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Sábado, 16 de Setembro de 2017
BANDAS FILARMÓNICAS PEREGRINAM A FÁTIMA

Fátima convida à festa e fala-nos de um Deus que "dá sentido à dor e abre horizontes ao amor”, afirma o Pe. Vítor Coutinho

Na Missa da Peregrinação Jubilar das Bandas Filarmónicas foi tocada a marcha “Fátima”, da autoria do maestro Amílcar Reis, em estreia absoluta

O Santuário de Fátima acolheu este sábado a Peregrinação Jubilar das Bandas Filarmónicas, com a presença de 35 bandas e, durante a Missa, no Recinto de Oração, o vice-reitor do Santuário sublinhou a importância da música na vida das pessoas e da igreja em particular.

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“A música põe-nos em sintonia com os irmãos e ajuda-nos a rezar todos juntos como sendo um só corpo, como assembleia orante. A música torna o nosso louvor mais solene e desperta em nós emoções que nos abrem horizontes novos”, disse o Pe. Vítor Coutinho.

A partir de uma citação do papa Bento XVI, na qual afirma que a música nasce da experiência do amor e da dor e da experiência do encontro com Deus, o sacerdote sublinhou a importância da música e do canto em Fátima “porque sem música e sem canto ficamos mais distantes da experiência que aqui nos é oferecida”.

Na homilia da Missa celebrada durante a Peregrinação Jubilar das Bandas Filarmónicas, uma iniciativa integrada nas celebrações do Centenário das Aparições, que reuniu na Cova da Iria mais de 1600 músico, provenientes de 13 dioceses de Portugal continental, o vice-reitor do Santuário elogiou a presença das bandas filarmónicas  que “faz suscitar um belo ambiente de festa e reforça a alegria da celebração”.

“Em Fátima há sempre um convite à festa, porque nos sentimos em casa e porque a vida ganha aqui outro sabor”, acrescentou sublinhando que “é festa porque junto do Coração de Maria experimentamos de forma renovada a alegria de nos entregarmos a Deus, ao Deus que nunca nos abandona”.

A partir do Evangelho deste Sábado, que nos apresenta Jesus, crucificado, acompanhado por Maria, Sua Mãe, pelo discípulo amado (João) e por algumas mulheres que se mantiveram fiéis à relação que tinham com o Senhor, o sacerdote  afirmou que a cruz  "é imagem de todos os dramas da história" e representa "todos os humilhados e sofredores do mundo" bem como os que "se sentem longe de Deus ou  os que duvidam da Sua presença".

 “A dúvida sobre a força do amor também nos atormenta a nível pessoal, caros Amigos. Quem de nós não deseja ter alguém na vida com quem possa contar sempre? Quem de nós não deseja viver amores e amizades de fidelidade inquestionável?”, interpelou o sacerdote sublinhando a importância de compreendermos que a vida é feita de adversidades – “a cruz diz-nos que o amor implica a dor”- mas Deus “nunca abandona os que ama”.

“Tal como o Evangelho, Fátima fala-nos de amor e de sofrimento e fala-nos do Deus que dá sentido à dor e abre horizontes ao amor”, disse o Pe. Vítor Coutinho.

O vice-reitor do Santuário lembrou a terceira parte do chamado Segredo de Fátima, que fala de um povo que caminha em direção a uma cruz, ao lado da qual está Nossa Senhora, destacando que a figura da Mãe de Deus junto à cruz “é imagem daquilo que acontece na realidade: nas cruzes da vida humana, Maria está sempre presente, com o seu cuidado materno, a garantir-nos que Deus não deixa de nos acompanhar com o seu amor terno”.

“Também em Fátima, Maria é a Mãe junto à cruz: é Aquela que se coloca ao lado da humanidade destruída pelo ódio e ferida por tantas dores. Em Fátima, Maria é a Mãe que se apresenta com um coração capaz de acolher todas as nossas preces, com um coração onde nos podemos refugiar e onde encontramos consolo" disse ainda.

“Em Fátima, a Virgem Maria reforça em nós a certeza de que o nosso Deus é Alguém com quem podemos contar sempre: Ele não desiste da humanidade e nada O fará afastar-se de nós, de cada um de nós. Em Fátima, Maria mostra-nos um Deus que se preocupa com os aflitos da humanidade e com a humanidade aflita. Temos um Deus que se aflige e preocupa, um Deus que tem coração, um Deus que «enxuga as nossas lágrimas»”.

Durante a Missa foi tocada a marcha ‘Fátima’, da autoria do capitão Amílcar Morais, em estreia por esta ocasião.

Em nota explicativa, o autor realça que “a mensagem de Fátima traz não só a mensagem da alegria e convite à conversão, mas é também um desafio da fé vivida e testemunhada”.

Um dos momentos mais singulares desta celebração no Recinto de Oração foi o acompanhamento do andor de Nossa Senhora- na entrada e no adeus- por duas filarmónicas, constituídas por 70 músicos cada uma, representando todas as filarmónicas presentes na Peregrinação Jubilar.

No período da manhã, decorreram os desfiles fora do Santuário, em dois pontos distintos, dos quais partiram as bandas: Rotunda da Rodoviária Nacional e Rotunda de Santo António, a norte e a sul, respetivamente.

Os desfiles culminaram na Capelinha das Aparições, onde cada banda fez a sua saudação individual. Ao final da manhã, as Bandas foram acolhidas na Capelinha e em conjunto tocaram três temas de saudação a Nossa Senhora: “Bendizemos o teu nome”, “Sobre os braços da Azinheira” e o refrão do “Hino do Centenário”.

Na ocasião,  o vice-reitor do Santuário afirmou que a celebração deste Centenário ficaria incompleta se não houvesse um momento de festa como este.

“Como poderia a celebração deste Centenário não contar também com esta vossa presença, de bandas filarmónicas, que todas as semanas, por todo o País contribuem para o ambiente de festa de tantas comunidades e ajudam muitas comunidades cristãs a celebrar as festas da sua fé?”, interpelou o Pe. Vitor Coutinho.

“Com arte e com alma, «com a tuba e a trombeta», como diz a Sagrada Escritura, elevaremos ao Senhor uma prece de gratidão e de louvor”, prosseguiu destacando, por outro lado, que “celebrar aquilo que alimenta a nossa alma e que preenche o nosso coração faz-nos olhar com confiança para o futuro e dá força à nossa esperança”.

“Façamos festa, com tudo o que temos e somos. Celebremos na alegria a bondade do Senhor”, exortou o vice-reitor.



publicado por Carlos Gomes às 17:08
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Quinta-feira, 14 de Setembro de 2017
A EXISTÊNCIA INTERMITENTE DOS HUMBOLD EM “CHEGADAS E PARTIDAS”

No mundo globalizado em que vivemos, estar é um privilégio. Por norma, ou acabámos de chegar ou estamos a partir rumo a um outro destino, onde nos esperam novos rostos e desafios. É por entre viagens que encontramos “Chegadas e Partidas”, o mais recente single da banda brasileira Humbold.

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Extraído do recém-editado EP “II”, este é mais um tema onde a força e a profundidade do Rock Alternativo brasileiro vem ao de cima. Depois de se estrearem com o single “Tempos Difíceis”, os Humbold de Guilherme, Lorena, Anderson e Guilherme Breda dão um novo passo rumo ao futuro sob a mão da Music For All.

Decorria o ano de 2014 quando Guilherme de Paula deu início aquela que se tornaria na maior aventura da sua vida. Tolhido pelo frenesim da vida pessoal e profissional encontrou no mundo da música o escape perfeito para onde canalizar a sua energia criativa.

Logo nesta fase inicial aconteceu a primeira adição ao projeto: Lorena Lima, baixista. Depois de alguns meses de trabalho em conjunto nascia o conceito assim como as primeiras músicas. Guilherme refere frequentemente que os Humbold “não são uma banda, mas um projeto em comum, uma ideia que pretendemos concretizar”.

Tendo isto em mente a dupla iniciou a sua busca por músicos para o projeto, dando assim o derradeiro passo desta fase inicial. Foi assim que à guitarra e voz de Guilherme de Paula, e ao baixo de Lorena, juntaram-se a bateria de Anderson Freitas e a guitarra de Guilherme Breda.

Nascia assim o projeto “Entre Mares” – uma odisseia de três EP’s, onde cada um teria uma abordagem temática, musical e visual própria: “I” abordaria o sentimento de ausência; “II” os mecanismos de fuga que adotamos ao lidar com a perda, a raiva e a negação e “III” incidirá sobre a aceitação enquanto desfecho do processo de transição. E se “I” foi lançado em 2016 já “II” e “III” têm ambos data de lançamento previstas para 2017.

Foi já com a formação completa que decorreram as primeiras gravações. Nesses serões musicais, pautados pelo desejo de criar algo único, aconteceu música, estabeleceram-se laços, criaram-se amizades. O conceito que antes não passava de algo teórico e inatingível havia-se tornado realidade. A ideia foi colocada em prática e o projeto agora era uma banda. A ambição cresceu, os objetivos mudaram e a banda passava agora a chamar-se Humbold.

Foi já com este novo rumo traçado que a banda investiu não só na gravação dos dois EP’s acima mencionados como também na criação de novos temas. Este ano de formação originou diversos concertos a nível regional e nacional, levando os Humbold a pisar inúmeros palcos por

todo o Brasil.

Foi neste contexto que aconteceu a estreia dos Humbold junto do público português. O single “Tempos Difíceis” foi a primeira amostra do EP “I” (2016), sendo a segunda amostra o tema “Chegadas e Partidas”, extraído do recém-editado EP “II” (2017). O que o futuro trará ninguém sabe mas daqui teremos sempre asseguradas grandes doses de talento, criatividade e amizade!


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publicado por Carlos Gomes às 20:07
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Quarta-feira, 13 de Setembro de 2017
SALMAR REGRESSA EMBALADO POR “O TEMPO NÃO ESPERA”

Salmar é um daqueles intérpretes especiais com o raro dom de nos envolver nas suas obras de forma orgânica. A ele já devemos as baladas “Invade-me a Alma” e “Inventar O Teu Amor”, provando que o romantismo de outras eras ainda existe entre nós. Agora regressa com “O Tempo Não Espera”, poderosa criação onde o amor continua a ser o mote, mas com uma urgência de viver que até aqui não tínhamos experienciado.

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Todos os temas pertencem a “Inquietação”, disco de estreia do cantor, compositor e músico oriundo de Peniche. Este é um trabalho embebido pela sonoridade pop que conquista e apaixona, estando já disponível nas principais plataformas digitais através do selo da Music For All.

Nasceu sob o nome de Filipe Ferreira, mas é como Salmar que sobe a palco. Sempre sentiu a música como uma extensão de si mesmo, uma forma alternativa de comunicar e expressar os seus pensamentos, atos e desejos.

Cedo se tornou adquirido que seguiria pelo atribulado, e emocionante, trilho que pode ser o mundo da música. Na hora de escolher um nome artístico honrou a terra que o viu nascer, Peniche e, acima de tudo, a forte ligação ao mar. Não é, portanto, ao acaso que hoje o chamamos de Salmar!

Passada uma década e meia e mais de quinhentos concertos por todo o país tomou uma decisão: apostaria verdadeiramente na sua carreira a solo. Consolidou, assim, o desejo e a promessa de escrever, compor e cantar temas seus e só seus.

A consequência natural desta resolução é o lançamento do seu álbum de estreia, “Inquietação”. Editado em 2017, já viu serem extraídos os singles “Invade-me a Alma”, “Inventar o Teu Amor” e o recente “O Tempo Não Espera”. 2017 é o ano em que Salmar dá, definitivamente, o salto rumo ao infinito.


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publicado por Carlos Gomes às 20:09
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LOURES VAI RECEBER CANTARES AO MENINO

Cartaz cantares ao Menino



publicado por Carlos Gomes às 02:48
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Terça-feira, 12 de Setembro de 2017
CAMARÁ E JOSÉ EDUARDO AGUALUSA JUNTOS EM “BONSAI”

Depois do fraterno “Há Braço” com que se estrearam junto do público português, é tempo de um novo capítulo na história dos Camará. O segundo single do projeto de Victor Cremasco e Raphael Amoroso dá pelo nome de “Bonsai”, aborda a força do tempo na arquitetura da vida e das canções. Para além de dar nome a este álbum, conta ainda com outra particularidade: tem a participação especial do premiado escritor angolano José Eduardo Agualusa.

Camará_Promo

Em “Bonsai” temos mais um melífluo pedaço de Música Popular Brasileira (MPB), faceta complementada com influências e sonoridades de outros pontos de globo, tornando este projeto verdadeiramente único. Para o mês de Outubro, antecipa-se uma digressão nacional com o condão da Music For All, que levará a dupla brasileira a estrear-se nos palcos europeus.

Conheçam as datas e locais da digressão:

06.10 | Espelho d’Água, Lisboa, 22h, 5€

07.10 | Auditório Carlos Paredes, Lisboa, 22h, 5€

Os Camará são um duo de MPB composto por Victor Cremasco (voz) e Raphael Amoroso (violão). Em 2012, a ilustração singela e minimalista de um barquinho sinalizava o zarpar dos Camará. Puros, simples e honesto, esse barquinho estampava a capa do primeiro disco, que nasceu à imagem e semelhança dos seus criadores.

Três anos depois, o barquinho dá lugar a um bonsai. A aventura do mar dá lugar à segurança da terra. A retidão da vela dá lugar às ramificações complexas e intermináveis da árvore em miniatura. Dois símbolos que, vistos em perspetiva, representam o processo de amadurecimento de Victor e Raphael nas suas letras, acordes e arranjos.

Neste novo álbum, a dupla navega por um mosaico de ritmos, entre a cadência dramática do samba “Gracias”, a elegância da bossa “O Homem, a Pedra e o Céu”, a delicadeza de “Valsa pra Lua”, o percurso sentimental de “Quarta-Feira”, o canto ensolarado de “Há Braço” ou o grito silencioso de “Chão”.

As ilustrações e o projeto gráfico do disco têm o cunho do artista e designer Fabio Issao, que se baseou no pontilhismo para representar que toda a forma final nasce da paciência do tempo em colecionar e organizar a poeira cósmica. O todo e as partes em profunda harmonia.

Em “Bonsai” a banda é acompanhada pelo multi-instrumentista Roberto Federicci, pelo baixista Jorginho da Silva e pelo baterista Ruiz Mattos. O disco também conta com participações da cantora Thais Bonizzi (em “Samba do Chá”) e do guitarrista Tuco Marcondes, responsável pelo requinto em “Chão”.

Fundindo várias inspirações que lhes chegam dos diversos quadrantes da Música Popular Brasileira (MPB), entre elas o samba e a bossa-nova, os Camará são o resultado da soma de dois poetas por acidente e músicos por acaso.

Ora barco, ora bonsai, Victor Cremasco e Raphael Amoroso fazem dos Camará o fruto da sua amizade.


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publicado por Carlos Gomes às 14:51
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Sexta-feira, 8 de Setembro de 2017
BANDAS FILARMÓNICAS PEREGRINAM A FÁTIMA

Santuário de Fátima acolhe 1750 músicos em Peregrinação Jubilar das Bandas Filarmónicas. Iniciativa inserida nas celebrações do Centenário das Aparições vai encher Cova da Iria de música

O Santuário de Fátima acolhe no próximo dia 16 de setembro, a Peregrinação Jubilar das Bandas Filarmónicas. A iniciativa inserida nas celebrações do Centenário das Aparições de Fátima, vai trazer cerca de 40 bandas filarmónicas com 1750 músicos à Cova da Iria. Estas quatro dezenas de bandas são oriundas de 16 dioceses de Portugal.

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Em declarações à Sala de Imprensa do Santuário de Fátima, o Pe. Joaquim Ganhão, coordenador da peregrinação, desafia todos os peregrinos a “virem cantar as maravilhas de Deus”, neste ano que tem sido vivido com um “grande Magnificat”.

“As bandas filarmónicas têm no nosso país uma missão e um lugar muito significativo de missão com a Igreja e sobretudo com a piedade mariana. Muitas das festas que de norte a sul acontecem são festas dedicadas a Nossa Senhora e muitas dessas bandas participam nessas procissões e ainda tocam nas igrejas e missas”, explicou o Pe. Joaquim Ganhão.

Segundo o coordenador, “será um dia atípico naquilo que é a normal vivência do Santuário de Fátima, o que mostra o interesse e a atenção para com esta peregrinação”.

Este dia dividir-se-á em dois momentos: a manhã dedicada aos desfiles e saudações individuais, e a tarde dedicada à eucaristia no Recinto de Oração.  

No período da manhã, os desfiles iniciarão fora do Santuário, em dois pontos distintos, dos quais partirão as bandas em direção ao Santuário: Rotunda da Rodoviária Nacional e Rotunda de Santo António, a norte e a sul do Santuário, respetivamente.

“Esta iniciativa vai encher a cidade de música ao longo de toda a manhã, expressão de que este Centenário tem sido vivido em festa, não só em Fátima, mas na Igreja e no Santuário. Um dos objetivos era levar a expressão sonora além dos limites do Santuário”, disse o Pe. Joaquim Ganhão.

O Parque nº 12, com localização centralizada relativamente aos dois pontos referidos, estará reservado aos autocarros e viaturas que transportem intervenientes na peregrinação. Partindo do parque nº 12, as bandas deslocar-se-ão, a pé, até aos pontos de partida dos desfiles.

Os desfiles culminarão na Capelinha das Aparições, onde cada banda fará a sua saudação individual.

Às 12:00 haverá uma saudação conjunta na Capelinha das Aparições, com três músicas: “Bendizemos o teu nome”; “Sobre os braços da Azinheira” e o refrão do “Hino do Centenário”.

Após o tempo livre para almoço decorrerá a eucaristia, às 15:00, no Recinto de Oração. As bandas acompanharão musicalmente durante a missa apenas a procissão de entrada e de saída da Imagem de Nossa Senhora.

