Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Sexta-feira, 18 de Agosto de 2017
FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS REALIZA EM ABRANTES DESFILE DO TRAJE POPULAR

XXII Desfile do Traje Popular Português

A Federação do Folclore Português irá levar a efeito um dos seus maiores eventos, o Desfile do Traje Popular Português, em Abrantes, no próximo dia 16 de setembro, pelas 22h00.

Desfile Nacional do Traje_3-01 (1).jpg

Este evento, que reúne as cores, as texturas e a arte do trajar tradicional de todo o país, contará com mais de 500 participantes que representarão várias temáticas do trajar do povo de antanho.

Este ano contará com algumas novidades já que, através da mobilização dos Conselhos Técnicos Regionais, está a Federação do Folclore Português a organizar alguns quadros etnográficos incluindo temáticas que vão desde a infância ao namoro e casamento passando pelo luto, focando igualmente diversas atividades tradicionais de outros tempos e o modo como o traje se adaptava às suas funções. Este ano estão já confirmadas presenças das regiões autónomas e das comunidades portuguesas, facto que não acontecia há algum tempo testemunhando que o trabalho feito ao longo do início deste mandato está já a colher frutos.

Perspetiva-se, então, um momento de grande elevação para a cultura popular de matriz tradicional portuguesa.

Os Grupos deverão inscrever-se junto da secretaria da FFP em formulário já enviado até 6 de setembro. Após esta data irão as estruturas da FFP estudar o enquadramento dos trajes em cada temática para que no dia 16 de setembro o traje seja visto e reconhecido por todos quanto apreciam esta temática.



publicado por Carlos Gomes às 18:13
link do post | favorito

Domingo, 13 de Agosto de 2017
FESTA DO AVANTE NÃO ESQUECE O FOLCLORE DO POVO PORTUGUÊS

A Festa do Avante é porventura o único festival cultural de grande dimensão que nunca exclui a representação do folclore e etnografia de Portugal.

Na edição deste ano que tem lugar de 1 a 3 de Setembro, na Quinta da Atalaia, no Seixal, vão subir ao Palco Arraial o Grupo Folclórico do Souto, de Guimarães, Grupo de Danças e Cantares de Mazedo, de Monção, Grupo Etnográfico CDCR dos CTT – Porto, Grupo Etnográfico de Quelfes – Olhão, Grupo Folclórico “O Cancioneiro” de Ovar, Grupo Regional de Folclore da Benedita – Alcobaça, Grupo de Danças e Cantares da APPACDM – Setúbal, Rancho Regional de S. Salvador da Folgosa - Porto de Mós, Rancho Típico de Vila Nova – Cernache, Coimbra, Rancho Folclórico de S. Martinho – Fornelos, Cinfães, e o Grupo de Danças e Cantares da Cidreira – Coimbra, para além de outros agrupamentos musicais de divulgação da nossa cultura tradicional.

11703067_1502299480061870_5643571215499982575_n.jpg

Conforme é referido no próprio site oficial da Festa do Avante, “o Palco Arraial demonstra a diversidade da etnografia do nosso Pais, desde as danças mais populares aos sons de uma música de recolha, que importa relembrar e que aos primeiros acordes se reconhece e se reencontra. A música popular e de intervenção passam também por este espaço inigualável de memória, património e cultura.”

Apesar do cunho eminentemente político desta grandiosa iniciativa organizada pelo Partido Comunista Português, a sua vertente cultural não exclui o folclore e a cultura tradicional do nosso povo, reservando um palco para a sua representação. Um exemplo que, política à parte, bem poderia ser considerado pelos organizadores de outros festivais, incluindo os partidos políticos pois falar em nome do povo não basta – é preciso defender a sua identidade e o seu património!

10996048_1502298420061976_2383042262797158194_n.jpg

17458185_1419087891447979_3502636902655854622_n.jpg



publicado por Carlos Gomes às 19:14
link do post | favorito

MINHOTOS EM LISBOA LEVAM FOLCLORE AO PARQUE DAS NAÇÕES

20732951_1671021816264582_803806688_n (3).jpg



publicado por Carlos Gomes às 17:20
link do post | favorito

CHAPÉUS HÁ MUITOS… MAS POUCOS SABEM USÁ-LOS!

É cada vez mais frequente depararmos com o mau uso do chapéu em lugares públicos, sobretudo por parte dos homens. E, a sua utilização incorrecta denota desconhecimento das regras da etiqueta, quando não mesmo uma atitude desrespeitosa e falta de educação. Até mesmo em representações folclóricas, estas regras não são por vezes tidas em consideração.

noivos_do_minho_1208297530 (1).jpg

Sucede cada vez com mais frequência depararmo-nos com pessoas que não descobrem a cabeça à entrada numa igreja, casa particular ou num restaurante, mantendo-o inclusive à mesa durante a refeição.

Mantendo o velho costume, todo o cavalheiro que se preze deve descobrir a cabeça sempre que entre num daqueles locais e, ainda ao ar livre, perante a passagem de uma procissão religiosa, o toque do hino nacional, o desfile de bandeiras e estandartes nacionais ou outra cerimónia em relação à qual seja devida uma atitude particularmente respeitosa. Uma vez retirado da cabeça, o chapéu deve ser segurado na mão, havendo o cuidado de não manter o interior à mostra mas apenas o lado exterior.

Mandavam ainda as regras da etiqueta quanto ao uso do chapéu que o mesmo deve ser ligeiramente levantado ao cumprimentar ou saudar uma senhora e até retirado da cabeça se parar para com ela conversar. Este gesto também se aplica no cumprimento a outro cavalheiro, devendo o cumprimento verbal ser sincronizado com o gesto.

Na sua representação de valhas usanças, convirá que também os grupos folclóricos mantenham a observância de tais costumes durante as suas actuações, em palco e fora dele. É que, chapéus há muitos!



publicado por Carlos Gomes às 14:45
link do post | favorito

FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS REÚNE ASSEMBLEIA GERAL PARA APRECIAR SITUAÇÃO FINANCEIRA

20638663_1368871006495852_5624174978390693860_n (2).jpg



publicado por Carlos Gomes às 13:41
link do post | favorito

PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS REALIZA CONFERÊNCIA EM LOURES SOBRE O FUTURO DO MOVIMENTO DO FOLCLORE NACIONAL

CapturarDanicafe (6).PNG



publicado por Carlos Gomes às 10:27
link do post | favorito

Sábado, 12 de Agosto de 2017
MINHOTOS EM LOURES PISAM AS UVAS AO SOM DA CONCERTINA E RUFAR DO BOMBO

CapturarNovoVindima (7).PNG



publicado por Carlos Gomes às 21:45
link do post | favorito

Quarta-feira, 9 de Agosto de 2017
MINHOTOS EM LISBOA LEVAM FOLCLORE AO PARQUE DAS NAÇÕES

20732951_1671021816264582_803806688_n (1).jpg

 



publicado por Carlos Gomes às 21:55
link do post | favorito

Sábado, 29 de Julho de 2017
ALFRAGIDE REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE

20369152_1046326348834920_2663215844843052503_o (1).jpg

 



publicado por Carlos Gomes às 21:17
link do post | favorito

Sexta-feira, 28 de Julho de 2017
BARREIRO REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE

20429774_806846776162992_3594193944514588716_n.jpg



publicado por Carlos Gomes às 08:58
link do post | favorito

Quinta-feira, 27 de Julho de 2017
LOURES REALIZA FESTA DO VINHO

CapturarNovoVindima.PNG



publicado por Carlos Gomes às 15:03
link do post | favorito

Quarta-feira, 26 de Julho de 2017
PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS REALIZA CONFERÊNCIA EM LOURES SOBRE O FUTURO DO MOVIMENTO DO FOLCLORE NACIONAL

CapturarDanicafe (3).PNG



publicado por Carlos Gomes às 17:06
link do post | favorito

Terça-feira, 25 de Julho de 2017
LOURES RECEBE ENCONTRO DE TOCADORES DE CONCERTINA

CapturarDesfolhaCartaz (4).PNG



publicado por Carlos Gomes às 22:43
link do post | favorito

Segunda-feira, 24 de Julho de 2017
AMADORA JUNTA TOCADORES DE CONCERTINA

A cidade da Amadora recebeu ontem mais um encontro de tocadores de concertina organizado pelo Rancho Folclórico Alegria do Minho, sediado naquele concelho dos arredores de Lisboa.

