Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Sexta-feira, 3 de Novembro de 2017
FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS REALIZA INQUÉRITO DE SATISFAÇÃO

Tal como assumido pela direcção da Federação do Folclore Português, irá decorrer entre 05 e 20 de Novembro, o inquérito de satisfação aos associados da FFP, referente à sua percepção do desempenho da instituição no decorrer do exercício de 2017.

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Apesar do seu preenchimento ser facultativo, apelamos aos nossos associados para que não percam esta oportunidade de contribuir para a melhoria do desempenho da FFP.

Como se sabe, a direcção da FFP, aposta na participação democrática de todos nos processos de avaliação, visando uma melhoria contínua das prestações das nossas instituições, ou seja, Grupos e FFP.

Dia 02 de Novembro, foi enviado oficio circular com o respetivo link para preenchimento dentro do prazo estipulado.

Oportunamente, serão divulgados os resultados deste inquérito.

"Uma apreciação justa e construtiva, ajuda-nos a servir melhor"



publicado por Carlos Gomes às 15:34
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FEIRA DO FUMEIRO LEVA A COINA OS MELHORES CHOURIÇOS TRADICIONAIS

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publicado por Carlos Gomes às 15:11
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CASA CERVEIRENSE EM LISBOA COMEMORA 8 ANOS AO SERVIÇO DO REGIONALISMO

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publicado por Carlos Gomes às 13:57
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RIBEIRA DA LAGE RECEBE FESTIVAL DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 13:55
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MINHOTOS EM QUEIJAS FESTEJAM S. MARTINHO COM CASTANHAS E FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 13:50
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PATRÍCIA CANDOSO AO VIVO EM LISBOA

Falta uma semana para o concerto de Patrícia Candoso dia 10 de novembro, pelas 22h, no Auditório Carlos Paredes, em Lisboa.

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Depois de ter lançado “Frenética” em janeiro deste ano, Patrícia Candoso continua a fazer chegar a sua música ao público através de espetáculos intimistas.

Esta é a oportunidade perfeita para escutar o mais recente trabalho, produzido pelo cantor/compositor Mikkel Solnado e editado pela Music In My Soul.

10.11 | Lisboa, Auditório Carlos Paredes, 22h - 12€

Patrícia Candoso, cantora e atriz de 36 anos, é licenciada em Ciências da Comunicação e fez formação de música e teatro.

A sua carreira começou ao interpretar “Catarina” na telenovela da TVI, “Sonhos Traídos”, em 2001. Depois disso integrou a primeira temporada da famosa série juvenil “Morangos com Açúcar”, onde começou a cantar, tendo acabado por lançar dois álbuns – “O Outro Lado” (2004) e “Só Um Olhar” (2006) - que contêm vários sucessos. A partir daí, Patrícia nunca mais parou e tem trabalhado continuamente em televisão, teatro, cinema, publicidade e música.

Apesar do gosto pela área da comunicação e do jornalismo, os convites e o talento têm falado mais alto, e foi este o rumo que Patrícia escolheu dar à sua vida.

“Mundo Meu”, “Casos da Vida”, “Um Lugar Para Viver” e “Louco Amor” são exemplos de projetos que marcaram o seu percurso como atriz.

Atualmente, divide a sua carreira entre o teatro e a música. “Frenética”, o seu terceiro álbum de estúdio, editado em janeiro e produzido pelo cantor/compositor Mikkel Solnado, foi a sua última mostra musical.

Editado pela Music In My Soul, este álbum é um trabalho maduro, no qual Patrícia Candoso explora e arrisca novos terrenos musicais.


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publicado por Carlos Gomes às 13:37
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ILEGALIDADES NO TRANSPORTE DE ANIMAIS VIVOS LEVA A PROTESTO EM FRENTE AO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA

MANIFESTAÇÃO PATAV em frente ao Ministério da Agricultura, dia 11 de Novembro (sábado) pelas 15h30.

Pelo fim das injustiças e ilegalidades no Transporte de Animais Vivos

Na sequência da falta de resposta do Governo relativamente às continuadas práticas ilegais no que concerne ao transporte de animais vivos – nomeadamente no Porto de Setúbal e durante a viagem de barco com destino a Israel -  situação denunciada pela PATAV (Plataforma Anti Transporte de Animais Vivos-https://patav.weebly.com/), vimos por este meio informar que está convocada uma manifestação que vai ocorrer em frente ao Ministério de Agricultura, dia 11, sábado, pelas 15h30.

A PATAV continua a chamar a atenção para as más práticas de transporte de animais vivos e toda a crueldade e ilegalidade que o mesmo acarreta. Recentemente o tema foi abordado pelo programa “Sexta às 9”, alertando consciências e procurando a ajuda de quem pode fazer a diferença. Infelizmente, e enquanto o governo continua em silêncio, continuam a ser recolhidas provas concretas dos referidos abusos.

Esta manifestação acontece na sequência dos trabalhos que têm vindo a ser realizados para não deixar cair este assunto no esquecimento, para exigir que a lei se cumpra, e que os direitos destes animais sejam garantidos e salvaguardados como lhes é devido.



publicado por Carlos Gomes às 11:41
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PARTIDO "OS VERDES" QUESTIONA O GOVERNO ACERCA DO ACOMPANHAMENTO PSICOLÓGICOS DOS BOMBEIROS PORTUGUESES

Verdes preocupados com segurança, financiamento e apoio psicológico dos Bombeiros Portugueses

O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar Os Verdes, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério da Administração Interna, sobre o descontentamento e até tristeza pela forma como os Bombeiros, agentes de Proteção Civil, têm sido acompanhados a todos os níveis perante o cenário de incêndios que se sucedeu ao longo do corrente ano.

Pergunta:

O Grupo Parlamentar Os Verdes realizou nos passados dias 28 e 31 de outubro, um conjunto de visitas às áreas afetadas tanto pelo Incêndio de Pedrógão Grande como pelos Incêndios deflagrados nos dias 15 e 16 de outubro.

Durante essa jornada de trabalho, tivemos a oportunidade, não só, de contactar com as populações afetadas, mas também reunir com vários elementos de Comando de Corpos de Bombeiros de áreas atingidas pelos incêndios.

Ao longo das diversas reuniões com o comando dos Corpos de Bombeiros foi notório a manifestação de algum descontentamento e até tristeza pela forma como estes agentes de Proteção Civil têm sido acompanhados a todos os níveis perante o cenário de incêndios que se sucedeu ao longo do corrente ano.

Os Verdes consideram que os Bombeiros são um dos agentes com maior relevância no pilar do Combate, no que diz respeito ao Sistema Nacional de Defesa da Floresta Contra Incêndios, como tal merecem toda a consideração e respeito. Importa referir que todo o trabalho desenvolvido por estes homens e mulheres é um trabalho de risco, no qual é necessário ter todas as condições de segurança quer em termos de viaturas quer de equipamentos de proteção individual.

Num contexto nacional, os Bombeiros estão na sua maioria integrados em Associações Humanitárias, que dependem economicamente dos serviços de saúde e de emergência pré-hospitalar e de todos os fundos/donativos provenientes de várias entidades, sejam elas do Estado ou particulares. Os Incêndios Florestais representam, em termos de danos, um tipo de ocorrência no qual existem grandes perdas, seja de viaturas ou de equipamentos de proteção individual. Em todos os corpos de bombeiros que visitámos e mantivemos contacto, o PEV foi informado que o fardamento para Incêndio Florestal, a que os Bombeiros têm direito, é de apenas um por cada elemento e que quando o mesmo se danifica, terá que ser a Associação Humanitária ou o próprio bombeiro a substituí-lo. Com as viaturas danificadas, o financiamento para a reparação das mesmas chega só após o término do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais (DECIF).

Ora, as Associações Humanitárias, não tendo na maioria das vezes verbas suficiente para o arranjo das viaturas, ficam com os veículos em Estado INOP (inoperacional) até que o financiamento chegue, diminuindo assim o efetivo de viaturas e a operacionalidade do corpo de bombeiros.

Os Verdes sabem que também relativamente ao pagamento do combustível, é efetivado por norma no final do DECIF, colocando em causa a subsistência dos Corpos de Bombeiros.

Neste conjunto de reuniões, Os Verdes tiveram também conhecimento que o apoio psicológico não está a chegar a todos os corpos de bombeiros e nos locais onde chega, não é suficiente. As Equipas de Apoio Psicossocial (EAPS) pertencentes à resposta operacional da Autoridade Nacional da Proteção Civil (ANPC) são constituídas por elementos Bombeiros com formação académica em Psicologia que cumprem serviço operacional, tal como os colegas a quem podem prestar apoio e estão organizados em seis equipas supradistritais.

Assim e considerando que os Bombeiros são o principal interveniente no combate e que, para realizarem o seu trabalho em segurança, necessitam de ter todos os meios, equipamentos e apoio ao seu dispor, solicito, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, a S. Ex.ª O Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo a seguinte pergunta, para que o Ministério da Administração Interna possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1-    Relativamente à situação do financiamento:

  1. a)     O Governo tem conhecimento dos impactos que o financiamento tem nas Associações Humanitárias e no trabalho que estas desempenham?
  2. b)     O Governo já procedeu à transferência dos montantes relativos às despesas de combustível para os Corpos de Bombeiros afetados pelo Incêndio de Pedrógão Grande?
  3. c)     Qual o montante (em euros), de material danificado até à presente data em Incêndios Florestais? Deste valor, quanto já foi transferido para os respetivos corpos de bombeiros?
  4. d)     O Governo pondera antecipar a transferência de dinheiro relativo a despesas (alimentação, danos e combustível), tendo em conta o excecional ano de Incêndios que afetou o país?

2-    O Governo garante a cobertura de todos os Bombeiros com pelo menos um Equipamento de Proteção Individual para Incêndios Florestais? Para quando está prevista a entrega de mais Equipamentos de Proteção Individual (EPI) Florestal a cada Bombeiro?

3-    Está previsto que os EPIs, tais como fardamento, botas, lanternas, capacetes, luvas, entre outros, possam integrar as despesas de incêndios florestais, tirando desta forma a necessidade de reposição deste material por parte das Associações Humanitárias ou até dos próprios Bombeiros?

4-    Desempenhando as EAPS um papel fundamental na saúde mental dos Bombeiros, quantos Bombeiros receberam apoio psicológico nos meses de Junho a Outubro de 2017? Destes, quantos continuam com apoio diferenciado? Quantas vezes as EAPS foram ativadas pelos Comandos dos Corpos de Bombeiros nos meses de Junho a Outubro de 2017? Qual a periodicidade com que as EAPS visitam os Corpos de Bombeiros no território atribuído a cada equipa?

5-    Que medidas estão previstas a curto prazo para valorizar o trabalho desenvolvido pelos Bombeiros? Para quando está previsto a instituição do Cartão Social para os Bombeiros?

O Grupo Parlamentar “Os Verdes”



publicado por Carlos Gomes às 11:23
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Quinta-feira, 2 de Novembro de 2017
BLOGUE “CIDADANIA LX” PLAGIA ARTIGO PUBLICADO NO BLOGUE DE LISBOA HÁ MAIS DE 3 ANOS!

Sob o título “Porque não se transforma o Hospital de Marinha no Museu de Saúde Militar?”, publicou o BLOGUE DE LISBOA em 23 de Setembro de 2014, um artigo da autoria de Rui Pereira Cavaco, Enfermeiro e ex-sargento no activo, em termos que, quer no que respeita à ideia original do autor como ainda em relação ao historial e relato feito, aparece agora plagiado pelo blogue “Cidadania LX”, ontem publicado em https://cidadanialx.blogspot.pt/2017/11/o-estado-portugues-vende-estrangeiro.html

Sem qualquer referência quanto à fonte e autoria do mesmo.

O artigo publicado no BLOGUE DE LISBOA encontra-se em http://bloguedelisboa.blogs.sapo.pt/porque-nao-se-transforma-o-hospital-de-104921.

- O plágio é uma atitude a todos os títulos deplorável! E mais não dizemos…

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publicado por Carlos Gomes às 16:24
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A MULHER QUE FOI A MODELO PARA O BUSTO DA REPÚBLICA PORTUGUESA

* Crónica de Paulo Freitas do Amaral

Ilda Pulga é o nome que consta da mulher que serviu de modelo ao primeiro busto da República Portuguesa. Ainda com descendentes vivos, a família faz questão de afirmar que deveria ter sido uma mulher lindíssima e simultaneamente “atrevida” para servir de modelo naquele tempo.

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Ilda pulga faleceu em 1993 com 101 anos. O seu sobrinho bisneto Joaquim Pulga só desconfiou ser familiar de Ilda após à sua morte por ter lido uma notícia no jornal. Joaquim afirma que uma pessoa como Ilda que serviu de modelo aos 18 anos deve ter evoluído culturalmente de uma forma muito peculiar e intensa.

Ilda era natural de Arraiolos e não foi fácil encontrar o fio à meada das suas ligações familiares embora só haja uma família “Pulga” em Portugal. Foi através de moradores de Arraiolos que Joaquim veio a saber que Ilda era irmã do seu bisavô.

O sobrinho bisneto investigou sobre a sua familiar e ficou a saber que Ilda foi muito jovem para Lisboa, com os seus 13 anos e que as dificuldades económicas que se faziam sentir na altura no Alentejo terão  motivado a sua mudança para a capital levando o resto da sua vida como costureira.

O busto da república portuguesa continua inalterado.Os bustos da República variam de país para país e até encontramos casos onde houve mudanças de modelos que serviram de bustos ao simbolismo republicano.

