Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores
Segunda-feira, 31 de Outubro de 2016
AS BRUXAS SÃO AS SACERDOTISAS DO PAGANISMO

Quais sacerdotisas dos ritos próprios do culto pagão, as chamadas bruxas desde sempre povoam o nosso imaginário, associado ao mal e representando figuras demoníacas que ao longo dos séculos foram inculcadas nas nossas mentes pela religião Cristã que entre nós viria a impor-se ao paganismo. Tal como a figura de Pã, deus dos bosques, dos campos, dos rebanhos e dos pastores veio ao longo da Idade Média a ficar associada à do Diabo transfigurado na dama pé-de-cabra.

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Proveniente do latim paganus que significa literalmente camponês ou rústico, o paganismo constitui uma forma de expressão religiosa em íntima comunhão com os fenómenos da natureza e profundamente ligado às necessidades espirituais do indivíduo inserido no mundo rural. Prova evidente dessa realidade constitui as tradições que respeitam aos ritos do inverno e ao culto dos mortos, desde os peditórios de “Pão Por Deus” até à “Serração da Velha”, passando pela celebração do solstício de Inverno e o Entrudos, celebrações quase todas convertidas em celebrações cristãs como o Natal, como se de festividades pagãs não se tratassem a sua origem. O mesmo sucede com outras festividades como o Solstício de Verão, com os seus ritos associados ao fogo e transformados em festividades são-joaninas.

Existem entre nós vestígios de antigos santuários pagãos como a do deus Endovélico na região do Alandroal, registando a própria toponímia a sua ancestral influência como sucede com a serra do Larouco, proveniente do deus Laraucus.

Porém, no ano 312 deu-se a alegada conversão do Imperador Constantino ao Cristianismo e, a partir do ano 392, passou o paganismo a ser proibido no Império Romano e consequentemente reprimido e perseguido, sendo essas medidas agravadas com a pena de morte a partir de 435 para quem praticasse ritos envolvendo o sacrifício de animais. Não obstante, o paganismo continuou a praticar-se, de forma mais ou menos discreta, sobretudo entre as gentes que viviam no campo. E a conversão à nova religião trazida pelos invasores romanos não foi tarefa fácil, deparando-se com maiores dificuldades entre os povos de regiões com maior apego às mais ancestrais tradições como se verificou no Minho e em Trás-os-Montes.

Os antigos templos e santuários pagãos foram destruídos para em seu lugar serem erguidas igrejas, o mesmo sucedendo com as encruzilhadas dos caminhos rurais e outros locais de culto nas aldeias que deram lugar a cruzeiros e a pequenos nichos contendo retábulos com as “alminhas” do Purgatório que passaram espiritualmente a aterrorizar as mentes dos humildes camponeses, até então habituados a uma relação mais sadia com a natureza que os rodeavam. Os sacerdotes pagãos conferiram uma nova roupagem às festas pagãs, procurando por esse meio conferir-lhes um novo sentido.

Mas, ainda assim, a religiosidade pagã sobrevive ao lado da nova fé, traduzida na manutenção de velhas tradições como as máscaras transmontanas e as festas dos caretos, o entrudo e as fogueiras de S. João. E, mesmo no Minho onde aparentemente existe forte religiosidade cristã, o que se verifica realmente é uma verdadeira manifestação de exuberância que caracteriza o minhoto, mais não constituindo a festa cristã do que um pretexto para exteriorizar a sua alegria como uma forma de profunda comunhão com a vida e o meio que o rodeia, iluminada por magníficas girândolas de fogo-de-vistas que revelam o seu apego embora inconsciente a antigas práticas religiosas.

Devemos a tais práticas religiosas pagãs os nossos mais profundos conhecimentos de medicina popular no uso das mais variadas espécies botânicas, o saber da meteorologia baseado na observação constante dos fenómenos naturais e da própria astronomia transmitido de geração em geração através de axiomas, a riqueza da nossa gastronomia e um infinito universo de conhecimentos que fazem parte do rico património do nosso folclore.

Com o decorrer do tempo, as perseguições acentuaram-se, tornando-se mais implacáveis durante a Idade Média e sobretudo no período da Inquisição. As sacerdotisas do paganismo eram perseguidas sob a acusação de bruxaria, sempre associada a práticas identificadas com ritos satânicos e talentos que lhes permitiam voar sentadas em rudimentares vassouras…

Nos tempos que correm, tais feitos mais não passam de fantasias literárias e até antigos rituais ligados ao culto dos mortos foram pela sociedade de consumo transformados em motivos de diversão, tal como no passado foram associados ao mal. Mas, o certo é que as bruxas jamais deixaram de existir e o paganismo parece estar de volta!



publicado por Carlos Gomes às 21:53
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CONCURSO FLORESTAL TEM INSCRIÇÕES ABERTAS

A floresta espera por ti, aparece!

Estão abertas, até dia 10 de março de 2017, as inscrições para a participação na 7ª Edição do Concurso Florestal YPEF - Young People  in European Forests, promovido pela Forestis - Associação Florestal de Portugal.

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Desenhado para alunos entre os 15 e os 19 anos que desejam conhecer melhor a floresta, a biodiversidade e o setor florestal, enquanto visitam áreas protegidas nacionais e europeias, o Concurso Florestal Europeu YPEF cria vários momentos de interação entre os jovens e a floresta.

No dia 17 de março de 2017 todas as escolas inscritas na 7ª Edição do Concurso YPEF vão apurar qual é a melhor equipa da sua escola que, nos dias 27 e 28 de abril de 2017 numa área protegida nacional, competirá pelo prémio de melhor Equipa Nacional e representará Portugal na Final Europeia, em setembro de 2017, na Hungria.

A equipa vencedora da 6ª Edição do Concurso YPEF deixa o seguinte conselho “a empenharem-se em todas as fases e a arranjar estratégias em equipa de modo a facilitar o estudo do booklet.”. Recordam ainda, “Lembro-me de ter lido um dos conselhos que a equipa vencedora do ano anterior deu e do qual nunca mais me esqueci, pode ser cansativo estudar o booklet mas a fase europeia faz tudo valer a pena.”

Consulta o regulamento no site www.forestis.pt



publicado por Carlos Gomes às 20:13
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CONVENTO DOS CARDAES REALIZA VENDA DE NATAL

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publicado por Carlos Gomes às 14:57
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OUTONO NA MOITA É TEMPO DE MARÉ CHEIA

Maré Cheia de novembro com propostas de outono

A edição de novembro da Agenda de Eventos no concelho da Moita – “Maré Cheia” destaca, em várias das suas rubricas, diversas atividades para fazer sozinho, com amigos ou família, neste outono, um pouco por todo o concelho, e, em especial, nos equipamentos municipais. Este é o tema da rubrica “À Lupa” desta edição que está disponível para consulta, em formato digital, em www.cm-moita.pt, ou em papel, nos postos de distribuição habituais.

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Nas três páginas do “Vai Acontecer…”, encontra todas as iniciativas que a Câmara Municipal preparou para este mês, nas áreas da música, teatro, dança, cinema, livros, atividades para crianças, desporto, feiras e festas, exposições, entre outros eventos.

Não deixe de consultar as habituais sugestões das “Cumplicidades”, como “Apetecer Ler…”, “Ir em Cantigas…”, 7ª Arte…” e “À Distância de um Clique…”.

Os trabalhos que resultaram do 11º Raid Fotográfico da Moita, que a Câmara Municipal promoveu em setembro, durante as Festas em Honra de Nossa Srª da Boa Viagem, estão em exposição no Posto de Turismo Municipal, na Moita. Saiba um pouco mais sobre o olhar dos participantes no Raid Fotográfico, folheando as páginas do “Aqui Tão Perto”, e visite a exposição fotográfica, no Posto de Turismo, até 28 de novembro, de segunda a sexta-feira, das 9:30h às 12:30h e das 14:00h às 18:00h.

Nos “Sabores & Saberes”, deixamos uma sobremesa de outono, onde o Marmelo é o principal ingrediente.

Se pretende receber a Maré Cheia, todos os meses, em sua casa, contacte o Gabinete de Informação e Relações Públicas da Câmara Municipal da Moita, através do e-mail informacao-rpublicas@mail.cm-moita.pt ou do telefone 212806715.


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publicado por Carlos Gomes às 14:47
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COUVADA JUNTA MINHOTOS EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 12:36
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OEIRAS REALIZA NA LAGE FESTIVAL DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 09:14
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Domingo, 30 de Outubro de 2016
OEIRAS RECEBE NA LAGE ENCONTRO DE TOCADORES DE CONCERTINA

No próximo domingo, dia 6 de novembro, levam a efeito um festival de folclore - o “I Festival de Inverno”

O Centro Cultural da Lage foi pequeno para acolher as centenas de pessoas que participaram hoje no V Encontro de Tocadores de Concertina organizado pelo Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage.

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Perto de duas dezenas de grupos de tocadores afluíram hoje àquela localidade do concelho de Oeiras, nos arredores de Lisboa, para animarem uma festa como só os minhotos sabem fazer, com alegria e música tradicional. A iniciativa contou com a presença do presidente da Junta de Freguesia da Lage.

Não se tratando propriamente de festival de folclore, estes encontros têm contido sido fundamentais para a divulgação das potencialidades da concertina, contribuindo através das numerosas escolas de tocadores para o aparecimento de novos talentos, contrariando desse modo uma tendência que há alguns anos se vinha verificando que consistia na falta de tocadores deste instrumento musical. E, esse aspeto refletia-se no funcionamento dos próprios ranchos folclóricos.

Entretanto, o Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage organiza no próximo dia 6 de novembro, a partir das 15 horas, no Centro Cultural da Lage, o “I Festival de Inverno”. Esta iniciativa conta com a participação do Rancho Folclórico e Etnográfico de Reboreda, de Vila Nova de Cerveira; do Rancho Folclórico e Etnográfico de São Joaninho, de Santa Comba Dão, do Rancho Folclórico das Piçarras, de Vendas Novas e, naturalmente, do grupo anfitrião, o Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage”.

