Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Quinta-feira, 18 de Maio de 2017
LISBOA RECEBE OS MELHORES CAVALEIROS NACIONAIS E INTERNACIONAIS

O Hipódromo do Campo Grande vai receber, de 25 a 28 de Maio, o 97º Concurso de Saltos Internacional Oficial de Lisboa (CSIO de Lisboa) e conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa.

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Este é o mais antigo concurso no mundo realizado no mesmo local e contará com a presença de dezenas de cavaleiros de mais de 15 nacionalidades. O CSIO de Lisboa que é uma referência no calendário equestre internacional e no calendário turístico da capital portuguesa, terá como Chefe de Pista o Internacional português Bernardo Costa Cabral, um dos técnicos mais credenciados no mundo, tendo já feito parte de duas Olimpíadas, etapas da Taça do Mundo, bem como Campeonatos da Europa.


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publicado por Carlos Gomes às 14:20
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Terça-feira, 16 de Maio de 2017
DANIEL LIMA E A TENACIDADE FÉRREA DE “NO MORE”

É tempo de colocar todas as cartas na mesa, terminar com o chorrilho de dúvidas e inquietações e procurar um novo rumo - quem o diz é Daniel Lima, munido de uma tenacidade de ferro em “No More”, o seu mais recente single.

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Aquele que serve de terceiro cartão-de-visita extraído de “Inside My Dreams”, o registo de estreia, traz ao de cima as influências mais elétricas do músico de Minas Gerais, que encontram comparação em projetos como Pearl Jam, Audioslave ou Counting Crows.

Daniel Lima nasceu em Belo Horizonte, capital do estado de Minas Gerais, no Brasil, conhecido pela sua entusiasmante vida noturna, pelos bares e o circuito de música ao vivo.

O seu percurso enquanto músico profissional começou em 1994, tendo desde então tocado e andado em digressão com inúmeras bandas, enfrentando os habituais altos e baixos de alguém que tenta fazer da música a sua forma de estar na vida.

Entre as suas conquistas contam-se a inclusão de uma canção sua numa novela de um dos maiores canais de televisão do Brasil, a sua participação no maior talk-show brasileiro, o lançamento de um disco e consequente digressão pela Europa.

Em 2009 Daniel Lima decidiu mudar-se para Nova Iorque, onde se licenciou enquanto engenheiro de som e produtor musical. Pela mesma altura começou a escrever canções que figurariam num primeiro EP enquanto artista a solo, que viria a ser lançado apenas em 2014. De curta coleção de canções, o registo passou a longa-duração graças à frutuosa parceria com o engenheiro/produtor Iain Fraser, da qual nasceu “Inside My Dreams”, álbum que chegou à Europa em junho de 2016 com o selo da Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 18:51
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PAULO BASTOS REGRESSA COM “O QUE É QUE HOUVE?”

Numa era onde nada se inventa e tudo se transforma, “O Que é Que Houve?”, o novo single de Paulo Bastos, é um bom exemplo de como a modernidade pode ajudar a trilhar novos caminhos para as raízes e sonoridades portuguesas.

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O segundo single do álbum “Desafio” é a combinação perfeita dos pequenos mistérios do nosso quotidiano com romantismo, encanto e uma letra onde abundam as questões e escasseiam as respostas. A tudo isto somemos uma dose de puro rock, o dedilhar único do cavaquinho e um ritmo frenético bastante familiar e está criada a receita para a mais recente aposta da Music For All

Paulo Bastos faz jus ao ditado popular “De pequenino é que se torce o pepino”. É que se os seus dotes na cozinha são um mistério, já o seu talento para a música é sobejamente conhecido desde tenra idade.

Contava apenas com nove anos de vida quando iniciou a sua atividade musical e um ano depois já se tinha iniciado no estudo da guitarra, começando aí a trilhar um percurso que se adivinhada pródigo em sucessos e conquistas.

A sua estreia como solista de orquestra aconteceu tinha Paulo apenas vinte anos. O concerto para guitarra clássica e orquestra de Vivaldi em Ré M, com a Filarmónica das Beiras, no Teatro Aveirense, tornar-se-ia na primeira de muitas vezes em que dominaria por completo o palco e arrebataria o coração, e o espírito, do público presente!

Do seu extenso e completo percurso fazem parte o curso de guitarra clássica do Conservatório de Música de Coimbra e, posteriormente, o complemento no Conversatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian, onde terminou o 8º Grau/Ano; a Licenciatura em Engenharia Eletrónica e Telecomunicações, na Universidade de Aveiro; a Licenciatura em Ensino de Música na vertente de Guitarra Clássica, também em Aveiro; mais de uma dezena de cursos de aperfeiçoamento de Guitarra Clássica, muitos deles orientados por professores de renome internacional; diversos workshops de Jazz com profissionais, de reconhecido talento, das mais variadas nacionalidades.

Paralelamente dedicou-se, ainda que de forma autodidata, ao estudo de instrumentos tradicionais portugueses, como o Cavaquinho, a Gaita-de-Foles e a Guitarra Portuguesa, por exemplo, enriquecendo ainda mais o seu já de si extenso léxico de sonoridades.

Entre as diversas vezes que subiu a palco destaca a partilha de momentos únicos com nomes da música internacional como Siri Svegler, Stee Downes ou Hubert Tubbs.

Os seus espetáculos a solo incluem uma vertente tradicional, nas influências, sonoridades e instrumentos que o acompanham, e outra mais contemporânea e que se liga de forma directa à world music e às danças do mundo. É por entre temas originais, e alguns da música tradicional portuguesa, que Paulo Bastos percorre Portugal de lés-a-lés.

Em 2015 Paulo Bastos dá um passo crucial na sua carreira – avança para a composição, e gravação, do seu primeiro álbum a solo. “Desafio” é uma junção perfeita do cancioneiro popular com músicas originais, sendo ainda possível encontrar sonoridades pop/rock facilmente reconhecíveis, mas com uma roupagem completamente inesperada. Aqui o tom é meio de convite, meio de provocação, num misto de emoções e sentimentos que arrebatam todos os que partilham o gosto por esta arte a que chamamos de música.

Atualmente Paulo Bastos frequenta o Mestrado em Cavaquinho Português na vertente de Performance, na Universidade de Aveiro. De notar que este Mestrado é o primeiro, e único, a nível nacional, dedicado apenas e só a este instrumento, sendo completamente inovador por permitir desbravar caminho na vertente da investigação académica.

Este é um passo importante que vai permitir ao instrumento evoluir bastante e que valoriza de forma incontornável a cultura e tradição portuguesa.


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publicado por Carlos Gomes às 00:27
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Sexta-feira, 12 de Maio de 2017
“ISTO NÃO É ROCK”, O CALMANTE SONORO DE RAFAEL LAPA

Perante o constante caos em que habitamos pode tornar-se difícil respirar fundo e parar, nem que seja por breves instantes. Rafael Lapa dá o seu precioso contributo com “Isto Não É Rock”, autêntico calmamente sonoro revestido de pop experimental.

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Com este novo single Rafael Lapa demonstra uma vez mais que é figura de proa entre os mais hábeis representantes da música alternativa nacional. Através do selo da Music For All já editou o seu disco de estreia, “Nem Tudo É Real”, assim como o single de apresentação sob o mesmo título.

Viseu é não só a segunda maior cidade da zona Centro, logo atrás de Coimbra, como também a capital do respectivo Distrito. Entre os seus filhos mais ilustres contam-se homens e mulheres das mais variadas áreas, sendo que, a partir de agora, esse leque de personalidades está prestes a aumentar. É que por entre a adesão de oficial de Portugal à então CEE e o escândalo do Mundial do México’86 nasceu Rafael Lapa.

Desde cedo que a música o fascinou, acalentando secretamente o desejo de também ele, um dia, pisar os palcos e cantar perante multidões. Aos seis anos dá um pequeno grande passo rumo ao seu objectivo quando inicia o seu percurso no conservatório. A música ocupou sempre uma grande parte da sua vida, dividindo a infância e juventude entre o piano clássico e a guitarra Jazz.

Ao longo dos últimos anos colaborou com várias bandas e projectos, tendo subido inúmeras vezes a palco para acompanhar talentosos amigos e colegas de profissão um pouco por todo o país.

Aos 30 anos de idade surge finalmente a sua primeira aventura a solo: “Nem Tudo É Real” é o título do seu disco de estreia, sendo de esperar um conjunto de temas onde a forte mensagem combina na perfeição com melodias cuidadas e relaxantes, num autêntico cruzamento de influências pop, jazz e experimental, onde a língua portuguesa é a força motriz.

A edição é da responsabilidade da Music For All, selo que tem no seu catálogo alguns dos mais promissores projectos nacionais e internacionais da actualidade!


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publicado por Carlos Gomes às 11:36
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Quinta-feira, 11 de Maio de 2017
“HOLD ON”, PEDRO NASCENTE COMO NUNCA ANTES O OUVIMOS

Pedro Nascente não pára de surpreender. Primeiro edita um EP de estreia, “A Princesa”, com uma maturidade rara e invejável. Agora desbrava rotas nunca antes por si navegadas em “Hold On”, poderosa balada de arrependimento e paixão, cantada integralmente em inglês, tal como o álbum que se prepara para editar, “Back To The Start”.

 

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Com a alma do rock, os instrumentos do folk, influências do country e a letra digna de uma música pop este é um tema que simultaneamente nos acalma e inquieta, levando-nos a percorrer experiências passadas. 

Pedro Nascente é um orgulhoso filho do distinto ano de 1997, tendo nascido em Porto Alegre, no Brasil. Transmite o seu talento através da música, caminhando nas estradas do Folk/Rock, do Blues e do Country.

O seu percurso no mundo da música teve início em 2015 quando se aventura no lançamento do seu primeiro disco. A gravação e produção decorreu na sua própria habitação, local onde desde 2013 criava faixas sob o pseudónimo Peter Frost. Com o título “Old Lagoon” as 14 faixas cantadas em inglês foram distribuídas física e digitalmente.

