Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores
Domingo, 20 de Agosto de 2017
FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS APELA AOS SEUS ASSOCIADOS PARA ANTECIPAREM OS PEDIDOS DE REPRESENTAÇÃO

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Estimado associado,

A direção da Federação do Folclore Português está apostada na melhoria qualitativa do movimento que tanto nos diz.

Um dos aspetos a ter em conta, além do maior desígnio de todos, o da representatividade, é a qualidade dos eventos que realizamos.

Temos vindo a receber pedidos de representação da nossa instituição com muito pouco tempo de antecedência o que não nos permite algumas vezes agilizar respostas em tempo útil.

Dessa forma, pedimos que revejam os vossos diagramas de ações a realizar na programação de um evento, antecipando o convite às entidades, o que, transmitiria uma imagem de maior coerência e capacidade de organização dos eventos por nós realizados e permitiria à FFP procurar junto dos seus diretores e conselheiros técnicos respostas para os vossos pedidos.

Certos do melhor acolhimento desta nossa comunicação.

Com a melhor atenção, 

Fábio Pinto

Gabinete de Comunicação e Imagem da Federação do Folclore Português



publicado por Carlos Gomes às 17:13
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Sábado, 19 de Agosto de 2017
FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS ESTABELECE PROTOCOLO COM A GALP QUE FAVORECE OS SEUS ASSOCIADOS

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publicado por Carlos Gomes às 15:56
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HILTON BARCELOS APRESENTA “CONCERTO EM DESCONCERTO”

Primeiro arrebatou o Brasil, construindo uma carreira de mais de quatro décadas. Agora é a vez de atravessar o oceano e partir à conquista de Portugal. Hilton Barcelos primeiro revelou o single “Brasileiro”, agora prepara-se para apresentar ao público nacional “Concerto Em Desconcerto”. Estas serão oportunidades únicas não só para escutar o disco “Arquétipos” como para conhecer as histórias por detrás das canções do cantor, e compositor, brasileiro.

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Estes supremos pedaços de Música Popular Brasileira (MPB) são apenas a porta de entrada para uma longa, e rica, discografia que faz dançar e pensar em igual medida. Entre temas sociais e espirituais há muito para descobrir na mais recente aposta da Music For All.

“Concerto Em Desconcerto” será apresentado nas seguintes datas:

08.09 | Casa das Artes, Porto, 17h, 5€

Hilton Barcelos é um compositor, poeta, arranjador, performer, diretor de espetáculos e intérprete brasileiro que se revela um músico e produtor instigante e diferenciado. As suas influências vão da Soul Music ao Rock Progressivo, passando pelos ritmos orientais, Bossa Nova, Jazz, World Music, guarianias, polcas e a Música Popular Brasileira, algo que o torna um homem do mundo e que leva a sua música ainda mais longe. Nas suas criações encontraremos temas sociais, espirituais e as paixões humanas, chegando assim às mentes, e aos corações, de quem ouve.

O seu percurso é longo e rico, tendo inúmeros feitos e notas dignas de destaque. Estreou-se no mundo da música em 1976, venceu um festival de música e começou a afirmar-se enquanto compositor. Mas foi apenas em 1982 que lançou o seu primeiro álbum, “Confissões de um Retrato Falado”. Cinco anos mais tarde integra o “Projecto Pixinguinha” e participa em concertos desde o Rio de Janeiro ao Nordeste do Brasil juntamente com Luiz Melodia, Sandra de Sá, Carlos Lyra, Rosa Marya Colin, Andréa Daltro, Mácleim, Jorge Helder, Evaldo Robson e grandes instrumentistas.

O próximo capítulo da sua carreira tem início em 1990, com o lançamento do LP “Arquétipos”. Aí mostra uma sonoridade moderna e intemporal, surpreendendo tudo e todos. Sete anos depois produz o livro “Nas Águas do Verbo”, onde é possível encontrar poesia e monólogos apresentados de forma gráfica e com desenhos.

O seu terceiro lançamento acontece em 1998, data em que edita o álbum “Olhos de Luz” onde contou com a participação de grandes instrumentistas brasileiros. Um ano depois volta á literatura ao ser o responsável pela direção artística e produção do livro de poemas “Palavras de Fogo”, de Lyra Barcelos. Em 2000 compõe a letra “Ginga Sem Fronteira” em homenagem a Airto Moreira, seu parceiro musical, para o seu álbum “Homeless”

A partir de 2002 começa a fase mais intensa do seu percurso. Em 2002 revisita o disco “Arquétipos”, reeditando-o e adicionando-lhe alguns temas inéditos assim como a participação com artistas de renome internacional. Em 2006 idealiza e produz o songbook “Música Feita no Paraná”, contendo 100 partituras, letras e biografias de mais de sessenta compositores que fizeram história. Apenas um ano depois edita um novo songbook, “Além das Pérolas”, onde podemos encontrar partituras, letras de músicas, poemas e parte do seu próprio material artístico. O ano de 2009 traz consigo um terceiro songbook, “Nas Trilhas do Tempo”, com partituras, poemas e letras próprias e o de 2010 uma a coletânea “In the Paths of Time”, através do selo alemão Boodsugar Records.

Em 2015 vê dois temas seus, “Hombre Niño” e “Soplo de Amor” serem gravados em parceria com Carlitos Ayala (Doc Ayala). Nota ainda para um terceiro tema, “Piraquara” da autoria de Hilton Barcelos, que também foi interpretado por Carlitos neste álbum que conta com a participação de grandes músicos paraguaios e arranjos do pianista e maestro Carlos Centurion Sant’anna. E assim, como que num sopro de vida, chegamos ao presente. Chegamos ao momento em que Hilton trabalha e compõe temas inéditos que, muito em breve serão editados, e onde dá o derradeiro passo de afirmação no continente europeu.

Embora tenha estado ao longo dos anos por diversas vezes na Europa, e por cá tenha divulgado a sua obra através de parcerias e espetáculos, este é o momento em que mais se dará a conhecer ao público português.

Começou por lançar um single, “Brasileiro”, apostando agora num conceito inovador e surpreendente intitulado “Concerto em Desconcerto”. Com este espetáculo vai percorrer os palcos nacionais, apresentando o álbum “Arquétipos” mas também contando as histórias por detrás das canções. A plateia tem liberdade para abordar o cantor e colocar as suas questões, contribuindo assim para uma apresentação com caráter didático e interativo que permite a aproximação do público com a arte.