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publicado por Carlos Gomes às 19:04
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Sábado, 29 de Outubro de 2016
OEIRAS RECEBE AMANHÃ ENCONTRO DE TOCADORES DE CONCERTINA

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publicado por Carlos Gomes às 13:57
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Sexta-feira, 28 de Outubro de 2016
MONÁRQUICOS HOMENAGEIAM EM LISBOA REI D. MIGUEL

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publicado por Carlos Gomes às 22:01
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“ECHOES”, O NOVO ÁLBUM DE SOFIA VITÓRIA É DEDICADO À POESIA E PROSA DE FERNANDO PESSOA

“I know not what tomorrow will bring.”

Fernando Pessoa

CD à venda a partir de 30 de Outubro

As últimas palavras de Fernando Pessoa foram escritas em inglês. Foram elas que um dia ficaram a ecoar em mim, como uma das suas charadas, e que constituíram uma porta de entrada para uma das realidades do mais universal poeta português que até há pouco tempo me era desconhecida.

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Tendo estudado na África do Sul e recebido uma educação britânica, foi nalíngua inglesa que Pessoa cresceu e fez a sua aprendizagem, tentando múltiplas formas, diferentes metros, ensaiando a poesia dramática e tomando consciência de si próprio, na procura constante da sua identidade e da sua relação com o mundo.

Como um disco é sempre um pretexto para partir em viagem e encontrar respostas em nós próprios, decidi viajar para esse novo lugar da poesia e prosa de Pessoa na língua inglesa, convidando para esta aventura os músicosJosé Peixoto (guitarra clássica), Luís Figueiredo (teclados e arranjos), Eduardo Raon (harpa e guitarra eléctrica), António Quintino (contrabaixo) e Joel Silva(bateria), e um conjunto de compositores que muito admiro:  Mário Laginha,Amélia Muge, José Mário Branco, António Zambujo, João Paulo Esteves da Silva, Paula Sousa, José Peixoto, Joana Espadinha, Luís Figueiredo, Daniel Bernardes, Edu Mundo, e João Hasselberg.

O que é fascinante em Pessoa é este desdobramento interminável que nos conduz à enorme pluralidade, contradição e potencialidade que somos. O que é desassossegante em Pessoa é a transparência do confronto com a fragilidade que cada ser humano carrega. Na sua permanente construção e desconstrução de mundos e de figuras, aponta para portas que se abrem para novas portas, que se abrem para novas portas, num movimento de contínua descoberta, colocando assim as questões: onde começa e termina o real e a ficção? é tudo real? é tudo ficção? o que sou, o que é ser? onde começo e acabo? começo e acabo? sendo outros de mim continuo a ser eu mesmo? serei eu mesmo se não habitar todos esses outros?

Se no Livro do Desassossego podemos ler “Minha pátria é a língua portuguesa”, é lá também que iremos encontrar: “Eu não escrevo em português. Escrevo eu mesmo”. Nesta viagem ao conceito de identidade, compreendemos que, de certa forma - tal como um eco - somos todas a mesma pessoa, partindo de uma mesma essência, que se projecta e reverbera sob diferentes formas.

“Echoes” [do grego ἠχώ (ēchō), “som”, e do inglês “ecos”] é um conjunto de canções com som de memória mas também de mundo novo que se constrói e que ecoa de forma profunda na essência universal de cada ser humano; de cada alma, de cada pessoa que somos, de todas as pessoas que foi Fernando Pessoa.

Sofia Vitória

A obra que Fernando Pessoa (1888-1935) compulsivamente foi imbricando, com o seu polifacetado e visionário talento criador de poeta icónico da lusofonia, parece-se com uma espécie de enorme delta literário onde se sedimentaram os mais diversos materiais procedentes de tradições, doutrinas e disciplinas do saber universal, e para cuja estratificação residual não terá deixado de contribuir o seu fervoroso “vício” pela leitura.

Tendo estudado entre 1895 e 1905 na África do Sul e recebido uma educação britânica, é em particular na literatura dos clássicos Shakespeare e Milton, dos românticos Coleridge, Wordsworth, Shelley e Byron, dos mestres da literatura norte-americana como Edgar Allan Poe e Walt Whitman que Pessoa encontra em Durban o terreno fértil para as sementes da sua futura produção heteronímica,plasmando os contornos estilísticos e as densidades poético-filosóficas de dezenas de figuras fictícias, com personalidade e linhas estéticas próprias, reunidas sob a característica comum de escreverem todas em inglês.

Ralph Waldo Emerson, outro grande autor de língua inglesa que deixou marcas indeléveis em Pessoa, no seu ensaio Books, descreve uma biblioteca como um lugar onde o leitor se encontra rodeado de centenas de queridos amigos encarcerados, que só encontrarão a liberdade quando com eles se iniciar uma conversa. Fernando Pessoa, que teve uma profunda e prolongada relação com os livros da sua biblioteca, chegou a libertar muitos desses amigos, desvendando preciosíssimos laços entre as leituras que cultivava e a literatura que veio a produzir. Foi nomeadamente a partir da sua vasta memória de lei­tor dialogante, que Pessoa, a 29 de Novembro de 1935, no Hospital de S. Luís dos Franceses, redigiu as suas célebres últimas palavras («I know not what to-morrow will bring»). Lidas, durante décadas, segundo parâmetros hermenêuticos ocultistas, são, na verdade, herança plausível de um epigrama de Palladas de Alexandria («To-day let me live well; none knows what may be to-morrow») pu­blicado no primeiro volume da Greek Anthology (1916), e também conservado nas prateleiras de Pessoa até ao fim da sua vida.

Este livro é um dos mais decisivos para o poeta, entre os mais de 1300 títulos que hoje em dia constituem a sua biblioteca particular. Publicado em 4 volumes bilingues pelos editores William Heinemann e G. P. Putman’s Sons, fornece-nos uma preciosa noção do vasto conhecimento que Pessoa também tinha da poesia epigramática da cultura clássica grega  e surpreende-nos pela influência que alguns dos seus maiores representantes tiveram sobre ele num período em que se registam as grandes produções líricas de Fernando Pessoa ortónimo em inglês (1917-1921). Precisamente alguns desses poemas mais simbolistas e introspectivos, ao lado de outros tão grávidos de metafísica, assinados pelosalter-ego literários Charles Robert Anon e Alexander Search, deram rosto e corpo às 14 músicas deste disco de raro encanto de Sofia Vitória.

Antonio Cardiello



publicado por Carlos Gomes às 21:13
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“HERE, I’M FINE”, O LUGAR AO SOL DOS BEAR ME AGAIN

Depois do surpreendente e bem-sucedido “Analogies and Metaphors”, os Bear Me Again estão de regresso com o primeiro single do novo EP que vão editar no próximo mês de Novembro através do selo da Music For All.

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“Here, I’m Fine” é um tema suculento e poderoso, que vem acrescentar uma vertente mais eléctrica ao quarteto oriundo de Belo Horizonte. Este será o segundo lançamento europeu da banda que tem fascinado o público e a crítica especializada brasileira.

 Os Bear Me Again são um quarteto de indie folk/alternativo oriundo de Belo Horizonte e composto por Wendhell Werneck (voz e violão), Diego Ernane (guitarra e back vocal), Luís Lopes (baixo, back vocal) e Thiago França (bateria).

Surgida no ano de 2012, a banda desenvolveu uma mistura entre a essência e a autenticidade do folk com a eletricidade e sentimentalismo típicos do rock alternativo britânico, fazendo um som carregado de alma e sensibilidade, com influências de diferentes

géneros e bandas como Coldplay, Kings of Leon, Mumford & Sons, Johnny Cash e U2, o que lhes confere um estilo musical indescritível e abrangente.

Em 2013 estreiam-se com um EP intitulado “Road of Glass”, tendo o primeiro longa-duração homónimo chegado dois anos mais tarde, em Setembro de 2015, sendo considerado o melhor disco independente desse ano em Minas Gerais pela publicação Musical Street e pelo Jornal e Revista Correio Eletrônico.

Com letras poéticas que envolvem questões antropológicas e teológicas, tanto quanto o quotidiano e o ordinário de forma contemplativa, os Bear Me Again tentam trazer uma nova abordagem à música indie praticada no Brasil.


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publicado por Carlos Gomes às 21:06
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Quinta-feira, 27 de Outubro de 2016
CERVEIRENSES RADICADOS EM LISBOA CONVIVEM NO SEIXAL

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publicado por Carlos Gomes às 21:42
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OEIRAS RECEBE ENCONTRO DE TOCADORES DE CONCERTINA

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publicado por Carlos Gomes às 21:41
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CASA DO CONCELHO DE GÓIS EM LISBOA PROMOVE INICIATIVA DE SOLIDARIEDADE

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publicado por Carlos Gomes às 21:39
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FESTIVAL DA CASTANHA JUNTA BEIRÕES EM OEIRAS

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publicado por Carlos Gomes às 21:38
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SINTRENSES FESTEJAM O S. MARTINHO

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publicado por Carlos Gomes às 14:25
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REVISTA À PORTUGUESA REGRESSA AO PARQUE MAYER

No dia 28 de Outubro, o Teatro Maria Vitória comemora juntamente com o seu público o Dia Mundial da Terceira Idade e oferece 20% de Desconto em toda a Plateia (Setor Poltronas) a quem tenha mais de 60 anos de Idade!

Vá assistir ao espetáculo "Parque à Vista", considerado por muitos a melhor Revista à Portuguesa dos últimos anos!

Este é um desconto que poderá única e exclusivamente obter na Bilheteira Local do Teatro Maria Vitória sob apresentação do seu Cartão de Cidadão.

HORÁRIOS:

De Quinta-Feira a Domingo às 21:30H

Sábado e Domingo também às 16:30H

CONTACTOS:

Geral - 213 475 454

Bilheteira - 213 461 740

Email - teatromv@sapo.pt

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publicado por Carlos Gomes às 14:15
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CASCAIS FESTEJA O S. MARTINHO

S. Martinho chega mais cedo a Cascais com o Mercado de Outono

O Mercado da Vila, em Cascais preparou um fim-de-semana especial de 28 a 30 de outubro a antecipar o São Martinho com entrada gratuita como habitual e com a igualmente tradicional parceria com a CP com deslocação ida e volta por dois euros. 

