Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores
Quarta-feira, 30 de Novembro de 2016
AFINAL ONDE ESTÁ O PROMETIDO DEBATE DE IDEIAS ENTRE AS CANDIDATURAS AOS ÓRGÃO DIRECTIVOS DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS?

Em resposta ao artigo publicado no BLOGUE DE LISBOA sob o título em epígrafe, em http://bloguedelisboa.blogs.sapo.pt/afinal-onde-esta-o-prometido-debate-de-668618, publicou o Dr Ludgero Mendes na página do Facebook “Sons do Povo”, da Rádio do Folclore Português, o comentário que nos merece o maior interesse e que aqui publicamos na íntegra, no propósito de contribuir para o debate de ideias.

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Caro Senhor Carlos Gomes,

Posso concordar consigo sobre o interesse de as Listas que se propõem ao acto eleitoral do próximo dia 11 deverem ter um espaço e um tempo para apresentarem mais detalhadamente os seus projectos, que são distintos um do outro, se bem analisados, apesar de consensualizarem um conjunto de ideias que, no fundo, representam o que é essencial para a "governança" da Federação.

Há, contudo, a necessidade de operar uma certa rotura com práticas do passado recente, de modo a conseguir ganhar a credibilidade por parte de agentes do poder político central, de modo a ser parceira cultural do Ministério ou da Secretaria de Estado da Cultura (depende, uma vez que alguns Governos têm um Ministério da Cultura, enquanto outros, como o actual, apenas têm uma Secretaria de Estado), e o primeiro passo que tem que ser dado no sentido de sermos respeitados é sabermos o que queremos fazer com tão importante património cultural como são o folclore e a etnografia.

Este Congresso é fundamental para podermos definir toda a estratégia exigida a uma instituição como é a Federação, pois, se for possível consensualizarmos os conceitos estaremos em condições de definir um plano de acção a médio / longo prazo.

Teremos de ser capazes de falar todos a mesma linguagem e sermos entendidos correctamente por quem ainda não encontrou o seu espaço e a sua opção em termos de abordagem ao tema folclórico.

É importante votar, claro que sim - e desta vez, sem quaisquer dramas, e mau grado algumas insinuações desnecessárias, até há duas alternativas - mas, sabermos o que queremos fazer a favor do Folclore e do movimento associativo que o defende / representa, não é menos importante.

Um abraço.



publicado por Carlos Gomes às 23:46
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PALMELA REALIZA FESTIVAL DO MOSCATEL

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publicado por Carlos Gomes às 21:31
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FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS: LISTA “B” TEM NOVA PÁGINA NO FACEBOOK

A lista “B” candidata aos órgãos diretivos da Federação do Folclore Português criou uma nova página no seguinte endereço do Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100014234172340&fref=ts

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publicado por Carlos Gomes às 21:07
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“HERE, I’M FINE”, O NOVO EP DOS BEAR ME AGAIN

Longe vão os dias em que o nome Bear Me Again causava estranheza entre os fãs de indie rock. Actualmente basta pronunciar o nome do quarteto de Belo Horizonte para provocar sorrisos e um menear de cabeça, conquistando fãs e seguidores logo às primeiras audições.

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Depois do primeiro álbum homónimo os ter catapultado para o estrelato, e do single “Here, I’m Fine” ter confirmado todo o talento demonstrado anteriormente, chegou finalmente a altura de concretizarem o seu segundo lançamento europeu! Sob o título “Here, I’m Fine”, estes são três poderosos temas de indie rock que fascinaram a critica especializada e que chegam ao mercado através do reputado selo da Music For All.

Os Bear Me Again são um quarteto de indie folk/alternativo oriundo de Belo Horizonte e composto por Wendhell Werneck (voz e violão/guitarra), Diego Ernane (guitarra e back vocal), Luís Lopes (baixo, back vocal) e Thiago França (bateria).

Surgida no ano de 2012, a banda desenvolveu uma mistura entre a essência e a autenticidade do folk com a eletricidade e sentimentalismo típicos do rock alternativo britânico, fazendo um som carregado de alma e sensibilidade, com influências de diferentes géneros e bandas como Coldplay, Kings of Leon, Mumford & Sons, Johnny Cash e U2, o que lhes confere um estilo musical indescritível e abrangente.

Em 2013 estreiam-se com um EP intitulado “Road of Glass”, tendo o primeiro longa-duração homónimo chegado dois anos mais tarde, em Setembro de 2015, sendo considerado o melhor disco independente desse ano em Minas Gerais pela publicação Musical Street e pelo Jornal e Revista Correio Eletrônico.

Com letras poéticas que envolvem questões antropológicas e teológicas, tanto quanto o quotidiano e o ordinário de forma contemplativa, os Bear Me Again tentam trazer uma nova abordagem à música indie praticada no Brasil.


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publicado por Carlos Gomes às 20:59
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NATAL CHEGA Á MOITA COM MARÉ CHEIA

Maré Cheia: o que não pode perder neste Natal no concelho da Moita

A agenda Maré Cheia de dezembro, da Câmara Municipal da Moita, já está disponível, em papel, nos locais habituais e em formato digital, em www.cm-moita.pt. Saiba que atividades não pode perder neste Natal, com a sua família e amigos. Um ciclo de música, teatro, feiras e ateliês de Natal são algumas das propostas apresentadas na rúbrica “À Lupa”, desta agenda.

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Nas páginas na Maré Cheia, pode ainda encontrar toda a programação prevista para o mês de dezembro, no concelho, no que diz respeito a música, teatro, atividades para crianças, cinema, feiras e festas, exposições e outros eventos. Há ainda espaço para as habituais sugestões de leitura, música, cinema e internet, nas Cumplicidades, e, no “Aqui Tão Perto”, dá-se a conhecer uma nova geração de artesãos que encontrou novas formas de divulgar as pinturas tradicionais das embarcações do Tejo. Conheça ainda o projeto “Mercearia da Aldeia”, na rúbrica “Sabores & Saberes”.

Se pretende receber a Maré Cheia em sua casa, todos os meses, contacte o Gabinete de Informação e Relações Públicas da Câmara Municipal da Moita, através do e-mail: informacao-rpublicas@mail.cm-moita.pt ou do telefone 212806715.



publicado por Carlos Gomes às 19:47
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Terça-feira, 29 de Novembro de 2016
COMEMORAÇÕES DO 1º DE DEZEMBRO TRAZEM A LISBOA PERTO DE 30 BANDAS FILARMÓNICAS DE TODO O PAÍS

O Movimento 1º de Dezembro lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios para o efeito. É possível realizá-lo graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro. Agradecemos também o apoio facultado pelo Recheio e pelo Amanhecer.

O Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas "1º de Dezembro" foi um êxito em 2012, 2013, 2014 e 2015. Será êxito maior em 2016.

14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)

15h00 - Início do Desfile

16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.700 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

17h00 - Fecho e desmobilização das bandas

Nesta 5ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:

GRUPOS DE PERCUSSÃO:

Tocá Rufar (Seixal)

Grupo de Bombos de Atei (Mondim de Basto)

BANDA NACIONAL:

Banda do Exército

BANDAS FILARMÓNICAS:

Banda da ACULMA (Marvila, Lisboa)

Sociedade Filarmónica União e Progresso Madalense (Madalena do Pico, Açores)

Banda Musical Santiago de Lobão (Santa Maria da Feira)

Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense "Os Amarelos" (Moura)

Banda Filarmónica de Santa Maria de Bouro (Amares)

Banda Marcial de Arnoso (Vila Nova de Famalicão)

Associação Filarmónica Recreativa e Cultural do Brinço (Macedo de Cavaleiros)

"Banda de Música 1º de Maio (Associação de Socorros Mútuos dos Artistas Mirandelenses) (Mirandela)

Associação Filarmónica Retaxense (Castelo Branco)

Filarmónica Recreativa Cortense (Covilhã)

Sociedade Filarmónica Oleirense (Oleiros)

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Fratelense (Vila Velha de Ródão)

Sociedade Musical Recreativa Instrutiva e Beneficente Santanense (Figueira da Foz)

Sociedade Filarmónica Sangianense (Oliveira do Hospital)

Banda Filarmónica da Casa do Povo de N.ª Sr.ª de Machede (Évora)

Banda Musical de Tavira

Banda Academia de Santa Cecília (de São Romão) (Seia)

Sociedade Musical Estrela da Beira (Seia)

Sociedade Filarmónica Maiorguense (Alcobaça)

Sociedade Filarmónica Pedroguense (Pedrógão-Grande)

Associação Musical de Cabanas de Torres (Alenquer)

Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro da Encarnação (Mafra)

Banda Juvenil do Município de Gavião

Sociedade Musical Euterpe de Portalegre

Banda de Música de S. Vicente de Alfena (Valongo)

Sociedade Filarmónica União Maçaense (Mação)

Sociedade Filarmónica Gualdim Pais (Tomar)

Sociedade Filarmónica Incrível Almadense (Almada)

Banda Filarmónica da Associação Musical de Vila Nova de Anha (Viana do Castelo)

Sociedade Filarmónica Fraternidade de São João de Areias (Santa Comba Dão)

Banda Musical 81 de Ferreirim (Sernancelhe)

Será um total de 34 entidades, integrando 2 grupos de persussão, 1 banda nacional militar e 31 bandas filarmónicas civis.

Serão cerca de 1700 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país que irão descer a Avenida da Liberdade, para celebrar Portugal, a Independência e a Restauração através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.

Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes sob a direcção do Maestro Tenente Duarte Cardoso, da Banda do Exército.

Ao longo do desfile, serão interpretadas várias marchas, bem como o Hino da Restauração. O alinhamento do momento colectivo conta também, além do Hino da Restauração, com a interpretação dos Hino da Maria da Fonte e Hino Nacional.

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publicado por Carlos Gomes às 22:16
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AFINAL ONDE ESTÁ O PROMETIDO DEBATE DE IDEIAS ENTRE AS CANDIDATURAS AOS ÓRGÃOS DIRECTIVOS DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS?

Apresentaram-se às próximas eleições aos órgãos diretivos da Federação do Folclore Português duas listas que prometiam debater diferentes pontos de vista programáticos com o objetivo de trabalharem para uma “Federação Renovada do Século XXI”, segundo a Lista “A” ou, um “Federação Maior e Melhor Agora”, segundo a Lista “B”.

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Ambas as listas apresentaram a seu tempo o respetivo programa mais ou menos objetivo e a sua lista de candidatos aos órgãos diretivos da Federação do Folclore Português. Mas, para além de alguma troca de acusações, o debate de ideias não passou disso mesmo, não sendo percetível as verdadeiras diferenças que opõem as duas listas candidatas.

Pedem aos associados o seu voto mas não se sabe a que propósito estes o vão conceder, uma vez que as ideias não foram suficientemente esclarecidas. E, quanto ao congresso, para que servirá tão magna reunião sem caráter vinculativo quando nem para a Assembleia Eleitoral os concorrentes ousaram confrontar os seus diferentes pontos de vista?



publicado por Carlos Gomes às 21:46
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FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS: LISTA "B" APELA AO VOTO!

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Prezados Amigos,

Dirigimo-nos a cada um de vós, no sentido de convocar todos a trilhar um caminho comum, o valor do Folclore, da cultura tradicional popular e o reconhecimento do trabalho desenvolvido pelos Grupos de Folclore, um legado que nos deixou o saudoso Augusto Gomes dos Santos.

Constituímos uma equipa, jovem, dinâmica, sem vícios, que se entrega ao movimento sem esperar nada em troca, mas uma equipa motivada, inconformada e determinada a elevar o Folclore Português a nível nacional e internacional. Uma equipa que quer estar do lado dos Grupos ou Ranchos de Folclore, sentindo as suas dificuldades e preocupações, ajudando a superá-las. Não uma equipa de gabinete, mas uma equipa presente e no terreno.

Queremos estar próximos de todos os que defendem a mesma causa, cooperar com as Associações Locais e Regionais de Folclore, criar estruturas de apoio nas Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores e ainda nos vários países do mundo, onde o Folclore Nacional é representativo.

Foram muitos os contributos que nos foram chegando e com eles quisemos assumir uma Carta de Compromissos, não um mero texto de retórica ou poético, em que aquilo que se escreve agora, nada tem a ver com o que se pratica no terreno, mas o assumir dum compromisso com todos os Grupos ou Ranchos de Folclore federados e não federados, com os sócios auxiliares, com as autarquias, com todos aqueles que contribuem para esta tão Nobre causa que é FOLCLORE.

Estamos conscientes que é um trabalho ambicioso, mas aceitámos o compromisso de servir o Folclore e não se servir do Folclore, determinados a concretizar cada um destes compromissos que vos apresentamos e posteriormente estaremos disponíveis para ser avaliados em futuros atos eleitorais.

Contamos com contributo de cada um de Vós, numa Federação aberta, participativa e próxima do movimento Folclórico Nacional, resumidamente Uma Federação Maior e Melhor Agora!

Um Abraço Amigo e Caloroso da Lista B.



publicado por Carlos Gomes às 17:49
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FOLKLOURES’17 JÁ MEXE!

A edição do próximo ano do FolkLoures – Encontro de Culturas, já se encontra em marcha. Com nova data e formato, este evento vai apresentar algumas novidades que o farão distinguir do já demasiado corriqueiro modelo dos festivais de folclore, apenas limitados às actuações de grupos de danças e cantares.

FolkLoures é mais do que um festival de folclore. Ano após ano, será um ponto de Encontro de Culturas com carácter inclusivo, palco das mais variadas tradições da cultura tradicional, de exposição e de debate das nossas raízes – e das tradições das comunidades que vivem ao nosso lado e com quem diariamente interagimos.

A programação da próxima edição do FolclkLoures deverá ficar encerrada ainda até ao fim do corrente ano, aguardando-se apenas a confirmação de algumas permutas.

- A Festa vai começar!

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publicado por Carlos Gomes às 16:19
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A COLEÇÃO RITUAIS COM MÁSCARA ESTÁ DE VOLTA! É TEMPO DE COLOCAR A MÁSCARA E VIAJAR ENTRE CARETOS E CARDADORES

A Progestur tem o prazer de anunciar o lançamento de mais dois livros, inseridos na coleção “Rituais com Máscara”dedicados inteiramente às máscaras dos municípios de Ílhavo e Macedo de Cavaleiros. A apresentação das duas publicações está agendada para o próximo dia 6 de Dezembro, pelas 18h30, no Museu Nacional de Arqueologia.

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A apresentação contará com a presença de personalidades de várias áreas da cultura portuguesa dando espaço para uma conversa reveladora sobre tradições, rituais das máscaras e seus simbolismos e significados nos municípios de Ílhavo e Macedo de Cavaleiros. Moderada pelo Dr. Francisco José Viegas, o lançamento dos livros contará com a presença do presidente da Câmara Municipal de Ílhavo, Fernando Caçoilo, presidente da Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros, Duarte Moreno, presidente da Progestur, Hélder Ferreira e ainda a representação da Fundação Inatel.

Depois das publicações dedicadas aos rituais com máscara de Lamego, Mira, Miranda do Douro e Mogadouro, a coleção, editada em português e inglês, apresenta-se mais uma vez com uma forte componente informativa e cultural abordando ao pormenor os as máscaras e rituais dos Cardadores de Vale de Ílhavo e Caretos de Podence. 

Ao leitor é transmitido um sentimento de pertença nestas celebrações ancestrais, contadas por quem vive de perto estes rituais, evidenciando a importância das regiões e populações na garantia da perpetuidade das tradições culturais como marca da sua identidade. 

Esta coleção, composta por 11 volumes, contêm, para além da explicação das origens, significados e simbolismos destas manifestações culturais, dez páginas dedicadas à promoção da região da festa apresentada, funcionando como um roteiro turístico, possibilitando a divulgação e promoção da oferta turística dos municípios envolvidos. 

