Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores
Sábado, 31 de Outubro de 2015
FEIRA DAS MERCÊS RECUPERA TRADIÇÕES

Termina amanhã uma das mais emblemáticas feiras tradicionais da região saloia, a Feira das Mercês, no concelho de Sintra.

Após anos consecutivos de descaraterização e de ocorrências que chegaram a obrigar a sua suspensão, eis que a Feira das Mercês renasce nos moldes que sempre a caraterizaram ou seja, uma feira rural onde os agricultores da região saloia se divertem e vendem os primeiros frutos das suas colheitas de outono.

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As moças já não se “derretem” a ver os rapazes passar junto ao famoso muro do derrete e os frequentadores já são sobretudo os habitantes das novas urbanizações do concelho de Sintra, gente com as mais diversas origens. Saloios de verdade, nem vê-los!

Cabe aos componentes dos grupos folclóricos conferirem o ambiente típico de outros tempos, com os seus quadros etnográficos e a música solta dos acordeões. Mas, nas tasquinhas, não falta o vinho e a água-pé, o leitão assado, a carne de porco às Mercês e a famosa pera parda. E ainda as tendas onde se vende o feijão e o grão, os queijos e as castanhas e ainda as grandes barracas de comes e bebes.

Feira das Mercês 003

Como manda a tradição, a componente religiosa também foi cumprida com a realização da procissão de Nossa Senhora das Mercês cujo culto se invoca numa pequena capelinha situada dentro dos limites da quinta da “Casa Pombal”, a qual pertenceu aos marqueses de Pombal, espaço que conjuntamente com o solar encontra-se atualmente em estado de completa ruína.

Situada nos limites das freguesias de Rio de Mouro e de Algueirão-Mem Martins, crê-se que a tradicional Feira das Mercês remonte ao tempo da dominação moçárabe, à época utilizada como um mercado de escravas. Nesse local, terá existido uma espécie de gruta que, transformada mais tarde em ermida, passou a acolher os devotos à Senhora das Mercês.

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Em 1771, o marquês de Pombal transfere a feira para junto do seu palácio, em Oeiras mas, por ordem da Rainha D. Maria I, a feira regressou ao seu local de origem.

A esta feira afluíam os lavradores da região para comprar e vender o gado, as alfaias agrícolas e os produtos da terra. E, a sua importância na economia local era de tal ordem que era ali que se fixavam os preços dos cereais, dos legumes e outros produtos agrícolas.

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Para além da magnífica vista panorâmica que do local se disfruta para a serra de Sintra, a Feira das Mercês era também conhecida pela algazarra das suas gentes e os pregões, o colorido dos trajes das saloias e o aspeto patusco dos homens, ambiente excelentemente retratado pelo caricaturista e aguarelista Leal da Câmara cuja habitação, atualmente transformada em casa-museu, se situa paredes meias com o recinto da feira.

E, para completar essa aguarela tão característica dos usos e costumes das gentes da região saloia, recortamos o namoro pitoresco das moçoilas que, “trajadas com as suas melhores vestes se sentavam e esperavam pacientemente que algum dos rapazes vestidos de jaleca parasse e lhes piscasse o olho e assim declarasse o seu amor”. O local ficou para sempre conhecido como o “Muro do Derrete” e está consagrado na toponímia!

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publicado por Carlos Gomes às 19:25
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GALIZA E PORTUGAL: UM SÓ POVO E UMA SÓ NAÇÃO!

Por um compreensível desconhecimento, grande parte dos folcloristas portugueses possui um entendimento errado em relação ao folclore das gentes galegas, classificando-o de "espanhol" e confundindo-o com os usos e costumes dos demais povos peninsulares. Aliás, tal como sucede em relação à língua portuguesa que é o idioma da Galiza e que também é erradamente confundida com o castelhano que é a língua oficial de Espanha, também ela impropriamente por vezes designada por "espanhol".

Guimarães (24)

Na realidade e para além dos portugueses, a Península Ibérica é habitada por gentes de culturas e idiomas tão distintos como os vascos, os catalães, os asturianos e finalmente, os galegos e portugueses que possuem uma língua e uma identidade cultural comum, apenas separados em consequência das vicissitudes da História. A Espanha, afinal de contas, não representa mais do que uma realidade supranacional, cada vez mais ameaçada pelas aspirações independentistas dos povos que a integram.

Com as suas quatro províncias - Corunha, Lugo, Ourense e Pontevedra - e ainda alguns concelhos integrados na vizinha Astúrias, a Galiza constitui com Portugal a mesma unidade geográfica, cultural e linguística, o que as tornam numa única nação, embora ainda por concretizar a sua unidade política. Entre ambas existe uma homogeneidade que vai desde a cultura megalítica e da tradição céltica à vetusta Gallaécia e ao conventus bracarensis, passando pelo reino suevo, a lírica galaico-portuguesa, o condado portucalense e as sucessivas alianças com os reis portugueses, as raízes étnicas e, sobretudo, o idioma que nos é comum - a língua portuguesa. Ramon Otero Pedrayo, considerado um dos maiores escritores do reintegracionismo galego, afirmou um dia na sua qualidade de deputado do parlamento espanhol que "a Galiza, tanto etnográfica como geograficamente e desde o aspeto linguístico, é um prolongamento de Portugal; ou Portugal um prolongamento da Galiza, tanto faz". Teixeira de Pascoaes foi ainda mais longe quando disse que "...a Galiza é um bocado de Portugal sob as patas do leão de Castela". Não nos esqueçamos que foi precisamente na altura em que as naus portuguesas partiam à descoberta do mundo que a Galiza viveu a sua maior repressão, tendo-lhe inclusivamente sido negada o uso da língua galaico-portuguesa em toda a sua vida social, incluindo na liturgia, naturalmente pelo receio de Castela em perder o seu domínio e poder assistir à sua aproximação a Portugal.

No que respeita à sua caracterização geográfica e parafraseando o historiador Oliveira Martins, "A Galiza d'Aquém e d'além Minho" possui a mesma morfologia, o que naturalmente determinou uma espiritualidade e modos de vida social diferenciados em relação ao resto da Península, bem assim como uma diferenciação linguística evidente. Desse modo, a faixa atlântica e a meseta ibérica deram lugar a duas civilizações diferentes, dando a primeira origem ao galaico-português de onde derivou o português moderno e a segunda ao leonês de onde proveio o castelhano, atualmente designado por "espanhol" por ter sido imposta como língua oficial de Espanha, mas consignado na constituição espanhola como "castelhano". Não foi naturalmente por acaso que Luís Vaz de Camões, justamente considerado o nosso maior poeta possuía as suas raízes na Galiza. Também não é sem sentido que também o poeta Fernando Pessoa que defendeu abertamente a "anexação da Galiza", afirmou que "A minha Pátria é a Língua Portuguesa".

De igual modo, também do ponto de vista étnico as raízes são comuns a todo o território que compreende a Galiza e o nosso país, com as naturais variantes regionais que criam os seus particularismos, obviamente mais próximas do Minho, do Douro Litoral e em parte de Trás-os-Montes do que em relação ao Alentejo e ao Algarve, mas infinitamente mais distanciados relativamente a Castela e outras regiões de Espanha.

No seu livro "A Galiza, o galego e Portugal", Manuel Rodrigues Lapa afirma que "Portugal não pára nas margens do Minho: estende-se naturalmente, nos domínios da língua e da cultura, até às costas do Cantábrico. O mesmo se pode dizer da Galiza: que não acaba no Minho, mas se prolonga, suavemente, até às margens do Mondego". Torna-se, pois, incompreensível que continuemos a tratar o folclore e a etnografia galega como se de "espanhola" se tratasse, conferindo-lhe estatuto de representação estrangeira em festivais de folclore que se pretendem de âmbito internacional, quando na realidade deveria constituir uma participação assídua nos denominados festivais nacionais. Mais ainda, vai sendo tempo das estruturas representativas do folclore português e galego se entenderem, contribuindo para um melhor conhecimento mútuo e uma maior aproximação entre as gentes irmãs da Galiza e de Portugal. O mesmo princípio aliás, deve ser seguido pelos nossos compatriotas radicados no estrangeiro, nomeadamente nos países da América do Sul onde as comunidades portuguesas e galegas possuem uma considerável representatividade numérica. Uma aproximação e um entendimento que passa inclusivamente pelo cyberespaço e para a qual a comunidade folclórica na internet pode e deve prestar um inestimável contributo.

Afirmou o escritor galego Vilar Ponte na revista literária "A Nossa Terra" que "os galegos que não amarem Portugal tão pouco amarão a Galiza". Amemos, pois, também nós, portugueses, como um pedaço do nosso sagrado solo pátrio, essa ridente terra que se exprime na Língua de Camões – a Galiza!

Carlos Gomes / www.folclore-online.com



publicado por Carlos Gomes às 16:55
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PERSEGUIÇÃO AO NACIONALISMO GALEGO TRÁZ À MEMÓRIA REPRESSÃO DA DITADURA FRANQUISTA

Guarda Civil desenvolve operaçom contra Causa Galiza e detém nove pessoas

A Guardia Civil espanhola, sob comando da Audiencia Nacional daquele país, detivo nove pessoas nas últimas horas no ámbito de um dispositivo repressivo desenvolvido em todo o território galego. Há quatro pessoas detidas em Vigo, duas em Ponte Vedra e três em Boiro, Muros e Compostela.

Segundo informaçons policiais filtradas aos meios comerciais, a militáncia de Causa Galiza é a atingida desta vez polas forças policiais. Adicionalmente, o site da organizaçom política está neste momento fora do ar. Segundo a imprensa comercial, a operaçom terá como alvo "o entorno" do grupo Resistência Galega (RG). Parece que a acusaçom seria de 'enaltecimento do terrorismo', frequentemente usada polo regime espanhol nas suas operaçons contra independentistas, anarquistas e outros movimentos: a sua definiçom laxa permite alargar o ámbito das açons policiais.

Declaraçons do delegado do Governo mistura acusaçons de suposto "enaltecimento do terrorismo" com um alegado "golpe à organizaçom terrorista", enquanto o site de Causa Galiza na internet cai em simultáneo com o operativo.

O delegado do governo espanhol, o sinistro Santiago Villanueva, ameaçou com mais detençons e registos ao longo do dia de hoje (30/10), acrescentando que a razzia suporia "um duro golpe para a organizaçom terrorista", no que parece um totum revolutum em que entram a suposta acusaçom de "enaltecimento" e o que se apresenta como "golpe à organizaçom".

De facto, à medida que se conhecem os nomes de vários detidos confirma-se tratar-se de militantes e dirigentes independentistas de trajetória pública e conhecida à frente de Causa Galiza. Ao que todo indica, poderá ser essa atividade política a que sirva para tentar justificar um operativo propagandístico dos que periodicamente ordena o Estado espanhol no nosso país.

Villanueva garantiu que as nove pessoas detidas serám conduzidas a Madrid para apresentarem depoimento perante juízes da Audiência Nacional espanhola, tribunal especial para assuntos políticos que dá continuidade ao Tribunal de Ordem Pública franquista.

