Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores
Terça-feira, 31 de Janeiro de 2017
PAN PROMOVE CULTURA DA PAZ

Grupo Municipal do PAN e Universidade Lusófona propõem um “pacto” para uma cultura de Paz na Cidade de Lisboa

O Grupo Municipal do PAN – Pessoas-Animais-Natureza da Assembleia Municipal de Lisboa e a Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, através do Departamento de Ciência das Religiões / Linha de Investigação “Cosmovisões da Ásia”, organizam no próximo dia 3 de Fevereiro entre as 10h00 e as 17h30 no Fórum Lisboa/Casa de Cidadania a Conferência: “A Paz na Interdiversidade: para um pragmatismo Acolhedor na Cidade de Lisboa”. Esta iniciativa integra-se na "World Interfaith Harmony Week " e justifica-se pela necessidade de uma ação pragmática alicerçada na promoção de valores e práticas que contribuam efetivamente para que os cidadãos e aqueles que, direta e indiretamente detêm responsabilidades nas diferentes áreas de intervenção na Cidade de Lisboa, possam assumir um compromisso de cooperação para uma educação da cultura de paz.

Aos diversos convidados - dirigentes políticos e institucionais, profissionais e líderes religiosos - do plano nacional e local, que aceitaram o desafio de partilhar o seu Know How, nas mais diversas áreas, com um foco especial para a educação e o diálogo inter-religioso para a paz, juntam-se cidadãos, profissionais da educação e da intervenção social, representantes da sociedade civil, do movimento associativo, da academia, partidos políticos e ONG’s, entre outros.

De que falamos quando nos referimos a Educação para uma Cultura de Paz, na Cidade de Lisboa? Como assegurar a boa convivência em Lisboa, gerindo construtivamente o conflito? Qual o segredo de acolher, respeitando e unindo? O que já se está a fazer e o que, em conjunto, se poderá fazer para a Paz na Cidade de Lisboa? São algumas das questões, às quais se pretende responder, reforçando pontes de diálogo e de relação entre todos, e promovendo espaços de comunicação e de ação, facilitadores de uma intervenção dialogante e integrada.

As oficinas realizadas no âmbito desta iniciativa dirigida a professores, dirigentes e outros profissionais da área contaram com uma forte adesão na construção dos contributos que vão integrar a proposta para a afirmação deste Pacto em Lisboa.

As últimas descobertas cientificas nas áreas da física, da biologia e da neurociência, assim como o surgimento de certos paradigmas filosóficos, têm colocado em evidência a interconexão e interdependência que existe entre todos os seres vivos e o planeta. Esta iniciativa constitui um contributo para a compreensão da transição de paradigmas em que vivemos, e para a afirmação de um Compromisso para uma Educação da Cultura de Paz, com impacto nos programas e projetos, educativos, culturais, e da intervenção social, em Lisboa.



publicado por Carlos Gomes às 13:44
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Segunda-feira, 30 de Janeiro de 2017
REPRESENTAÇÕES DO BRASIL E MOLDÁVIA PARTICIPAM NO FOLKLOURES’17

A edição deste ano do FolkLoures – Encontro de Culturas vai contar com representações tradicionais do Brasil e da Moldávia cujos nomes divulgaremos em breve. Com nova data e formato, este evento vai apresentar novidades que farão dele um espectáculo único no contexto da divulgação da cultura tradicional.

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FolkLoures é mais do que um festival de folclore. Ano após ano, será um ponto de Encontro de Culturas com carácter inclusivo, palco das mais variadas tradições da cultura tradicional, de exposição e de debate das nossas raízes – e das tradições das comunidades que vivem ao nosso lado e com quem diariamente interagimos.

O programa já se encontra praticamente elaborado, aguardando-se apenas o alinhamento de alguns pormenores respeitantes a iniciativas que vão pela primeira vez ter lugar neste Encontro de Culturas.

Sob a égide do Grupo Folclórico Verde Minho, FolkLoures vai seguramente transformar a cidade de Loures num palco privilegiado da cultura tradicional a nível nacional e até internacional.



publicado por Carlos Gomes às 21:38
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PAPILLON AO VIVO NO PLANO B

Os portuenses Papillon levam a sua irreverente proposta sonora ao espaço Plano B, no Porto, já no próximo dia 3 de Fevereiro, pelas 23h.

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A banda do laçarote apresentará ao vivo algumas das canções que integrarão o seu EP de estreia, a ser editado no início de Março com o selo da Music For All, do qual já é conhecido o instigador primeiro single, “Engraçado (Já Não Há Pai P’ra Mim)”. Os bilhetes apresentam um custo de 5€ e podem ser adquiridos aqui.

Papillon é um laço. Ponto um. Ponto dois: também é um grupo de gente que faz música sem juízo. Os Papillon são feitos de gente e gostam de laços, porque os laços são coisas que ligam. Além disso os laços lembram qualquer coisa fora do tempo e os Papillon gostam disso: de não haver tempo, nem etiquetas, nem juízos. Nem juízo. Os Papillon são gente de laços. Com música de perder o juízo.

Compostos por Joana Manarte (voz), Pedro Silva (baixo), João Mascarenhas (teclas), Rui Ferreira (bateria), Raul Manarte (guitarra), Tiago Ferreira (trombone), Luís Macedo (trompete) e Pedro Gomes (saxofone)), estrearam-se ao vivo em 2014, no Porto.

Resultado de múltiplas influências estéticas, os Papillon proporcionam um espetáculo cheio de energia, significado e vitalidade, sendo comum o concerto acabar com o público a dançar. Os elementos da banda juntam-se trazendo a experiência de outros projetos, desde a música clássica ao jazz, dos blues ao funk, do pop ao rock, entre outros estilos, em trabalhos de composição, interpretação e performance.

Entre a sua estreia em palco no Plano B (Porto) e, mais recentemente, a passagem pela final do EDP Live Bands, têm tido concertos no Porto e em Guimarães, com destaque para o Hard Club, uma das principais casas de música ao vivo da Invicta. Também foram convidados para integrar o Porto Swing Jam por dois anos consecutivos, onde tiveram a oportunidade de participar num evento de Lindy Hop (novamente no Hard Club), em concertos pensados para dançar. A destacar também as atuações televisivas no Porto Canal e no palco do programa “Portugal 3.0” da RTP2.

As letras são um dos pontos fortes do projeto, chamando a atenção até do ouvido mais desatento e as reações dos ouvintes têm sido de surpresa e identificação com os textos e as músicas. No palco vê-se uma banda que transparece uma relação cúmplice entre os elementos e um compromisso comum: criar uma atmosfera positiva, contagiante e envolvente com o público e com a música.

Para o primeiro trimestre de 2017 está prometida a chegada do EP de estreia.


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publicado por Carlos Gomes às 20:54
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Domingo, 29 de Janeiro de 2017
MUSEU NACIONAL DE ETNOLOGIA EXPÕE ARQUITECTURA TIMORENSE

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publicado por Carlos Gomes às 12:01
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Sábado, 28 de Janeiro de 2017
FOLKLOURES: LOURES VIRA CAPITAL DO FOLCLORE!

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publicado por Carlos Gomes às 12:00
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Sexta-feira, 27 de Janeiro de 2017
BAR “PIRATA” FECHOU AS PORTAS – LISBOA PERDE UM DOS SEUS ÍCONES!

O bar “Pirata” acaba de encerrar as suas portas. O seu espaço vai dar lugar a um empreendimento de 46 apartamentos de luxo para alugar a turistas cujas obras deverão arrancar ainda este ano. Lisboa perde assim mais um dos seus ícones, a somar aos muitos estabelecimentos típicos que já fecharam!

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Célebre pelos seus dois famosos aperitivos – o “Pirata” e o “Perna de Pau” – o Bar “Pirata” era um dos mais emblemáticos estabelecimentos da baixa lisboeta, a par das “Ginginhas” do Largo de São Domingos e da rua das Portas de Santo Antão, famosas pelas suas marcas “Eduardinho” e “Espinheira”.

O “Pirata” é uma mistura à base de vinho generoso gaseificado ou seja, misturado com soda. O “Perna de Pau” é a mesma bebida acrescentada de ginginha.

- Vai sendo tempo dos lisboetas repensarem o destino que pretendem dar à sua cidade e, sem repudiar o turismo, preservar o seu património!

Foto: http://www.panoramio.com/



publicado por Carlos Gomes às 21:57
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PORTUGAL COMEMORA DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS

Próximo Dia Internacional dos Monumentos e Sítios será assinalado a 18 de Abril de 2017 (Terça-feira)

O Dia Internacional dos Monumentos e Sítios é celebrado a 18 de abril.

A data visa promover os monumentos e sítios históricos e valorizar o património português, ao mesmo tempo que tenta alertar para a necessidade da sua conservação e proteção.

O tema de 2017 é " Património Cultural e Turismo Sustentável".

Neste dia decorrem várias iniciativas para celebrar a data, como visitas e entradas gratuitas nos monumentos. Ao longo da semana que integra este dia, também se realizam comemorações por todo o país, todos os anos com um novo tema.

Monumentos e sítios abertos em Portugal

Neste dia estarão abertos ao público locais como:

  • Serralves
  • Museu do Vinho do Porto
  • Casa do Infante
  • Museu Nacional Soares dos Reis
  • Teatro Nacional São João
  • Museu Bordalo Pinheiro
  • Museu Nacional do Azulejo
  • Padrão dos Descobrimentos
  • Palácio de São Bento
  • Panteão Nacional
  • Museu dos Biscainhos

Pode conhecer todo o programa de atividades do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios por localidade no site da Direção-Geral do Património Cultural.

Monumentos mais visitados em Portugal

  1. Mosteiro dos Jerónimos
  2. Torre de Belém
  3. Mosteiro da Batalha

O Palácio Nacional de Mafra é o palácio mais visitado, enquanto que o Museu Nacional dos Coches é o museu mais visitado em Portugal.

Os estrangeiros representam 85% das entradas nos monumentos nacionais, enquanto que 61% das entradas nos museus e palácios são feitas por portugueses.

Origem da data

A data foi instituída a 18 de Abril de 1982 pelo ICOMOS (Conselho Internacional dos Monumentos e Sítios), uma associação de profissionais da conservação do património, e aprovada pela UNESCO em 1983.



publicado por Carlos Gomes às 14:56
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VALDO VIANA – 2017 TRAZ NOVO SINGLE E TOUR EM PORTUGAL

Nasceu no Nordeste brasileiro sob o nome de Valdo Viana. Estudou canto Gregoriano. Viveu, e estudou, em Paris. Regressou ao Brasil e por lá lançou o seu primeiro álbum a solo, “Brasilha” (2014). Percorreu a América do Sul, a Ásia e a Europa mostrando a sua arte e o seu talento. E no próximo mês de Abril regressará a Portugal para uma tour que promete arrebatar o público português!

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A sua vinda acontece ao som do tema “É Pra Viver”, primeiro single extraído do álbum “Brasilha” que apresentará entre nós em Abril. Esta açucarada ode à felicidade e à amizade marca o ritmo do mais recente artísta representado pela Music For All.

Do Nordeste brasileiro chega-nos Valdo Viana. Nascido em Esperantinópolis, bem no centro do Maranhão, quis o destino que a sua família sempre alimentasse a sua veia musical, dando-lhe um extenso rol de referências e inspirações. Com os progenitores descobriu a Música Popular Brasileira (MPB) a música Nordestina e o Forró. Com os irmãos explorou o Rock de Brasília e o Rock Inglês.

Com a irmã mais velha alimentou os genes do Samba e do Choro. E na sua cidade natal contactou com o reggae e as músicas folclóricas, tornando-se assim num autêntico espelho de sonoridades, mensagens e sentimentos musicais.

O seu percurso inicia-se ainda petiz nas festas da cidade quando se apresenta nos Festivais Escolares. No entanto seria em plena juventude que dava o grande passo ao assumir-se enquanto vocalista da Banda Atlantis. Durante quatro anos apresentou-se em inúmeros bares, festas e festivais locais, ganhando paixão pelo palco, pelo público e acima de tudo pela música.

É então que decide estudar canto e criar a banda de MPB Rock “Os Três”. Foi enquanto vocalista e líder deste projecto que actuou em festivais como a Calourada, da Universidade Nacional de Brasília ou o Festival de Rock Escola Paulo Freire ambos na cidade de Brasília.

Em 2011 decide uma vez mais arriscar e muda-se para Paris, no coração da Europa. Por lá estudou e se apresentou ao vivo, percorrendo cafés, salas e festas, nomeadamente as da escola onde estudava. Com a estadia na Europa chegaram concertos em diversos países: actuou em Bruxelas, em Berlim e em Lisboa, espalhando a sonoridade e o charme brasileiro pelo Velho Continente.

Um ano depois surge nova reviravolta no seu percurso musical. Retorna a Brasília e aí se estabelece definitivamente como músico e cantor. Compôs, cantou e gravou o disco “Brasilha”, uma cativante junção de sonoridades e influências, onde se destaca a poderosa, e simultaneamente doce, voz de Valdo Viana. Nas letras transparece a profundidade da mensagem e o ritmo intrínseco ao povo brasileiro.

