Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores
Terça-feira, 31 de Maio de 2016
PAN PEDE MELHORIAS NA REGULAMENTAÇÃO DAS TERAPÊUTICAS NÃO CONVENCIONAIS
  • Existem inúmeras falhas na legislação que impedem o exercício e acesso funcional destas profissões
  • Projeto de Lei defende que as Terapêuticas Não Convencionais devem estar isentas de IVA, como acontece com a medicina convencional
  • Profissionais das TNC convocaram uma manifestação para amanhã, dia 1 de junho, às 12h00, em frente à Assembleia da República

O PAN, Pessoas-Animais-Natureza, apresenta amanhã uma iniciativa legislativa que procura complementar e melhorar o longo processo de regularização das terapêuticas não convencionais – TNC. Treze anos após a aprovação da lei que reconheceu o exercício profissional de terapêuticas alternativas à medicina convencional, existem ainda inúmeras falhas na legislação que impedem o exercício funcional destas profissões, a sua aprendizagem de forma estruturada e o acesso dos cidadãos a estas terapêuticas, que se tem vindo a intensificar. 

Os profissionais das TNC convocaram uma manifestação para amanhã, dia 1 de junho, às 12h00, em frente à Assembleia da República, com o mote “A saúde não paga IVA”, causa que será acompanhada pelo Deputado do PAN e que o partido tem defendido desde a sua génese, pretendendo que seja discutida no Parlamento no curto prazo.

Em Julho de 2015 o PAN aprovou, por maioria, na Assembleia Municipal de Lisboa, a criação do dia Municipal das Medicinas Naturais, sendo que a promoção da mudança de mentalidades e dinamização do reconhecimento e utilização das medicinas naturais é uma medida que consta do programa do partido.

“Reconhecemos que os avanços que têm sido feitos nesta área são bastante significativos, já que as TNC demoraram bastante tempo a ser regulamentadas, mas como qualquer processo de mudança existem muitas lacunas e resistências à concretização daquele que seria um cenário justo e razoável para todos os intervenientes. Principalmente na marginalização a que as terapêuticas não convencionais estão sujeitas pelo simples facto das prestações de serviços efetuadas pelos profissionais não estarem isentas de IVA, como acontece com a medicina convencional”, esclarece André Silva, Porta-Voz e Deputado do PAN.



publicado por Carlos Gomes às 15:05
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PAN APRESENTA BANDEIRAS DA CANDIDATURA ÀS ELEIÇÕES REGIONAIS DOS AÇORES
  • Apresentação da candidatura pelo porta-voz local na presença do Deputado do PAN a 4 de Junho, pelas 14h00, no Centro de Estudos Natália Correia
  • Dois dias – 4 e 5 Junho - de debates temáticos e visitas locais para fazer parte das soluções futuras da região
  • Medidas pretendem reforçar as questões da educação e da consciência para a gestão inteligente, justa e equilibrada dos recursos terrestres e marinhos

Nos próximos dias 4 e 5 de Junho o porta-voz e Deputado do PAN – Pessoas-Animais-Natureza na Assembleia da República, André Silva, junta-se ao candidato a Deputado Regional dos Açores e Porta-voz do PAN nos Açores, Pedro Neves, para a apresentação da candidatura do PAN. Em Outubro deste ano os açorianos elegerão os deputados para a nova Legislatura que resultará num novo Governo Regional.

A apresentação da candidatura decorre durante dois dias de debates temáticos e visitas locais do Deputado do PAN, que estará de visita à região em representação parlamentar, com o objetivo de reforçar o trabalho de proximidade com os cidadãos e para conhecer e debater in loco os seus desafios, partilhando visões que permitam ao PAN fazer parte das soluções futuras. O partido pretende trazer medidas, a nível global e local, que venham reforçar as questões da educação e da consciência para a gestão inteligente, justa e equilibrada dos recursos terrestres e marinhos.

4 de Junho

10h00, o Deputado André Silva e o Candidato Pedro Neves visitam a Quinta do Bom Despacho em Ponta Delgada.

14h00, o Centro de Estudos Natália Correia - Rua do Monte Fajã de Baixo, Ponta Delgada - recebe aConferência de Apresentação da Candidatura às Eleições com o lançamento das principais bandeiras do PAN Açores e com a apresentação dos objetivos gerais do programa

- 15h00 - debate “Direitos Humanos - Violência Doméstica e Trabalho Infantil”

5 de Junho

- 09h00 - André Silva irá mergulhar na área protegida do Parque Arqueológico Subaquático do Dori em São roque, perto do ilhéu de Rosto de Cão, num gesto simbólico que pretende alertar para a abundância de biodiversidade e riqueza natural que fazem dos Açores um destino privilegiado para muitos praticantes de mergulho.

- 15h00 - Debate: “ Glifosato - o Impacto na natureza e na população” – Possíveis soluções



publicado por Carlos Gomes às 11:34
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BANDA VIRCATOR APRESENTA ÁLBUM EM LISBOA

Vircator apresentam o álbum "At The Void's Edge", em Lisboa, dia 2 de Junho, no Lounge

Vircator, o quarteto space-rock de Viana do Castelo, apresenta-se ao vivo no Lounge, em Lisboa, na próxima quinta-feira, dia 2.

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Após o reconhecimento da crítica especializada, das apresentações no Porto, em Braga, e Viana do Castelo, e da digressão europeia por Espanha, França, Áustria, Alemanha, e Holanda, chega a vez de Lisboa assistir à apresentação do álbum "At The Void's Edge".

A entrada é livre... como as melhores coisas do mundo

“At The Void’s Edge” marca a estreia dos Vircator no formato de longa duração editado em Janeiro de 2016. Álbum que já se encontra distribuído internacionalmente pelas diversas plataformas digitais.

O projecto de post-rock experimental de Viana do Castelo, composto por Pedro Carvalho (voz e guitarra), Marcelo Peixoto (baixo), Paulo Noronha (bateria) e Gustavo Ribeiro (guitarra), apresenta sete novos instrumentais num álbum cinemático, com a produção cuidada de Marco Lima no estúdio Hertzcontrol, em Caminha. Desde a formação da banda em 2012, consta ainda da sua discografia o EP homónimo com quatro temas, editado em 2014, que anunciou ao mundo a entrada em cena dos rockers minhotos.

Do ponto de vista técnico os Vircator explicam “At The Void’s Edge”, desde o processo de composição à produção do álbum:

“As músicas foram compostas através de conversas das guitarras com o Pedro e o Gustavo, que depois comunicavam com o baixo e a bateria que são o motor e dão impulso às músicas. No fundo é assim que são feitas as músicas. Para quem não quiser acreditar, o álbum foi gravado live em 8 horas, com todos a tocar ao mesmo tempo, utilizando 2 ou 3 takes por músicas e depois foi só escolher qual o melhor”.

À medida que o álbum se vai desenrolando somos levados, e habilmente transportados por entre momentos mais atmosféricos e sofisticados, ora por outros de maior dinâmica e densidade.  Talvez por isso, “At The Void’s Edge” venha a sacudir-nos de um certo torpor quando o álbum termina agitado aos 33.22 com “Bismuth”, sétimo e último tema, sem que tenhamos dado pelo “The End” a sumir-se na tela à nossa frente.

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O trabalho de ilustração é da responsabilidade de Hanna Baer, uma referência da maior importância.

Comunicação: joaorolo@alatamusic.com/

938 486 035



publicado por Carlos Gomes às 01:40
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PORTUGUESES NO BRASIL FESTEJAM PORTUGAL



publicado por Carlos Gomes às 01:33
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TIME SHIFTER DESVENDAM NOVO SINGLE

As portuenses Time Shifter acabam de lançar “Crazy”. o segundo single extraído do intrigante EP de estreia “Even Dolls Can Wake Up From Their Porcelain Sleep”, editado digitalmente pela Music In My Soul em 2015.

Time Shifter_ promo

A dupla formada por Sónia Vicente e Raquel Devesa continua assim a assumir-se como uma proposta singular e irreverente do panorama luso, aliando uma forte estética visual a uma identidade sonora que conjuga elementos do trip-hop com uma boa dose de experimentalismo.

Há quem diga que existe por aí uma caixa que viaja no tempo para te encontrar. Há quem diga que quando a encontras, o tempo pára para te mostrar, que ainda há tempo para te encontrares. É o mote para uma performance multidisciplinar de 40 minutos onde o som, o

movimento, a luz, o cenário e as projeções multimédia se conjugam harmoniosamente em busca de uma nova identidade artística. O tempo pára e a caixa de música abre­se...

O projeto Time Shifter nasceu no Porto em junho de 2014 quando Sónia Vicente e Raquel Devesa decidiram fundir a sua paixão pela música dentro de uma caixa que viaja no tempo. Até que ponto um violoncelo, sons eletrónicos e voz conseguem encontrar­se no espaço­tempo das emoções para criar essa atmosfera musical?

Para além da viagem sonora entre o Trip­hop e o experimental, há uma preocupação constante em exprimir vários ambientes, quer seja com os cenários, quer seja com a teatralização da própria performance em palco.


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publicado por Carlos Gomes às 00:36
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PAPILLON APRESENTAM SINGLE DE ESTREIA

Os portuenses Papillon acabam de lançar o seu single de estreia intitulado “Engraçado (Já Não Há Pai P’ra Mim)”.

Papillon_ promo

Este é o primeiro cartão de visita de um projeto singular e irreverente que assume heranças do funk, jazz e swing em indelével embrulho pop, para conhecer mais a fundo no EP de estreia que editarão no segundo semestre deste ano.

Papillon é um laço. Ponto um. Ponto dois: também é um grupo de gente que faz música sem juízo. Os Papillon são feitos de gente e gostam de laços, porque os laços são coisas que ligam. Além disso os laços lembram qualquer coisa fora do tempo e os Papillon gostam disso: de não haver tempo, nem etiquetas, nem juízos. Nem juízo. Os Papillon são gente de laços. Com música de perder o juízo.

Compostos por Joana Manarte (voz), Pedro Silva (baixo), João Mascarenhas (teclas), Rui Ferreira (bateria), Raul Manarte (guitarra), Tiago Ferreira (trombone), Luís Macedo (trompete) e Pedro Gomes (saxofone)), estrearam-se ao vivo em 2014, no Porto.

Resultado de múltiplas influências estéticas, os Papillon proporcionam um espetáculo cheio de energia, significado e vitalidade, sendo comum o concerto acabar com o público a dançar. Os elementos da banda juntam-se trazendo a experiência de outros projetos, desde a música clássica ao jazz, dos blues ao funk, do pop ao rock, entre outros estilos, em trabalhos de composição, interpretação e performance.

Entre a sua estreia em palco no Plano B (Porto) e, mais recentemente, a passagem pela final do EDP Live Bands, têm tido concertos no Porto e em Guimarães, com destaque para o Hard Club, uma das principais casas de música ao vivo da Invicta. Também foram convidados para integrar o Porto Swing Jam por dois anos consecutivos, onde tiveram a oportunidade de participar num evento de Lindy Hop (novamente no Hard Club), em concertos pensados para dançar. A destacar também as atuações televisivas no Porto Canal e no palco do programa “Portugal 3.0” da RTP2.