É caso para dizer: 2017 é um ano que promete, que o diga Hilton Barcelos! Apertem os cintos e preparem-se para o voo!

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publicado por Carlos Gomes às 08:23
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Sexta-feira, 18 de Agosto de 2017
FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS REALIZA EM ABRANTES DESFILE DO TRAJE POPULAR

XXII Desfile do Traje Popular Português

A Federação do Folclore Português irá levar a efeito um dos seus maiores eventos, o Desfile do Traje Popular Português, em Abrantes, no próximo dia 16 de setembro, pelas 22h00.

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Este evento, que reúne as cores, as texturas e a arte do trajar tradicional de todo o país, contará com mais de 500 participantes que representarão várias temáticas do trajar do povo de antanho.

Este ano contará com algumas novidades já que, através da mobilização dos Conselhos Técnicos Regionais, está a Federação do Folclore Português a organizar alguns quadros etnográficos incluindo temáticas que vão desde a infância ao namoro e casamento passando pelo luto, focando igualmente diversas atividades tradicionais de outros tempos e o modo como o traje se adaptava às suas funções. Este ano estão já confirmadas presenças das regiões autónomas e das comunidades portuguesas, facto que não acontecia há algum tempo testemunhando que o trabalho feito ao longo do início deste mandato está já a colher frutos.

Perspetiva-se, então, um momento de grande elevação para a cultura popular de matriz tradicional portuguesa.

Os Grupos deverão inscrever-se junto da secretaria da FFP em formulário já enviado até 6 de setembro. Após esta data irão as estruturas da FFP estudar o enquadramento dos trajes em cada temática para que no dia 16 de setembro o traje seja visto e reconhecido por todos quanto apreciam esta temática.



publicado por Carlos Gomes às 18:13
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Quinta-feira, 17 de Agosto de 2017
BALBA ANUNCIAM 1º CONCERTO DA “QUE LA FÊTE COMMENCE! TOUR”

Rock, festa e uma boa dose de loucura e talento. É assim que se cria a equação que melhor define os Balba. A banda brasileira estreou-se perante o público nacional com o single “I am The Party” e anuncia agora a primeira de quatro datas da “Que La Fête Commence! Tour” em conjunto com a Music For All.

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A magia do rock conquistará Lisboa pelas 23h30 do dia 27 de Setembro num dos grandes palcos da capital: o Tokyo! O trio carioca caminha na dura estrada do rock com o seu indie rock dançante, privilegia a língua inglesa e busca inspiração em nomes do calibre e abrangência de Oasis, Rolling Stones, The Doors ou Muse.

Conheçam o primeiro local e data confirmado para a digressão:

27.09 | Tokyo, Lisboa, 23h30, 5€

Na música como na vida nada de belo se atinge sem sintonia, química e talento. Ora a quem não faltam estes três componentes é ao trio Dig Obadia (vocalista), Dav Obadia (baterista) e Dan J (baixista). Os três músicos e compositores cariocas uniram-se em 2012 e, inspirados nas influências que os moviam e fascinavam, começaram a perseguir o derradeiro sonho: tornar as composições próprias, até aí guardadas na gaveta, admiradas em todo o mundo.

Para tal criaram a sua própria banda a que deram o nome de Balba! O trio assumia, assim, a árdua tarefa de seguir as pisadas de nomes do calibre de Rolling Stones, The Doors, Oasis ou Muse. Às suas criações aplicaram a língua inglesa, quebrando assim as barreiras linguísticas que, tantas vezes, nos separam dos povos espalhados pelo mundo fora.

Em 2013 chegou às bancas “Heart Abstract”, álbum independente onde constava a faixa “A Heart to Unfold”. Este tema recolheu elogiosas críticas internacionais, tendo mesmo sido uma das 28 faixas de todo o planeta a ser integrada na coletânea “Unite”.

No ano seguinte surgiu o EP “Is There Anything She Would Die For”, registo apresentado ao grande público através do viciante “One May Army”. Mais um ano se passou, mais novidades surgiram para os Balba: primeiro o videoclip da música “Bad Things Happen To Us All” na programação do canal Multishow, depois o videoclip de “A Heart To Unfold” no canal WooHoo.

E como os Balba não param 2016 também foi ano de novidades: “I’am The Party”, segundo disco de originais do conjunto brasileiro, conheceu finalmente a luz do dia! Nota para o facto deste trabalho ter sido produzido por Pedro Garcia, baterista da banda Planet Hemp e que já gravou com nomes como Arnaldo Antunes, BNegão ou Clarice Falcão.

Nestes cinco anos de vida os Balba já acumulam vitórias e conquistas tendo, por exemplo, sido transmitidos em rádios de cidades como Londres, Boston, Munique ou Camberra. Para o futuro os objetivos são mais do que muitos. Afirmam querer “explodir do Rio de Janeiro a Tóquio” não sendo, por isso, de estranhar que 2017 tenha trazido não só o single de apresentação ao público português, “I am The Party”, como também a estreia nos palcos nacionais através da “Que La Fête Commence! Tour”, promovida pela Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 21:37
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Segunda-feira, 14 de Agosto de 2017
HILTON BARCELOS APRESENTA “CONCERTO EM DESCONCERTO”

Primeiro arrebatou o Brasil, construindo uma carreira de mais de quatro décadas. Agora é a vez de atravessar o oceano e partir à conquista de Portugal. Hilton Barcelos primeiro revelou o single “Brasileiro”, agora prepara-se para apresentar ao público nacional “Concerto Em Desconcerto”. Estas serão oportunidades únicas não só para escutar o disco “Arquétipos” como para conhecer as histórias por detrás das canções do cantor, e compositor, brasileiro.

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Estes supremos pedaços de Música Popular Brasileira (MPB) são apenas a porta de entrada para uma longa, e rica, discografia que faz dançar e pensar em igual medida. Entre temas sociais e espirituais há muito para descobrir na mais recente aposta da Music For All.

“Concerto Em Desconcerto” será apresentado nas seguintes datas:

08.09 | Casa das Artes, Porto, 17h, 5€

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Hilton Barcelos é um compositor, poeta, arranjador, performer, diretor de espetáculos e intérprete brasileiro que se revela um músico e produtor instigante e diferenciado. As suas influências vão da Soul Music ao Rock Progressivo, passando pelos ritmos orientais, Bossa Nova, Jazz, World Music, guarianias, polcas e a Música Popular Brasileira, algo que o torna um homem do mundo e que leva a sua música ainda mais longe. Nas suas criações encontraremos temas sociais, espirituais e as paixões humanas, chegando assim às mentes, e aos corações, de quem ouve.