Percorrendo as asas do destino, apresentou-se pela América do Sul, Ásia e Europa. E para Abril de 2017 está marcado o tão ansiado regresso a Portugal! Esta digressão será uma oportunidade única para presenciar a melhor música da actualidade proveniente do nordeste brasileiro.


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publicado por Carlos Gomes às 14:00
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Quinta-feira, 26 de Janeiro de 2017
MANUEL SANTOS É O FOTÓGRAFO DA AMADORA E DO FOLCLORE

O Sr Manuel Santos é um fotógrafo bastante conhecido e estimado no concelho da Amadora onde vive e também no meio do associativismo regionalista e do folclore. Não raras as vezes, acompanha os grupos folclóricos em longas viagens a fim de lhes garantir a cobertura fotográfica, incluindo a gravação em vídeo das suas actuações, trabalho que sempre faz generosamente. Além disso, é pessoa de trato afável, com grande facilidade de fazer amigos. E, não há entidade com a qual colabore, a começar pela própria Câmara Municipal da Amadora, onde não crie laços de amizade.

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O Sr Manuel Santos é um dos colaboradores do BLOGUE DE LISBOA o qual lhe deve excelentes reportagens fotográficas que fazem o gáudio dos seus leitores.

Mas, afinal que é o sr. Manuel Santos a quem todos estão habituados a vê-lo de máquina fotográfica em punho?

Natural de Lisboa, cedo rumou para Angola onde passou a trabalhar como funcionário do Estado Português. Em 1966, aos dezoito anos de idade, começou a fotografar e revelar fotos em laboratório. Em 1975 regressou à Metrópole, continuando na Administração Pública a trabalhar no apoio de desenvolvimento rural, constituindo algumas das áreas mais marcantes a Direcção dos Serviços de Documentação e Informação, o emparcelamento agrícola recuperação e construção de habitações em casas rurais um pouco por todo o país, pontões, açudes, caminhos rurais, estábulos, regadio tradicional, barragens e toda a sorte de equipamentos rurais.

Cobriu em fotografia numerosos eventos como feiras agrícolas em localidades como Santarém, Porto, Golegã, Alter do Chão, Macedo de Cavaleiros e o Algarve. Também figuras conhecidas do clero e políticos dos mais variados quadrantes ideológicos não escaparam à sua objectiva. Mais recentemente, ao Jardim Zoológico de Lisboa e aos animais que ali habitam também lhes dedica um especial carinho, registando os seus gestos de ternura e as suas brincadeiras.

Mas foi sobretudo o contacto com as gentes dos meios rurais que lhe fizeram despertar o gosto pelo folclore, captar o movimento das danças, o colorido dos trajes e a beleza das moças nos seus trajes garridos, das crianças e dos jovens transportando uma herança cultural para os vindouros. E, desde então, abraçou com paixão a causa da sua divulgação, da forma que melhor sabe fazer: fotografar!

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publicado por Carlos Gomes às 23:15
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PAN FAZ DUAS DENÚNCIAS SOBRE SITUAÇÃO DE ALMARAZ À COMISSÃO ECONÓMICA DAS NAÇÕES UNIDAS PARA A EUROPA
  • Incumprimento das Convenções de Espoo e Aarhus por parte de Espanha
  • Acelerar as decisões que podem impedir a construção de um armazém de resíduos nucleares a cem quilómetros da fronteira portuguesa
  • Vantagens económicas para os grandes grupos do sector energético sobrepõem-se à proteção do bem comum e aos interesses das pessoas

No seguimento da decisão do Governo espanhol de aprovar a construção de um armazém de resíduos nucleares na central nuclear de Almaraz, a cem quilómetros da fronteira portuguesa, e por considerar que é necessária uma intervenção de Portugal que vá para além de queixas à Comissão Europeia, o PAN –  Pessoas-Animais-Natureza apresenta amanhã duas denúncias/exposições à Comissão Económica das Nações Unidas para a Europa (UNECE) pelo incumprimento das Convenções de Espoo e Aarhus.

Atendendo a que, ao contrário do que Espanha afirmou esta semana, não houve a realização de umaAvaliação Transfronteiriça de Impacte Ambiental de acordo com os critérios da Convenção de Espoo e da Diretiva Comunitária 2011/92/UE de 13 de Dezembro de 2011, alterada pela Diretiva 2014/52/UE de 16 de Abril de 2014 e, uma vez que Portugal não foi consultado nem notificado como está previsto nas diretivas da Convenção de Aarhus, o partido defende que estamos perante o incumprimento destes acordos internacionais por parte de Espanha.

Por saber que a estratégia de Espanha passa por construir o armazém de resíduos nucleares e, com este, garantir o prolongamento do funcionamento da Central até 2030, o PAN questionou, no passado dia 5 de janeiro, o Ministério do Ambiente sobre o incumprimento das Convenções de Espoo e Aarhus. Sem ter obtido resposta até à data, o partido avança com as denúncias na expectativa de alertar a comunidade internacional para esta questão, com possíveis pedidos de esclarecimentos adicionais por parte destas entidades a Espanha e a Portugal, para que estas possam tornar mais céleres e consequentes as ações sobre o futuro da central de Almaraz, um problema político e social grave que tem unido várias forças políticas, organizações ambientalistas, associações e cidadãos.

“Foi pela voz do PAN que pela primeira vez, nesta legislatura, se alertou para o perigo da Central Nuclear de Almaraz. A decisão unilateral de Espanha em construir mais um depósito para resíduos nucleares não é surpreendente já que a intenção havia sido anunciada há meses. Ao não cumprir as Convenções Internacionais sobre Energia Nuclear, ao não iniciar uma Avaliação Transfronteiriça de Impacte Ambiental obrigatória, o Estado Espanhol faz uma clara afronta a todos os portugueses, menosprezo, que tem, de uma vez por todas, que ter uma oposição forte e inequívoca da parte do Governo Português.”, Reforça, André Silva Deputado do PAN.

Ao todo, esta central fora de prazo já sofreu mais de 2500 avarias. No ano passado teve que parar duas vezes devido a problemas técnicos que nunca ficaram totalmente esclarecidos. Amortizado o investimento, as vantagens económicas para os seus proprietários são enormes. Almaraz rende cerca de 161 milhões de euros anuais à Iberdrola, Endesa e Fenosa, grandes grupos do sector energético e donos da Central que, no seu conjunto, vendem cerca de 40% da eletricidade consumida nas casas e indústrias portuguesas. Este é um exemplo paradigmático do modelo económico e financeiro vigente em que a proteção dos agentes económicos se sobrepõe à proteção do bem comum e aos interesses maiores das pessoas.



publicado por Carlos Gomes às 15:28
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Quarta-feira, 25 de Janeiro de 2017
FALECEU O INSIGNE OCEANÓGRAFO MÁRIO RUIVO

O Prof. Doutor Mário Ruivo foi um insigne cientista dedicado ao estudo e defesa dos oceanos e ao lançamento das temáticas ambientais no nosso país. De seu nome completo Mário João de Oliveira Ruivo, nasceu em Campo Maior em 1927 e faleceu hoje em Lisboa.

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É longa a sua carreira nomeadamente como investigador científico. Na década de 1940, foi dirigente da Direcção Universitária de Lisboa, do MUD Juvenil, tendo sido preso em 1947 devido ao seu envolvimento político.

Em 1950, formou-se em Biologia pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e especializou-se em Oceanografia Biológica e gestão dos recursos vivos na Universidade Paris-Sorbonne.

Entre 1974 e 1979, dirigiu a Divisão de >Recursos Aquáticos e do Ambiente do Departamento de Pescas da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura. Foi ministro dos Negócios Estrangeiros no V Governo Provisório e Secretário de Estado das Pescas nos II, III e IV governos provisórios. Entre 1975 e 1979, foi também Director-geral dos Recursos Aquáticos e do Ambiente do Ministério da Agricultura e Pescas.

Entre os numerosos cargos que exerceu, foi ainda Chefe da Delegação Portuguesa à Conferência das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (1974-78); Ppresidente do Comité para a Comissão Oceanográfica Intergovernamental da UNESCO (1980-88), membro do Conselho Consultivo da Junta Nacional de Investigação Científica e Tecnológica - SFCT (1986-95) e presidente da Comissão de Avaliação e Controle Independente - Projecto COMBO, MEPAT (1996-97). Foi também coordenador da Comissão Mundial Independente para os Oceanos (1995-98) e membro da Comissão Estratégica dos Oceanos, bem como conselheiro científico da Expo’98. Foi também presidente da Comissão Oceanográfica Intersectorial do Ministério da Educação e Ciência, Presidente do Conselho Nacional do Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável e Presidente do Fórum Permanente para os Assuntos do Mar.



publicado por Carlos Gomes às 23:23
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“WHY YOU?”, A ESTREIA SENTIMENTAL DE RAKEL BRONZE

Rakel Bronze aliou-se ao produtor Miguel Camilo e criou um surpreendente álbum de estreia intitulado “Geração Histórica” - a ser digitalmente distribuído no próximo mês de Fevereiro – antecedido pela emotiva e poética balada “Why You?”, ilustrada por um vídeo que expressa, através da dança, a dor de perder um ente querido.

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Do inglês ao português, do espanhol ao alemão, de poderosas baladas a temas frenéticos e enérgicos ou mesmo do salero latino ao som industrializado do centro da Europa, tudo tem lugar neste autêntico mar de influências onde navega uma das novas apostas da Music For All para 2017!

Rakel Bronze nasceu em Almada, decorria o ano de 1977. Sentiu cedo o chamamento da dança, estando ligada à área desde os cinco anos de idade. Quando atingiu a maioridade optou pela formação em Letras em detrimento do Conservatório, lançando assim as bases para aquilo que, anos mais tarde, viria a transformar-se na Licenciatura em Línguas e Literaturas Modernas que hoje possui.

Paralelamente foi-se afirmando no fascinante mundo da poesia. Com apenas 19 anos de idade publicou as primeiras obras na Editora Minerva (participou em duas Antologias de Poesia Portuguesa Contemporânea) estimulando assim uma faceta que, anos mais tarde, viria a desempenhar um papel deveras importante na composição do seu disco de estreia.

Ao longo dos anos passou por diversas profissões, todas elas ligadas à comunicação e à arte que pode ser expressar-se, e compreender os que se expressam à nossa volta. As aulas de dança estiveram sempre presentes, sendo uma vertente fundamental da sua existência, tendo pisado palcos enquanto bailarina, modelo, figurante e apresentadora de diversos eventos um pouco por todo o país. Em 2013 tornou-se instrutora oficial de Zumba, tornando realidade um sonho antigo, e aumentando ainda mais as suas competências e conhecimentos numa área que lhe é tão querida como é a dança.

Em 2015 dá início à maior aventura da sua vida: construir uma carreira no mundo da música! Depois de um período de intensa composição e gravação surgiu “Geração Histórica”, primeiro trabalho a solo de Rakel Bronze, constituído por treze viciantes temas. Todas as suas diferentes facetas confluíram nesta obra: a escrita, a musicalidade, a dança e a presença em palco unem numa perfeita demonstração de talento e perseverança.

Produzido por Miguel Camilo este disco é uma autêntica viagem. Rakel Bronze demonstra toda a sua versatilidade e assume-se como uma artista ciente do mundo globalizado em que habitamos mas, simultaneamente, ligada de forma permanente às suas origens e raízes lusitanas.

A capacidade em transformar-se de música para música diferencia-a dos nomes que a rodeiam e colocam-na como uma das artistas mais camaleónicas da cena musical portuguesa. É que do inglês ao português, do espanhol ao alemão, de poderosas baladas a temas frenéticos e enérgicos, ou mesmo do salero latino ao som industrializado do centro da Europa, tudo parece ter lugar neste autêntico mar de influências onde navega Rakel e “Geração Histórica”.

Fevereiro de 2017 é então a data reter. É no início deste novo ano que o álbum de estreia de Rakel Bronze será lançado oficialmente, prometendo revelar ao país e ao mundo uma das novas caras da Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 21:21
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FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS: LISTA "B" AFIRMA QUE ELEIÇÕES FORAM PAUTADAS POR ILEGALIDADES

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ESCLARECIMENTO AOS ASSOCIADOS DA FFP

Ex.mos  Senhores

Associados da Federação do Folclore Português

Assunto: Esclarecimento aos Associados da FFP sobre o ato eleitoral

20 de janeiro de 2017

No dia 11 de dezembro de 2016 realizaram-se eleições para os Órgãos Sociais da Federação do Folclore Português (FFP), pela primeira vez disputadas com candidaturas de duas listas distintas.

A Lista B candidata aos Órgãos Sociais da FFP expressa aqui, uma vez mais, um enorme agradecimento aos Associados que acreditaram no projeto apresentado, um projeto sério, jovem, dinâmico e, sobretudo, um projeto de mudança. Dos resultados comunicados devemos retirar uma simples mas muito importante ilação: metade do movimento da FFP confiou e reviu-se no projeto da Lista B. Afinal, foi de apenas 3 Associados a diferença que separou ambas as listas!