As letras são um dos pontos fortes do projeto, chamando a atenção até do ouvido mais desatento e as reações dos ouvintes têm sido de surpresa e identificação com os textos e as músicas. No palco vê-se uma banda que transparece uma relação cúmplice entre os elementos e um compromisso comum: criar uma atmosfera positiva, contagiante e envolvente com o público e com a música.

Para o segundo semestre de 2016 está prometida a chegada do EP de estreia.


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publicado por Carlos Gomes às 00:31
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Segunda-feira, 30 de Maio de 2016
MOITA RECEBE BB BLUES FEST

BB Blues Fest em destaque na Maré Cheia de junho

O Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, recebe entre os dias 23 e 26 de junho, a 5ª edição do BB Blues Fest. Promovido pela Associação BB Blues Portugal, em parceria com a Câmara Municipal da Moita e a União de Freguesias da Baixa da Banheira e do Vale da Amoreira, este festival aposta, uma vez mais, na qualidade do seu cartaz, apresentando grandes nomes do Blues nacional e internacional. Conheça na Maré Cheia de junho o programa completo destes quatro dias dedicados ao blues.

Nas páginas da Maré Cheia, encontra ainda sugestões culturais e desportivas para toda a família e ainda propostas de leituras, música e cinema. Se ainda não sabe o que é o Street Workout, não pode perder o “Aqui Tão Perto” deste mês. Fique a saber onde pode encontrar os equipamentos de exercício ao ar livre – as estações de Street Workout – espalhados um pouco por todo o concelho.

Nos “Sabores & Saberes”, a Maré Cheia dá-lhe a conhecer quais os restaurantes e pratos que vai poder provar na Quinzena Gastronómica “Sabores de Cá”, que regressa ao concelho da Moita de 4 a 19 de junho.

A Maré Cheia está disponível em www.cm-moita.pt, em todos os equipamentos municipais, serviços públicos e nos postos aderentes. Se pretende receber a Maré Cheia em sua casa, todos os meses, contacte o Gabinete de Informação e Relações Públicas da Câmara Municipal da Moita, através do e-mail:informacao-rpublicas@mail.cm-moita.pt ou do telefone 212806715.



publicado por Carlos Gomes às 09:26
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Domingo, 29 de Maio de 2016
MINHOTOS EM LISBOA LEVAM FOLCLORE À ZONA HISTÓRICA DE BELÉM



publicado por Carlos Gomes às 16:12
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AMADORA FAZ ARRAIAL A SANTO ANTÓNIO



publicado por Carlos Gomes às 16:03
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PORQUE É O FOLCLORE TRATADO COMO O PARENTE POBRE DA NOSSA CULTURA?

O tratamento que em regra é dado ao folclore no nosso país traz-nos à lembrança a célebre história bíblica descrita no verso 19 do capítulo 16 do Evangelho Segundo São Lucas, no qual até as migalhas que caiam da mesa do rico eram recusadas ao pobre Lázaro. Com efeito, o folclore português é frequentemente tratado como o miserável mendigo a quem não é reconhecido suficiente mérito para poder participar condignamente na divulgação dos usos e costumes de antigamente – porque o folclore é a cultura do povo!

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Não são raras as autarquias locais que preferem contratar a peso de ouro, artistas estranhos à sua própria terra e à cultura das suas gentes, pese embora sejam tais gastos feitos á custa do dinheiro extorquido aos contribuintes, para seguidamente regatear os mais modestos apoios que lhes são solicitados pelos ranchos folclóricos para procederem às suas atuações, esquecendo que são estes constituídos precisamente pelo povo que com os seus impostos contribuiu para o lauto banquete para o qual convidaram os artistas vindos de fora.

Entendem geralmente que o folclore constitui na melhor das hipóteses uma cultura menor, uma espécie de substrato cultural ou, para sermos mais explícitos, “música para parolos”. Ignoram, no entanto, que foi nas tradições folclóricos do povo que os grandes compositores de todo o mundo se inspiraram para a criação das suas obras que os tornaram imortais. Trata-se de um desconhecimento que apenas se deve a preconceitos que lhes tolhem a inteligência e o raciocínio e que, não raras as vezes, os mantêm afastados do seu próprio povo.

Nas culturas de todos os povos, um pouco por toda a parte, foi na sua religiosidade ancestral que tiveram origem as atuais festas e romarias em torno das quais acrescentaram o comércio e o divertimento, ligando o sagrado ao profano. Jamais foi em torno de celebrações cívicas desprovidas de religiosidade que o povo ergueu as suas manifestações mais genuínas da cultura popular. As comemorações de natureza cívica e política apenas servem para preservar a memória dos cidadãos e elevar o seu sentido patriótico. Mas, as verdadeiras raízes da sua identidade mergulham nas suas crenças mais profundas e longínquas sobre as quais assentam as suas referências nacionais enquanto povo.

Por conseguinte, por mais artistas de renome que contratem à custa de avultadas verbas do erário público para promoverem espetáculos em relação aos quais o povo é apenas chamado a assistir, sem a cultura tradicional, as manifestações mais genuínas da cultura do povo entre as quais se inclui o folclore – sem a participação ativa e empenhada do próprio povo! – a festa jamais lhes dirá respeito e significado. Deixem, pois, de tratar o folclore como o parente pobre da nossa cultura e confiram aos ranchos folclóricos a dignidade que lhes é devida!



publicado por Carlos Gomes às 13:49
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FOLKLOURES’16 FEZ DESFILAR EM LOURES TRADIÇÕES DE VÁRIAS REGIÕES DO PAÍS

Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho possui projeto inovador: Encontro de Culturas “Verde Minho” deverá no próximo ano apresentar um novo formato sob a denominação oficial FolkLoures’17.

Terminou há instantes o FolkLoures’16 sob o ribombar do fogo-de-artifício que iluminou por breves minutos os céus da cidade de Loures com o seu colorido. Tendo como cenário a magnífica réplica da fachada das ruínas da igreja de S. Paulo, em Macau, vários grupos folclóricos representativos das tradições mais genuínas de diversas regiões do país exibiram no palco as suas danças e cantares tradicionais.

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Por diversas vezes, S. Pedro abriu as portas do céu para, em jeito de bênção, borrifar os ranchos em atuação com água da chuva mas nenhum desistiu da sua atuação e, com a maior dignidade, presentearam o público com a sua atuação, com redobrado esforço no cantar e maior cuidado no dançar. E o público não lhes regateou os aplausos e em todos os presentes e organizadores ficou um sentimento de gratidão. Após 23 edições do Encontro de Culturas “Verde Minho”, as sementes do FolkLoures estão lançadas!

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Subiram ao palco o Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, participam ainda no evento o Grupo de Bombos Zés Pereiras os Baionenses – Baião (Alto Douro); o Grupo de Bombos da Associação de Melhoramentos das Mercês – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclore da Aguçadoura - Póvoa de Varzim (Douro Litoral); o Rancho Folclórico As Vendedeiras Saloias de Sintra – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclórico D. Nuno Alvares Pereira -Leça do Balio – Matosinhos (Douro Litoral) e, naturalmente, o anfitrião Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – (Minho), sediado em Loures.

Antes, porém, teve lugar a cerimónia de entrega de lembranças que decorreu no Salão Nobre dos Paços do Concelho de Loures a que se seguiu o desfile etnográfico pelas artérias da cidade.

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Pela importância de que se reveste, registamos as palavras proferidas pelo sr. Teotónio Gonçalves, Presidente do Grupo Folclórico e Etnográfico “Verde Minho”, na sessão solene que teve lugar na Câmara Municipal de Loures:

“Em primeiro lugar, quero endereçar em nome do Rancho Folclórico Verde Minho e em meu próprio nome, a V.Exªs e a todos os presentes, as minhas mais cordiais saudações.

O Rancho Folclórico Verde Minho realiza hoje a 23ª edição do Encontro de Culturas que, a partir deste ano, passa simultaneamente a designar-se por FolkLoures.

Não se trata de uma mera operação publicitária mas da transformação dialética de um projeto que vem amadurecendo ao longo de duas décadas: o tempo percorrido impõe uma nova qualidade!

Esta iniciativa consiste na renovação de um projeto que, mantendo o objetivo de promover o Encontro de Culturas, passa a adquirir um carácter mais inclusivo a pensar nomeadamente nas comunidades que constituem atualmente o mosaico social do concelho de Loures.

Por outro lado, procura-se através deste evento projetar o concelho de Loures a nível nacional e até internacional como um palco privilegiado do folclore e das culturas tradicionais, contribuindo para a paz e amizade entre os povos.

Porém, para que se consiga realizar tal desiderato, o Rancho Folclórico Verde Minho espera poder vir a contar com a parceria da Câmara Municipal de Loures – mais do que o apoio que a autarquia jamais regateou a esta iniciativa, lançamos o repto para que, como parceiros neste ambicioso projeto, façamos de Loures uma referência internacional do folclore e da cultura tradicional. E, para começar, o Rancho Folclórico Verde Minho aceita integrar este evento nas Festas do Concelho de Loures!

Quero também deixar uma palavra de grande apreço aos presidentes das Juntas de Freguesia aqui presentes, ao representante da Federação do Folclore Português e…

A todos, o meu muito obrigado pela vossa presença e as manifestações de apreço que sempre nos têm dirigido.

- Muito obrigado!”

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publicado por Carlos Gomes às 03:13
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Sábado, 28 de Maio de 2016
PNR COMEMORA DIA DE PORTUGAL



publicado por Carlos Gomes às 13:39
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LOURES ESTÁ HOJE EM FESTA COM O BRILHO DO FOLCLORE



publicado por Carlos Gomes às 00:56
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HÁ 90 ANOS, TEVE INÍCIO EM BRAGA A REVOLUÇÃO NACIONAL QUE DERRUBOU A PRIMEIRA REPÚBLICA E ABRIU CAMINHO À INSTAURAÇÃO DO ESTADO NOVO

Passam precisamente 90 anos sobre a data em que um levantamento militar, então denominado por Revolução Nacional, derrubou o regime instaurado dezasseis anos antes e que, ao longo da sua curta existência, se caraterizou por uma grande instabilidade política e uma profunda crise económica.

Entre os protagonistas do movimento que em 1926 instaurou a ditadura militar contavam-se muitos republicanos que antes haviam participado na implantação da República, em 1910 e que apostavam agora na regeneração do próprio regime. Pese embora as semelhanças entre a situação vivida à época e as atuais circunstâncias não constituam mais do que meras coincidências, os acontecimentos que então se viveram não devem deixar de constituir um motivo de reflexão.

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As tropas sublevadas acamparam às portas de Lisboa. Foto: Fundação Mário Soares

“Em 28 de Maio de 1926 ocorre um levantamento militar no norte de Portugal, com o objectivo de tentar repor a ordem no país, que durante os últimos dois anos (desde 1924) está continuamente à beira da guerra civil.

Com um movimento sindicalista completamente controlado por sectores da esquerda anarquista, que provoca incidentes violentos, criam-se condições para a instalação de um regime de terror, em que os assassinatos e os atentados terroristas se sucedem todas as semanas.

A instabilidade política atinge uma situação de pré guerra-civil com confrontos entre unidades militares e com a sublevação de unidades do exército, nomeadamente da aviação do exército (na altura não havia Força Aérea).

A instabilidade generalizada atinge um ponto de ruptura e leva alguns dos principais comandos militares a uma revolta.