20264751_1506131296097201_480561063171464805_n (1).jpg

A festa realizou-se na Sede daquele agrupamento folclórico minhoto, no antigo edifício da EPAL, Jardim das Águas Livres, localizado na Freguesia da Mina de Água, e juntou vários grupos de tocadores de concertina. E, assim, à boa maneira minhota, cantaram e dançaram ao ritmo das mais belas rapsódias do nosso folclore porque onde há minhotos há festa: há Alegria do Minho!

Fotos: Manuel Santos

20294281_1506131159430548_5741982713520354491_n (1).jpg

20294314_1506105746099756_4706926607868359652_n (1).jpg

20429744_1506105122766485_6474007934103680384_n (1).jpg

20245646_1506104866099844_710614139313012121_n (1).jpg

20245654_1506131029430561_4545399552898726905_n (1).jpg

20246522_1506105729433091_7432844893758991190_n (1).jpg



publicado por Carlos Gomes às 23:26
link do post | favorito

LOURES RECEBE CONFERÊNCIA SOBRE FOLCLORE A SER PROFERIDA PELO PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS

CapturarDanicafe (1).PNG



publicado por Carlos Gomes às 22:51
link do post | favorito

DR DANIEL CAFÉ VAI A LOURES FALAR SOBRE OS 40 ANOS DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS

A pedido do Rancho Folclórico Verde Minho, o Presidente da Federação do Folclore Português vai a Loures proferir uma palestra subordinada ao tema “Ranchos Folclóricos: Elaboração do Processo Técnico”. A iniciativa tem lugar no próximo dia 21 de Outubro, pelas 15 horas, no auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte.

FotoDanielCafe (1) (2).jpg

A conferência, especialmente dirigida a todos os grupos folclóricos da região da grande Lisboa e a todos quantos se interessam pela temática do folclore, é aberta ao público em geral e deverá contar com a presença de representantes da área cultural da Câmara Municipal de Loures.

Trata-se de uma excelente oportunidade para os grupos folclóricos sediados na região, esclarecerem diversos aspectos relacionados nomeadamente com a elaboração do processo técnico.

O Palácio doa Marqueses da Praia e Monforte encontra-se instalado junto ao Parque da Cidade e trata-se do local onde reúne a Assembleia Municipal de Loures, dispondo das melhores condições para a realização de palestras e conferências.



publicado por Carlos Gomes às 16:10
link do post | favorito

Domingo, 23 de Julho de 2017
ELEIÇÃO DAS “7 MARAVILHAS DE PORTUGAL” RECUPERA MODELO DE CONCURSO DO ESTADO NOVO

Em 1938, o Estado Novo promoveu através do Secretariado da Propaganda Nacional, dirigido por António Ferro, o célebre concurso “A Aldeia Mais Portuguesa de Portugal que culminou com a distinção com o referido título, da aldeia de Monsanto, do concelho de Idanha-a-Nova. Foi-lhe então entregue o “Galo de Prata”, um troféu da autoria de Abel Pereira da Silva, do qual foram criadas várias réplicas, uma das quais se exibe na Torre do Relógio daquela localidade.

monsanto_galo (1).jpg

O Júri era presidido por António Ferro e constituído entre outros pela sua esposa, a poetisa Fernanda de Castro, pelo musicólogo e folclorista Armando Leça, pelos etnógrafos Luís Chaves e Cardoso Marta e por Augusto Pinto, Tomás de Melo (TOM), Dr. Francisco Lage o jornalista Gustavo de Matos Sequeira.

Decorridas quase quatro décadas da sua atribuição – e mais de quatro décadas desde o fim do anterior regimes – eis que, ressalvando as devidas diferenças, um concurso promovido pelo Estado Novo serve de modelo a um concurso algo semelhante de igual modo destinado a “promover a identidade nacional”, beneficiando do entusiasmo e participação dos portugueses. Trata-se da eleição das “7 Maravilhas de Portugal” nas categorias Aldeias-Monumento, Aldeias de Mar, Aldeias Ribeirnhas, Aldeias Rurais, Aldeias Remotas, Aldeias Autênticas e Aldeias em Áreas Protegidas. Uma iniciativa da RTP que conta com o apoio institucional das mais diversas entidades oficiais, mormente ligadas ao Turismo e ao próprio Governo.

Sem colocar em causa o mérito da iniciativa, limitamo-nos a constatar que, não raras as vezes, a História prega-nos verdadeiras partidas…

As fotos que reproduzimos pertencem ao Arquivo Municipal de Lisboa e registam o acto de entrega do “Galo de Prata”, representativo do prémio “Aldeia mais Portuguesa de Portugal”, aos representantes da Aldeia de Monsanto, do Concelho de Idanha-a-Nova, em cerimónia que conta com a presenta das mais elevadas individualidades do Estado à época, incluindo o Presidente do Conselho de Ministros, Prof. Doutor António de Oliveira Salazar.

0001_M (9).jpg



publicado por Carlos Gomes às 21:07
link do post | favorito

Sábado, 22 de Julho de 2017
FOLKLOURES’18 JÁ MEXE!

A edição do próximo ano do FolkLoures – Encontro de Culturas está programada para decorrer entre os dias 30 de Junho e 7 de Julho do próximo ano.

Capturar-folkloures'18 (1).PNG

A organização do evento tem já assegurada a maioria dos participantes, incluindo a representação de uma comunidade imigrante estrangeira. Também a palestra a ter lugar no dia de abertura já se encontra definida, esperando o BLOGUE DE LISBOA poder avançar em breve com a divulgação de novidades em relação ao programa.

O FolkLoures’18 é uma iniciativa do Rancho Folclórico Verde Minho que conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures e de diversos órgãos de comunicação social de âmbito nacional e regional.



publicado por Carlos Gomes às 08:41
link do post | favorito

Sexta-feira, 21 de Julho de 2017
LOURES REALIZA FESTA DO VINHO

CapturarNovoVindima.PNG



publicado por Carlos Gomes às 09:09
link do post | favorito

Quinta-feira, 20 de Julho de 2017
OEIRAS: FOLCLORE ANIMA FESTAS DE PORTO SALVO

20245716_1458701237546472_7745556412704785915_n (2).jpg

 



publicado por Carlos Gomes às 19:13
link do post | favorito

Quarta-feira, 12 de Julho de 2017
MINHOTOS EM LOURES ESMAGAM AS UVAS AO RITMO DO BOMBO E SOM DA CONCERTINA

CapturarNovoVindima.PNG



publicado por Carlos Gomes às 20:23
link do post | favorito

Terça-feira, 11 de Julho de 2017
ARGANILENSES TRAZEM FOLCLORE AO CORAÇÃO DE LISBOA

O Largo do Corpo Santo, em Lisboa, foi este fim-de-semana o palco de um excelente festival de folclore que juntou gentes da Beira Litoral, Alta Estremadura, Durienses, da região do Mondego e da zona de Arganil que trouxeram até à capital o melhor dos seus usos e costumes, das suas danças, cantares e formas de trajar.

19875153_1490694074307590_7249256888127391944_n.jpg

Organizado pelo Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa, o festival contou ainda com a participação do Rancho Folclórico “Os Camponeses da Beira-Ria”; o Rancho Folclórico “Flores de Verde Pinho” do Coimbrão; o Rancho Folclórico e Etnográfico da Eira Pedrinha e o Rancho Típico da Amorosa.

O público era numeroso e interessado, não se cansando de aplaudir os grupos participantes, ao mesmo tempo que não dava descanso a quem trabalhava nas tasquinhas em redor.