Como Republicano que sempre fui, não posso deixar de ter uma visão interessada sobre este assunto. O modelo mais icónico da República, tem a sua origem em França e foi sem dúvida “Mariana” ou “Marianne” representada, iconograficamente, por uma mulher, ostentando um barrete frígio, tendo como inspiração a imagem da Liberdade na obra A Liberdade guiando o Povo, pintada em 1830 por Eugène Delacroix.

No entanto a Associação dos Autarcas Franceses decidiu mudar periodicamente o busto de "Mariana", adoptando como modelos artistas de cinema e da música francesas contemporâneas, sendo a manequim e actriz Laetitia Casta o modelo actual da escultura.

A estátua da Liberdade nos EUA é também inspirada em Marianne e foi oferecida pelos franceses aos americanos.

No caso português atribui-se a autoria do busto a João da Silva que usava como peseudónimo João da Nova talvez porque também escrevia para a revista Seara Nova…

A comissão republicana que instituiu o busto em 1911 inspirado em Ilda teve muito bom gosto e a sua imagem fará companhia aos portugueses por muito mais tempo.

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Ilda Pulga, de pé, ao centro, na oficina de costura onde trabalhava



publicado por Carlos Gomes às 11:15
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Quarta-feira, 1 de Novembro de 2017
NOVA LOUCURA DE LA FÉRIA LEVA JOÃO BAIÃO A DAR A VOLTA AO MUNDO EM 80 MINUTOS

Mais de 75.000 espectadores já deram A Volta ao Mundo em 80 Minutos

Ao fim de 4 meses “A Volta ao Mundo em 80 Minutos” já conquistou o coração de mais de 75.000 espectadores portugueses e estrangeiros que, assistindo a um grande espectáculo de Filipe La Féria, esgotam a lotação do Salão Preto e Prata do Casino Estoril com grande sucesso.

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Inspirado numa das maiores obras da literatura mundial do sec. XIX, de Júlio Verne, A Volta ao Mundo em 80 Minutos conta com a participação especial de João Baião à frente de um jovem, talentoso e enérgico elenco de actores-cantores, de um internacional corpo de bailarinos e dançarinos-acrobatas.

Mais uma vez Filipe La Féria não poupa esforços e volta a surpreender-nos com um luxuoso guarda-roupa, integralmente da sua autoria, que fará cada espectador viajar por todo o mundo, sem sair do seu lugar.

A Volta ao Mundo em 80 Minutos é uma divertida e alucinante viagem planetária. China, Rússia, Índia, África, Brasil, Argentina, Cuba, Egipto, Itália, Paris e Espanha, são alguns dos locais por onde Sr Fogg – o clássico e bem-humorado cavalheiro inglês, extraordinariamente representado por João Baião – visitará, sempre acompanhado do seu assistente pessoal Passepartout – o fiel e divertido francês de pronúncia acentuada.

Neste espectáculo vale tudo. Viagens em balão de ar quente, um barco Titanic, carros antigos, comboios, banheiras com rodas, elefantes, camelos, bicicletas, aviões planadores e tudo aquilo que faça a imaginação voar.

Filipe La Féria já confessou que A Volta ao Mundo em 80 Minutos é uma das suas mais excitantes e divertidas Produções, explorando cada cultura e cada país através do teatro, do cinema, da música, do bailado e da acrobacia. Tudo isto envolto numa encenação e direcção artística que só La Féria sabe fazer, proporcionando a cada espectador 80 inesquecíveis Minutos.

“A Volta ao Mundo em 80 Minutos” em exibição de Quinta-Feira a Domingo no Salão Preto e Prata do Casino Estoril.

Quintas e Sextas-Feiras às 21h30 / Sábados às 17h00 e às 21h30 / Domingos às 17h00. “A Volta ao Mundo em 80 Minutos” estará em cena até ao dia 16 de Dezembro.

Preços

Plateia Central: 35€ / 1º Balcão: 30€ / Plateia Superior: 27,50€ / Plateia: 25€ / 2º Balcão: 20€ / 3º Balcão: 15€

Reservas 210 135 050 / 214 667 796 01/11/2017


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publicado por Carlos Gomes às 18:02
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GRUPO DE AMIGOS DE OLIVENÇA RECLAMA DEVOLUÇÃO DO TERRITÓRIO PORTUGUÊS SOB OCUPAÇÃO DE ESPANHA

O Grupo dos Amigos de Olivença tem constatado que, a propósito da actual « crise independentista da Catalunha », o Estado Espanhol tem alicerçado a sua posição na defesa intransigente da integridade territorial dos Estados e da necessidade de respeitar os tratados que regem o relacionamento dos Estados na Europa.

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Também, a este propósito, o Estado Português por intermédio do Sr. Presidente da República, Sr. Primeiro Ministro e Sr Ministro dos Negócios Estrangeiros, tem se manifestado publicamente, pela defesa intransigente da legalidade interna espanhola, pelo respeito pela integridade territorial dos Estados e pela Lei Internacional.

Nesse sentido, o Grupo dos Amigos de Olivença relembra a existência da « questão de Olivença», território que o Estado Português considera juridicamente português mas ocupado ilegalmente por Espanha, que se recusa a cumprir o tratado de Viena de 1815, por ela assinado, e faz um apelo à opinião pública para que se pressione estes importantes órgãos do Estado Português a pôr em prática os princípios acima defendidos e levantar esta questão junto de Espanha, de maneira a dar cumprimento ao seu compromisso de restituição de Olivença a Portugal.



publicado por Carlos Gomes às 15:43
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Terça-feira, 31 de Outubro de 2017
CASA CERVEIRENSE COMEMORA 8 ANOS AO SERVIÇO DO REGIONALISMO

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publicado por Carlos Gomes às 19:15
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NILA BRANCO PARTILHA O SEU “EDREDOM”

Já diz o ditado: “Nem tudo o que parece é”. É que onde os mais distraídos viram um convite, os mais atentos viram a oportunidade de conhecer o mais recente single de Nila Branco. A cantora, que está prestes a alcançar as duas décadas de carreira, deixou-se imbuir pelo espírito do outono/inverno e clama pelo conforto que só um edredom pode fornecer.

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“Edredom” é mais um tema extraído do álbum “Sete Mil Vezes” e revela uma Nila Branco apaixonada pela vida e disposta a celebrar o quão bom pode ser o amor. Sob o selo da Music For All, esta é mais uma demonstração da qualidade que é possível encontrar na Música Popular Brasileira (MPB).

Nila Branco nasceu e cresceu em Abaeté, Minas Gerais, mas foi em Goiás, Goiânia, que despertou a sua veia artística. A mais de 900 kms de distância do local que a viu nascer, e onde passou toda a infância, foi obrigada a recomeçar do zero. Contudo graças à sua capacidade de adaptação rapidamente fez novos amigos, começando pouco depois a desenvolver o seu lado artístico.

Começou a fazer teatro. E a pintar. E a desenhar. E, por fim mas não menos importante, a cantar. Embora se sentisse confortável em todas as áreas foi no canto que descobriu a verdadeira paixão. Estávamos na década de 90 quando ao cantar em bares e festivais acaba por dar passos importantes no início de carreira ao ganhar alguns concursos e competições locais e regionais.

Voos mais altos, e ambiciosos, passaram a ser possíveis depois da entrada de importantes colaboradores e parceiros que ajudaram a estruturar a sua carreira e projetar-se rumo ao estrelato. Em 1998 edita o seu primeiro disco de originais, homónimo, passando a fazer parte das playlists das maiores rádios de Goiânia.

A estreia de uma voz tão cintilante não passou ao lado dos mais importantes produtores e agentes da indústria musical do eixo Rio de Janeiro-São Paulo. Detentora de um registo glamoroso, onde um misto de alegria e profundidade nos conquista e arrebata, viu pouco tempo depois o seu álbum distribuído em todo o Brasil pela Paradoxx. Estava dado o pontapé de saída para aquilo que se tornaria no movimento pop/rock da capital do centro oeste.

Os anos seguintes foram de agitação e muitos acontecimentos marcantes na sua carreira. Em 2001 liderou o movimento “GO Rock”, ao lado das maiores jovens bandas de pop/rock de Goiás, promovendo um enorme concerto. Um ano depois assina contrato com a Abril Music e edita o segundo disco da sua carreira: “Parte II”. Deste registo foi extraído o tema “Diversão” que, mais tarde, viria a integrar a banda sonora de uma produção da Rede Globo, “Desejos de Mulher”. Graças a este pequeno-grande passo o Brasil rendeu-se aos talentos e encantos de Nila Branco: passou pelos principais programas televisivos a nível nacional (como Jô Soares, Altas Horas, Bem Brasil ou o canal MTV, por exemplo) e realizou uma digressão pelo país intitulada precisamente “Parte II”. Desde disco canções importantes como “Chama” e “Perdido no Supermercado” tiveram também grande destaque!

Entretanto chegamos a 2003, ao momento em que grava o álbum “Seus Olhos” com Kiko Zambianchi e vê vários dos seus temas integrarem produções da TV Record e do SBT, canais de enorme renome a nível nacional. Um ano depois surge o quarto disco do seu percurso musical: “Tudo O Que Eu Quis”.

Lançado pela editora EMI este foi um disco especial: Nila interpretou músicas de nomes como Nando Reis, Paulos Miklos, Zeca Baleiro, Lulu Santos ou Kiko Zambianchi, vendo a crítica reconhecer a mestria e inovação das suas recriações.

Por entre espetáculos em todo o país Nila grava, dois anos depois, o DVD “Nila Branco ao Vivo”. Neste registo foram incluídos os grandes sucessos dos álbuns anteriores mas também alguns temas inéditos. Foi necessário esperar quatro anos por um novo trabalho de Nila.

O sexto disco de originais, “Confidência”, foi gravado ao vivo e contou com criações de compositores como Téo Rodrigues, Thiago Guerra, Rubinho Gabba ou Nelson Motta. Este foi o trabalho em que Branco se aventura por entre mares nunca antes navegados ao recriar “Cherish”, um tema original de Madonna! O grande artista Zeca Baleiro compõe especialmente para Nila a belíssima “Farsa” que esteve em destaque em diversas estações de rádios no Brasil.

“Sete Mil Vezes” é o nome do sétimo disco de Nila. Chegou ao mercado em 2012, contendo temas inéditos da autoria da própria cantora e produção musical conjunta com Renato Faleiro. A aceitação foi tal que Branco gravou, mais tarde, o DVD “Sete Mil Vezes”: um concerto especial, na Goiânia que a viu nascer para a música, sendo o reportório composto de temas de toda a sua carreira mas também músicas inéditas.  

Nila Branco está, assim, prestes a completar duas décadas de carreira. Duas décadas marcadas por muito talento, por temas comoventes e letras profundas. Duas décadas onde Nila levou sempre o nome de Goiânia, e de Goiás, ainda mais longe, provando que há muito e bom talento nesta região do Brasil.

Em 2017 Nila volta a arriscar e a capitanear o grande barco que é a sua voz por mares culturalmente próximos mas, geograficamente bastante distantes. Portugal vai ficar a conhecer, no decorrer do presente ano, o quão doce e magnético é o talento de Nila Branco através de diversos singles promocionais. Nila Branco zarpou à conquista da Europa e Portugal será o porto com a honra de receber tão delicada intérprete.


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publicado por Carlos Gomes às 19:02
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MUSEU DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA EXPÕE OBJETOS DE BERNARDINO MACHADO

“Boa Viagem, Senhor Presidente! De Lisboa até à Guerra” fica patente ao público entre 8 de novembro e 4 de março

Em outubro de 1917, o presidente da República Bernardino Machado efetuou aquela que foi a primeira viagem de Estado ao estrangeiro. Para a jovem República Portuguesa, que tinha sido implantada em 1910 este foi um momento marcante e fundamental para o tão desejado reconhecimento internacional.

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Passados 100 anos, a viagem vai ser recordada numa exposição promovida pelo Museu da Presidência da República com a colaboração do Museu Bernardino Machado, de Vila Nova de Famalicão. A mostra vai ser inaugurada no próximo dia 7 de novembro, no Palácio da Cidadela de Cascais, com as presenças do Presidente da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa, e do Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha.

A mostra ficará patente ao público entre 8 de novembro e 4 de março.

Intitulada “Boa Viagem, Senhor Presidente! De Lisboa até à Guerra”, a exposição conta com mais de meia centena de objetos, documentos e fotografias cedidas pelo Museu Bernardino Machado. Entre os objetos destaque para o chapéu, tipo cartola, e para a bengala de Bernardino Machado. As fotografias, mais de vinte, retratam vários episódios da viagem que durou 18 dias.

Bernardino Machado partiu da Estação do Rossio, foi recebido pelo Rei Afonso XIII de Espanha, o Presidente Raymond Poincaré de França, o Rei Jorge V de Inglaterra, Alberto I da Bélgica, e visitou os militares do Corpo Expedicionário Português mobilizados na Primeira Guerra Mundial.

Famalicense por adoção, Bernardino Machado foi presidente da República Portuguesa por duas vezes e foi também uma das principais figuras da I República.

O Museu Bernardino Machado que completou recentemente 15 anos está instalado no Palacete Barão da Trovisqueira, um majestoso edifício do século XIX, localizado bem no centro da cidade de Vila Nova de Famalicão. Para além da divulgação e valorização da figura de Bernardino Machado, o Museu tem vindo a destacar-se na organização de diversos eventos e na produção de documentos que têm sido essenciais para investigadores e historiadores.