A revolução propriamente dita tem origem em Braga, a capital da província do Minho, uma das regiões mais povoadas de Portugal. O comando das operações é assumido pelo General Gomes da Costa, que chega à cidade na noite do dia 27.

A 28 de Maio, uma Sexta-feira é proclamado o movimento militar e inicia-se a movimentação de forças desde Braga para Lisboa. Ao longo do dia seguinte, Sábado, 29 de Maio, unidades militares de todo o país declaram o seu apoio aos militares golpistas, enquanto que em Lisboa a chefia da polícia também adere ao golpe.

Gomes da Costa comanda em Braga as forças do Regimento de Infantaria nº 8.

No entanto, opõem-se-lhe as forças comandadas desde o Porto pelo comandante da III Divisão do exército, Gen. Adalberto Sousa Dias, que manda as suas tropas avançar em direcção a Braga e assumir posições defensivas em Famalicão, a meio caminho entre o Porto e a cidade revoltosa.

Mas no dia seguinte, 29 de Maio, são anunciadas adesões ao golpe por parte de divisões militares com base em Vila Real, Viseu, Coimbra, Tomar e Évora (4ª Divisão), isolando as forças do Porto.

No Domingo, 30 de Maio o comandante da III Divisão anuncia que as suas forças também aderem ao golpe, deixando assim o caminho livre para as tropas de Gomes da Costa que marcham pelo Porto sem oposição.

O governo em Lisboa, verificando não ter qualquer capacidade para controlar a situação, apresenta a demissão ao Presidente da República Bernardino Machado.

Na Segunda-feira dia 31, o poder está formalmente nas mãos de Mendes Cabeçadas, com a resignação oficial de Bernardino Machado, embora nesse mesmo dia ainda ocorra a última sessão da Câmara dos Deputados e do Senado. O palácio de S. Bento, será encerrado na tarde dessa Segunda-feira pela GNR, e só voltará a receber deputados eleitos, 49 anos depois, em 1975.

Na Terça-feira, dia 1 de Junho, quatro dias depois de a coluna de tropas revoltosas ter saído de Braga, encontra-se em Coimbra, onde o líder da revolta militar declara a formação de um triunvirato governativo ao qual presidirá e que será também constituído por Mendes Cabeçadas e Armando Ochoa.

O movimento militar, transforma-se então numa autêntica revolução com a adesão de inúmeros sectores da sociedade portuguesa, desejosos de acabar com o clima de terror e violência que se tinha instalado no país.

No dia 3 de Junho, Quinta-feira, as tropas de Gomes da Costa chegam a Sacavém, e a situação aparece confusa, pois não há exactamente a certeza de quem deverá formar parte do novo governo. Entre as novas figuras, surge a do crucial Ministro das Finanças, um professor de Coimbra, que mais tarde assumirá a chefia do Governo, Oliveira Salazar.

No dia seguinte, Sexta-feira, 4 de Junho, o comando é transferido para a Amadora, onde chegam também forças da 4ª Divisão vindas de Évora.

No dia 7 de Junho de 1926, as várias colunas militares que entretanto se formaram efectuam uma parada militar em Lisboa que serve também como afirmação de força, na qual participam 15.000 homens.

A revolução implantou um regime militar que duraria formalmente até 1933, sendo seguido pela aprovação de uma nova Constituição e pela institucionalização do «Estado Novo», um regime autocrático em parte inspirado no movimento fascista italiano que tinha acabado de despontar em Itália, mas controlado pelos sectores católicos conservadores portugueses.

O regime implantado com a revolução de 28 de Maio, conseguiu recuperar da situação económica absolutamente caótica a que a chamada «República Laica» o tinha feito chegar após o golpe de 5 de Outubro de 1910.

No entanto, embora tivesse recuperado a economia do país, o regime implantado em 28 de Maio de 1926, entrou por sua vez (após o final da II Guerra) num lento processo de apodrecimento que acabaria por conduzir a um outro movimento de contornos idênticos, também dirigido pelos militares em 25 de Abril de 1974, que como o movimento de 28 de Maio, triunfaria por causa do enorme apoio que teve nas ruas.”

Fonte: http://www.areamilitar.net

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publicado por Carlos Gomes às 00:39
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Sexta-feira, 27 de Maio de 2016
PESCADORES PEREGRINAM A FÁTIMA

PESCADORES



publicado por Carlos Gomes às 22:00
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LOURES RECEBE GRANDE ENCONTRO DE CULTURAS – O FOLKLOURES’16

O Rancho Folclórico e Etnográfico “Verde Minho”, leva a efeito amanhã, dia 28 de Maio, na cidade de Loures, mais uma grandiosa edição do Encontro de Culturas Verde Minho – o FolkLoures’16.

O festival tem por cenário a magnífica réplica das ruínas da Igreja de S. Paulo, em Macau, a qual serviu de fachada ao Pavilhão de Macau na Expo’98. Naquele local desfilarão os usos e costumes das nossas gentes, exibindo as suas tradições, as danças e cantares, ao som da concertina e do cavaquinho e ao ritmo dos bombos e dos reco-recos, das castanholas e dos ferrinhos, mostrando como se canta e dança o vira e o malhão, a chula a rusga e a cana-verde.

Pelas 16 horas no Parque da Cidade, serão abertos os pavilhões, com artesanato e gastronomia do Minho, animados por vários grupos de tocadores em concertina.

Às 17,30 horas terá lugar a entrega de lembranças e imposição de insígnias nos estandartes dos grupos, em cerimónia solene a ter lugar nos Paços do Concelho onde serão recebidos pelos autarcas do município de Loures.

Às 21h00 horas, ocorrerá a exibição em palco, no Jardim da Cidade, dos grupos participantes.

Além do anfitrião, Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – (Minho), sediado em Loures, participam ainda no evento o Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, o Grupo de Bombos Zés Pereiras os Baionenses – Baião (Alto Douro); o Grupo de Bombos da Associação de Melhoramentos das Mercês – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclore da Aguçadoura - Póvoa de Varzim (Douro Litoral); o Rancho Folclórico As Vendedeiras Saloias de Sintra – Mem Martins, Sintra (Região Saloia) e o Rancho Folclórico D. Nuno Alvares Pereira -Leça do Balio – Matosinhos (Douro Litoral).

Constituído por minhotos e seus descendentes, o Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho conta mais de duas décadas de existência a representar na região de Lisboa os usos e costumes das gentes do Minho, contribuindo simultaneamente para a preservação da sua identidade.



publicado por Carlos Gomes às 21:55
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FADE IN REVELAM NOVO SINGLE

Os portuenses FADE IN acabam de desvendar “Save Our Souls”, o cativante segundo single do EP “Insane” que combina influências indie mergulhadas na pop/rock com que têm vindo a traçar o seu caminho.

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Este é já o segundo single retirado do último EP da banda, que chega agora ao mercado em formato CD depois de ter tido recentemente edição em formato digital.

FADE IN é um projeto original de música rock, formado em 2007 no Porto, por quatro músicos com experiências e diferentes estilos musicais, unidos sob uma substância comum: a paixão pela música.

A sonoridade da banda provém desta mesma mistura de estilos, que vão desde música tradicional portuguesa ao pop rock, combinando-se entre si e originando o som característico dos FADE IN.

A banda composta por Adriano Borges (voz e guitarra), João Baptista (bateria), Rui Reis (baixo) e Gil Garrido (guitarra solo e produção áudio) atuou ao longo dos anos em vários

espaços e eventos, entre os quais: Dolce Vita Bandcasting (finalistas no Porto), Rock Café Coimbra (semi-finalistas), Voltímetro Rock (2º lugar), no Pin Up, Breyner 85, Kastrus River, o Meu Mercedes, Dunas Bar, entre outros.

Em 2015 editaram o EP "Insane", composto por cinco temas, que pretende levar a banda para outros palcos e para outras etapas que permitam alcançar o reconhecimento tão desejado.


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publicado por Carlos Gomes às 21:33
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BOMBEIROS SAPADORES DE BRAGA DESTACAM-SE EM LISBOA NA PROVA DE “SUPER BOMBEIRO”

8ª Edição da Prova de Super Bombeiro 2016 - Twin Towers – Lisboa

Pelo segundo ano consecutivo, a Companhia de Bombeiros Sapadores de Braga esteve presente no 3º lugar do pódio por equipas da elite nacional de Bombeiros Profissionais na 8ª Edição da Prova de Super Bombeiro 2016 - Twin Towers – Lisboa. O destaque individual foi para o Bombeiro Ricardo Fernandes, que obteve o título de vice-campeão nacional no escalão B (25 andares) com 2min:26s.

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A Prova contribuiu, uma vez mais, para criar um ambiente competitivo único em Portugal entre as Companhias de Bombeiros. O evento é considerado de elite a nível nacional e consiste na subida de um edifício por caixa de escadas em que os Bombeiros, envergando o equipamento de protecção individual (EPI) e alimentados de ar por aparelho respiratório isolante de circuito aberto (ARICA), têm como objectivo a subida de um edifico no menor tempo possível.

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De sublinhar a notória melhoria dos tempos registados face a edições transactas, o que traduz a excelente condição física de todos os participantes, mas também, a normal e natural apetência pelo sucesso desta missão.

A Companhia de Bombeiros Sapadores de Braga participa também anualmente nas Provas de Bombeiro de Ferro a nível nacional.

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publicado por Carlos Gomes às 14:12
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Quinta-feira, 26 de Maio de 2016
O ESTADO PORTUGUÊS (AINDA) É LAICO?

“As igrejas e outras comunidades religiosas estão separadas do Estado e são livres na sua organização e no exercício das suas funções e do culto” – Artigo 41º, alínea 4 da Constituição da República Portuguesa

A insistência por parte da Câmara Municipal de Lisboa – visivelmente maior ainda do que da própria comunidade islâmica – na construção de uma mesquita na área da rua da Palma e da rua do Benformoso, junto à Mouraria e ao Largo do Martim Moniz, está a levantar uma grande celeuma que leva inclusivamente a questionar o princípio da laicidade do Estado português.

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Consagra a Constituição da República Portuguesa o princípio da separação da Igreja e do Estado. Porém, o financiamento público de um projeto que prevê a construção de um templo religioso, ainda que envolvendo obras sociais anexas ao mesmo, configura um tratamento privilegiado de uma religião em relação às demais. No caso em apreço, tal discriminação beneficia a religião islâmica que, em Portugal, representa apenas 0,5% da população.

Não é a liberdade religiosa que está em causa quando se questiona tal favorecimento de uma religião relativamente às demais confissões mas o respeito pela observação do princípio constitucional que garante a laicidade do Estado português.

Naturalmente, não vemos os apóstolos da laicidade agora insurgirem-se contra tal discriminação, porventura porque ela vai contra o Cristianismo em geral e a Igreja Católica em particular, desde sempre eleita como inimiga do progresso e como tal, alvo privilegiado das maiores perseguições desde os tempos da expulsão dos jesuítas.

Procuram que se esqueça que, apesar da indiferença dos tempos modernos, a esmagadora maioria dos portugueses professa o Cristianismo como religião, devendo-se a ele em grande medida a nossa matriz cultural e a construção dos alicerces da nossa civilização. E, mais ainda, os seus princípios nunca foram inibidores por parte de povos que se encontravam sob a bandeira portuguesa de professar diferentes religiões, como foram o caso dos muçulmanos na Guiné-Bissau, Índia Portuguesa e Moçambique.