O seu percurso é longo e rico, tendo inúmeros feitos e notas dignas de destaque. Estreou-se no mundo da música em 1976, venceu um festival de música e começou a afirmar-se enquanto compositor. Mas foi apenas em 1982 que lançou o seu primeiro álbum, “Confissões de um Retrato Falado”. Cinco anos mais tarde integra o “Projecto Pixinguinha” e participa em concertos desde o Rio de Janeiro ao Nordeste do Brasil juntamente com Luiz Melodia, Sandra de Sá, Carlos Lyra, Rosa Marya Colin, Andréa Daltro, Mácleim, Jorge Helder, Evaldo Robson e grandes instrumentistas.

O próximo capítulo da sua carreira tem início em 1990, com o lançamento do LP “Arquétipos”. Aí mostra uma sonoridade moderna e intemporal, surpreendendo tudo e todos. Sete anos depois produz o livro “Nas Águas do Verbo”, onde é possível encontrar poesia e monólogos apresentados de forma gráfica e com desenhos.

O seu terceiro lançamento acontece em 1998, data em que edita o álbum “Olhos de Luz” onde contou com a participação de grandes instrumentistas brasileiros. Um ano depois volta á literatura ao ser o responsável pela direção artística e produção do livro de poemas “Palavras de Fogo”, de Lyra Barcelos. Em 2000 compõe a letra “Ginga Sem Fronteira” em homenagem a Airto Moreira, seu parceiro musical, para o seu álbum “Homeless”

A partir de 2002 começa a fase mais intensa do seu percurso. Em 2002 revisita o disco “Arquétipos”, reeditando-o e adicionando-lhe alguns temas inéditos assim como a participação com artistas de renome internacional. Em 2006 idealiza e produz o songbook “Música Feita no Paraná”, contendo 100 partituras, letras e biografias de mais de sessenta compositores que fizeram história. Apenas um ano depois edita um novo songbook, “Além das Pérolas”, onde podemos encontrar partituras, letras de músicas, poemas e parte do seu próprio material artístico. O ano de 2009 traz consigo um terceiro songbook, “Nas Trilhas do Tempo”, com partituras, poemas e letras próprias e o de 2010 uma a coletânea “In the Paths of Time”, através do selo alemão Boodsugar Records.

Em 2015 vê dois temas seus, “Hombre Niño” e “Soplo de Amor” serem gravados em parceria com Carlitos Ayala (Doc Ayala). Nota ainda para um terceiro tema, “Piraquara” da autoria de Hilton Barcelos, que também foi interpretado por Carlitos neste álbum que conta com a participação de grandes músicos paraguaios e arranjos do pianista e maestro Carlos Centurion Sant’anna. E assim, como que num sopro de vida, chegamos ao presente. Chegamos ao momento em que Hilton trabalha e compõe temas inéditos que, muito em breve serão editados, e onde dá o derradeiro passo de afirmação no continente europeu.

Embora tenha estado ao longo dos anos por diversas vezes na Europa, e por cá tenha divulgado a sua obra através de parcerias e espetáculos, este é o momento em que mais se dará a conhecer ao público português.

Começou por lançar um single, “Brasileiro”, apostando agora num conceito inovador e surpreendente intitulado “Concerto em Desconcerto”. Com este espetáculo vai percorrer os palcos nacionais, apresentando o álbum “Arquétipos” mas também contando as histórias por detrás das canções. A plateia tem liberdade para abordar o cantor e colocar as suas questões, contribuindo assim para uma apresentação com caráter didático e interativo que permite a aproximação do público com a arte.

É caso para dizer: 2017 é um ano que promete, que o diga Hilton Barcelos! Apertem os cintos e preparem-se para o voo!

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publicado por Carlos Gomes às 19:31
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RITCHAZ CABRAL REVELA VIDEOCLIP PARA “UM SO NASON”

Verão, essa época marcada pela temperatura abrasadora, pelo sorriso constante no rosto e pelo desejo incontrolável de dançar bem próximo de quem nos arrebata o coração. Ora Ritchaz Cabral, nome maior da música e cultura cabo-verdiana, aproveitou a elevada dose de paixão que anda no ar para revelar o escaldante videoclip oficial do tema “Um So Nason”.

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Este é o segundo tema extraído do EP “Mal Famadu” sendo mais um dos temas marcadamente influenciados pelas origens africanas e, em particular, cabo-verdianas de Ritchaz Cabral. E é ao ritmo de uma leve brisa lusitana, mesclando ritmos e sonoridades de diferentes proveniências que é revelada a mais recente novidade da Music For All.

Ricardo Cabral, de nome artístico Ritchaz Cabral, nasceu em Lisboa, no profícuo ano de 1988, e é filho de pais cabo-verdianos, imigrantes em Portugal há várias décadas. Com apenas 13 anos, começa a dar os seus primeiros passos na música.

O passaporte para aquilo que, anos mais tarde, se transformaria na sua vida profissional foi um velho gravador de cassetes, propriedade do seu progenitor, e um microfone inventado e construído pelo próprio utilizando pequenas colunas modificadas. Na altura, cantava letras conhecidas de autores cabo-verdianos e gravava brincadeiras com as irmãs e amigos.

Entre 2003 e 2012, fez parte da dupla Ritchaz & Keky que se apresentava com uma sonoridade mestiça onde o Kuduro se encontrava com a Kizomba e onde o Techno e o Reggae se fundiam com o Funaná e o Hip-Hop, num autêntico caldeirão de influências e sonoridades. A partir de 2007, a dupla trabalhou com a agência cultural Filho Único (Lisboa), com quem tiveram atuações regulares dentro e fora do país e através da qual participaram na coletânea de CD’s Novos Talentos da Fnac e da Antena 3 (2008).

Entre 2009 e 2011, Ritchaz frequenta dois cursos relacionados com a criatividade, produção e marketing musical na Restart (Lisboa), passando a fazer com frequência trabalhos de gravação, produção, mistura e masterização de música para diversos artistas na Europa e África. Nascia assim uma faceta diferente e complementar na carreira de Ritchaz Cabral!

Em 2011, e nos dois anos que se seguiram, Ritchaz integrou a banda de Reggae Luso United, sediada na Amadora, assumindo-se como teclista.