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O outono chega ao Mercado recheado de verdadeiras iguarias gastronómicas que não faltarão neste último fim-de-semana de outubro: castanhas assadas, vinhos, frutos secos e desidratados, compotas e marmeladas caseiras, licores, enchidos, queijos e outros doces variados vão fazer deste Mercado uma fonte de sabores e cores.

Não podia faltar a animação com música ao vivo, entre sexta-feira à noite a domingo à tarde (ver abaixo programa), para publico jovem, adulto e infantil.

PROGRAMA ANIMAÇÃO

IV Edição do Mercado de Outono | 28 a 30 de outubro | Mercado da Vila de Cascais

Dia 28 de outubro | 6ª feira

20h30 | Orquestra Tiriri – Sociedade Musical de Cascais;

Dia 29 de outubro | sábado

18h30 | Lusitânia Expresso - Quarteto de Musica Portuguesa

20h30 | Rancho da Sociedade Musical de Cascais

Dia 30 de outubro | domingo

15h00 | Coral Infantil de Carcavelos

16h00 | Rancho do Grupo Etnográfico 7 Castelos

18h30 | Casto & Salgueiro – Duo de Musica Portuguesa



publicado por Carlos Gomes às 13:07
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MARILYN MONROE SOBE AO PALCO NO TEATRO ARMANDO CORTEZ

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publicado por Carlos Gomes às 13:03
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Quarta-feira, 26 de Outubro de 2016
VIAGEM AO FAROESTE AO SOM DE MAX COSTA

Todos a bordo na locomotiva a vapor conduzida por Max Costa que nos transporta aos tempos do faroeste ao som de “Another Day With You”, enérgico pedaço de blues rock com inspiração direta nos saloons do velho Oeste norte-americano.

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Este é já o segundo single extraído do primeiro álbum a solo do músico de Minas Gerais, “The Storyteller”, que será apresentado ao público português já no próximo mês de Novembro em vários showcases nas FNAC, tudo com o selo da Music For All.

Max Costa nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais, mas mudou-se para Porto Alegre logo após o nascimento onde viveu até à idade adulta. Aprendeu a tocar violão quando passou no exame admissional para a faculdade de Engenharia Química, tendo feito parte da formação de diversas bandas de rock e blues.

No início dos anos 00 lançou dois discos independentes com a Banda Dive-POA. Compõe em inglês por considerar que esta é a língua do Blues. Tem por característica uma voz agressiva e rasgada, que faz com que os seus blues sejam ainda mais tocantes.

Com mais de 20 anos de carreira, apresentou-se ao serviço de várias bandas, sempre enquanto vocalista, como a Get Up (nos anos 90), Dive-POA (música autoral nos anos 00, com os quais lançou dois trabalhos) e com a Free Riders Blues Band na Serra Gaúcha.

Mudou-se há dois anos para a cidade de Florianópolis, onde está a desenvolver a sua carreira a solo.  


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publicado por Carlos Gomes às 21:29
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PORTUGAL DEIXOU A EUROPA!

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publicado por Carlos Gomes às 09:25
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Terça-feira, 25 de Outubro de 2016
BEIRÕES EM OEIRAS REALIZAM FESTIVAL DA CASTANHA

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publicado por Carlos Gomes às 16:09
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GASTRONOMIA JUNTA EM LISBOA NATURAIS DE PAMPILHOSA DA SERRA

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publicado por Carlos Gomes às 11:05
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Segunda-feira, 24 de Outubro de 2016
ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA EXPÕE "ROSTOS DE TIMOR"

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publicado por Carlos Gomes às 19:45
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PAN OPÕE-SE À PROSPECÇÃO DE PETRÓLEO EM PORTUGAL

PAN rejeita qualquer regulamentação para exploração de petróleo e gás em Portugal

  • Petição da Plataforma Algarve Livre de Petróleo é debatida quarta-feira, 26 de Outubro, na Assembleia da República
  • Regular o Decreto-Lei n.º 109/94 de 26 de Abril é validar a sua ação e os seus impactos
  • Portugal tem potencial para ser líder na produção e exportação de tecnologia e energia renovável e transitar para uma economia circular e de carbono zero

O PAN - Pessoas-Animais-Natureza acompanha esta semana com uma iniciativa legislativa a petição da Plataforma Algarve Livre de Petróleo que pede o fim da prospeção e a exploração de petróleo e gás em Portugal. O projeto de lei do PAN pede a revogação do Decreto-Lei n.º 109/94, de 26 de Abril, que regulamenta o acesso e exercício das atividades de prospeção, pesquisa, desenvolvimento e produção de petróleo em Portugal.

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Às portas da COP22 e contrastando com o compromisso assumido na ratificação do Acordo de Paris e com o próprio Orçamento de Estado para 2017, que refere pretender “descarbonizar progressivamente a sociedade”, o governo contratualizou a prospeção, pesquisa, desenvolvimento e produção de hidrocarbonetos on e off shore a consórcios petrolíferos nas regiões da Beira Litoral, da Extremadura, do Alentejo e do Algarve.

Para o PAN, mais importante do que as decisões políticas parlamentares é acompanhar as preocupações cívicas de cidadãos e associações deste país contra a prospeção, pesquisa, desenvolvimento e exploração de hidrocarbonetos. Regular o Decreto-Lei n.º 109/94, de 26 de Abril é validar a sua ação e os seus impactos, pelo que o único caminho exequível para fazer cumprir Paris é a sua revogação e a aposta em fontes de energia realmente úteis, limpas e sustentáveis. Mais que tentar regular um sector desta magnitude, há que estabelecer uma posição definitiva quanto ao tema. Portugal tem as condições climáticas para ser líder na produção e exportação de tecnologia e energia renovável e todos os investimentos feitos no sector dos combustíveis fósseis põem em causa a urgente transição para uma economia circular e de carbono zero.

Nos últimos 125 anos Portugal consumiu combustíveis fósseis equivalentes a mais de 700 milhões de toneladas de petróleo para sustentar o seu desenvolvimento*. Para cumprir os seus objetivos na luta climática, o país tem de abdicar, até ao final do século, das 16 milhões de toneladas de petróleo, carvão e gás natural que ainda queima anualmente para mover carros, produzir eletricidade, alimentar indústrias e abastecer habitações.

Para evitar um aumento de 2º Celsius a humanidade tem não só que fazer mudanças estruturais em vários sectores sociais, como terá, acima de tudo, de mudar de paradigma económico e social. A manutenção de uma economia baseada no carbono, seja em combustíveis fósseis, é diretamente conflituante com a urgência de se planear e executar uma transição para uma economia baseada em energias realmente limpas e renováveis. Mesmo que todos os países cumpram as propostas não vinculativas apresentadas no Acordo de Paris a barreira climática ultrapassará o aumento de 2º Celsius e ficaria entre 3.5º e 6º Celsius.

Numa perspetiva mais económica, os próprios capitais de investimento e de risco já começam a dar sinais de preocupação com a possibilidade de se transitar rapidamente para economias ausentes de combustíveis fósseis. Os mercados falam em possíveis perdas de 33 triliões de dólares de investimentos, devido a políticas de limitação das emissões de gases com efeito de estufa (GEE), à competitividade crescente das renováveis e à inevitável quebra da procura dos seus produtos a curto-médio prazo. Mas tal como em outras indústrias, estas perdas serão de facto ganhos – não em capital financeiro mas sim na preservação de ativos ecológicos.

“As avaliações científicas alertam-nos para a urgência de repensarmos e mudarmos o sistema económico que premiamos e expandimos. Continuamos a apostar na estética das palavras enquanto estratégia para prolongar uma ecologia superficial, subjugada a um leque vastíssimo de interesses que continuam a bloquear os esforços de nações para combater e mitigar as alterações climáticas”, defende André Silva, Deputado do PAN.



publicado por Carlos Gomes às 18:51
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AMADORA INSTALA CÂMARAS DE VIDEOVIGILÂNCIA PARA PREVENIR A CRIMINALIDADE

O Município da Amadora celebrou no passado mês de julho com a sucursal em Portugal da empresa SICE S.A. um auto de consignação para a instalação de 103 câmaras de videovigilância em todo o concelho. A obra tem um prazo de seis meses de execução.

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As câmaras de videovigilância têm vindo a ser instaladas nos locais que foram identificados pela PSP como necessários, abrangendo as artérias do concelho onde, nos últimos anos, se verificou um maior índice de criminalidade, nomeadamente ao nível dos crimes de furto e de roubo. As áreas definidas são principalmente as zonas urbanas, junto aos parques e meios de transporte.

A videovigilância servirá para a proteção de pessoas e bens, aumentando o sentimento de segurança entre os cidadãos e prevenindo a criminalidade e apoiando a investigação criminal, enquanto meio de dissuasão e investigação na área da prevenção e repressão criminais.

Entretanto, esta iniciativa e sobretudo o cartaz que procede à sua divulgação tem vindo a ser criticado de “racista” porque, segundo Rui Tavares, o mesmo exibe “uma família apenas de brancos, à exclusão visível de todos os que não são brancos”.

Foto: https://www.facebook.com/transicoesurbanas



publicado por Carlos Gomes às 15:35
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APCOI JUNTA 100 CRIANÇAS E ADULTOS PARA ASSINALAR DIA MUNDIAL DA MAÇÃ COM LOGÓTIPO HUMANO

Mais de uma centena de crianças, famílias e voluntários da APCOI - Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil juntaram-se no Salão Preto e Prata do Casino Estoril e criaram um logótipo humano em formato de maçã para assinalar esta data com o objetivo de alertar para a importância do consumo diário de fruta na manutenção da saúde.

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O Dia Mundial da Maçã assinalou-se pela primeira vez a 21 de outubro de 1990 em Londres e desde então tem sido comemorado um pouco por todo o mundo como data simbólica para organizações que se dedicam à promoção da saúde.