Mas, chegados ao ponto em que um órgão da administração pública – uma autarquia local – coloca em causa o princípio da isenção relativamente às confissões religiosas, importa determinar que, a ser adotado por parte do Estado português uma religião oficial, essa deverá ser o Cristianismo e não outra qualquer porque é a religião maioritária e aquela que corresponde à nossa própria História e ao nosso padrão civilizacional, como é bem representado na bandeira nacional.

- Portugal (ainda) é dos Portugueses!



publicado por Carlos Gomes às 19:15
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ATOR MANUEL JOÃO VIEIRA ESTÁ EM FILMAGENS NO PARQUE EDUARDO VII

O ator Manuel João Vieira encontra-se neste momento em sessão de filmagens no topo do Parque Eduardo VII para a realização de mais um trabalho de ficção.

Amarrado a um candeeiro público e com os pés bem assentes numa papeleira, o ator incarna a personagem bíblica do ladrão que foi crucificado junto a Jesus Cristo, fazendo adivinhar mais uma sátira política inspirada nos evangelhos.

Numerosos populares aproximam-se com curiosidade para assistir à cena bizarra que está a ser rodada, contribuindo para a grande afluência de público a realização de mais uma edição da Feira do Livro de Lisboa, a escassas dezenas de metros daquele local.

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publicado por Carlos Gomes às 18:10
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PNR COMEMORA DIA DE PORTUGAL



publicado por Carlos Gomes às 15:00
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FOLKLOURES É O GRANDE FESTIVAL DE FOLCLORE DO CONCELHO DE LOURES



publicado por Carlos Gomes às 11:16
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Quarta-feira, 25 de Maio de 2016
PAN ESTÁ PREOCUPADO COM EFEITOS DA POLUIÇÃO MARÍTIMA NA PRESERVAÇÃO DA SARDINHA

PAN aborda o impacto da poluição marítima na saúde pública e a preservação dos stocks da sardinha

  • Recomenda ao governo que declare a costa portuguesa como Área de Emissões Controladas
  • Salvaguardar a saúde pública à semelhança do que foi feito por outros países da Europa
  • Recomenda ao governo que proceda à elaboração de estudo científico sobre as flutuações na abundância da sardinha
  • Variações na abundância da espécie constituem questões para as quais são necessárias respostas

O PAN – Pessoas - Animais - Natureza avança hoje com duas iniciativas legislativas. Por um lado, recomenda ao governo que declare a costa portuguesa como Área de Emissões Controladas, por uma diminuição significativa da poluição atmosférica costeira, uma redução dos custos humanos para as populações, com impactos positivos na saúde pública e financeiros para o Estado. Por outro lado, recomenda ao governo que proceda à elaboração de estudo científico sobre as flutuações na abundância da sardinha.

A velocidade a que se têm acelerado as transações internacionais de mercadorias obriga a que mais e maiores navios naveguem os mares, com elevado impacto na sustentabilidade do planeta. A costa portuguesa é uma das costas mais frequentadas e congestionadas do mundo e, por consequência, uma das que maior poluição atmosférica apresenta. O impacto da poluição atmosférica na saúde pública mantém-se elevado em toda a Europa, mas está a diminuir em geral por via da regulamentação europeia para o controlo das emissões gasosas de fontes de emissão terrestres. No entanto, as emissões gasosas devidas ao aumento do tráfego marítimo internacional nas costas europeias continuam a aumentar, gerando impactos na saúde pública das populações costeiras em diversos países, nomeadamente cancro, asma, ataques cardíacos e mortalidade prematura.

As emissões de partículas emitidas pelos navios a nível mundial têm impactos na saúde. Calcula-se que as despesas de saúde na Europa devidas à contribuição das emissões de poluentes originadas pelo Shipping deverão aumentar dos 7% em 2000, ou seja, € 58,4 mil milhões de euros, para 12% em 2020, atingindo um valor de cerca de € 64,1 mil milhões de euros.

De forma a mitigar o impacto das emissões gasosas originadas pelos navios, vários países da Europa (Reino Unido, Alemanha, França, Bélgica, Dinamarca, Suécia, Finlândia, Estónia, Letônia, Lituânia, Polônia e Alemanha), implementaram Áreas de Emissões Controladas (designadas de modo abreviado por ECA’s), só podendo circular na sua costa os navios que navegam a gasóleo (com baixo teor de enxofre) ou a combustível pesado (Heavy Fuel Oil) desde que com sistemas de tratamento de gases.

Em Portugal, não existem indicadores estatísticos que permitam aferir qual o número de óbitos relacionados com as patologias diretamente associadas às emissões de partículas, pela queima de combustíveis. Dado o elevado tráfego de navios ao longo da costa nacional, com tendência clara para aumentar ainda mais, pelo menos até 2020, e dado que tal facto acarreta custos humanos é necessário atuar para contrariar a atual situação, pelo que a declaração de toda a costa portuguesa como zona de emissão controlada, à semelhança do que foi feito por outros países para melhorarem a qualidade do ar, seria um primeiro passo bastante relevante.

Por outro lado, a sardinha, a espécie mais capturada em Portugal, tem apresentado flutuações periódicas na sua abundância, não se conhecendo a causa ou causas para esse facto. Até 2011, as capturas de sardinha situavam-se acima das 50 mil toneladas, iniciando-se após aquele ano uma quebra acentuada.

Segundo a Nota de Imprensa sobre “Campanha da Sardinha em 2016” divulgada pelo Gabinete da Ministra do Mar, foi determinada a realização de um cruzeiro científico sobre a sardinha, tendo os dados apurados demonstrado um aumento da biomassa de sardinha, ou seja, cada vez existem menos sardinhas e um aumento considerável do recrutamento, ou seja, não estão a nascer sardinhas. Assim, foi determinado como limite de capturas as 10 mil toneladas até Julho, sendo esperado pelo Governo que os níveis de captura sejam revistos em alta, o que permitirá atingir as 19 mil toneladas até ao final do ano. As variações na abundância desta espécie constituem questões para as quais tem que se saber dar resposta. É necessário conhecer cientificamente e de modo aprofundado a espécie, para melhor compreender os efeitos das pressões antropogénicas e ambientais sobre os organismos e o ambiente marinho em geral.



publicado por Carlos Gomes às 15:18
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ANA LAÍNS REALIZA CONCERTO EM CONSTÂNCIA

Concerto Fadoando em Constância - Ana Laíns convida Mafalda Arnauth e Maria Ana Bobone

Este concerto acontece no âmbito das Pomonas Camonianas e das Comemorações do Dia de Portugal e das Comunidades portuguesas, sendo uma aposta da Câmara Municipal de Constância. Ana Laíns convida Mafalda Arnauth e Maria Ana Bobone

A Fadoando é uma associação cultural sem fins lucrativos, que nasce da convicção da cantora Ana Laíns, sobre a necessidade de fundir o conceito de Cultura com Filantropia e Eu Colectivo. Todos os dias dezenas de cantores, músicos, e artistas de uma forma geral, são convidados a cantar graciosamente pelas mais diversas causas. Porém, e numa altura em que as necessidades de todos nós se confundem, não me parece justo que a comunidade artística portuguesa deva oferecer o que tem para vender, e que é, de resto a sua forma de sustento.

Complementando esta ideia, existe também a certeza que cultivar pessoas, é principalmente, educá-las, sensibilizá-las e torná-las melhores seres humanos. A arte é o alimento da alma. Uma alma bem “alimentada” , é uma alma com maior capacidade para co-habitar, partilhar e respeitar o conceito de Eu Colectivo, ou cuidado com os outros!

Partindo do ideal que a Cultura e a Filantropia devem caminhar de mãos dadas, e tornar-se sustentáveis de uma forma que não pese a Artistas, Instituições e Estado, propomos às autarquias, associações, comissões de festas e outras instituições, que têm responsabilidade com a programação cultural nos seus municípios, e têm a seu cargo a gestão dos dinheiros para viabilizar estes calendários culturais (Festas do Município, Feiras, programação dos seus espaços culturais), que se associem à Fadoando, programando em parceria, e de forma a assegurar que uma parte desses orçamentos, será disponibilizada para dar assistência, nas mais diversas frentes, na resolução parcial ou total das dificuldades de associações ou particulares do seu Município. A direcção dessa ajuda será sempre discutida entre o promotor e a Fadoando


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publicado por Carlos Gomes às 10:07
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Terça-feira, 24 de Maio de 2016
BRAVE SOUL: A NOVA SALA DE EVENTOS LISBOETA

Está prestes a nascer uma nova sala de eventos e espetáculos na área de Lisboa, mais propriamente na zona de Sintra. A Music In My Soul que atua nas áreas de agenciamento e produção de eventos, detida pela Rhodes Entertainment - empresa fundada pelo empresário Carlos Vieira – em parceria com a holding Brave Generation - fundada pelo empresário Tim Vieira (conhecido pela sua participação no programa “Shark Tank”) e da qual faz parte ainda o empresário e administrador Rafael Nacif – uniram-se para criar a Brave Soul.

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Localizado na freguesia de São Marcos, Cacém, este novo espaço multifacetado pretende ser mais do que uma mera sala de concertos, contando com uma programação diversificada capaz de atrair os mais diferentes visitantes, sendo o primeiro em Portugal a congregar concertos, conferências de desporto e conferências empresariais.

O anfiteatro da Brave Soul dispõe de um acolhedor espaço lounge com lotação para 200 pessoas, um bar incluído e um parque de estacionamento adjacente preparado para albergar até 50 veículos.

Aberta ao público de Terça a Sábado, a sala funcionará com o seguinte programa:

Terças e Quartas – Conferências desportivas dedicadas essencialmente ao universo do futebol, com a participação de figuras de renome da área.

Quintas- Palestras empresariais que visam o empreendedorismo.

Sextas e Sábados – Espetáculos musicais com um espetro abrangente de artistas nacionais e internacionais.

Mais informações disponíveis em: www.bravesoul.info


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publicado por Carlos Gomes às 23:49
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MUSEU BORDALO PINHEIRO COMEMORA UM SÉCULO DE EXISTÊNCIA

O Museu Bordalo Pinheiro celebra em 2016 o seu primeiro centenário.

E nada melhor que começar as comemorações com uma exposição que põe Rafael Bordalo Pinheiro frente a frente com a maior pintora portuguesa viva.

Paula Rego sempre assumiu a sua admiração pela obra de Bordalo e, por isso procurámos recriar na exposição os Diálogos Imaginados que poderiam ter acontecido entre os dois.

Vai ser no dia 26, 5ª feira (feriado do Corpo de Deus), às 11 horas, no Museu Bordalo Pinheiro.

Na mesma altura Paula Rego vai receber das mãos do Presidente da Câmara de Lisboa, Fernando Medina, a Medalha de Honra da Cidade.

Convite


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publicado por Carlos Gomes às 23:22
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PAN QUER EMENTAS VEGETARIANAS NAS CANTINAS PÚBLICAS

PAN leva inclusão de opção vegetariana em todas as cantinas públicas a debate no Parlamento

  • Inclusão de uma alternativa vegetariana em todas as cantinas públicas, debatida a 16 de Junho,tem motivações de saúde, ética, ambientais, pedagógicas e inclusivas
  • Petição entregue recolheu mais cerca de 15.000 assinaturas que pedem resposta a uma necessidade que o país precisa acompanhar
  • Fim da discriminação das crianças e jovens que já seguem este tipo de alimentação

O PAN – Pessoas- Animais- Natureza avança hoje com o seu terceiro agendamento potestativo, ou seja, o momento na atual sessão legislativa em que é possível ao partido marcar o debate em plenário. O tema escolhido é a inclusão de uma opção vegetariana em todas as cantinas públicas e será debatido no parlamento no dia 16 de Junho.