Até que, subitamente, a actualidade política e social atraíram Pedro para marés nunca antes navegadas: cantar em língua portuguesa. Esses polémicos acontecimentos foram conjugados com o avançado grau dos estudos de Pedro Nascente na área de Produção Fonográfica, o que o levar a sonhar mais alto e a dar o passo seguinte: a gravação e produção profissional dos seus próprios temas. Entre novas versões de temas antigos e outros criados de raiz nessa mesma altura surgiu o álbum “Delírios Sob A Noite Sem Cor” – um disco pessoal e intenso onde o Brasil, e os brasileiros, são o(s) protagonista(s) ao longo de 11 temas folk gravados em apenas três meses.

No final de 2015 realizou-se não só ao lançamento do disco como também as primeiras apresentações ao vivo. Com a chegada de 2016 surgiu um novo desafio: uma residência mensal no espaço Olé Armazém Mexicano, desta vez em parceria com Franco Bittencourt. A dupla levou a cabo o espectáculo “Delírios, Folk e Rock” com reportório do próprio Nascente e reinterpretações de grandes clássicos intemporais do folk, rock, blues e country.

O Verão de 2016 marca uma nova fase na carreira de Pedro Nascente: muniu-se de Gabriel Ost e de Roger Drumm e formou a sua nova banda de apoio, os Lençóis Freáticos, cabendo ao primeiro a bateria e ao segundo o contrabaixo e as vozes, assumindo ele próprio a voz, a guitarra e a boa e velha harmónica.

Uma nova sessão de gravação e produção, conduzidas uma vez mais pelo próprio, viu nascer o EP “A Princesa”, que chegou a Portugal através da chancela da Music For All. Num registo algo distante daquele com que se estreou em 2015 surgiram cinco temas de folk/rock psicadélico onde a guitarra marcou o compasso e as letras acutilantes captaram toda a nossa atenção.

Conhecido pelo seu arrojo, Pedro Nascente surpreende novamente tudo e todos apostando por completo na língua inglesa no seu próximo registo discográfico. “Hold On” é, assim, o primeiro avanço de “Back To The Start”, álbum onde a sua língua materna não teve lugar mas onde não falta o folk/rock que ostenta como a sua maior imagem de marca.


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publicado por Carlos Gomes às 19:22
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Quarta-feira, 10 de Maio de 2017
O “RECADO” DE CAMILA BRASIL, COM AMOR

Camila é o seu nome e o Brasil tanto a nação como o apelido que transporta. Autora de uma voz acetinada e munida de melodias inesperadas e letras tão repletas de contradições como ela mesma, Camila Brasil chega até nós pela graça e encanto de “Recado”, carta de amor aberta a um outro alguém que não retribui do mesmo modo todo o afeto que recebe.

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A agridoce mas infalível canção é o cartão de visita de “Crua”, o mais recente projeto discográfico da jovem de São Paulo, que conjuga sonoridades pop, MPB e world music, a ser apresentado ao público português já no mês de Julho numa mini-digressão nacional com o apoio da Music For All.

Camila Brasil, natural de São Paulo, nasceu a 11 de Novembro de 1992. As suas primeiras influências musicais manifestaram-se aos 13 de idade, ao ter contato simbólico e afetivo com o primeiro violão que recebeu como presente de aniversário. A partir daí esse elemento tornou-se essencial na sua vida, já que a paixão pela música iniciou-se muito antes, quando

em brincadeira com a irmã cantava e tocava instrumentos imaginários.

Aos 14 anos, Camila descobre-se enquanto compositora. As suas primeiras letras transmitiam o anseio de uma rapariga movida por um manifesto íntimo e singular, tendo o senso de liberdade como principal norteador. A introdução à prática musical chegaria na adolescência, proporcionando-lhe a aptidão para criar as suas próprias canções.

No ano de 2010 inicia a sua trajetória nos movimentos culturais da zona sul de São Paulo, tendo a sua primeira atuação ocorrido no evento Panelafro, coordenado e idealizado pelo Grupo Cultural Afro Brasileiro Espírito de Zumbi. Dali em diante, Camila Brasil começou a circular pelos diversos movimentos da periferia, dialogando com artistas de diversas linguagens, podendo compartilhar os seus processos de forma autónoma, descobrindo outras influências e integrando-se numa rede sólida de colaboração artística e cultural.

Em 2015 lança o seu primeiro EP homónimo, que lhe proporciona diversos trabalhos como: Virada Cultural 2015, a rede SESC, participações em programas de televisão como “Talentos” com Heródoto Barbeiro (Record News) ou “Caixa de Som” (TV São Judas) e destaque em algumas rádios: o tema “Mistério e Calor” foi transmitido na rádio USP FM (Programa Sons do Brasil), enquanto a faixa “Ferrugem” foi partilhada numa das páginas web mais importantes do cenário musical atual.

Após ter sido selecionada como uma das “Apostas para 2016” pela plataforma de streaming Deezer, Camila não mais parou: lançou dois singles – “Dia Útil” e “Retrato” – ambos com grande repercussão por entre o público e comunicação social, teve a oportunidade de abrir um concerto para Maria Gadú no Teatro Nair Belo e também de dividir o palco com Nação Zumbi e Gaby Amarantos na Virada Cultural de São Paulo. A Feira SIM São Paulo, Sofar Sounds, The Guitar Project ou Sônica de Garagem foram outros eventos em que participou desde então.

Mais do que uma artista completa, Camila Brasil é um manifesto pela hegemonia do coração sobre a razão. A sua voz e as suas letras transmitem uma força jovem, emanada por uma beleza e um senso idealista livre, sem estar presa a conceitos e propostas formatadas. O seu experimentalismo e ousadia chegam agora até nós pela mão da Music For All, com quem andará em digressão já no mês de Julho, para apresentar o seu mais recente trabalho de originais, “Crua”.


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publicado por Carlos Gomes às 20:33
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NEWSONIC E A ÂNSIA URGENTE DE “NOVOS RUMOS”

Abram alas para os Newsonic, quinteto brasileiro de rock alternativo que se estreia entre nós com a urgente necessidade de mudança expressa em “Novos Rumos”, poderoso cartão-de-visita mergulhado na melhor influência de contemporâneos como Alter Bridge, Three Days Grace ou Stone Sour.

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O tema, extraído do seu álbum de estreia com o mesmo nome, dá o mote à digressão portuguesa que a banda realizará já no próximo mês de Setembro com o apoio da Music For All.

Nascidos em 2011, os Newsonic são oriundos da localidade de São Gonçalo (Rio de Janeiro) e constituídos por Anderson Khross (voz e teclados), Erik Cholodovski (guitarras), Lucas Freitas (guitarras), Flávio Almeida (contrabaixo) e André Almeida (bateria), surgindo com a intenção de dar vida a material autoral focado nas mais diversas influências dos seus membros, que passam do rock alternativo à música electrónica, com letras que retratam temas contemporâneos e comuns a todos os indivíduos.

Após um longo período de composição em 2014, a banda lança o seu debute, “Novos Rumos”, de forma totalmente independente. O álbum conta com a produção do conceituado produtor carioca Celo Oliveira e trata-se de um disco conceptual que narra a história de Marco, Alice e dos seus desencontros – um conto de queda e ascensão. O álbum foi apresentado num espetáculo realizado no Saloon 79, no bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro, em Novembro de 2014.

O registo de estreia foi aclamada pela crítica especializada, valendo à banda um contrato com a MS Metal Agency, através do selo Alternative Music Records, responsável por uma série de grupos ligados ao universo do rock.

Paralelamente, os Newsonic realizam ainda trabalho enquanto banda de tributo, apresentando um alinhamento repleto de sucessos de bandas e artistas como: Europe, Survivor, Journey, Whitesnake, Bon Jovi, Guns N’ Roses, Skid Row, Silverchair, Pearl Jam, entre outros.

Em 2016, a banda inicia os trabalhos de composição do seu novo álbum, “V.O.R.A.X.”, que procurará evidenciar a união das mais distintas influências dos seus membros. As canções apresentam um peso maior comparativamente ao disco anterior, além do timbre, melodia, harmonia e ritmo modernos bem trabalhados, sem sacrificar o apelo comercial.

Em 2017 chegam por fim à Europa através do selo da Music For All, que os levará numa digressão portuguesa no mês de Setembro.


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publicado por Carlos Gomes às 20:30
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Segunda-feira, 8 de Maio de 2017
WELLMAN APRESENTAM DISCO DE ESTREIA AO VIVO NO TOKYO

O recém-lançado “Shrimp” serve de pretexto para o concerto que os Wellman darão no próximo dia 10 de Maio pelas 23h no conhecido bar Tokyo, em Lisboa.

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Oportunidade ideal para escutar em primeira mão as inebriantes canções pop de laivos indie e folk do primeiro longa-duração do quinteto - de onde já foram retirados os singles “Riverside” e “Distance” – e para tirar a temperatura a um dos mais promissores projetos da nova leva de talentos portugueses. Os bilhetes apresentam um custo de 5€.

Os Wellman nasceram ao mesmo ritmo da amizade de Afonso Teixeira (vocalista), Afonso Lima (guitarrista), José Miguel Saraiva (baixista), Mateus Carvalho (saxofonista) e Francisco Marcelino (baterista).

Afonso Teixeira apresentou aos restantes membros uma série de originais que desejava que tivessem outra roupagem. Inicialmente apenas com o intuito de conferir às músicas uma outra dimensão, os cinco acabaram por "recriar" as mesmas. Em Junho de 2016, surgiu a oportunidade de ir a estúdio gravar os temas e aquilo que começou por ser uma forma de descontração da vida universitária sem qualquer divulgação pública, passou a ser uma verdadeira banda, à qual Afonso Teixeira emprestou o seu nome artístico (Wellman).

O quinteto que se move nos meandros da pop/rock com leves influências folk, assume com orgulho a sua sonoridade viciante, envergando sempre um sorriso cativante e uma alegria contagiante. Para o primeiro semestre de 2017 está prevista a edição do seu primeiro trabalho.