Inseridas nos “Rituais com Máscara” e resultantes de uma parceria entre a Progestur e o INATEL, foram criadas três rotas turísticas com base nas festas com rituais de máscaras - uma no centro de Portugal e duas no Nordeste Trasmontano – que estarão presentes na totalidade da coleção.

Anunciamos também que já estão a ser iniciados os trabalhos de investigação e recolha de registos fotográficos para a produção de mais livros inseridos nesta coleção, a ser publicados em 2017. Em breve revelaremos quais os municípios e máscaras que terão destaque nas próximas publicações.

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publicado por Carlos Gomes às 14:52
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Segunda-feira, 28 de Novembro de 2016
MUSEU BORDALO PINHEIRO CONVIDA PARA UMA "PARÓDIA CULINÁRIA" À MESA DO CARICATURISTA

Amanhã, dia 29, o Museu Bordalo Pinheiro vai apresentar o livro Paródia Culinária, à Mesa de Bordalo.

É um livro de receitas "à moda antiga", ilustrado por desenhos de Bordalo, que são apresentados na exposição Bordalo à Mesa, que pode ver no Museu.

A apresentação vai ser feita por Alexandra Prado Coelho, com Pedro Bebiano Braga (comissário da exposição) e Rita Nobre de Carvalho (designer do livro)

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publicado por Carlos Gomes às 19:38
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TERRA SÃ MARCA COMPASSO BIO NA CIDADE DE LISBOA

Saiba o que vai acontecer!

A Terra Sã Lisboa 2016 - Feira Nacional de Agricultura está prestes a começar!

Nos dias 3 e 4 de Dezembro, no Pátio da Galé, vão acontecer múltiplas atividades, um conjunto vasto de oportunidades de aprendizagem. A feira, que acontece desde 1988, tem vindo a crescer desde então, ganhando novas formas em novos espaços.

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O Tema da feira será a Alimentação saudável e sustentável e contará com a presença das maiores marcas de agricultura, alimentação e cosmética biológica do mercado, com as diferentes quintas biológicas do país assim como as principais organizações ambientais de Portugal.

SÁBADO

Na inauguração espera-se a presença do Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, Luís Capoulas Santos, do Vice-Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Duarte Cordeiro e Jaime Ferreira, presidente da direção da Agrobio. Logo depois os visitantes poderão participar em duas oficinas de alimentação saudável com Isabel Costa e com a associação Com Medida. Maria João Parreira estará responsável pelas atividades com as crianças e à hora do almoço a Vitis Tuna, Tuna Académica da Escola Superior Agrária de Coimbra, vai atuar, trazendo calor ao início de tarde de dezembro. Depois do almoço as plantas tomam conta da saúde com a participação de Fernanda Botelho e Miguel Boieiro. Pela tarde, as oficinas continuam passando pelas Hortas com o livro “Uma Horta em Casa” de Isabel Mourão.

O painel principal de Sábado acontecerá a partir das 16h30 com o tema “Alimentação Biológica e Segurança Alimentar”. Neste painel participarão Jorge Ferreira, com o tema do Glifosato e dos Organismos geneticamente modificados. Convidado está também o bastonário da Ordem dos Médicos para falar sobre os pesticidas e o impacto na saúde pública. Confirmada está já a presença de Daniela Seabra que irá dar o contributo para a compreensão da importância da alimentação biológica na saúde humana. Finalmente, o Presidente da Direção da Agrobio, Jaime Ferreira falará sobre o tema da sustentabilidade alimentar. Porque dançar faz bem ao corpo e à mente, André Cid Lauret animará o final do dia de sábado com um Baile de Danças Europeias.

Projeto financiado com o apoio da Comissão Europeia. A informação contida nesta publicação vincula exclusivamente o autor, não sendo a comissão responsável pela utilização que dela possa ser feita. DOMINGO Domingo de manhã, a feira abrirá as portas com uma oficina de meditação com mantra, dada pela escola Ananda Marga. Logo depois decorrerá a apresentação da Estratégia Nacional para a Agricultura Biológica. Neste painel será também abordado o tema da conversão para a agricultura biológica e será apresentada a plataforma “Agro Smart Coop” pela Uninorte. Um projeto em que cooperativas espanholas, francesas e portuguesas se unem, com objetivos comuns. Imperdíveis serão as passagens pelas oficinas Farmácia Bio e pelas palestras sobre os novos regimes alimentares com Beatriz Batista, sobre o Veganismo, e Iara Rodrigues, com as Intolerâncias Alimentares.

Numa parceria com o espaço A Sociedade, no final da feira, vai acontecer o painel sobre a importância do solo. Neste painel será apresentada a campanha europeia “People 4 Soil” pela Quercus, Cláudia Villax falará sobre o solo como um organismo vivo, Miguel Andrade abordará o tema do desperdício alimentar e da influência no solo e Nelson Silva fechará o painel com o tema da importância do solo.

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publicado por Carlos Gomes às 16:34
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PAN VAI APROVAR ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2017
  • Foi possível aprovar medidas emblemáticasnas áreas sociais, económicas, ecológicas e dos direitos dos animais
  • Negociações permitiram um avanço nas causas para as quais o partido foi eleito
  • Voto de confiança que reconhece o caminho de diálogo aberto com o Governo

Após intensas negociações com o Governo o PAN - Pessoas-Animais-Natureza, viu aprovadas várias medidas propostas para o Orçamento do Estado de 2017. O governo mostrou-se disponível para uma escuta mais ativa das preocupações dos cidadãos que, até Outubro de 2016, não estavam representados na Assembleia da República.

O PAN valoriza e reconhece este esforço por parte do Governo para acolher propostas do partido que permitiram passos consideráveis, com parcos recursos, apenas um Deputado e fortes restrições regimentais, por um novo paradigma ecológico, ético e social.

Foi possível aprovar medidas emblemáticas que representam prioridades há muito exigidas pelos cidadãos como a proposta que prevê apoios aos municípios na construção de Centros de Recolha Oficial de Animais – CROAs, também denominados por canis e que vai possibilitar uma verificação das condições da atual rede de Centros de Recolha Oficial de Animais, que deve ocorrer no primeiro semestre de 2017, para que, posteriormente e consoante a prioridade, se dê início à construção dos centros de recolha em falta de forma faseada, iniciando-se este processo com um investimento de um milhão de euros.

A redução da taxa de IVA para muitos utensílios, aparelhos ou objetos utilizados por pessoas com deficiência, uma medida que pretende contribuir para uma maior inclusão social e para a diminuição das desigualdades existentes, numa matéria que tem tanto ainda por evoluir, principalmente no reconhecimento do valor e do contributo social destes cidadãos independentemente das suas limitações.

A proposta para um incentivo à mobilidade elétrica através da renovação das frotas de veículos do Estado num total de 1200 veículos elétricos no Parque de Veículos do Estado até 2019 foi uma conquista muito significativa no combate às alterações climáticas e na diminuição da nossa dependência dos combustíveis fósseis. Destes, 150 veículos elétricos serão integrados nos organismos da Administração Pública já em 2017, com o reforço de, pelo menos, 250 novos pontos de carregamento.

Também a Agricultura Biológica sai beneficiada com a aprovação da formação em agricultura biológica de, pelo menos, dois técnicos do quadro de cada uma das Direções Regionais de Agricultura e Pescas, numa fase inicial, e com a obtenção de um benefício fiscal com as despesas em Certificação.

“Grandes causas nas áreas sociais, económicas, ecológicas e dos direitos dos animais, que veem reforçar o compromisso que assumimos diariamente com os portugueses, convictos de que temos um forte contributo para uma nova forma de se fazer política em Portugal.” Explica André Silva, Deputado do PAN.

“Queremos continuar e expandir esta trajetória de aprendizagem para a qual têm contribuído todas as forças partidárias à direita e à esquerda. E encontrar espaço para a consolidação da forma como escolhemos estar na política e na qual muitos cidadãos se reveem. Promovendo e aplicando a não-violência, trabalhando em causas transversais, mostrando que é possível romper com a dicotomia esquerda/direita e sendo um exemplo de mais e melhor cidadania participativa.” Reforça, André Silva.

Não fazendo parte da maioria de esquerda que suporta o governo, o PAN olha para este OE com confiança. Por permitir um avanço nas causas para as quais o partido foi eleito e por haver um caminho de diálogo aberto para o resto desta sessão legislativa, o PAN votará a favor amanhã na votação final global do Orçamento do Estado para 2017.



publicado por Carlos Gomes às 14:09
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AMIGOS DE OLIVENÇA APELAM À RESOLUÇÃO DO LITÍGIO FRONTEIRIÇO ENTRE PORTUGAL E ESPANHA

Por ocasião da visita a Portugal do Chefe de Estado de Espanha, Sua Majestade o Rei Filipe VI, o Grupo dos Amigos de Olivença, torna público o seguinte:

A Questão de Olivença, inquestionavelmente presente na realidade política luso-espanhola, continua por resolver, uma vez que Portugal não reconhece a soberania de Espanha sobre o território e considera o mesmo, de jure, português. Aliás, o Governo português, conforme o comando constitucional, tem reafirmado publicamente que «mantém a posição conhecida quanto à delimitação das fronteiras do território nacional» e que «Olivença é território português».

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O litígio à volta da soberania de Olivença, propiciando, pela sua natureza, desconfiança e reserva entre os dois Estados, tem efeitos reais e negativos no seu relacionamento. Se o confronto se evidencia em episódios «menores», também é certo que muitos dos atritos e dificuldades verificados em áreas relevantes da política bilateral terão causa na persistência da Questão de Olivença.

Porque uma política de boa vizinhança entre os dois Estados não pode ser construída sobre equívocos e ressentimentos, sendo escusada, inadmissível e insustentável a tentativa de esconder a existência política da Questão de Olivença e os prejuízos que ela traz ao relacionamento peninsular, impõe-se que a mesma seja inscrita — com natural frontalidade e sem subterfúgios — na agenda diplomática luso-espanhola.

Nas circunstâncias actuais, em que se procura aprofundar essa visão de amizade fraterna entre os dois povos, assente numa amizade antiga e por conseguinte experimentada, exigente e desafiadora, e integrando Portugal e Espanha os mesmos espaços políticos, económicos e militares, com salutar aproximação e colaboração em vastas áreas, são propícias a que ambos os Estados assumam que é chegado o momento de discutir, de forma adequada, a Questão de Olivença e de dar cumprimento à legalidade e ao Direito Internacional.

O Grupo dos Amigos de Olivença, com a legitimidade que lhe conferem 78 anos de esforços pela retrocessão do território, lança um desafio aos Governantes dos dois Estados para que, no respeito pela História, pela Cultura e pelo Direito, dêem início a conversações que conduzam à solução justa do litígio.

O Grupo dos Amigos de Olivença, na véspera do 1º de Dezembro, dia em que se assinala a Restauração da Independência Nacional, obra do glorioso e unânime esforço colectivo do povo português, fazendo seus os anseios de tantos e tantos portugueses, apela ao Governo de Portugal para que, resolutamente, leve por diante a sustentação dos direitos de Portugal.

O Grupo dos Amigos de Olivença, apela a todos os cidadãos para que, no pleno exercício dos seus direitos, manifestem o seu apoio à defesa de Olivença Portuguesa.

OLIVENÇA É TERRA PORTUGUESA!

VIVA OLIVENÇA PORTUGUESA!

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publicado por Carlos Gomes às 10:46
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Domingo, 27 de Novembro de 2016
COMEMORAÇÕES DO 1º DE DEZEMBRO TRAZEM A LISBOA PERTO DE 30 BANDAS DILARMÓNICAS DE TODO O PAÍS

O Movimento 1º de Dezembro lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios para o efeito. É possível realizá-lo graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro. Agradecemos também o apoio facultado pelo Recheio e pelo Amanhecer.

O Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas "1º de Dezembro" foi um êxito em 2012, 2013, 2014 e 2015. Será êxito maior em 2016.

14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)

15h00 - Início do Desfile

16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.700 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

17h00 - Fecho e desmobilização das bandas

Nesta 5ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:

GRUPOS DE PERCUSSÃO:

Tocá Rufar (Seixal)

Grupo de Bombos de Atei (Mondim de Basto)

BANDA NACIONAL:

Banda do Exército

BANDAS FILARMÓNICAS:

Banda da ACULMA (Marvila, Lisboa)

Sociedade Filarmónica União e Progresso Madalense (Madalena do Pico, Açores)

Banda Musical Santiago de Lobão (Santa Maria da Feira)

Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense "Os Amarelos" (Moura)

Banda Filarmónica de Santa Maria de Bouro (Amares)

Banda Marcial de Arnoso (Vila Nova de Famalicão)

Associação Filarmónica Recreativa e Cultural do Brinço (Macedo de Cavaleiros)

"Banda de Música 1º de Maio (Associação de Socorros Mútuos dos Artistas Mirandelenses) (Mirandela)

Associação Filarmónica Retaxense (Castelo Branco)

Filarmónica Recreativa Cortense (Covilhã)

Sociedade Filarmónica Oleirense (Oleiros)

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Fratelense (Vila Velha de Ródão)

Sociedade Musical Recreativa Instrutiva e Beneficente Santanense (Figueira da Foz)

Sociedade Filarmónica Sangianense (Oliveira do Hospital)

Banda Filarmónica da Casa do Povo de N.ª Sr.ª de Machede (Évora)

Banda Musical de Tavira

Banda Academia de Santa Cecília (de São Romão) (Seia)

Sociedade Musical Estrela da Beira (Seia)

Sociedade Filarmónica Maiorguense (Alcobaça)

Sociedade Filarmónica Pedroguense (Pedrógão-Grande)

Associação Musical de Cabanas de Torres (Alenquer)

Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro da Encarnação (Mafra)

Banda Juvenil do Município de Gavião

Sociedade Musical Euterpe de Portalegre

Banda de Música de S. Vicente de Alfena (Valongo)

Sociedade Filarmónica União Maçaense (Mação)

Sociedade Filarmónica Gualdim Pais (Tomar)

Sociedade Filarmónica Incrível Almadense (Almada)

Banda Filarmónica da Associação Musical de Vila Nova de Anha (Viana do Castelo)

Sociedade Filarmónica Fraternidade de São João de Areias (Santa Comba Dão)

Banda Musical 81 de Ferreirim (Sernancelhe)

Será um total de 34 entidades, integrando 2 grupos de persussão, 1 banda nacional militar e 31 bandas filarmónicas civis.

Serão cerca de 1700 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país que irão descer a Avenida da Liberdade, para celebrar Portugal, a Independência e a Restauração através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.

Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes sob a direcção do Maestro Tenente Duarte Cardoso, da Banda do Exército.

Ao longo do desfile, serão interpretadas várias marchas, bem como o Hino da Restauração. O alinhamento do momento colectivo conta também, além do Hino da Restauração, com a interpretação dos Hino da Maria da Fonte e Hino Nacional



publicado por Carlos Gomes às 19:37
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Sábado, 26 de Novembro de 2016
CASAS REGIONAIS JUNTAM-SE AMANHÃ EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 18:49
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AGRICULTURA BIOLÓGICA VAI TER BENEFÍCIO FISCAL

Orçamento do Estado 2017: PAN conquista benefício fiscal para agricultura biológica

  • Agricultores que produzam em modo biológico vão usufruir de um benefício fiscal na Certificação
  • Gastos com a Certificação biológica serão majorados a 140% do montante em sede de IRC e IRS
  • Promover uma equidade comercial e concorrencial e valorizar quem produz alimentos de forma sustentável e com benefícios para a saúde

O PAN viu acolhida pelo governo a medida para o Orçamento do Estado de 2017 que prevê que os gastos suportados com a certificação biológica do produtor agrícola, que não se verificam na produção convencional/integrada, sejam majorados, em valor correspondente a 140% do respetivo montante, para efeitos da determinação do lucro tributável ou do rendimento coletável.

