Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Quinta-feira, 15 de Junho de 2017
CASA DO MINHO LEVA FOLCLORE À ALTA DE LISBOA

festival Alta de Lisboa 2017 Final



publicado por Carlos Gomes às 17:01
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VIAGEM AO PLANETA NOVE DE JOÃO C. SOUSA

Existem projetos que são de imediato reconhecidos e aclamados pelo público e pela crítica, e outros que levam uma vida a ser digeridos e apreciados como é suposto. João C. Sousa, o “viajante temporal” que se deu a conhecer em 2016 com um muito intrigante “How To Switch Dimensions”, alinha pela segunda ala: talvez incompreendido, decididamente em contraciclo com as propostas generalistas e facilmente descodificáveis dos nossos dias.

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Depois da exploração entre realidades paralelas em “How to Switch Dimensions” e das experiências sónicas e científicas de “Emoto’s Water”, chega a vez de entrarmos na órbita de “Planet Nine”, corpo celeste de atmosfera cerrada, repleto de mistérios por decifrar, que encerra a odisseia sonora do disco.

“How to Switch Dimensions”, a mais imersiva e arrojada proposta da Music For All, encontra-se disponível em edição física e digital em plataformas como a Apple Music, Spotify, Amazon ou The Store. Para explorar sem reservas.

João C. Sousa é um compositor do Porto com um grande fascínio pelo mundo audiovisual.

Desde a adolescência que compõe e grava a música que faz, tendo inclusivé feito parte de várias bandas de garagem em contexto pop. Em criança iniciou-se no estudo do piano na escola de Jazz do Porto, tendo já em adulto dedicado-se ao violoncelo, no Conservatório de Música da Maia.

Ao longo do seu percurso, João C. Sousa tem tido a oportunidade de musicar cinema e publicidade. Em 2005 foi agraciado com o prémio “Novos Criadores” na categoria de composição musical. Em 2007 compôs a banda sonora original para a longa-metragem “Sombras- Um Filme Sonâmbulo” de João Trabulo sobre os universos multifacetados do poeta Teixeira de Pascoaes. Em 2013 assinou a música para o spot publicitário do IIIº Festival Internacional de Cinema (CINECOA) e para a exposição “3 Mini” realizada na “Máquinas de Outros Tempos”. Dois anos mais tarde compôs a música para o vídeo promocional de suporte ao livro de fotografia de Júlio Aires intitulado “6:30 a.m.”.

Melómano confesso, conserva na sua redoma intocável figuras como Bach, Purcell, Rameau, Laurie Anderson, John Lurie, Jeff Buckley, Kraftwerk, Einstürzende Neubauten, Swans, Depeche Mode, Dead Can Dance, Coil ou os portugueses Noiserv, Clã e Madredeus. Acalenta ainda o sonho de poder vir a compor para teatro e para videojogos.

No final de 2017 edita o seu primeiro longa-duração, intitulado “How to Switch Dimensions”.



publicado por Carlos Gomes às 11:20
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Domingo, 11 de Junho de 2017
LAVADEIRAS DA LAGE LEMBRAM COM ANTIGAMENTE LAVAVAM A ROUPA NA RIBEIRA DA LAGE EM OEIRAS

Arcuense Daniel Sousa mostrou como se toca a concertina e canta ao desafio no Alto Minho

Termina hoje a primeira edição da recriação da feira rural e mercado à moda antiga que durante três dias consecutivos animou o centro histórico na vila de Oeiras.

 

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A tarde deste domingo ficou marcada pela animada actuação dos cantadores ao desafio e tocadores ao desafio e ainda uma recriação do costume local que dá o nome ao Grupo de Folclore As Lavadeiras da Ribeira da Lage ou seja, a lavagem manual da roupa nas outrora límpidas águas da ribeira que atravessa a localidade da Lage.

Como outrora sucedia quando procediam à entrega da roupa depois de lavada às senhoras da aristocracia e da burguesia local, a lavadeiras da Lage chegaram de charrete puxada a dois cavalos, com as suas enormes trouxas, ali recriando um quadro etnográfico que divertiu os presentes para além de recordar um costume de Oeiras.

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Mas os cantares ao desafio dominaram a tarde e, como era de esperar, o exímio tocador de concertina e cantador arcuense Daniel Sousa foi a estrela da festa, mostrando como se toca e canta a sério à boa maneira do Alto Minho.

Por sua vez, o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega trouxe para o centro histórico de Oeiras as danças de terreiro do Minho, com as suas chulas, “espanhol” e canas-verdes.

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Esta edição da feira rural e mercado à moda antiga em Oeiras foi uma organização conjunta do Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega, do Rancho Folclórico "Flores da Beira" e do Grupo de Folclore "As Lavadeiras" da Ribeira da Lage e contou com o apoio da Câmara Municipal de Oeiras.

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publicado por Carlos Gomes às 19:54
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CASA DO MINHO EM LISBOA LEVA FOLCLORE À QUINTA DAS CONCHAS

festival Alta de Lisboa 2017 Final



publicado por Carlos Gomes às 10:03
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Quarta-feira, 7 de Junho de 2017
MINHOTOS LEVAM FOLCLORE À ALTA DE LISBOA

festival Alta de Lisboa 2017 Final



publicado por Carlos Gomes às 22:52
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Terça-feira, 6 de Junho de 2017
FOLKLOURES 17 ´ primeşte reprezentarea Republicii MOLDOVA

Associatia grupul folcloric "Mioriţa" Consiliul va pe 1 iulie, pentru a participa la FolkLoures 17-întâlnire de culturi, o iniţiativă de mare caracter tradiţional organizat de ansamblul folcloric verde Minho în colaborare cu municipalitatea din Loures, au loc cu ocazia festivităţilor de municipiu Loures. Acesta este un eveniment care se concentrează pe folclorul regiunii locale şi chiar din întreaga ţară şi comunităţi care constituie mozaic sociale şi culturale a regiunii, contribuie la includerea şi promovarea păcii între popoare prin cultura lor tradiţională.

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Format de moldoveni şi lor descendenţi ai imigranţilor în ţara noastră, Associatia "Mioriţa" Consiliul are sediul în Barreiro şi reprezintă obiceiuri tradiţionale a poporului din Republica Moldova.

Situat în Europa de Est, Moldova are frontierele cu Ucraina și România. În secolul al XV-lea, Moldova – oficial Republica Moldova – a ocupat întreaga regiune a Basarabiei, Moldova și Bucovina, care constituie o mare putere regională.

Ca rezultat al istoricului tulbure care a inclus perioada feudală, Tratatul de la București din 1812 care estetic teritoriul dumneavoastră, depunerea Basarabia Rusiei și, ulterior, independenţa României şi vă unificarea cu Republica Moldova este în prezent controversate, definirea identităţii lingvistice şi etnice între moldoveni şi români.

Dincolo de grupul de folclor Associatia "Mioriţa" Consiliul în reprezentarea Comunitatea moldovenească îşi are rădăcinile în ţara noastră, acest an FolkLoures va conta cu participarea grupului de dans şi cântând, Corul secerătorii Cuba-Alentejo, ansamblul folcloric Cancioneiro de Ovar-Beira Litoral şi Estremadura reprezentări şi Brazilia să dezvăluie în timp util. În plus faţă de grup folcloric verde Minho gazdă.

Mai mult decât orice alte manifestări culturale şi sportive este folclor sub formă de expresie culturală care contribuie cel mai bine pace între popoare, cu privire la diferenţele şi identitatea lor.

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publicado por Carlos Gomes às 11:33
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Segunda-feira, 5 de Junho de 2017
FOLKLOURES'17: O MUNDO DANÇA EM LOURES

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publicado por Carlos Gomes às 11:31
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LIMIANOS EM LISBOA FESTEJAM O SANTO ANTÓNIO

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publicado por Carlos Gomes às 09:16
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CASA DO MINHO LEVA FOLCLORE À QUINTA DAS CONCHAS

festival Alta de Lisboa 2017 Final



publicado por Carlos Gomes às 09:12
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Domingo, 4 de Junho de 2017
FOLCLORE ANIMA ZONA MONUMENTAL DE BELÉM

Terminou há instantes em Lisboa o XVI Festival de Folclore organizado pela Casa do Minho. Milhares de turistas assistiram com deslumbramento ao desfile etnográfico que teve início junto ao novo edifício do Museu Nacional dos Coches e percorreu a zona monumental de Belém até ao jardim junto à Praça do Império onde teve lugar a actuação dos grupos participantes.

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Neste evento participaram o Rancho Folclórico Ceifeiras e Campinos da Azambuja – Ribatejo, o Grupo Folclórico das Terras da Feira – Argoncilhe; o Rancho Folclórico de Centro Beira Mondego - Santo Varão – Montemor-o-Velho; o Rancho Folclórico de Santa Maria de Touguinha – Vila do Conde e, naturalmente, o anfitrião Rancho Folclórico da Casa do Minho.

Uma vez mais, a iniciativa contou com o apoio da Junta de Freguesia de Belém cujo Presidente, Dr. Ribeiro Rosa, marcou presença, acompanhando o próprio desfie etnográfico ao lado do Director do Rancho da Casa do Minho, sr. Paulo Duque. Também a Federação do Folclore Português fez-se representar na pessoa do sr João Carriço.