Fotos: Manuel Santos

19875515_1490697694307228_6977262508378989426_n.jpg

19884221_1490699867640344_6807319650993377451_n.jpg

19894567_1490694400974224_1620372443848823899_n.jpg

19894627_1490694290974235_653056785949222736_n.jpg

19894732_1490694174307580_8118856038459528621_n.jpg

19894945_1490694160974248_1227888178793875530_n.jpg

19905083_1490696360974028_5441363634442683469_n.jpg

19905360_1490694167640914_9045320834267988495_n.jpg

19959270_1490698934307104_7693580865082247059_n.jpg

19961411_1490694480974216_3860575729756357474_n.jpg

19989351_1490694390974225_3567914003359103969_n.jpg

19990056_1490697544307243_2906748290458124657_n.jpg

20031749_1490694307640900_5522594311765914642_n.jpg



publicado por Carlos Gomes às 11:12
link do post | favorito

Segunda-feira, 10 de Julho de 2017
LOURES VAI TER FESTA DO VINHO

CapturarNovoVindima.PNG

 



publicado por Carlos Gomes às 10:36
link do post | favorito

Domingo, 9 de Julho de 2017
OEIRAS: RIBEIRA DA LAGE ACOLHE FESTIVAL DE FOLCLORE

Acabou há instantes na localidade da Lage, no concelho de Oeiras, o 39º Festival de Folclore organizado pelo Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage, um dos grupos folclóricos minhotos da região de Lisboa que se vem distinguindo pelo seu crescente dinamismo.

Capturar-loureiro-Lage.PNG

A pequena localidade, pertencente à Freguesia de Porto Salvo, despertou ao som das concertinas e do rufar dos bombos, à boa maneira das festas e romarias da nossa região.

Neste festival, cada vez mais concorrido de público, participaram o Grupo de Danças e Cantares de Cabeça Santa – Penafiel; o Grupo de Danças e Cantares da Chamusca e Ribatejo – Chamusca e o Rancho Folclórico Paço Vedro Magalhães – Ponte da Barca, além naturalmente do anfitrião Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage – Oeiras.

Capturar-PonteBarca-noiva.PNG

A iniciativa que decorreu no Centro Cultural da Ribeira da Lage contou com a presença da Drª Eduarda Conceição em representação da Câmara Municipal de Oeiras e ainda do Presidente da Junta de Freguesia de Porto Salvo, Dr. Dias Antunes.

O festival iniciou-se com a realização de um pequeno desfile pelas ruas mais próximas do referido Centro Cultural, após o qual passaram pelo palco sob o aplauso entusiasmado do público. E, após uma breve cerimónia formal de entrega de lembranças aos grupos participantes, na qual também o BLOGUE DO MINHO foi distinguido, teve lugar a exibição em palco dos grupos folclóricos.

CapturarJoana-Lage.PNG

Anos após ano, “Os Minhotos” da Ribeira da Lage vêm melhorando o seu desempenho no que respeita à forma como representam o nosso folclore e ainda à organização do seu próprio festival, registando cada vez uma maior afluência de público. E, para surpresa geral, apresenta-se de uma forma condigna que em nada desmerece muitos dos melhores grupos do Minho. Afinal de contas, “Os Minhotos” da Ribeira da Lage também são minhotos e, como tal, conhecem bem as suas próprias tradições e não deixam por mãos alheias os seus créditos na arte de bem cantar e dançar à moda do Minho!

Capturar-barquense.PNG

DSCF4497 (1).JPG

DSCF4501 (1).JPG

DSCF4502 (1).JPG

DSCF4503 (1).JPG

DSCF4510 (1).JPG

DSCF4520 (1).JPG

DSCF4522 (1).JPG

DSCF4523 (1).JPG

DSCF4540 (1).JPG

DSCF4541 (1).JPG

DSCF4585 (1).JPG

 

DSCF4590 (1).JPG

DSCF4594 (1).JPG

DSCF4598 (1).JPG

DSCF4605 (1).JPG

DSCF4624 (1).JPG

DSCF4628 (1).JPG

DSCF4632 (1).JPG

DSCF4696 (1).JPG

DSCF4734 (1).JPG

DSCF4747 (1).JPG

DSCF4754 (1).JPG

DSCF4760 (1).JPG

DSCF4767 (1).JPG

DSCF4778 (1).JPG



publicado por Carlos Gomes às 21:36
link do post | favorito

Sábado, 8 de Julho de 2017
BEIRÕES EM LISBOA LEVAM HOJE FOLCLORE AO CORPO SANTO

Programa (2) (3).png



publicado por Carlos Gomes às 10:04
link do post | favorito

Quarta-feira, 5 de Julho de 2017
BEIRÕES EM LISBOA LEVAM FOLCLORE AO CORPO SANTO

Programa (2) (3).png



publicado por Carlos Gomes às 08:59
link do post | favorito

Terça-feira, 4 de Julho de 2017
BEIRÕES LEVAM FOLCLORE AO CORAÇÃO DE LISBOA

Folk Misericórdia será um evento de cariz cultural, a ser realizado na Cidade de Lisboa, nos dias 8 e 9 de Julho!

A parceria entre o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa e a Junta de Freguesia da Misericórdia tem sido desenvolvida nos últimos meses, assente em pilares sólidos. Tal cooperação culminará com a organização deste evento, que se profetiza destacar da agenda cultural de Lisboa. 

Programa (2) (1).png

O evento será realizado no Largo do Corpo Santo, um dos muitos espaços da zona ribeirinha recentemente recuperados, que marcará o encerramento do Arraial do Corpo Santo. O seu cartaz incluí um programa rico em tradições e cultura, complementando deste modo os afamados arraiais alfacinhas.

No dia 8 de julho (sábado) haverá um Encontro de Concertinas e Instrumentos Tradicionais, onde os visitantes e transeuntes poderão disfrutar de música tradicional portuguesa, tendo a oportunidade de cantar e dançar durante toda a tarde. Já o dia 9 de julho (domingo) ficará marcado pela realização de um Encontro de Folclore, que contará com a presença de 5 grupos folclóricos, demonstrando as tradições, usos e costumes dos seus antepassados com a maior supremacia, graças à sua qualidade etnográfica.

Durante todo o evento haverá bar aberto, venda de enchidos, queijos, outros produtos regionais, artesanato e doçaria típica (como filhoses).

 



publicado por Carlos Gomes às 20:38
link do post | favorito

OEIRAS: RIBEIRA DA LAGE RECEBE FESTIVAL DE FOLCLORE

19238693_1926275124324428_465117912_o.jpg



publicado por Carlos Gomes às 20:21
link do post | favorito

MINHOTOS TRAZEM FOLCLORE E ALEGRIA À AMADORA

19656998_648073775383760_315820869145345874_n (1).jpg

 



publicado por Carlos Gomes às 20:19
link do post | favorito

Segunda-feira, 3 de Julho de 2017
OEIRAS: RIBEIRA DA LAGE ACOLHE FESTIVAL DE FOLCLORE

19225286_1926275554324385_108853104798841915_n.jpg



publicado por Carlos Gomes às 01:35
link do post | favorito

Domingo, 2 de Julho de 2017
LOURES REALIZA FESTA DO VINHO

Iniciativa do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho

Os minhotos que residem na região de Lisboa vão no próximo dia 9 de Setembro participar nas vindimas e, após o almoço, na pisa das uvas à moda antiga, ao som da concertina e ao ritmo do bombo. Trata-se de uma organização conjunta do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho e da Quinta das Carrafouchas, situada no concelho de Loures.

CapturarPisa da uva (1).PNG

Esta é uma iniciativa inédita no âmbito do regionalismo e da divulgação do folclore na região de Lisboa e está já a despertar enorme curiosidade e interesse sobretudo por parte dos minhotos que ali vivem, mas também das gentes saloias daquela região.

Os participantes vão poder experimentar a sensação única da prensagem da uva com os pés, tal como outrora se fazia em todos os lagares da nossa região. A pisa das uvas constitui uma tradição milenar que se perde nos tempos com vista ao seu esmagamento a fim de dar início ao processo de fermentação.

Com os pés se esmaga as uvas e quebra a casca sem, no entanto, quebrar as sementes, método que sendo mais demorado do que o recurso à prensa, proporciona um maior contacto com a casca e, consequentemente, a possibilidade de extrair mais cor, aromas e sabores, conferindo aos vinhos assim produzidos uma qualidade superior.