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publicado por Carlos Gomes às 14:02
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Sábado, 6 de Maio de 2017
BAIXA DA BANHEIRA RECEBE BB BLUES FEST 2017 WARM-UP

Eric Slim Zahl & The South West Swingers em estreia ao vivo em Portugal

Vencedores do European Blues Challenge 2016 e semifinalistas do International Blues Challenge 2016, os noruegueses Eric Slim Zahl & The South West Swingers apresentam-se em estreia ao vivo em Portugal, no dia 13 de maio, às 21:30h, no Auditório do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, na noite de apresentação do BB Blues Fest 2017.

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Eric Slim Zahl & The South West Swingers apresentam, há mais de uma década, um som fortemente influenciado pela música dos anos 50. Jump blues, rock 'n' roll e rockabilly misturados com humor e criatividade, explanados em discos como o surpreendente Daddy'O (2011) ou o aclamado pela crítica Chances Are Slim (2013). Apropriadamente vestidos com gravatas, suspensórios e oxford shoes, os Eric "Slim" Zahl & the South West Swingers, no momento em que prepararam o seu terceiro álbum, estão prontos para um concerto que se prevê singular.

Os bilhetes para a 6ª edição do BB Blues Fest, que vai decorrer de 22 a 25 de junho, no Fórum Cultural José Manuel Figueiredo e Parque José Afonso, na Baixa da Banheira, já estão disponíveis. Recorde-se que além do americano Lazy Lester, estão também já confirmados para o BB Blues Fest 2017 os catalães Wax & Boogie, pela primeira vez em Portugal. O BB Blues Fest tem apostado sempre na qualidade do seu cartaz, apresentando os melhores nomes do blues português e internacional, numa simbiose perfeita que celebra as raízes deste género musical e esta edição não vai ser exceção.

O BB Blues Fest resulta de uma parceria entre a Associação BB Blues Portugal, a Câmara Municipal da Moita e a União de Freguesias da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira.

O preço dos bilhetes é de 9,12 euros.

Acompanhe a 6ª edição do BB Blues Fest nos vários canais de comunicação do festival:

– www.bbbluesportugal.com

– www.bbbluesfest.com

– www.facebook.com/bbbluesfest

– http://twitter.com/BBBluesPortugal

– www.youtube.com/channel/UCv-LKLXWxaDVP9opo-AjghA

– www.facebook.com/cmmoita.pt

– www.ufbbva.pt

RESERVA DE BILHETES

Fórum Cultural José Manuel Figueiredo

Rua José Vicente, Baixa da Banheira

Tel. 210888900

Horário da Bilheteira:

De 3ª a sábado – 14:30h às 19:30h

Dias de espetáculo e cinema – uma hora antes do início do espetáculo ou sessão

Os bilhetes podem ainda ser reservados através do telefone 210 888 900, no horário de funcionamento da bilheteira. As reservas podem ser levantadas, no máximo, até 1h antes do início do espetáculo, com um limite de cinco bilhetes por reserva.

Compra de bilhetes online:

http://ticketline.sapo.pt

http://pt-pt.facebook.com/cmmoita

E nos postos de venda aderentes: http://ticketline.sapo.pt/pagina/postosdevenda



publicado por Carlos Gomes às 11:43
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VALDO VIANA – MAIO É MÊS DE DIGRESSÃO NACIONAL

Depois de percorrer a América do Sul, a Ásia e a Europa, Valdo Viana aterra finalmente em Portugal. Entre os dias 17 e 20 de Maio o autor do single “É Pra Viver” apresenta no nosso país o álbum “Brasilha” (2014).

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Tudo começa em Lisboa, no EKA Palace, no dia 17. No dia seguinte o palco do TOCA ilumina-se e Braga rende-se ao cantor e compositor brasileiro. A 19 acontece a despedida do norte do país com um concerto imperdível no All Guimarães e o final da digressão nacional de Valdo Viana acontece em Almada, no Salão de Festas da Incrível Almadense, no dia 20 de Maio.

Conhece todas as datas da digressão:

17.05 | EKA Palace, Lisboa, 22h (€5)

18.05 | TOCA, Braga 22h30 (€5)

19.05 | All Guimarães, Guimarães, 23h30 (€5)

20.05 | Salão de Festas da Incrível Almadense, Almada, 22h (Não Sócios €5 | Sócios € 3.5)

Do Nordeste brasileiro chega-nos Valdo Viana. Nascido em Esperantinópolis, bem no centro do Maranhão, quis o destino que a sua família sempre alimentasse a sua veia musical, dando-lhe um extenso rol de referências e inspirações. Com os progenitores descobriu a Música Popular Brasileira (MPB) a música Nordestina e o Forró. Com os irmãos explorou o Rock de Brasília e o Rock Inglês.

Com a irmã mais velha alimentou os genes do Samba e do Choro. E na sua cidade natal contactou com o reggae e as músicas folclóricas, tornando-se assim num autêntico espelho de sonoridades, mensagens e sentimentos musicais.

O seu percurso inicia-se ainda petiz nas festas da cidade quando se apresenta nos Festivais Escolares. No entanto seria em plena juventude que dava o grande passo ao assumir-se enquanto vocalista da Banda Atlantis. Durante quatro anos apresentou-se em inúmeros bares, festas e festivais locais, ganhando paixão pelo palco, pelo público e acima de tudo pela música.

É então que decide estudar canto e criar a banda de MPB Rock “Os Três”. Foi enquanto vocalista e líder deste projecto que actuou em festivais como a Calourada, da Universidade Nacional de Brasília ou o Festival de Rock Escola Paulo Freire ambos na cidade de Brasília.

Em 2011 decide uma vez mais arriscar e muda-se para Paris, no coração da Europa. Por lá estudou e se apresentou ao vivo, percorrendo cafés, salas e festas, nomeadamente as da escola onde estudava. Com a estadia na Europa chegaram concertos em diversos países: actuou em Bruxelas, em Berlim e em Lisboa, espalhando a sonoridade e o charme brasileiro pelo Velho Continente.

Um ano depois surge nova reviravolta no seu percurso musical. Retorna a Brasília e aí se estabelece definitivamente como músico e cantor. Compôs, cantou e gravou o disco “Brasilha”, uma cativante junção de sonoridades e influências, onde se destaca a poderosa, e simultaneamente doce, voz de Valdo Viana. Nas letras transparece a profundidade da mensagem e o ritmo intrínseco ao povo brasileiro.

Percorrendo as asas do destino, apresentou-se pela América do Sul, Ásia e Europa. E para Maio de 2017 está marcado o tão ansiado regresso a Portugal! Esta digressão será uma oportunidade única para presenciar a melhor música da actualidade proveniente do nordeste brasileiro.


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publicado por Carlos Gomes às 11:36
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“DAWN”, O NOVO SINGLE DOS BLESS THE MESS

Os Bless The Mess continuam a provar que são um dos projetos mais entusiasmantes do rock nacional. Depois de uma poderosa estreia ao som de “Never Too Old”, editam agora o novíssimo single, “Dawn”!

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Dotados de uma melodia viciante e de uma voz cativante, esta é a segunda amostra de “Low Blow”, EP digital de estreia, que chegará às principais plataformas digitais no final do mês de Maio com o selo da Music For All

Os Bless the Mess são um quarteto de rock lisboeta formado por Tiago Cabral (voz e teclas), Miguel Pimenta (guitarra), Alex Silva (baixo) e Jorge Varandas (bateria), que recolhe influências provenientes de géneros como o classic e hard rock e do metal.

Formados em 2013, nos tempos de escola, passaram por uma mudança de alinhamento no momento de gravação do seu primeiro EP, com a saída de um dos guitarristas, sendo que desde então compuseram de novo as suas fileiras e ganharam calo ao vivo ao tocar em eventos como o Rock ‘n’ Roll Fucking Fest na República da Música ou em espaços como o Tokyo Lisboa.

Prosseguindo na rota ascendente e evolutiva que têm traçado, em 2017 assinam com a Music For All, através da qual já editaram dois singles, “Never Too Old” e “Dawn”. Por sua vez o ansiado novo trabalho chegará muito em breve às principais lojas digitais.


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publicado por Carlos Gomes às 11:32
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Quinta-feira, 4 de Maio de 2017
UMA CANÇÃO CHEIA DE MAGIA

Desde as Ilhas Afortunadas e, especialmente desde a ACGEIA onde há muitos músicos, com este artigo queremos fazer um pequeno elogio a uma canção cheia de magia com a que Portugal soube marcar a diferença.

 

Após da primeira semifinal do Festival da Canção 2017, lemos na Internet ótimos comentários acerca da canção de Salvador Sobral, pelo que decidimos ver a sua atuação e ficamos rendidos, ante tão extraordinária composição musical e simples, mas belíssimo poema. Nunca tínhamos visto o Festival da Canção e este ano foi a primeira vez para ouvir e ver ao cantor interpretar a sublime canção, a noite do domingo cinco de março fizemos uma ligação através da Internet para ver o programa da RTP em direto e, temos de dizer que o Festival da Canção 2017, foi um espetáculo maravilhoso no que os portugueses optaram por escolherem a melhor das canções e ficámos muito contentes, mas não gostamos da ridicularizão que fizeram as apresentadoras em relação a pronúncia do português dos nossos irmãos macaronésios dos arquipélagos da Madeira e dos Açores, alguns acham que foi um comentário infeliz, mas para nós foi um ato vergonhoso e deslocado, uma piada de mau gosto que tinha de ter sido reprovada.

 

A canção de Luísa Sobral e uma perfeita conjunção de música e poesia e, quando dizemos que está cheia de magia, é porque exprime perfeitamente uma canção de desamor como ninguem sabe, só os portugueses, uma lindíssima melodia, uns arranjos instrumentais magníficos de Luís Figueiredo e uma voz doce que transmite a imensa ternura da grande obra de arte que é a canção que representará à nossa pátria mãe no Festival Eurovisão da Canção 2017 e pelos que nos sentimos muito orgulhosos.