Razzia contra Causa Galiza: Nove militantes independentistas detidos em diferentes pontos do País

O Ministério espanhol do Interior informou já de alguns pormenores da acusaçom que terá levado as forças repressivas espanholas levar detidas das suas moradas nove militantes de Causa Galiza. O principal motivo da acusaçom de "enaltecimento do terrorismo" parece estar na organizaçom do Dia da Galiza Combatente, a 11 de outubro, por parte dessa organizaçom política. Na verdade, essa data vem comemorando-se desde inícios do presente século, instituída por NÓS-Unidade Popular em 2002 no calendário anual independentista, mas só 15 anos depois é que se produzem as primeiras detençons por esse motivo.

Entre a "literatura" incluída no comunicado do Ministério espanhol do Interior para justificar a razzia, inclui-se a suposta participaçom de um dos detidos no EGPGC, organizaçom armada galega desaparecida há 25 anos.

Os meios de comunicaçom da burguesia já começárom a "arejar" os currículos e histórias do independentismo que habitualmente saem das gavetas policiais para dar cobertura "informativa" aos operativos repressivos.

A história como farsa volta à cena.

"Apoiar postulados", acusaçom política contra os 9 independentistas galegos detidos

Continuam presas as nove pessoas detidas ontem em diferentes pontos da Galiza, pola Guarda Civil espanhola.

A acusaçom: “apoiar os postulados” da fantasmal “organizaçom terrorista” Resistência Galega. Os vizinhos e vizinhas de Vigo, Compostela, Boiro, Ourense, Muros e Ponte Vedra detidos ontem nessas localidades continuam isolados à espera de comparecerem no tribunal de exceçom espanhol para assuntos políticos, a Audiência Nacional.

Várias concentraçons juntárom ontem centenas de pessoas nas localidades onde se produzírom as detençons e noutras, reclamando a liberdade das pessoas detidas e denunciando a perseguiçom de ideias, nomeadamente as independentistas.

Organizaçons políticas e entidades sociais galegas e internacionais bascas e catalás denunciárom publicamente o operativo da Guarda Civil, enquanto o Ministério espanhol do Interior falava de acusaçons inauditas como a convocatória de atos políticos, concretamente o Dia da Galiza Combatente no dia 11 de outubro, ou de um abstrato “apoio aos postulados” da Resistência Galega como motivo da detençom.

Os factos som que a Executiva de umha organizaçom política, Causa Galiza, foi detida nesta sexta-feira, sob a acusaçom, segundo o delegado do Governo espanhol na Galiza, de “enaltecimento”. Dali a pouco, falou-se de um suposto “forte golpe” à fantasmagórica “Resistência Galega”, e mesmo acusando Causa Galiza de ser o “braço político” desse grupo.

Especial inconsistência parece caraterizar a "acusaçom" de convocar o Dia da Galiza Combatente e apresentar isso como motivo da “Operaçom Jaro”, quando é notório e conhecido que essa data é comemorada por diferentes organizaçons do independentismo galego desde 2002, sem que nunca se tenha alegado qualquer infraçom relacionada com um ato político como esse.

Entre as “provas” requisadas, a “frente informativa” do Ministério do Interior, através dos meios de referência, nom passárom de falar de “abundante material” como pastas, documentaçom e propaganda que a Guarda Civil levou “em sacos e caixas”.

Para completar a “caldeirada terrorista”, referências ao historial político dos detidos e recuperaçom da mitologia policial anti-independentista...

Fonte: http://www.diarioliberdade.org/



publicado por Carlos Gomes às 13:25
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Sexta-feira, 30 de Outubro de 2015
MÊS DE NOVEMBRO É DEDICADO AO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Ano Europeu para o Desenvolvimento: Novembro é dedicado ao Desenvolvimento Sustentável e à Ação Climática

No Ano Europeu para o Desenvolvimento (AED), Novembro é o mês dedicado ao Desenvolvimento Sustentável e à Ação Climática. O Desenvolvimento Sustentável visa satisfazer as necessidades da geração atual sem que as gerações futuras tenham de suprimir as suas próprias necessidades. Esta ideia de sustentabilidade pertence ao modelo de desenvolvimento que tem vindo a ser praticado e que responde a padrões de produção e consumo incompatíveis com os recursos naturais que o planeta tem para oferecer.

“É necessário refletir e agir sobre os atuais padrões de produção e consumo. A alteração destes padrões é necessária para a construção de um futuro sustentável, que exige uma ação global, com a participação ativa de todos. – Ana Paula Laborinho, presidente do Camões – Instituto da Cooperação e da Língua.

O conceito de Desenvolvimento Sustentável entrou para a agenda política internacional em 1992, na Cimeira do Rio, onde foi assinada a Convenção-Quadro das Nações Unidas para as Alterações Climáticas (CQNUAC). Este foi o primeiro grande acordo internacional para lutar contra as alterações climáticas e foi ratificado por 196 países, onde entraram todos os Estados-Membros da União Europeia (UE), para além da própria UE enquanto entidade à parte. Foi aqui estabelecido um quadro que permite a colaboração dos países na regulação do impacto da atividade humana no ambiente. Os países que fizeram parte desta convenção reúnem-se anualmente na Conferência das Partes (COP), de onde resultou o Protocolo de Quioto (1997), um tratado internacional para a redução das emissões dos gases com efeito de estufa (GEE) nos países desenvolvidos, que está em vigor desde 2005 e cujo fim de vigência será em 2020.

A 21ª Conferência das Partes da Convenção (COP21) acontecerá este ano, em dezembro de 2015, em Paris. Esta tem uma maior relevância na medida em que se espera a adoção de um novo acordo, para entrar em vigor a partir de 2020, aquando do fim da vigência do Protocolo de Quioto. Este novo acordo pretende implementar compromissos de redução de GEE como no anterior protocolo, mas desta vez dirigidos a todas as partes, países desenvolvidos e em vias de desenvolvimento. Para tal, é necessário que os países em desenvolvimento, especialmente os mais pobres e vulneráveis, beneficiem de ajuda financeiraM de forma a conseguirem reduzir as suas emissões de GEE e adaptarem-se ao paradigma climático atual. A UE é o maior doador de ajuda pública ao desenvolvimento e, como tal, a principal fonte de financiamento nesta luta contra as alterações climáticas.

As alterações climáticas são uma realidade cada vez mais palpável e, resultado direto ou indireto da atividade humana, são uma das maiores ameaças ambientais, sociais e económicas que o planeta e a humanidade enfrentam. Responder a este fenómeno é urgente. A Ação Climática, que surge como resposta, tem como base a mitigação das emissões de GEE e a adaptação das sociedades às alterações climáticas, procurando torná-las mais resistentes e procurando reduzir ao máximo os impactos que estas alterações podem vir a ter.

O Protocolo de Quioto foi o primeiro passo para inverter a tendência mundial de aumento de emissões. No entanto, só em 2015 é que acontece uma fusão da agenda internacional de Desenvolvimento com uma agenda ligada ao Ambiente, propondo para a nova “Agenda para a Ação Global” os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável universais, transversais a todos os países e com um objetivo comum: “tornar a vida no planeta melhor e com futuro”.

“É importante que todos entendam o impacto da ação humana no sistema climático, e que a inação é, sem dúvida, a pior resposta. Agora é o tempo para agir de forma a evitar as piores consequências das alterações climáticas na nossa sociedade. A nova Agenda Global 2030 é uma oportunidade para mobilizar o esforço de governos e cidadãos em torno deste objetivo comum.” – Cláudia Semedo, Embaixadora do AED em Portugal.



publicado por Carlos Gomes às 20:08
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CERVEIRENSES FAZEM MAGUSTO AO SOM DA CONCERTINA

Almoço Cerveirense junta tocadores de concertina

A Casa Cerveirense em Lisboa leva a efeito, no próximo dia 8 de novembro, o almoço comemorativo do seu 6º aniversário, o qual vai ter lugar na Quinta da Valenciana, em Fernão Ferro.

Após o repasto, a animação está a cargo do Rancho Folclórico da Casa do Minho e dos tocadores de concertina e cantadores ao desafio que não vão faltar para alegrar esta festa minhota. E, porque também é altura de festejar o São Martinho, os cerveirenses vão à adega provar o vinho!

Para além do seu interesse gastronómico, o Almoço Cerveirense constitui uma jornada de confraternização entre cerveirenses e minhotos em geral, sob o signo do regionalismo da sua região.

Para o minhoto, tudo é pretexto para a festa: o trabalho e a romaria, a religião e a gastronomia. Por conseguinte, o Almoço Cerveirense vai seguramente traduzir-se numa grande festa minhota!



publicado por Carlos Gomes às 09:22
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CASA DO MINHO EM LISBOA REALIZA COUVADA



publicado por Carlos Gomes às 01:20
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Quinta-feira, 29 de Outubro de 2015
MOLDAVOS MOSTRAM TRADIÇÕES NO BARREIRO



publicado por Carlos Gomes às 22:22
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CONGRESSO NACIONAL DO ASSOCIATIVISMO POPULAR REALIZA-SE EM LISBOA



publicado por Carlos Gomes às 22:05
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CELEBRAÇÃO DO HALLOWEEN OU “NOITE DAS BRUXAS” TEM RAÍZES ANCESTRAIS NA NOSSA CULTURA

A celebração, nos Estados Unidos da América, do Haloween ou "noite das bruxas", não constitui mais do que a tradição do culto dos mortos que os colonos europeus levaram para o continente americano, entretanto regressada à Europa com uma roupagem comercial mais ao gosto da sociedade de consumo. O culto dos mortos constitui entre nós uma das mais ricas tradições que nos remetem para ancestrais cultos pagãos.

bruxa

Desde sempre o Homem acreditou na possibilidade dos mortos intercederem na ação criadora dos deuses e no próprio ciclo da natureza, contribuindo inclusivamente para o renascimento dos vegetais e das culturas que os demónios e maus espíritos do inverno fizeram desaparecer. Esta crença está na origem de uma infinidade de práticas relacionadas com o culto dos mortos que regra geral se iniciam em Novembro e prolongam-se até à Serração-da-Velha, atravessando as cerimónias solsticiais ou "saturnais" e os festejos carnavalescos.

Naturalmente, os ritos variam consoante as celebrações em causa mas conservam entre si uma finalidade comum que é o de assegurar que o ciclo da vida e da morte não se interrompa, possibilitando por conseguinte que ao inverno suceda impreterivelmente a primavera. De acordo com as investigações feitas no domínio da arqueologia e da antropologia, acredita-se que as práticas do culto dos mortos tiveram o seu começo na fase de transição da pedra lascada para a pedra polida, sendo disso testemunho os inúmeros monumentos funerários como os dolmens ou antas, inscrições votivas e outros achados. O folclore trouxe até nós inúmeros vestígios desse modo de pensar e dos cultos praticados pelos nossos ancestrais, devendo por esse modo constituir uma importante fonte de estudo.

Pão por Deus! - pedem as crianças na região saloia, percorrendo as casas em alegre peditório. A ladainha varia contudo de uma região para outra. Por exemplo, para os lados de Braga é costume dizer-se do seguinte modo: "Bolinhos, bolinhós, / Para mim e para vós / E para quem está debaixo da cruz / Truz truz". Na região de Ourém, o rapazio vai pelos casais e suplica: "Ti Maria: dai-me um bolinho em louvor de todos os santinhos!". E, se a dona da casa é pessoa dada à brincadeira, ao assomar à soleira da porta responde prontamente: "Dou sim... com uma tranca no focinho!"