Vão integrar a procissão de entrada e a procissão final cerca de 160 músicos, de todas as 40 bandas presentes.  

Durante a celebração vai soar a marcha “Fátima”, da autoria do Capitão Amílcar Morais, em estreia por esta ocasião. Segundo a nota do autor “esta mar­a solene escrita para banda filarmónica é uma composição musical com propositada abordagem ao modo dórico, linguagem musical gregoriana que faz parte da essência do canto monódico da liturgia da Igreja”.

“A mensagem de Fátima traz não só a mensagem da alegria e convite à conversão, mas é também um desafio da fé vivida e testemunhada. A música ajuda a testemunhar isso mesmo, por ser um veículo privilegiado, vejamos a experiencia do Francisco com a sua flauta e mesmo a Bíblia convida a louvar o Senhor ao som da música”, conclui o coordenador.

Para o Pe. Vitor Coutinho, Coordenador da Comissão Organizadora do Centenário das Aparições de Fátima, “pareceu ao Santuário de Fátima que seria significativo convidar para uma peregrinação jubilar todas as bandas filarmónicas do nosso País. As bandas filarmónicas são instituições com uma história exemplar de serviço à comunidade, de ensino da música e de participação na vida de muitas paróquias, nomeadamente nas festas e celebrações religiosas”.

“O programa inclui, para além das celebrações litúrgicas, um momento único de congregação de bandas filarmónicas, no local onde há 100 anos a Virgem Maria apareceu aos Pastorinhos, com o propósito de louvar o Senhor”, reitera o Pe. Vitor Coutinho.

Recorde-se que no passado dia 17 de junho, o Santuário de Fátima convidou os coros litúrgicos a uma peregrinação jubilar onde foi estreada a obra «Magnificat», do compositor Fernando Lapa, no âmbito da celebração do Centenário das Aparições de Nossa Senhora. 



publicado por Carlos Gomes às 19:03
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CAMARÁ E JOSÉ EDUARDO AGUALUSA JUNTOS EM “BONSAI”

Depois do fraterno “Há Braço” com que se estrearam junto do público português, é tempo de um novo capítulo na história dos Camará. O segundo single do projeto de Victor Cremasco e Raphael Amoroso dá pelo nome de “Bonsai”, aborda a força do tempo na arquitetura da vida e das canções. Para além de dar nome a este álbum, conta ainda com outra particularidade: tem a participação especial do premiado escritor angolano José Eduardo Agualusa.

Camará_Promo

Em “Bonsai” temos mais um melífluo pedaço de Música Popular Brasileira (MPB), faceta complementada com influências e sonoridades de outros pontos de globo, tornando este projeto verdadeiramente único. Para o mês de Outubro, antecipa-se uma digressão nacional com o condão da Music For All, que levará a dupla brasileira a estrear-se nos palcos europeus.

Conheçam as datas e locais da digressão:

06.09 | Espelho d’Água, Lisboa, 22h, 5€

07.09 | Auditório Carlos Paredes, Lisboa, 22h, 5€

Os Camará são um duo de MPB composto por Victor Cremasco (voz) e Raphael Amoroso (violão). Em 2012, a ilustração singela e minimalista de um barquinho sinalizava o zarpar dos Camará. Puros, simples e honesto, esse barquinho estampava a capa do primeiro disco, que nasceu à imagem e semelhança dos seus criadores.

Três anos depois, o barquinho dá lugar a um bonsai. A aventura do mar dá lugar à segurança da terra. A retidão da vela dá lugar às ramificações complexas e intermináveis da árvore em miniatura. Dois símbolos que, vistos em perspetiva, representam o processo de amadurecimento de Victor e Raphael nas suas letras, acordes e arranjos.

Neste novo álbum, a dupla navega por um mosaico de ritmos, entre a cadência dramática do samba “Gracias”, a elegância da bossa “O Homem, a Pedra e o Céu”, a delicadeza de “Valsa pra Lua”, o percurso sentimental de “Quarta-Feira”, o canto ensolarado de “Há Braço” ou o grito silencioso de “Chão”.

As ilustrações e o projeto gráfico do disco têm o cunho do artista e designer Fabio Issao, que se baseou no pontilhismo para representar que toda a forma final nasce da paciência do tempo em colecionar e organizar a poeira cósmica. O todo e as partes em profunda harmonia.

Em “Bonsai” a banda é acompanhada pelo multi-instrumentista Roberto Federicci, pelo baixista Jorginho da Silva e pelo baterista Ruiz Mattos. O disco também conta com participações da cantora Thais Bonizzi (em “Samba do Chá”) e do guitarrista Tuco Marcondes, responsável pelo requinto em “Chão”.

Fundindo várias inspirações que lhes chegam dos diversos quadrantes da Música Popular Brasileira (MPB), entre elas o samba e a bossa-nova, os Camará são o resultado da soma de dois poetas por acidente e músicos por acaso.

Ora barco, ora bonsai, Victor Cremasco e Raphael Amoroso fazem dos Camará o fruto da sua amizade.


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publicado por Carlos Gomes às 03:12
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Quarta-feira, 6 de Setembro de 2017
PEDRO ALSAMA, AO VIVO, NO CINETEATRO DE RIO MAIOR

Depois de conhecermos “Sinking The Pleasure” e “A Wish”, singles retirados do álbum “Madrugada” chega finalmente a vez do Pedro Alsama partir para o palco. O disco combina influências indie e folk, criando uma sonoridade única num lançamento que teve o selo de qualidade da Music In My Soul.

Cineteatro

O cantor e compositor português vai apresentar-se no dia 9 de Setembro no Cineteatro de Rio Maior pelas 21H30. Os bilhetes para esta noite absolutamente imperdível estarão à venda muito em breve, pelo preço único de 5€.

Conheça a data:

09.09 | Cineteatro Rio Maior @ Rio Maior, 17h, 5€

Pedro Alsama é um projeto a solo existente desde 2000 – quase 18 anos de histórias musicadas e espalhadas ao longo de mais de 100 temas feitos pelo compositor de Rio Maior.

O Rock, o jazzístico, a poesia cantada, entre outros estilos, são experiências que Pedro leva a cabo na já sua longa carreira, pretendendo fazê-las chegar a um público mais abrangente.

Na primeira metade do milénio o cantautor assinou uma trilogia de discos a que chamou “The Anti-Music Machine”. “Childhood Stereotype” (2000), o capítulo inicial – obra ambiciosa de 20 temas construídos com guitarra acústica, elétrica, baixo e percussão - nasce do seu fascínio por “Kid A” dos Radiohead.

No segundo tomo, “The Dark Light at the End of the Tunnel It’s Growing” (2004), deixa-se abraçar pelas trevas, em temas que privilegiam a voz e o abstrato. Com o último “Hard on End” (2009), o título mais descomprometido e ambivalente da trilogia, o músico explora universos díspares que vão desde a pop, jazz e rock até ao experimentalismo.

Em 2015 Pedro Alsama editou um novo registo homónimo, que proporcionou canções como “Health” e “Shine”, num espetro mais derivativo da indie e folk rock. No último trimestre de 2016 o músico editou o seu mais recente álbum, “Madrugada”, antecedido pelos singles “Sinking the Pleasure” e “A Wish”.


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publicado por Carlos Gomes às 19:54
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PAULO BASTOS APRESENTA “DESAFIO”, AO VIVO, NAS FNAC

Depois dos showcases que levaram ao rubro a FNAC do Gaia Shopping e do MAR Shopping, Paulo Bastos embarca uma vez mais numa aventura musical em dose dupla. O cantor e compositor português, representado pela Music For All, apresentará ao vivo o álbum “Desafio”, registo do qual já foi extraído o tema-título e “O Que É Que Houve?”.

Paulo Bastos_Promo

A primeira paragem é na FNAC de Santa Catarina, no centro da cidade do Porto, pelas 18h, seguindo-se a FNAC do Norte Shopping quando o relógio marcar as 22h. O dia 9 de Setembro promete assim ser de muita música ou não fosse o norte do país exposto ao autêntico caldeirão onde Paulo Bastos torna possível um encontro entre o passado e o presente, criando uma inesperada, e viciante, relação cósmica.

Paulo Bastos faz jus ao ditado popular “De pequenino é que se torce o pepino”. É que se os seus dotes na cozinha são um mistério, já o seu talento para a música é sobejamente conhecido desde tenra idade.

Contava apenas com nove anos de vida quando iniciou a sua atividade musical e um ano depois já se tinha iniciado no estudo da guitarra, começando aí a trilhar um percurso que se adivinhada pródigo em sucessos e conquistas.

A sua estreia como solista de orquestra aconteceu tinha Paulo apenas vinte anos. O concerto para guitarra clássica e orquestra de Vivaldi em Ré M, com a Filarmónica das Beiras, no Teatro Aveirense, tornar-se-ia na primeira de muitas vezes em que dominaria por completo o palco e arrebataria o coração, e o espírito, do público presente!

Do seu extenso e completo percurso fazem parte o curso de guitarra clássica do Conservatório de Música de Coimbra e, posteriormente, o complemento no Conversatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian, onde terminou o 8º Grau/Ano; a Licenciatura em Engenharia Eletrónica e Telecomunicações, na Universidade de Aveiro; a Licenciatura em Ensino de Música na vertente de Guitarra Clássica, também em Aveiro; mais de uma dezena de cursos de aperfeiçoamento de Guitarra Clássica, muitos deles orientados por professores de renome internacional; diversos workshops de Jazz com profissionais, de reconhecido talento, das mais variadas nacionalidades.

Paralelamente dedicou-se, ainda que de forma autodidata, ao estudo de instrumentos tradicionais portugueses, como o Cavaquinho, a Gaita-de-Foles e a Guitarra Portuguesa, por exemplo, enriquecendo ainda mais o seu já de si extenso léxico de sonoridades.

Entre as diversas vezes que subiu a palco destaca a partilha de momentos únicos com nomes da música internacional como Siri Svegler, Stee Downes ou Hubert Tubbs.

Os seus espetáculos a solo incluem uma vertente tradicional, nas influências, sonoridades e instrumentos que o acompanham, e outra mais contemporânea e que se liga de forma directa à world music e às danças do mundo. É por entre temas originais, e alguns da música tradicional portuguesa, que Paulo Bastos percorre Portugal de lés-a-lés.

Em 2015 Paulo Bastos dá um passo crucial na sua carreira – avança para a composição, e gravação, do seu primeiro álbum a solo. “Desafio” é uma junção perfeita do cancioneiro popular com músicas originais, sendo ainda possível encontrar sonoridades pop/rock facilmente reconhecíveis, mas com uma roupagem completamente inesperada. Aqui o tom é meio de convite, meio de provocação, num misto de emoções e sentimentos que arrebatam todos os que partilham o gosto por esta arte a que chamamos de música.

Atualmente Paulo Bastos frequenta o Mestrado em Cavaquinho Português na vertente de Performance, na Universidade de Aveiro. De notar que este Mestrado é o primeiro, e único, a nível nacional, dedicado apenas e só a este instrumento, sendo completamente inovador por permitir desbravar caminho na vertente da investigação académica.

Este é um passo importante que vai permitir ao instrumento evoluir bastante e que valoriza de forma incontornável a cultura e tradição portuguesa.

Hilton Barcelos_Cartaz Concerto em Desconcerto


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publicado por Carlos Gomes às 08:47
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Sexta-feira, 1 de Setembro de 2017
CRYING LOBSTER – REVELAM NOVO SINGLE E CONCERTO EM LISBOA, NO TOKYO

Entraram na nossa vida de rompante, ou não fossem eles ilustres representantes do bom rock nacional, com o single “Starry Night”. Seguiu-se novo single, “Perpetual Motion”, e a edição do EP de estreia, homónimo, tudo sob o selo da Music For All. Agora os Crying Lobster trazem-nos mais novidades, e logo em dose dupla!

CRYING LOBSTER

Primeiro revelam o novo single, sob o sugestivo título “Jungle Walls”, em mais um possante exemplar de stoner rock lusitano. E, logo de seguida, confirmaram um concerto em plena cidade de Lisboa: o Tokyo irá receber o quarteto na noite de 6 de Setembro, estando o início marcado para as 23h30 e os bilhetes à venda pelo preço único de 5€. Estes são tempos áureos para quem encontra no rock um autêntico lema de vida!

No início havia o nada. E do nada surgiu a Lagosta. Das suas lágrimas floresceu o Universo, dando assim início a uma jornada tão longa quanto a mais antiga das estrelas. Crying Lobster não é um mero projecto musical. É uma irmandade composta sob a égide da criatividade musical e da diversidade sonora dos seus quatro elementos.

Duarte Cadete Inácio (voz), João Costa (guitarra), Rafael Burguete (bateria) e João Henriques (baixo) são os protagonistas desta aventura maior do que a vida. Navegando nas profícuas águas do rock, jazz, funk, stoner e punk preparam-se, finalmente, para editar o EP de estreia.

Antecedido por dois singles – “Starry Night” e “Perpetual Motion” – o EP de estreia homónimo dos Crying Lobster chegou por fim a tudo e todos em pleno verão de 2017. Agora as novidades são outras: o terceiro single retirado do registo de estreia, “Jungle Walls”, e um concerto que vai marcar a noite lisboeta! Tudo sob o selo da Music For All, claro!


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publicado por Carlos Gomes às 17:28
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Quarta-feira, 30 de Agosto de 2017
QUEBRAM-SE AS “CORRENTES” DOS SOPA D’ALMA

Primeiro instalou-se a “Rotina”, sentimento que se apodera da nossa existência suave e disfarçadamente. Depois surge a vontade de mudar de ares, procurar novos desafios e aventuras, rumar ao infinito e mais além. São essas “Correntes” invisíveis que nos levam a embarcar na enorme aventura que é emigrar.

Sopa d'Alma_Promo

Este é o tema que inspirou a criação do segundo single retirado do EP “Hino Vitável – Acto I”, registo com que se estreiam os lusitanos Sopa d’Alma. Este projeto editado pela Music For All é marcado por laivos de instrumentação clássica, rock progressivo e música interventiva, provando que a cantiga ainda é uma arma.

O EP digital é composto por seis faixas e já está disponível na Amazon, no Google Play e na The Store, com o carimbo da Music For All.

Os Sopa d’Alma são um projeto constituído por Fá Pereira (voz e flauta) e Pedro Carneiro (guitarra). Oriundos de Braga, cruzaram-se pela primeira vez numa escola de música da cidade, onde viriam a formar a sua primeira banda de covers em 2007.

Dois anos volvidos, sentiram a vontade de se expressar numa linguagem musical própria e original, formando em conjunto com outros dois amigos o projeto Angúria, cantado em português num registo de rock progressivo. Em 2012 constaram da coletânea “À Sombra de Deus”, que reunia o que de melhor se fazia no fervilhante panorama musical de Braga. O projeto culminaria em 2014 com a elaboração de uma peça musical de 40 minutos organizada em cinco temas, exibida ao público no Theatro Circo, no coração da cidade natal.

Com a mudança de armas e bagagens para Viena, no final desse ano, surgiu também a vontade de materializar novas criações e estados de alma. Foi então que se formou o projeto dos Sopa d’Alma, com o objetivo inicial de conter a ressaca pós-Angúria, apresentando à Áustria versões de fados e clássicos da música em português cantados de forma reconstruída, a dois sons: voz e guitarra. Foi lá que representaram a música portuguesa em feiras e eventos internacionais, fornecendo também a banda sonora a um pequeno café português local, comovendo muitos dos presentes que escutaram aquele tipo de sonoridade pela primeira vez.

Contudo, seria só no final de 2016, já mais esclarecidos e ambiciosos, que voltariam ao formato que crêem ser o seu pináculo criativo: a peça. Para tal, compuseram a primeira parte do relato musical centrado nos temas que os levaram para fora de Portugal, pontuado por apontamentos de instrumentos clássicos e marcado pelas influências de todos os grandes artistas que consomem, desde o rock progressivo à música dita de intervenção.

Sopa d’Alma é então doravante um projeto com uma clara intenção: biografar musicalmente o caminho de dois parceiros musicais ininterruptos, com intervenção nos ouvintes por universal afinidade com o conteúdo realista, cuja simplicidade na forma só o possa enaltecer.


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publicado por Carlos Gomes às 18:12
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SALMAR LEVA “INQUIETAÇÃO” À FNAC ALMADA

Salmar pertence à fina estirpe de músicos e cantores capazes de conquistar uma audiência com a voz, paixão e entrega em palco. É, por isso, normal que o formato showcase seja o que mais rapidamente lhe enche as medidas, permitindo uma dose de intimidade difícil de replicar noutras atuações.

Salmar_Showcases FNAC

Ora, depois de ter arrebatado o público na FNAC Vasco da Gama e na FNAC Alfragide, chegou a vez de atravessar o rio e levar a sua “Inquietação” até à FNAC Almada. Para as 17h do dia 02/09 está marcada a visita aos doze temas originais que, num formato harmonioso e apaixonante, nos dão a conhecer melhor o registo de estreia do cantor e compositor, editado através da Music For All.

Nasceu sob o nome de Filipe Ferreira, mas é como Salmar que sobe a palco. Sempre sentiu a música como uma extensão de si mesmo, uma forma alternativa de comunicar e expressar os seus pensamentos, atos e desejos.

Cedo se tornou adquirido que seguiria pelo atribulado, e emocionante, trilho que pode ser o mundo da música. Na hora de escolher um nome artístico honrou a terra que o viu nascer, Peniche, e acima de tudo, a forte ligação ao mar. Não é, portanto, ao acaso que hoje o chamamos de Salmar!

Passada uma década e meia e mais de quinhentos concertos por todo o país tomou uma decisão: apostaria verdadeiramente na sua carreira a solo. Consolidou, assim, o desejo e a promessa de escrever, compor e cantar temas seus e só seus.

