11º da Lei nº 68/2013, de 29 de Agosto.

Aferiu-se também a não convergência entre os sectores público e privado, quando há, na prática, uma diferenciação e discriminação real entre eles, ao se ter criado com a lei das 40 horas, dois regimes distintos, em claro desfavor do horário de trabalho dos trabalhadores em funções públicas, pois estes têm de cumprir sempre as 40 horas, mas os trabalhadores do sector privado podem ou não cumpri-las, dependendo das variáveis previstas no Código do Trabalho. Deste modo, essas 40 horas vigoram em pleno para o sector público, mas são um limite máximo do período normal de trabalho no sector privado, na sequência, por exemplo, das convenções colectivas do trabalho nos sectores dos serviços.

Confrontou-se ainda o reflexo do aumento da duração semanal do trabalho de 35 para as 40 horas na redução permanente da remuneração dos trabalhadores em funções públicas, com mais trabalho por mais horas, mantendo-se inalterada a remuneração, o que se traduziu numa perda da remuneração por semana calculada na ordem de uma desvalorização de cerca de 14,3%.

Como Os Verdes denunciaram na altura em plenário da Assembleia da República, com este aumento do tempo de trabalho dos trabalhadores da Administração Pública, o Governo promoveu um verdadeiro e profundo retrocesso social de uma clara e manifesta injustiça, pois este aumento do tempo de trabalho não foi acompanhado pelo devido aumento salarial, implicando, isso sim, uma substancial redução salarial, uma vez que os trabalhadores passaram a trabalhar mais tempo e auferir exactamente o mesmo salário. Foi mesmo um retrocesso a leis do século XIX, designadamente à Lei de 23 de Março de 1891 que havia fixado o período de trabalho das oito horas para os manipuladores de tabacos.

Pior ainda foi o facto de o aumento do tempo de trabalho dos funcionários públicos se ter reflectido não só no aumento do desemprego, uma vez que os serviços da Administração Pública passaram a contar com menos pessoas para executar as mesmas tarefas, mas também na eficiência e na qualidade dos serviços públicos prestados aos cidadãos, pois implicou a necessidade de menos trabalhadores, elevando as taxas de desemprego, ter aumentado os níveis de cansaço e reduzido os níveis de motivação daqueles que ficaram a exercer as mesmíssimas funções.

Em suma, estas medidas traduziram-se em flexibilização dos tempos de trabalho, desregulamentação dos horários em prejuízo dos trabalhadores, veio dificultar a harmonização das vidas profissional com a familiar e com o direito ao repouso, tudo em proveito dos interesses da entidade empregadora e do patronato em geral, sem qualquer contrapartida para os trabalhadores. Esta desregulamentação originou ainda o agravamento dos regimes da adaptabilidade e do banco de horas previstos no Código do Trabalho, que se traduziram, na prática, numa transferência directa de rendimentos do trabalho para o capital.

Sendo que esse aumento do horário de trabalho violou não só o direito ao trabalho remunerado, implicando que os trabalhadores da Administração Pública tenham passado a trabalhar mais horas pelo mesmo salário, como corrompeu o direito à articulação entre a vida familiar e a vida profissional e o direito ao repouso e a um horário de trabalho digno.

Sendo urgente a reposição das 35 horas de trabalho semanal na Administração Pública; sendo inadiável o cumprimento da Constituição da República Portuguesa com a reposição dos devidos direitos sociais, económicos e culturais nela consagrados; sendo essa reposição um factor central e determinante para a manutenção e reforço de uma Administração Pública de qualidade, ao serviço das populações e do País; sendo premente a publicação imediata dos acordos colectivos de empregador público livremente negociados e assinados também com o Poder Local, excluindo mecanismos de flexibilização do horário de trabalho, designadamente do banco de horas ou a sua adaptabilidade.

Assim, nos termos constitucionais e regimentais aplicáveis, os deputados do Partido Ecologista “Os Verdes”, apresentam o seguinte projeto de Lei:

Artigo 1º

Objeto

A presente lei visa instituir as 35 horas de trabalho como o limite máximo semanal dos períodos normais de trabalho, quer no setor privado, quer no setor público.