O crescente interesse dos cidadãos pelas dietas vegetarianas e a procura de alternativas alimentares saudáveis tem estimulado a oferta que cada vez mais apresenta opções vegetarianas mais acessíveis e próximas. As perspetivas são que cada vez mais pessoas procurem estas opções, devendo aumentar a procura não só por pessoas que sigam uma dieta vegetariana mas também por outras pessoas.

Em Março deste ano deu entrada na Assembleia da Republica uma petição pela inclusão de opções vegetarianas nas escolas, universidades e hospitais portugueses. Das cerca de 15.000 assinaturas recolhidas, foram validadas e hoje entregues cerca de 12.000, que representam a vontade de muitos portugueses que, por opção ou necessidade, motivados por aspetos éticos, ecológicos ou de saúde, seguem regimes de alimentação que diferem da norma, nomeadamente uma alimentação vegetariana.

A alimentação tem evidente impacto na nossa saúde. A Direcção Geral de Saúde publicou inclusive em 2015 “As linhas de orientação para uma alimentação vegetariana saudável”, no âmbito do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável, onde claramente reconhece os benefícios de uma alimentação baseada em produtos de origem vegetal.

Relativamente às condições necessárias para adotar uma dieta vegetariana, Portugal possui condições que beneficiam esta escolha, já que possui uma produção vegetal de elevada qualidade, com variedade sazonal e diversificada. A nossa tradição gastronómica baseia-se em produtos de origem vegetal, que vão desde a sopa de hortícolas a uma grande variedade de frutas, passando ainda pelo pão e pelo azeite.

No que diz respeito aos motivos ambientais, as escolhas alimentares têm um impacto na natureza, este pode ser mais ou menos negativo conforme o tipo de alimentação que se faz. Recentemente, a Organização das Nações Unidas voltou a insistir na promoção e utilização do termo “Dieta Sustentável”, conceito que reflete o desenvolvimento de padrões alimentares saudáveis para os consumidores mas também para o Ambiente. Assim, uma Dieta Sustentável “deve ter um baixo impacto ambiental contribuindo para padrões elevados de segurança alimentar e de saúde das gerações futuras”.

A oportunidade para a inclusão de uma alternativa vegetariana em todas as cantinas públicas tem várias motivações, não só uma função pedagógica, fazendo com que mais pessoas tenham contacto com este tipo de dieta e quais as suas vantagens; motivos ambientais; motivos de saúde mas também para impedir a discriminação das pessoas que já seguem esta dieta mas que dificilmente conseguem fazer uma refeição fora das suas casas. Esta questão torna-se especialmente relevante quando se tratam de crianças e jovens, os quais são também cada vez mais a seguir este tipo de alimentação e sentem-se muitas vezes discriminados nas escolas, pelos colegas, professores, auxiliares, por comerem comida diferente, necessariamente trazida de casa. Com a introdução desta opção nas escolas, essa discriminação deixa de existir e as restantes pessoas passam a encarar este tipo de alimentação com normalidade. É importante que sejam asseguradas as condições para que todos possam seguir as suas dietas sem qualquer tipo de discriminação mas também é de extrema importância informar e sensibilizar as pessoas para o impacto que a sua alimentação tem na natureza mas também na sua própria saúde.



publicado por Carlos Gomes às 18:22
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Segunda-feira, 23 de Maio de 2016
FOLKLOURES’16 É O FESTIVAL DA PAZ E AMIZADE ENTRE OS POVOS

O Rancho Folclórico e Etnográfico “Verde Minho”, leva a efeito no próximo dia 28 de Maio, na cidade de Loures, mais uma grandiosa edição do Encontro de Culturas Verde Minho.

O festival tem como cenário a magnífica réplica das ruínas de S. Paulo, em Macau, a qual serviu de fachada ao Pavilhão de Macau na Expo’98. Naquele local vão desfilar os usos e costumes das nossas gentes, exibindo as suas tradições, as danças e cantares, ao som da concertina e do cavaquinho e ao ritmo dos bombos e dos reco-recos, das castanholas e dos ferrinhos, mostrando como se canta e dança o vira e o malhão, a chula a rusga e a cana-verde.

Pelas 16 horas no Parque da Cidade, serão abertos os pavilhões, com artesanato e gastronomia do Minho, animados por vários grupos de tocadores em concertina.

Às 17,30 horas terá lugar a entrega de lembranças e imposição de insígnias nos estandartes dos grupos, em cerimónia solene a ter lugar nos Paços do Concelho onde serão recebidos pelos autarcas do município de Loures. Às 18,00 horas, dar-se-á início ao Desfile Etnográfico a partir do largo fronteiro aos Paços do Concelho, rumo ao Jardim da Cidade. Às 19,00 horas, os grupos realizam um Jantar convívio no Restaurante CopaCabana. E, finalmente, às 21,00 horas, ocorrerá a exibição em palco, no Jardim da Cidade, dos grupos participantes.

Além do anfitrião Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – (Minho), sediado em Loures, participam ainda no evento o Rancho Folclórico “Os Moleiros da Ribeira”, de Olival, o Grupo de Bombos Zés Pereiras os Baionenses – Baião (Alto Douro); o Grupo de Bombos da Associação de Melhoramentos das Mercês – Mem Martins, Sintra (Região Saloia); o Rancho Folclore da Aguçadoura - Póvoa de Varzim (Douro Litoral); o Rancho Folclórico As Vendedeiras Saloias de Sintra – Mem Martins, Sintra (Região Saloia) e o Rancho Folclórico D. Nuno Alvares Pereira -Leça do Balio – Matosinhos (Douro Litoral).

Constituído por minhotos e seus descendentes, o Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho conta mais de duas décadas de existência a representar na região de Lisboa os usos e costumes das gentes do Minho, contribuindo simultaneamente para a preservação da sua identidade.



publicado por Carlos Gomes às 23:27
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PESCADORES PEREGRINAM A FÁTIMA

PESCADORES



publicado por Carlos Gomes às 23:09
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OEIRAS APRESENTA POLIFONIAS E MONODIAS NO CANTO TRADICIONAL DE MULHERES

FIOS QUE TECEM A FALA DAS MULHERES

Um grupo de jovens mulheres decide aprender e reencontrar um canto primevo de muitas sonoridades. Assim nasce o Cramol em 1979.

Cantam o que herdaram. Um canto que nasce da terra, da natureza, do trabalho, da morte e da vida, de ritos ancestrais a que as mulheres quiseram e souberam dar voz. São falas onde se inscreve o traço da tradição.

Fazem-no sobretudo por gosto e por uma vontade partilhada de salvaguardar as raízes, de preservar e de valorizar essa cultura no presente. É este o trabalho há mais de 35 anos!

Representa um movimento de cidadania, um modo de intervenção social na reconstrução humana do espaço que habitamos dando voz às “vozes de nós”.

O património comum, a sua partilha e reflexão, são a razão de ser destes encontros. Com eles procuramos novos trilhos que outros olhares nos podem revelar. Alicerçados no ciclo da natureza, fiando e desfiando fios, teceremos as falas ou o canto que na recreação presente se faz futuro.

Serão quatro encontros anuais, como quatro são as estações do ano. Começa-se com a Primavera – tempo da renovação.

Em cada um desses encontros, haverá um momento para ouvir e melhor tentar entender os cantares próprios ao ciclo e um outro, mais livre, onde um mundo de abordagens é possível. Em cada um serão dois convidados, um para abordar o aspecto musical e o outro para o contexto em que este canto habita, feito de quotidiano, história e criação. Sempre que possível, em cada encontro participará uma mulher e um homem.

Os nossos primeiros convidados, neste ano, foram escolhidos por estarem entre os que melhor conhecem o Cramol e o seu trabalho, desde os primeiros anos da sua existência. (CRAMOL)

CICLO DA PRIMAVERA: TEMPO PRIMEIRO |TEMPO DE RENASCER

Maio 24 – terça - Feira: 21:15

Ana Paula Guimarães e Rui Vaz

Ana Paula Guimarães, professora Associada, doutorada em Estudos Portugueses, especialidade de Literatura Oral e Tradicional. Criou em 1979 e dirigiu até 2015 o IELT, agora denominado Instituto de Estudos de Literatura e Tradição, da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas.

Rui Vaz, um apaixonado pela música tradicional, dirigiu artisticamente o Cramol desde primeira hora e durante 12 anos. É membro dos Gaiteiros de Lisboa.

CICLO DO VERÂO: TEMPO DE AMADURAR | TEMPO DE FOLIA

Junho 21 – Segunda-Feira: 21:15

Rosário Pestana e Luís Pedro Faro

CICLO DO OUTONO: TEMPO DE COLHER | TEMPO DE GUARDAR | TEMPO DE OCASO

Setembro

CICLO DO INVERNO: TEMPO DE AUSÊNCIA |TEMPO DE RECATO |

Dezembro



publicado por Carlos Gomes às 22:25
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FADISTA TELMO PIRES LEVA O FADO EM DIGRESSÃO AO ESTRANGEIRO

“Ser Fado” em Digressão no Estrangeiro

Depois de concertos de assinalável sucesso em Lisboa – Museu do Fado e Casino de Lisboa – e em Berlim – na Igreja do Apóstolo Paulo –, o fadista Telmo Pires vai continuar a apresentar o seu novo álbum, “Ser Fado”, em Gibraltar, na Letónia, na Lituânia e de novo na Alemanha. Porque, se Telmo Pires é em disco o fadista com características ímpares que já muitos de nós conhecemos, em palco ainda se transcende mais, fruto de um carisma, de um magnetismo, de uma espontaneidade e de um arrojo raros no meio actual do fado.

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A primeira etapa desta digressão começa na península britânica de Gibraltar, encravada no sul de Espanha, com um concerto dia 17 de Junho na St. Michael's Cave. Em Agosto, Telmo Pires dá quatro concertos na Lituânia: dia 4 em Šiauliai, na Chaimas Frenkelis Villa; dia 5 em Kaunas, no Pažaislis Festival; dia 6 em Šakiai, no Beatrices Vasaros Festivalis; e dia 7 em Vilnius, no Christopher Summer Festival. Já em Setembro, o fadista canta de novo na Alemanha, dia 10, em Essen, no Teatro Zech Carl, e dia 11, em Dresden, na Kleines Haus, enquanto no dia 12 do mesmo mês actua em Riga, capital da Letónia, no Great Guild Hall.



publicado por Carlos Gomes às 19:59
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FRED MARTINS EM DVD E CONCERTOS NO BRASIL

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Fred Martins, cantor e compositor brasileiro que lançou  recentemente em Portugal o álbum “Para Além do Muro do Meu Quintal”, está de volta ao Brasil para a promoção e lançamento de um DVD retrospectivo da sua carreira,  “A Musica é o meu País”, produzido pelo Canal Brasil, assim como para a realização de alguns concertos:

22 de Maio - São Paulo (Virada Cultural)

14 de Junho - Teatro Paiol, Curitiba

15 de Junho - Livraria Cultura, Curitiba

16 de Junho – Antonina

23 de Junho - Teatro da UFF, Niterói

26 e 27 Julho - Porto Alegre

O primeiro álbum de Fred Martins editado na Europa, “Para Além do Muro do Meu Quintal” -- com temas de sua autoria, muitos deles anteriormente interpretados por grandes nomes da MPB como Ney Matogrosso, Maria Rita e Zélia Duncan, entre outros, e que conta com participação especial da cantora cabo-verdiana Nancy Vieira no tema “O Samba me Diz” -- será  igualmente apresentado em Portugal no último trimestre deste ano em datas a anunciar.