Paralelamente, o artista envolve-se em diferentes projetos ligados à música. Foi co-criador do Estúdio SomGráfico (estúdio de música comunitário), no bairro Outurela (Oeiras), juntamente com outros amigos e músicos; deu aulas de viola na escola básica local; e fez a co-produção e o lançamento do álbum musical independente Proghetto, que contou com a presença de vários artistas.

Em 2012, o artista junta-se ao grupo Raboita como vocalista, guitarrista e baixista. É nesta altura que passa a ter mais contacto com a música tradicional de Cabo Verde, adicionando ao seu leque de sonoridades as Mornas, Batukus, Funanás, Coladeiras e Mazurcas.

Chegamos, enfim, a 2014. Esta foi a altura em que Ritchaz decidiu dedicar-se a uma carreira a solo, começando a preparar aquele que se tornaria no seu primeiro EP. Neste trabalho são bem audíveis as suas raízes cabo-verdianas através dos Funanás lentos, dos Batuques com letras que retratam a simplicidade da vida e os valores do amor e respeito assim como os temas de cariz social, vertente que Ritchaz sempre prezou bastante. Em simultâneo, Ritchaz integra o grupo Skopeofonia, um projeto de investigação académica em Etnomusicologia, da Universidade de Aveiro com a Fundação para a Ciência e Tecnologia, que tem recolhido e analisado as práticas musicais no bairro da Cova da Moura, na Amadora.

É por entre um leve sorriso, um ritmo quente e pegadiço e uma letra que nos transporta para as sinceras e profundas paisagens africanas que encontramos este primeiro trabalho de Ritchaz Cabral. O menino que Portugal viu nascer e crescer é hoje um homem que não esquece as suas origens, homenageando-as em “Mal Famadu”, o seu primeiro EP a solo.


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publicado por Carlos Gomes às 16:19
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Domingo, 13 de Agosto de 2017
FESTA DO AVANTE NÃO ESQUECE O FOLCLORE DO POVO PORTUGUÊS

A Festa do Avante é porventura o único festival cultural de grande dimensão que nunca exclui a representação do folclore e etnografia de Portugal.

Na edição deste ano que tem lugar de 1 a 3 de Setembro, na Quinta da Atalaia, no Seixal, vão subir ao Palco Arraial o Grupo Folclórico do Souto, de Guimarães, Grupo de Danças e Cantares de Mazedo, de Monção, Grupo Etnográfico CDCR dos CTT – Porto, Grupo Etnográfico de Quelfes – Olhão, Grupo Folclórico “O Cancioneiro” de Ovar, Grupo Regional de Folclore da Benedita – Alcobaça, Grupo de Danças e Cantares da APPACDM – Setúbal, Rancho Regional de S. Salvador da Folgosa - Porto de Mós, Rancho Típico de Vila Nova – Cernache, Coimbra, Rancho Folclórico de S. Martinho – Fornelos, Cinfães, e o Grupo de Danças e Cantares da Cidreira – Coimbra, para além de outros agrupamentos musicais de divulgação da nossa cultura tradicional.

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Conforme é referido no próprio site oficial da Festa do Avante, “o Palco Arraial demonstra a diversidade da etnografia do nosso Pais, desde as danças mais populares aos sons de uma música de recolha, que importa relembrar e que aos primeiros acordes se reconhece e se reencontra. A música popular e de intervenção passam também por este espaço inigualável de memória, património e cultura.”

Apesar do cunho eminentemente político desta grandiosa iniciativa organizada pelo Partido Comunista Português, a sua vertente cultural não exclui o folclore e a cultura tradicional do nosso povo, reservando um palco para a sua representação. Um exemplo que, política à parte, bem poderia ser considerado pelos organizadores de outros festivais, incluindo os partidos políticos pois falar em nome do povo não basta – é preciso defender a sua identidade e o seu património!

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publicado por Carlos Gomes às 19:14
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MINHOTOS EM LISBOA LEVAM FOLCLORE AO PARQUE DAS NAÇÕES

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publicado por Carlos Gomes às 17:20
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CHAPÉUS HÁ MUITOS… MAS POUCOS SABEM USÁ-LOS!

É cada vez mais frequente depararmos com o mau uso do chapéu em lugares públicos, sobretudo por parte dos homens. E, a sua utilização incorrecta denota desconhecimento das regras da etiqueta, quando não mesmo uma atitude desrespeitosa e falta de educação. Até mesmo em representações folclóricas, estas regras não são por vezes tidas em consideração.

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Sucede cada vez com mais frequência depararmo-nos com pessoas que não descobrem a cabeça à entrada numa igreja, casa particular ou num restaurante, mantendo-o inclusive à mesa durante a refeição.

Mantendo o velho costume, todo o cavalheiro que se preze deve descobrir a cabeça sempre que entre num daqueles locais e, ainda ao ar livre, perante a passagem de uma procissão religiosa, o toque do hino nacional, o desfile de bandeiras e estandartes nacionais ou outra cerimónia em relação à qual seja devida uma atitude particularmente respeitosa. Uma vez retirado da cabeça, o chapéu deve ser segurado na mão, havendo o cuidado de não manter o interior à mostra mas apenas o lado exterior.

Mandavam ainda as regras da etiqueta quanto ao uso do chapéu que o mesmo deve ser ligeiramente levantado ao cumprimentar ou saudar uma senhora e até retirado da cabeça se parar para com ela conversar. Este gesto também se aplica no cumprimento a outro cavalheiro, devendo o cumprimento verbal ser sincronizado com o gesto.

Na sua representação de valhas usanças, convirá que também os grupos folclóricos mantenham a observância de tais costumes durante as suas actuações, em palco e fora dele. É que, chapéus há muitos!



publicado por Carlos Gomes às 14:45
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FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS REÚNE ASSEMBLEIA GERAL PARA APRECIAR SITUAÇÃO FINANCEIRA

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publicado por Carlos Gomes às 13:41
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OEIRAS JUNTA TOCADORES DE CONCERTINA EM VILA FRIA

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publicado por Carlos Gomes às 11:18
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PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS REALIZA CONFERÊNCIA EM LOURES SOBRE O FUTURO DO MOVIMENTO DO FOLCLORE NACIONAL

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publicado por Carlos Gomes às 10:27
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Sábado, 12 de Agosto de 2017
MINHOTOS EM LOURES PISAM AS UVAS AO SOM DA CONCERTINA E RUFAR DO BOMBO

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publicado por Carlos Gomes às 21:45
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Sexta-feira, 11 de Agosto de 2017
CAFÉ REPÚBLICA, “UM” TALENTO EM ESTADO PURO

Do Rio de Janeiro chega-nos um projeto muito particular da cena musical brasileira. Assinam com o peculiar nome de Café República, são irreverentes e criativos q.b e preparam-se para tomar Portugal de assalto!