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publicado por Carlos Gomes às 17:19
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Segunda-feira, 30 de Outubro de 2017
MAGUSTO DE S. MARTINHO JUNTA MINHOTOS EM LOURES

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publicado por Carlos Gomes às 22:06
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SINTRA: GRUPO FOLCLÓRICO DE BELAS REALIZA MAGUSTO DE S. MARTINHO

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publicado por Carlos Gomes às 19:55
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“IMAGINAÇÃO”, A ODE FANTASISTA QUE ANDRÉ ABUJAMRA APRESENTA EM PORTUGAL

André Abujamra pode muito bem ter todos os talentos do mundo. Pelo menos é essa a sensação que fica ao analisar a sua biografia e os múltiplos projetos a que deu vida ao longo de quase quatro décadas de carreira. Do seu vasto universo fazem parte experiências no teatro, no cinema, na televisão e, especialmente, na música, tendo triunfado em todas elas. Liderou várias bandas, nomeadamente os irreverentes Karnak, no entanto atualmente aposta na sua carreira a solo.

15.07.2012 - Diamantina/MG - Festival de Inverno UFMG- Andre Abujamra Mafaro ©Julia Lanari

Depois de “A Origem”, chega-nos finalmente o segundo capítulo da sua identidade musical. “Imaginação” é o resultado da fusão de elementos Pop / Rock com a música clássica e uma letra intemporal que glorifica a fantasia e reforça a importância da liberdade interior.

O cantor, compositor e multi-instrumentista brasileiro revela assim mais um pedaço da sua sonoridade global, antecipando o concerto que dará em Lisboa: a 8 de Novembro André atuará no B.Leza a partir das 21h30, sendo seguido do projeto Acrobata do Riso e do cantor e compositor brasileiro Luiz Salgado (que também se encontra em digressão pelos palcos portugueses com a Music For All). Os bilhetes têm o preço único de 5€ e já se encontram à venda nos locais habituais.

André Cibelli Abujamra é, muito possivelmente, um dos artistas mais versáteis do Brasil. Homem de mil talentos, e de inspiração infinita, a ele pertencem alguns dos projetos e criações mais extraordinários da música, teatro, televisão e cinema brasileiro.

Estudou ópera. Cursou regência na FAAM, em São Paulo, e embora não tenha concluído extraiu daí preciosos ensinamentos para a restante carreira.

Inicia a sua carreira na década de 80. Juntamente com Maurício Pereira fundou a banda “Os Mulheres Negras”, denominando-se o duo como “a terceira menor big band do mundo”. Com este projeto editou dois discos: “Música e Ciência” (1988) e “Música Serve pra Isso” (1990). Depois de uma pausa, e de outros projetos terem surgido, encontram-se agora em plena gravação de um novo trabalho de originais.

Mas este não foi a única banda de André. Pouco tempo depois nascem os Karnak. Aqui os tradicionais e os modernos sons brasileiros misturaram-se com o rock, o pop e a música eletrónica. A ideia ganhou forma no decorrer de uma viagem ao Egipto depois de Abujamra ter despertado para a diversidade de sons e instrumentos inerentes às diferentes culturas e países. Nesta viagem André visitou uma pequena vila onde existe um complexo de antigos templos do Egipto. E qual o nome desta vila? Nada mais, nada menos, do que…Karnak.

Entre 1994 e 2006 editaram quatro discos e um documentário (intitulado “O Livro Multicolorido de Karnak”). É impossível não destacar o registo de estreia e a sua fantástica recepção junto da crítica especializada nacional e internacional. Foi, inclusivamente, incluído na lista dos 10 Melhores Álbuns de Latin Rock de sempre pela prestigiada revista Rolling Stone.

Mas irrequieto e criativo como é André Abujamra seria apenas uma questão de tempo até apostar numa carreira a solo. Entre 2004 e 2015 edita quatro álbuns, estando o quinto capítulo desta história previsto para meados de 2018.

Para falar de André Abujamra é também falar de teatro, televisão e cinema. No primeiro assinou diversas peças, as suas trilhas venceram sete prémios da reputada Associação dos Produtores de Espetáculos Teatrais de São Paulo (APETESP) e foi o mais novo vencedor de sempre do prémio Molieré (com a peça “Encontrar-se”).

Enquanto ator participou em dez filmes e em sete produções televisivas, nomeadamente “Saramandaia” e “Agora é Tarde” onde liderou a banda do talk-show apresentado pelo comediante Rafinha Bastos.

Por sua vez no cinema compôs a trilha sonora de mais de cinco dezenas de filmes brasileiros tendo sido premiado, em quatro ocasiões diferentes, no Festival de Cinema de Gramado e no Grande Prémio do Cinema Brasileiro por duas vezes também.

Por entre a vastíssima lista de obras com contributos seus destaca-se “Castelo Rá-Tim-Bum”, série infanto-juvenil de muito sucesso da TV Cultura.

Abujamra já percorreu o mundo. Já encantou multidões. Já fez sonhar miúdos e graúdos. Já explorou os cantos e recantos do globo, usando o que aprendeu nas diferentes viagens para enriquecer ainda mais as suas obras. Mas existe um passo que André ainda não deu: apresentar-se perante o público português. Esse dia finalmente chegou e 2017 é o ano em que Portugal ficará a conhecer o génio que dá pelo nome de André Abujamra. 

Citação da Rolling Stone (EUA) sobre o disco “Karnak” (1994):

“Uma tapeçaria exuberante de internacionais idiomas funky, o primeiro LP do grupo de São Paulo resume a fome ilimitada do Brasil por todo o tipo de música - do reggae brasileiro aos cantos do Médio Oriente. Uma obra-prima subestimada, do começo ao fim.”


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publicado por Carlos Gomes às 19:48
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INDIAN RUBBER LEVAM “PELSÚUN” AO HARD ROCK CAFÉ, NO PORTO

Autores de um dos projetos de rock alternativo e psicadélico mais substancial da atualidade, os Indian Rubber preparam-se para subir a um dos grandes palcos da cidade do Porto: o Hard Rock Café! Na próxima quinta-feira, 2 de novembro, a noite é dedicada por inteiro a “Pelsúun”, o recente EP do quinteto lusitano.

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Recorde-se que o EP, editado pela Music For All, foi antecedido de dois singles, “Dazed” e “Blinders”, e que a estreia absoluta tinha acontecido em 2016 com o registo “Le Voyage”. A noite, que promete ser longa, inicia-se pelas 22h30 e tem entrada gratuita.

Novembro de 2015 marca o nascimento dos Indian Rubber, um projecto nativo de Vila do Conde composto por Júlio Macedo (guitarra), Hugo Raposo (teclados), Tiago Paulino (baixo), Mário Ventura (voz e guitarra) e João Pinho (bateria) que navega entre o rock psicadélico e rock alternativo.

A primeira amostra do seu potencial surgiria em Fevereiro de 2016 com o lançamento de “Illusions”, o single de estreia. Quem ficou conquistado à primeira audição teve de esperar apenas até Março para escutar o segundo single da banda nortenha: “Afterwards”. O primeiro EP dos Indian Rubber, “Le Voyage”, foi editado digitalmente nesse mesmo mês, confirmando assim as melhores suspeitas.

Depois de passagens por palcos como Cave 45, Plano B (Porto), Espaço A (Freamunde), Urban Social Club (Vila do Conde) ou o sempre marcante Popular Alvalade (Lisboa) os Indian Rubber estão prontos para inaugurar uma nova fase da sua carreira. O novo EP intitula-se “Pelsúun” já se encontra disponível nas principais lojas digitais.


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publicado por Carlos Gomes às 19:41
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CONVENTO DOS CARDAES PROMOVE NATAL SOLIDÁRIO

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publicado por Carlos Gomes às 10:12
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TEATRO POLITEAMA APRESENTA O MUSICAL ALADINO

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publicado por Carlos Gomes às 09:38
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Domingo, 29 de Outubro de 2017
TOCADORES DE CONCERTINA JUNTAM-SE NA RIBEIRA DA LAGE: A TOCAR CONCERTINA É QUE A GENTE SE ENTENDE!

Centenas de tocadores de concertina rumaram hoje à Ribeira da Lage, no concelho de Oeiras, para participar no VI Encontro de Concertinas que o Rancho Folclórico organizou no Centro Cultural Ribeira da Lage.

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A festa foi bem minhota e tradicional. O ambiente ao gosto das nossas gentes. E a festa contou com a participação do Presidente da Junta de Freguesia e outros autarcas recentemente eleitos.

E, como os minhotos são gente irrequieta, aninciam já para o próximo dia 5 de Novembro um grandioso festival – o II Festival de Inverno – que vai contar com a participação do Rancho Folclórico Rosas de Tourigo – Tondela, o Grupo Folclórico da Velha Guarda – São Brás de Alportel e o Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho – Lisboa, além naturalmente do anfitrião Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage.

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publicado por Carlos Gomes às 21:20
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Sábado, 28 de Outubro de 2017
MINHOTOS REALIZAM EM LOURES MAGUSTO DE S. MARTINHO

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publicado por Carlos Gomes às 07:58
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TOCADORES DE CONCERTINA RUMAM AMANHÃ À RIBEIRA DA LAGE, NO CONCELHO DE OEIRAS

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publicado por Carlos Gomes às 07:57
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Sexta-feira, 27 de Outubro de 2017
IMPRENSA EUROPEIA "ANEXA" PORTUGAL À ESPANHA

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publicado por Carlos Gomes às 20:11
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BANDAS FILARMÓNICAS DESFILAM EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO 1º DE DEZEMBRO

O Movimento 1º de Dezembro lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios. É possível realizá-lo graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro. Agradecemos também o apoio facultado pelo Recheio e pelo Amanhecer.

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O Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas "1º de Dezembro" foi um êxito em 2012, 2013, 2014, 2015 e 2016. Será êxito maior em 2017.

14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)

15h00 - Início do Desfile

16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.900 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

17h00 - Fecho e desmobilização das bandas

Nesta 6ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:

GRUPOS DE PERCUSSÃO:

Tocá Rufar (Seixal)

BANDA NACIONAL:

Banda da Armada

BANDAS FILARMÓNICAS:

Banda Musical e Artística da Charneca (Lisboa)

Banda Musical de Figueiredo (Arouca)

Sociedade Recreativa e Filarmónica 1º de Janeiro de Castro Verde (Castro Verde)

Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense "Os Amarelos" (Moura)

Banda de Música da Carvalheira (Terras de Bouro)

Associação Filarmónica Retaxense (Castelo Branco)

Associação Recreativa Musical Covilhanense | Banda da Covilhã (Covilhã)

Sociedade Filarmónica Oleirense (Oleiros)

Banda Filarmónica da União de Aldeia de João Pires (Sociedade Recreativa e Musical) (Penamacor)

Sociedade Filarmónica Aurora Pedroguense (Sertã)

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Fratelense (Vila Velha de Ródão)

Sociedade Musical Recreativa de Alqueidão / Filarmónica do Alqueidão (Figueira da Foz)

Filarmónica Instrução e Recreio de Abrunheira (Montemor-o-Velho)

Sociedade Filarmónica Sangianense (Oliveira do Hospital)

SUA - Sociedade União Alcaçovense (Viana do Alentejo)

Sociedade Filarmónica Portimonense (Portimão)

Sociedade Filarmónica Avelarense (Ansião)

Sociedade Artística Musical 20 de Julho de Santa Margarida do Arrabal (Leiria)

Sociedade Filarmónica Pedroguense (Pedrógão Grande)

Associação Musical e Artística Lourinhanense (Lourinhã)

Banda da Escola de Música da Juventude de Mafra (Mafra)

Banda Juvenil do Município de Gavião (Gavião)

Sociedade Musical Nisense (Nisa)

Sociedade Recreativa Musical Alegretense (Portalegre)

Banda Filarmónica de Crestuma (Vila Nova de Gaia)

Sociedade Filarmónica Gualdim Pais (Tomar)

Sociedade Filarmónica Progresso Matos Galamba (Alcácer do Sal)

Banda Musical do Barreiro (Barreiro)

Banda Nova de Barroselas (Associação Banda Escuteiros de Barroselas) (Viana do Castelo)

Banda Marcial de Tarouquela e Municipal de Cinfães (Cinfães)

Banda de Música de São Cipriano “A Nova” (Resende)

Será um total de 32 entidades, integrando 1 grupo de persussão, 1 banda nacional militar e 30 bandas filarmónicas civis.

Serão cerca de 1900 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país que irão descer a Avenida da Liberdade, para celebrar Portugal, a Independência e a Restauração através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.

Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes sob a direcção do Maestro Capitão-Tenente Délio Gonçalves, da Banda da Armada.

Ao longo do desfile, serão interpretadas várias marchas, bem como o Hino da Restauração. O alinhamento do momento colectivo conta também, além do Hino da Restauração, com a interpretação dos Hino da Maria da Fonte e Hino Nacional.



publicado por Carlos Gomes às 14:49
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BOB MASCARENHAS TRAZ UM POUCO DE CABO-VERDE A PORTUGAL COM “RAIZ BERDIANU”

Como transmitir numa canção a força e a cultura de um povo? É fácil. Basta ouvir “Raiz Berdianu” de Bob Mascarenhas e somos transportados para Cabo Verde.

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Primeiro single extraído do segundo álbum do artista, “Rakodja”, o tema é o exemplo perfeito do trabalho de pesquisa feito pelo artista ao longo de cinco anos sobre a cultura e a sonoridade cabo-verdiana.

Mergulhe no ritmo e deixe-se envolver pela letra e a sonoridade de “Raiz Berdianu”, a canção de Bob Mascarenhas apresentada pela Music For All.

Silvestre Alberto Soares Mascarenhas, de nome artístico Bob Mascarenhas, é uma das promessas da música de Cabo-Verde.