13907055_1395966163754086_7423286865422454463_n.png

A Quinta das Carrafouchas onde vai ter lugar a Festa do Vinho situada em A-das-Lebres, Freguesia de Santo Antão do Tojal. O solar é um dos exemplares do período Barroco existentes no Concelho de Loures. Foi em 8 de Abril de 1872 comprada ao Marquês de Valada por Joaquim Franco Cannas, permanecendo na família até aos dias de hoje.

Anne de Stoop, na sua obra “Quintas e Palácios dos Arredores de Lisboa”, descreve a Casa e Quinta das Carrafouchas nos seguintes termos:

“Não existe qualquer documento que nos permita retraçar a história da Casa das Carrafouchas, construída no principio do séc. XVIII. Da sua história só reza a estadia de Junot ali. No dia 8 de Abril de 1879, a propriedade é comprada ao Marquês de Valada por Joaquim Franco Cannas, mantendo-se na sua família até ao presente. Ela pertence actualmente a D. Maria Veneranda Cannas Henriques da Silva.

Este solar constitui um belíssimo exemplo da construção que podemos encontrar tanto no Norte como no Sul de Portugal. Neste tipo de casa, construída segundo uma concepção frontal, a fachada desenhada com cuidado desenvolve-se no sentido do comprimento. Os três elementos distintos, constituídos pela capela, a residência e o muro do pátio, fechado por um portal armoriado, são aí integrados num mesmo conjunto. As capelas são em geral pouco postas em evidência durante a primeira metade do século XVIII, ocupando simplesmente a extremidade da fachada. É este o caso, dado que a capela fica mesmo 

subordinada à cornija situada no prolongamento da casa, apenas se distinguindo desta por um pequeno campanário e por um frontão trabalhado. A sua fachada, na qual se inscreve a data de 1714, possui a sobriedade do século anterior, de que é exemplo a parte residencial, pontuada por largas pilastras e pelo alinhamento das janelas de sacadas com uma cornija. O enorme muro, com o seu portal armoriado, que dá acesso ao pátio, é prolongado pelo muro dos anexos.

Muito portuguesa na sua arquitectura, esta casa é-o também pela predominância dada à decoração interior da capela, sobre a da habitação. Dedicado a Nossa Senhora do Monte do Carmo, este local de oração constitui uma verdadeira jóia, onde se encontram, associados à portuguesa, talhas douradas, embutidos de mármore policromos, frescos vermelhos e dourados, e azulejos azuis e brancos. O conjunto é contudo muito homogéneo, graças ao «leitmotiv» bidimensional mas muito dinâmico, formado pelos enrolamentos e volutas de folhagem. A semelhança de tratamento destes materiais explica-se pelos laços que existem entre os diferentes corpos de ofícios que se inspiravam, na maior parte das vezes, nos registos destes mesmos decoradores.

Assim, o marchetador que executou o altar foi capaz de imitar na perfeição sobre a madeira os mosaicos florentinos em mármore semelhantes aos da vizinha Igreja Matriz de Loures, terminados em 1716 (1). Do mesmo modo, o fresquista pintou opulentas volutas no tecto, associadas à gramática ornamental pós-renascentista, com cornucópias de flores, frutos e mascarões. Em seis grandes carteias encontram-se representadas invocações à Virgem (2). No centro, à maneira das alminhas populares, talvez da autoria de José Ferreira de Araújo, encontra-se uma poética Nossa Senhora do Monte do Carmo, intercedendo pela salvação dos condenados ao fogo eterno (3). Quanto ao pintor de azulejos, cuja corporação era considerada como mais inovadora, nota-se todavia que este conservou nas cercaduras as tradicionais volutas onde folgam querubins. Em contrapartida, as cenas representadas relevam de uma nova estética. 

Os episódios da vida da Virgem (4), verdadeiros quadros, destacam-.se dos fundos arquitectónicos, abrindo-se sobre um espaço agora de três dimensões. Ao mesmo tempo, as diferentes cenas ilustram um mundo familiar longínquo dos austeros padrões do século anterior. A Natividade e a Adoração dos Magos são particularmente pitorescas, com pastores radiantes de alegria oferecendo os seus rústicos presentes ou os Reis Magos e os seus pretinhos acompanhados de camelos, evocando de algum modo os famosos cortejos de girafas das tapeçarias peçarias tecidas em Tournai no século XVI, depois das descobertas portuguesas. O cuidado no pormenor, a justeza das fisionomias, um certo ar terno e recolhido permitiriam atribuir estes azulejos ao mestre P.M.P.

Tal como a capela, o pátio constitui um espaço privilegiado, cercado por anexos de tectos múltiplos, alegrado pelo espantoso desenho geométrico do empedrado preto e branco e refrescado pela existência de uma fonte. O terraço que o domina foi decorado depois da capela, por volta de 1740, com três monumentais painéis de azulejos, que representam cenas de caça, no estilo das de Bartolomeu Antunes. Ali, cavaleiros e montadas perseguindo o touro, o cervo e o javali, possuem um desenho particularmente plástico.

O jardim reserva-nos nova surpresa, com o seu grande lago em meia-lua, adossado a três muros de um branco efuziante orlado de ocre, encimados por bolbos, pináculos que não deixam de ter vagas reminiscências árabes. Aqui os azulejos servem para enquadrar arquitectonica-mente nichos de largas cercaduras barrocas que, acima dos bancos de pedra, enquadram graciosas figuras alegóricas representando as Quatro Estações. Este tema bucólico, muito apreciado, alegra frequentemente os salões e os ter-raços, tal como na Quinta Grande na Damaia, onde as Quatro Estações possuem um porte de.elegância idêntica. Desenhada com muita delicadeza e cuidado, esta decoração poderia ser atribuída, quem sabe, a Nicolau de Freitas, por volta de 1740. Na grutazinha  central, o murmúrio da fonte parece juntar-se ao das galantes personagens de azulejos que devaneiam sob as frondosidades (5). 

(1) Os mosaicos de mármore da Igreja Matriz de Loures foram executados por Manuel Francisco Botelho entre 1696 eá716

(2) A Lua, o Sol, o poço, o espelho da justiça, a torre de marfim.

(3) O menino Jesus, os anjinhos e dois condenados sustentam na mão um emblema do Monte Carmo.

(4) A Educação da Virgem, a Apresentação no Templo, o Casamento da Virgem, o Nascimento de Jesus, a Adoração dos Magos, Fuga para o Egipto, Sagrada Família. É interessante comparar os azulejos com os quatro quadros da capela, representando o casamento da Virgem, a Anunciação, a Natividade e a Visitação.

(5) Nos jardins, apesar de ter desaparecido o miradouro do século XVIII decorado de azulejos, ainda ficou uma linda rotunda encimada de um lanternirn que abriga uma fonte.”

Fonte: Anne de Stoop. Quintas e Palácios dos Arredores de Lisboa. Livraria Civilização Editora. 1986

10446500_900026973348010_3397590458496427666_n (1).jpg



publicado por Carlos Gomes às 15:53
link do post | favorito

BEIRÕES LEVAM FOLCLORE AO CORAÇÃO DE LISBOA

Folk Misericórdia será um evento de cariz cultural, a ser realizado na Cidade de Lisboa, nos dias 8 e 9 de Julho!

A parceria entre o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa e a Junta de Freguesia da Misericórdia tem sido desenvolvida nos últimos meses, assente em pilares sólidos. Tal cooperação culminará com a organização deste evento, que se profetiza destacar da agenda cultural de Lisboa. 

Programa (2) (1).png

O evento será realizado no Largo do Corpo Santo, um dos muitos espaços da zona ribeirinha recentemente recuperados, que marcará o encerramento do Arraial do Corpo Santo. O seu cartaz incluí um programa rico em tradições e cultura, complementando deste modo os afamados arraiais alfacinhas.

No dia 8 de julho (sábado) haverá um Encontro de Concertinas e Instrumentos Tradicionais, onde os visitantes e transeuntes poderão disfrutar de música tradicional portuguesa, tendo a oportunidade de cantar e dançar durante toda a tarde. Já o dia 9 de julho (domingo) ficará marcado pela realização de um Encontro de Folclore, que contará com a presença de 5 grupos folclóricos, demonstrando as tradições, usos e costumes dos seus antepassados com a maior supremacia, graças à sua qualidade etnográfica.