Por esta ocasião, as pessoas cumprem o ritual da visita aos cemitérios e cuidam das sepulturas dos seus entes queridos. Mas, também em casa é costume em muitas localidades, após a ceia, deixar até ao dia seguinte a mesa composta de iguarias para que os defuntos possam banquetear-se. Em Barqueiros, no concelho de Mesão Frio, na noite de Todos-os-Santos coloca-se uma mesa com castanhas para os familiares falecidos, as quais ninguém tocará porque ficam "babadas dos defuntos". Da mesma forma que o azeite que alumia os defuntos jamais alumiará os vivos. Entre alguns povos do leste europeu conserva-se ainda a tradição de organizar o festim no próprio cemitério a fim de que todos em conjunto - mortos e vivos - possam confraternizar!

A partir desta época do ano, as noites das aldeias são povoadas por criaturas extraordinárias que surgem nas encruzilhadas e amedrontam os notívagos. Uivam os lobos nas penedias enquanto as bruxas se reúnem debaixo das pontes. A prudência aconselha que ao gado se prendam pequenas saquinhas de amuletos que o resguardem do "mau-olhado". O serão é passado à lareira ouvindo histórias que nos embalam num mundo de sonhos e fantasia que nos alimenta a imaginação. E, quando finalmente é chegada a hora de dormir, faz-se o sinal-da-cruz para que o demónio não nos apoquente e a manhã do dia seguinte volte a sorrir radiante a anunciar uma vida nova.

Carlos Gomes / http://www.folclore-online.com/



publicado por Carlos Gomes às 21:57
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PARTIDO PAN CONGRATULA-SE PELO FIM DO FINANCIAMENTO Á TAUROMAQUIA

Aprovada legislação que impede a utilização de fundos europeus para o financiamento da tauromaquia. O fim dos subsídios às práticas tauromáquicas é um dos eixos prioritários do programa eleitoral do PAN

O Parlamento Europeu aprovou ontem uma emenda aos fundos da Política Agrária Comum que cessa a alocação de verbas europeias para o financiamento de actividades tauromáquicas que impliquem “actividades letais para os animais” dentro da arena.

De acordo com dados do Partido Verde Europeu a União Europeia gasta, por ano cerca de 129 milhões de euros em subsídios para os criadores de touros de lide e para o mundo da tauromaquia, através dos financiamentos da Política Agrícola Comum (PAC). Por este motivo o texto apresentado por este partido especifica que não é permitido usar os créditos da PAC, nem outros.

Esta decisão votada em Estrasburgo obteve 438 votos a favor, 55 abstenções e 199 votos contra e adverte que um financiamento deste tipo “constitui uma violação do Convénio Europeu de protecção dos animais em explorações de gado (Directiva 98/58/EC) ”.

Em setembro deste ano o PAN – Pessoas-Animais-Natureza - viu aprovada na Assembleia Municipal de Lisboa uma moção que solicita à Assembleia da República a clarificação, por via legislativa e de forma incontestável, das atribuições municipais à proibição de actos de violência contra animais, incluindo touradas.

A abolição das touradas é um dos eixos prioritários do programa eleitoral do PAN para as Legislativas 2015. O partido tem-se mostrado firme contra os actos violentos a que são sujeitos estes animais, violência que continua a ser financiada com dinheiros públicos e legitimada por várias vias tendo em conta o entretenimento.

“Acompanhando a evolução civilizacional e ética que acredito que Portugal exige, iremos sempre mostrar o nosso total repúdio em relação à existência das touradas e eventos semelhantes. Os portugueses têm o direito cultural de se divertirem, mas não à custa de sofrimento e morte de animais. Não havendo legislação que proíba as touradas, urge um trabalho cada vez maior de sensibilização da sociedade, trabalho que o PAN tem tomado como prioritário”, comenta o deputado e porta-voz do PAN André Silva.

“Até porque trinta e sete anos depois da Declaração Universal dos Direitos dos Animais da UNESCO, queremos que Portugal pare de pertencer à lista dos poucos países europeus que promovem o sofrimento animal nas touradas”, reforça André Silva.



publicado por Carlos Gomes às 15:28
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AGENDA CULTURAL DA MOITA É MARÉ CHEIA DE EVENTOS

Edição de novembro já disponível: “Maré Cheia” de atividades para desfrutar em família

A Agenda de Eventos no Concelho da Moita referente ao mês de novembro já está disponível e traz uma “Maré Cheia” de atividades para usufruir com os mais pequenos, em família, ou com amigos. Pode consultá-la, em formato digital, em www.cm-moita.pt, ou, em papel, nos postos de distribuição habituais.

Na rubrica “À Lupa”, encontram-se algumas sugestões para desfrutar nos diferentes espaços culturais ou equipamentos do concelho, passando tempo de qualidade em família.

O “Vai Acontecer…” enumera todas as iniciativas programadas para o mês de novembro, repartidas por áreas, como Atividades para Crianças, Desporto, Teatro, Cinema, Feiras e Festas, Livros, Música, Exposições e Outros Eventos.

Na página das Cumplicidades, sugerimos um livro, um álbum de música, um site e também um filme.

No concelho da Moita, todos os meses, há, pelo menos, uma quinta-feira à noite dedicada especialmente à leitura e à partilha de ideias e opiniões em torno de um determinado tema, livro ou autor. Esta oportunidade foi criada pelo projeto “Leituras às Quintas” que a Maré Cheia dá a conhecer melhor nas páginas da rubrica “Aqui Tão Perto”.

“Santos Paladares” é o restaurante no centro da vila da Moita que é retratado na rubrica “Sabores & Saberes”.

Se pretende receber a Maré Cheia em sua casa, todos os meses, contacte o Gabinete de Informação e Relações Públicas da Câmara Municipal da Moita, através do e-mail: informacao-rpublicas@mail.cm-moita.pt ou do telefone 212806715.

Consulte a edição de novembro, acedendo ao link: http://www.cm-moita.pt/pages/448.



publicado por Carlos Gomes às 10:59
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Quarta-feira, 28 de Outubro de 2015
MINHOTOS EM LISBOA ORGANIZAM EM CARNAXIDE ESPETÁCULO DE TRADIÇÕES



publicado por Carlos Gomes às 22:57
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ESCRITORA SANDRA JORDÃO APRESENTA EM OURÉM LIVRO PARA CRIANÇAS

Escritora é natural do Montijo

A Folheto Edições apresenta o livro infantil “O LAR DOS CACHORRINHOS”, da autoria de Sandra Jordão, em sessão que terá lugar na Biblioteca Municipal de Ourém, no dia 31 de Outubro de 2015 (sábado), pelas 17:30 horas. A apresentação do livro será da responsabilidade de Adélio Amaro e haverá um momento de conto com Sandra Jordão que dá vida às histórias que habitam em si, partilhando-as com as crianças, leitores entusiastas, vibrantes e sonhadores.

Sandra Jordão

Sandra Jordão é natural do Montijo e reside em Leiria há 26 anos. É mãe de três “Potinhos de Ouro”. Acumula atividade profissional como escriturária há 23 anos numa empresa local, mas o seu grande sonho é dar vida às histórias que habitam em si desde que aprendeu a escrever e a ler, partilhando-as com alegria e paixão com as crianças, na certeza que são leitores entusiastas, vibrantes e sonhadores.

capa_Cachorrinhos

Na busca deste sonho já publicou dois livros infantis em edição de autor. Em 2012 “A Bruxinha Despenteada” com uma mini versão em Inglês e em 2013 “Cassilda, a Bailarina”, tendo este último sido coreografado por uma Escola de Dança e apresentado ao público no Teatro José Lúcio da Silva, em Julho de 2013. Também, no dia Mundial da Dança dos anos de 2013 e 2015, subiram ao mesmo palco os pequenos grandes bailarinos que coreografaram outras duas histórias de sua autoria: “A boneca de trapos e a boneca de porcelana” e “A pequena, grande bailarina”.

Em 2015, em parceria com a CRID Leiria, e por esta área ser de especial interesse para si, publicou “A Bruxinha Despenteada” em Braille, tendo oferecido os livros às Acapo do nosso país, à Biblioteca José Saraiva, à Biblioteca Municipal de Montijo, à Fundação Champalimaud, à APPDM e ao Centro Helen Keller e Agrupamento de Escolas do Algarve, para que as crianças invisuais possam sentir a bruxinha e sonhar com ela. Neste contexto, participou recentemente no “Concurso Internacional Onkyo Braille”, tendo o seu texto sido um dos escolhidos para representar o nosso país.



publicado por Carlos Gomes às 18:19
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AS IMAGENS REGISTAM AS COMEMORAÇÕES EM LISBOA DO 1º DE DEZEMBRO EM 1913

As imagens mostram um aspeto das comemorações do 1.º de Dezembro, em 1913, vendo-se Manuel de Arriaga, chefe do Estado e diversos membros do governo ouvindo o discurso de Silva Amado, presidente da comissão do 1º de Dezembro, junto ao monumento dos Restauradores, em Lisboa.

As fotos pertencem ao Arquivo Municipal de Lisboa e foram publicadas na edição de 10 de dezembro daquele ano, na revista “O Ocidente”.

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publicado por Carlos Gomes às 11:08
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MOVIMENTO 1º DE DEZEMBRO PREPARA DESFILE DAS BANDAS FILARMÓNICAS EM LISBOA

Desfile vai ter lugar em Lisboa no próximo dia 29 de novembro

Dezenas de bandas filarmónicas em representação de todos os distritos do país vão desfilar em Lisboa, no próximo dia 29 de novembro, no âmbito das comemorações do Dia da Restauração que se assinala a 1 de Dezembro. Entretanto, o Movimento 1º de Dezembro já entregou na Assembleia da República a petição nacional para a “Restauração imediata do feriado nacional do 1º de Dezembro”.

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A data histórica que assinala a recuperação da liberdade nacional é seguramente a que maior consenso gera entre os portugueses, promovendo a sua unidade, independentemente das suas convicções políticas e opções partidárias.

As celebrações em Lisboa da data evocativa da Restauração da Independência Nacional em 1640 adquiriram um especial significado num momento de particular crise como a que atualmente se vive, traduzindo-se ainda numa reivindicação pelo restabelecimento do feriado nacional. Aliás, a sua supressão teve o condão de transformar estas comemorações numa verdadeira manifestação popular de cariz patriótico que contrasta com o rumo político que nas últimas décadas tem vindo a ser imposto ao país.



publicado por Carlos Gomes às 09:07
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Terça-feira, 27 de Outubro de 2015
CERVEIRENSES QUE VIVEM EM LISBOA JUNTAM-SE EM FERNÃO FERRO



publicado por Carlos Gomes às 23:14
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FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS JUNTA JOVENS EM CONGRESSO

O BLOGUE DE LISBOA privilegia a defesa do nosso património cultural, incluindo os usos e costumes tradicionais das nossas gentes, razão pela qual tem vindo a destacar-se na divulgação das nossas raízes folclóricas, sendo um dos espaços na internet que maior relevo confere às atividades dos grupos e ranchos folclóricos, sem esquecer a própria Federação do Folclore Português.

Porém, se mais não divulga, isso dever-se-á a razões que lhe são alheias pois, apesar de insistentes contactos, aquela entidade não faculta qualquer resposta, revelando o seu sentido de urbanidade.

