Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Domingo, 24 de Dezembro de 2017
BLOGUE DE LISBOA DESEJA BOAS FESTAS AOS SEUS LEITORES

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publicado por Carlos Gomes às 12:41
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Sábado, 23 de Dezembro de 2017
LOURES VIRA MINHO

GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO É UM LÍDIMO EMBAIXADOR DO FOLCLORE E DO MINHO NA CIDADE DE LOURES

O Grupo Folclórico Verde Minho prepara-se para entrar no ano 2018 com a maior pujança e entusiasmo na promoção do folclore e das tradições minhotas em geral. Para além das iniciativas que tem vindo a divulgar, aquele grupo folclórico minhoto prepara para breve algumas surpresas que decerto vão entusiasmar a comunidade minhota radicada na região de Lisboa. Refira-se que o “Verde Minho” têm nos últimos tempo vindo a desdobrar-se em iniviativas diversificadas, sendo de salientar o novo formato do Encontro de Cultura que anualmente realiza na cidade de Loures, agora com a marca FolkLoures.

No próximo dia 4 de Fevereiro, vai ter lugar em Loures uma grandiosa jornada gastronómica – o Almoço do Arroz de Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima e a Alheira de Galo – a ser confeccionada pelos mais prestigiados restaurantes de Ponte de Lima. A iniciativa conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures que colocará à disposição as cozinhas e refeitórios da autarquia.

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No dia 24 de Março, o arcuense Rui Aguilar Cerqueira fará uma conferência subordinada ao tema “Folclore e Regionalismo Minhoto na África Austral: A Casa do Minho em Lourenço Marques”. A iniciativa decorrerá no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures.

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No dia 30 de Junho, também no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, o Prof. Doutor Manuel Antunes proferirá uma conferência subordinada ao tema “Vilarinho das Furnas: História e Tradições Populares de uma Aldeia Afundada”. A iniciativa insere-se no âmbito da próxima edição do FolkLoures e deverá ser apoiada pela projecção de interessantes imagens que retatam os usos e costumes das gentes de Vilarinho das Furnas, antes da aldeia ter ficado submersa nas águas da albufeira da barragem.

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Outras conferências encontram-se já asseguradas e em fase de agendamento, como se verifica com a que vai ser proferida pelo Dr. Augusto Flor, Presidente da Direcção da Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto.

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Entretanto, de 30 de Junho a 7 de Julho, decorre em Loures mais uma edição do “FolkLoures – Encontro de Culturas” que incluirá exposições, feira de produtos tradicionais, conferências e um festival de folclore e recriação de tradições populares.

Para o próximo ano está prevista a participação do Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa em representação da região saloia de Loures; do Grupo de Danças e Cantares do Alto do Moinho representando o Douro Litoral; o Grupo dos Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia – Minho, o Grupo Folclórico de Penafiel – Entre-o-Douro-e-Minho; o Grupo Cultural e Etnográfico “Os Camponeses de Pias” – Serpa que traz o cante alentejano da margem esquerda do rio Guadiana e, naturalmente, o anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho.

Como representação internacional e das comunidades imigrantes em Portugal, o FolkLoures’18 vai contar com a participação do agrupamento “Pensamento Oriental – Promoção da Cultura Chinesa” o qual, junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, executará “Capriccio de Kumara”, uma dança tradicional do Tibete da etnia Zang (Tibete), o que representa as tradições, os costumes através de movimentos livres e de grande amplitude.

A anunciar a festa, vão rufar os bombos do grupo “Os Arrufarte” e “Pifaradas e Gaitadas” de Unhais da Serra, concelho da Covilhã. E muitas mais surpresas aguardarão a ocasião mais propícia para serem divulgadas!...

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O MINHO É VERDE – FOLCLORE É “VERDE MINHO”!

Disse um dia o escritor transmontano Miguel Torga, “…no Minho tudo é verde, o caldo é verde, o vinho é verde…” – não podiam, pois, os minhotos que vivem na região de Lisboa, deixar de tomar para si a identificação cromática que caracteriza a sua região.

Respondendo ao chamamento da terra que os viu nascer, os minhotos que vivem nos arredores de Lisboa, mais concretamente no Concelho de Loures, decidiram em tempos criar um grupo folclórico que os ajuda a manter a sua ligação afetiva às origens. Assim nasceu em 1994 o “Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho”, anunciado como seu propósito a preservação, salvaguarda e divulgação das suas raízes culturais.

Visa através da sua atuação promover as tradições da nossa região nomeadamente junto dos mais jovens ao mesmo tempo que valoriza os seus conhecimentos musicais e da etnografia minhota.

As danças e cantares que exibe são alegres e exuberantes como animadas são as mais exuberantes romarias do Minho. Trajam de linho e sorrobeco e vestem trajes de trabalho e domingueiros, de mordoma e lavradeira, de noivos, de ir ao monte e à feira. Calçam tamancos e ostentam o barrete e o chapéu braguês. As moças, graciosas e belas nos seus trajes garridos bordados pelas delicadas mãos de artista, com a sua graciosidade e simpatia, exibem vaidosas os colares de contas e as reluzentes arrecadas de filigrana que são a obra-prima da ourivesaria minhota.

Ao som da concertina e da viola braguesa, do bombo e do reque-reque, dos ferrinhos e do cavaquinho, cantam e dançam a chula e o vira, a rusga e a cana-verde, com a graciosidade e a desenvoltura que caracteriza as gentes do Minho. O seu reportório foi recolhido em meados do século passado, junto das pessoas mais antigas cujo conhecimento lhes foi transmitido ao longo de gerações, nas aldeias mais remotas das serranias da Peneda e das Argas, nas margens do Minho e do Lima, desde Melgaço a Ponte da Barca, do Soajo a Viana do Castelo. Levam consigo a merenda e os instrumentos de trabalho que servem na lavoura como a foicinha e o malho, os cestos de vime e os varapaus, as cabaças e os cabazes do farnel.

Qual hino de louvor ao Criador, o Minho, terra luminosa e verde que a todos nos seduz pelo seu natural e infinito encanto, salpicado de capelinhas aonde o seu povo acorre em sincera devoção, é ali representado por um punhado de jovens, uns mais do que outros, os quais presenteiam o público com o que o Minho possui de mais genuíno – o seu Folclore!

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publicado por Carlos Gomes às 19:26
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Sexta-feira, 22 de Dezembro de 2017
METRO DE LISBOA ASSEGURA SERVIÇO DURANTE TODA A NOITE DA PASSAGEM DO ANO E PRATICA NOVOS HORÁRIOS NOS DIAS 24 E 25 DE DEZEMBRO

Passagem do ano

Na sequência da prática já implementada este ano para outras situações, o Metropolitano de Lisboa informa que irá assegurar o serviço de exploração, durante toda a noite da passagem de ano permitindo, desta forma, responder ao acréscimo de procura que normalmente se regista durante a noite de 31 de dezembro e a madrugada de 01 de janeiro. As condições de exploração serão oportunamente divulgadas.

Natal

Relativamente aos dias 24 e 25 de dezembro, face à habitual acentuada redução de procura, o Metropolitano de Lisboa informa que encerrará os seus serviços, às 24h00 do dia 24 de dezembro, saindo o último comboio de cada um dos términos às 23h30m. No dia 25 de dezembro, o Metropolitano de Lisboa iniciará o serviço de exploração às 08h00.

O Metropolitano de Lisboa deseja Boas Festas e um Ano Novo repleto de boas viagens a todos os seus Clientes.


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publicado por Carlos Gomes às 22:28
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PROGESTUR DESEJA BOAS FESTAS AOS LEITORES DO BLOGUE DE LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 22:14
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FEDERAÇÃO PORTUGUESA DAS CONFRARIAS GASTRONÓMICAS DESEJA BOAS FESTAS AOS LEITORES DO BLOGUE DE LISBOA

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Anunciação, Josefa de Óbidos

Anunciar a luz que se adivinha. Deixar-se contagiar pela luz que aí vem. O Natal não acontece somente no dia 25 de Dezembro nem se esgota nas mensagens que queremos enviar a todos, é um todo que se prepara em cada dia que vivemos e em que sentimos a GRATIDÃO da vida, a DÁDIVA do que somos e de quem temos ao nosso lado. Viver o Natal é deixar que a magia aconteça, mas sentir o Natal é vivê-lo em cada dia que passa e sentir a luz que nos acolhe nos pequenos grandes pormenores da nossa vida. A Anunciação celebra a vontade de um coração disponível para ser feliz todos os dias.

Um Santo e Feliz Natal!



publicado por Carlos Gomes às 21:42
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Quinta-feira, 21 de Dezembro de 2017
METROPOLITANO DE LISBOA LANÇA 1º CONCURSO DE MONTRAS

CLIENTE PODE VOTAR NA SUA MONTRA PREFERIDA

Com o objetivo de reforçar o relacionamento entre os lojistas, os espaços comerciais e os clientes, o Metropolitano de Lisboa, em parceria com a Metrocom, empresa detida totalmente pelo Metro e que explora os espaços comerciais existentes na rede, lançou um Concurso de Montras dirigido a todos os lojistas que detêm espaços comerciais nas estações de metro, como forma de dinamização e decoração desses espaços. Os clientes do metro e o público em geral poderão, assim, eleger a sua montra preferida.

A primeira edição deste Concurso de Montras é alusiva à temática natalícia, sendo intenção do Metropolitano de Lisboa dar continuidade a esta iniciativa já no próximo ano. O convite para participar na iniciativa foi dirigido aos lojistas, tendo-se inscrito no concurso 29 lojas.

Assim, quem passar pelas estações Aeroporto, Oriente e Alameda (linha Vermelha), Campo Grande, Campo Pequeno, Entre Campos e Picoas (linha Amarela), Marquês de Pombal (linhas Amarela e Azul), Jardim Zoológico e Restauradores (linha Azul) e Rossio (linha Verde) pode desfrutar de montras com uma decoração especial e mais cuidada, conferindo uma maior atratividade e estética aos espaços comerciais e às estações de Metro.

A participação no concurso é digital, podendo os clientes do Metro e o público em geral votar nas suas montras favoritas até ao próximo dia 7 de janeiro de 2018. A votação pode ser realizada através do site do Metro de Lisboa em http://www.metrolisboa.pt/concurso_montras/ ou através de um QRcode, disponível nas lojas e direcionado para um microsite onde cada cliente dispõe de um máximo de 5 votos.

Os resultados finais da votação serão divulgados no final de Janeiro de 2018, no âmbito das comemorações do aniversário da empresa.

