Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores
Sábado, 31 de Dezembro de 2016
BANHISTAS DE CARCAVELOS MANTÊM A TRADIÇÃO DO PRIMEIRO BANHO DO ANO

Centenas de pessoas vão amanhã, da parte da manhã, a partir das 9 horas, realizar o primeiro banho do ano na praia de Carcavelos conforme tradição que se mantém desde há mais de setenta anos.

Carcavelos - Banho 010

Envergando os mais bizarros fatos-de-banho, os banhistas correm em conjunto pela praia em direcção às ondas, indiferentes à temperatura fria desta época de inverno.

Após o mergulho, regressam ao paredão para, em alegre convívio, deliciarem-se com fatias de bolo-rei e outras guloseimas como manda a tradição nesta quadra festiva.

Além dos intrépidos banhistas, o ritual atrai normalmente centenas de curiosos e a comunicação social que nunca perde a oportunidade de registar este convívio bizarro que anualmente se realiza às portas de Lisboa. E, não faltam sequer os “Narcisos”, divertidos tocadores de concertina que animam a festa com os seus acordes muito ao jeito do folclore minhoto. A sua denominação evoca o café Narciso cujo ambiente permanece com saudade na memória de muitos frequentadores da praia de Carcavelos.

Carcavelos - Banho 015

Carcavelos - Banho 001



publicado por Carlos Gomes às 15:55
link do post | favorito

Sexta-feira, 30 de Dezembro de 2016
GOVERNO REABRE TRIBUNAL DO CADAVAL

Governo reabre 20 tribunais na próxima semana, incluindo o Tribunal Do Cadaval

No próximo dia 4 de Janeiro, vão reabrir 20 tribunais que haviam sido encerrados pelo anterior governo. Entre eles, encontra-se o Tribunal do Cadaval.

ConcentraçãoTribunais 058

De acordo com a Secretária de Estado Adjunta e da Justiça, Helena Mesquita Ribeiro, estes tribunais vão funcionar como “juízos de proximidade e terão competências acrescidas relativamente aquilo que eram as secções de proximidade no âmbito da anterior reorganização judiciária”. Acrescenta ainda que “Serão realizados nestes juízos de proximidade todos os julgamentos crime que tiverem sido cometidos na área geográfica do respectivo município. Até agora, estes julgamentos não eram efectuados no local correspondente à prática do crime”.

ConcentraçãoTribunais 045

Para além do Tribunal Do Cadaval, vão ser reactivados os tribunais de Tribunal de Portel (Évora), Sever do Vouga (Aveiro), Penela (Coimbra), Monchique (Faro), Meda (Guarda), Fornos de Algodres (Guarda), Bombarral (Leiria), Paredes de Coura (Viana do Castelo), Castelo de Vide (Portalegre), Ferreira do Zêzere (Santarém), Mação (Santarém), Sines (Setúbal), Boticas (Vila Real), Murça (Vila Real), Mesão Frio (Vila Real), Sabrosa (Vila Real), Tabuaço (Viseu), Armamar (Viseu) e Resende (Viseu).

A propósito, recordamos o protesto realizado em Lisboa pelos autarcas contra o encerramento dos tribunais, no qual participaram autarcas minhotos de todos os concelhos afectados com as medidas de encerramento.

ConcentraçãoTribunais 030

ConcentraçãoTribunais 089



publicado por Carlos Gomes às 22:34
link do post | favorito

ASSOCIAÇÃO DE PROTEÇÃO E SOCORRO DESEJA-LHE BOAS FESTAS

2017pret (1).jpg


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 15:56
link do post | favorito

BEIRÕES REALIZAM EM LISBOA ENCONTRO DE CANTARES DO CICLO NATALÍCIO

‘Do Natal aos Reis’: 1ª edição. Encontro de Cantares do Ciclo Natalício

O Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa comemora os seus 35 anos de existência, em prol da cultura tradicional da Serra do Açor. No âmbito das suas comemorações, realiza no próximo dia 8 de Janeiro, na Igreja de Santa Catarina, também conhecida por Igreja dos Paulistas, em Lisboa, um Encontro de Cantares do Ciclo Natalício.

ProgramacelavisaComb.jpg

Depois de um ano cheio de atividades, é chegada a hora de findar as comemorações. Para tal, o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa decidiu organizar um encontro de cantares do ciclo natalício. Com o apoio e coorganização da Junta de Freguesia da Misericórdia, em Lisboa, surge pela primeira vez o espetáculo ‘DO NATAL AOS REIS’, do qual farão parte 3 grupos folclóricos, que exibirão cantares tradicionais próprios da época.

O evento terá o seguinte horário:

16h00m - Abertura do espetáculo com sessão solene

16h15m - Atuação dos Grupos de Folclore:

- Grupo Etnográfico da Casa do Pessoal dos HUC

- Coimbra | Beira Litoral Mondego

- Rancho Folclórico “As Mondadeiras da Casa Branca”

- Sousel | Alto Alentejo

- Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa

- Arganil | Beira Serra

Deste modo singelo, o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa convida todos os seus sócios, amigos, conterrâneos e conhecidos a estarem presentes nesta festividade para deste modo engrandecê-la e fazer parte dela; só com a união e colaboração de todos é que o movimento folclórico ganha força para continuar vivo!

Venha conviver, divertir-se a conhecer um pouco mais das tradições deste belo país "à beira-mar plantado".



publicado por Carlos Gomes às 12:18
link do post | favorito

Quinta-feira, 29 de Dezembro de 2016
RTP2 MOSTRA OBRA DOS ARTISTAS PORTUGUESES

“Estou nas Tintas”: Apresentação do programa reúne artistas de várias gerações

Estreia a 6 de Janeiro de 2017 na RTP2 e é apresentado publicamente três dias antes, no dia 3 de Janeiro, na Galeria da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL) com a presença de vários artistas portugueses de diferentes gerações. “Estou nas Tintas” é um programa sobre artes, produzido pela Provetouch e realizado por António de Almeida Lopes para a RTP.

EstouNasTintas_JulioPomar (1).jpg

Júlio Pomar, Cruzeiro Seixas, Eurico Gonçalves, Dalila D’Alte, Manuel Botelho, Ana Mesquita, Carlos Nogueira, Odeith e Nomen são alguns dos artistas entrevistados que estarão presentes na Galeria da FBAUL no dia 3 de Janeiro, às 18h30, para a apresentação pública do programa “Estou nas Tintas”, que estreia no dia 6 de Janeiro, às 21h, na RTP2, e que será uma celebração das obras e dos criadores portugueses.

Quem são os nossos artistas? Que obra têm? O que é que ela transmite ou representa? O que têm a dizer ao mundo? O que os move ou inspira? Estas foram algumas das linhas de orientação deste projecto, que vai dar a conhecer a vida e a obra de cerca de 80 dos mais importantes nomes da arte nacional.

Um ano depois do início das filmagens chega a hora de o partilhar com o público, que tem, desta forma, a oportunidade de entrar nas casas e nos ateliês de múltiplos artistas. A ambição dos autores é que esta série se torne um documento essencial da história da arte portuguesa, uma referência basilar para quem no futuro tiver interesse em conhecer uma parte significativa da nossa herança artística.

António de Almeida Lopes, realizador do programa “Repórteres de Palmo e Meio” e de campanhas como “Saúde com Sabor”, “Praia Limpa, Praia Segura” ou “Riscos e Rabiscos”, foi o autor da ideia e quem realizou o projecto – aprovado pela directora de programas da RTP2, Teresa Paixão – e Joaquim Luís Feijão o responsável pela Provetouch, a produtora que abraçou e embarcou nesta viagem durante sete meses.

EstouNasTintas_FotoPress (3).jpg

Voz aos artistas

“Essa frase ‘estou nas tintas’ é um exemplo de como o sentido que se pode dar às coisas pode ser muito diferente. Ninguém pense que tem a verdade absoluta.” – Júlio Pomar

 

“Pintar, para mim, é uma forma de estar vivo, é como respirar, comer…” – Diogo Navarro

 

“Picasso dizia que a arte limpa, do quotidiano, a poeira dos dias.” – Ana Mesquita

 

“Se a função do artista é a procura do belo, eu encontrei essa procura no corpo da mulher.” – Francisco Simões

 

“Nessa altura, comemorava-se a venda de um quadro, fosse de quem fosse.” – Gracinda Candeias

 

“Eu estou sempre apaixonada. Tento-me apaixonar nem que seja por um livro, por uma frase, pelo amanhecer…” – Tamara Alves

 

“Eu penso que a actividade artística se define, quer em pintura, quer no cinema, quer na literatura, seja onde for… é exactamente o repensar constantemente métodos, definições, objectivos, trajectórias…” – Jaime Silva

 

“Eu tenho pavor do óbvio e tento sempre fazer coisas inesperadas.” – José Costa Reis

 

“A técnica, no meu ponto de vista, é apenas um suporte ou um apoio para a concretização de um trabalho.” – Carlos Nogueira

 

“A pintura acaba por ser a nossa forma de nos expressarmos e acaba por ser o alfabeto da pessoa.” – Jorge Almeida

 

“Não temos um grande museu de arte portuguesa, por exemplo. Nós se quisermos ver a evolução da arte portuguesa, desde o princípio do século até hoje, onde é que vamos?” – Manuel Baptista

 

“O amor, a cultura, a poesia são realmente a coisa mais importante que nós temos, para agarrar com ambas as mãos com toda a força.” – Cruzeiro Seixas

 

“Qualquer fotógrafo é um contador de histórias.” – Joel Santos

 

“Os artistas portugueses, para mim, são mais uma dessas facetas que nós temos que ser capazes de valorizar, que fazem parte do nosso património.” – Manuel Botelho

 

“A arte é a zona mais criativa da natureza humana.” – Eurico Gonçalves

Lista de artistas convidados do programa

 

Pintores

 

Alexandre Alonso Clo Bourgard Cruzeiro Seixas David Levy Lima Diogo Navarro Eleutério Sanches Eurico Gonçalves Gabriela Carrascalão Gracinda Candeias Gustavo Fernandes Jaime Silva

Jorge Almeida Júlio Pomar Luís Noronha da Costa Madalena Raimundo Manuel Baptista Manuel Botelho Maria de Lurdes Oliveira Mário Rita Pedro Guimarães

 

Escultores

 

Carlos Nogueira Francisco Simões Frederico Elias Isabel Garcia Manuela Madureira Manuel Sousa Pereira Mestre José Rodrigues Rogério Timóteo Rui Matos Susana Piteira

 

Writers

 

Adalberto Brito (Youth One) Artur Silva (Bordalo II) Gustavo Teixeira (Mesk) João SAMINA Miguel Caeiro (RAM) Nuno Palhas (Third) Nuno Reis (Nomen) Oliveiros Júnior (Utopia) Sérgio Odeith

 

Ilustradores

 

Ana Mesquita João Saramago José Pereira Marco Mendes Rita Ravasco Sara Osório (Sara-a-Dias) Tamara Alves

 

Artistas plásticos

 

Ana Isabel Miranda Rodrigues António Canau Bernardete Moreira Cristiano Neves

Dalila D’Alte Joel Santos José Costa Reis José Pedro Alves Paula Bernardes Sérgio Santos

 

Outros especialistas

 

Ágata Rodrigues (Fundação José Rodrigues) Ana Roque António Soares Celine de Azevedo Cristina Ehrn David Brites Fernando Catarino Inês Almeida Professora Joana de Oliveira (Agrupamento de Escolas D. Carlos I – Sintra) José Esteves Maria Hortense Canelas Mizette Nielsen Mouralinda Serralha Nisha Narotomo Nuno Lima de Carvalho (Galeria de Arte – Casino Estoril) Sara António Matos (Atelier-Museu Júlio Pomar) Sérgio Pinheiro Telma Araújo Wilson Galvão

 

Colaboração especial

 

Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa Prof. Dalila D’Alte Prof. Eurico Gonçalves Prof. Jaime Silva Prof. Manuel Botelho Carlos Sanches (Músico) João Gil (Músico) José Cid (Músico)

 

Ficha Técnica

 

Direcção de Produção Joaquim Luís Feijão

 

Produção Rute Simão Carina Rodrigues António de Almeida Lopes

 

Entrevistas Beatriz Machado Carina Rodrigues Rute Simão

 

Textos Carina Rodrigues António de Almeida Lopes Rute Simão

 

Pesquisa António de Almeida Lopes Carina Rodrigues Rute Simão

 

Operadores de Câmara Fernando Silva Miguel Marques Ricardo Oliveira

 

Assistentes de Câmara Tomás Feijão Rodrigo Coutinho

 

Edição Afonso Brito Clemente Alves Joana Júdice

 

Técnico Responsável de Som Joaquim Luís Feijão

 

Apoio Técnico Carlos Loureiro Francisco Esteves

 

Locução Carina Rodrigues

 

Backoffice Fernando Pinheiro

 

Realização António de Almeida Lopes

 

Uma Produção PROVETOUCH

EstouNasTintas_DavidBrites (1).jpg



publicado por Carlos Gomes às 12:02
link do post | favorito

Quarta-feira, 28 de Dezembro de 2016
BAIXA DA BANHEIRA RECEBE CONCERTO DE ANO NOVO

Concerto de Ano Novo “Duo Lírico” com Tenor Carlos Guilherme e Soprano Filipa Lopes no Fórum Cultural – Baixa da Banheira

O Concerto de Ano Novo – “Duo Lírico” – está marcado para o dia 8 de janeiro, pelas 16:00h, no auditório do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira.

Concerto de Ano Novo.JPG

Neste recital, o conhecido Tenor Carlos Guilherme e a Soprano Filipa Lopes vão interpretar alguns dos clássicos líricos mais conhecidos do público.