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publicado por Carlos Gomes às 19:26
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FOLCLORE DESFILA HOJE NA ZONA HISTÓRICA DE BELÉM

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publicado por Carlos Gomes às 10:44
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Sábado, 3 de Junho de 2017
CASA DO MINHO REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE EM BELÉM

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publicado por Carlos Gomes às 22:04
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Sexta-feira, 2 de Junho de 2017
FOLCLORE DESFILA EM BELÉM

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publicado por Carlos Gomes às 11:14
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Quinta-feira, 1 de Junho de 2017
FOLKLOURES É A GRANDE FESTA DA CULTURA TRADICIONAL PORTUGUESA E DAS COMUNIDADES IMIGRANTES

O Folclore contribui para o conhecimento mútuo, paz e amizade entre os povos

A edição deste ano do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, vai ter o seu início no dia 24 de Junho com a realização de uma exposição e de uma palestra, prolongando-se durante toda a semana até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar o espectáculo de culturas tradicionais.

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Trata-se de uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Este evento privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

O programa do FolkLoures’17 é o seguinte:

FOLKLOURES'17 - Encontro de Culturas

PROGRAMA

Dia 24 de Junho

- 16 horas. Inauguração da Exposição Temporária "Concertinas no Folclore". Museu Municipal de Loures.

A exposição está patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira)

Entrada gratuita

- 16h30 horas. Palestra sobre "Usos e Costumes tradicionais da Região Saloia", pela Dr.ª Ana Paula de Sousa Assunção, a ter lugar no Auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte.

Dia 1 de Julho

- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas

- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional

- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício

GRUPOS PARTICIPANTES

Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil

Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo

Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho

Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral

Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura

Associatia Miorita Portugalia – Moldávia

Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia

Grupo de Danças e Cantares da Madeira – Madeira



publicado por Carlos Gomes às 08:51
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Quarta-feira, 31 de Maio de 2017
LIMIANOS EM LISBOA FESTEJAM O SANTO ANTÓNIO

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publicado por Carlos Gomes às 19:44
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Terça-feira, 30 de Maio de 2017
FOLCLORE DESFILA NA QUINTA DAS CONCHAS

festival Alta de Lisboa 2017 Final



publicado por Carlos Gomes às 11:16
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Domingo, 28 de Maio de 2017
CHUVA PREJUDICA MOSTRA DE FOLCLORE EM CARNAXIDE

O Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega levou hoje a efeito a III Mostra de Folclore, no recinto do Santuário de Nossa Senhora da Rocha, em Linda-a-Pastora, iniciativa integrada no programa oficial das "Festas da Rocha 2017". Porém, o jogo da Final da Taça de Portugal que decorre no Estádio Nacional, a escassas centenas de metros do local da festa e, sobretudo, a persistente chuva que caiu ao longo da tarde acabaram por prejudicar fortemente uma festa cujo programa e elenco prometiam um grande sucesso.

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Não obstante, a organização não desistiu do evento e, pelo palco desfilaram além do anfitrião Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega – Minho, o Grupo de Folclore de Santa Maria de Moure – Barcelos, Rancho Folclórico e Etnográfico “Os Oleiros” – Caldas da Rainha, Grupo Etnográfico da Serra do Caldeirão – Loulé, Rancho Folclórico “As Lavadeiras” do Sabugo – Sintra.

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É pretensão e firme propósito da entidade organizadora exaltar o Folclore e a Etnografia do Minho ao Algarve que ali é trazido por lídimos representantes destas mesmas regiões.

Em colaboração com a Irmandade de Nossa Senhora da Conceição da Rocha e a Junta de Freguesias da União de Freguesias de Carnaxide e Queijas, o GFTN dá assim o seu parco contributo para a revitalização das "Festas da Rocha", festas seculares e de enorme tradição na Comunidade Local: estas Festas eram, aliás, ponto de encontro para os Minhotos e Galegos da região de Lisboa, havendo mesmo um dia denominado como "o dia dos galegos". Estes vinham até à Rocha com as suas gaita-de-foles e pandeiretas e, conjuntamente com muitos minhotos, recriavam um terreiro com gotas, viras e canaverdes pela noite fora.

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Às portas de Lisboa respira-se ainda o ar campestre de outros tempos, em torno do Santuário de Nossa Senhora da Rocha, trazendo à lembrança o tipicismo de outrora de uma das mais concorridas festas da região saloia.

Remonta aos começos do século XIX a descoberta por um grupo de crianças de uma gruta natural na serra de Carnaxide e, no seu interior, uma pequena imagem de Nossa Senhora à qual deram o nome de Nossa Senhora da Conceição da Rocha.

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Conta-nos o escritor Thomaz Ribeiro na sua obra “A Rocha, poemeto-prologo do poema inédito O Mensageiro de Fez” que “No dia 28 de maio de 1822, perseguindo um coelho que alli se escondera, entraram na gruta do Jamor percorrendo de rastos a furna por onde elle entrára, sete rapazes que andavam brincando e chapinhando nas margens e nas ilhotas de Jamor. Os seus nomes são: Nicoláo Francisco, Joaquim Nunes, Joaquim Antonio da Silva, Antonio de Carvalho, Diogo, José da Costa e Simão Rodrigues. Os mais novos tinham 11 annos, 15 os mais velhos. Entrando e recuando apavorados, no que levaram longo tempo, conseguiram emfim chegar onde puderam erguer se e respirar. Sondando e apalpando acharam e tomaram nas mãos ossos humanos como poderam verificar quando voltaram ao rio. As familias que ha muito os esperavam em suas cazas não receberam bem os retardatarios e não crêram mesmo na historia phantastica do descobrimento.

No dia seguinte porém começou de levantar-se e avolumar-se nos differentes logares donde eram naturaes os pastoritos, o boato da existencia d’uma gruta desconhecida, e a apresentação dos ossos e a insistencia dos exploradores foi firmando, se não certezas, desejos de apurar a verdade. No dia 30 bastantes pessoas acompanhando os retardatarios da ante-vespera ao rio, abrindo as franças dos salgueiros acharam uma lura na grande rocha que se afundava no Jamor.

Não ousaram porém aventurar-se, os mais prudentes; mandaram entrar os rapazes com ordem de trazerem outros ossos. Era a prova evidente de que elles disseram a verdade. E desde que a conheceram destinaram para o dia 31 procurar com luz que dentro accenderiam, o que podesse achar-se na gruta onde era certo haver estado gente. No dia 31 foram pois, com tochas, para dentro serem accendidas. Entraram na frente os sete moços, lá d'outros acompanhados, e accesa uma tocha, encontraram a pequenina imagem da Virgem”.

À semelhança de outras romarias da região outrora bastante concorridas e da qual destacamos as que na localidade de Belas eram dedicadas ao Senhor da Serra, as festas de Nossa Senhora da Rocha entraram em declínio e deixaram inclusive de realizar-se durante largos anos. Mas, qual Fénix das cinzas renascida, eis que renascem, adquirindo de novo fama e cada vez maior aderência, concorrendo para o seu êxito os minhotos que vivem na região ombreando com as gentes locais, anunciando para o próximo ano mais uma edição desta Mostra de Folclore.

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publicado por Carlos Gomes às 19:50
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CHUVA PREJUDICA MOSTRA DE FOLCLORE EM CARNAXIDE

O Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega levou hoje a efeito a III Mostra de Folclore, no recinto do Santuário de Nossa Senhora da Rocha, em Linda-a-Pastora, iniciativa integrada no programa oficial das "Festas da Rocha 2017". Porém, o jogo da Final da Taça de Portugal que decorre no Estádio Nacional, a escassas centenas de metros do local da festa e, sobretudo, a persistente chuva que caiu ao longo da tarde acabaram por prejudicar fortemente uma festa cujo programa e elenco prometiam um grande sucesso.

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Não obstante, a organização não desistiu do evento e, pelo palco desfilaram além do anfitrião Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega – Minho, o Grupo de Folclore de Santa Maria de Moure – Barcelos, Rancho Folclórico e Etnográfico “Os Oleiros” – Caldas da Rainha, Grupo Etnográfico da Serra do Caldeirão – Loulé, Rancho Folclórico “As Lavadeiras” do Sabugo – Sintra.

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É pretensão e firme propósito da entidade organizadora exaltar o Folclore e a Etnografia do Minho ao Algarve que ali é trazido por lídimos representantes destas mesmas regiões.

Em colaboração com a Irmandade de Nossa Senhora da Conceição da Rocha e a Junta de Freguesias da União de Freguesias de Carnaxide e Queijas, o GFTN dá assim o seu parco contributo para a revitalização das "Festas da Rocha", festas seculares e de enorme tradição na Comunidade Local: estas Festas eram, aliás, ponto de encontro para os Minhotos e Galegos da região de Lisboa, havendo mesmo um dia denominado como "o dia dos galegos". Estes vinham até à Rocha com as suas gaita-de-foles e pandeiretas e, conjuntamente com muitos minhotos, recriavam um terreiro com gotas, viras e canaverdes pela noite fora.

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Às portas de Lisboa respira-se ainda o ar campestre de outros tempos, em torno do Santuário de Nossa Senhora da Rocha, trazendo à lembrança o tipicismo de outrora de uma das mais concorridas festas da região saloia.

Remonta aos começos do século XIX a descoberta por um grupo de crianças de uma gruta natural na serra de Carnaxide e, no seu interior, uma pequena imagem de Nossa Senhora à qual deram o nome de Nossa Senhora da Conceição da Rocha.