O Metropolitano de Lisboa pretende, com esta iniciativa fomentar conceitos de negócio que valorizam e dignificam os espaços comerciais existentes, através do desenvolvimento de projetos que possibilitam a implementação de soluções inovadoras, disponibilizando melhores condições de mobilidade aos seus clientes. 



publicado por Carlos Gomes às 18:53
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PAN QUER COMBATER ESCRAVATURA DE SERES HUMANOS

PAN quer medidas de combate ao tráfico de seres humanos para fins laborais

  • Aumento significativo do número absoluto de pessoas que vivem em condições de escravatura em Portugal
  • Forte crescimento de contratação de mão-de-obra estrangeira não cumpre legislação nem direitos humanos básicos
  • Mais fiscalização, levantamento do número de trabalhadores sazonais e plano de emergência de apoio imediato

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza, apresenta hoje uma iniciativa legislativa que recomenda ao governo português que proceda ao combate ao tráfico de seres humanos para fins laborais.

Em pleno século XXI, os dados apresentados pelo relatório do Índice Global da Escravatura (IGE) 2016, editado pela Walk Free Foundation, apontam para a existência de quase 13.000 pessoas escravizadas em território português. O IGE revela um aumento significativo do número absoluto de pessoas que vivem em condições de escravatura em Portugal, uma vez que o mesmo relatório de 2014 apontava para um número aproximado de 1.500 pessoas a viverem nesta situação. Apesar desta subida abrupta ser justificada pelo reajustamento da definição de “escravatura” por parte do IGE, que passou a considerar que “escravatura moderna implica o controlo ou posse de uma pessoa, retirando-lhe a sua liberdade individual com intenção de a explorar. As pessoas são escravizadas através de redes de tráfico humano, trabalho forçado, servidão por dívidas, casamento forçado ou exploração sexual”. Portugal, no ranking alusivo aos países cujos governos estão a diligenciar medidas contra a escravatura, figura no 6º lugar, a seguir à Holanda, Estados Unidos, Reino Unido, Suécia e Austrália.

Nos últimos anos, Portugal tem-se deparado com um cenário de crescimento desenfreado de contratação de mão-de-obra estrangeira, proveniente de países como a Tailândia, o Nepal, a Moldávia e a Roménia, por empresários agrícolas ou grandes produtores nacionais nas regiões do Ribatejo e do Alentejo, onde se verificam condições que atentam clara e diretamente contra as premissas legais subjacentes, tais como, remunerações abaixo do salário mínimo nacional; alojamento em tendas; horas extraordinárias não remuneradas, inexistência de folgas, entre outros.

Segundo uma denúncia recente do Presidente da Câmara da Vidigueira, Manuel Narra, existem dezenas de novos escravos no seu concelho nas épocas da apanha da azeitona. De acordo com este autarca a necessidade de mão-de-obra e a falta de mecanismos adequados para a contratação de mão-de-obra para colmatar as necessidades destes empreendimentos agrícolas, “potencia a criação de redes mafiosas que alimentam novas formas de escravatura”. Carlos Graça, inspetor e coordenador de uma equipa nacional de combate ao trabalho não declarado no seio da Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT), afirmou que o caso da Vidigueira “infelizmente não é único”.

Com esta iniciativa legislativa o PAN pretende que seja reforçada a fiscalização junto das zonas e atividades que apresentem maior risco de recurso a mão-de-obra sazonal; que o governo proceda a um levantamento nacional do número de imigrantes que trabalham sazonalmente em Portugal em explorações agrícolas e que seja elaborado um plano de emergência para identificar as pessoas que se encontram nestas circunstâncias, dando resposta às necessidades mais imediatas (alojamento e alimentação) e auxiliando a integração dos mesmos na sociedade portuguesa ou o respetivo retorno ao país de origem, conforme sua vontade.



publicado por Carlos Gomes às 14:49
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PROGESTUR LEVA A MÁSCARA NA LIVRARIA LELLO

A coleção “Rituais com Máscara” estará disponível antes do Natal!

A Progestur e a Livraria Lello assinaram um protocolo de colaboração que visa a divulgação e promoção de património imaterial da cultura portuguesa, contando para isso com algumas edições da Progestur como e o caso dos livros sobre a temática dos rituais da Mascara e de atividades de cariz cultural que terão lugar nas instalações da Livraria Lello.

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A centenária livraria passará assim a comercializar a coleção “Rituais com Máscara”, um projeto da Progestur, que conta com apoio da Fundação Inatel e dos municípios envolvidos, que dá a conhecer festas portuguesas que envolvem o uso da máscara e seus rituais, evidenciando a importância das regiões e populações na garantia da perpetuidade das tradições culturais como marca da sua identidade.

Durante o ano de 2018 serão realizados debates, mesas redondas, tertúlias e exposições sobre temas da cultura popular portuguesa, numa perspetiva contemporânea e contando com a presença de autores, investigadores, especialistas e de representantes das festividades abordadas.

Da programação fará também parte apresentações dos volumes já editados desta coleção, funcionando estas iniciativas como um verdadeiro atrativo para o público enamorado por estas temáticas.

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publicado por Carlos Gomes às 14:41
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SANAS DESEJA BOAS FESTAS AOS LEITORES DO BLOGUE DE LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 10:40
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Quarta-feira, 20 de Dezembro de 2017
MINHOTOS EM LISBOA CANTAM AO MENINO JESUS NA IGREJA DA GRAÇA

A Igreja da Graça foi no passado dia 17 de Dezembro palco de um espectáculo de cantares ao Menino Jesus, numa iniciativa de dois grupos folclóricos minhotos – o Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho e o Grupo de Danças e Cantares BESCLORE.

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Para além dos grupos orgnizadores, participaram ainda o Rancho Folclórico do Calvário – Algarve e o Rancho Folclórico “As Mondadeiras” da Casa Branca – Alto Alentejo.

Esta iniciativa constitui uma das tradições populares de carácter religioso do nosso povo e a sua reconstituição constitui uma forma de preservação da nossa cultura tradicional.

À semelhança de anos anteriores, o espectáculo pautou-se pela sua elevada qualidade e o público não faltou à chamada e os grupos participantes não defraudaram a expectativa de todos quantos assistiram à recriação das nossas tradições.

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publicado por Carlos Gomes às 20:09
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“MISERABLE”, O TERCEIRO ATO DE BEA

A estreia foi ao sabor do vício Pop que revelou ser “Don’t Care”. Seguiu-se uma autêntica transformação, refletida na sonoridade urbana de “Waste”. E agora irrompe “Miserable”, o terceiro ato do EP de estreia de BEA.

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Uma vez mais a cantora do Porto reinventa-se, mostrando quão profunda consegue ser uma guitarra e uma voz marcante. Este single surpreende, vicia e revela uma BEA musicalmente mais confiante.

Ouvindo todos os temas com os quais temos sido brindados por esta Artista com A grande, é caso para dizer: que chegue logo 2018 e o EP de estreia de BEA!

Chama-se Bea e tem 25 anos. É apaixonada por música, fotografia, por comunicação e a indústria da moda. Descreve-se como uma pessoa decidida, organizada/metódica, tolerante e compreensiva, e é ambiciosa enquanto líder de trabalho. Este é o perfil da nova aposta nacional da Music For All.

Desde muito nova começou por ouvir Alicia Keys, Aretha Franklin, Stevie Wonder, Dionne Warwick entres outros grandes nomes da música Soul que despertaram os seus sentidos para o universo da música. Também se apaixonou pelos artistas Pop e R’n’b como JoJo, Destiny’s Child, Ciara, Cassie, Ne-Yo, Mario e deixou-se levar pelo efeito inebriante que a música teve sobre si.

Iniciou o seu percurso no Conservatório de Música onde teve aulas de piano e educação musical durante um ano. Seguidamente começou por compor as próprias canções, na escola de música Valentim de Carvalho, onde pela primeira vez teve aulas de voz e de guitarra.

Aos 18 anos surge uma mudança radical na sua vida. Mudou-se para Londres onde lhe ofereceram a oportunidade de emprego nos estúdios EMI Records, tendo ganho um lugar numa universidade de música. É então tempo de regressar a Portugal e apostar definitivamente na sua carreira no país que a viu nascer.

É nesta fase que escreve, e grava, os seus primeiros singles. Com influências Pop, mas nunca descurando os territórios da Soul e do R&B surgiu “Don’t Care”, “Waste” revelava uma vertente Hip Hop desconhecida até então, e agora irrompe “Miserable”, o terceiro single do EP de estreia de BEA. Para 2018 está marcada a edição do EP de estreia através do selo da Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 19:52
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LISBOETAS DANÇAM O "BAILE DA VIRADA" NA PASSAGEM DE ANO

No Páteo da Galé – Terreiro do Paço – Recebe a segunda edição do Baile de Virada, uma das mais bem-sucedidas festas de passagem de ano do ano transacto.

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A festa contará com a presença de um cartaz imperdível que inclui as actuações do popular cantor Luso-Brasileiro MC Zuka e dos DJ’s Van Breda, Dresh e Ricardo Coimbra.

A festa tem início marcado para as 22h00 no Páteo da Galé. Durante o evento, os participantes terão acesso a uma vista privilegiada para o fogo de artifício no Terreiro do Paço.

Os bilhetes custam entre 25€ e os 40€ e podem ser comprados junto dos promotores oficiais do evento, assim como nos locais habituais de venda de bilhetes, incluindo a Ticketline e a Fnac.

Todas as entradas incluem a oferta de 6 bebidas, das quais 2 são cerveja ou sidra.

Existe ainda uma oferta especial para venda de privados cujos preços podem ir de 400€ a 1000€ com acesso a localização e bebidas premium.

Um dos artistas mais esperados no evento é MC Zuka, autor do hit nacional “Sentadinha ”, presença habitual nas principais casas do país que promete colocar o Páteo da Galé ao rubro com os principais hits de Funk Brasileiro do momento.

Outra presença aguardada é Van Breda. Acabado de chegar de uma digressão no Dubai, o DJ oficial do Swag On tem-se consagrado como um dos mais procurados ao nível nacional.

O cartaz fica completo com DJ Dresh do conceito “I Love Baile Funk” e Ricardo Coimbra.

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publicado por Carlos Gomes às 19:36
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BLOGUE DE LISBOA DESEJA BOAS FESTAS AOS SEUS LEITORES

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publicado por Carlos Gomes às 15:04
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Terça-feira, 19 de Dezembro de 2017
ASSOCIAÇÃO CULTURAL GRUPO DE ESTUDO E INVESTIGAÇÃO ACHBINICO (ACGEIA) DAS CANÁRIAS DESEJA BOAS FESTAS AOS LEITORES DO BLOGUE DE LISBOA

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BLOGUE DE LISBOA DESEJA BOAS FESTAS AOS SEUS LEITORES

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publicado por Carlos Gomes às 16:23
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MOVIJOVEM SÓ SE PINTA A LARANJA?