O provérbio “uma maçã por dia mantém o médico afastado” pode aplicar-se a todas as frutas, assegura Mário Silva, presidente da APCOI "porque a maçã e todas as outras frutas contêm vitaminas e outros nutrientes únicos e insubstituíveis, sendo por isso que a Organização Mundial de Saúde recomenda a ingestão de três porções de fruta por dia. Contudo, a realidade nacional é bem diferente, 7 em cada 10 crianças portuguesas não comem essa quantidade por dia."

Para combater este problema de saúde pública a APCOI lançou em 2011 o projeto «Heróis da Fruta - Lanche Escolar Saudável» que em cinco edições já beneficiou mais de 236 mil crianças em todas as regiões do país.

A Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil (APCOI) é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, fundada em 2010, cuja missão é ajudar a criar um mundo melhor para as futuras gerações, através de iniciativas que valorizem a saúde das crianças, promovam o combate ao sedentarismo ou à má nutrição e previnam a obesidade infantil e todas as doenças associadas. A APCOI é composta por um grupo de voluntários preocupados com a saúde infantil, que se mobilizam em torno da responsabilidade de transmitir melhores hábitos de vida às crianças, ajudando-as a escolher as opções mais saudáveis. Desde Dezembro de 2010, a APCOI já beneficiou 255.570 crianças através das seguintes iniciativas: «Heróis da Fruta – Lanche Escolar Saudável», «Corrida da Criança – Por um futuro mais saudável» e sessões gratuitas de aconselhamento personalizado com nutricionistas. Saiba mais em www.apcoi.pt



publicado por Carlos Gomes às 14:57
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TEATRO EXTREMO APRESENTA "MYTHOS" NA BAIXA DA BANHEIRA"

Na Baixa da Banheira: Teatro Extremo apresenta “Mythos” no Fórum Cultural

“Mythos” é um espetáculo com direção artística de Joseph Collard, clown belga que integra o elenco de “Ovo”, do Cirque du Soleil, e vai ser apresentado, pelo Teatro Extremo, no Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, no dia 28 de outubro, às 21:30h.

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Uma conferência sobre a Mitologia é o ponto de partida que leva três personagens a fazer uma “viagem” em tom de comédia, em demanda da curiosidade e da imaginação universal, glosando os mitos universais e urbanos para expor a condição humana na nossa sociedade contemporânea.

O preço dos bilhetes é de 3,66 euros.

RESERVA DE BILHETES

Fórum Cultural José Manuel Figueiredo

Rua José Vicente, Baixa da Banheira

Tel. 210888900

Horário da Bilheteira:

De 3ª a sábado – 14:30h às 19:30h

Dias de espetáculo e cinema – uma hora antes do início do espetáculo ou sessão

Os bilhetes podem ainda ser reservados através do telefone 210 888 900, no horário de funcionamento da bilheteira. As reservas podem ser levantadas, no máximo, até 1h antes do início do espetáculo, com um limite de cinco bilhetes por reserva.

Compra de bilhetes online:

http://ticketline.sapo.pt

http://pt-pt.facebook.com/cmmoita

E nos postos de venda aderentes: http://ticketline.sapo.pt/pagina/postosdevenda



publicado por Carlos Gomes às 14:25
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Domingo, 23 de Outubro de 2016
LOURES VESTE-SE COM AS CORES E A ALEGRIA DO MINHO

Mais de um milhar de pessoas afluíram ontem à localidade de A-das-Lebres, no concelho de Loures, para participar na festa organizada pelo Grupo Folclórico “Verde Minho”. E, não fora as condições climatéricas instáveis, a adesão poderia ter duplicado, com mais gente a participar, nomeadamente tocadores de concertina e cantadores ao desafio. Mas este Encontro de Tocadores de Concertina encontra-se já consagrado como o maior evento do género na região de Lisboa, a prometer mais e maiores sucessos.

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Os zés pereiras percorram as ruas de A-das-Lebras e, ao rufar dos bombos, as gentes da localidade desceram à rua e seguiram-nos em direção à festa. Os minhotos recriaram, dentro do possível, a tradição da desfolhada do milho, com todo o seu pitoresco e brejeirice admitida pelas normas que em tempos antigos se encontravam convencionadas.

Após a recriação da desfolhada tradicional do milho, perto de três centenas de tocadores de concertina e outros instrumentos tradicionais, integrando perto de três dezenas de grupos participantes, passaram pelo palco onde exibiram os seus talentos e mostraram a arte de bem tocar a concertina.

Entre as numerosas individualidades presentes, distinguimos Tiago Matias e Sónia Paixão, vereadores da Câmara Municipal de Loures, João Florindo e José Gomes, respetivamente Presidente e Tesoureiro da Junta de Freguesia de A-das-Lebres. E ainda representantes dos Bombeiros e da Polícia Municipal de Loures.

A festa foi verdadeiramente de arromba e a localidade de A-das-Lebres viveu um dia inesquecível que por certo continuará a repetir-se a cada ano com maior êxito.

Entretanto, o Grupo Folclórico “Verde Minho” está já a iniciar os preparativos com vista à organização da próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, iniciativa que deverá ter lugar em meados do próximo ano.

A dinâmica que está a ser imposta a estas iniciativas está a registar uma adesão crescente e um movimento que se afigura imparável. Pese embora a organização do FolkLoures encontrar-se ainda na fase de preparação, atendendo nomeadamente às alterações do formato do evento relativamente a anos anteriores, começaram já a chegar à organização do evento várias propostas de participação por parte de agrupamentos culturais de vários pontos do país ligados ao folclore e à cultura tradicional em geral. O FolkLoures constitui já uma marca de sucesso!

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 21:00
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Sábado, 22 de Outubro de 2016
LISBOA RECEBE FEIRA NACIONAL DE AGRICULTURA BIOLÓGICA

Terra Sã Lisboa 2016 – Feira Nacional de Agricultura Biológica - Alimentação Saudável e Sustentável, 3 e 4 de dezembro, Pátio da Galé 

A Terra Sã – Feira Nacional de Agricultura biológica – está de volta à cidade de Lisboa, mais uma vez em época natalícia e no centro da cidade, tendo lugar nos dias 3 e 4 de dezembro no Pátio da Galé, no Terreiro do Paço. A feira, que acontece desde 1988, tem vindo a crescer desde então, ganhando novas formas em novos espaços.

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O Tema da feira será a Alimentação saudável e sustentável e contará com a presença das maiores marcas de agricultura, alimentação e cosmética biológica do mercado, com as diferentes quintas biológicas do país assim como as principais organizações ambientais de Portugal. Convidados para a abertura da feira estão o Ministro da Agricultura, das Florestas e Desenvolvimento Rural Luís Capoulas Santos, Duarte Cordeiro, Vice-Presidente da Câmara de Lisboa, Duarte Cordeiro, Hélder Muteia, representante da FAO em Portugal e a madrinha da Agrobio, a atriz Joana Seixas.

Na sexta-feira anterior à feira, dia 2 de Dezembro, nos Paços do Concelho, na Sala do Arquivo, vai ter lugar a Conferência + Bio “O Futuro da Agricultura Biológica”. Esta vai contar com diferentes especialistas na área da economia e da agricultura biológica que desenharão as perspetivas do setor para os próximos tempos. A participação na Conferência + Bio é gratuita.

No fim-de-semana de 3 e 4 de dezembro, a Terra Sã – Feira Nacional de Agricultura Biológica, vai marcar o compasso do centro da cidade de Lisboa, no terreiro do Paço. Do lado de fora, fora o cheiro a Castanhas biológicas assadas vai certamente atrair os visitantes e dentro do espaço glamouroso do Pátio da Galé cheiros, sabores, palestras diversas e workshops vão animar o fim-de-semana + Bio da Capital.

Na Terra Sã terá Show Cookings, Oficinas diversas e no primeiro dia o destaque para a alimentação infantil e para os riscos associados à alimentação convencional. Como é dia de festa, haverá espaço para dançar com a oficina de Danças Europeias com o André Cid Lauret. No segundo dia, em destaque estará a estratégia nacional para a Agricultura Biológica, o solo e a proteção da nossa saúde através da natureza com as oficinas de fitoterapia e farmácia Bio.

Terra Sã – Feira Nacional de Agricultura Biológica – 3 e 4 de dezembro no Pátio da Galé. A entrada é gratuita, graúdos e crianças são bem-vindos.



publicado por Carlos Gomes às 18:44
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MÍSIA CELEBRA 25 ANOS DE CARREIRA COM ESPETÁCULO ESPECIAL NO DIA 2 DE DEZEMBRO EM LISBOA

Mísia regressa ao Teatro da Trindade INATEL, em Lisboa, dia 2 de Dezembro para apresentar ‘Do Primeiro Fado ao Último Tango’, o espetáculo com que celebra 25 anos de carreira.

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Vinte e cinco anos depois da edição do seu primeiro disco - ‘Mísia’ (1991) - a história de Mísia faz-se de uma mão-cheia de grandes álbuns e de concertos invariavelmente memoráveis um pouco por todo o mundo. E depois há canções que se tornaram parte de todos nós. As que se recordam no alinhamento de ‘Do Primeiro Fado ao Último Tango’ são por isso parte da História do Fado dos últimos 25 anos.

Mísia foi a pioneira do que se veio a chamar Novo Fado, com a sua estreia em 1991. Criou uma sonoridade própria ao trazer para o Fado instrumentos como o violino, o acordeão e o piano e tem a particularidade de cantar textos que poetas contemporâneos escreveram especialmente para a sua voz, nomes como José Saramago, Agustina Bessa-Luís, Lídia Jorge, Vasco Graça Moura, Hélia Correia, entre outros.

É uma das mais internacionais artistas portuguesas. Foi distinguida com a Ordem de Oficier des Arts et des Lèttres pelo Governo Francês em 2011, depois de já ter recebido a Ordem de Mérito Civil em Portugal. Nesse mesmo ano, recebeu em Florença o Prémio Gilda no 33° Festival Cinema e Donne pela sua participação no filme ‘Passione’ dirigido pelo ator e realizador John Turturro. Em 2012 foi galardoada com o Prémio Amália Rodrigues na categoria ‘Divulgação Internacional’, um justo reconhecimento pelo seu trabalho além-fronteiras.