Consagra o artigo 37º da Constituição da República Portuguesa a Liberdade de expressão e informação, segundo o qual “Todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela palavra, pela imagem ou por qualquer outro meio, bem como o direito de informar, de se informar e de ser informados, sem impedimentos nem discriminações

Apesar de tão estranha atitude, não deixa o BLOGUE DE LISBOA de dar a conhecer a sua iniciativa, não privando os seus leitores da informação a que têm direito.

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Viana do Castelo acolheu Congresso para Jovens Folcloristas

O Centro Cultural de Viana do Castelo recebeu, durante o final de semana, o Congresso da Federação do Folclore Português para jovens Folcloristas 2015, cujo tema principal de debate foi “Jovens e Tradição: perspetivas de renovação”. Na sessão solene de abertura, o autarca de Viana do Castelo louvou o trabalho dos grupos na defesa e preservação do folclore e das tradições etnográficas e lembrou que Viana do Castelo tem sabido conservar o seu património cultural.

O congresso, que teve como objetivos abordar temáticas como as aceções da etnografia e do folclore na contemporaneidade, formar e capacitar os jovens folcloristas, compreender a etnografia e o folclore, facultar abordagens de ação inovadoras e promover a representatividade do movimento folclórico português, contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal, José Maria Costa, e da vereadora da cultura, Maria José Guerreiro.

Na sessão, o autarca elogiou o trabalho dos grupos de folclore por serem um espaço de encontros intergeracionais de promoção e valorização cultural popular, referindo ainda que “tem sido o seu trabalho na pesquisa, recolha e preservação das tradições etnográficas que permite que possamos ter fontes e origens do nosso património e que este que seja preservado, sendo que desta forma se valoriza a chamada cultura popular”.

O trabalho de preservação do património cultural é o mesmo que permite a Viana do Castelo ter o epíteto de capital do folclore, sublinhou ainda José Maria Costa, lembrando como exemplo o trabalho que tem sido desenvolvido no Museu do Traje com o seu precioso espólio, bem como com a certificação do traje à vianesa. “Foi graças ao envolvimento dos grupos que foi possível efetuar um bom trabalho de preservação e certificação do traje e da nossa etnografia”, sublinhou ainda.

Fonte: http://local.pt/portugal/viana-do-castelo-acolheu-congresso-para-jovens-folcloristas/



publicado por Carlos Gomes às 20:39
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“FADO VENENO”: O SONHO URGENTE DE LUÍSA ROCHA

“O fado de Luísa Rocha é também, por tudo isto, brutalmente honesto. Saem-lhe transparentes palavras ditas. Inteiras e plenas de significado. Com a solidez de quem trilha um caminho novo, pela simples razão de trazer consigo o mais genuíno encantamento pelo passado.” In Museu do Fado

“Fado Veneno”, é o novo álbum da fadista Luísa Rocha, lançado dia 16 de outubro pela Music In My Soul. Composto apenas por poemas inéditos redigidos por Maria de Lourdes Carvalho, José Carlos Malato, Gonçalo Salgueiro, Nuno Miguel Guedes, este novo trabalho apresenta “uma evolução amadurecida e consistente na carreira, tendo sido muito refletido e feito com toda a calma necessária”, segundo a fadista.

Não fales por falar” é o tema de apresentação deste álbum, lançado no passado dia 21 de setembro. O tema poderá ser ouvido hoje, no Centro Cultural de Belém, pelas 21h00, no espetáculo de lançamento do novo álbum.

Para Luísa Rocha, o fado surgiu desde cedo como um sonho urgente. Como a única maneira de partilhar uma verdade. Como vida. Assim foi, assim será.

Agora, para os amantes de fado, quatro anos depois da estreia impunha-se outra urgência: um disco novo. E chegou: “Fado Veneno” foi o nome escolhido para o sucessor de “Uma Noite de Amor”, e é retirado de um tema com letra de José Carlos Malato. Ainda antes da sua edição o produtor radiofónico Michael Rossi escolheu para o seu programa Late Junction o tema “Quando Chegar A Hora” (letra de António Rocha para o Fado Alexandrino de Joaquim de Campos), estreando assim o disco na BBC3. É o próprio Rossi que conta: “Mesmo sem conhecer ou entender as palavras, implicitamente entendemo-las através da melodia e a forma como a Luísa [Rocha] lhes dá vida. Quando a ouvi fiquei encantado com a sua voz - a riqueza do tom, a profundidade de alma que encontramos no seu canto.”

De novo produzido por Carlos Manuel Proença, “Fado Veneno” junta fados tradicionais com temas originais de vários autores, como Guilherme Banza. A entregar palavras estão nomes como Maria de Lourdes Carvalho, Tozé Brito, Jorge Fernando, Nuno Miguel Guedes, Gonçalo Salgueiro e José Carlos Malato. A unir tudo, a voz de Luísa Rocha. Mais madura, mais vivida, mais intensa e sábia. Mas exactamente com a mesma maravilhosa perplexidade da criança no primeiro dia em que conheceu a urgência do fado.



publicado por Carlos Gomes às 20:02
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OS P4R OU 1MPAR LANÇAM NOVO EP!

Com uma musicalidade que transpira ritmos alegres e contagiantes, os P4R ou 1MP4R lançaram no passado dia 25 de setembro o seu primeiro single - “Baú dos Desejos” - cujo videoclipe será apresentado brevemente. O tema serve de apresentação ao novo trabalho discográfico da banda, também intitulado de “Baú dos Desejos”, lançado no passado dia 2 de outubro com o selo da Music In My Soul.

O projeto musical P4R 0U 1MPAR surgiu em 2012 quase por obra do acaso, quando, num bar em Évora, Ana Velez cantava entre amigos e Pedro Peças a convidou para cantar os seus temas originais há muito guardados na gaveta. Iniciaram então um percurso que os levou a atuar em hotéis, bares e restaurantes sempre no Alentejo, de onde são naturais. Esta ligação, cantada em português, levou à criação de uma sonoridade única nos temas originais, tornando difícil de definir um estilo devido às diferentes influências de cada um: Bossa Nova, Fado, Cante Alentejano, Blues e Jazz.

O nome “Par ou Ímpar”, entre as demais simbologias que representa, traduz também os vários formatos pelos quais já se apresentaram ao vivo, com a colaboração de vários músicos eborenses. O terceiro elemento a fazer parte do projeto foi o músico Nuno Florindo, com responsabilidades acrescidas, uma vez que, além de músico, assume as funções de produtor na gravação dos temas originais, assim como o guitarrista João Cágado, também ele músico e produtor – e desde a primeira hora muito ligado ao projeto. Os últimos elementos a juntarem-se à “família P4R OU 1MP4R” foram Sérgio Gouveia (viola baixo), Nuno Barriga (bateria) e Nuno Páscoa (piano/teclados).


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publicado por Carlos Gomes às 19:55
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EXERCÍCIO IBÉRICO ANAFS-GREM – EU SETEX – USAR 2015

A capacidade de intervenção e o nível e qualidade das acções operacionais das unidades de socorro está intimamente ligada à rotinação dos procedimentos e ao hábito do trabalho em equipa. Igualmente, as operações de socorro são, cada vez mais internacionalizadas, obrigando a um intercâmbio permanente entre parceiros das mesmas áreas de socorro.

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A ANAFS integra a Rescue International Assistance League - RIAL de que é membro e representante para Portugal e, dentro do seu plano de preparação, tem vindo a realizar todos os anos, desde 2010, um exercício ibérico, com outros intervenientes nacionais e internacionais, com relevo para a sua congénere espanhola, GREM Grupo de Rescate Espeológico y de Montaña-Unidad Canina de Salvamento de Castilla y Leon, alternadamente em Espanha e Portugal.

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O exercício, este ano realizou-se em Portugal, no Concelho de Setúbal, entre 19 e 23OUT15 e cenariou, como habitualmente, a intervenção desta feita, só de meios nacionais, já que a projecção de forças de socorro internacionais, representadas por forças espanholas do GREM e da UME Unidad Militar de Emergencias, lamentavelmente não se verificou. No entanto, por proposta do SMPCB - Serviço de Protecção Civil e Bombeiros de Setúbal foi possível integra-lo no conjunto de Exercícios da União Europeia, com a designação de EU SETEX-USAR 2015, sendo por esta observado e analisado e seguindo as normas da UNDAC.

A ANAFS, como habitualmente, actuou com uma “task force” criada a partir das suas unidades operacionais ANAFS USAR TEAM (busca e salvamento), ANAFS DRC TEAM (gestão de deslocados - IDP) e ANAFS EOC TEAM (comando, controlo e comunicações–C3), com o apoio da ANAFS UIS (intervenção social) e ANAFS ULA (logística alimentar) reforçada com meios oriundos dos seus Parceiros do SMPC OURÉM, SMPC ARRUDA DOS VINHOS, ULPC ALCÂNTARA e CBV ALCABIDECHE com os respectivos materiais e equipamentos.

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O programa do evento deste ano iniciou-se com a montagem de um OSOCC, que foi gerido por elementos da CSB SETÚBAL e do SMPCB e por um R/D-C gerido porelementos da ANAFS, ambos instalados na Companhia de Sapadores, onde foram recepcionados todos os intervenientes no exercício, posteriormente encaminhados para a BoO montada nas instalações das piscinas municipais de Setúbal, que apresentavam excelentes condições para o efeito.

No primeiro dia de trabalhos os peritos do Mecanismo da União Europeia realizaram as suas palestras, a que se seguiu no segundo dia a distribuição dos participantes por bancas de trabalho operacional, uma das quais foi dirigida por elementos do CME da ANAFS, que por sua vez deram origem à execução de um exercício USAR, desenvolvido em dois “spot”, onde actuaram duas unidades de comando autónomo, uma composta por elementos da CBS SETÚBAL e do GIPS-GIC/GNR e outra da ANAFS e dos seus Parceiros.



publicado por Carlos Gomes às 16:49
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PARTIDO PAN ALERTA PARA OS RISCOS DE CONSUMO DE CARNES VERMELHAS E PROCESSADAS

Comunicado da OMS sobre o consumo de carne reforça propostas do PAN neste âmbito

A Organização Mundial de Saúde (OMS) acaba de alertar para o perigo do consumo de carne processada e de carne vermelha, revelando que a ingestão de carne processada é cancerígena para os intestinos - com o mesmo grau de ameaça quanto o tabaco, o arsénico e o amianto - e que o consumo de carne de vaca ou porco pode também aumentar as probabilidades de cancro.

“Esta posição vem reforçar todo o trabalho de sensibilização e ação que o PAN tem vindo a desenvolver em prol de uma alimentação saudável, que reduza o consumo de produtos de origem animal, baseada em alimentos vegetais, não processados e sem agroquímicos”, refere o deputado e porta-voz do PAN André Silva.

São várias as propostas eleitorais do PAN que vão ao encontro de soluções viáveis para este problema, entre as quais uma melhor regulamentação e restrições para a publicidade alusiva a produtos não saudáveis ou com impactos negativos na saúde, a tributação da produção pecuária intensiva e a promoção junto de escolas públicas e privadas de alternativas alimentares vegetarianas. O PAN apoia ainda o movimento global “Segundas sem carne”, projeto que visa contribuir para a tomada de consciência para o impacto que o consumo excessivo de produtos e derivados animais tem sobre a saúde humana, a preservação do ambiente e no que concerne o bem-estar animal.