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* Crónica de Paulo Freitas do Amaral

Lidei em termos profissionais com a Movijovem ainda a Dra. Helena Alves era a sua presidente. A meu ver foi uma excelente Presidente.Trabalhámos em conjunto na criação de um "cartão jovem" específico para as comunidades portuguesas denominado LD 30. Este cartão durante o tempo de mandato da Dra. Helena Alves foi um sucesso, sendo extinto já durante a presidência do Dr. João Paulo Rebelo. No entanto, ao longo do tempo, já no mandato do Dr. João Paulo Rebelo fui sendo informado pela comunicação social sobre algumas notícias  de uma divida em crescendo deste organismo, devido a opções de política energética e que chegou a atingir os 21 milhões de euros. No entanto, a saber pela imprensa, parece que a  Movijovem de há uns anos para cá tem vindo a diminuir a sua divida devido à entrega a privados e a autarquias da gestão de algumas pousadas da juventude, espalhadas um pouco por todo o país.

Contudo, o que me surpreende neste processo é que as autarquias a quem se opta por entregar a gestão das pousadas são de uma só área ideológica (PSD), com a única excepção de Vila Real, agora socialista em 2017 mas social democrata no mandato anterior, altura do acordo entre a Movijovem e o Município, constante na documentação disponível ao público no seu site.

Outro facto curioso foi também a entrega a uma empresa privada chamada “Observar o Futuro” de algumas pousadas de Portugal. Pela investigação que fiz esta empresa tem dois hostels em Lisboa e um site que simplesmente se encontra desactivado. Será que é com este objectivo de qualidade de serviço que estes organismos estatais mesmo por concurso, entregam o seu património à gestão de privados?

Pela documentação constante no site da Movijovem não consegui escrutinar se em 2018, a senda de entrega de gestão de pousadas a mais municípios laranja e a mais privados anónimos sem sequer terem um site, continuará a ser um objectivo do Presidente Ricardo Araújo mas acho que convém ao Governo andar um pouco mais atento à vida deste organismo que mesmo com privatizações e alienação de património, ainda sustenta uma divida de cerca de 9 milhões de euros.Veremos se a Movijovem continuará a não desenvolver conversações com municípios que até gostariam de deter a gestão de pousadas no seu território e que até estão tão perto do seu Presidente.



publicado por Carlos Gomes às 15:39
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CONVENTO DOS CARDAES REALIZA NATAL SOLIDÁRIO

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publicado por Carlos Gomes às 15:15
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Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017
JÁ ESTÃO ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA O ALMOÇO DA ALHEIRA DE GALO E DO ARROZ DE SARRABULHO À MODA DE PONTE DE LIMA QUE VAI REALIZAR-SE EM LOURES – AS INSCRIÇÕES SÃO LIMITADAS!

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os Restaurantes do Sarrabulho em Ponte de Lima. Os ingteressados poderão começar já a inscrever-se através do número de telemóvel 964 006 657 (Teotónio Gonçalves)

O arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima e a alheira de galo vão fazer as delícias dos melhores apreciadores da cozinha tradicional minhota. Trata-se de uma jornada gastronómica levada a cabo pelo Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os Restaurantes de Sarrabulho em Ponte de Lima e vai ter lugar no próximo dia 4 de Fevereiro, no refeitório da Câmara Municipal de Loures.

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O arroz de sarrabulho é uma das mais ricas especialidades da cozinha portuguesa em geral e minhota em particular. Um autêntico manjar próprio dos deuses!

Ao invés das papas de sarrabulho que são feitas à base de farinha de milho, aqui impera o arroz como a própria designação indica.

Desde a perna do porco às belouras, do chouriço verde às farinhotas e outros aromas e delícias de fazer crescer àgua na boca, o porco compromete-se na elaboração deste magnífico prato. As carnes são temperadas com louro, cravinho e noz-moscada, sal e pimenta e, no final, com os cominhos que lhe conferem um paladar muito peculiar e único. As carnes, depois de cozinhadas e desfiadas, juntam-se ao arroz e vão de imediato à mesa.

Por sua vez, a alheira de galo, especialidade produzida pela Minho Fumeiro, situada na Correlhã, no concelho de Ponte de Lima, e já galardoada com a medalha de ouro no concurso da Feira Nacional da Agricultura, em Santarém, é justamente considerada a “melhor das melhores” alheiras do país.

Com baixo teor de sal e calorias, contendo apenas 13 gramas de gordura e 14 gramas de proteína, a sua confecção possui alguns segredos que vão do pão amolecido no caldo da cozedura das carnes de galo até aos temperos.

E porque onde há Minho há alegria e tradição, lá estará o Grupo Folclórico Verde Minho para animar o evento com as mais alegres rapsódias do folclore do Alto Minho.

Por sua vez, entendendo que o folclore ou seja, a sabedoria popular não se restringe ao canto e à dança mas abrange todos os aspectos da vida social, incluindo nela a própria gastronomia, o Grupo Folclórico Verde Minho juntou esforços com o melhor da restauração limiana para em Loures – às portas da capital do país! – dar a conhecer a Alheira de Galo e o Arroz de Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima.

- Venham, pois, provar o nosso património!

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RUI AGUILAR CERQUEIRA VAI A LOURES FALAR DO FOLCLORE E DO REGIONALISMO NA ÁFRICA AUSTRAL

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Domingo, 17 de Dezembro de 2017
LOURES ALEGRA-SE COM CÂNTICOS TRADICIONAIS AO MENINO JESUS

Centenas de pessoas encheram hoje a Igreja Matriz de Loures para assisitirem à tradição dos cânticos aos Meninos Jesus, tal como outrora se celebrava na região de Entre-o-Douro-e-Minho, como então se denominava a região a norte do rio Douro e que mantém as mesmas afinidades históricas, geográficas e etnográficas.

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O espetáculo foi organizado pelo Grupo Folclórico Verde Minho e contou com a participação, além do grupo anfitrião, do Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega, Rancho Folclórico da Casa do Minho, Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho, Rancho Folclórico Alegria do Minho e, como surpresa não anunciada anteriormente, do Grupo Feminino Cantares de Mourão, do Alto Alentejo.

Para além dos minhotos que afluíram à Igreja Matriz de Loures para assistir e participar no evento, a assistência contou com a participação de elevado número de paroquianos.

A abrir o espectáculo, o apresentador deu as boas-vindas a todos os presentes e, em nome da entidade organizadora, fez uma breve apresentação cujo teor seguidamente transcrevemos:

“Os cânticos ao Menino Jesus constituem uma das tradições cristãs mais apreciadas pelo nosso povo, celebradas durante a quadra natalícia e profundamente ligada à Missa do Galo. E é essa tradição que hoje, todos nós, propomos aqui trazer, nos moldes em que a mesma era vivida em terras de Entre-o-Douro-e-Minho!

Como quase todas as tradições populares que foram entretanto cristianizadas, também esta tem as suas origens pagãs. É nesta altura do ano que se celebra o Solstício de Inverno ou seja, o nascimento do Sol, outrora venerado como uma divindade. Sucede que o Galo simboliza a aurora, o nascimento do Sol, o amanhecer de um novo ano solar após um prolongado período de inverno. E, porque a Natureza constitui um ciclo de perpétuo renascimento, a celebração do mito através da sua ritualização assegura a passagem da morte para a vida, o nascimento do Sol.

Não existindo embora qualquer fundamentação histórica para a atribuição desta data ao nascimento de Jesus, as nossas gentes continuam a festejar com imensa alegria a Natividade, com a mesma fé e fervor com que os nossos ancestrais celebravam o nascimento do Sol.

- Vamos, pois, cantar louvores ao Menino Jesus, preservando as nossas tradições!”

E assim sucedeu. Os grupos folclóricos proporcionaram a todos quantos tiveram oportunidade de assistir um espectáculo inigualável a promover a nossa cultura popular.

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 21:12
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Sábado, 16 de Dezembro de 2017
PONTE DE LIMA LEVA A LOURES ALHEIRA DE GALO E ARROZ DE SARRABULHO À MODA DE PONTE DE LIMA E O GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO ANIMA A FESTA

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os Restaurantes do Sarrabulho em Ponte de Lima

O arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima e a alheira de galo vão fazer as delícias dos melhores apreciadores da cozinha tradicional minhota. Trata-se de uma jornada gastronómica levada a cabo pelo Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os Restaurantes de Sarrabulho em Ponte de Lima e vai ter lugar no próximo dia 4 de Fevereiro, no refeitório da Câmara Municipal de Loures.

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O arroz de sarrabulho é uma das mais ricas especialidades da cozinha portuguesa em geral e minhota em particular. Um autêntico manjar próprio dos deuses!

Ao invés das papas de sarrabulho que são feitas à base de farinha de milho, aqui impera o arroz como a própria designação indica.

Desde a perna do porco às belouras, do chouriço verde às farinhotas e outros aromas e delícias de fazer crescer àgua na boca, o porco compromete-se na elaboração deste magnífico prato. As carnes são temperadas com louro, cravinho e noz-moscada, sal e pimenta e, no final, com os cominhos que lhe conferem um paladar muito peculiar e único. As carnes, depois de cozinhadas e desfiadas, juntam-se ao arroz e vão de imediato à mesa.

Por sua vez, a alheira de galo, especialidade produzida pela Minho Fumeiro, situada na Correlhã, no concelho de Ponte de Lima, e já galardoada com a medalha de ouro no concurso da Feira Nacional da Agricultura, em Santarém, é justamente considerada a “melhor das melhores” alheiras do país.

Com baixo teor de sal e calorias, contendo apenas 13 gramas de gordura e 14 gramas de proteína, a sua confecção possui alguns segredos que vão do pão amolecido no caldo da cozedura das carnes de galo até aos temperos.

E porque onde há Minho há alegria e tradição, lá estará o Grupo Folclórico Verde Minho para animar o evento com as mais alegres rapsódias do folclore do Alto Minho.

Por sua vez, entendendo que o folclore ou seja, a sabedoria popular não se restringe ao canto e à dança mas abrange todos os aspectos da vida social, incluindo nela a própria gastronomia, o Grupo Folclórico Verde Minho juntou esforços com o melhor da restauração limiana para em Loures – às portas da capital do país! – dar a conhecer a Alheira de Galo e o Arroz de Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima.

- Venham, pois, provar o nosso património!

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publicado por Carlos Gomes às 20:18
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Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017
MAZGANI ANUNCIA PRIMEIRAS DATAS DE APRESENTAÇÃO DE THE POET'S DEATH

Foi no passado dia 29 de Setembro que Mazgani editou, pela Sony Music, o seu mais recente álbum – The Poet’s Death - com direito a entrada directa para o 13º lugar no top nacional de vendas e subindo para 12º esta semana.

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Gravado e misturado por Nelson Carvalho nos Estúdios da Valentim de Carvalho, o novo registo de originais de Mazgani, foi co-produzido pelo músico e por Peixe (Ornatos Violeta), que também contribuiu na gravação de guitarras e teclas. Em estúdio Mazgani contou também com Victor Coimbra no baixo e Isaac Achega na bateria.