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Conta-nos o escritor Thomaz Ribeiro na sua obra “A Rocha, poemeto-prologo do poema inédito O Mensageiro de Fez” que “No dia 28 de maio de 1822, perseguindo um coelho que alli se escondera, entraram na gruta do Jamor percorrendo de rastos a furna por onde elle entrára, sete rapazes que andavam brincando e chapinhando nas margens e nas ilhotas de Jamor. Os seus nomes são: Nicoláo Francisco, Joaquim Nunes, Joaquim Antonio da Silva, Antonio de Carvalho, Diogo, José da Costa e Simão Rodrigues. Os mais novos tinham 11 annos, 15 os mais velhos. Entrando e recuando apavorados, no que levaram longo tempo, conseguiram emfim chegar onde puderam erguer se e respirar. Sondando e apalpando acharam e tomaram nas mãos ossos humanos como poderam verificar quando voltaram ao rio. As familias que ha muito os esperavam em suas cazas não receberam bem os retardatarios e não crêram mesmo na historia phantastica do descobrimento.

No dia seguinte porém começou de levantar-se e avolumar-se nos differentes logares donde eram naturaes os pastoritos, o boato da existencia d’uma gruta desconhecida, e a apresentação dos ossos e a insistencia dos exploradores foi firmando, se não certezas, desejos de apurar a verdade. No dia 30 bastantes pessoas acompanhando os retardatarios da ante-vespera ao rio, abrindo as franças dos salgueiros acharam uma lura na grande rocha que se afundava no Jamor.

Não ousaram porém aventurar-se, os mais prudentes; mandaram entrar os rapazes com ordem de trazerem outros ossos. Era a prova evidente de que elles disseram a verdade. E desde que a conheceram destinaram para o dia 31 procurar com luz que dentro accenderiam, o que podesse achar-se na gruta onde era certo haver estado gente. No dia 31 foram pois, com tochas, para dentro serem accendidas. Entraram na frente os sete moços, lá d'outros acompanhados, e accesa uma tocha, encontraram a pequenina imagem da Virgem”.

À semelhança de outras romarias da região outrora bastante concorridas e da qual destacamos as que na localidade de Belas eram dedicadas ao Senhor da Serra, as festas de Nossa Senhora da Rocha entraram em declínio e deixaram inclusive de realizar-se durante largos anos. Mas, qual Fénix das cinzas renascida, eis que renascem, adquirindo de novo fama e cada vez maior aderência, concorrendo para o seu êxito os minhotos que vivem na região ombreando com as gentes locais, anunciando para o próximo ano mais uma edição desta Mostra de Folclore.

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publicado por Carlos Gomes às 18:39
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Sábado, 27 de Maio de 2017
FESTAS DE CARNAXIDE RECEBEM MOSTRA DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 01:10
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Sexta-feira, 26 de Maio de 2017
SENHORA DA ROCHA EM CARNAXIDE RECEBE AMANHÃ MOSTRA DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 00:18
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Quinta-feira, 25 de Maio de 2017
SANTUÁRIO DE NOSSA SENHORA DA ROCHA EM CARNAXIDE RECEBE MOSTRA DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 08:58
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Quarta-feira, 24 de Maio de 2017
MOLDÁVIA CANTA E DANÇA NO FOLKLOURES’17

O Grupo de Folclore da Associatia Miorita Portugalia vai no próximo dia 1 de Julho participar no FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Trata-se de um evento que privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

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Formado por moldavos e seus descendentes imigrados no nosso país, a Associatia Miorita Portugalia está sediada no Barreiro e representa os usos e costumes tradicionais das gentes da Moldávia.

Situada na Europa oriental, a Moldávia possui fronteiras com a Ucrânia e a Roménia. No século XV, a Moldávia – oficialmente República Moldova – ocupou toda a região da Bessarabia, Moldávia Ocidental e Bucovina, constituindo à época uma importante potência regional.

Em consequência da sua história atribulada que incluiu o período feudal, o Tratado de Bucareste em 1812 que retalhou o seu território, submetendo a Bessarabia à Rússia e, mais tarde, a independência da Roménia e a sua unificação com a Moldávia Ocidental, é actualmente controversa a definição de identidade étnica e linguística entre moldavos e romenos.

Além do grupo de folclore da Associatia Miorita Portugalia em representação da comunidade moldava radicada no nosso país, a edição deste ano do FolkLoures vai contar com a participação do Grupo de Danças e Cantares da Madeira, Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba – Alentejo, do Grupo Folclórico O Cancioneiro de Ovar – Beira Litoral e ainda com representações da Estremadura e Brasil que divulgaremos oportunamente, para além do anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

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publicado por Carlos Gomes às 22:41
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RANCHO DA BOBADELA REPRESENTA A REGIÃO SALOIA NO FOLKLOURES’17

O Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Loures vai no próximo dia 1 de Julho participar no FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Trata-se de um evento que privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

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Como não podia deixar de suceder, os usos e costumes das gentes da região saloia em geral e do concelho de Loures em particular não poderiam deixar de estar presentes. As tradições saloias constituem a matriz etnográfica de um concelho que acolheu de braços abertos os minhotos, beirões, transmontanos, alentejanos e as mais variadas gentes de todo o país, dos países de expressão portuguesa e de todo o mundo. Por essa via, Loures tornou-se porventura um dos concelhos mais cosmopolitas do nosso país. Eis a razão pela qual o FolkLoures – Encontro de Culturas adquiriu um novo formato, mais abrangente e inclusivo, inédito no domínio do folclore e da cultura tradicional cujo modelo em breve inspirará outras organizações de eventos semelhantes. Por conseguinte, o Rancho da Bobadela representará na edição deste ano os usos e costumes da região saloia e do concelho de Loures.

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O Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela iniciou a sua actividade etnográfica com as marchas dos santos populares em Junho de 1983.

Nos primeiros anos, este rancho foi uma secção de uma outra colectividade da freguesia até que, a 26 de Fevereiro de 1987, se celebrou a escritura pública que deu corpo à União Cultural e Folclórica da Bobadela, o que o torna mais antigo do que a colectividade a que actualmente pertence.

Localizada na zona oriental do concelho de Loures, a freguesia da Bobadela era banhada pelos rios Tejo (a leste) e Trancão (a sul e a oeste), sendo que este último a separava das freguesias de Unhos (a oeste) e de Sacavém (a sul e sudoeste); a norte e noroeste fazia fronteira com a freguesia de São João da Talha, da qual se desmembrou. Pelo facto da Vila da Bobadela pertencer ao Concelho de Loures, o qual se encontra inserido na zona Saloia, e ainda junto ao Ribatejo e às “portas” de Lisboa, as danças e cantares são o espelho do cruzamento das três zonas acima descritas, bem como das actividades económicas que se viveram por aquelas bandas.

Sendo a etnografia desta zona bastante rica e diversificada, o rancho da Bobadela tem no seu repertório musical bailaricos, fadinhos, viras, valsas e os famosos verde-gaios.

Quanto aos trajes, inicialmente no Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela, os homens usavam trajes Saloios Domingueiros e as mulheres o traje Usual no Ribatejo. Ou seja, as raparigas usavam saias e lenços vermelhos, camisa e meias brancas, chapéu e cesto de palha. E os rapazes vestiam camisa branca e calças, colete, cinta e barrete preto.

No entanto, no princípio do ano de 1997, a Direcção decidiu iniciar a mudança dos trajes para a representação da etnografia saloia. Esta representação é mantida até hoje e dela se destacam os Trajes de Abastados, Trabalho de Cocheiro, de Lavadeira, de Ceifeira, de Carroceiro, de Aguadeira, de Leiteira e de Campino das Lezírias Saloias.

“O folclore é a tradição e usos populares, constituído pelos costumes e tradições transmitidos de geração em geração. O rancho da Bobadela procura viver e transmitir sempre melhor e de forma feliz essa cultura tão sua.

Além do Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Loures, a edição deste ano do FolkLoures vai contar com a participação do grupo de folclore da Associatia Miorita Portugalia em representação da comunidade moldava radicada no nosso país, a Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil que apresentará a tradicional dança da capoeira, o Grupo de Danças e Cantares da Madeira, Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba – Alentejo, do Grupo Folclórico O Cancioneiro de Ovar – Beira Litoral e ainda mais uma representação da Estremadura que divulgaremos oportunamente, para além do anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

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Terça-feira, 23 de Maio de 2017
PAN LEVA INDÍGENAS AO PARLAMENTO

PAN traz ao parlamento a luta dos povos indígenas no Brasil e recebe representante dos Guarani Kaiowá

  • Ativista indígena viaja pela Europa com o propósito de reunir apoios internacionais para a luta dos povos indígenas brasileiros
  • Tentativa de privatização da água pelo agronegócio
  • Agropecuária intensiva com culturas de transgénicos tem contaminado pessoas e a natureza
  • Indústria do agronegócio tem conseguido ver aprovadas medidas contra as mais de 300 nações indígenas

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza junta-se à luta que visa consolidar uma denúncia internacional acerca da incessante violência a que os povos indígenas têm sido sujeitos no Brasil, principalmente as tribos Guarani Kaiowá, expulsas das suas terras em 1953.