A consequência natural desta resolução é o lançamento dos singles “Invade-me a Alma” e “Inventar o Teu Amor”, temas que nos conquistam suavemente e nos introduzem ao primeiro álbum do músico – “Inquietação”. 2017 é assim o ano em que Salmar dá o salto rumo ao infinito.



publicado por Carlos Gomes às 18:08
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FNAC ALMADA RECEBE DANIEL MOON E O ÁLBUM “BE DIFFERENT”

Daniel Moon já nos deu dois singles, “Give More” e “Be Different” e um EP de estreia revelador do seu talento. Já subiu a palco em três ocasiões para showcases com tanto de intimista quanto de épicos. E agora prepara-se para nos dar algo mais: um quarto showcase, desta vez na FNAC Almada. 

Daniel Moon_Showcases FNAC

Pelas 17h do terceiro dia do mês de setembro, Daniel subirá a palco para interpretar os cinco temas que compõem o EP “Be Different”, entrando uma vez mais no mundo da canção Pop em formato jazzístico, num harmonioso diálogo de sopros, metais e teclas O registo já está disponível nas principais plataformas digitais e tem o selo da Music For All.

A aventura de Daniel Moon no atribulado e exigente mundo da música inicia-se sete anos após o seu nascimento. Foi precisamente com essa tenra idade que começou a ter aulas de piano, um instrumento tão complexo quanto encantador e tão desafiante quanto versátil.

Apenas dois anos mais tarde entra na Escola de Música do Conservatório Nacional, mais concretamente para o 1º Grau. O seu esforço e paixão pela música permitiram-lhe concluir com mérito oito graus, obtendo assim o merecido, e recompensador, diploma.

É nesta fase que a Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal entra na sua vida. Durante os dois anos seguintes dedica-se afincadamente ao piano e à voz, perseguindo o objectivo de entrar no Ensino Superior de Jazz. E se até então o objectivo parecia de difícil concretização tudo viria a mudar quando, em pleno ano de 2010, começa a frequentar a Licenciatura de Jazz, na Variante de Piano, na Universidade de Évora. É por entre as arrebatadoras paisagens alentejanas, e o seu característico calor, que conclui com sucesso a referida licenciatura, concretizando assim uma das suas maiores ambições pessoais.

A fase inicial da sua carreira é marcada pela participação em diversos eventos musicais. Do Dia Mundial da Voz a celebrações de matrimónios, de membro de projectos de escola a parte integrante de bandas com os seus próprios originais e até de pianista num hotel a autor de música ambiente para espaços públicos, passou por de tudo um pouco, tornando este num período fervilhante e marcado por uma aprendizagem constante. 

A recta final de 2014 marca o nascimento do seu projecto musical a solo assim como dos primeiros temas originais. O segundo mês do ano seguinte, fevereiro de seu nome, ficará para sempre associado à gravação das suas primeiras cinco músicas, em quarteto, assim como o penúltimo mês de 2015 foi testemunha da divulgação, e promoção nas plataformas digitais, do seu EP de estreia (sendo de destacar o single “Precious Love” que conquistou mais de cinco mil visualizações no YouTube).

Dito isto chegamos ao presente e à actual fase da sua carreira: este ano assinou contracto com a Music For All e abraçou uma vez mais a composição de temas originais. Os novos temas possuem uma maior diversidade, e riqueza, instrumental e integram o seu primeiro EP distribuido no primeiro semestre de 2017.



publicado por Carlos Gomes às 18:06
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Terça-feira, 29 de Agosto de 2017
GUITARRAS AO ALTO, CHEGARAM OS ESPANHÓIS LINQAE

Espanha tem vindo a afirmar-se lentamente no panorama do rock internacional. A mais recente prova dá pelo nome de Linqae e estreia-se em Portugal pela mão da Music For All. A sua discografia conta com um LP e um EP, “Collapse” de 2012 e “Electric Waves” de 2015, mas é com o novíssimo single “The Manipulative Man” que atravessam a fronteira.

Orbitam entre o indie rock, o rock e a música de dança e têm no ritmo e energia as suas maiores armas. O single agora revelado é a primeira amostra do próximo álbum da banda de Valência, ainda sem título, estando a edição prevista para 2018.

Linqae


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publicado por Carlos Gomes às 19:42
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BLESS THE MESS APRESENTAM “LOW BLOW” EM LISBOA

Surgiram com o irreverente single “Never Too Old”. Tiveram em “Dawn” o segundo ato perfeito. E deram a estocada final em tudo e todos quando mostraram “Low Blow”, o respetivo EP de estreia. Dão pelo nome de Bless The Mess, já subiram a diversos palcos nacionais e encontrarão agora no Tokyo, em Lisboa, a próxima paragem.

Bless the mess promo

A ação vai desenrolar-se no dia 30 de Agosto, pelas 24h30, e a entrada está apenas à distância de um bilhete com o valor único de 5€. Esta aposta nacional da Music For All já viu o seu EP ser editado digitalmente, estando disponível para audição e compra no iTunes, na Amazon, no Google Play e na The Store.

Os Bless the Mess são um quarteto de rock lisboeta formado por Tiago Cabral (voz e teclas), Miguel Pimenta (guitarra), Alex Silva (baixo) e Jorge Varandas (bateria), que recolhe influências provenientes de géneros como o classic e hard rock e do metal.

Formados em 2013, nos tempos de escola, passaram por uma mudança de alinhamento no momento de gravação do seu primeiro EP, com a saída de um dos guitarristas, sendo que desde então compuseram de novo as suas fileiras e ganharam calo ao vivo ao tocar em eventos como o Rock ‘n’ Roll Fucking Fest na República da Música ou em espaços como o Tokyo Lisboa.

Prosseguindo na rota ascendente e evolutiva que têm traçado, em 2017 assinam com a Music For All, através da qual já editaram dois singles, “Never Too Old” e “Dawn”. Depois foi a vez se surgir “Low Blow”, o EP que marcou a estreia e que está disponível nas principais lojas digitais. E agora? Agora é tempo de partir para palco e arrancar rumo a performances inesquecíveis!


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publicado por Carlos Gomes às 19:07
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Segunda-feira, 28 de Agosto de 2017
“BALÉ”, A ESTREIA GRACIOSA DE ÁLVARO LANCELLOTTI EM PORTUGAL

“O que nos faz levitar / Vem lá de dentro do olhar / É coisa de quem bem se quer”. É com estas meigas, e profundas, palavras que Álvaro Lancellotti entra na nossa mente. Pertencem a “Balé”, primeiro single do disco “Canto de Marajó” (2016), registo que marca a sua estreia em Portugal.

Álvaro Lancellotti_Promo

O cantor e compositor carioca já viu o mais recente disco ser destacado por mais do que uma vez por David Byrne e recolheu excelentes críticas por todo o Brasil, sendo inclusivamente considerado um dos dez melhores de 2016 pelo reputado jornal “O Globo”. Liderou o projeto Fino Coletivo, alcançando reconhecimento proporcional ao talento que a sua alma alberga, avançando posteriormente para a carreira a solo.

Conta com dois discos de originais (“O Tempo Faz a Gente Ter Esses Encantos”, de 2012, e o já citado “Canto de Marajó”) e sob o selo da Music For All ruma finalmente à conquista da Europa. A estreia nos palcos europeus está prevista para Outubro, mês em que fará uma série de atuações especiais de norte a sul de Portugal.

Álvaro Lancellotti só podia virar músico. Entre as influências do pai e do irmão, Ivo e Domenico Lancellotti respetivamente, do samba, boleros e dos baile funks que frequentou desde tenra idade, era impossível não se deixar conquistar por um mundo tão denso, profundo e apaixonante quanto este.

Mais tarde, tornou-se num dos pilares do Fino Coletivo, uma banda que unia de forma surpreendente compositores alagoanos e cariocas. Álvaro foi assim o vocalista de serviço nos dois álbuns da banda, “Fino Coletivo” (2007) e “Copacabana” (2010), vendo o seu talento reconhecido e o trabalho elogiado um pouco por todo o Brasil. O Fino Coletivo foi distinguido “Banda Revelação 2007” pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) e os dois discos de originais foram selecionados para os melhores dos respetivos anos pelo jornal “O Globo”.

Dois anos depois surge o desejo de caminhar a solo, mostrando ao mundo as canções que pululavam na sua mente. Da ponta dos seus dedos nasceu, assim, “O Tempo Faz a Gente Ter Esses Encantos” (2012), álbum onde se destacaram dois temas: “Sexta-feira” e “Autoajuda”. Ambas as músicas integraram a banda sonora da série “Preamar”, da reputada estação televisiva HBO, trazendo uma vez mais o reconhecimento e mérito devido a Álvaro.

Estamos já em 2014 quando Lancellotti começa a trabalhar num novo disco a solo. No entanto, por motivos diversos, o disco acabou por apenas ver a luz do dia quase dois anos depois do início dos trabalhos. “Canto de Marajó” foi gravado entre a Serra de Petrópolis, no Estúdio da Aldeia, e Copacabana, no Estúdio 707, e contou com produção do próprio Lancellotti. A restante equipa é formada por Adriano Sampaio (percussão), Daniel Medeiros (baixo), Pedro Costa (violão e guitarra) e mixagem de Mário Caldato Jr (reconhecido pelo seu trabalho com Beastie Boys, Marcelo D2, Jack Johnson, Marisa Monte, Seu Jorge, entre outros). A arte é de Alexandre Fischer que, por sua vez, utilizou o trabalho do artista uruguaio Carlos Paes Vilaró.

Assim nasceu “Canto de Marajó”, trabalho seminal que Álvaro traz agora a Portugal e que o jornal “O Globo” considerou um dos dez melhores discos de 2016. Outubro será o mês em que o cantor e compositor brasileiro embarca na maior das suas aventuras até hoje: partir rumo à conquista da Europa.


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publicado por Carlos Gomes às 19:40
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Sábado, 26 de Agosto de 2017
QUEBRAM-SE AS “CORRENTES” DOS SOPA D’ALMA

Primeiro instalou-se a “Rotina”, sentimento que se apodera da nossa existência suave e disfarçadamente. Depois surge a vontade de mudar de ares, procurar novos desafios e aventuras, rumar ao infinito e mais além. São essas “Correntes” invisíveis que nos levam a embarcar na enorme aventura que é emigrar.

Sopa d'Alma_Promo

Este é o tema que inspirou a criação do segundo single retirado do EP “Hino Vitável – Acto I”, registo com que se estreiam os lusitanos Sopa d’Alma. Este projeto editado pela Music For All é marcado por laivos de instrumentação clássica, rock progressivo e música interventiva, provando que a cantiga ainda é uma arma.

O EP digital é composto por seis faixas e já está disponível na Amazon, no Google Play e na The Store, com o carimbo da Music For All.

Os Sopa d’Alma são um projeto constituído por Fá Pereira (voz e flauta) e Pedro Carneiro (guitarra). Oriundos de Braga, cruzaram-se pela primeira vez numa escola de música da cidade, onde viriam a formar a sua primeira banda de covers em 2007.

Dois anos volvidos, sentiram a vontade de se expressar numa linguagem musical própria e original, formando em conjunto com outros dois amigos o projeto Angúria, cantado em português num registo de rock progressivo. Em 2012 constaram da coletânea “À Sombra de Deus”, que reunia o que de melhor se fazia no fervilhante panorama musical de Braga. O projeto culminaria em 2014 com a elaboração de uma peça musical de 40 minutos organizada em cinco temas, exibida ao público no Theatro Circo, no coração da cidade natal.

Com a mudança de armas e bagagens para Viena, no final desse ano, surgiu também a vontade de materializar novas criações e estados de alma. Foi então que se formou o projeto dos Sopa d’Alma, com o objetivo inicial de conter a ressaca pós-Angúria, apresentando à Áustria versões de fados e clássicos da música em português cantados de forma reconstruída, a dois sons: voz e guitarra. Foi lá que representaram a música portuguesa em feiras e eventos internacionais, fornecendo também a banda sonora a um pequeno café português local, comovendo muitos dos presentes que escutaram aquele tipo de sonoridade pela primeira vez.

Contudo, seria só no final de 2016, já mais esclarecidos e ambiciosos, que voltariam ao formato que crêem ser o seu pináculo criativo: a peça. Para tal, compuseram a primeira parte do relato musical centrado nos temas que os levaram para fora de Portugal, pontuado por apontamentos de instrumentos clássicos e marcado pelas influências de todos os grandes artistas que consomem, desde o rock progressivo à música dita de intervenção.

Sopa d’Alma é então doravante um projeto com uma clara intenção: biografar musicalmente o caminho de dois parceiros musicais ininterruptos, com intervenção nos ouvintes por universal afinidade com o conteúdo realista, cuja simplicidade na forma só o possa enaltecer.


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publicado por Carlos Gomes às 14:51
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Quarta-feira, 23 de Agosto de 2017
BLESS THE MESS APRESENTAM “LOW BLOW” EM LISBOA

Surgiram com o irreverente single “Never Too Old”. Tiveram em “Dawn” o segundo ato perfeito. E deram a estocada final em tudo e todos quando mostraram “Low Blow”, o respetivo EP de estreia. Dão pelo nome de Bless The Mess, já subiram a diversos palcos nacionais e encontrarão agora no Tokyo, em Lisboa, a próxima paragem.

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A ação vai desenrolar-se no dia 30 de Agosto, pelas 24h30, e a entrada está apenas à distância de um bilhete com o valor único de 5€. Esta aposta nacional da Music For All já viu o seu EP ser editado digitalmente, estando disponível para audição e compra no iTunes, na Amazon, no Google Play e na The Store.

Os Bless the Mess são um quarteto de rock lisboeta formado por Tiago Cabral (voz e teclas), Miguel Pimenta (guitarra), Alex Silva (baixo) e Jorge Varandas (bateria), que recolhe influências provenientes de géneros como o classic e hard rock e do metal.

Formados em 2013, nos tempos de escola, passaram por uma mudança de alinhamento no momento de gravação do seu primeiro EP, com a saída de um dos guitarristas, sendo que desde então compuseram de novo as suas fileiras e ganharam calo ao vivo ao tocar em eventos como o Rock ‘n’ Roll Fucking Fest na República da Música ou em espaços como o Tokyo Lisboa.

Prosseguindo na rota ascendente e evolutiva que têm traçado, em 2017 assinam com a Music For All, através da qual já editaram dois singles, “Never Too Old” e “Dawn”. Depois foi a vez se surgir “Low Blow”, o EP que marcou a estreia e que está disponível nas principais lojas digitais. E agora? Agora é tempo de partir para palco e arrancar rumo a performances inesquecíveis!


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publicado por Carlos Gomes às 10:31
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Terça-feira, 22 de Agosto de 2017
BALBA ANUNCIAM 1º CONCERTO DA “QUE LA FÊTE COMMENCE! TOUR”

Rock, festa e uma boa dose de loucura e talento. É assim que se cria a equação que melhor define os Balba. A banda brasileira estreou-se perante o público nacional com o single “I am The Party” e anuncia agora a primeira de quatro datas da “Que La Fête Commence! Tour” em conjunto com a Music For All.

Balba_Promo (1).jpg

A magia do rock conquistará Lisboa pelas 23h30 do dia 27 de Setembro num dos grandes palcos da capital: o Tokyo! O trio carioca caminha na dura estrada do rock com o seu indie rock dançante, privilegia a língua inglesa e busca inspiração em nomes do calibre e abrangência de Oasis, Rolling Stones, The Doors ou Muse.

Conheçam o primeiro local e data confirmado para a digressão:

27.09 | Tokyo, Lisboa, 23h30, 5€

Na música como na vida nada de belo se atinge sem sintonia, química e talento. Ora a quem não faltam estes três componentes é ao trio Dig Obadia (vocalista), Dav Obadia (baterista) e Dan J (baixista). Os três músicos e compositores cariocas uniram-se em 2012 e, inspirados nas influências que os moviam e fascinavam, começaram a perseguir o derradeiro sonho: tornar as composições próprias, até aí guardadas na gaveta, admiradas em todo o mundo.

Para tal criaram a sua própria banda a que deram o nome de Balba! O trio assumia, assim, a árdua tarefa de seguir as pisadas de nomes do calibre de Rolling Stones, The Doors, Oasis ou Muse. Às suas criações aplicaram a língua inglesa, quebrando assim as barreiras linguísticas que, tantas vezes, nos separam dos povos espalhados pelo mundo fora.

Em 2013 chegou às bancas “Heart Abstract”, álbum independente onde constava a faixa “A Heart to Unfold”. Este tema recolheu elogiosas críticas internacionais, tendo mesmo sido uma das 28 faixas de todo o planeta a ser integrada na coletânea “Unite”.

No ano seguinte surgiu o EP “Is There Anything She Would Die For”, registo apresentado ao grande público através do viciante “One May Army”. Mais um ano se passou, mais novidades surgiram para os Balba: primeiro o videoclip da música “Bad Things Happen To Us All” na programação do canal Multishow, depois o videoclip de “A Heart To Unfold” no canal WooHoo.

E como os Balba não param 2016 também foi ano de novidades: “I’am The Party”, segundo disco de originais do conjunto brasileiro, conheceu finalmente a luz do dia! Nota para o facto deste trabalho ter sido produzido por Pedro Garcia, baterista da banda Planet Hemp e que já gravou com nomes como Arnaldo Antunes, BNegão ou Clarice Falcão.

Nestes cinco anos de vida os Balba já acumulam vitórias e conquistas tendo, por exemplo, sido transmitidos em rádios de cidades como Londres, Boston, Munique ou Camberra. Para o futuro os objetivos são mais do que muitos. Afirmam querer “explodir do Rio de Janeiro a Tóquio” não sendo, por isso, de estranhar que 2017 tenha trazido não só o single de apresentação ao público português, “I am The Party”, como também a estreia nos palcos nacionais através da “Que La Fête Commence! Tour”, promovida pela Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 15:11
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Sábado, 19 de Agosto de 2017
HILTON BARCELOS APRESENTA “CONCERTO EM DESCONCERTO”

Primeiro arrebatou o Brasil, construindo uma carreira de mais de quatro décadas. Agora é a vez de atravessar o oceano e partir à conquista de Portugal. Hilton Barcelos primeiro revelou o single “Brasileiro”, agora prepara-se para apresentar ao público nacional “Concerto Em Desconcerto”. Estas serão oportunidades únicas não só para escutar o disco “Arquétipos” como para conhecer as histórias por detrás das canções do cantor, e compositor, brasileiro.