No entanto, lamentamos que todo o processo eleitoral tenha sido pautado por diversas irregularidades regimentais, ousamos até dizer, por diversos atos ilícitos. Estes factos, graves, mais do que ilustrarem a actuação de diversos elementos dos Órgãos Sociais responsáveis pelo ato eleitoral, em última instância ensombram a vitória “limpa” (estamos a citar) da Lista A no referido acto eleitoral.

Uma vez que não nos revemos nesta forma de estar e agir, e queremos acreditar que a esmagadora maioria dos associados da FFP também não, a Lista B desencadeou um processo interno de esclarecimento dos referidos atos apresentando requerimentos , primeiramente, ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral e, em segunda instância, ao Presidente do Conselho Fiscal, Órgãos a quem compete fiscalizar e controlar a FFP (Art. 63º do Regulamento Geral Interno da FFP), bem como velar pelo cumprimento dos Estatutos e Regulamentos da FFP (ponto 7 do Art. 64º do Regulamento Geral Interno da FFP).

Talvez não surpreendentemente, de ambos os Órgãos recebemos respostas que demonstraram inequivocamente a conivência e anuência para com os factos ilícitos detetados, bem como uma enorme falta de vontade de repor a verdade, como podem verificar pelos documentos anexos.

Tal como sempre expressamos durante o período eleitoral, a Lista B é apologista e acérrima defensora da transparência e não compactua com os atos ilegais preconizados durante o ato eleitoral. Uma vez que não é nossa pretensão arrastar este processo, e porque os Órgãos Sociais responsáveis pelo apuramento dos factos demitiram-se das suas responsabilidades, decidimos encerrar as diligências para apuramento das ilicitudes verificadas. Contudo, não sem antes apresentar estes factos a todos os Associados. Deixamos, assim, para vossa análise os documentos trocados entre as diversas entidades para que daí possam retirar as conclusões que vos pareçam pertinentes.

Com os melhores cumprimentos,

Os elementos da Lista B



publicado por Carlos Gomes às 01:21
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Terça-feira, 24 de Janeiro de 2017
LISBOETAS DEBATEM ORÇAMENTO PARTICIPATIVO PORTUGAL

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publicado por Carlos Gomes às 21:51
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MINHOTOS E CHINESES FESTEJAM CONJUNTAMENTE EM LISBOA ENTRADA DO ANO NOVO CHINÊS

O folclore é o que mais contribui para a paz, o conhecimento e o estreitamento dos laços de amizade entre os povos

Os minhotos que vivem na região de Lisboa participaram no passado fim-de-semana nos tradicionais festejos do Ano Novo Chinês, celebrado em Portugal com a antecipação de uma semana relativamente à data efectiva da entrada do ano. Com os seus trajes tradicionais, o Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho desfilou na avenida Almirante Reis rumo ao Largo do Martim Moniz, juntamente com as inúmeras representações da cultura tradicional chinesa, num gesto que valoriza a amizade luso-chinesa e contribuiu para a paz e amizade entre os povos.

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Sob signo do Galo, estas festividades são organizadas pela Embaixada da China em parceria com a Câmara Municipal de Lisboa, Câmara Municipal de Portimão e Câmara Municipal do Porto, de acordo com o seguinte programa:

21 JAN, sábado:

Desfile – 11h00/ 12h00 – Av. Almirante Reis (entre a Igreja dos Anjos e a Praça do Martim Moniz)

Espetáculo – 13h00/ 16h30 – Praça do Martim Moniz

Feira Tradicional – 10h00/ 17h00 – Praça do Martim Moniz

22 JAN, domingo:

Espetáculo – 14h00/ 16h00 – Praça do Martim Moniz

24 JAN, terça-feira:

Inauguração Exposição Fotográfica: Celebrações do Feliz Ano Novo Chinês no Mundo – 18h00 – Centro Científico e Cultural de Macau

Porto

19 JAN, quinta-feira:

Espetáculo da Companhia de Ópera Wu de Zhejiang – 21h00 – Coliseu do Porto

Dança do Dragão – 11h00/ 12h00, 15h00/16h00 – Rua de Santa Catarina (Porto) e Vila do Conde

Portimão 

19 JAN, quinta-feira:

Demostração de atividades artesanais tradicionais  (recorte de papel, tecelagem de cânhamo, escultura de argila e apresentação de teatro de sombras) – várias sessões – Casa Manuel Teixeira Gomes

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O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na região de Lisboa.

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 19:30
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MUSEU BORDALO PINHEIRO ORGANIZA TERTÚLIA SOBRE LIBERDADE DE IMPRENSA

O Museu Bordalo Pinheiro vai assinalar os 112 anos da morte de Rafael Bordalo Pinheiro com Paulo Jorge Fernandes (professor na Univ. Nova / FCSH, Departamento de História) que vai fazer uma reflexão sobre Liberdade de Imprensa: Censura e Caricatura no Tempo de Bordalo Pinheiro. A sessão ocorre amanhã, quarta-feira, dia 25 de Janeiro, às 19 horas.

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publicado por Carlos Gomes às 18:24
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Segunda-feira, 23 de Janeiro de 2017
LUCIANA ARAÚJO LANÇA PRIMEIRO SINGLE

É através da doce e suave voz de Luciana Araújo que nos chega o primeiro grande sucesso de 2017. “Mais” é o primeiro single de “Essências”, disco de estreia da cantora e compositora luso-brasileira.

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Esta forte aposta da Music For All conta com versões de temas de vozes bem conhecidas do público português (como Rui Veloso, Carlos Tê ou Nuno Gonçalves, dos The Gift) e resulta de uma agradável e surpreendente fusão da Música Popular Brasileira (MPB) com letras características da música portuguesa. Destaque ainda para a presença de músicos que trabalham regularmente com cantores do calibre de Djavan ou Maria Rita.

Luciana Araújo nasceu em Fortaleza, Ceará, mas possui também nacionalidade portuguesa, um traço característico de que se orgulha bastante. Iniciou o seu percurso artístico aos 14 anos de idade, actuando nos principais espaços e eventos da cidade onde nasceu, Fortaleza.

Tendo noção do seu potencial, Luciana inscreveu-se em aulas de técnica vocal e dança contemporânea, complementando assim as suas performances em palco.

No seu percurso académico contam-se uma Licenciatura em Comunicação Social (Publicidade e Propaganda), uma Pós-Graduação em Integrated Brand Management e um MBA em Marketing Digital assim como o total domínio de três línguas (Inglês, Italiano e Espanhol) e domínio parcial de uma quarta (Mandarim).

Mas voltemos ao seu percurso no mundo da música. A sua estreia na rede nacional brasileira aconteceu no “Tempo de Alegria”, da cadeia SBT, mas foi dois anos depois que teve lugar um passo decisivo. Entre mais de trinta mil cantores, oriundos de todo o Brasil, Luciana Araújo foi selecionada, tendo assim o prazer de actuar por quatro vezes no reputado e influente programa “Domingão do Faustão”, onde Luciana ficou entre os treze finalistas.

A sua estreia na televisão portuguesa aconteceu quando se apresentou ao vivo no programa “SIC 10 Horas”, da SIC, tendo o seu “regresso” à televisão brasileira acontecido aquando a sua dupla visita ao Programa Raul Gil, da TV Record. Já Luciana Araújo residia em Portugal quando a banda Per7ume lhe endereça um convite irrecusável: ser uma das vozes do tema “(Assim) Azul”, numa participação especial com a banda nortenha.  

A televisão volta a cruzar-se no seu percurso por intermédio da TV Record Internacional e de um convite surpreendente: tornar-se apresentadora! Em dois anos Luciana apresentou mais de 600 programas ao vivo, divididos entre “Quem Quer Dinheiro” e “GRP”.

Estávamos em 2012 quando Luciana decidiu dar o passo que lhe faltava: gravar o seu primeiro disco! Movendo-se na sonoridade MPB, e tendo Bruno Cardozo como produtor (ele que colaborou com nomes do calibre de Rita Lee ou Gal Costa), este é um álbum que fica marcado pela participação de músicos conceituados no Brasil e pelas duas versões de músicas bem conhecidas do público português (“Fácil de Entender”, dos The Gift, e “Porto Sentido”, do incomparável Rui Veloso e Carlos Tê). 

“Essências” chegou ao público brasileiro em 2014, em formato físico e digital, e chegará ao público português neste início de 2017! Depois de conquistar o Brasil finalmente chegou a hora de Luciana Araújo arrebatar o público lusitano!


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publicado por Carlos Gomes às 18:19
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Domingo, 22 de Janeiro de 2017
PEDRO MELO ESTREIA-SE COM “THE STORYTELLER”

Depois de “Pete, The Little Giant” ter dado luz ao Outono que agora se despede, brindamos a chegada do Inverno com “The Storyteller” - o registo de estreia do cantautor bracarense Pedro Melo - uma compelativa colecção de canções imbuída na melhor tradição indie folk inspirada em nomes como Mumford & Sons, Damien Rice ou Of Monsters and Men.

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Disponível para escuta nas principais plataformas de streaming, o EP surge com o selo da Music In My Soul. Para desfiar com encanto ao longo do rigoroso e gélido Inverno de 2017.

Pedro Melo nasceu a 21 de Dezembro de 1993 em Braga, onde reside até aos dias de hoje. Com o gosto pela música despertado pelos discos dos anos 70 e 80 que escutava em casa, foi já enquanto adolescente, aos 14 de idade, inspirado pelo álbum “Where The Light Is” de John Mayer, que decidiu comprar a sua primeira guitarra clássica, que aprendeu a tocar sozinho. Dois anos mais tarde começaria por acompanhá-la também com a voz, tendo registado as primeiras experiências no YouTube.

Aos 17 formaria a sua primeira banda com outros dois amigos, os Giant’s Magazine, de onde resultaram canções como “Tartarus” e trechos de letras que mais tarde deram origem a faixas como “The Storyteller” ou “The Bourbon Tissue”.

Pouco depois ingressaria na Universidade do Minho onde estudou Engenharia Informática durante dois anos, até que optou por mudar para Economia. Durante esse período, Pedro foi atuando em alguns eventos académicos e expandindo a sua vertente de instrumentista, ao aprender a tocar de forma autónoma banjo, bandolim e ukulele.

Aos 21 de idade, detetado pelos populares covers do seu canal de YouTube, foi convidado a participar na terceira edição do programa The Voice (RTP1) onde, na equipa de Mickael Carreira, enfrentou as “Provas Cegas” e as “Batalhas”, tendo sido eliminado na fase do “Tira Teimas”.

Com a participação no concurso chegaram as primeiras actuações ao vivo em nome próprio: Doçaria História à Mesa, A Toca e a B Concept Store foram alguns dos espaços que acolheram os primeiros originais de Pedro Melo.

Em 2017 edita o seu EP de estreia,“The Storyteller”, com o selo da Music In My Soul.


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publicado por Carlos Gomes às 11:40
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Sábado, 21 de Janeiro de 2017
“FRENÉTICA", O NOVO ÁLBUM DE PATRÍCIA CANDOSO

Depois de um longo período de maturação artística, Patrícia Candoso reactiva agora a sua carreira musical com a edição de um novo álbum, o terceiro do seu percurso.

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“Frenética” reflete a maturidade de Patrícia enquanto mulher independente e artista consolidada na indústria do entretenimento, mantendo agora uma harmonização perfeita entre as vertentes de música, televisão e teatro.

Com o cunho criativo do cantor/compositor Mikkel Solnado e o selo da Music In My Soul, o novo álbum já se encontra disponível em edição digital, sendo antecedido pelos singles “Ready For It” e “Só Sei Que Nada Sei”. O lançamento físico será na próxima semana, a 27 de Janeiro.

O alinhamento de “Frenética” é composto por:

1 – “Frenética”

2 – “Quero-te Só Para Mim”

3 – “Desta Vez”

4 – “Give Me a Heartbeat”

5 – “Só Sei Que Nada Sei”

6 – “Em Bruto”

7 – “Nunca Foste Meu”

8 – “Ready For It”

9 – “Quero-te Só Para Mim” (Versão Acústica)

Patrícia Candoso, cantora e atriz de 34 anos, é licenciada em Ciências da Comunicação e fez formação de música e teatro.

A sua carreira começou ao interpretar “Catarina” na telenovela da TVI, “Sonhos Traídos”, em 2001. Depois disso integrou a primeira temporada da famosa série juvenil “Morangos com Açúcar”, onde começou a cantar, tendo acabado por lançar dois álbuns – “O Outro Lado” (2004) e “Só Um Olhar” (2006) - que contêm vários sucessos. A partir daí, Patrícia nunca mais parou e tem trabalhado continuamente em televisão, teatro, cinema, publicidade e música.