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A estreia acontece com “Um”, primeiro single do próximo álbum da banda, uma cativante criação onde uma apurada letra convive com elementos pop, rock alternativo e neo-psicadélicos. A Music For All tem o prazer de promover mais um grande nome internacional que, já no próximo mês de Outubro, se prepara para uma digressão pelos palcos portugueses.

A banda Cafe Republica teve origem em 2011 no Rio de Janeiro. É composta por 5 membros, Octavio Peral (voz, guitarra), Anderson Ferreira (teclado, sintetizador, voz), Ygor Xavier (guitarra), Juca Sodré (baixo) e Barbanjo Reis (bateria).

Com influências neo-psicalédicas e rock alternative, a banda caracteriza-se por inesperadas mudanças de ritmo, onde se demarcam por guitarras em phaser, synths violentos e vocais em camadas de delay e reverbs.

2013 foi o ano do primeiro lançamento de dois singles, o “Dancing Around” e “Time Ma-chine”. Em setembro de 2014, lançaram o seu primeiro EP intitulado “Sweet Dive in Turtle’s Land”.

Após uma reação positive do primeiro EP, a banda subiu para um patamar mais Maduro, sem esquecer a influência alternativa e psicadélica. Em 2016 foi lançado o Segundo EP, "Ludere Occultant", com arranjos que se movem para ondas psicadélicas e progressivas de bandas como The Doors, Pink Floyd, Tame Impala e Os Mutantes.

No início de 2017, a banda lançou o disco instrumental “interlúcido”. Originado segundo vivências em estúdio no período de preparação para o seu primeiro álbum, está para breve a chegada do primeiro trabalho físico ainda neste ano decorrente. O EP tem influências de estilo brasileiro com variações entre o progressive, o ambiente, o experimental e o noise.


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publicado por Carlos Gomes às 15:06
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Quinta-feira, 10 de Agosto de 2017
MAIORIA DAS CANDIDATURAS DO PAN ÀS ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS SÃO CONSTITUÍDAS POR MULHERES
  • Candidaturas em 32 Municípios e 26 freguesias
  • Maioria das candidaturas tem 2/3 de mulheres
  • Orçamento resulta numa média de 1.350 euros por candidatura
  • Desafio de eleger o primeiro vereador do PAN em Lisboa com Inês de Sousa Real

O PAN, Pessoas-Animais-Natureza, vai concorrer nas próximas autárquicas de dia 1 de Outubro a 32 Municípios e 26 freguesias* sendo que a maioria das candidaturas tem 2/3 de mulheres, por exemplo Porto, Lisboa, Cascais e Ponta Delgada.

O Orçamento do PAN para esta campanha, de cerca de 80.000 euros, dividido por 58 candidaturas, resulta numa média de 1.350 euros por candidatura. Este valor incluí todo o material gráfico, gastos de campanha e ações por um período de dois meses, o que resulta num valor de cerca 700€ por mês por candidatura.

O principal objetivo é reforçar e materializar localmente o trabalho que tem sido realizado no Parlamento. Este objetivo materializa-se na expansão da representação municipal do partido pelas várias candidaturas e pelo desafio de eleger o primeiro vereador do PAN. Meta estabelecida pela candidatura de Lisboa, através da candidata Inês de Sousa Real.

“Sentimos o apoio dos cidadãos e a nossa bandeira, acima de tudo, será travar a abstenção e trazer mais a cidadania para a política local. E pretendemos um reforço das estruturas locais adequado a cada realidade. O objetivo é crescermos para adquirir uma maior capacidade de olhar para todo o território e percebermos quais são os problemas e dificuldades das várias comunidades e pensar em soluções políticas integradas no que toca ao bem-estar e proteção, das pessoas, dos animais e da natureza” defende Francisco Guerreiro, Porta-Voz do PAN e Comissário Político Nacional.

“As alterações climáticas, e a mitigação dos seus efeitos, são o desafio mais premente que os municípios enfrentam. E por tal é com esta base ecológica que todas as candidaturas se apresentam propondo medidas direcionadas para a independência energética, o melhoramento da mobilidade coletiva e ligeira, por exemplo. Uma economia local resiliente terá como base a transição para uma sociedade baseada em carbono 0. Esse não é o futuro, é o presente que o PAN deseja construir” reforça Francisco Guerreiro.



publicado por Carlos Gomes às 12:28
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Quarta-feira, 9 de Agosto de 2017
MINHOTOS EM LISBOA LEVAM FOLCLORE AO PARQUE DAS NAÇÕES

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publicado por Carlos Gomes às 21:55
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Terça-feira, 8 de Agosto de 2017
PORTUGAL TEM ROTA DAS MÁSCARAS TRADICIONAIS

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publicado por Carlos Gomes às 16:20
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PORTUGAL VOLTA A MARCAR PRESENÇA NA MAIOR FEIRA EMPRESARIAL DAS ASTÚRIAS

expositores levam a cultura de portuguesa até gijón

A Progestur volta a representar Portugal na Feira Internacional de Muestras de Astúrias (FIDMA), que este ano acontece de 5 a 20 de Agosto, em Gijón. A presença portuguesa naquela que é a maior feira empresarial do Norte de Espanha partilhará com o público espanhol sabores, texturas, cheiros e sons que fazem parte da identidade cultural lusa.

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A renovada Calle Portugal apresenta ao público espanhol um novo restaurante “Tapa Portuguesa” – onde o destaque é a gastronomia tradicional portuguesa – vários expositores de produtos portugueses e ainda um espaço dedicado à presença da empresa Monte da Lua que aposta no uso da tecnologia de realidade virtual para dar a conhecer e promover o património cultural e natural da região de Sintra.



publicado por Carlos Gomes às 16:05
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Segunda-feira, 7 de Agosto de 2017
PAN QUESTIONA MINISTÉRIO DA SAÚDE SOBRE A DEMORA NA DECISÃO DA COMPARTICIPAÇÃO DOS NOVOS MEDICAMENTOS PARA VIH/SIDA

·         Novos medicamentos a aguardar decisão não despoletam, alegadamente, efeitos secundários significativamente adversos

·         Esta substituição integraria os parâmetros terapêuticos internacionais

·         Em Espanha já são comparticipados há mais de um ano

·         Em Portugal, o pedido de comparticipação foi efetivado há mais de um ano

·        ​Especialistas defendem que a comparticipação representaria uma poupança anual para o Serviço Nacional de Saúde de cerca de 24 milhões de euros

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza questionou hoje o ministério da saúde acerca da demora na decisão acerca da comparticipação por parte do Estado dos novos medicamentos para VIH/SIDA.