 

Também é uma canção mágica pelo amor com o que foi feita e o que a envolve, uma família excelente e exemplar, o pai que diz que os seus filhos são os melhores cantores de Portugal e chora baba e ranho quando ouve ao seu filho cantar na final do Festival da Canção, a mãe que faz os fatos para o seus filhos e canta a canção na sua casa, a mana encantadora que adora ao irmão, para ela é o melhor cantor e compõe uma maravilhosa canção para ele e o Salvador que chama à sua querida irmã para cantar juntos na repetição da canção depois de ficar vencedora. Que bonito!

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Os irmãos Sobral no vídeo publicado em YouTube por Amparo Feliz em 10 de março de 2017

 

            A canção Amar pelos Dois tem suscitado as mais variadas versões incentivando a criatividade de grandes músicos e intérpretes, destacamos duas que chamaram muito a nossa atenção, a do trio Edna, composto por Francisco, Márcia e Daniel que fazem uma interpretação esplêndida a vozes gravada no Restaurante Paullu’s e o divinal arranjo musical para guitarra clássica de João Dias, se os portugueses têm imenso orgulho de terem escolhido uma canção fantástica para que lhes represente, os minhotos também por terem este portento no Minho. Barcelos, terra de grandes barristas já não só tem os músicos de barro que saem das suas habilidosas mãos, o berço do galo de Domingos Côto que se tornou no símbolo nacional do artesanato português, doravante também é o berço de um grande músico e guitarrista. A guitarra clássica já não só é representativa do país vizinho, algo bom chegou às terras lusas de leste melhor que os desagradáveis ventos e casamentos mal sucedidos. Oxalá que Portugal se torne em um importante centro de ensino para a criação de grandes intérpretes e professores deste formoso instrumento. Ânimo! João segue assim.

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O trio Edna no seu vídeo publicado em YouTube em 3 de Abril de 2017

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João Dias no seu vídeo publicado em YouTube em 7 de abril de 2017

 

A admirável canção está a fazer sucesso internacional inspirando grandes criadores, a melhor prova é a animação intitulada Duet da autoria de Glen Keane que também se rendeu à grandiosa canção. Agora os juris e os telespectadores devem decidir se dão o triunfo a uma canção festivaleira e simples como é a italiana ou a sueca que podemos ouvir todos os anos ou à surpreendente canção de desamor 100% portuguesa com traço de standard de jazz antigo e também com alguma influência de bossanova, interpretada magistralmente por Salvador Sobral na língua mas bonita do mundo, há muito tempo que não se ouve uma canção assim. É um milagre!

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Imagem da animação de Glen Keane do vídeo publicado em 8 de março em YouTube

 

Muitos Parabéns! Para os irmãos Sobral, para o Luís Figueiredo, para o trio Edna, para o João Dias e para todos os portugueses pelas preciosas joias que têm no seu prodigioso país.

 

Desde as Ilhas Canárias desejamos toda a sorte do mundo para o Salvador Sobral, que a pesar das circunstâncias, não perde a simplicidade, humildade e o sentido do bom humor que lhe carateriza, esperamos que o dia 13 de maio a Nossa Senhora de Fátima acompanhe a os irmãos Sobral e seja um dia vitorioso, ganhámos a Eurocopa, agora o Festival Eurovisão da Canção e:

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EUROVISION SONG CONTEST PORTUGAL 2018

Jesús Acosta

ACGEIA



publicado por Carlos Gomes às 21:19
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O REGRESSO D’OS CLÁSSICOS É “BOM DEMAIS”

Os Clássicos estão de regresso! “Bom Demais” é uma balada alegre e ritmada onde acompanhamos a ode de desejo, paixão e fascínio por “Ana”, mulher de mil encantos que arrebatou o coração dos nossos galãs.

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O quarteto assume as raízes pop/rock, mas não esconde as influências slow-rock e pop/funk que marcam a sua sonoridade. “Bom Demais” é o segundo single extraído de “Primeiro Acto”, primeiro álbum de longa duração, a editar brevemente pela Music For All.

Para falar do nascimento do projeto “Os Clássicos” temos de entrar na nossa máquina do tempo e recuar até ao, não muito distante, ano de 2014.

Foi precisamente esse o momento em que Edgar Santos, Edgar Milhões, Leandro Martins e José Moreno deram o derradeiro passo e criaram uma banda. Nessa altura ainda não sabiam mas viriam a chamar-se “Os Clássicos”, escolheriam navegar entre o pop e o rock, mas sempre com um pé no slow-rock e no pop/funk de quando em vez, e marcariam a diferença pela forte interação com o público em todas as apresentações ao vivo do seu talento.

Mas para compreender na totalidade este fenómeno é necessário colocar a viagem temporal em modo pausa, e dedicarmo-nos por completo à exploração do percurso individual de cada um dos membros da banda.

Comecemos a nossa nova missão pelo compositor, vocalista, guitarrista, baixista, baterista, percussionista, teclista e pianista Edgar Santos. Nasceu em 1993 e desde 1998 que está ligado ao mundo da música. Com a tenra idade de cinco anos entrou para a Musilândia, Escola de Música de Mirandela, desenvolvendo e evoluindo sempre até aos dias de hoje. Em 2012 entra para a ESPROARTE no curso de Percussão, naquele que foi um passo seguro e firme rumo à profissionalização. Foi percussionista da Orquestra Sinfónica, o que o levou a atuar na Casa da Música com o Maestro Pedro Neves, na Orquestra de Sopros, com a qual venceu o concurso Eixo Atlântico, e na Brassband.

Paralelamente foi também guitarrista e vocalista em diversas bandas do nordeste transmontano, tendo ao todo subido a palco mais de 50 vezes! Em Setembro de 2015 rumou ao Algarve para frequentar o curso técnico de Produção Musical, tendo-o concluído com a melhor média do curso: 17 valores! Outra das suas paixões é a representação não sendo, por isso, de estranhar as várias participações enquanto figurante ou o anúncio da estreia, em 2017, de uma curta-metragem por si protagonizada. 

Falemos agora de Edgar Milhões, o baixista d’Os Clássicos! Nasceu em 1997 e sempre foi considerado um músico com talento muito acima de média. Em Setembro de 2012 entra para a ESPROARTE, mais concretamente para o curso de Contrabaixo, o que o leva a, dois anos depois, atingir a orquestra APROARTE e a Jovem Orquestra Portuguesa (JOP). A eterna busca por conhecimento levou-o a participar em diversas master classes com nomes como Alberto Bocini, Yury Aksenov, Manuel Rego, Vladimir Kouznetsov ou Alexandre Storojouk.

2014 seria o ano em que se tornaria Chefe de Naipe da Classe de Contrabaixos da Orquestra Sinfónica ESPROARTE e Segundo Chefe de Naipe da Orquestra APROARTE. Entre 2014 e 2015 integrou a Orquestra Geração Murça/Mirandela, o que o levou a atuar em cidades como São Paulo ou Paris, tendo sido também contrabaixista da JOP em palcos como o CCB, em Lisboa, Bucareste ou Berlim. Atualmente para além de se dedicar ao projeto Os Clássicos é também músico nas Orquestras APROARTE, Jovem Orquestra Portuguesa e Orquestra Clássica Transmontana!

José Moreno, tal como os dois membros acima referidos, tem uma profunda ligação ao mundo da música. Aos cinco anos inicia-se na banda de Vilarandelo, aos doze ingressa na Academia de Artes de Chaves, na classe de percussão, aos catorze entra para a Escola Profissional de Música de Espinho, também na classe de percussão, e aos 16 anos ingressa na ESPROARTE.

Integrou a Orquestra de Sopros da Academia de Artes de Chaves e atualmente para além de baterista d'os Clássicos é também Chefe de Naipe de Percussão na BrassBand portuguesa, na Orquestra Clássica Transmontana, e na Escola Profissional de Artes de Mirandela.

O quarto, e último, membro dos clássicos é o Trompetista Leandro Martins. Nasceu em pleno verão de 1999, contudo a sua história com o trompete tem inicio apenas em 2007, ano em que entra para a Banda Marcial de Murça para tocar esse mesmo instrumento. Três anos depois é selecionado para a vaga de violino na Orquestra Geração (atualmente denominada Orquestra Energia) de Murça, através da qual realizou diversas formações e concertos em cidades tão díspares quanto Porto, São Paulo ou Paris. Um ano depois preenche uma das vagas disponíveis na ESPROARTE para trompete, mantendo ainda hoje os estudos com o professor Maciel Matos. Os anos seguintes seriam de grandes desafios musicais: em 2014 é convidado a integrar a DogmaBrassBand e, dois anos depois, à Orquestra Clássica de Trás-os-Montes e Alto-Douro (OCTAD). Provando que o talento não conhece idade Leandro pode hoje em dia ser visto em palco com diversos projetos musicais, sendo o principal a banda Os Clássicos.

2017 é, assim, o ano do maior desafio até agora para Os Clássicos. A banda já editou dois singles através da Music For All, “Amor de Escola” e “Bom Demais”, estando previsto “Primeiro Acto”, o primeiro álbum da banda para meados do presente ano.


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publicado por Carlos Gomes às 20:26
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Terça-feira, 2 de Maio de 2017
INDIAN RUBBER EDITAM O EP DIGITAL “PELSÚUN”

Os Indian Rubber representam o melhor do rock alternativo e psicadélico, mergulhando em influências de contemporâneos como Pond, Real Estate ou Deerhunter. E depois do single “Dazed” chegou o momento de revelarem as restantes cinco faixas que dão corpo ao seu novo EP digital - “Pelsúun”.

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A mais recente aposta da Music For All já está disponível na The Store, no iTunes, Tidal, Google Play e no Spotify para compra e escuta.

Novembro de 2015 marca o nascimento dos Indian Rubber, um projecto nativo de Vila do Conde composto por Júlio Macedo (guitarra), Hugo Raposo (teclados), Tiago Paulino (baixo), Mário Ventura (voz e guitarra) e João Pinho (bateria) que navega entre o rock psicadélico e rock alternativo.

