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Segunda-feira, 30 de Novembro de 2015
INATEL REALIZA GALA DE RECONHECIMENTO SOCIAL

Gala de Reconhecimento Social da Fundação INATEL enche Sala Portugal, em Lisboa

A Cerimónia de atribuição de apoios aos selecionados dos projetos da Fundação INATEL decorreu ontem, na Sala Portugal da Sociedade de Geografia de Lisboa.

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A Sala Portugal, da Sociedade de Geografia de Lisboa, recebeu, este domingo, 29 de novembro, pelas 15h00, a gala “Reconhecer – Gala de Reconhecimento Social 2015”, que atribuiu apoios aos selecionados dos projetos sociais da Fundação INATEL, nomeadamente no âmbito do projeto “Mealheiro Solidário” e “Fundo de Inovação Social”.

Fernando Ribeiro Mendes, Presidente da Fundação INATEL, abriu a cerimónia com um discurso de boas vindas ao público presente, relembrando a importância da Fundação no desenvolvimento do bem-estar dos cidadãos e no incentivo de atividades socioculturais e desportivas, tendo em vista princípios como os da solidariedade e da igualdade.

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“É com muito gosto que vejo esta casa, que represento, a assumir um papel muito ativo na promoção de práticas sociais reveladoras desta vontade de fazer mais e melhor, criando mais um estímulo para que estes exercícios, nossos e dos outros, sejam mais vezes reconhecidos, mais visíveis e ajudando a difundir mais a ação que, felizmente, é já desenvolvida por muitos de nós e em todo o país, com base no maior envolvimento e na participação de todos”, sublinhou.

O evento teve início com o reconhecimento público da aldeia histórica da São Miguel do Pinheiro (concelho de Mértola), eleita “Aldeia dos Sonhos” de 2015, no âmbito do projeto com o mesmo nome, uma iniciativa que pretende realizar os sonhos de habitantes de localidades com menos de 100 pessoas.

Um vídeo introdutório sobre o projeto fez menção à aldeia de Ouguela (no concelho de Campo Maior), com cerca de 60 habitantes, que na edição anterior concretizou o sonho de viajar até Lisboa e de conhecer os monumentos mais emblemáticos da cidade.

No mesmo filme, foi apresentada a localidade de São Miguel do Pinheiro pelos representantes da candidatura, que contextualizaram o sonho de visitar a região norte do país, nomeadamente a região do Minho e a cidade do Porto.

A Câmara Municipal de Mértola refere a unanimidade por parte da população de São Miguel do Pinheiro em visitar a zona norte do país pelo facto de ser “a região mais distante geograficamente do seu local de origem e com características paisagísticas bem diferentes do Alentejo”, expondo ainda a importância desta iniciativa dado que “a maioria do grupo nunca gozou férias fora da aldeia”.

Segundo a Fundação INATEL, o projeto tem como objetivo a sensibilização para a importância da salvaguarda do património cultural - material e imaterial - das aldeias históricas portuguesas, assim como a atribuição de maior notoriedade a pequenas localidades, designadamente com visitas turísticas organizadas.

No âmbito do projeto “Conversa Amiga”, uma linha de atendimento telefónico que presta apoio emocional a todos os cidadãos, a nível nacional, subiu a palco a voluntária Andreia Condesso, a quem foi atribuída especial distinção, com base no maior número de horas de atendimento efetuadas ao longo do ano corrente.

O funcionamento desta linha de apoio é assegurado durante todo o ano, entre as 15h e as 22h, por um corpo de voluntários que se disponibilizam para um trabalho especializado de relação de ajuda não profissional.

Posteriormente, foi apresentado o projeto “Fundo de Inovação Social”, que surgiu no âmbito das comemorações dos 80 anos da Fundação INATEL, como forma de apoio excecional a Centros de Cultura e Desporto (CCD) filiados da Fundação INATEL, para a promoção de projetos inovadores no domínio social, que resultem em benefício de pessoas em situação de maior vulnerabilidade e que potenciem, ainda, a melhoria do bem-estar e coesão social.

Assim, foram atribuídos apoios a vinte instituições para a promoção e desenvolvimento dos projetos de inovação social selecionados, sendo elas: Cegada – Grupo de Teatro (Lisboa); Grupo Desportivo e Cultural de Foros do Arrão (Portalegre); Teatro de Carnide – Sociedade Dramática (Lisboa); Casa do Povo de Santo António (Açores); Centro Social, Cultural e Desportivo de Silvares (Braga); Sporting Clube Vinhense (Setúbal); Associação Cultural de Música e Teatro Arte à Parte (Coimbra); Casa do Povo de Relva (Açores); Teatro Metaphora – Associação de Amigos das Artes (Madeira); Associação dos Amigos Unidos pelo Escoural, IPSS (Évora); ACOFA – Associação Cultural Organizadora de Festivais Amadores (Braga); Zero em Comportamento (Lisboa); Centro Social e Polivalente de Ourentã (Coimbra); Liga dos Amigos de Aguada de Cima (Aveiro); Casa do Povo de Válega (Aveiro); Centro Social de São Bento (Açores); Banda Musical Vila Verde da Raia (Vila Real); Grupo de Dança Dream Dancing (Santarém); NACO – Núcleo Juvenil de Animação Cultural de Oliveirinha (Viseu); Rancho Folclórico de São Tiago de Lobão (Aveiro).

Foi depois o momento de apresentar o projeto “Mealheiro Solidário”, que através de campanhas e eventos solidários realizados ao longo do ano, angariou fundos destinados ao apoio de cidadãos individuais em dificuldades.

Este ano, os fundos do projeto foram entregues a Júlio Pereira dos Reis, residente no Marco de Canaveses, para a compra de uma prótese com um novo sistema de encaixe para amputação transtibial, adaptada às suas necessidades.

“Sou eu que ajudo a minha esposa (com 81 anos de idade) que vive numa cadeira de rodas, desde há dois anos, por problemas de coluna, assim como ajudo o meu filho tetraplégico desde 1980, devido a um acidente de viação”, explica Júlio dos Reis.

Dada a carência de apoios sociais e na impossibilidade financeira de contratar serviços domiciliários que o auxiliem, Júlio dos Reis, que se encontra numa situação física limitada e em risco de complicações, confessa: “Cuido de todo o meu agregado familiar (…) e por esta razão tenho de continuar a usar a prótese antiga e desajustada todos os dias, apesar de estar a agravar a minha situação diariamente.”

Segundo o próprio, a nova prótese tem um mecanismo que “alivia toda a zona imediatamente abaixo do joelho, onde tenho uma ferida crónica que não cicatriza e se encontra em estado avançado de degeneração, dificultando em muito o uso da prótese que atualmente possuo”.

Devido à sua condição atual e incapaz de ajudar nas lides domésticas, Júlio dos Reis não sai de casa há cerca de um ano. Apesar disso, sustenta com convicção: “Gosto de pensar que, apesar dos meus 85 anos, tenho ainda muito para dar e viver.”

Por força do número de candidaturas recebidas, a Fundação INATEL desenvolverá novas campanhas para a recolha de fundos do projeto que serão atribuídos a Andreia Cristina Cardoso, Margarida Gonçalves e Pedro Miguel Azevedo, colmatando-se carências a nível da alimentação, medicação, tratamentos e equipamentos que auxiliam na melhoria da qualidade de vida, saúde e bem-estar dos candidatos.

A Sala Portugal aplaudiu ainda o trabalho de Ângelo Valente (animador sociocultural) e Sofia Nunes (gerontóloga), jovens de Aveiro, membros da equipa técnica do Centro Comunitário da Gafanha do Carmo, pelo projeto “Antes de morrer eu quero…”, em que os utentes desta instituição participam num registo fotográfico onde partilham por escrito os sonhos que têm e que pretendem realizar antes de morrer.

No âmbito do reconhecimento do trabalho de entidades coletivas, foi também distinguida a ATLAS, uma ONGD – Organização Não Governamental para o Desenvolvimento, com o projeto “Velhos Amigos”, que presta apoio à população idosa de Coimbra, com a entrega de refeições quentes semanais e com uma rede de consultas solidárias e de atividades de animação sociocultural.

O encerramento da gala decorreu no Teatro Politeama, com “República das Bananas”, um espetáculo musical de Filipe La Féria, que relembra acontecimentos marcantes dos últimos anos em Portugal, numa crítica “mordaz e divertida” à nossa sociedade e às figuras públicas e políticas do país.

À semelhança de anos anteriores, a Fundação INATEL organizou viagens com partidas dos distritos de Aveiro, Braga, Beja, Castelo Branco, Coimbra, Évora, Faro, Guarda, Leiria, Lisboa, Portalegre, Porto, Santarém, Setúbal, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu.

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publicado por Carlos Gomes às 11:20
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Domingo, 29 de Novembro de 2015
BANDAS FILARMÓNICAS DE TODO O PAÍS DESFILAM EM LISBOA E EVOCAM DATA HISTÓRICA DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA NACIONAL

Cerca de milhar e meio de músicos integrando perto de três dezenas de bandas filarmónicas e outros grupos de música tradicional provenientes das mais diversas regiões do país, desfilaram hoje na avenida da Liberdade em direção à Praça dos Restauradores, aplaudidos ao longo de todo o percurso por milhares de pessoas anónimas que dessa forma quiseram manifestar o seu apoio e participar nesta grandiosa jornada patriótica que evoca a data histórica da Restauração da Independência de Portugal em 1640.

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Esta manifestação de cultura constitui simultaneamente uma forma de protesto pela forma prepotente com que foi pelo anterior governo eliminado o feriado do dia 1 de dezembro, porventura a data simbólica mais consensual entre todos os portugueses, aguardando-se que no próximo ano o mesmo seja restabelecido de modo a poder ser comemorado no dia correto.

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Como é habitual, o Dr José Ribeiro e Castro, Presidente do Movimento 1º de Dezembro, deslocou-se ao longo da avenida da Liberdade para cumprimentar os maestros das bandas filarmónicas participantes.

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O desfile teve como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra e desceu até à Praça dos Restauradores para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes sob a direção do Maestro Tenente-Coronel Élio Salsinha Murcho, da Banda da Força Aérea.

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Ao longo do desfile, foram interpretadas diversas marchas, bem como o Hino da Restauração. O alinhamento do momento colectivo conta também, além do Hino da Restauração, com a interpretação dos Hino da Maria da Fonte e Hino Nacional.

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A RTP-Internacional transmitiu em direto esta grande manifestação cultural, cívica e patriótica. A RTP-2 transmitirá, em diferido, no próprio dia 1 de Dezembro, em horário a anunciar.

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Para além da importante ação formativa e cívica das bandas filarmónicas ao ponto de serem considerados os verdadeiros conservatórios de música, refira-se ainda que estas possuem uma ligação histórica aos movimentos patrióticos e republicanos que instituíram o feriado do dia 1 de dezembro.

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A organização desta iniciativa é da iniciativa do Movimento 1º de Dezembro e conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, da EGEAC e da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

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publicado por Carlos Gomes às 21:18
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CASA DE GOA REALIZA FESTA DE NATAL DAS CRIANÇAS


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publicado por Carlos Gomes às 09:33
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Sábado, 28 de Novembro de 2015
BANDAS FILARMÓNICAS DESFILAM AMANHÃ EM LISBOA

O Movimento 1º de Dezembro lançou a ideia deste desfile e mobilizou por todo o país diferentes bandas e municípios para o efeito, sendo possível realizá-lo graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro.

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Foi um êxito em 2012, em 2013 e em 2014. Será êxito maior em 2015.

14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)

15h00 - Início do Desfile

16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.500 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

17h00 - Fecho e desmobilização das bandas

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Nesta 4ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:

GRUPO DE PERCUSSÃO

Tocá Rufar

CANTE ALENTEJANO:

Grupo Coral do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Mineira

BANDA NACIONAL:

Banda da Força Aérea

BANDAS FILARMÓNICAS:

Sociedade Artística Banda Vale de Cambra

Banda Filarmónica de Odemira

Sociedade Filarmónica de Vilarchão

Banda Filarmónica Retaxense

Banda Filarmónica do Paúl

Banda de Música da Liga dos Amigos de Castelo Novo

Filarmónica Idanhense e Adufeiras de Idanha-a-Nova

Banda Filarmónica da União de Aldeia de João Pires (Sociedade Recreativa e Musical)

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Fratelense

Sociedade Filarmónica Sangianense

SUA - Sociedade União Alcaçovense

Sociedade Filarmónica Portimonense

Banda Academia de Santa Cecília (de S. Romão)

Sociedade Filarmónica Maceirense

Banda Recreativa Portomosense

Sociedade Filarmónica Comércio e Indústria da Amadora

Banda Musical e Artística da Charneca (Lisboa)

Banda Municipal Alterense

Sociedade Filarmónica União Maçaense

Sociedade Filarmónica Ouriense

Sociedade Filarmónica Incrível Almadense

Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro (Montijo)

Sociedade Filarmónica Palmelense os Loureiros

Grupo de Cultura Musical de Ponte de Lima

Banda Filarmónica da Associação Musical de Vila Nova de Anha

Banda Musical da Torre de Ervededo

Será um total de 30 entidades, integrando 1 grupo de percussão, 1 coral de Cante Alentejano, 1 banda nacional militar e 27 bandas filarmónicas civis.