Para além do formato CD e digital, o novo álbum de Mazgani estará igualmente disponivel em vinil, a partir de amanhã.

Sobre o disco (link aqui)

“Há quem pratique tai chi chuan ou ioga para descomprimir do frenesim da cidade, há quem faça retiros no campo para desacelerar os dias, há quem procure spas e massagens para oferecer algum sossego ao corpo, há quem se adentre na natureza para ter direito ao silêncio por oposição ao ruído incessante do bulício humano. As canções de Shahryar Mazgani (nascido no Irão em 1975 e chegado a Portugal aos quatro anos, em fuga da Revolução Islâmica de 1979) cumprem um propósito semelhante. São feitas com recursos mínimos, desenvolvidas com lentidão, gravadas sem procurar obsessivamente a perfeição, acolhendo erros e desvios do momento. “É preciso que haja arestas para sermos gente, para sermos indivíduos, para sermos sujeitos”, justifica ao Ípsilon numa altura em que lança o seu quinto álbum, The Poet’s Death (…)

Mazgani armadilha também, com absoluta consciência, a sua própria engenharia de fazedor de canções. Para escrever The Poet’s Death, tentou encontrar novos processos, novos locais onde deixar as palavras emergirem, novas posições na guitarra que os dedos não conheçam de cor. “Uma tentativa de mapear novas geografias interiores”, resume. The Poet’s Death fareja constantemente esses novos rumos, sem ter de fazer um Espectáculo disso, sempre com a graciosidade de quem tenta novos caminhos sabendo que vai chegar ao mesmo sítio. Afinal, Mazgani está convencido de que escreve sempre a mesma canção. Por muito que assuma sempre jeitos diferentes(…).”

Gonçalo Frota, Jornal Público, ****

Depois de um Teatro do Bairro cheio para o ver e ouvir na noite de ontem, Mazgani anuncia agora as primeiras datas da tour onde apresentará ao vivo o novo trabalho

9 de dezembro, Casa da Cultura de Ílhavo

29 de dezembro, Fórum Luisa Todi, Setúbal

2 de fevereiro, Theatro Circo, Braga

3 de fevereiro, CCB, Lisboa

3 de março, Centro de Arte, Ovar

Alinhamento e ficha técnica do álbum:

  1. The Poet’s Death
  2. Bible Black
  3. The Traveler
  4. Send The Word
  5. Saint Of All Names
  6. Burning Heart
  7. The Saddest River
  8. Breath Of Gold
  9. Song Of The Nightingale
  10. The Faintest Light

Autorias letra e música: Shahryar Mazgani

Produzido por Shahryar Mazgani e Pedro "Peixe" Cardoso

Voz, Guitarra e Teclas: Shahryar Mazgani

Guitarra e Teclas: Pedro "Peixe" Cardoso

Baixo: Victor Coimbra

Bateria: Isaac Achega

Carla Santos: Violino

Walter Freitas: Violoncelo

Francisca Fins: Viola nos temas 9 e 10

Gravado e misturado por Nelson Carvalho nos Estúdios Valentim de Carvalho

Masterizado por Andy Vandette

Retrato capa por Rita Carmo

Design e outras imagens da capa por Michelle Henning

Para a compra de bilhetes: https://theatrocirco.bol.pt/Comprar/Bilhetes/56438-mazgani-theatro_circo/  


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publicado por Carlos Gomes às 11:33
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RANCHO FOLCLÓRICO DA CASA DO MINHO DESEJA BOAS FESTAS AOS LEITORES DO BLOGUE DE LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 00:36
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Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017
LOURES VAI OUVIR CANTARES TRADICIONAIS AO MENINO JESUS

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publicado por Carlos Gomes às 22:28
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CASCAIS: VILAÇA INTERIORES ESPALHA SORRISOS E MAGIA NO IPO

O Projecto Vilaça Interiores desenvolvido por Rui e Tiago Vilaça nasceu com o objectivo de dar vida aos desejos e sonhos dos seus clientes. Com um gabinete próprio de Design e Arquitectura, a Vilaça Interiores leva a cabo projectos de larga e menor escala na esfera pública e privada. Com apoio de marcas internacionais de renome na industria mobiliária bem como criações próprias que exibem em showrooms localizados em Vilamoura, Cascais e Braga.

Este Natal, a Vilaça Interiores quer concretizar ainda sonhos maiores fora de quatro paredes! Para tal, aliou-se ao IPO e vai doar ao serviço de pediatria infantil um cheque no valor de 1000€. “Acreditamos que não há altura melhor que esta para ter impacto. Queremos trazer magia ao Natal destas crianças que lutam contra doença graves” explica Tiago Vilaça.

JUNTE-SE A ESTA INICIATIVA

Vilaça Interiores precisa de si para levar a cabo esta doação. O que necessita de si são…as suas palavras. Que mensagem daria à uma criança do IPO nesta quadra de Natal? A Vilaça Interiores, quer reunir o maior número de mensagens de Natal para oferecer a estas crianças uma palavra mágica de força e esperança.

Para participar basta aceder aqui, preencher os seus dados e deixar a sua mensagem de Natal. Isto vai criar um postal e depois poderá partilhar través de email ou redes sociais com quem mais gosta. “Sei que podemos criar uma energia positiva e realmente especial nesta iniciativa” diz ainda Rui Vilaça.

A campanha está no ar a partir do dia 4 de Dezembro e vai prolongar-se até dia 31. Vilaça Interiores vai imprimir as suas mensagens e partilhar cada uma dela com as crianças do IPO. Participe nesta campanha e torne esta época ainda mais especial.



publicado por Carlos Gomes às 22:14
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REVISTA DE MARINHA COMEMORA 80 ANOS DE PUBLICAÇÃO

Uma das mais antigas revistas portuguesas em circulação, a Revista de Marinha edita nº1000 e celebra 80º aniversário

No ano em que se comemoram os 700 anos da Marinha de Guerra Portuguesa, celebra-se também o 80º aniversário da Revista de Marinha e a publicação da sua 1000ª edição. Com publicação ininterrupta desde 1937, é hoje uma das mais antigas revistas portuguesas em circulação.

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Nasceu em 1937, no mesmo ano do “Creoula” e do “Santa Maria”, como uma revista não só para os membros da Marinha, mas sobretudo para todos os apaixonados pelos assuntos do mar. Hoje, 80 anos e 1000 edições passadas, a Revista de Marinha alcança o estatuto de ser uma das mais antigas revistas nacionais em circulação e continua o seu papel de informar os seus leitores sobre o passado, o presente e o futuro do mar.

Ficam na memória um milhar de edições, com artigos, crónicas e reportagens sobre eventos da comunidade marítima, assuntos relativos às ciências do mar, às atividades portuárias e às Marinhas de Guerra, de Comércio, de Pesca e de Recreio, quer de Portugal, quer dos outros Estados lusófonos, membros da CPLP.

Além das comemorações, destaque também para três temas centrais nesta edição da Revista de Marinha, “política, estratégia e direito”, “economia do mar” e “náutica de recreio”, com vários artigos e crónicas. No tema “política, estratégia e direito”, constam doze artigos, entre os quais, “A Pátria honrai, que a Pátria vos contempla”, por Adriano Moreira, “Portugal e a Extensão da Plataforma Continental – Fazer Acontecer o Mar”, por Ana Paula Vitorino, e “Portugal na Nova Descoberta do Mar”, por Nuno Vieira Matias.

A Revista da Marinha é bimestral e cada edição tem o custo de 4,5€, podendo assinar as suas 6 revistas anuais por 22,5€, através de assinaturas@revistademarinha.com ou em http://revistademarinha.com



publicado por Carlos Gomes às 20:31
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GRUPO DANÇAS E CANTARES ALTO DO MOINHO DESEJA BOAS FESTAS AOS LEITORES DO BLOGUE DE LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 19:37
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Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017
MUSEU BORDALO PINHEIRO INAUGURA EXPOSIÇÃO DE CERÂMICA DO MESTRE

Inauguração da exposição Forma do Desejo: a cerâmica de Rafael na colecção do Museu Bordalo Pinheiro

Na 5ª feira, dia 14, às 18.30, vamos inaugurar no Museu Bordalo Pinheiro a exposição Formas do Desejo, a cerâmica de Rafael na colecção do Museu Bordalo Pinheiro.

Imagem da Exposição

É uma grande exposição com as melhores obras de Bordalo, que geralmente estão guardadas nas reservas, mostradas com uma abordagem diferente das peças, através da sua Forma, Tema e Função.

... e , como este mail só para amigos, fique também a saber que vamos ter um catering servido pelo restaurante sírio Tayybeh, para ficarmos à conversa com os amigos depois de ver a exposição.

Mais ainda: o catálogo será eum exceente presente de Natal.

Uma grande exposição, digo eu que não sou suspeito…



publicado por Carlos Gomes às 20:55
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MINHOTOS RUMAM A LOURES PARA CANTAR AO MENINO JESUS

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publicado por Carlos Gomes às 00:44
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MINHOTOS EM LISBOA CANTAM AO MENINO NA IGREJA DA GRAÇA

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publicado por Carlos Gomes às 00:42
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Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017
PARABÉNS, MARINHA PORTUGUESA!

As armas e os barões assinalados

Que, da ocidental praia lusitana,

Por mares nunca de antes navegados

Passaram ainda além da Taprobana,

Em perigos e guerras esforçados,

Mais do que prometia a força humana,

E entre gente remota edificaram

Novo reino, que tanto sublimaram.

Os Lusíadas, Canto I, estrofe 1

MARINHA PORTUGUESA COMEMORA 700 ANOS DE EXISTÊNCIA COM DESFILE NAVAL E PARADA MILITAR EM LISBOA

Perto de meia centena de navios nacionais e estrangeiros participam hoje no rio Tejo nas comemorações dos 700 anos da Marinha Portuguesa

O rio Tejo de onde há mais de quinhentos anos partiram as caravelas e naus portuguesas que, parafraseando o imortal poeta Luís Vaz de Camões, “Novos mundos ao mundo irão mostrando”, serviu hoje de cenário a um acontecimento de com uma grandiosidade jamais vista na cidade de Lisboa. Perto de meia centena de navios de guerra, nacionais e estrangeiros, perfilaram-se perante a cidade das sete colinas para celebrar o 700º aniversário da Marinha Portuguesa.

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Defronte, na Praça do Comércio – local que antes do Terramoto de 1755 fora o Terreiro do Paço – os marinheiros de Portugal formaram em parada e desfilaram perante o Presidente da República e Comandante Supremo das Forças Armadas e à vista do arco triunfal onde a Glória coroa o Génio e o Valor e se inscreve a divisa “VIRTVTIBVS MAIORVM VT SIT OMNIBVS COCVMENTO PPD”*

Por seu turno, o Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante António Silva Ribeiro, evocou o passado glorioso da Marinha Portuguesa, enaltecendo as virtudes militares e o espírito de servir que a todos irmana no cumprimento do dever.