A primeira amostra do seu potencial surgiria em Fevereiro de 2016 com o lançamento de “Illusions”, o single de estreia. Quem ficou conquistado à primeira audição teve de esperar apenas até Março para escutar o segundo single da banda nortenha: “Afterwards”. O primeiro EP dos Indian Rubber, “Le Voyage”, foi editado digitalmente nesse mesmo mês, confirmando assim as melhores suspeitas.

Depois de passagens por palcos como Cave 45, Plano B (Porto), Espaço A (Freamunde), Urban Social Club (Vila do Conde) ou o sempre marcante Popular Alvalade (Lisboa) os Indian Rubber estão prontos para inaugurar uma nova fase da sua carreira. O novo EP intitula-se “Pelsúun” e chega agora às principais lojas digitais.


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publicado por Carlos Gomes às 23:04
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Sexta-feira, 28 de Abril de 2017
PATRÍCIA CANDOSO LEVA “FRENÉTICA” À FNAC VASCO DA GAMA

Numa altura em que o álbum “Frenética” já está nas lojas em formato físico é, uma vez mais, tempo de Patrícia Candoso regressar aos palcos. Desta vez será em plena FNAC do Centro Comercial Vasco da Gama que miúdos e graúdos poderão escutar temas como “Ready For It” ou “Só Sei Que Nada Sei”.

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Este showcase decorrerá no próximo dia 29 de Abril, Sábado, tem início pelas 21h30 e é a oportunidade perfeita para testemunhar ao vivo o trabalho produzido pelo cantor/compositor Mikkel Solnado e editado pela Music In My Soul.

Patrícia Candoso, cantora e atriz de 34 anos, é licenciada em Ciências da Comunicação e fez formação de música e teatro.

A sua carreira começou ao interpretar “Catarina” na telenovela da TVI, “Sonhos Traídos”, em 2001. Depois disso integrou a primeira temporada da famosa série juvenil “Morangos com Açúcar”, onde começou a cantar, tendo acabado por lançar dois álbuns – “O Outro Lado” (2004) e “Só Um Olhar” (2006) - que contêm vários sucessos. A partir daí, Patrícia nunca mais parou e tem trabalhado continuamente em televisão, teatro, cinema, publicidade e música.

Apesar do gosto pela área da comunicação e do jornalismo, os convites e o talento têm falado mais alto, e foi este o rumo que Patrícia escolheu dar à sua vida. “Mundo Meu”, “Casos da Vida”, “Um Lugar Para Viver” e “Louco Amor” são exemplos de projetos que marcaram o seu percurso.

Atualmente concentra as suas forças no regresso à música, tendo produzido o terceiro álbum em estúdio na companhia do cantor, compositor e produtor Mikkel Solnado. “Frenética” já se encontra à venda, em formato físico e digital, sob a chancela da Music In My Soul. 


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publicado por Carlos Gomes às 10:14
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Quarta-feira, 26 de Abril de 2017
LUIZ SALGADO A “GALOPE À BEIRA MAR”

Luiz Salgado é novo e velho sangue. Tradição e modernidade. Canta-nos o Brasil profundo, a folia de reis, o congado e a tradição das festas populares. Canta o mato, a prosa e o causo, combinando-o com elementos de MPB e música caipira, do qual o pegadiço “Galope à Beira Mar” será o mais vívido exemplo.

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O tema serve de cartão de visita ao quinto álbum de estúdio do músico mineiro, Quanto Mais Meus Óio Chora, Mais o Mar Quebra na Praia” (2016), que apresentará ao público português já no final do mês de Julho com o selo da Music For All.

Luiz Salgado é um cantautor do interior de Minas Gerais. Desenvolve um aprimorado trabalho assente na expressão musical do Brasil profundo, na música que emana do que há

de mais autêntico e genuíno da tradição das festas populares, da folia de reis, do congado e da viola caipira.

No seu ofício de intérprete e compositor, faz da sua viola não só um instrumento musical de trabalho, mas também uma ferramenta de combate. Com os seus acordes, ponteados e versos, canta o mato, a prosa e o causo, transformando a sua música numa atitude perante a cultura e a vida, ao mesmo tempo que imprime uma maneira de ver o mundo e de celebrar a beleza da tradição, da natureza, dos costumes e do folclore dessa região de Minas Gerais.

Luiz Salgado possui cinco álbuns de estúdio – “Trem Bão” (2003), “Sina de Cantadô” (2008), “Navegantes” (2012), “2 Mares” (2013) e o mais recente “Quanto Mais Meus Óio Chora, Mais o Mar Quebra na Praia” (2016) – e um DVD ao vivo, “Noite e Viola” (2010), lançados no decorrer dos seus vinte anos de carreira. Adicionalmente, integra o grupo Quatro Cantos juntamente com os guitarristas Cláudio Lacerda, Rodrigo Zanc e Wilson Teixeira.

Ao longo do seu percurso, o músico tem participado em vários festivais no Brasil, tendo conquistado prémios como o 1º lugar no Festival da Canção de Pirapora (2000); Melhor Música Original no Festival da Canção de Viçosa (2002); 1º lugar no Festival Canções para Arteiros, do Itaú Cultural (2009); 1º lugar no Festival Marolo de Ouro, em Paraguaçu (2010); 1º lugar no 10º Festcol (Festival Nacional de Música), em Colatina (2010); Melhor Intérprete no Prémio Rozini de Excelência da Viola Caipira de Belo Horizonte (2010), ou o 1º lugar no 5º Fenaviola (Festival Nacional de Viola), em Itapina (2011), em conjunto com Gil da Mata e Murilo.

No currículo conta também com participações televisivas nos programas “Viver e Conviver” na Rede Vida (São Paulo); “Bem Brasil”, no SESC Interlagos (São Paulo); “Viola Brasil” da TV Horizonte (Belo Horizonte); “Sr. Brasil” da Rede Cultura (São Paulo); “Talentos”, da TV Câmara (Brasília) ou “Zás” da TV Assembléia (Belo Horizonte).

Em 2017 assina com a Music For All, através da qual embarcará numa digressão lusitana já no final de Julho.


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publicado por Carlos Gomes às 14:29
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Segunda-feira, 24 de Abril de 2017
JOSHUA & THE ONEWAY BAND LEVITAM NO NOVO SINGLE

Depois de se darem a conhecer com o apaziguador “Don’t Cry”, encontramos agora os Joshua & The Oneway Band a várias milhas do solo com “Can’t Touch the Ground”, onde se refugiam do caos que os rodeia e se distanciam do que os mantém sãos e conscientes do seu caminho, numa espécie de limbo hedonista.

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Revestido de pop electrónica e desenhado à semelhança de temas garridos dos Coldplay ou Avicii, este é já o segundo tema extraído de “First Chapter”, o EP de estreia do quarteto que já se encontra disponível para escuta na The Store, Amazon e Google Play, com o selo da Music For All.

A banda que hoje conhecemos como Joshua & The Oneway Band é o resultado de acasos, encontros e desencontros, muito talento e uma capacidade de trabalho invulgar nos dias de hoje. É da junção das capacidades de Joshua Santos, Alfredo Píula, Wendel Valentim e Eric Wildmarck que nasceu a banda que agora está prestes a lançar o seu álbum de estreia.

Joshua Santos nasceu no decorrer do segundo mês do ano de 1997, no Brasil, e teve a sorte de crescer num lar onde não lhe faltou música, navegando entre o Rock, o Blues, o Pop, o Samba ou a tão amada Bossa Nova. De seu pai herdou o talento para as artes e a paixão pela música, tendo a guitarra entrado na sua vida aos 5 anos. Contudo, seria ao completar uma dúzia de aniversários que aconteceria uma mudança decisiva na sua vida: mudou-se, de armas e bagagens, com toda a sua família, para Portugal. No Alentejo deu os primeiros passos no mundo da música, tendo integrado a formação da banda do seu progenitor, o que o levou a percorrer palcos de todas as dimensões e importâncias, de norte a sul do país e do estrangeiro também inclusivamente. Actualmente partilha com Alfredo Píula, Wendel Valentim e Eric Wildmarck os destinos dos Oneway, banda para a qual não só canta e toca guitarra como também escreve letras de reconhecida profundidade.

Embora tenha nascido Alfredo Uchoa Filho é sob o nome Alfredo Píula que este distinto cidadão brasileiro sobe a palco e assina as suas composições. Homem de muitos talentos, contam-se entre as suas profissões compositor, guitarrista e violinista, economista, publicitário ou produtor de eventos por exemplo, fundou os Veludo Cotelê, uma banda de grande sucesso nos anos 80 e 90, que chegou mesmo a inspirar a novela Bambolê, da Rede Globo. Para além de ter acompanhado, durante mais de uma década, o cantor brasileiro Belchior tem no seu currículo inúmeras letras, e músicas, para hinos de clubes de futebol, cidades e campanhas publicitárias nacionais. É ainda digno de registo o facto de aguardar pela confirmação do Guiness Book para a oficialização do recorde mundial na categoria “The World Longest Pop Song”, tendo a letra e melodia sido da sua autoria, com uma duração de quase duas horas.

Wendel Valentim partilha com Joshua a maior ligação que existe à face da terra: é seu irmão! Embora seja dois anos mais novo também ele foi exposto às influências musicais dos seus pais, ganhando desde cedo uma cultura invulgar das décadas de 70, 80 e 90.  Aos cinco anos iniciou o seu percurso musical, demonstrando desde logo um grande interesse pela percussão, e aos dez embarcou com toda a sua família nessa grande aventura que se revelou viver na Europa. Actualmente divide o seu tempo entre os estudos e a música, fornecendo aos Oneway a sua irreverência e o talento que lhe são característicos.

O quarto membro dos Oneway tem, também ele, um percurso profissional que impressiona. Eric Wildmarck iniciou a sua carreira artística em 1994 tendo, desde aí, colaborado com inúmeros músicos, cantores e estúdios de todo o Brasil. Entre as bandas que integrou e/ou produziu encontramos Berimbrown, Cláudio Zoli, Studio Ferretti da banda Skank, Exalta Samba, Os Brancões, Jota Quest, Oscar Neves, Sulyen Dantas, Chama Chuva, Banda Groover, Jawbreak, entre tantos outros. Produziu ainda peças publicitárias para empresas como BMG, Honda ou Coca-Cola. Actualmente integra a formação dos Oneway, trazendo experiência e sabedoria a este jovem e promissor projecto.