O concerto, para maiores de 4 anos, tem entrada gratuita, mediante levantamento prévio dos bilhetes



publicado por Carlos Gomes às 16:28
link do post | favorito

FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS: EM VÉSPERAS DE TOMADA DE POSSE DOS NOVOS DIRIGENTES, LISTA "B" LEMBRA QUE TEVE METADE DOS VOTOS NAS ELEIÇÕES

15178114_115917245559414_2296654762289158487_n.jpg

Caros amigos folcloristas

A Lista B candidata aos órgãos sociais da Federação do Folclore Português vem por este meio agradecer todo o apoio prestado pelos grupos, ranchos, sócios auxiliares e outras entidades que confiaram no projeto jovem, dinâmico, diferenciador e renovador apresentado durante a campanha.

Não sendo a lista vencedora, a Lista B teve do seu lado cerca de metade do eleitorado da FFP, faltando-nos apenas 5 associados, no resultado contabilizado, para que pudéssemos colocar em prática toda uma dinâmica inovadora de conhecimento, em prol de uma Federação mais aberta e mais próxima dos seus associados, no fundo, uma Federação no terreno.

Uma vez depositada grande confiança nesta equipa, não queremos de forma nenhuma defraudar as espectativas de quem votou no projeto da Lista B, pelo que, procuraremos continuamente, durante o próximo mandato, fazer tudo o que estiver ao alcance para colocar em prática as nossas ideias e os nossos projetos.
Nos últimos dias, temos recebido inúmeras comunicações a felicitar-nos pelo trabalho desenvolvido, bem como a solicitar a comunicação dos resultados eleitorais, que legitimamente tem direito a conhecer. “Informação”, “Abertura”, “Proximidade”, “Relações”, “Afetos” e “Confiança” foram e continuarão a ser compromissos importantes desta equipa para com os associados da FFP, pelo que deixamos aqui os resultados da votação do dia 11 de dezembro:

Total de votantes: 377 (Efetivos: 263 / Aderentes: 62 / Auxiliares: 52)

Número de boletins de voto

Efetivos Aderentes Auxiliares

A 130 21 36

B 128 30 26

Brancos 4 1 0

Nulos 1 0 0

De acordo com o art.º 39 do Regulamento Geral Interno da FFP:

Sócios Efetivos: 5 votos

Sócios Aderentes: 1 voto

Sócios Auxiliares: 2 votos

Resultado Final (número de votos)

Lista A - 743 | Lista B - 722

Reiteramos o agradecimento pela confiança que foi nos foi depositada, prometendo um olhar atento e crítico, sempre em prol de “Uma Federação Maior e Melhor. Agora!”.

A Lista B



publicado por Carlos Gomes às 15:43
link do post | favorito

Terça-feira, 27 de Dezembro de 2016
FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS: NOVOS DIRIGENTES TOMAM POSSE NO DIA 8 DE JANEIRO

13615131_1012431938806429_4843877617134149738_n (3).png

A tomada de posse dos Corpos Sociais da FFP-Federação do Folclore Português, para o Triénio 2017/2019, vai ter lugar no próximo dia 8 de Janeiro de 2017, no Centro Cultural do Folclore Português, sede da Federação do Folclore Português, sita em Arcozelo, no concelho de Vila Nova de Gaia.

A cerimónia vai decorrer de acordo com o seguinte programa:

10:00 horas - Receção aos porta estandartes e dirigentes dos associados

10:30 horas - Receção às entidades oficiais

11:00 horas - Cerimónia da tomada de posse dos corpos sociais

12:00 horas - Sessão de cumprimentos.



publicado por Carlos Gomes às 19:17
link do post | favorito

“MARÉ CHEIA” DE JANEIRO BRINDA AO ANO NOVO NA MOITA

A Maré Cheia - Agenda de Eventos no Concelho da Moita do mês de janeiro dá as boas vindas ao novo ano e já está disponível para consulta em formato digital, em www.cm-moita.pt, e, em papel, nos postos de distribuição habituais.

Capa Maré Cheia de janeiro.jpg

Já conhece os novos Balções do Munícipe? Nas páginas do “À Lupa”, fique a saber um pouco mais sobre estes espaços de atendimento ao munícipe, em Alhos Vedros, Baixa da Banheira, Moita e Vale da Amoreira, que abriram ao público na data em que se assinalaram os 40 anos sobre a realização das primeiras eleições para as autarquias locais, 12 de dezembro.

No “Vai Acontecer…” dá-se conta de todas as iniciativas, nas mais diversas áreas – música, cinema, teatro, desporto, atividades para crianças, exposições e feiras e festas – marcadas para todo o mês de janeiro.

Se numa das suas resoluções de ano novo está adotar um amigo de quatro patas, não deixe de visitar a “Quinta do Mião” – Centro Intermunicipal de Recolha de Animais Errantes da Moita e Barreiro. Conheça a “Quinta do Mião” e os seus habitantes, na rubrica “Aqui Tão Perto”.

A Maré Cheia desafia-vos a brindar ao Ano Novo, na sua página “Sabores & Saberes”, propondo dois cocktails, com e sem álcool, da autoria de Nuno Carreira, um dos 10 finalistas do Concurso Barman do Ano 2016. Experimente os Cocktails “Maré Cheia” e “Boa Viagem” e Bom Ano Novo!

Se pretende receber a Maré Cheia em sua casa, todos os meses, contacte o Gabinete de Informação e Relações Públicas da Câmara Municipal da Moita, através do e-mail: informacao-rpublicas@mail.cm-moita.pt ou do telefone 212806715.



publicado por Carlos Gomes às 11:50
link do post | favorito

Segunda-feira, 26 de Dezembro de 2016
ESTORILENSES CANTAM AS JANEIRAS

12439212_10153523825337968_5829095651537376178_n.jpg



publicado por Carlos Gomes às 20:13
link do post | favorito

Domingo, 25 de Dezembro de 2016
FOLKLOURES’17 JÁ MEXE!

Cartaz2017Novo.jpg



publicado por Carlos Gomes às 16:20
link do post | favorito

Sábado, 24 de Dezembro de 2016
RANCHO FOLCLÓRICO DA RIBEIRA DE CELAVISA (ARGANIL) DESEJA-LHE BOAS FESTAS!

Postal 2016.jpg



publicado por Carlos Gomes às 16:31
link do post | favorito

BLOGUE DE LISBOA DESEJA-LHE BOAS FESTAS

O BLOGUE DE LISBOA deseja a todas as entidades da nossa região, colaboradores, amigos e leitores um Feliz Natal e Próspero Ano Novo, com saúde, paz e alegria.

presepiomachadocastro (3).jpg

Pormenor do presépio de Natal, de Machado de Castro, existente na Sé Catedral de Lisboa


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 16:17
link do post | favorito

Sexta-feira, 23 de Dezembro de 2016
PAN QUER PROIBIR PRÁTICAS VIOLENTAS CONTRA ANIMAIS

Projeto de Lei do PAN pede proibição de práticas que vivem de violência injustificada contra os animais

  • Pede a proibição de práticas violentas como a “Queima do Gato” e o “Tiro ao voo”
  • Numa prova de tiro ao voo são mortos até 5000 animais para divertimento de uma dúzia de pessoas
  • Começar a abandonar atividades contrárias ao sentido humanista que vê a cultura e o desporto como um contributo para melhores seres humanos

O PAN - Pessoas-Animais-Natureza acompanha hoje com uma iniciativa legislativa a petição número 540/XII/4.º, apresentada junto da Assembleia da República, que dá corpo à indignação pública relativa a práticas que se continuam a perpetuar em Portugal gravemente atentatórias dos direitos dos animais. É o caso da “Queima do Gato”, evento em que um gato é colocado dentro de um cesto de barro, por sua vez colocado no topo de um mastro que é incendiado. Ao partir-se o cesto por efeito do calor extremo a que é sujeito, o animal aí contido cai para uma fogueira, provocando-lhe várias lesões e pânico.

O mesmo projeto de lei pede ainda a proibição de outras práticas que perpetuam atentados contínuos à integridade física dos animais no nosso país, como a prática do tiro ao voo (vulgarmente designada por “tiro ao pombo”), apesar de proibida em vários países da União Europeia (designadamente na Inglaterra, na França e no Grão Ducado do Luxemburgo) é ainda considerada um desporto em Portugal.

Esta prática consiste na largada de pombos para que os participantes possam atirar ao alvo – pombo a voar, com o único objetivo de os matar. A pessoa que matar mais pombos é o vencedor.

Estes animais são criados em cativeiro; vivem enjaulados; muitas vezes são transportados por dias em condições muito precárias até ao local do dito evento desportivo, sem se conseguirem mover convenientemente, sem luz natural, com carência de água e comida; momentos antes do evento são lhes retiradas as penas traseiras para o seu voo ser enviesado. Este tipo de provas resulta na morte de milhares destas aves, sendo certo que uma percentagem significativa delas ficam gravemente feridas agonizando até ao momento em que finalmente morrem, demorando isso o tempo que demorar. Numa prova de tiro ao voo são mortos até 5000 (cinco mil) animais para divertimento de uma dúzia de pessoas.

Uma violência injustificada contra os animais, que não corresponde à nobreza e saúde física e mental que se associa à prática desportiva. Estas atividades são expressão da barbárie e de um total desrespeito pela integridade física dos animais e mesmo apesar da sua bestialidade evidente, devido ou a uma omissão legal ou à pouca vontade das entidades fiscalizadoras ou judiciais, são a realidade que que o PAN pretende hoje mudar.

“Sentimos agora uma possibilidade real de, progressivamente, se começar a abandonar as tradições anacrónicas e contrárias àquele sentido humanista que vê a cultura e o desporto como um contributo para nos tornar melhores seres humanos. Tenho esperança de que seja consensual para os representantes eleitos dos cidadãos a vontade social que pede expressamente a proibição destes comportamentos.”, reforça André Silva, deputado do PAN.



publicado por Carlos Gomes às 16:07
link do post | favorito

AC.CA PRODUÇÕES DESEJA-LHE BOAS FESTAS

accaprot.jpg


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 16:00
link do post | favorito

Quinta-feira, 22 de Dezembro de 2016
PORTUGAL É NOTÍCIA EM TODO O MUNDO GRAÇAS À PARTICIPAÇÃO EM INGLATERRA NO OLYMPIA – THE LONDON INTERNATIONAL HORSE SHOW

Cavaleiros portugueses considerados as "estrelas" do The London International Horse Show, as palavras são de Simon BrooksWard, o Show Director que classifica o "Orgulho de Portugal" como um espetáculo inteligente e encantador, elogiando o requinte e a subtileza dos movimentos da performance portuguesa. Acrescenta ainda que nos últimos 21 anos este foi um dos espetáculos equestres com maior impacto e afluência de público, sublinhando assim o sucesso Lusitano.

TheLondonInternationalHorseShow (1).jpg

O "Orgulho de Portugal", que tem como ex-libris o cavalo Puro Sangue Lusitano, produto de excelência do mundo rural, foi um enorme sucesso na capital de Inglaterra. Todos os dias, o Cavalo Lusitano arrebata emoções fortes e milhares de espectadores aplaudiram entusiásticos a excelência e qualidade portuguesa.

Também um sucesso foi o espaço no Olympia Shopping Village, onde Portugal esteve representado por quatro importantes destinos equestres, Ponte de Lima, Golegã, Beja e Alter do Chão. Ao longo de vários dias Portugal apresentou uma mostra de produtos endógenos de cada uma destas regiões, desde vinhos, azeite, queijos, enchidos e fumados.

O cavalo Lusitano, ex-líbris de Portugal, encerra 2016 despertando emoções.

TheLondonInternationalHorseShow1 (1).jpg

TheLondonInternationalHorseShow2 (1).jpg



publicado por Carlos Gomes às 19:29
link do post | favorito

PAN DESEJA-LHE BOAS FESTAS!

image002pan (1).png

 



publicado por Carlos Gomes às 17:17
link do post | favorito

CASA DO CONCELHO DE GÓIS DESEJA-LHE BOAS FESTAS!

15683083_369716056715304_1408752088_n.jpg



publicado por Carlos Gomes às 11:27
link do post | favorito

Quarta-feira, 21 de Dezembro de 2016
PAN CELEBRA MARCO HISTÓRICO: ANIMAIS DEIXAM DE SER COISAS EM PORTUGAL
  • Numa legislatura em que os direitos dos animais adquirem expressão, chega a aprovação da alteração do estatuto jurídico dos animais
  • Marco histórico que junta Portugal aos países mais evoluídos nestas matérias
  • Resistência ideológica elobbies corporativos no sector da pecuária chumbam alteração do quadro penal relativo aos maus tratos a animais

Numa legislatura em que os direitos dos animais têm tido cada vez mais expressão é com enorme satisfação que o PAN – Pessoas-Animais-Natureza, assiste no final deste ano à aprovação da alteração do estatuto jurídico dos animais que será votada amanhã no parlamento e que hoje, em Comissão, reuniu o consenso de todas as forças partidárias. Este é um marco histórico, que junta Portugal aos países mais evoluídos nestas matérias, o caso da Áustria, o primeiro país a aprovar um estatuto jurídico do animal em 1988, mas também da França, da Suíça, da Nova Zelândia, Alemanha, entre outros.

Esta alteração ao código civil não vem atribuir personalidade jurídica tout court, mas cria uma figura jurídica intermédia baseada na existência de um direito difuso. Até hoje o direito civil português apenas regulava a relação entre pessoas e entre pessoas e coisas. E a natureza objetiva e subjetiva do animal não se coaduna com a natureza das coisas inertes, tal como esteve definida até agora. Com a contribuição e cooperação de todos os partidos no Parlamento foi possível criar uma terceira figura jurídica, a par das pessoas e das coisas – a figura do animal, enquanto ser dotado de sensibilidade e objeto de relações jurídicas.

“Nós não temos tratado os animais como coisas, nós temo-los qualificado como coisas para os podermos tratar mal, mas isso mudou hoje, e esta mudança vai também permitir que a aplicação da lei de maus tratos a animais de companhia tenha outra robustez. Se já tivesse acontecido esta alteração, por exemplo, o Simba, o mediático Leão da Rodésia abatido a tiro, não poderia ter sido julgado como um dano.”, explica o Deputado do PAN, André Silva.