Apesar do gosto pela área da comunicação e do jornalismo, os convites e o talento têm falado mais alto, e foi este o rumo que Patrícia escolheu dar à sua vida. “Mundo Meu”, “Casos da Vida”, “Um Lugar Para Viver” e “Louco Amor” são exemplos de projetos que marcaram o seu percurso.

Atualmente concentra as suas forças no regresso à música, tendo produzido o terceiro álbum em estúdio na companhia do cantor, compositor e produtor Mikkel Solnado, a ser lançado em Dezembro com o selo da Music In My Soul. 


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publicado por Carlos Gomes às 11:36
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Sexta-feira, 20 de Janeiro de 2017
“WHY YOU?”, A ESTREIA SENTIMENTAL DE RAKEL BRONZE

Rakel Bronzealiou-se ao produtor Miguel Camilo e criou um surpreendente álbum de estreia intitulado “Sing and Dance Your Emotions” -a ser digitalmente distribuído no próximo mês de Fevereiro – antecedido pela emotiva e poética balada“Why You?”, ilustrada por um vídeo que expressa, através da dança, a dor de perder um ente querido.

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Do inglês ao português, do espanhol ao alemão, de poderosas baladas a temas frenéticos e enérgicos ou mesmo do salero latino ao som industrializado do centro da Europa, tudo tem lugar neste autêntico mar de influências onde navega uma das novas apostas da Music For All para 2017!

Rakel Bronze nasceu em Almada, decorria o ano de 1977. Sentiu cedo o chamamento da dança, estando ligada à área desde os cinco anos de idade. Quando atingiu a maioridade optou pela formação em Letras em detrimento do Conservatório, lançando assim as bases para aquilo que, anos mais tarde, viria a transformar-se na Licenciatura em Línguas e Literaturas Modernas que hoje possui.

Paralelamente foi-se afirmando no fascinante mundo da poesia. Com apenas 19 anos de idade publicou as primeiras obras na Editora Minerva (participou em duas Antologias de Poesia Portuguesa Contemporânea) estimulando assim uma faceta que, anos mais tarde, viria a desempenhar um papel deveras importante na composição do seu disco de estreia.

Ao longo dos anos passou por diversas profissões, todas elas ligadas à comunicação e à arte que pode ser expressar-se, e compreender os que se expressam à nossa volta. As aulas de dança estiveram sempre presentes, sendo uma vertente fundamental da sua existência, tendo pisado palcos enquanto bailarina, modelo, figurante e apresentadora de diversos eventos um pouco por todo o país. Em 2013 tornou-se instrutora oficial de Zumba, tornando realidade um sonho antigo, e aumentando ainda mais as suas competências e conhecimentos numa área que lhe é tão querida como é a dança.

Em 2015 dá início à maior aventura da sua vida: construir uma carreira no mundo da música! Depois de um período de intensa composição e gravação surgiu “Sing and Dance Your Emotions”, primeiro trabalho a solo de Rakel Bronze, constituído por treze viciantes temas. Todas as suas diferentes facetas confluíram nesta obra: a escrita, a musicalidade, a dança e a presença em palco unem numa perfeita demonstração de talento e perseverança.

Produzido por Miguel Camilo este disco é uma autêntica viagem. Rakel Bronze demonstra toda a sua versatilidade e assume-se como uma artista ciente do mundo globalizado em que habitamos mas, simultaneamente, ligada de forma permanente às suas origens e raízes lusitanas.

A capacidade em transformar-se de música para música diferencia-a dos nomes que a rodeiam e colocam-na como uma das artistas mais camaleónicas da cena musical portuguesa. É que do inglês ao português, do espanhol ao alemão, de poderosas baladas a temas frenéticos e enérgicos, ou mesmo do salero latino ao som industrializado do centro da Europa, tudo parece ter lugar neste autêntico mar de influências onde navega Rakel e “Sing and Dance Your Emotions”.

Janeiro de 2017 é, então, a data reter. É no início deste novo ano que o álbum de estreia de Rakel Bronze será lançado oficialmente, prometendo revelar ao país e ao mundo uma das novas caras da Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 11:32
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Quinta-feira, 19 de Janeiro de 2017
ZUUZAA E WELLMAN AO VIVO NO MUSICBOX

O Musicbox Lisboa abre as suas portas no próximo dia 25 de Janeiro para acolher dois dos mais entusiasmantes projectos emergentes nacionais da actualidade: os Zuuzaa, com afiliação ao blues rock, e os WellMan, a despontar nos maravilhosos terrenos da indie pop/rock, ambos com o suporte da Music For All.

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Os primeiros acordes soarão por volta das 22h, sendo que os bilhetes apresentam um custo de 6€.

O ano de 2016 marca a estreia de um dos projectos mais promissores da actualidade. São portugueses, dão pelo nome de Zuuzaa e propõem uma infusão de Rock, Blues e Soul com particular destaque para um coro feminino que nos transporta para os saudosos anos 60.

Após um intenso período criativo Rafael Ribeiro, guitarrista e vocalista, assumiu a árdua tarefa de formar uma banda que desse corpo, vida e sentimento às canções por si habilmente escritas. Primeiro muniu-se da doce voz de Inês Carvalho, sua amiga de longa data. Depois da talentosa dupla Mariana Matoso e Rafaela Pereira. Este distinto trio, de vozes marcadamente femininas, começou por colaborar numa só faixa. Contudo, rapidamente, se tornou perceptível que parte da magia da banda residia na alma, garra e emoção que as três davam às canções de Rafael Ribeiro. Foi com esta formação, que os então intitulados Zuuzaa & The Last Jesters, viram finalizadas as suas dez primeiras composições originais.

Com a entrada do baixista francês Matt Seybald e do baterista Bernardo Jorge a banda ganhou experiência e versatilidade, enriquecendo o seu trabalho em estúdio assim como a performance em palco. Graças aos contributos dos novos membros o número de temas originais subiu para 13 e o mês de Setembro marcou a estreia nos palcos nacionais.

Depois do lançamento do primeiro álbum de originais, intitulado “MARA”, está a decorrer o processo de gravação dos videoclips dos primeiros singles. Esta é também a fase em que surgem mais concertos e performances ao vivo, alimentando assim a paixão pelo palco, e pelo contacto directo com o público, espalhando a música, e a mensagem, por detrás de tão astutas criações.

Por sua vez os WellMan nasceram ao mesmo ritmo da amizade de Afonso Teixeira (vocalista), Afonso Lima (guitarrista), José Miguel Saraiva (baixista) e Mateus Carvalho (saxofonista), recém-conhecidos estudantes do primeiro ano de Direito.

Afonso Teixeira apresentou aos restantes membros uma série de originais que desejava que tivessem outra roupagem. Inicialmente apenas com o intuito de conferir às músicas uma outra dimensão, os cinco acabaram por "recriar" as mesmas. Em Junho de 2016, surgiu a oportunidade de ir a estúdio gravar os temas e aquilo que começou por ser uma forma de descontração da vida universitária sem qualquer divulgação pública, passou a ser uma verdadeira banda, à qual Afonso Teixeira emprestou o seu nome artístico (WellMan).

O quinteto que se move nas férteis águas do pop/rock, assume com orgulho a sua sonoridade viciante, envergando sempre um sorriso cativante e uma alegria contagiante. Para o primeiro trimestre de 2017 está marcado o lançamento oficial do seu single de estreia.


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publicado por Carlos Gomes às 21:45
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Quarta-feira, 18 de Janeiro de 2017
“INVADE-ME A ALMA”, A ESTREIA IMERSIVA DE SALMAR

Directamente das turbulentas águas de Peniche chega-nos o primeiro single de Salmar. “Invade-me a Alma” é uma balada actual onde o passado e o futuro se encontram, cruzando-se desilusões e expectativas, e onde o olhar não desprende do horizonte mesmo que o coração se sinta ferido por desamores antigos.

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Passados 15 anos e mais de 500 concertos, este é o tema que nos introduz o primeiro álbum de originais de Salmar – “Inquietação”. Na senda de nomes como Luís Represas ou Rui Veloso, Salmar é mais um dos cantores com o raro dom de transformar a portugalidade em canções que nos arrebatam e emocionam, chegando até ao público nacional por intermédio da chancela da Music For All.

Nasceu sob o nome de Filipe Ferreira, mas é como Salmar que sobe a palco. Sempre sentiu a música como uma extensão de si mesmo, uma forma alternativa de comunicar e expressar os seus pensamentos, actos e desejos.

Cedo se tornou adquirido que seguiria pelo atribulado, e emocionante, trilho que pode ser o mundo da música. Na hora de escolher um nome artístico honrou a terra que o viu nascer, Peniche e, acima de tudo, a forte ligação ao mar. Não é, portanto, ao acaso que hoje o chamamos de Salmar!

Passada uma década e meia e mais de quinhentos concertos por todo o país tomou uma decisão: apostaria verdadeiramente na sua carreira a solo. Consolidou, assim, o desejo e a promessa de escrever, compor e cantar temas seus e só seus.

A consequência natural desta resolução é o lançamento do single “Invade-me a Alma”, tema que nos conquista suavemente e nos introduz ao primeiro álbum discográfico – “Inquietação”. 2017 é o ano em que Salmar dá o salto e rumo ao infinito.


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publicado por Carlos Gomes às 13:47
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PAN ORGANIZA DEBATE SOBRE A MORTE MEDICAMENTE ASSISTIDA

“O direito a morrer com dignidade” – Dia 25 de Janeiro, Quarta-feira, pelas 18h00

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza organiza na sua sede, na Av. Almirante Reis 81B em Lisboa, no próximo dia 25 de Janeiro, Quarta-feira, pelas 18h00, um debate sobre a morte medicamente assistida, tanto na vertente de eutanásia como de suicídio medicamente assistido.

Este encontro conta com a participação de Gilberto Couto, médico e autor do livro “A eutanásia descodificada”, do candidato a bastonário da Ordem dos Médicos e professor universitário Jorge Torgal, da Deputada do PS, Maria Antónia de Almeida Santos, do Deputado do BE, José Manuel Pureza, da advogada e Deputada do PSD Paula Teixeira da Cruz e do Deputado André Silva do PAN.

Pretende-se contribuir para esclarecer os cidadãos sobre os aspetos éticos, médicos e jurídicos relacionados com uma matéria tão complexa e sensível e que faz parte do programa com o qual o PAN concorreu às legislativas de Outubro de 2015. Para além disso, foi hoje agendado em Conferência de Líderes para dia 1 de Fevereiro, à tarde, o debate da Petição para a despenalização da Morte Assistida

Por ser o único partido a integrar esta matéria nos seus programas eleitorais, o PAN sente uma responsabilidade acrescida no seu estudo aprofundado para poder apresentar uma solução legislativa com as respostas mais adequadas e na defesa da importância do seu debate, aberta e construtivamente pela comunidade científica, médico-profissional e sociedade civil.

Um estudo da Eurosondagem para o Expresso e para a SIC, publicado em Março do ano passado, revela que 67,4% da população quer ter o direito de antecipar a sua morte. Este é um resultado bastante expressivo da vontade dos portugueses em ver discutido, com seriedade e isenção, um assunto que trata, sobretudo, da dignificação da vida humana até ao último momento.

Morte medicamente assistida: o direito a morrer com dignidade

Os cuidados paliativos não eliminam por completo o sofrimento em todos os doentes nem impedem por inteiro a degradação física e psicológica, e por isso a morte medicamente assistida não entra em conflito nem exclui o acesso aos cuidados paliativos e a sua despenalização não significa um menor investimento nesse tipo de cuidados.

Falar da despenalização da morte medicamente assistida é falar do ato médico administrado a doentes em situação irreversível e em grande sofrimento, mas conscientes, livres, competentes e capazes, com poder para tomar decisões de acordo com as suas próprias convicções, tanto em relação a questões quotidianas como às mais decisivas e íntimas, nas quais se incluem as decisões sobre a própria morte. Um indivíduo competente e autónomo é livre e responsável pelas suas escolhas. Ser-se responsável pelas próprias escolhas em vida significa, também, ser-se livre de poder escolher quando e como morrer. Não se trata de uma escolha entre a vida e a morte, mas entre uma morte em sofrimento e um fim de vida digno. É necessário perspetivar a vida na ótica da qualidade e não da quantidade, porque viver não é o mesmo que ter uma vida. A vida “biológica” não tem o mesmo valor que a vida “biográfica”, composta pelas experiências, escolhas e convicções.

O princípio da dignidade da pessoa humana, consagrado como uma das bases da República Portuguesa, obriga a que o direito a morrer em paz e de acordo com os critérios de dignidade que cada um construiu ao longo da sua vida faça parte do património ético da humanidade.