Durante todo o evento haverá bar aberto, venda de enchidos, queijos, outros produtos regionais, artesanato e doçaria típica (como filhoses).

 



publicado por Carlos Gomes às 12:55
link do post | favorito

FOLKLOURES’17: MINHOTOS REALIZAM EM LOURES GRANDE FESTA DA CULTURA TRADICIONAL PORTUGUESA E DAS COMUNIDADES IMIGRANTES

Organização do Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures

A edição deste ano do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas culminou ontem com a realização no Parque da Cidade, em Loures, de um grandioso espectáculo da nossa cultura tradicional e das comunidades imigrantes que este ano marcaram a sua presença através de representações do Brasil e da Moldávia.

Capturar-formaturageral (1).PNG

Uma nota digna de registo foi a participação do cante alentejano, através do Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo, um dos mais lídimos representantes desta forma de expressão folclórica que, de forma incompreensível, é frequentemente discriminada em relação aos espectáculos de danças, vulgo festivais de folklore.

Desde a cerimónia de recepção aos grupos convidados que teve lugar no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures, estiveram presentes o vereador da Câmara Municipal de Loures, Dr. António Guilherme e diversos membros de juntas de freguesia. Por seu turno, também a Federação do Folclore Português fez-se representar na pessoa do sr. Joaquim Pinto, Conselheiro Técnico da Região do Alto Minho.

Capturar-vmolhosazuis (1).PNG

Após o desfile de grupos participantes, o espectáculo teve lugar em palco tendo como cenário a réplica da fachada das ruínas da Igreja de S. Paulo, em Macau, tendo beneficiado das excelentes condições atmosféricas que se fizeram sentir.

Perante a participação entusiasmada do numeroso público, participaram na edição deste ano do FolkLoures o Grupo de Bombos Os Baionenses, o grupo da Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil; a Associatia Miorita Portugalia – Moldávia; Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo; Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral; Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura; Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia e, naturalmente, o anfitrião Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho. O espectáculo encerrou com a realização de uma sessão de fogo-de-artifício que iluminou os céus no concelho de Loures.

Aos grupos e entidades participantes foram oferecidas peças de artesanato tradicional como lembranças, valorizando desse modo o trabalho artístico dos nossos artesãos. Refira-se que desde há algum tempo, o nosso artesanato tem sido preterido devido ao recurso a peças acrílicas e outras criações que nada têm a ver com o nosso folclore.

DSCF4251 (1).JPG

A realização do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas nos moldes em que está a ser efectuado, com o seu formato actual, está a projectar Loures como um palco privilegiado do folclore de Portugal e do Mundo, através de exposições, conferências e de um espectáculo que reúne o que de melhor existe na cultura tradicional do povo português e das comunidades imigrantes.

Entretanto, a organização do FolkLoures iniciou já os preparativos para a realização da edição de 2018, tendo inclusivamente já garantida uma representação de uma comunidade imigrante, esperando-se que o programa fique fechado até ao final deste ano.

CapturarCante (1).PNG

Para o próximo dia 9 de Setembro, o Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho tem em preparação a realização na Quinta das Carrafouchas da Festa do Vinho, um espectáculo de cariz etnográfico que incluirá a pisa das uvas no lagar à moda antiga, ao som da concertina e ao ritmo do bombo. Trata-se de uma organização conjunta do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho e da Quinta das Carrafouchas, situada no concelho de Loures.

Esta é uma iniciativa inédita no âmbito do regionalismo e da divulgação do folclore na região de Lisboa e está já a despertar enorme curiosidade e interesse sobretudo por parte dos minhotos que ali vivem, mas também das gentes saloias daquela região.

Capturar-capoeira (1).PNG

Os participantes vão poder experimentar a sensação única da prensagem da uva com os pés, tal como outrora se fazia em todos os lagares da nossa região. A pisa das uvas constitui uma tradição milenar que se perde nos tempos com vista ao seu esmagamento a fim de dar início ao processo de fermentação.

Com os pés se esmaga as uvas e quebra a casca sem, no entanto, quebrar as sementes, método que sendo mais demorado do que o recurso à prensa, proporciona um maior contacto com a casca e, consequentemente, a possibilidade de extrair mais cor, aromas e sabores, conferindo aos vinhos assim produzidos uma qualidade superior.

A Quinta das Carrafouchas onde vai ter lugar a Festa do Vinho situada em A-das-Lebres, Freguesia de Santo Antão do Tojal. O solar é um dos exemplares do período Barroco existentes no Concelho de Loures. Foi em 8 de Abril de 1872 comprada ao Marquês de Valada por Joaquim Franco Cannas, permanecendo na família até aos dias de hoje.

DSCF4272 (2).JPG

DSCF4219 (3).JPG

DSCF4221 (2).JPG

DSCF4231 (2).JPG

DSCF4234 (2).JPG

DSCF4235 (2).JPG

DSCF4236 (2).JPG

DSCF4238 (2).JPG

DSCF4241 (2).JPG

DSCF4242 (2).JPG

DSCF4243 (2).JPG

DSCF4249 (2).JPG

DSCF4250 (2).JPG

DSCF4253 (1).JPG

DSCF4276 (1).JPG

DSCF4281 (1).JPG

DSCF4304 (1).JPG

DSCF4305 (1).JPG

DSCF4309 (1).JPG

DSCF4318 (1).JPG

DSCF4321 (1).JPG

DSCF4328 (1).JPG

DSCF4337 (1).JPG

DSCF4402 (1).JPG

DSCF4417 (1).JPG

DSCF4448 (1).JPG

DSCF4452 (1).JPG

DSCF4457 (1).JPG

CapturarM1 (1).PNG

DSCF4484 (1).JPG



publicado por Carlos Gomes às 10:43
link do post | favorito

Sábado, 1 de Julho de 2017
FOLKLOURES'17 LEVA HOJE A LOURES FOLCLORE E TRADIÇÕES POPULARES

Cartaz corretoVMinho.jpg



publicado por Carlos Gomes às 09:06
link do post | favorito

MINHOTOS EM LISBOA JUNTAM-SE EM MARVILA

19437772_10159001105490525_7518570128312304354_n (1).jpg



publicado por Carlos Gomes às 09:03
link do post | favorito

Sexta-feira, 30 de Junho de 2017
FESTA DO VINHO: MINHOTOS PISAM AS UVAS EM LOURES

Iniciativa do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho

Os minhotos que residem na região de Lisboa vão no próximo dia 9 de Setembro participar nas vindimas e, após o almoço, na pisa das uvas à moda antiga, ao som da concertina e ao ritmo do bombo. Trata-se de uma organização conjunta do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho e da Quinta das Carrafouchas, situada no concelho de Loures.

CapturarPisa da uva (1).PNG

Esta é uma iniciativa inédita no âmbito do regionalismo e da divulgação do folclore na região de Lisboa e está já a despertar enorme curiosidade e interesse sobretudo por parte dos minhotos que ali vivem, mas também das gentes saloias daquela região.

Os participantes vão poder experimentar a sensação única da prensagem da uva com os pés, tal como outrora se fazia em todos os lagares da nossa região. A pisa das uvas constitui uma tradição milenar que se perde nos tempos com vista ao seu esmagamento a fim de dar início ao processo de fermentação.

Com os pés se esmaga as uvas e quebra a casca sem, no entanto, quebrar as sementes, método que sendo mais demorado do que o recurso à prensa, proporciona um maior contacto com a casca e, consequentemente, a possibilidade de extrair mais cor, aromas e sabores, conferindo aos vinhos assim produzidos uma qualidade superior.

13907055_1395966163754086_7423286865422454463_n.png

A Quinta das Carrafouchas onde vai ter lugar a Festa do Vinho situada em A-das-Lebres, Freguesia de Santo Antão do Tojal. O solar é um dos exemplares do período Barroco existentes no Concelho de Loures. Foi em 8 de Abril de 1872 comprada ao Marquês de Valada por Joaquim Franco Cannas, permanecendo na família até aos dias de hoje.