As leis não são imutáveis e devem precisamente mudar conforme a evolução das consciências. A nossa relação com os animais está a ser socialmente repensada, com os cidadãos a pedirem mudanças concretas nestas matérias e, apesar de este ser um passo muito significativo na história da proteção e direitos dos animais em Portugal, existe ainda um enorme caminho a fazer.

O quadro penal relativo aos maus tratos a animais de companhia pede claramente uma revisão e uma melhoria e, após quase dois anos da entrada em vigor da referida lei, estaríamos em condições de o fazer. O Projeto de Lei do PAN sobre esta matéria, que será chumbado amanhã, resultou de um trabalho de contributos e alterações, após terem sido ouvidos os pareceres de várias entidades, nomeadamente, da Ordem dos Advogados, da Procuradoria-Geral da República e do Conselho Superior da Magistratura. Este projeto pede o reforço do regime sancionatório aplicável aos animais, pretende criminalizar a morte de um animal mesmo sem que esta seja precedida por maus tratos, o que não acontece na atual lei. A proposta pretende ainda que o abandono de um animal por si só fosse criminalizado, independentemente de colocar em perigo a sua alimentação e cuidados. Defende também a extensão da criminalização por maus tratos a outros animais que não só os de companhia mas que merecem a mesma dignidade penal, independentemente do fim a que se destinem, entre outros aspetos.

“No entanto, o parlamento não está claramente preparado para avançar mais um passo neste sentido. Continua vigente uma teimosia ideológica ligada a profundos interesses e lobbies corporativos no sector da pecuária. Vivemos ainda o tempo em que os agentes económicos são quem mais ordena. O sector da produção animal, ao não condenar cabalmente os frequentes maus tratos a animais, mantendo uma posição distante e silenciosa, e ao oporem-se à aprovação das alterações à lei dos maus tratos, apenas veem reforçar que as agressões e os maus tratos a animais são uma realidade unanimemente aceite no quotidiano da produção pecuária portuguesa”, avança André Silva.

Portugal ainda está atrasado no que respeita aos casos de condenações e de penas efetivas por crimes de maus tratos a animais. Apesar de se ter procedido à criminalização dos maus tratos, a execução da lei tem ficado muito aquém do que seria aceitável. Nos outros países do Norte e Centro da Europa já não é assim, são muitos os casos de condenações e de penas efetivas por estes crimes.

“Esta é uma semana muito importante para uma estrutura reduzida como o PAN, sentimos a possibilidade real, mesmo com todas as restrições e resistências, de defender causas e valores, de continuar a funcionar como braço político dos cidadãos, associações e organizações não-governamentais que desenvolvem há décadas um trabalho diário na defesa dos direitos dos animais e da proteção ambiental e é este o caminho que queremos continuar a seguir e que nos motiva na entrada para o próximo ano”, reforça André Silva.



publicado por Carlos Gomes às 15:42
link do post | favorito

PROGESTUR DESEJA-LHE BOAS FESTAS!

image002irislim.jpg


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 15:11
link do post | favorito

Terça-feira, 20 de Dezembro de 2016
MERCADO DA VILA DE CASCAIS SUGERE PRODUÇÃO LOCAL PARA A NOITE DA CONSOADA

Mercado Saloio em Cascais dia 24 com horário alargado

Não é novidade que o tradicional Mercado Saloio acontece todas as quartas-feiras e sábados de manhã no Mercado da Vila, em Cascais. Também não é novidade que ali se vendem hortícolas, frutícolas e outros bens alimentares frescos e alguns biológicos, colhidos na própria manhã pelos mais de 60 produtores locais.

mercado saloio2.jpg

A novidade? É que este Mercado será a oportunidade perfeita para “fugir” ao caos dos supermercados e centros comerciais, porque também no próximo dia 24 de dezembro os “saloios” vão levar até Cascais o que é melhor e mais saudável para a consoada.

A partir das 6h30 até, pelo menos, às 14 horas, haverá uma peixaria repleta de peixe fresco, postas de bacalhau, bancas com couves acabadas de colher e sacas com batatas. Isto falando apenas da ceia tradicional porque, como habitualmente, haverá pão, queijos e enchidos caseiros para as entradas, flores e centros de mesa para a decoração a mesa e frutos frescos ou secos para terminar. Para os mais gulosos, as padeiras do Mercado da Vila terão sonhos, filhós e bolo-rei.

Com este Mercado Saloio com horário alargado no dia 24 de dezembro, o Mercado da Vila pretende «dar aos visitantes e habitantes da região da Grande Lisboa a possibilidade de adquirirem produtos de confiança, frescos e biológicos para a sua quadra natalícia, evitando a confusão e as filas de espera das grandes superfícies, ao mesmo tempo que ajudam os produtores e vendedores locais».

Sobre o Mercado da Vila

O Mercado da Vila de Cascais, organismo da agência DNA Cascais, é um mercado abastecedor público de bens alimentares e outros fundado há 64 anos no concelho de Cascais. Em 2012 foi sujeito a uma remodelação e reorganização profunda, tendo passado a oferecer melhores condições aos seus parceiros e potenciado a instalação de novos negócios. Distingue-se por aliar tradição e modernidade, desde vendedores com dezenas de anos de permanência a novos restaurantes de referência gastronómica. Às quartas-feiras e sábados de manhã mantém-se o mercado saloio, com venda de hortícolas, frutícolas e outros bens alimentares biológicos de frescura garantida, alguns de produção própria dos 60 vendedores que o dinamizam. O Mercado da Vila promove ainda uma constante dinamização do espaço através de diversos eventos e mercados temáticos que marcam a agenda da região centro.

Mercado da Vila de Cascais

Horário de NATAL: Mercado Saloio, Peixaria, Talho até às 14h00 e Restauração aberto dia 24 de dezembro até às 17h00 (exceto 25 de dezembro).

www.facebook.com/MercadodavilaCASCAIS

https://www.instagram.com/mercadodavilacascais/

Estacionamento: parque público com 300 lugares

mercado saloio.jpg



publicado por Carlos Gomes às 21:16
link do post | favorito

GELPEIXE É MUITO MAIS QUE PEIXE!

Gelpeixe recebeu em casa equipa do Estoril Praia para almoço de Natal. Parceria assinada por mais duas épocas

O Estoril Praia Futebol SAD renova parceria para as próximas duas épocas (2017/2018 e 2018/2019) com a Gelpeixe. O acordo foi formalizado ontem durante a visita e a realização de um almoço de Natal com os jogadores, a equipa técnica e o presidente da SAD nas instalações da Gelpeixe, em Loures.

Estoril Praia visita Gelpeixe5.jpg

No âmbito da parceria, a Gelpeixe será também sponsor em exclusivo do novo placar eletrónico, que estreou no último jogo do campeonato com o Benfica.

A Gelpeixe e a Estoril Praia Futebol SAD assinaram no verão passado pela primeira vez um acordo de patrocínio para a época 2016/2017, tendo a empresa passado a estar presente nas camisolas da equipa da Liga NOS. A parceria garantiu a presença da marca Gelpeixe na publicidade do estádio, zona mista e redes sociais do Estoril Praia. A Gelpeixe disponibiliza ainda bilhetes e autocarro aos colaboradores da empresa para apoiarem a equipa no estádio António Coimbra da Mota.

Manuel Tarré, presidente da Gelpeixe sublinha que «este encontro permite aos colaboradores da Gelpeixe e equipa estreitarem e firmarem o seu apoio e a colaboração num ambiente informal e de encontro entre culturas empresarial e desportista».

Frederico Pena, presidente da Estoril Praia SAD, destaca, por seu turno, que “é de extrema importância para a cultura do Estoril Praia que a relação com os nossos parceiros, em particular com a Gelpeixe, se estenda muito para além do apoio e presença no estádio. Esta relação de proximidade permite dar aos nossos jogadores, equipa técnica e staff uma visão da realidade empresarial fora dos relvados e aproximar-nos de quem efetivamente nos apoia.”

Sobre a Gelpeixe

Liderada pelo comendador Manuel Tarré, a Gelpeixe é uma empresa de origem familiar e de capital 100% português, líder no setor alimentar que se dedica à transformação e comercialização de alimentos ultracongelados. A Gelpeixe está presente em três continentes – Europa, África e Ásia e o sucesso da empresa deve-se aos cerca de 170 trabalhadores. Rigorosos padrões de qualidade de seleção de fornecedores e das matérias primas fazem da Gelpeixe uma empresa de referência no mercado nacional e internacional.

geleipeix (1).jpg



publicado por Carlos Gomes às 20:27
link do post | favorito

PAN QUER REGULAR COMÉRCIO DE ANIMAIS DE COMPANHIA

PAN propõe regulação do comércio de animais de companhia e fim da utilização da internet para venda de espécies selvagens

  • Regula a compra e venda de animais de companhia por uma convivência mais saudável e segura entre os vários intervenientes do processo
  • Determina a impossibilidade de utilização da internet para anunciar a venda de animais selvagens

O PAN - Pessoas-Animais-Natureza acompanha, esta semana, com duas iniciativas legislativas, a petição que solicita que seja criada legislação adequada que impeça o comércio de animais em anúncios de classificados de páginas na internet, uma iniciativa que vem precisamente dar nota da indignação pública relativa a estas práticas e que pede o acompanhamento dos representantes eleitos dos cidadãos.

A ausência de regras e de requisitos na compra e venda de animais de companhia representa um enorme potencial de burla, um problema de evasão fiscal, para além de não assegurar boas práticas de bem-estar animal e propicia ainda o abandono de animais.

O PAN vem propor a adaptação do regime jurídico francês ao nosso país, embora a Alemanha, Bélgica e Reino Unido também tenham legislação relevante nesta matéria apenas permitindo a venda a criadores licenciados, e que implica a criação de um registo de criadores, ficando cada um identificado por um número único, pessoal e intransmissível. Para se anunciar a venda de um animal na internet é necessário que o criador indique esse número, sendo possível às entidades competentes e aos compradores, terem acesso ao nome e contactos do criador através do mesmo.

Todos os animais que sejam vendidos devem estar identificados eletronicamente, devendo a venda ser acompanhada de toda a documentação relativa ao animal (informação de vacinas, historial clínico do animal, identificação do microchip, declaração de cedência do animal). Desta forma, em caso de abandono ou perda do animal, é sempre possível fazer um rastreio até à sua origem, ou seja, ao criador que deverá manter os dados relativos aos compradores.

Outro requisito muito importante desta proposta é a obrigatoriedade da venda do animal dever sempre ser acompanhada de uma declaração médico-veterinária que atesta que o animal se encontra de boa saúde e apto para ser vendido. Infelizmente muitos dos animais vendidos acabam por morrer já com os novos detentores ou necessitar de tratamentos médicos-veterinários por causa de doenças de que já padeciam ou haviam contraído. Estas situações costumam ocorrer por vários motivos, nomeadamente porque não foram acauteladas as condições de gestação da progenitora, os animais não foram vacinados, não se encontravam num espaço com salubridade suficiente, foram transportados em condições inadequadas, entre outras.

A segunda proposta do PAN determina a impossibilidade de utilização da internet para anunciar a venda de animais selvagens. Se se aceder a uma das plataformas de compra e venda online facilmente se encontram anúncios de venda de suricatas, cobras e outros répteis, tarântulas, assim como outros animais exóticos, sem nenhuma regulamentação que garanta que os compradores estão cientes das necessidades específicas destes animais e das consequências para a segurança das pessoas e dos próprios animais de, por exemplo, se perder uma tarântula ou uma cobra.

Para além disso, compra e venda deste tipo de animais promove o seu tráfico, o que consiste na retirada de animais do seu habitat natural, estes depois de capturados são submetidos a várias práticas agressivas durante o transporte para os centros consumidores, destinados à comercialização. A utilização da internet como plataforma de venda facilita este tráfico pois não só chega a mais potenciais compradores como dificulta a tarefa das entidades policiais em conseguir identificar os infratores e agir em conformidade.

“Os animais selvagens têm um valor ecológico e necessidades próprias que dificilmente são asseguradas numa vivência de cariz doméstico” recorda o Deputado André Silva.



publicado por Carlos Gomes às 19:50
link do post | favorito

PAN É CONTRA A REDUÇÃO DA REDE ECOLÓGICA NACIONAL

PAN pede revogação da decisão que tem levado à redução da Rede Ecológica Nacional

  • Divulgação de documentos revelam como dois municípios conseguiram reduzir drasticamente a REN por alegados interesses comerciais
  • As mais recentes alterações legislativas permitiram às autarquias propor alterações à REN desde que validadas e publicadas pelas CCDR
  • Pela importância cimeira de salvaguardar ecossistemas únicos o PAN pede intervenção urgente do Ministério do Ambiente

No seguimento da divulgação de documentos, pela associação ambientalista Zero, que revelam como dois municípios (Alcácer do Sal e Grândola), propuseram e conseguiram ver aprovada a retirada de 68% e 76% da Rede Ecológica Nacional – REN, o PAN - Pessoas-Animais-Natureza avança hoje com um projeto de resolução que recomenda ao governo português que proceda à revogação urgente das últimas decisões administrativas, que permitiram às autarquias alterar a REN com a validação das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regionais – CCDR, respetivas. O projecto pretende também proceder ao levantamento de todas as alterações feitas na REN desde 2008.

De acordo com a informação apurada, e que deve ser investigada e confirmada pelas entidades competentes, foram retiradas da REN áreas muito significativas para que os municípios possam construir e usar os recursos naturais de acordos com interesses comerciais que não preservam importantes e sensíveis ecossistemas. Teme-se ainda que a situação se alargue à escala nacional pelo que uma intervenção a este nível é urgente.

Para além de recomendar a revogação urgente ou a anulação administrativa dos despachos em causa, esta iniciativa legislativa pede a averiguação das alegadas deficiências e/ou irregularidades, das CCDR, no processo de alteração da REN e por último um levantamento nacional das alterações da REN depois da entrada em vigor do Decreto-Lei n.º 166/2008, de 22 de agosto e a elaboração de um relatório e respetiva publicação no prazo de 6 meses após a aprovação da presente recomendação.