No Dia Mundial do Ambiente, 5 de junho, pelas 21h00, o espaço PAN Porto recebe Ládio Verón, o representante indígena desta causa que está a viajar pela Europa com o objetivo de mobilizar a comunidade internacional para a luta dos povos indígenas no Brasil. Para que o território Guarani Kaiowá possa ser devolvido aos seus legítimos proprietários, será fundamental o apoio de parlamentares dentro e fora do Parlamento Europeu. A iniciativa, subordinada ao tema “Guarani Kaiowá: uma causa de todos”, consiste numa apresentação por Ládio Verón, seguida de um debate participativo sobre “o agronegócio e a resistência dos povos indígenas”.

No dia 7 de Junho, pelas 11h00, o Deputado André Silva recebe Ládio Verón na Assembleia da República para uma apresentação sobre a situação dos indígenas no Brasil e para perceber que sinergias e iniciativas podem ser adotadas no terreno para ajudar esta causa.

O Brasil está a atravessar um momento de fortes tensões e de instabilidade política. Com as mudanças políticas, os direitos dos povos indígenas no país têm vindo a ser continuamente desrespeitados e ameaçados. Dos 594 parlamentares que compõem o Congresso Nacional Brasileiro, 207 estão diretamente ligados à indústria do agronegócio e este grupo tem aprovado medidas contra as mais de 300 nações indígenas.

O Congresso Nacional tem a intenção de reduzir drasticamente os territórios indígenas com o PEC 215 - Proposta de Emenda Constitucional 215 -, que pretende passar a percentagem de territórios dos 13% previstos atualmente para 2,6%, o que vai provocar mais desflorestação, criminalização e assassínio dos indígenas.

Com o cultivo intensivo de monoculturas como a soja transgénica, base das rações para gado, é preciso realizar pulverizações a cada semana, por terra e por ar. As aldeias indígenas são também alvo de contaminação. O saldo é o genocídio destas culturas que, para sobreviver, fogem para os grandes centros urbanos, alargando as favelas, ou permanecem próximo de onde existiam as suas aldeias, à beira de estradas, à procura de uma forma de retornar à sua terra, hábitos, costumes e tradições.

Para além da terra, o agronegócio e os políticos que o apoiam pretendem privatizar o Aquífero Guarani. Uma área de 1,1 milhões de quilómetros quadrados – o equivalente a 12 vezes o território de Portugal, que compreende as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país e também parte de Argentina, Uruguai e Paraguai – que abriga um imenso reservatório subterrâneo de água, estratégico para o meio ambiente e o desenvolvimento sustentável. A apropriação desta água transnacional pelo agronegócio é inconstitucional.

“Como a expansão do agronegócio na região Centro-Oeste teve apoio governamental para se expandir, começou uma cobiça sanguinária pelas terras dos Guarani Kaiowá. Temos que ter uma consciência internacional sobre esta questão e tentar unir esforços para gerar um movimento global forte o suficiente para reverter esta situação e travar as privatizações da água”, alerta Bebiana Cunha, Comissária Política Nacional do PAN.

“Para além disso, as pessoas precisam de saber os escândalos que envolvem os alimentos que estão nas suas mesas. Basta pesquisar sobre como estamos a produzir cereais para alimentar gado para tirarmos conclusões acerca da produção pecuária intensiva. Não esqueçamos que são produtos que também se encontram em Portugal sob etiquetas de referências da marca. Estamos a comer venenos esteticamente embalados e que também são responsáveis por crimes contra a humanidade e contra o ambiente”, reforça André Silva, Deputado do PAN.



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Segunda-feira, 22 de Maio de 2017
MADEIRENSES LEVAM O BAILINHO AO FOLKLOURES’17

O Grupo de Danças e Cantares da Madeira vai no próximo dia 1 de Julho participar no FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Trata-se de um evento que privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

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Constituído há mais de três décadas por madeirenses radicados na região de Lisboa, este grupo folclórico está sediado no vizinho concelho da Amadora e é o único que no continente representa os usos e costumes tradicionais das gentes do Arquipélago da Madeira, actualmente constituída como Região Autónoma.

Além do Grupo de Danças e Cantares da Madeira, a edição deste ano do FolkLoures vai contar com a participação do Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba – Alentejo, do Grupo Folclórico O Cancioneiro de Ovar – Beira Litoral e ainda com representações da Estremadura, Brasil e Moldávia que divulgaremos oportunamente, para além do anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho.

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MINHOTOS LEVAM FOLCLORE AO PARQUE DAS NAÇÕES

O Grupo de Danças e Cantares Besclore realizou ontem em Lisboa mais um festival de folclore que juntou agrupamentos que se deslocaram propositadamente do Minho para se exibirem na capital do país. Tratou-se de mais uma edição de “O Minho em Lisboa”, um evento que reúne agrupamentos representativos exclusivamente da região d’Entre-o-Douro-e-Minho.

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Sob um sol abrador, o festival teve o seu início com um desfile a partir do Rossio dos Olivais em direcção ao Parque das Nações onde se realizou o espectáculo propriamente dito que fez o gáudio do numeroso público que assistiu.

O Grupo de Bombos “Bombrando” – Amadora marcou o ritmo do desfile e o festival de folclore contou com a participação do Grupo Folclórico da Casa do Povo de Marim – Barcelos, Rancho Folclórico de Bravães – Ponte da Barca, Rancho Etnográfico Santa Maria de Touguinha – Vila do Conde, Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho – Lisboa, além naturalmente do anfitrião Grupo de Danças e Cantares Besclore.

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 01:55
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Domingo, 21 de Maio de 2017
FOLKLOURES'17: BRASILEIROS LEVAM A LOURES OS RITMOS DA CAPOEIRA

A Associação Tira-me da Rua (ATR) vai no próximo dia 1 de Julho participar no FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Trata-se de um evento que privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

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Constituído por brasileiros radicados em Portugal, a Associação Tira-me da Rua (ATR) é quiçá o mais representativo grupo musical a preservar e divulgar uma das mais apreciadas manifestações da cultura tradicional do povo brasileiro – a capoeira!

A capoeira constitui um misto de dança, arte marcial, desporto, música e cultura popular. As suas origens são remotas, calculando-se que tal tradição tenha origem em rituais iniciáticos dos povos do sul de Angola. Em resultado da colonização portuguesa, a capoeira terá a partir do século XVII sido levada para o Brasil onde foi desenvolvida por descendentes de escravos africanos.

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Ao som rítmico dos berimbaus, a Associação Tira-me da Rua (ATR) vai mostrar como se canta, dança e luta a capoeira, oferecendo m espectáculo que certamente vai agradar ao público que vai afluir ao FolkLoures’17, incluindo a numerosa comunidade brasileira radicada na região de Lisboa.

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Além da Associação Tira-me da Rua (ATR), a edição deste ano do FolkLoures vai contar com a participação do grupo de folclore da Associatia Miorita Portugalia em representação da comunidade moldava radicada no nosso país, Grupo de Danças e Cantares da Madeira, Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba – Alentejo, do Grupo Folclórico O Cancioneiro de Ovar – Beira Litoral e ainda com representações da Estremadura que divulgaremos oportunamente, para além do anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

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Sábado, 20 de Maio de 2017
MINHOTOS LEVAM FOLCLORE DE TODO O PAÍS À ZONA HISTÓRICA DE BELÉM

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publicado por Carlos Gomes às 22:19
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CARNAXIDE RECEBE MOSTRA DE FOLCLORE

O Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega leva a efeito a III Mostra de Folclore. A referida Mostra realizar-se-á no próximo dia 28 de Maio, pelas 15h30 horas, no recinto do Santuário de Nossa Senhora da Rocha em Linda-a-Pastora e está integrada no programa oficial das "Festas da Rocha 2017".

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É pretensão e firme propósito da entidade organizadora que este evento exalte o Folclore e a Etnografia do Minho ao Algarve que ali será trazido por lídimos representantes destas mesmas regiões.

Em colaboração com a Irmandade de Nossa Senhora da Conceição da Rocha e a Junta de Freguesias da União de Freguesias de Carnaxide e Queijas, o GFTN dá assim o seu parco contributo para a revitalização das "Festas da Rocha", festas seculares e de enorme tradição na Comunidade Local: estas Festas eram, aliás, ponto de encontro para os Minhotos e Galegos da região de Lisboa, havendo mesmo um dia denominado como "o dia dos galegos". Estes vinham até à Rocha com as suas gaita-de-foles e pandeiretas e, conjuntamente com muitos minhotos, recriavam um terreiro com gotas, viras e canaverdes pela noite fora.



publicado por Carlos Gomes às 18:25
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Quinta-feira, 18 de Maio de 2017
FOLKLOURES’17: HISTORIADORA ANA PAULA ASSUNÇÃO PROFERE PALESTRA SOBRE “USOS E COSTUMES DA REGIÃO SALOIA”

A Historiadora e Museóloga Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção subordinada ao tema “Usos e Costumes Tradicionais da Região Saloia”, a ter lugar no Auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, no dia 24 de Junho, pelas 15h30. A iniciativa insere-se no programa do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas que se prolonga até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar um grandioso festival de cultura tradicional no Parque da Cidade, em Loures.

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O Palácio doa Marqueses da Praia e Monforte encontra-se instalado junto ao Parque da Cidade e trata-se do local onde reúne a Assembleia Municipal de Loures, dispondo das melhores condições para a realização de palestras e conferências.

A Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção é historiadora e museóloga, Mestre em História Regional e Local pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É autora de programas museológicos, reformulações de programas e criação de serviços inovadores. Conceção científica do Centro UNESCO A casa da terra. Comissária de exposições de vária índole com museografia de inclusão e género.

Tem como áreas científicas preferenciais a História Local, Saúde, Património industrial (com destaque para Fábrica de Loiça de Sacavém, Oliveira Rocha/Oliveira do Bairro), Património Cultural Imaterial, Património Religioso /obra de arte total – Cripto -história. Exerceu voluntariado na Igreja Matriz de Bucelas com descobertas de cariz científico sobre entalhador, Francisco Lopes. (Artigo no prelo). Musealização da Igreja e interpretação dos espaços em visitas.

Pelo seu trabalho, tem recebido várias distinções de Mérito Cultural e Prémios no campo da Museologia a nível nacional e internacional.

Nesse mesmo dia e local, terá ainda lugar outra iniciativa cultural integrada no programa da edição deste ano do FolkLoures, a qual contamos divulgar muito brevemente. Trata-se, pois, de um programa cultural rico e diversificado que, sob o impulso e capacidade organizativa do Rancho Folclórico Verde Minho, catapulta o concelho de Loures para a ribalta da cultura tradicional portuguesa.



publicado por Carlos Gomes às 21:38
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Terça-feira, 16 de Maio de 2017
NAZARÉ DANÇA NO FOLKLOURES’17

O Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré vai no próximo dia 1 de Julho participar no FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Trata-se de um evento que privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

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Fundado em 25 de Julho de 1997, o Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré foi admitido como sócio do Inatel em Junho de 1999 e da Federação do Folclore Português em Janeiro de 2001.

Fazendo da componente etnográfica a ligação com o período que representa, 1920 a 1940, este grupo, através das actuações que tem efectuado por todo o país e no estrangeiro, transporta a Nazaré nos seus usos, costumes, danças e cantares.

Tendo como preocupação dominante o manter as tradições da Nazaré, o Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré tem vindo a desenvolver profundo trabalho na pesquisa do traje e da tradição oral, procurando através da sua representação mostrar os usos e costumes da Nazaré do passado.

Além do Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré, a edição deste ano do FolkLoures vai contar com a participação do Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Loures, grupo de folclore da Associatia Miorita Portugalia em representação da comunidade moldava radicada no nosso país, a Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil que apresentará a tradicional dança da capoeira, o Grupo de Danças e Cantares da Madeira, Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba – Alentejo e do Grupo Folclórico O Cancioneiro de Ovar – Beira Litoral, para além naturalmente do anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho.

O FolkLoures tem início no dia 24 de Junho com a realização de uma exposição e de uma palestra, prolongando-se durante toda a semana até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar o espectáculo de culturas tradicionais.

Com efeito, realiza-se no Museu Municipal de Loures uma exposição subordinada ao tema “Carroças da Região Saloia”, a ter lugar nas instalações do próprio museu, com inauguração prevista no dia 24 de Junho, pelas 16 horas. A exposição tem entrada gratuita e ficará patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira).

Ainda no dia 24 de Junho, a Historiadora e Museóloga Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção profere uma palestra subordinada ao tema “Usos e Costumes Tradicionais da Região Saloia”, a ter lugar no Auditório do Museu.

O Museu Municipal de Loures encontra-se instalado na Quinta do Conventinho, sita na Estrada Nacional, 8, em Santo António dos Cavaleiros, a escassos 4 quilómetros de Loures, um edifício conventual contruído na segunda metade do século XVI.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

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publicado por Carlos Gomes às 15:38
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CASA DO MINHO REALIZA EM LISBOA FESTIVAL DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 10:00
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FESTIVAL DE FOLCLORE CIDADE DE LISBOA LEVA A BENFICA VÁRIAS REGIÕES DO PAÍS

Realizou-se no passado fim-de-semana no Ringue António Livramento, em Benfica, o 37º Festival Nacional de Folclore Cidade de Lisboa, numa iniciativa do Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho que contou com o apoio nomeadamente do INATEL e da Junta de Freguesia de Benfica.

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Pelo tabuado passaram o Rancho Folclórico As Lavradeiras de Pedroso – Vila Nova de Gaia, o Rancho Folclórico e Etnográfico de Vale de Açores – Mortágua, o Rancho Folclórico de Praias de Sado – Setúbal e o Grupo Académico de Danças Ribatejanas – Santarém, além do anfitrião Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho.

A confirmar a crescente notoriedade deste festival, da República Popular da China veio a fotojornalista chinesa Xiaolan Liu que captou magníficas imagens do evento e levará consigo para dar a conhecer as nossas tradições em terras do Oriente, nomeadamente junto da comunidade portuguesa e luso-chinesa de Macau.

Fotos: Manuel Santos

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Segunda-feira, 15 de Maio de 2017
LISBOA RECEBE FOLCLORE DO MINHO

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publicado por Carlos Gomes às 09:55
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Quinta-feira, 11 de Maio de 2017
LISBOA RECEBE O MINHO EM FESTA

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Terça-feira, 9 de Maio de 2017
FOLKLOURES´17 RECEBE REPRESENTAÇÃO DA MOLDÁVIA

O Grupo de Folclore da Associatia Miorita Portugalia vai no próximo dia 1 de Julho participar no FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Trata-se de um evento que privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

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Formado por moldavos e seus descendentes imigrados no nosso país, a Associatia Miorita Portugalia está sediada no Barreiro e representa os usos e costumes tradicionais das gentes da Moldávia.

Situada na Europa oriental, a Moldávia possui fronteiras com a Ucrânia e a Roménia. No século XV, a Moldávia – oficialmente República Moldova – ocupou toda a região da Bessarabia, Moldávia Ocidental e Bucovina, constituindo à época uma importante potência regional.

Em consequência da sua história atribulada que incluiu o período feudal, o Tratado de Bucareste em 1812 que retalhou o seu território, submetendo a Bessarabia à Rússia e, mais tarde, a independência da Roménia e a sua unificação com a Moldávia Ocidental, é actualmente controversa a definição de identidade étnica e linguística entre moldavos e romenos.

Além do grupo de folclore da Associatia Miorita Portugalia em representação da comunidade moldava radicada no nosso país, a edição deste ano do FolkLoures vai contar com a participação do Grupo de Danças e Cantares da Madeira, Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba – Alentejo, do Grupo Folclórico O Cancioneiro de Ovar – Beira Litoral e ainda com representações da Estremadura e Brasil que divulgaremos oportunamente, para além do anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

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Segunda-feira, 8 de Maio de 2017
BENFICA RECEBE FESTIVAL DE FOLCLORE CIDADE DE LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 15:49
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FOLKLOURES’17: HISTORIADORA ANA PAULA ASSUNÇÃO PROFERE PALESTRA SOBRE “USOS E COSTUMES DA REGIÃO SALOIA”

FolkLoures’17 está em marcha!

A Historiadora e Museóloga Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção profere uma palestra subordinada ao tema “Usos e Costumes Tradicionais da Região Saloia”, a ter lugar no Auditório do Museu do Museu Municipal de Loures, no dia 24 de Junho, pelas 16h30. A iniciativa insere-se no programa do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas que se prolonga até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar um grandioso festival de cultura tradicional no Parque da Cidade, em Loures.

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O Museu Municipal de Loures encontra-se instalado na Quinta do Conventinho, sita na Estrada Nacional, 8, em Santo António dos Cavaleiros, a escassos 4 quilómetros de Loures.

A Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção é historiadora e museóloga, Mestre em História Regional e Local pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É autora de programas museológicos, reformulações de programas e criação de serviços inovadores. Conceção científica do Centro UNESCO A casa da terra. Comissária de exposições de vária índole com museografia de inclusão e género.

Tem como áreas científicas preferenciais a História Local, Saúde, Património industrial (com destaque para Fábrica de Loiça de Sacavém, Oliveira Rocha/Oliveira do Bairro), Património Cultural Imaterial, Património Religioso /obra de arte total – Cripto -história. Exerceu voluntariado na Igreja Matriz de Bucelas com descobertas de cariz científico sobre entalhador, Francisco Lopes. (Artigo no prelo). Musealização da Igreja e interpretação dos espaços em visitas.

Pelo seu trabalho, tem recebido várias distinções de Mérito Cultural e Prémios no campo da Museologia a nível nacional e internacional.

Nesse mesmo dia e local, terá ainda lugar outra iniciativa cultural integrada no programa da edição deste ano do FolkLoures, a qual contamos divulgar muito brevemente. Trata-se, pois, de um programa cultural rico e diversificado que, sob o impulso e capacidade organizativa do Rancho Folclórico Verde Minho, catapulta o concelho de Loures para a ribalta da cultura tradicional portuguesa.



publicado por Carlos Gomes às 09:31
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VIANA DO CASTELO REPRESENTA NO MOSTEIRO DOS JERÓNIMOS O “AUTO DE FLORIPES”

Viana do Castelo trouxe ao Mosteiro dos Jerónimos a representação do “Auto de Floripes” que constitui uma das tradições teatrais que remontam a uma época pré-vicentina, pese embora seja Gil Vicente comsiderado o fundador do teatro protuguês. A iniciativa decorreu no âmbito do Festival Internacional da Máscara Ibérica.