O PAN encara a despenalização e regulamentação da morte medicamente assistida como uma expressão concreta dos direitos individuais à autonomia e à liberdade de convicção e de consciência. Em Portugal, os direitos individuais no domínio da autodeterminação da pessoa doente têm vindo a ser progressivamente reconhecidos e salvaguardados por via do reforço do consentimento informado, do direito de aceitação ou recusa de tratamento, da condenação da obstinação terapêutica e das diretivas antecipadas de vontade, constituindo a regulamentação da morte assistida mais um passo importante no reconhecimento destes direitos.



publicado por Carlos Gomes às 13:31
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PAN QUER MAIS RIGOR NA UTILIZAÇÃO DE ANIMAIS PARA INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA

PAN quer mais rigor na utilização de animais para investigação científica e investimento em alternativas

  • Normas mais rigorosas e maior investimento económico e político em alternativas científicas e tecnológicas à experimentação animal
  • Projetos de experimentação científica com animais não podem ser realizados sem que tenha sido recebida uma avaliação favorável da DGAV

O PAN - Pessoas-Animais-Natureza acompanha esta semana com duas iniciativas legislativas a petição de cidadãos por uma “ciência mais rigorosa”, debatida em plenário na próxima Quinta-feira, 19 de Janeiro. As propostas do PAN introduzem, por um lado, normas mais rigorosas no que diz respeito à utilização de animais para fins de investigação científica e, por outro, propõem um maior investimento económico e político em alternativas científicas e tecnológicas à experimentação animal.

Uma diretiva comunitária de 2010, transposta para a legislação portuguesa, afirma que os modelos animais devem ser substituídos por modelos alternativos, sempre que possível. O preâmbulo desta diretiva do Parlamento Europeu e do Conselho reforça a necessidade de uma maior reflexão sobre o tema e sobre a avaliação da necessidade de utilização de animais para fins de experimentação, devendo ter-se em conta que os animais sentem dor, sofrimento, angustia e dano duradouro. As mesmas são claras quando indicam que “a utilização de animais para fins científicos ou educativos só deverá, portanto, ser considerada quando não existir uma alternativa não animal.”

Também a comunidade científica se tem pronunciado neste sentido e de forma consensual no que diz respeito à necessidade de uma maior transparência e objetividade na ciência que recorre ao uso de modelos animais na investigação científica (Conferência Internacional de Alternativas à Experimentação Animal (www.icaae.com) - Declaração de Lisboa).

Atualmente existem projetos de investigação científica a avançar sem a supervisão ou parecer da Direcção-Geral de Veterinária (DGAV), que por falta de recursos humanos não tem conseguido dar resposta às fragilidades transversais a várias áreas e serviços da sua tutela. O projeto de lei do PAN reforça a necessidade de um projeto não poder ser realizado sem que tenha sido recebida uma avaliação favorável da DGAV e parecer favorável do Comité de Ética.

A segunda iniciativa legislativa do PAN pretende, por outro lado, a alocação de uma percentagem dos fundos de inovação e desenvolvimento (I&D) da despesa pública distribuídos pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) em métodos não animais.

Precisamos de afastar o foco estratégico das experiências com animais e redirecioná-lo para os modelos computacionais e técnicas in vitro. Atualmente existem alternativas à experimentação animal, mas falta-nos um maior investimento económico e político, bem como uma mudança de mentalidades. No século XXI, e em grande parte das situações, os animais podem e devem ser eficientemente substituídos por sistemas biológicos in vitro(cultura de células e tecidos), placentas humanas e cordões umbilicais. Hoje a ciência possui ferramentas como modelos computacionais in silico, por oposição aos testes in vitro e in vivo para estudos de toxicidade, por exemplo bases de dados e modelos computacionais de relações quantitativas estrutura/atividade (QSAR) para prever a toxicidade de uma substância com base na sua estrutura e propriedades. No ensino, pode e deve fomentar-se o uso de sistemas virtuais, interditando a utilização de animais.

Enquanto agência pública nacional de apoio à investigação em ciência, tecnologia e inovação em todas as áreas do conhecimento, a FCT tem contribuições financeiras maioritárias do Orçamento do Estado e dos fundos estruturais da União Europeia. Em 2015 o orçamento da FCT foi de 468 milhões de euros para investimento direto em ciência, que foi distribuído maioritariamente por bolsas, emprego científico, projetos de I&D e Instituições I&D. Sem alteração do orçamento da FCT, o PAN pretende garantir um aumento do investimento em métodos cientificamente satisfatórios que não impliquem a utilização de animais vivos através do financiamento preferencial aos mesmos.



publicado por Carlos Gomes às 13:16
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CHINESES COMEMORAM ANO DO GALO

A comunidade chinesa em Portugal festeja no próximo fim-de-semana o Ano Novo Chinês, com uma semana de antecipação à data efectiva da entrada do ano.

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Sob signo do Galo, estas festividades são organizadas pela Embaixada da China em parceria com a Câmara Municipal de Lisboa, Câmara Municipal de Portimão e Câmara Municipal do Porto, de acordo com o seguinte programa:

21 JAN, sábado:

Desfile – 11h00/ 12h00 – Av. Almirante Reis (entre a Igreja dos Anjos e a Praça do Martim Moniz)

Espetáculo – 13h00/ 16h30 – Praça do Martim Moniz

Feira Tradicional – 10h00/ 17h00 – Praça do Martim Moniz

22 JAN, domingo:

Espetáculo – 14h00/ 16h00 – Praça do Martim Moniz

24 JAN, terça-feira:

Inauguração Exposição Fotográfica: Celebrações do Feliz Ano Novo Chinês no Mundo – 18h00 – Centro Científico e Cultural de Macau

Porto

19 JAN, quinta-feira:

Espetáculo da Companhia de Ópera Wu de Zhejiang – 21h00 – Coliseu do Porto

Dança do Dragão – 11h00/ 12h00, 15h00/16h00 – Rua de Santa Catarina (Porto) e Vila do Conde

Portimão 

19 JAN, quinta-feira:

Demostração de atividades artesanais tradicionais  (recorte de papel, tecelagem de cânhamo, escultura de argila e apresentação de teatro de sombras) – várias sessões – Casa Manuel Teixeira Gomes


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publicado por Carlos Gomes às 09:58
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Terça-feira, 17 de Janeiro de 2017
SOUL BROTHERS EMPIRE – “CREATION” AO VIVO NAS FNAC!

Depois de um single contagiante, de seu nome “Jah Of Creation”, e de um álbum de estreia surpreendente - “Creation” - chega-nos uma série de concertos intimistas dos Soul Brothers Empire onde o rock, o reggae e os ritmos fortes e viciantes não vão faltar!

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Esta irmandade tem raízes em Proença-a-Nova e durante os meses de Janeiro, Fevereiro e Abril vão passar pelas FNAC de Alfragide, Vasco da Gama, Almada e Leiria, respectivamente. Confira abaixo todas as datas das actuações de uma das apostas nacionais da Music For All!

21.01 | FNAC @ Alfragide, 17h

28.01 | FNAC @ Vasco da Gama, 17h

18.02 | FNAC @ Almada, 17h

15.04 | FNAC @ Leiria, 17h

Naturais de Proença-a-Nova e existentes desde 2010, os Soul Brothers Empire são um coletivo composto por Gil Henriques (voz e guitarra), Claúdio Mendes (bateria), Joka (guitarra ritmo) e Pedro Martins (baixo) que assume influências do reggae, punk, rock e ska numa fusão única.

No currículo contam com presenças em vários festivais direcionados ao público jovem, como a Queima das Fitas de Coimbra, a Semana Académica da Covilhã, a Semana Académica de Castelo Branco, o Enterro do Caloiro de Aveiro (onde partilharam o palco com os Natiruts), entre muitos outros concertos de Norte a Sul do país, fazendo sempre vibrar o público por onde passam.

A participação no Rock Rendez Worten em 2011 permitiu-lhes chegar ao palco do Musicbox, em Lisboa, sendo que dois anos depois marcaram presença na mítica Festa do Avante. Mais recentemente foram convidados do “5 Para a Meia-noite” (RTP1) e subiram ao palco do Hard Rock Café.

“Creation”, o longa-duração de estreia, chegou em 2014 e com ele trouxe singles pegadiços como “Free To Go”, “Soul Brothers” ou “Jah of Creation”.


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publicado por Carlos Gomes às 20:05
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DEPUTADO DO PAN QUESTIONA NO PARLAMENTO DESTRUIÇÃO DA RESERVA ECOLÓGICA NACIONAL NO LITORAL ALENTEJANO

Publicamos a intervenção do Deputado André Silva do PAN, no debate quinzenal desta tarde, no âmbito da, quase, extinção da Reserva Ecológica Nacional no litoral alentejano e das fortes suspeitas de substituição de uso de território da REN para fins imobiliários e turísticos.

Sr. Primeiro-ministro, escolheu para tema deste debate a "situação económica e financeira" e do país. Para o PAN a protecção ambiental e os valores naturais são a base da sustentabilidade económica e financeira do país.

Gostávamos de lhe falar do processo de destruição que está em curso no litoral alentejano.

Falamos concretamente da quase extinção da Reserva Ecológica Nacional na região pois analisando os números é mesmo disso que se trata. Senão vejamos: A área de REN nos concelhos de Alcácer do Sal e em Grândola foi reduzida em cerca de ¾.

Mas quem beneficia desta drástica redução? Alega-se o cumprimento da lei e que esta redução é do supremo interesse nacional. Mas que interesse público é este que faz reduzir escandalosamente a área de Reserva Ecológica? Quem é que são os interessados? Vão ser construídos hospitais ou escolas nessas áreas?

65000 ha são valores absurdos que revelam fortes suspeitas de substituição de uso de território da REN para fins imobiliários e turísticos. Uma área equivalente a 65 mil campos de futebol para asfaltar e betonar. Sr. PM também concorda que este é um caso de interesse nacional?

Sobre esta nebulosa redução da área REN, o IGAMAOT veio já dizer, e passo a citar, “entende-se subsistirem fundamentos razoáveis para que seja ponderada, pela tutela, a revogação ou anulação administrativa do despacho do Presidente da CCDR Alentejo, que aprovou a nova circunscrição territorial da REN do município de Alcácer do Sal (…) e do município de Grândola.” [informações do IGAMAOT n.ºs I/1270/14/SE e I/716/15/SE]*

No mesmo sentido, no final de Julho de 2015, veio o despacho do então ministro do ambiente Jorge Moreira da Silva. [despacho n.º 18/MAOTE/2015]*

Sr. PM, sabe quais foram os desenvolvimentos? Nenhuns.

Sr. PM, o que justifica a passividade do Estado perante estagrosseira usurpação territorial e do bem comum?

Temos conhecimento que o actual governo ainda não se manifestou sobre o delito ambiental que autoriza a destruição irreversível do litoral alentejano.

Que medidas tomará o governo para conter este assalto ambiental? Que medidas tomará o governo para salvaguardar aquilo que é de todos nós? Irá, ou não, o governo revogar as decisões tomadas?



publicado por Carlos Gomes às 15:34
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JANTAR DE REIS REALIZA-SE EM GUIMARÃES

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publicado por Carlos Gomes às 14:27
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LUZINGO EDITA E APRESENTA NOVO EP HOMÒNIMO AO VIVO

Depois de antecedido pelos irresistíveis “Mary Jane” e “Inveja”, eis que chega por fim o novo registo homónimo do músico angolano Luzingo. Envolto em ritmos africanos e com influências de hip hop e música electrónica, o EP é composto por sete temas e já se encontra disponível para audição nas principais plataformas de streaming.

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Este novo trabalho será apresentado ao vivo já no próximo dia 25 de Janeiro, no B.Leza, seguindo-se uma série de datas nas FNAC portuguesas. A saber:

26.01 | FNAC @ Vasco da Gama, 21h30

28.01 | FNAC @ Guimarães, 17h

29.01 | FNAC @ Braga, 17h

Luzingo é um músico angolano que combina hip hop com elementos de música electrónica e alternativa, uma mescla de influências que são palpáveis através da música que produz e representa.

Começou por fazer rap aos 10 anos de idade em Portugal com um grupo intitulado Galáxia Sudoeste, e aos 11 começou a fazer os primeiros beats, Desde então, Luzingo dedicou-se a evoluir e a reunir um vasto conjunto de influências do grande melting pot de músicas e culturas que foi experienciando ao longo dos anos, saltando entre Angola e Portugal, Reino Unido e Alemanha, entre muitos outros países.

A sua primeira mixtape, “Torcicolos”, foi editada em 2011, seguida por “Sempre a Lhe Dar Vol. 1 & 2”, em 2013 e 2014, respectivamente. Durante esse tempo, Luzingo envolveu-se noutros projectos: em 2013 lançou o EP “Realidade Alternativa” em parceria com o congénere angolano Dalós e no ano seguinte produziu e editou um EP juntamente com os Koletiva, composto por si, Dalós, Cátia Carreira, Bruno Reis, Salpikus, Ngange e Lima Craque.

Tendo traçado grande parte do seu percurso na língua portuguesa, em 2015 Luzingo aventurou-se num novo caminho criativo, em inglês, com um single duplo intitulado “Nocturnal”. Nesse mesmo integrou um projecto de world music com um artista alemão chamado Luís Linton, a que deu o nome de Globalites, cujo primeiro LP (“Strobelights”) foi lançado em 2016. No início de 2017 editará um novo trabalho homónimo, com o selo da Music In My Soul.