Artigo 2.º

Alterações ao Código do Trabalho

Os artigos 203.º e 210.º do Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º 7/2009, de 12 de fevereiro, e alterada pela Lei n.º 105/2009, de 14 de setembro, pela Lei nº 53/2011, de 14 de outubro, pela Lei nº 23/2012, de 25 de junho, pela Lei nº 47/2012, de 29 de agosto, pela Lei n.º 69/2013, de 30 de agosto, pela Lei nº 27/2014, de 8 de maio e pela Lei n.º 65/2014, de 25 de agosto, passam a ter a seguinte redação:

“Artigo 203.º

[…]

1 - O período normal de trabalho não pode exceder sete horas por dia e trinta e cinco horas por semana.

2 – (…).

3 - (…).

4 – A redução dos limites máximos dos períodos normais de trabalho pode ser estabelecida por instrumento de regulamentação coletiva de trabalho, não podendo daí resultar para os trabalhadores a redução do nível salarial ou qualquer alteração desfavorável das condições de trabalho.

5 – (…)

(…)

Artigo 210.º

(…)

1 – (…)

  1. a) (…)
  2. b) (…)
    2 – Sempre que a entidade referida na alínea a) do número anterior prossiga atividade industrial, o período normal de trabalho é trinta e cinco horas por semana, na média do período de referência aplicável.

[…]»

Artigo 3.º

Alterações à Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas

O artigo 105.º da Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas, aprovada pela Lei n.º 35/2014, de 20 de junho, com as alterações da Lei n.º 82-B/2014, de 31 de dezembro, passa a ter a seguinte redação:

“Artigo 105.º

[…]

1 – Excetuando os horários flexíveis, os regimes especiais de duração de trabalho e os regimes de duração inferior, o período normal de trabalho é de:

  1. a) Sete horas por dia;
  2. b) Trinta e cinco horas por semana.

2 – (…).

3- A redução dos limites máximos dos períodos normais de trabalho pode ser estabelecida por instrumento de regulamentação coletiva de trabalho, não podendo daí resultar para os trabalhadores a redução do nível salarial ou qualquer alteração desfavorável das condições de trabalho.

[…]»

Artigo 4.º

Norma revogatória

1 – São revogados os artigos 204.º a 208.º-B da Lei n.º 07/2009, de 12 de fevereiro,   alterada pela Lei n.º 105/2009, de 14 de setembro, pela Lei n.º 53/2011, de 14 de outubro, pela Lei n.º 23/2012, de 25 de junho, pela Lei n.º 47/2012, de 29 de agosto, pela Lei n.º 69/2013, de 30 de agosto, pela Lei n.º 27/2014, de 8 de maio e pela Lei n.º 65/2014, de 25 de agosto.

2 - São revogados os artigos 101.º, 106.º e 107.º da Lei n.º 35/2014, de 20 de junho.

3 - É revogada a Lei n.º 68/2013, de 29 de agosto.

Artigo 5.º

Entrada em vigor

A presente lei entra em vigor 5 dias após a sua publicação.

Assembleia da República, Palácio de S. Bento, 19 de Junho de 2015

Os Deputados

Heloísa Apolónia                                                                  José Luís Ferreira



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Terça-feira, 23 de Junho de 2015
PARTIDO “OS VERDES” DEFENDE A ESTERLIZAÇÃO COMO FORMA DE CONTROLAR A POPULAÇÃO DE ANIMAIS

Projeto de resolução do PEV: Controlo da população de animais em discussão no Parlamento na próxima quinta-feira

Por iniciativa de Os Verdes, que apresentaram um Projeto de Resolução no Parlamento, discute-se na próxima quinta-feira, dia 25 de Junho, a temática do controlo da população de animais.

O abate sistemático de animais saudáveis é, ainda hoje, um procedimento frequente em centros de recolha de vários municípios, constituindo uma violação da Declaração Universal dos Direitos dos Animais e da Convenção Europeia para a Proteção dos Animais e Companhia. Foi, ainda, aprovada uma lei na Assembleia da República que criminaliza os maus-tratos a animais, pelo que é imperativo que o Estado seja agente impulsionador de uma mudança enquanto paradigma de relacionamento por parte da população humana para com os animais de companhia.