“Cabe ao Estado desenvolver políticas integradas que promovam a saúde pública e este alerta da OMS deixa clara a necessidade imediata de se tomarem resoluções concretas e não demagógicas em relação à alimentação dos cidadãos e cidadãs”, reforça André Silva.

O PAN relembra ainda que, globalmente, a produção de carne contribui em 51% para as emissões de gases de efeito de estufa, ocupando quase 40% da superfície da terra e ameaçando diariamente inúmeros ecossistemas. A promoção e adoção de uma alimentação mais saudável serão também decisivas para o equilíbrio do Serviço Nacional de Saúde visto que estaremos a trabalhar a jusante do problema, no âmbito da prevenção.



publicado por Carlos Gomes às 16:43
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PARTIDO "OS VERDES" CONTESTA NOMEAÇÃO DO MINISTRO DO AMBIENTE

Nota sobre a composição do novo Governo, hoje anunciada

Os Verdes consideram que a constituição do Governo proposta por Pedro Passos Coelho demonstra uma efetiva vontade de continuação de toda a lógica política prosseguida nos últimos quatro anos. A generalidade dos Ministros mantém-se e aqueles cujo nome é proposto pela primeira vez garantem a continuidade dessas políticas.

Os Verdes salientam a proposta de continuação de Jorge Moreira da Silva à frente no Ministério do Ambiente, o qual acentuou uma diretriz na política da ambiente virada para o serviço aos grandes grupos económicos e conviveu bem com o desinvestimento público na área do ambiente.

Apesar do anúncio público da composição do Governo e da sua posterior tomada de posse, Os Verdes reafirmam que, na Assembleia da República, contribuirão para que seja aprovada uma moção de rejeição ao programa do Governo, confirmando a coerência do PEV relativamente à rejeição de políticas cruéis para o país e dando expressão aos resultados das últimas eleições legislativas.

O Partido Ecologista “Os Verdes”



publicado por Carlos Gomes às 15:22
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INATEL REALIZA CONCURSO DE COMPOSIÇÃO PARA A ORQUESTRA DE SOPROS

Concurso de Composição para Orquestra de Sopros

Inatel – Banda do Exército 2016

Regulamento

1 - Definição e Objectivos

Com o intuito de fomentar e valorizar a escrita musical para Orquestra de Sopros, anuncia-se a quarta edição do concurso de composição para esta formação, através de uma parceria entre a Fundação Inatel e a Banda Sinfónica do Exército, aberto a autores de todas as nacionalidades residentes em Portugal, sem restrição de idades.

2 - Prémios

Ao vencedor será atribuído um prémio monetário no valor de € 2000, bem como a edição e publicação da partitura da obra vencedora, sendo que não serão atribuídos prémios ex-aequo.

No caso de existirem menções honrosas estas serão premiadas com um fim-de-semana para duas pessoas numa unidade hoteleira da Fundação Inatel, à escolha, em época média, e ainda com a edição da partitura. O valor do prémio considera-se como pagamento dos direitos de autor da obra vencedora e de aluguer da partitura e partes instrumentais.

3 - Requisitos Essenciais

3.1. A composição deverá obedecer à instrumentação para Orquestra de Sopros, com a seguinte formação: 1 Flautim, 2 Flautas, 2 Oboés, 1 Corne Inglês (opcional como 2º Oboé), 2 Fagotes, 1 Clarinete Eb, 3 Clarinetes em Bb (cada uma das partes executada por 4 instrumentistas), 1 Clarinete Baixo, 1 Clarinete Alto, 2 Saxofones Alto, 1 Saxofone Soprano, 2 Saxofones Tenor, 1 Saxofone Barítono, 4 Trompas, 5 Trompetes (podem ser divididas em Trompetes, Cornetins e 2 Fliscornes), 2 Trombones, 1 Trombone Baixo, 2 Eufónios, 2 Tubas, Tímpanos, Percussão (5 executantes com o seguinte instrumental: Marimba, Xilofone, Vibrafone, Glockenspiel, Sinos Tubulares, peles e acessórios standard), Violoncelos, Contrabaixos, Piano.

3.2. Cada concorrente deverá apresentar, obrigatoriamente, uma peça de concerto (excluindo peças a solo), com a duração compreendida entre 10 (dez) e 15 (quinze) minutos.

3.3. A composição a concurso terá de ser inédita, que nunca tenha sido tornada publica por qualquer meio, nem premiada noutro concurso.

3.4 Quaisquer futuras execuções, edição da partitura ou CD da obra vencedora, deverão

obrigatoriamente incluir nas notas de programa a menção: Obra vencedora do Concurso de Composição Inatel - Banda do Exército

4 - Entrega da Composição

4.1. A composição deverá ser assinada sob pseudónimo e acompanhada de um envelope fechado e lacrado, contendo a identificação (fotocópia de cartão do cidadão, ou passaporte), endereço, contactos telefónicos e e-mail do autor. No exterior desse envelope deverão constar o título da peça e o pseudónimo.

4.2. A composição a concurso pode ser entregue na Banda Sinfónica do Exército, Regimento de Artilharia Antiaérea nº l, Largo do Palácio 2745-181 Queluz, ou enviada pelo correio para a mesma morada até ao dia 31 de Janeiro de 2016.

4.3. Deverão ser entregues 3 (três) cópias da partitura geral impressas, uma cópia de cada parte de instrumentista, bem como o respectivo suporte digital da partitura geral, partes em formato pdf e um ficheiro midi da composição.

5 - Condições de Participação

5.1. O Concurso está aberto a todos os compositores nacionais ou estrangeiros, cujas candidaturas obedeçam ao disposto no presente Regulamento.

5.2. A participação no concurso obriga à aceitação de todas as cláusulas deste regulamento.

6 - Nomeação e Funcionamento do Júri

6.1. Para apreciação das obras a concurso, será constituído um júri, composto por 3 (três)

elementos, de mérito musical reconhecido:

  1. Chefe de Banda Militar convidado
  2. Professor de composição
  3. Chefe Titular da Banda Sinfónica do Exército.

6.2. O júri fará a seleção de um máximo de 5 (cinco) obras semi-finalistas que serão objeto de ensaio a realizar com a Banda Sinfónica do Exército, para a seleção final de um máximo de três obras, que serão presentes a audição final.

6.3. Não podem ser nomeados para membros do Júri, quaisquer concorrentes.

6.4. O Júri decidirá por unanimidade ou por maioria simples, lavrando em ata a sua decisão.

6.5. O Júri reserva-se o direito de não atribuir o prémio, se a qualidade das obras apresentadas assim o impuser.

6.6. As decisões do Júri são inapeláveis.

7 - Exclusões

As candidaturas que não obedeçam ao disposto nos artigos anteriores serão excluídas.

8 - Divulgação dos Resultados e Entrega de Prémios

8.1. A Fundação Inatel e a Banda Sinfónica do Exército divulgarão os resultados até ao dia 28 de Fevereiro de 2016.

8.2. Os prémios serão entregues em sessão pública a realizar para o efeito, em local e data a determinar.

9 - Situações Omissas

Todos os aspectos omissos neste Regulamento serão apreciados e decididos pela Fundação Inatel e pela Banda do Exército de cuja decisão não haverá recurso.

Lisboa 1 de Outubro de 2015


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publicado por Carlos Gomes às 15:05
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ASSOCIAÇÃO CULTURAL DE TERCENA REALIZA MAGUSTO DE SÃO MARTINHO

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publicado por Carlos Gomes às 09:16
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HÁ BRUXAS EM TERCENA!

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publicado por Carlos Gomes às 09:15
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Segunda-feira, 26 de Outubro de 2015
GRUPO DE FOLCLORE TERRAS DA NÓBREGA REALIZA SERÃO ETNOGRÁFICO EM CARNAXIDE

O Grupo de Folclore Terras da Nóbrega realiza o Serão Temático “Como há 100 anos...”. É um espetáculo único, de cariz etnográfico, que ultrapassa o formato usual próprio dos festivais de folclore, através de quadros da vida e dos usos e costumes tradicionais, a serem representados pelos vários ranchos folclóricos participantes, todos de qualidade reconhecida.

A iniciativa tem lugar no próximo dia 1 de Novembro, no Auditório Municipal Ruy de Carvalho (Carnaxide - Oeiras), no Serão Temático "Como há 100 anos...", uma organização do Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega.

“Minha’bó, conte-me uma estória...” É desta forma que uma criança pede à sua Avó, já velhinha, que lhe conte uma história dos tempos que já lá vão.

A ideia subjacente a esta organização do Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega é que cada Grupo participante traga para o palco a recriação de cenas da vida quotidiana da região que representa. Um “Baptizado da Meia Noite”, o ciclo “Da palha ao chapéu” ou até mesmo um “Casamento da Monda” serão alguns dos momentos a apreciar apresentados pelos Grupos participantes, todos eles lídimos representantes e embaixadores maiores do Folclore e Etnografia de cada uma das suas regiões. A saber:

Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega (Alto Minho Interior)

Rancho Folclórico "As Mondadeiras" de Casa Branca (Alto Alentejo)

Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré (Alta Estremadura)

Rancho Tradicional de Cinfães (Douro Litoral Sul)

Esta tipologia de evento folclórico é cada vez mais comum e tem claras vantagens em relação aos “tradicionais” Festivais de Folclore: trás para o palco vivências de outrora mostrando aos mais novos como era a Vida dos nossos Antepassados e relembrando aos mais velhos alguma da sua outrora forma de ser e de viver que, na maioria das vezes, trás nostalgia e saudade.



publicado por Carlos Gomes às 20:28
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Domingo, 25 de Outubro de 2015
ENCONTRO REGIONALISTA JUNTA CASAS REGIONAIS EM MARVILA

As casas regionais sediadas em Lisboa levaram hoje a efeito um encontro cultural que foi simultaneamente uma grande jornada regionalista a congregar gentes das mais variadas regiões do país a viver na capital do país. A iniciativa foi da Associação das Casas Regionais de Lisboa (ACRL) e teve lugar na Freguesia de Marvila, mais concretamente no salão de festas de Vale Fundão.

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Constituída em 2007 com vista a conferir maior representatividade ao associativismo regionalista, a Associação das Casas Regionais de Lisboa (ACRL) congrega algumas dezenas de casas regionais, entre as quais a Casa do Concelho de Arcos de Valdevez, a Liga dos Amigos do Concelho de Valença, a Casa do Concelho de Ponte de Lima, a Casa Courense em Lisboa, a Casa Cerveirense, Casa da Comarca de Arganil, Casa Regional de Cinfães, Casa do Concelho de Pampilhosa da Serra, Casa do Concelho de Tomar e a Casa do Concelho de Gouveia.

Diversas casas regionais trouxeram à capital grupos folclóricos ou de música popular constituídos no seio das respetivas associações pu provenientes dos respetivos concelhos. Destacamos, pela sua representatividade, o Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Castro Daire, o Rancho Folclórico e Etnográfico da Casa do Concelho de Pampilhosa da Serra, o Rancho Folclórico e Etnográfico da Casa do Concelho de Cinfães e o Grupo de Cavaquinhos da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez.

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O regionalismo não se fecha em si mesmo. Antes pelo contrário, reconhece a diversidade e reforça os laços de amizade e colaboração entre as mais diversas regiões, contribuindo para unir os povos.