Hilton_Barcelos - Promo.jpg

 

Estes supremos pedaços de Música Popular Brasileira (MPB) são apenas a porta de entrada para uma longa, e rica, discografia que faz dançar e pensar em igual medida. Entre temas sociais e espirituais há muito para descobrir na mais recente aposta da Music For All.

“Concerto Em Desconcerto” será apresentado nas seguintes datas:

08.09 | Casa das Artes, Porto, 17h, 5€

Hilton Barcelos é um compositor, poeta, arranjador, performer, diretor de espetáculos e intérprete brasileiro que se revela um músico e produtor instigante e diferenciado. As suas influências vão da Soul Music ao Rock Progressivo, passando pelos ritmos orientais, Bossa Nova, Jazz, World Music, guarianias, polcas e a Música Popular Brasileira, algo que o torna um homem do mundo e que leva a sua música ainda mais longe. Nas suas criações encontraremos temas sociais, espirituais e as paixões humanas, chegando assim às mentes, e aos corações, de quem ouve.

O seu percurso é longo e rico, tendo inúmeros feitos e notas dignas de destaque. Estreou-se no mundo da música em 1976, venceu um festival de música e começou a afirmar-se enquanto compositor. Mas foi apenas em 1982 que lançou o seu primeiro álbum, “Confissões de um Retrato Falado”. Cinco anos mais tarde integra o “Projecto Pixinguinha” e participa em concertos desde o Rio de Janeiro ao Nordeste do Brasil juntamente com Luiz Melodia, Sandra de Sá, Carlos Lyra, Rosa Marya Colin, Andréa Daltro, Mácleim, Jorge Helder, Evaldo Robson e grandes instrumentistas.

O próximo capítulo da sua carreira tem início em 1990, com o lançamento do LP “Arquétipos”. Aí mostra uma sonoridade moderna e intemporal, surpreendendo tudo e todos. Sete anos depois produz o livro “Nas Águas do Verbo”, onde é possível encontrar poesia e monólogos apresentados de forma gráfica e com desenhos.

O seu terceiro lançamento acontece em 1998, data em que edita o álbum “Olhos de Luz” onde contou com a participação de grandes instrumentistas brasileiros. Um ano depois volta á literatura ao ser o responsável pela direção artística e produção do livro de poemas “Palavras de Fogo”, de Lyra Barcelos. Em 2000 compõe a letra “Ginga Sem Fronteira” em homenagem a Airto Moreira, seu parceiro musical, para o seu álbum “Homeless”

A partir de 2002 começa a fase mais intensa do seu percurso. Em 2002 revisita o disco “Arquétipos”, reeditando-o e adicionando-lhe alguns temas inéditos assim como a participação com artistas de renome internacional. Em 2006 idealiza e produz o songbook “Música Feita no Paraná”, contendo 100 partituras, letras e biografias de mais de sessenta compositores que fizeram história. Apenas um ano depois edita um novo songbook, “Além das Pérolas”, onde podemos encontrar partituras, letras de músicas, poemas e parte do seu próprio material artístico. O ano de 2009 traz consigo um terceiro songbook, “Nas Trilhas do Tempo”, com partituras, poemas e letras próprias e o de 2010 uma a coletânea “In the Paths of Time”, através do selo alemão Boodsugar Records.

Em 2015 vê dois temas seus, “Hombre Niño” e “Soplo de Amor” serem gravados em parceria com Carlitos Ayala (Doc Ayala). Nota ainda para um terceiro tema, “Piraquara” da autoria de Hilton Barcelos, que também foi interpretado por Carlitos neste álbum que conta com a participação de grandes músicos paraguaios e arranjos do pianista e maestro Carlos Centurion Sant’anna. E assim, como que num sopro de vida, chegamos ao presente. Chegamos ao momento em que Hilton trabalha e compõe temas inéditos que, muito em breve serão editados, e onde dá o derradeiro passo de afirmação no continente europeu.

Embora tenha estado ao longo dos anos por diversas vezes na Europa, e por cá tenha divulgado a sua obra através de parcerias e espetáculos, este é o momento em que mais se dará a conhecer ao público português.

Começou por lançar um single, “Brasileiro”, apostando agora num conceito inovador e surpreendente intitulado “Concerto em Desconcerto”. Com este espetáculo vai percorrer os palcos nacionais, apresentando o álbum “Arquétipos” mas também contando as histórias por detrás das canções. A plateia tem liberdade para abordar o cantor e colocar as suas questões, contribuindo assim para uma apresentação com caráter didático e interativo que permite a aproximação do público com a arte.

É caso para dizer: 2017 é um ano que promete, que o diga Hilton Barcelos! Apertem os cintos e preparem-se para o voo!

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publicado por Carlos Gomes às 08:23
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Quinta-feira, 17 de Agosto de 2017
BALBA ANUNCIAM 1º CONCERTO DA “QUE LA FÊTE COMMENCE! TOUR”

Rock, festa e uma boa dose de loucura e talento. É assim que se cria a equação que melhor define os Balba. A banda brasileira estreou-se perante o público nacional com o single “I am The Party” e anuncia agora a primeira de quatro datas da “Que La Fête Commence! Tour” em conjunto com a Music For All.

Balba_Promo.jpg

A magia do rock conquistará Lisboa pelas 23h30 do dia 27 de Setembro num dos grandes palcos da capital: o Tokyo! O trio carioca caminha na dura estrada do rock com o seu indie rock dançante, privilegia a língua inglesa e busca inspiração em nomes do calibre e abrangência de Oasis, Rolling Stones, The Doors ou Muse.

Conheçam o primeiro local e data confirmado para a digressão:

27.09 | Tokyo, Lisboa, 23h30, 5€

Na música como na vida nada de belo se atinge sem sintonia, química e talento. Ora a quem não faltam estes três componentes é ao trio Dig Obadia (vocalista), Dav Obadia (baterista) e Dan J (baixista). Os três músicos e compositores cariocas uniram-se em 2012 e, inspirados nas influências que os moviam e fascinavam, começaram a perseguir o derradeiro sonho: tornar as composições próprias, até aí guardadas na gaveta, admiradas em todo o mundo.

Para tal criaram a sua própria banda a que deram o nome de Balba! O trio assumia, assim, a árdua tarefa de seguir as pisadas de nomes do calibre de Rolling Stones, The Doors, Oasis ou Muse. Às suas criações aplicaram a língua inglesa, quebrando assim as barreiras linguísticas que, tantas vezes, nos separam dos povos espalhados pelo mundo fora.

Em 2013 chegou às bancas “Heart Abstract”, álbum independente onde constava a faixa “A Heart to Unfold”. Este tema recolheu elogiosas críticas internacionais, tendo mesmo sido uma das 28 faixas de todo o planeta a ser integrada na coletânea “Unite”.

No ano seguinte surgiu o EP “Is There Anything She Would Die For”, registo apresentado ao grande público através do viciante “One May Army”. Mais um ano se passou, mais novidades surgiram para os Balba: primeiro o videoclip da música “Bad Things Happen To Us All” na programação do canal Multishow, depois o videoclip de “A Heart To Unfold” no canal WooHoo.

E como os Balba não param 2016 também foi ano de novidades: “I’am The Party”, segundo disco de originais do conjunto brasileiro, conheceu finalmente a luz do dia! Nota para o facto deste trabalho ter sido produzido por Pedro Garcia, baterista da banda Planet Hemp e que já gravou com nomes como Arnaldo Antunes, BNegão ou Clarice Falcão.

Nestes cinco anos de vida os Balba já acumulam vitórias e conquistas tendo, por exemplo, sido transmitidos em rádios de cidades como Londres, Boston, Munique ou Camberra. Para o futuro os objetivos são mais do que muitos. Afirmam querer “explodir do Rio de Janeiro a Tóquio” não sendo, por isso, de estranhar que 2017 tenha trazido não só o single de apresentação ao público português, “I am The Party”, como também a estreia nos palcos nacionais através da “Que La Fête Commence! Tour”, promovida pela Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 21:37
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Segunda-feira, 14 de Agosto de 2017
HILTON BARCELOS APRESENTA “CONCERTO EM DESCONCERTO”

Primeiro arrebatou o Brasil, construindo uma carreira de mais de quatro décadas. Agora é a vez de atravessar o oceano e partir à conquista de Portugal. Hilton Barcelos primeiro revelou o single “Brasileiro”, agora prepara-se para apresentar ao público nacional “Concerto Em Desconcerto”. Estas serão oportunidades únicas não só para escutar o disco “Arquétipos” como para conhecer as histórias por detrás das canções do cantor, e compositor, brasileiro.

Hilton_Barcelos - Promo.jpg

Estes supremos pedaços de Música Popular Brasileira (MPB) são apenas a porta de entrada para uma longa, e rica, discografia que faz dançar e pensar em igual medida. Entre temas sociais e espirituais há muito para descobrir na mais recente aposta da Music For All.

“Concerto Em Desconcerto” será apresentado nas seguintes datas:

08.09 | Casa das Artes, Porto, 17h, 5€

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Hilton Barcelos é um compositor, poeta, arranjador, performer, diretor de espetáculos e intérprete brasileiro que se revela um músico e produtor instigante e diferenciado. As suas influências vão da Soul Music ao Rock Progressivo, passando pelos ritmos orientais, Bossa Nova, Jazz, World Music, guarianias, polcas e a Música Popular Brasileira, algo que o torna um homem do mundo e que leva a sua música ainda mais longe. Nas suas criações encontraremos temas sociais, espirituais e as paixões humanas, chegando assim às mentes, e aos corações, de quem ouve.

O seu percurso é longo e rico, tendo inúmeros feitos e notas dignas de destaque. Estreou-se no mundo da música em 1976, venceu um festival de música e começou a afirmar-se enquanto compositor. Mas foi apenas em 1982 que lançou o seu primeiro álbum, “Confissões de um Retrato Falado”. Cinco anos mais tarde integra o “Projecto Pixinguinha” e participa em concertos desde o Rio de Janeiro ao Nordeste do Brasil juntamente com Luiz Melodia, Sandra de Sá, Carlos Lyra, Rosa Marya Colin, Andréa Daltro, Mácleim, Jorge Helder, Evaldo Robson e grandes instrumentistas.

O próximo capítulo da sua carreira tem início em 1990, com o lançamento do LP “Arquétipos”. Aí mostra uma sonoridade moderna e intemporal, surpreendendo tudo e todos. Sete anos depois produz o livro “Nas Águas do Verbo”, onde é possível encontrar poesia e monólogos apresentados de forma gráfica e com desenhos.

O seu terceiro lançamento acontece em 1998, data em que edita o álbum “Olhos de Luz” onde contou com a participação de grandes instrumentistas brasileiros. Um ano depois volta á literatura ao ser o responsável pela direção artística e produção do livro de poemas “Palavras de Fogo”, de Lyra Barcelos. Em 2000 compõe a letra “Ginga Sem Fronteira” em homenagem a Airto Moreira, seu parceiro musical, para o seu álbum “Homeless”

A partir de 2002 começa a fase mais intensa do seu percurso. Em 2002 revisita o disco “Arquétipos”, reeditando-o e adicionando-lhe alguns temas inéditos assim como a participação com artistas de renome internacional. Em 2006 idealiza e produz o songbook “Música Feita no Paraná”, contendo 100 partituras, letras e biografias de mais de sessenta compositores que fizeram história. Apenas um ano depois edita um novo songbook, “Além das Pérolas”, onde podemos encontrar partituras, letras de músicas, poemas e parte do seu próprio material artístico. O ano de 2009 traz consigo um terceiro songbook, “Nas Trilhas do Tempo”, com partituras, poemas e letras próprias e o de 2010 uma a coletânea “In the Paths of Time”, através do selo alemão Boodsugar Records.

Em 2015 vê dois temas seus, “Hombre Niño” e “Soplo de Amor” serem gravados em parceria com Carlitos Ayala (Doc Ayala). Nota ainda para um terceiro tema, “Piraquara” da autoria de Hilton Barcelos, que também foi interpretado por Carlitos neste álbum que conta com a participação de grandes músicos paraguaios e arranjos do pianista e maestro Carlos Centurion Sant’anna. E assim, como que num sopro de vida, chegamos ao presente. Chegamos ao momento em que Hilton trabalha e compõe temas inéditos que, muito em breve serão editados, e onde dá o derradeiro passo de afirmação no continente europeu.

Embora tenha estado ao longo dos anos por diversas vezes na Europa, e por cá tenha divulgado a sua obra através de parcerias e espetáculos, este é o momento em que mais se dará a conhecer ao público português.

Começou por lançar um single, “Brasileiro”, apostando agora num conceito inovador e surpreendente intitulado “Concerto em Desconcerto”. Com este espetáculo vai percorrer os palcos nacionais, apresentando o álbum “Arquétipos” mas também contando as histórias por detrás das canções. A plateia tem liberdade para abordar o cantor e colocar as suas questões, contribuindo assim para uma apresentação com caráter didático e interativo que permite a aproximação do público com a arte.

É caso para dizer: 2017 é um ano que promete, que o diga Hilton Barcelos! Apertem os cintos e preparem-se para o voo!

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publicado por Carlos Gomes às 19:31
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RITCHAZ CABRAL REVELA VIDEOCLIP PARA “UM SO NASON”

Verão, essa época marcada pela temperatura abrasadora, pelo sorriso constante no rosto e pelo desejo incontrolável de dançar bem próximo de quem nos arrebata o coração. Ora Ritchaz Cabral, nome maior da música e cultura cabo-verdiana, aproveitou a elevada dose de paixão que anda no ar para revelar o escaldante videoclip oficial do tema “Um So Nason”.

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Este é o segundo tema extraído do EP “Mal Famadu” sendo mais um dos temas marcadamente influenciados pelas origens africanas e, em particular, cabo-verdianas de Ritchaz Cabral. E é ao ritmo de uma leve brisa lusitana, mesclando ritmos e sonoridades de diferentes proveniências que é revelada a mais recente novidade da Music For All.

Ricardo Cabral, de nome artístico Ritchaz Cabral, nasceu em Lisboa, no profícuo ano de 1988, e é filho de pais cabo-verdianos, imigrantes em Portugal há várias décadas. Com apenas 13 anos, começa a dar os seus primeiros passos na música.

O passaporte para aquilo que, anos mais tarde, se transformaria na sua vida profissional foi um velho gravador de cassetes, propriedade do seu progenitor, e um microfone inventado e construído pelo próprio utilizando pequenas colunas modificadas. Na altura, cantava letras conhecidas de autores cabo-verdianos e gravava brincadeiras com as irmãs e amigos.

Entre 2003 e 2012, fez parte da dupla Ritchaz & Keky que se apresentava com uma sonoridade mestiça onde o Kuduro se encontrava com a Kizomba e onde o Techno e o Reggae se fundiam com o Funaná e o Hip-Hop, num autêntico caldeirão de influências e sonoridades. A partir de 2007, a dupla trabalhou com a agência cultural Filho Único (Lisboa), com quem tiveram atuações regulares dentro e fora do país e através da qual participaram na coletânea de CD’s Novos Talentos da Fnac e da Antena 3 (2008).

Entre 2009 e 2011, Ritchaz frequenta dois cursos relacionados com a criatividade, produção e marketing musical na Restart (Lisboa), passando a fazer com frequência trabalhos de gravação, produção, mistura e masterização de música para diversos artistas na Europa e África. Nascia assim uma faceta diferente e complementar na carreira de Ritchaz Cabral!

Em 2011, e nos dois anos que se seguiram, Ritchaz integrou a banda de Reggae Luso United, sediada na Amadora, assumindo-se como teclista.

Paralelamente, o artista envolve-se em diferentes projetos ligados à música. Foi co-criador do Estúdio SomGráfico (estúdio de música comunitário), no bairro Outurela (Oeiras), juntamente com outros amigos e músicos; deu aulas de viola na escola básica local; e fez a co-produção e o lançamento do álbum musical independente Proghetto, que contou com a presença de vários artistas.

Em 2012, o artista junta-se ao grupo Raboita como vocalista, guitarrista e baixista. É nesta altura que passa a ter mais contacto com a música tradicional de Cabo Verde, adicionando ao seu leque de sonoridades as Mornas, Batukus, Funanás, Coladeiras e Mazurcas.

Chegamos, enfim, a 2014. Esta foi a altura em que Ritchaz decidiu dedicar-se a uma carreira a solo, começando a preparar aquele que se tornaria no seu primeiro EP. Neste trabalho são bem audíveis as suas raízes cabo-verdianas através dos Funanás lentos, dos Batuques com letras que retratam a simplicidade da vida e os valores do amor e respeito assim como os temas de cariz social, vertente que Ritchaz sempre prezou bastante. Em simultâneo, Ritchaz integra o grupo Skopeofonia, um projeto de investigação académica em Etnomusicologia, da Universidade de Aveiro com a Fundação para a Ciência e Tecnologia, que tem recolhido e analisado as práticas musicais no bairro da Cova da Moura, na Amadora.

É por entre um leve sorriso, um ritmo quente e pegadiço e uma letra que nos transporta para as sinceras e profundas paisagens africanas que encontramos este primeiro trabalho de Ritchaz Cabral. O menino que Portugal viu nascer e crescer é hoje um homem que não esquece as suas origens, homenageando-as em “Mal Famadu”, o seu primeiro EP a solo.


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publicado por Carlos Gomes às 16:19
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Domingo, 13 de Agosto de 2017
OEIRAS JUNTA TOCADORES DE CONCERTINA EM VILA FRIA

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publicado por Carlos Gomes às 11:18
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Sexta-feira, 11 de Agosto de 2017
CAFÉ REPÚBLICA, “UM” TALENTO EM ESTADO PURO

Do Rio de Janeiro chega-nos um projeto muito particular da cena musical brasileira. Assinam com o peculiar nome de Café República, são irreverentes e criativos q.b e preparam-se para tomar Portugal de assalto!