Serão cerca de 1500 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país que irão descer a Avenida da Liberdade, para celebrar Portugal, a Independência e a Restauração através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.

Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes sob a direcção do Maestro Tenente-Coronel Élio Salsinha Murcho, da Banda da Força Aérea.

Ao longo do desfile serão interpretadas várias marchas, bem como o Hino da Restauração. O alinhamento do momento colectivo conta também, além do Hino da Restauração, com a interpretação dos Hino da Maria da Fonte e Hino Nacional.

A RTP-Internacional transmitirá em directo esta grande manifestação cultural, cívica e patriótica. A RTP-2 transmitirá, em diferido, no próprio dia 1 de Dezembro, em horário a anunciar.



publicado por Carlos Gomes às 13:43
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Sexta-feira, 27 de Novembro de 2015
PARLAMENTO RECOMENDA AO GOVERNO ENSINO DA CONSTITUIÇÃO NAS ESCOLAS

Ensino da Constituição da República Portuguesa nas escolas por iniciativa dos Verdes

Os Verdes congratulam-se com a aprovação ocorrida hoje no Parlamento do seu Projeto de Resolução que recomenda ao Governo a divulgação da República Portuguesa na escolaridade obrigatória, uma iniciativa que contou com os votos favoráveis da nova maioria Parlamentar e com os votos contra do PSD e do CDS.

Esta é uma medida que levará a que todos os alunos tenham conhecimento dos conteúdos gerais da Constituição da República Portuguesa, uma medida que o PEV considera fundamental para o exercício de direitos e deveres e conhecimento dos órgãos e poderes públicos.

Foi hoje dado um passo determinante para levar os cidadãos portugueses a ganhar consciência dos seus direitos e deveres, assim como os do Estado, levando-os a consolidar o respeito pela preservação e vivência democrática e a sua participação ativa na consolidação desses valores.



publicado por Carlos Gomes às 15:51
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PARLAMENTO APROVA PLANO FERROVIÁRIO NACIONAL

Por iniciativa dos Verdes Portugal vai ter Plano Ferroviário Nacional, decisão votada por maioria na Assembleia da República

Por iniciativa dos Verdes, Portugal terá, muito em breve, um Plano Ferroviário Nacional, documento estruturante para voltar a erguer uma rede ferroviária que sirva a mobilidade dos passageiros e das mercadorias e que sirva o país, não só numa prestativa interna como também na sua ligação ao país vizinho e ao resto da Europa.

Este Plano Ferroviário Nacional foi hoje aprovado na Assembleia da República pela nova maioria parlamentar e é já um dos primeiros frutos dos acordos que o PEV firmou com o Partido Socialista.

“Comboios a rolar, Portugal a avançar” continua a ser um dos lemas dos Verdes. O PEV considera que este Plano Ferroviário vai dar um contributo fundamental na resposta aos desafios ambientais, nomeadamente às alterações climáticas que vão ser discutidas em breve em Paris no quadro da COP21.

Este Projeto de Lei é um importante contributo para a redução das emissões em Portugal, para a redução do consumo energético, nomeadamente dos combustíveis fosseis, e para o reordenamento do território que leve a uma melhor ocupação do país. Para além disso, é fundamental para a mobilidade das populações e mercadorias.

Este Projeto já tinha sido apresentado pelo Partido Ecologista “Os Verdes” na anterior legislatura e foi chumbado por PSD/CDS que, hoje, votaram novamente contra a proposta do PEV, o que não surpreende os Verdes porque estes partidos estiveram sempre empenhados em desmembrar a Rede Ferroviária Nacional.

Os Verdes relembram ainda que já entregaram, em sede parlamentar, outra iniciativa sobre a ferrovia, um Projeto de Resolução que recomenda ao Governo que “Proceda à reposição do serviço público de transporte de passageiros, na Linha do Leste, em todo o seu percurso”.



publicado por Carlos Gomes às 15:37
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CASA DE GOA REALIZA "CHÁ DAS CINCO"



publicado por Carlos Gomes às 09:03
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Quinta-feira, 26 de Novembro de 2015
MOITA PROMOVE VENDA DE NATAL

Venda de Natal da CERCIMB no Posto de Turismo da Moita

Tem início, a 1 de dezembro, a Venda de Natal da CERCIMB – Centro de Educação e Reabilitação de Crianças Inadaptadas Moita/Barreiro, no Posto de Turismo Municipal, na Moita.

Venda de Natal da CERCIMB

Aproveite esta ocasião para fazer compras de Natal originais e solidárias. Doces, compotas, licores, presépios e bijuteria, entre outras peças executadas pelos utentes da instituição, são algumas das sugestões disponíveis.

A Venda de Natal da CERCIMB pode ser visitada até 8 de janeiro, de segunda a sexta-feira, das 9:30h às 12:30h e das 14:00h às 18:00h, no Posto de Turismo Municipal da Moita. A receita resultante desta venda reverterá a favor da CERCIMB.



publicado por Carlos Gomes às 19:43
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MARÉ CHEIA É NATAL NA MOITA

Maré Cheia: o que não pode perder neste Natal no concelho da Moita

A agenda Maré Cheia de dezembro, da Câmara Municipal da Moita, já está disponível, em papel, nos locais habituais e em formato digital em www.cm-moita.pt. Saiba que atividades não pode perder neste Natal, com a sua família e amigos. Cinema, concertos de Natal e compras solidárias são algumas das propostas apresentadas na rúbrica “À Lupa”, desta agenda de eventos.

Nas páginas na Maré Cheia, pode ainda encontrar toda a programação prevista para o mês de dezembro, no concelho, no que diz respeito a música, teatro, atividades para crianças, cinema, feiras e festas, exposições e outros eventos. Há ainda espaço para as habituais sugestões de leitura, música, cinema e internet, nas Cumplicidades, e, no “Aqui Tão Perto”, dá-se a conhecer o Projeto “Jogar e Aprender”, uma iniciativa de referência da Câmara Municipal, no âmbito da promoção e iniciação ao desporto para o 1º ciclo do Ensino Básico.

Para que possa ter um Natal ainda mais doce, a Maré Cheia traz uma receita que dará um colorido especial à sua mesa festiva e que surpreenderá familiares e amigos, na rúbrica “Sabores & Saberes”.

Se pretende receber a Maré Cheia em sua casa, todos os meses, contacte o Gabinete de Informação e Relações Públicas da Câmara Municipal da Moita, através do e-mail: informacao-rpublicas@mail.cm-moita.pt ou do telefone 212806715.



publicado por Carlos Gomes às 19:39
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ROTARY CLUB DE ALGÉS ORGANIZA CONCERTO SOLIDÁRIO

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publicado por Carlos Gomes às 12:54
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CAIS DO SODRÉ INSPIRA ÁLBUM DOS AR DE KOTA BLUES BAND

Os Ar De Kota Blues Band apresentam, no seu novo álbum “Cais do Sodré”, um Blues cantado em português, que funde o acústico grave com pequenos solos agudos da guitarra elétrica. As notas cantadas numa frequência baixa e arranhada, altamente expressivas, transportam quem as ouve para o tempo em que o Blues era imperante nas noites das grandes capitais.

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A banda nasceu em 2013 por iniciativa do cantor Sérgio Romano e o nome (“Ar de Kota”) surgiu em tom de brincadeira, já que os elementos mantêm um espírito jovial. Criado com o objetivo de gravar e acompanhar Sérgio Romano em espetáculos de apresentação do álbum “Fora da Lei”, o projeto apresenta agora um novo trabalho.

“Cais do Sodré”, editado a 5 de junho de 2015, tem o selo da Music In My Soul e é um trabalho que promete consolidar aquela que é já uma longa carreira destes músicos. “Cais do Sodré”, o nome do single de apresentação, ostenta-se de forma sedutora com uma estrutura agradavelmente repetitiva, típica do Blues old school, homenageando o melhor desta icónica zona de Lisboa. Todo este trabalho não seria possível sem a colaboração do produtor Fernando Abrantes, cujo trabalho e profissionalismo é amplamente reconhecido no seio da indústria musical nacional. Neste álbum, Fernando foi o responsável pela coordenação técnica, produção e gravação.

Além da música, os Ar De Kota Blues Band assumem também a missão de marcar a diferença ao nível da responsabilidade social. O projeto que tem como principal objetivo auxiliar os idosos mais carenciados, agregando-se a associações sem fins lucrativos cuja missão seja aumentar a qualidade de vida da população portuguesa sénior.


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publicado por Carlos Gomes às 11:13
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Quarta-feira, 25 de Novembro de 2015
BANDA DA ARMADA REALIZA CONCERTO DA RESTAURAÇÃO



publicado por Carlos Gomes às 21:01
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PARTIDO "OS VERDES" APRESENTA PROJETOS DE LEI QUE VÃO SER DEBATIDOS NO PARLAMENTO

27 de Novembro. Iniciativas do PEV sobre ensino da Constituição na escolaridade obrigatória e transportes em discussão na Assembleia da República

Discutem-se no Parlamento, na próxima sexta-feira, dia 27 de Novembro, 3 iniciativas legislativas de “Os Verdes”:

  • Projeto de Resolução nº9/XIII/1ª – Recomenda a divulgação e o estudo da Constituição da República Portuguesa na escolaridade obrigatória- O conhecimento do conteúdo geral da Constituição da República Portuguesa é, na perspetiva do PEV, um passo determinante para levar os cidadãos portugueses a ganhar consciência dos seus direitos e do seu Estado, levando-os a consolidar o respeito e o desejo de preservação e de vivência das bases da democracia.
  • Projeto de Resolução nº16/XIII/1ª -Pela gestão pública das empresas STCP e Metro do Porto – São empresas estruturantes na organização e dinâmica de toda a Área Metropolitana do Porto e “Os Verdes” defendem a sua manutenção na esfera pública, recomendando, por isso, que se desenvolvam as medidas necessárias para a anulação dos processos de subconcessão.
  • Projeto de Resolução nº17/XIII/1ª -Sobre o cancelamento e a reversão do processo de fusão, reestruturação e subconcessão dos sistemas de transporte da Carris e do Metropolitano de Lisboa– O PEV defende a anulação do processo de subconcessão do serviço público de transporte coletivo das duas empresas e a promoção das diligências necessárias para restabelecer as condições legais existentes antes do processo de concessão.


publicado por Carlos Gomes às 20:39
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Terça-feira, 24 de Novembro de 2015
BANDA DE MÚSICA DA FORÇA AÉREA DESFILA EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA 1º DE DEZEMBRO

A Banda de Música da Força Aérea é a banda militar que este ano participa no desfile de bandas que vai decorrer no próximo dia 29 de novembro, na avenida da Liberdade.

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Trata-se de uma grandiosa jornada patriótica evocativa da data da Restauração da Independência Nacional em 1640, cujas comemorações devem manter-se vivas sob a forma de celebrações populares.

A organização é da iniciativa do Movimento 1º de Dezembro e conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, da EGEAC e da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

Em relação à Banda de Música da Força Aérea, transcreve-se o respetivo historial:

“A Banda de Música da Força Aérea foi criada em 31 de Dezembro de 1957 na dependência da então Secretaria de Estado da Aeronáutica. Atualmente depende directamente do Chefe do estado-Maior da Força Aérea e toda a sua atividade é coordenada pelo seu Gabinete.

Considerada como um órgão titular de Coronel Aeronáutico, distintivo privativo da Força Aérea que, com ele caracteriza todas as suas Unidades, o seu Brasão de Armas ostenta como divisa: “SERVINDO COM ENGENHO E ARTE“

Ao longo da sua existência, vários concertos comprovam o nível eminentemente solístico, artístico e técnico dos instrumentistas e a dignidade da direção dos seus maestros.