É, pois, com o objetivo de contribuir para essa discussão que o PEV entregou no Parlamento a iniciativa legislativa em causa que recomenda ao Governo a formação de uma rede de canis municipais, a esterilização como prática de controlo da população de animais de companhia e a criação de uma rede de hospitais públicos veterinários. Os Verdes pretendem ainda uma maior fiscalização dos Centros de Recolha, o cumprimento do sistema SIFACE (Sistema de Identificação e Informação de Cães e Gatos), a realização de campanhas de sensibilização e o estabelecimento do princípio do não abate de animais.

O Projeto de Resolução do PEV “Garantir um novo paradigma de controlo de população de animais” será discutido na Assembleia da República, dia 25 de Junho, a partir das 14.30h.



publicado por Carlos Gomes às 18:40
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“ÁFRICA MOSTRA-SE” NO CONCELHO DA MOITA

A partir de 26 de junho e até 5 de julho, “África Mostra-se” no concelho da Moita, com mostras de cinema e outras manifestações culturais, da dança à arte urbana, passando pela narração de contos.

África Mostra-se

“África Mostra-se” teve a sua primeira edição em Lisboa, em 2011, chegando agora ao concelho da Moita, numa parceria entre a Câmara Municipal da Moita e a Cooperativa Zebra.

Este projeto tem como objetivo principal renovar as relações intercontinentais, tendo como base a criatividade, a inovação e o ponto de vista de quem vive, conhece e se interessa pelo continente africano.

Programa do “África Mostra-se”:

26 de junho / 16:00h

Kudafro – Oficina de Dança com Blaya (Buraka Som Sistema)

Centro de Experimentação Artística – Vale da Amoreira

Iniciativa dirigida a todos os interessados

27 de junho / 11:00h

Kwamagugu Yami – Histórias Africanas Contadas por Cindy Baptista e Musicadas por Bilan

Biblioteca Municipal do Vale da Amoreira

Iniciativa dirigida a maiores de 3 anos

3 de julho

21:30h – Atuação do Grupo de Batucadeiras Estrelas de Santiago

22:00h – Cinema ao Ar Livre: “Terra Terra”, de Paola Zerman

Anfiteatro junto ao Centro de Experimentação Artística – Vale da Amoreira

Iniciativa dirigida a maiores de 12 anos

4 de julho / 21:30h

Cinema ao Ar Livre: “I Love Kuduro”, de Mário Patrocínio

Anfiteatro junto ao Centro de Experimentação Artística – Vale da Amoreira

Iniciativa dirigida a maiores de 12 anos

5 de julho / 21:30h

Cinema ao Ar Livre

Anfiteatro junto ao Centro de Experimentação Artística – Vale da Amoreira

Iniciativa dirigida a todos os interessados

4 e 5 de julho / a partir das 10:30h

“Arte Urbana” – Intervenção em parede de edifício municipal,

Com a participação de Pedro Pinhal e de Ismael Sequeira e Estanislau Neto do Coletivo Cafuka

Avenida José Almada Negreiros (junto à Biblioteca do Vale da Amoreira)



publicado por Carlos Gomes às 18:25
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FEIRA INTENACIONAL DE ARTESANATO COMEÇA NO PRÓXIMO SÁBADO



publicado por Carlos Gomes às 14:22
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CABO VERDE DÁ A PROVAR A CACHUPA EM OEIRAS



publicado por Carlos Gomes às 14:04
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LISBOETAS MANTÊM FESTA DOS GALEGOS A SANTO AMARO



publicado por Carlos Gomes às 14:03
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RANCHO FOLCLÓRICO DO BAIRRO DA FRATERNIDADE: O QUE É BOM É PARA SE VER!

Usam fibras sintéticas nos trajes, vestem saias curtas e “mostram quase tudo” quando dançam. O Rancho Folclórico do Bairro da Fraternidade é um dos mais polémicos grupos de folclore

Constituído em 7 de julho de 1989 – já lá vão 26 anos! – o Rancho Folclórico do Bairro da Fraternidade, de São João da Talha, no concelho de Loures, vem suscitando alguma controvérsia no seio do associativismo folclórico, sendo frequentemente acusado de não representar condignamente os usos e costumes de outras épocas. Uma das críticas que frequentemente lhe são dirigidas tem a ver com a forma despudorada como, durante as suas atuações, as moças exibem a sua intimidade, atitude que não correspondia à mentalidade das gerações mais antigas. “O que é bom é para se ver!” – parece ser a sua divisa, frase que constitui aliás a resposta que alguns dos seus componentes dirigem àqueles que os criticam nas redes sociais.