Nascido na Calheta de S.Miguel, assumiu a música como sua paixão aos 16 anos, quando frequentava a escola de música das Aldeias SOS de Assomada, onde cresceu. Lá, tinha como professor e mentor o malogrado Orlando Pantera, que provavelmente teria chegado a nome maior da música cabo-verdiana, se não tivesse repentinamente falecido aos 33 anos.

Em homenagem a Orlando Pantera, Bob Mascarenhas lançou o seu primeiro trabalho em 2011, o álbum “RapacinhuLantuna”, com 10 temas, que foi um sucesso a nível nacional e também internacional, levando Bob Mascarenhas a atuar em Macau (Festival da Lusofonia), França, Portugal (B´Leza), Espanha e Holanda.

Passados cinco anos, em 2016, saiu “Rakodja”, que significa recolha, o que retrata bem o ambicionado pelo artista com este novo registo. Durante cinco anos, Bob Mascarenhas recolheu informações no terreno, indo de terra em terra no interior da Ilha da Santiago, onde falava com os mais velhos para ouvir as histórias de antigamente e descobrir as raízes culturais e musicais da Ilha.

Foi também na Ilha que gravou por inteiro este álbum, onde a maior parte dos temas são da sua autoria e aos quais juntou uma grande variedade de estilos: funaná, batuco e coladeira não podiam faltar, mas ouve-se influências do jazz e da música clássica. Os amantes de música africana irão também reconhecer ritmos como o amabala, que é típico do Senegal.

De “Rakodja” sobressaem temas como “StóriaKontadu” e “Raiz Berdianu”, ambos com grande êxito nas rádios nacionais de Cabo-Verde. Em Portugal, Bob Mascarenhas dá a conhecer o seu trabalho com “Raiz Berdianu”, um hino a Cabo-Verde.



publicado por Carlos Gomes às 13:58
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Quinta-feira, 26 de Outubro de 2017
THE BANKROBBER TOMAM PORTUGAL DE ASSALTO COM “CLOSER”

The Bankrobber são uma banda de rock italiana, formada em Riva del Garda, uma província de Trento, no ano de 2008. A banda é composta pelos irmãos Oberti (Giacomo e Maddalena, respetivamente vocalista principal e guitarrista e teclista e vocalista da banda), Andrea Villani (baixista e backing vocals) e Stefano Beretta (baterista e backing vocals).

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A estreia perante o público nacional acontece com a poderosa composição “Closer”, o primeiro single revelado de “Missing”, o próximo disco de originais do quarteto. Depois de pisarem todo o tipo de palcos, e de os partilharem com grandes nomes italianos e internacionais, chegou finalmente a vez de, através da Music For All, Portugal se render aos encantos dos The Bankrobber!

A versão inicial dos The Bankrobber tinha apenas um dos elementos da família Oberti, mais concretamente Giacomo. No entanto depois de algumas mudanças na formação da banda Giacomo decide convidar Maddalena, sua irmã, a entrar nesta autêntica aventura. Com Maddalena chegou não só uma voz feminina, mas também o grande poder dos teclados. A sonoridade do quarteto preparava-se para mudar, evoluindo para a sua versão atual.

Mas voltemos atrás por instantes. Quem pertence a este universo desde o primeiro dia é Andrea, amigo de infância de Giacomo. Conhecem-se desde a adolescência e foi a avassaladora paixão que partilhavam pela música que os levou a formar uma banda. Envoltos em sonhos e ambições começam a criar as suas próprias músicas e letras, dando um passo tão desejado quanto temido. Poucos meses após formarem a banda, vencem o Prémio nacional “Rock Targato Italia” (2009). O destino encarregara-se de provar que era por aqui o caminho.

Quanto a Stefano, a sua entrada no projeto é um misto de sorte e azar. Azar porque a sua entrada na banda apenas acontece devido à infeliz saída do anterior baterista. Sorte porque foi descoberto, por mero acaso, pelo manager dos The Bankrobber.

O curioso nome que o quarteto enverga com orgulho provém…de uma música. Os mais perspicazes talvez tenham suspeitado mas nem todos farão a ligação entre uma banda rock italiana e…uma música dos Clash. Afirmam ser influenciados pela nova onda britânica e pelo rivaval post-punk do novo milénio, criando assim uma sonoridade única na cena musical italiana.

Entre 2013 e 2017 atuaram nos mais importantes clubes e festivais italianos, tendo partilhado o palco com nomes tão importantes quanto Dropkick Murphis, Enrico Ruggeri, A-Toys Orchestra entre tantos outros.

A sua discografia é marcada por quatro EP’s e um álbum de longa duração: “Rob the Bank” (2010), “Indifferente” (2011), “Rob the Wave” (2013), “Gazza Ladra” (2014) e “The Land of Tales” (2016). Nota ainda para os singles "Señorita" feat. Enrico Ruggeri – “Le canzoni ai testimoni” (2012), uma cover do tema “Always On My Mind” de Elvis Presley (2015) e “Good Road to Follow” (2015).

Atualmente, não só foram distinguidos com o prémio de Melhor Banda Italiana pela MTV Itália como se encontram a trabalhar em prol do próximo disco, “Missing”, com edição marcada para outubro. A apresentação ao público nacional decorre ao som de “Closer”, primeiro single extraído do tão ansiado novo trabalho de originais.


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publicado por Carlos Gomes às 20:20
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PAN CONTESTA ACÓRDÃO DO TRIBUNAL DA RELAÇÃO DO PORTO A PROPÓSITO DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

Fundamentação discriminatória de acórdão do Tribunal da Relação do Porto

PAN avança com denúncia ao Conselho Superior de Magistratura sobre caso de violência doméstica

  • PAN quer abertura de um processo disciplinar ao juiz desembargador em questão
  • Denúncia contesta osfundamentos arcaicos e despropositados utilizados para justificar a decisão do tribunal
  • Violação da Constituição da República Portuguesa, da Convenção Europeia dos Direitos Humanos e da Declaração Universal dos Direitos Humanos
  • Estas expressões acentuam e estimulam a violência, o preconceito e a discriminação contra as mulheres

Na sequência da pronúncia do acórdão do Tribunal da Relação do Porto de 11 de Outubro de 2017, no âmbito do processo n.º 355/15.2 GAFLG.P1, onde o Relator é o Juiz Desembargador Neto de Moura, o PAN – Pessoas-Animais-Natureza avança hoje com uma denúncia ao Conselho Superior de Magistratura (CSM) enquanto órgão superior de gestão e disciplina dos Juízes dos Tribunais Judiciais de Portugal. Esta denúncia não pretende contestar a decisão, mas sim os fundamentos arcaicos e despropositados utilizados para alicerçar a solução encontrada sendo que a tónica do acórdão acaba por ser o adultério e não a agressão em si.

O PAN questiona o CSM sobre se, sendo Portugal um estado laico, devem as considerações dos juízes citar a Bíblia. Para além disso, as declarações proferidas por este juiz não reconhecem os valores do preâmbulo da Declaração Universal dos Direitos Humanos nem protegem a “dignidade inerente a todos os membros da família humana e dos seus direitos iguais e inalienáveis” que “constitui o fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo”.

“As expressões anacrónicas deste acórdão, que contestamos, acentuam e estimulam a violência, o preconceito e o estigma social fazendo com que os cidadãos não confiem nas instituições que os deviam proteger e acentuam a suspeição e o sentimento geral de insegurança. Dividindo as mulheres por castas em que as “honestas” podem e devem estigmatizar as adúlteras, o juiz demonstra que vê com alguma compreensão a violência exercida pelo homem traído, vexado e humilhado pela mulher adúltera, uma posição preocupante numa sociedade que se pretende cada vez mais evoluída, empática e que estimula uma cultura de relações amistosas de respeito entre os pares”, esclarece André Silva, Deputado do PAN.

Sendo o Princípio da Igualdade um dos primeiros e mais básicos direitos da Constituição da República Portuguesa, o PAN questiona o CSM e pede consequências concretas sobre a evidente parcialidade subjacente às declarações deste juiz que deviam assentar mais nos valores constitucionais e na lei e menos nas suas conceções pessoais sobre a realidade. Estas declarações violam também a Convenção Europeia dos Direitos Humanos e a Declaração Universal dos Direitos Humanos.

A situação é muito crítica sendo este juiz reincidente. O histórico de decisões controversas do desembargador da Relação do Porto remonta a 2013, quando considerou que uma agressão de um homem a uma mulher com uma criança ao colo não tinha "gravidade bastante".

O PAN pretende que se faça cumprir o Estatuto dos Magistrados o que culminará na abertura de um processo disciplinar ao juiz desembargador em questão.



publicado por Carlos Gomes às 19:41
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PAN APRESENTA NOVO PACOTE DE MEDIDAS DE PREVENÇÃO E COMBATE AOS FOGOS
  • Apoio psicológico para os bombeiros intervenientes no combate
  • Reforço da moldura penal, alargamento da “Fase Charlie” e promoção da biodiversidade e da floresta autóctone
  • Suspensão da permissão de caça acima do Rio Tejo e inclusão dos animais nos planos de emergência e socorro

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza apresenta hoje 12 medidas que visam contribuir para uma mudança de paradigma na área da prevenção e combate aos incêndios, com foco na maior responsabilização penal, na intensificação das medidas de prevenção, na aposta na biodiversidade e na definição de estratégias imediatas de apoio às populações e equipas no terreno.

Na sequência dos incêndios que deflagraram na zona Centro e Norte do país, o partido pretende desde já a criação de uma equipa de apoio psicológico para as pessoas afetadas e para os bombeiros intervenientes no combate, apoio a ser disponibilizado por um período não inferior a três anos e dotado de meios de deslocação ao terreno.

O partido considera urgente rever a moldura penal, aumentando os limites mínimos das penas para os crimes de incêndio florestal, e quer voltar a incluir o crime de incêndio florestal no leque de crimes de investigação prioritária definidos pela Lei de Política Criminal 2017-2019. Proprietários, entidades gestoras e câmaras municipais também deverão estar sujeitos a responsabilidade criminal em caso de não cumprimento das obrigações previstas no Plano Nacional de Defesa da Floresta Contra Incêndios.

“Os incêndios florestais são calamitosos para o nosso país, com tremendas repercussões sociais e patrimoniais. Uma vez que a esmagadora maioria dos fogos tem mão humana, seja ela voluntária ou involuntária, esta matéria deve ser considerada como absolutamente prioritária em todos os ângulos possíveis, seja na prevenção, na investigação ou na responsabilização”, explica André Silva, Deputado do PAN.

Ainda em resposta a estes incêndios, o PAN pretende ver suspensa a permissão de caça acima do Rio Tejo de forma a permitir a regeneração dos ecossistemas nas zonas mais afetadas, seguindo o apelo já transmitido pela Quercus ao Governo depois da morte de um número incalculável de animais e da destruição dos seus habitats. Acresce a esta proposta uma recomendação ao Governo para que seja disponibilizado alimento para animais nas zonas limítrofes às áreas de floresta autóctone que tenham ardido.

O PAN propõe que nos 10 metros junto às faixas de rodagem estradas e caminhos férreos (faixas de gestão de combustível) apenas possam ser plantadas espécies folhosas autóctones, ou seja, que não possa haver eucaliptos ou pinheiros. Outras duas propostas reforçam a necessidade de se criar um banco de terras ou de o Estado assumir as obrigações dos proprietários de terras indeterminadas e de se aumentar as faixas de segurança de 50 para 100 metros ao redor das aldeias.

No que toca às ações de arborização e de rearborização, a biodiversidade deve ser privilegiada. Para isso, o PAN pretende que seja criado um programa específico para apoio à instalação e implementação de modelos de silvicultura que utilizem carvalhos, castanheiros e outras folhosas e que compense a eventual perda de rendimento, dando opções aos proprietários e associações de produtores de se encaminharem para uma floresta nativa, mais ecológica e mais rentável a médio e longo prazo.

Sem ignorar o real impacto das Alterações Climáticas e tendo em conta que este ano os dois maiores focos de incêndios aconteceram antes e depois da atual janela temporal, o PAN quer alterar o período crítico denominado por “Fase Charlie” para que se inicie a 15 de maio e termine a 30 de outubro.

Constatando também a falta de meios de socorro a animais, o partido defende a integração dos médicos-veterinários em matéria de Proteção Civil e, consequentemente, a inclusão dos animais nos planos de emergência e socorro.

“A par da falta de meios no socorro às populações afetadas, verificamos a ausência de um plano de salvaguarda e resgate de animais. Não podemos continuar a olhar para a prevenção e combate aos incêndios sem pensar de forma integrada em todas as vertentes de ação”, conclui André Silva.



publicado por Carlos Gomes às 10:56
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Quarta-feira, 25 de Outubro de 2017
PRIMEIRA ALDEIA DE CRIANÇAS SOS EM PORTUGAL FOI CRIADA HÁ 50 ANOS

1ª Aldeia de Crianças SOS em Portugal celebra 50º Aniversário. 29 de outubro - Bicesse

A Aldeia de Crianças SOS de Bicesse comemora, no próximo dia 29 de outubro, 50 anos de existência. “Amor e um lar para cada criança” foi a premissa que presidiu à criação das Aldeias de Crianças SOS em Portugal e, desde então, tornou-se na missão da primeira Aldeia fundada em 1967. Um espaço que ajuda a criar um projeto de vida para cada criança integrando-a numa família SOS, até que se torne autónoma e faça parte da sociedade.