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Um pouco por todo o país e ainda além-fronteiras, persistem nas tradições populares representações teatrais cujas origens remontam à Idade Média e versam a história lendária do imperador Carlos Magno e a temática das guerras entre cristãos e sarracenos, estes geralmente identificados como turcos em virtude da sua dominação se ter estendido a zona oriental do mar Mediterrâneo.

É célebre a representação do “Auto de Floripes” que ocorre no mês de Agosto, em Mujães, no concelho de Viana do Castelo. A acção decorre entre o adro da igreja paroquial de onde sai o cortejo até à Capela da Senhora das Neves, na confluência com as freguesias de Barroselas e Vila de Punhe. Ainda, no concelho de Viana do Castelo, na localidade de Portela Suzã esta representação toma a designação de “Auto de Santo António”.

Fotos: Manuel Santos

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Em S. João da Ribeira, no concelho de Ponte de Lima, a peça toma a designação de “Auto da Turquia” e tem lugar de Crasto, por ocasião da Festa do Senhor da Cruz da Pedra que se realiza no segundo domingo de Agosto. Aqui defrontam-se dois exércitos, ostentando as bandeiras onde se inscrevem as respectivas insígnias – a cruz da Cristandade e a Lua Minguante com a Estrela que identifica os muçulmanos – e integrando doze personagens cada, incluindo o rei, o porta-bandeira, o capitão e um espião. Os cristãos saem sempre vitoriosos e o auto termina com a rendição inevitável dos turcos e a sua conversão ao Cristianismo.

Com ligeiras alterações e diferentes designações, encontramos ainda a representação do “Auto da Floripes” em Palme, no concelho de Barcelos e “Baile dos Turcos”, em Penafiel. Em Argozelo, no concelho de Vimioso, é designado por “Auto da Floripes”ou ainda “Comédia dos doze pares de França”. Em Parada, no concelho de Bragança, chamam-lhe “Auto dos Sete Infantes de Lara”. Em Sobrado, no concelho de Valongo, designa-se por “Dança dos Bugios e Mourisqueiros” enquanto em Vale Formoso, na Covilhã, toma o nome “Descoberta da Moura”. Também é representada no concelho de A Canhiza, na Galiza, com o nome “Auto do Mouro e do Cristão”.

Em Pechão, no concelho de Olhão, o auto “Combate de Mouros e Portugueses” serviu de argumento a uma longa-metragem do realizador Miguel Mendes que, num misto de ficção e documentário, procura retratar o sofrimento da comunidade piscatória daquela vila algarvia.

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À semelhança do que sucede com outros elementos da nossa cultura, também o “Auto das Floripes” foi pelos portugueses levado para paragens distantes onde sofreu naturalmente algumas mutações e é actualmente representado com o consequente carácter híbrido resultante do encontro de culturas. É o que sucede em São Tomé e Príncipe, com a representação de “A Tragédia do Marquês de Mântua e do Príncipe D. Carlos Magno”, também designado por “São Lourenço” por ocorrer no dia dedicado a este santo. Este auto toma no dialecto são-tomense a designação de “Tchiloli”.

A autoria da peça, na forma como é interpretada, é atribuída ao poeta Balthasar Dias, originário da Ilha da Madeira, devendo ter sido introduzida em São Tomé e Príncipe nos finais do século XVI pelos portugueses que aí foram plantar a cana-de-açúcar. Os colonos, constituídos na sua maioria por madeirenses, começaram por integrar nas suas representações os escravos negros provenientes do Congo, Gabão e Camarões, os quais foram gradualmente introduzindo elementos da sua cultura original.

“Tchiloli” tornou-se já numa das mais importantes atracções turísticas da Ilha do Príncipe com larga projecção internacional. Serviu de argumento ao filme “Floripes” de Afonso Alves e Teresa Perdigão e tema do livro “Floripes Negra, de Augusto Baptista, no qual o autor procura demonstrar as suas origens portuguesas.

A alusão ao imperador Carlos Magno relaciona-se naturalmente com o facto daquele imperador ter procedido à conversão forçada ao cristianismo dos povos que conquistou, objectivo que, curiosamente, jamais logrou alcançar na Península Ibérica. Outra particularidade consiste na escolha do dia dedicado a São Lourenço de Huesca para a sua representação, cuja festa litúrgica ocorre a 10 de Agosto.

Em várias localidades, a representação destes autos têm-se verificado de forma cada vez menos regular e, nalguns casos, correm inclusive o risco de passar ao esquecimento. As peças são quase sempre preservadas apenas pela tradição oral. E, apesar de poderem constituir um meio de atrair visitantes e promover as potencialidades culturais das regiões, a maioria dos municípios e entidades culturais não procede à sua divulgação. Trata-se de uma situação que pode e deve ser invertida mediante a intervenção dos grupos de teatro e outras associações que procuram preservar a cultura tradicional.

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publicado por Carlos Gomes às 00:32
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Domingo, 7 de Maio de 2017
JOÃO ALPUIM BOTELHO PROFERIU HOJE EM LOURES PALESTRA SOBRE O TRAJE MINHOTO

Iniciativa do Grupo de Folclore Verde Minho saldou-se por um grande êxito

“O Uso do Traje à Lavradeira: os Afectos e as Regras” foi o tema da palestra que o Dr. João Alpuim Botelho proferiu hoje em Loures no auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, magnífico espaço normalmente reservado às reuniões da Assembleia Municipal daquela autarquia.

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Entre os convidados presentes, destacamos o Dr. Alfredo Santos, responsável pelo Gabinete da Cultura da Câmara Municipal de Loures, a Engª. Maria Manuela Carriço na qualidade de Vice-Presidente da Assembleia Geral da Federação do Folclore Português e a Professora Dr.ª Ana Paula de Sousa Assunção que no próximo dia 24 de Junho vai proferir uma palestra subordinada ao tema “Usos e costumes da Região Saloia”, inserida no FolkLoures’17.

Perante uma plateia interessada e participativa onde pontificavam muitas pessoas ligadas ao folclore e ao regionalismo minhoto sediado na região de Lisboa mas também de Loures e outras regiões do país, o Dr. João Alpuim Botelho proferiu uma interessante e profíqua dissertação acerca dos trajes de lavradeira do Alto Minho, vulgarmente designados por “traje à vianesa”.

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As diferenças existentes entre trajes de trabalho pesados e ligeiros na lavoura e ainda traje de festa, as influências recebidas ao longo dos tempos e, nomeadamente, sob os diferentes regimes, a importância das relações de afecto e de identidade que nem sempre observam as regras e a controversa problemática da recente certificação do traje sob a égide do Ministério da Economia foram alguns dos aspectos abordados ao longo da palestra apoiada por uma apresentação de powerpoint.

Esta iniciativa constituiu um excelente momento de reflexão que merecia ser devidamente aproveitado por todos quantos se encontram ligados ao folclore a bem do seu próprio desempenho.

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O Dr. João Alpuim Botelho foi director do Museu do Traje de Viana do Castelo e um dos autores da obra “Uma Imagem da Nação – Traje à Vianesa”, editado pela Câmara Municipal de Viana do Castelo, sendo actualmente responsável pelo Museu Bordalo Pinheiro, da Câmara Municipal de Lisboa.

João Alpuim Botelho nasceu em 1967, em Viana do Castelo. Licenciado em História (FLL, 1989), possui o Mestrado em Museologia, tendo defendido uma tese sobre “Panorama Museológico do Alto Minho” (U.N.L., 2007).

Desde 1991, trabalha na Câmara Municipal de Viana do Castelo e, desde 1999, foi responsável pelo Museu do Traje, criado em 1997, com a gestão e direção da instalação e processo de adesão à Rede Portuguesa de Museus concluído em 2004.

No âmbito da sua atividade no Museu do Traje realizou cerca de 20 exposições de temática etnográfica, ligada à investigação e pesquisa da vida rural tradicional e da identidade alto minhota.

Publicou, entre catálogos e artigos, cerca de 50 trabalhos sobre a mesma temática. Destes trabalhos relevo a edição de Uma Imagem da Nação, O Traje à Vianesa, com Benjamim Pereira e António Medeiros (ed CMVC, 2009)

Ainda no âmbito dos Museus desenvolvi um conjunto de Núcleos Museológicos situados nas freguesias do Concelho de Viana do Castelo, que dispõe de cinco em funcionamento (Moinhos de Vento de Montedor, em Carreço; Moinhos de Água, em S.L. Montaria; do Pão, em Outeiro; do Sargaço, em Castelo de Neiva; das actividades Agro-Marítimas, em Carreço) estando esta rede em permanente alargamento.

Desde Julho de 2009 sou Chefe de Divisão de Museus da Câmara Municipal de Viana do Castelo, tendo a meu cargo dois Museus que integram a Rede Portuguesa de Museus: o Museu de Arte e Arqueologia e o Museu do Traje

Iniciou a sua vida profissional no Centro Nacional de Cultura com Helena Vaz da Silva, no Dep de Divulgação Patrimonial em 1990/91. Entre 1995 e 2002 deu aulas no Curso de Turismo da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do IPVC de História de Artes e Ofícios Tradicionais, Animação Cultural e Património e Museologia.