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Passam 700 desde a data da criação formal da Marinha Portuguesa. Em 1 de Fevereiro de 1317, celebrava o Rei D. Dinis com o genovês Manuel Pessanha, um contrato de vassalagem, tendo este sido nomeado por Diploma Régio o primeiro Almirante do Reino de Portugal, conferindo a partir de então à Armada Portuguesa um carácter permanente.

Não obstante o simbolismo da data, a Marinha Portuguesa possui origens bem mais remotas, sendo de acordo com uma bula papal considerado o ramo das Forças Armadas mais antigo do mundo. Regista-se nos anais da História de Portugal, regista-se a batalha travada com êxito em 1180, ao largo do Cabo Espichel, comandada por D. Fuas Roupinho, contra uma esquadra muçulmana. A referida batalha ocorreu ao tempo do reinado de D. Afonso Henriques. Mas, foi o Rei D. Dinis quem decidiu conferir à Marinha Real o carácter de organização permanente que mantém até aos nossos dias.

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À Marinha se deve ainda as navegações quinhentistas e à expansão marítima que lhe sucedeu, estendendo o seu domínio a todos os mares, desde o Oceano Atlântico ao Pacífico, unindo os cinco continentes sob a égide da Cruz da Ordem de Cristo.

Entre as suas maiores glórias conta-se a Batalha do Cabo Matapão, travada em 1717 contra a poderosa esquadra turca que no Mediterrâneo ameaçava o sul da Europa. A sua função foi adaptando-se às mudanças dos tempos e cumpre actualmente importantes missões no domínio internacional e também na salvaguarda da nossa soberania no mar.

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Conta uma velha lenda que Lisboa terá sido fundada pelo herói grego Ulisses (Odisseu) que a baptizou com o seu próprio nome, o qual viria mais tarde com a presença romana a ser corrompido para Olissipona. Para tal, iludira a rainha de Ofiusa – a terra de Serpentes como mitologicamente era conhecido o local – fingindo levar-se pelos seus encantos. Uma vez cumprida a tarefa, Ulisses partira logo que os navios estavam abastecidos e a marinhagem repousada, deixando atrás de si a rainha de Ofiusa que, desesperadamente, procurava alcançá-lo até ao mar e, serpenteando, dera origem à formação das colinas da cidade.

Foi, pois, nesta vetusta cidade de tão antigos e nobres pergaminhos que Portugal fez nascer a mais antiga Marinha do mundo, a qual hoje desfilou na sua melhor sala de visitas – o Terreiro do Paço – banhada pelas águas do rio Tejo que em tempos idos viu partir com as velas enfunadas, as naus que levaram a Cruz de Cristo às cinco partidas do mundo.

* “Às Virtudes dos Maiores, para que sirva a todos de ensinamento. Dedicado a expensas públicas”.

Texto e fotos: Manuel Santos

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Carta Régia do Rei D. Dinis, de 1 de Fevereiro de 1313, nomeando Manuel Pessanha como primeiro Almirante do Reino

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publicado por Carlos Gomes às 22:04
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NÃO KAHLO!

Não Kahlo apresenta-se enquanto um espectáculo pluriartístico liderado por mulheres e parte da vida, obra e sonhos da pintora mexicana Frida Kahlo. O espectáculo é uma criação do novo projecto D. Mona, da encenadora e actriz Mónica Kahlo e da antropóloga e investigadora Sílvia Raposo, reivindicando um espaço de reflexão e experimentação artísticas.

D. Mona. Não Kahlo. Imagem promocional

Não Khalo é um projecto emergente no qual as limitações são convertidas em abordagens estéticas, porque é preciso dizer rosa em vez de dizer ideia, numa estratégia  poético-performativa de bricolage cultural, inversão de categorias histórico-sociais e nomadismo artístico. O espectáculo segue carreira entre Espanha e Portugal.

Não Kahlo é canibalista. Comeu a orelha direita de Van Gogh.

Não Kahlo é cleptomaníaca. Roubou as rosas de Santa Isabel para adornar os cabelos de Frida.

Não Kahlo é contra-hegemónica. Arrancou o bigode de Dali para fazer a peruca de Barloff.

Não Kahlo é inconformada. Abriu a vala de Shakespeare para desenterrar a caveira de Yorick.

Não Kahlo é amante. As suas criações são exercícios espirituais.

Não Kahlo é iconoclasta. Subtraiu um prego à cruz e pregou-o na lista telefónica.

Não Kahlo é a acção de se desdobrar em infinitas mulheres.

Não Kahlo está de esperanças e quer parir um tigre que devore Shakespeare, Brecht, Van Gogh, Artaud, Cicciolina, Rivera, Abu-lughod, Heiner Müller, Monet, Foucault, Fassbinder, Ed Wood, Gauguin, Pina, Stanislavski, Beckett, Frida, Cesariny, Beethoven, Fernando Pessoa e mais os planetas desertos, que também mandam coisas, para os digerir e cuspir na caixa preta. 

Locais e datas de apresentação em 2018:

23 e 27 de Junho, 18 a 21 Outubro e 3 e 4 Novembro em Lisboa, Portugal

12 e 13 de Outubro no Porto, Portugal

06 e 07 Julho em Madrid, Espanha

Entrevista a Mónica Kahlo, directora artística do projecto D. Mona

Como é que surgiu a escolha desta peça para primeira grande aposta de 2018 da Companhia D. Mona?

Nós não escolhemos a peça, porque ela não existia. A peça Não Kahlo é da nossa autoria, escrita por mim e pela Sílvia Raposo para o espectáculo. Fomos assumidamente canibais na construção desta peça, são inúmeros os autores e referências com os quais dialogamos. O resultado final faz parte da nossa identidade. A Frida dizia que era a desintegração. Nós somos de alguma forma a integração, suturámos de alguma forma as vertebras quebradas do século.

É possível definir o que é o projecto D. Mona?

Deus não está morto. E, em última instância, é comunista. Não há lugar onde a comunidade de iguais seja tão real como na arte, no teatro. O comunismo pode ter fracassado politicamente, mas há um lugar onde foi vitorioso: numa sala de espectáculos. Todas as classes se sentam ao mesmo nível, todas riem, choram e aplaudem em conjunto, todos se emancipam, todos estão ali. Os vivos e os mortos mundiais estão ali. Nada se compara ao final de um espectáculo com a sala cheia e o público a aplaudir, é transcendente e falo como espectadora. Ali convoca-se a História. Como espectadora no final de um espectáculo sinto o mistério tocar-me. Esse mistério é o quadro de Gauguin De onde viemos, quem somos e para onde vamos? Emociono-me com frequência no final dos espectáculos por esse motivo, há uma entidade que é chamada à presença ali, chamem-lhe Deus, Amor, Esperança, o homem no seu Devir, o que quiserem. O projecto D. Mona é isso, é a procura da resposta para a pergunta de Gauguin. O nosso trabalho é o do refutamento de teses, da experimentação. Trata-se de uma experimentação muito nossa, para encontrarmos as respostas que procuramos, não as respostas que os outros acham que deveríamos procurar. Se tu, tal como nós, estiveres perdido e só, então, estamos a dialogar.

Qual é a proposta de “Não Kahlo”? É um espectáculo biográfico?

O espectáculo parte da vida da Frida, dialoga com o surrealismo também, mas é autobiográfico. Autobiográfico é a palavra certa, o espectáculo é sobre nós, D. Mona. É sobre a nossa identidade artística, sendo que acredito que somos o que somos porque os outros são. Nada é novo, tudo é um conjunto de referências, influências, vozes, imagens, sensações, por isso as nossas criações são canibalistas, são Frankensteins. Eu e a Sílvia começámos por fazer trabalho de pesquisa para construir o texto do espectáculo, debruçámo-nos sobre as vanguardas porque existiam alguns pintores que nos interessavam, principalmente impressionistas e expressionistas. O objectivo era desconstruir algumas obras da pintura e construir um espectáculo, uma espécie de pós-Pollock. Já conhecíamos alguns murais, mas durante o processo de pesquisa apaixonámo-nos pela pintura do Diego Rivera, pela força que ela tinha, o que nos levou à Frida. A Frida está para a vida como os murais estão para a arte. A sua personalidade é incontornável, a vida e a arte estão entrelaçadas. Ela é autobiográfica também, D. Mona e ela tinham algo em comum.

Que estilo de teatro faz?

Eu não sei o que é fazer um estilo de teatro nem me interessa nada. O que eu faço é ser eu própria, eu sou D. Mona, está-me no sangue, na urina, no suor, no pensamento. É o meu mundo, construído por mim e pela Sílvia e pelos intérpretes com quem trabalhamos, no qual convido quem quiser a entrar.

CARTAZ NÃO KAHLO LISBOA, PORTO MADRID


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publicado por Carlos Gomes às 21:21
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NATAL NO METRO DE LISBOA TEM MUITA ANIMAÇÃO

De 07 a 20 de dezembro, Concertos de Natal, Comboio de Natal e Árvore Solidária

O Metropolitano de Lisboa proporciona a todos os seus clientes um Natal muito especial, com animação diversa e iniciativas dirigidas a diversos públicos e faixas etárias.

Concertos de Natal

No seguimento do que já vem sendo uma tradição de Natal no Metropolitano de Lisboa, a empresa oferece aos seus clientes, de 11 a 20 de dezembro, os tradicionais concertos de Natal.

Esta iniciativa que decorre nas estações do Metropolitano de Lisboa, tem como objetivo assinalar a época natalícia que se aproxima oferecendo um vasto programa de animação musical e contando com a participação de coros, bandas e orquestras, envolvendo diversos parceiros salientando, entre outros, o Grupo Coral do Centro Cultural e Desportivo dos Trabalhadores do Metropolitano de Lisboa.

Os concertos decorrem nas estações Alameda, Baixa Chiado, Cais do SodréMarquês de Pombal, Jardim Zoológico, e Odivelas, em horários diversos de acordo com o seguinte programa:

Data

Performance

Estação

Horas

11.Dez

T’UNICA- Universidade Intergeracional do Concelho de

Baixa-Chiado

16h30

12.Dez

Orquestra Ligeira da Carris

Marquês de Pombal

15h00

13.Dez

Grupo Coral da EDP

Cais do Sodré

19h00

14.Dez

Grupo Coral do Centro Cultural e Desportivo dos Trabalhadores do Metropolitano de Lisboa

Jardim Zoológico

19h00

18.Dez

Conservatório de Música Dom Dinis

Odivelas

18h30

19.Dez

Banda de Música dos Empregados da Carris

Cais do Sodré

17h00

20.Dez

Coro da Casa de Pessoal do IEFP,I.P.