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Na Aldeia SOS Bicesse, por onde já passaram mais de 200 crianças desde a sua fundação, cada criança frutifica relações familiares e de amizade, crescendo protegida, com amor, respeito e dignidade.

O trabalho desenvolvido pelas fundadoras, Maria do Céu Mendes Correia e Palmira Cabrita Matias em prol das crianças socialmente desprotegidas em Portugal, fiel aos princípios do modelo pedagógico das Aldeias SOS preconizados na Áustria por Hermann Gmeiner, afirmou-se como realidade na tarde de Domingo, 29 de outubro de 1967. Maria de Céu Mendes Correia no seu discurso de inauguração, defendia que “Para fazer assistência à criança não basta prover às suas necessidades materiais, é necessário satisfazer igualmente necessidades espirituais e afetivas. Os princípios desta obra derivam da reprodução tão fiel quanto possível da vida em família: o amor maternal, a segurança do lar, a comunidade familiar unida e alegre. A criança na Aldeia SOS para ter segurança viverá, com os seus irmãos e irmãs, numa casa que sentirá como sua […] ao cuidado de uma mãe que será a sua mãe para sempre.”

Assim, o ambiente familiar é fundamental e oferece uma base sólida sobre a qual estas crianças constroem as suas vidas.

De forma a celebrar esta data tão importante, no domingo, dia 29 de outubro, a Aldeia de Bicesse irá abrir as suas portas a diversos convidados para as comemorações do 50º Aniversário. As cerimónias terão início a partir das 15 horas e contarão com uma sessão solene com a participação do Presidente da Câmara Municipal de Cascais, uma representante do Presidente da Federação Internacional das Aldeias de Crianças SOS e o Presidente do Conselho Diretivo das Aldeias de Crianças SOS em Portugal.  

Esta celebração pretende evocar com saudade e amizade as centenas de crianças e jovens que viveram naquela que foi a primeira Aldeia de Crianças SOS em Portugal, hoje, cidadãos integrados na sociedade. Muitos destes residentes constituíram família, e também eles são protagonistas na criação de uma sociedade mais pacífica, empreendedora, justa e fraterna.

O modelo pedagógico das Aldeias de Crianças SOS tem a “intenção de nos educar e sensibilizar para um espírito de entreajuda, o que nos fazia sentir mais unidos e felizes na Aldeia SOS. Hoje, temos esse espírito e ajudamo-nos mutuamente. Tornei-me uma pessoa solidária”, conta Anabela Figueiredo, que chegou à Aldeia de Bicesse com sete anos. “A minha mãe é a melhor do mundo. É a pessoa em quem mais confio… é o motor do meu mundo! Enche-me a alma quando vou ao Facebook e vejo posts das Aldeias. Sinto e digo que fiz parte disto. Foram elas que me criaram e devo-lhes tudo o que sou e que consegui.”

Sobre as Aldeias de Crianças SOS

A missão das Aldeias de Crianças SOS é cuidar, em família, de crianças desprotegidas, ajudando-as a moldar o seu futuro, desenvolvendo e inserindo-se positivamente em comunidade. A organização providencia cuidado a longo prazo, nas Aldeias SOS, a crianças que não podem estar com as suas famílias biológicas e apoia as famílias de crianças em perigo de serem retiradas às suas famílias, através do Programa de Fortalecimento Familiar.

As Aldeias de Crianças SOS estão presentes em 135 países com cerca de 2.000 programas que em 2016 deram apoio a mais de um milhão de crianças. Integram a ONU desde 1995, como ONG consultiva junto do Conselho Económico e Social das Nações Unidas. Foram já nomeadas para o Prémio Nobel da Paz 14 vezes.

Desde 1964 em Portugal, atualmente existem três Aldeias SOS, situadas em Bicesse (Cascais), Gulpilhares (Vila Nova de Gaia) e na Guarda, que acolhem cerca de 120 crianças e jovens. O Programa de Fortalecimento Familiar, mais recente, está presente em Rio Maior, Guarda e Oeiras e assenta na prevenção, acompanhando mais de 180 crianças e as respetivas famílias, de forma a criar condições e evitar a retirada da criança do seu meio familiar de origem.



publicado por Carlos Gomes às 18:43
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LISBOA RECEBE CICLO DE CINEMA ISRAELITA

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publicado por Carlos Gomes às 16:13
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LOURES: CEIFEIROS DA BEMPOSTA REALIZAM FESTA DE FOLCLORE INFANTIL

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publicado por Carlos Gomes às 13:47
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OBRAS DO PROLONGAMENTO DA LINHA VERMELHA DO METRO COMEÇARAM HÁ 13 ANOS

26 de outubro 2004: Metro de Lisboa assinala 13 anos desde o início das obras do prolongamento da linha Vermelha S. Sebastião/Oriente

Entre setembro de 2009 e setembro de 2017 o ML regista 339.052.390 validações na linha Vermelha e 60.268.238 validações nas estações Saldanha II e S. Sebastião II

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O Metropolitano de Lisboa assinala amanhã os 13 anos do início das obras de construção do túnel do troço Alameda/ S. Sebastião, no âmbito do prolongamento da linha Vermelha, com a construção de duas novas estações, designadamente Saldanha II e S. Sebastião II.

Foi a 26 de Outubro de 2004, pelas 10 horas, que o Metropolitano de Lisboa iniciou a escavação desta obra, que foi realizada por uma tuneladora de 10 metros de diâmetro e de 112 metros de comprimento total, apelidada de “Varina” como forma de homenagear uma figura tão representativa da história recente da cidade de Lisboa.

Esta tuneladora já tinha sido utilizada na execução da Linha Vermelha Alameda/Oriente, entre 1997 e 1998, sob o nome de “Estrela do Oriente“ e no troço Ameixoeira/Campo Grande do prolongamento da Linha Amarela Campo Grande/Odivelas, entre 2000 e 2001, denominada na época como “ Moira “.

A construção deste troço foi construído maioritariamente em túnel, praticamente sem incómodos para a população de Lisboa e permitiu interligar as linhas Verde, Amarela e Azul nas estações de correspondência Alameda, Saldanha e São Sebastião, possibilitando uma mudança estruturante para a rede do Metro e para a mobilidade em Lisboa, contando, em dezembro de 2004, já com cerca de 150 metros de túnel.

O troço Alameda/São Sebastião da linha Vermelha, inaugurado a 29 de agosto de 2009, facilitou as viagens que envolvem a utilização de mais do que uma linha de metro e reduziu substancialmente a generalidade dos tempos de percurso, garantindo, também, um acesso direto do centro da cidade à gare intermodal do oriente e, mais recentemente, ao aeroporto. 

Entre setembro e dezembro de 2009, o Metropolitano de Lisboa verificou um aumento das validações na linha Vermelha de 47%, comparativamente ao período homólogo do ano transato (8.325.465 em 2008/12.227.663 em 2009).


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publicado por Carlos Gomes às 11:36
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"CHÁ DAS CINCO" JUNTA GOESES EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 11:17
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Terça-feira, 24 de Outubro de 2017
“24 HORAS DE FOLCLORE” EM SÃO JOÃO DA TALHA APENAS VOLTARÁ A REALIZAR-SE EM 2019

Ao contrário do que recentemente anunciámos, o espectáculo “24 Horas de Folclore” apenas voltará a realizar-se em 2019, altura em que o Rancho Folclórico do Bairro da Fraternidade vai assinalar 30 anos de existência. A informação foi-nos prestada pelo seu director, sr Fernando Cipriano.

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O espetáculo que habitualmente conta com mais de meia centena de grupos de todo o pais, tem lugar no Pavilhão José Correia, em São João da Talha, e conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures, juntas de freguesia e rádios locais daquela localidade.

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publicado por Carlos Gomes às 22:07
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ESPAÇO ANJOS 70 DÁ AULA DE YOGA COMUNITÁRIA COM MEDITAÇÃO ESPECIAL

Todos os meses Jean-Pierre de Oliveira oferece uma prática de Yoga, agora no Espaço Anjos 70. A próxima terá lugar no dia 29 de Outubro, das 10h 30mns às 12h 15mns com um formato ligeiramente diferente. A estrutura da aula compõe-se por 60 minutos de prática e 45 minutos de meditação.

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Rute Caldeira, a convite de Jean-Pierre, estará a seu lado nesta Masterclass. Dois dos maiores profissionais, reconhecidos a nível nacional e, embaixadores do Wanderlust, primeiro triatlo Mindful do mundo, unem as suas sinergias para proporcionarem a esta Masterclass uma manhã de domingo com uma prática preenchida com múltiplas variantes de Asanas, Pranayamas, Relaxamento e Pratyhara.

Concentração com Pranayamas;

 - Aquecimentos: Asanas suaves;

- Preparação a postura objetivo (postura mais complexa);

- Postura Pico (objetivo da prática).

Consoante o nível dos praticantes, poderão ter mais do que uma postura;

- Arrefecimento e preparação ao relaxamento;

- Relaxamento: Savasana

- Prathyara

As aulas públicas por donativo livro têm por objetivo a divulgação do Yoga como ferramenta de autodesenvolvimento de uma forma acessível.

. Nível de prática: moderado

. Horário: das 10h 30mns às 12h 15mns

. Tempo aproximado da prática: 1h 45mns

. Confirme a sua presença via info@yoga-spirit.pt

A participação é por donativo livre. Os donativos permitem a repetição de eventos.

Participe e consulte as próximas datas no website da Yoga-Spirit – www.yoga-spirit.pt/eventos

 

Recordamos que:

A aula é de nível intermédio e é portanto acessível a dois tipos de pessoas (além dos praticantes regulares):

- Os que têm conhecimento de Yoga, mas com pouca capacidade física

- Os que não têm conhecimento de Yoga mas com condição física adequada (sem problemas físicos maiores e resistência).

- Não se recomenda a quem nunca fez yoga e com condição física debilitada

- Se o praticante tiver um tapete, deverá levá-lo.       


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publicado por Carlos Gomes às 07:33
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CASA DO MINHO EM LISBOA DÁ A PROVAR A COUVADA À MINHOTA

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publicado por Carlos Gomes às 07:16
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Segunda-feira, 23 de Outubro de 2017
PATRÍCIA CANDOSO AO VIVO NO AUDITÓRIO CARLOS PAREDES

Depois de ter lançado “Frenética” em janeiro deste ano, Patrícia Candoso continua a fazer chegar a sua música ao público através de espetáculos intimistas.

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Assim, Patrícia Candoso estará em concerto dia 10 de novembro, pelas 22h, no Auditório Carlos Paredes, em Lisboa, apresentando ao vivo temas como “Em bruto” “Só Sei Que Nada Sei”.

Esta é a oportunidade perfeita para escutar o mais recente trabalho de Patrícia Candoso, produzido pelo cantor/compositor Mikkel Solnado e editado pela Music In My Soul.

10.11 | Lisboa, Auditório Carlos Paredes, 22h - 12€


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publicado por Carlos Gomes às 20:21
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LISBOA DESIGN SHOW LEVOU À FIL MILHARES DE VISITANTES

Terminou ontem em Lisboa a 8ª edição do LxD – Lisboa Design Show, o maior design market para as áreas de produto, moda e interiores realizado em Portugal – Product Design, Fashion Design e Interiors Design.

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O evento saldou-se por um grande sucesso, contando com elevada participação de público e de expositores.

A FIL recebeu mais de 300 designers e criativos, instituições de ensino, marcas emergentes e startups nacionais e internacionais participam numa vasta programação de actividades entre workshops de modelagem, costura e outros, Talks, conferências, pitchs e os ‘já famosos’ desfiles de estilistas africanos e portugueses, que apresentaram as novas colecções na passerelle do LxD.

Durante cinco dias consecutivos, esta constituiu uma oportunidade para os designers das áreas representadas, para além do network, apresentarem marcas e produtos, e comercializarem directamente aos mais de 55 mil potenciais compradores que marcam habitual presença a cada edição do Lisboa Design Show

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 10:43
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Sábado, 21 de Outubro de 2017
PROF. DOUTOR DANIEL CAFÉ, PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS, APRESENTOU HOJE EM LOURES OS PROJECTOS PARA O FUTURO DO MOVIMENTO FOLCLÓRICO NACIONAL

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho constituiu um sucesso

O Presidente da Direcção da Federação do Folclore Português, Dr. Daniel Café, esteve esta tarde em Loures a falar acerca dos “40 Anos da Federação do Folclore Português: O Presente, o Passado e o Futuro do Movimento do Folclore Nacional”.

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Além do ilustre palestrante, a conferência contou com a participação de ilustres convidados, destacando-se de entre eles o Dr. Afredo Santos, Chefe da Divisão da Cultura, Desporto e Juventude da Câmara Municipal de Loures, o Dr. Augusto Flor, Presidente da Direcção da Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto, o Prof. Doutor Manuel Antunes, Director e Fundador do Museu Etnográfico de Vilarinho da Furna e um dos próximos palestrantes em Loures, dirigentes e conselheiros técnicos regionaise e representantes de diversos grupos folclóricos da região da grande Lisboa.

A iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho resultou num grandioso êxito, tendo em consideração as características do evento, geralmente menos participadas do que os festivais de folclore, mas nem por isso menos dignas e de interesse.

Também o jornal “Folclore” na pessoa de Manuel João Barbosa constituiu uma presença que foi vista com enorme agrado pela entidade organizadora da conferência.

Ao invés, a ausência notada de alguns grupos a quem foram endereçados convites foi encarada com desagrado pois representou um claro gesto de desconsideração ao conferencista que percorreu uma enorme distância para se encontrar com os grupos folclóricos – afinal de contas, não se entende muito bem o que essas entidades procuram da Federação do Folclore Português quando lhes bate à porta!