Isto significa que, a partir de agora os agricultores que queiram produzir em modo biológico irão usufruir de um benefício fiscal na certificação das suas produções, ou seja, esta majoração vem permitir inflacionar o valor da dedução para que o agricultor biológico possa ter uma compensação na devolução (ou menor montante a liquidar) no seu IRC ou IRS.

Esta é uma medida que pretende promover uma justa equidade comercial e concorrencial, visto que atualmente, um agricultor que produza em modo biológico, ou seja, de forma mais sustentável, com práticas regenerativas e que contribui para uma alimentação mais saudável, livre de agrotóxicos, tem sido económica e concorrencialmente prejudicado face ao agricultor convencional, cujo modo de produção tem enormes impactos ambientais e que faz entrar no mercado alimentos com agentes químicos, sem uma despesa acrescida, que se verifica para os produtores biológicos com a necessária certificação.

Esta é uma das medidas que integra o documento “20 Contributos para uma Estratégia Nacional para a Agricultura Biológica desenvolvido pelo PAN e apresentado ao Governo no início da atual sessão legislativa, que inclui vinte medidas integradas que pretendem contribuir com soluções para alguns dos principais problemas desta fileira nas suas diversas áreas.



publicado por Carlos Gomes às 10:51
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Sexta-feira, 25 de Novembro de 2016
GOVERNO VAI APOIAR CONSTRUÇÃO DE CANIS MUNICIPAIS

Orçamento do Estado 2017: Governo acolhe proposta do PAN que prevê apoios para construção de canis municipais

  • Um milhão de euros em 2017 para que se inicie a construção dos centros de recolha oficial de animais em falta de forma faseada
  • Verificação das condições da atual rede de Centros de Recolha Oficial de Animais em 2017
  • Rejeitadas a redução da taxa de IVA na alimentação dos animais de companhia e o fim da isenção de IVA aos toureiros foi rejeitada

O PAN viu acolhida pelo governo a proposta para o Orçamento do Estado de 2017 que prevê apoios aos municípios na construção de Centros de Recolha Oficial de Animais – CROAs, também denominados por canis. Para uma efetiva aplicação da lei aprovada este ano, por unanimidade, e que deu corpo a uma Iniciativa Legislativa de Cidadãos pelo fim dos abates nos canis municipais, promovida pelo partido em 2015, é necessário um compromisso no apoio aos Municípios que tenham carências destes equipamentos (medida nº114C, votada esta tarde).

A recente lei n.º 27/2016 prevê medidas para a criação de uma rede de Centros de Recolha Oficial de Animais, estabelece a proibição do abate de animais errantes como forma de controlo da população e avança que é um dever do Governo, em colaboração com as autarquias locais, promover a criação dessa rede de CROAs. A proposta do PAN define que seja efetuada uma verificação das condições da atual rede de Centros de Recolha Oficial de Animais, que deve ocorrer no primeiro semestre de 2017, para que, posteriormente e consoante a prioridade, se dê início à construção dos centros de recolha em falta de forma faseada, iniciando-se este processo com um investimento de um milhão de euros. 

O objetivo não será financiar todos os CROAs, mas sim incentivar os Municípios a criar condições técnicas e materiais dignas para receber os animais. Sendo o valor atribuído ainda insuficiente, revela já o reconhecimento, por parte do Governo, de uma prioridade exigida pelos cidadãos. Desde 2001 que é obrigatório todos os municípios possuírem um CROA. Passados aproximadamente 15 anos, verifica-se que, dos 308 municípios portugueses, apenas 180 têm estes centros.

Os decisores políticos locais não podem continuar a ignorar a importância de implementar políticas públicas de proteção e bem-estar animal nos seus municípios.

No âmbito da proteção e bem-estar animal não foram acolhidas pelo governo outras medidas do PAN, como a redução da taxa de IVA na alimentação dos animais de companhia para a taxa intermédia. Uma medida que representaria uma poupança significativa no orçamento das pessoas que detêm animais de companhia, bem como de muitas associações zoófilas e grupos informais de defesa dos animais que, diariamente, lutam com extremas dificuldades financeiras para realizarem uma missão de inegável mérito, e que se têm substituído ao Estado sem serem reconhecidas pelo mesmo.

Também a proposta do PAN que pretende o fim da isenção de IVA para a prestação de serviços dos artistas tauromáquicos foi rejeitada. No Parlamento ainda prevalecem posições que não distinguem um movimento social – grupo de pessoas que defendem determinados interesses – de uma sociedade em movimento, uma massa social com pensamento crítico e que representa uma consciência num dado momento da nossa civilização. A maioria dos cidadãos não concorda e não entende a razão de se beneficiar fiscalmente pessoas cuja atividade se baseia na violência gratuita contra animais. O movimento parlamentar continua afastado da sociedade em movimento.

“As leis devem refletir a vontade da sociedade, portanto, se as coisas ainda não estão da forma como gostaríamos que estivessem, precisamos continuar a debatê-las e a pensar sobre elas. Apesar das instituições ainda estarem presas a velhos paradigmas, estamos num caminho evolutivo de uma escuta mais ativa da vontade social”, lembra André Silva, Deputado do PAN.



publicado por Carlos Gomes às 20:22
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Quinta-feira, 24 de Novembro de 2016
DED RABBIT, A IRMANDADE ESCOCESA DO INDIE ROCK

De Edimburgo chegam-nos os Ded Rabbit, um quarteto de irmãos praticantes do melhor indie rock escocês da atualidade, à medida dos grandes festivais de Verão, que se fazem anunciar entre nós com o pegadiço “Only Dating”.

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Mergulhados em influências de contemporâneos como The Libertines, The Kooks ou Catfish and the Bottlemen, o clã prepara a edição de um novo EP para o primeiro trimestre de 2017, altura em que embarcarão numa digressão que os levará a Portugal e Espanha, com o selo da Music For All.

Escócia: país conhecido pela simpatia das suas gentes, pela beleza das suas paisagens e monumentos e, a partir de agora, pelo magnetismo dos Ded Rabbit! É da união, cumplicidade e talento dos irmãos Eugene, Fergus, Donal e Eoin Gaine que nasce uma das bandas mais promissoras da cena indie-rock do Reino Unido.

Individualizando: Eugene tem a seu cargo a voz e guitarra, Fergus é o guitarrista principal, Donal domina o baixo e por fim, mas não menos importante, Eoin completa o quarteto com a sua portentosa bateria.

Originalmente de Yorkshire, foi uma mudança para as Terras Altas em pleno ano de 1996 que despoletou aquilo a que hoje chamamos de Ded Rabbit. Devido ao isolamento, e à paixão que todos partilhavam pela música, os quatro irmãos começaram a trabalhar em temas próprios, situação que se manteve inalterada durante uma década. Depois de uma nova mudança, desta vez para Edimburgo, por motivos escolares, não só a união criativa que criaram não acabou como deram um passo em frente: a ida para estúdio.

O trabalho deu frutos e assim nasceu, em 2014, o EP “Wash Away”. No ano seguinte intensificam os trabalhos e surgem os EP’s “Wake Up In A Dream” e “Moving In Slow Motion”, cujo tema “Step Off Your Shoes” foi o single de maior sucesso e reconhecimento.

O ano de 2015 marca o início daquilo que hoje sabemos ser uma parceria muito bem-sucedida. Os Ded Rabbit estabeleceram uma proveitosa relação com os estúdios Rocket Science Studios, de Glasgow, casa que já havia recebido os mundialmente aclamados Bell & Sebastian.

Entre os seus feitos mais recentes contam-se: o 2º lugar da Playlist “Spotify Viral Top 50”, do Spotify; foram cabeças-de-cartaz do palco TBreak Stage no festival T in the Park, em 2015; a nomeação na categoria de “Best Live Act 2015” dos Scottish Alternative Music Awards ou ainda o constante airplay na BBC Radio 6 e na KROQ (Los Angeles). Para 2017 está prometido um novo EP bem como uma digressão ibérica.

Citações de imprensa sobre os Ded Rabbit:

“Com uma pitada de The Housemartins e dos primórdios de Arctic Monkeys mergulhado com um toque de funk e letras originais, eles criaram um som distintivo e altamente audível” – Olaf Furniss e Derick Mackinno,  Artist Of The Week: Scotland On Sunday

“Eles estão a trabalhar muito, e bem, e estão a construir um excelente following na capital inglesa…clássico som indie” - Vic Galloway, BBC Radio Scotland.

"É uma relação explosiva quando vês os Ded Rabbit ao vivo! Coloco-os lado a lado com os Catfish and The Bottlemen como uma das melhores bandas ao vivo actualmente!” - Jim Gellatly, Amazing Radio


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publicado por Carlos Gomes às 21:55
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GOVERNO VAI FORMAR TÉCNICOS EM AGRICULTURA BIOLÓGICA

Orçamento de Estado 2017: Governo vai formar técnicos em Agricultura Biológica por proposta do PAN

  • Agricultores que pretendem converter ou proceder a investimentos em Agricultura Biológica têm muitas dificuldades por falta de especialistas
  • Formação de dois técnicos em cada uma das Direções Regionais de Agricultura e Pescas
  • Compromisso com soluções para alguns dos principais problemas do sector nas suas diversas áreas

O Governo está de acordo com o PAN – Pessoas-Animais-Natureza: o Ministério da Agricultura deverá promover a formação em agricultura biológica de, pelo menos, dois técnicos do quadro de cada uma das Direções Regionais de Agricultura e Pescas, numa fase inicial. O PAN acaba assim de ver aprovado pelo governo uma medida que irá ser votada durante a tarde de amanhã (nº155c) e que pretende contribuir para uma Estratégia Nacional para a Agricultura Biológica até agora inexistente em Portugal.

Esta proposta pretende atenuar um problema do sector, uma vez que os agricultores que pretendem converter ou proceder a investimentos em Agricultura Biológica têm muitas dificuldades junto da entidade de tutela por falta de técnicos com formação em Agricultura Biológica. Os projetos de investimento submetidos aos programas de apoio são muitas vezes subavaliados por falta de conhecimento teórico e de domínio de práticas culturais.

São conhecidos e estão amplamente documentados e estudados os benefícios da agricultura biológica nas mais diversas áreas: na saúde, uma vez que está isenta de produtos químicos de síntese, como adubos, inseticidas, fungicidas ou herbicidas e que não usa antibióticos e outros produtos que aceleram o crescimento dos alimentos; no ambiente, porque evita a contaminação dos solos, dos recursos hídricos e tem um contributo menor para as emissões de gases com efeito de estufa – é mais eficiente que a agricultura convencional e agrotóxica, utilizando 30 a 50% menos energia e libertando menos 30% de Gases com Efeito de Estufa (GEE).

Foi com este enquadramento que o PAN desenvolveu o documento “20 Contributos para uma Estratégia Nacional para a Agricultura Biológica no início da atual sessão legislativa, que inclui vinte medidas integradas que pretendem contribuir com soluções para alguns dos principais problemas do sector nas suas diversas áreas.

“Procurando acompanhar positivamente a alteração de hábitos alimentares que se assiste na sociedade Portuguesa, acredito que a sensibilidade e vontade política é mais ou menos consensual sobre a necessidade de cooperação em torno de políticas que fortaleçam uma fileira com forte potencial de proporcionar bem-estar social e uma elevada sustentabilidade económica, mas também ambiental”, reforça André Silva, Deputado do PAN.

As negociações com o Governo sobre outras medidas propostas pelo PAN para integrar o Orçamento de Estado estão ainda a decorrer.



publicado por Carlos Gomes às 19:16
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Quarta-feira, 23 de Novembro de 2016
PAN CONSEGUE NEGOCIAR REDUÇÃO DA TAXA DE IMI PARA PRODUTOS DE APOIO A PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

Orçamento de Estado 2017: PAN conquista taxa de IVA reduzida para produtos de apoio a pessoas com deficiência

- IVA reduzido para todos os produtos que constam da lista homologada pelo Instituto Nacional para a Reabilitação

- Contribuir para uma maior inclusão social e para a diminuição das desigualdades existentes

O governo aceitou a proposta do PAN para reduzir a taxa de IVA de 23% para 6% dos produtos de apoio a pessoas com deficiência. Existem equipamentos, utensílios e objetos cuja utilização por parte das pessoas com deficiência é indispensável e que ainda têm uma taxa de IVA de 23%, o que dificulta a aquisição dos mesmos. A medida pretende contribuir para uma maior inclusão social e para a diminuição das desigualdades existentes, com a aplicação de uma taxa de IVA reduzida a todos os produtos que constam da lista homologada pelo Instituto Nacional para a Reabilitação.

Para além dos produtos de apoio que já usufruíam de taxa de iva reduzida, será agora possível incluir assessórios para cadeiras de rodas como capas, chapéus-de-chuva, câmaras-de-ar; braços articulados, pneus e baterias para cadeiras de rodas elétricas (com um custo bastante elevado), entre outros. Outros exemplos que também passam a usufruir da taxa mínima são os produtos de apoio para terapia respiratória e produtos de apoio para terapia circulatória, aparelhos de medição da tensão arterial; materiais para análise de sangue; estimuladores para alívio da dor; tábuas de transferência; barras de apoio e vários utensílios do quotidiano como calçado, talheres, babetes, copos, etc.

No último ano, o PAN tem vindo a adotar um dinamismo crescente, no que toca aos direitos humanos e sociais em Portugal, com várias iniciativas pela igualdade de género, pela valorização e proteção das crianças e da parentalidade e pela procura e definição de estratégias alternativas e sustentáveis de organização económica e social que garantam a dignidade de todos os cidadãos e cidadãs no seu dia-a-dia.

As negociações com o Governo sobre outras medidas propostas pelo PAN para integrar o Orçamento de Estado estão ainda a decorrer.

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza é um partido político português inscrito junto do Tribunal Constitucional (TC) desde 13 de Janeiro de 2011. A sua missão é contribuir para uma sociedade onde todos os seres sencientes e conscientes – humanos e não humanos – possam co habitar, numa sociedade onde impera uma harmonia tão ampla quanto possível, assente em ecossistemas saudáveis e sustentáveis. Nas suas primeiras eleições legislativas, em 2011, o PAN obteve um total de 57.995 votos (1,04%). Desde então, tem participado em todos os actos eleitorais realizados em Portugal e já elegeu 1 deputado para a Assembleia da República (Outubro 2015, 75.140 votos), 1 deputado regional na Madeira, 6 deputados municipais e 3 deputados de freguesia. Em Outubro de 2014, o PAN elegeu uma nova direcção que promoveu alterações à forma de organização e funcionamento do partido.



publicado por Carlos Gomes às 18:21
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CONVENTO DOS CARDAES PREPARA FESTA DE NATAL

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publicado por Carlos Gomes às 13:28
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PAN DEFENDE MOBILIDADE ELÉCTRICA

Orçamento de Estado 2017: Mobilidade elétrica: Governo aceita proposta do PAN para renovação das frotas do Estado

  • 1200 Veículos elétricos no Parque de Veículos do Estado até 2019
  • 150 Veículos elétricos nos organismos da Administração Pública e 250 novos pontos de carregamento em território nacional já em 2017

Compromissos de longo prazo na mobilidade elétrica são essenciais para diminuir a dependência do país dos combustíveis fósseis

Portugal vai ter 1200 veículos elétricos no Parque de Veículos do Estado até 2019. A proposta do PAN, Pessoas – Animais – Natureza, para um incentivo à mobilidade elétrica através da renovação das frotas de transportes pesados de passageiros e automóveis ligeiros do Estado, através da aquisição de veículos elétricos, foi acolhida pelo governo para integrar o Orçamento do Estado de 2017.