O evento contou com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e da Junta de Freguesia de Marvila. Os seus dirigentes apostam na realização, para o próximo ano, de uma grandiosa jornada a ter lugar em pleno centro de Lisboa, local privilegiado de divulgação nomeadamente junto dos números turistas que visitam a capital.

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publicado por Carlos Gomes às 21:27
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Sábado, 24 de Outubro de 2015
LISBOA FOI RECONQUISTADA HÁ 868 ANOS!

24 de Outubro de 1147: D. Afonso Henriques conquista Lisboa aos Mouros

O Papa Eugénio III e São Bernardo de Claraval, na Basílica de Vézelay ao pregarem uma segunda cruzada em 1146 prevêem a tomada de novas cidades como Lisboa, que se encontrava sob o domínio mouro tornando-se assim necessária a sua conquista aos infiéis. Lisboa ponto geográfico e fulcral para a conquista do sul do país, constituía uma etapa importante na expansão da Reconquista Cristã na Península Ibérica.

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Consciente do desafio, D. Afonso Henriques iniciou a tomada de Lisboa com um cerco posto em prática em Julho de 1147, pouco depois da conquista de Santarém, contando para isso com o apoio dos Templários e dos Cruzados normandos, ingleses, escoceses, flamengos e alemães que haviam sido contactados pelo Bispo do Porto, D. Pedro, para angariarem as tropas cristãs no cerco a esse importante baluarte mouro. Em simultâneo, foi concebida uma estratégia no ataque e construíram-se as máquinas específicas para a batalha: catapultas e uma torre para facilitar a entrada e a conquista da cidade.

Nos primeiros dias de Julho tiveram lugar os primeiros ataques. Pedras e azeite a ferver foram atirados para o interior das muralhas e ao provocarem as primeiras destruições revelaram ao rei português, um inimigo enfraquecido pela falta de víveres e recursos que evitassem uma eminente capitulação.

As sucessivas investidas que se deram entre Agosto e Setembro foram suficientes para a tomada definitiva de Lisboa em 24 de Outubro de 1147, mas foi nos dias 17 a 21 desse mês que os ataques contínuos provocaram a derrocada da muralha oriental, junto das Portas do Sol, cedendo também a porta que mais tarde se chamaria de Martim Moniz.  O nome foi atribuído em memória da alusiva lenda do fidalgo português, que sacrificou a sua vida, bloqueando com o seu corpo uma porta das muralhas para dar entrada ao exército da Cruzada, ajudando desta forma a tomada da cidade.

No dia 25, D. Afonso Henriques fez a sua entrada solene na cidade de Lisboa, percorrendo a zona de Alfama, Arco Escuro, a Sé, antiga mesquita, onde foi rezada a primeira missa, e  por fim o Castelo, anunciando a hegemonia e o triunfo cristão.

A tomada de Lisboa e sucessivamente de Almada, Palmela e Sintra provocaram a conquista em definitivo da linha do Tejo, em Dezembro de 1147.

Fonte: http://estoriasdahistoria12.blogspot.pt/



publicado por Carlos Gomes às 14:06
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CASAS REGIONAIS JUNTAM-SE AMANHÃ EM MARVILA



publicado por Carlos Gomes às 12:05
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“CABARET DOS VAMPIROS” É O NOVO SINGLE DOS BOÉMIA VADIA

Os Boémia Vadia lançaram ontem, dia 23 de outubro, o seu novo single “Cabaret dos Vampiros”. Este tema, que sucede ao single “Humanofobia”, é já o segundo extraído do seu novo EP “Circo Amar”, que chega ao mercado já no próximo dia 16 de novembro.

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Rebecca Amar trouxe, desde “a sua Paris”, o ambiente burlesco e vaudeville dos cabarés de Montmartre, ambientado pela Literatura e pela Poesia maldita da época, de Apolinaire, Baudelaire ou Rimbaud. Mário Ferreira – um nómada, vagabundo do amor na constante busca pela diferença – chegou um dia a esse porto, precedido por longas viagens pelos caminhos da vida e do mundo, com os alforjes carregados de melodias, canções de embalar, hinos simbolizando a fusão com as memórias de um passado, com a brilhantez dos anos 80 ou a obscuridade romântica e trágica dos anos 90, adicionando toda a aprendizagem e a cruzada entre as raízes e tradições do Folk ibérico, desde o Fado ao Flamenco. Kim Coutinho – o primeiro imediato desta nau e o mais fiel companheiro de viagens – aportou com a sua sabedoria e mestria, o seu génio harmónico e sonhador, complemento perfeito para os princípios rudimentares e tradicionais dessa nova descoberta, que seria mais tarde denominada de “electrodark-cabaret”.

Chegado o verão de 2013, a Boémia Vadia decidiu embarcar numa nova aventura cósmica e tentadora, dirigindo o barco em direção às costas do Atlântico, com a ambição desmedida de poder "naufragar" nas margens de Lisboa, em busca de novas e intensas aventuras. Rendidos à imensidão e à História da velha cidade, e na busca incessante de originalidade e inovação, incluíram na sua tripulação um novo marinheiro – Emanuel Ramalho –, que aumentou a família boémia e assim facilitou a particular "caça ao tesouro", o legado e a herança de nomes como Bauhaus, Edith Piaf, Joy Division, Alfredo Marceneiro, Nick Cave, Tom Waits, Carlos Paredes, Carlos Gardel, Serge Gainsbourg, The Cure, David Bowie, Amália Rodrigues, António Variações, Barbara, Jacques Brel, Paco de Lucia, Radiohead, Zeca Afonso e Nina Hagen, que, ao longo do tempo, foram escrevendo as rotas dos mares que hoje navegamos.

Constituído por Mário Ferreira (voz, baixo, guitarra e programações), Rebecca Amar(voz e performance), Kim Coutinho (guitarra, piano e coros) e Emanuel Ramalho(bateria), este projeto convida a conhecer uma parte do resultado dessas viagens, confraternizações e ressacas, de um recambolesco mas intenso percurso. De Valência a Lisboa.


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publicado por Carlos Gomes às 12:03
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MUNDO ESCURO ANUNCIAM LANÇAMENTO DO SINGLE “EU JURO”

Sucessor do tema “Rap & Reggae”, “Eu Juro” é o título do novo single dos Mundo Escuro que foi apresentado ontem, dia 23 de outubro, pela Music In My Soul. Desta forma, a banda continua a trilhar o caminho para o lançamento do seu primeiro álbum, que estará disponível nas principais lojas digitais a partir do dia 20 de novembro.

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A história dos Mundo Escuro começou em 1995, altura em que o Bairro Sul Ponte no Pinhal Novo (Margem Sul) viu nascer o grupo S.O.R. (Son’s of Rap), composto por Da Kriminial, Darkness, Fantasma e Psycol Mantis. Influenciados pela cena Hip Hop e por tudo o que os rodeava, tentavam expressar-se através da música com os poucos meios que tinham.

Nesse mesmo ano, conheceram o Dj SAS, que veio a ser um elemento fulcral para o desenvolvimento e a aprendizagem do grupo, uma vez que vinha da escola francesa, onde a cultura Hip Hop estava a anos-luz da que se vivia em Portugal. Foi o Dj SAS que os baptizou de Mundo Escuro, devido à falta de iluminação que havia – nome adotado pelo grupo desde então.

Várias foram as pessoas que, ao longo dos anos, foram passando pelo grupo, deixando, naturalmente, a sua marca. No entanto, a formação atual é composta por três elementos – Anirac (Carina Teixeira), Darkness (Hélder Constantito) e Fantasma (Dário Constantino) –, que se fazem acompanhar nos concertos pela ME Band.

Da discografia do grupo, faz parte a Mixtape “Primeira Intifada – Margem Sul” (2011) e o EP “SOS Racismo” (2012) – este último feito em parceria com a instituição homónima. Após vários concertos realizados entre 2012 e 2013, surgiu a necessidade de se dedicarem à conceção e à gravação de um novo trabalho em 2014 – ano em que assinaram com a Music In My Soul.

Os Mundo Escuro afirmam que o Rap é da rua, mas que não é só para a rua – o Rap é para quem se identificar com ele. Projetando-se da Margem Sul para o mundo com uma identidade própria e sem esquecerem o passado, encaram o futuro com uma visão sólida e definida do seu papel: fiéis aos princípios básicos da cultura Hip Hop, mas em constante evolução, absorvendo influências dos mais variados géneros musicais.


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publicado por Carlos Gomes às 11:59
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Sexta-feira, 23 de Outubro de 2015
MINHOTOS DA RIBEIRA DA LAGE REALIZAM EM OEIRAS ENCONTRO DE TOCADORES DE CONCERTINA



publicado por Carlos Gomes às 14:46
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Quinta-feira, 22 de Outubro de 2015
PARTIDO "OS VERDES" REAGE À INDIGITAÇÃO DO PRIMEIRO-MINISTRO PELO PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Reação do PEV à indigitação de Pedro Passos Coelho como Primeiro Ministro

O Partido Ecologista “Os Verdes” considera que a indigitação de Pedro Passos Coelho, pelo Presidente da República, é uma afronta à vontade dos portugueses expressa nas urnas, na medida em que os resultados eleitorais demostraram claramente a rejeição da continuidade das políticas e da governação do PSD/CDS.

A decisão do Presidente da República não está sustentada na constituição mas sim nas suas opções políticas, opções que ao longo do seu mandato presidencial, serviram sempre de amparo a estes dois partidos.

Esta decisão, contrariamente à alegada preocupação manifestada, por parte de Cavaco Silva, com a instabilidade governativa, é a que mais contribui para gerar essa mesma instabilidade. Não só numa perspetiva governativa mas também para o país e para a vida dos portugueses que vão ver os seus problemas arrastar-se e agravar-se.

O PEV reafirma que vai votar favoravelmente as moções de rejeição ao programa do Governo PSD/CDS que foram anunciadas.

Os Verdes querem ainda reafirmar que existe uma solução alternativa, solução que foi afirmada ao Presidente da República nas reuniões que teve com os partidos com assento parlamentar e na qual Os Verdes seriamente se empenharam.

O Partido Ecologista “Os Verdes”



publicado por Carlos Gomes às 22:38
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HORA LEGAL MUDA NO PRÓXIMO DOMINGO

No próximo Domingo, dia 25 de Outubro, às 0100 UTC (0200 no Continente/Madeira e 0100 nos Açores) a hora legal será alterada, devendo os relógios ser atrasados em 60 minutos. Passaremos ao fuso 0 no Continente/Madeira e ao fuso +1 nos Açores.

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Assim, a noite de Sábado para Domingo será uma hora mais longa, pelo que se sugere atenção a este facto para qualquer compromisso que exista para a manhã de Domingo.

A Hora Legal em Portugal é definida pelo Observatório Astronómico de Lisboa, instituição criada por Carta de Lei em 6 de maio de 1878, no reinado de D. Luís.

Discutia-se então entre os astrónomos sobre a paralaxe da estrela de Argelander ou seja, a diferença na posição aparente em virtude da necessidade de medição da sua distância. Com o objetivo de promover a nova Astronomia Sideral e efetuar o mapeamento do céu e medir o tamanho do universo, foi então decidido edificar o Observatório Astronómico de Lisboa por ser a capital portuguesa o único local do continente europeu onde era possível observar a estrela de Argelander utilizando uma luneta zenital.