Entre 2002 e 2005, foi Diretor Executivo da Culturporto – associação de produção cultural privada, financiada pela Câmara Municipal do Porto, responsável pela gestão do Teatro Rivoli e pela Animação da Cidade. Durante este período, e para além da atividade normal do teatro Rivoli, organiza o projeto Bairros - projeto de criação artística com crianças de bairros desfavorecidos, a Festa na Baixa, conjunto de atividades de animação e divulgação do património da Baixa do Porto, o Capicua 2002, Ciclo de programação comissariado por Eduardo Prado Coelho, o Pontapé de Saída, ciclo de programação de encontro entre as artes e o futebol, no âmbito do Euro 2004, Colóquio Encenação do Passado, com Marc Augé, Vítor Oliveira Jorge, Jorge Freitas Branco, Nuno Carinhas, Abertura da Livraria do Rivoli, primeira livraria do Porto dedicada às Artes de Palco, Fundação da Sem Rede, Rede de Programação de Novo Circo, para a divulgação da disciplina de novo circo, integrada por 13 espaços culturais.

Integrou o Grupo de Trabalho para a Animação da Cidade durante o Euro 2004, criado pela Câmara Municipal do Porto para a coordenação da animação da cidade durante o Campeonato Europeu de Futebol e também a Comissão Executiva da exposição Homenagem a Fernando Galhano: 1904 -1994, na Biblioteca Almeida Garrett, em Novembro de 2004.

Realizou a Exposição Sala do Oriente de José Rodrigues Proposta para uma viagem, no Convento de S. Paio, Vila Nova de Cerveira, em Dezembro de 2006.

Em 2015, publicou a obra “Azulejos da Igreja da Misericórdia de Viana do Castelo. Representação das obras da Misericórdia”, através do qual deu-nos a conhecer o magnífico património azulejar da autoria de Policarpo de Oliveira Bernardes, um dos maiores azulejistas do século XVII, obra esta editada pela Santa Casa da Misericórdia de Viana do Castelo.

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 23:23
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CASCAIS RECEBE ENCONTRO ENTRE AUTARCAS PORTUGUESES E SUECOS

Experiências Participativas de Braga partilhadas com autarcas suecos. Braga em destaque em iniciativa de intercâmbio de autarquias portuguesas e suecas

Uma comitiva de 40 eleitos locais da Suécia, liderada por Paul Lindvall, membro da direção da SALAR – Swedish Association of Local Authorities and Regions (Associação Sueca de Autoridades Locais e Regiões) esteve em Portugal para conhecer experiências portuguesas de Orçamento Participativo. Foi neste âmbito que a Rede de Autarquias Participativas (RAP), e a Associação de Municípios e Regiões da Suécia (SALAR) assinaram em Cascais um protocolo de colaboração para a fomentar a troca de experiências entre os dois países sobre o tema dos Orçamentos Participativos.

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O programa deste intercâmbio e partilha de experiências entre autarquias portuguesas e suecas incluiu a realização de um Fórum de apresentação de experiências participativas, onde Braga marcou presença e assim expôs aos colegas suecos as experiências bracarenses de dinamização e crescimento da participação cívica dos nossos munícipes.

António Barroso, representou o Município de Braga e com a sua apresentação estimulou ainda mais os autarcas suecos a apostarem na democracia participativa. O Orçamento Participativo, o Orçamento Participativo Escolar, o Orçamento Jovem “Tu decides”, A iniciativa “Nós Propomos”, o lançamento de “concursos de ideias”, a realização de diversas “sessões públicas de esclarecimento”, a disponibilização da “Provedoria do Munícipe”, o “Parlamento Concelhio Jovem”, a auscultação de diversos “conselhos consultivos” e a a realização de sessões da Assembleia Municipal e de reuniões de Câmara Municipal descentralizadas pelo concelho, foram realizações apresentadas e explicadas às autarquias portuguesas e suecas presentes em Cascais.

“É regozijante ver reconhecido uma vez mais o trabalho que vimos desenvolvendo e que merece realce e destaque não só a nível nacional, mas para partilhar com parceiros europeus, neste caso concreto autarcas suecos. A Suécia tem uma das democracias mais desenvolvidas e maduras do mundo, mas as experiências participativas ainda estão a dar os primeiros passos. Tivemos aqui uma excelente oportunidade para partilhar as nossas ações de mobilização cívica, que este executivo municipal vem implementando desde 2014 e que já apresentam uma qualidade apreciável, motivo para os convites a partilharmos com o país e o mundo” afirmou António Barroso, continuando “A Democracia Participativa é uma das marcas distintivas desta nova gestão municipal, onde os Bracarenses são o foco e o centro da auscultação e da resolução dos seus problemas na forma mais direta possível.”

Paul Lindvall, Membro da Direção da SALAR – Swedish Association of Local Authorities and Regions (Associação Sueca de Autoridades Locais e Regiões), referiu “para nós foi uma experiência muito enriquecedora. Utilizamos algumas ferramentas de cidadania participativa nas nossas zonas, mas não iguais a estas. É interessante ver como tudo se processa para podermos inovar.”

Orçamento Participativo 2018 está a decorrer

A edição de 2018 do Orçamento Participativo de Braga está a decorrer com o seguinte calendário:

2 a 28 de Maio – Apresentação de propostas

Os cidadãos são convidados a apresentar propostas sobre o que pretendem ver promovido ou executado pela Câmara Municipal.

29 de Maio a 5 de Junho – Análise técnica pelos serviços municipais

As propostas serão objecto de análise técnica fundamentada pelos serviços municipais, que verificarão se são ou não elegíveis. Se o forem, adaptam-nas a projectos que serão sujeitos a votação no portal do Orçamento Participativo.

6 a 9 de Junho – Período de reclamações

Os cidadãos podem reclamar no momento em que for publicada a lista provisória de projectos.

12 a 16 de Junho – Decisão sobre as reclamações

Durante este período os serviços municipais analisam e respondem às reclamações apresentadas.

20 de Junho a 18 de Julho – Votação dos projectos

Os projectos serão submetidos à votação dos cidadãos do município.

20 de Junho a 3 de Julho – 1.ª Fase de votação dos projectos

Na primeira fase da votação, cada cidadão vota em seis projectos, escolhendo o projecto considerado mais importante em cada uma das seis áreas em que as propostas podem ser apresentadas.

4 a 18 de Julho – 2.ª Fase de votação dos projectos

Na segunda fase, cada cidadão escolhe um projecto entre os trinta apurados na primeira fase.

Entre 19 e 21 de Julho - Apresentação pública dos projectos vencedores

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publicado por Carlos Gomes às 21:31
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BENFICA RECEBE FESTIVAL DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 12:34
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GRUPO ETNOGRÁFICO DA AREOSA DÁ COR AO MOSTEIRO DOS JERÓNIMOS

O Grupo Etnográfico da Areosa, de passagem por Lisboa e após uma actuação na localidade da Brandoa, não quis deixar de registar em fotografia a sua presença junto ao Mosteiro dos Jerónimos quando decorria precisamente o desfile da Máscara Ibérica.

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Como é compreensível, não participou no desfile da máscara ibérica uma vez que este é dedicado exclusivamente à representação dos rituais e tradições do carnaval pagão que se procuram conservar através da tradição popular. Porém, acaba por constituir um forte apelo a que se proceda à recuperação no Minho desses costumes ancestrais através do seu estudo e reconstituição etnográfica.

Fundado em 1966, o Grupo Etnográfico da Areosa é justamente considerado um dos mais lídimos representantes do folclore português da região de Viana do Castelo. O grupo distingue-se pelo seu traje vermelho característico vulgarmente designado por “traje à vianesa”.

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 09:16
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Sábado, 6 de Maio de 2017
CASA DO MINHO EM LISBOA REALIZA ALMOÇO PICA NO CHÃO

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publicado por Carlos Gomes às 22:38
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JOÃO ALPUIM BOTELHO PROFERE AMANHÃ EM LOURES PALESTRA SOBRE O TRAJE À LAVRADEIRA DO ALTO MINHO

A iniciativa é do Grupo de Folclore Verde Minho e realiza-se amanhã no em Loures

“O Uso do Traje à Lavradeira: os Afectos e as Regras” é o tema da palestra que o Dr. João Alpuim Botelho vai proferir no próximo dia 7 de Maio, a partir das 15 horas, em Loures, a convite do Grupo Folclórico Verde Minho. A iniciativa é aberta ao público em geral e deverá ter lugar no auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, junto ao Parque da Cidade, a contar com a presença de representantes do município de Loures, entidades ligadas ao folclore e ao regionalismo minhoto, conhecidos museólogos, etnólogos e outros estudiosos do nosso folclore.

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A iniciativa é aguardada com grande expectativa, tratando-se o palestrante além do mais, anterior director do Museu do Traje de Viana do Castelo e um dos autores da obra “Uma Imagem da Nação – Traje à Vianesa”, editado pela Câmara Municipal de Viana do Castelo, sendo actualmente responsável pelo Museu Bordalo Pinheiro, da Câmara Municipal de Lisboa.

João Alpuim Botelho nasceu em 1967, em Viana do Castelo. Licenciado em História (FLL, 1989), possui o Mestrado em Museologia, tendo defendido uma tese sobre “Panorama Museológico do Alto Minho” (U.N.L., 2007).

Desde 1991, trabalha na Câmara Municipal de Viana do Castelo e, desde 1999, foi responsável pelo Museu do Traje, criado em 1997, com a gestão e direção da instalação e processo de adesão à Rede Portuguesa de Museus concluído em 2004.

No âmbito da sua atividade no Museu do Traje realizou cerca de 20 exposições de temática etnográfica, ligada à investigação e pesquisa da vida rural tradicional e da identidade alto minhota.