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Não obstante as críticas que são dirigidas a este grupo, vários dos aspetos que são frequentemente referidos nomeadamente a nível do traje e da dança, vamos encontrá-los em numerosos ranchos folclóricos que afirmam garantir a autenticidade daquilo que representam…

De fabrico artesanal, remonta o traje tradicional a uma época em que o mesmo era confecionado em casa, com o linho cultivado ou os tecidos adquiridos na feira, sendo portanto anterior à produção industrial e consequente padronização dos costumes. O mesmo sucedeu relativamente à música com o aparecimento e popularização da música gravada. Face às mudanças operadas pelo progresso que ameaçavam fazer desaparecer da lembrança dos povos os seus usos e costumes mais genuínos, sentiu-se a necessidade de os preservar, tendo desse modo surgido os grupos folclóricos precisamente com esse propósito. Por conseguinte, é geralmente aceite a sua função museológica, uma vez que tais costumes deixaram de fazer parte do quotidiano das gentes.

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Existe, porém, quem preconize a recriação do traje, adaptando-o aos tempos atuais inclusive nos materiais com que é confecionado. E, de uma maneira geral, a modernização do folclore, alegando que este não constitui propriamente uma peça de museu mas antes algo que pode sempre ser reinventado.

O Rancho Folclórico do Bairro da Fraternidade, apesar de inserido na região saloia, optou por dançar e cantar músicas de todo o país. Os trajes são exclusivos do grupo, exibindo os rapazes camisa branca, calça e colete azul, meias brancas, lenço vermelho ao pescoço e cinta vermelha na cintura. As raparigas vestem camisa branca com folhos em cambraia, saia vermelha ou amarela feita em poliéster do tipo terylene, bordada com flores, saiote branco, culote curto com bordado inglês, meias brancas abaixo do joelho, utilizam uma bolsa no punho, um avental preto e um lenço vermelho com flores, na cabeça.

O rancho é composto por 50 elementos, incluindo 2 acordeonistas, 3 cantadeiras, 1 cantador, tocadores de bilha, ferrinhos, reco-reco, cana, castanholas e pandeireta, sendo ensaiados por Fernando Cipriano, na região mais conhecido por “Moedas”. Dançam viras, corridinhos, sapateados, fandango, modinhas saloias e fado.

Este rancho, formado com o propósito de ocupar os tempos livres dos jovens, participou no programa “Portugal do Coração” da RTP1, tem atuado em vários festivais de folclore e deslocou-se recentemente à Galiza para atuar num espetáculo em Afonsagrada.

Fotos: RFBF



publicado por Carlos Gomes às 12:17
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Segunda-feira, 22 de Junho de 2015
MOITA REALIZA FESTAS MULTICULTURAIS

Festas Multiculturais no Vale da Amoreira com muita animação

É já entre 24 e 28 de junho que arrancam as Festas Multiculturais em Honra de São João Batista, na freguesia do Vale da Amoreira.

Festas Multiculturais

 

Durante cinco dias, a animação não vai faltar, com muita música, dança, gastronomia, mostra de artesanato e exposições.

Pelo palco vão passar nomes como Belito Campos, Adriano Diouf, Big Up, David Brazão, Ata Djudja, entre muitos outros. Os espetáculos iniciam-se sempre às 21:30h.

A Missa Campal e a Procissão em Honra de São João Batista estão marcadas para domingo, dia 28 de junho, às 9:00h e 0:15h, respetivamente.

É também durante as Festas Multiculturais que se inicia o Projeto “Afrika Mostra-se na Moita”, com a Oficina de Dança com Blaya (Buraka Som Sistema), no dia 26 de junho, às 16:00h, no CEA – Centro de Experimentação Artística, no Vale da Amoreira. As Inscrições gratuitas podem ser efetuadas no CEA ou através do T: 211810030. Inseridas no mesmo projeto municipal, “Kwamagugu Yami” – Histórias Africanas Contadas por Cindy Baptista e Musicadas por Bilan, estão agendadas para o dia 27 de junho, pelas 11:00h, na Biblioteca Municipal do Vale da Amoreira.