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publicado por Carlos Gomes às 14:12
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PAN PEDE MAIS FÉRIAS E FERIADO NACIONAL NO DIA DE CARNAVAL
  • Ritmos alucinantes das “sociedade modernas” contribuem para disfunções familiares
  • Perceção dominante de que elevados níveis de produtividade apenas se conseguem com elevadas cargas horárias tem sido cientificamente rejeitada
  • Elevar estes festejos ao contrário de outras tradições anacrónicas e violentas como é caso das touradas

A Assembleia da República debate durante esta e a próxima semana a consagração da terça-feira de Carnaval como feriado nacional obrigatório e a reposição dos 25 dias úteis de férias, respetivamente. O PAN apresentará duas iniciativas legislativas neste âmbito.

A primeira pede que a Terça-Feira de Carnaval passe a constar da lista de feriados obrigatório, e propõe uma alteração ao Código do Trabalho que o possibilite. Com vários séculos de existência, a festa do Carnaval portuguesa, representa uma tradição e deve existir uma preocupação em preservar ao máximo a nossa identidade cultural. Estes são festejos saudáveis que se devem elevar, ao contrário de outras tradições anacrónicas e violentas que contribuem para reforçar valores sociais negativos, como é caso das touradas.

A festa e os desfiles do Carnaval impactam significativamente vários sectores e animam as economias locais. Para além disso, o calendário escolar encontra-se também organizado de acordo com o pressuposto que a Terça-Feira de Carnaval é considerada feriado, estando previsto um período de férias para esta época. Na sociedade moderna, os pais veem-se submetidos a um ritmo alucinante, trabalhando todo o dia, com exigências profissionais cada vez maiores, deixando pouco tempo e disponibilidade para estarem com os filhos. Por este motivo, numa época em que as famílias estão cada vez mais distanciadas, é preciso incentivar e criar condições efetivas que permitam o aumento do número de períodos de lazer em família, sendo a época de Carnaval um bom período para tal. Pretende-se institucionalizar um feriado que já o é na realidade, visto que a esmagadora maioria dos municípios e das empresas já dão tolerância de ponte.

A segunda iniciativa legislativa do PAN altera o Código do Trabalho, reconhecendo o direito a 25 dias úteis de férias. Em Portugal, o período normal de trabalho não pode exceder as oito horas diárias e as quarenta horas por semana, o que, comparativamente com outros países, e de acordo com vários estudos realizados até à data, constituem longas jornadas de trabalho.  Para além dos longos períodos normais de trabalho, verificam-se igualmente situações em que, mesmo após o horário laboral, os trabalhadores continuam a exercer funções à distância, facto que impede o seu descanso efetivo. Em França, um estudo de Setembro do ano passado demonstrou que 37% dos trabalhadores utilizam ferramentas digitais fora do tempo de trabalho, o que motivou a criação de legislação que reflete o “direito a desligar”, que permita assegurar o respeito pelos tempos de descanso dos trabalhadores.

A perceção dominante de que elevados níveis de produtividade apenas se conseguem com elevadas cargas horárias, tem sido cientificamente rejeitada, com vários estudos que indicam que, à medida que aumentamos o número de horas de trabalho, a produtividade diminui, estando inclusive associado ao aumento de produtividade a existência de maiores períodos de descanso e lazer, pelo que é preciso promover o aumento destes períodos.



publicado por Carlos Gomes às 13:28
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CORO ANIMATO ATUA NO CONVENTO DOS CARDAES

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publicado por Carlos Gomes às 13:00
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Segunda-feira, 16 de Janeiro de 2017
CASA DE GOA REALIZA "CHÁ DAS CINCO"

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publicado por Carlos Gomes às 22:39
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CASUAR: AO VIVO NA FNAC DO CHIADO

Depois de um 2016 de afirmação no panorama musical português, com a edição do primeiro álbum a solo, CASUAR: inicia 2017 com um showcase ao vivo na FNAC dos Armazéns do Chiado no próximo dia 21 de Janeiro pelas 17h.

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Oportunidade mais que ideal para escutar as canções de “Game Over”, entre elas “Fuga” e “Mero Passo”, perfeitos exemplares da indie pop singular e inventiva que nos apresenta neste projecto one man band, já disponível para compra nos locais habituais e para escuta nas principais plataformas de streaming.

Nascido a 30 de Março de 1989 em Castelo Branco, Rui Rodrigues é filho de mãe portuguesa e pai moçambicano. O primeiro contacto que teve com a música foi nos escuteiros, onde aprendeu a tocar guitarra. Mais tarde, ingressou numa escola de música onde aprendeu a tocar guitarra elétrica, bateria e piano, alimentando assim a sua vertente multi-instrumentística.

Na adolescência tocava frequentemente covers de bandas de rock, punk e metal com os amigos. E, uns anos mais tarde, descobriu o mundo da World Music onde aprendeu a tocar percussões africanas, didgeridoo, fujara, gaita-de-fole, entre outros instrumentos tradicionais.

Quando acabou a escola, entrou em Biologia na Universidade de Lisboa mas desistiu passados poucos meses para poder seguir a sua verdadeira paixão: a música. Aos 19 anos, deu aulas de música numa escola primária e começou um curso de Produção Musical, que acabaria no ano seguinte. Perto de atingir o final do curso, Rui Rodrigues foi convidado para tocar na sua banda portuguesa favorita, os Dazkarieh. Começava aqui a sua carreira como músico profissional. Para além de experiência musical, foi aqui que despertou para o mercado da música em Portugal ganhando experiência na área do marketing musical.

Com Dazkarieh gravou 3 discos e fez mais de 150 concertos em Portugal e na Europa, em países como Alemanha, Espanha, Áustria, Suiça e Lituânia. Fez parte da formação de bandas de variados estilos como Stereo Parks (Indie/Rock), Pás de Probléme (World Music), mas destaca-se a presença na banda Voodoo Marmalade (Banda de Ukuleles) onde fez cerca de 100 concertos e onde teve a primeira experiência como compositor/produtor musical, compondo, gravando, produzindo e misturando o primeiro disco da banda.

Entre 2014 e 2015 destacam-se as participações como músico nas bandas Donna Maria e D.A.M.A (onde ainda se encontra em funções). Em finais de 2014 os Dazkarieh acabam com o último disco e a última tour, e dá-se o mote para a criação de um novo projeto musical one man band chamado CASUAR:

O primeiro trabalho foi lançado em Outubro de 2014. Trata-se de um EP homónimo com 5 faixas completamente auto-produzidas desde as letras até à gravação, da mistura e masterização ao design da capa. O tema “Monotonia” fez parte da compilação Novos Talentos Fnac 2015, tendo rodado durante esse ano na playlist da Antena3.

No espaço de um ano fez mais de 30 concertos destacando-se: Toca a Todos (na Praça do Comércio, em direto para a Antena3), Final do EDP Live Bands'15, NOS Alive'15 e Final do CambraFest onde acabou por sair vencedor. Em Julho de 2016 foi lançado o seu primeiro longa-duração, “Game Over”, com o selo da Music In My Soul.


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publicado por Carlos Gomes às 19:53
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“FILHA DE EMIGRANTES”, O NOVO SINGLE DE MK NOCIVO

Depois de “O Mesmo de Sempre” e “Se Eu Fosse Presidente”, é tempo de conhecermos “Filha de Emigrantes”, o mais recente single extraído do último álbum de MK Nocivo, “Pro Domo - Em Causa Própria”, que reflecte sobre a árdua vida de um emigrante e conta com a participação da cantora Vanessa Martins e produção de L.O.B. O vídeo oficial, lançado no final do ano passado, somou 200 mil visualizações num espaço de duas semanas apenas.

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“Pro Domo – Em Causa Própria”, o novo álbum do rapper brigantino, já se encontra disponível em formato físico e para audição nas principais plataformas de streaming.

O interesse de Jorge Rodrigues pelo Hip Hop despertou em 1998, depois de ouvir o clássico "It’s Like That" dos RUN DMC, e a sua primeira paixão foi o graffiti. Mas só em 2004 é que começou a escrever rimas e a produzir. A vontade de evoluir e aprender era enorme, assim como o sonho de possuir um registo em nome próprio. Ao longo dos anos foi criando faixas soltas, organizando uns concertos e juntando dinheiro para o seu primeiro registo a solo – o "Capítulo Obsceno", que saiu em 2007. O dinheiro obtido com esse trabalho deu para comprar algum material e montar um home studio e, a partir daí, editou várias mixtapes que disponibilizou online para download gratuito.

O projeto MK Nocivo nasceu oficialmente em maio de 2004 e o primeiro concerto aconteceu em outubro, no Dia Mundial da Música, no Teatro Municipal de Bragança. Em termos de discografia, conta já com inúmeros trabalhos e colaborações. Além disso, foi vencedor do Rock Rendez Worten 2008 e finalista do concurso de bandas Sumol Summer Fest, em 2014. No ano seguinte sagrou-se vencedor do NOS Live Act, tendo marcado presença no cartaz do festival.

“A excepção à regra, a prova que do nada nasce tudo” é como o próprio MK Nocivo se define. Isso mesmo pode ser confirmado agora com a edição do seu novo álbum, “Pro Domo – Em Causa Própria”, antecedido pelos singles “O Mesmo de Sempre” e “Se Eu Fosse Presidente”.



publicado por Carlos Gomes às 19:49
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MOLDAVOS NO BARREIRO CANTAM AS JANEIRAS

A comunidade moldava cantou as janeiras nos Paços do Concelho do Barreiro, apresentando diversos temas do folclore da Moldávia. A iniciativa foi da Associação Cultural dos Imigrantes Moldavos MIORITA.

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Na ocasião, Rodica Gherasim, presidente da Associação, desejou aos autarcas barreirenses um Bom Ano e que “continue a amizade entre a comunidade moldava e os barreirenses”, aproveitando para agradecer “o apoio que sempre nos deram”.

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publicado por Carlos Gomes às 14:09
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PAN PROMOVE CONFERÊNCIA SOBRE “A PAZ NA DIVERSIDADE

Conferência - A Paz na Interdiversidade: para um pragmatismo Acolhedor na Cidade de Lisboa

DATA E HORA: 03 de Fevereiro, entre as 9h30 e as 17h00

LOCAL: Fórum Lisboa / A Casa da Cidadania * Av. De Roma, 14 P, 1000-265 Lisboa

O Grupo Municipal do PAN – Pessoas-Animais-Natureza da Assembleia Municipal de Lisboa e a Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, através do Departamento de Ciência das Religiões / Linha de Investigação “Cosmovisões da Ásia”, promovem a iniciativa “A Paz na Interdiversidade: para um pragmatismo Acolhedor na Cidade de Lisboa”.

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Esta integra-se na "World Interfaith Harmony Week ", e justifica-se pela necessidade evidente de uma ação pragmática alicerçada na promoção de valores e práticas que contribuam efetivamente para que os cidadãos e aqueles que, direta e indiretamente detêm responsabilidades nas diferentes áreas de intervenção na Cidade possam assumir um compromisso para uma educação da cultura de paz.

Aos diversos convidados - dirigentes políticos e institucionais, profissionais e líderes religiosos - do plano nacional e local, que aceitaram o desafio de partilhar o seu saber e as suas experiências, nas mais diversas áreas, com um foco especial para a educação e o diálogo inter-religioso para a paz, juntam-se cidadãos, profissionais da educação e da intervenção social, representantes da sociedade civil, do movimento associativo, da academia, partidos políticos e ONG’s, entre outros.

De que falamos quando nos referimos a Educação para uma Cultura de Paz, na Cidade de Lisboa? Como assegurar a boa convivência em Lisboa, gerindo construtivamente o conflito? Qual o segredo de acolher, respeitando e unindo? O que já se está a fazer e o que, em conjunto, se poderá fazer para a Paz na Cidade de Lisboa? São algumas das questões, às quais se pretende responder, reforçando pontes de diálogo e de relação entre todos, e promovendo espaços de comunicação e de ação, facilitadores de uma intervenção dialogante e integrada.

Contributos para Um Pacto para uma Educação da Cultura de Paz, apelando a uma ação concreta ao alcance de cada um, é o objetivo final, para o qual se convida à participação, envolvendo cidadãos em geral, com recurso às redes sociais. Profissionais e dirigentes das instituições locais, são igualmente convidados, através da realização das Oficinas de Participação, mediante inscrição até ao dia 21 janeiro 2017 para o email:apaznainterdiversidade@gmail.com.

As últimas descobertas cientificas nas áreas da física, da biologia e da neurociência, assim como o surgimento de certos paradigmas filosóficos, têm colocado em evidência a interconexão e interdependência que existe entre todos os seres vivos e o planeta. Esta iniciativa constitui um contributo para a compreensão da transição de paradigmas em que vivemos, e para a afirmação de um Compromisso para uma Educação da Cultura de Paz, com impacto nos programas e projetos, educativos, culturais, e da intervenção social, em Lisboa.



publicado por Carlos Gomes às 13:07
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Domingo, 15 de Janeiro de 2017
FOLCLORE EM LOURES É UM FESTIVAL!