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A estreia acontece com “Um”, primeiro single do próximo álbum da banda, uma cativante criação onde uma apurada letra convive com elementos pop, rock alternativo e neo-psicadélicos. A Music For All tem o prazer de promover mais um grande nome internacional que, já no próximo mês de Outubro, se prepara para uma digressão pelos palcos portugueses.

A banda Cafe Republica teve origem em 2011 no Rio de Janeiro. É composta por 5 membros, Octavio Peral (voz, guitarra), Anderson Ferreira (teclado, sintetizador, voz), Ygor Xavier (guitarra), Juca Sodré (baixo) e Barbanjo Reis (bateria).

Com influências neo-psicalédicas e rock alternative, a banda caracteriza-se por inesperadas mudanças de ritmo, onde se demarcam por guitarras em phaser, synths violentos e vocais em camadas de delay e reverbs.

2013 foi o ano do primeiro lançamento de dois singles, o “Dancing Around” e “Time Ma-chine”. Em setembro de 2014, lançaram o seu primeiro EP intitulado “Sweet Dive in Turtle’s Land”.

Após uma reação positive do primeiro EP, a banda subiu para um patamar mais Maduro, sem esquecer a influência alternativa e psicadélica. Em 2016 foi lançado o Segundo EP, "Ludere Occultant", com arranjos que se movem para ondas psicadélicas e progressivas de bandas como The Doors, Pink Floyd, Tame Impala e Os Mutantes.

No início de 2017, a banda lançou o disco instrumental “interlúcido”. Originado segundo vivências em estúdio no período de preparação para o seu primeiro álbum, está para breve a chegada do primeiro trabalho físico ainda neste ano decorrente. O EP tem influências de estilo brasileiro com variações entre o progressive, o ambiente, o experimental e o noise.


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publicado por Carlos Gomes às 15:06
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Sábado, 5 de Agosto de 2017
"DON'T CARE", A PODEROSA ESTREIA DE BEA

A Music For All orgulha-se de apresentar aquela que promete ser a próxima sensação da música nacional. Depois de lançar o seu primeiro single "Don't Care", BEA chega agora com o videoclip de estreia! Esta é uma autêntica onda de rebeldia e festa mergulhada numa sonoridade pop, r&b e soul, criando uma identidade marcada pela atitude, poder e sensualidade.

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A cantora revela-se ao público português num tema que antecipa a edição do seu EP de Estreia, com edição marcada para o último trimestre de 2017.

Chama-se Bea e tem 25 anos. É apaixonada por música, fotografia, por comunicação e a indústria da moda. Descreve-se como uma pessoa decidida, organizada/metódica, tolerante e compreensiva, e é ambiciosa enquanto líder de trabalho. Este é o perfil da nova aposta nacional da Music For All.

Desde muito nova começou por ouvir Alicia Keys, Aretha Franklin, Stevie Wonder, Dionne Warwick entres outros grandes nomes da música Soul que despertaram os seus sentidos para o universo da música. Também se apaixonou pelos artistas Pop e R’n’b como JoJo, Destiny’s Child, Ciara, Cassie, Ne-Yo, Mario e deixou-se levar pelo efeito inebriante que a música teve sobre si.

Iniciou o seu percurso no Conservatório de Música onde teve aulas de piano e educação musical durante um ano. Seguidamente começou por compor as próprias canções, na escola de música Valentim de Carvalho, onde pela primeira vez teve aulas de voz e de guitarra.

Aos 18 anos surge uma mudança radical na sua vida. Mudou-se para Londres onde lhe ofereceram a oportunidade de emprego nos estúdios EMI Records, tendo ganho um lugar numa universidade de música. É então tempo de regressar a Portugal e apostar definitivamente na sua carreira no país que a viu nascer.

É nesta fase que escreve, e grava, o seu primeiro single. Com influências Pop, mas nunca descurando os territórios da soul e do r&b surge “Don’t Care”, poderoso tema com que se apresenta pela primeira vez ao público nacional. Ainda para 2017 está marcada a edição do EP de estreia através do selo da Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 22:22
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CAMÕES À DESCOBERTA DE PORTUGAL – DIGRESSÃO NACIONAL

“Até o eterno termina / num momento que não se imagina”. Quem o diz é Camões, o cantor e compositor brasileiro, que se apresentou ao público nacional com os temas “Anilina” e “Nova Aurora”. Estas são criações onde a riqueza da língua portuguesa se deita numa suave e bem urdida cama de sonoridades pop, rock e eletrónica, concebendo um estilo inconfundível.

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A sua estreia nos palcos nacionais vai levá-lo a um showcase intimista imperdível na FNAC Almada (29/07), mas também aos encantos de Évora (02/08), Vendas Novas (03.08), Freamunde (04/08) e Marco de Canaveses (06/08) local onde vai ser cabeça de cartaz da primeira edição do Hitchfest! Camões pode não viver para sempre mas, graças à Music For All a sua obra não mais será esquecida pelos fãs portugueses.

Conheçam os locais e as datas confirmadas até ao momento:

02.08 | Espaço Mói-te, Évora, 22h, 3€

03.08 | Espaço Tech, Vendas Novas, Entrada Livre

04.08 | Espaço A, Freamunde, 23h, 3€

05.08 | Espaço Ribeirinho Festival Soundville 2017, 22h30, Entrada Livre

06.08 | Hitchfest, Marco de Canaveses, 18h, (Donativo)

Camões, nome histórico e com o qual todos os portugueses têm uma ligação umbilical. É um dos nossos maiores símbolos, um daqueles guerreiros imponentes que contribuiu decisivamente para o país que somos hoje. Mas, e porque há sempre um “mas”, Camões é muito mais do que isso. Camões…também pode ser música, inovação e experimentação. E é desse Camões, o Paulo Camões, que falaremos agora.

Começou a compor ainda na adolescência, dedicando-se à guitarra e transparecendo desde logo as influências da música brasileira e da alma do rock. A busca de uma identidade artística acompanhou o seu amadurecimento, desde algumas gravações independentes até à sua primeira banda, “Os Lusíadas”.

Mas foi no EP “Cupim” que Camões deu verdadeiramente nas vistas. Aliado ao produtor Bernardo Pauleira, um dos nomes mais importantes da cena independente no Rio de Janeiro, o cantor aliou a guitarra aos beats eletrónicos, criando canções como “Segredo” ou “Bem-Estar”. Ao som tipicamente brasileiro juntou uma batida universal, levando uma vez mais Camões a mares nunca antes navegados.

Ciente das potencialidades da sua sonoridade aventura-se naquele que se tornaria no seu primeiro trabalho a solo. Inspirando-se em nomes tão distintos e reputados como HONNE, Breakbot, Great Good Fine Ok, ou Whitest Boy Alive nascia, no verão de 2016, o EP “Anilina”.

Mas como diz o ditado, “novo ano vida nova”! Ou melhor: música nova, se estivermos a falar de Camões. Ao terceiro mês de 2017 chega, finalmente, a mais recente criação de Paulo, “Nova Aurora”. Este é um tema baseado em Santa, senhora que marcou a sua vida e à qual decidiu prestar uma justa homenagem. O videoclip foi gravado na localidade de Nova Aurora e retrata a festa de comemoração do quinquagésimo oitavo aniversário de Santa, uma ocasião tão especial e marcante e se tornou inesquecível para todos os presentes. 

Camões regressa assim às gravações de forma emotiva, prometendo mais novidades para breve e anunciando uma digressão por Portugal para o próximo verão! Agosto será o mês em que o trovador regressa para os merecidos aplausos do público nacional.


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publicado por Carlos Gomes às 14:21
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Quinta-feira, 3 de Agosto de 2017
CAFÉ REPÚBLICA, “UM” TALENTO EM ESTADO PURO

Do Rio de Janeiro chega-nos um projeto muito particular da cena musical brasileira. Assinam com o peculiar nome de Café República, são irreverentes e criativos q.b e preparam-se para tomar Portugal de assalto!

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A estreia acontece com “Um”, primeiro single do próximo álbum da banda, uma cativante criação onde uma apurada letra convive com elementos pop, rock alternativo e neo-psicadélicos. A Music For All tem o prazer de promover mais um grande nome internacional que, já no próximo mês de Outubro, se prepara para uma digressão pelos palcos portugueses.

A banda Cafe Republica teve origem em 2011 no Rio de Janeiro. É composta por 5 membros, Octavio Peral (voz, guitarra), Anderson Ferreira (teclado, sintetizador, voz), Ygor Xavier (guitarra), Juca Sodré (baixo) e Barbanjo Reis (bateria).

Com influências neo-psicalédicas e rock alternative, a banda caracteriza-se por inesperadas mudanças de ritmo, onde se demarcam por guitarras em phaser, synths violentos e vocais em camadas de delay e reverbs.

2013 foi o ano do primeiro lançamento de dois singles, o “Dancing Around” e “Time Ma-chine”. Em setembro de 2014, lançaram o seu primeiro EP intitulado “Sweet Dive in Turtle’s Land”.

Após uma reação positive do primeiro EP, a banda subiu para um patamar mais Maduro, sem esquecer a influência alternativa e psicadélica. Em 2016 foi lançado o Segundo EP, "Ludere Occultant", com arranjos que se movem para ondas psicadélicas e progressivas de bandas como The Doors, Pink Floyd, Tame Impala e Os Mutantes.

No início de 2017, a banda lançou o disco instrumental “interlúcido”. Originado segundo vivências em estúdio no período de preparação para o seu primeiro álbum, está para breve a chegada do primeiro trabalho físico ainda neste ano decorrente. O EP tem influências de estilo brasileiro com variações entre o progressive, o ambiente, o experimental e o noise.


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publicado por Carlos Gomes às 21:05
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Quarta-feira, 2 de Agosto de 2017
ED CURTIS E O SEU NOVO, E ARREBATADOR, ÁLBUM “MY OWN TIME”

Ed Curtis, o cantor chileno que insiste em nos encantar com a sua voz doce e apaixonada, está de regresso! Depois de dois singles, “Watching You Go” e “All That I Do”, finalmente chega até nós o tão prometido álbum de estreia.

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“My Own Time” navega nas luzidias águas onde a corrente indie pop e indie rock se encontram, criando uma sonoridade que não deixa ninguém indiferente! Diretamente de Santiago do Chile para o mundo chegam-nos nove faixas já disponíveis nas principais plataformas digitais, como Amazon, Google Play, iTunes ou The Store, sob o selo da Music For All.

Ed Curtis é um cantautor natural de Santiago do Chile que começou a tocar nos anos 90. Depois de passar por várias bandas enquanto guitarrista e compositor, fixou residência em Berlim de forma a preparar o seu primeiro trabalho a solo numa óptica indie rock/pop maioritariamente influenciada pelo movimento da Britpop de meados da década de 90 e por bandas como Oasis ou Travis.

Em Setembro de 2014 o músico começou a tocar no circuito ao vivo para cantautores nos principais bares de Berlim e de Outubro a Dezembro Ed começou as gravações do seu primeiro EP, “Haunting Feelings”, na Makers Factory de Berlim, trabalho que incluía cinco originais em versões acústicas. O EP foi lançado nas principais lojas online em Fevereiro do ano seguinte.

Depois da experiência em Berlim, o músico regressou à América do Sul, onde se dedicou a escrever novas canções e a preparar material para o seu primeiro álbum na companhia do produtor argentino Hernán De Micheli no Sonorico Studio, em Buenos Aires. Da parceria criativa de três meses naceu em Setembro de 2015 um segundo EP, “Watching You Go”.

Actualmente Ed Curtis reside em Buenos Aires, tendo concluído os trabalhos do seu primeiro álbum de longa duração, “My Own Time”. Graças ao apoio da Music For All o disco já está disponível nas principais plataformas e lojas digitais.


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publicado por Carlos Gomes às 14:16
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Sábado, 29 de Julho de 2017
ED CURTIS E O SEU NOVO, E ARREBATADOR, ÁLBUM “MY OWN TIME”

Ed Curtis, o cantor chileno que insiste em nos encantar com a sua voz doce e apaixonada, está de regresso! Depois de dois singles, “Watching You Go” e “All That I Do”, finalmente chega até nós o tão prometido álbum de estreia.

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“My Own Time” navega nas luzidias águas onde a corrente indie pop e indie rock se encontram, criando uma sonoridade que não deixa ninguém indiferente! Diretamente de Santiago do Chile para o mundo chegam-nos nove faixas já disponíveis nas principais plataformas digitais, como Amazon, Google Play, iTunes ou The Store, sob o selo da Music For All.

Ed Curtis é um cantautor natural de Santiago do Chile que começou a tocar nos anos 90. Depois de passar por várias bandas enquanto guitarrista e compositor, fixou residência em Berlim de forma a preparar o seu primeiro trabalho a solo numa óptica indie rock/pop maioritariamente influenciada pelo movimento da Britpop de meados da década de 90 e por bandas como Oasis ou Travis.

Em Setembro de 2014 o músico começou a tocar no circuito ao vivo para cantautores nos principais bares de Berlim e de Outubro a Dezembro Ed começou as gravações do seu primeiro EP, “Haunting Feelings”, na Makers Factory de Berlim, trabalho que incluía cinco originais em versões acústicas. O EP foi lançado nas principais lojas online em Fevereiro do ano seguinte.

Depois da experiência em Berlim, o músico regressou à América do Sul, onde se dedicou a escrever novas canções e a preparar material para o seu primeiro álbum na companhia do produtor argentino Hernán De Micheli no Sonorico Studio, em Buenos Aires. Da parceria criativa de três meses naceu em Setembro de 2015 um segundo EP, “Watching You Go”.

Actualmente Ed Curtis reside em Buenos Aires, tendo concluído os trabalhos do seu primeiro álbum de longa duração, “My Own Time”. Graças ao apoio da Music For All o disco já está disponível nas principais plataformas e lojas digitais.


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publicado por Carlos Gomes às 05:00
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Segunda-feira, 24 de Julho de 2017
AMADORA JUNTA TOCADORES DE CONCERTINA

A cidade da Amadora recebeu ontem mais um encontro de tocadores de concertina organizado pelo Rancho Folclórico Alegria do Minho, sediado naquele concelho dos arredores de Lisboa.

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A festa realizou-se na Sede daquele agrupamento folclórico minhoto, no antigo edifício da EPAL, Jardim das Águas Livres, localizado na Freguesia da Mina de Água, e juntou vários grupos de tocadores de concertina. E, assim, à boa maneira minhota, cantaram e dançaram ao ritmo das mais belas rapsódias do nosso folclore porque onde há minhotos há festa: há Alegria do Minho!

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 23:26
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Sexta-feira, 21 de Julho de 2017
"DON'T CARE", A PODEROSA ESTREIA DE BEA

A Music For All orgulha-se de apresentar aquela que promete ser a próxima sensação da música nacional. Dá pelo nome de BEA e estreia agora o seu primeiro single, "Don't Care". Esta é uma autêntica onda de rebeldia e festa mergulhada numa sonoridade pop, r&b e soul, criando uma identidade marcada pela atitude, poder e sensualidade.

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A cantora revela-se ao público português num tema que antecipa a edição do seu EP de Estreia, com edição marcada para o último trimestre de 2017.

Chama-se Bea e tem 25 anos. É apaixonada por música, fotografia, por comunicação e a indústria da moda. Descreve-se como uma pessoa decidida, organizada/metódica, tolerante e compreensiva, e é ambiciosa enquanto líder de trabalho. Este é o perfil da nova aposta nacional da Music For All.

Desde muito nova começou por ouvir Alicia Keys, Aretha Franklin, Stevie Wonder, Dionne Warwick entres outros grandes nomes da música Soul que despertaram os seus sentidos para o universo da música. Também se apaixonou pelos artistas Pop e R’n’b como JoJo, Destiny’s Child, Ciara, Cassie, Ne-Yo, Mario e deixou-se levar pelo efeito inebriante que a música teve sobre si.

Iniciou o seu percurso no Conservatório de Música onde teve aulas de piano e educação musical durante um ano. Seguidamente começou por compor as próprias canções, na escola de música Valentim de Carvalho, onde pela primeira vez teve aulas de voz e de guitarra.

Aos 18 anos surge uma mudança radical na sua vida. Mudou-se para Londres onde lhe ofereceram a oportunidade de emprego nos estúdios EMI Records, tendo ganho um lugar numa universidade de música. É então tempo de regressar a Portugal e apostar definitivamente na sua carreira no país que a viu nascer.

É nesta fase que escreve, e grava, o seu primeiro single. Com influências Pop, mas nunca descurando os territórios da soul e do r&b surge “Don’t Care”, poderoso tema com que se apresenta pela primeira vez ao público nacional. Ainda para 2017 está marcada a edição do EP de estreia através do selo da Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 11:40
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Quinta-feira, 20 de Julho de 2017
SALMAR APRESENTA“INQUIETAÇÃO”AO VIVO NAS LOJAS FNAC

Depois de dar a conhecer ossingles“Invade-me a Alma” e “Inventar o Teu Amor”, Salmar apresenta agora o seu novo álbum ao vivo, num registo intimista, nas lojas FNAC. Com uma sonoridade pop, letras profundas e sentimentais e uma voz que conquista e apaixona, o cantautor sobe finalmente a palco para mostrar ao vivo todo o seu talento. 

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O álbum“Inquietação”,é composto por doze temas originais que nos levam desde asprofundezas do mar até uma outra dimensão. Num formato harmonioso e apaixonante,o registo de estreia do artista já se encontra disponível nas principais plataformas digitais como selo da Music For All.