Programa dos espetáculos de palco – Festas Multiculturais:

24 de junho

Belito Campos, Fernando Manuel, Michele Couto e Mistiçu;

25 de junho

Adriano Diouf, Macedo VA, Blood Niggaz e Bebé;

Dança: African Power;

26 de junho

Big Up, Deedz B, Mana Eskila, DJ Yudi Fox, Doctor Amado, RFB Money Gang;

27 de junho

David Brazão, Gama, Riba Rotcha, Staff Estraga, Rapazis di Va, VA Records;

Dança: Swizzy Dance Crew;

28 de junho

ATA Djudja, Maio Coopé, Estrelas de Santiago;

Animação de Palco : DJ Matador e DJ Lopez.



publicado por Carlos Gomes às 20:46
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FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO PROMOVE ENCONTRO DE CULTURAS



publicado por Carlos Gomes às 12:46
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Domingo, 21 de Junho de 2015
SOLIDARIEDADE COM A GRÉCIA SAI À RUA EM LISBOA



publicado por Carlos Gomes às 15:54
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LISBOETAS MANTÊM EM LISBOA FESTA DOS GALEGOS A SANTO AMARO



publicado por Carlos Gomes às 15:12
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FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO REÚNE ARTESÃOS DE TODO MUNDO

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publicado por Carlos Gomes às 15:05
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OEIRAS PROVA OS SABORES DE CABO VERDE



publicado por Carlos Gomes às 14:57
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FESTEJOS DO SÃO JOÃO CELEBRAM SOLSTÍCIO DE VERÃO

O solstício de verão ocorre em Portugal dentro de instantes, mais precisamente às 16h38, marcando oficialmente o início do Verão no Hemisfério Norte. Trata-se do ponto da eclíptica em que o Sol atinge a posição máxima de altura em relação ao equador. A palavra de origem latina – Solstitium – está associada à ideia de que o Sol devia estar estacionário, ao atingir a sua mais alta ou mais baixa posição no céu.

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Salta-se a fogueira pelo S. João, brinca-se com alcachofras e martelinhos, tréculas e zaquelitraques, canta-se e dança-se. Pela calada da noite, invadem-se os quinteiros, assaltam-se as eiras e roubam-se vasos com plantas, carroças e carros de bois para seguidamente os levar para o centro da povoação. São as festas são-joaninas, assim designadas em virtude da Igreja Católica ter atribuído a esta data o nascimento de S. João Baptista, uma reminiscência de antiquíssimos rituais pagãos relacionados com o Solstício de Verão e ainda com a adoração do fogo. De resto, o fogo adquiriu desde sempre um carácter sagrado ao ponto de ter sido deificado.

No Porto e em Braga, as suas gentes vivem as festas são-joaninas com particular intensidade. O Barredo e a Ribeira no Porto enchem-se de povo e a alegria e animação dura até tantas da madrugada. Em Lisboa, as festas solsticiais abrangem todo o mês de Junho, associando S. Pedro e S. António aos festejos de S. João. O nascimento de S. António em Lisboa deve ter contribuído para que os festejos lhe tenham sido dedicados, popularizado ao ponto de muitas pessoas pensarem erradamente ser ele o patrono desta cidade.

Desde tempos remotos, o homem celebrava a chegada do Verão acendendo enormes fogueiras, cantando e dançando em seu redor. É a chegada do lume novo, um rito cuja sacralidade original se foi perdendo e que chegou até nós, transmitido de geração em geração, assegurada pela própria tradição.

Entre os gregos e os romanos, competia às Vestais - sacerdotisas dos templos dedicados a Vesta - a tarefa de preservar aceso o fogo sagrado. Entre nós, persiste o costume de acender o lenho na noite de Natal ou na passagem do ano e o círio pela Páscoa. Manda a tradição católica que, à beira da pia batismal, os padrinhos transportam a vela acesa quando o batizado não o pode fazer se ainda for demasiado jovem. Mas, falo-a quando chegar a altura de confirmar o seu batismo cristão. É que o fogo é a luz que nos ilumina e mostra a Verdade e a Vida. É ainda o fogo que nos aquece e afaga a nossa rude existência, elemento purificador que constitui um dos quatro elementos - os outros são a Terra, o Ar e a Água.