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publicado por Carlos Gomes às 18:37
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Sábado, 14 de Janeiro de 2017
ENCONTRO DE CONCERTINAS JUNTA MINHOTOS EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 15:54
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Sexta-feira, 13 de Janeiro de 2017
MUSEU NACIONAL DE ARQUEOLOGIA APRESENTA "PORTUGAL POR MIÚDOS"

Após 3 meses, muitas dezenas de escolas e várias centenas de espectadores, Portugal por Miúdos continua em cena no Museu Nacional de Arqueologia, no Mosteiro dos Jerónimos.

Escolas de terça a Sexta

Famílias aos domingos,16h

(o acesso ao espectáculo inclui visita ao Museu)

O espectáculo que conta e brinca com a História de Portugal

José Jorge Letria escreve | Vasco Letria encena | Museu Nacional de Arqueologia apresenta "Portugal por miúdos"

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publicado por Carlos Gomes às 14:40
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KADYPSLON APRESENTA “REFÚGIO” AO VIVO NAS FNAC

Numa altura em que o seu primeiro longa-duração está quase a ver a luz do dia, Kadypslon prepara-se para uma pequena digressão pelas FNAC lusitanas que servirão de apresentação a “Refúgio”, o novo registo.

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Não faltarão à chamada canções como “Malta Perdida”, “Rise & Shine” ou “Realidade”, canções que têm marcado o percurso do rapper lisboeta. Conheçam as datas:

20.01 | FNAC @ Almada Fórum, 22h

27.01 | FNAC @ Alegro Alfragide, 21h30

Nascido em meados dos anos 90 nos subúrbios de Lisboa, em Santo António dos Cavaleiros, Kadypslon descobriu por volta dos 14 anos a paixão pela poesia e pelo movimento hip hop. Durante cinco anos foi aperfeiçoando o seu dom juntamente com dois primos, até que decidiu emigrar, devido à falta de condições e oportunidades no seu país.

Atualmente a residir em Peterborough, em Inglaterra, e depois de quase dez anos de paragem, Kadypslon decidiu voltar a dedicar-se à música, agora com toda outra maturidade, garra e perspetiva.

Em 2010 gravou a sua primeira demo com seis faixas promocionais. Três anos mais tarde disponibilizaria o seu primeiro projeto, intitulado “Pandemonium”, que refletia um resumo de experiências passadas narradas na primeira pessoa. No primeiro trimestre do ano edita o seu primeiro longa-duração, “Refúgio”, que recolhe influências de boom bap e gravita em torno da temática da consciência urbana.


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publicado por Carlos Gomes às 13:34
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Quinta-feira, 12 de Janeiro de 2017
“BÁRBARA”, O INFORTÚNIO FEMININO DE CARLOS MACHADO

Directamente de Curitiba chega-nos o portentoso Carlos Machado. Autor de cinco discos de originais, dos quais “Bárbara” é o mais recente (2015), estreia-se finalmente em Portugal em 2017. Do seu caldeirão de influências destacam-se o Rock, o Jazz, a World Music e a natural Música Tradicional Brasileira, numa conjugação única da sonoridade tropical brasileira com a universalidade do Rock e do Jazz.

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O açucarado single “Bárbara” é a porta de entrada de Carlos Machado no continente europeu, numa consagração há muito merecida. 2017 promete a chegada do sexto álbum de originais e a estreia nos palcos portugueses, tudo com o selo da Music For All.

Corria o ano de 1977 quando Curitiba assistiu ao nascimento daquele que, anos mais tarde, se tornaria num dos seus nomes mais célebres. Embora seja a música a trazer-nos aqui antes de pisar palcos e encantar multidões já encantava pelo poder das suas palavras (ou não fosse ele escritor). Este é o percurso, e a história, de Carlos Machado.

Movendo-se nas profícuas águas onde a Música Tradicional Brasileira se encontra com o Rock, o Jazz e a World Music, Carlos Machado estreia-se como músico e compositor em 2008. Esse foi o ano em que lançou “Tendéu”, disco gravado com a cantora brasileira Esther Tribuzy. As composições ficaram ao cargo de poetas como Fernando Koproski, Alexandre França, Ricardo Corona, Luiz F. Leprevost ou Juan Viacava, sendo a produção de Murillo Da Rós (compositor e violinista de Curitiba) e do próprio Carlos Machado. A destacar existe ainda o facto da sua estreia discográfica ter sido editada de forma independente, fazendo assim justiça ao espírito livre e mente aberta que sempre o destacaram da multidão que o rodeia.

Dois anos depois surge “Samba Portátil”, o seu segundo disco de originais, onde sobressai a colaboração do poeta Fernando Koproski. A produção, e os arranjos, ficaram novamente à responsabilidade de Murillo Da Rós, tendo sido o próprio Carlos Machado a gravar todos os instrumentos do álbum.

Temos que percorrer outro par de anos para encontrarmos o próximo lançamento do curitibano. “Longe” contou com uma colaboração mais extensa de Murillo Da Rós: para além da produção, trabalho já realizado nos discos anteriores, fez também os arranjos e gravou as guitarras. Tal como nos seus dois primeiros álbuns parte das composições são da sua autoria estando a outra parte ao cuidado do anteriormente citado Fernando Koproski.

Ao recordar o seu percurso é impossível não destacar o ano de 2013. Não só lançou um DVD ao vivo como um álbum cantado em espanhol! “Longe e Outras Canções” é composto por vinte e dois temas, sendo o alinhamento uma mistura dos três álbuns editados até então. Por sua vez “Los Amores de Paso” contém faixas anteriormente gravadas mas com novos arranjos e cantadas em espanhol. Este álbum tem a particularidade de ter um único tema em português: uma versão de “Hallelujah”, de Leonard Cohen, com letra da autoria de um dos seus colaboradores mais regulares, o poeta Fernando Koproski.

Assim chegamos até 2015 e ao seu mais recente trabalho. “Bárbara” é um conjunto de doze poderosas canções e, porque em equipa que vence não se mexe, uma vez mais temos letras de Fernando Koproski em grande destaque. Entre 2015 e 2016 Carlos romou à Suíça para quatro concertos especiais, estreando-se assim nos palcos europeus.

Para o ano que agora se inicia estão prometidas muitas novidades! Não só verá a luz do dia o resultado da sua nova parceria com Isadora Dutra (sob o título “DESencontros” este será o seu sexto registo a solo) como está prevista para o Verão a sua estreia nos palcos lusitanos naquela que será a sua segunda experiência na Europa.

E como a vida é um círculo terminamos como começámos: fazendo referência à sua vertente de escritor. Na literatura publicou os livros “A Voz do Outro” (contos. ed. 7letras, 2006), “Nós da Província: Diálogo Com o Carbono” (contos. ed. 7letras, 2007), “Balada de uma Retina Sulamericana” (novela. ed. 7letras, 2008) e “Poeira Fria” (novela. Ed. Arte e Letra, 2012). De Curitiba para o mundo, assim se apresenta Carlos Machado.



publicado por Carlos Gomes às 13:24
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ALHOS VEDROS ELEGE RAÍNHA DO CARNAVAL

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publicado por Carlos Gomes às 10:52
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Quarta-feira, 11 de Janeiro de 2017
ENCONTRO DE CONCERTINAS JUNTA MINHOTOS EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 23:58
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LUZINGO E RITCHAZ CABRAL APRESENTAM NOVOS EPS AO VIVO NO B.LEZA

O ano começa com um evento único no conhecido espaço lisboeta B.Leza, a 25 de Janeiro, que servirá de palco à apresentação dos novos trabalhos do músico angolano Luzingo e do luso-cabo-verdiano Ritchaz Cabral.

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O primeiro estreará as canções do seu novo EP homónimo, antecedido pelos inescapáveis “Mary Jane” e “Inveja”, enquanto o segundo apresentará ao público os temas do EP “Mal Famadu”, do qual já é conhecido o bamboleante “Kabalindadi”. As portas abrem às 22h, sendo que os bilhetes apresentam um custo de 6€, podendo ser adquiridos aqui.

Luzingo é um músico angolano que combina hip hop com elementos de música electrónica e alternativa, uma mescla de influências que são palpáveis através da música que produz e representa.

Começou por fazer rap aos 10 anos de idade em Portugal com um grupo intitulado Galáxia Sudoeste, e aos 11 começou a fazer os primeiros beats. Desde então, Luzingo dedicou-se a evoluir e a reunir um vasto conjunto de influências do grande melting pot de músicas e culturas que foi experienciando ao longo dos anos, saltando entre Angola e Portugal, Reino Unido e Alemanha, entre muitos outros países. No início de 2017 editará um novo trabalho homónimo, com o selo da Music In My Soul.

Por sua vez, Ricardo Cabral, de nome artístico Ritchaz Cabral, nasceu em Lisboa, no profícuo ano de 1988, e é filho de pais cabo-verdianos, imigrantes em Portugal há várias décadas. Com apenas 13 anos, começa a dar os seus primeiros passos na música. Entre 2003 e 2012, fez parte da dupla Ritchaz & Keky que se apresentava com uma sonoridade mestiça onde o Kuduro se encontrava com a Kizomba e onde o Techno e o Reggae se fundiam com o Funaná e o Hip-Hop, num autêntico caldeirão de influências e sonoridades.

 Foi em 2014 que Ritchaz decidiu dedicar-se a uma carreira a solo, começando a preparar aquele que se tornaria no seu primeiro EP. Neste trabalho são bem audíveis as suas raízes cabo-verdianas através dos Funanás lentos, dos Batuques com letras que retratam a simplicidade da vida e os valores do amor e respeito assim como os temas de cariz social, vertente que Ritchaz sempre prezou bastante. “Mal Famadu” é o seu primeiro EP a solo, que chega até nós com o selo da Music For All.



publicado por Carlos Gomes às 21:04
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MIKE BRAMBLE LANÇA “LIVING DREAMS”

O músico MIKE BRAMBLE, acaba de lançar a sua nova música intitulada "Living Dreams" que estará disponível em todas as lojas e plataformas de música online e no seu site oficial no próximo dia 13 de janeiro, informação esta que desejava que partilha-se na sua plataforma de informação.

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"Living Dreams" é um tema de alerta e abertura de consciência dos limites do planeta Terra, ridicularizando as excentricidades da sociedade moderna. "Living Dreams" faz parte de um conjunto de músicas que irão integrar o próximo disco de MIKE BRAMBLE a ser lançado durante este ano.

Antes de dia 13 de Janeiro, pode ouvir um "cheirinho" da faixa "Living Dreams" no teaser em https://www.youtube.com/watch?v=HvUKB4D3bk4.

Mike Bramble é um músico Pop/Rock de Leiria. Começou a compôr e a gravar no seu estúdio caseiro algumas demos que chamaram à atenção através das redes sociais e das web-rádios um pouco por todo o mundo, em especial o tema "Is It You" com o qual atingiu o 1º. lugar na categoria de Soul no site americano Ourstage.com.

Desde 2012 que está reunido a mais 3 elementos (João Loureiro - bateria; Hugo Santos - baixo; e Mike Gomes - guitarra) e mantem a composição de novos temas e novos arranjos que disponibiliza ao público regularmente online. Em Julho de 2015  edita o seu EP de estreia, "Platonic" em formato digital e em Fevereiro de 2016 em formato físico, distribuído pela Compact Records.

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publicado por Carlos Gomes às 20:26
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PAN PROPÕE DEBATE ALARGADO SOBRE OS IMPACTOS DO CETA EM PORTUGAL E NA EUROPA
  • Explicar o tratado de modo contínuo e alargado a cidadãos, às empresas, aos sindicatos, às organizações não-governamentais e a outros agentes sociais
  • Opacidade nas negociações e densidade técnica tem gerado desconfiança social
  • CETA pode ter impacto negativo na soberania nacional em matérias como proteção social, regulação laboral, sanitária ou ambiental

A Assembleia da República debate amanhã uma petição de cidadãos que pede ao governo que o acordo Económico e Comercial Global entre a União Europeia e o Canadá, mais conhecido como CETA (Comprehensive Economic and Trade Agreement) seja ratificado no parlamento nacional.

O PAN acompanha a petição da Plataforma Não ao TTIP, que amanhã pelas 14h30 se manifesta em frente à frente à Assembleia da Republica, e apresenta um Projeto de Resolução que recomenda ao Governo português a promoção de um debate alargado, com a sociedade civil e organizações não-governamentais, sobre os impactos do CETA em Portugal e na Europa.