Conheçam as datas:

  22.07 | FNAC @ Vasco da Gama, Lisboa, 17h

 30.07 | FNAC @ Alfragide, Lisboa, 17h

 02.09|FNAC @ Almada, Lisboa, 17h

Nasceu sob o nome de Filipe Ferreira, mas é como Salmar que sobe a palco. Sempre sentiu a música como uma extensão de si mesmo, uma forma alternativa de comunicar e expressar os seus pensamentos, actos e desejos.

Cedo se tornou adquirido que seguiria pelo atribulado, e emocionante, trilho que pode ser o mundo da música. Na hora de escolher um nome artístico honrou a terra que o viu nascer, Peniche e, acima de tudo, a forte ligação ao mar. Não é, portanto, ao acaso que hoje o chamamos de Salmar!

Passada uma década e meia e mais de quinhentos concertos por todo o país tomou uma decisão: apostaria verdadeiramente na sua carreira a solo. Consolidou, assim, o desejo e a promessa de escrever, compor e cantar temas seus e só seus.

A consequência natural desta resolução é o lançamento dos singles “Invade-me a Alma” e “Inventar o Teu Amor”, temas que nos conquistam suavemente e nos introduzem ao primeiro álbum do músico – “Inquietação”. 2017 é o ano em que Salmar dá o salto rumo ao infinito.


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publicado por Carlos Gomes às 10:17
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DANIEL MOON APRESENTA“BE DIFFERENT”AO VIVO NAS FNAC

Depois de dar a conhecer os seus exitos “Give More” e “Be Different”, Daniel Moon apresenta agora o seu novo EP ao vivo, no registo intimista que só um showcase permite, nas FNAC lusitanas.

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O EP “Be Different”é composto por cinco temas que entram no mundo da canção pop em formato jazzístico num harmonioso diálogo de sopros, metais e teclas. O registo já está disponível nas principais plataformas digitais e tem o selo da Music For All.

Conheçam as datas:

16.07 | FNAC @ Vasco da Gama, Lisboa, 17h

22.07 | FNAC @ Alfragide, Lisboa, 17h

23.07 |FNAC @ Colombo, Lisboa, 17h

03.09 | FNAC @ Almada, Lisboa, 17h

A aventura de Daniel Moon no atribulado e exigente mundo da música inicia-se sete anos após o seu nascimento. Foi precisamente com essa tenra idade que começou a ter aulas de piano, um instrumento tão complexo quanto encantador e tão desafiante quanto versátil.

Apenas dois anos mais tarde entra na Escola de Música do Conservatório Nacional, mais concretamente para o 1º Grau. O seu esforço e paixão pela música permitiram-lhe concluir com mérito oito graus, obtendo assim o merecido, e recompensador, diploma.

É neste fase que a Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal entra na sua vida. Durante os dois anos seguintes dedica-se afincadamente ao piano e à voz, perseguindo o objectivo deentrar no Ensino Superior de Jazz. E se até então o objectivo parecia de difícil concretização tudo viria a mudar quando, em pleno ano de 2010, começa a frequentar a Licenciatura de Jazz, na Variante de Piano, na Universidade de Évora. É por entre as arrebatadoras paisagens alentejanas, e o seu característico calor, que conclui com sucesso a referida licenciatura, concretizando assim uma das suas maiores ambições pessoais.

A fase inicial da sua carreira é marcada pela participação em diversos eventos musicais. Do Dia Mundial da Voz a celebrações de matrimónios, de membro de projectos de escola a parte integrante de bandas com os seus próprios originais e até de pianista num hotel a autor de música ambiente para espaços públicos, passou por de tudo um pouco, tornando este num período fervilhante e marcado por uma aprendizagem constante. 

A recta final de 2014 marca o nascimento do seu projecto musical a solo assim como dos primeiros temas originais. O segundo mês do ano seguinte, Fevereiro de seu nome, ficará para sempre associado à gravação das suas primeiras cinco músicas, em quarteto, assim como o penúltimo mês de 2015 foi testemunha da divulgação, e promoção nas plataformas digitais, do seu EP de estreia (sendo de destacar o single “Precious Love” que conquistou mais de cinco mil visualizações no YouTube).

Dito isto chegamos ao presente e à actual fase da sua carreira: este ano assinou contracto com a Music For All e abraçou uma vez mais a composição de temas originais. Os novos temas possuem uma maior diversidade, e riqueza, instrumental eintegram o seu primeiro EP  distribuido no primeiro semestre de 2017.


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publicado por Carlos Gomes às 10:14
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Quarta-feira, 19 de Julho de 2017
“SEREI EU”, A SOLARENGA ESTREIA DOS MAL & CURA

Nada melhor do que uma boa música para acompanhar uma quente tarde de verão, certo? Os Mal & Cura que o digam, afinal de contas lançam agora o seu single de estreia, uma poderosa criação pop intitulada “Serei Eu”.

Mal&Cura.jpg

Com uma letra descontraída mas certeira, e um sorriso omnipresente no rosto, esta é a primeira amostra do EP Digital que editarão em breve. O quarteto é a nova aposta nacional com a chancela da Music For All, estando prometidas mais novidades para muito em breve!

Diz a sabedoria popular que nada, nem ninguém, vence a força de uma amizade verdadeira. Pois os Mal & Cura, projeto que navega no grande oceano que é a sonoridade pop/rock, são a junção perfeita de talento e…amizade.

Diogo e José, amigos há mais de uma década, partilhavam a ambição de criar um projeto só seu. Depois de muitas ideias surgiu, finalmente, a ocasião perfeita: a participação de Diogo num festival.

Foi sob este pretexto que tudo começou. A dupla trabalhou em conjunto e rapidamente surgiu a primeira composição. Estava dado o pontapé de saída para aquilo que hoje conhecemos como os Mal & Cura. Foi então que a Diogo Mendes, vocalista, e José Sousa, compositor, se juntaram mais tarde Rodrigo Simões, pianista, e Mitchell Ventura, baterista.

Diogo nasceu em Torres Novas, corria o ano de 1992. Desde cedo que adorou o mundo da música: aos nove anos subiu a palco pela primeira vez, num Festival da Canção, na cidade que o viu nascer e aí apresentou um tema original, “Amigos”. A entrada para uma Banda Filarmónica permitiu-lhe um contacto mais profissional com o mundo da música tendo, inclusivamente, frequentado vários estágios de orquestra.

Aos 16 anos tudo muda, estreando-se no mundo rock. Uma sucessão de acasos afastou-o desse projeto no entanto, pouco tempo depois, o universo conspiraria a seu favor e nasceriam os Mal & Cura.

José Sousa também respira música desde que se conhece. Sempre alimentou uma ligação bastante forte com o piano no entanto, o seu primeiro contato com um instrumento musical surgiu através de um trompete. Tudo isto numa Banda Filarmónica, tal como Diogo.

Mais tarde sentiu o chamamento da composição, enveredando pela música clássica, jazz e pop. Atualmente integra a formação dos Mal & Cura ao lado de Diogo Mendes, seu amigo de infância.

Decorria o quente verão de 1995 quando nasceu Rodrigo Simões. Natural de Tomar iniciou, e concluiu, os seus estudos numa escola profissional pertencente ao Conservatório de artes Canto Firme na variedade de piano. Em 2015 participou numa masterclass de piano com a pianista Marta Menezes e frequentou a escola de jazz Villas Boas – Hotclub Portugal, também na vertente de piano, onde foi um dos alunos da professora Margarida.

Atualmente frequenta o curso de Formação Musical da Escola Superior de Artes Aplicadas (ESART), em Castelo Branco e integra os Mal & Cura.

O último membro deste quarteto dá pelo nome de Mitchell Ventura. Em 2010 iniciou-se no estudo da percussão na Sociedade Filarmónica Paialvense Manoel de Mattos. Integrou diversas bandas de garagem, projetos que lhe permitiram amadurecer e crescer musicalmente.

Desde 2015 que dá aulas de percussão na já referida Sociedade Filarmónica Paialvense Manoel de Mattos, integrando ainda uma banda Celta e os Mal & Cura.São estes os ingredientes por detrás dos Mal & Cura, o mais recente projeto nacional a integrar a Music For All. “Serei Eu” é apenas o primeiro de vários passos a acontecerem no decorrer de 2017.


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publicado por Carlos Gomes às 15:17
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“TIME MACHINE”, A ESTREIA INTERGALÁCTICA DOS ASTRONAUT IN CYBERSPACE

Naves espaciais. Seres alienígenas. E rock, muito rock. Isto é o que podemos esperar dos suecos Astronaut In Cyberspace, projeto que por entre as habituais viagens interestelares, edita agora o single “Time Machine”.

Astronaut Cyberspace image (1).jpg

Por entre a guitarra alada de Adam Öhrsvik, a atmosfera soturna criada pelo baixista Demba Lo e a garra do baterista Carl Resare, irrompe a voz, a guitarra e o sintetizador de Diene Faye. Esta é apenas a primeira de diversas novidades prometidas pelos Astronaut In Cyberspace para 2017, estando prevista uma digressão ibérica promovida pela Music For All.

E no início houve uma canção. “Astronaut in Cyberspace” começou por ser isso mesmo, uma canção, igual a tantas outras da autoria de Diene Faye (vocalista, guitarrista e mestre do sintetizador). A letra versava sobre um homem preso num videojogo interestelar e foi inspirada numa obra literária do autor Terry Pratchett. Por caprichos da vida o tema nunca veria a luz do dia, no entanto cumpriu a sua função: inspirou Adam Öhrsvik (guitarrista), levando lentamente este projeto musical para o tema espacial.

O duo conheceu-se em 2012 e das longas noites passadas em conjunto foram escritas, e gravadas, diversas músicas folk lo-fi. No entanto apenas no outono de 2014, momento em que as ambições do duo crescem, nasce a necessidade de levar a banda a outro patamar de qualidade. Para ajudar nessa demanda chegaram Demba Lo (baixista), amigo de longa data de Diene, e Jasper Johannesson (baterista), que haviam conhecido recentemente.

Estávamos já em 2015 quando surge o primeiro EP da banda. Neste registo homónimo constavam as primeiras composições do duo, agora interpretadas em quarteto.

O tema espacial manteve-se mas a sonoridade evoluiu, inspirando-se agora no rock alternativo dos anos 90 e em bandas como Radiohead, The Smashing Pumpkins ou Primal Scream. E assim nasceria, em meados de 2016, o LP “Aurora.exe”. Ao todo são dez os novos temas da banda, todos eles fiéis ao rock alternativo e a elementos psicadélicos. Assim parecia nascer um capítulo radioso da história dos Astronaut in Cyberspace.

No entanto o destino, sempre ele, parece ter particular prazer em delinear novas, e inesperadas, rotas. Pouco depois da edição do LP “Aurora.exe” Jesper abandona a banda e decide dedicar-se por inteiro aos estudos no estrangeiro.

Com a saída de Jesper foi necessário recuar e voltar a redefinir a estratégia. No início de 2017 inicia-se, assim, uma nova fase dos Astronaut in Cyberspace: Carl Resare (baterista) junta-se a Diene, Adam e Demba tornando uma vez mais o trio num quarteto. A sonoridade voltou a evoluir sendo atualmente descrita pela banda como “rock de alienação”.

O sucessor de “Aurora.exe” será conhecido ainda em 2017, sendo esperadas várias novidades ao longo do ano. Mas de todas as novidades a maior é mesmo a “Time Machine Tour”, digressão que se inicia na Suécia e que levará os nossos astronautas até aos palcos da Alemanha, Espanha e Portugal.

Paralelamente à digressão será também gravado um documentário intitulado, precisamente, “Time Machine Tour”. O objetivo é documentar o percurso de uma digressão no estrangeiro, ajudando assim todas as bandas/projetos que pretendam dar esse passo. As oportunidades, perigos, avisos e dicas serão, certamente, fundamentais para inúmeros artistas independentes. Marcelo Racana, reputado autor na Suécia, será o diretor e acompanhará a banda nesta digressão, a língua escolhida foi o inglês e o documentário será disponibilizado gratuitamente.

Espanha e Portugal receberão o quarteto em Outubro para uma digressão, literalmente, do outro mundo!


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publicado por Carlos Gomes às 01:07
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KADYPSLON APRESENTA “REFÚGIO” NO TOKYO

Kadypslon volta a mostrar o seu mais recente trabalho, “Refúgio”, num concerto que marca este mês de julho. Depois de apresentações nas lojas FNAC, o artista do mundo do hip hop nacional chega agora ao espaço Tokyo, em Lisboa, a 19 de julho.

Kadypslon-02.png

O concerto está marcado para as 24h30 com o preço de 5€, e será focado no seu primeiro longa-duração de onde já foram extraídos os singles de destaque, “Malta Perdida”, “A Cultura” e "Vida", todos com a marca Music In My Soul.

Nascido em meados dos anos 90 nos subúrbios de Lisboa, em Santo António dos Cavaleiros, Kadypslon descobriu por volta dos 14 anos a paixão pela poesia e pelo movimento hip hop. Durante cinco anos foi aperfeiçoando o seu dom juntamente com dois primos, até que decidiu emigrar, devido à falta de condições e oportunidades no seu país.

Depois de uma pequena temporada em Peterborough, em Inglaterra, e depois de quase dez anos de paragem, Kadypslon decidiu voltar a Portugal e a dedicar-se à música, agora com toda outra maturidade, garra e perspetiva.

Em 2010 gravou a sua primeira demo com seis faixas promocionais. Três anos mais tarde disponibilizaria o seu primeiro projeto, intitulado “Pandemonium”, que refletia um resumo de experiências passadas narradas na primeira pessoa. No primeiro trimestre de 2017 edita o seu primeiro longa-duração, “Refúgio”, que recolhe influências de boom bap e gravita em torno da temática da consciência urbana. Deste registo já foram extraídos os singles “Malta Perdida” e “A Cultura”.


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publicado por Carlos Gomes às 01:02
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NILA BRANCO E A HARMONIA “DEPOIS DA CHUVA”

“E depois da chuva o vento frio, veio secar meu rosto, quando eu quis chorar você sorriu”. É assim que Nila Branco apresenta, de forma harmoniosa e melódica, o seu novo single. “Depois da Chuva” integrou o álbum “Sete Mil Vezes” e é a segunda amostra do seu talento ao público português.

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A artista volta a mostrar os ritmos da Música Popular Brasileira (MPB) com a marca da Music For All, acalmando as almas mais sensíveis através de uma balada onde sobressai a voz doce e delicada.

Nila Branco nasceu e cresceu em Abaeté, Minas Gerais, mas foi em Goiás, Goiânia, que despertou a sua veia artística. A mais de 900 kms de distância do local que a viu nascer, e onde passou toda a infância, foi obrigada a recomeçar do zero. Contudo graças à sua capacidade de adaptação rapidamente fez novos amigos, começando pouco depois a desenvolver o seu lado artístico.

Começou a fazer teatro. E a pintar. E a desenhar. E, por fim mas não menos importante, a cantar. Embora se sentisse confortável em todas as áreas foi no canto que descobriu a verdadeira paixão. Estávamos na década de 90 quando ao cantar em bares e festivais acaba por dar passos importantes no início de carreira ao ganhar alguns concursos e competições locais e regionais.

Voos mais altos, e ambiciosos, passaram a ser possíveis depois da entrada de importantes colaboradores e parceiros que ajudaram a estruturar a sua carreira e projetar-se rumo ao estrelato. Em 1998 edita o seu primeiro disco de originais, homónimo, passando a fazer parte das playlists das maiores rádios de Goiânia.

A estreia de uma voz tão cintilante não passou ao lado dos mais importantes produtores e agentes da indústria musical do eixo Rio de Janeiro-São Paulo. Detentora de um registo glamoroso, onde um misto de alegria e profundidade nos conquista e arrebata, viu pouco tempo depois o seu álbum distribuído em todo o Brasil pela Paradoxx. Estava dado o pontapé de saída para aquilo que se tornaria no movimento pop/rock da capital do centro oeste.

Os anos seguintes foram de agitação e muitos acontecimentos marcantes na sua carreira. Em 2001 liderou o movimento “GO Rock”, ao lado das maiores jovens bandas de pop/rock de Goiás, promovendo um enorme concerto. Um ano depois assina contrato com a Abril Music e edita o segundo disco da sua carreira: “Parte II”. Deste registo foi extraído o tema “Diversão” que, mais tarde, viria a integrar a banda sonora de uma produção da Rede Globo, “Desejos de Mulher”. Graças a este pequeno-grande passo o Brasil rendeu-se aos talentos e encantos de Nila Branco: passou pelos principais programas televisivos a nível nacional (como Jô Soares, Altas Horas, Bem Brasil ou o canal MTV, por exemplo) e realizou uma digressão pelo país intitulada precisamente “Parte II”. Desde disco canções importantes como “Chama” e “Perdido no Supermercado” tiveram também grande destaque!

Entretanto chegamos a 2003, ao momento em que grava o álbum “Seus Olhos” com Kiko Zambianchi e vê vários dos seus temas integrarem produções da TV Record e do SBT, canais de enorme renome a nível nacional. Um ano depois surge o quarto disco do seu percurso musical: “Tudo O Que Eu Quis”.

Lançado pela editora EMI este foi um disco especial: Nila interpretou músicas de nomes como Nando Reis, Paulos Miklos, Zeca Baleiro, Lulu Santos ou Kiko Zambianchi, vendo a crítica reconhecer a mestria e inovação das suas recriações.

Por entre espetáculos em todo o país Nila grava, dois anos depois, o DVD “Nila Branco ao Vivo”. Neste registo foram incluídos os grandes sucessos dos álbuns anteriores mas também alguns temas inéditos. Foi necessário esperar quatro anos por um novo trabalho de Nila.

O sexto disco de originais, “Confidência”, foi gravado ao vivo e contou com criações de compositores como Téo Rodrigues, Thiago Guerra, Rubinho Gabba ou Nelson Motta. Este foi o trabalho em que Branco se aventura por entre mares nunca antes navegados ao recriar “Cherish”, um tema original de Madonna! O grande artista Zeca Baleiro compõe especialmente para Nila a belíssima “Farsa” que esteve em destaque em diversas estações de rádios no Brasil.