A proposta do PAN visa um compromisso com o programa de incentivo à mobilidade elétrica assegurando a introdução de, pelo menos, 150 veículos elétricos nos organismos da Administração Pública já em 2017, para a inclusão de 1200 veículos elétricos no Parque de Veículos do Estado até 2019, e do reforço das infraestruturas de carregamento, com a instalação de, pelo menos 250 novos pontos de carregamento em território nacional. É necessário um compromisso nesta área que vá para além desta legislatura, são necessários compromissos reais de longo prazo sobre política climática.

O objetivo inicial do PAN e que ainda não foi possível estabelecer é que, à semelhança do que já acontece na Holanda e na Alemanha, também Portugal estabeleça uma meta de médio para que apenas veículos elétricos sejam comercializados no país.

As principais fontes de emissão de gases de efeito de estufa (GEE) resultam de atividades relacionadas com a produção de energia, com a indústria, com a pecuária intensiva e com os transportes e, para atingir a ambiciosa meta de balanço neutro de emissões em 2050, anunciada pelo Primeiro-ministro de Portugal no seu discurso na COP22 em Marraquexe, é essencial diminuir drasticamente a dependência do país de combustíveis fósseis. Se Portugal está efetivamente determinado em promover um sistema de mobilidade cada vez mais sustentável, combatendo as alterações climáticas e diminuindo a dependência dos combustíveis fósseis, cabe ao Estado também dar o exemplo e mostrar orientações claras nesse sentido.

As negociações com o Governo sobre outras medidas propostas pelo PAN para integrar o Orçamento de Estado estão ainda a decorrer.



publicado por Carlos Gomes às 13:04
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Terça-feira, 22 de Novembro de 2016
CASA DE GOA EVOCA S. FRANCISCO XAVIER

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publicado por Carlos Gomes às 22:40
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FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS: LISTA "B" DIVULGA PROGRAMA

Lista B – “Uma Federação Maior e Melhor. Agora!”

Linhas Programáticas

Depois de anunciada a existência desta lista candidata aos Órgãos Sociais da Federação do Folclore Português (FFP), para o triénio 2017/2019, eis que surge o momento de divulgarmos as linhas programáticas do nosso projeto. Duas notas prévias, porém, aos que irão ler as ideias que convosco partilhamos de seguida.

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Ponto 1, estas linhas que aqui vos deixamos não são ainda o nosso projeto final, tal é a quantidade de sugestões que nos têm chegado, e que iremos a breve trecho apresentar ao movimento. Aqui e agora apenas vos iremos apresentar os princípios que nortearão e que guiarão esta equipa no seu trabalho futuro em prol da FFP e do Folclore português.

Ponto 2, nas ideias e no projeto que vos iremos apresentar, não nos cingiremos a uma visão a curto prazo. Temos um projeto alicerçado numa visão de 3 a 6 anos para a FFP e numa equipa completamente nova e rejuvenescida. Estamos certos, e todos certamente concordarão, que não faz sentido propor uma nova forma de estar, de ser e de fazer para a instituição e para o movimento apresentando o mesmo elenco de há anos a esta parte. Quem observar de perto, verá que a renovação está aqui. A juventude terá de ser sempre vista como uma virtude, nunca como um defeito e, na nossa lista temos juventude. Mas também experiência, traquejo e conhecimento de anos e anos e de quilómetros percorridos no Folclore.

Posto isto, fizemos questão que as linhas programáticas começassem pela base, pelo AEIOU - Avaliar, Estruturar, Investir, Organizar e Unir. Consideramos que muito foi feito nestes quase 40 anos da FFP. Nem sempre bem, nem sempre a seu tempo, mas existiram coisas muito boas e muito bem-feitas. Contudo, e se queremos começar de novo, com uma nova equipa, com um novo figurino, dando uma nova aragem à instituição e ao movimento, decidimos começar pelo básico, por este AEIOU.

Assim, propomos fazer uma Avaliação exaustiva do movimento folclórico nacional e da própria FFP, como um todo. Esta avaliação permitir-nos-á tomar o pulso ao movimento folclórico nacional, federado e não federado, e estruturar todo o trabalho do mandato. Alguns problemas e algumas lacunas estão já identificadas, avaliadas e o plano de ação estruturado. Este passo inicial de avaliação permitirá complementar esse trabalho efetuado e, Estruturar o trabalho a desenvolver.

Ao longo dos últimos anos muito se tem falado sobre a saúde financeira da FFP. Consideramos que esse é um dos maiores erros de interpretação que foram cometidos no último mandato. O Investimento que preconizamos não é forçosamente financeiro! Podemos investir nas pessoas, nos Grupos, nas relações, na proximidade, nos afetos! Nos últimos anos a FFP afastou-se dos Grupos, afastou-se das pessoas. Tem a FFP o ónus de ganhar novamente esse terreno que perdeu, chegar aos Grupos, federados e não federados, chegar aos elementos dos Grupos e não apenas aos Presidentes e Diretores. Fazer ver a todos que a FFP não é uma instituição distante (aqui, referimo-nos às relações e aos afetos, não apenas à distância quilométrica a Arcozelo!), mas que deverá ser cada vez mais uma instituição próxima, amiga, cooperante e não-punitiva.

A Federação carece de uma profunda Organização! O modelo de proximidade que temos na FFP tem já vários anos. O modelo de Plano de Atividades outros tantos.

O que nos propomos é reorganizar o modelo de governo e representação da FFP e, repensar o mapa de Zonas e de Conselhos Técnicos Regionais. Por outro lado, propomo-nos a novas organizações, além das que manteremos, como a Feira Rural ou a Peregrinação Nacional a Fátima, o Desfile do Traje Popular Português e os Congressos Nacional e da Juventude, desta feita em estreita colaboração com as Associações de Folclore Regionais e os próprios Grupos.

No seguimento do passo inicial de avaliação, pode surgir a necessidade de organizações de eventos ou formações específicas em temáticas que o movimento identifique como úteis e/ou necessárias. Gostaríamos também de promover um Programa de Financiamento anual aos Grupos, sob a forma de concurso, onde os Grupos pudessem ir buscar algumas verbas para realizações de eventos, lançamento de obras (discográficas e/ou bibliográficas), recuperação de espólio, abertura de espaços museológicos, etc. Pensamos ser uma ideia exequível com o plano traçado de 3 a 6 anos, que requer alguma engenharia financeira por forma a não colocar a instituição em risco, mas que seria certamente a “semente” que muitos Grupos necessitam para poderem ir buscar verbas próprias (referimo-nos aqui ao rendimento obtido da comercialização de obras discográficas e/ou bibliográficas, e abertura ao público de espaço museológicos) de apoio e financiamento à sua própria atividade.

E por fim, Unir. Esta eleição tem tido um tom muito crispado que em nada abona para o movimento. Além deste tom, tem-se vindo a agudizar mais e mais nos últimos anos a dicotomia “federado / não-federado”, “representativo / não-representativo”, “acima do Mondego / abaixo do Mondego”. Esta candidatura quer ser inclusiva (não é por os ignorarmos que os Grupos menos representativos vão desaparecer ou deixar de fazer um mau serviço ao Folclore), apaziguadora (todos queremos o mesmo, o melhor para o movimento folclórico nacional), descentralizadora (os Grupos têm de sentir a FFP perto de si) e mobilizadora (todos somos poucos para engrandecer a FFP e o movimento). No dia seguinte às eleições, todos teremos o mesmo objetivo: ajudar quem ganhar a fazer um bom trabalho! Numa palavra, União!

Como já referimos, o projeto da Lista B está alicerçado numa visão de 3 a 6 anos para a FFP. Este projeto detalhado que apresentaremos em breve será claro, objetivo, inclusivo e calendarizado, baseado nestas linhas programáticas. A equipa para concretizar o projeto que apresentaremos é jovem, auxiliada pela experiência, e dinâmica, com ideias e com projetos.

Da nossa parte, lista B, apresentaremos o nosso projeto com clareza e tendo a ambição de sermos a lista vencedora no dia 11 de dezembro. Do dia 12 de dezembro em diante, o nosso compromisso é estar com todos e receber no seio desta equipa, todos aqueles que queiram trabalhar em prol de um movimento forte e representativo e de uma Instituição dinâmica e credível. Enfim, “Uma Federação maior e melhor. Agora!”.



publicado por Carlos Gomes às 13:53
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FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS: CAMPANHA ELEITORAL REALIZA-SE NAS REDES SOCIAIS

As duas listas concorrentes aos órgãos diretivos da Federação do Folclore Português criaram páginas na rede social Facebook para apresentarem as suas ideias e promoverem o debate. Por outras palavras, esta parece ser já uma das primeiras medidas assumidas por ambas as candidaturas no sentido de promoverem uma Federação renovada para o Século XXI.

A lista “A” encontra-se no seguinte endereço:

https://www.facebook.com/Lista-A-Por-Uma-FFP-Renovada-do-S%C3%A9culo-XXI-285553131839237/?fref=ts

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A lista “B” encontra-se no seguinte endereço:

https://www.facebook.com/profile.php?id=100014234172340&fref=ts

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publicado por Carlos Gomes às 00:05
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Segunda-feira, 21 de Novembro de 2016
A GALÀXIA POP LUMINOSA DE DANIEL MOON

O cantautor lisboeta Daniel Moon acaba de lançar “Give More”, o radioso novo single que o vê explorar as potencialidades da canção pop em formato jazzístico, com uma big band por trás.

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O tema antecede a edição de um novo EP, o segundo do seu percurso musical - sucessor de “Precious Love” (2015) - que verá a luz do dia no primeiro semestre de 2017, a ser distribuído em formato físico com a chancela da Music For All.

A aventura de Daniel Moon no atribulado e exigente mundo da música inicia-se sete anos após o seu nascimento. Foi precisamente com essa tenra idade que começou a ter aulas de piano, um instrumento tão complexo quanto encantador e tão desafiante quanto versátil.

Apenas dois anos mais tarde entra na Escola de Música do Conservatório Nacional, mais concretamente para o 1º Grau. O seu esforço e paixão pela música permitiram-lhe concluir com mérito oito graus, obtendo assim o merecido, e recompensador, diploma.

É neste fase que a Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal entra na sua vida. Durante os dois anos seguintes dedica-se afincadamente ao piano e à voz, perseguindo o objectivo de

entrar no Ensino Superior de Jazz. E se até então o objectivo parecia de difícil concretização tudo viria a mudar quando, em pleno ano de 2010, começa a frequentar a Licenciatura de Jazz, na Variante de Piano, na Universidade de Évora. É por entre as arrebatadoras paisagens alentejanas, e o seu característico calor, que conclui com sucesso a referida licenciatura, concretizando assim uma das suas maiores ambições pessoais.

A fase inicial da sua carreira é marcada pela participação em diversos eventos musicais. Do Dia Mundial da Voz a celebrações de matrimónios, de membro de projectos de escola a parte integrante de bandas com os seus próprios originais e até de pianista num hotel a autor de música ambiente para espaços públicos, passou por de tudo um pouco, tornando este num período fervilhante e marcado por uma aprendizagem constante. 

A recta final de 2014 marca o nascimento do seu projecto musical a solo assim como dos primeiros temas originais. O segundo mês do ano seguinte, Fevereiro de seu nome, ficará para sempre associado à gravação das suas primeiras cinco músicas, em quarteto, assim como o penúltimo mês de 2015 foi testemunha da divulgação, e promoção nas plataformas digitais, do seu EP de estreia (sendo de destacar o single “Precious Love” que conquistou mais de cinco mil visualizações no YouTube).

Dito isto chegamos ao presente e à actual fase da sua carreira: este ano assinou contracto com a Music For All e abraçou uma vez mais a composição de temas originais. Os novos temas possuem uma maior diversidade, e riqueza, instrumental e preparam-se para integrar o seu primeiro EP a ser distribuído em formato físico já no primeiro semestre de 2017.


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publicado por Carlos Gomes às 23:43
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RAFAEL LAPA, POP EXPERIMENTAL EM ESTADO PURO

“Nem Tudo É Real” é não só a constatação de um facto como também o título do disco de estreia de Rafael Lapa, a editar em Fevereiro de 2017. Depois de ter acompanhado vários projectos de amigos e colegas de profissão chegou a vez de apresentar ao público nacional todo o seu talento em estado puro.

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O seu primeiro single, “Parte de Mim”, realça as letras intrincadas e profundas e a fusão perfeita entre a pop de travo experimental e a música alternativa, provando que ainda existem caminhos por desbravar na música portuguesa.

Viseu é não só a segunda maior cidade da zona Centro, logo atrás de Coimbra, como também a capital do respectivo Distrito. Entre os seus filhos mais ilustres contam-se homens e mulheres das mais variadas áreas, sendo que, a partir de agora, esse leque de personalidades está prestes a aumentar. É que por entre a adesão de oficial de Portugal à então CEE e o escândalo do Mundial do México’86 nasceu Rafael Lapa.

Desde cedo que a música o fascinou, acalentando secretamente o desejo de também ele, um dia, pisar os palcos e cantar perante multidões. Aos seis anos dá um pequeno grande passo rumo ao seu objectivo quando inicia o seu percurso no conservatório. A música ocupou sempre uma grande parte da sua vida, dividindo a infância e juventude entre o piano clássico e a guitarra Jazz.

Ao longo dos últimos anos colaborou com várias bandas e projectos, tendo subido inúmeras vezes a palco para acompanhar talentosos amigos e colegas de profissão um pouco por todo o país.

Aos 30 anos de idade surge finalmente a sua primeira aventura a solo: “Nem Tudo É Real” é o título do seu disco de estreia, sendo de esperar um conjunto de temas onde a forte mensagem combina na perfeição com melodias cuidadas e relaxantes, num autêntico cruzamento de influências pop, jazz e experimental, onde a língua portuguesa é a força motriz.

A edição é da responsabilidade da Music For All, selo que tem no seu catálogo alguns dos mais promissores projectos nacionais e internacionais da actualidade!


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publicado por Carlos Gomes às 23:37
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Domingo, 20 de Novembro de 2016
MINHOTOS LEVAM FOLCLORE A LINDA-A-PASTORA

“Ponte da Barca,

Sempre formosa e contente!

É tanta a graça,

Que cativa toda a gente!”

- Hino de Ponte da Barca

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A festa é minhota e foram as gentes de Ponte da Barca que a organizaram lá para os lados de Linda-a-Pastora, no concelho de Oeiras, local aprazível e bucólico que, em tempos idos, foi recolhimento do poeta Cesário Verde e onde a descoberta da imagem de Nossa Senhora deu origem a uma das mais concorridas festas dos arredores de Lisboa – a romaria à Senhora da Rocha! – da qual o escritor Thomaz Ribeiro foi um dos seus maiores divulgadores.

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Sob o signo “Castanhas e Minho”, participaram ainda nesta festa o Rancho Folclórico da Casa do Minho e o Rancho Folclórico e Etnográfico de Entre-Ambos-os-Rios, que se deslocou propositadamente de Ponte da Barca para participar nesta iniciativa.

O evento teve lugar no salão de festas dos Bombeiros Voluntários de Linda-a-Pastora. E, apesar das condições climatéricas que convidavam mais ao refúgio no borralho e conforto do lar, os minhotos responderam à chamada, aplaudiram com entusiasmo os grupos folclóricos e não perderam mais uma oportunidade para dançar uma cana-verde e o vira-geral.

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publicado por Carlos Gomes às 21:05
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MINHOTOS LEVAM FOLCLORE A LINDA-A-PASTORA

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publicado por Carlos Gomes às 10:44
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Sábado, 19 de Novembro de 2016
FIL REALIZA FESTA DE NATAL

FIL Diverlândia – A Sua "Feira Popular" Indoor.

Com entrada livre, o Maior Parque de Diversões do País ocupa uma área de 10.000m2, uma extensão equivalente a um campo de futebol, oferecendo diversas atracções para várias horas de diversão durante a quadra natalícia e num ambiente coberto.