É desta junção de talento, juventude, irreverência, sabedoria e experiência que nascem os Joshua & The Oneway Band. Juntos estes quatro membros criaram um poderoso álbum de estreia que chegará até nós no segundo trimestre de 2017.


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publicado por Carlos Gomes às 21:59
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Sexta-feira, 21 de Abril de 2017
“INVENTAR O TEU AMOR”, O NOVO SINGLE DE SALMAR

Diretamente das deslumbrantes praias de Peniche chega-nos “Inventar o Teu Amor”, o novo single de Salmar. Nesta poderosa balada o amor é o tema central, provando uma vez mais o magnetismo da melódica voz de Salmar.

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Depois de “Invade-me a Alma” este é o segundo tema extraído do seu álbum de estreia. “Inquietação” é um álbum que conquista e apaixona, estando disponível na The Store, na Amazon e no Google Play, sob o selo da Music For All.

Nasceu sob o nome de Filipe Ferreira, mas é como Salmar que sobe a palco. Sempre sentiu a música como uma extensão de si mesmo, uma forma alternativa de comunicar e expressar os seus pensamentos, actos e desejos.

Cedo se tornou adquirido que seguiria pelo atribulado, e emocionante, trilho que pode ser o mundo da música. Na hora de escolher um nome artístico honrou a terra que o viu nascer, Peniche e, acima de tudo, a forte ligação ao mar. Não é, portanto, ao acaso que hoje o chamamos de Salmar!

Passada uma década e meia e mais de quinhentos concertos por todo o país tomou uma decisão: apostaria verdadeiramente na sua carreira a solo. Consolidou, assim, o desejo e a promessa de escrever, compor e cantar temas seus e só seus.

A consequência natural desta resolução é o lançamento dos singles “Invade-me a Alma” e “Inventar o Teu Amor”, temas que nos conquistam suavemente e nos introduzem ao primeiro álbum do músico – “Inquietação”. 2017 é o ano em que Salmar dá o salto rumo ao infinito.


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publicado por Carlos Gomes às 23:26
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Quinta-feira, 20 de Abril de 2017
NILA BRANCO E A DUALIDADE SOLAR DA BALADA “DOIS SÓIS”

Se Primavera é sol, céu limpo, calor e uma boa dose de amor então é justo dizer que tem um pouco da magia de Nila Branco. Prestes a completar duas décadas de carreira, e depois de ter editado sete álbuns, a cantora e compositora brasileira finalmente apresenta-se ao público português com o single promocional “Dois Sóis”.

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Detentora de uma voz maviosa, com um ritmo que nos remete para uma clássica balada e uma letra que apaixona qualquer coração sensível, este é um tema a que ninguém ficará indiferente. Exponente máximo da melhor Música Popular Brasileira (MPB) da atualidade, esta é a mais recente aposta da Music For All.

Nila Branco nasceu e cresceu em Abaeté, Minas Gerais, mas foi em Goiás, Goiânia, que despertou a sua veia artística. A mais de 900 kms de distância do local que a viu nascer, e onde passou toda a infância, foi obrigada a recomeçar do zero. Contudo graças à sua capacidade de adaptação rapidamente fez novos amigos, começando pouco depois a desenvolver o seu lado artístico.

Começou a fazer teatro. E a pintar. E a desenhar. E, por fim mas não menos importante, a cantar. Embora se sentisse confortável em todas as áreas foi no canto que descobriu a verdadeira paixão. Estávamos na década de 90 quando ao cantar em bares e festivais acaba por dar passos importantes no início de carreira ao ganhar alguns concursos e competições locais e regionais.

Voos mais altos, e ambiciosos, passaram a ser possíveis depois da entrada de importantes colaboradores e parceiros que ajudaram a estruturar a sua carreira e projetar-se rumo ao estrelato. Em 1998 edita o seu primeiro disco de originais, homónimo, passando a fazer parte das playlists das maiores rádios de Goiânia.

A estreia de uma voz tão cintilante não passou ao lado dos mais importantes produtores e agentes da indústria musical do eixo Rio de Janeiro-São Paulo. Detentora de um registo glamoroso, onde um misto de alegria e profundidade nos conquista e arrebata, viu pouco tempo depois o seu álbum distribuído em todo o Brasil pela Paradoxx. Estava dado o pontapé de saída para aquilo que se tornaria no movimento pop/rock da capital do centro oeste.

Os anos seguintes foram de agitação e muitos acontecimentos marcantes na sua carreira. Em 2001 liderou o movimento “GO Rock”, ao lado das maiores jovens bandas de pop/rock de Goiás, promovendo um enorme concerto. Um ano depois assina contrato com a Abril Music e edita o segundo disco da sua carreira: “Parte II”. Deste registo foi extraído o tema “Diversão” que, mais tarde, viria a integrar a banda sonora de uma produção da Rede Globo, “Desejos de Mulher”. Graças a este pequeno-grande passo o Brasil rendeu-se aos talentos e encantos de Nila Branco: passou pelos principais programas televisivos a nível nacional (como Jô Soares, Altas Horas, Bem Brasil ou o canal MTV, por exemplo) e realizou uma digressão pelo país intitulada precisamente “Parte II”. Desde disco canções importantes como “Chama” e “Perdido no Supermercado” tiveram também grande destaque!

Entretanto chegamos a 2003, ao momento em que grava o álbum “Seus Olhos” com Kiko Zambianchi e vê vários dos seus temas integrarem produções da TV Record e do SBT, canais de enorme renome a nível nacional. Um ano depois surge o quarto disco do seu percurso musical: “Tudo O Que Eu Quis”.

Lançado pela editora EMI este foi um disco especial: Nila interpretou músicas de nomes como Nando Reis, Paulos Miklos, Zeca Baleiro, Lulu Santos ou Kiko Zambianchi, vendo a crítica reconhecer a mestria e inovação das suas recriações.

Por entre espetáculos em todo o país Nila grava, dois anos depois, o DVD “Nila Branco ao Vivo”. Neste registo foram incluídos os grandes sucessos dos álbuns anteriores mas também alguns temas inéditos. Foi necessário esperar quatro anos por um novo trabalho de Nila. O sexto disco de originais, “Confidência”, foi gravado ao vivo e contou com criações de compositores como Téo Rodrigues, Thiago Guerra, Rubinho Gabba ou Nelson Motta. Este foi o trabalho em que Branco se aventura por entre mares nunca antes navegados ao recriar “Cherish”, um tema original de Madonna! O grande artista Zeca Baleiro compõe especialmente para Nila a belíssima “Farsa” que esteve em destaque em diversas estações de rádios no Brasil.

“Sete Mil Vezes” é o nome do sétimo disco de Nila. Chegou ao mercado em 2012, contendo temas inéditos da autoria da própria cantora e produção musical conjunta com Renato Faleiro. A aceitação foi tal que Branco gravou, mais tarde, o DVD “Sete Mil Vezes”: um concerto especial, na Goiânia que a viu nascer para a música, sendo o reportório composto de temas de toda a sua carreira mas também músicas inéditas.  

Nila Branco está, assim, prestes a completar duas décadas de carreira. Duas décadas marcadas por muito talento, por temas comoventes e letras profundas. Duas décadas onde Nila levou sempre o nome de Goiânia, e de Goiás, ainda mais longe, provando que há muito e bom talento nesta região do Brasil.

Em 2017 Nila volta a arriscar e a capitanear o grande barco que é a seu voz por mares culturalmente próximos mas, geograficamente bastante distantes. Portugal vai ficar a conhecer, no decorrer do presente ano, o quão doce e magnético é o talento de Nila Branco através de diversos singles promocionais. Nila Branco zarpou à conquista da Europa e Portugal será o porto com a honra de receber tão delicada intérprete.


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publicado por Carlos Gomes às 22:53
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Quarta-feira, 19 de Abril de 2017
RITCHAZ CABRAL LANÇA NOVO SINGLE, “UM SO NASON”

Ritchaz Cabral, nome maior da cultura cabo-verdiana em Portugal, lança agora o seu mais recente single, “Um So Nason”. Segundo tema extraído do EP “Mal Famadu”, esta é mais uma faixa marcadamente influenciada pelas suas origens africanas, e em particular pela cultura musical cabo-verdiana, que o anterior single "Kabalindadi" já demonstrava na perfeição.

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O EP “Mal Famadu” é um autêntico mergulho na cultura africana ao ritmo de uma leve brisa lusitana, mesclando ritmos, sonoridades e culturas de forma subtil e arrebatadora, com o carimbo de qualidade da Music For All.

Ricardo Cabral, de nome artístico Ritchaz Cabral, nasceu em Lisboa, no profícuo ano de 1988, e é filho de pais cabo-verdianos, imigrantes em Portugal há várias décadas.

Com apenas 13 anos, começa a dar os seus primeiros passos na música. O passaporte para aquilo que, anos mais tarde, se transformaria na sua vida profissional foi um velho gravador

de cassetes, propriedade do seu progenitor, e um microfone inventado e construído pelo próprio utilizando pequenas colunas modificadas. Na altura, cantava letras conhecidas de autores cabo-verdianos e gravava brincadeiras com as irmãs e amigos.

Entre 2003 e 2012, fez parte da dupla Ritchaz & Keky que se apresentava com uma sonoridade mestiça onde o Kuduro se encontrava com a Kizomba e onde o Techno e o Reggae se fundiam com o Funaná e o Hip-Hop, num autêntico caldeirão de influências e sonoridades. A partir de 2007, a dupla trabalhou com a agência cultural Filho Único (Lisboa), com quem tiveram atuações regulares dentro e fora do país e através da qual participaram na coletânea de CD’s Novos Talentos da Fnac e da Antena 3 (2008).