Foi seu primeiro chefe o Capitão Joaquim Cordeiro, sucedendo-lhe no cargo o Major Silvério de Campos, o Major Aurélio Pinho, o Major Mário Marques, o Capitão Agostinho Caineta e o Tenente-Coronel João Silva. Foi ainda, Chefe da Banda, até abril de 2012, o Capitão José Serra.

Atualmente o maestro principal e também responsável pelas Fanfarras da Força Aérea é o Tenente-Coronel Élio Murcho, tendo como assistentes o Capitão António Rosado e o Tenente Rui Silva.

Constituída na sua maioria por executantes de primeiro plano, a Banda, para além de participar nas cerimónias militares oficiais quer no âmbito da Força Aérea, quer no âmbito do protocolo de Estado, tem contribuído, como elemento de divulgação cultural, para o enriquecimento do meio musical português, realizando concertos do mais alto nível por todo o País e ainda representando internacionalmente Portugal nos seguintes países:

- Alemanha em 1969, 1972, 1973 e 2006, em representação das Forças Armadas, onde atuou com assinalável êxito no Festival de Música da NATO em Monchengladbach e Kaiserslautern;

- Bélgica em 1977 e 2010, em representação nacional participou, respetivamente no 17º e 50º Festivais Internacionais de Bandas Militares na Cidade de Mons, Luxemburgo em 1977, realizou um concerto integrado no Dia de Portugal e das Comunidades Portuguesas, na cidade do Luxemburgo;

- Holanda em 1983, representou Portugal no Nacional Taptoe de Breda;

- Inglaterra em 1989, participou nas comemorações do 40º Aniversário da NATO, enviando a Londres uma representação da Banda da Força Aérea para, em conjunto com membros de todos os países aliados, celebrarem os 40 anos da Paz na Europa;

- Espanha em 2004, como convidada de honra, participou no XI Certame de Bandas de Música de Boqueixón (Santiago de Compustela);

- França, em 2005 e 2007, em representação nacional participou nos Tattoos Militares Internacionais de Nice e Albertville respetivamente e, em 2005 e 2008, nas Peregrinações Militares a Lourdes.

Pela forma exemplar como tem cumprido a missão que lhe está atribuída e, pelo contributo para elevar o prestígio da Força Aérea, das Forças Armadas e de Portugal, foi a Banda condecorada em 1997, pelas mãos de Sua Excelência o Presidente da República, com a Medalha de Ouro de Serviços Distintos.”

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publicado por Carlos Gomes às 22:40
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INATEL REALIZA EM LISBOA GALA DE RECONHECIMENTO SOCIAL

Reconhecer – Gala de Reconhecimento Social da Fundação INATEL: Cerimónia de atribuição de apoios aos selecionados dos projetos sociais da entidade.

No próximo dia 29 de novembro, a partir das 15 horas, decorrerá na Sala Portugal, da Sociedade de Geografia de Lisboa, a cerimónia “Reconhecer – Gala de Reconhecimento Social 2015”, um evento que pretende reconhecer publicamente o mérito de cidadãos e entidades que se destacaram no domínio social, assim como atribuir apoios aos selecionados dos projetos sociais da entidade, como sendo: “Mealheiro Solidário” e “Fundo de Inovação Social”.

Através de campanhas e eventos solidários realizados ao longo do ano, o projeto “Mealheiro Solidário”, angariou fundos destinados a: cidadãos individuais em dificuldades.

Neste sentido, serão entregues fundos a Júlio Pereira dos Reis, de 85 anos, para a compra de uma prótese adaptada às suas necessidades.

Será reconhecido o trabalho individual de Ângelo Valente (animador sociocultural) e Sofia Nunes (gerontóloga), jovens de Aveiro, membros da equipa técnica do Centro Comunitário da Gafanha do Carmo, pelo projeto “Antes de morrer eu quero…”, desenvolvido nesta instituição. Inspirados na iniciativa internacional “Before I Die“, os utentes do Centro Comunitário da Gafanha do Carmo participaram num registo fotográfico onde partilham por escrito os sonhos que têm e que pretendem realizar antes de morrer.

No âmbito do reconhecimento do trabalho de entidades coletivas, será destacada a ATLAS, uma ONGD – Organização Não Governamental para o Desenvolvimento, com o projeto “Velhos Amigos”, que presta apoio à população idosa de Coimbra, com a entrega de refeições quentes semanais, assim como com a organização de uma rede de consultas solidárias e de atividades de animação sociocultural.

Por força do número de candidaturas recebidas, serão ainda desenvolvidas novas campanhas para a recolha de fundos que serão atribuídos a Andreia Cristina Cardoso, Margarida Gonçalves e Pedro Miguel Azevedo, colmatando-se carências a nível da alimentação, medicação, tratamentos e equipamentos que auxiliam na melhoria da qualidade de vida, saúde e bem-estar dos candidatos.

Através do programa “Fundo de Inovação Social”, serão atribuídos apoios a vinte Centros de Cultura e Desporto filiados da Fundação INATEL, para a promoção e desenvolvimento das suas atividades junto das comunidades locais, sendo eles: Cegada – Grupo de Teatro (Lisboa); Grupo Desportivo e Cultural de Foros do Arrão (Portalegre); Teatro de Carnide – Sociedade Dramática (Lisboa); Casa do Povo de Santo António (Açores); Centro Social, Cultural e Desportivo de Silvares (Braga); Sporting Clube Vinhense (Setúbal); Associação Cultural de Música e Teatro Arte à Parte (Coimbra); Casa do Povo de Relva (Açores); Teatro Metaphora – Associação de Amigos das Artes (Madeira); Associação dos Amigos Unidos pelo Escoural, IPSS (Évora); ACOFA – Associação Cultural Organizadora de Festivais Amadores (Braga); Zero em Comportamento (Lisboa); Centro Social e Polivalente de Ourentã (Coimbra); Liga dos Amigos de Aguada de Cima (Aveiro); Casa do Povo de Válega (Aveiro); Centro Social de São Bento (Açores); Banda Musical Vila Verde da Raia (Vila Real); Grupo de Dança Dream Dancing (Santarém); NACO – Núcleo Juvenil de Animação Cultural de Oliveirinha (Viseu); Rancho Folclórico de São Tiago de Lobão (Aveiro).

Este projeto surge no âmbito das comemorações dos 80 anos da Fundação INATEL, como forma de apoio excecional destinado à promoção de projetos inovadores no domínio social que: resultem em benefício de pessoas em situação de maior vulnerabilidade social; potenciem o envolvimento da sociedade civil no encontro de instrumentos para a melhoria do bem-estar social; contribuam para o incremento do espírito de solidariedade e responsabilidade social.

O projeto “Conversa Amiga”, uma linha de atendimento telefónico que presta apoio emocional a todos os cidadãos, a nível nacional, presta reconhecimento público à voluntária Andreia Condesso, com base no maior número de horas prestado ao longo do ano corrente.

O atendimento deste serviço é assegurado durante todo o ano, entre as 15h e as 22h, por um corpo de voluntários que se disponibilizam para um trabalho especializado de relação de ajuda não profissional.

Por fim, será ainda entregue um prémio de notoriedade à aldeia de São Miguel do Pinheiro (Concelho de Mértola) considerada “Aldeia dos Sonhos 2015”, pela Fundação INATEL, num projeto que pretende realizar os sonhos de habitantes de localidades com menos de 100 pessoas.

Este ano, os 87 habitantes de São Miguel do Pinheiro irão visitar a região norte do país, nomeadamente a região do Minho e a cidade do Porto.

O encerramento da iniciativa acontecerá no Teatro Politeama, com o mais recente espetáculo musical de Filipe La Féria, “A República das Bananas”, que relembra os acontecimentos marcantes dos últimos anos em Portugal, numa crítica “mordaz e divertida” à nossa sociedade e às figuras públicas e políticas do país.

À semelhança de anos anteriores, a INATEL organizará viagens com partidas das capitais de distrito e ainda de outras localidades com dez ou mais pessoas inscritas.


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publicado por Carlos Gomes às 20:47
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PARTIDO "OS VERDES" APRESENTA NO PARLAMENTO PROJETO-LEI SOBRE PROCRIAÇÃO MEDICAMENTE ASSISTIDA

Iniciativa do PEV sobre Procriação Medicamente Assistida discutida no Parlamento na próxima quinta-feira, 26 de Novembro

Discute-se na Assembleia da República, na próxima quinta-feira, dia 26 de Novembro, a iniciativa legislativa dos Verdes – Projeto de Lei 51/XIII/1ª que alarga as condições de admissibilidade e o universo dos beneficiários das técnicas de Procriação Medicamente Assistida.

É um Projeto de Lei que visa eliminar regras restritivas e discriminatórias que constituem obstáculos à realização do sonho de muitas famílias no que respeita a projetos de parentalidade e que são, ainda, incompatíveis com a Constituição da República Portuguesa.

Assim, de modo a aperfeiçoar o regime atualmente em vigor relativo às técnicas de PMA, o PEV procura, através do presente Projeto de Lei, conferir-lhe um sentido de justiça e de igualdade, propondo:

  1. Que as técnicas de PMA sejam tidas como um método complementar de procriação.
  2. Que os beneficiários não se restrinjam apenas a casais, e que, dentro destes, não exista discriminação em razão da orientação sexual dos membros do casal.


publicado por Carlos Gomes às 12:23
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Segunda-feira, 23 de Novembro de 2015
PARTIDO “OS VERDES” CONSIDERA ABUSIVAS EXIGÊNCIAS DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Reação do Partido Ecologista “Os Verdes” ao documento tornado público pelo Presidente da República

O Partido Ecologista “Os Verdes” considera abusivas e totalmente inaceitáveis as exigências apresentadas hoje pelo Presidente da República “com vista a uma futura solução governativa”.

Estas exigências são uma clara violação da Constituição da República Portuguesa que, como única condição para formação de um Governo, impõe o respeito pela vontade da maioria parlamentar, como são ainda um claro confronto com a vontade de mudança expressa pelos portugueses nas urnas. Demonstram ainda, claramente, a postura parcial manifestada por Cavaco Silva desde a primeira hora, que, agora, impõe exigências e condições que não impôs nem exigiu a Passos Coelho quando o encarregou de encontrar uma solução governativa.

“Os Verdes” reiteram, mais uma vez, o que já afirmaram ao Presidente da República nas audiências ocorridas com os partidos:

  1. Existem todas as condições para uma solução governativa sustentável e duradoura com vista a legislatura, com base na formação de um Governo do Partido Socialista, sustentada numa maioria de Deputados na Assembleia da República e nas posições conjuntas assumidas;
  2. Esta é a única solução com perfeito enquadramento constitucional e apoio institucional;
  3. Qualquer outra solução, como a que o Presidente da República já tentou forçar, não tem legitimidade nem estabilidade porque carece de apoio parlamentar maioritário e nega a vontade expressa pelos portugueses nas urnas;
    A atitude do Presidente da República desde o dia das eleições, ao forçar soluções governativas que não têm apoio parlamentar maioritário é, como afirmamos desde a primeira hora, a de fazer perder tempo ao país e a de arrastar e agravar os problemas com os quais o país e os portugueses se confrontam.

Como tal, “Os Verdes” consideram que o Presidente da República acentuou hoje, ainda mais, a rota de colisão clara que assume desde a primeira hora com a Constituição da República e com os seus deveres institucionais e que a “crise política” referida no documento que entregou ao Secretário-geral do PS, é ele próprio que a está a gerar e por ela terá de responder perante os portugueses.

O Partido Ecologista “Os Verdes”



publicado por Carlos Gomes às 22:28
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MUSEU BORDALO PINHEIRO EVOCA CENTENÁRIO DA MORTE DE RAMALHO ORTIGÃO

No ano em que se comemora o centenário da morte de Ramalho Ortigão, vamos celebrar a amizade entre Ramalho e Bordalo. E para isso nada melhor que o dia de aniversário de Ramalho Ortigão: dia 24 de Novembro.

De facto os dois colaboraram em diversos projectos, e muitos dos desenhos de Bordalo eram acompanhados de textos de Ramalho. São exemplos desta colaboração o jornal António Maria e Álbum da Glórias, onde Ramalho assinava muitas vezes como “João Ribaixo”.

No Álbum das Glórias Bordalo quis mesmo homenagear Ramalho Ortigão representando-o numa das páginas, consagrando-o assim como uma das principais figuras da cultura portuguesa do final do século XIX. Nesse mesmoÁlbum das Glórias Ramalho escreveu o texto da figura de Zé Povinho,

Ramalho Ortigão acompanhou também o trabalho de Bordalo na Fábrica de Faiança da Caldas da Rainha, colaborando para o seu sucesso.