Fred Martins regressará ao nosso país no final do mês de Junho para dar continuidade à promoção e divulgação do CD “Para Além do Muro do Meu Quintal”, que tem tido  grande aceitação por parte do público português.



publicado por Carlos Gomes às 19:55
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FOLCKLOURES JÁ É UM DOS MAIORES FESTIVAIS DE FOLCLORE DA REGIÃO DE LISBOA



publicado por Carlos Gomes às 00:49
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Domingo, 22 de Maio de 2016
FOLCLORE DESFILA NAS FESTAS DE NOSSA SENHORA DA ROCHA EM LINDA-A-PASTORA

Os minhotos radicados na região de Lisboa levaram consigo as concertinas, o folclore e a alegria até à festa de Nossa Senhora da Rocha, no concelho de Oeiras. No âmbito daquelas festividades, o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega organizou hoje uma Mostra de Folclore que contou também com a participação do Rancho Folclórico da Casa do Povo de Salvaterra de Magos em representação do Ribatejo, do Grupo Etnográfico da Região de Coimbra representando a Beira Litoral, do Grupo Folclórico “Os Saloios” da Póvoa da Galega e do Rancho Folclórico “Flores da Beira” constituído por gente de Lafões que vive no concelho de Oeiras.

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Às portas de Lisboa respira-se ainda o ar campestre de outros tempos, em torno do Santuário de Nossa Senhora da Rocha, trazendo à lembrança o tipicismo de outrora de uma das mais concorridas festas da região saloia.

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Remonta aos começos do século XIX a descoberta por um grupo de crianças de uma gruta natural na serra de Carnaxide e, no seu interior, uma pequena imagem de Nossa Senhora à qual deram o nome de Nossa Senhora da Conceição da Rocha.

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Conta-nos o escritor Thomaz Ribeiro na sua obra “A Rocha, poemeto-prologo do poema inédito O Mensageiro de Fez” que “No dia 28 de maio de 1822, perseguindo um coelho que alli se escondera, entraram na gruta do Jamor percorrendo de rastos a furna por onde elle entrára, sete rapazes que andavam brincando e chapinhando nas margens e nas ilhotas de Jamor. Os seus nomes são: Nicoláo Francisco, Joaquim Nunes, Joaquim Antonio da Silva, Antonio de Carvalho, Diogo, José da Costa e Simão Rodrigues. Os mais novos tinham 11 annos, 15 os mais velhos. Entrando e recuando apavorados, no que levaram longo tempo, conseguiram emfim chegar onde puderam erguer se e respirar. Sondando e apalpando acharam e tomaram nas mãos ossos humanos como poderam verificar quando voltaram ao rio. As familias que ha muito os esperavam em suas cazas não receberam bem os retardatarios e não crêram mesmo na historia phantastica do descobrimento.

No dia seguinte porém começou de levantar-se e avolumar-se nos differentes logares donde eram naturaes os pastoritos, o boato da existencia d’uma gruta desconhecida, e a apresentação dos ossos e a insistencia dos exploradores foi firmando, se não certezas, desejos de apurar a verdade. No dia 30 bastantes pessoas acompanhando os retardatarios da ante-vespera ao rio, abrindo as franças dos salgueiros acharam uma lura na grande rocha que se afundava no Jamor.

Não ousaram porém aventurar-se, os mais prudentes; mandaram entrar os rapazes com ordem de trazerem outros ossos. Era a prova evidente de que elles disseram a verdade. E desde que a conheceram destinaram para o dia 31 procurar com luz que dentro accenderiam, o que podesse achar-se na gruta onde era certo haver estado gente. No dia 31 foram pois, com tochas, para dentro serem accendidas. Entraram na frente os sete moços, lá d'outros acompanhados, e accesa uma tocha, encontraram a pequenina imagem da Virgem”.

À semelhança de outras romarias da região outrora bastante concorridas e da qual destacamos as que na localidade de Belas eram dedicadas ao Senhor da Serra, as festas de Nossa Senhora da Rocha entraram em declínio e deixaram inclusive de realizar-se durante largos anos. Mas, qual Fénix das cinzas renascida, eis que renascem, adquirindo de novo fama e cada vez maior aderência, concorrendo para o seu êxito os minhotos que vivem na região ombreando com as gentes locais, anunciando para o próximo ano mais uma edição desta Mostra de Folclore.

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publicado por Carlos Gomes às 22:41
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Sábado, 21 de Maio de 2016
OLIVENÇA É TERRITÓRIO PORTUGUÊS ILEGALMENTE OCUPADO POR ESPANHA

Em 20 de Maio de 1801 Olivença foi tomada pelas tropas do exército espanhol. Desde lá, A NOBRE, LEAL E NOTÁVEL VILA DE OLIVENÇA encontra-se, sequestrada pelo país vizinho.

Ocupação contestada desde que regressou a paz à Europa após a tempestade napoleónica, e que, como recordava recentemente um jornal britânico, constitui um dos últimos litígios fronteiriços pendentes na actual Europa Comunitária.

Percebendo a delicadeza que a Questão de Olivença apresenta no relacionamento peninsular, o Grupo dos Amigos de Olivença entende que só a assunção frontal, pública e desinibida do diferendo pelo Estado português, colocando-a na ordem do dia e inserindo-a na agenda diplomática luso-espanhola, permitirá ultrapassa-la a contento dos interesses nacionais.

Esta é uma data de contradições na Histórica de Portugal. Também hoje se assinala a data em que se formou o Estado independente de Timor-Leste. Tal como Timor Lorosae afastou o ocupante estrangeiro e iniciou a construção do seu próprio Estado, reservando à língua portuguesa uma particular importância, também Olivença há-de obter Justiça, resgatando a sua Identidade, a sua História e a sua Liberdade, reencontrando-se com a Cultura e a Língua de Camões!

Por estas razões, e confiando que as Autoridades nacionais saibam tomar as medidas necessárias à defesa do Direito, da dignidade e dos interesses nacionais, o Grupo dos Amigos de Olivença exorta os portugueses, detentores da Soberania, a sustentarem com veemência a devolução do território oliventino.

Contra o silêncio e a indignidade, um passo por Olivença

Lisboa, 20 de Maio de 2015.

A Direcção do Grupo dos Amigos de Olivença

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publicado por Carlos Gomes às 21:27
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FESTA DA SENHORA DA ROCHA EM CARNAXIDE APRESENTA MOSTRA DE FOLCLORE



publicado por Carlos Gomes às 10:02
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Sexta-feira, 20 de Maio de 2016
PARLAMENTO APROVA PROPOSTA DO PAN SOBRE DISTÂNCIA PERCORRIDA PELOS ALIMENTOS
  • Parlamento aprovou unanimemente a proposta do PAN que recomenda ao Governo estudo sobre o impacto ambiental da distância percorrida pelos alimentos
  • Alimentação é o ponto de partida para a resolução de muitas questões de saúde e ambientais
  • Foi também aprovada a implementação daRecomendação da Comissão Europeia relativa às normas mínimas de proteção e bem-estar de suínos

O parlamento aprovou hoje por unanimidade o Projeto de Resolução do PAN que recomenda ao Governo a elaboração de um estudo nacional sobre o impacto da distância percorrida pelos alimentos desde o local de produção ao consumidor final, com base na premissa de que a alimentação produzida pelo sistema convencional “quilométrico” utiliza 4 a 17 vezes mais combustível e dióxido de carbono. Os “alimentos viajantes” geram quase 5 milhões de toneladas de CO2 por ano, contribuindo para o agravamento das alterações climáticas. Para além disto, uma alimentação feita com produtos nacionais e, preferencialmente, locais, possibilita o consumo de alimentos frescos, saudáveis e com menos conservantes e aditivos químicos.

Estima-se que, atualmente, a maioria dos alimentos do mundo viaja em média cerca de 5000 quilómetros desde o local de produção até ao local de consumo. A uniformização e globalização da agricultura tem impactos negativos a vários níveis, nomeadamente ambientais, económicos, culturais e de saúde e segurança alimentar. A alimentação é o ponto de partida para a resolução de muitas questões de saúde e ambientais. “Se tivermos uma alimentação mais correta, vamos ter menos doentes, menos medicamentos e menos despesa, logo, vamos ter um SNS mais sustentável. A prevenção primária faz-se muito por via da alimentação,” recorda André Silva, Deputado do PAN.

Já o projeto de resolução do PAN – Pessoas-Animais-Natureza que recomenda ao Governo a adoção da Recomendação (EU) 2016/336 da Comissão, que é relativa às normas mínimas de proteção de suínos e prevê a implementação de medidas destinadas a reduzir a necessidade de corte de cauda destes animais, foi aprovado com os votos contra de CDS e PSD, a abstenção do PCP e votos a favor do PAN, PS, PEV e BE.

Em causa estão práticas comuns associadas à indústria da suinicultura que, para evitar mordeduras e outros vícios que os suínos adotam tem por hábito aplicar o corte das suas caudas. A explicação para este hábito é simples: estando os suínos confinados a espaços reduzidos e sem recursos de enriquecimento ambiental, ou seja, sem qualquer espaço ou elementos naturais de interação, acabam por morder as causas dos restantes numa resposta imediata ao stress e desgaste a que são sujeitos todos os dias.



publicado por Carlos Gomes às 23:33
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Quinta-feira, 19 de Maio de 2016
LISBOA RECEBE FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO

Feira Internacional do Artesanato conta na sua 29ª edição com Alto Patrocínio do Presidente da República

De 25 de Junho a 3 de Julho a FIL, Fundação AIP, organiza a Feira Internacional de Artesanato e, pelo primeiro ano, conta com o Alto Patrocínio do Presidente da República. A maior festa intercultural na Península Ibérica e a segunda maior da Europa, organizada pela Fundação AIP com o apoio do IEFP, e que durante a sua história tem promovido todas as regiões e suas culturas, mobilizando as especificidades locais em prol do desenvolvimento nacional e crescimento económico, congratula-se com este acto de relevante simbolismo que, mais do que incentivar, responsabiliza a organização da FIA na continuação de um trabalho em que as tradições e o futuro crescem lado a lado.

A 29ª edição da FIA Lisboa 2016 terá, como é habitual, um vasto programa em que constam exposições temáticas, prémios e concursos, ateliers, workshops, actuações musicais, jogos tradicionais e conferências. A FIA Lisboa 2016 assume-se como uma plataforma de excelência para a promoção do desenvolvimento regional e das culturas locais por via do artesanato, da gastronomia, das actividades culturais e turísticas, do património e recursos naturais e fontes de sustentabilidade da economia local, tendo aperfeiçoado, ao longo dos seus 28 anos de história, a simbiose entre economia e cultura, tradição e inovação.