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A FIL Diverlândia diferencia-se pela selecção dos equipamentos mais divertidos para as crianças, os mais emocionantes e “radicais” para os jovens e os clássicos para toda a família. Entre os vários espaços e equipamentos de diversão presentes no Pavilhão 1 da FIL encontram-se a mega pista de carros de choque (a maior da Europa), o Kanguru Louco XXL, o Mega Dance, o Maxi Dance, o Adrenalina, o Matterhorn, o High Energy, carrosséis, montanha-russa, trampolins, entre outros.

Porque com tantas voltas e viagens é preciso repor energias, o evento inclui também zonas de oferta gastronómica.

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publicado por Carlos Gomes às 20:25
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COMEMORAÇÕES DO 1º DE DEZEMBRO TRAZEM A LISBOA PERTO DE 30 BANDAS FILARMÓNICAS DE TODO O PAÍS

O Movimento 1º de Dezembro lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios para o efeito. É possível realizá-lo graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro. Agradecemos também o apoio facultado pelo Recheio e pelo Amanhecer.

O Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas "1º de Dezembro" foi um êxito em 2012, 2013, 2014 e 2015. Será êxito maior em 2016.

14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)

15h00 - Início do Desfile

16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.700 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

17h00 - Fecho e desmobilização das bandas

Nesta 5ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:

GRUPOS DE PERCUSSÃO:

Tocá Rufar (Seixal)

Grupo de Bombos de Atei (Mondim de Basto)

BANDA NACIONAL:

Banda do Exército

BANDAS FILARMÓNICAS:

Banda da ACULMA (Marvila, Lisboa)

Sociedade Filarmónica União e Progresso Madalense (Madalena do Pico, Açores)

Banda Musical Santiago de Lobão (Santa Maria da Feira)

Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense "Os Amarelos" (Moura)

Banda Filarmónica de Santa Maria de Bouro (Amares)

Banda Marcial de Arnoso (Vila Nova de Famalicão)

Associação Filarmónica Recreativa e Cultural do Brinço (Macedo de Cavaleiros)

"Banda de Música 1º de Maio (Associação de Socorros Mútuos dos Artistas Mirandelenses) (Mirandela)

Associação Filarmónica Retaxense (Castelo Branco)

Filarmónica Recreativa Cortense (Covilhã)

Sociedade Filarmónica Oleirense (Oleiros)

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Fratelense (Vila Velha de Ródão)

Sociedade Musical Recreativa Instrutiva e Beneficente Santanense (Figueira da Foz)

Sociedade Filarmónica Sangianense (Oliveira do Hospital)

Banda Filarmónica da Casa do Povo de N.ª Sr.ª de Machede (Évora)

Banda Musical de Tavira

Banda Academia de Santa Cecília (de São Romão) (Seia)

Sociedade Musical Estrela da Beira (Seia)

Sociedade Filarmónica Maiorguense (Alcobaça)

Sociedade Filarmónica Pedroguense (Pedrógão-Grande)

Associação Musical de Cabanas de Torres (Alenquer)

Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro da Encarnação (Mafra)

Banda Juvenil do Município de Gavião

Sociedade Musical Euterpe de Portalegre

Banda de Música de S. Vicente de Alfena (Valongo)

Sociedade Filarmónica União Maçaense (Mação)

Sociedade Filarmónica Gualdim Pais (Tomar)

Sociedade Filarmónica Incrível Almadense (Almada)

Banda Filarmónica da Associação Musical de Vila Nova de Anha (Viana do Castelo)

Sociedade Filarmónica Fraternidade de São João de Areias (Santa Comba Dão)

Banda Musical 81 de Ferreirim (Sernancelhe)

Será um total de 34 entidades, integrando 2 grupos de persussão, 1 banda nacional militar e 31 bandas filarmónicas civis.

Serão cerca de 1700 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país que irão descer a Avenida da Liberdade, para celebrar Portugal, a Independência e a Restauração através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.

Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes sob a direcção do Maestro Tenente Duarte Cardoso, da Banda do Exército.

Ao longo do desfile, serão interpretadas várias marchas, bem como o Hino da Restauração. O alinhamento do momento colectivo conta também, além do Hino da Restauração, com a interpretação dos Hino da Maria da Fonte e Hino Nacional.



publicado por Carlos Gomes às 19:08
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ARGANILENSES EM LISBOA VÃO AOS FADOS

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Integrado nas comemorações dos 35 anos de existência e atividade do Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa, dia 26 de Novembro realizar-se-á a grande NOITE DE FADOS, na Casa da Comarca de Arganil, em Lisboa.

Com um grupo de fados convidado e uma lista variável de artistas confirmados, espera-se de presença de muitos outros, alguns deles bem conhecidos das típicas Casas de Fado de Lisboa.

Por 20€ poderá usufruir de uma grandiosa noite de fados, com direito a jantar, ceia e mais surpresas.

Faça já a sua marcação, telefonando para: 934 919 370 ou 968 832 200.

Esperamos por si, pelo seu apoio ao rancho, bem como pelo seu gosto por fados!



publicado por Carlos Gomes às 18:28
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Sexta-feira, 18 de Novembro de 2016
AS 1001 DIMENSÕES DE JOÃO C. SOUSA, EM DISCO

João C. Sousa, o compositor do Porto que se fez anunciar com “How To Switch Dimensions”, lança agora o álbum de estreia com o mesmo título, robusta coleção de 12 temas que desafiam rótulos ou conceções, numa exploração sónica sem limites e aberta a várias interpretações.

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O lançamento surge acompanhado pela edição de um 2º single, “Emoto’s Water”, inspirado pelas experiências do Sr. Masaru Emoto, em que este propõe que a água sofre alterações moleculares importantes, dependendo da influência da consciência humana que a rodeia, linha de pensamento prolongada pela narrativa visual da música, composta por alguns takes captados no Japão. 

“How To Switch Dimensions” é uma edição Music For All e encontra-se já disponível para escuta nas principais plataformas de streaming.

João C. Sousa é um compositor do Porto com um grande fascínio pelo mundo audiovisual.

Desde a adolescência que compõe e grava a música que faz, tendo inclusivé feito parte de várias bandas de garagem em contexto pop. Em criança iniciou-se no estudo do piano na escola de Jazz do Porto, tendo já em adulto dedicado-se ao violoncelo, no Conservatório de Música da Maia.

Ao longo do seu percurso, João C. Sousa tem tido a oportunidade de musicar cinema e publicidade. Em 2005 foi agraciado com o prémio “Novos Criadores” na categoria de composição musical. Em 2007 compôs a banda sonora original para a longa-metragem “Sombras- Um Filme Sonâmbulo” de João Trabulo sobre os universos multifacetados do poeta Teixeira de Pascoaes. Em 2013 assinou a música para o spot publicitário do IIIº Festival Internacional de Cinema (CINECOA) e para a exposição “3 Mini” realizada na “Máquinas de Outros Tempos”. Dois anos mais tarde compôs a música para o vídeo promocional de suporte ao livro de fotografia de Júlio Aires intitulado “6:30 a.m.”.

Melómano confesso, conserva na sua redoma intocável figuras como Bach, Purcell, Rameau, Laurie Anderson, John Lurie, Jeff Buckley, Kraftwerk, Einstürzende Neubauten, Swans, Depeche Mode, Dead Can Dance, Coil ou os portugueses Noiserv, Clã e Madredeus. Acalenta ainda o sonho de poder vir a compor para teatro e para videojogos.


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publicado por Carlos Gomes às 19:54
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JOÃO KOPKE APRESENTA BUONDI EXPRESS NO CINEMA SÃO JORGE EM LISBOA

Festival de cinema Surf At Lisbon (SAL)

João Kopke será uma das figuras de destaque do Festival SAL- Surf At Lisbon 2016. O surfista de Carcavelos vai estar dia 18 de novembro, no cinema São Jorge, pelas 19h30, a abrir o dia de festival com a apresentação do Buondi Express Challenge, projeto que está a produzir em parceria com a marca portuguesa de cafés torrados — que lhe lança o divertido desafio de trocar de profissão com pessoas que nada têm a ver com o surf, como um pescador ou um ‘chef’ de sushi. Mas além do produto desta colaboração, Kopke traz também o teaser daquilo que define apenas como o “projeto 2017”.

Um “teaser” na verdadeira aceção da palavra, com o próprio Kopke a levantar muito pouco o véu do que está a planear para o ano.

“Posso dizer que estou cheio de ideias para 2017 e, em conjunto com a equipa com quem trabalho, a White Flag Productions, a desenvolver a minha visão muito particular do que é o surf. E isso passa pela viagem, pelo sonho e pela arte, pelo surf enquanto mais que um passatempo ou um desporto mas, antes, uma forma de expressão tão nobre como a poesia, a música ou a dança.”

João Kopke, de 21 anos, é uma personagem ‘sui generis’ no surf nacional, conjugando um currículo competitivo riquíssimo com títulos nacionais em todos os escalões de esperanças e a presença no top 16 nacional Open, com o estudo de contrabaixo e canto lírico no Conservatório de Lisboa. Uma variedade de talentos que se reflecte nas suas webseries Bored e Desfiltrado. Esta última, uma incursão “sem filtros” nos bastidores da Liga Moche, o Nacional de Surf Open.



publicado por Carlos Gomes às 14:37
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Quinta-feira, 17 de Novembro de 2016
CONVENTO DOS CARDAES EM LISBOA FESTEJA NATAL SOLIDÁRIO

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publicado por Carlos Gomes às 20:28
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CASCAIS REALIZA MERCADO DO MEL E DA DOÇARIA CONVENTUAL

IGUARIAS ADOÇAM MERCADO DA VILA DE CASCAIS DE 25 A 27 DE NOVEMBRO

Falta ainda um mês para o natal, mas o pecado da gula vai invadir Cascais já em novembro. O Mercado da Vila organiza o Mercado do Mel e da Doçaria Conventual no último fim-de-semana deste mês, entre os dias 25 e 27, e o difícil será escolher entre todas as tentações.

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O melhor é deixar a dieta à porta, entrar, decidir e provar. Para os mais gulosos, este Mercado não será mesmo tarefa fácil: há trouxas-de-ovos, sericaia, ovos moles de Aveiro, pasteis de Al-Madan e muitas outras especialidades tão tipicamente portuguesas.

Nem as abelhas tiveram descanso até este fim-de-semana chegar: o mel terá lugar de destaque, claro, e não apenas em frascos, mas sob diversas formas como rebuçados, vinagre, aguardente, licores, barritas, sabonetes e cosmética. É caso para dizer “é muito mel!”.

Esta é também uma oportunidade para aqueles que, habitualmente, deixam as compras de natal para os últimos dias de dezembro, podendo assim antecipar-se em 2016 e oferecer produtos portugueses artesanais de grande qualidade.

Haverá ainda vários momentos de animação ao vivo durante os três dias do Mercado.

Entrada gratuita

Horários: Sexta-feira das 16h às 22h; sábado das 10h às 22h; e domingo das 10h às 20h.

Deslocação: como é habitual, a CP associa-se ao Mercado da Vila durante este fim-de-semana e será possível os visitantes fazerem a viagem de ida e volta ao Mercado de Outono de comboio pelas linhas de Cascais, Sintra/Azambuja e Sado pelo preço de 2€.

Estacionamento: O Mercado da Vila tem parque de estacionamento.



publicado por Carlos Gomes às 20:26
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FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS: LISTA "A" DIVULGA PROGRAMA

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FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS

Lista A «Por uma FFP renovada do século XXI»

(Candidatura para os órgãos sociais da FFP)

Plano de Açao Triénio 2017-2019

O passado.

Em 2017, a Federação do Folclore Português (FFP) perfará 40 anos de atividade na sua missão patriótica de dignificação e valorização da cultura tradicional e popular nacional.

Desde a sua génese, no seio de um jovem movimento desagregado, pautado pela gritante ausência de qualificação e organização, a FFP, sob a liderança do saudoso Augusto Gomes dos Santos, trilhou os primeiros passos num caminho paulatino, de reconhecida importância, assente na regulamentação, definição conceptual e qualificação dos agentes folclóricos. Os primeiros tempos foram difíceis, marcados pela manifesta insuficiência de instalações institucionais condignas e pela dificuldade na conceção e instituição de uma orgânica funcional e de abrangência nacional.

Nesta conjuntura carregada de contrariedades, os vários dirigentes institucionais foram, ao longo destas quatro décadas, construindo um projeto coletivo que hoje constitui um histórico do qual nos podemos orgulhar.

A conjuntura atual.

Em agosto passado, o atual presidente da FFP, Fernando Ferreira, deu a conhecer, formalmente, à equipa diretiva a sua indisponibilidade para continuar nos desígnios da FFP «deixando, assim, a facilidade para que qualquer colega diretor possa avançar para liderar uma equipa diretiva futura.» (sic).

Nesse seguimento, a direção encarregou-se de dar cumprimento ao estabelecido estatutariamente: garantir a apresentação de uma lista ao próximo ato eleitoral, tomando essa iniciativa na reunião de 30 de setembro.

Esta nova situação conduziu a uma introspeção diagnóstica da realidade do movimento folclórico revelando que ainda há muito para fazer impondo-se a necessidade urgente de se garantir uma salutar renovação e de se introduzirem procedimentos que projetem a nossa instituição para tempos do século XXI. É o que nos propomos fazer, começando imediatamente a:

• Dar constância à liderança da FFP;

• Garantir uniformidade de pensamento e ação no seio das estruturas da FFP;

• Realizar uma introspeção da situação institucional atual e promover formação interna;

• Recuperar o apreço e admiração dos sócios;

• Harmonizar e consolidar procedimentos e formas de ação dentro das estruturas da FFP com uma reavaliação de procedimentos e conceitos;

• Fortalecer o estatuto social dentro da sociedade portuguesa e junto do poder político;

• Refletir sobre as realidades contemporâneas e (re)pensar o movimento folclórico nacional como um todo;

• Procurar novas formas de financiamento encetando projetos propiciadores de meios financeiros valorizadores da nossa ação;

• Dar uma solução definitiva às instalações da sede social que se encontram por terminar, contribuindo, assim, para a dignificação da instituição e para a rentabilização/valorização do nosso património edificado;

• Promover uma presença ativa e influente no domínio das altas instâncias nacionais e internacionais;
• Criar projetos valorizadores do património dos nossos associados e da sua ação cultural.

A proposta para o futuro.

Com o constante avanço da sociedade e da incessante mudança dos paradigmas que a caracterizam, a FFP foi consolidando a sua ação, foi-se tentando adequar aos tempos…

Porém, a par do diagnóstico das necessidades de intervenção da FFP e das suas debilidades, a nova conjuntura da sociedade global introduziu novas exigências, novos desafios incontornáveis para as quais há que encontrar respostas adequadas e devidamente ponderadas. Limitar, hoje, a ação da FFP à realização minimalista de uma feira rural, uma peregrinação a Fátima e um desfile do traje popular é manifestamente insuficiente para uma instituição como a FFP. O movimento merece mais…

Os desafios que se afiguram no futuro da instituição são variados e complexos exigindo uma equipa coesa, competente, experiente, íntegra mas de pensamento e ação renovados.
Assim, sob a liderança do Professor Doutor Daniel Café e restantes corpos sociais dirigidos pelo Inspetor António Lopes Pires (mesa da assembleia geral) e Dr. Luís Elias (conselho fiscal), a presente lista chamou a si a responsabilidade estatutária de oferecer um projeto renovador e dialogante, numa atitude de missão abnegada em prol da defesa da cultura tradicional e do engrandecimento do folclore português.

Esta equipa renovada propõe desenvolver uma ação institucional esteada nos primados da partilha, cooperação, diálogo, corresponsabilização e comunicação envolvendo uma estreita ligação entre a direção, o conselho científico, o conselho técnico nacional, os conselhos técnicos regionais, os associados da FFP, os poderes políticos e outros parceiros nacionais e internacionais, numa verdadeira plataforma de diálogo.