Para ficarmos a conhecer mais desta amizade, convidámos Maria João Ortigão, professora na Faculdade de Belas Artes / UL e familiar de Ramalho Ortigão e  Alice Nogueira Alves, também professora na Faculdade de Belas Artes / UL e autora do livro Ramalho Ortigão e o Culto dos Monumentos Nacionais no Século XIX para uma conversa no Museu, no dia 24 de Novembro (data de aniversário de Ramalho Ortigão) a partir das 19 horas.

Nesta ocasião será também apresentada a peça Santo António que Bordalo Pinheiro fez em 1901 para Berta Ramalho Ortigão, filha do escritor e que o Museu Bordalo Pinheiro / CML adquiriu recentemente.



publicado por Carlos Gomes às 22:15
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MOITA ORGANIZA OFICINA DE VIOLA CAMPANIÇA

Na Baixa da Banheira: “Moços D’Uma Cana” ao vivo no Fórum Cultural

No dia 28 de novembro, pelas 16:00h, sobem ao palco do auditório do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo - Baixa da Banheira, os “Moços D’Uma Cana”.

Moços d'Uma Cana

“Moços D´Uma Cana” surgem de um projeto do Agrupamento de Escolas de Castro Verde, em parceria com o Município e a Junta de Freguesia, bem como da Cortiçol - Cooperativa de Informação e Cultura. Este projeto engloba a construção e o ensino do toque da viola campaniça em âmbito escolar. Uma vez terminado o percurso escolar, os alunos envolvidos decidiram formar-se como associação/grupo em prol da defesa da construção e do toque da viola campaniça, bem como do cante alentejano, realizando workshops de construção e espetáculos em torno da tradição.

A entrada é gratuita mediante reserva antecipada e levantamento de bilhetes a partir 13 de novembro.

Oficina de Viola Campaniça - Fases de construção e iniciação ao toque

Antes do espetáculo dos “Moços D´Uma Cana”, pelas 14:30h, o público é convidado a uma demonstração teórica/prática, revelando os sucessivos passos da construção de uma viola campaniça, onde é demonstrado todo o processo de construção: madeiras e ferramentas utilizadas, as várias partes da viola (ex. braço, ilhargas, cerquilhos, cavaletes, escalas, entre outros). No final da oficina, os participantes interessados aprendem os primeiros passos do toque da viola.

A participação na oficina é limitada à lotação máxima de 30 pessoas. As inscrições, gratuitas, podem ser feitas presencialmente ou pelo telefone 210 888 900, no horário da bilheteira.

Horário da Bilheteira:

De 3ª a sábado – 14:30h às 19:30h

Dias de espetáculo e cinema – uma hora antes do início do espetáculo ou sessão.

Os bilhetes podem ainda ser reservados, através do telefone 210 888 900, no horário de funcionamento da bilheteira. As reservas têm de ser levantadas, no máximo, até 1h antes do início do espetáculo, com um limite de cinco bilhetes por reserva.



publicado por Carlos Gomes às 22:11
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MOITA PROMOVE FEIRA DE ARTIGOS USADOS

28 de novembro, na Marginal da Moita: Quarto sábado do mês é dia de “Abra a Bagageira”

É já no dia 28 de novembro, quarto sábado do mês, entre as 10:00h e as 18:00h, que se vai realizar mais uma Feira “Abra a Bagageira”, na Marginal da Moita, junto ao Pavilhão Municipal de Exposições.

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Nesta feira, vai encontrar artigos em segunda mão, peças de artesanato, antiguidades e velharias, entre outros artigos. Além da venda de artigos, na Feira “Abra a Bagageira” haverá também animação que pode ser música, atividades desportivas, workshops e outras iniciativas.

Para participar com a sua viatura, inscreva-se na Divisão de Desenvolvimento Económico da Câmara Municipal da Moita, através do email: pav-mun.exposicoes@mail.cm-moita.pt ou do T: 210816914.


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publicado por Carlos Gomes às 22:07
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Domingo, 22 de Novembro de 2015
MINHOTOS DAS TERRAS DA NÓBREGA FESTEJAM NO CONCELHO DE OEIRAS SÃO MARTINHO A DANÇAR

Terminou há instantes mais uma jornada de convívio entre as gentes minhotas que vivem na região de Lisboa. O Salão de Festas dos Bombeiros Voluntários de Linda-a-Pastora, no concelho de Oeiras, foi pequeno para receber o grande número de pessoas que ali afluiu para assistir e participar em mais um excelente evento organizado pelo Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega.

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Sob a designação genérica “Castanhas e Minho”, o grupo organizador procurou fazer “uma ponte entre um tradicional Magusto de São Martinho e uma Tarde de Folclore com grupos de representação etno-folclórica”. Não se tratou, pois, de “um Festival de Folclore, no sentido mais formal do termo, nem de um Magusto de São Martinho, no sentido mais restritivo do termo” como a própria organização sublinhou ao divulgar a iniciativa.

Para além do grupo organizador – o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega – participaram ainda o Grupo Folclórico de São Martinho de Crasto, de Ponte da Barca, e o Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Ponte de Lima, sediado em Lisboa.

A festa incluiu ainda venda de artesanato tradicional e, como não podia deixar de acontecer, a prova da água-pé a acompanhar as castanhas e outros petiscos a lembrar a tradição de S. Martinho e os costumes das gentes do Minho, terra onde por vezes até os castanheiros dão uvas.

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publicado por Carlos Gomes às 18:39
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Sábado, 21 de Novembro de 2015
PANDORA ABRIU A CAIXA… E AGORA?

“Sem Deus tudo seria permitido” – Fiódor Dostoiévski

Reza a mitologia grega que quando Pandora, a primeira mulher criada por Zeus, abriu a famosa caixa que lhe tinha sido oferecida, deixou dela escapar todos os males do mundo menos a esperança que representa uma ideia indefinida em relação ao futuro. Com efeito, Pandora abriu a caixa… e agora?

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As ideologias modernas, a confrontação política e os interesses económicos têm produzido profundas transformações culturais que por vezes vão ao ponto de bulirem com pilares fundamentais de uma civilização, colocando em causa valores que estão muito acima dos direitos individuais.

O reconhecimento da união entre duas pessoas do mesmo sexo como se de um matrimónio se tratasse e, consequentemente, o direito de adoção homoparental, subverte os nossos valores civilizacionais. E, nesta apreciação, nada tem a ver com eventuais preconceitos ou ideias de discriminação ou homofobia.

Uma vez que o casamento é reconhecido independentemente do género, também nada justifica que o mesmo não seja de igual forma admitido indiferente ao número, devendo por consequência ser legalmente reconhecida a poligamia, poliandria e outras formas de união sob pena de discriminação de minorias culturais, étnicas e religiosas. O mesmo princípio se aplica à adoção de crianças uma vez que, prosseguindo na mesma linha de raciocínio, podendo ser adotada por duas pessoas do mesmo género, nada deve impedir que a mesma não possa ser adotada simultaneamente por mais pessoas ou mesmo uma coletividade…

Se todas estas questões poderão ser encaradas com naturalidade no contexto de outras culturas distintas da civilização judaico-cristã em que nos inserimos, entre nós apenas são justificáveis à luz do individualismo burguês que procura remover todos os obstáculos ao estabelecimento de uma sociedade liberal que possui o mercado livre como o primado do seu funcionamento. Não admira, pois, que no terreno da disputa política, entrem frequentemente em convergência neste domínio os partidos da pequena-burguesia identificados à esquerda do espectro partidário com os partidos da direita neoliberal.

Mas, Pandora abriu a caixa… e, qual civilização decadente, o Ocidente não tem mais superioridade moral para condenar práticas abomináveis como o casamento forçado de crianças promovido pelo Hamas em território palestiniano e muitos outros exemplos que apenas o pudor nos inibe de aqui mencionar.

A indiferença perante os valores religiosos e espirituais, aliada à decadência moral levará mais tarde ou mais cedo ao desaparecimento da nossa civilização – e do próprio Cristianismo na Europa! – arrastando os povos que dela fazem parte para uma escravatura cultural e social, sob dominação de outros povos com diferentes modos de vida. Seremos de novo, porventura, uma espécie de moçárabes. Resta-nos a esperança que ficou na caixa de Pandora!

Carlos Gomes

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publicado por Carlos Gomes às 17:36
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AMANHÃ HÁ MAGUSTO EM LINDA-A-PASTORA À MODA DO MINHO



publicado por Carlos Gomes às 09:33
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Sexta-feira, 20 de Novembro de 2015
“COSTAS DE FERRO”, O NOVO ÁLBUM DOS MUNDO ESCURO

Após terem apresentado dois singles, “Rap & Reggae” e “Eu Juro”, os Mundo Escuro preparam-se para editar o álbum “Costas de Ferro”. Com o selo da Music in My Soul, o grupo da Margem Sul vai lançar o álbum digital, no dia 20 de Novembro, e a versão física, no dia 4 de Dezembro.

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A história dos Mundo Escuro começou nas ruas da Margem Sul. Em 1995, o Bairro Sul Ponte no Pinhal Novo viu nascer o grupo S.O.R. (Son’s of Rap), composto por Da Kriminial, Darkness, Fantasma e Psycol Mantis. Influenciados pela cena Hip Hop e por tudo que os rodeava, tentavam expressar-se através da música com os poucos meios que tinham.

Nesse mesmo ano, conheceram o Dj SAS, que veio a ser um elemento fulcral para o desenvolvimento e a aprendizagem do grupo, uma vez que vinha da escola francesa, onde a cultura Hip Hop estava a anos-luz da que se vivia em Portugal. Foi o Dj SAS que os baptizou de Mundo Escuro, devido à falta de iluminação que havia, nome usado desde então.

Várias foram as pessoas que passaram por esta formação ao longo dos anos, mas atualmente são três os elementos do grupo – Darkness, Fantasma e Anirac –, que se fazem acompanhar por uma banda.

Os Mundo Escuro afirmam que o Rap é da rua, mas que não é só para a rua – o Rap é para quem se identificar com ele. Projetando-se da Margem Sul para o mundo com uma identidade própria, regem-se pelos valores da dignidade, lealdade e independência. Sem jamais esquecer o passado, encaram o futuro com uma visão sólida e definida do seu papel: fiéis aos princípios básicos da cultura Hip Hop, mas em constante evolução, absorvendo influências dos mais variados géneros musicais.


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publicado por Carlos Gomes às 19:48
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Quinta-feira, 19 de Novembro de 2015
FILARMÓNICA IDANHENSE E ADUFEIRAS DE IDANHA-A-NOVA DESFILAM EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA 1º DE DEZEMBRO

As gentes de Idanha-a-Nova e da Beira Baixa em geral, radicadas na região de Lisboa, vão concentrar-se a meio da avenida da Liberdade, onde se encontra a Casa do Concelho de Idanha-a-Nova, para apoiar as representações da sua região

A Filarmónica Idanhense e o Grupo de Adufeiras de Idanha-a-Nova vão representar o Distrito de Castelo Branco no desfile de bandas que vai decorrer no próximo dia 29 de novembro, na avenida da Liberdade.

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Trata-se de uma grandiosa jornada patriótica evocativa da data da Restauração da Independência Nacional em 1640, cujas comemorações devem manter-se vivas sob a forma de celebrações populares.

A organização é da iniciativa do Movimento 1º de Dezembro e conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, da EGEAC e da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

Em relação à Sociedade Filarmónica de Vilarchão, transcreve-se o respetivo historial:

“A Filarmónica Idanhense foi fundada em Julho de 1888, pelo Sr. Christiano Pereira Barata, abastado comerciante da Vila de Idanha-a-Nova, e adoptou como dia festivo o 8 de Dezembro, data em que tradicionalmente comemora o seu aniversário.

Uma das primeiras actuações da Filarmónica Idanhense teve lugar a 5 de Setembro de 1891, aquando da inauguração da linha férrea da Beira Baixa, evento a que presidiram Suas Altezas Reais D. Carlos e D. Amélia, tendo dispensado à Filarmónica Idanhense palavras de muito apreço e gratidão.

Necessariamente, ao longo dos anos muitas foram as metamorfoses e vicissitudes por que passou a Filarmónica Idanhense, tendo mesmo estado agregada à já extinta Assembleia, colectividade dos “senhores” de Idanha, conseguindo dela emancipar-se em 1916, já com a designação actual, nome que mantém ainda hoje.