De acordo com a informação veiculada recentemente por um órgão de comunicação social existem três medicamentos indicados para o tratamento da infeção pelo VIH/SIDA a aguardar por decisão de comparticipação por parte do Estado. Os medicamentos em causa apresentam em comum a substância tenofovir alafenamide, (TAF), sendo que estes são aptos a substituir um outro medicamento da mesma família terapêutica - o Tenofovir Disoproxil Fumarate (TDF). A questão relevante prende-se com o facto de o produto inovador sucedâneo não despoletar efeitos secundários significativamente adversos (especialmente a nível renal e ósseo) ao contrário que acontece com o medicamento que está a ser utilizado.

Os novos medicamentos, caso passem a ser comparticipados apresentarão o condão de substituir a medicação atualmente ministrada a milhares de doentes, mantendo o mesmo esquema posológico assente numa toma única diária mas que incrementa um nível superior de adesão à terapêutica por parte dos doentes, afigurando-se este como um elemento indispensável ao sucesso do tratamento desta infeção.

A substituição aflorada integra os parâmetros terapêuticos internacionais em toda a Europa Ocidental e em alguns países da Europa de Leste, onde, por norma, este tipo de inovações é mais tardiamente implementada – a título de exemplo, em Espanha, estes medicamentos já são comparticipados há mais de um ano, enquanto em Portugal, o pedido de comparticipação foi efetivado há mais de um ano, ainda aguardando decisão do Ministério da Saúde.

A presente delonga na decisão de comparticipação carece de compreensão, até porque especialistas defendem que a comparticipação destes medicamentos reduziria em 10% a fatura global do Serviço Nacional de Saúde com antirretrovirais, o que desembocaria numa poupança anual de cerca de 24 milhões de euros.

Face a uma alegada conjuntura tão vantajosa o PAN ficará a aguardar a resposta deste Ministério sobre a razão pela qual ainda não foi aprovada a comparticipação por parte do Estado destes medicamentos.



publicado por Carlos Gomes às 12:12
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Sábado, 5 de Agosto de 2017
"DON'T CARE", A PODEROSA ESTREIA DE BEA

A Music For All orgulha-se de apresentar aquela que promete ser a próxima sensação da música nacional. Depois de lançar o seu primeiro single "Don't Care", BEA chega agora com o videoclip de estreia! Esta é uma autêntica onda de rebeldia e festa mergulhada numa sonoridade pop, r&b e soul, criando uma identidade marcada pela atitude, poder e sensualidade.

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A cantora revela-se ao público português num tema que antecipa a edição do seu EP de Estreia, com edição marcada para o último trimestre de 2017.

Chama-se Bea e tem 25 anos. É apaixonada por música, fotografia, por comunicação e a indústria da moda. Descreve-se como uma pessoa decidida, organizada/metódica, tolerante e compreensiva, e é ambiciosa enquanto líder de trabalho. Este é o perfil da nova aposta nacional da Music For All.

Desde muito nova começou por ouvir Alicia Keys, Aretha Franklin, Stevie Wonder, Dionne Warwick entres outros grandes nomes da música Soul que despertaram os seus sentidos para o universo da música. Também se apaixonou pelos artistas Pop e R’n’b como JoJo, Destiny’s Child, Ciara, Cassie, Ne-Yo, Mario e deixou-se levar pelo efeito inebriante que a música teve sobre si.

Iniciou o seu percurso no Conservatório de Música onde teve aulas de piano e educação musical durante um ano. Seguidamente começou por compor as próprias canções, na escola de música Valentim de Carvalho, onde pela primeira vez teve aulas de voz e de guitarra.

Aos 18 anos surge uma mudança radical na sua vida. Mudou-se para Londres onde lhe ofereceram a oportunidade de emprego nos estúdios EMI Records, tendo ganho um lugar numa universidade de música. É então tempo de regressar a Portugal e apostar definitivamente na sua carreira no país que a viu nascer.

É nesta fase que escreve, e grava, o seu primeiro single. Com influências Pop, mas nunca descurando os territórios da soul e do r&b surge “Don’t Care”, poderoso tema com que se apresenta pela primeira vez ao público nacional. Ainda para 2017 está marcada a edição do EP de estreia através do selo da Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 22:22
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CAMÕES À DESCOBERTA DE PORTUGAL – DIGRESSÃO NACIONAL

“Até o eterno termina / num momento que não se imagina”. Quem o diz é Camões, o cantor e compositor brasileiro, que se apresentou ao público nacional com os temas “Anilina” e “Nova Aurora”. Estas são criações onde a riqueza da língua portuguesa se deita numa suave e bem urdida cama de sonoridades pop, rock e eletrónica, concebendo um estilo inconfundível.

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A sua estreia nos palcos nacionais vai levá-lo a um showcase intimista imperdível na FNAC Almada (29/07), mas também aos encantos de Évora (02/08), Vendas Novas (03.08), Freamunde (04/08) e Marco de Canaveses (06/08) local onde vai ser cabeça de cartaz da primeira edição do Hitchfest! Camões pode não viver para sempre mas, graças à Music For All a sua obra não mais será esquecida pelos fãs portugueses.

Conheçam os locais e as datas confirmadas até ao momento:

02.08 | Espaço Mói-te, Évora, 22h, 3€

03.08 | Espaço Tech, Vendas Novas, Entrada Livre

04.08 | Espaço A, Freamunde, 23h, 3€

05.08 | Espaço Ribeirinho Festival Soundville 2017, 22h30, Entrada Livre

06.08 | Hitchfest, Marco de Canaveses, 18h, (Donativo)

Camões, nome histórico e com o qual todos os portugueses têm uma ligação umbilical. É um dos nossos maiores símbolos, um daqueles guerreiros imponentes que contribuiu decisivamente para o país que somos hoje. Mas, e porque há sempre um “mas”, Camões é muito mais do que isso. Camões…também pode ser música, inovação e experimentação. E é desse Camões, o Paulo Camões, que falaremos agora.