Tendo em conta os dados apresentados e tendo por base a importância cimeira de salvaguardar ecossistemas únicos, de promover uma eficaz mitigação das alterações climáticas e de garantir a viabilidade da REN como instrumento de conservação ecológica pública o PAN pede a urgente intervenção do Ministro do Ambiente neste assunto. 



publicado por Carlos Gomes às 14:32
link do post | favorito

MENSAGEM DE NATAL DO PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DA MOITA

ruigarcia_1.jpg

Boas Festas!

Aproxima-se mais uma quadra natalícia, época privilegiada para a reunião da família e amigos, momento de recordar e partilhar memórias, mas, igualmente, de perspectivar e planear o novo ano que se aproxima.

Estamos certos que 2017 será um ano melhor para todos, pela reposição dos direitos dos trabalhadores, com consequentes reflexos na melhoria da qualidade de vida de milhares de famílias, o mesmo acontecendo na vida de milhares de reformados, pensionistas e idosos que vêm finalmente aumentada a sua pensão, mas também na reposição de direitos e garantias aos desempregados, aos jovens e crianças.

Sabemos que ainda temos um longo caminho pela frente, para alcançarmos uma sociedade mais justa e solidária, onde a igualdade seja vivida na sua plenitude e não entendida como um valor utópico. Passo a passo, recuperando os direitos, liberdades e garantias que alguns tentaram, em vão, eliminar, vamos fazendo o nosso percurso, convictos de que uma sociedade emancipada e progressista será uma realidade amanhã!

No Município da Moita, estamos a fazer esse caminho, apostando na revitalização urbana, na construção de novos equipamentos ou na manutenção e modernização do edificado existente, principalmente no parque escolar, mas também na zona ribeirinha, nos espaços verdes e de lazer, na mobilidade urbana, por um ambiente melhor para todos, por um território que honra as suas tradições e a sua história. Conte connosco! Em 2017 continuamos a contar consigo!

Votos de Boas Festas a todos!

Bom ano de 2017!

Rui Manuel Marques Garcia

Presidente da Câmara Municipal da Moita

 

image001cartboas.png



publicado por Carlos Gomes às 14:26
link do post | favorito

Segunda-feira, 19 de Dezembro de 2016
“SÓ SEI QUE NADA SEI” É O NOVO SINGLE DE PATRÍCIA CANDOSO

Depois de um longo período de maturação artística, Patrícia Candoso está finalmente de regresso ao panorama musical com um novo álbum de originais intitulado “Frenética”.

Patrícia Candoso_ promo (4).JPG

Depois de revelado o primeiro avanço do registo, “Ready For It”, é agora a vez de ser conhecido o segundo single do novo trabalho. “Só Sei Que Nada Sei” conta, à semelhança do resto do disco, com produção de Mikkel Solnado e chega ilustrado por um vídeo com assinatura da Torga Emotion & Films.

“Frenética”, o terceiro disco de originais de Patrícia Candoso, encontra-se desde o passado dia 2 de Dezembro em pré-venda digital, estando o seu lançamento físico previsto para 27 de Janeiro com o selo da Music In My Soul.

Patrícia Candoso, cantora e atriz de 34 anos, é licenciada em Ciências da Comunicação e fez formação de música e teatro.

A sua carreira começou ao interpretar “Catarina” na telenovela da TVI, “Sonhos Traídos”, em 2001. Depois disso integrou a primeira temporada da famosa série juvenil “Morangos com Açúcar”, onde começou a cantar, tendo acabado por lançar dois álbuns – “O Outro Lado” (2004) e “Só Um Olhar” (2006) - que contêm vários sucessos. A partir daí, Patrícia nunca mais parou e tem trabalhado continuamente em televisão, teatro, cinema, publicidade e música.

Apesar do gosto pela área da comunicação e do jornalismo, os convites e o talento têm falado mais alto, e foi este o rumo que Patrícia escolheu dar à sua vida. “Mundo Meu”, “Casos da Vida”, “Um Lugar Para Viver” e “Louco Amor” são exemplos de projetos que marcaram o seu percurso.

Atualmente concentra as suas forças no regresso à música, tendo produzido o terceiro álbum em estúdio na companhia do cantor, compositor e produtor Mikkel Solnado, a ser lançado em Janeiro próximo com o selo da Music In My Soul. 


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 15:12
link do post | favorito

Domingo, 18 de Dezembro de 2016
MINHOTOS EM LISBOA CANTAM AO MENINO JESUS NA IGREJA DA GRAÇA

Ó meu Menino tão lindo,

Ó meu Menino tão belo,

Vinde, vinde já ao mundo

Que por vossa vinda espero.

 

Ó meu Menino tão lindo,

Vinde, vinde já ao mundo,

Livrar-nos do cativeiro

Deste abismo tão profundo.

DSCF1944 (1).JPG

A igreja da Graça em Lisboa ficou hoje quase repleta de público a assistir aos cantares ao menino Jesus, conforme era tradição no Minho. A iniciativa partiu da parceria entre o Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho e o Grupo de Danças e Cantares Besclore, aliás Novo Banco. Ao evento associaram-se o Rancho Folclórico da Casa do Minho e o Rancho Folclórico Alegria do Minho, todos eles sediados na região de Lisboa.

DSCF1943.JPG

Cumprindo a tradição em ambiente solene e respeitoso, os quatro grupos folclóricos recriaram o ambiente de devoção religiosa que outrora se vivia por esta ocasião, entoando os cantares ao menino Jesus. Em breve seguem-se as Janeiras e as reisadas, tradições do povo português que consiste basicamente na formação espontânea de grupos que vão de porta em porta anunciando o nascimento de Jesus e pedindo alvíssaras, geralmente algo que ficou no fumeiro ou sobrou das festividades natalícias.

DSCF1807.JPG

A etnografia passa também pela preservação da cultura tradicional na sua vertente religiosa, conservando os cantares e outros costumes característicos também da época natalícia, não se restringindo pois ao desfiar de uma série de danças e cantares cujo enquadramento nem sempre é devidamente explicado. Os grupos folclóricos que hoje recriaram os cantares ao menino Jesus proporcionaram um magnífico espectáculo cultural, sobretudo a muitos lisboetas e aos turistas estrangeiros que não perderam a oportunidade de assistir de elevado interesse cultural.

DSCF1820.JPG

DSCF1827.JPG

DSCF1868.JPG

DSCF1869.JPG

DSCF1874.JPG

DSCF1892.JPG

DSCF1896.JPG

DSCF1905.JPG

DSCF1880.JPG

DSCF1911.JPG

DSCF1923.JPG

DSCF1931.JPG

DSCF1936.JPG

DSCF1945.JPG

DSCF1946.JPG



publicado por Carlos Gomes às 21:07
link do post | favorito

OBRAS NO CAMPO DAS CEBOLAS COLOCAM A DESCOBERRTO A RIBEIRA VELHA

O cais e o barco revelados pelas obras no Campo das Cebolas

Desde setembro, já foram retirados 900 contentores de achados, a maior parte material de construção, mas também cerâmica e material do século XVI. Mas o que mais chama a atenção é um antigo cais e um barco.

ng8009546.jpg

Um cais pombalino, cerâmica e duas embarcações são alguns dos achados arqueológicos que preenchem os 900 contentores retirados da obra do Campo das Cebolas, em Lisboa, trabalhos que os cidadãos podem acompanhar em visitas uma vez por semana.

As visitas decorrem à sexta-feira de manhã, em grupos de não mais de 15 pessoas que são convidadas a conhecer mais sobre o local que já foi um antigo cais pombalino e que está escondido atrás dos taipais da obra a cargo da Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa (EMEL).

Sara Pardal foi uma das curiosas que aproveitou a última visita de 2016, na sexta-feira passada. O que chamou mais a atenção da bióloga, de 32 anos, foi a embarcação regional que, apesar de "já estar um bocado a desfazer-se", torna "engraçado ver como as coisas ainda se mantêm mais ou menos no mesmo sítio".

O namorado, Pedro Geraldes, revelou que a curiosidade para fazer esta visita foi despertada por uma notícia, e teve como objetivo "ver aspetos da Lisboa antiga que se estão a descobrir na escavação".

ng8009553.jpg

Quanto a preferências, o lisboeta afirmou ter gostado "de tudo um pouco, a maneira como a obra está a ser feita, a preservação das estruturas e o estudo".

Cláudia Manso é a diretora-geral da escavação do Campo das Cebolas, que junta uma equipa de arqueologia de 60 pessoas, entre arqueólogos e mão-de-obra de apoio.

Desde setembro, quando começaram as escavações, já foram retirados 900 contentores de achados, a maior parte material de construção (telhas, tijolos e tijoleira), cerâmica comum, vidrada e esmaltada, e também porcelana oriental e italiana.

A escavação desvendou, ainda, material do século XVI, como pentes de madeira, bijuteria, sapatos, contas, e até alfinetes e moedas de ouro, encontrados através de um processo de crivagem com jato de água, que limpa as peças.

Mas, o que mais prende a vista dos visitantes é a estrutura do antigo cais, construído após o terramoto de 1755, com três escadarias, e uma embarcação de 17 metros de comprimento e três de largura.

Datado do início do século XIX, o barco regional de transporte mercadorias alimentares e cortiça no rio Tejo, foi encontrada praticamente completa e "acostada a uma estrutura portuária de madeira", disse a responsável à Lusa durante a visita.

ng8009554.jpg

Cláudia Manso referiu, ainda, que foi o lodo do aterro que permitiu a conservação do barco que os arqueólogos acreditam ter sido abandonado no local, e que era usado para encaminhar as águas do saneamento, que o atravessavam em direção ao rio.

Esta é já o segundo barco encontrado no local (o primeiro, em pior estado, foi entretanto retirado), que servia para consolidação do aterro, o que provocou alguma surpresa, uma vez que "é incomum encontrá-los em contexto de escavação arqueológica", salientou.

A escavação revelou, também, "estruturas relacionadas com o edifício da alfândega velha, construído no final do século XIX", e que "existiu aqui até meados do século XX, quando foi demolido", continuou a diretora.

Para aquele local está prevista a criação de uma praça, um parque de estacionamento e equipamentos lúdicos. A EMEL aponta a conclusão da obra para o "primeiro semestre de 2017".

"Agora sim, estamos efetivamente a iniciar a estrutura do parque", vincou a diretora da Área de Desenvolvimento e Infraestrutura da EMEL à Lusa, explicando que já existe uma zona "ao nível de fundo do parque", o que possibilita "iniciar a estrutura" do estacionamento subterrâneo.

Dado o tamanho do espólio encontrado, a EMEL revê "constantemente a possibilidade de integrar essas realidades naquilo que vai ser o futuro Campo das Cebolas".

Um desses exemplos foram as pedras que serão integradas no pavimento da praça, "substituindo umas outras lajetas que estavam previstas para esta área, possibilitando dar uma continuidade a estes achados arqueológicos e mantê-los no local", sublinhou Rita Gonçalves.

Texto e fotos: http://www.dn.pt/

ng8009556.jpg

ng8009558.jpg

ng8009564.jpg



publicado por Carlos Gomes às 10:04
link do post | favorito

Sábado, 17 de Dezembro de 2016
HÁ 20 ANOS, PARLAMENTO DEBATEU POLÍTICA DO MINISTÉRIO DA CULTURA PARA O FOLCLORE PORTUGUÊS

Deputado Fernando de Jesus (PS) afirmou que a Federação do Folclore Português contava com cerca de 2 mil grupos filiados

Na reunião plenária de 10 de Janeiro de 1997, da Assembleia da República, sob a presidência de João Amaral, o deputado Fernando de Jesus, do Partido Socialista, questionou o então Secretário de Estado da Cultura, Rui Vieira Nery, sobre a política do Ministério da Cultura para a área do folclore português. Também o deputado do CDS, Nuno Abecasis, solicitou um pedido de esclarecimento acerca dos apoios a conceder à cultura popular. Recuperamos aqui as referidas intervenções.

hqdefault (1).jpg

O Sr. Presidente (João Amaral): - Srs. Deputados, vamos passar à pergunta formulada pelo Sr. Deputado Fernando de Jesus, sobre a política do Ministério da Cultura para a área do folclore português, que será respondida pelo Sr. Secretário de Estado da Cultura.

Tem a palavra o Sr. Deputado Fernando de Jesus, que dispõe de três minutos.

O Sr. Fernando de Jesus (PS): - Sr. Presidente, Sr. Secretário de Estado, durante a discussão do Orçamento do Estado tive oportunidade de colocar uma questão muito concreta, dirigida ao seu Ministério, perguntando que tipos de apoio estariam previstos para a construção de uma sede da Federação de Folclore Português.

Congratulo-me por saber que, desde essa data, contactos havidos entre a Secretaria de Estado e a instituição estão a dar alguns resultados, que julgo positivos, no sentido da resolução de alguns problemas que afligem a instituição.

No entanto, gostaria de colocar a questão num âmbito mais alargado, tendo em conta que é vasta a actividade da Federação de Folclore Português, nomeadamente a divulgação da cultura popular portuguesa, suas danças e cantares, no país e no estrangeiro, a preservação da etnografia regional e o trabalho técnico de acção pedagógica, que também desenvolve através da elaboração de cursos de formação, de colóquios, palestras, levantamento de usos e costumes, de danças e cantares.

Ainda no domínio da investigação, sei que esta instituição tem um trabalho bastante meritório, sendo, aliás, consultada e visitada por diversos investigadores de várias áreas culturais e sócio-profissionais, como jornalistas, professores dos ensinos básico e secundário, pessoas que estão a fazer mestrados e teses, para além de, por exemplo, este ano estar previsto desenvolver 200 festivais nacionais e estrangeiros. Tudo isto é conhecido e resta-me ainda dizer que a Federação Portuguesa de Folclore tem cerca de 2000 grupos espalhados pelo País, com solicitação permanente também no estrangeiro, sobretudo na Europa, onde os nossos emigrantes apreciam o folclore.