As negociações deste acordo, entre a Comissão Europeia e o Governo Canadiano, iniciaram-se em maio de 2009 e o acordo preliminar foi conseguido em 2014, tendo o executivo comunitário publicado a ata da negociação em Agosto de 2015. Durante estes anos de negociações, poucas têm sido as iniciativas nacionais para ouvir ou mesmo explicar o tratado de modo contínuo e alargado a cidadãos, às empresas, aos sindicatos, às organizações não-governamentais e a outros agentes sociais. A opacidade nas negociações e a densidade técnica, com constantes avanços e recuos, com que este acordo transnacional e muitos outros (e.g. Acordo de Livre Comércio de Serviços/TISA e a Parceria Transatlântica de Comércio e Investimento/TTIP) é negociado e debatido, gera, uma desconfiança social sobre os seus alegados auspiciosos benefícios. Não negligenciando factos e argumentos de ambos os lados do CETA e dos restantes acordos transnacionais a serem promovidos no seio Europeu, é factual que os governos necessitam de promover um debate mais alargado e inclusivo sobre estas matérias.

A urgência e necessidade desta discussão pública, alargada no espaço e no tempo, vem à tona pelos próprios entraves e discordâncias no seio da União Europeia. Bloqueios que demonstram, mais uma vez, as dificuldades na promoção de uma análise mais extensiva e criteriosa de mecanismos e cláusulas do tratado, para além dos círculos de decisão institucional.

Acrescem a estas disfunções institucionais os receios de muitos movimentos sociais de que o CETA tenha um impacto negativo nas soberanias dos Parlamentos Nacionais em matérias como a protecção social e a regulação laboral, sanitária e ambiental. Esta apreensão social crescente, reflexo de uma sociedade dialogante, plural e transparente, levou 455 organizações da sociedade civil da Europa e do Canadá, em Novembro de 2016, a elaborar uma carta aberta ao executivo Europeu contra o CETA e a que, mais recentemente, a academia internacional se manifeste para travar a opacidade nas negociações deste acordo.

Este desafio em torno do CETA apresenta-se como uma oportunidade para as classes políticas demonstrarem que os cidadãos podem confiar numa democracia aberta e dialogante e que os órgãos de decisão estão atentos às preocupações da sociedade civil. O poder político deve firmar e assegurar que, qualquer que seja o resultado da votação no Parlamento Europeu ou Nacional, o mesmo seja sempre mais próximo dos desejos dos cidadãos, o que só acontecerá quanto maior e mais prolongado for o debate em torno das especificidades do CETA e de outros acordos transnacionais.



publicado por Carlos Gomes às 14:50
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PAN QUESTIONA CENTRAL DE ALMARAZ

PAN questiona Ministério do Ambiente sobre a afronta do Governo Espanhol no tema da central de Almaraz

  • PAN pretende informações adicionais sobre o contexto da decisão sobre aconstrução de um armazém de resíduos nucleares na central de Almaraz
  • Ao não cumprir as Convenções Internacionais nem Avaliação de Impacte Ambiental obrigatória, Espanha faz uma clara afronta aos portugueses
  • Se o depósito for construído o Estado Espanhol tem o caminho facilitado para garantir o prolongamento do funcionamento da Central até 2030

No seguimento da decisão do Governo espanhol de aprovar a construção de um armazém de resíduos nucleares na central de Almaraz, o PAN junta-se aos ambientalistas de Portugal e Espanha que se vão manifestar amanhã, 12 de janeiro de 2017, às 18 horas junto ao consulado de Espanha em Lisboa. Está também agendada uma Conferência internacional neste âmbito para dia 4 de fevereiro na Fábrica de Braço de Prata, em Lisboa.

Ainda no seguimento desta decisão, o PAN questionou, na semana passada, o Ministério do Ambiente sobre se o Estado espanhol comunicou, formalmente, ao Estado português a intenção de avançar com a construção de um armazém em Almaraz para depositar resíduos nucleares. Face ao incumprimento da Convenção de Espoo por parte de Espanha, atendendo a que não houve a realização do estudo de impacte ambiental e uma vez que Portugal não foi consultado nem notificado do mesmo, o PAN pretende ainda saber que medidas serão tomadas pelo Estado português.

Tendo em conta o avanço unilateral do Ministério da Indústria espanhol relativamente à construção do armazém temporário individualizado na Central Nuclear de Almaraz, o PAN pergunta também se o Estado português vai recorrer à entidade internacional United Nations Economic Commission for Europe (UNECE).

Por último, o partido pretende saber se o Estado português já apresentou denúncia formal sobre o incumprimento das Convenções de Espoo e Aarhus e, em caso afirmativo, quando foi apresentada e a que entidade.

Quando este depósito estiver construído, o Estado Espanhol tem o caminho facilitado para garantir o prolongamento do funcionamento da Central até 2030, pelo que é necessária uma intervenção que vá para além de queixas à União Europeia. É necessário fazer uso dos expedientes diplomáticos para a impedir a construção do referido depósito e para encerrar de vez a bomba relógio que é a Central Nuclear de Almaraz.

“Foi pela voz do PAN que pela primeira vez nesta legislatura se alertou para o perigo da Central Nuclear de Almaraz. A decisão unilateral de Espanha em construir mais um depósito para resíduos nucleares não é surpreendente já que a intenção havia sido anunciada há meses. Ao não cumprir as Convenções Internacionais sobre Energia Nuclear, ao não iniciar uma Avaliação Transfronteiriça de Impacte Ambiental obrigatória, o Estado Espanhol faz uma clara afronta a todos os portugueses, menosprezo, que tem, de uma vez por todas, que ter uma oposição forte e inequívoca da parte do Governo Português.”, Reforça, André Silva Deputado do PAN que estará presente nesta manifestação.



publicado por Carlos Gomes às 14:03
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Terça-feira, 10 de Janeiro de 2017
”KABALINDADI”, O NOVO SINGLE DE RITCHAZ CABRAL

O músico luso-cabo-verdiano Ritchaz Cabral chega até nós com “Kabalindadi”, caloroso e bamboleante tema mergulhado na melhor tradição dos sons típicos de Cabo Verde que pretende alertar consciências para a necessidade de combater a tirania e corrupção humana que preenchem o nosso dia-a-dia.

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Este é então o cartão de visita do primeiro EP a solo do músico, “Mal Famadu", que estará disponível digitalmente a partir do próximo mês de Fevereiro com o selo da Music For All.

Ricardo Cabral, de nome artístico Ritchaz Cabral, nasceu em Lisboa, no profícuo ano de 1988, e é filho de pais cabo-verdianos, imigrantes em Portugal há várias décadas.

Com apenas 13 anos, começa a dar os seus primeiros passos na música. O passaporte para aquilo que, anos mais tarde, se transformaria na sua vida profissional foi um velho gravador de cassetes, propriedade do seu progenitor, e um microfone inventado e construído pelo próprio utilizando pequenas colunas modificadas. Na altura, cantava letras conhecidas de autores cabo-verdianos e gravava brincadeiras com as irmãs e amigos.

Entre 2003 e 2012, fez parte da dupla Ritchaz & Keky que se apresentava com uma sonoridade mestiça onde o Kuduro se encontrava com a Kizomba e onde o Techno e o Reggae se fundiam com o Funaná e o Hip-Hop, num autêntico caldeirão de influências e sonoridades. A partir de 2007, a dupla trabalhou com a agência cultural Filho Único (Lisboa), com quem tiveram atuações regulares dentro e fora do país e através da qual participaram na coletânea de CD’s Novos Talentos da Fnac e da Antena 3 (2008).

Entre 2009 e 2011, Ritchaz frequenta dois cursos relacionados com a criatividade, produção e marketing musical na Restart (Lisboa), passando a fazer com frequência trabalhos de gravação, produção, mistura e masterização de música para diversos artistas na Europa e África. Nascia assim uma faceta diferente e complementar na carreira de Ritchaz Cabral!

Em 2011, e nos dois anos que se seguiram, Ritchaz integrou a banda de Reggae Luso United, sediada na Amadora, assumindo-se como teclista.

Paralelamente, o artista envolve-se em diferentes projetos ligados à música. Foi co-criador do Estúdio SomGráfico (estúdio de música comunitário), no bairro Outurela (Oeiras), juntamente com outros amigos e músicos; deu aulas de viola na escola básica local; e fez a co-produção e o lançamento do álbum musical independente Proghetto, que contou com a presença de vários artistas.

Em 2012, o artista junta-se ao grupo Raboita como vocalista, guitarrista e baixista. É nesta altura que passa a ter mais contacto com a música tradicional de Cabo Verde, adicionando ao seu leque de sonoridades as Mornas, Batukus, Funanás, Coladeiras e Mazurcas.

Chegamos, enfim, a 2014. Esta foi a altura em que Ritchaz decidiu dedicar-se a uma carreira a solo, começando a preparar aquele que se tornaria no seu primeiro EP. Neste trabalho são bem audíveis as suas raízes cabo-verdianas através dos Funanás lentos, dos Batuques com letras que retratam a simplicidade da vida e os valores do amor e respeito assim como os temas de cariz social, vertente que Ritchaz sempre prezou bastante. Em simultâneo, Ritchaz integra o grupo Skopeofonia, um projeto de investigação académica em Etnomusicologia, da Universidade de Aveiro com a Fundação para a Ciência e Tecnologia, que tem recolhido e analisado as práticas musicais no bairro da Cova da Moura, na Amadora.

É por entre um leve sorriso, um ritmo quente e pegadiço e uma letra que nos transporta para as sinceras e profundas paisagens africanas que encontramos este primeiro trabalho de Ritchaz Cabral. O menino que Portugal viu nascer e crescer é hoje um homem que não esquece as suas origens, homenageando-as em “Mal Famadu”, o seu primeiro EP a solo.


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publicado por Carlos Gomes às 14:08
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PORTUGUESES DEBATEM ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DE PORTUGAL

A participação dos cidadãos na vida do país é fator decisivo para a qualidade da nossa democracia, por isso desde já agradecemos o seu contributo e a sua participação na primeira edição do Orçamento Participativo Portugal!

Como é do seu conhecimento, a submissão das propostas online não corresponde, por si só, à aceitação da mesma, sendo obrigatória a apresentação num encontro participativo.

Neste sentido, caso tenha submetido a sua proposta, até agora, no site OPP, solicitamos que consulte o calendário de Encontros Participativos para que possa apresentar a mesma presencialmente.

Os Encontros Participativos irão iniciar na próxima semana e, de 9 de Janeiro até 21 de Abril, vamos realizar mais de 50 encontros participativos por todo o país. Os primeiros serão já na próxima semana, a realizar na região norte.

- Dia 12 às 21h00 | Viana do Castelo | Biblioteca Municipal

Semanalmente iremos enviar uma atualização relativa as datas e locais de realização dos Encontros Participativos.

Mais informamos que as propostas submetidas até esta data deixarão de estar visíveis no site OPP.

A publicação online das propostas será feita após a apresentação nos Encontros Participativos.

Continue a acompanhar-nos através do nosso site e também das redes sociais:

https://www.opp.gov.pt

https://www.facebook.com/OrcamentoParticipativoPortugal/

https://www.instagram.com/opportugal/


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publicado por Carlos Gomes às 13:28
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Segunda-feira, 9 de Janeiro de 2017
TRADIÇÃO DAS JANEIRAS MANTÉM-SE EM ANDORRA

A tradição das Janeiras vai ser apresentada no Principado de Andorra, numa iniciativa do Grupo de Folclore ‘Casa de Portugal’, por 12º ano consecutivo. A partir do próximo sábado, dia 14 e até ao dia 29 de Janeiro os elementos do Grupo irão percorrer o Principado aproximando a cultura tradicional portuguesa à sociedade andorrana e junto da comunidade portuguesa que procura com esta iniciativa reviver uma das tradições da infância.

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Este ano o cante das Janeiras vai iniciar-se no dia 14 às 18 horas no palco da Praça Coprínceps, na cidade de Escaldes-Engordany, o que vai permitir que os turistas e residentes do Principado possam desfrutar em praça pública da musica tradicional portuguesa e das cantigas dedicadas a enaltecer o ano novo.

Além da visita a estabelecimentos comerciais, principalmente bares e restaurantes portugueses, as Janeiras tem suscitado interesse junto das igrejas do Principado destacando na edição deste ano a visita à Igreja de Andorra la Vella, Escaldes-Engordany, Ordino e Encamp. Além de apresentar as Janeiras no final do ato religioso, os elementos do Grupo de Folclore ‘Casa de Portugal’ participam na celebração eucarística com cânticos que recriam um ambiente de devoção e fé.

No dia 22 de Janeiro o Grupo participará também na celebração eucarística na Catedral de Santa Maria de Urgell, na cidade da Seu d’Urgell, em Espanha, na presença de Mn. Joan-Enric Vives, Arcebispo e Copríncipe de Andorra.

A vertente solidária das Janeiras tem encontrado resposta no interesse manifestado pela gerência dos lares de idosos da Residência el Cedre, Clara Rabassa e Sarquavitae Salita em proporcionar momentos de cultura tradicional e de convívio aos séniores, familiares e colaboradores das três instituições.

Esta iniciativa irá terminar no dia 29 depois de percorrer quatro das sete paróquias do Principado, desafiando temperaturas negativas e um espesso manto branco de neve característico nos vales de Andorra.”

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publicado por Carlos Gomes às 22:45
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