Anne de Stoop, na sua obra “Quintas e Palácios dos Arredores de Lisboa”, descreve a Casa e Quinta das Carrafouchas nos seguintes termos:

“Não existe qualquer documento que nos permita retraçar a história da Casa das Carrafouchas, construída no principio do séc. XVIII. Da sua história só reza a estadia de Junot ali. No dia 8 de Abril de 1879, a propriedade é comprada ao Marquês de Valada por Joaquim Franco Cannas, mantendo-se na sua família até ao presente. Ela pertence actualmente a D. Maria Veneranda Cannas Henriques da Silva.

Este solar constitui um belíssimo exemplo da construção que podemos encontrar tanto no Norte como no Sul de Portugal. Neste tipo de casa, construída segundo uma concepção frontal, a fachada desenhada com cuidado desenvolve-se no sentido do comprimento. Os três elementos distintos, constituídos pela capela, a residência e o muro do pátio, fechado por um portal armoriado, são aí integrados num mesmo conjunto. As capelas são em geral pouco postas em evidência durante a primeira metade do século XVIII, ocupando simplesmente a extremidade da fachada. É este o caso, dado que a capela fica mesmo 

subordinada à cornija situada no prolongamento da casa, apenas se distinguindo desta por um pequeno campanário e por um frontão trabalhado. A sua fachada, na qual se inscreve a data de 1714, possui a sobriedade do século anterior, de que é exemplo a parte residencial, pontuada por largas pilastras e pelo alinhamento das janelas de sacadas com uma cornija. O enorme muro, com o seu portal armoriado, que dá acesso ao pátio, é prolongado pelo muro dos anexos.

Muito portuguesa na sua arquitectura, esta casa é-o também pela predominância dada à decoração interior da capela, sobre a da habitação. Dedicado a Nossa Senhora do Monte do Carmo, este local de oração constitui uma verdadeira jóia, onde se encontram, associados à portuguesa, talhas douradas, embutidos de mármore policromos, frescos vermelhos e dourados, e azulejos azuis e brancos. O conjunto é contudo muito homogéneo, graças ao «leitmotiv» bidimensional mas muito dinâmico, formado pelos enrolamentos e volutas de folhagem. A semelhança de tratamento destes materiais explica-se pelos laços que existem entre os diferentes corpos de ofícios que se inspiravam, na maior parte das vezes, nos registos destes mesmos decoradores.

Assim, o marchetador que executou o altar foi capaz de imitar na perfeição sobre a madeira os mosaicos florentinos em mármore semelhantes aos da vizinha Igreja Matriz de Loures, terminados em 1716 (1). Do mesmo modo, o fresquista pintou opulentas volutas no tecto, associadas à gramática ornamental pós-renascentista, com cornucópias de flores, frutos e mascarões. Em seis grandes carteias encontram-se representadas invocações à Virgem (2). No centro, à maneira das alminhas populares, talvez da autoria de José Ferreira de Araújo, encontra-se uma poética Nossa Senhora do Monte do Carmo, intercedendo pela salvação dos condenados ao fogo eterno (3). Quanto ao pintor de azulejos, cuja corporação era considerada como mais inovadora, nota-se todavia que este conservou nas cercaduras as tradicionais volutas onde folgam querubins. Em contrapartida, as cenas representadas relevam de uma nova estética. 

Os episódios da vida da Virgem (4), verdadeiros quadros, destacam-.se dos fundos arquitectónicos, abrindo-se sobre um espaço agora de três dimensões. Ao mesmo tempo, as diferentes cenas ilustram um mundo familiar longínquo dos austeros padrões do século anterior. A Natividade e a Adoração dos Magos são particularmente pitorescas, com pastores radiantes de alegria oferecendo os seus rústicos presentes ou os Reis Magos e os seus pretinhos acompanhados de camelos, evocando de algum modo os famosos cortejos de girafas das tapeçarias peçarias tecidas em Tournai no século XVI, depois das descobertas portuguesas. O cuidado no pormenor, a justeza das fisionomias, um certo ar terno e recolhido permitiriam atribuir estes azulejos ao mestre P.M.P.

Tal como a capela, o pátio constitui um espaço privilegiado, cercado por anexos de tectos múltiplos, alegrado pelo espantoso desenho geométrico do empedrado preto e branco e refrescado pela existência de uma fonte. O terraço que o domina foi decorado depois da capela, por volta de 1740, com três monumentais painéis de azulejos, que representam cenas de caça, no estilo das de Bartolomeu Antunes. Ali, cavaleiros e montadas perseguindo o touro, o cervo e o javali, possuem um desenho particularmente plástico.

O jardim reserva-nos nova surpresa, com o seu grande lago em meia-lua, adossado a três muros de um branco efuziante orlado de ocre, encimados por bolbos, pináculos que não deixam de ter vagas reminiscências árabes. Aqui os azulejos servem para enquadrar arquitectonica-mente nichos de largas cercaduras barrocas que, acima dos bancos de pedra, enquadram graciosas figuras alegóricas representando as Quatro Estações. Este tema bucólico, muito apreciado, alegra frequentemente os salões e os ter-raços, tal como na Quinta Grande na Damaia, onde as Quatro Estações possuem um porte de.elegância idêntica. Desenhada com muita delicadeza e cuidado, esta decoração poderia ser atribuída, quem sabe, a Nicolau de Freitas, por volta de 1740. Na grutazinha  central, o murmúrio da fonte parece juntar-se ao das galantes personagens de azulejos que devaneiam sob as frondosidades (5). 

(1) Os mosaicos de mármore da Igreja Matriz de Loures foram executados por Manuel Francisco Botelho entre 1696 eá716

(2) A Lua, o Sol, o poço, o espelho da justiça, a torre de marfim.

(3) O menino Jesus, os anjinhos e dois condenados sustentam na mão um emblema do Monte Carmo.

(4) A Educação da Virgem, a Apresentação no Templo, o Casamento da Virgem, o Nascimento de Jesus, a Adoração dos Magos, Fuga para o Egipto, Sagrada Família. É interessante comparar os azulejos com os quatro quadros da capela, representando o casamento da Virgem, a Anunciação, a Natividade e a Visitação.

(5) Nos jardins, apesar de ter desaparecido o miradouro do século XVIII decorado de azulejos, ainda ficou uma linda rotunda encimada de um lanternirn que abriga uma fonte.”

Fonte: Anne de Stoop. Quintas e Palácios dos Arredores de Lisboa. Livraria Civilização Editora. 1986

10446500_900026973348010_3397590458496427666_n (1).jpg



publicado por Carlos Gomes às 10:23
link do post | favorito

FOLKLOURES’17: AMANHÃ É O DIA DA GRANDE FESTA!

Moldávia e Brasil são as representações internacionais da edição de 2017

É já amanhã, sábado, dia 1 de Julho, que tem lugar em Loures o espectáculo de culturas tradicionais FolkLoures’17.

Cartaz corretoVMinho.jpg

Trata-se de uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Este evento privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

O programa do FolkLoures’17 é o seguinte:

FOLKLOURES'17 - Encontro de Culturas

PROGRAMA

Dia 1 de Julho

- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas

- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional

- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício

GRUPOS PARTICIPANTES

Grupo de Zés Pereiras “Os Baionenses” - Baião

Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil

Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo

Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho

Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral

Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura

Associatia Miorita Portugalia – Moldávia

Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia



publicado por Carlos Gomes às 09:36
link do post | favorito

Quinta-feira, 29 de Junho de 2017
MINHOTOS DA RIBEIRA DA LAGE REALIZAM EM OEIRAS FESTIVAL DE FOLCLORE

19225286_1926275554324385_108853104798841915_n.jpg



publicado por Carlos Gomes às 09:53
link do post | favorito

FOLKLOURES’17: CHEGOU O DIA DO GRANDE FESTIVAL EM LOURES!

Moldávia e Brasil são as representações internacionais da edição de 2017

É já no próximo sábado, dia 1 de Julho, que tem lugar em Loures o espectáculo de culturas tradicionais FolkLoures’17.