Assim, a pergunta que gostaria de lhe dirigir era a de saber, para além desta acção concreta, que tipo de outras políticas o seu Ministério pensa promover, dado que, e isso também é sabido, até hoje a Secretaria de Estado da Cultura sempre esteve de costas voltadas para esta actividade cultural, sendo certo que nunca houve qualquer tipo de contacto profícuo, pois esta é a primeira vez, tanto quanto sei, que a Secretaria de Estado dialoga com a Federação Portuguesa de Folclore e consegue estar disponível para eventuais colaborações.

Era, portanto, neste âmbito que gostaria que o Sr. Secretário de Estado desenvolve-se a sua resposta.

Vozes do PS: - Muito bem!

O Sr. Presidente (João Amaral): - Para responder, tem a palavra o Sr. Secretário de Estado da Cultura, que dispõe também de três minutos.

O Sr. Secretário de Estado da Cultura (Rui Vieira Nery): - Sr. Presidente, Sr. Deputado Fernando de Jesus, a sua pergunta tem um núcleo duro, que é o da questão específica da Federação Portuguesa de Folclore, mas tem também um âmbito mais amplo, que é o da definição de uma política para o folclore.

De facto, esta questão é complexa, na medida em que o folclore é um domínio transversal a dois níveis: é transversal porque a sua problemática toca com as competências e atribuições de vários ministérios e de vários sectores da Administração Pública e é também transversal dentro do Ministério da Cultura, porque teríamos a opção de criar um ghetto folclórico, ou seja, criar um programa fechado dirigido exclusivamente ao folclore, mas pareceu-nos mais correcto, pelo contrário, cobrir o folclore em cada um dos programas adequados que existem no Ministério.

É, pois, este panorama que eu gostaria de traçar muito rapidamente. Um dos problemas principais é o das recolhas, que foram feitas ao longo de um século por investigadores como, por exemplo, Artur Santos e Michel Giacometti e que, de modo geral, têm estado dispersas e em condições de preservação inadequadas.

Neste momento, dentro do programa de intervenção discográfica do PIDDAC do Ministério da Cultura, estamos a negociar com diversas editoras no sentido de apoiar a reedição, em disco compacto, de algumas destas recolhas mais importantes.

Concretamente, estamos a negociar com a Editora Movieplay Portuguesa a edição das recolhas de folclore dos Açores, feitas por Artur Santos, e a renegociar com a editora representante da His Masters Voice para a reedição de uma série de gravações de recolhas feitas por Michel Giacometti e apoiámos já diversas edições de folclore não propriamente de Portugal mas que tem a ver com a tradição portuguesa nos vários países lusófonos, designadamente fizemos uma edição recente de folclore goês e algumas edições de músicas lusófonas de raiz folclórica.

Por outro lado, existem gravações antigas, em disco, que têm de ser salvas porque as fitas estão em degradação, e estamos também a negociar com as duas editoras que possuem arquivos maiores no sentido de cobrir o custo da aquisição de material Cedear para filtragem de gravações históricas e para transferência dessas gravações para suporte digital.

Além disso, o Museu de Etnologia, através das suas câmaras de frio, assegura a preservação de arquivos desse tipo e estamos também a procurar que, no âmbito do Programa ANIM - que, teoricamente, deveria ser virado para o cinema mas que pode ter uma vertente audiovisual mais ampla -, possa ser previsto um espaço de recolha, preservação e tratamento de gravações históricas não só de folclore mas também de todo o tipo de música ligeira que constitui o acervo discográfico português que é importante salvaguardar.

O Sr. Presidente (João Amaral): - Sr. Secretário de Estado, peço-lhe que conclua.

O Orador: - Estamos também empenhados no apoio directo à Federação do Folclore Português, com cujo presidente tivemos uma primeira reunião, à qual o Sr. Deputado teve a gentileza de dar a sua contribuição, que se traduzirá no reconhecimento do mérito cultural da federação, para lhe permitir potenciar os seus apoios, num apoio imediato para a aquisição de equipamentos e na instrução da candidatura que a federação pode fazer aos programas de apoio à construção da sua sede.

Quanto ao apoio directo aos agrupamentos de natureza folclórica, essa é uma das atribuições principais das delegações regionais do Ministério da Cultura. Naturalmente que se trata de uma atribuição que é partilhada entre ás delegações regionais e um conjunto de outras instituições locais, que essas delegações estão em condições de poder potenciar, como seja,...

O Sr. Presidente (João Amaral): - Sr. Secretário de Estado, peço-lhe que termine.

O Orador: - ... os fundos comunitários, através da Direcção-Geral do Desenvolvimento Regional, de cruzamentos com o INATEL e, naturalmente, com as autarquias, para além do apoio à investigação, tema de que terei também a ocasião de falar aquando da minha segunda intervenção.

O Sr. Presidente (João Amaral): - Inscreveu-se, para pedir esclarecimentos, o Sr. Deputado Nuno Abecasis, para o que dispõe de um minuto.

Tem a palavra, Sr. Deputado.

O Sr. Nuno Abecasis (CDS-PP): - Sr. Secretário de Estado, o problema do folclore é muito importante, já que toca a cultura do povo português e não é exclusivamente um problema histórico. Penso mesmo que para ser um problema nacional tem de ser um problema de vivência e do que me tenho apercebido ao longo do País é que não há folclore sem música, não há folclore sem bandas, e em cada dia este problema torna-se mais grave, porque, hoje, o custo dos instrumentos, como o Sr. Secretário de Estado, até por razões familiares, sabe bem melhor do que eu, é proibitivo.

Ora, as pequenas comunidades, onde melhor se pode desenvolver o folclore - até porque é esse o entretém das populações que, muitas vezes, não têm outras formas de ocupar o tempo -, têm enormes dificuldades na aquisição de material e há mesmo uma tendência para as bandas regionais do País acabarem por dificuldade de aquisição e de reparação de instrumentos musicais.

Lembro-me que quando o Dr. António Gomes de Pinho foi Secretário de Estado teve muita atenção a este aspecto e houve uma fase em que, de facto, foram dispendidos dinheiros públicos consideráveis na aquisição de instrumentos para reactivar bandas folclóricas. Depois, penso que se perdeu esse hábito e, nas deslocações que tenho feito pelo País, uma queixa que oiço frequentemente é a da extinção das bandas, da impossibilidade de produzir música local e, portanto, de manter também uma tradição que tem muito a ver com o folclore.

Gostava de saber, Sr. Secretário de Estado, se este é um problema que: está a considerar nos seus programas, porque, de facto, sem ovos é muito difícil fazer omeletas. Se calhar sem omeletas fazem-se ovos, agora sem ovos é que não se fazem omeletas e eu penso que esta omeleta é muito importante para a cultura nacional.

O Sr. Presidente (João Amaral): - Para responder, se assim o entender, tema palavra o Sr. Secretário de Estado da Cultura.

O Sr. Secretário de Estado da Cultura: - Sr. Presidente, Sr. Deputado Nuno Abecasis: Na minha intervenção anterior, concentrei-me demasiado no aspecto da preservação, por se tratar de um aspecto extremamente importante. Há urna memória que, entretanto, está em grave risco de se perder e é muito importante preservá-la. Completando esse aspecto, queria referir que, além de tudo o mais, estamos a fazer algum investimento substancial na investigação, em cruzamento com as universidades e com a própria Federação Portuguesa de Folclore.

Quanto à questão posta pelo Sr. Deputado Nuno Abecasis, trata-se de um problema extremamente importante e de solução que deve ser considerada muito difícil, porque os custos de equipamento de uma banda, que há 20 anos andava por umas centenas de contos, hoje em dia anda pelas dezenas de milhares de contos. Por conseguinte, quando temos 2000 bandas - e estas são, mais ou menos, as listadas, porque depois há outras -, é evidente que qualquer intervenção nesta área vai sempre corresponder á uma forma parcelar, até porque há um problema de fundo, que é o de estarmos a dar subsídios para a compra de instrumentos e cates pagarem IVA, sem que nós tenhamos possibilidade de alterar a situação, visto que o IVA é uma decisão de natureza comunitária. Portanto, esse é um dos grandes problemas que temos em relação aos instrumentos em geral.

De qualquer maneira, estamos a intervir nessa área. Neste exacto momento está a decorrer um programa de reequipamento das bandas da região do Alentejo, subsidiado coro fundos de desenvolvimento regional mas promovido e coordenado pela delegação regional do Alentejo do Ministério da Cultura.

Ternos também apoiado a aquisição de instrumentos nas outras delegações regionais, embora com verbas menores, visto que aí é unicamente o orçamento do Ministério da Cultura que está a intervir, mas esperamos que o diálogo com o Ministério do Equipamento, do Planeamento e da Administração do Território permita, designadamente, cada vez roais, que as verbas que o Ministério da Cultura pode investir nesta área seja contrapartida nacional para um financiamento mais amplo, através das verbas de desenvolvimento regional, pois consideramos que esta é uma área de desenvolvimento e não uma área de mero entretenimento, já que qualifica a vida das pessoas, gera emprego, gera animação turística e, por conseguinte, tem um valor económico que pode ser usado na negociação com ruem tem mais dinheiro, neste caso, os programas comunitários. De qualquer maneira, estamos a intervir activamente nesse sector e é uma preocupação que partilhamos consigo.



publicado por Carlos Gomes às 21:35
link do post | favorito

SINTRA: BELAS RECEBE CANTARES AO MENINO

15356480_1265108706866129_6210905765965524481_n (5).jpg



publicado por Carlos Gomes às 19:26
link do post | favorito

MINHOTOS EM LISBOA CANTAM AMANHÃ AO MENINO NA IGREJA DA GRAÇA

15232340_811084142368050_896579815909136377_n.jpg



publicado por Carlos Gomes às 17:57
link do post | favorito

CASA DE PONTE DE LIMA EM LISBOA EXECUTA MURAL NA RUA DE CAMPOLIDE

A Casa do Concelho de Ponte de Lima em Lisboa está neste momento a proceder à execução de uma pintura mural no lado exterior de um dos muros que resguardam a sua entrada, na rua de Campolide. Trata-se de um graffiti com motivos típicos de Ponte de Lima em forma de propaganda regionalista.

DSCF1793 ccpl-grafiti (2).JPG

Mais do que apresentar uma obra de arte urbana com valor artístico, pretende-se com esta iniciativa reduzir o impacto negativo resultante das demolições efectuadas em torno das suas instalações que têm em vista o prolongamento do “corredor verde” que liga ao Monsanto e cujas obras deverão arrancar em breve, de acordo com informação que recebemos da Câmara Municipal de Lisboa através da Junta de Freguesia de Campolide. Entretanto, aquelas instalações servirão de apoio à equipa de trabalhadores que se encontram envolvidos no projecto.

DSCF1793 ccpl-grafiti (7).JPG

Frequentemente associado a uma cultura suburbana onde pontificam os mais diversos grupos de transgressão das normas sociais, os graffiti, na forma como actualmente se apresenta, tem a sua origem no movimento de contracultura surgido um pouco por toda a Europa por ocasião do levantamento estudantil do Maio de 1968, em Paris. Considerado frequentemente como um ato de vandalismo condenado por lei, o próprio ato de produção dos graffiti é assumido como um ato de rebeldia em relação à ordem estabelecida.

CCPL 008.JPG

Convém, antes de mais, estabelecer uma clara distinção entre o mural de graffiti concebido com reconhecida qualidade artística e contendo uma mensagem da reles pichagem que apenas conspurca as paredes e não respeita o direito à propriedade e ao asseio urbano.

Existem graffiti que constituem autênticas obras de arte, transmitindo preocupações de natureza política, social ou ambientais através de representações críticas e emocionais. Com evidentes traços característicos do expressionismo, surrealismo e simbolismo, alguns das pinturas destes murais podem muito bem serem consideradas verdadeiras manifestações estéticas do neo-expressionismo. Não é o caso das pinturas murais em apreço que, sem qualquer preocupação estética, apenas procuram disfarçar um cenário de demolições.

DSCF1793 ccpl-grafiti (8).JPG

DSCF1793 ccpl-grafiti (9).JPG

DSCF1793 ccpl-grafiti (10).JPG

DSCF1793 ccpl-grafiti (11).JPG



publicado por Carlos Gomes às 17:28
link do post | favorito

Sexta-feira, 16 de Dezembro de 2016
PAI NATAL CONDUZ ELÉTRICO DOS SONHOS

O Elétrico de Natal, que celebra este ano 36 anos de história, regressa às ruas de lisboa conduzido pelo Pai Natal com o objetivo de realizar sonhos de Natal!

20151201_094554(2).jpg

Entre os dias 16 a 30 de dezembro (todos os dias úteis) e aos fins de semanas e feriados nos dias 1, 3, 4, 8, 10, 11, 18 e 31 de dezembro a Carris, em parceria com a Carristur, promove o Elétrico dos Sonhos, com viagens num circuito circular e sem paragens partindo da Praça do Comércio e passando na Praça da Figueira e em Alcântara/Estação de Santo Amaro.

Os preços dos bilhetes variam entre gratuito (até aos 4 anos), 3€ para crianças dos 4 aos 10 anos, 6e para adultos e bilhete de família (2 adultos + 2 Crianças) que custa 15€ mas, sendo este um projeto solidário, por cada bilhete vendido serão doados 2€ à fundação Make-a-Wish Portugal.

Todos os clientes Yellow Bus que apresentem os seus bilhetes turísticos beneficiarão de um desconto na compra do bilhete de adulto, podendo viver a “magia do Natal” por apenas 4€.

Os bilhetes podem ser adquiridos a bordo ou no site www.yellowbustours.com.

Elétrico dos Sonhos

Aberto ao público geral (sem marcação)

Partida: Praça do Comércio.