O edifício do observatório foi construído à semelhança do Observatório de Pulkovo, na Rússia, sob a orientação do arquiteto francês Jean-François Colson.

Era também a partir do Observatório Astronómico de Lisboa que, antes de existir sinal de rádio, os navios recebiam em Lisboa a hora legal, através de um sistema semafórico instalado ao longo da costa, até Belém, a partir de um posto situado perto do cais do Sodré, equipado com um relógio mecânico que se encontrava ligado ao Observatório de Lisboa através de um cabo elétrico. A partir de 2009, a emissão da hora legal é assegurada através dos relógios atómicos do Observatório Astronómico de Lisboa.

A decisão mudar a hora legal remonta a 1916, no contexto da primeira grande guerra e teve como objetivo proceder à poupança do consumo de energia. A ideia foi recuperada em 1973, devido à crise petrolífera provocada pelo embargo imposto pelos países da OPEP aos Estados Unidos da América e países europeus em virtude do apoio concedido a Israel e, finalmente, em 1981, a mudança da hora legal foi estabelecido através de uma diretiva da CEE.

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Observatório de Pulkovo. Foto: Vladimir Ivanov



publicado por Carlos Gomes às 11:58
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CASA CERVEIRENSE EM LISBOA COMEMORA 6 ANOS DE EXISTÊNCIA

Almoço Cerveirense realiza-se no próximo dia 8 de novembro, na Quinta da Valenciana, em Fernão Ferro

As gentes do concelho de Vila Nova de Cerveira radicadas na região de Lisboa vão no próximo dia 8 de novembro rumar a Fernão Ferro, no concelho de Sesimbra, para festejar o 8º aniversário da Casa Cerveirense em Lisboa. Trata-se de uma grande jornada de confraternização à volta da mesa, onde não faltará a animação com a atuação do Rancho Folclórico da Casa do Minho. Aguarda-se também a participação no evento do Presidente do município cerveirense e outras entidades da região que certamente dignificarão com a sua presença, esta iniciativa das gentes minhotas.

As gentes cerveirenses e minhotas em geral vão juntar-se para conviver, reverem amizades e passarem um dia alegre, como só os minhotos sabem, ao som da concertina e do cavaquinho, cantando e dançando as mais alegres rapsódias do nosso folclore.

Remonta aos finais do século XIX o começo da migração de gentes de Vila Nova de Cerveira rumo à capital lisboeta. Ombreando com os nossos irmãos galegos, foram tomando tabernas e carvoarias que, com o decorrer do tempo, transformaram nos melhores estabelecimentos de restauração. Distante vai o tempo em que mourejavam nas descargas de carvão em Alcântara e Poço do Bispo ou mergulhavam durante dias a fio na escuridão das tulhas das carvoarias fazendo bolas amassadas com os restos de cisco e carvão para alimentar as brasas nos fogareiros dos clientes.

Entretanto, o regionalismo cerveirense em Lisboa começa a dar os primeiros passos no início da década de oitenta do século passado, altura em que começaram a realizar anualmente os chamados “almoços cerveirenses”. Estes tiveram lugar durante vários anos consecutivos e eram organizados pela “Casa Cerveirense”, uma associação que reunia em instalações situadas na zona da Freguesia de Benfica mas que, contudo, não veio a ter existência legal. Contudo, há seis anos, uma nova geração de cerveirenses resolveu meter mãos à obra e constituir a Casa Cerveirense em Lisboa.

Os cerveirenses, onde quer que se encontrem, jamais esquecem Vila Nova de Cerveira: bem-haja a terra que tão extremosos filhos tem!



publicado por Carlos Gomes às 10:24
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Quarta-feira, 21 de Outubro de 2015
CASAS REGIONAIS JUNTAM-SE EM LISBOA



publicado por Carlos Gomes às 22:27
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GRUPO DE FOLCLORE TERRAS DA NÓBREGA REALIZA SERÃO ETNOGRÁFICO EM CARNAXIDE

O Grupo de Folclore Terras da Nóbrega realiza o Serão Temático “Como há 100 anos...”. É um espetáculo único, de cariz etnográfico, que ultrapassa o formato usual próprio dos festivais de folclore, através de quadros da vida e dos usos e costumes tradicionais, a serem representados pelos vários ranchos folclóricos participantes, todos de qualidade reconhecida.

A iniciativa tem lugar no próximo dia 1 de Novembro, no Auditório Municipal Ruy de Carvalho (Carnaxide - Oeiras), no Serão Temático "Como há 100 anos...", uma organização do Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega.

“Minha’bó, conte-me uma estória...” É desta forma que uma criança pede à sua Avó, já velhinha, que lhe conte uma história dos tempos que já lá vão.

A ideia subjacente a esta organização do Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega é que cada Grupo participante traga para o palco a recriação de cenas da vida quotidiana da região que representa. Um “Baptizado da Meia Noite”, o ciclo “Da palha ao chapéu” ou até mesmo um “Casamento da Monda” serão alguns dos momentos a apreciar apresentados pelos Grupos participantes, todos eles lídimos representantes e embaixadores maiores do Folclore e Etnografia de cada uma das suas regiões. A saber:

Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega (Alto Minho Interior)

Rancho Folclórico "As Mondadeiras" de Casa Branca (Alto Alentejo)

Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré (Alta Estremadura)

Rancho Tradicional de Cinfães (Douro Litoral Sul)

Esta tipologia de evento folclórico é cada vez mais comum e tem claras vantagens em relação aos “tradicionais” Festivais de Folclore: trás para o palco vivências de outrora mostrando aos mais novos como era a Vida dos nossos Antepassados e relembrando aos mais velhos alguma da sua outrora forma de ser e de viver que, na maioria das vezes, trás nostalgia e saudade.



publicado por Carlos Gomes às 21:10
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PARTIDO "OS VERDES" RECEBIDO PELO PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Nota sobre audiência do PEV com o Sr. Presidente da República

A delegação do PEV, recebida hoje no Palácio de Belém, composta pelos dirigentes nacionais Manuela Cunha, Heloísa Apolónia e Victor Cavaco, transmitiu ao Sr. Presidente da República que os portugueses expressaram claramente nas urnas um “não” à continuação de um Governo PSD/CDS e às políticas por eles promovidas e suportadas pela sua maioria parlamentar.

Com as eleições legislativas de Outubro, os eleitores permitiram a criação de um novo quadro na Assembleia da República, indo ao encontro do apelo dos Verdes, formando uma nova maioria parlamentar que expressa um desejo de mudança. Neste quadro, o PEV considera que o PS tem condições para formar governo, exercer funções e promover políticas que assegurem uma governação sustentável.

Os Verdes manifestaram ainda ao Sr. Presidente da República que consideram que a indigitação de Passos Coelho como Primeiro-ministro, caso esta viesse a ser a opção de Cavaco Silva, seria uma perda de tempo e arrastaria inutilmente os problemas do país e dos portugueses.

O PEV anunciou que apoiará todas as moções de rejeição apresentadas contra um possível governo, ou programa de governo, promovido pelo PSD/CDS e que está disponível para viabilizar a governação do PS e que estão empenhados na resolução dos problemas do país, no quadro da mudança que os portugueses exigiram nas urnas.

O Partido Ecologista “Os Verdes”



publicado por Carlos Gomes às 20:44
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Terça-feira, 20 de Outubro de 2015
PORTUGUESES DIVULGAM GASTRONOMIA E TRADIÇÕES EM ANDORRA

Gastronomia e cultura tradicional portuguesas presentes na 37ª Fira de Andorra

Nos próximos dias 23, 24 e 25 de Outubro os elementos do Grupo de Folclore “Casa de Portugal” apresentam um espaço destinado à mostra de artesanato e degustação de petiscos portugueses, destacando os elaborados à base de bacalhau muito apreciados pelos assistentes à mostra.

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Durante três dias a cultura tradicional e produtos típicos portugueses vão marcar presença na Feira das Associações integrada na 37ª edição da Feira multissectorial de Andorra la Vella, capital do Principado.

No sábado, a partir das 19 horas, os trajes regionais e a música tradicional portuguesa serão apresentadas em palco pelos elementos do Grupo que proporcionarão momentos de folclore minhoto aos assistentes da “Fira” que no ano passado contou com mais de 65.000 visitantes.

Nos 11.000 m2 destinados à mostra, a Feira de Andorra la Vella, situada no Parque Central da capital do Principado, conta com espaços destinados a produtos artesanais, sector turístico, de ócio e empresarial, e a Feira de Associações integrada por 53 coletividades de diferente âmbito na qual o Grupo de Folclore “Casa de Portugal” participa por quinto ano consecutivo aportando a portugalidade ao evento.

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publicado por Carlos Gomes às 23:06
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“O QUE HÁ DE BOM” É O NOVO EP DE EDGAR PAROBÉ

“O Que Há De Bom” é o título do novo EP de Edgar Parobé. O trabalho, que chegou hoje ao mercado, é composto por cinco temas e já está disponível nas principais plataformas digitais. De destacar que do alinhamento deste novo trabalho, faz parte o seu mais recente single “Cantar”.

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Edgar Parobé é um compositor e intérprete Brasileiro que começou a sua carreira em 2001, na cidade de Rio Grande, quando montou com amigos a extinta banda de cover s Absence Soul. Desde então veio desenvolvendo a sua arte em outras bandas da cena local como Nostradamus, Estrada, Dope e Lucíola.

Participou em eventos locais como Novos Talentos do SESI em 2006, ganhando o prémio de melhor música com a banda Nostradamus e a FEARG/FECIS, nos anos de 2007, 2008. Fundou a banda Resgate Kamikaze em meados de 2008, na qual foram produzidos cerca de 15 temas autorais com estilo que varia entre Rock e Reggae. Em Porto Alegre, o músico já passou por diversos eventos e concertos, entre eles: Casa de Teatro de Porto Alegre, Garagem Hermética, CCMQ, Bar do Marinho, Paraphernalia Bar, Cabaré do Verbo, Café do SESC, Meme, entre outros. Ao lado de Cláudio Pereira produziu, em 2013, o seu primeiro EP com o título “Felicidade No Ar”. Atualmente acba de lançar, através da Music In My Soul, o seu novo EP “O Que Há De Bom"


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publicado por Carlos Gomes às 22:08
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O FADO ACONTECE... EM LISBOA!


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publicado por Carlos Gomes às 20:58
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SINTRA REALIZA FESTIVAL DA MAÇÃ REINETA


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publicado por Carlos Gomes às 01:04
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GRUPO DE DANÇAS E CANTARES ALTO DO MOINHO REPRESENTA O FOLCLORE DO DOURO LITORAL NA REGIÃO DE LISBOA

Num artigo publicado no desaparecido vespertino “Diário de Lisboa”, disse o historiador Jaime Cortesão que “No arco-íris das províncias portuguesas, o Minho, por mais densamente povoado e trabalhado desde as idades pré-históricas, é também a mais rica em testemunhos vivos e monumentos duma cultura recebida ou própria; e desde logo a mais arcaica e a mais florida, a mais católica e a mais pagã”.

Antes de mais, convém sublinhar que, do ponto de vista histórico, geográfico e etnográfico, o Minho estende-se até ao rio Douro, formando com o Douro Litoral uma única região que corresponde à vetusta Comarca d’Entre-o-Douro-e-Minho. Foi a reforma administrativa que ao Minho subtraiu o Douro Litoral, da mesma maneira que ao Distrito de Vila Real entregou importantes parcelas do território minhoto, como se por decisão política tivessem os seus habitantes, da noite para o dia, deixado de serem minhotos para se tornarem transmontanos.