Através de uma seleção feita pela sua própria mão, Mísia conduz-nos em ‘Do Primeiro Fado Ao Último Tango’ numa extraordinária viagem pela sua longa e brilhante carreira. Um percurso onde revisitamos ‘Mísia’ (1991), ’Fado’ (1993), ‘Tanto Menos Tanto Mais’ (1995), ‘Garra dos Sentidos’ (1998), ‘Paixões Diagonais’ (1999), ‘Ritual’ (2001), ‘Canto’ (2003), ‘Drama Box’ (2005), ‘Ruas’ (2009) e ‘Senhora da Noite’ (2011) sem esquecer os recentes ‘Delikatessen Café Concerto’ (2013) e ‘Para Amália’ (2015).

Os bilhetes já estão à venda nos locais habituais.

TEATRO DA TRINDADE INATEL, Lisboa

2 de Dezembro 2016

21h30


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publicado por Carlos Gomes às 18:36
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LOURES ACOLHE HOJE O MAIOR ENCONTRO DE TOCADORES DE CONCERTINA DA REGIÃO DE LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 09:38
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Sexta-feira, 21 de Outubro de 2016
PAN DEFENDE CORTES NAS SUBVENÇÕES DOS PARTIDOS POR MAIS DOIS ANOS E A REVOGAÇÃO DE OUTROS BENEFÍCIOS
  • Modelo de financiamento público que afaste da vida partidária de situações de corrupção, conflitos de interesse e de jogos de influências
  • Pede a revogação de alguns dos benefícios dos partidos políticos e reduz os valores dos financiamentos das campanhas eleitorais
  • A exigência de maior rigor nos gastos públicos deve também incluir os partidos políticos, não de forma definitiva mas sim por um determinado período

Na próxima semana vão-se debater na Assembleia da República iniciativas legislativas sobre a devolução, aos partidos, dos cortes de 10% nas subvenções que o Estado português lhes atribui, que termina em dezembro de 2016 se não existir decisão contrária.

O PAN defende a manutenção do atual modelo de financiamento, entendendo os seus custos como necessários para a sustentação de uma democracia ética e plural. No entanto, esta inevitabilidade deve compatibilizar-se com o atual contexto económico do País e com os esforços que continuam a ser pedidos aos cidadãos e, portanto, a exigência de maior rigor nos gastos públicos deve também incluir os partidos políticos, não de forma definitiva mas sim pelo período em que tal se verificar indispensável.

Se, por um lado, é preciso diminuir a dependência dos partidos do financiamento de entidades privadas, garantindo a sua independência política e estabelecer tetos máximos às despesas com as campanhas eleitorais, por outro, é preciso assegurar o pluralismo democrático, garantindo a todas as formações partidárias um patamar económico-financeiro mínimo indispensável à efetivação do princípio da igualdade de oportunidades.

Para o PAN estes equilíbrios devem resultar fundamentalmente de um modelo de financiamento público que afaste da vida partidária ações potenciadoras de situações de corrupção, conflitos de interesse e de influências indevidas sobre as decisões políticas. Sendo o PAN um partido emergente, porém de reduzida dimensão e com uma existência ainda curta, dificilmente teria conseguido chegar aos cidadãos e, em consequência, incluir uma nova cor política no panorama parlamentar passados quase 20 anos, caso não recebesse a correspondente subvenção pública.

Isto não significa que concorde com gastos excessivos na vida corrente dos partidos ou em campanhas eleitorais. Igualdade não é o mesmo que justiça e neste campo uma redução definitiva de qualquer subvenção partidária, nos termos atuais, iria apenas beneficiar os ditos partidos “grandes”, que continuariam a ter disponíveis verbas bastante significativas.

A segunda iniciativa que o PAN trará a debate, na próxima semana, pede ainda a revogação de alguns dos benefícios dos partidos políticos e reduz os valores dos financiamentos das campanhas eleitorais. É preciso notar que para além dos valores que são diretamente atribuídos aos partidos, existem outros benefícios previstos na lei que o partido sugere alterar, tais como isenção do pagamento de uma série de impostos que recaem sobre a propriedade. Estes benefícios implicam menos receita para o Estado ou para os municípios, conforme o tipo de imposto em causa e, portanto, representam também custos para os contribuintes.

“Há que questionar que tipo de sociedade desejamos promover. De posse ou de acesso? De acumulação ou de partilha? O acesso e a partilha de bens materiais são promotores de uma evolução social individual e coletiva. A função dos partidos políticos deve ser a representação das formas mais virtuosas de gerir o bem público, mas a defesa de valores éticos e civilizacionais de um novo paradigma de ser política pede uma mudança de mentalidade muito grande”, recorda o Deputado André Silva.



publicado por Carlos Gomes às 14:31
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Quinta-feira, 20 de Outubro de 2016
”MADRUGADA”, O NOVO ÁLBUM DE PEDRO ALSAMA

Depois dos singles “Sinking The Pleasure” e “A Wish”, chegou a vez das atenções se virarem para a edição digital do novo álbum de Pedro Alsama, “Madrugada”.

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O disco, que combina influências indie e folk, vem com o selo da Music In My Soul, e está disponível para escuta nas principais plataformas de streaming.

Pedro Alsama é um projeto a solo existente desde 2000 – quase 15 anos de histórias musicadas e espalhadas ao longo de mais de 100 temas feitos pelo compositor de Rio Maior.

O Rock, o jazzístico, a poesia cantada, entre outros estilos, são experiências que Pedro leva a cabo na já sua longa carreira, pretendendo fazê-las chegar a um público mais abrangente.

Na primeira metade do milénio o cantautor assinou uma trilogia de discos a que chamou “The Anti-Music Machine”. “Childhood Stereotype” (2000), o capítulo inicial – obra ambiciosa de 20

temas construídos com guitarra acústica, elétrica, baixo e percussão - nasce do seu fascínio por “Kid A” dos Radiohead.

No segundo tomo, “The Dark Light at the End of the Tunnel It’s Growing” (2004), deixa-se abraçar pelas trevas, em temas que priveligiam a voz e o asbtrato. Com o último “Hard on End” (2009), o título mais descomprometido e ambivalente da trilogia, o músico explora universos díspares que vão desde a pop, jazz e rock até ao experimentalismo.

Em 2015 Pedro Alsama edita um novo registo homónimo, que proporcionou canções como “Health” e “Shine”, num espetro mais derivativo da indie e folk rock. No último trimestre de 2016 o músico edita o seu mais recente álbum, “Madrugada”, antecedido pelos singles “Sinking the Pleasure” e “A Wish”


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publicado por Carlos Gomes às 15:47
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LISBOA, ALMADA E SEIXAL RECEBEM FESTA DO CINEMA FRANCÊS

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publicado por Carlos Gomes às 15:28
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DESFOLHADA DO MILHO EM LOURES RECEBE MEIO MILHAR DE TOCADORES DE CONCERTINA, ZÉS PEREIRAS E CANTADORES AO DESAFIO

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publicado por Carlos Gomes às 10:10
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Quarta-feira, 19 de Outubro de 2016
PAN DEFENDE APOIOS À CONSTRUÇÃO DE CANIS MUNICIPAIS

Orçamento de Estado 2017: PAN propõe apoios para construção de canis municipais e fim de isenção de ISP para as empresas produtoras de eletricidade

  • Linha de financiamento que apoie os Municípios na criação de centros de recolha oficial de animais (canis)
  • Fim da isenção do ISP para os produtos petrolíferos utilizados na produção de eletricidade
  • Aumento significativo de Vigilantes da Natureza

O PAN - Pessoas-Animais-Natureza, esteve ontem reunido com o Secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, Pedro Nuno Santos, dando continuidade às negociações de propostas no âmbito das negociações do Orçamento do Estado (OE) para 2017.

Foi apresentada uma medida do PAN que propõe apoios aos municípios para construção de Centros de Recolha Oficial de Animais – CROAs, também denominados canis. A lei aprovada este ano prevê medidas para a criação de uma rede de centros de recolha oficial de animais e estabelece a proibição do abate de animais errantes como forma de controlo da população e avança que é um dever do Governo em colaboração com as autarquias locais promover a criação dessa rede de CROAs. Para uma efetiva aplicação desta lei, o PAN propõe que seja criada uma linha de financiamento que apoie os Municípios que tenham carências destes equipamentos e que preencham critérios de elegibilidade que estão ainda a ser analisados com o Governo. Esta já é uma prioridade exigida pelos cidadãos que esperam que se passe das intenções aos atos e que o governo tem a possibilidade de acompanhar.

Para além disso, o PAN apresentou ainda a proposta de eliminação da isenção do Imposto Sobre Produtos Petrolíferos (ISP) que sejam utilizados na produção de eletricidade, de eletricidade e calor (cogeração), ou de gás de cidade. O objetivo será então a revogação da alínea d) do n.º 1 do art.º 89º do Código dos Impostos Especiais de Consumo e a aplicação de uma taxa de transição de 6%.

“O Acordo de Paris, as metas de sustentabilidade e a exigência de um novo paradigma energético não são compatíveis com a produção de eletricidade a partir de petróleo. O Orçamento do Estado de 2017 deve já refletir esta vontade política para efetivarmos uma célere e eficiente transição de uma economia baseada em combustíveis fósseis, e com uma pesada pegada em carbono, para uma economia 0 em carbono e em metano, com uma base energética assente em fontes de energia realmente limpas e renováveis”. reforça o Deputado do PAN, André Silva.

O PAN procurou ainda garantir um aumento do número de efetivos de Vigilantes da Natureza, tema que transita da anterior sessão legislativa, lamentando que existam apenas 115 quando o ideal seria um efetivo de 525 vigilantes. Para o PAN, qualquer aumento inferior a 100 Vigilantes da Natureza numa primeira fase, será manifestamente insuficiente. Na Andaluzia, num território com uma dimensão semelhante a Portugal, existem 900 vigilantes, sendo que Espanha conta com 7.000 destes profissionais.