Percurso: Praça do Comércio - Praça da Figueira – Alcântara/Estação de Santo Amaro (percurso circular sem paragens)

Dias úteis

Datas: 16 a 30 de dezembro | Horários: 11h, 12h15, 13h30, 14h45 e 16h

Fins-de-semana e feriados

Datas: 1, 3, 4, 8, 10, 11, 18 e 31 de dezembro | Horários: 11, 11h35, 12h15, 12h50, 13h30, 14h05, 14h45, 15h20, 16h, 16h35 e 17h15

Nota: Fotos em anexo

Este Natal, ajude a realizar o sonho de uma criança.

ElectricoNatal2016_034.jpg


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 19:08
link do post | favorito

“MIELIKKI”, O NOVO ÁLBUM DOS ARARUR EM PRÉ-VENDA

Depois de “Abril” nos ter despertado para o alado universo jazz dos Ararur, chega agora a vez de conhecermos a história completa em “Mielikki”, álbum que se encontrará em pré-venda digital a partir do próximo dia 16 de Dezembro.

image007 (1).jpg

Com inspiração na deusa finlandesa da floresta com o mesmo nome, “Mielikki” é uma encantatória colecção de 8 canções em que o intimismo do jazz se cruza com temas marcados por laivos de música portuguesa e world music, numa pacífica comunhão com as raízes e o universo. Este segundo registo da banda é uma edição Music For All, estando a edição digital prevista para Janeiro do próximo ano.

Após a conclusão do curso na Escola Superior de Música de Lisboa, o guitarrista e compositor António Miguel Silva foi aceite na primeira edição das residências artísticas do Músibéria – Centro Internacional de Músicas e Danças no Mundo Ibérico (Serpa), vendo assim o seu CD ser financiado pela União Europeia e pela Câmara de Serpa. Durante os primeiros sete meses de 2013 foram trabalhados os temas e o conceito do grupo a que chamou Ararur.

Para a gravação do CD convidou os seus amigos e antigos colegas de curso: Ângela Maria Santos, cantora com a qual trabalha desde longa data e em quem confia para escrever as letras dos temas, João Capinha nos saxofones, Francisco Brito no contrabaixo e João Rijo na bateria.

A música que criam em conjunto junta melodias com as quais as pessoas se conseguem identificar, letras em português, ambientes e sonoridades da world music e uma liberdade para cada um se exprimir no seu instrumento que nos remete para o jazz e para a música improvisada.

Em 2013 editaram o seu primeiro álbum homónimo, ano em que foram também seleccionados enquanto Jovens Criadores do Ano pelo Clube Português de Artes e Ideias, sendo escolhidos para representar Portugal na VI Bienal de Jovens Criadores da CPLP, em Salvador da Bahia, Brasil. No ano seguinte conquistariam dois prémios no 13th Independent Music Awards, entre eles o de Melhor Álbum de Jazz Vocal, eleito segundo um painel de ilustres figuras ligadas ao mundo do espetáculo e das artes.

Para 2016 preparam a edição de um novo trabalho discográfico a ser lançado com o selo da Music For All.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 13:56
link do post | favorito

Quinta-feira, 15 de Dezembro de 2016
OEIRAS: LAVADEIRAS DA RIBEIRA DA LAGE ORGANIZAM FESTIVAL DE FOLCLORE

15542439_1413670865340484_8149095395125196347_n (2).jpg



publicado por Carlos Gomes às 21:25
link do post | favorito

LUZINGO E O PAPÃO DA INVEJA NO NOVO SINGLE

O músico angolano Luzingo está de regresso ao panorama musical com um inescapável novo single que antecede também um novo EP homónimo.

Luzingo_promo (1).jpg

“Inveja”, agitada fusão de ritmos africanos, hip hop e electrónica envolta em versos corrosivos abre caminho para o lançamento do novo EP do músico, já em pré-venda digital, para conhecer na sua plenitude na aurora de 2017 com o selo da Music In My Soul.

Luzingo é um músico angolano que combina hip hop com elementos de música electrónica e alternativa, uma mescla de influências que são palpáveis através da música que produz e representa.

Começou por fazer rap aos 10 anos de idade em Portugal com um grupo intitulado Galáxia Sudoeste, e aos 11 começou a fazer os primeiros beats, Desde então, Luzingo dedicou-se a evoluir e a reunir um vasto conjunto de influências do grande melting pot de músicas e culturas que foi experienciando ao longo dos anos, saltando entre Angola e Portugal, Reino

Unido e Alemanha, entre muitos outros países.

A sua primeira mixtape, “Torcicolos”, foi editada em 2011, seguida por “Sempre a Lhe Dar Vol. 1 & 2”, em 2013 e 2014, respectivamente. Durante esse tempo, Luzingo envolveu-se noutros projectos: em 2013 lançou o EP “Realidade Alternativa” em parceria com o congénere angolano Dalós e no ano seguinte produziu e editou um EP juntamente com os Koletiva, composto por si, Dalós, Cátia Carreira, Bruno Reis, Salpikus, Ngange e Lima Craque.

Tendo traçado grande parte do seu percurso na língua portuguesa, em 2015 Luzingo aventurou-se num novo caminho criativo, em inglês, com um single duplo intitulado “Nocturnal”. Nesse mesmo ano lançou o seu primeiro EP a solo, “Aielo”, com o selo da Music In My Soul, e integrou um projecto de world music com um artista alemão chamado Luís Linton, a que deu o nome de Luzingo & Linto. Na recta final de 2016 surge com um novo trabalho homónimo, novamente pela mão da Music In My Soul.



publicado por Carlos Gomes às 19:16
link do post | favorito

RTP2 DÁ A CONHECER A OBRA DOS MAIORES VULTOS DA ARTE NACIONAL

“Estou nas Tintas”: O homem à frente da obra

O “Estou nas Tintas” estreia a 6 de Janeiro de 2017, às 21h00, e as expectativas são imensas. Durante 13 semanas, o programa produzido pela RTP2 vai dar a conhecer a vida e a obra de cerca de 80 dos mais importantes nomes da arte nacional.

EstouNasTintas_FotoPress (1).jpg

Dar voz à obra e ao criador foi o principal objectivo deste projecto, que tenta abordar as mais variadas formas de expressão artística e divulgar métodos, pensamentos e singularidades dos artistas plásticos portugueses.

Além de nomes incontornáveis – Júlio Pomar, Cruzeiro Seixas, José Costa Reis, Odeith e o Mestre José Rodrigues (que infelizmente partiu aos 79 anos em setembro passado, deixando-nos uma última recordação sua e da sua obra) são alguns dos convidados do programa –, o “Estou nas Tintas” pretende também dar destaque a novos nomes do panorama artístico português. António de Almeida Lopes, realizador de programas como “Saúde com Sabor”, “Praia Limpa, Praia Segura” ou “Riscos e Rabiscos”, foi o autor da ideia e quem realizou o projecto e Joaquim Feijão o responsável pela Provetouch, a produtora que abraçou e embarcou nesta viagem durante sete meses.

Um ano depois do início do projeto chega finalmente a hora de o partilhar com o público, que tem desta forma a oportunidade de entrar dentro das casas e dos ateliers de múltiplos artistas nacionais. A ambição dos autores é que esta série se torne um documento incontornável da história da arte nacional, uma fonte de informação basilar para quem no futuro tiver interesse em conhecer uma parte significativa da herança artística portuguesa.

Voz aos artistas

“Essa frase ‘estou nas tintas’ é um exemplo de como o sentido que se pode dar às coisas pode ser muito diferente. Ninguém pense que tem a verdade absoluta.” – Júlio Pomar

“Pintar, para mim, é uma forma de estar vivo, é como respirar, comer…” – Diogo Navarro

“Picasso dizia que a arte limpa, do quotidiano, a poeira dos dias.” – Ana Mesquita

“Se a função do artista é a procura do belo, eu encontrei essa procura no corpo da mulher.” – Francisco Simões

“Nessa altura, comemorava-se a venda de um quadro, fosse de quem fosse.” – Gracinda Candeias

“Eu estou sempre apaixonada. Tento-me apaixonar nem que seja por um livro, por uma frase, pelo amanhecer…” – Tamara Alves

“Eu penso que a actividade artística se define, quer em pintura, quer no cinema, quer na literatura, seja onde for… é exactamente o repensar constantemente métodos, definições, objectivos, trajectórias…” – Jaime Silva

“Eu tenho pavor do óbvio e tento sempre fazer coisas inesperadas.” – José Costa Reis

“A técnica, no meu ponto de vista, é apenas um suporte ou um apoio para a concretização de um trabalho.” – Carlos Nogueira

“A pintura acaba por ser a nossa forma de nos expressarmos e acaba por ser o alfabeto da pessoa.” – Jorge Almeida

“Não temos um grande museu de arte portuguesa, por exemplo. Nós se quisermos ver a evolução da arte portuguesa, desde o princípio do século até hoje, onde é que vamos?” – Manuel Baptista

“O amor, a cultura, a poesia são realmente a coisa mais importante que nós temos, para agarrar com ambas as mãos com toda a força.” – Cruzeiro Seixas

“Qualquer fotógrafo é um contador de histórias.” – Joel Santos

“Os artistas portugueses, para mim, são mais uma dessas facetas que nós temos que ser capazes de valorizar, que fazem parte do nosso património.” – Manuel Botelho

“A arte é a zona mais criativa da natureza humana.” – Eurico Gonçalves

Lista de artistas convidados do programa

Pintores

Alexandre Alonso

Clo Bourgard

Cruzeiro Seixas

David Levy Lima

Diogo Navarro

Eleutério Sanches

Eurico Gonçalves

Gabriela Carrascalão

Gracinda Candeias

Gustavo Fernandes

Jaime Silva

Jorge Almeida

Júlio Pomar

Luís Noronha da Costa

Madalena Raimundo

Manuel Baptista

Manuel Botelho

Maria de Lurdes Oliveira

Mário Rita

Pedro Guimarães

Escultores

Carlos Nogueira

Francisco Simões

Frederico Elias

Isabel Garcia

Manuela Madureira

Mestre José Rodrigues

Rogério Timóteo

Rui Matos

Susana Piteira

Writers

Adalberto Brito (Youth One)

Artur Silva (Bordalo II)

Gustavo Teixeira (Mesk)

João SAMINA

Miguel Caeiro (RAM)

Nuno Palhas (Third)

Nuno Reis (Nomen)

Oliveiros Júnior (Utopia)

Sérgio Odeith

Ilustradores

Ana Mesquita

João Saramago

José Pereira

Marco Mendes

Rita Ravasco

Sara Osório (Sara-a-Dias)

Tamara Alves

Artistas plásticos

Ana Isabel Miranda Rodrigues

António Canau

Bernardete Moreira

Cristiano Neves

Dalila D’Alte

Joel Santos

José Costa Reis

José Pedro Alves

Paula Bernardes

Sérgio Santos

Outros especialistas

Ágata Rodrigues (Fundação José Rodrigues)

Ana Roque

António Soares

Celine de Azevedo

Fernando Catarino

Inês Almeida

Professora Joana de Oliveira (Agrupamento de Escolas D. Carlos I – Sintra)

José Esteves

Maria Hortense Canelas

Mizette Nielsen

Mouralinda Serralha

Nisha Narotomo

Nuno Lima de Carvalho (Galeria de Arte – Casino Estoril)

Sara António Matos (Atelier-Museu Júlio Pomar)

Sérgio Pinheiro

Telma Araújo

Wilson Galvão

Colaboração especial

Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa

Prof. Dalila D’Alte

Prof. Eurico Gonçalves

Prof. Jaime Silva

Prof. Manuel Botelho Carlos Sanches (Músico)

João Gil (Músico)

José Cid (Músico)



publicado por Carlos Gomes às 15:46
link do post | favorito

“THE STORYTELLER” DE MAX COSTA, O CONTADOR DE BLUES DE EXCELÊNCIA

Depois de dois orelhudos e enérgicos singles - “Another Day With You” e “Muddy Water” - finalmente é tempo de deitar a mão ao novo álbum de Max Costa! “The Storyteller” tem o selo da Music For All e encontra-se já à venda em todas as principais lojas digitais.

Max Costa_The Storyteller.jpg

Natural de Minas Gerais, Max Costa promete conquistar Portugal com o seu primeiro álbum a solo! A sonoridade blues/rock, assim como a opção pela língua inglesa, distinguem-no de quem o rodeia, criando uma singular marca identitária com o público lusitano. É caso para dizer que “The Storyteller” é música do presente, inspirada nos grandes mestres do passado, para o público de amanhã.

Max Costa nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais, mas mudou-se para Porto Alegre logo após o nascimento onde viveu até à idade adulta. Aprendeu a tocar violão quando passou no exame admissional para a faculdade de Engenharia Química, tendo feito parte da formação de diversas bandas de rock e blues.

No início dos anos 00 lançou dois discos independentes com a Banda Dive-POA. Compõe em inglês por considerar que esta é a língua do Blues. Tem por característica uma voz agressiva e rasgada, que faz com que os seus blues sejam ainda mais tocantes.

Com mais de 20 anos de carreira, apresentou-se ao serviço de várias bandas, sempre enquanto vocalista, como a Get Up (nos anos 90), Dive-POA (música autoral nos anos 00, com os quais lançou dois trabalhos) e com a Free Riders Blues Band na Serra Gaúcha.

Depois de uma estadia de dois anos na cidade de Florianópolis, mudou-se de armas e bagagens para Portugal, onde está actualmente a desenvolver a sua carreira a solo.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 13:45
link do post | favorito

FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS: APÓS A TEMPESTADE CHEGA A BONANÇA!

15493415_301430163584867_975426029951670725_o (1).jpg



publicado por Carlos Gomes às 11:32
link do post | favorito

MUSEU DE ARTE POPULAR REABRE HOJE AO PÚBLICO

O Museu de Arte Popular reabre hoje ao público com a mostra “Da Fotografia ao Azulejo”. Dentro de pouco tempo haverá um centro interpretativo sobre a história, com mais de 70 anos, do museu.