“Sete Mil Vezes” é o nome do sétimo disco de Nila. Chegou ao mercado em 2012, contendo temas inéditos da autoria da própria cantora e produção musical conjunta com Renato Faleiro. A aceitação foi tal que Branco gravou, mais tarde, o DVD “Sete Mil Vezes”: um concerto especial, na Goiânia que a viu nascer para a música, sendo o reportório composto de temas de toda a sua carreira mas também músicas inéditas. 

Nila Branco está, assim, prestes a completar duas décadas de carreira. Duas décadas marcadas por muito talento, por temas comoventes e letras profundas. Duas décadas onde Nila levou sempre o nome de Goiânia, e de Goiás, ainda mais longe, provando que há muito e bom talento nesta região do Brasil.

Em 2017 Nila volta a arriscar e a capitanear o grande barco que é a sua voz por mares culturalmente próximos mas, geograficamente bastante distantes. Portugal vai ficar a conhecer, no decorrer do presente ano, o quão doce e magnético é o talento de Nila Branco através de diversos singles promocionais. Nila Branco zarpou à conquista da Europa e Portugal será o porto com a honra de receber tão delicada intérprete.


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publicado por Carlos Gomes às 00:55
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Domingo, 16 de Julho de 2017
CAMÕES À DESCOBERTA DE PORTUGAL – DIGRESSÃO NACIONAL

“Até o eterno termina / num momento que não se imagina”. Quem o diz é Camões, o cantor e compositor brasileiro, que marca a sua vinda perante o povo português. “Anilina” e “Nova Aurora” são os singles que compõe os seus mais recentes projetos. Esta é uma criação onde a riqueza da língua portuguesa se deita numa suave e bem urdida cama de sonoridades pop, rock e eletrónica.

Camões- Digressão por Portugal.png

Camões pode não viver para sempre mas, graças à Music For All e à digressão que o trará a Portugal já no início de agosto, a sua obra não mais será esquecida pelos fãs portugueses.

Conheçam os locais e as datas confirmadas até ao momento:

02.08 | Mói-te Bar, Évora, 22h

05.08 | Panólias Bar, Lisboa, 22h30

Camões, nome histórico e com o qual todos os portugueses têm uma ligação umbilical. É um dos nossos maiores símbolos, um daqueles guerreiros imponentes que contribuiu decisivamente para o país que somos hoje. Mas, e porque há sempre um “mas”, Camões é muito mais do que isso. Camões…também pode ser música, inovação e experimentação. E é desse Camões, o Paulo Camões, que falaremos agora.

Começou a compor ainda na adolescência, dedicando-se à guitarra e transparecendo desde logo as influências da música brasileira e da alma do rock. A busca de uma identidade artística acompanhou o seu amadurecimento, desde algumas gravações independentes até à sua primeira banda, “Os Lusíadas”.

Mas foi no EP “Cupim” que Camões deu verdadeiramente nas vistas. Aliado ao produtor Bernardo Pauleira, um dos nomes mais importantes da cena independente no Rio de Janeiro, o cantor aliou a guitarra aos beats eletrónicos, criando canções como “Segredo” ou “Bem-Estar”. Ao som tipicamente brasileiro juntou uma batida universal, levando uma vez mais Camões a mares nunca antes navegados.

Ciente das potencialidades da sua sonoridade aventura-se naquele que se tornaria no seu primeiro trabalho a solo. Inspirando-se em nomes tão distintos e reputados como HONNE, Breakbot, Great Good Fine Ok, ou Whitest Boy Alive nascia, no verão de 2016, o EP “Anilina”.

Mas como diz o ditado, “novo ano vida nova”! Ou melhor: música nova, se estivermos a falar de Camões. Ao terceiro mês de 2017 chega, finalmente, a mais recente criação de Paulo, “Nova Aurora”. Este é um tema baseado em Santa, senhora que marcou a sua vida e à qual decidiu prestar uma justa homenagem. O videoclip foi gravado na localidade de Nova Aurora e retrata a festa de comemoração do quinquagésimo oitavo aniversário de Santa, uma ocasião tão especial e marcante e se tornou inesquecível para todos os presentes. 

Camões regressa assim às gravações de forma emotiva, prometendo mais novidades para breve e anunciando uma digressão por Portugal para o próximo verão! Agosto será o mês em que o trovador regressa para os merecidos aplausos do público nacional.


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publicado por Carlos Gomes às 00:51
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Sábado, 15 de Julho de 2017
DANIEL MOON APRESENTA “BE DIFFERENT” AO VIVO NAS FNAC

Depois de dar a conhecer os seus exitos “Give More” e “Be Different”, Daniel Moon apresenta agora o seu novo EP ao vivo, no registo intimista que só um showcase permite, nas FNAC lusitanas.

Daniel Moon- Flyer promocional (1).png

O EP “Be Different” é composto por cinco temas que entram no mundo da canção pop em formato jazzístico num harmonioso diálogo de sopros, metais e teclas. O registo já está disponível nas principais plataformas digitais e tem o selo da Music For All.

Conheçam as datas:

16.07 | FNAC @ Vasco da Gama, Lisboa, 17h

 22.07 | FNAC @ Alfragide, Lisboa, 17h

 23.07 | FNAC @ Colombo, Lisboa, 17h

 03.09 | FNAC @ Almada, Lisboa, 17h

A aventura de Daniel Moon no atribulado e exigente mundo da música inicia-se sete anos após o seu nascimento. Foi precisamente com essa tenra idade que começou a ter aulas de piano, um instrumento tão complexo quanto encantador e tão desafiante quanto versátil.

Apenas dois anos mais tarde entra na Escola de Música do Conservatório Nacional, mais concretamente para o 1º Grau. O seu esforço e paixão pela música permitiram-lhe concluir com mérito oito graus, obtendo assim o merecido, e recompensador, diploma.

É neste fase que a Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal entra na sua vida. Durante os dois anos seguintes dedica-se afincadamente ao piano e à voz, perseguindo o objectivo de entrar no Ensino Superior de Jazz. E se até então o objectivo parecia de difícil concretização tudo viria a mudar quando, em pleno ano de 2010, começa a frequentar a Licenciatura de Jazz, na Variante de Piano, na Universidade de Évora. É por entre as arrebatadoras paisagens alentejanas, e o seu característico calor, que conclui com sucesso a referida licenciatura, concretizando assim uma das suas maiores ambições pessoais.

A fase inicial da sua carreira é marcada pela participação em diversos eventos musicais. Do Dia Mundial da Voz a celebrações de matrimónios, de membro de projectos de escola a parte integrante de bandas com os seus próprios originais e até de pianista num hotel a autor de música ambiente para espaços públicos, passou por de tudo um pouco, tornando este num período fervilhante e marcado por uma aprendizagem constante. 

A recta final de 2014 marca o nascimento do seu projecto musical a solo assim como dos primeiros temas originais. O segundo mês do ano seguinte, Fevereiro de seu nome, ficará para sempre associado à gravação das suas primeiras cinco músicas, em quarteto, assim como o penúltimo mês de 2015 foi testemunha da divulgação, e promoção nas plataformas digitais, do seu EP de estreia (sendo de destacar o single “Precious Love” que conquistou mais de cinco mil visualizações no YouTube).

Dito isto chegamos ao presente e à actual fase da sua carreira: este ano assinou contracto com a Music For All e abraçou uma vez mais a composição de temas originais. Os novos temas possuem uma maior diversidade, e riqueza, instrumental e integram o seu primeiro EP  distribuido no primeiro semestre de 2017.


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publicado por Carlos Gomes às 03:09
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Quarta-feira, 12 de Julho de 2017
PEDRO ALSAMA APRESENTA ” MADRUGADA” AO VIVO NAS FNACS

Depois dos singles “Sinking The Pleasure” e “A Wish”, chegou a vez das atenções se virarem para as atuações ao vivo do álbum “Madrugada”, de Pedro Alsama!

Pedro Alsama.jpg

O disco, que combina influências indie e folk, vem com o selo da Music In My Soul, e dá os melhores motivos para estar presente nos dois showcases, na zona de Lisboa, a acontecer neste mês de julho!

Conheçam as datas:

09.07 | FNAC @ Vasco da Gama, Lisboa, 17h

14.07 | FNAC @ Alfragide, Lisboa 21h30

Pedro Alsama é um projeto a solo existente desde 2000 – quase 15 anos de histórias musicadas e espalhadas ao longo de mais de 100 temas feitos pelo compositor de Rio Maior.

O Rock, o jazzístico, a poesia cantada, entre outros estilos, são experiências que Pedro leva a cabo na já sua longa carreira, pretendendo fazê-las chegar a um público mais abrangente.

Na primeira metade do milénio o cantautor assinou uma trilogia de discos a que chamou “The Anti-Music Machine”. “Childhood Stereotype” (2000), o capítulo inicial – obra ambiciosa de 20 temas construídos com guitarra acústica, elétrica, baixo e percussão - nasce do seu fascínio por “Kid A” dos Radiohead.

No segundo tomo, “The Dark Light at the End of the Tunnel It’s Growing” (2004), deixa-se abraçar pelas trevas, em temas que privilegiam a voz e o abstrato. Com o último “Hard on End” (2009), o título mais descomprometido e ambivalente da trilogia, o músico explora universos díspares que vão desde a pop, jazz e rock até ao experimentalismo.

Em 2015 Pedro Alsama editou um novo registo homónimo, que proporcionou canções como “Health” e “Shine”, num espetro mais derivativo da indie e folk rock. No último trimestre de 2016 o músico editou o seu mais recente álbum, “Madrugada”, antecedido pelos singles “Sinking the Pleasure” e “A Wish”.


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publicado por Carlos Gomes às 22:33
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“TIME MACHINE”, A ESTREIA INTERGALÁCTICA DOS ASTRONAUT IN CYBERSPACE

Naves espaciais. Seres alienígenas. E rock, muito rock. Isto é o que podemos esperar dos suecos Astronaut In Cyberspace, projeto que por entre as habituais viagens interestelares, edita agora o single “Time Machine”.

Astronaut Cyberspace image.jpg

Por entre a guitarra alada de Adam Öhrsvik, a atmosfera soturna criada pelo baixista Demba Lo e a garra do baterista Carl Resare, irrompe a voz, a guitarra e o sintetizador de Diene Faye. Esta é apenas a primeira de diversas novidades prometidas pelos Astronaut In Cyberspace para 2017, estando prevista uma digressão ibérica promovida pela Music For All.

E no início houve uma canção. “Astronaut in Cyberspace” começou por ser isso mesmo, uma canção, igual a tantas outras da autoria de Diene Faye (vocalista, guitarrista e mestre do sintetizador). A letra versava sobre um homem preso num videojogo interestelar e foi inspirada numa obra literária do autor Terry Pratchett. Por caprichos da vida o tema nunca veria a luz do dia, no entanto cumpriu a sua função: inspirou Adam Öhrsvik (guitarrista), levando lentamente este projeto musical para o tema espacial.

O duo conheceu-se em 2012 e das longas noites passadas em conjunto foram escritas, e gravadas, diversas músicas folk lo-fi. No entanto apenas no outono de 2014, momento em que as ambições do duo crescem, nasce a necessidade de levar a banda a outro patamar de qualidade. Para ajudar nessa demanda chegaram Demba Lo (baixista), amigo de longa data de Diene, e Jasper Johannesson (baterista), que haviam conhecido recentemente.

Estávamos já em 2015 quando surge o primeiro EP da banda. Neste registo homónimo constavam as primeiras composições do duo, agora interpretadas em quarteto.

O tema espacial manteve-se mas a sonoridade evoluiu, inspirando-se agora no rock alternativo dos anos 90 e em bandas como Radiohead, The Smashing Pumpkins ou Primal Scream. E assim nasceria, em meados de 2016, o LP “Aurora.exe”. Ao todo são dez os novos temas da banda, todos eles fiéis ao rock alternativo e a elementos psicadélicos. Assim parecia nascer um capítulo radioso da história dos Astronaut in Cyberspace.

No entanto o destino, sempre ele, parece ter particular prazer em delinear novas, e inesperadas, rotas. Pouco depois da edição do LP “Aurora.exe” Jesper abandona a banda e decide dedicar-se por inteiro aos estudos no estrangeiro.

Com a saída de Jesper foi necessário recuar e voltar a redefinir a estratégia. No início de 2017 inicia-se, assim, uma nova fase dos Astronaut in Cyberspace: Carl Resare (baterista) junta-se a Diene, Adam e Demba tornando uma vez mais o trio num quarteto. A sonoridade voltou a evoluir sendo atualmente descrita pela banda como “rock de alienação”.

O sucessor de “Aurora.exe” será conhecido ainda em 2017, sendo esperadas várias novidades ao longo do ano. Mas de todas as novidades a maior é mesmo a “Time Machine Tour”, digressão que se inicia na Suécia e que levará os nossos astronautas até aos palcos da Alemanha, Espanha e Portugal.

Paralelamente à digressão será também gravado um documentário intitulado, precisamente, “Time Machine Tour”. O objetivo é documentar o percurso de uma digressão no estrangeiro, ajudando assim todas as bandas/projetos que pretendam dar esse passo. As oportunidades, perigos, avisos e dicas serão, certamente, fundamentais para inúmeros artistas independentes. Marcelo Racana, reputado autor na Suécia, será o diretor e acompanhará a banda nesta digressão, a língua escolhida foi o inglês e o documentário será disponibilizado gratuitamente.

Espanha e Portugal receberão o quarteto em Outubro para uma digressão, literalmente, do outro mundo!


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publicado por Carlos Gomes às 21:05
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DANIEL MOON APRESENTA “BE DIFFERENT” AO VIVO NAS FNAC

Depois de dar a conhecer os seus exitos “Give More” e “Be Different”, Daniel Moon apresenta agora o seu novo EP ao vivo, no registo intimista que só um showcase permite, nas FNAC lusitanas.

Daniel Moon- Flyer promocional.png

O EP “Be Different” é composto por cinco temas que entram no mundo da canção pop em formato jazzístico num harmonioso diálogo de sopros, metais e teclas. O registo já está disponível nas principais plataformas digitais e tem o selo da Music For All.

Conheçam as datas:

16.07 | FNAC @ Vasco da Gama, Lisboa, 17h

22.07 | FNAC @ Alfragide, Lisboa, 17h

23.07 | FNAC @ Colombo, Lisboa, 17h

03.09 | FNAC @ Almada, Lisboa, 17h

A aventura de Daniel Moon no atribulado e exigente mundo da música inicia-se sete anos após o seu nascimento. Foi precisamente com essa tenra idade que começou a ter aulas de piano, um instrumento tão complexo quanto encantador e tão desafiante quanto versátil.

Apenas dois anos mais tarde entra na Escola de Música do Conservatório Nacional, mais concretamente para o 1º Grau. O seu esforço e paixão pela música permitiram-lhe concluir com mérito oito graus, obtendo assim o merecido, e recompensador, diploma.

É neste fase que a Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal entra na sua vida. Durante os dois anos seguintes dedica-se afincadamente ao piano e à voz, perseguindo o objectivo de entrar no Ensino Superior de Jazz. E se até então o objectivo parecia de difícil concretização tudo viria a mudar quando, em pleno ano de 2010, começa a frequentar a Licenciatura de Jazz, na Variante de Piano, na Universidade de Évora. É por entre as arrebatadoras paisagens alentejanas, e o seu característico calor, que conclui com sucesso a referida licenciatura, concretizando assim uma das suas maiores ambições pessoais.

A fase inicial da sua carreira é marcada pela participação em diversos eventos musicais. Do Dia Mundial da Voz a celebrações de matrimónios, de membro de projectos de escola a parte integrante de bandas com os seus próprios originais e até de pianista num hotel a autor de música ambiente para espaços públicos, passou por de tudo um pouco, tornando este num período fervilhante e marcado por uma aprendizagem constante. 

A recta final de 2014 marca o nascimento do seu projecto musical a solo assim como dos primeiros temas originais. O segundo mês do ano seguinte, Fevereiro de seu nome, ficará para sempre associado à gravação das suas primeiras cinco músicas, em quarteto, assim como o penúltimo mês de 2015 foi testemunha da divulgação, e promoção nas plataformas digitais, do seu EP de estreia (sendo de destacar o single “Precious Love” que conquistou mais de cinco mil visualizações no YouTube).

Dito isto chegamos ao presente e à actual fase da sua carreira: este ano assinou contracto com a Music For All e abraçou uma vez mais a composição de temas originais. Os novos temas possuem uma maior diversidade, e riqueza, instrumental e integram o seu primeiro EP  distribuido no primeiro semestre de 2017.


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publicado por Carlos Gomes às 21:00
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“A ORIGEM”, O PONTO DE PARTIDA DE ANDRÉ ABUJAMRA

Místico. Universal. Intemporal. Estas são apenas três das caraterísticas que rapidamente associamos à música de André Abujamra. Este é o homem que liderou a banda do talk show “Agora é Tarde”, apresentado por Rafinha Bastos e que, nos pujantes anos 90 esteve por detrás da banda sonora da mítica série infanto-juvenil brasileira “Castelo Rá-Tim-Bum”, da TV Cultura. O músico e compositor brasileiro estreia-se com o vibrante single “A Origem”, transportando-nos para uma realidade sem tempo onde países e continentes mesclam as suas culturas e influências de forma impar.

André Abujamra_Promo.jpg

Revestido de elementos, instrumentos e sonoridades da cultura brasileira e africana, este é um tema de ritmo frenético. A Music For All introduz ao público nacional um artista ímpar que já percorreu caminhos no teatro, na televisão, no cinema e que viu o disco de um dos seus projetos, a banda Karnak, ser eleito um dos dez melhores de sempre de Latin Rock pela reputada Rolling Stone.  

André Cibelli Abujamra é, muito possivelmente, um dos artistas mais versáteis do Brasil. Homem de mil talentos, e de inspiração infinita, a ele pertencem alguns dos projetos e criações mais extraordinários da música, teatro, televisão e cinema brasileiro.