Alameda

18h00

Comboios de Natal e relançamento do Clube Metrox 

Este ano, cerca de 320  crianças das escolas localizadas nas zonas de influência das estações de metro, terão a oportunidade de usufruir de um conjunto de iniciativas que visam sensibilizar para a utilização e preservação deste meio de transporte, destacando-se o Comboio de Natal  e a reativação do Clube METROX, com as mascotes Metrox e Metrinha.

A iniciativa Comboio de Natal integra uma viagem em comboio especial (ida e volta) com animação natalícia dirigida às crianças e onde o Pai Natal não deixará de estar presente. A viagem é efetuada nas carruagens números 1 e 2 do Metro, as primeiras duas carruagens que inauguraram, em 1959, este serviço de transporte.

Esta ação decorrerá com 4 viagens de comboio, no dia 14 de dezembro, dirigidas a crianças do 1º e 2º ciclo, inscritas previamente pelo respetivo estabelecimento de ensino, no percurso São Sebastião (linha Vermelha) / Chelas / São Sebastião, não estando estas viagens abertas ao público em geral face à lotação limitada da iniciativa.

Esta iniciativa contemplará, também, o relançamento do Clube METROX com a ação específica intitulada “Vem conhecer o Clube Metrox”. Este clube é destinado ao público infantil e conta com duas mascotes especiais – o Metrox e a Metrinha - alusivas ao Metropolitano de Lisboa. Estas personagens pretendem reforçar o relacionamento entre o metro e as crianças, procurando sensibilizar este público alvo para a importância da utilização dos transportes públicos e sua adequada utilização.

A  ação “Vem conhecer o Clube METROX” decorrerá na estação São Sebastião da linha Vermelha, também no dia 14 de dezembro, com diversas atividades lúdico-pedagógicas.

Árvore de Natal Solidária

Juntos pelo Banco do Bebé!

O Metropolitano de Lisboa plantou na estação Marquês de Pombal da linha Amarela uma “Árvore de Natal Solidária", iniciativa promovida no âmbito da Responsabilidade Social da empresa e que tem como objetivo a recolha de bens não alimentares para o Banco do Bebé.

Trata-se de uma parceria com o Banco do Bebé, instituição que este ano beneficiará da recolha de bens que todos os clientes do Metro efetuarem. Assim, até ao dia 20 de dezembro, os nossos clientes poderão contribuir para o Banco do Bebé através da oferta de fraldas, toalhitas, gel de banho (embalagens pequenas), creme para assaduras, termómetros e brinquedos de recém nascidos, e poderão depositá-las junto à “Árvore de Natal Solidária".

Todos os donativos serão posteriormente entregues ao Banco do Bebé, garantindo que os bebés e as suas famílias apoiadas pela instituição tenham mais uma prendinha na sua árvore de Natal. 

O Banco do Bebé - Associação de Ajuda ao Recém-Nascido - é uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) foi criada em 1996 por voluntários, que exerciam desde 1991 voluntariado na Maternidade Dr. Alfredo da Costa, para responder e apoiar de forma sistemática os problemas económicos, sociais e de desenvolvimento que as crianças das famílias utentes da Maternidade enfrentam.

O Banco do Bebé tem como missão assegurar as condições emocionais e materiais para que todos os recém-nascidos e suas famílias tenham um início de vida digno. A Associação concretiza esta sua Missão de duas formas:

  1. a) garantindo bens essenciais necessários no início de vida até aos 6 anos de idade;
  2. b) capacitando as figuras parentais nos cuidados aos bebés desde que nascem.

Adira a esta campanha. Ajude-nos a apoiar o Banco do Bebé.


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publicado por Carlos Gomes às 21:05
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Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017
GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO DESEJA BOAS FESTAS AOS LEITORES DO BLOGUE DE LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 23:28
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METROPOLITANO DE LISBOA APROVA PLANO DE CONTINGÊNCIA

Condições climatéricas levam à aplicação de medidas para promover eficiência hídrica

O Metropolitano de Lisboa aprovou um plano de contingência, face às condições climatéricas registadas durante o ano de 2017 e à consequente redução das reservas hídricas em Portugal, que engloba um conjunto de medidas com o objetivo de promover a eficiência hídrica na empresa e, deste modo, contribuir para a minimização da redução das reservas hídricas, em resultado das alterações climáticas e do elevado consumo de água na sociedade em geral.

As medidas incluídas neste plano de contingência reforçam outras ações já implementadas pelo Metropolitano de Lisboa, desde 2013, no âmbito do projeto de redução do consumo de água na empresa e que permitiu uma redução muito significativa do consumo de água (31,6% comparando 2016 com 2012), sendo que a poupança acumulada nos últimos quatro anos foi de 99.397 m3.

Face ao caráter de emergência perante a situação atual das reservas hídricas em território nacional, este plano define sete medidas, a implementar a curto prazo e outras sete medidas, a implementar a médio prazo, mediante a análise da viabilidade económica, considerando o respetivo impacto na organização, custos envolvidos e poupanças previstas.

As medidas de curto prazo preveem ações, que já se encontram em fase de implementação, designadamente a suspensão da rega dos espaços verdes nos Parques de Material e Oficinas, a suspensão das lavagens programadas em galeria, a adoção de práticas de redução da quantidade de água utilizada nas lavagens das estações e, ainda, a contratação de prestação de serviços de deteção de fugas não superficiais, bem como medidas a implementar, com a maior brevidade possível, como a criação de um número de telefone interno para reporte de fugas e diminuição da periodicidade da lavagem de material circulante.

Como medidas a médio prazo, este plano prevê a reformulação paisagística dos Parques de Material e Oficinas, a instalação de redutores de caudal em todas as torneiras e chuveiros, a substituição gradual de torneiras existentes por torneiras automáticas com sensor e o estudo da colocação em funcionamento do furo existente no PMO III para rega e lavagens, entre outras.

O Metropolitano de Lisboa é certificado em Qualidade e Ambiente, pelas normas NP EN ISO 9001:2008 e NP EN ISO 14001:2012, adotando todas as práticas sustentáveis com que se comprometeu, implementando outras medidas que contribuam para a sua atuação sustentável.

A responsabilidade social empresarial do Metropolitano de Lisboa, nas vertentes da Qualidade e do Ambiente, nas componentes económica, social e ambiental são as vias para a melhoria contínua da sua atividade, bem como um contributo para a sustentabilidade e para o bem-estar social. Este contributo passa, prioritariamente, pela satisfação das exigências dos seus clientes e das normas estatutárias e regulamentares, otimizando, de forma adequada, os recursos disponíveis.


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publicado por Carlos Gomes às 21:12
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Domingo, 10 de Dezembro de 2017
ALMOÇO DE NATAL JUNTA EM LOURES COMPONENTES DO GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO

Terminou há instantes ao som das concertinas o Almoço de Natal do Grupo Folclórico Verde Minho. Tratou-se de momento de confraternização a contribuir para o reforço da amizade entre os seus componentes e a coesão do próprio grupo, condição indispensável para vencer os novos desafios que se lhe colocam e os ambiciosos objectivos a que se propõe alcançar.

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Agora, mais do que nunca, a união e o esforço de todos é indispensável ao sucesso do Grupo Folclórico Verde Minho. As iniciativas multiplicam-se e são cada vez mais diversificadas. Cresce o reconhecimento nomeadamente por parte de pessoas e entidades ligadas à cultura da nossa região. Importa, pois, reservar alguns momentos de convívio fora das luzes da ribalta. O almoço juntou a família “Verde Minho” e, à boa maneira minhota, não faltaram as concertinas a animar o bailarico.

Fotos: Teotónio Gonçalves

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publicado por Carlos Gomes às 16:29
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Sábado, 9 de Dezembro de 2017
MINHOTOS RUMAM A LOURES PARA CANTAR AO MENINO JESUS

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publicado por Carlos Gomes às 19:37
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Sexta-feira, 8 de Dezembro de 2017
RUI AGUILAR CERQUEIRA VAI A LOURES FALAR DO FOLCLORE E DO REGIONALISMO NA ÁFRICA AUSTRAL

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publicado por Carlos Gomes às 19:24
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Quinta-feira, 7 de Dezembro de 2017
METRO DE LISBOA ACOLHE O TRADICIONAL ALMOÇO DE NATAL DOS SEM-ABRIGO

No âmbito do seu projeto de Responsabilidade Social, o Metropolitano de Lisboa acolhe, pela décima vez consecutiva, o tradicional almoço de Natal dos sem-abrigo do C.A.S.A. – Centro de Apoio ao Sem-Abrigo, que decorrerá no próximo sábado, dia 09 de dezembro, a partir das 12h30, disponibilizando, assim, mais um ano, o espaço do refeitório das suas instalações e os seus equipamentos, no complexo de Carnide, para acolher os mais carenciados, contando esta iniciativa, também, com o apoio direto de colaboradores, que voluntariamente se disponibilizem para tal.

Como já vem sendo habitual, a empresa pretende proporcionar um almoço natalício aos cerca de 300 sem-abrigo das zonas de Santa Apolónia, Gare do Oriente, Terreiro do Paço, Campo das Cebolas, Cais do Sodré, Av. Almirante Reis e S. Jorge de Arroios.

Esta iniciativa, integra a estratégia de Responsabilidade Social da empresa, que tem como objetivo a melhoria contínua da atividade do Metropolitano de Lisboa, contribuindo para a sustentabilidade e para o bem-estar social dos seus trabalhadores, clientes e comunidade em geral.

Sobre o C.A.S.A

O C.A.S.A. (www.casa-apoiosemabrigo.org) é uma entidade de solidariedade social, que tem por missão promover e desenvolver ações comunitárias de abordagem aos fenómenos de pobreza e exclusão social, dando prioridade a intervenções junto de pessoas marginalizadas e de fracos recursos económicos, com particular incidência na população sem-abrigo.

Das várias atividades que leva a cabo, destaca-se a distribuição de vestuário e refeições quentes, 365 dias por ano, a indivíduos socialmente carenciados em diversos pontos do país (Lisboa, Porto, Coimbra, Setúbal, Faro, Cascais e na Região Autónoma da Madeira).

A determinação e compromisso de todos os que colaboram com a C.A.S.A. têm sido decisivos, já que, face à conjuntura que o país atravessa, a instituição recebe cada vez mais solicitações.


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publicado por Carlos Gomes às 13:16
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Quarta-feira, 6 de Dezembro de 2017
“FIREFLIES” - O AMOR SEGUNDO GABRIELA PEPINO

O ano pode estar quase a terminar mas isso não significa que a Music For All tenha esgotado as suas novidades. Diretamente do Brasil chega-nos Gabriela Pepino, cantora e compositora de créditos firmados que encontra no R&B, no Blues e no Jazz os territórios prediletos para espalhar a sua veia artística.