Mas o fogo é também festa. Desde a sua descoberta, aprendeu o Homem aprendeu a produzi-lo e manipular ao ponto de conseguir iluminar os céus e a terra com uma verdadeira constelação de alegria, salpicando-o de lágrimas e girândolas de cores e formas variadas, compondo na abóboda celestial um autêntico hino ao Criador. Afinal de contas, foi Ele quem pela primeira vez nos enviou o fogo sob a forma de um raio ou cuspiu das entranhas de um vulcão - eis o gesto primordial da criação que é ritualizado pelo homem desde os tempos em que Adão e Eva foram expulsos do paraíso por um anjo que empunhava uma espada de fogo.

É tempo de proceder à ceifa do trigo, do centeio e da cevada, de sachar o milho, sulfatar a vinha e crestar o mel das colmeias. Mas também é altura de festejar o S. João e saltar a fogueira. Desde o solstício de Verão até ao equinócio do Outono, é tempo de festa, de estúrdia e de arraial. E, a fazer jus à fama da pirotecnia, não há verdadeiramente festa sem o luminoso colorido do fogo-de-artifício e o estardalhaço dos foguetes. O folclore do nosso povo conserva raízes que nos transportam à origem da própria civilização humana.

Carlos Gomes / http://www.folclore-online.com/



publicado por Carlos Gomes às 14:35
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LISBOA FESTEJA SÃO PEDRO À MODA DO MINHO

O Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho organiza Festival Nacional de Folclore no próximo dia 28 de junho, na Alameda Padre Álvaro Proença, junto à mata de Benfica.

O arraial é feito a S. Pedro e a festa é organizada pelas gentes do Minho. OGrupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho, um dos mais antigos e representativos agrupamentos folclóricos minhotos na região de Lisboa, leva a efeito no próximo dia 28 de junho, em Benfica, o “Arraial de São Pedro”. A iniciativa conta com o apoio da Junta de Freguesia de Benfica e vai ter lugar na Alameda Padre Álvaro Proença, junto à mata de Benfica.

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Para além do grupo anfitrião, o Minho faz-se ainda representar pelo Rancho Folclórico “As Lavradeiras” de Oleiros – Ponte da Barca. A Beira Litoral apresenta o Rancho Folclórico do Souto da Carregueira – Leiria. Do Ribatejo desloca-se o grupo da Associação Etnográfica Gentes de Almeirim. Por sua vez, a Estremadura é representada pelo Grupo Etnográfico de Danças e Cantares da Barra Cheia – Moita. O cartaz do espetáculo ou seja, os grupos que nele vão participar falam por si, garantindo a qualidade do festival de folclore, como aliás já nos habitou o grupo organizador.

O Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho foi constituído em 16 de maio de 1980, já lá vão mais de 35 anos, sempre a representar condignamente as nossas tradições, em Portugal e no estrangeiro.

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São gente do Minho que vive e trabalha na região de Lisboa, filhos e amigos de minhotos e que, em qualquer dos casos, amam a nossa região e fazem dela uma excelente representação que a todos nos orgulha. Todos os seus componentes, com especial destaque para os mais jovens, apresentam-se invariavelmente em todas as atuações com o maior garbo e respeito pelos nossos trajes tradicionais, exibindo-os com dignidade e altivez pois representam a nossa identidade.

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Este Grupo é filiado na Federação do Folclore Português e no INATEL, na Federação Portuguesa das Coletividades de Cultura e Recreio e preside atualmente à “Associação do Distrito de Lisboa para Defesa da Cultura Tradicional Portuguesa”. Encontra-se sediado na Junta de Freguesia de Benfica em Lisboa, cidade onde todos os anos organiza o festival de folclore “Cidade de Lisboa”.



publicado por Carlos Gomes às 13:40
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MANUEL ANTUNES PUBLICA “A DINÂMICA DA POPULAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE MOÇAMBIQUE”

O Prof. Dr. Manuel Antunes, docente da Universidade Lusófona, acaba de publicar o livro “A Dinâmica da População no Desenvolvimento de Moçambique” que constitui um estudo, a partir de vários indicadores e com referência a várias doutrinas, acerca da importância do fator demográfico no desenvolvimento daquele país lusófono em comparação com outros países da região e do mundo.