Como todas as colectividades, muito especialmente as suas congéneres, a Filarmónica Idanhense teve momentos áureos, outros de desalento e outros ainda de inactividade, para o que contribuíram, essencialmente, factores sócio-económicos e políticos muito peculiares do Século XX, na primeira metade devido a duas Guerras Mundiais e, na segunda metade, devido à Guerra Colonial e à emigração que muito se fez sentir na altura, particularmente não só nesta mas em todas as zonas raianas.

Pena é que grande parte da cronologia histórica da Filarmónica Idanhense tenha desaparecido na memória dos tempos e outra esteja dispersa por particulares que a não fazem chegar à sua posse, pelo que não é possível delinear todo o seu historial, que se presume riquíssimo, aproveitando-se apenas alguns episódios que perduram na tradição oral das gentes deste concelho raiano, com mais precisão nas da Vila de Idanha a Nova.

Muitas foram as pessoas ilustres que passaram pela Filarmónica Idanhense, merecendo especial destaque, na década de vinte, os Mestres José Queirós (Mineiro) e D. Segundo Salvador, Álvaro Hermenegildo Pereira, Luciano José Inácio e Jaime Moreira entre os anos de 1930 a 1945, não esquecendo o Professor José Monteiro, que iniciou os seus estudos musicais na Filarmónica Idanhense, sendo desde 1997 professor de vários cursos de música sob a égide do INATEL.

Nos primeiros anos da década de cinquenta, a Filarmónica Idanhense esteve inactiva, até que em 1958 tomou novo fôlego, para o que muito contribuiu a compra de instrumental novo, gentilmente ofertado pela Casa Marquês da Graciosa, tendo tido como Mestres, até 1970, Eduardo Reis de Carvalho (Filho), Manuel Jóia e José Filipe.

A Guerra Colonial fez novamente estremecer o bom funcionamento da Filarmónica Idanhense até que, em 1974, novo impulso trá-la até à presente data, para o que contribuíram os Mestres Jaime Antunes Reis, o idanhense Joaquim dos Santos, Joaquim Cabral, Jorge Correia e, desde 1996, o também coordenador da Escola de Música, Professor Carlos Monteiro.

Vivendo essencialmente para abrilhantar festas e romarias da sua zona de influência, cujo concelho (o de Idanha a Nova) é dos maiores do País em extensão e onde a Filarmónica Idanhense é a única colectividade do género existente, mantém boas e cordiais relações com outras Bandas de todo o território nacional, participando em vários convívios quer em Idanha-a-Nova, por sua iniciativa, quer noutras zonas de Portugal, a convite, mesmo em Espanha, onde já e deslocou algumas vezes e até mesmo em França, a pedido duma comunidade onde a presença de idanhenses é muito forte.

Uma vivência tão forte e intensa só é possível com uma Escola de Música em pleno funcionamento, contando no presente com mais de meia centena de alunos, de quase todas as freguesias do concelho e todos em idade escolar, que a Filarmónica Idanhense faz deslocar à sua Sede, aos Sábados, transportados em viaturas próprias da Filarmónica.

O corpo de executantes da Filarmónica Idanhense é hoje de 37 elementos, com idades entre os 10 e os 74 anos, sendo que 80% tem idades compreendidas entre os 13 e os 18 anos, frequentando dezasseis deles o Conservatório Regional de Castelo Branco ao abrigo dum acordo entre aquela entidade, a Câmara Municipal de Idanha a Nova e a Filarmónica Idanhense.

Com sede no Largo dos Açougues, em Idanha-a-Nova, em edifício cedido gratuitamente pela Câmara Municipal, entidade que no ano de 2002 ajudou na renovação de quase todo o instrumental e que consistiu na compra de 22 instrumentos novos, a Filarmónica Idanhense é a associada nº. 15 da Federação Portuguesa de Bandas Civis e a nº. 1511 da Federação Portuguesa das Colectividades de Cultura e Recreio e está inscrita no Centro de Cultura e Desporto do INATEL sob o nº. 4220.”

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Além da Filarmónica Idanhense, participa também nestas comemorações o Grupo de Adufeiras do Rancho Etnográfico de Idanha-a-Nova, exibindo o folclore característico daquela região da Beira Baixa que nos traz à lembrança a devoção a Nossa Senhora do Almortão e a sonoridade característica dos adufes.

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publicado por Carlos Gomes às 21:26
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GRUPO DE FOLCLORE DAS TERRAS A NÓBREGA FESTEJA EM LINDA-A-PASTORA S. MARTINHO À MODA DO MINHO



publicado por Carlos Gomes às 01:04
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Quarta-feira, 18 de Novembro de 2015
PARTIDO “OS VERDES” QUER CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA NA ESCOLARIDADE OBRIGATÓRIA

Partido “Os Verdes” entregou na Assembleia da República o Projeto de Resolução que recomenda ao Governo a divulgação da República Portuguesa na escolaridade obrigatória.

A Constituição da República Portuguesa é a Lei fundamental do país, à qual toda a arquitetura legal e todo o enquadramento jurídico e de decisão política têm que se submeter. Encerra em si o produto de uma democracia conquistada pela revolução de 25 de Abril de 1974.

O PEV considera que, atualmente, 37 anos depois da sua aprovação, a Constituição da República Portuguesa é ainda desconhecida por muitos portugueses e, incompreensivelmente, muitos jovens terminam a sua escolaridade sem conhecimento dos conteúdos gerais da Constituição.

O conhecimento do conteúdo geral da Constituição da República Portuguesa é, na perspetiva do PEV, um passo determinante para levar os cidadãos portugueses a ganhar consciência dos seus direitos e do seu Estado, levando-os, a consolidar o respeito e o desejo de preservação e de vivência dessas bases da democracia.

É por isso que o PEV considera que o sistema de ensino, que deve constituir a fonte por excelência do conhecimento e do despertar do gosto pela busca do saber e para alimentar o desejo de participação, deve gerar maior e melhor conhecimento sobre a Constituição da República Portuguesa e, com a finalidade de cumprir esse objetivo, entregou no Parlamento o Projeto de Resolução em causa.



publicado por Carlos Gomes às 19:21
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DEPUTADA DO PARTIDO “OS VERDES” DISCURSA SOBRE SITUAÇÃO POLÍTICA ATUAL

Declaração política da deputada Heloísa Apolónia (PEV), sobre a situação política nacional

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Senhor Presidente

Senhoras e Senhores Deputados

O país está suspenso à espera do Presidente da República que tarda em tomar a decisão que se impõe para a formação do Governo.

Com efeito, no passado dia 10 de novembro, a Assembleia da República deliberou a rejeição do programa de um Governo PSD/CDS, tal como o Presidente da República já sabia que aconteceria. E o parlamento deliberou dessa forma, porque nele existe uma maioria de deputados, pertencentes a várias forças políticas, que não se associam ao PSD e ao CDS no seu desejo ávido de continuar a cimentar políticas de empobrecimento estrutural e a desqualificação das potencialidades de desenvolvimento de Portugal, tornando-nos sempre mais dependentes do exterior. Na verdade, PSD e CDS não têm qualquer suporte parlamentar, para além dos 107 deputados que detêm juntos, o que é insuficiente para lhes suportar um Governo e para lhes viabilizar essas medidas gravosas para o país como as que aprovavam na legislatura anterior. Perderam a maioria que tinham na Assembleia da República e as forças políticas que se comprometeram, perante os eleitores, com a mudança de políticas têm hoje a maioria de deputados. Por mais que o PSD, o CDS e o Presidente da República não se conformem, essa foi a vontade dos eleitores.

O Presidente da República já sabia tudo isto quando nomeou o líder do PSD como Primeiro Ministro e quando deu posse ao Governo PSD/CDS, e sabia que o Governo cairia aquando da aprovação de moções de rejeição ao seu programa, e sabia, por consequência, que estava a arrastar uma decisão de governação para o país que se impunha e impõe como urgente. O facto é que o arrastar da situação potencia um clima de instabilidade, que é o Presidente da República que está a construir de uma forma incompreensível. O que é um facto é que já lá vão mais de 40 dias desde o ato eleitoral que chumbou a maioria de deputados do PSD e do CDS, e já lá vai mais de uma semana desde o chumbo parlamentar do Governo PSD/CDS, traduzindo a decisão eleitoral dos portugueses quando elegeram os 230 deputados para a Assembleia da República, de onde resultou uma nova correlação de forças e a oportunidade de mudança política no país.

Os Verdes reafirmam que face à composição parlamentar decorrente dos resultados eleitorais e face à representatividade das forças políticas com assento parlamentar, estão criadas as condições para se formar um Governo da iniciativa do PS e para se gerar e gerir uma solução de governabilidade de forma duradoura e sustentável, com políticas que promovam melhores condições de vida aos portugueses e que desbloqueiem as potencialidades de desenvolvimento e de criação de riqueza do país, numa dimensão de sustentabilidade que agregue as componentes ambiental, social e económica do desenvolvimento. Acresce, ainda, que foram estabelecidas posições comuns quer pelo PEV, quer pelo PCP, quer pelo BE com o PS, que traduzem uma visão alargada à XIII legislatura e refletem convergências parlamentares encontradas para os objetivos e questões urgentes e emergentes, para gerar uma mudança política que traga esperança ao país e às suas gentes.

A Constituição da República Portuguesa não determina que o Primeiro Ministro, e respetivo Governo, sairá do gosto pessoal e político do Presidente da República, mas sim que o Primeiro Ministro será nomeado pelo Presidente da República tendo em conta os resultados eleitorais e ouvidos os partidos políticos com representação parlamentar. Os resultados eleitorais determinaram a perda da maioria de deputados do PSD e do CDS e criaram as condições para uma alternativa de governabilidade que o presidente da República não pode, em qualquer circunstância, ignorar ou relativizar.

Nesse sentido, qualquer opção pela manutenção de um Governo de gestão, por parte do Presidente da República, não poderia deixar de ser interpretada de três formas cumulativas: (i) como mais um amparo ao PSD e ao CDS e às suas políticas, rejeitadas pelos portugueses, (ii) como um ato de retaliação em relação aos portugueses que fizeram escolhas nas eleições e que determinaram uma maioria de deputados no parlamento dispostos a promover uma mudança política, (iii) como uma decisão que determinaria uma paragem oficial do país, sem margem de manobra para tomar decisões, e criando uma crise política e institucional que não teria qualquer razão de existir.

Face a tudo o que ficou referido, o Senhor Presidente da República não tem outra alternativa de decisão que não a de um Governo da iniciativa do PS, sustentada nos resultados eleitorais e na disponibilidade dos diversos partidos políticos com representação parlamentar, os quais voltará a ouvir. E nada mais do que isso. Tudo o que for para além disso, como exigências de pressupostos e até de políticas a prosseguir, extravasará o papel atribuído ao Presidente da República, na medida em que estão criadas as condições para o regular funcionamento das instituições.

Pela parte dos Verdes, estamos aqui para contribuir para medidas e políticas que promovam melhores condições de vida no presente e no futuro aos tantos desempregados, aos tantos emigrados, aos tantos precários, aos tantos despejados, criados por opções políticas absolutamente insensíveis. Estamos aqui para contribuir para construir políticas diferentes que acreditem nas pessoas, que não as usem em favor dos grandes interesses económicos e financeiros, que dignifiquem a nossa sociedade, que gerem sempre melhores padrões ambientais e modos de vida compatíveis com o uso sustentável dos nossos recursos. Estes são alguns compromissos estruturantes e programáticos dos Verdes que materializaremos em muitas propostas e soluções durante a legislatura, aqui na Assembleia da República.



publicado por Carlos Gomes às 19:17
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“HO NO!”, O NOVO SINGLE DE JAY

Com uma sonoridade muito própria e cheio de boa vibe, Jay, apresenta um novo single. “Ho No!” é apresentado hoje, pela Music In My Soul. Sempre fiel ao estilo que o caracteriza, o artista cabo-verdiano promete deliciar o público com a sua fusão entre reggae, world music e hip hop.

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Jay Moreira, nasceu em Cabo-Verde na Ilha Santiago, freguesia de Santa Catarina. Em Portugal desde dos seus quatro anos de idade, a sua carreira musical inicia-se em 1998. Influências ao nível do hip-hop, reggae, funk e ritmos tradicionais africanos marcaram desde cedo uma sonoridade muito própria, muito vincada no trabalho de Jay. Expressa-se em Português, em Crioulo de Cabo verde e Inglês, contando já com 5 álbuns editados, dois dos quais foram lançados em Portugal: “So mi” em 2002 e “Okim Tchiga La” em 2005.

Em 2006 muda-se para a Noruega onde forma a sua banda Jay&Bandidos. Juntos lançam o álbum “Momento certo”, editado em 2008. Este álbum proporcionou ao Jay e aos Bandidos a presença em vários festivais em Cabo Verde e na Noruega.