Propostas já apresentadas, como a renovação gradual das frotas públicas para veículos elétricos e a possibilidade de dedução em sede de IRS para atividades relacionadas com o mercado da reparação e conversão de bens a incluir numa categoria já existente, estão ainda a ser ponderadas pelo governo.



publicado por Carlos Gomes às 16:13
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PEDRO MELO, QUE O FOLK ESTEJA CONVOSCO

A época de Outono/Inverno finalmente chegou e trouxe com ele o radioso single de estreia de Pedro Melo. O cantor bracarense dá a conhecer “Pete, The Little Giant”, música de avanço do seu aguardado primeiro EP, “The Storyteller”, que será lançado muito em breve com o selo da Music In My Soul.

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O jovem cantautor de 22 anos que se estreou no programa The Voice (RTP1), aventura-se assim na tradição indie folk, inspirado em nomes como Mumford & Sons, Damien Rice ou Of Monsters and Men. Agora chegou a vez de dar um passo em frente e de, finalmente, editar o seu registo de estreia.

Pedro Melo nasceu a 21 de Dezembro de 1993 em Braga, onde reside até aos dias de hoje. Com o gosto pela música despertado pelos discos dos anos 70 e 80 que escutava em casa, foi já enquanto adolescente, aos 14 de idade, inspirado pelo álbum “Where The Light Is” de John Mayer, que decidiu comprar a sua primeira guitarra clássica, que aprendeu a tocar

sozinho. Dois anos mais tarde começaria por acompanhá-la também com a voz, tendo registado as primeiras experiências no YouTube.

Aos 17 formaria a sua primeira banda com outros dois amigos, os Giant’s Magazine, de onde resultaram canções como “Tartarus” e trechos de letras que mais tarde deram origem a faixas como “The Storyteller” ou “The Bourbon Tissue”.

Pouco depois ingressaria na Universidade do Minho onde estudou Engenharia Informática durante dois anos, até que optou por mudar para Economia. Durante esse período, Pedro foi atuando em alguns eventos académicos e expandindo a sua vertente de instrumentista, ao aprender a tocar de forma autónoma banjo, bandolim e ukulele.

Aos 21 de idade, detetado pelos populares covers do seu canal de YouTube, foi convidado a participar na terceira edição do programa The Voice (RTP1) onde, na equipa de Mickael Carreira, enfrentou as “Provas Cegas” e as “Batalhas”, tendo sido eliminado na fase do “Tira Teimas”.

Com a participação no concurso chegaram as primeiras actuações ao vivo em nome próprio: Doçaria História à Mesa, A Toca e a B Concept Store fora alguns dos espaços que acolheram os primeiros originais de Pedro Melo.

Para o final de 2016 está agendada a edição de “The Storyteller”, o seu EP de estreia, a ser lançado com o selo da Music In My Soul.


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publicado por Carlos Gomes às 15:20
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MOITA APRESENTA "ALIMENTOS INCRÍVEIS"

Biblioteca da Baixa da Banheira acolhe Oficina de “Alimentos Incríveis”

Descobrir a história dos alimentos ao longo dos tempos e a sua relação com a música e a literatura é o grande desafio da Oficina de “Alimentos Incríveis”, de Marina Palácio, marcada para dia 22 de outubro, pelas 15:30h, na Biblioteca Municipal da Baixa da Banheira.

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Destinada a crianças entre os 6 e os 12 anos, a inscrição nesta oficina é limitada ao número de vagas existentes (20 participantes) e pode ser efetuada através do telefone 210888902.

Sinopse: Nutrição criativa, poética e sensorial sobre alimentos mediterrânicos (e do mundo), temperada com música aromática, escrita criativa e tipografia caligráfica. Explorar a tipografia caligráfica, através da escrita criativa, estética e poética. Saborear a arte e a ciência dos alimentos, observar a cor dos alimentos, o paladar, a temperatura e a sua relação com o nosso corpo. Quem inventou os pudins? Sabiam que o Leonardo da Vinci inventou o guardanapo, a “sopa de amêndoa feliz” e inúmeros instrumentos para a culinária? Despertar para a observação singular. Descobrir a delicadeza da “Arte do Requinte”.

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publicado por Carlos Gomes às 15:04
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DESFOLHADA EM LOURES PÕE MINHOTOS À PROCURA DO MILHO-REI!

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publicado por Carlos Gomes às 09:04
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Terça-feira, 18 de Outubro de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO DO BAIRRO DA FRATERNIDADE ORGANIZA ESPECTÁCULO “24 HORAS DE FOLCLORE”

O Rancho Folclórico do Bairro da Fraternidade, sediado no concelho de Loures, leva a efeito nos próximos dias 5 e 6 de novembro um festival que conta com a participação de perto de meia centena de grupos folclóricos de todo o país. O espetáculo tem lugar no Pavilhão José Correia, em São João da Talha, e conta nomeadamente com o apoio da Câmara Municipal de Loures, juntas de freguesia e rádios locais daquela localidade.

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A abertura e o encerramento do festival serão feitos pelo grupo anfitrião, mais precisamente pela componente infantil e adulta do Rancho Folclórico do Bairro da Fraternidade.

O Minho estará representado pelo Rancho Folclórico de Sopo, de Vila Nova de Cerveira.

O grupo anfitrião – o Rancho Folclórico do Bairro da Fraternidade, de São João da Talha, no concelho de Loures, foi constituído em 7 de julho de 1989 – já lá vão 27 anos!

Ao longo da sua existência, este grupo tem suscitando alguma controvérsia no seio do associativismo folclórico, sendo frequentemente acusado de não representar condignamente os usos e costumes de outras épocas. Uma das críticas que frequentemente lhe são dirigidas tem a ver com a forma despudorada como, durante as suas atuações, as moças exibem a sua intimidade, atitude que não correspondia à mentalidade das gerações mais antigas.

Mas, a este respeito, transcrevemos o depoimento prestado no ano passado ao BLOGUE DE LISBOA pelo seu fundador, o sr. Fernando Cipriano:Este grupo nasceu num Bairro onde nada existia a não ser Oliveiras, agora já tem algumas casas e nasceu com o objectivo de ocupar a juventude deste Bairro que nada tinha, nem tem. O objectivo era ensinar e dar-lhes gosto pelo Folclore e retirá-los doutros caminhos como a Droga, Alcoolismo, solidão, etc.

Não somos Etnográficos, não temos que representar nada nem ninguém e estamos no século XXI, tudo evoluiu e quase tudo mudou, menos algumas mentalidades antiquadas e retrógradas.

Lembrar que os trajes são próprios e foram idealizados com o intuito de dar Alegria e frescura às nossas danças. Fazemos o que achamos melhor, nunca fomos atrás de ninguém, nem vamos, não andamos cá por ver andar os outros. Os nossos trajes não são sintéticos, as saias são todas em Terylene e as meninas usam uns culotes que fazem o mesmo efeito de calções, para que possam mostrar as pernas, assim como mostram as danças de Salão, os Zumbas, os Kizombas, etc. Mas as meninas até usam cueca e soutien branco, que é uma norma e podem assim dançar com mais destreza.

Nós aceitamos e vivemos bem com as críticas, é sinal que estamos vivos e isso dá-nos ainda mais força para continuar o nosso trabalho.

Lamentamos é alguns senhores ligados á rádio, criticarem um grupo que actuou 4 anos gratuitamente nas suas festas, com o mesmo traje, não se importando com as saias curtas e era bom, mas agora o mesmo grupo já não presta. Estas pessoas é que estão a mais, devem ter alguma doença de esquecimento, porque os tempos mudaram e o Folclore já não é o mesmo e para conseguirmos ter a juventude nesta dança que é o Folclore, temos de inovar e seguir outro caminho.

Este grupo dança todos os dias e já lá vão 4 anos, num restaurante de Fado e Folclore no Bairro Alto, chamado O Forcado, situado na Rua da Rosa e concorremos com vários grupos de várias zonas e fomos nós os escolhidos, pode lá nos ir visitar e tirar conclusões.

Todos são livres de dizerem o que pensam, mas como este Rancho não diz mal de ninguém, também não gosta que digam mal de nós.

Lembrar ainda que não somos federados, na Federação de Folclore, por não se encaixarmos nesse sistema.

Somos federados da Confederação das Colectividades e estamos legais nas Finanças e Segurança social o que talvez não aconteça com muitos. Em 2013 fomos escolhidos para participarmos no Mega Picnic do Continente, temos mais de 40 atuações por ano. Fomos convidados para atuarmos na Televisão, pelo que não somos assim tão maus.

Só queremos dançar e mostrar toda a beleza das nossas danças, porque todos dançamos com amor á arte.”

O Rancho Folclórico do Bairro da Fraternidade, apesar de inserido na região saloia, optou por dançar e cantar músicas de todo o país. Os trajes são exclusivos do grupo, exibindo os rapazes camisa branca, calça e colete azul, meias brancas, lenço vermelho ao pescoço e cinta vermelha na cintura. As raparigas vestem camisa branca com folhos em cambraia, saia vermelha ou amarela feita em poliéster do tipo terylene, bordada com flores, saiote branco, culote curto com bordado inglês, meias brancas abaixo do joelho, utilizam uma bolsa no punho, um avental preto e um lenço vermelho com flores, na cabeça.

O rancho é composto por 50 elementos, incluindo 2 acordeonistas, 3 cantadeiras, 1 cantador, tocadores de bilha, ferrinhos, reco-reco, cana, castanholas e pandeireta, sendo ensaiados por Fernando Cipriano, na região mais conhecido por “Moedas”. Dançam viras, corridinhos, sapateados, fandango, modinhas saloias e fado.