Entre 2009 e 2011, Ritchaz frequenta dois cursos relacionados com a criatividade, produção e marketing musical na Restart (Lisboa), passando a fazer com frequência trabalhos de gravação, produção, mistura e masterização de música para diversos artistas na Europa e África. Nascia assim uma faceta diferente e complementar na carreira de Ritchaz Cabral!

Em 2011, e nos dois anos que se seguiram, Ritchaz integrou a banda de Reggae Luso United, sediada na Amadora, assumindo-se como teclista.

Paralelamente, o artista envolve-se em diferentes projetos ligados à música. Foi co-criador do Estúdio SomGráfico (estúdio de música comunitário), no bairro Outurela (Oeiras), juntamente com outros amigos e músicos; deu aulas de viola na escola básica local; e fez a co-produção e o lançamento do álbum musical independente Proghetto, que contou com a presença de vários artistas.

Em 2012, o artista junta-se ao grupo Raboita como vocalista, guitarrista e baixista. É nesta altura que passa a ter mais contacto com a música tradicional de Cabo Verde, adicionando ao seu leque de sonoridades as Mornas, Batukus, Funanás, Coladeiras e Mazurcas.

Chegamos, enfim, a 2014. Esta foi a altura em que Ritchaz decidiu dedicar-se a uma carreira a solo, começando a preparar aquele que se tornaria no seu primeiro EP. Neste trabalho são bem audíveis as suas raízes cabo-verdianas através dos Funanás lentos, dos Batuques com letras que retratam a simplicidade da vida e os valores do amor e respeito assim como os temas de cariz social, vertente que Ritchaz sempre prezou bastante. Em simultâneo, Ritchaz integra o grupo Skopeofonia, um projeto de investigação académica em Etnomusicologia, da Universidade de Aveiro com a Fundação para a Ciência e Tecnologia, que tem recolhido e analisado as práticas musicais no bairro da Cova da Moura, na Amadora.

É por entre um leve sorriso, um ritmo quente e pegadiço e uma letra que nos transporta para as sinceras e profundas paisagens africanas que encontramos este primeiro trabalho de Ritchaz Cabral.

O menino que Portugal viu nascer e crescer é hoje um homem que não esquece as suas origens, homenageando-as em “Mal Famadu”, o seu primeiro EP a solo.



publicado por Carlos Gomes às 19:08
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Terça-feira, 18 de Abril de 2017
FESTIVAL NA MOITA RECEBE LAZY LESTER

Americano Lazy Lester confirmado no BB Blues Fest 2017

Na sua sexta edição, o BB Blues Fest acolhe um “old master”, a lenda do swamp blues, Lazy Lester. Nascido em 1933 no Louisiana, entre o Mississipi e o caminho-de-ferro, é um cantor e harmonicista com uma trajetória com quase sete décadas.

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MOITA Vulto do swamp blues, influenciado pela música cajun e pelo zydeco, com natural passagem pela Excello Records (de Nashville), músico de Lightnin’ Hopkins e de Lightnin’ Slim, criador do doomy, autor de clássicos como “I’m a Lover Not a Fighter”, “I Hear You Knockin”, “Sugar-Coated Love” e “Bloodstains on the Wall” (com o produtor Jay Miller e alguns deles mais tarde regravados por bandas pop e rock da chamada British Invasion, incluindo The Kinks e Dave Edmunds), um concerto de Lester é um mergulho no mais fundo da tradição musical do sul dos Estados Unidos.

Oportunidade também para revisitar as suas singulares gravações dos anos 80 do século passado, como Lazy Lester Rides Again ou Harp & Soul. Em tourné europeia e no palco do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, estará acompanhado pelos Lazy Boots, banda madrilena formada como tributo ao próprio artista, ao swamp blues e ao som Excello.

Recorde-se que a 6ª edição do BB Blues Fest vai decorrer de 22 a 25 de junho, no Fórum Cultural José Manuel Figueiredo e Parque José Afonso, na Baixa da Banheira. Além de Lazy Lester, estão também já confirmados para o BB Blues Fest 2017, os catalães Wax & Boogie, pela primeira vez em Portugal.

Acompanhe a 6ª edição do BB Blues Fest nos vários canais de comunicação do festival:

www.bbbluesportugal.com

– www.bbbluesfest.com

– www.facebook.com/bbbluesfest

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publicado por Carlos Gomes às 21:13
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O TAROT E A SUA ENIGMÁTICA “CABECEIRA”

Falar de tarot é falar de destino. De passado e futuro. Do que fomos e do que seremos. Das nossas escolhas e das suas consequências. Falar de tarot é falar de nós mesmos. E, a partir de agora, falar de Tarot será também falar de música, de arrojo e de talento.

O Tarot_promo.jpg

A mais recente aposta da Music For All é proveniente do Brasil, move-se nas pródigas águas do pop/rock e desde 2014 que encanta quem se cruza no seu caminho. Com um EP editado até ao momento, “Zero” (2016), e o primeiro álbum de longa-duração em preparação, apresentam-se ao público português com “Cabeceira” – expoente máximo das letras cuidadas e da sonoridade que conquista à primeira audição. Os Tarot chegaram, e vieram para ficar, ou não estivessem eles predestinados ao sucesso.

O Tarot é um projeto musical brasileiro, criado em pleno mês de Agosto, do ano de 2014. Afirmam criar “música nómada”, sendo o principal pilar desta construção as letras intricadas e profundas, e o segundo as diferentes sonoridades adaptáveis a cada mensagem e atmosfera.

Tendo em conta a energia própria de cada tema tanto podemos estar perante o bom, e velho, rock como da pop moderna e pegadiça. Conhecidos pelos seus universos imersivos e hipnotizantes podemos ainda ouvir românticas baladas ou o poder afirmativo do flamenco, assim como influências gypsy ou circenses.

Mas falemos das origens de tão peculiar projeto musical. Tudo começou com o encontro de Caio Chaim (voz, teclas e percurssão) com Lucas Gemelli (guitarra, acordéon e backin vocals). Partilhando ambos da vontade de criar algo especial e diferente surgiu a ideia de juntarem os seus trabalhos pessoais em prol de algo maior, algo verdadeiramente grande. É nesta fase que entram em jogo Vítor Tavares (bateria), Victor Neves (baixo) e Vinicius Pires (guitarra). Assim nasceram os Tarot. Um projeto que cativa e conquista. Uma banda que prima pela multiplicidade de estilos e sonoridades. Uma banda que trouxe consigo uma frescura e arrojo cada vez mais raro nos dias de hoje.

A segunda fase do projeto começa em Janeiro de 2015, momento em que entrou em ação o premiado produtor Ricardo Ponte (venceu o Grammy Latino em 2016 para “Melhor Álbum Rock em Língua Portuguesa” com o trabalho “Éter” da banda Scalene). As gravações do EP “Zero” decorreriam durante o verão, permitindo à banda lançar o seu primeiro single, “Cabeceira”, no mês de Novembro.

O impacto foi imediato: bastou uma semana para ser ultrapassada a meta das 20 mil visualizações no Facebook, um marco histórico para qualquer banda recém-criada. Apesar de editarem o EP na reta final do ano isso não os impediu de verem “Zero” ser nomeado em algumas das listas dos melhores álbuns/singles do ano. Posteriormente chegaram três videoclips que atualmente, em conjunto, já ultrapassam as 100 mil visualizações, e diversas apresentações ao vivo por todo o Brasil.

Atualmente encontram-se a trabalhar no próximo álbum de originais assim com o a planear a viagem que os fará atravessar o oceano e desembarcar em Portugal. Sobre o próximo disco o segredo é total, no entanto, já foram lançadas algumas pistas que indicam o surgimento de novos elementos sonoros e o reforço da afirmação da identidade e cultura brasileira. Este é, portanto um universo em constante expansão. Aqui a liberdade é total e não existem barreiras ou limitações, apenas talento em estado puro.

Quanto a Portugal o secretismo também é muito. Para já aquilo que podemos revelar é a aposta em “Cabeceira” como o single de apresentação ao público nacional. Este é o tema que nos introduz aos Tarot, e aos seus múltiplos universos. E que nos prepara para as surpresas que o final de 2017 poderá trazer. Prepare a mente. Os Tarot vêm a caminho e prometem arrebatar corações.


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publicado por Carlos Gomes às 21:10
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Segunda-feira, 17 de Abril de 2017
“SHRIMP”, O DEBUTE DOS WELLMAN

Há uma nova força a despontar no panorama musical português. Wellman, de seu nome, quinteto com queda para canções soalheiras e melífluas tão orelhudas quanto uma boa canção pop deve ser, mas que não esgotam a sua essência nesse reduto, escutando-se também ecos de folk e indie na sua sonoridade.

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A banda reuniu-as num primeiro registo a que deu o curioso nome de “Shrimp”, munido dos singles já revelados “Riverside” e “Distance”, e de mais um punhado de temas capazes de satisfazer os apetites do mais exigente dos ouvintes. “Shrimp” é uma edição Music For All e já se encontra disponível para escuta na The Store, Amazon, iTunes e Google Play.

Os Wellman nasceram ao mesmo ritmo da amizade de Afonso Teixeira (vocalista), Afonso Lima (guitarrista), José Miguel Saraiva (baixista), Mateus Carvalho (saxofonista) e Francisco Marcelino (baterista).

Afonso Teixeira apresentou aos restantes membros uma série de originais que desejava que tivessem outra roupagem. Inicialmente apenas com o intuito de conferir às músicas uma outra dimensão, os cinco acabaram por "recriar" as mesmas. Em Junho de 2016, surgiu a oportunidade de ir a estúdio gravar os temas e aquilo que começou por ser uma forma de descontração da vida universitária sem qualquer divulgação pública, passou a ser uma verdadeira banda, à qual Afonso Teixeira emprestou o seu nome artístico (Wellman).

O quinteto que se move nos meandros da pop/rock com leves influências folk, assume com orgulho a sua sonoridade viciante, envergando sempre um sorriso cativante e uma alegria contagiante. Para o primeiro semestre de 2017 está prevista a edição do seu primeiro trabalho.