Em 2011 a banda edita o álbum “Sempri Bandidos”, que viria a vencer em 2012 o prémio de Cabo Verde Music Awards na categoria de melhor álbum electrónico, melhor música reggae e melhor Musica hip-hop .

Em Cabo Verde viria a nascer ainda um projecto com os jovens músicos e artistas locais. Em 2013, Jay aposta no projecto cabo-verdiano intitulado “Mi Cu Bó” .

Portugal, Cabo Verde, Noruega, Reino Unido, Holanda, Estados Unidos e Suíça foram alguns dos países onde Jay já actuou. Para além da sua Banda Norueguesa “Os Bandidos”, Jay já tocou com alguns dos melhores Músicos Cabo-verdianos do momento, assim como outros artistas internacionais. Prepara agora um novo trabalho que será editado pela Music In My Soul.



publicado por Carlos Gomes às 16:55
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BANDA DA ARMADA REALIZA CONCERTO COMEMORATIVO DO 1º DE DEZEMBRO



publicado por Carlos Gomes às 10:24
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Terça-feira, 17 de Novembro de 2015
SOCIEDADE FILARMÓNICA DE VILARCHÃO, DE VIEIRA DO MINHO, DESFILA EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA 1º DE DEZEMBRO

A Sociedade Filarmónica de Vieira do Minho foi substituída no programa das comemorações pela Sociedade Filarmónica de Vilarchão, do mesmo concelho

A Sociedade Filarmónica de Vilarchão, de Vieira do Minho, é a orquestra filarmónica que vai representar o Distrito de Braga no desfile de bandas que vai decorrer no próximo dia 29 de novembro, na avenida da Liberdade.

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Trata-se de uma grandiosa jornada patriótica evocativa da data da Restauração da Independência Nacional em 1640, cujas comemorações devem manter-se vivas sob a forma de celebrações populares.

A organização é da iniciativa do Movimento 1º de Dezembro e conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, da EGEAC e da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

Em relação à Sociedade Filarmónica de Vilarchão, transcreve-se o respetivo historial:

“Segundo relatos de pais para filhos, por volta do ano de 1830, um padre da casa de Portela de Baixo, conjuntamente com outros clérigos, nomeadamente o padre da casa da Portela de Cima, o padre da casa de Novais, um padre da Pereira, e um carpinteiro, conhecido pelo apelido de “Vigário”, organizaram uma orquestra de capela (música) para solenizarem os actos de culto na Igreja, em dias de festa, nos serviços fúnebres e outros serviços religiosos.

Com a ida do Professor Reis, de Salvador (Touvedo) Ponte da Barca, para a escola de Vilarchão, a orquestra tomou novo rumo.

O professor começou a ensinar novos músicos e a primitiva orquestra transformou-se em Banda de Música, com cerca de vinte músicos.

A orquestra era composta por vozes e instrumentos de arco (violinos e violoncelos), passando depois a utilizar instrumentos de sopro e percussão (requinta, clarinete, cornetim, trompa, trombone, bombardino, contra-baixo, caixa, pratos e bombo).

Cerca de 1842 surge um desentendimento entre o Professor Reis e alguns dos músicos, o que levou o maestro Professor a sair da banda, conjuntamente com alguns músicos que lhe eram fiéis, indo para a freguesia de Mosteiro, onde passou a leccionar, casou e organizou uma banda de Música.

Com a saída do maestro e de alguns músicos, a Banda de Vilarchão enfrentou a sua primeira e grave crise, mas conseguiu sobreviver, tendo assumido a direcção da Música o senhor Manuel Joaquim, da Bouça, da freguesia dos Anjos, do concelho de Vieira do Minho.

Mais tarde, os músicos que tinham saído da Banda com o maestro Reis, regressaram à música de Vilarchão, o que fez com que a crise, provocada pela saída desses músicos, fosse superada.

Facto curioso e de enaltecer é que a actividade da Sociedade nunca parou, apesar de estar sedeada numa pequena freguesia com apenas 80 fogos. Na década de 30 do século passado, desentendimentos entre duas facções levaram à partida de um número significativo de músicos para outras paragens. Nem assim a Banda se extinguiu e ficou a ser conhecida como a Banda dos 14 por ser esse o número dos músicos que não “desertaram”…

Temos escola de música. Estamos a lutar para conseguir uma sede própria, uma vez que ocupamos até há pouco tempo uma sala emprestada pela Junta de Freguesia e as suas condições (acústicas e ambientais) não eram as melhores e, actualmente ocupamos um salão da residência paroquial que está em reconstrução e necessita de ser desocupado.

A Banda interpreta alguns (poucos) temas clássicos, selecções ligeiras, música pop e música popular, distinguindo-se também pela qualidade do trabalho que efectua no acompanhamento dos actos religiosos, o que lhe tem granjeado muitos e continuados serviços ao longo dos últimos 25 anos.

Esta Banda Filarmónica representa a freguesia que deu nome à banda, Vilarchão.

É seu maestro no momento Domingos Batoca.”

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publicado por Carlos Gomes às 23:44
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PARTIDO "OS VERDES" APRESENTA PROPOSTAS LEGISLATIVAS NO PARLAMENTO

Iniciativas legislativas do PEV discutidas esta semana no Parlamento

Discutem-se durante esta semana na Assembleia da República, nos dias 19 e 20 de Novembro, 4 das iniciativas legislativas dos Verdes que fazem parte do primeiro pacote legislativo apresentado pelo PEV, sobre matérias prementes e urgentes para discussão no início da XIII Legislatura:

19 de Novembro – a partir das 15.00h

Projeto de Lei 14/XIII/1 - Revoga a Lei nº 134/2015, de 7 de setembro, e a Lei nº 136/2015, de 7 de setembro, de modo a combater o aborto clandestino e a respeitar a dignidade das mulheres que decidem interromper voluntariamente a gravidez – visa corrigir o absurdo aprovado por PSD/CDS na anterior legislatura, de implementação de taxas moderadoras na IVG, e propõe a retoma do regime anterior, um regime bem-sucedido no combate ao aborto clandestino, motor de assistência e informação para as mulheres e, sobretudo, de um respeito que lhes era devido.

Projeto de Lei 11/XIII/1 - Alarga as famílias com capacidade de adoção, alterando a Lei nº 9/2010, de 31 de maio e a Lei nº 7/2001, de 11 de maio – O PEV espera a aprovação deste Projeto de Lei que alarga as famílias com capacidade de adoção a casais do mesmo sexo, em benefício das crianças institucionalizadas e contribuindo, ainda, para eliminar descriminações em função da orientação sexual

20 de Novembro – a partir das 10.00h

Projeto de Lei 20/XIII/1 - Restitui os feriados nacionais obrigatórios eliminados – Numa clara atitude de desprezo para com a cultura e a história do país, o anterior Governo procedeu à eliminação de 4 feriados obrigatórios, colocando os portugueses a trabalhar mais sem o devido acréscimo remuneratório, beneficiando as entidades empregadoras e sonegando direitos aos trabalhadores. Uma medida que não trouxe mais-valia económica nem acréscimo de produtividade e que o PEV quer, agora, corrigir, com a apresentação deste Projeto de Lei.

Projeto de Resolução 3/XIII/1 - Plano Ferroviário Nacional – O setor ferroviário tem sido o parente pobre da mobilidade e o PEV quer por fim a esta situação com a criação do Plano Ferroviário Nacional, um Plano importante na promoção de meios de transporte menos poluentes, com um contributo indispensável no combate às alterações climáticas. Para Os Verdes, é urgente implementar uma lógica de investimento na ferrovia como forma de combate às assimetrias regionais e de promoção de um desenvolvimento sustentável.



publicado por Carlos Gomes às 23:12
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MOITA REALIZA FESTA DA MARIONETA

“Contos do Mundo” encerra Festa da Marioneta no concelho da Moita

A Festa da Marioneta, dinamizada pela Artemrede – Teatros Associados, despede-se do concelho da Moita no dia 21 de novembro, pelas 16:00h, no auditório do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, com o espetáculo “Contos do Mundo”, pelo Teatro Figura.

Contos do Mundo

Este teatro de marionetas é criado a partir de alguns contos de Hans Christian Andersen (“A Princesa e a Ervilha”, “A Menina dos Fósforos” e “O Patinho Feio”) que abordam questões como a antítese da vida e da morte, temas muito presentes na obra deste autor dinamarquês.

As marionetas são construídas a partir de elementos do quotidiano, de forma a potenciar e a estimular o imaginário e a criatividade dos espetadores.

Funis, regadores, caixas de madeira, cestos de vime, compressor de ar e escovas são alguns dos elementos que assumem as personagens de princesa, rainha, menina, avó, patinho, ganso, galinha, cão, entre outros.

“Contos do Mundo” tem a duração aproximada de 45 minutos e é dirigido a crianças maiores de 4 anos e suas famílias. Os bilhetes, no valor de 1,84 euros, para menores de 12 anos, e de 3,05 euros para maiores de 12 anos, estão disponíveis na bilheteira do Fórum Cultural.



publicado por Carlos Gomes às 21:52
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BANDA FILARMÓNICA DE ODEMIRA DESFILA EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA 1º DE DEZEMBRO

A Banda Filarmónica de Odemira é uma das orquestras filarmónicas que vai representar o Distrito de Beja no desfile de bandas que vai decorrer no próximo dia 29 de novembro, na avenida da Liberdade.

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Trata-se de uma grandiosa jornada patriótica evocativa da data da Restauração da Independência Nacional em 1640, cujas comemorações devem manter-se vivas sob a forma de celebrações populares.

A organização é da iniciativa do Movimento 1º de Dezembro e conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, da EGEAC e da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

Em relação à Banda Filarmónica de Odemira, transcreve-se o respetivo historial:

“A Banda Filarmónica de Odemira, bem como a sua Escola de Música, foram fundadas em 15 de Dezembro de 1989, nas instalações da Junta de Freguesia de Santa Maria.

Os primeiros passos para a realização de um sonho de há muito desejado foram dados pelo então Presidente da Junta de Freguesia de Santa Maria, Manuel Maria dos Reis e também por José Inocêncio Silvestre e António Cansado.

Um ano se passou e em Dezembro de 1990, Odemira viu sair à rua a sua “Banda Filarmónica”, um conjunto de meninos e meninas que mostraram a arte de bem tocar música.

Devido à grande afluência de jovens interessados na música, a banda foi instalada na sede da antiga Sociedade Recreativa, existente em Odemira. Cerca de quatro anos mais tarde e devido a um certo grau de degradação destas instalações e também a necessidade de um espaço maior, o então Presidente da Câmara Municipal conseguiu estabelecer um acordo com a Direcção Geral de Saúde de Beja do qual resultou a autorização para efectuar obras na velha Casa do Povo para a Banda se instalar, onde ainda hoje é a sua sede.

A Banda tem dignificado o Concelho de Odemira, em todo o país bem como no estrangeiro. Nos dois últimos anos a Banda efectuou um elevado número de actuações, sendo que no ano de 1999 contou com cerca de 20, nas quais se destaca a participação no Festival Internacional de Bandas Filarmónicas da Sociedade Filarmónica União Arrentelense (Arrentela – Seixal). No ano de 2000 contou com cerca de 25 actuações das quais se destacou a participação no Festival de Bandas do Litoral Alentejano, festival que decorreu no Litoral Alentejano e que contou com a participação de todas as bandas da região, foi também uma experiência única a participação da Banda no Jubileu dos Músicos que se realizou no dia 14 de Outubro no Santuário de Fátima.

No ano de 2001 a Banda efectuou diversas actuações em Festas e Romarias no Concelho de Odemira, bem como para além do mesmo.

A nível instrumental as Banda Filarmónica de Odemira, conseguiram renovar o seu, contando com o apoio do Ministério da Cultura, nomeadamente no Programa de Apoio a Filarmónicas Alentejanas.

A Banda Filarmónica de Odemira organiza todos os anos um encontro de Bandas, no ano de 2001 decorreu a sua 4ª. Edição, integrada nas comemorações do 12º. Aniversário, evento este que contou com o patrocínio da Câmara Municipal de Odemira.

É de salientar o entusiasmo dos jovens que integram esta Banda.

Actualmente a Escola de Música funciona aos sábados à tarde, entre as 15 e as 19 horas, na sede da Banda Filarmónica, sita do Edifício da Casa do Povo, em Odemira, e conta nas aulas de Música com cerca de 12 miúdos e jovens com idades variadas e os ensaios às 21.30 horas.