Fotos: RFBF

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publicado por Carlos Gomes às 21:35
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ESCOLAS CATÓLICAS SÃO DESAFIADAS A DESENVOLVER PROJETOS ARTÍSTICOS INSPIRADOS NA MENSAGEM DE FÁTIMA

Iniciativa “Pela arte até Maria” envolve instituições de ensino na celebração do Centenário das Aparições

No próximo dia 21 de outubro o Santuário de Fátima recebe a III Peregrinação das Escolas Católicas a Fátima, que integra a sessão cultural “Pela Arte até Maria" desenvolvida no âmbito da celebração do Centenário das Aparições de Nossa Senhora do Rosário aos pastorinhos na Cova da Iria.

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A dinamização desta iniciativa, aberta a todas as escolas católicas, esteve a cargo de uma Comissão Organizadora constituída por elementos do Santuário de Fátima, do Secretariado Nacional da Educação Cristã (SNEC) e da Associação Portuguesa das Escolas Católicas (APEC). Na sessão cultural, agendada para as 14h00 de 21 de outubro de 2016, no Centro Pastoral de Paulo VI, em Fátima, serão apresentados os quatro trabalhos que foram selecionados de um conjunto de vários que foram apresentados e que se desenvolveram ao longo do ano letivo 2015-2016.

Cada escola católica foi convidada a apresentar um limite de três trabalhos em uma ou mais expressões artísticas ligadas às artes performativas, da música à dança e do teatro à literatura. A moldura temática proposta foi a do sétimo ciclo do Itinerário temático para o Centenário das Aparições, que tem como acontecimento de referência a aparição de outubro de 1917.

Sendo a celebração do Centenário das Aparições de Fátima, antes de mais, um projeto pastoral, que privilegia a vertente espiritual e de reflexão da fé, a Comissão Organizadora entendeu que as escolas católicas pudessem ser locais naturais e privilegiados onde é possível cumprir vários objetivos relacionados com a celebração do Centenário, nomeadamente fomentar a reflexão  sobre a Mensagem de Fátima e as suas implicações para vida cristã e, simultaneamente, apresentar sugestões para viver a espiritualidade de Fátima.

Cada escola foi convidada a integrar estes objetivos e a planear as suas atividades pedagógicas e pastorais tendo em conta a vivência cristã no contexto do fenómeno e da mensagem de Fátima.

Os trabalhos realizados, e que serão apresentados na Cova da Iria, foram desenvolvidos e serão interpretados maioritariamente por alunos tendo alguns deles, no entanto, envolvido outros elementos das comunidades educativas.



publicado por Carlos Gomes às 18:24
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SUSAN PALMA – NIDEL VISITA PORTUGAL E EDITA O CD “LISBOA ÍNTIMA

“LISBOA ÍNTIMA” -  Edição a 11 de Novembro 2016

Visita promocional a Portugal de 7 a 14 de Novembro

Lisboa Íntima é o resultado da fortíssima ligação da extraordinária flautista Americana Susan Palma-Nidel com Portugal, com a música tradicional portuguesa e com outros incontornáveis nomes da música lusófona com quem a relação profissional e pessoal torna possível a entrega à arte da forma que neste álbum temos o privilégio de testemunhar.

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Susan Palma-Nidel, flautista principal da mundialmente reconhecida orquestra Orpheus Chamber Orchestra, vencedora de um Grammy, criou assim este álbum com convidados de luxo - Carlos do Carmo, Ivan Lins, Né Ladeiras, Júlio Pereira entre outros grandes nomes da música de excelência.

O repertório viaja por diferentes caminhos: grandes temas clássicos comoAlfama e Verdes Anos, nos quais o trabalho de Susan é iluminado por dois guitarristas fora de série – José Manuel Neto e Pedro Jóia; temas da música tradicional de Trás-os-Montes onde Susan conta com a inigualável Né Ladeiras; Júlio Pereira, o grande génio do cavaquinho, que toca com Susan o seu tema original Ler Devagar, do seu trabalho mais recente - Cavaquinho Pt; ou ainda o tema Iluminados de Ivan Lins que conta com Susan na flauta transversal e Ivan Lins ao piano, entre outros músicos do mais alto nível.

Mas há mais... Lisboa Íntima apresenta ainda o primeiro dueto alguma vez gravado entre dois gigantes musicais - Carlos do Carmo e Ivan Lins. Os dois amigos gravam juntos pela primeira vez e brindam-nos com o tema Fado Ultramar.

O produtor e arranjador Robert Sadin, vencedor de três Grammys, criou um ambiente sonoro único em todo o álbum. Cada tema tem uma instrumentação própria, abrindo diferentes portas que nos levam diretamente ao âmago da música acústica portuguesa. Lisboa Íntima mistura a tradição da música clássica europeia com a sonoridade e ritmos da música tradicional portuguesa.

Lisboa Íntima leva-nos através de uma floresta sonora em que a música, como a natureza, é avassaladora e nos deixa sem palavras, sentindo-nos apenas gratos por viver o momento em que a música nos invade.

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SUSAN PALMA-NIDEL Conhecida pela sua forma única e incomparável de encontrar sempre novas sonoridades no seu instrumento, é também reconhecida mundialmente pela sua excepcional capacidade de compreender e interpretar um complexo e variadíssimo leque de géneros musicais.

Desde 1980 é a principal flautista doOrpheus Chamber Orchestra, vencedora de um Grammy, sendo também principal flautista das American Composers Orchestras em Nova Iorque. A sua gravação de Mozart Flute Concertos está no top 100 dos melhores álbuns de todos os tempos no catálogo da alemã Deutsche Grammophon. Susan gravou em mais de 100 álbuns de música Clássica e World ao longo da sua carreira com a DGG, Nonesuch e muitas outras editoras, assim como inúmeras bandas sonoras. Desde os finais dos anos 90 colaborou com grandes nomes da World Music e Jazz, entre os quais Branford Marsalis, Ivan Lins, Pablo Ziegler, Hector del Curto, Quique Sinesi, Denise Graves, Cyro Baptista, Leo Amuedo, Chico Pinheiro, Carlos do Carmo, Erwin Schrott e Né Ladeiras. O álbum  Elegante de 2012 com a participação do seu grande amigo Branford Marsalis e Ivan Lins – foi aclamado internacionalmente pela World Music Press Internationally e contou com enorme sucesso nos EUA.

Susan Palma-Nidel tocou já nas mais prestigiadas salas de todo o mundo quer enquanto solista quer com várias orquestras. Continua a fazer tournés na Europa, Ásia e América do Norte e do Sul com a Orpheus e ensina música nas Universidades de Columbia e Montclair State.

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ROBERT SADIN (produtor, arranjador) Mundialmente reconhecido pelo vastíssimo leque musical de extraordinária qualidade que produziu e arranjou ao longo da sua carreira. Tem uma capacidade única de criar música que funde linguagens e estilos musicais que vão do clássico ao jazz passando pela world music e cuja fusão ouvimos como sendo uma entidade única, coerente e orgânica.

O seu método de ensaio e gravação, assim como a sua incomparável sensibilidade, percepção e capacidade de incorporar no decorrer do trabalho aquilo que o rodeia e desperta interesse súbito, fazem dele um génio musical.

Trabalhou, dirigiu e produziu artistas como Herbie Hancock, Wayne Shorter, Wynton Marsalis, Milton Nascimento, Sting, Placido Domingo, Stevie Wonder, Gilberto Gil, Branford Marsalis, Kenny Garrett, Charles McPherson, Joe Lovano, Kenny Kirkland, Jack DeJohnette, Dee Dee Bridgewater, entre muitos outros, assim como com várias orquestras, entre as quais Chicago Symphony, London Symphony, New York Philharmonic, Philadelphia Orchestra, Los Angeles Philharmonic, Lincoln Center Jazz Orchestra, New York City Ballet Orchestra e Orpheus Chamber Orchestra. 

Robert Sadin é vencedor de três Grammy Awards.

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RICHARD O. NIDEL Criou e desenvolveu o projecto com Susan Palma-Nidel e Robert Sadine, baseando-se no seu extenso conhecimento e paixão pela World Music. EscreveuWORLD MUSIC:  THE BASICS, para a Routledge em 2004, livro que continua a ser uma importante referência nesta área. É um estudo intensivo da música tradicional, popular e folclórica um pouco de todo o mundo, com breves notas históricas e políticas, assim como comentários musicais e algumas anedotas sobre vários países e ainda mais de 1000 recomendações de álbuns de múltiplos artistas. Entre 1995 e 2000 Richard foi dono de um dos mais famosos World Music Bistro em New York City, onde tocaram nomes como Richard Bona, Bakithi Kumalo & Tony Cedras, Johnny Almendra, Pablo Ziegler & Hector del Curto, Romero Lubamba, Teco Cardoso, Weber Iago, Philip Hamilton, Jeff Haynes, entre muitos outros.

No seu tempo livre, Richard exerce advogacia em Nova Iorque e criou o projecto Lisboa Íntima pois acredita que a música portuguesa é ainda um tesouro por descobrir nos EUA. Porque nela reconhece características e beleza ímpares, quer dá-la a conhecer ao seu país, ao mundo.

Lisboa Íntima:

Ler Devagar.  Composição original de Júlio Pereira com Susan Palma-Nidel, Mário Delgado e Miguel Veras nas guitarras e Ruca Rebordāo na percussão que, com o cavaquinho de Júlio Pereira, criaram uma música vibrante, virtuosa, intensa e viciante.