Cartaz corretoVMinho.jpg

Trata-se de uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Este evento privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

O programa do FolkLoures’17 é o seguinte:

FOLKLOURES'17 - Encontro de Culturas

PROGRAMA

Dia 1 de Julho

- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas

- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional

- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício

GRUPOS PARTICIPANTES

Grupo de Zés Pereiras “Os Baionenses” - Baião

Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil

Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo

Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho

Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral

Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura

Associatia Miorita Portugalia – Moldávia

Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia



publicado por Carlos Gomes às 09:18
link do post | favorito

Quarta-feira, 28 de Junho de 2017
TOCADORES DE CONCERTINA MARCAM ENCONTRO NA AMADORA

19551283_645003039024167_1355191594_n (1).jpg



publicado por Carlos Gomes às 23:36
link do post | favorito

MINHOTOS REALIZAM EM LOURES FESTA DO VINHO

Iniciativa do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho

Os minhotos que residem na região de Lisboa vão no próximo dia 9 de Setembro participar nas vindimas e, após o almoço, na pisa das uvas à moda antiga, ao som da concertina e ao ritmo do bombo. Trata-se de uma organização conjunta do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho e da Quinta das Carrafouchas, situada no concelho de Loures.

CapturarPisa da uva (1).PNG

Esta é uma iniciativa inédita no âmbito do regionalismo e da divulgação do folclore na região de Lisboa e está já a despertar enorme curiosidade e interesse sobretudo por parte dos minhotos que ali vivem, mas também das gentes saloias daquela região.

Os participantes vão poder experimentar a sensação única da prensagem da uva com os pés, tal como outrora se fazia em todos os lagares da nossa região. A pisa das uvas constitui uma tradição milenar que se perde nos tempos com vista ao seu esmagamento a fim de dar início ao processo de fermentação.

Com os pés se esmaga as uvas e quebra a casca sem, no entanto, quebrar as sementes, método que sendo mais demorado do que o recurso à prensa, proporciona um maior contacto com a casca e, consequentemente, a possibilidade de extrair mais cor, aromas e sabores, conferindo aos vinhos assim produzidos uma qualidade superior.

A Quinta das Carrafouchas onde vai ter lugar a Festa do Vinho situada em A-das-Lebres, Freguesia de Santo Antão do Tojal. O solar é um dos exemplares do período Barroco existentes no Concelho de Loures. Foi em 8 de Abril de 1872 comprada ao Marquês de Valada por Joaquim Franco Cannas, permanecendo na família até aos dias de hoje.

10446500_900026973348010_3397590458496427666_n (1).jpg



publicado por Carlos Gomes às 23:18
link do post | favorito

FOLKLOURES’17: EXPOSIÇÕES, PALESTRAS, TRADIÇÕES E FOLCLORE NUM GRANDIOSO FESTIVAL DURANTE UMA SEMANA EM LOURES

Moldávia e Brasil são as representações internacionais da edição de 2017

A edição deste ano do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, vai ter o seu início no dia 24 de Junho com a realização de uma exposição e de uma palestra, prolongando-se durante toda a semana até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar o espectáculo de culturas tradicionais.

Cartaz corretoVMinho.jpg

Trata-se de uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Este evento privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

O programa do FolkLoures’17 é o seguinte:

FOLKLOURES'17 - Encontro de Culturas

PROGRAMA

Dia 1 de Julho

- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas

- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional

- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício

GRUPOS PARTICIPANTES

Grupo de Zés Pereiras “Os Baionenses” - Baião

Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil

Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo

Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho

Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral

Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura

Associatia Miorita Portugalia – Moldávia

Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia

Grupo de Danças e Cantares da Madeira – Madeira



publicado por Carlos Gomes às 10:41
link do post | favorito

Terça-feira, 27 de Junho de 2017
BEIRÕES LEVAM FOLCLORE AO CORAÇÃO DE LISBOA

Folk Misericórdia será um evento de cariz cultural, a ser realizado na Cidade de Lisboa, nos dias 8 e 9 de Julho!

A parceria entre o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa e a Junta de Freguesia da Misericórdia tem sido desenvolvida nos últimos meses, assente em pilares sólidos. Tal cooperação culminará com a organização deste evento, que se profetiza destacar da agenda cultural de Lisboa.

Programa (2) (1).png

O evento será realizado no Largo do Corpo Santo, um dos muitos espaços da zona ribeirinha recentemente recuperados, que marcará o encerramento do Arraial do Corpo Santo. O seu cartaz incluí um programa rico em tradições e cultura, complementando deste modo os afamados arraiais alfacinhas.

No dia 8 de julho (sábado) haverá um Encontro de Concertinas e Instrumentos Tradicionais, onde os visitantes e transeuntes poderão disfrutar de música tradicional portuguesa, tendo a oportunidade de cantar e dançar durante toda a tarde. Já o dia 9 de julho (domingo) ficará marcado pela realização de um Encontro de Folclore, que contará com a presença de 5 grupos folclóricos, demonstrando as tradições, usos e costumes dos seus antepassados com a maior supremacia, graças à sua qualidade etnográfica.

Durante todo o evento haverá bar aberto, venda de enchidos, queijos, outros produtos regionais, artesanato e doçaria típica (como filhoses).



publicado por Carlos Gomes às 22:15
link do post | favorito

Segunda-feira, 26 de Junho de 2017
FOLKLOURES'17: MADEIRENSES DANÇAM O BAILINHO EM LOURES

O Grupo de Danças e Cantares da Madeira vai no próximo dia 1 de Julho participar no FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures.

15669943_kl80v (1).jpeg

Trata-se de um evento que privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

Constituído há mais de três décadas por madeirenses radicados na região de Lisboa, este grupo folclórico está sediado no vizinho concelho da Amadora e é o único que no continente representa os usos e costumes tradicionais das gentes do Arquipélago da Madeira, actualmente constituída como Região Autónoma.

Além do Grupo de Danças e Cantares da Madeira, a edição deste ano do FolkLoures vai contar com a participação do Grupo de Zés Pereiras Os Baionenses - Baião, Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba – Alentejo; Grupo Folclórico O Cancioneiro de Ovar – Beira Litoral; Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura; Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia; Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil; Associatia Miorita Portugalia – Moldávia e, naturalmente, o anfitrião Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho.

Cartaz corretoVMinho.jpg



publicado por Carlos Gomes às 23:01
link do post | favorito

MINHOTOS DA RIBEIRA DA LAGE REALIZAM EM OEIRAS FESTIVAL DE FOLCLORE

19225286_1926275554324385_108853104798841915_n.jpg



publicado por Carlos Gomes às 22:39
link do post | favorito

FOLKLOURES 17 ´ primeşte reprezentarea Republicii MOLDOVA

Associatia grupul folcloric "Mioriţa" Consiliul va pe 1 iulie, pentru a participa la FolkLoures 17-întâlnire de culturi, o iniţiativă de mare caracter tradiţional organizat de ansamblul folcloric verde Minho în colaborare cu municipalitatea din Loures, au loc cu ocazia festivităţilor de municipiu Loures. Acesta este un eveniment care se concentrează pe folclorul regiunii locale şi chiar din întreaga ţară şi comunităţi care constituie mozaic sociale şi culturale a regiunii, contribuie la includerea şi promovarea păcii între popoare prin cultura lor tradiţională.

18670895_419210921788280_7126892578996939302_n

Format de moldoveni şi lor descendenţi ai imigranţilor în ţara noastră, Associatia "Mioriţa" Consiliul are sediul în Barreiro şi reprezintă obiceiuri tradiţionale a poporului din Republica Moldova.

Situat în Europa de Est, Moldova are frontierele cu Ucraina și România. În secolul al XV-lea, Moldova – oficial Republica Moldova – a ocupat întreaga regiune a Basarabiei, Moldova și Bucovina, care constituie o mare putere regională.

Ca rezultat al istoricului tulbure care a inclus perioada feudală, Tratatul de la București din 1812 care estetic teritoriul dumneavoastră, depunerea Basarabia Rusiei și, ulterior, independenţa României şi vă unificarea cu Republica Moldova este în prezent controversate, definirea identităţii lingvistice şi etnice între moldoveni şi români.