Numa autêntica lição de História, o Prof. Doutor Daniel Café descreveu o percurso histórico do associativismo folclórico desde as suas origens, as influências do Romantismo e os estereotipos criados durante o Estado Novo, o surgimento da Federação do Folclore Português e o seu crescimento e representação ao longo de quatro décadas. De igual modo, retratou a situação actual do movimento folclórico português e as suas perspectivas de futuro, os projectos e as vantagens económicas que têm vindo a ser criadas para os seus associados.

De registar ainda o espírito de abertura que a Federação do Folclore Português tem vindo a assumir em relação aos grupos ainda não federados e a disponibilidade para ajudá-los a melhorar o seu desempenho e representação.

Na próxima edição da revista “Verde Minho” a ser editada por ocasião do FolkLoures’18 será publicado um resumo da conferência proferida pelo Dr. Daniel Cafés, aliás à semelhança de outras conferências que foram já realizadas.

Por seu turno, o Dr. Augusto Flor, Presidente da Direcção da Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto, lembrou a importância do movimento folclórico no contexto do associativismo popular, a importância da sua representação e ainda o seu impacto em termos de economia social.

Coube, naturalmente, ao Presidente do Grupo Folclórico Verde Minho, como entidade organizadora do evento, proferir as palavras de abertura da sessão, as quais a seguir reproduzimos na íntegra.

“Exmº Senhor

Prof. Doutor Daniel Café, Digmº Presidente da Federação do Folclore Português

Dr. Afredo Santos, Chefe da Divisão da Cultura, Desporto e Juventude da Câmara Municipal de Loures

Dr. Augusto Flor, Presidente da Direcção da Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto

Estimados convidados,

Minhas senhoras e meus senhores,

As minhas primeiras palavras são para agradecer a honra que o Dr. Daniel Café, Digníssimo Presidente da Federação do Folclore Português, nos concede ao aceder ao nosso convite para que viesse até nós proferir esta conferência acerca daquilo que mais nos anima: o folclore!

O Grupo Folclórico Verde Minho não pretende apenas subir ao palco para cantar e dançar. Pretende também promover a reflexão e o debate acerca de todos os aspectos relacionados com o folclore, assim entendido da forma mais abrangente. A sabedoria popular não se esgota no canto e na dança. É por essa razão que tem vindo a organizar diversas conferências sobre os temas mais diversos, sempre relacionados com a cultura popular. E assim prosseguirá!

O Grupo Folclórico Verde Minho está a encetar uma caminhada que esperamos venha a contribuir também para que o concelho de Loures alcance o destaque que lhe é merecido como grande palco do folclore português e de todo o mundo, com especial atenção para as comunidades imigrantes. É nessa linha que organiza o FolkLoures – um Encontro de Culturas – um abraço fraterno entre os povos!

O Grupo Folclórico Verde Minho, assumindo uma atitude humilde e autocrítica, procura a cada passo melhorar a sua própria representação e para tal necessita da ajuda de todos, a começar pela própria Federação do Folclore Português. Pretende-se atingir o mais rápido possível o mais elevado patamar de qualidade e rigor na sua representação!

Minhas senhoras e meus senhores,

Não pretendo alongar-me mais pelo que a partir deste momento, tem o Dr. Daniel Café o uso da palavra. É para ouvi-lo que todos nós aqui estamos!”

A iniciativa contou com o apoio da Câmara Municipal de Loures e teve lugar no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde habitualmente se reúne a Assembleia Municipal de Loures.

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 23:01
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MUSEU BORDALO PINHEIRO INAUGURA EXPOSIÇÃO JUNTO AOS PAÇOS DO CONCELHO

O Museu Bordalo Pinheiro inaugurou ontem a exposição “Rafael Bordalo Pinheiro na Baixa”, no Largo de São Julião, junto aos Paços do Concelho, numa cerimónia que contou com a orientação do seu responsável, Dr. João Alpuim Botelho.

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O primeiro dia de exposição contou também com uma oficina de manguito, pelo próprio Zé Povinho.

Trata-se de uma exposição divertida, apresentada no centro da cidade do próprio Bordalo Pinheiro e da sua personagem Zé Povinho. Na realidade, um convite a que, após a exposição, visitem o Museu Bordalo Pinheiro e conheçam a obra do genial artista.

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 11:24
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Sexta-feira, 20 de Outubro de 2017
“WASTE” – NOVO SINGLE, NOVA BEA

BEA pode ter chegado há pouco tempo mas já nos habitou a uma boa dose de talento, uma personalidade vincada e irreverência q.b. Depois de uma estreia surpreendente com o viciante “Don’t Care”, a cantora portuguesa está de regresso e vem mais urbana do que nunca. “Waste” revela uma faceta de BEA até agora desconhecida, colocando-a lado a lado com os maiores ícones atuais do mundo Pop.

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Com uma sonoridade que nos remete mais para o Hip Hop do que para o Soul e o R&B de “Don’t Care”, este novo tema vem acompanhado de um videoclip oficial que promete não deixar ninguém indiferente. Para muito em breve está marcada a edição do EP de estreia, registo que contará com o selo da Music For All.

Chama-se Bea e tem 25 anos. É apaixonada por música, fotografia, por comunicação e a indústria da moda. Descreve-se como uma pessoa decidida, organizada/metódica, tolerante e compreensiva, e é ambiciosa enquanto líder de trabalho. Este é o perfil da nova aposta nacional da Music For All.

Desde muito nova começou por ouvir Alicia Keys, Aretha Franklin, Stevie Wonder, Dionne Warwick entres outros grandes nomes da música Soul que despertaram os seus sentidos para o universo da música. Também se apaixonou pelos artistas Pop e R’n’b como JoJo, Destiny’s Child, Ciara, Cassie, Ne-Yo, Mario e deixou-se levar pelo efeito inebriante que a música teve sobre si.

Iniciou o seu percurso no Conservatório de Música onde teve aulas de piano e educação musical durante um ano. Seguidamente começou por compor as próprias canções, na escola de música Valentim de Carvalho, onde pela primeira vez teve aulas de voz e de guitarra.

Aos 18 anos surge uma mudança radical na sua vida. Mudou-se para Londres onde lhe ofereceram a oportunidade de emprego nos estúdios EMI Records, tendo ganho um lugar numa universidade de música. É então tempo de regressar a Portugal e apostar definitivamente na sua carreira no país que a viu nascer.

É nesta fase que escreve, e grava, os seus primeiros singles. Com influências Pop, mas nunca descurando os territórios da Soul e do R&B surge “Don’t Care” e agora “Waste”, este com uma vertente Hip Hop mais vincada. Ainda para 2017 está marcada a edição do EP de estreia através do selo da Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 23:12
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"OS ARRUFARTE" RUFAM OS BOMBOS NO FOLKLOURES'18

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures, no âmbito do FolkLoures’18

O Grupo “Os Arfrufarte” vai participar no Festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

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"Os ARRUFARTE é uma associação sem fins lucrativos fundada em com o objectivo de preservar a música tradicional portuguesa. Tocam bombo e caixa, dois dos instrumentos mais tradicionais da cultura popular portuguesa.

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publicado por Carlos Gomes às 13:39
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PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS REALIZA AMANHÃ EM LOURES CONFERÊNCIA SOBRE O FUTURO DO MOVIMENTO DO FOLCLORE NACIONAL

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publicado por Carlos Gomes às 10:56
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FEIRA DAS MERCÊS ABRE HOJE NO CONCELHO DE SINTRA

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publicado por Carlos Gomes às 10:45
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Quinta-feira, 19 de Outubro de 2017
FOLCLORISTAS DEBATEM EM OEIRAS "O TRAJO DE ANTANHO"

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publicado por Carlos Gomes às 22:39
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BORDALO PINHEIRO VAI AMANHÃ ATÉ AO LARGO DE SÃO JULIÃO EM LISBOA

Ao contrário de Madonna, Bordalo encontrou casa na Baixa !

Na 6ª feira, às 18.30, o Museu Bordalo Pinheiro vai inaugurar a exposição Rafael Bordalo Pinheiro na Baixa, no Largo de São Julião (juntinho à Câmara Municipal).

Queremos que a exposição seja uma divertida apresentação no centro da cidade do próprio Bordalo e da sua personagem Zé Povinho, para que depois venham até ao Museu.

Amanhã teremos também uma oficina de manguito, pelo próprio Zé Povinho.

A não perder !

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publicado por Carlos Gomes às 21:44
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CAFÉ REPUBLICA – ESTREIA EM PORTUGAL FECHA MÊS DE OUTUBRO

Outubro, mês perdido no tempo e espaço onde a meteorologia nos prega partidas constantes, quebrando a noção da estação do ano em que estamos. O que não quebra de forma alguma é a digressão nacional dos Cafe Republica, irreverente projeto carioca preparado para vencer as barreiras geográficas e estrear-se nos palcos portugueses através do selo da Music For All.

Fabrica dos Oficios-01

A estreia perante o público nacional aconteceu com “Um”, primeira amostra sonora de “Caravana”, o próximo disco do quinteto brasileiro. Agora é tempo de pegar nas raízes Pop / Rock, na multiculturalidade das suas influências e sonoridade, assim como nas apuradas letras que os distinguem dos restantes projetos brasileiros e rumar a Portugal. A um oceano de distância estão quatro concertos e um público sedento de uma boa dose de cafeína.

26.10 | Fábrica dos Ofícios, Porto, 23h, entrada livre

A banda Cafe Republica teve origem em 2011 no Rio de Janeiro e é composta por 5 elementos: Octavio Peral (voz, guitarra), Anderson Ferreira “Cabs” (teclado, sintetizador, voz), Ygor Big (guitarra), Juca Sodré (baixo) e Barbanjo Reis (bateria).

Com músicas autorais em português, a banda reúne elementos de múltiplos estilos musicais, procurando sempre produzir composições e arranjos originais.

Em atividade desde 2011 o quinteto já editou três EP’s. E se “Sweet Dive in Turtle’s Land” (2014) e “Ludere Occultant” (2016) apesentam músicas em inglês que muito se aproximam do alternativo e neo-psicadélico, a realidade em “Interlúcido”, terceiro EP da banda brasileira é bem diferente. Este registo é um fruto direto das improvisações em estúdio em pleno período de preparação…do primeiro álbum de longa duração da banda.

Voltando um pouco atrás, nota também para os dois videoclips produzidos a partir de temas do segundo EP: “Almost Nothing Can Be Planned By Us” e “Sand Upon The Wind”. Esse registo contou com arranjos que se movem para ondas psicadélicas e progressivas de bandas como The Doors, Pink Floyd, Tame Impala e Os Mutantes.

Voltando ao presente, e ao futuro, dos Cafe Republica: desde o passado mês de Fevereiro que o estúdio é a segunda casa do quinteto, local onde têm criado e composto os novos temas que integrarão o primeiro álbum da banda. Gravando no Estúdio Camelo Azul, na cidade do Rio de Janeiro, o disco trará as primeiras canções em português assim como uma nova abordagem da banda à composição e uma sonoridade que promete surpreender tudo e todos.

O primeiro single de avanço, “Um”, estreou no Brasil no final do mês de Julho, chegando a Portugal no início de Agosto com o selo da Music For All. E como a aposta em Portugal, e na Europa, é para levar a sério já para Outubro está marcada uma digressão que permitirá aos Cafe Republica estrearem-se nos palcos nacionais.


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publicado por Carlos Gomes às 21:12
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ASSOCIAÇÃO DE PROTECÇÃO & SOCORRO PRESTA CONTRIBUTO PARA MELHOR PROTEÇÃO CIVIL

CONTRIBUTO: INCÊNDIOS E PROTEÇÃO CIVIL, OS PROBLEMAS E AS SOLUÇÕES

Excelentíssimo Sr. Presidente da Republica, permita-me que, na sequência do jantar da passada 6ª feira com V.exa., responda a algumas das questões que estiveram em cima da mesa, com um trabalho interno sumário da Comissão Técnico-científica desta Associação a que tenho a honra de presidir.

Os incêndios são na atualidade uma declaração de guerra à Nação, um amplo ataque terrorista do qual ainda não se conhece os contornos exatos.

Ser presidente ou comandante na ANPC, é hoje uma missão impossível, já que lhe é dada a responsabilidade do cargo, mas não os recursos necessários para que se faça proteção civil. 
Interveniente na ajuda às populações dos trágicos incêndios deste ano iniciados a 17 de junho, e a 15 de outubro, a associação de proteção e socorro apresenta os problemas e as soluções para cada um dos problemas encontrados:

  1. Os postos de comando operacional(PCO) fazem a gestão do que tomam conhecimento, e nem toda a informação ali chega, nem têm à disposição tudo aquilo de que necessitam.

Solução: é necessário que existam equipas de reconhecimento e avaliação de situação (ERAS) que após um briefing inicial façam o reconhecimento de toda a área afetada, com estudo prévio do mapa da área, onde não fique uma só casa por observar. A avaliação e reconhecimento pode ser feita de veículo, a pé, de helicóptero, por drone, ou UAV conforme decisão tática.

  1. Os serviços de emergência ficam isolados dos pedidos de socorro das populações.
    Solução:É necessário que os serviços de proteção civil em todos os seus níveis escutem os serviços de radiocomunicações 24 sobre 24 horas todos os dias do ano, nomeadamente os radioamadores os operadores da banda do cidadão e da banda PMR446 que pedem socorro sem sucesso pois não são ouvidos pelos serviços municipais de proteção civil, nem pelos postos de comando operacional, apesar de legalmente previsto.