13292_10150163435315442_1035069_n

De acordo com a directora-geral do Património Cultural, Paula Silva, os primeiros passos desse centro interpretativo vão ser dados em breve, com a abertura de uma sala que conterá uma maqueta do museu e um filme sobre a história da sua actividade, iniciada em 1948.

Durante uma visita guiada aos jornalistas, Paula Silva e o director do Museu de Arte Popular (MAP), Paulo Costa, mostraram o conteúdo da exposição que reabre metade do espaço expositivo, na sequência de obras de conservação, que consiste numa viagem pelo Portugal da primeira metade do século XX, através de azulejos e das fotografias que os inspiraram.

A exposição constitui o culminar da pesquisa de Jose Luis Mingote Calderon, conservador da Colecção Europeia do Museu Nacional de Antropologia de Madrid, que, ao longo de diversos anos, desenvolveu pesquisa de terreno em Portugal e fez uma recolha de imagens usadas para a criação dos azulejos sobre monumentos, actividades tradicionais e paisagens simbólicas.

Mercado Primavera 026

Organizada e inicialmente apresentada pelo Museu Nacional de Soares dos Reis, no Porto, a exposição esteve em Espanha, no Museo Etnográfico Provincial de León e, mais recentemente, no Museo Nacional de Antropología.

Paula Silva disse ainda que o objectivo é prosseguir no MAP as obras de conservação, e abrir gradualmente todo o espaço expositivo do museu, imprimindo nele uma programação própria que passará não só por exposições, mas por outras actividades.

À entrada da primeira sala surge um percurso de fotografias de antigas estações de caminho-de-ferro, começando por Vilar Formoso, cujos edifícios estão em parte revestidos de azulejos, e estão expostas seis ampliações de imagens estudadas pelo investigador, que deram origem a painéis de azulejos.

A exposição percorre três salas do museu com as fontes gráficas que deram origem aos azulejos: fotografias, ilustrações, imagens retiradas de jornais e postais que os criadores depois compunham com vários elementos.

No interior foram também colocadas algumas peças do acervo do Museu Nacional de Etnologia: um carro de bois do Douro e artefactos das vindimas, um traje de lavradeira de Viana do Castelo, e uma capa típica de Miranda do Douro.

226571_10150606299360442_6227824_n

O comissário e investigador Jose Luis Mingote Calderon, que também acompanhou a visita, disse que "existe uma tradição antiga de criar azulejos a partir de gravuras e [que], depois do surgimento da fotografia, foi muito ampliada".

"Com o surgimento da fotografia no início do século XX, deu-se um grande desenvolvimento das artes gráficas. A fotografia forneceu a verdade do país e lançou o movimento da modernidade", salientou, em declarações aos jornalistas.

Inaugurado em 1948, o Museu de Arte Popular nasceu da reformulação do antigo pavilhão da “Secção da Vida Popular” criado para a Exposição do Mundo Português de 1940, com projeto da autoria dos arquitetos António Reis Camelo e João Simões.

Foi concebido de acordo com o programa formulado, em 1946, por António Ferro, então diretor do Secretariado de Propaganda Nacional (SPN) sob a denominação de “Museu do Povo” e organizado de acordo com a divisão administrativa do território nacional da Constituição Portuguesa de 1933. (A exposição está encerrada ao público, mantendo-se a loja do museu aberta ao público).

Fonte: http://rr.sapo.pt/

acon728415001e45_base (1).jpg



publicado por Carlos Gomes às 11:08
link do post | favorito

LILIANA MARTINS GRAVA “MEU TEMPO”

“Meu Tempo” é o título do segundo disco da Liliana Martins, uma viagem no tempo onde a artista passa por um processo de maturação. Composto por alguns temas frescos como uma "Brisa da Manhã" e outros fortes como uma "Tempestade de inverno", este disco conta uma vez mais com a produção e composições de Valter Rolo.

unnamedmussss.png

Houve algumas mudanças, tanto a nível de conceito como de interpretação de Liliana, assim como na produção dos temas, mas mantendo a paixão e inspiração no Fado. As pessoas que participaram neste trabalho trazem o seu cunho pessoal e toda a sua experiência para o tornar mais rico e coeso. Este disco é composto por 11 temas: 4 versões, 4 originais e 3 fados tradicionais com letras novas.

Começando pelas versões, que a artista encarou como desafios, uma delas é “Um tempo que passou” (letra de Chico Buarque e música de Sérgio Godinho). Outra é um clássico do Fado, “Júlia florista” cantado em dueto com a Anabela. Tem ainda um tema popular e muito antigo, do repertório de Amália Rodrigues, "Covilhã cidade neve" e por último um tema da autoria do músico multifacetado Múcio Sá, “Aqui tão perto de ti”.

Quanto aos temas originais eles foram compostos por Valter Rolo e Manuel Graça Pereira e tiveram a escrita de Cátia Oliveira e Fernando Gomes dos Santos. O primeiro single intitula-se "Toma conta de mim" e tanto a sua melodia como história têm tudo para entrar no ouvido do público.

Em relação aos fados tradicionais, foram escolhidos três: Santa Luzia, Súplica e Rosita. O Fado Santa Luzia tem uma letra inédita da autoria de Elsa Laboreiro e os outros têm o cunho de Fernando Gomes dos Santos que foi um dos letristas do 1º disco. Quanto a participações de músicos, temos Valter Rolo nos teclados, Bernardo Couto na guitarra portuguesa, Luís Pontes na viola, Xico Santos no baixo, Vicky Marques na percussão, Múcio Sá nas guitarras e cavaquinho e Lino Guerreiro no saxofone. A captação, edição e mistura dos temas ficou a cargo de João Portela e a gravação foi feita no estúdio Saafran Studio.

“Meu Tempo” já está disponível nas plataformas digitais.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 10:39
link do post | favorito

Quarta-feira, 14 de Dezembro de 2016
CONFRARIAS GASTRONÓMICAS DESEJAM UM FELIZ NATAL!

Desce sobre nós a luz que no Inverno renasce para de novo nos alumiar e aquecer. Fantástica a luz desta obra de Sequeira que, ao contrário de tantas representações do nascimento do Menino mostra uma luz que não se esgota no olhar de quem a vê. A noite escura transmuta-se numa realidade etérea onde mora a felicidade de quem se junta para a celebração.

confrnata (1).jpg

É essa a luz do Natal, a reunião da família, as palavras entre os amigos que nunca ficam presas ao tanto para dizer, a mesa posta farta e cheia, a partilha das coisas boas numa noite onde os sabores repetem a emoção de todos os anos.

Mais do que o espírito de Natal, sobressai a beleza do encontro, a paz que fez parar guerras por uma noite, a partilha do melhor que somos na medida do que somos.

Mais do que desejar uma Feliz Celebração, que este Natal seja pleno na descoberta da luz nas nossas vidas e que esta irradie todos os dias no nosso quotidiano, mesmo quando, o Natal já só representar uma memória longínqua de uma noite feliz.



publicado por Carlos Gomes às 19:00
link do post | favorito

Terça-feira, 13 de Dezembro de 2016
FOLKLOURES’17 JÁ MEXE!

Cartaz2017Novo.jpg



publicado por Carlos Gomes às 21:36
link do post | favorito

IGREJA DA GRAÇA EM LISBOA RECEBE CANTARES TRADICIONAIS AO MENINO

15232340_811084142368050_896579815909136377_n.jpg



publicado por Carlos Gomes às 20:50
link do post | favorito

FOLCLORE PORTUGUÊS PERDEU UM DOS SEUS GRANDES DEFENSORES: LUCIANA AGUIAR GUERRA

Uma Grande Senhora que hoje entregou hoje os olhos à eternidade. Dª Luciana Aguiar Guerra, Fundadora do Cancioneiro de Águeda e Conselheira Técnica da Federação do Folclore Português. Com 100 anos feitos.

15570945_1384639194902808_583077702_n (2).jpg

Luciana Aguiar Guerra dedicou toda a sua vida ao folclore. Gostava muito de dançar, cantar, passear, fazer piqueniques e teatro. A sua vocação para o teatro manifestou-se muito cedo, ainda no tempo da sua adolescência como estudante em Mogofores.

Luciana Aguiar, além de fundadora do Grupo Típico O Cancioneiro de Águeda, foi conselheira técnica da Federação do Folclore Português.

Nasceu em Águeda, na Alta Vila, na casa da família Aguiar, em 29 de junho de 1916. Órfã de mãe, com pouco mais de dois anos, foi viver para Mogofores, com a irmã mais velha, Maria Aguiar Guerra Seabra da Cruz. Em Mogofores, fez a sua instrução primária e o ensino liceal até ao 4º, hoje 9º ano, no Colégio de Nossa Senhora da Assunção, em Famalicão. Ali viveu até aos 16 anos, regressando então a Águeda.

Desde muito cedo, na sua juventude, dedicou-se durante vários anos a obras de caridade, nomeadamente às Obras Vicentinas (de S. Vicente de Paula) e foi presidente da Obra de Stª Zita.

Depois do Cancioneiro de Águeda foi, nas obras caritativas, onde mais gostou de trabalhar, na defesa dos direitos das empregadas domésticas que, na altura, e mercê duma cultura generalizada, eram desconsideradas sendo tratadas como mão-de-obra desqualificada material e socialmente.

Com o ingresso no Cancioneiro de Águeda, abandonou estas actividades de caridade por falta de tempo. O trabalho com o Grupo Típico “O Cancioneiro de Águeda” era muito absorvente, embora se sentisse realizada e feliz nesta colectividade no “meio das suas meninas”, como dizia.

Fonte: http://www.regiaodeagueda.com/



publicado por Carlos Gomes às 19:08
link do post | favorito

VIRGÍLIO REIS, DIRECTOR DO GRUPO DE FOLCLORE AS LAVADEIRAS DA RIBEIRA DA LAGE, SUGERE O APROFUNDAMENTO DO DEBATE SOBRE PATRIMÓNIO IMATERIAL

PROMOVER, INCENTIVAR E DIVULGAR O DEBATE E DESENVOLVIMENTO DE NOVAS IDEIAS E CONCEITOS SOBRE A EXPLORAÇÃO DO POTENCIAL DO PATRIMÓNIO CULTURAL IMATERIAL, NAS SUAS DIVERSAS DIMENSÕES, PELAS ASSOCIAÇÕES CULTURAIS (GRUPOS/RANCHOS FOLCLÓRICOS OU ETNOGRÁFICOS)

JPM_8974.jpg

Felizmente hoje e cada vez mais verificamos não só a necessidade de formação e debate mas também a realização destas actividades por parte de algumas regiões. A Associação do Distrito de Lisboa (ADLPDCTP) tem de forma constante levado a cabo acções de formação nas diversas áreas da etnografia, com uma assistência interessante, não ideal mas suficientemente animadora para que a vontade de divulgar, debater, discutir e naturalmente aprender se mantenha acesa. Encontros anuais e centralizados não são de forma nenhuma o caminho ideal para a divulgação de conhecimento. Descentralizar, desafiar, incutir discussão, abordar todos os temas com mais regularidade é imprescindível. Hoje as “novas tecnologias” colocam-nos à disposição meios que até há pouco tempo eram impensáveis.

O aproveitamento destes meios para debate e divulgação é prioridade. Ao invés a utilização dos mesmos meios tem apenas servido para a passagem de vaidades e ofensa gratuita quando a opinião não coincide.

REFLECTIR SOBRE O PROCESSO DE VALORIZAÇÃO DA CULTURA TRADICIONAL E POPULAR NA PERSPECTIVA DO ARTESÃO.

Mudar mentalidades e abordagens é necessário. Naquilo que temos por hábito denominar Festivais de Folclore (espectáculos de folclore), a inclusão do artesão faz todo o sentido. Esta inclusão que pode ser no palco ou fora dele, apenas engrandece o conjunto, valorizando de forma consistente a representação entro-folclórica.

RELAÇÃO QUE DEVA EXISTIR ENTRE OS GRUPOS DE FOLCLORE E O PATRIMÓNIO CULTURAL IMATERIAL.

O maior problema nesta área é sem dúvida nenhuma a relação entre os grupos, essa sim é na maior parte das vezes a maior limitadora ao desenvolvimento por via da falta troca de ideias e preconceitos de exclusividade. A relação aberta, troca de impressões e experiencias entre grupos resultaria sem duvida num geral melhoramento do conhecimento e consequente melhor representação e preservação.

A relação com o património imaterial, mais que desejável é sem dúvida fundamental. Por via de imposições da UNESCO a salvaguarda deste bem precioso é uma responsabilidade de cada estado, delegado com alguma regularidade no poder autárquico. Pouco conhecedores do trabalho realizado nesta área pelos inúmeros grupos de folclore dedicados de corpo e alma à investigação, as autarquias não têm sabido aproveitar a riqueza existente e à “mão de semear”. É de primordial importância melhorar a ligação com o poder autárquico e com os responsáveis pela área do património no sentido da união de esforços e gestão de recursos.

SENSIBILIZAÇÃO E MOBILIZAÇÃO DOS JOVENS

Nos dias de hoje, se um adulto tiver uma atitude displicente para com a reciclagem caseira, é facilmente alvo de atitude reprovatória por parte dos mais novos. Ora este fenómeno não é espontâneo mas sim fruto da introdução de temas como a reciclagem nos programas escolares do 1º ciclo básico. Isto para dizer que se a intenção é a assimilação natural de conceitos, a mesma deve ser feita o mais cedo possível.

Ora continuar a debater como única forma de alcançar o objectivo de salvaguarda futura do património imaterial, a sensibilização de jovens para esse fim, parece-me à partida um erro estrutural básico. Pois estes temas deveriam sim, fazer parte de educação permanente desde as mais tenras idades. Tentar mobilizar e sensibilizar jovens para uma área desconhecida em terrível concorrência com a oferta hoje disponível e atraente, efémera mas atraente, é uma tarefa herculeana e na maior parte das vezes reservada ao insucesso.