Dincolo de grupul de folclor Associatia "Mioriţa" Consiliul în reprezentarea Comunitatea moldovenească îşi are rădăcinile în ţara noastră, acest an FolkLoures va conta cu participarea grupului de dans şi cântând, Corul secerătorii Cuba-Alentejo, ansamblul folcloric Cancioneiro de Ovar-Beira Litoral şi Estremadura reprezentări şi Brazilia să dezvăluie în timp util. În plus faţă de grup folcloric verde Minho gazdă.

Mai mult decât orice alte manifestări culturale şi sportive este folclor sub formă de expresie culturală care contribuie cel mai bine pace între popoare, cu privire la diferenţele şi identitatea lor.

Cartaz2017Novo.jpg



publicado por Carlos Gomes às 10:14
link do post | favorito

FOLKLOURES'17: TODOS OS CAMINHOS VÃO DAR A LOURES!

Moldávia e Brasil são as representações internacionais da edição de 2017

A edição deste ano do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, vai ter o seu início no dia 24 de Junho com a realização de uma exposição e de uma palestra, prolongando-se durante toda a semana até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar o espectáculo de culturas tradicionais.

Trata-se de uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Este evento privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

Cartaz corretoVMinho.jpg

O programa do FolkLoures’17 é o seguinte:

FOLKLOURES'17 - Encontro de Culturas

PROGRAMA

Dia 1 de Julho

- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas

- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional

- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício

GRUPOS PARTICIPANTES

Grupo de Zés Pereiras “Os Baionenses” - Baião

Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil

Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo

Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho

Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral

Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura

Associatia Miorita Portugalia – Moldávia

Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia

Grupo de Danças e Cantares da Madeira – Madeira



publicado por Carlos Gomes às 09:31
link do post | favorito

MINHOTOS DA RIBEIRA DA LAGE REALIZAM EM OEIRAS FESTIVAL DE FOLCLORE

19225286_1926275554324385_108853104798841915_n.jpg



publicado por Carlos Gomes às 09:21
link do post | favorito

BERNARDINO SOARES, PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE LOURES, ENDEREÇO MENSAGEM À ORGANIZAÇÃO DO FOLKLOURES

Capturarlourescm (1).PNG



publicado por Carlos Gomes às 00:08
link do post | favorito

Domingo, 25 de Junho de 2017
ARRAIAL DE BENFICA TEVE A COR E ALEGRIA DO MINHO

Laura Rua, a mordoma do cartaz da Romaria da Senhora d’Agonia, esteve presente e foi muito aplaudida pelo público

O arraial é lisboeta mas não dispensa a cor e alegria das gentes minhotas. O Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares do Minho levou esta tarde a efeito o V Festival Nacional de Folclore inserido no Arraial de Benfica, uma iniciativa que junta habitualmente milhares de pessoas e conta com o apoio do INATEL, da Junta de Freguesia de Benfica e da Rádio do Folclore Português.

CapturarMinho2.PNG

Participaram neste festival, além do grupo anfitrião, o Rancho Folclórico de Avis – Alto Alentejo; o Rancho Folclórico da Casa do Povo de Arcena – Vila Franca de Xira e o Grupo Folclórico de Belas – Sintra.

Com o seu jeito brincalhão, sempre disposto a pregar partidas, São Pedro fez borrifar algumas gotas de chuva para, instantes depois, deixar o sol espreguiçar-se e afagar o público que aguardava impaciente o começo do espectáculo que, entretanto, teve de ser transferido para o Ringue António Livramento, situado a escassas dezenas de metros.

DSCF3981.JPG

Mas nada disso impediu que centenas de pessoas se deslocassem para aplaudir os grupos participantes, com especial relêvo para o grupo organizador e a sua estrela do momento – Laura Rua, a jovem e bonita mordoma que foi este ano escolhida para figurar no cartaz oficial da Romaria da Senhora d’Agonia – que neste festival se apresentou com o característico traje verde de Geraz do Lima, em lugar do traje da Areosa com que figura no cartaz.

CapturarMinho4.PNG

Todos os grupos participantes proporcionaram um magnífico espectáculo de folclore, com inclusão de quadros etnográficos que, além de transportarem o público para vivêncas de outras épocas, também proporcionaram excelentes momentos de diversão. O amolador, o padeiro, o leiteiro, o ardina foram algumas figuras-tipo que se destacaram num espectáculo que também trouxe a terreiro recriação de antigos costumes como as pulhas.

Uma vez mais, tratou-se de um festival que primou pelo rigor e a qualidade a que, sob a liderança experimentada de Joaquim Pinto, o Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares do Minho já nos habitou e que, por tal, merece sempre o aplauso e o reconhecimento da comunidade minhota radicada na região de Lisboa.

Capturarminho1.PNG

CapturarMinho3.PNG

DSCF3974.JPG

DSCF3996.JPG

DSCF3830.JPG

DSCF3826.JPG

CapturarBelas2.PNG

CapturarBelas3.PNG

DSCF3829.JPG

DSCF3843.JPG

DSCF3846.JPG

DSCF3847.JPG

DSCF3853.JPG

DSCF3859.JPG

DSCF3866.JPG

DSCF3869.JPG

DSCF3873.JPG

DSCF3887.JPG

DSCF3900.JPG

DSCF3903.JPG



publicado por Carlos Gomes às 22:54
link do post | favorito


mais sobre mim
pesquisar
 
Setembro 2017
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2

3
4
5
6
7
8
9


23

24
25
26
27
28
29
30


posts recentes

DESFILE NACIONAL DO TRAJE...

MINHOTOS EM LOURES DESFOL...

CARNAXIDE RECEBE SERÃO TE...

GRUPO DE FOLCLORE DAS TER...

FEDERAÇÃO DO FOLCLORE POR...

QUER FAZER PARTE DO GRUPO...

CASA DO MINHO TROUXE O MI...

MINHOTOS EM LISBOA LEVAM ...

BAIRRO DA FRATERNIDADE EM...

GRUPO DE FOLCLORE DAS TER...

MINHOTOS EM LOURES DESFOL...

PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO D...

MINHOTOS EM LISBOA FAZEM ...

FOLCLORE DESFILA EM ALFRA...

AMADORA RECEBE FESTIVAL D...

ARGANILENSES TROUXERAM A ...

MINHOTOS EM LOURES DESFOL...

FEDERAÇÃO DO FOLCLORE POR...

ARGANILENSES TRAZEM AMANH...

MINHOTOS EM LOURES DESFOL...

FOLCLORE JUNTA MINHOTOS E...

FESTA DO VINHO JUNTA MINH...

MINHOTOS EM LOURES VINDIM...

ARGANILENSES TRAZEM FOLCL...

SAIBA COMO CHEGAR À QUINT...

ALFRAGIDE RECEBE FESTIVAL...

ARGANILENSES TRAZEM FOLCL...

MINHOTOS EM LOURES PISAM ...

ALFRAGIDE REALIZA FESTIVA...

ARGANILENSES TRAZEM FOLCL...

FESTA DO VINHO JUNTA MINH...

MINHOTOS EM LISBOA LEVAM ...

FEDERAÇÃO DO FOLCLORE POR...

MINHOTOS EM LOURES PISAM ...

PARQUE DAS NAÇÕES EM LISB...

MINHOTOS EM LISBOA LEVAM ...

GENTES D'ENTRE-O-DOURO-E-...

MINHOTOS EM LISBOA LEVAM ...

ARGANILENSES TRAZEM FOLCL...

FEDERAÇÃO DO FOLCLORE POR...

AMADORA REALIZA FESTIVAL ...

GENTES D'ENTRE-O-DOURO-E-...

ARGANILENSES EM LISBOA RE...

FOLKLOURES'18 JÁ MEXE!

ARGANILENSES TRAZEM FOLCL...

PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO D...

MEM MARTINS REALIZA FESTI...

ARGANILENSES TRAZEM FOLCL...

FEDERAÇÃO DO FOLCLORE POR...

FEDERAÇÃO DO FOLCLORE POR...

arquivos

Setembro 2017

Agosto 2017

Julho 2017

Junho 2017

Maio 2017

Abril 2017

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Junho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

tags

todas as tags

links
Fazer olhinhos
blogs SAPO
subscrever feeds