Cada aldeia, bairro, ou casa isolada deve possuir um rádio CB. Cada pessoa com capacidade para ser útil nas operações de ajuda de proximidade deve ter rádio CB e rádio PMR446. 
No dia15 de Outubro em Pedrogão Pequeno foram ouvidos em canal 2, PMR446 os vigias da floresta anteciparem o pior com o que observavam, e pediam meios que não chegavam, ou não chegavam para tudo o que pediam. Se a população tivesse também estes meios de comunicação poderia ser coordenada para a ajuda de proximidade, envolvendo também os que têm meios que possibilitam por exemplo fazer rapidamente faixas de contenção das chamas, ou regar para prevenir, foram vistas várias carrinhas de populares com reservatórios de água e motobombas, mas sem rede de comunicação para coordenação da ação, valendo-lhes o telemóvel, onde funcionava.

Ouvimos e demos resposta a radioamadores, CB´s, e PMR446, a pedir ajuda, socorro, para eles ou para terceiros, mas certamente não ouvimos ou respondemos a todos, e este era dever dos serviços municipais de proteção civil, que nada fizeram. Muitos destes pedidos não chegam por vezes porque a legislação dificulta aos radioamadores, e aos rádio-operadores CB, a instalação de antenas nos telhados dos condomínios, algo que deveria ser um dever, e nunca um privilégio dependente de autorização da maioria do condomínio. 

Existem protocolos entre a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) / Serviços Municipais de Proteção Civil (SMPC), com as Associações de Radioamadores, que são ativados para exercícios e demonstrações, mas nunca o são para situações de verdadeira emergência, acidente grave, ou catástrofe.

  1. Algumas pessoas morreram porque não tiveram onde se abrigar.
    Solução:nos incêndios florestais, tal como nos tornados, as pessoas precisam de abrigos, sem grandes burocracias para os poderem construir. 
  2. Faltam bombeiros para acudir a todos os pedidos de socorro.

Solução: O modelo associativo de bombeiros voluntários é excelente para complementar a capacidade de resposta do sistema publico, mas este ultimo não existe em número suficiente para assegurar a resposta atempada e com a qualidade inerente ao que é pago pelos contribuintes para o efeito, pelo que importa que forçosamente cada município disponha obrigatoriamente de uma corporação de bombeiros profissionais municipais, com secções avançadas nas freguesias mais distantes da sede, sendo função dos associativos voluntários, os serviços auxiliares de transporte de doentes não urgentes, o apoio no combate a incêndios e salvamento quando ultrapassada a capacidade de resposta dos municipais. Pode em alternativa pensar-se num modelo de corporações de bombeiros mistas, que integrem profissionais municipais, e voluntários, devendo, contudo, o número de profissionais obrigatoriamente dimensionado para responder às necessidades do socorro quotidiano.

  1. Não é feita prevenção adequada aos riscos de incêndio e outros. 
    Solução:A solução está nas unidades locais de proteção civil (ULPC), mas não com o atual modelo. Está provado que existe verba para a prevenção, ela é geralmente aplicada na intervenção através de orçamentos complementares ao inicialmente previsto em cada ano. A constituição obrigatória de unidades locais de proteção civil através das juntas de freguesia, deve considerar a formação das bases de proteção civil, isto é, formação sobre conhecimento, deteção, e mitigação de riscos e vulnerabilidades; formação de primeiros socorros com suporte básico de vida e desfibrilhação automática externa; formação em prevenção e primeira intervenção contra incêndios; bem como equipagem de bairros e aldeias com equipamentos necessários ao cumprimento das missões para as quais esses voluntários foram formados. Estes voluntários podem através da sua ação de deteção e aviso / alerta evitar a ocorrência da muitos acidentes e tragédias, mas podem também socorrer, ajudar em proximidade, e complementar a capacidade de resposta dos agentes de proteção civil no que lhes seja solicitado, devendo para isso também eles dispor de redes de radiocomunicações CB e PMR446.
  2. Nenhum responsável político é responsabilizado cível ou criminalmente pelas suas omissões em proteção civil.

Solução: É necessário criminalizar as omissões em proteção civil, dando-lhe mais relevo do que a uma simples omissão de auxílio prevista no artigo 200º do Código Penal, artigo este que ao caso em apreço nem pode ser aplicado, uma vez que o responsável político foi eleito pelos cidadãos para garantir e defender os interesses dos mesmos. A omissão da ação adequada a assegurar os direitos de segurança e proteção civil dos cidadãos, deve ser punível com o concurso de crimes que entretanto foram cometidos, em virtude da inércia dos responsáveis do organismo competente, com pena de prisão efetiva correspondente aos anos a que corresponderem as penas aplicadas pela omissão do dever de garante, sem prejuízo do dever de ressarcimento de indemnização às vítimas, que deve ser efetuado num prazo máximo de 90 dias, devendo o Estado assegurar o efetivo cumprimento do pagamento das indemnizações, nem que para o efeito tenha de arrestar os bens dos decisores que cometam ato ou omissão da ação adequada de proteção civil.

  1. Observámos que a maioria das casas ardidas não haviam sido alvo de limpeza da vegetação em seu redor conforme legalmente previsto. É necessário levar em consideração que quem não cumpre por vezes são pessoas com limitações que não permitem o cumprimento da lei porque não podem ou porque não dispõem de economias para mandar limpar.

Solução: torna-se necessário criar equipas de sapadores florestais que limpem quem por incapacidade ou falta de vontade não cumpra, mas também é necessário regulamentar que as propriedades intervencionadas pelo Estado na limpeza da vegetação por inação do proprietário, à sua morte sejam herdadas pela fazenda pública para ressarcimento pelos serviços de prevenção prestados, exceto se os seus herdeiros ressarcirem o Estado dos valores despendidos na prevenção de incêndios na respetiva propriedade. 
É imperativo que exista um órgão independente que fiscalize a elaboração, comprimento, e execução dos Planos Operacionais Municipais de Defesa da Floresta Contra Incêndios (POM).  O não cumprimento nos prazos a fixar legalmente, deve ser punido com pena de demissão, e coima a aplicar ao técnico responsável, e pena de coima ao autarca em causa. Só deste modo é possível às equipas da GNR sancionar o incumprimento, e solicitar a limpeza publica de propriedades privadas.

  1. Somente a ação pública pode não chegar face ás proporções que por vezes o problema assume. 
    Solução:as organizações de voluntariado de proteção civil (OVPC), reconhecidas pela Lei 80/2015, nos termos da portara 91/2017, podem e devem ser uma complementaridade da capacidade de resposta atribuída às estruturas e organismos públicos ou de sua iniciativa. Recomenda-se por isso que se constituam incentivos a que cada OVPC constitua Equipas Comunitárias de Proteção Civil (ECPC) bairros e aldeias, que sirvam para possibilitar a sua formação e equipagem, devendo existir por parte das juntas de freguesia a obrigatoriedade de comparticipação dessa ação.

Tal com as ULPC, as ECPC devem ter formação de bases de proteção civil; formação sobre conhecimento, deteção, e mitigação de riscos e vulnerabilidades; formação de primeiros socorros c/ suporte básico de vida e desfibrilhação automática externa; formação em prevenção e primeira intervenção contra incêndios; bem como equipagem de bairros e aldeias com equipamentos necessários ao cumprimento das missões para as quais esses voluntários foram formados. Estes voluntários podem através da sua ação de deteção e aviso / alerta evitar a ocorrência da muitos acidentes e tragédias, mas podem também socorrer, ajudar em proximidade, e complementar a capacidade de resposta dos agentes de proteção civil no que lhes seja solicitado, devendo para isso também eles dispor de redes de radiocomunicações CB e PMR446.

  1. Os serviços municipais de proteção civil (SMPC) não funcionam, alguns não existem, e quando existem desconhecem as suas obrigações e deveres.

Solução: Deve ser obrigatória a existência de serviços municipais de proteção civil a funcionar em permanência, 24 sobre 24 horas, todos os dias do ano, com pelo menos 80% do seu efetivo sempre que se verifiquem níveis de alerta laranja independentemente de tal ocorrer ao fim de semana, feriado, ou época de férias. As competências e atribuições destes serviços estão legalmente definidas, contudo não são cumpridas. 
Importa que o Comandante Operacional Municipal (COM) seja da estrutura nacional em detrimento da estrutura municipal, de modo a não se quebrar a cadeia de comando, bem como para que não deixe de existir neutralidade na fiscalização do cumprimento dos deveres e responsabilidades.

O acompanhamento da informação de risco, o reconhecimento e avaliação de situação, bem como a estrutura municipal de radiocomunicações de proteção civil, os avisos e alertas face aos riscos previsíveis ou verificados, devem ser da responsabilidade destes serviços.

  1. A estrutura de proteção civil falha recorrentemente por falta de recursos, mas por vezes também por falta de competência de alguns.

Solução:  Os cargos na estrutura da Proteção Civil são eminentemente de caracter técnico pelo que o fim do preenchimento dos cargos por confiança politica é uma das soluções apontadas para mitigar as situações de incompetência. É importante que na proteção civil estejam licenciados e outros especialistas em áreas técnicas e científicas com aplicabilidade relevante.

  1. Alguns dos incendiários são ou foram elementos dos agentes de proteção civil.

Solução: Tal como no Grupo de Intervenção Proteção e Socorro (GIPS) da GNR, a avaliação e acompanhamento psicológico de todos os elementos é também uma das formas de prevenir comportamentos de risco. Mas este não deve ser um privilégio dos militares do GIPS, mas sim uma obrigação a que todos os elementos das forças de proteção civil devem estar sujeitos, para mitigar a possibilidade de andarmos constantemente com a sensação de andar a combater o incêndio ao lado do incendiário. 

  1. socorro pré-hospitalaràs vítimas raramente chega a tempo. É certo e sabido que o INEM está a encerrar aos poucos, é um morto-vivo, um zombie. Mas sabemos também que, a portaria 260/2014 é um documento que condena à morte muitas vítimas para privilegiar o negócio das associações de Bombeiros, e da Cruz Vermelha Portuguesa, uma má solução que resulta das partes então envolvidas, a Liga dos Bombeiros Portugueses, o então Ministro da Administração Interna, e Secretário de Estado da Administração Interna, bem como o Ministro da Saúde foram aparentemente os autores desta solução. 

Solução: Decretar a obrigação em caso de incapacidade de resposta por parte do sistema publico para resposta atempada (até 8 minutos) por parte dos serviços públicos de socorro pré-hospitalar, privados associativos, ou empresariais de ambulâncias, concorrem em igualdade de circunstâncias para o socorro pré-hospitalar. Afetar aos dispositivos de resposta nos planos de emergência de proteção civil nos seus diferentes níveis, os meios e estruturas de resposta pré-hospitalar das forças armadas que tal como o INEM dispõe de viaturas médicas de emergência e reanimação, bem como a maior e melhor estrutura hospitalar de campanha, mas que nunca são ativados e também por isso morrem muitas vítimas.

A ativação de dispositivos de emergência pré-hospitalar para cenários potencialmente catastróficos não pode estar dependente do presidente do INEM, nem de um Diretor Regional, pelo que importa alterar a regulamentação sobre esta matéria.

  1. Muitos foram impossibilitados de pedir socorropor não ter acesso de telecomunicações.

Solução: implementar em cada bairro ou aldeia em local de acesso comum tal como a casa do povo, a junta da freguesia, ou a associação de moradores, um rádio CB, ligado a bateria de gel com autonomia mínima para 72horas, e carregador ligado à rede de 230V, podendo ser complementado com painel solar ou gerador eólico, bem como antena resistente a ventos ciclónicos, sendo deste modo possível solicitar pedido de socorro através das juntas de freguesia, dos serviços municipais de proteção civil, ou a outras aldeias, bairros, ou pessoas  nas imediações.

Implementar um telefone celular fixo, com antena exterior, que possibilite pedir socorro via 112 mesmo quando a rede do cartão inserido no telefone está sobrelotada ou é inexistente.

  1. As radiocomunicações dos agentes de proteção civilnão são: resistentes, uniformes, e não funcionam eficazmente na ligação entre agentes, nas operações, ou na ligação ao cidadão.

Solução: O SIRESP deve ter todas as suas estações ligadas por feixe hertziano, abolindo todas as ligações por cabo. A autonomia mínima de alimentação autónoma de cada estação deve ser fixada em 100 horas, com verificação técnica aos 3 anos, e posteriormente de ano a ano até substituição da bateria, em que se deve reiniciar o ciclo de verificação técnica e manutenção, sem prejuízo de intervenções resultantes de avaria, furto ou vandalismo.

Os operadores das redes de comunicações que operam os PCO devem receber formação específica de operação e gestão de redes de radiocomunicações de emergência e catástrofe.

A Rede Operacional de Bombeiros (ROB), deve ser extinta e ser criada a Rede Operacional, composta pelas atuais frequências, a que devem somar-se as que a GNR deixou de usar em VHF banda alta, e deve ser colocada à disposição de todos os agentes de proteção civil, e entidades com especial dever de cooperação.

A Rede Estratégica de Proteção Civil (REPC), que liga todos os agentes de proteção civil e algumas entidades com especial dever de cooperação, deve ser ampliada, e estar presente também nas câmaras municipais, e juntas de freguesia.

Todo o presidente de instituto publico, presidente de câmara, ou junta de freguesia, deve obrigatoriamente ter distribuído radiotelefone da Rede Estratégica de Proteção Civil (REPC), que o deve acompanhar obrigatoriamente.