A ação a desenvolver incidirá em três desafios principais que se afiguram especialmente sensíveis devendo constituir prioridade de ação no mandato que se avizinha:

1. A qualificação do movimento folclórico nacional;

2. A afirmação institucional no contexto nacional/internacional;

3. A valorização do património edificado da FFP.

Vencidos estes desafios, garantir-se-á a sustentabilidade financeira da FFP, a notoriedade institucional e cultural dos agentes folclóricos em território nacional e internacional e a qualidade e grau da representatividade do movimento folclórico nacional.

Através destes desafios procurar-se-á:

• Uniformizar o discurso e a conceptualização teórica no seio do movimento;

• Assegurar uma verdadeira participação democrática de todos os envolvidos na missão institucional da FFP;

• Obter reconhecimento do poder político;

• Obter reconhecimento da sociedade;

• Garantir um sentimento de empatia crescente por parte de grupos não associados para com a FFP;

• Cativar mais os nossos próprios associados;

• Desenvolver mais facilmente projetos e ações;

• Assegurar relacionamentos institucionais importantes.

Esta metodologia conceptual de trabalho pressupõe uma ação alicerçada em duas dimensões distintas mas complementares:

• Uma ação afirmadora voltada para o exterior num esforço institucional junto das entidades congéneres, poder político e outras;

• Uma ação direcionada para o interior da instituição centrada nos membros associados e na sua melhoria qualitativa contínua envolvendo os corpos sociais da FFP, os associados e as estruturas descentralizadas (CTRs).

Como medidas concretas para atingir os fins a que propomos, iremos:

• Concluir a Carta de Princípios da FFP;

• Criar o Centro de Documentação Nacional de Historia Local, Folclore e Etnografia nas instalações da sede social da FFP;

• Criar um Gabinete de Comunicação e Imagem;

• Melhorar e otimizar os serviços do Gabinete de Relações Internacionais da FFP;

• Desenvolver um modelo de monitorização da ação federativa assente no primado da gestão orientada para a qualidade. Serão aplicados anualmente inquéritos de satisfação aos associados aferindo a qualidade dos serviços prestados pela instituição;

• Celebrar protocolos de cooperação estratégica entre a FFP, as autarquias de Gaia e outras instituições locais potenciadoras de sinergias mutuamente benéficas;

• Celebrar protocolos com estabelecimentos de ensino superior para o desenvolvimento de projetos de manifesto interesse institucional e dos campos do folclore e etnografia;

• Promover, em parceria com instituições de ensino superior, o curso de Pós-graduação em património cultural tradicional e popular português;

• Conquistar direitos e notoriedade para os agentes folclóricos nacionais através de um esforço ativo e profundamente concertado com o Conselho Nacional do Associativismo Popular;

• Explorar os programas de apoio a diversos níveis, incluindo os fundos estruturais e de coesão social da UE;

• Estabelecer contactos e promover ações concretas junto de instâncias nacionais e internacionais na senda de uma ação concertada valorizadora dos nossos projetos e ações;

• Redefinir procedimentos e mecanismos adequados às exigências institucionais.

Alguns destes projetos já foram iniciados pelos atuais diretores no mandato que ora finda e deram os seus primeiros sinais positivos e promissores. Outros, dada a prolongada ausência do presidente, foram sendo adiados pois constituem passos estruturantes que não poderiam ser dados na sua ausência. Muitos são, todavia, resultado de uma visão estratégica até agora inexistente na instituição. Pode dizer-se que, há muito, não existia uma verdadeira estratégia coesa delineada para o futuro do movimento folclórico nacional.

Vencer os desafios fundamentais do nosso movimento está dependente de um pressuposto fundamental: a nossa capacidade de construir responsável e estrategicamente soluções adequadas à realidade contemporânea com a qual nos defrontamos quotidianamente.

É esta, precisamente, a fronteira do ato eleitoral para o triénio 2017-2019: construir sobre os esforços inicias do saudoso Augusto Gomes dos Santos e desenvolvidos ao longo de quatro décadas, lançando um novo ímpeto na prossecução das metas traçadas da sustentabilidade financeira da FFP e da qualificação/reconhecimento dos agentes culturais do movimento folclórico nacional através de uma equipa experiente, credível, responsável, competente, renovada, próxima e, sobretudo, íntegra. Outra solução diferente poderá por em risco o muito que se alcançou, por muitos.

Apostar no nosso projeto é apostar num conjunto de garantias, princípios e valores que sustentam uma ação séria e com futuro para uma instituição tão marcante e meritória como é a Federação do Folclore Português!

Com amizade

Daniel Café



publicado por Carlos Gomes às 17:56
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Quarta-feira, 16 de Novembro de 2016
MINHOTOS FESTEJAM O SÃO MARTINHO NO CONCELHO DE OEIRAS

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publicado por Carlos Gomes às 19:20
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Terça-feira, 15 de Novembro de 2016
PAULO OLIVEIRA DO RANCHO FOLCLÓRICO E ETNOGRÁFICO DE VALE DE AÇORES, DE MORTÁGUA, LANÇA APELO À SENSATEZ DOS CANDIDATOS DAS DUAS LISTAS ÀS ELEIÇÕES DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS

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Prezados Amigos, que é assim que vos considero a todos,

Quem me conhece, sabe que não gosto de utilizar as redes sociais para este tipo de comentários e excecionalmente o vou fazer.

A Federação de Folclore Português vive um momento atípico, em quase 40 anos da sua existência.

A apresentação de 2 listas a sufrágio, para a eleição dos órgãos sociais da FFP, deveria ser um sinal de vitalidade, dinamismo e de participação que o nosso movimento bem precisa.

Esperava que este fosse momento para mostrar aos nossos governantes e ao país que, o único movimento que preserva a cultura tradicional popular está vivo, dinâmico e merece ser respeitado e dignificado.

Contrariamente ao esperado, temos assistido um rol de acusações, levantamento de suspeições que estranho nunca terem sido levantadas e discutidas no órgão próprio que são as Assembleias Gerais e colocadas agora nas redes sociais, como se não existisse corresponsabilidade de muitos agentes.

É com desagrado que leio acusações graves que envolvem o estado sentimental da perda de um familiar próximo e posteriormente afirmações sobre o estado de saúde de outros, dando-os como comprovados, como se do próprio se tratasse.

Gostaria de apelar à serenidade de TODOS, que cada um assumisse a sua quota parte da responsabilidade, que ninguém “enterrasse a cabeça na areia” sob a desculpa de ter o dedo apontado e, que todos aproveitassem este momento para contribuir para o desenvolvimento e crescimento da Federação de Folclore e do movimento folclórico nacional e livremente, repito livremente, pudessem tirar as suas conclusões, analisassem equipas, projetos, sugestões e no dia 11 de dezembro o refletissem no seu voto.

Não quero apelar ao voto em qualquer uma das listas apresentadas, apenas uma reflexão sobre a imagem do movimento que está ser dada para o País.

Um Abraço amigo,

Paulo Alexandre Oliveira

Rancho Folclórico e Etnográfico de Vale de Açores - Mortágua



publicado por Carlos Gomes às 23:45
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”BLIND BY CHOICE”, O SINGLE DE ESTREIA DOS ZUUZAA

Novembro é o mês que marca a estreia do novo projecto sensação da música nacional. Os Zuuzaa revelam “Blind By Choice”, um tema ritmado que mantém viva a alma e a mensagem do bom e velho blues rock, extraído do álbum de estreia, “MARA”.

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Graças ao selo da Music For All o projecto de Rafael Ribeiro, Inês Carvalho, Mariana Matoso, Rafaela Pereira, Bernardo Jorge e Matt Seybald chega finalmente ao mercado português, sendo esta a mais recente aposta de um extenso leque de artistas, e bandas, com provas dadas em Portugal e no estrangeiro.

O ano de 2016 marca a estreia de um dos projectos mais promissores da actualidade. São portugueses, dão pelo nome de Zuuzaa e propõem uma infusão de Rock, Blues e Soul com particular destaque para um coro feminino que nos transporta para os saudosos anos 60.

Após um intenso período criativo Rafael Ribeiro, guitarrista e vocalista, assumiu a árdua tarefa de formar uma banda que desse corpo, vida e sentimento às canções por si habilmente escritas. Primeiro muniu-se da doce voz de Inês Carvalho, sua amiga de longa data. Depois da talentosa dupla Mariana Matoso e Rafaela Pereira. Este distinto trio, de vozes marcadamente femininas, começou por colaborar numa só faixa. Contudo, rapidamente, se tornou perceptível que parte da magia da banda residia na alma, garra e emoção que as três davam às canções de Rafael Ribeiro. Foi com esta formação, que os então intitulados Zuuzaa & The Last Jesters, viram finalizadas as suas dez primeiras composições originais.

Com a entrada do baixista francês Matt Seybald e do baterista Bernardo Jorge a banda ganhou experiência e versatilidade, enriquecendo o seu trabalho em estúdio assim como a performance em palco. Graças aos contributos dos novos membros o número de temas originais subiu para 13 e o mês de Setembro marcou a estreia nos palcos nacionais.

Depois do lançamento do primeiro álbum de originais, intitulado “MARA”, está a decorrer o processo de gravação dos videoclips dos primeiros singles. Esta é também a fase em que surgem mais concertos e performances ao vivo, alimentando assim a paixão pelo palco, e pelo contacto directo com o público, espalhando a música, e a mensagem, por detrás de tão astutas criações.


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publicado por Carlos Gomes às 21:17
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FERNANDO FERREIRA ANUNCIA COMPOSIÇÃO DA LISTA “B” AOS ÓRGÃOS DIRECTIVOS DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS PARA O TRIÉNIO 2017/2019

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Caros Amigos,

Após Vos ter comunicado a minha formalização de candidatura a Presidente da Direcção da Federação do Folclore Português (FFP), para o triénio 2017/2019, e de convosco ter compartilhado os dois nomes que encabeçam a candidatura à Mesa da Assembleia Geral e ao Conselho Fiscal, chegou a hora de vos elencar a lista completa que se candidata aos Órgãos Sociais da FFP.

Federação do Folclore Português

Lista candidata aos Corpos Sociais - triénio 2017 / 2019

Assembleia Geral

Presidente

Paulo Alexandre de Oliveira

Sócio Auxiliar | Vale de Açores - Mortágua

Vice-Presidente

Artur Manuel da Silva Carvalho Borges

Rancho Folclórico da A.C.R. de Santa Cruz do Douro | Stª Cruz do Douro - Baião

Secretários

Carlos Alberto Alves Miranda de Oliveira

Grupo Folclórico de Polvoreira | Polvoreira - Guimarães

Ana Isabel Oliveira Martins Cardoso

Rancho Folclórico de Gouveia | Gouveia

Joaquim José Lopes Matias

Rancho Folclórico de Fortios | Fortios - Portalegre

Conselho Fiscal

Presidente

Joaquim Fernando de Sousa Monteiro

Grupo Folclórico de Cantas e Cramóis de Pias | Cinfães

Secretário

Zélia Maria Sousa Rocha Silva

Rancho Folclórico "As Lavradeiras de Pedroso" | Pedroso - Vila Nova de Gaia

Relator

Cláudia Cristina Fernandes Reigota

Rancho Regional da Casa do Povo de Ílhavo | Ílhavo

Suplentes
Alberto de Jesus Gilde

Grupo de Danças e Cantares Regionais da Feira | Santa Maria da Feira

Joaquim Manuel Moreira Borges

Rancho Folclórico Baião | Baião

Direcção

Presidente

Fernando Ferreira da Silva

Sócio Auxiliar | Argoncilhe - Santa Maria da Feira

Vice-Presidentes 1º

Paulo Renato de Oliveira Capela Vieira

Grupo Folclórico "A Rusga de Arcozelo" | Arcozelo - Vila Nova de Gaia

José Artur Alves de Brito

Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega | Carnaxide - Oeiras

Liliana Natércia dos Santos Tavares

Rancho Folclórico de Mundão | Viseu

Paulo Alexandre Santos Marques

Grupo Folclórico Cancioneiro de Cantanhede | Cantanhede

Maria Rosa Castro Machado

Rancho Folclórico de Zebreiros | Foz do Sousa - Gondomar

Maria Leonor Pinheiro Ricardo

Rancho Folclórico de Paranhos | Porto

Secretários 1º

Sofia Liliana da Silva Cunha

Grupo Folclórico da Casa do Povo de Arões | Arões - Fafe

Luís Pedro Verão Ferreira Cavaco

Rancho Folclórico do Centro Beira Mondego - Santo Varão | Montemor-o-Velho

Tesoureiros 1º

Francisco Eduardo Queirós Osório

Rancho Regional de Fafel | Lamego

Marta Filipa Carvalho Moreira da Silva

  1. Folc. da Paróquia do Divino Salvador de Vilar de Andorinho | Vila Nova de Gaia

Suplentes

José António Custódio David

Rancho Folclórico do Vale de Santarém | Vale de Santarém - Santarém

Hélder José Rego Cardoso

Grupo dos Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia | Apúlia - Esposende

André Alexandre Pereira Guerreiro

Rancho Folclórico de S. Bartolomeu de Messines | Silves

Nuno Brás da Silva Sousa

Grupo Folclórico "Os Fogueteiros de Arada" | Arada - Ovar

Como podem verificar, é uma equipa nova, jovem e com elementos que, quer a nível pessoal, quer dos Grupos a que pertencem, dão garantia da renovação e dinâmica que pretendemos para a Instituição. Porém, aliada à juventude que procurámos para os Órgãos Sociais (e atenção, a juventude é uma virtude, nunca um defeito!), temos outros elementos que trarão consigo a experiência e a ponderação que a idade e os muitos quilómetros no Folclore de norte a sul do nosso país conferem.

É com esta equipa que pretendemos imprimir um novo cunho, uma nova forma de ser, de estar e de fazer na FFP. Uma equipa que idealizamos dinâmica, coesa, empreendedora e próxima dos Grupos e dos seus elementos, que trabalhará, desde o Minho ao Algarve, às ilhas e Comunidades Portuguesas. É com estes que iremos fazer uma "Federação Maior e Melhor. Agora!".

Com os meus mais sinceros e respeitosos cumprimentos, cordialmente sou,

Fernando Ferreira



publicado por Carlos Gomes às 11:24
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Segunda-feira, 14 de Novembro de 2016
FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS DIVULGA PROGRAMA DO CONGRESSO

Federação do Folclore Português

Congresso Nacional de Folclore

«Folclore: entre o material e o imaterial»

Nos próximos dias 10 e 11 de dezembro, realizar-se-á o Congresso Nacional de Folclore, no Teatro José Lúcio da Silva (cidade de Leiria), promovido pela Federação do Folclore Português com o patrocínio da Câmara Municipal de Leiria e a colaboração do Conselho Técnico Regional da Alta Estremadura e bem assim dos grupos de folclore da região da Alta Estremadura e sócios auxiliares em nome individual da Federação do Folclore Português.

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Mais uma vez, o movimento folclórico nacional encontrará um espaço de reflexão e debate sobre algumas das temáticas que ocupam, hoje, um lugar de destaque no panorama da cultura tradicional e popular portuguesa e a sua salvaguarda. Esta edição do Congresso estará subordinada ao tema «Folclore: entre o material e o imaterial» e insere-se no plano plurianual de atividades da Federação do Folclore Português. Assumese enquanto momento reflexivo da abrangente temática que envolve a ação dos vários agentes do movimento folclórico nacional e que com eles interagem.

Objetivo geral do congresso:

A realização do presente congresso consiste em analisar e debater as relações entre as vertentes material e imaterial do património cultural, no âmbito do folclore, visando delinear uma visão clara desta problemática justapondo e confrontando as perspetivas institucionais da FFP e da UNESCO.