Começou a compor ainda na adolescência, dedicando-se à guitarra e transparecendo desde logo as influências da música brasileira e da alma do rock. A busca de uma identidade artística acompanhou o seu amadurecimento, desde algumas gravações independentes até à sua primeira banda, “Os Lusíadas”.

Mas foi no EP “Cupim” que Camões deu verdadeiramente nas vistas. Aliado ao produtor Bernardo Pauleira, um dos nomes mais importantes da cena independente no Rio de Janeiro, o cantor aliou a guitarra aos beats eletrónicos, criando canções como “Segredo” ou “Bem-Estar”. Ao som tipicamente brasileiro juntou uma batida universal, levando uma vez mais Camões a mares nunca antes navegados.

Ciente das potencialidades da sua sonoridade aventura-se naquele que se tornaria no seu primeiro trabalho a solo. Inspirando-se em nomes tão distintos e reputados como HONNE, Breakbot, Great Good Fine Ok, ou Whitest Boy Alive nascia, no verão de 2016, o EP “Anilina”.

Mas como diz o ditado, “novo ano vida nova”! Ou melhor: música nova, se estivermos a falar de Camões. Ao terceiro mês de 2017 chega, finalmente, a mais recente criação de Paulo, “Nova Aurora”. Este é um tema baseado em Santa, senhora que marcou a sua vida e à qual decidiu prestar uma justa homenagem. O videoclip foi gravado na localidade de Nova Aurora e retrata a festa de comemoração do quinquagésimo oitavo aniversário de Santa, uma ocasião tão especial e marcante e se tornou inesquecível para todos os presentes. 

Camões regressa assim às gravações de forma emotiva, prometendo mais novidades para breve e anunciando uma digressão por Portugal para o próximo verão! Agosto será o mês em que o trovador regressa para os merecidos aplausos do público nacional.


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publicado por Carlos Gomes às 14:21
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Sexta-feira, 4 de Agosto de 2017
PAN ESTÁ PREOCUPADO COM A GESTÃO DOS RESÍDUOS NUCLEARES

PAN valoriza encerramento de Garoña mas mantém preocupação com a gestão de resíduos nucleares

  • Governo espanhol decide encerrar definitivamente a central nuclear de Garoña
  • Oportunidade para reforçar o compromisso com um modelo de transição assente em energias 100% limpas e renováveis
  • Preocupação ambiental com os resíduos gerados pelo desmantelamento
  • Denúncia do PAN apresentada à Comissão Económica das Nações Unidas para a Europa mantem-se até o início do desmantelamento da central

O PAN, Pessoas-Animais-Natureza, defende que a decisão do Governo espanhol de encerrar definitivamente a central nuclear de Garoña, em Burgos, volta a colocar na agenda a urgência de continuar o programa de desmantelamento do parque nuclear Espanhol, nomeadamente com o encerramento da Central Nuclear de Almaraz, a meros 100 quilómetros da fronteira com Portugal. Porém o partido mantém profundas preocupações com o tratamento e condicionamento dos resíduos que advirão do desmantelamento destas centrais.

A decisão espanhola é um sinal positivo e de compromisso para a transição efetiva para uma rede energética 100% limpa e renovável que de forma gradual, mas célere, permita a substituição do parque nuclear que está envelhecido e vai continuar a apresentar fortes desafios de segurança.

“Acreditamos que este passo foi dado acima de tudo devido à pressão da sociedade civil e de organizações ambientais. Esperamos que o governo Português acompanhe esta vontade cívica manifestada também pela decisão política espanhola e reforce os esforços para o encerramento da central nuclear de Almaraz. Por parte do PAN não há trocas nem cedências. Almaraz deve seguir o mesmo caminho que Garoña e fechar portas”, reafirma Francisco Guerreiro, Porta-Voz do PAN.

Esta decisão é uma importante oportunidade para garantir também uma transição económica na região pois com o descomissionamento/desmantelamento desta central, e tendo em conta a sua morosidade, de pelo menos duas décadas, e complexidade, faz com que exista uma janela temporal de adaptabilidade não só para os trabalhadores como para as empresas que atualmente dependem desta unidade industrial.

“É importante reafirmarmos que existe uma oportunidade económica com o desmantelamento destas centrais nucleares porém há que garantir que os resíduos que advém desta operação de décadas têm o tratamento e o condicionamento adequado. Pese embora ainda não haja soluções definitivas para o tratamento destes resíduos nucleares é fulcral garantirmos que o desmantelamento é feito com o maior zelo e segurança possível” afirma Francisco Guerreiro, dirigente do PAN.

Foi pela voz do PAN que pela primeira vez nesta legislatura que se alertou para o perigo das Centrais Nucleares de Almaraz e de Santa Maria de Garoña no parlamento. Foram inclusive apresentadas denúncias, que estão a ser analisadas, à Comissão Económica das Nações Unidas para a Europa pelo incumprimento das Convenções de Espoo e Aarhus. Ambas as denúncias serão mantidas até se dar início ao desmantelamento.



publicado por Carlos Gomes às 17:16
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Quinta-feira, 3 de Agosto de 2017
CAFÉ REPÚBLICA, “UM” TALENTO EM ESTADO PURO

Do Rio de Janeiro chega-nos um projeto muito particular da cena musical brasileira. Assinam com o peculiar nome de Café República, são irreverentes e criativos q.b e preparam-se para tomar Portugal de assalto!

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A estreia acontece com “Um”, primeiro single do próximo álbum da banda, uma cativante criação onde uma apurada letra convive com elementos pop, rock alternativo e neo-psicadélicos. A Music For All tem o prazer de promover mais um grande nome internacional que, já no próximo mês de Outubro, se prepara para uma digressão pelos palcos portugueses.

A banda Cafe Republica teve origem em 2011 no Rio de Janeiro. É composta por 5 membros, Octavio Peral (voz, guitarra), Anderson Ferreira (teclado, sintetizador, voz), Ygor Xavier (guitarra), Juca Sodré (baixo) e Barbanjo Reis (bateria).

Com influências neo-psicalédicas e rock alternative, a banda caracteriza-se por inesperadas mudanças de ritmo, onde se demarcam por guitarras em phaser, synths violentos e vocais em camadas de delay e reverbs.