Deve dar-se cumprimento à Lei, e fiscalizar o cumprimento, no que concerne à tipificação de veículos de combate a incêndios, para que efetivamente todos eles possuam um radiotelefone de VHF banda alta instalado e a funcionar em perfeitas condições, bem como pelo menos três radiotelefones portáteis de VHF a funcionar em perfeitas condições (inclusive no Regimento Sapadores Bombeiros de Lisboa – que não cumpre). 

A Rede de HF existente em muitos veículos de comando e comunicações da Autoridade Nacional de Proteção Civil, que não é usada porque os operadores não estão formados para o efeito (exceto para ouvir o relato de futebol num equipamento de mais de um milhar de euros), deve estar presente em todos os: Comandos Distritais de Operações de Socorro (CDOS), Serviços Municipais de Proteção Civil, Forças Armadas e das Forças de Segurança, Ministérios das diversas tutelas de entidades que concorrem para fins de proteção civil, bem como nos veículos de comando dos agentes de proteção civil. 
A alternativa de ligação de radiocomunicação dos agentes de proteção civil à população deve ser obrigatória, todas as centrais de comunicações e viaturas de comunicações dos agentes de proteção civil devem obrigatoriamente possuir rádios CB e radiotelefones de VHF e UHF de radioamador para receber os pedidos de socorro. Para isso devem possuir a necessária formação específica de operação.

A capacidade de atendimento via rádio deve ser reforçada logo na primeira hora de qualquer ocorrência potencialmente catastrófica, através do acionamento de operadores preparados para operar com o respetivo equipamento de radioamador e CB.

Cada concelho deve possuir uma viatura todo o terreno de suporte de comunicações com repetidor VHF na RO e outro na REPC, bem como CB, e bandas de radioamador, de modo a assegurar a ligação entre a população, os postos de comando operacionais, e as secções dos teatros de operações, devendo para isso quando mobilizadas ser deslocadas para locais altos com vista privilegiada para os teatros de operações, podendo e devendo algumas dessas viaturas possuir link via satélite e para SIRESP.

Toda a pessoa debilitada e isolada deve estar munida de dispositivo eletrónico de pedido de socorro que possibilite alcança-lo localmente e/ou em centrais de assistência e socorro.

O número 112 deve duplicar a sua capacidade de atendimento sempre que se verifiquem condições de riscos acrescidos para situações de emergência de exceção, ou face a nível de alerta laranja ou vermelho. 

  1. assistência socialdurante e logo após a tragédia é pura utopia.

Poucas são as vítimas que têm acesso a assistência social imediata, pois tal é-lhe impossibilitado pela incapacidade de comunicar, pela falta de comunicações, pela incapacidade dos serviços, e sobretudo pela inércia do Estado de Direito.

Solução: A linha 144 (emergência social) é algo para estrangeiro ver, de emergência nada tem, e não é necessário um telefonema para compreender que toda uma zona de desastre precisa de assistência social quando todos os órgãos de comunicação social relatam a tragédia. Nada mais é preciso para que seja possível mobilizar “exércitos” de técnicos de serviço social que façam a ponte entre as necessidades dos cidadãos e as respostas às mesmas que devem ser asseguradas pelo Estado, e complementadas pela iniciativa privada, ou particular. Falta investir a sério na remodelação do modelo de assistência social e criar um verdadeiro serviço de emergência social, capaz de disponibilizar logo ao final da primeira hora, acesso aos bens e serviços essenciais à vida, nomeadamente: alimentação, transporte, alojamento condigno, e saúde.

Também aqui a população pode, deve, e é geralmente envolvida, mas importa coordenar essa ação, para evitar o desperdício, e para que existam reservas de bens de assistência social, na aldeia, no bairro, na freguesia, na vila, na cidade, no país. Muitas pessoas não vocacionadas para o socorro e/ou salvamento podem ter um papel fundamental no socorro social, mas tal não é estruturado, coordenado, nem verdadeiramente incentivado, porque tal compromete o negócio de algumas IPSS subsídio-dependentes.

  1. saúde mentalé outra utopia.

A assistência psicológica e psiquiátrica especializada não é uma realidade nestes cenários, o que se observa são camuflagens, pois a saúde mental foi talvez a área da saúde que mais desinvestimento tem sofrido, com a redução drástica do número de vagas de internamento, com a não descentralização e insuficiência dos recursos humanos, acabando por vezes estes seres humanos, as vítimas, por se tornarem em sem abrigo das ruas do país, ou mesmo em muitos casos em situações de suicídio ou homicídio. 

Solução: importa criar uma rede nacional de saúde mental, que tal como os Bombeiros disponham de veículos, comunicações próprias; mas também estruturas de campanha para campos de desalojados ou deslocados e acesso à coordenação e gestão na recolha, fornecimento, e distribuição dos bens essenciais às pessoas afetadas.

  1. Os Bombeiros são poucos para apagar incêndios, socorrer, salvar e evacuar.

Solução: A população, e o comportamento de alguns indivíduos, podem ser nefastos, mas a mobilização para a ajuda de proximidade coordenada por meios de radiocomunicação fazem da população a maior força de proteção civil quer seja para a evacuação de casas ou aldeias vizinhas, quer para a proteção das casas e bens, quer mesmo para a primeira intervenção no combate aos incêndios. A mobilização da população para este efeito não se faz no regulamentado conceito hipócrita  de Unidades Locais de Proteção Civil, mas sim através de um novo conceito assente em novos modelos adaptados de outras realidades, tais como as CERT – Community Emergency Response Team´s, a que a APROSOC em Portugal denomino de ECPC – Equipas Comunitárias de Proteção Civil, oriundas da própria sociedade civil de forma formal ou informal mas que quanto mais organizadas e melhor equipadas e formadas, maior será a sua proficuidade.

Os militares têm de chegar ao terreno logo após os bombeiros, e eles em articulação com a população devem proceder à consolidação do rescaldo e vigilância para evitar os reacendimentos. Há muitas vezes na população interior material de sapador, sistemas de rega, e tantos outros com aplicabilidade na primeira intervenção e na consolidação do rescaldo, que possibilitam libertar bombeiros para o combate às chamas e para o socorro e salvamento, o que de melhor sabem e estão vocacionados para fazer.

  1. A Vigilância florestal é ineficaz.

Não obstante à implementação de programas multimilionários de câmaras de vigilância, a população não é incentivada a colaborar na vigilância, sendo mesmo em muitos casos dissuadida de o fazer para não colocar em risco certos negócios.

A desertificação e com ela a extinção dos guardas florestais, guardas de coutada, e outros, deixou a floresta à mercê da sua própria sorte, dos incautos, dos negligentes, e dos incendiários isolados ou organizados.

Solução: Somente com populações sensibilizadas e não desautorizadas de vigiar o que é de todos e não somente dos seus proprietários (no papel), porque quando arde afeta todos e não somente os proprietários legais, será possível mobilizar a população para a segurança florestal.  As redes de radiocomunicações dos cidadãos (CB & PRM446), que podem ligar postos de vigia da floresta, comuns cidadãos, e até autoridades e agentes de proteção civil, podem constituir um efetivo incremento de motivação, e basta que para isso do outro lado de um canal rádio do CB ou do PMR446 exista alguém que responda.

  1. geolocalização por satélite não reconhece a realidade, somente a geografia.

Muitas vezes nas aldeias não há nome de rua, não há número de porta, são pessoas do interior a quem lhes foram omitidos ou subtraídos direitos. Muitas vezes são enviados para socorrer e salvar essas pessoas e seus bens, meios de socorro de outra zona do concelho, região, distrito, país, ou até estrangeiros. O GPS não tem solução para isso, e por vezes nem aquele aglomerado populacional identifica.

Solução:  Com os riscos inerentes, importa integrar nas equipas pessoas que conheçam os residentes, caminhos, e locais da zona afetada, ainda que um simples aldeão, que pode fazer toda a diferença para que o socorro chegue atempadamente onde deve chegar. 

Importa ainda que não exista casa sem número de porta, nem rua ou caminho sem nome, para que não se perda tempo a localizar.  

Importa que todas os veículos de combate a incêndios tenham GPS com cartografia “off-road” atualizada.

Importa ainda que se preveja no seguro de ocupantes dos veículos de reconhecimento e avaliação de situação, bem como de combate a incêndios, salvamento e socorro, a presença de residentes locais como ocupantes pontuais que possam ajudar a localizar os locais a necessitar de socorro ou salvamento.

  1. O AVISO à população é quase sempre inexistente ou tardio. Este foi e é geralmente uma das principais causas de morte.

Solução: Os operadores dos serviços móveis de telecomunicações a operar em Portugal, devem disponibilizar à ANPC e aos SMPC´s assim que tecnicamente possível, um serviço de difusão celular de proteção civil gratuito, de modo a que estes façam face a riscos previsíveis, emitir tão atempadamente quanto possível os avisos à população via telemóvel, com uma mensagem de difusão celular constituída pela seguinte estrutura: 
1º Situação de Risco Expectável

2º Proibições ou interdições

3º Recomendações de Autoproteção

4º Canais de comunicação telefónico, ou via rádio, para pedidos de socorro e salvamento, ou assistência psicossocial.

  1. Vítimas morrem por vezes e sofremjunto a unidades de saúde, mas outras a horas da unidade de saúde mais próxima.

Solução: Equipar todas as unidades de saúde familiar com equipamento de suporte avançado de vida em trauma ( a ser usados por médicos ou enfermeiros), bem como dotar as unidades de saúde de desfibrilhadores automáticos externos, devendo existir também um destes aparelhos em cada aldeia com mais de 50 habitantes, devendo formar-se a população para o seu uso e em primeiros socorros, formação de base em proteção civil com noções de riscos, vulnerabilidades e sua prevenção ou mitigação possível, bem como 1ª intervenção em incêndios; em especial aqueles que se voluntariarem para as Unidades Locais de Proteção Civil, ou das Organizações de Voluntariado de Proteção Civil, devendo ainda esta formação ser disponibilizada a todos os trabalhadores operacionais das autarquias e juntas de freguesia.  

  1. Forças policiais têm formação em primeiros socorros, mas não socorrempor falta de meios.
    Solução: Dotar todas as viaturas policiais de mala de primeiros socorros, e desfibrilhador automático externo, não só a pensar no socorro à população, mas também no socorro dos próprios agentes muitas vezes feridos em serviço, que morrem devido a socorro inatempado.
  2. Bombeiros por vezes não socorrem por falta de equipamentode socorro pré-hospitalar em veículos de combate a incêndios.

Solução: Dotar todas as viaturas de Bombeiros de mala de primeiros socorros, e desfibrilhador automático externo, não só a pensar no socorro à população, mas também no socorro dos próprios bombeiros muitas vezes feridos em serviço, que morrem devido a socorro inatempado.

  1. Nunca haverá Bombeiros suficientespara socorrer e salvar tudo e todos.

Solução: Dotar as populações de pontos de reserva de água, sistemas com marcos de incêndio, mangueiras e agulhetas, instrução e treino obrigatórios de manuseamento de agentes extintores, bem como meios básicos de socorro e salvamento.

  1. As pessoas morrem entre a vegetação das estradas e caminhos.

Solução: importa começar a cortar já hoje as arvores e mato em faixas de contenção, mínimas de 50 metros de cada lado de caminhos e estradas, ou 100 metros dos edifícios.

  1. Ano após ano tem sido possível prever o que continuará a arder no ano seguinte, através da analise do orçamento geral do Estado. Muitas vezes se observa vertido em relatórios de comissões técnicas, científicos e académicos, recomendações para uma maior aposta na prevenção ainda que em detrimento da intervenção.

Solução: dar cumprimento ás recomendações.

Podemos continuar a pensar que o país não tem recursos para tudo isto que aconselhamos, mas na realidade os custos relativos à prevenção são largamente superados pelos custos orçamentados e ocultos da intervenção.

Importa, contudo, que não se pense a proteção civil local só para os incêndios, mas face a todos os riscos coletivos de causa natural ou antrópica.

Sobre o Relatório Sobre a Comissão Independente

Identifica em traços gerais alguns dos problemas, denotando, contudo, algum desconhecimento e falta de imparcialidade.

Observa-se que, talvez por se tratar de um relatório efetuado por “operacionais de escritório”, sobrevaloriza aspetos inócuos tais como a quebra de registo no Sistema de Apoio à Decisão Operacional (SADO), omitindo factos relevantes tais como o de que a quebra de registo pode dever-se à escassez de recursos humanos para gerir a operação em si, ou mesmo outros aspetos relevantes tais como a total incompetência dos serviços municipais de proteção civil no antes, no durante e após a tragédia, bem como os seus responsáveis políticos. Ainda no que concerne ao SADO, não argumenta em concreto sobre em que isso possa ter contribuído para a não implementação do sistema de gestão de operações (SGO). Trata-se de um relatório que não identifica de modo sério e isento os problemas de radiocomunicações.

Sobre o Relatório produzido pelo CEIF/Universidade de Coimbra

Identifica os aspetos atinentes às matérias técnico-científicas em que os autores são peritos, com prova científica das afirmações produzidas em detrimento das convicções políticas, e denota a imparcialidade que o relatório da comissão independente não tem.

No conjunto dos relatórios retiram-se muitas conclusões, contudo nada de novo, nada que não estivesse identificado no livro branco dos incêndios publicado em 2006, que pelos vistos ninguém leu, ou quem leu rapidamente esqueceu.

Carnaxide, 18 de outubro de 2017

 

João Paulo Saraiva A.E.

Presidente da Direcção

 

André Tavares (Médico)

Vice-Presidente da Direcção

 

Ana Cristina (Arqt.ª)

Secretária da Direcção


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publicado por Carlos Gomes às 17:15
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