Estudou ópera. Cursou regência na FAAM, em São Paulo, e embora não tenha concluído extraiu daí preciosos ensinamentos para a restante carreira.

Inicia a sua carreira na década de 80. Juntamente com Maurício Pereira fundou a banda “Os Mulheres Negras”, denominando-se o duo como “a terceira menor big band do mundo”. Com este projeto editou dois discos: “Música e Ciência” (1988) e “Música Serve pra Isso” (1990). Depois de uma pausa, e de outros projetos terem surgido, encontram-se agora em plena gravação de um novo trabalho de originais.

Mas este não foi a única banda de André. Pouco tempo depois nascem os Karnak. Aqui os tradicionais e os modernos sons brasileiros misturaram-se com o rock, o pop e a música eletrónica. A ideia ganhou forma no decorrer de uma viagem ao Egipto depois de Abujamra ter despertado para a diversidade de sons e instrumentos inerentes às diferentes culturas e países. Nesta viagem André visitou uma pequena vila onde existe um complexo de antigos templos do Egipto. E qual o nome desta vila? Nada mais, nada menos, do que…Karnak.

Entre 1994 e 2006 editaram quatro discos e um documentário (intitulado “O Livro Multicolorido de Karnak”). É impossível não destacar o registo de estreia e a sua fantástica recepção junto da crítica especializada nacional e internacional. Foi, inclusivamente, incluído na lista dos 10 Melhores Álbuns de Latin Rock de sempre pela prestigiada revista Rolling Stone.

Mas irrequieto e criativo como é André Abujamra seria apenas uma questão de tempo até apostar numa carreira a solo. Entre 2004 e 2015 edita quatro álbuns, estando o quinto capítulo desta história previsto para meados de 2018.

Para falar de André Abujamra é também falar de teatro, televisão e cinema. No primeiro assinou diversas peças, as suas trilhas venceram sete prémios da reputada Associação dos Produtores de Espetáculos Teatrais de São Paulo (APETESP) e foi o mais novo vencedor de sempre do prémio Molieré (com a peça “Encontrar-se”).

Enquanto ator participou em dez filmes e em sete produções televisivas, nomeadamente “Saramandaia” e “Agora é Tarde” onde liderou a banda do talk-show apresentado pelo comediante Rafinha Bastos.

Por sua vez no cinema compôs a trilha sonora de mais de cinco dezenas de filmes brasileiros tendo sido premiado, em quatro ocasiões diferentes, no Festival de Cinema de Gramado e no Grande Prémio do Cinema Brasileiro por duas vezes também. Por entre a vastíssima lista de obras com contributos seus destaca-se “Castelo Rá-Tim-Bum”, série infanto-juvenil de muito sucesso da TV Cultura.

Abujamra já percorreu o mundo. Já encantou multidões. Já fez sonhar miúdos e graúdos. Já explorou os cantos e recantos do globo, usando o que aprendeu nas diferentes viagens para enriquecer ainda mais as suas obras. Mas existe um passo que André ainda não deu: apresentar-se perante o público português. Esse dia finalmente chegou. 2017 é o ano em que Portugal ficará a conhecer o génio que dá pelo nome de André Abujamra.  

Citação da Rolling Stone (EUA) sobre o disco “Karnak” (1994):

“Uma tapeçaria exuberante de internacionais idiomas funky, o primeiro LP do grupo de São Paulo resume a fome ilimitada do Brasil por todo o tipo de música - do reggae brasileiro aos cantos do Médio Oriente. Uma obra-prima subestimada, do começo ao fim.”


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publicado por Carlos Gomes às 09:09
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ALMIR CHIARATTI EM DIGRESSÃO POR PORTUGAL

Depois de meses a explorar a obra e a antecipar a visita a Portugal, é por fim chegada a altura de recebermos Almir Chiaratti de braços abertos! O autor de “É o Fim” dará início à sua digressão lusitana com apresentações ao vivo nas FNAC portuguesas, rumando depois para espaços em Lisboa, Braga, Évora e Vila Pouca de Aguiar.

Almir Chiaratti_Flyer Tour Portugal.png

Na bagagem o músico do Rio de Janeiro trará as canções de “Bastidores do Sorriso”, mas também do seu sucessor ainda sem título, do qual já foi extraído o intrigante “Triz”. Mais datas serão anunciadas brevemente.

Conheçam os locais e as datas:

07.07 | FNAC Alfragide, Lisboa, 21h30

08.07 | FNAC Vasco da Gama, Lisboa, 17h

12.07 | B.leza, Lisboa, 19h30

13.07 | TOCA, Braga, 22h

14.07 | Club 11, Vila Pouca de Aguiar, 22h

15.07 | Mói-te Bar, Évora, 22h

Almir Chiaratti é um cantor, compositor e multi-instrumentista radicado no Rio de Janeiro nascido no distinto ano de 1988 no Rio Grande do Sul. Desde que se conhece que a música faz parte da sua vida, tendo crescido ao som dos clássicos do rock da década de 70 e do movimento cultural brasileiro que ficou para sempre conhecido como Tropicália.

A sua estreia no exigente mundo da música deu-se em 2015, quando editou o álbum “Bastidores do Sorriso”. Com influências da Música Popular Brasileira (MPB), mas também do rock psicadélico tão característico dos Mutantes, este trabalho registou a sua entrada no mundo adulto e os desafios, dúvidas, problemas e escolhas inerentes a esta fase tão importante da nossa existência.

Em parceria com o cineasta Pedro Freitas concebeu, realizou e filmou o videoclip do primeiro single do disco, “Teu Caminho”. Posteriormente participou em inúmeros festivais e competições, brasileiras e internacionais, tendo inclusivamente vencido o prémio de Melhor Videoclip Internacional no Urban Media Makers Film Festival, em Atlanta (EUA) e sendo escolhido como Melhor Videoclip pelo site DailyMotion no festival Rio Web Fest. Nota ainda para a presença do disco na lista Melhores Discos Brasileiros de 2015, do reputado site brasileiro Tenho Mais Discos Que Amigos.

Almir define este seu primeiro registo discográfico, onde as referências e influências musicais pululam de tema em tema, de forma simples: “As canções transitam por esses sentimentos, por trás do sorriso que envergamos para tocar a vida todos os dias. Acho que isso fica claro no título do disco: o que se passa nos bastidores do sorriso, nos bastidores da dor? Há músicas mais intimistas com temas existencialistas. Mas também há temas sobre amor, seja ele correspondido ou não. Tudo isto se encontra embebido em poesia, ironia e algumas gotas de sarcasmo.”

Almir Chiaratti pode ter a profundidade dos grandes músicos de outrora mas tem na alma a modernidade do presente. Conhecedor da capacidade agregadora da internet, e das comunidades online, recorreu a uma campanha de financiamento colectivo. O objectivo foi alcançado e assim aconteceu o concerto de lançamento do álbum. Seis meses depois Almir surpreende tudo e todos e graças a uma parceria com Luiz Felipe Netto e Luiz Tornaghi é lançado digitalmente o EP “Bastidores ao Vivo”. Este registo sonoro do concerto de apresentação foi mixado por Netto e masterizado por Tornaghi, dando origem a um produto final arrebatador. Este álbum conheceria ainda um segundo single, “Navegantes de Noé”, também ele com direito a videoclip, neste caso realizado pelo próprio em parceria com a Jaé Filmes.

Mas o percurso artístico de Almir não se fica por aqui! Aventurou-se na função de produtor ao acompanhar todo o processo do EP de estreia do cantor, e compositor, Diego Marques, com quem já havia trabalhado anteriormente. E passou também pelos palcos, ao assinar a produção do musical do espectáculo de dança “Cheiro de Manga”, em parceria com a bailarina Laura de Castro, composto por Eduardo Rezende.

A recta final de 2016, e a conturbada realidade política do Brasil, motivou e influenciou Almir, surgindo assim o tema “Terceiro Turno” (com a participação de Felipe Pacheco da banda Baleia, no violino, e do regente Vitor Damiani). A produção daquele que será o seu segundo trabalho de originais está a cargo de Eugenio Dale (reputado profissional que trabalhou anteriormente com Ney Matogrosso e Sergio Mendes).

Para 2017 aguardam-no novos desafios e um caminho nunca antes percorrido: uma digressão em Portugal e a edição do sucessor de “Bastidores do Sorriso”.


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publicado por Carlos Gomes às 08:58
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Sexta-feira, 7 de Julho de 2017
“HINO VITÁVEL – ACTO I”, A PROVA DE VIDA REIVINDICATIVA DOS SOPA D’ALMA

Portugal e a crise são dois temas que, infelizmente, parecem ligados umbilicalmente. Tendo por base o nosso passado, e o presente, os Sopa d’Alma criaram o EP “Hino Vitável – Acto I”. Esta é a história de um país que se tornou inabitável para os seus próprios cidadãos. Aqui é possível encontrar o reflexo do desespero e da luz ao fundo do túnel em que se tornou a emigração forçada.

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A sonoridade é marcada por laivos de instrumentação clássica e rock progressivo tendo ficado a apresentação ao público a cargo do single “Rotina”. Em “Hino Vitável – Acto I” a letra e a mensagem ocupam os papéis principais, num constante jogo de desalento e esperança por entre as vielas da vida.

O EP Digital é composto por seis faixas e já está disponível na Amazon, no Google Play e na The Store com o carimbo da Music For All.

Os Sopa d’Alma são um projeto constituído por Fá Pereira (voz e flauta) e Pedro Carneiro (guitarra). Oriundos de Braga, cruzaram-se pela primeira vez numa escola de música da cidade, onde viriam a formar a sua primeira banda de covers em 2007.

Dois anos volvidos, sentiram a vontade de se expressar numa linguagem musical própria e original, formando em conjunto com outros dois amigos o projeto Angúria, cantado em português num registo de rock progressivo. Em 2012 constaram da coletânea “À Sombra de Deus”, que reunia o que de melhor se fazia no fervilhante panorama musical de Braga. O projeto culminaria em 2014 com a elaboração de uma peça musical de 40 minutos organizada em cinco temas, exibida ao público no Theatro Circo, no coração da cidade natal.

Com a mudança de armas e bagagens para Viena, no final desse ano, surgiu também a vontade de materializar novas criações e estados de alma. Foi então que se formou o projeto dos Sopa d’Alma, com o objetivo inicial de conter a ressaca pós-Angúria, apresentando à Áustria versões de fados e clássicos da música em português cantados de forma reconstruída, a dois sons: voz e guitarra. Foi lá que representaram a música portuguesa em feiras e eventos internacionais, fornecendo também a banda sonora a um pequeno café português local, comovendo muitos dos presentes que escutaram aquele tipo de sonoridade pela primeira vez.

Contudo, seria só no final de 2016, já mais esclarecidos e ambiciosos, que voltariam ao formato que crêem ser o seu pináculo criativo: a peça. Para tal, compuseram a primeira parte do relato musical centrado nos temas que os levaram para fora de Portugal, pontuado por apontamentos de instrumentos clássicos e marcado pelas influências de todos os grandes artistas que consomem, desde o rock progressivo à música dita de intervenção.

Sopa d’Alma é então doravante um projeto com uma clara intenção: biografar musicalmente o caminho de dois parceiros musicais ininterruptos, com intervenção nos ouvintes por universal afinidade com o conteúdo realista, cuja simplicidade na forma só o possa enaltecer.


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publicado por Carlos Gomes às 11:10
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Terça-feira, 4 de Julho de 2017
AGENDA DE CONCERTOS MUSIC FOR ALL - JULHO

O mês de Julho traz uma panóplia de concertos com o selo da Music For All vindos de vários quadrantes: O mês inicia-se com o melhor rock psicadélico praticado entre portas com o cunho dos Indian Rubber, que levam o seu EP de estreia – de seu nome “Pelsúun” – ao conhecido Espaço A em Freamunde.

Agenda Concertos Music For All_Flyer Julho.png

Luciana Araújo espalha a fragrância de “Essências” por mais uma FNAC lisboeta. Para comprovar ao vivo dia 4 de Julho pelas 18h30 na FNAC Colombo a sua inebriante MPB com um leve toque jazzístico pela excelência dos arranjos.

Almir Chiaratti entra em cena a 7 e 8 de Julho, nas FNAC Alfragide e Vasco da Gama,  naquele que será o início da sua mini-digressão portuguesa. Na bagagem o músico do Rio de Janeiro trará as canções de “Bastidores do Sorriso”, mas também do seu sucessor ainda sem título, do qual já foi extraído o intrigante “Triz”.

Seguimos com Ritchaz Cabral naquela que será a sua quinta apresentação em FNACs. O pretexto continua a ser “Mal Famadu”, um autêntico mergulho na cultura africana ao ritmo de uma leve brisa lusitana, mesclando ritmos, sonoridades e culturas de forma subtil e arrebatadora. A apresentação está marcada para a FNAC Cascais pelas 18h.

Daniel Moon, por seu lado, inicia as apresentações ao vivo de “Be Different”, o seu primeiro EP, com showcases marcados nas FNACs do Vasco da Gama, Alfragide e Colombo. Tempo então de conhecer os temas deste seu primeiro registo que exploram o potencial da canção pop em formato jazzístico, num harmonioso diálogo de sopros, metais e teclas.

Diretamente de Peniche, Salmar chega à FNAC Vasco da Gama e FNAC Alfragide a 22 e 30 de Julho, respetivamente, para os primeiros espetáculos de apresentação a “Inquietação”, um pedaço de portugalidade onde a nossa cultura, hábitos e raízes são os protagonistas.

Os Clássicos juntam-se ao alinhamento das Festas da Cidade de Mirandela e prometem brindar os presentes com as canções de “Primeiro Acto”, o seu primeiro longa-duração a ser editado brevemente, de onde já foram extraídos os singles “Amor de Escola” e “Bom Demais”.

O mês de Julho encerra com os showcases nas FNACs do Gaia Shopping e Mar Shopping de Paulo Bastos, que apresentará ao público as canções do recém-editado “Desafio”, uma junção perfeita do cancioneiro popular com músicas originais, sendo ainda possível encontrar sonoridades pop/rock facilmente reconhecíveis, mas com uma roupagem completamente inesperada.


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publicado por Carlos Gomes às 20:34
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Sexta-feira, 30 de Junho de 2017
DANIEL LIMA E A TENACIDADE FÉRREA DE “NO MORE”

É tempo de colocar todas as cartas na mesa, terminar com o chorrilho de dúvidas e inquietações e procurar um novo rumo - quem o diz é Daniel Lima, munido de uma tenacidade de ferro em “No More”, o seu mais recente single.

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Aquele que serve de terceiro cartão-de-visita extraído de “Inside My Dreams”, o registo de estreia, traz ao de cima as influências mais elétricas do músico de Minas Gerais, que encontram comparação em projetos como Pearl Jam, Audioslave ou Counting Crows.

Daniel Lima nasceu em Belo Horizonte, capital do estado de Minas Gerais, no Brasil, conhecido pela sua entusiasmante vida noturna, pelos bares e o circuito de música ao vivo.

O seu percurso enquanto músico profissional começou em 1994, tendo desde então tocado e andado em digressão com inúmeras bandas, enfrentando os habituais altos e baixos de alguém que tenta fazer da música a sua forma de estar na vida.

Entre as suas conquistas contam-se a inclusão de uma canção sua numa novela de um dos maiores canais de televisão do Brasil, a sua participação no maior talk-show brasileiro, o lançamento de um disco e consequente digressão pela Europa.

Em 2009 Daniel Lima decidiu mudar-se para Nova Iorque, onde se licenciou enquanto engenheiro de som e produtor musical. Pela mesma altura começou a escrever canções que figurariam num primeiro EP enquanto artista a solo, que viria a ser lançado apenas em 2014. De curta coleção de canções, o registo passou a longa-duração graças à frutuosa parceria com o engenheiro/produtor Iain Fraser, da qual nasceu “Inside My Dreams”, álbum que chegou à Europa em junho de 2016 com o selo da Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 00:38
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Quinta-feira, 29 de Junho de 2017
“BLINDERS”, O NOVO SINGLE DOS INDIAN RUBBER

Autores de um dos projetos de rock alternativo e psicadélico mais substanciais da atualidade, os Indian Rubber mostram agora o segundo avanço de “Pelsúun”, o EP recentemente lançado. Construído à base de baixo groovy, guitarras e sintetizadores, “Blinders” atesta bem a vitalidade do quinteto portuense.

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O segundo registo dos Indian Rubber já se encontra disponível para escuta em plataformas como o iTunes, Tidal, Google Play, Spotify e The Store com o selo da Music For All, e será apresentado ao vivo já no próximo dia 1 de Julho no Espaço A, em Freamunde.

Novembro de 2015 marca o nascimento dos Indian Rubber, um projecto nativo de Vila do Conde composto por Júlio Macedo (guitarra), Hugo Raposo (teclados), Tiago Paulino (baixo), Mário Ventura (voz e guitarra) e João Pinho (bateria) que navega entre o rock psicadélico e rock alternativo.

A primeira amostra do seu potencial surgiria em Fevereiro de 2016 com o lançamento de “Illusions”, o single de estreia. Quem ficou conquistado à primeira audição teve de esperar apenas até Março para escutar o segundo single da banda nortenha: “Afterwards”. O primeiro EP dos Indian Rubber, “Le Voyage”, foi editado digitalmente nesse mesmo mês, confirmando assim as melhores suspeitas.

Depois de passagens por palcos como Cave 45, Plano B (Porto), Espaço A (Freamunde), Urban Social Club (Vila do Conde) ou o sempre marcante Popular Alvalade (Lisboa) os Indian Rubber estão prontos para inaugurar uma nova fase da sua carreira. O novo EP intitula-se “Pelsúun” e chega agora às principais lojas digitais.


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publicado por Carlos Gomes às 00:06
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Quarta-feira, 28 de Junho de 2017
TOCADORES DE CONCERTINA MARCAM ENCONTRO NA AMADORA

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publicado por Carlos Gomes às 23:36
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