No contexto nacional, tem-se assistido, recentemente, ao surgimento de diversos projetos de classificação patrimonial da humanidade, no âmbito da UNESCO, respeitante a manifestações culturais tradicionais e populares. Também é conhecida a emergência de novos projetos/intensões a este respeito dispersos um pouco por todo o território nacional. Entender este fenómeno, analisar a viabilidade de tais projetos, discutir os processos que estes implicam, estabelecer uma eventual relação direta com o campo de ação dos grupos de folclore e descortinar prováveis benefícios/oportunidades inovadoras que a promoção do património imaterial poderá assumir no contexto das comunidades e das suas forças vivas parece ser uma temática de crescente interesse para o movimento folclórico nacional e que vale a pena explorar.

De igual modo, nesta sociedade pós-moderna em que vivemos, testemunha-se a emergência de um novo fenómeno social entre as crianças e jovens da era digital. A sua manifesta falta de interesse pelas temáticas do património cultural imaterial é uma realidade profundamente sentida no quotidiano dos grupos de folclore. Pretende-se explorar esta problemática encontrando ferramentas que atenuem, ou mesmo contrariem, esta tendência nefasta para a transmissão dos valores e da matriz identitária nacional para as futuras gerações.

Objetivos específicos:

1- Debater os conceitos do património cultural imaterial à luz da FFP e da UNESCO.

2- Identificar pontos-chave/fortes que cada forma de entendimento poderá oferecer à outra.

3- Compreender o modo como cada área pode beneficiar a outra de forma sustentada e frutífera.

4- Promover, incentivar e divulgar o debate e desenvolvimento de novas ideias e conceitos sobre a exploração do potencial do património cultural imaterial, nas suas diversas dimensões, pelas associações culturais (grupos/ranchos folclóricos ou etnográficos).

5- Refletir sobre o processo de valorização da cultura tradicional e popular na perspetiva do artesão.

6- Conhecer a opinião e auscultar os participantes em relação ao seu entendimento da relação que deva existir entre os grupos de folclore e o património cultural imaterial.

7- Debater e propor ferramentas e mecanismos de sensibilização e mobilização dos jovens no processo de salvaguarda e divulgação da cultura popular e tradicional.

Data: 10 e 11 de dezembro de 2016

Local: Teatro José Lúcio da Silva - Leiria

Organização:

- Federação do Folclore Português

- (CTR Alta Estremadura)

- Apoio: Câmara Municipal de Leiria

FOLCLORE: ENTRE O MATERIAL E O IMATERIAL

10 de Dezembro de 2016

08:30 - Abertura do Secretariado

Monitor de Continuidade: Rodrigo Sousa Martins

Apoio: Ana Rita Leitão & Dinis Correia Mateus

09:00 - Acolhimento dos congressistas e convidados

09:15 - Sessão solene de abertura Presidente da Assembleia Geral da FFP | Inspetor António Lopes Pires

09:45 - Alocução ao congresso

Presidente da Federação do Folclore Português | Fernando Ferreira

10:00 - I PAINEL

Dualidades entre o material e o imaterial

Moderador: Dr. António Gabriel (Vice-presidente da FFP; Conselheiro Técnico Regional, Conselho Científico e Conselho Técnico Nacional da FFP)

Comissão Nacional da UNESCO em Portugal - Dr.ª Clara Bertrand Cabral

Federação do Folclore Português - Doutor Daniel Calado Café

11:15 - Intervalo

11:30 - Debate

13:00 - Almoço | Estádio Municipal de Leiria, Dr. Magalhães Pessoa

- II PAINEL

Procedimentos de Inventário e de Classificação

Moderador: Dr.ª Ana Rita Leitão

(Mestre em Política Cultural Autárquica; Vice-presidente da FFP; Diretora de Zona e Conselho Técnico Nacional da FFP)

Direção Geral do Património Cultural - (Divisão do Património Cultural Imaterial) |

O Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial - Procedimentos de Inventário e Registo de Bens Culturais

Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial - Palitos de Lorvão |

Município de Penacova, Grupo Folclórico “As Paliteiras” de Chelo e Grupo Etnográfico de Lorvão

Património Cultural Imaterial classificado pela UNESCO - Desafios da pós-inscrição - Dr. Paulo Lima | Casa do Cante de Serpa| Antropólogo; coordenador das candidaturas do Cante e do fabrico dos Chocalhos

16:00 - Debate

16:30 - Intervalo

17:00 - III PAINEL

Abordagens Complementares ao Património Cultural

Moderador: Dr.ª Maria Emília Francisco

(Folclorista; Sócia Auxiliar da FFP; Conselheira Técnico Regional)

ADXTUR | Agência para o Desenvolvimento Turístico das Aldeias do Xisto - Dr. Rui Simão

Ecomuseu de Albergaria-a-Velha | Rota dos Moinhos - Dr. Delfim Bismarck

Artesanato em tranças de palha | Rancho de Sto André de Vila Boa de Quires | Marco de Canavezes

18:30 – Debate

19:30 - Jantar | livre

21:30 - Serão - Ciclo de (con)vivências estremenhas | Teatro José Lúcio da Silva 11 de Dezembro de 2016

08:30 - Abertura do Secretariado Monitor de Continuidade: Rodrigo Sousa Martins Apoio: Ana Rita Leitão & Dinis Correia Mateus

09:00 - Acolhimento dos congressistas e convidados

09:15 - Sessão solene de abertura do ato eleitoral pelo sr. Presidente da Assembleia Geral da FFP

09:30 - IV PAINEL Criação de novas memórias assentes no património

Moderador: Doutor Daniel Calado Café

(Mestre e Doutor em Museologia; Vice-presidente da FFP; Conselheiro Técnico Regional, Conselho Científico e Conselho Técnico Nacional da FFP)

Trajar do Povo em Portugal - Virginie Vila Verde

Memórias Fotográficas - Adélio Amaro & Miguel Narciso

10:30 - Debate

11:00 - Intervalo

11:15 Motivação: instrumentos para encarar e abordar o património cultural - Dr. Alfredo Leite

12:30 - Encerramento do ato eleitoral

13:00 - Almoço | Estádio Municipal de Leiria, Dr. Magalhães Pessoa

15:00 - Apresentação do resultado do ato eleitoral

Leitura das conclusões do congresso nacional

Sessão solene de encerramento do congresso



publicado por Carlos Gomes às 17:05
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”SHOUT”, O GRITO DE AFIRMAÇÃO DOS FLY THE SUN

O quarteto lisboeta Fly the Sun estreia-se com o reivindicativo “Shout”, agitado tema rock alternativo mergulhado em influências de contemporâneos como Foo Fighters ou Interpol e no melhor espírito indie de bandas como Death Cab for Cutie ou Two Door Cinema Club.

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Este é o primeiro lançamento da banda através do selo da Music For All e antecede a edição de um EP esperado no primeiro semestre do próximo ano.

É das mentes criativas, e inquietas, de Mike Simões, Filipe Guerreiro, Paulo Ferreira e Carlos Mano que brotam as letras, e músicas, dos Fly The Sun. Esta jovem banda lusitana, de raízes bem firmadas no pop/rock alternativo, elege como maiores influências projectos tão díspares quanto Guns N’ Roses, Coldplay ou mesmo das sonoridades fortes e agressivas da década de 80 ao bom indie do Século XXI.

De Setúbal para o mundo. É este o trajecto que Carlos Mano, o baixista dos Fly The Sun, pretende percorrer. O amor pela música levaram a que trocasse recentemente o papel de mero apreciador, e crítico, pelo de membro de uma banda de amigos. Diz a lenda que pretendia adquirir uma guitarra eléctrica contudo, fruto do acaso ou do destino ele próprio, foi no baixo que viria a focar toda a sua energia e talento. Autodidacta, curioso por defeito e criativo por feitio, é perfeccionista e o mais calmo dos quatro. Assume sem complexos a sua paixão pelo festival Paredes de Coura e coloca Arctic Monkeys e Ornatos Violeta num patamar de excelência, elevando-os ao estatuto de maiores referências da sua existência musical.

Miguel Simões (também conhecido como Mike Simões ou, simplesmente, MS) tem origens geográficas em Odivelas e musicais no majestoso piano. Aos 13 anos, apenas dois depois de ter iniciado a aprendizagem de tão exigente instrumento, abandona as aulas dando continuidade à sua evolução em casa. Anos mais tarde sente o chamamento da guitarra clássica e, aproveitando um antigo exemplar do seu avô, inicia-se sozinho nesse versátil instrumento. A boa educação musical dos seus pais, baseada fortemente nas profícuas décadas de 70 e 80, despertam-lhe o interesse pela composição em inglês, trazendo assim ao de cima uma faceta que ele próprio desconhecia. Descreve-se como “um romântico puro, movido pelo cavalheirismo do gentleman que era Sinatra, mas também pelos Loucos Anos 20”, centra sempre o seu foco na mensagem de cada tema e elege como bandas favoritas os Coldplay e os R.E.M.

Paulo Ferreira, o terceiro de quatro membros da banda, tem raízes em Famões e é dono e senhor da bateria. Entre as suas maiores influências e inspirações musicais estão clássicos eternos das décadas de 70 e 80, da música nacional e internacional, estando Queen no topo das suas preferências. A bateria surge na sua vida…por influência de Mike, amigo de longa data que muito o motivou. Iniciou-se numa bateria eléctrica e, no final de 2015, apostou numa bateria acústica. Descrito como calmo, divertido e ponderado orgulha-se de ser autodidacta e é visto pelos restantes colegas como um exemplo de esforço, querer e dedicação.

É do belo município de Oeiras que provém o quarto, e último, membro dos Fly The Sun. Filipe Guerreiro é o guitarrista de serviço e o complemento perfeito para o trio apresentado acima. A relação que o une à guitarra começou aos 13 anos quando se interrogou na razão para a velha guitarra do progenitor não ser devidamente usada. A resposta surpreendeu-o e acabou por definir o seu futuro: descobriu que em tempos o pai tinha feito parte de uma banda. Após três anos de aulas de guitarra desiste, continuando o seu percurso por iniciativa própria ao dedicar quatro horas diárias ao versátil instrumento. Criativo nato, envolve-se em todas as fases de composição, intervindo inclusivamente nos restantes instrumentos, assumindo um papel preponderante em todas as criações do quarteto. Embora seja o elemento mais novo é unanimemente considerado o mais sapiente, destacando-se a influência do Rock N’ Roll dos anos 80 e 90 e, em particular, das vozes e percursos de Andy Timmons, Paul Gilbert ou Nuno Bettencourt.

É deste caldeirão de influências, e de uma amizade impar e inabalável, que nascem os Fly The Sun. O céu é o limite, mas nem podia ser de outra forma. Afinal estes são os rapazes que querem “Voar o Sol”, quebrar barreiras e espalhar mensagens fortes e inspiradoras.


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publicado por Carlos Gomes às 14:02
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Domingo, 13 de Novembro de 2016
FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS: LISTA "A" DIVULGA COMPOSIÇÃO

Candidatura para os órgãos sociais da FFP:

«Por uma FFP renovada do século XXI».

Triénio 2017-2019

Em reunião da direção da Federação do Folclore Português (FFP), realizada em 27 de agosto de 2016, para surpresa de todos os diretores, o senhor presidente da direção, Fernando Ferreira, deu a conhecer a sua indisponibilidade para liderar uma nova candidatura no próximo ato eleitoral, de 11 de dezembro, para os corpos sociais da FFP. Posteriormente, o senhor presidente reiterou a sua posição de não candidatura, por escrito, em memorando por ele enviado a todos os diretores.

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Atendendo a que, estatutariamente, compete à direção da instituição assegurar a apresentação de uma lista ao ato eleitoral seguinte, os diretores da FFP chamaram a si esse compromisso, numa atitude responsável e abnegada de continuidade, dedicação e entrega à nobre missão de engrandecimento, salvaguarda e melhoria contínua dos agentes culturais do campo da cultura tradicional e popular portuguesa. Isto porque é nosso entendimento que, apesar do caminho trilhado até ao presente (embora importante para o movimento), subsistem múltiplos aspetos necessitando, claramente, de ser aprofundados e melhorados a bem da nossa instituição e do próprio movimento. Ainda há um longo percurso a fazer e grandes desafios a encarar para se atingir todos os objetivos institucionais. A equipa que ora se apresenta para liderar os desígnios da FFP para 2017-2019 está consciente desses desafios e possui uma visão muito clara e estratégica do que deverão ser as linhas de ação a tomar pela FFP no futuro (tanto a curto, como a médio e longo prazo).

Esta candidatura de consensos e de confiança, liderada por Daniel Café (atual vice-presidente da direção), visa aliar a competência, o conhecimento e a experiência à renovação e ciência reunindo alguns ilustres folcloristas (que muito têm dado e ainda têm a dar ao movimento) e outros mais jovens que apresentam um futuro promissor neste movimento. Contamos com o apoio dos associados da FFP para validar o nosso projeto de construção de uma FFP cada vez mais atuante, diligente, dinâmica e consciente dos desafios que se colocam ao movimento folclórico nacional no século XXI.

Assembleia Geral

Presidente: António Lopes Pires (Rancho Folclórico de Passos de Silgueiros – Silgueiros – Viseu)

Vice-presidente: Maria Manuela Carloto Simplício Silva Carriço (Sócio auxiliar)

Secretários: Elisa Manuela Afonso Alves (Grupo Folclórico das Lavradeiras de S. Pedro de Merufe – Merufe – Monção)

Helena Maria dos Santos Fava (Sócio auxiliar)

Eduardo dos Santos Duarte (Sócio auxiliar)

Conselho Fiscal

Presidente: Luís Manuel Campos Elias (Rancho das Lavradeiras da Trofa – Trofa)

Secretário: Maria Judite de Sá Ribeiro (Sócio auxiliar)

Relator: Francisco Mendes Moreira (Rancho Folclórico S. Tiago de Silvalde – Silvalde – Espinho)

Suplentes: Ana Lourenço Rodrigues Machado (Grupo Regional e Agrícola de Pevidém – Pevidém – Guimarães)

Rodrigo Dinis de Sousa Martins (Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros – Arrimal – Porto de Mós)

Direção

Presidente: Daniel Calado Café (Rancho Folclórico de Gouxaria – Gouxaria – Alcanena)

Vice-presidente: António Teixeira Faria (Grupo Folclórico da Associação Cultural e Recreativa Sr.ª Aparecida – Torno – Lousada)

António José Santos Gabriel (Grupo Folclórico e Etnográfico de Arzila – Arzila – Coimbra)

Ana Rita Rodrigues Leitão Granja Vieira (Grupo Típico de Ançã – Ançã – Cantanhede)

Maria Lucília Pereira Alves Santos (Grupo Regional de Moreira da Maia – Moreira – Maia)

Carla Patrícia Basto Meira (Rancho Típico de S. Mamede de Infesta – S. Mamede de Infesta – Matosinhos)

Ludgero António de Jesus Mendes (Sócio auxiliar)

1º Secretário: Carlos Manuel Martins Saraiva (Sócio auxiliar)

2º Secretário: Luís Sousa Fernandes (Rancho Folclórico Danças e Cantares Santa Maria do Olival – Olival – Vila Nova de Gaia)

Tesoureiro: Inácio Martins Soares (Sócio auxiliar)

Tesoureiro adjunto: Joaquim Rocha Neves da Silva (Sócio auxiliar)

Suplentes: João Manuel da Silva Carriço (Sócio auxiliar)

Maria Emília Costa Ferreira Francisco (Sócio auxiliar)

Fábio Fernando da Costa e Sá Ferreira Pinto (Grupo de Danças e Cantares Regionais o Orfeão da Feira – Santa Maria da Feira)

Laura Maria Balsemão Campos (Sócio auxiliar)



publicado por Carlos Gomes às 19:26
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CASA DO MINHO EM LISBOA REALIZA COUVADA À MINHOTA

“Uma boa mesa para uma boa política regionalista!”