2013 foi o ano do primeiro lançamento de dois singles, o “Dancing Around” e “Time Ma-chine”. Em setembro de 2014, lançaram o seu primeiro EP intitulado “Sweet Dive in Turtle’s Land”.

Após uma reação positive do primeiro EP, a banda subiu para um patamar mais Maduro, sem esquecer a influência alternativa e psicadélica. Em 2016 foi lançado o Segundo EP, "Ludere Occultant", com arranjos que se movem para ondas psicadélicas e progressivas de bandas como The Doors, Pink Floyd, Tame Impala e Os Mutantes.

No início de 2017, a banda lançou o disco instrumental “interlúcido”. Originado segundo vivências em estúdio no período de preparação para o seu primeiro álbum, está para breve a chegada do primeiro trabalho físico ainda neste ano decorrente. O EP tem influências de estilo brasileiro com variações entre o progressive, o ambiente, o experimental e o noise.


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publicado por Carlos Gomes às 21:05
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Quarta-feira, 2 de Agosto de 2017
ED CURTIS E O SEU NOVO, E ARREBATADOR, ÁLBUM “MY OWN TIME”

Ed Curtis, o cantor chileno que insiste em nos encantar com a sua voz doce e apaixonada, está de regresso! Depois de dois singles, “Watching You Go” e “All That I Do”, finalmente chega até nós o tão prometido álbum de estreia.

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“My Own Time” navega nas luzidias águas onde a corrente indie pop e indie rock se encontram, criando uma sonoridade que não deixa ninguém indiferente! Diretamente de Santiago do Chile para o mundo chegam-nos nove faixas já disponíveis nas principais plataformas digitais, como Amazon, Google Play, iTunes ou The Store, sob o selo da Music For All.

Ed Curtis é um cantautor natural de Santiago do Chile que começou a tocar nos anos 90. Depois de passar por várias bandas enquanto guitarrista e compositor, fixou residência em Berlim de forma a preparar o seu primeiro trabalho a solo numa óptica indie rock/pop maioritariamente influenciada pelo movimento da Britpop de meados da década de 90 e por bandas como Oasis ou Travis.

Em Setembro de 2014 o músico começou a tocar no circuito ao vivo para cantautores nos principais bares de Berlim e de Outubro a Dezembro Ed começou as gravações do seu primeiro EP, “Haunting Feelings”, na Makers Factory de Berlim, trabalho que incluía cinco originais em versões acústicas. O EP foi lançado nas principais lojas online em Fevereiro do ano seguinte.

Depois da experiência em Berlim, o músico regressou à América do Sul, onde se dedicou a escrever novas canções e a preparar material para o seu primeiro álbum na companhia do produtor argentino Hernán De Micheli no Sonorico Studio, em Buenos Aires. Da parceria criativa de três meses naceu em Setembro de 2015 um segundo EP, “Watching You Go”.

Actualmente Ed Curtis reside em Buenos Aires, tendo concluído os trabalhos do seu primeiro álbum de longa duração, “My Own Time”. Graças ao apoio da Music For All o disco já está disponível nas principais plataformas e lojas digitais.


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publicado por Carlos Gomes às 14:16
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Terça-feira, 1 de Agosto de 2017
4TH DISTRICT, NASCEU A NOVA SENSAÇÃO POP

Há um novo quinteto a emergir no panorama pop cantado em português. 4th District de seu nome, apresentam-se ao público com “Cansado”, composição simples mas eficaz de pop/rap que espelha influências de projetos como os D.A.M.A. ou ÁTOA e que versa sobre as primeiras desilusões amorosas.

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Este é o cartão de visita daquele que será o trabalho de estreia do grupo de Évora, a ser editado ainda este ano com o selo da Music For All.

Diretamente do coração do Alentejo reúnem-se cinco jovens artistas com afiliação ao pop/rock alternativo.

Formados na reta final de 2015, os 4th District são constituídos por André Balsa (voz/guitarra), Diogo Grilo (guitarra), Adriano Ramalho (baixo), Daniel Ferreira (voz) e Cláudio Espada (bateria/voz).

André Balsa aprendeu a tocar guitarra por si mesmo aos 12 anos, devido ao seu apreço por bandas como The Vamps e 5 Seconds of Summer. Aos 14 de idade formou a sua primeira banda, os The Lost Van. Mais tarde reúne-se com Diogo Grilo e forma os The Crusades, uma das bandas que deu origem aos 2nd District, o esboço daquilo que são hoje os 4th District.

Diogo Grilo cultivou o seu interesse pela guitarra ao assistir horas a fio ao seu ídolo Slash em ação, o que o instigou a aprender também por si mesmo a tocar um pouco de todos os instrumentos de que uma banda é feita, sempre com especial dedicação à guitarra. Acaba por fazer parte dos The Lost Van, caminhando sempre ao lado de André até aos dias de hoje, ajudando também a compor os versos para as letras da banda.

Adriano Ramalho cultiva o seu gosto pela música na entrada para a adolescência, ao aprender a tocar baixo, contando nesta aprendizagem musical com a valiosa ajuda do baixista dos ÁTOA, Mário Monginho. A sua primeira banda foram os The Crusades, onde militou ao lado de André Balsa, com quem viria a formar os 4th District.

Já o percurso de Daniel Ferreira é bastante recente. O gosto pela música existe desde muito jovem, mas só aos 15 de idade é que teve oportunidade de mostrar o seu valor em termos vocais e entrar num projeto a sério.

Por fim, Cláudio Espada, o elemento mais velho, tem contato directo com a música desde os 6 anos de idade, por influência de um familiar que tocava piano. Aos 12 surge a oportunidade de formar uma banda juntamente com colegas de turma, os Level Up, que integra como baterista. Com o fim da banda, Cláudio concentra os seus esforços em aprender a tocar todos os instrumentos possíveis e a compor originais, metas essas que o levaram até aos 4th District.

A banda conta já com dois originais – “Olhares Entre Nós” e “Cansado” – que juntamente com os covers que têm assinado no seu canal de YouTube, alcançaram grande popularidade nas redes sociais. O buzz foi suficiente para começarem a ganhar mediatismo e a dar concertos em pequenos espaços na cidade de Évora, de onde são naturais.

Em 2017 dão o próximo grande passo no seu percurso ao assinarem pela Music For All, através da qual editarão o seu primeiro trabalho, estreando-se agora com o single “Cansado”.



publicado por Carlos Gomes às 14:13
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