É maestro da Banda Filarmónica desde Abril de 2013 Daniel Batista.”

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publicado por Carlos Gomes às 09:52
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Segunda-feira, 16 de Novembro de 2015
MOITA: ALHOS VEDROS RECEBE FADO E POESIA

22º Aniversário da Biblioteca Municipal de Alhos Vedros: “Leituras às Quintas” com fados e poesia

O projeto “Leituras às Quintas” deste mês de novembro está marcado para o dia 19, pelas 21:00h, na Biblioteca Municipal de Alhos Vedros, dando início às comemorações do 22º aniversário deste equipamento municipal que reabre agora ao público depois de uma remodelação no seu interior.

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Para este serão de “Poemas e Fados” foram convidados Sara Pereira, diretora do Museu Nacional do Fado, e fadistas locais, como Cristina Maria, Carlos Cavaco e Luís Duarte.

Está, desde já, convidado a participar nesta iniciativa com a declamação de um poema, a cantar um fado ou simplesmente assistir. A entrada é gratuita.



publicado por Carlos Gomes às 17:29
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“FADO VENENO”: O SONHO URGENTE DE LUÍSA ROCHA

“O fado de Luísa Rocha é também, por tudo isto, brutalmente honesto. Saem-lhe transparentes palavras ditas. Inteiras e plenas de significado. Com a solidez de quem trilha um caminho novo, pela simples razão de trazer consigo o mais genuíno encantamento pelo passado.” In Museu do Fado

“Fado Veneno”, é o novo álbum da fadista Luísa Rocha, lançado dia 16 de outubro pela Music In My Soul. Composto apenas por poemas inéditos redigidos por Maria de Lourdes Carvalho, José Carlos Malato, Gonçalo Salgueiro, Nuno Miguel Guedes, este novo trabalho apresenta “uma evolução amadurecida e consistente na carreira, tendo sido muito refletido e feito com toda a calma necessária”, segundo a fadista.

Não fales por falar” é o tema de apresentação deste álbum, lançado no passado dia 21 de setembro. O tema poderá ser ouvido hoje, no Centro Cultural de Belém, pelas 21h00, no espetáculo de lançamento do novo álbum.

Para Luísa Rocha, o fado surgiu desde cedo como um sonho urgente. Como a única maneira de partilhar uma verdade. Como vida. Assim foi, assim será.

Agora, para os amantes de fado, quatro anos depois da estreia impunha-se outra urgência: um

disco novo. E chegou: “Fado Veneno” foi o nome escolhido para o sucessor de “Uma Noite de Amor”, e é retirado de um tema com letra de José Carlos Malato. Ainda antes da sua edição o produtor radiofónico Michael Rossi escolheu para o seu programa Late Junction o tema “Quando Chegar A Hora” (letra de António Rocha para o Fado Alexandrino de Joaquim de Campos), estreando assim o disco na BBC3. É o próprio Rossi que conta: “Mesmo sem conhecer ou entender as palavras, implicitamente entendemo-las através da melodia e a forma como a Luísa [Rocha] lhes dá vida. Quando a ouvi fiquei encantado com a sua voz - a riqueza do tom, a profundidade de alma que encontramos no seu canto.”

De novo produzido por Carlos Manuel Proença, “Fado Veneno” junta fados tradicionais com temas originais de vários autores, como Guilherme Banza. A entregar palavras estão nomes como Maria de Lourdes Carvalho, Tozé Brito, Jorge Fernando, Nuno Miguel Guedes, Gonçalo Salgueiro e José Carlos Malato. A unir tudo, a voz de Luísa Rocha. Mais madura, mais vivida, mais intensa e sábia. Mas exactamente com a mesma maravilhosa perplexidade da criança no primeiro dia em que conheceu a urgência do fado.


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publicado por Carlos Gomes às 17:15
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BOÉMIA VÁDIA APRESENTAM “CIRCO AMAR”, O NOVO EP

Após terem apresentado dois singles, “Humanofobia” e “Cabaret dos Vampiros”, os Boémia Vádia editam hoje o EP “Circo Amar”, com o selo da Music In My Soul. Com uma sonoridade recriada entre o electro-cabaret, o world music e o pop-alterativo, os Bóemia Vadia presenteiam-nos com um EP extraordinário!

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A Boémia Vadia nasceu em Janeiro de 2012, entre o porto mediterrânico de Valência e as montanhas, debaixo de uma tenda de circo encantada. Influenciada por cavalos, marinheiros e prostitutas, vinho tinto, rosas negras e baús com brinquedos de lata, a Boémia estabeleceu um estilo próprio, misto e original.

Rebecca Amar trouxe, desde “a sua Paris”, o ambiente burlesco e vaudeville dos cabarés de Montmartre, ambientado pela Literatura e pela Poesia maldita da época, de Apolinaire, Baudelaire ou Rimbaud. Mário Ferreira – um nómada, vagabundo do amor na constante busca pela diferença – chegou um dia a esse porto, precedido por longas viagens pelos caminhos da vida e do mundo, com os alforjes carregados de melodias, canções de embalar, hinos simbolizando a fusão com as memórias de um passado, com a brilhantez dos anos 80 ou a obscuridade romântica e trágica dos anos 90, adicionando toda a aprendizagem e a cruzada entre as raízes e tradições do Folk ibérico, desde o Fado ao Flamenco. Kim Coutinho – o primeiro imediato desta nau e o mais fiel companheiro de viagens – aportou com a sua sabedoria e mestria, o seu génio harmónico e sonhador, complemento perfeito para os princípios rudimentares e tradicionais dessa nova descoberta, que seria mais tarde denominada de “electro-dark-cabaret”.

Chegado o verão de 2013, a Boémia Vadia decidiu embarcar numa nova aventura cósmica e tentadora, dirigindo o barco em direção às costas do Atlântico, com a ambição desmedida de poder "naufragar" nas margens de Lisboa, em busca de novas e intensas aventuras. Rendidos à imensidão e à História da velha cidade, e na busca incessante de originalidade e inovação, incluíram na sua tripulação um novo marinheiro – Emanuel Ramalho –, que aumentou a família boémia e assim facilitou a particular "caça ao tesouro", o legado e a herança de nomes como Bauhaus, Edith Piaf, Joy Division, Alfredo Marceneiro, Nick Cave, Tom Waits, Carlos Paredes, Carlos Gardel, Serge Gainsbourg, The Cure, David Bowie, Amália Rodrigues, António Variações, Barbara, Jacques Brel, Paco de Lucia, Radiohead, Zeca Afonso e Nina Hagen, que, ao longo do tempo, foram escrevendo as rotas dos mares que hoje navegamos.

Constituído por Mário Ferreira (voz, baixo, guitarra e programações), Rebecca Amar (voz e performance), Kim Coutinho (guitarra, piano e coros) e Emanuel Ramalho (bateria), este

projeto convida a conhecer uma parte do resultado dessas viagens, confraternizações e ressacas, de um recambolesco mas intenso percurso. De Valência a Lisboa.


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publicado por Carlos Gomes às 15:24
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PAN ASSINALA INÍCIO DA LEGISLATURA COM ENTRADA DE TRÊS INICIATIVAS

Ações concretas para o benefício dos animais e defesa de causas assentes na não-violência e na não-discriminação

O PAN – Pessoas – Animais – Natureza assinala o início da legislatura em prol das associações zoófilas e ambientais e pela igualdade de direitos das mulheres com a entrada de três iniciativas legislativas, todas constantes do seu programa eleitoral para as legislativas 2015.

A primeira iniciativa do PAN coloca a tónica numa ação concreta em prol dos animais e pretende assegurar o acesso a benefícios fiscais por parte de associações ambientais e zoófilas. Atualmente, os contribuintes portugueses podem doar 0,5% do seu IRS a uma entidade religiosa ou outra de cariz social sediada em Portugal. O PAN considera que chegou o momento para que também estas associações ambientais e zoófilas sejam incluídas no elenco de entidades que usufruem deste benefício, já que também elas prosseguem fins públicos.

Desta forma, os contribuintes poderão, entre as entidades elencadas, escolher a qual delas pretendem doar 0.5 % do seu IRS. Esta possibilidade não implica qualquer encargo para o Estado mas, apenas, uma maior liberdade para o doador que terá acesso a um leque mais alargado de entidades e constituirá certamente uma mais-valia para as beneficiadas.

As restantes iniciativas (adoção e apadrinhamento civil e Procriação Medicamente Assistida - PMA) foram apresentadas em virtude de ter ocorrido o agendamento do tema e de projetos de lei por parte de outros partidos políticos. O PAN junta-se assim ao debate e à defesa de outras duas medidas do seu programa eleitoral. Enquanto partido de causas assente na não-violência e na não-discriminação o partido mantém um contacto e proximidade com várias entidades e parceiros, nomeadamente a Associação ILGA Portugal, com quem tem mantido uma relação de parceria e de apoio mútuo inclusive no momento de elaboração do programa eleitoral. (…)

Para além da entrada destas iniciativas, o objetivo é agendar para tão breve quanto possível a apreciação da Iniciativa Legislativa de Cidadãos pelo fim dos canis de abate entregue em Maio, uma das prioridades eleitorais que o PAN já fez transitar para discussão nesta legislatura.



publicado por Carlos Gomes às 11:39
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BANDA DA ARMADA REALIZA CONCERTO COMEMORATIVO DO 1º DE DEZEMBRO



publicado por Carlos Gomes às 10:08
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BANDA DA ACADEMIA DE SANTA CECÍLIA, DE S. ROMÃO, DE SEIA, DESFILA EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA 1º DE DEZEMBRO

A Banda Academia de Santa Cecília, de S. Romão, Seia, é uma das orquestras filarmónicas que vai representar o Distrito da Guarda no desfile de bandas que vai decorrer no próximo dia 29 de novembro, na avenida da Liberdade.

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Trata-se de uma grandiosa jornada patriótica evocativa da data da Restauração da Independência Nacional em 1640, cujas comemorações devem manter-se vivas sob a forma de celebrações populares.

A organização é da iniciativa do Movimento 1º de Dezembro e conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, da EGEAC e da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

Em relação à Banda Academia de Santa Cecília, de S. Romão, Seia, transcreve-se o respetivo historial:

“A Banda Academia de Santa Cecília foi fundada em 16 de Outubro de 1951.

Por iniciativa do Comendador Evaristo Martins Nogueira grande benemérito de S. Romão que junto do Pároco se propôs a apoiar com o que fosse necessário para a fundação de uma Banda e com a dedicação de algumas figuras impulsionadoras na concretização desta grande iniciativa tais como o Rev. Pe. José Moreira Martinho, ainda hoje Pároco desta Freguesia e o Sr. Alberto Figueiredo de Oliveira e seguidamente com trabalho reconhecido do Maestro Serra e Moura, foi aberta a escola de música composta por mais de 70 elementos que com grande entusiasmo se iniciaram na aprendizagem da música.

Assim desde aquele longínquo ano de 1951 a Banda da Academia de Santa Cecília nunca mais parou e conta com inúmeras atuações numa grande parte do país com destaque para um programa televisivo, participações em intercâmbios com destaque para a deslocação a Domfront na Normandia onde teve grandes elogios.

Hoje a Banda Academia de Santa Cecília tem cerca de 45 elementos distribuídos por idades entre os 14 e os 70 anos, sendo os jovens cerca de 2/3 dos componentes.

A regência encontra-se a cargo do Maestro José Augusto Craveiro.

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publicado por Carlos Gomes às 09:52
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Domingo, 15 de Novembro de 2015
CASA DO MINHO EM LISBOA MANTÉM-SE FIEL À DIVISA “UMA BOA MESA PARA UMA BOA POLÍTICA REGIONALISTA!”

Perto de duas centenas de pessoas juntaram-se hoje à mesa na Casa do Minho para degustar uma das mais apreciadas iguarias da nossa cozinha tradicional quase votada ao esquecimento – a couvada à moda do Minho!

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A couvada constitui desde sempre um dos pratos mais apreciados do lavrador minhoto. E porque a música hoje foi outra, Paulo Duque trocou por uns momentos os seus exímios talentos de cantador do Rancho Folclórico da Casa do Minho pela grande colher de pau do cozinheiro, demonstrando uma vez mais os seus dotes culinários.

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Mal começava o Outono e com ele as longas noites passadas à lareira, as couves faziam parte da alimentação diária do pobre camponês. Juntava-lhe as batatas, o feijão, a chouriça e, de um modo geral, um pouco de tudo quanto a lavoura lhe oferecesse. Era um verdadeiro manjar dos deuses.