Gabriela Pepino

Aos portugueses apresenta-se com “Fireflies”, tema-título do seu segundo disco de originais. Esta autêntica ode ao amor lança as bases para o grande passo que será dado em 2018: a estreia nos palcos nacionais com uma digressão sob selo da Music For All.

 Gabriela Pepino dava os primeiros passos quando a música entrou na sua vida. Com uma veia artística bem apurada, acabou por passar pelo ballet antes de chegar à música e ao canto. Um dos passos mais decisivos do seu percurso seria a entrada na Babaya Casa de Canto quando completou doze anos, tendo por lá conhecido aquela que se tornaria na maior mentora da sua carreira.

Amante de Jazz e R&B e fã de cantoras como Etta James, Tina Turner, Aretha Franklin ou bandas como Queen e Pink Floyd, ruma aos Estados Unidos da América com apenas 17 anos. Aí estuda no Berklee College Of Music, começando a trilhar o caminho que a levaria até ao início da sua carreira enquanto cantora e compositora.

Do encontro furtuito com o violinista Gilvan de Oliveira, um dos mestres do instrumento em Belo Horizonte, nasceria uma química que derivou no primeiro álbum a solo de Gabriela – “Let Me Do It”. Gilvan viria a assumir também a função de Diretor Musical do disco, acompanhando a cantora e o percussionista Serginho Silva em concertos e showcases. O seu disco de estreia permitiu-lhe atuar por todo o Brasil, assim como realizar a primeira digressão internacional – atuou no festival CMJ, em Nova Iorque, e no Meowcon, em Austin, Texas, ambos nos Estados Unidos da América.

Assim chegamos a 2017, ano em que Gabriela edita o segundo registo da sua discografia. Esta é uma visão mais madura e positiva, com uma forte vertente R&B, Blues e Jazz e onde Gabriela Pepino se aventura por entre composições mais pessoais. Filipe Fantoni, um dos membros da banda, foi a derradeira escolha para Diretor Musical; João Nardy foi o responsável pelo design e Daniel Moreira o autor de todas as fotografias desta nova fase da cantora. É deste autêntico caldeirão musical que nasceria aquilo que hoje conhecemos como “Fireflies”.

Este é um disco de introspeção, no fundo um registo áudio do momento atual da vida de Gabriela. Aqui está a sua vida, os seus medos e alegrias, e as pessoas que dão cor à sua existência. De uma música para o marido, Eduardo, a uma outra sobre uma discussão com a irmã, ou das suas fobias à importância do amor reinar sobre a guerra, para tudo há espaço em “Fireflies”.

Na reta final de 2017, Gabriela passa a ser representada pela Music For All, atravessando finalmente um oceano que há muito a separa do reconhecimento do público europeu. Aos portugueses apresenta-se com o single “Fireflies”, tema-título de um disco que trará aos palcos nacionais numa digressão a decorrer em 2018.


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publicado por Carlos Gomes às 18:50
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STEVE TILSTON ATUA AO VIVO NO TEATRO ARMANDO CORTEZ

31 de março – Teatro Armando Cortez (Casa do Artista). Lenda viva da Folk Music apresenta-se pela primeira vez em Portugal

 

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Nascido em Liverpool, Steve Tilston é um dos mais reconhecidos singer-songwriters da música folk. Exímio guitarrista e letrista, Steve Tilston conta já com 45 anos de carreira e mais de 20 álbuns editados.

Da sua vasta carreira, destaca-se uma carta com “conselhos muito pessoais” enviada por John Lennon a Tilston e que só 35 anos depois – há cerca de 10 anos – chegou às mãos do cantor/autor folk. Este episódio da sua vida serviu de argumento para o filme “Danny Collins” (2015), comAl Pacino a protagonizar o papel de Steve Tilston (Danny Collins no filme).

Dia 31 de Março, às 21h30, no Teatro Armando Cortez (Casa do Artista), em Lisboa, vai ter a oportunidade única de ver e ouvir pela primeira vez em Portugal uma lenda viva da Folk Music.


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publicado por Carlos Gomes às 18:36
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ALMADA REALIZA MERCADO DE NATAL AMIGO DA TERRA

13 a 17 de dezembro de 2017, Oficina de Cultura e na Praça S. João Baptista

De 13 a 17 de Dezembro, a Oficina da Cultura e a Praça S. João Baptista acolhe mais uma edição do Mercado de Natal Amigo da Terra. Um evento para descobrir ideias para presentes de Natal sustentáveis, originais e solidários, trazidos por artesãos, associações e designers de todo o país. O mercado oferece um vasto programa de animação, espetáculos, música ao vivo,show cookings e mais de 50 oficinas gratuitas. Há também uma Brincoteca dedicada aos mais novos e tasquinhas natalícias para saborear iguarias gastronómicas. E porque também podemos ser solidários com os animais, também será possível adoptar umnovo amigo de 4 patas! Outro destaque desta edição do Mercado é o passeio de bicicleta solidário “Dois Pedais, Mais Natais”, no dia 17 de Dezembro, onde os participantes serão desafiados a oferecer bens alimentares, a distribuir por famílias carenciadas do concelho de Almada. O Mercado disponibiliza ainda aos visitantes um inovador serviço gratuito de entrega de compras em bicicleta, que pode ser solicitado no local.

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ATIVIDADES

DIA 13 | 17H  - Abertura do Mercado e boas vindas com a Câmara Municipal de Almada: Inês de Medeiros

DIA 13 | 17H30 – Pinturas Faciais para os mais pequenos, Amor Rafeiro

DIA 13 | 18H30 – Espetáculo de Fogo

DIA 13 | 19H30 – Momento Musical de Natal

DIA 14 | 14H às 17H – Rastreios de Nutrição, Farmácias Holon

DIA 14 | 14H30 – Animação Teatral ‘Feliz Natal Lobo Mau’, Clara Cunha

DIA 14 | 15H  - Show Cooking: ‘Dicas para um Natal Saudável’, Farmácias Holon

DIA 14 | 20H – Ritmos da Bossanova & Jazz, Daniela Melo Trio

DI15 | todo o dia  - Espaço Adote um amigo de 4 patas!

DI15 | 17H30  - Show Cooking: ‘Receitas saborosas para um Natal 100% Biovegan’, BioEspiga

DIA 15 | 19H - Show Cooking: ‘Miso4you – Como fazer a sopa da longevidade’, 4Bio

DIA 15 | 20H – Ritmos da Bossanova & Jazz, Daniela Melo Trio

DIA 15 | 20H – Blue N’Grass, Interpretações de Clássicos Musicais (Michael Jackson ou Beatles)

DIA 16 | todo o dia – Pinturas Faciais

DIA 16 | 15H – Animação para Crianças ‘O Polo Norte está a Derreter’, Beatriz Noronha

DIA 16 | 15H30 – Show Cooking: ‘Ceia de Natal: Receitas saudáveis’, Sónia Jordão, Instituto Macrobiótico de Portugal

DIA 16 | 19H – Apresentação Refood, Núcleo Refood de Almada

DIA 16 | 20H – They Play The Beatles

DIA 17 | 15H – Dois Pedais, Mais Natais – Passeio Solidário de Bicicleta à Refood de Almada

DIA 17 | 17H – Animação para Crianças ‘Ulisses, as Árvores e os Alimentos da Horta’, Muzumbos

DIA 17 | 19H30 – Djangology Manouchka Sessions, Música género Jazz Django Reinhardt



publicado por Carlos Gomes às 16:11
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JOSÉ RIBEIRO E CASTRO FOI CONDECORADO PELO PRESIDENTE DA REPÚBLICA

O fundador e coordenador do Movimento 1º de Dezembro, Dr. José Ribeiro e Castro, foi ontem condecorado pelo Presidente da República Portuguesa, Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa, em cerimónia que decorreu no Palácio de Belém.

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A condecoração recebida foi a de Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique.

Segundo os seus estatutos, “a Ordem do Infante D. Henrique destina-se a distinguir quem houver prestado serviços relevantes a Portugal, no País e no estrangeiro, assim como serviços na expansão da cultura portuguesa ou para conhecimento de Portugal, da sua História e dos seus valores.”

Fotos: Presidência da República

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publicado por Carlos Gomes às 10:26
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Terça-feira, 5 de Dezembro de 2017
CGTP DEFENDE REFORMA AOS 40 ANOS DE CARREIRA CONTRIBUTIVA SEM PENALIZAÇÕES

CGTP quer a eliminação do fator de sustentabilidade e a revisão do regime de reformas antecipadas

A CGTP defendeu hoje a eliminação do fator de sustentabilidade que aumenta a idade de reforma e exigiu que o Governo retome rapidamente as negociações para rever o regime das reformas antecipadas, abrangendo todas as situações de antecipação.

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"A CGTP-IN considera que a revisão do regime da antecipação da idade da reforma não pode ficar limitado à proteção das muito longas carreiras contributivas no âmbito do regime da flexibilização da idade de acesso à pensão, já efetuada, mas deve estender-se a todas as situações e regimes de antecipação, conforme o compromisso assumido pelo Governo", referiu o sindicalista.

A CGTP-IN criticou e recusou desde o início a criação e aplicação do fator de sustentabilidade, por considerar que esta medida "veio determinar uma redução muito significativa no valor de todas as pensões e uma quebra progressiva na respetiva taxa de substituição, que se vai acentuando cada vez mais à medida que a esperança média de vida aumenta, implicando uma contínua degradação da qualidade de vida e o empobrecimento gradual de sucessivas gerações de reformados".

Arménio Carlos lembrou que este regime foi ainda agravado pelo Governo PSD/CDS-PP, mediante a alteração do ano de referência para o respetivo cálculo de 2006 para 2000, bem como através do aumento da idade normal de acesso à pensão de velhice, que deixou de ser uma idade fixa, para passar a variar anualmente em função da evolução da esperança média de vida.

"Assim, todas as pensões requeridas antes da idade normal de acesso à pensão legalmente fixada em cada momento passaram a ser consideradas como pensões antecipadas e, como tal, substancialmente reduzidas pela aplicação de uma dupla penalização: o fator de sustentabilidade (atualmente 13,88%) e um fator de redução que tem em conta o nº de meses de antecipação relativamente à idade legal de acesso à pensão (0,5% ao mês)", referiu o sindicalista.

Para contrariar a situação, a CGTP-IN propõe que a idade legal de acesso à pensão de velhice seja fixada nos 65 anos, que o fator de sustentabilidade seja eliminado e que todos os trabalhadores com pelo menos 40 anos de carreira contributiva possam aceder à pensão antecipada sem qualquer penalização, independentemente da idade.