O livro é edição do Centro de Pesquisa e Estudos Sociais da Universidade Lusófona e está disponível, para aquisição, no site Amazon, em: http://www.amazon.com/dp/1495447820

Podem ainda serem encontrados outros livros do mesmo autor em: http://www.amazon.com/s/ref=nb_sb_noss_1?url=search-alias%3Daps&field-keywords=manuel+de+azevedo+antunes

Natural do concelho de Terras de Bouro, ao Prof. Dr. Manuel Antunes se deve a preservação da memória da terra e das gentes de Vilarinho da Furna e a respetiva divulgação, nomeadamente através do Museu Etnográfico de Vilarinho da Furna e das conferências e trabalhos que tem publicado a respeito deste tema.



publicado por Carlos Gomes às 09:05
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Sábado, 20 de Junho de 2015
ESCRITOR MINHOTO DANIEL BASTOS APRESENTA EM LISBOA O LIVRO DE POESIA “TERRA”

O escritor minhoto Daniel Bastos apresentou hoje no magnífico espaço da Livraria Ferin, em Lisboa, o seu livro de poesia “Terra”. A sessão incluiu ainda uma prova de vinho verde do concelho de Fafe, promovida pelos Vinhos Norte, considerado um dos maiores produtores de vinho verde.

Daniel Bastos - Terra 025

A apresentação da obra coube à poetisa Maria Melo, Diretora da Associação Portuguesa de Poetas, que realçou as qualidades de Daniel Bastos, o qual não deixa de as transpirar na sua própria obra, a empatia com aqueles que sofrem, tendo sempre presente a sua ligação à terra, justificando o seu título, qual cordão umbilical que jamais foi cortado entre si e a terra que o viu nascer – Fafe e a sua freguesia de Cepães!

Daniel Bastos - Terra 013

Mas, quem melhor do que o poeta João Ricardo Lopes, autor do posfácio, para caraterizar este livro de poemas de Daniel Bastos: “Com este volume de vinte e sete poemas a que chamou Terra, estreia-se Daniel Bastos na poesia, domínio não tão distante nem tão incompatível, como se poderia supor, com a sua área de formação: a ciência histórica. Clio e Érato, respetivamente, musas da História e da Poesia Lírica, convivem nestas páginas com a maior desenvoltura, criando várias linhas temáticas contíguas, que poderíamos, grosso modo, sintetizar assim: poemas de cariz ontológico, poemas de cariz sociológico, poemas meta poéticos e poemas eroto-oníricos.”

O livro “Terra” do poeta Daniel Bastos constitui uma edição bilingue – em português e francês – a pensar sobretudos nos portugueses de segunda e terceira geração para quem o contato com a língua materna dos seus pais já não constitui um hábito, registando-se frequentemente a perda do seu domínio. É que Fafe foi desde sempre terra que viu os seus naturais partirem, antes para o Brasil e, nos tempos mais recentes, para os países europeus sobretudo francófonos.

Daniel Bastos - Terra 016

Com magnífica encadernação em capa dura e a dourado e excelente apresentação gráfica para a qual concorre as ilustrações de Orlando Pompeu, conceituado artista plástico também de Fafe mas com obra espalhada por numerosos países, nomeadamente na Europa, Brasil, Estados Unidos da América, Japão e Dubai, o livro de poemas de Daniel Bastos é prefaciado pelo poeta e pintor francês de origem haitiana Gérald Bloncourt, muito estimado em Portugal e sobretudo pela comunidade portuguesa em França pelo seu inestimável trabalho fotográfico que, nas décadas de cinquenta e sessenta do século passado, retrataram e denunciaram as condições de vida miseráveis dos nossos emigrantes, contribuindo desse modo para uma mudança de atitude das autoridades francesas e, consequentemente, a melhoria da situação dos nossos compatriotas.

Esta sessão cultural ocorreu numa excelente sala da Livraria Ferin, uma casa livreira de referência no universo livreiro da capital lisboeta, tendo surgido na sequência de uma série de apresentações oficiais do livro no espaço francófono europeu, designadamente em Paris, Bruxelas e Genebra. Atendendo à importância da comunidade minhota radicada na região de Lisboa, o escritor fafense Daniel Bastos jamais poderia prescindir de um contato direto com os fafenses na capital.

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publicado por Carlos Gomes às 20:39
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