A FIA traz à capital, durante 9 dias, profissionais e apreciadores dos ofícios artesanais, artes e design, agentes da área da gastronomia tradicional, bem como interessados no artesanato enquanto manifestação cultural. Como tal, a FIA Lisboa 2016 regressa à FIL com novidades. Em destaque estarão novas áreas de exposição como o Espaço Design Nacional by LxD – Lisboa Design Show, que irá promover peças de joalharia, vestuário, calçado, mobiliário, entre outros, de origem nacional e também terá o Espaço Mixmarket, dirigido ao sector multiproduto e de origem não étnica.

Por mais um ano consecutivo FIA Lisboa 2016 conta com a Semana da Gastronomia Tradicional, que salienta o atractivo turístico-cultural da gastronomia e vinhos de Portugal e que integra o 3º Festival de Carnes Portuguesas Certificadas (DOP) e a 2ªedição do Mercado da Cerveja Artesanal.



publicado por Carlos Gomes às 21:31
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PAN DENUNCIA CORRIDAS DE GALGOS CONSIDERANDO CRIME PÚBLICO
  • Denúncias e fortes indícios de graves maus tratos aos animais envolvidos nas corridas de Galgos
  • Atividade de “entretenimento humano” representa um negócio altamente lucrativo que vive à custa da exploração da alta performance destes animais
  • Autarquias continuam a inaugurar pistas municipais para corridas de galgos e a investir na manutenção e recuperação de praças de touros
  • PAN aguarda respostas do Ministro da Agricultura e do Mar

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza avançou com uma denúncia de crime público ao Ministério Público devido à forte suspeita de graves maus tratos aos animais envolvidos nas corridas de Galgos. Conforme avançou também o resultado de uma investigação jornalística, o universo dos aficionados desta atividade de “entretenimento humano”, representa um negócio altamente lucrativo que vive à custa da exploração da alta performance destes animais, pela exigência dos violentos treinos a que são sujeitos, com choques elétricos, administração de drogas estimulantes altamente prejudiciais para a sua saúde e um desgaste brutal. Para além disso, existe também a suspeita de que a esta atividade esteja associado o crime de apostas ilegais, havendo um igual desconhecimento sobre se estas corridas estão a ser licenciadas.

Na tentativa de obter mais informação, o PAN questionou hoje o Ministro da Agricultura e do Mar, sobre o seu conhecimento da atividade de corridas de galgos, se já existiu alguma ação de fiscalização a estas corridas, se sim quando, quantas e qual o resultado das ações, se tem conhecimento dos métodos de treino utilizados nesta atividade e se tem conhecimento da administração de drogas estimulantes como cocaína, cafeína, eritropoetina, anfetaminas, entre outros, bem como anti-inflamatórios não esteroides ou corticoesteróides.

Estas substâncias têm impactos negativos ao nível da saúde dos animais com fortes sintomas de abstinência devido à habituação e podem estar associados ao desenvolvimento de cancro, de graves problemas cardíacos, doenças renais, hepáticas, dermatológicas, odontológicas e outras patologias emocionais e comportamentais.

“Num momento em que se inflamam as inquietações sobre posturas radicais, este lucrativo e impune negócio, faz com que o conceito de respeito por todas as formas de vida não signifique absolutamente nada. Existem automóveis tratados com mais cuidado do que estes animais. O PAN defende o fim do antropocentrismo, ou seja, a ideia de que o Ser Humano está no centro de tudo e de que pode utilizar todas as formas de vida indiscriminada ou inconscientemente. O que não significa que coloque os animais à frente dos humanos, conforme se tem comentado. A defesa dos direitos humanos tem já uma longa e admirável narrativa, sendo a defesa daqueles que connosco partilham o espaço uma extensão natural deste movimento. As pessoas têm direitos, garantidos e reconhecidos constitucionalmente e instâncias criadas para os assegurar. A defesa dos direitos dos animais, no respeito pelos princípios mais básicos, apenas agora está a começar, eles ainda estão no fim da linha”, avança o Deputado André Silva.

Os defensores deste negócio afirmam publicamente que se trata de uma atividade social e cultural que enche os restaurantes das regiões e afirmam que quem “usa” os animais é quem mais “gosta deles”. Uma declaração comum a todos os profissionais das indústrias que utilizam animais para entretenimento. As autarquias continuam a inaugurar pistas municipais para corridas de galgos e a investir na manutenção e recuperação de praças de touros.

Estes eventos violentos para humanos e não humanos, refletem o paradigma do lucro e a indiferença de um nicho da sociedade que ainda considera aceitável a utilização e maus tratos de animais para divertimento humano, chamando-lhe cultura. Não fazem parte do paradigma social para o qual o PAN gostaria de contribuir, baseado na promoção de uma cultura da empatia e também não acompanham o desejo da maioria dos cidadãos nem da constituição portuguesa.



publicado por Carlos Gomes às 16:38
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Quarta-feira, 18 de Maio de 2016
ESTÃO OS CICLISTAS ISENTOS DE CUMPRIR O CÓDIGO DA ESTRADA?

É cada vez maior o número de pessoas que em Lisboa optam pela bicicleta como meio de transporte. Circulam pelas ruas movimentadas da capital, irrompendo por entre as filas de trânsito e, desse modo, contribuindo de certa forma para a redução do seu congestionamento.

Assiste-se, porém, com grande frequência ao incumprimento de todas as normas de segurança e respeito pelos demais cidadãos, incluindo as próprias regras do Código da Estrada. Conforme a conveniência, circulam sobre os passeios, nas passadeiras junto aos peões e raramente respeitam a sinalização luminosa, colocando em risco a sua própria segurança e das demais pessoas.

Não sendo obrigados a seguro e à licença e registo de matrícula do veículo para poder circular na via pública como em tempos sucedia, e por conseguinte desconhecedores das regras mais elementares do Código da Estrada, tudo lhes é permitido, fica o peso da responsabilidade pela segurança rodoviária atribuído exclusivamente aos automobilistas – e os transeuntes sujeitos a atropelamento também nas passadeiras e passeios em princípio destinados à sua circulação em segurança!



publicado por Carlos Gomes às 10:23
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Terça-feira, 17 de Maio de 2016
MONÇÃO E MELGAÇO APOSTAM EM LISBOA PARA PROMOVER O ALVARINHO

Entre 3 e 5 de junho, a capital volta a receber o Alvarinho WineFest. Cerca de trinta produtores de Monção e Melgaço apresentam no Pátio da Galé, Terreiro do Paço, a tipicidade, modernidade e versatilidade do Alvarinho numa estratégia conjunta de promoção de um vinho com enorme potencial e garantia de qualidade.

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Pelo segundo ano consecutivo, os produtores da Sub-Região de Monção e Melgaço marcam presença no AlvarinhoWineFest. Promovido pela Cofina Eventos em parceria com os dois municípios, realiza-se, entre 3 e 5 de junho, no Pátio da Gale, Praça do Comércio, em Lisboa.

Para a promoção do evento e da qualidade do vinho Alvarinho, o autarca de Monção, Augusto de Oliveira Domingues, e o autarca de Melgaço, Manoel Baptista, estiveram ontem em Lisboa para um encontro com os jornalistas e críticos de vinhos e gastronomia.

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Subordinado à temática “A origem do Alvarinho”, o evento conta com cerca de 30 produtores de vinho Alvarinho dos dois concelhos e vários produtos típicos da região, estando previstas provas comentadas, sessões de showcooking, workshops, harmonizações e momentos de animação. A entrada é gratuita mediante a compra de copo de prova no valor de 3 euros.

Fernando Melo, crítico de vinhos e gastronomia, será o anfitrião das conversas e mesas redondas em torno do vinho Alvarinho, partilhando, como bem sabe fazer, a paixão pelos aromas e sabores da Sub-Região de Monção e Melgaço e o vasto conhecimento da identidade e potencial do Alvarinho, junto de empresários, produtores, enólogos e chefes de cozinha.

Nesta deslocação a Lisboa, os dois autarcas realçaram as caraterísticas e potencialidades do vinho Alvarinho, a mais nobre casta dos brancos, assinalando que o Alvarinho WineFest, realizado entre as duas feiras efetuadas na região, assume um papel relevante para a afirmação desta casta valiosa junto dos consumidores da capital do país.

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publicado por Carlos Gomes às 16:30
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MUSEU BORDALO PINHEIRO PROMOVE TERTÚLIA COM PROVA DE DEGUSTAÇÃO PELA BOM PETISCO E COMISSÃO VITIVINÍCOLA DA REGIÃO DE LISBOA

18 de Maio | Dia Internacional dos Museus

Maria de Lourdes Modesto, João Paulo Martins e Hugo Nascimento sentam-se à mesa com Bordalo

MUSEU BORDALO PINHEIRO | 18H00 - VISITA À EXPOSIÇÃO | 18H30 – TERTÚLIA

A partir da exposição temporária Bordalo à Mesa, comissariada por Pedro Bebiano Braga e atualmente em exibição no Museu Bordalo Pinheiro, três vultos da Gastronomia Portuguesa reúnem-se para uma tertúlia em torno da obra de Rafael Bordalo Pinheiro.

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O desenho, a pintura e a cerâmica deste artista são exímios na representação original de alimentos e bebidas. Comprados no mercado tradicional, na venda ambulante ou nas lojas e armazéns de Lisboa, vindos das hortas e quintas dos arredores, do rio e do mar, ou de fabrico industrializado, para todos o artista concebeu rótulos, embalagens e publicidade, assim como anúncios que publicava nas capilhas e páginas dos seus jornais.

Estes registos ilustram múltiplos aspetos relacionados com a gastronomia: a dieta alimentar à época, a culinária, os espaços de refeição e consumo, a etiqueta à mesa. Bordalo era um bom garfo e a sua criatividade e talento ficam exemplarmente expressos na série de menus que concebeu a título de encomenda para jantares onde ele próprio, tantas vezes, participou.

De que modo a sua obra toca cada um dos convidados, convocando a sua admiração e saber, é o mote para uma conversa aberta ao público entre a gastrónoma Maria de Lourdes Modesto, o especialista em vinhos João Paulo Martins e o chef Hugo Nascimento.

Afinal, em que é que a moderna cozinha portuguesa se distingue da praticada no final do século XIX e o que é ser um bom garfo nos dias que correm?

Neste dia, a Loja do Museu Bordalo Pinheiro terá à venda as obras destes autores, disponíveis para as autografar.



publicado por Carlos Gomes às 11:05
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Segunda-feira, 16 de Maio de 2016
LISBOA ASSINALA DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS


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publicado por Carlos Gomes às 22:46
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”LIFE GOES ON”, O NOVO SINGLE DE IVO SOARES

O cantautor Ivo Soares, conhecido pela sua participação na primeira temporada do Factor X, lança “Life Goes On”, o novo single em consonância com as melhores águas R&B/neo soul que nos chegam de nomes como Maxwell ou Daley.

Ivo Soares

Este novo tema sucede a “Just For a Little While”, a serem incluídos num segundo EP com data de chegada prevista para o segundo semestre deste ano.

Ivo Soares nasceu a 6 de Junho de 1995, em Lisboa. Atualmente é estudante da Universidade Lusíada no curso de Jazz e Música Moderna. Cantor, compositor e pianista, Ivo Soares, cresceu rodeado por arte. O seu pai é Zé Soares, guitarrista de Jazz, e a mãe São Nunes, performer e artista plástica, influenciaram-no desde muito pequeno, tendo vindo a demonstrar um talento especial para a música.