- A Casa do Minho mantém-se fiel à divisa que criou ao tempo do saudoso jornalista Artur Maciel.

Era a sopa do humilde lavrador. De feijão com couves era ela era feita. Mas acrescentavam-lhe outros condimentos para a tornar mais bem apaladada como alguns feijões e osso do espinhaço. Antes de saírem de casa para as lides do campo, deixavam o pote ao lume e deixavam-na a cozer. Quando regressavam da lavoura, algumas couves que traziam das leiras eram cegadas e metidas no pote juntamente com a chouriça. Por fim, comia-se a garfo as couves ou apresigo e, depois, o caldo que em dias melhorados fazia as delícias do pobre agricultor e aconchegava o estômago nos frios dias de outono.

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Para além dos minhotos, o repasto contou ainda com a participação do Presidente da Junta de Freguesia do Lumiar, Dr Pedro Delgado Alves que é também Vice-presidente da bancada parlamentar do Partido Socialista na Assembleia da República e do Secretário da Junta de Freguesia Dr. Patrocínio César.

A Casa do Minho em Lisboa não deixa os seus créditos por mãos alheias e, ciente da sua missão em promover tudo o que de mais genuíno existe nas nossas tradições, realizou hoje mais uma vez a tradicional couvada à minhota, chamando a si muitos dos nossos conterrâneos que não esquecem as suas origens e tudo fazem para preservar a nossa identidade cultural.

Mal começava o Outono e com ele as longas noites passadas à lareira, as couves faziam parte da alimentação diária do pobre camponês. Juntava-lhe as batatas, o feijão, a chouriça e, de um modo geral, um pouco de tudo quanto a lavoura lhe oferecesse. Era um verdadeiro manjar dos deuses.

Merece também uma especial referência a Casa do Minho em Lisboa pela primazia que dá à cozinha tradicional minhota, contribuindo desta forma para preservar o nosso património cultural divulgando uma das especialidades gastronómicas que corre o risco de desaparecer, fazendo jus à divisa legada em tempos idos pelo gastrónomo e jornalista Artur Maciel: Uma boa mesa para uma boa política regionalista!

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Remonta ao século IV Antes de Cristo a origem da couve, altura em que os gregos a descobriram na região da Jônia e dela se surpreenderam pelos seus poderes medicinais, para além das suas virtudes culinárias. Porém, foram os romanos que a trouxeram para a Península Ibérica e nos deram a conhecer, passando a constituir o género de verdura mais consumida até aos finais da Idade Média.

Rica em fibras, iodo, cálcio, potássio, enxofre, magnésio e ômega 3; além de vitaminas A, B1, B2, B6, C e K, a couve é uma hortaliça da família Brassicaceae, constituindo um alimento de baixa caloria, desde sempre utilizado no tratamento de doenças estomacais, tendo vindo com o tempo a revelar-se como um excelente anti-inflamatório, antibiótico e anti-irritante natural, aplicado no combate a gripes, problemas hepáticos, renais e menstruais; artrite, bronquite, hemorroidas, úlceras e pedras nos rins e, na medicina alternativa, como vermífugo, para evitar ressacas, e até mesmo para baixar a febre, quando aplicada em forma de cataplasma.

Conhecida na Galiza por “verça”, a variedade de couve-galega é no Minho responsável por uma das melhores iguarias da cozinha tradicional portuguesa – o caldo verde – considerada uma das 7 maravilhas da gastronomia de Portugal!

O paladar constitui um dos sentidos que o minhoto sempre conserva e o mantém permanentemente ligado ao seu rincão natural, ao seu pedaço de Minho!

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publicado por Carlos Gomes às 14:33
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DANIEL CAFÉ CANDIDATA-SE À PRESIDÊNCIA DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS

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Candidatura Corpos Sociais FFP

Lista A «Por uma FFP renovada do século XXI»

Esclarecimento

Caros amigos,

Como é do conhecimento geral, decidi aceitar e tenho a subida honra de liderar a candidatura da Lista A (dos atuais corpos sociais da Federação do Folclore Português) a um novo mandato nos destinos da nossa nobre instituição.

Nos últimos tempos, temos assistido ao elencar de um conjunto de acusações e queixumes do senhor Fernando Ferreira, nomeadamente, através da sua carta aberta (3 de novembro) e da sua entrevista na Rádio do Folclore Português (10 de novembro). Não reconhecemos qualquer legitimidade das acusações e lamentações apresentadas pelo senhor Fernando Ferreira. Como tal, não merecendo qualquer comentário da nossa parte, remetemo-nos ao silêncio até ao presente: não porque consentimos com as alegações mas, sim, porque não eram merecedoras de qualquer crédito e valorização, logo de qualquer comentário da nossa parte.

Porém, devido à insistência do senhor Fernando Ferreira nas ditas alegações, é chegado o momento de dizer com toda a clareza e determinação: BASTA!

Assumindo a postura de elevação, seriedade e tranquilidade que nos caracteriza, temos a considerar o seguinte:

  1. a) Repudiamos, CATEGORICAMENTE, a insistência do senhor Fernando Ferreira nas suas alegações conducentes à sua vitimização. Esta direção nunca lhe foi desleal nem alguma vez o atraiçoou! Se alguma vez houve uma equipa diretiva leal ao seu presidente, foi esta que, na sequência de uma gestão e liderança irregular, apesar de ponderar uma demissão coletiva (lançando a federação numa crise institucional) decidiu reencontrar um caminho conciliador e de salvaguarda da reputação da instituição e da imagem pública do seu presidente enquanto resolveu os diversos problemas e aflições financeiras despoletadas pelo presidente.
  2. b) A Lista A não está contra ninguém. Surgiu, com naturalidade, na sequência da declaração do senhor Fernando Ferreira (em sede de reunião de 27 de agosto e posteriormente escrito em memorando de 29 de agosto) de não se recandidatar. Atendendo às responsabilidades estatutárias, encontrou-se uma solução de continuidade da qual lhe foi dado conhecimento enquanto se encontrava ausente no Brasil (nunca tendo fornecido qualquer resposta). Depois do seu regresso do Brasil, a 4 de outubro, o senhor Fernando Ferreira deu a conhecer, por correio electrónico, a sua decisão de se recandidatar a próximo mandato (para grande espanto de todos). Ainda, no dia 3 de novembro, o senhor Fernando Ferreira fez saber, na sua carta aberta ao movimento, que, afinal, ainda estaria em momento de reflexão, pelo que ainda não sabia se seria candidato. No dia 10 de novembro, reafirmou esta incerteza na sua entrevista emitida na Rádio do Folclore Português (curiosamente, no mesmo dia em que entregou, formalmente, ao senhor Presidente da Assembleia-geral a sua candidatura às próximas eleições). Trata-se de uma gritante incoerência que apenas se pode explicar através da patologia bipolar de que padece e que foi formalmente diagnosticado. Pelo exposto, comprova-se que não houve qualquer má-fé ou traição da parte da restante direção e que repudiamos, CATEGORICAMENTE. Há, contudo, uma manifesta incoerência nas diversas posições tomadas pelo senhor Fernando Ferreira em relação à problemática das eleições para os corpos sociais da FFP.

A Lista A que lidero tem procurado desenvolver uma candidatura com elevação, pautada pela seriedade, transparência e frontalidade: valores que nos são caros e que nos orientam enquanto pessoas.

Aconselhamos ao senhor Fernando Ferreira que se retrate pois não possui qualquer legitimidade, quer moral, quer de substância, de acusar os colegas de direcção de tais falsidades. Aconselhamos que deixe de prosseguir uma estratégia fútil de vitimização e acusações infundadas e difamatórias de deslealdade e traição em que nenhum de nós nos revemos, nem sequer admitimos, porque quem nos conhece, sabe que somos pessoas de bem. Que o senhor Fernando Ferreira siga, antes, o nosso exemplo e prossiga a sua campanha eleitoral com elevação, seriedade e apresentação de ideias e projetos (caso os tenha) porque é disto que o nosso grande movimento necessita e merece.

Saibamos TODOS crescer e mostrar ao movimento que a nossa instituição não é mais uma organização fútil, quase despida de ideias e projetos inovadores para o futuro e gerida à base de mexericos, compadrios e rumores. Isso é que conta quando estamos perante pessoas responsáveis, idóneas, disponíveis para servir e não se servirem, a bem do engrandecimento da Federação do Folclore Português.

Mais informamos que, dada a nossa postura na vida, não enveredamos em atitudes de baixo nível pelo que não voltaremos a pronunciar-nos sobre as alegações constantes na carta aberta do senhor Fernando Ferreira ficando, desde já, os esclarecimentos necessários prestados no presente documento. Iremos centrar-nos na apresentação construtiva dos nossos projetos e ideias de modo a esclarecer, com dignidade, a nossa visão para o futuro da FFP.

Com amizade,

Pela Lista A

Daniel Calado Café

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publicado por Carlos Gomes às 12:26
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FERNANDO FERREIRA ANUNCIA CANDIDATURA À PRESIDÊNCIA DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS

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Caros Amigos,

Após uma aturada e muito serena análise, tenho-vos a informar que decidi encabeçar uma lista candidata aos Órgãos Sociais da Federação do Folclore Português (FFP), para o triénio 2017/2019.

É uma decisão muito ponderada, tomada em consciência, e levando em consideração dois factores que foram cruciais nesta tomada de posição: o momento actual do movimento folclórico nacional, e em especial da FFP, e a enorme vaga de fundo de apoio e mobilização que se gerou após a minha Carta Aberta ao movimento do passado dia 3 de Novembro.

Neste sentido, formalizei ontem, dia 10 de Novembro, perante o Senhor Presidente da Mesa da Assembleia Geral a minha candidatura a Presidente da Direcção da FFP. Nesta candidatura acompanham-me o Dr. Paulo Oliveira, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Mortágua e elemento do Rancho Folclórico e Etnográfico de Vale de Açores, que encabeça a candidatura a Presidente da Mesa da Assembleia Geral, e o Sr. Fernando Monteiro, Presidente do Grupo Folclórico de Cantas e Cramóis de Pias (Cinfães), que encabeça a candidatura a Presidente do Conselho Fiscal.

Amigos, a hora é de trabalho para a apresentação de ideias. É nisso que estamos a trabalhar e é isso que faremos nos próximos dias: apresentar a nossa equipa completa, apresentar o nosso manifesto eleitoral, e apresentar propostas concretas que visem a dinamização e valorização do movimento folclórico nacional. Duas coisas quero desde já afirmar-vos: em primeiro lugar, esta lista é uma lista de ideias e de projectos que visamos concretizar numa visão projectada de 3 a 6 anos; faremos toda a nossa comunicação de forma elevada, sem vitimizações, sem falsos protagonismos e sem hostilizações a quem quer que seja. Em segundo lugar, esta candidatura e esta lista são inclusivas; quer isto dizer que contamos com Todos aqueles que se revejam, tal como nós nos revemos, numa política de trabalho conjunto pela FFP, pelo Folclore Português e pelo movimento folclórico associativo.

Este e-mail de onde Vos escrevo será o ponto de encontro de Todos aqueles que queiram interagir com esta candidatura. Dúvidas, questões, propostas, sugestões, críticas ou quaisquer outros assuntos que nos queiram fazer chegar, este será o Fórum de interacção por excelência. Façam-nos chegar as Vossas ideias e/ou as vossas angústias neste momento fulcral para o movimento folclórico nacional.

Ninguém ficará sem resposta e, quem sabe, com este trabalho conjunto congregaremos visões e projectos individuais numa grande vaga de mudança conjunta para o Folclore Português.

Acreditem: não descriminaremos nem hostilizaremos ninguém. Nem agora, nem quando ganharmos as eleições do próximo dia 11 de Dezembro. Contudo, e penso ser o mais importante da visão que temos para a FFP, teremos todo o gosto em aceitar, incorporar e trabalhar com protagonistas e ideias que partilhem do mesmo objectivo: um movimento forte e representativo, uma Instituição dinâmica e credível, enfim “Uma Federação maior e melhor. Agora!”.

Com os mais respeitosos cumprimentos, elevada consideração e estima.

Fernando Ferreira



publicado por Carlos Gomes às 11:44
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COMEMORAÇÕES DO 1º DE DEZEMBRO TRAZEM A LISBOA PERTO DE 30 BANDAS DILARMÓNICAS DE TODO O PAÍS

O Movimento 1º de Dezembro lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios para o efeito. É possível realizá-lo graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro. Agradecemos também o apoio facultado pelo Recheio e pelo Amanhecer.

O Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas "1º de Dezembro" foi um êxito em 2012, 2013, 2014 e 2015. Será êxito maior em 2016.

14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)

15h00 - Início do Desfile

16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.700 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

17h00 - Fecho e desmobilização das bandas

Nesta 5ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:

GRUPOS DE PERCUSSÃO:

Tocá Rufar (Seixal)

Grupo de Bombos de Atei (Mondim de Basto)

BANDA NACIONAL:

Banda do Exército

BANDAS FILARMÓNICAS:

Banda da ACULMA (Marvila, Lisboa)

Sociedade Filarmónica União e Progresso Madalense (Madalena do Pico, Açores)

Banda Musical Santiago de Lobão (Santa Maria da Feira)

Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense "Os Amarelos" (Moura)

Banda Filarmónica de Santa Maria de Bouro (Amares)

Banda Marcial de Arnoso (Vila Nova de Famalicão)

Associação Filarmónica Recreativa e Cultural do Brinço (Macedo de Cavaleiros)

"Banda de Música 1º de Maio (Associação de Socorros Mútuos dos Artistas Mirandelenses) (Mirandela)

Associação Filarmónica Retaxense (Castelo Branco)

Filarmónica Recreativa Cortense (Covilhã)

Sociedade Filarmónica Oleirense (Oleiros)

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Fratelense (Vila Velha de Ródão)

Sociedade Musical Recreativa Instrutiva e Beneficente Santanense (Figueira da Foz)

Sociedade Filarmónica Sangianense (Oliveira do Hospital)

Banda Filarmónica da Casa do Povo de N.ª Sr.ª de Machede (Évora)

Banda Musical de Tavira

Banda Academia de Santa Cecília (de São Romão) (Seia)

Sociedade Musical Estrela da Beira (Seia)

Sociedade Filarmónica Maiorguense (Alcobaça)

Sociedade Filarmónica Pedroguense (Pedrógão-Grande)

Associação Musical de Cabanas de Torres (Alenquer)

Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro da Encarnação (Mafra)

Banda Juvenil do Município de Gavião

Sociedade Musical Euterpe de Portalegre

Banda de Música de S. Vicente de Alfena (Valongo)

Sociedade Filarmónica União Maçaense (Mação)

Sociedade Filarmónica Gualdim Pais (Tomar)

Sociedade Filarmónica Incrível Almadense (Almada)

Banda Filarmónica da Associação Musical de Vila Nova de Anha (Viana do Castelo)

Sociedade Filarmónica Fraternidade de São João de Areias (Santa Comba Dão)

Banda Musical 81 de Ferreirim (Sernancelhe)

Será um total de 34 entidades, integrando 2 grupos de persussão, 1 banda nacional militar e 31 bandas filarmónicas civis.

Serão cerca de 1700 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país que irão descer a Avenida da Liberdade, para celebrar Portugal, a Independência e a Restauração através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.

Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes sob a direcção do Maestro Tenente Duarte Cardoso, da Banda do Exército.

Ao longo do desfile, serão interpretadas várias marchas, bem como o Hino da Restauração. O alinhamento do momento colectivo conta também, além do Hino da Restauração, com a interpretação dos Hino da Maria da Fonte e Hino Nacional.



publicado por Carlos Gomes às 00:35
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Sábado, 12 de Novembro de 2016
SOLIDARIEDADE LEVA MINHOTOS AOS FADOS

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publicado por Carlos Gomes às 21:17
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