Hoje é mais fácil encontrar nas actividades escolares abordagens à cultura popular Anglosaxónica como por exemplo o “Halloween”, maior parte das vezes em detrimento de outras como o “Pão por Deus”.

É necessário sim “mobilizar” e “sensibilizar” a educação escolar de forma a incluir nos seus programas abordagens à cultura popular essencialmente local, pois assim é mais fácil cativar mentes sedentas de informação a entender a razão de muitas das coisas que fazem e vêm fazer no dia-a-dia.

15542439_1413670865340484_8149095395125196347_n (3).jpg



publicado por Carlos Gomes às 16:31
link do post | favorito

DANIEL CALADO CAFÉ: QUEM É O NOVO PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS?

Daniel Calado Café é o novo Presidente da Direcção da Federação do Folclore Português.

Daniel Calado Café nasceu no lugar de Gouxaria, freguesia de Alcanena, em 1966. É licenciado em Línguas e Literaturas Modernas, para além de possuir outras habilitações académicas noutras áreas, tendo exercido a docência no ensino básico e secundário e leccionado diversos cursos de educação e formação de adultos e ensino recorrente. Pertence ao quadro de professores de nomeação definitiva da Escola Dr. Anastácio Gonçalves, em Alcanena.

14925766_1204301906282458_1336075860595843429_n (1) (2).jpg

Desempenhou o cargo de Vereador da Câmara Municipal de Alcanena com os Pelouros de Educação e Cultura, para além de outros, desde 2002 a 2005, sendo, actualmente, Chefe de Gabinete do Presidente da Câmara Municipal de Alcanena. Cedo mostrou um grande interesse pela história, as memórias colectivas e as identidades comunitárias do seu concelho, desenvolvendo investigação nestas áreas desde os seus dezassete anos de idade. Resultante da sua investigação, a Região de Turismo do Ribatejo publicou diversos estudos efectuados entre 1988 e 2007, neste âmbito.

É Director Fundador de algumas associações culturais tanto ao nível local, regional como nacional dos quais se destacam o Grupo Etnográfico de Gouxaria; Elos Clube de Alcanena; Homo Taganus – Associação de Estudo e Defesa da Etnografia e do Folclore do Ribatejo (possuindo também o cargo de Conselheiro Técnico da Região do Ribatejo) e a Academia de Letras e Artes da Lusofonia. Foi membro do Conselho Consultivo para a Cultura e Desporto do Município de Alcanena, tendo assumido a sua coordenação desde 2002.

Fonte: http://moitasvenda.net/wiki/Daniel_Calado_Caf%C3%A9



publicado por Carlos Gomes às 09:34
link do post | favorito

Segunda-feira, 12 de Dezembro de 2016
AMANHÃ, DIA 13 DE DEZEMBRO, PADRE LINO MAIA FALA SOBRE O FUTURO DAS IPSS EM PORTUGAL

PRESIDENTE DA CONFEDERAÇÃO DAS IPSS ENCERRA CICLO DE SEMINÁRIOS DA UPT 

O Padre Lino Maia, presidente da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade Social, fala pela primeira vez sobre o futuro das IPSS em Portugal e da sua eficácia na resposta ao número crescente de solicitações, amanhã, dia 13 de dezembro, durante o encerramento do ciclo de seminários ‘Caminhos da Cidadania’, promovido pela Universidade Portucalense, e que tem como objetivo lançar o debate em torno das questões da vida em coletivo.

Semana_Social_padreLinoMaia (1).JPG

A intervenção, que irá ainda lançar um olhar sobre as políticas de solidariedade vigentes no nosso país e o papel do Estado na assistência aos mais desfavorecidos. 

O Padre Lino Maia, uma voz ativa sempre que se trata de defender as camadas mais frágeis da população, vai partilhar com a plateia a sua experiência na presidência de uma instituição que reúne 2901 entidades que prestam apoio a mais de meio milhão de pessoas.

Lino da Silva Maia tem 62 anos e é natural de Vila do Conde. Padre da diocese do Porto, é membro dos conselhos diocesanos Presbiteral e Pastoral. Para além de presidente da CNIS, exerce ainda funções de pároco de Aldoar, no Porto, capelão do Hospital Psiquiátrico de Magalhães Lemos, é presidente do Secretariado Diocesano de Pastoral Social e Caritativa e presidente do Centro Social de S. Martinho de Aldoar. 

Em janeiro foi agraciado com o Prémio Especial Personalidade do Ano, da Cooperação e Solidariedade, da Cooperativa António Sérgio, atribuído este ano pela primeira vez. 

O encontro está marcado para as 18h30, decorrerá no auditório 203 da UPT (Rua Doutor António Bernardino de Almeida, 541, Porto), e é aberto a toda a população.

A Universidade Portucalense Infante D. Henrique (UPT) é um estabelecimento de ensino superior cooperativo que iniciou a sua atividade em 1986. 

A UPT funciona exclusivamente na cidade do Porto, no pólo Universitário da Asprela, ministrando cursos nas nove áreas seguintes: Direito, Economia, Gestão, Informática, Psicologia, Educação, Turismo e Hospitalidade, Património e Cultura, e Relações Internacionais.



publicado por Carlos Gomes às 19:06
link do post | favorito

PAN É CONTRA ABATE DE ANIMAIS ABANDONADOS

Deputado do PAN desloca-se a Castelo Branco para evitar o abate de animais no concelho

  • Município de Castelo Branco poderá interromper um ciclo de 18 anos sem abates de animais no concelho
  • O objetivo é criar condições suplementares para evoluir nesta matéria, não o contrário
  • Reunião com o Presidente da Câmara pretende encontrar pontes que permitam evitar esta problemática

Na próxima, quinta-feira, dia 15 de dezembro, pelas 10h30, o deputado do PAN – Pessoas – Animais – Natureza, André Silva, reúne com o Presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco, Luís Manuel dos Santos Correia, para perceber de que forma o partido pode ajudar um município que se debate com um problema de falta de infraestrutura própria (Centro de Recolha Oficial de Animais) e cujas políticas públicas de proteção e bem-estar animal estão a ser repensadas.

O PAN teve conhecimento de que o Município de Castelo Branco poderá interromper um histórico ciclo de 18 anos sem abates de animais no concelho, ao ter cessado um protocolo com uma Associação Zoófila da cidade que colaborava na implementação das políticas municipais de bem-estar e proteção animal.

Todos os dias o partido recebe dezenas de denúncias sobre maus tratos a animais por parte das próprias autarquias. Sabendo que, há bons exemplos de práticas municipais de bem-estar e proteção animal, com a concertação de esforços e de estratégia corretas, o PAN pretende contribuir para que o Município de Castelo Branco continue a fazer parte desta lista. Esta reunião pretende ser um ponto de partida para que se encontrem pontes que permitam resolver esta problemática e evitem a regressão de um município que tem sido referência nesta matéria.

No mesmo dia, André Silva, visita também o Centro Intermunicipal de Recolha de Animais Errantes de Proença-a-Nova, um dos maiores dos pais, para perceber se a capacidade desta estrutura está preparada para dar resposta aos desafios dos vários municípios protocolados.

“O grau de civilização de uma determinada sociedade também se mede pela forma como trata os animais. É preciso tornar consequente a Lei n.º 27/2016, recentemente aprovada, que estabelece o fim dos abates em canis municipais como política de controlo populacional. O objetivo é criar condições suplementares para evoluir nesta matéria, não o contrário. Para além das centenas de queixas que o PAN tem recebido sobre o que se está a passar em Castelo Branco, a vontade dos cidadãos é evidente e expressa na petição sobre este assunto, que reuniu cerca de 5500 assinaturas em mais de uma semana.”, Comenta André Silva, Deputado do PAN.



publicado por Carlos Gomes às 15:43
link do post | favorito

Domingo, 11 de Dezembro de 2016
LISTA “A” VENCE AS ELEIÇÕES PARA OS CORPOS DIRECTIVOS DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS

A lista “A” candidata aos corpos directivos da Federação do Folclore Português acaba de vencer as eleições.

Neste momento, está a decorrer a cerimónia de encerramento do congresso. Apesar crispação ocorrida nos últimos dias, verificou-se um apaziaguamento das tensões, o que indicia que o movimento folclórico continuará unido, superando as divergências internas, unindo todos na diversidade de pontos de vista. Como nos foi confidenciado, nas circunstâncias em que teve lugar, não podia ter corridor melhor.

15350634_553041204887018_3547143283567155273_n (1).jpg

Assim, os novos corpos directivos serão constituídos da seguinte forma:

Assembleia Geral

Presidente: António Lopes Pires (Rancho Folclórico de Passos de Silgueiros – Silgueiros – Viseu)

Vice-presidente: Maria Manuela Carloto Simplício Silva Carriço (Sócio auxiliar)

Secretários: Elisa Manuela Afonso Alves (Grupo Folclórico das Lavradeiras de S. Pedro de Merufe – Merufe – Monção)

Helena Maria dos Santos Fava (Sócio auxiliar)

Eduardo dos Santos Duarte (Sócio auxiliar)

Conselho Fiscal

Presidente: Luís Manuel Campos Elias (Rancho das Lavradeiras da Trofa – Trofa)

Secretário: Maria Judite de Sá Ribeiro (Sócio auxiliar)

Relator: Francisco Mendes Moreira (Rancho Folclórico S. Tiago de Silvalde – Silvalde – Espinho)

Suplentes: Ana Lourenço Rodrigues Machado (Grupo Regional e Agrícola de Pevidém – Pevidém – Guimarães)

Rodrigo Dinis de Sousa Martins (Rancho Folclórico Luz dos Candeeiros – Arrimal – Porto de Mós)

Direção

Presidente: Daniel Calado Café (Rancho Folclórico de Gouxaria – Gouxaria – Alcanena)

Vice-presidente: António Teixeira Faria (Grupo Folclórico da Associação Cultural e Recreativa Sr.ª Aparecida – Torno – Lousada)

António José Santos Gabriel (Grupo Folclórico e Etnográfico de Arzila – Arzila – Coimbra)

Ana Rita Rodrigues Leitão Granja Vieira (Grupo Típico de Ançã – Ançã – Cantanhede)

Maria Lucília Pereira Alves Santos (Grupo Regional de Moreira da Maia – Moreira – Maia)

Carla Patrícia Basto Meira (Rancho Típico de S. Mamede de Infesta – S. Mamede de Infesta – Matosinhos)

Ludgero António de Jesus Mendes (Sócio auxiliar)

1º Secretário: Carlos Manuel Martins Saraiva (Sócio auxiliar)

2º Secretário: Luís Sousa Fernandes (Rancho Folclórico Danças e Cantares Santa Maria do Olival – Olival – Vila Nova de Gaia)

Tesoureiro: Inácio Martins Soares (Sócio auxiliar)

Tesoureiro adjunto: Joaquim Rocha Neves da Silva (Sócio auxiliar)

Suplentes: João Manuel da Silva Carriço (Sócio auxiliar)

Maria Emília Costa Ferreira Francisco (Sócio auxiliar)

Fábio Fernando da Costa e Sá Ferreira Pinto (Grupo de Danças e Cantares Regionais o Orfeão da Feira – Santa Maria da Feira)

Laura Maria Balsemão Campos (Sócio auxiliar)



publicado por Carlos Gomes às 16:58
link do post | favorito

mais sobre mim
pesquisar
 
Outubro 2017
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9


23
24
25
26
27
28

29
30
31


posts recentes

LOURES VAI OUVIR CANTARES...

MINHOTOS EM LOURES FAZEM ...

PROF. DOUTOR DANIEL CAFÉ,...

MUSEU BORDALO PINHEIRO IN...

“WASTE” – NOVO SINGLE, N...

"OS ARRUFARTE" RUFAM OS B...

PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO D...

FEIRA DAS MERCÊS ABRE HOJ...

FOLCLORISTAS DEBATEM EM O...

BORDALO PINHEIRO VAI AMAN...

CAFÉ REPUBLICA – ESTREIA ...

ASSOCIAÇÃO DE PROTECÇÃO &...

PAN QUER IDENTIFICAÇÃO DO...

CASA CERVEIRENSE EM LISBO...

PENAFIEL DANÇA NO FOLKLOU...

PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO D...

FEIRA INTERNACIONAL DE LI...

PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO D...

A IDENTIDADE DE UM POVO E...

PENAFIEL DANÇA NO FOLKLOU...

RANCHO FOLCLÓRICO DE LOUS...

LISBOA RECEBE A PARTIR DE...

FOLCLORE DE INVERNO AQUEC...

NEM PENSE EM DUVIDAR TOUR...

FEDERAÇÃO DO FOLCLORE POR...

PORTUGUESES PROTESTAM CON...

PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO D...

GOESES EM LISBOA COMEMORA...

KIT EDITAM EP “SÓ METADE”...

GRUPO DE PIFARADAS E GAIT...

GRUPO DE DANÇAS E CANTARE...

DEPUTADO DO PAN DESLOCA-S...

SARGACEIROS DA CASA DO PO...

GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MI...

MINHOTOS EM SINTRA REALIZ...

RÁDIO DO FOLCLORE PORTUGU...

PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO D...

MINHOTOS RUMAM A LOURES P...

GOVERNO ALARGA PERÍODO CR...

SARGACEIROS DA APÚLIA DAN...

CERVEIRENSES EM LISBOA JU...

PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO D...

PROF. DOUTOR MANUEL ANTUN...

中国社会需要"舞狮子"到 FOLKLOURES 的...

COMUNIDADE CHINESA LEVA A...

“NEM PENSE EM DUVIDAR TOU...

RESTAURANTES VIRAM "CASAS...

SOPA D’ALMA APRESENTAM EP...

GOVERNO ESPANHOL DEVE RES...

TURISMO LANÇA CAMPANHA PE...

arquivos

Outubro 2017

Setembro 2017

Agosto 2017

Julho 2017

Junho 2017

Maio 2017

Abril 2017

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Junho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

tags

todas as tags

links
Fazer olhinhos
blogs SAPO
subscrever feeds