Em 2010 foi finalista do programa da SIC “Portugal Tem Talento”. Em 2011 foi selecionado para integrar a Big Band Júnior Hot Clube/CCB, como cantor.

Ao longo da sua carreira tem tocado com grandes nomes do panorama musical português como Mário Laginha, Carlos Bica, Bárbara Lagido e Mário Delgado. Tem, neste âmbito, pisado vários palcos como Centro Cultural de Bélem, Hot Clube, Duetos da Sé, Teatro S. João (Palmela), “Festival de Jazz de Palmela” e Abril Jazz Mil”.

Elogiado pelo músico Mário Delgado como “profissional” e pelo maestro e músico Claus Nymark como um “talento de voz”, gravou em 2011 um single com Flip de Riviera e Deepblue, sendo o criador da letra e melodia. Em 2012 ganhou o concurso da MTV e cantou com a Áurea no Meo Like Music. Também teve grandes prestações no programa da SIC ‘Factor X’, em 2013.

Ivo Soares escreve, produz e toca as suas músicas indo buscar influências ao R&B, Hip Hop, Jazz, Soul e Gospel. O seu objetivo é inspirar as pessoas, de forma a identificarem-se com as suas músicas, falando das suas paixões, dos seus desgostos de amor, inseguranças, medos e também sucessos. As músicas de Ivo Soares são o espelho da sua alma e 2016 promete ser o ano da afirmação das suas canções que começam a conquistar público de norte a sul do país.


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publicado por Carlos Gomes às 18:27
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MOITA APRESENTA ARTES AOS MAIS JOVENS

“Sementes” – Mostra Internacional de Artes para o Pequeno Público regressa ao concelho da Moita

O “Sementes” – 21ª Mostra Internacional de Artes para o Pequeno Público volta a passar pelo concelho da Moita, em resultado de uma parceria entre o Teatro Extremo e a Câmara Municipal da Moita, nos dias 21 e 29 de maio e 1 de junho, em vários espaços públicos.

 

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No dia 21 de maio, a Companhia S.A. Marionetas, de Alcobaça, apresenta o seu espetáculo “A Farsa do Sapateiro”, pelas 17:00h, na Praça da República, na Moita. Este espetáculo de marionetas tem a duração de 30 minutos e é dirigido a crianças maiores de quatro anos.

Sinopse do espetáculo “A Farsa do Sapateiro”

Gil Vicente estreia a sua nova comédia nas festas do casamento de D. Isabel com Carlos V. A dias de estrear a sua nova obra, entra em desespero pois faltam os sapatos para os atores que seriam feitos pelo sapateiro real. Como este não aparece, Gil Vicente resolve ir a sua casa ver o que se está a passar.

Em Torres Novas, depois de ser chamado pelo rei para fazer sapatos novos para todos os pezinhos que estarão no casamento, o real sapateiro está desesperado!

Está em casa a tentar acabar os sapatos encomendados por Gil Vicente e pelo Rei mas está sempre a ser interrompido pelo cobrador de impostos que, com medo que não chegue o dinheiro para o dote da princesa, volta constantemente para pedir sempre mais dinheiro.

No dia 29 de maio, pelas 17:00h, o “Sementes” vai a Sarilhos Pequenos, ao Largo 5 de outubro, com o espetáculo de teatro e magia “Roda”, por Rapha Santacruz Produções Artísticas (Recife, Brasil). Com uma duração de aproximadamente 35 minutos, este espetáculo é dirigido a miúdos e graúdos.

Sinopse do espetáculo “Roda”

Circulando ele vem, trazendo para a roda os domínios fantásticos e misteriosos do reino da imaginação. Na bagagem, a alegria genuína de um brincalhão popular. E vai fazendo surgir uma surpresa a cada volta e a roda vira circo, e do encontro nasce a magia. O brincalhão é de inspiração nordestina mas tem linguagem universal. A Roda vai gerando energia, é moinho de risos, de festa multiplicada, ciranda de gente vestida de infância.

“Budapest Marionettes” é o espetáculo do marionetista Bence Sarkadi, da Húngria, marcado para o dia 1 de junho, Dia Mundial da Criança, às 10:30h, no Parque das Canoas, na freguesia do Gaio/Rosário. Um espetáculo para todos com a duração de 30 minutos.

Sinopse de “Budapest Marionettes”

Este espetáculo de diversas formas de marionetas traz-nos um conjunto de várias pequenas histórias acompanhadas com música e sem palavras. Neste espetáculo, o marionetista e construtor das suas próprias marionetas utiliza uma estética e uma linguagem características da Europa Central mas cria algo novo com cada marioneta. É por isso que este espetáculo é único.

Sementes Budapeste


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publicado por Carlos Gomes às 18:18
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Domingo, 15 de Maio de 2016
CASA DO MINHO: ALMOÇO "PICA-NO-CHÃO" JUNTA "PICA-MILHOS" EM LISBOA

A Casa do Minho organizou um almoço “pica-no-chão” e os “pica-milhos” responderam à chamada para o repasto a fim de apreciar tão afamada especialidade da cozinha tradicional minhota.

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“Pica-milhos” era uma das designações pelas quais os minhotos eram outrora apelidados, sendo também nas terras mais a sul conhecidos por “galegos”. De igual modo, o “pica no chão” é a designação que no Minho se atribui ao que genericamente designamos por arroz de cabidela, realçando-se porém a criação caseira das aves que está na origem da expressão.

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A promoção da nossa cozinha tradicional constitui uma das vertentes do regionalismo, mormente das casas regionais, não devendo estas desviar-se destes objetivos que constituem uma das razões da sua existência.

E porque de divulgação falamos, damos a conhecer do “pica no chão” à moda de Barcelos, segundo uma receita de http://barceloscidade.webnode.pt/

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ARROZ PICA-NO-CHÃO

Ingredientes:

1 Galo caseiro

0,5 dl de azeite

3 Colheres (sopa) de vinagre

1 Cebola grande

2 Dentes de alho

100 gr de toucinho

1 Folha de louro

1 Malagueta

1 Tigela de arroz

Sal q.b.

Preparação:

Aproveite o sangue do galo, deitando-o numa tigela com três colheres de sopa de vinagre e mecha para que não coalhe (como alternativa ao sangue do galo consulte o seu talho, lá poderá encontrar pacotes já embalados). Numa panela ponha a refogar no azeite, a cebola e os alhos picados. Junte-lhe a galo cortado aos bocados pequenos e os miúdos (exceto o fígado), o toucinho cortado, o louro e a malagueta cortada ao meio. Refogue tudo, tempere com sal e deixe estufar em lume brando. Cubra a carne com água quente, tape a panela e deixe cozer até a o galo ficar macia. Depois de cozido retire a galo e retifique a água para que fique na proporção de 3/1 para a cozedura do arroz. Assim que levantar fervura junte o arroz. Três ou quatro minutos antes de ficar pronto junte o sangue, misture-o bem, junte também a carne e deixe apurar.



publicado por Carlos Gomes às 23:41
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FOLCLORE DE PORTUGAL DESFILA EM LISBOA

Cinco grupos folclóricos representando várias regiões de Portugal participam hoje no 36º Festival de Folclore Cidade de Lisboa

Lisboa virou por um dia capital do folclore. O Pavilhão António Livramento, na Freguesia de Benfica, recebeu hoje a 36ª edição do Festival de Folclore Cidade de Lisboa, uma iniciativa do Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho.

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A região da Beira Litoral foi representada pelo Grupo Folclórico Cancioneiro de Cantanhede. O Ribatejo fez-se representar pelo Rancho Folclórico de Danças e Cantares do Vale do Paraíso – Azambuja. A região saloia da Estremadura teve a representá-la o Rancho Folclórico “As Cerejeiras” de Fetais – Sobral de Monte Agraço. E a região correspondente à vetusta Comarca de Entre-o-Douro-e-Minho foi representada pelo grupo organizador do evento e pelo Rancho Típico de Santa Maria da Reguenga – Santo Tirso. Refira-se que aquilo que frequentemente é indevidamente designado por Douro Litoral constitui com o Minho a mesma região etnográfica.

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Passam precisamente 36 anos desde que foi constituído em Lisboa o Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho. Fundado em 16 de maio de 1980, este grupo é formado predominantemente por minhotos radicados na capital e tem como objetivos recolher, preservar e divulgar a cultura tradicional.

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Desta vez, o público não encheu por completo as bancadas do Ringue António Livramento como é habitual devido ao evento desportivo que teve lugar à mesma hora, a escassos quilómetros. Mas, a planteia compôs-se e as pessoas presentes participaram com entusiamo na festa e não regatearam os aplausos aos grupos participantes.

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O Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho foi constituído em 16 de maio de 1980, já lá vão 36 anos, sempre a representar condignamente as nossas tradições, em Portugal e no estrangeiro.

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É gente do Minho que vive e trabalha na região de Lisboa, filhos e amigos de minhotos e que, em qualquer dos casos, amam a nossa região e fazem dela uma excelente representação que a todos nos orgulha. Todos os seus componentes, com especial destaque para os mais jovens, apresentam-se invariavelmente em todas as atuações com o maior garbo e respeito pelos nossos trajes tradicionais, exibindo-os com dignidade e altivez pois representam a nossa identidade.

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publicado por Carlos Gomes às 21:15
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Sábado, 14 de Maio de 2016
MINHOTOS NA AMADORA FAZEM A FESTA À MODA DO MINHO

Terminou há instantes na Amadora o Encontro de Concertinas e Cantadores ao Desafio promovido pelo Rancho Folclórico Alegria do Minho. A festa teve lugar no Jardim Central Zeca Afonso e contou com a participação especial da exímia cantadeira Irene de Gaia cujo despique com o cantador Teotónio Gonçalves arrebatou frequentes vezes o riso e os aplausos do público.

Pelo tablado passaram muitos grupos de tocadores de concertina acompanhados por outros instrumentos típicos. Parte destes grupos são destacados das próprias tocatas dos ranchos folclóricos minhotos que existem na região de Lisboa e que desta forma contribuem para a popularização da concertina e da própria música popular portuguesa.

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Estes encontros têm estado na origem do aparecimento de muitos tocadores de concertina, garantindo a preservação e até o aparecimento de novos ranchos folclóricos. Refira-se que num tempo ainda não muito distante, assistia-se a uma carência de tocadores de concertina, o que criava situações difíceis que comprometiam a própria coesão dos grupos folclóricos e a forma de se apresentarem em palco.

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O Rancho Folclórico Alegria do Minho foi em 29 de Agosto de 2012, fundado na cidade da Amadora por um grupo de minhotos oriundos do Distrito de Viana do Castelo com o propósito de recolher, preservar e divulgar a cultura tradicional minhota, transmitindo-a às novas gerações de descendentes e contribuindo para a aproximação das nossas gentes radicadas nomeadamente no concelho da Amadora.

Fotos: Carlos Gomes / Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 20:14
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FESTIVAL DE FOLCLORE CIDADE DE LISBOA REALIZA-SE AMANHÃ EM BENFICA



publicado por Carlos Gomes às 12:17
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TOCADORES DE CONCERTINA JUNTAM-SE HOJE NA AMADORA A CANTAR AO DESAFIO



publicado por Carlos Gomes às 08:18
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