  1.  ó Que Estriga Tenho Na Roca. Né Ladeiras invoca a alma de Trás-os-Montes nesta emotiva canção que interpreta com Susan Palma-Nidel, Mário Delgado, Ruca Rebordão, Carlos Barreto e José Salgueiro.
  2.  Alfama.Susan, José Manuel Neto e Carlos Manuel Proença apresentam uma inesperada versão do clássico Fado de Alain Oulman/Ary dos Santos em que Susan encontra a imortal Amália numa rara versão instrumental deste grande tema.
  3.  Iluminados.  O brilhante arranjo de Robert Sadin para um ensemble de 7 músicos com o trompete de João Moreira e a flauta transversal de Susan Palma-Nidel tecendo esta grande composição de Ivan Lins.  Brasileira, MPB, com certeza.
  4. Verdes Anos.  O clássico de Carlos Paredes interpretado de forma nova, em dueto, por Susan Palma-Nidel e Pedro Jóia, um incrível músico com uma compreensão única da música de Carlos Paredes.
  5.  José Embala O Menino. Uma poderosa canção de embalar da Beira-Baixa com Né Ladeiras, Susan Palma-Nidel, Ruca Rebordão e Pedro Joia criando uma palete de som cinematográfico com arranjo magistral de Robert Sadin.
  6.  Um Homem Na Cidade.Incrível interlúdio em que Susan Palma-Nidel realiza um solo com flauta de uma das grandes canções portuguesas de sempre, de José Luis Tinoco. Uma homenagem a Carlos do Carmo que gravou a música no início dos anos 80.
  7.  Fado Ultramar. Ivan Lins escreveu este tema para Carlos do Carmo em 1983. Esta é a primeira e única versão gravada em dueto pelos dois grandes amigos, acompanhados por José Manuel Neto e Susan Palma-Nidel.

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publicado por Carlos Gomes às 10:54
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Segunda-feira, 17 de Outubro de 2016
NOBAT PARTE Á CONQUISTA DE PORTUGAL

Depois de arrebatar o público e a crítica brasileira chegou finalmente a vez de Nobat se apresentar ao vivo em Portugal! O músico nativo de Belo Horizonte inicia no final de Outubro uma digressão composta por sete datas.

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“LSD” e “Não Sei Dançar”, os dois singles já extraídos do seu novo trabalho discográfico, “O Novato”, são apenas a porta de entrada para a efervescente realidade alternativa da actual cena musical brasileira. As cidades de Lisboa, Porto e Braga serão o palco para a estreia de Nobat em solo lusitano, tudo através do selo da Music For All.

Conheça as datas e locais da digressão:

26.10 | Café Au Lait (Porto)

27.10 | FNAC @ Santa Catarina (Porto)

27.10 | CRU Espaço Cultural (Braga)

28.10 | Fábrica Braço de Prata (Lisboa)

29.10 | Titanic Sur Mer (Lisboa)

30.10 | FNAC @ Alfragide (Lisboa)

30.10 | Pensão Amor (Lisboa)

Nobat, cantor e compositor de Belo Horizonte, inaugurou o seu projeto musical a solo no ano de 2012, com a edição do álbum “Disco Arranhado”. Depois de se apresentar ao vivo em diversas cidades do Brasil (Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro), o músico avançou para uma nova etapa da sua carreira com a edição de “O Novato”, lançado em Novembro último e considerado pela crítica especializada como um dos melhores trabalhos daquele ano.

“O Novato” representa não só o “ser um novo para o todo”, aquele a ser revelado e descoberto dentro de um contexto já existente, mas também denuncia uma nova percepção acerca de si mesmo e da sua própria órbita artística e estética. O trabalho tem por proposta principal a mescla entre elementos do indie electrónico experimental cruzados com as possibilidades da música brasileira contemporânea, sendo composto por tópicos minimalistas que contribuem pontualmente para uma música que preenche o silêncio, conceito que desfila pelo imaginário do artista.

Desde então Nobat tem captado a atenção da imprensa nacional como o Jornal O Globo Cultural, Scream & Yell, Revista O Grito! ou Rock In Press - isto depois de ter sido considerado em 2014 pela revista Rolling Stone Brasil como a maior “revelação mineira” daquele ano - e de publicações internacionais como a Beehype, a Sound and Colours Magazine ou o português Bodyspace.


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publicado por Carlos Gomes às 15:55
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LOURES ESTÁ EM FESTA... À MODA DO MINHO!

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publicado por Carlos Gomes às 09:31
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Domingo, 16 de Outubro de 2016
FEIRA DAS MERCÊS FUNCIONA ATÉ 23 DE OUTUBRO

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publicado por Carlos Gomes às 21:21
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FEIRA DAS MERCÊS FAZ RESSURGIR TEATRO POPULAR DE “ROBERTOS”

A típica feira saloia das Mercês está cada vez mais castiça. Depois de alguns anos de interrupção, eis que a mais afamada feira da região saloia regressa em força pelo segundo ano consecutivo, trazendo de volta antigos costumes e tradições. Desta vez, a novidade que merece especial realce é o teatro “Os Robertos”, uma das vertentes do teatro popular que apenas se preserva na memória das pessoas mais antigas.

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De rua em rua, de feira em feira, lá andava o bonecreiro com o cenário às costas e, sobretudo onde havia miudagem, lá montava ele o cenário por detrás do qual manipulava os bonecos que faziam o gáudio da garotada com as suas tropelias. E, na feira das Mercês, não podia faltar a representação de uma das mais usuais peças do teatro de “Robertos”, precisamente a toirada que fez as delícias das crianças que jamais imaginaram poder assistir a uma representação que noutros tempos divertiu os seus pais.

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As últimas edições da feira das Mercês possuem menos feirantes mas recuperou em grande medida o seu tipicismo, a alegria e o colorido do seu folclore, as especialidades da cozinha tradicional e do artesanato. E, ao mesmo tempo, recuperou os inúmeros visitantes de uma região já cosmopolita, pese embora a sua identidade saloia.

E, a marcar essa diversidade cultural, registe-se a participação dos minhotos que aqui residem, representados pelo Grupo Folclórico “As Florinhas” do Alto Minho, sediado no Algueirão, os quais trouxeram hoje ao recinto da feira das Mercês a alegria e o colorido do folclore do Alto Minho – gente alegre, humilde e trabalhadeira que facilmente se integrou socialmente na vida local e para o seu progresso contribui com o seu labor e espírito associativo.

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publicado por Carlos Gomes às 20:05
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Sábado, 15 de Outubro de 2016
REVISTA À PORTUGUESA AINDA NÃO MORREU! - HÉLDER FREIRE COSTA LEVA À CENA A PEÇA "PARQUE À VISTA!"

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publicado por Carlos Gomes às 21:47
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EXPOSIÇÃO "GOA - ENTRE A HISTÓRIA E A MEMÓRIA" TERMINA NO DIA 31 DE OUTUBRO NA GALERIA-MUSEU DE SÃO ROQUE EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 20:01
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TRADIÇÃO REGRESSA À FEIRA SALOIA DAS MERCÊS NO CONCELHO DE SINTRA

Já abriu no concelho de Sintra a Feiras das Mercês, considerada uma das mais emblemáticas feiras tradicionais da região saloia.

A Feira das Mercês está a recuperar a sua autenticidade e a grandeza que durante muito tempo fez dela a mais típica das feiras saloias do concelho de Sintra e de toda a região à volta de Lisboa. Após anos consecutivos de descaraterização e de ocorrências que chegaram a obrigar a sua suspensão, eis que a Feira das Mercês renasce nos moldes que sempre a caraterizaram ou seja, uma feira rural onde os agricultores da região saloia se divertem e vendem os primeiros frutos das suas colheitas de outono. E, como não podia deixar de acontecer, uma romaria à pequena mas graciosa capelinha de Nossa Senhora das Mercês, integrada no espaço patrimonial da quinta pertencente aos atuais marqueses de Pombal.

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As moças já não se “derretem” a ver os rapazes passar junto ao famoso muro do derrete e os frequentadores já são sobretudo os habitantes das novas urbanizações do concelho de Sintra, gente com as mais diversas origens. Saloios de verdade, nem vê-los!

Cabe aos componentes dos grupos folclóricos conferirem o ambiente típico de outros tempos, com os seus quadros etnográficos e a música solta dos acordeões. Mas, nas tasquinhas, não falta o vinho e a água-pé, o leitão assado, a carne de porco às Mercês e a famosa pera parda. E ainda as tendas onde se vende o feijão e o grão, os queijos e as castanhas e ainda as grandes barracas de comes e bebes.

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Como manda a tradição, a componente religiosa também foi cumprida com a realização da procissão de Nossa Senhora das Mercês cujo culto se invoca numa pequena capelinha situada dentro dos limites da quinta da “Casa Pombal”, a qual pertenceu aos marqueses de Pombal, espaço que conjuntamente com o solar encontra-se atualmente em estado de completa ruína.

Situada nos limites das freguesias de Rio de Mouro e de Algueirão-Mem Martins, crê-se que a tradicional Feira das Mercês remonte ao tempo da dominação moçárabe, à época utilizada como um mercado de escravas. Nesse local, terá existido uma espécie de gruta que, transformada mais tarde em ermida, passou a acolher os devotos à Senhora das Mercês.

Como manda a tradição, a componente religiosa também foi cumprida com a realização da procissão de Nossa Senhora das Mercês cujo culto se invoca numa pequena capelinha situada dentro dos limites da quinta da “Casa Pombal”, a qual pertenceu aos marqueses de Pombal, espaço que conjuntamente com o solar encontra-se atualmente em estado de completa ruína.

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Situada nos limites das freguesias de Rio de Mouro e de Algueirão-Mem Martins, crê-se que a tradicional Feira das Mercês remonte ao tempo da dominação moçárabe, à época utilizada como um mercado de escravas. Nesse local, terá existido uma espécie de gruta que, transformada mais tarde em ermida, passou a acolher os devotos à Senhora das Mercês.

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Para além da magnífica vista panorâmica que do local se disfruta para a serra de Sintra, a Feira das Mercês era também conhecida pela algazarra das suas gentes e os pregões, o colorido dos trajes das saloias e o aspeto patusco dos homens, ambiente excelentemente retratado pelo caricaturista e aguarelista Leal da Câmara cuja habitação, atualmente transformada em casa-museu, se situa paredes meias com o recinto da feira.

E, para completar essa aguarela tão característica dos usos e costumes das gentes da região saloia, recortamos o namoro pitoresco das moçoilas que, “trajadas com as suas melhores vestes se sentavam e esperavam pacientemente que algum dos rapazes vestidos de jaleca parasse e lhes piscasse o olho e assim declarasse o seu amor”. O local ficou para sempre conhecido como o “Muro do Derrete” e está consagrado na toponímia!

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publicado por Carlos Gomes às 17:48
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