Fonte: http://24.sapo.pt/



publicado por Carlos Gomes às 15:51
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PAN QUER TRANSFORMAR CANTINAS ESCOLARES EM ESPAÇO PRIVILEGIADOS DE EDUCAÇÃO ALIMENTAR
  • Fiscalização sobre ementas e refeitórios escolares devem ser efetuadas por nutricionistas e não pelos Diretores dos estabelecimentos
  • Orientações com carácter vinculativo para os bufetes escolares
  • Não distribuição de leite achocolatado às crianças do ensino pré-escolar e do 1.º ciclo do ensino básico

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza leva a debate na próxima quinta-feira, 7 de dezembro, três iniciativas legislativas que têm por objetivo principal transformar as cantinas escolares num espaço privilegiado de educação para a saúde, promoção de estilos de vida saudáveis e de equidade social.

A atual legislação prevê que as orientações sobre ementas e refeitórios escolares sejam determinadas pelos Diretores dos estabelecimentos de educação e ensino. O PAN defende que os nutricionistas são os únicos técnicos habilitados para garantir o acesso de todos os alunos a refeições saudáveis e equilibradas, motivo pelo qual deveriam ser estes, e não os Diretores das escolas, a fazer a fiscalização. A proposta do PAN pretende que se proceda à contratação de cinco nutricionistas por cada Direção Regional de Serviços da Direção Geral dos Estabelecimentos Escolares o que totaliza 25 nutricionistas. Atualmente, não existem nutricionistas nas Direções Regionais de Serviços da Direção Geral dos Estabelecimentos Escolares, com a exceção da Direção de Serviços da Região Centro que tem apenas uma nutricionista. Na Direção Geral de Educação existe igualmente apenas um nutricionista.

 A segunda proposta do PAN recomenda ao Governo que elabore orientações, com carácter vinculativo, sobre o modo de organização e funcionamento dos bufetes escolares, assegurando uma maior qualidade e equilíbrio nas refeições fornecidas. Os bufetes, que deveriam funcionar como espaços complementares ao refeitório, funcionam muitas vezes como alternativa. No que diz respeito aos bufetes escolares, a DGE emitiu orientações contendo algumas especificidades nutricionais e aspetos de organização e funcionamento do bufete escolar. Contudo, este documento não tem carácter vinculativo (sendo-o para as ementas dos refeitórios), não existindo qualquer consequência caso não seja respeitado. Tendo em consideração que os bufetes disponibilizam pequenos-almoços e refeições intercalares da manhã e de tarde, sendo por vezes utilizado também pelos alunos como local de refeição, o PAN pretende que exista o mesmo rigor que existe para os refeitórios em relação aos bufetes.

Outra proposta do PAN recomenda ao Governo que determine a não distribuição de leite achocolatado às crianças do ensino pré-escolar e do 1.º ciclo do ensino básico, assegurando uma maior qualidade nas refeições escolares. No ano lectivo de 2015/2016, o Estado gastou na distribuição de leite aos alunos do ensino pré-escolar e do 1.º ciclo do ensino básico cerca de 7,5 milhões de euros em mais de 48 milhões de pacotes de leite, a que correspondem quase 10 milhões de litros. Parte deste valor foi gasto na aquisição de leite com chocolate. O leite com chocolate tem uma maior percentagem de açúcar que o leite simples e é considerado por vários profissionais de saúde e alimentação totalmente desnecessário e nocivo ao saudável desenvolvimento das crianças. Para além disso a distribuição de leite com chocolate nas escolas é contrária à posição assumida pelo Governo quanto à venda de produtos com gordura ou açúcar.

     O Despacho n.º 7516-A/2016, que determina condições para a limitação de produtos prejudiciais à saúde nas máquinas de venda automática, disponíveis nas instituições do Ministério da Saúde, refere que estas devem disponibilizar preferencialmente, em relação ao leite, leite simples meio-gordo/magro, preferencialmente sem adição de açúcar.

    Recentemente, em entrevista num jornal diário, a Bastonária da Ordem dos Nutricionistas, Alexandra Bento, reconheceu que “temos um princípio excelente, que é o de as escolas fornecerem alimentação às crianças”, mas considera que é importante actualizar algumas medidas, admitindo que “A criação do Programa de Leite Escolar foi importantíssima, mas, neste momento, devíamos pensar na obrigatoriedade de ser leite sem qualquer adição de açúcar. Não é concebível que num momento em que se fala de um consumo excessivo de acúcar estejamos a fornecer leite achocolatado às crianças.”



publicado por Carlos Gomes às 15:32
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DISCURSO DO COORDENADOR-GERAL DO MOVIMENTO 1º DE DEZEMBRO, JOSÉ RIBEIRO E CASTRO, NAS CERIMÓNIAS OFICIAIS DE 2017

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publicado por Carlos Gomes às 14:51
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Segunda-feira, 4 de Dezembro de 2017
PAI NATAL PERCORRE LISBOA DE ELECTRICO

Elétrico de Natal 2017: CARRIS associa-se à iniciativa Quercus/CTT – Uma Árvore pela Floresta

O Elétrico de Natal da CARRIS vai voltar a encher as ruas da cidade de Lisboa com os sons natalícios.

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As escolas participantes vão fazer o passeio nos dias 4, 5, 6, 7, 11, 12, 13, 14 e 15 de Dezembro, entre Santo Amaro e a Praça da Figueira, mediante a entrega de um donativo simbólico.

CARRIS decidiu associar-se à iniciativa da Quercus/CTT – Uma Árvore pela Floresta – sendo que, este ano, o contributo das escolas será a aquisição de kits para promover a reflorestação em Portugal.

Este Natal, a ação vai mobilizar cerca de 1.000 crianças de 30 escolas da área metropolitana de Lisboa.

O Elétrico de Natal é uma iniciativa da CARRIS dinamizada pela CARRISTUR, que oferece em outras datas o mesmo produto ao público em geral.


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publicado por Carlos Gomes às 13:36
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Domingo, 3 de Dezembro de 2017
CONGRESSO DO BOMBO REÚNE NO SEIXAL EM 2018

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publicado por Carlos Gomes às 19:40
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Sábado, 2 de Dezembro de 2017
ALFRAGIDE FOI AOS FADOS

Silêncio que se vai cantar o fado! – lembrou há instantes Rafael Passos, num momento em que prosseguia mais uma Noite de Fados na Associação de Moradores Alto do Moinho, em Alfragide.

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A sessão de fados – a 3ª Noite de Fados organizada por esta associação – conta com a participação dos fadistas Adília Azevedo, Isilda Andrade, Leonardo Pereira, Nelson Lemos e Rubem Morais, acompanhados à viola por Júlio Dias e à guitarra por Paulo Caixinho.

Rafael Passos é o Director do Grupo de Danças e Cantares Alto do Moinho, um rancho sediado no concelho da Amadora que preserva as tradições da região d’Entre-o-Douro-e-Minho, mais concretamente da província que durante o Estado Novo passou a designar-se por Douro Litoral.

Mas, nem só de folclore vive as nossas gentes radicadas na região de Lisboa… também o fado as irmana, num sentimento melancólico e fatalista que assimilaram nos bairros mais castiços da velha urbe onde a vida desgraçada da gente pobre inspirava a literatura de cordel, as cegadas e as cantigas decadentes que os fadistas compunham e acompanhavam à guitarra, sob a luz ténue de um velho candeiro na penumbra de um beco de Alfama ou da Mouraria.

É certo que o fado – não confundir com a balada de Coimbra! – ao longo do tempo perdeu bastante da sua autênticidade. Retirou-se das ruelas mal frequentadas para passar a ser cantado nas casas típicas a contento do turismo e, despindo-se da descrição das desgraças e sina miserável da gente humilde para se tornar recomendável às famílias de bons costumes burgueses. Mas sobrevive e saiu fora de portas, nomeadamente até aos lados de Alfragide, onde os moradores repartem a sua alma entre a melancolia do fado e a alegria do nosso folclore!

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 23:16
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BANDAS DE MÚSICA DE TODO O PAÍS EXECUTAM EM LISBOA O HINO NACIONAL SOB A BATUTA DO MAESTRO DA BANDA DA ARMADA NAS COMEMORAÇÕES DO 1º DE DEZEMBRO

Mais de duas dezenas de bandas filarmónicas provenientes de todo o país desfilaram ontem em Lisboa, na avenida da Liberdade, no âmbito das comemorações do 1º de Dezembro, Dia da Restauração da Independência Nacional em 1640. No final, sob a batuta do maestro da Banda da Armada, exutaram em uníssono o Hino da Maria da Fonte, o Hino da Restauração e a Portugueza ou seja, o Hino Nacional.

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Tratou-se de uma grandiosa jornada cívica e patriótica e também cultural que lembrou a História e o espírito de união e liberdade dos portugueses cuja celebração fez todo o sentido com a participação da Banda da Armada, unidade cultural da Marinha Portuguesa que agora comemora 700 anos de existência.

Herdeira de gloriosas tradições, a Banda dos Marinheiros da Armada gravou em 1903 o primeiro disco produzido em Portugal.

Conforme é descrito no seu site oficial, “Ao longo dos mais de quinhentos anos de existência de formações musicais na Armada, estas sofreram inúmeras alterações, desde a designação ao número de elementos que as constituíram, tornando a enumeração praticamente impossível.

Na realidade, as fontes históricas só são razoavelmente seguras, sobre esta matéria, a partir da primeira metade do século XVIII, e indicam que em agosto de 1740 existia na Armada Real uma banda intitulada "Charamela".

A 3 de abril de 1903 a Banda dos Marinheiros da Armada grava, no Quartel do Corpo de Marinheiros, em Alcântara, aquele que é considerado o primeiro disco produzido em Portugal, um documento histórico e fonográfico raríssimo. A capa contém o selo real e a inscrição "Oferta do Maestro António Maria Chéu ao rei D. Carlos". A gravação, efetuada pela The Gramophone and Typewriter Ltd., de Londres, pretendia comemorar a visita de Eduardo VII de Inglaterra a Portugal.

Presentemente a Banda conta com 113 músicos, muitos dos quais com formação superior e com uma média etária de 33 anos. Fruto do esforço de renovação e dinamização levado a cabo nos últimos anos, os resultados refletem-se na grande visibilidade nacional e internacional das suas atuações ao vivo e na constante gravação e edição de discos compactos.

Na realidade, ao longo dos tempos têm pertencido e continuam a despontar na Banda da Armada, vários compositores de reconhecido mérito, e alguns dos melhores instrumentistas portugueses.”

Perante a sua marcha disciplinada e a empolgante execução da marcha dos marinheiros, a Banda da Armada foi muito aplaudida pelos populares que assisitiam ao seu desfile ao longo de todo o percurso até à Praça dos Restauradores. Uma grande jornada patriótica que, sem dúvida alguma, a Banda da Armada muito contribuiu para o seu brilhantismo!

Texto e fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 18:50
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