Publicou, entre catálogos e artigos, cerca de 50 trabalhos sobre a mesma temática. Destes trabalhos relevo a edição de Uma Imagem da Nação, O Traje à Vianesa, com Benjamim Pereira e António Medeiros (ed CMVC, 2009)

Ainda no âmbito dos Museus desenvolvi um conjunto de Núcleos Museológicos situados nas freguesias do Concelho de Viana do Castelo, que dispõe de cinco em funcionamento (Moinhos de Vento de Montedor, em Carreço; Moinhos de Água, em S.L. Montaria; do Pão, em Outeiro; do Sargaço, em Castelo de Neiva; das actividades Agro-Marítimas, em Carreço) estando esta rede em permanente alargamento.

Desde Julho de 2009 sou Chefe de Divisão de Museus da Câmara Municipal de Viana do Castelo, tendo a meu cargo dois Museus que integram a Rede Portuguesa de Museus: o Museu de Arte e Arqueologia e o Museu do Traje

Iniciou a sua vida profissional no Centro Nacional de Cultura com Helena Vaz da Silva, no Dep de Divulgação Patrimonial em 1990/91. Entre 1995 e 2002 deu aulas no Curso de Turismo da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do IPVC de História de Artes e Ofícios Tradicionais, Animação Cultural e Património e Museologia.

Entre 2002 e 2005, foi Diretor Executivo da Culturporto – associação de produção cultural privada, financiada pela Câmara Municipal do Porto, responsável pela gestão do Teatro Rivoli e pela Animação da Cidade. Durante este período, e para além da atividade normal do teatro Rivoli, organiza o projeto Bairros - projeto de criação artística com crianças de bairros desfavorecidos, a Festa na Baixa, conjunto de atividades de animação e divulgação do património da Baixa do Porto, o Capicua 2002, Ciclo de programação comissariado por Eduardo Prado Coelho, o Pontapé de Saída, ciclo de programação de encontro entre as artes e o futebol, no âmbito do Euro 2004, Colóquio Encenação do Passado, com Marc Augé, Vítor Oliveira Jorge, Jorge Freitas Branco, Nuno Carinhas, Abertura da Livraria do Rivoli, primeira livraria do Porto dedicada às Artes de Palco, Fundação da Sem Rede, Rede de Programação de Novo Circo, para a divulgação da disciplina de novo circo, integrada por 13 espaços culturais.

Integrou o Grupo de Trabalho para a Animação da Cidade durante o Euro 2004, criado pela Câmara Municipal do Porto para a coordenação da animação da cidade durante o Campeonato Europeu de Futebol e também a Comissão Executiva da exposição Homenagem a Fernando Galhano: 1904 -1994, na Biblioteca Almeida Garrett, em Novembro de 2004.

Realizou a Exposição Sala do Oriente de José Rodrigues Proposta para uma viagem, no Convento de S. Paio, Vila Nova de Cerveira, em Dezembro de 2006.



publicado por Carlos Gomes às 11:50
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Quinta-feira, 4 de Maio de 2017
JOÃO ALPUIM BOTELHO PROFERE EM LOURES PALESTRA SOBRE O TRAJE À LAVRADEIRA DO ALTO MINHO

A iniciativa é do Grupo de Folclore Verde Minho e realiza-se no próximo dia 7 de Maio

“O Uso do Traje à Lavradeira: os Afectos e as Regras” é o tema da palestra que o Dr. João Alpuim Botelho vai proferir no próximo dia 7 de Maio, a partir das 15 horas, em Loures, a convite do Grupo Folclórico Verde Minho. A iniciativa é aberta ao público em geral e deverá ter lugar no auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, junto ao Parque da Cidade, a contar com a presença de representantes do município de Loures, entidades ligadas ao folclore e ao regionalismo minhoto, conhecidos museólogos, etnólogos e outros estudiosos do nosso folclore.

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A iniciativa é aguardada com grande expectativa, tratando-se o palestrante além do mais, anterior director do Museu do Traje de Viana do Castelo e um dos autores da obra “Uma Imagem da Nação – Traje à Vianesa”, editado pela Câmara Municipal de Viana do Castelo, sendo actualmente responsável pelo Museu Bordalo Pinheiro, da Câmara Municipal de Lisboa.

João Alpuim Botelho nasceu em 1967, em Viana do Castelo. Licenciado em História (FLL, 1989), possui o Mestrado em Museologia, tendo defendido uma tese sobre “Panorama Museológico do Alto Minho” (U.N.L., 2007).

Desde 1991, trabalha na Câmara Municipal de Viana do Castelo e, desde 1999, foi responsável pelo Museu do Traje, criado em 1997, com a gestão e direção da instalação e processo de adesão à Rede Portuguesa de Museus concluído em 2004.

No âmbito da sua atividade no Museu do Traje realizou cerca de 20 exposições de temática etnográfica, ligada à investigação e pesquisa da vida rural tradicional e da identidade alto minhota.

Publicou, entre catálogos e artigos, cerca de 50 trabalhos sobre a mesma temática. Destes trabalhos relevo a edição de Uma Imagem da Nação, O Traje à Vianesa, com Benjamim Pereira e António Medeiros (ed CMVC, 2009)

Ainda no âmbito dos Museus desenvolvi um conjunto de Núcleos Museológicos situados nas freguesias do Concelho de Viana do Castelo, que dispõe de cinco em funcionamento (Moinhos de Vento de Montedor, em Carreço; Moinhos de Água, em S.L. Montaria; do Pão, em Outeiro; do Sargaço, em Castelo de Neiva; das actividades Agro-Marítimas, em Carreço) estando esta rede em permanente alargamento.

Desde Julho de 2009 sou Chefe de Divisão de Museus da Câmara Municipal de Viana do Castelo, tendo a meu cargo dois Museus que integram a Rede Portuguesa de Museus: o Museu de Arte e Arqueologia e o Museu do Traje

Iniciou a sua vida profissional no Centro Nacional de Cultura com Helena Vaz da Silva, no Dep de Divulgação Patrimonial em 1990/91. Entre 1995 e 2002 deu aulas no Curso de Turismo da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do IPVC de História de Artes e Ofícios Tradicionais, Animação Cultural e Património e Museologia.

Entre 2002 e 2005, foi Diretor Executivo da Culturporto – associação de produção cultural privada, financiada pela Câmara Municipal do Porto, responsável pela gestão do Teatro Rivoli e pela Animação da Cidade. Durante este período, e para além da atividade normal do teatro Rivoli, organiza o projeto Bairros - projeto de criação artística com crianças de bairros desfavorecidos, a Festa na Baixa, conjunto de atividades de animação e divulgação do património da Baixa do Porto, o Capicua 2002, Ciclo de programação comissariado por Eduardo Prado Coelho, o Pontapé de Saída, ciclo de programação de encontro entre as artes e o futebol, no âmbito do Euro 2004, Colóquio Encenação do Passado, com Marc Augé, Vítor Oliveira Jorge, Jorge Freitas Branco, Nuno Carinhas, Abertura da Livraria do Rivoli, primeira livraria do Porto dedicada às Artes de Palco, Fundação da Sem Rede, Rede de Programação de Novo Circo, para a divulgação da disciplina de novo circo, integrada por 13 espaços culturais.

Integrou o Grupo de Trabalho para a Animação da Cidade durante o Euro 2004, criado pela Câmara Municipal do Porto para a coordenação da animação da cidade durante o Campeonato Europeu de Futebol e também a Comissão Executiva da exposição Homenagem a Fernando Galhano: 1904 -1994, na Biblioteca Almeida Garrett, em Novembro de 2004.

Realizou a Exposição Sala do Oriente de José Rodrigues Proposta para uma viagem, no Convento de S. Paio, Vila Nova de Cerveira, em Dezembro de 2006.



publicado por Carlos Gomes às 21:54
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Domingo, 30 de Abril de 2017
BENFICA RECEBE FOLCLORE DE PORTUGAL

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publicado por Carlos Gomes às 10:55
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Terça-feira, 25 de Abril de 2017
PARÓQUIA DO LUMIAR CELEBRA PASCOELA À MODA DO MINHO

Realizou-se anteontem em Lisboa o tradicional compasso pascal tendo a cruz sido dada a beijar aos minhotos que afluíram à Casa do Minho.

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Em domingo de Pascoela, a zona de Telheiras despertou de uma forma diferente da habitual. Os mordomos, com as suas opas vermelhas, levavam consigo a cruz florida, a sineta e a caldeirinha, logo seguidos de uma pequena multidão que, na sua fé, não dispensaram também o acompanhamento dos bombos e das concertinas, à boa maneira minhota.

Já na sede daquela instituição regionalista, a cruz foi dada a beijar aos presentes, tendo as celebrações pascais sido presididas pelo Padre João Caniço, Pároco do Lumiar onde a Casa do Minho se encontra sediada.

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publicado por Carlos Gomes às 08:37
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Domingo, 23 de Abril de 2017
CASA DO CONCELHO DE ARCOS DE VALDEVEZ: 62 ANOS DE REGIONALISMO EM LISBOA!

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publicado por Carlos Gomes às 00:13
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Sábado, 22 de Abril de 2017
CASA DO MINHO EM LISBOA CELEBRA A PASCOELA

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publicado por Carlos Gomes às 12:08
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