Merece também uma especial referência a Casa do Minho em Lisboa pela primazia que dá à cozinha tradicional minhota, contribuindo desta forma para preservar o nosso património cultural divulgando uma das especialidades gastronómicas que corre o risco de desaparecer, fazendo jus à divisa legada em tempos idos pelo gastrónomo e jornalista Artur Maciel: Uma boa mesa para uma boa política regionalista!

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Remonta ao século IV Antes de Cristo a origem da couve, altura em que os gregos a descobriram na região da Jônia e dela se surpreenderam pelos seus poderes medicinais, para além das suas virtudes culinárias. Porém, foram os romanos que a trouxeram para a Península Ibérica e nos deram a conhecer, passando a constituir o género de verdura mais consumida até aos finais da Idade Média.

Rica em fibras, iodo, cálcio, potássio, enxofre, magnésio e ômega 3; além de vitaminas A, B1, B2, B6, C e K, a couve é uma hortaliça da família Brassicaceae, constituindo um alimento de baixa caloria, desde sempre utilizado no tratamento de doenças estomacais, tendo vindo com o tempo a revelar-se como um excelente anti-inflamatório, antibiótico e anti-irritante natural, aplicado no combate a gripes, problemas hepáticos, renais e menstruais; artrite, bronquite, hemorroidas, úlceras e pedras nos rins e, na medicina alternativa, como vermífugo, para evitar ressacas, e até mesmo para baixar a febre, quando aplicada em forma de cataplasma.

Conhecida na Galiza por “verça”, a variedade de couve-galega é no Minho responsável por uma das melhores iguarias da cozinha tradicional portuguesa – o caldo verde – considerada uma das 7 maravilhas da gastronomia de Portugal!

O paladar constitui um dos sentidos que o minhoto sempre conserva e o mantém permanentemente ligado ao seu rincão natural, ao seu pedaço de Minho!

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publicado por Carlos Gomes às 17:24
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Sábado, 14 de Novembro de 2015
GRUPO DE FOLCLORE DAS TERRAS A NÓBREGA FESTEJA EM LINDA-A-PASTORA S. MARTINHO À MODA DO MINHO



publicado por Carlos Gomes às 15:53
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PORTUGUESES ESTÃO DE LUTO PELA FRANÇA



publicado por Carlos Gomes às 13:36
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COMUNIDADE ISLÂMICA VAI TER MESQUITA EM MEM MARTINS

Por empenho da Associação Islâmica da Tapada das Mercês, no concelho de Sintra, os muçulmanos que vivem naquela localidade vão passar a dispor de uma mesquita a ser construída na Tapada das Mercês.

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A cerimónia de lançamento simbólico da primeira teve lugar há três anos e contou com a presença de várias individualidades, nomeadamente dos representantes da Câmara Municipal de Sintra.

Trata-se de “um espaço de fé e de respostas sociais” que inclui um Centro Comunitário com vista a promover a solidariedade entre a comunidade.

A comunidade islâmica que vive no concelho de Sintra e mormente nesta localidade da Freguesia de Mem Martins é constituída predominantemente por imigrantes oriundos dos antigos territórios ultramarinos, sobretudo da Guiné-Bissau.

As fotos pertencem à Associação Islâmica da Tapada das Mercês e registam a cerimónia de colocação da primeira pedra da futura mesquita.

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publicado por Carlos Gomes às 11:37
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BANDAS FILARMÓNICAS DESFILAM EM LISBOA

O Movimento 1º de Dezembro lançou a ideia deste desfile e mobilizou por todo o país diferentes bandas e municípios para o efeito, sendo possível realizá-lo graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro.

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Foi um êxito em 2012, em 2013 e em 2014. Será êxito maior em 2015.

14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)

15h00 - Início do Desfile

16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.500 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

17h00 - Fecho e desmobilização das bandas

Nesta 4ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:

GRUPO DE PERCUSSÃO

Tocá Rufar

CANTE ALENTEJANO:

Grupo Coral do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Mineira

BANDA NACIONAL:

Banda da Força Aérea

BANDAS FILARMÓNICAS:

Sociedade Artística Banda Vale de Cambra

Banda Filarmónica de Odemira

Sociedade Filarmónica de Vieira do Minho

Banda Filarmónica Retaxense

Banda Filarmónica do Paúl

Banda de Música da Liga dos Amigos de Castelo Novo

Filarmónica Idanhense e Adufeiras de Idanha-a-Nova

Banda Filarmónica da União de Aldeia de João Pires (Sociedade Recreativa e Musical)

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Fratelense

Sociedade Filarmónica Sangianense

SUA - Sociedade União Alcaçovense

Sociedade Filarmónica Portimonense

Banda Academia de Santa Cecília (de S. Romão)

Sociedade Filarmónica Maceirense

Banda Recreativa Portomosense

Sociedade Filarmónica Comércio e Indústria da Amadora

Banda Musical e Artística da Charneca (Lisboa)

Banda Municipal Alterense

Sociedade Filarmónica União Maçaense

Sociedade Filarmónica Ouriense

Sociedade Imparcial 15 de Janeiro de 1898 de Alcochete

Sociedade Filarmónica Incrível Almadense

Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro (Montijo)

Sociedade Filarmónica Palmelense os Loureiros

Grupo de Cultura Musical de Ponte de Lima

Banda Filarmónica da Associação Musical de Vila Nova de Anha

Banda Musical da Torre de Ervededo

Será um total de 30 entidades, integrando 1 grupo de percussão, 1 coral de Cante Alentejano, 1 banda nacional militar e 27 bandas filarmónicas civis.

Serão cerca de 1500 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país que irão descer a Avenida da Liberdade, para celebrar Portugal, a Independência e a Restauração através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.

Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes sob a direcção do Maestro Tenente-Coronel Élio Salsinha Murcho, da Banda da Força Aérea.

Ao longo do desfile serão interpretadas várias marchas, bem como o Hino da Restauração. O alinhamento do momento colectivo conta também, além do Hino da Restauração, com a interpretação dos Hino da Maria da Fonte e Hino Nacional.

A RTP-Internacional transmitirá em directo esta grande manifestação cultural, cívica e patriótica. A RTP-2 transmitirá, em diferido, no próprio dia 1 de Dezembro, em horário a anunciar.

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publicado por Carlos Gomes às 07:20
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COUVADA JUNTA AMANHÃ MINHOTOS EM LISBOA



publicado por Carlos Gomes às 03:27
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Sexta-feira, 13 de Novembro de 2015
SOCIEDADE FILARMÓNICA OURIENSE DESFILA EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA 1º DE DEZEMBRO

Oureenses em Lisboa vão apoiar a banda da Sociedade Filarmónica Ouriense

A Sociedade Filarmónica Ouriense é uma das orquestras filarmónicas que vai representar o Distrito de Santarém no desfile de bandas que vai decorrer no próximo dia 29 de novembro, na avenida da Liberdade.

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Trata-se de uma grandiosa jornada patriótica evocativa da data da Restauração da Independência Nacional em 1640, cujas comemorações devem manter-se vivas sob a forma de celebrações populares.

A organização é da iniciativa do Movimento 1º de Dezembro e conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, da EGEAC e da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

As gentes do concelho de Ourém que vivem na região de Lisboa vão seguramente concentrar-se na avenida da Liberdade para aplaudir a banda da Sociedade Filarmónica Ouriense à sua passagem rumo à Praça dos Restauradores.

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publicado por Carlos Gomes às 15:34
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MUSEU BORDAO PINHEIRO RECEBE SIMPÓSIO URBAN SKETCHERS DE SINGAPURA

Hoje, a partir das 7 da tarde, o Museu Bordalo Pinheiro vai receber os participantes no Simpósio Urban Sketchers de Singapura /2015.

Para além de Vicente Sardinha, o representante português, também Fernanda Lamelas, Luís Araújo, Mário Linhares e Ketta Linhares vão ao Museu Bordalo Pinheiro conversar sobre esta experiência.

Vai ser um bom fim de tarde a falar de desenho.

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publicado por Carlos Gomes às 00:20
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Quinta-feira, 12 de Novembro de 2015
BOÉMIA VÁDIA APRESENTAM “CIRCO AMAR”, O NOVO EP

Após terem apresentado dois singles, “Humanofobia” e “Cabaret dos Vampiros”, os Boémia Vádia preparam-se para editar o EP “Circo Amar”. Com uma sonoridade recriada entre o electro-cabaret, o world music e o pop-alterativo, a banda vai lançar o EP digital no dia 16 de Novembro, com o selo da Music In My Soul.

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A Boémia Vadia nasceu em Janeiro de 2012, entre o porto mediterrânico de Valência e as montanhas, debaixo de uma tenda de circo encantada. Influenciada por cavalos, marinheiros e prostitutas, vinho tinto, rosas negras e baús com brinquedos de lata, a Boémia estabeleceu um estilo próprio, misto e original.

Rebecca Amar trouxe, desde “a sua Paris”, o ambiente burlesco e vaudeville dos cabarés de Montmartre, ambientado pela Literatura e pela Poesia maldita da época, de Apolinaire, Baudelaire ou Rimbaud. Mário Ferreira – um nómada, vagabundo do amor na constante busca pela diferença – chegou um dia a esse porto, precedido por longas viagens pelos caminhos da vida e do mundo, com os alforjes carregados de melodias, canções de embalar, hinos simbolizando a fusão com as memórias de um passado, com a brilhantez dos anos 80 ou a obscuridade romântica e trágica dos anos 90, adicionando toda a aprendizagem e a cruzada entre as raízes e tradições do Folk ibérico, desde o Fado ao Flamenco. Kim Coutinho – o primeiro imediato desta nau e o mais fiel companheiro de viagens – aportou com a sua sabedoria e mestria, o seu génio harmónico e sonhador, complemento perfeito para os princípios rudimentares e tradicionais dessa nova descoberta, que seria mais tarde denominada de “electro-dark-cabaret”.

Chegado o verão de 2013, a Boémia Vadia decidiu embarcar numa nova aventura cósmica e tentadora, dirigindo o barco em direção às costas do Atlântico, com a ambição desmedida de poder "naufragar" nas margens de Lisboa, em busca de novas e intensas aventuras. Rendidos à imensidão e à História da velha cidade, e na busca incessante de originalidade e inovação, incluíram na sua tripulação um novo marinheiro – Emanuel Ramalho –, que aumentou a família boémia e assim facilitou a particular "caça ao tesouro", o legado e a herança de nomes como Bauhaus, Edith Piaf, Joy Division, Alfredo Marceneiro, Nick Cave, Tom Waits, Carlos Paredes, Carlos Gardel, Serge Gainsbourg, The Cure, David Bowie, Amália Rodrigues, António Variações, Barbara, Jacques Brel, Paco de Lucia, Radiohead, Zeca Afonso e Nina Hagen, que, ao longo do tempo, foram escrevendo as rotas dos mares que hoje navegamos.

Constituído por Mário Ferreira (voz, baixo, guitarra e programações), Rebecca Amar (voz e performance), Kim Coutinho (guitarra, piano e coros) e Emanuel Ramalho (bateria), este

projeto convida a conhecer uma parte do resultado dessas viagens, confraternizações e ressacas, de um recambolesco mas intenso percurso. De Valência a Lisboa.


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publicado por Carlos Gomes às 19:16
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SOCIEDADE FILARMÓNICA 1º DE DEZEMBRO DO MONTIJO DESFILA EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA DA RESTAURAÇÃO

A Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro, do Montijo é uma das orquestras filarmónicas que vai representar o Distrito de Setúbal no desfile de bandas que vai decorrer no próximo dia 29 de novembro, na avenida da Liberdade.

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Trata-se de uma grandiosa jornada patriótica evocativa da data da Restauração da Independência Nacional em 1640, cujas comemorações devem manter-se vivas sob a forma de celebrações populares.

A organização é da iniciativa do Movimento 1º de Dezembro e conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, da EGEAC e da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

Em relação à Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro, do Montijo, transcreve-se o respetivo historial:

“"Foi neste dia de glória que a 1º de Dezembro nasceu"

Assim dizem os dois primeiros versos do Hino "Saudação à 1º de Dezembro".

De Facto, a sociedade filarmónica 1º de Dezembro do Montijo foi fundada no ano de 1854, no dia 1 de Dezembro.

Ao longo destes 150 anos de existência conta com um longo e rico historial, incluindo valiosos galardões a premiar a notável vida artística da sua banda de Música, assim como inúmeras deslocações pelo país e estrangeiro.”

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publicado por Carlos Gomes às 13:39
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