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Existem na região de Lisboa 13 ranchos folclóricos que procuram representar os usos e costume do Minho. A estes, acresce um rancho folclórico que, de uma forma bastante digna que contribui para o prestígio da nossa região, representa o folclore do Douro Litoral – aquele pedaço que, conjuntamente com o Minho, formam aquilo que um dia, o grande minhoto que foi Cupertino de Miranda, classificou como a nossa primeira Pátria!

Trata-se do Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho, um agrupamento constituído no seio da Associação de Moradores do Alto do Moinho, na freguesia de Alfragide, no concelho da Amadora. Fundado em 12 de novembro de 1987, com a designação original de “Rancho Folclórico Alto do Moinho”, decidiu este grupo após duas décadas de existência, proceder a uma profunda reestruturação, altura em que adotou a sua atual denominação, passando desde então a representar exclusivamente o Douro Litoral.

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O Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho é composto por cerca de 50 elementos, com idades compreendidas entre os 5 e os 80 anos com gente oriunda de norte a sul do país.

Em Setembro de 1997 organizou pela primeira vez o festival de folclore da freguesia da Buraca que desde então tem sido concretizado anualmente, pertencendo agora à freguesia de Alfragide.

São várias as representações que este grupo tem feito de Norte a Sul do país, participando em festas, romarias e festivais de folclore.

É também reconhecido internacionalmente, tendo sido convidado para representar Portugal na Sérvia e Croácia.

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Este é um grupo que apresenta variadíssimos trajes de entre os quais se destacam, os trajes de trabalho, traje de romaria, traje de vendedeiras de bolos, traje de aguadeira, traje de lavadeira, traje de vindimador, entre outros.

De modo a representar fidedignamente o folclore do Douro Litoral este grupo fez uma recolha das modas e trajes das regiões de Gondomar, Trofa, Maia e outras regiões do grande Porto.

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No seu repertório, este grupo, apresenta modas de roda como a caninha verde, cantares ao desafio como a Desgarrada, danças melodiosas e em coluna como a Pastorinha e a real Caninha, entre outras bastante demonstrativas da região do Douro Litoral.

Pelas afinidades que o ligam à nossa região, não podíamos deixar de o apresentar à comunidade minhota radicada na região de Lisboa e, em particular, a todos quantos ali se dedicam a promover o folclore do Minho.

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publicado por Carlos Gomes às 00:16
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Segunda-feira, 19 de Outubro de 2015
RANCHO FOLCLÓRICO DA CASA DO MINHO ANIMA ALMOÇO CERVEIRENSE EM FERNÃO FERRO

Almoço Cerveirense é festa minhota

A Casa Cerveirense em Lisboa leva a efeito, no próximo dia 8 de novembro, o almoço comemorativo do seu 6º aniversário, o qual vai ter lugar na Quinta da Valenciana, em Fernão Ferro.

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Para além do seu interesse gastronómico, o Almoço Cerveirense constitui uma jornada de confraternização entre cerveirenses e minhotos em geral, sob o signo do regionalismo da sua região.

A animar a festa, os cerveirenses contam com o Rancho Folclórico da Casa do Minho, não fosse este agrupamento folclórico dirigido por um cerveirense, aliás à semelhança da própria entidade regionalista de que faz parte.

Para o minhoto, tudo é pretexto para a festa: o trabalho e a romaria, a religião e a gastronomia. Por conseguinte, o Almoço Cerveirense vai seguramente traduzir-se numa grande festa minhota!



publicado por Carlos Gomes às 22:32
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LISBOA RECEBE MARINHA DE GUERRA CHINESA

Comunidade chinesa radicada em Lisboa festeja a sua chegada

Uma frota de navios da Marinha do Exército de Libertação Popular da China aportou anteontem na Doca da Rocha Conde de Óbidos onde foi calorosamente recebida pela comunidade minhota residente em Lisboa.

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A frota é constituída pelo contratorpedeiro “Jinan”, a fragata “Yivan” e o navio de reabastecimento e de apoio “Qiandaohu” e permanecerá na capital até ao próximo dia 21 de outubro.

A frota realiza uma missão de patrulhamento global que incluiu uma missão de vigilância no Golfo de Aden, à entrada do Mar Vermelho, próximo da Somália, considerada uma via marítima essencial para o transporte do petróleo proveniente do Golfo Pérsico e, por conseguinte, uma região importante para a economia mundial, constantemente ameaçada pela ação dos piratas somalis.

A presença em Lisboa da frota naval chinesa destina-se a assinalar o momento das melhores relações diplomáticas e de cooperação entre Portugal e a República Popular da China cujos laços de amizade remontam a meados do século XVI.

O BLOGUE DE LISBOA agradece ao “Diário de Todos”, o primeiro jornal luso-chinês em Portugal, a autorização da utilização das suas fotos.

Fotos: Diário de Todos / https://www.facebook.com/quanribao/timeline

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publicado por Carlos Gomes às 19:38
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“TU, NÓS E O GÉNIO” É O NOVO EP DOS IMAGINA

Os Imagina têm novo EP. “Tu, Nós e o Génio” é título do trabalho que é composto por cinco temas, onde está incluído o mais recente single da banda “Motivação”.

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O EP, que ficou hoje disponível nas principais plataformas digitais, chegará ao mercado em formato CD no próximo mês de novembro.

Não há limites para a imaginação. Não há fronteiras para a criação. Na música, tudo pode acontecer.

Diretamente da imaginação para a realidade nasceram, em Espinho, os IMAGINA. Emergindo da “clandestinidade” em que criavam música pela música, contagiados pelo Hip Hop, Soul, R&B, Funk e Reggae, Jorge Monteiro A.k.a. Short (MC), Silvano Silva A.k.a. Sylvano (MC) e Sara Nicole A.k.a. Ella (voz) tornaram realidade os IMAGINA, em 2011. Uma voz interventiva, sentimental, resistente, social, sonhadora, criativa...

Da heterogeneidade de influências e estilos surgiu o primeiro disco, “Confluências”. E o primeiro concerto foi na cidade natal dos membros da banda, Espinho, a 24 de maio de 2013. Mais recentemente, têm vindo a assumir um estilo mais específico que se encontra numa zona de conforto para os três elementos, combinando o Rap, o Funk e o Soul.

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publicado por Carlos Gomes às 18:00
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O FADO ACONTECE... EM GALA SOLIDÁRIA NO CINEMA S. JORGE!

Na continuidade das comemorações dos 10 anos da AIDGLOBAL, realiza-se, no próximo dia 11 de novembro, pelas 21h30, no Cinema São Jorge, a 8ª edição da gala solidária “O Fado Acontece”.

No cartaz, a presença habitual de grandes vozes do fado que, mais uma vez, abrilhantam o espetáculo: Ana Laíns, Carla Pires, Carolina, Celeste Rodrigues, Duarte, Jorge Fernando, Luísa Rocha e Sandra Correia. Numa participação muito especial, honram-nos com a sua presença mais dois grandes vultos do meio artístico musical: Mestre António Chaínho, que comemora, este ano, 50 anos de carreira, e Paulo de Carvalho, o inesquecível intérprete de “E depois do adeus”.

Com o contributo de todos  artistas, músicos e público presente  a AIDGLOBAL vai poder angariar fundos para apoiar as bibliotecas moçambicanas e viabilizar, em Portugal, mais ações em prol de uma educação de qualidade para crianças e jovens, sensibilizando-os para os valores da Cidadania Global e para os problemas das desigualdades mundiais.

As galas de “O Fado Acontece” constituem, também, um momento de partilha de ideias, de divulgação do trabalho realizado e dos planos futuros da nossa Organização.



publicado por Carlos Gomes às 12:41
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MOITA REALIZA FEIRA DE USADOS

Na Moita: Transforme a bagageira do seu carro numa loja

É no sábado, 24 de outubro, entre as 10:00h e as 18:00h, que volta a realizar-se a feira “Abra a Bagageira”, na Marginal da Moita, junto ao Pavilhão Municipal de Exposições. Traga a sua viatura e venha vender artigos em segunda mão, peças de artesanato, antiguidades e velharias (livros, mobiliário, brinquedos, discos, moedas, selos, postais, acessórios, roupas, porcelanas) ou, se preferir, venha apenas passar um final de tarde ou serão diferente, com compras ao ar livre.

Abra a Bagageira

Além da venda dos mais diversos artigos, esta feira, que decorre sempre ao quarto sábado de cada mês, vai contar com muita animação. Para participar com a sua viatura, inscreva-se na Divisão de Desenvolvimento Económico da Câmara da Moita, através do email: pav.mun.exposicoes@mail.cm-moita.pt ou do T: 210816914. O pagamento de 4,04 € é feito previamente, mediante disponibilidade de lugar. Utilize a bagageira do seu carro e o espaço à sua frente com a dimensão de 2mts x 1mts, para montar a sua exposição. Os lugares deverão ser ocupados entre as 9:00h e as 10:00h.


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publicado por Carlos Gomes às 11:23
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Domingo, 18 de Outubro de 2015
LOURES: GRUPO UNIÃO LEBRENSE APRESENTA COMÉDIA PORTUGUESA



publicado por Carlos Gomes às 20:34
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CASA DO MINHO LEVA A TELHEIRAS TOCADORES DE CONCERTINA

Está a decorrer em Telheiras o Encontro de Tocadores de Concertina organizado pela Casa do Minho

O bairro de Telheiras, em Lisboa, é hoje palco de muita animação à maneira minhota. A sede da Casa do Minho, em Lisboa, revelou-se demasiado pequena para acolher as muitas pessoas que hoje ali acorreram para assistir e participar no Encontro de Tocadores de Concertina organizado por aquela instituição regionalista.

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Um pouco de todo o país e sobretudo da região de lisboa afluíram à Casa do Minho muitos tocadores de concertina que exibiram o seu jeito na arte de bem tocar aquele que é um dos mais apreciados instrumentos da música popular portuguesa, com as mais belas rapsódias do nosso folclore.

Ao toque da concertina, o numeroso público que enchia por completo as instalações daquela associação regionalista, acompanhava ao ritmo das castanholas e cantava as graciosas modas dos tempos de outrora.

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Constituída em 29 de abril de 1923, então sob a designação de Grémio do Minho, a Casa do Minho foi a primeira agremiação regionalista a procurar congregar os minhotos que viviam em Lisboa. A essa altura, a euforia vivida nos começos da Primeira República já tinha cedido o lugar ao desencanto motivado pela violência política e a crise económica e financeira e, três anos mais tarde, à instauração da ditadura militar que veio abrir caminho ao estabelecimento do Estado Novo. Perante uma conjuntura particularmente difícil, os minhotos necessitavam de reforçar os seus laços de solidariedade e promover a sua região, ainda mergulhada num profundo atraso económico e social.

À Casa do Minho sucederam-se, algumas décadas mais tarde, a Casa do Concelho de Arcos de Valdevez e o Grupo Excursionista e Recreativo “Os Amigos do Minho” e, quase a fechar o século passado, as associações regionalistas de Valença, Ponte de Lima, Paredes de Coura e Ponte da Barca.

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 15:47
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