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publicado por Carlos Gomes às 19:44
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Sexta-feira, 14 de Abril de 2017
O CALOROSO “HÁ BRAÇO” DOS CAMARÁ

Como é incrível o poder de um abraço. Reconforta um espírito em desassossego, une-nos a outro alguém num laço de ternura e bem-querer, ou tão simplesmente tem o dom de dissipar as nuvens de um dia mais cinzento.

Camará_promo.jpg

É inspirado na magia do toque humano que chega até nós “Há Braço”, o single de apresentação dos Camará ao público português, melífluo pedaço de MPB extraído de “Bonsai”, o segundo longa-duração da dupla formada por Victor Cremasco e Raphael Amoroso, a ser apresentado ao vivo a 5 de Outubro no espaço TOCA, em Braga, e dia 6 no Plano B, no Porto, numa mini-digressão nacional com o condão da Music For All.

Os Camará são um duo de MPB composto por Victor Cremasco (voz) e Raphael Amoroso (violão).

Em 2012, a ilustração singela e minimalista de um barquinho sinalizava o zarpar dos Camará. Puros, simples e honesto, esse barquinho estampava a capa do primeiro disco, que nasceu à imagem e semelhança dos seus criadores.

Três anos depois, o barquinho dá lugar a um bonsai. A aventura do mar dá lugar à segurança da terra. A retidão da vela dá lugar às ramificações complexas e intermináveis da árvore em miniatura. Dois símbolos que, vistos em perspetiva, representam o processo de amadurecimento de Victor e Raphael nas suas letras, acordes e arranjos.

Neste novo álbum, a dupla navega por um mosaico de ritmos, entre a cadência dramática do samba “Gracias”, a elegância da bossa “O Homem, a Pedra e o Céu”, a delicadeza de “Valsa pra Lua”, o percurso sentimental de “Quarta-Feira”, o canto ensolarado de “Há Braço” ou o grito silencioso de “Chão”.

As ilustrações e o projeto gráfico do disco têm o cunho do artista e designer Fabio Issao, que se baseou no pontilhismo para representar que toda a forma final nasce da paciência do tempo em colecionar e organizar a poeira cósmica. O todo e as partes em profunda harmonia.

Em “Bonsai” a banda é acompanhada pelo multi-instrumentista Roberto Federicci, pelo baixista Jorginho da Silva e pelo baterista Ruiz Mattos. O disco também conta com participações da cantora Thais Bonizzi (em “Samba do Chá”) e do guitarrista Tuco Marcondes, responsável pelo requinto em “Chão”.

Fundindo várias inspirações que lhes chegam dos diversos quadrantes da Música Popular Brasileira (MPB), entre elas o samba e a bossa-nova, os Camará são o resultado da soma de dois poetas por acidente e músicos por acaso.

Ora barco, ora bonsai, Victor Cremasco e Raphael Amoroso fazem dos Camará o fruto da sua amizade.


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publicado por Carlos Gomes às 15:35
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Quarta-feira, 12 de Abril de 2017
FLY THE SUN APRESENTAM NOVO EP AO VIVO EM BRAGA

Chegaram pela força do reivindicativo “Shout” e agora têm um EP de estreia homónimo que atesta na perfeição o seu indie rock desenhado nos passos de Foo Fighters, Interpol ou Two Door Cinema Club, que será apresentado ao vivo já no próximo dia 20 de Abril no espaço TOCA em Braga.

Fly the Sun_Flyer TOCA.png

As portas abrem às 22h30 e os bilhetes, ao preço de 3€, já podem ser adquiridos aqui. Dois dias depois, os Fy the Sun apresentam-se na FNAC Braga pelas 17h. Oportunidade ideal para medir o pulso a uma das mais promissoras bandas da nova colheita rock nacional.

É das mentes criativas, e inquietas, de Mike Simões, Filipe Guerreiro, Paulo Ferreira e Carlos Mano que brotam as letras, e músicas, dos Fly The Sun. Esta jovem banda lusitana, de raízes bem firmadas no pop/rock alternativo, elege como maiores influências projectos tão díspares quanto Guns N’ Roses, Coldplay ou mesmo das sonoridades fortes e agressivas da década de 80 ao bom indie do Século XXI. De Setúbal para o mundo. É este o trajecto que Carlos Mano, o baixista dos Fly The Sun, pretende percorrer. O amor pela música levaram a que trocasse recentemente o papel de mero apreciador, e crítico, pelo de membro de uma banda de amigos. Diz a lenda que pretendia adquirir uma guitarra eléctrica contudo, fruto do acaso ou do destino ele próprio, foi no baixo que viria a focar toda a sua energia e talento. Autodidacta, curioso por defeito e criativo por feitio, é perfeccionista e o mais calmo dos quatro. Assume sem complexos a sua paixão pelo festival Paredes de Coura e coloca Arctic Monkeys e Ornatos Violeta num patamar de excelência, elevando-os ao estatuto de maiores referências da sua existência musical. Miguel Simões (também conhecido como Mike Simões ou, simplesmente, MS) tem origens geográficas em Odivelas e musicais no majestoso piano. Aos 13 anos, apenas dois depois de ter iniciado a aprendizagem de tão exigente instrumento, abandona as aulas dando continuidade à sua evolução em casa. Anos mais tarde sente o chamamento da guitarra clássica e, aproveitando um antigo exemplar do seu avô, inicia-se sozinho nesse versátil instrumento. A boa educação musical dos seus pais, baseada fortemente nas profícuas décadas de 70 e 80, despertam-lhe o interesse pela composição em inglês, trazendo assim ao de cima uma faceta que ele próprio desconhecia. Descreve-se como “um romântico puro, movido pelo cavalheirismo do gentleman que era Sinatra, mas também pelos Loucos Anos 20”, centra sempre o seu foco na mensagem de cada tema e elege como bandas favoritas os Coldplay e os R.E.M. Paulo Ferreira, o terceiro de quatro membros da banda, tem raízes em Famões e é dono e senhor da bateria. Entre as suas maiores influências e inspirações musicais estão clássicos eternos das décadas de 70 e 80, da música nacional e internacional, estando Queen no topo das suas preferências. A bateria surge na sua vida…por influência de Mike, amigo de longa data que muito o motivou. Iniciou-se numa bateria eléctrica e, no final de 2015, apostou numa bateria acústica. Descrito como calmo, divertido e ponderado orgulha-se de ser autodidacta e é visto pelos restantes colegas como um exemplo de esforço, querer e dedicação. É do belo município de Oeiras que provém o quarto, e último, membro dos Fly The Sun. Filipe Guerreiro é o guitarrista de serviço e o complemento perfeito para o trio apresentado acima. A relação que o une à guitarra começou aos 13 anos quando se interrogou na razão para a velha guitarra do progenitor não ser devidamente usada. A resposta surpreendeu-o e acabou por definir o seu futuro: descobriu que em tempos o pai tinha feito parte de uma banda. Após três anos de aulas de guitarra desiste, continuando o seu percurso por iniciativa própria ao P R E S S R E L E A S E www.musicforallnow.com dedicar quatro horas diárias ao versátil instrumento. Criativo nato, envolve-se em todas as fases de composição, intervindo inclusivamente nos restantes instrumentos, assumindo um papel preponderante em todas as criações do quarteto. Embora seja o elemento mais novo é unanimemente considerado o mais sapiente, destacando-se a influência do Rock N’ Roll dos anos 80 e 90 e, em particular, das vozes e percursos de Andy Timmons, Paul Gilbert ou Nuno Bettencourt. É deste caldeirão de influências, e de uma amizade impar e inabalável, que nascem os Fly The Sun. O céu é o limite, mas nem podia ser de outra forma. Afinal estes são os rapazes que querem “Voar o Sol”, quebrar barreiras e espalhar mensagens fortes e inspiradoras.


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publicado por Carlos Gomes às 16:18
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FLY THE SUN E BLESS THE MESS AO VIVO NO TEXAS BAR

Fly the Sun e Bless the Mess, duas das novas forças emergentes do rock nacional, unem esforços para uma noite repleta de eletricidade a rodos com a chancela da Music For All, no Texas Bar em Leiria, a 15 de Abril.

Fly the Sun + Bless the Mess_Flyer Texas Bar.png

Ambos os concertos servirão de apresentação aos registos de estreia da banda – o EP homónimo já editado dos Fly The Sun e “Low Blow” dos Bless the Mess, a ser editado no início de Maio – estando a abertura de portas prevista para as 22h e os bilhetes já disponíveis ao preço de 4€.

É das mentes criativas, e inquietas, de Mike Simões (voz e guitarra/piano), Filipe Guerreiro (guitarra), Paulo Ferreira (bateria) e Carlos Mano (baixo) que brotam as letras e músicas dos Fly The Sun.

Esta jovem banda lusitana, de raízes bem firmadas no pop/rock alternativo, elege como maiores influências projectos tão díspares quanto Guns N’ Roses, Coldplay ou mesmo das sonoridades fortes e agressivas da década de 80 ao bom indie do Século XXI.

No início de 2017 editam o EP de estreia homónimo - que recolhe as já citadas influências em cinco inéditos de inegável solidez, já apresentado ao vivo em espaços como o Musicbox e B.Leza.

Os Bless the Mess, por seu lado, são um quarteto de rock lisboeta formado por Tiago Cabral (voz e teclas), Miguel Pimenta (guitarra), Alex Silva (baixo) e Jorge Varandas (bateria), que recolhe influências provenientes de géneros como o classic e hard rock e do metal.

Formados em 2013, nos tempos de escola, passaram por uma mudança de alinhamento no momento de gravação do seu primeiro EP, com a saída de um dos guitarristas, sendo que desde então compuseram de novo as suas fileiras e ganharam calo ao vivo ao tocar em eventos como o Rock ‘n’ Roll Fucking Fest na República da Música ou em espaços como o Tokyo Lisboa.

Prosseguindo na rota ascendente e evolutiva que têm traçado, em 2017 assinam com a Music For All, através da qual editarão um novo trabalho esperado no segundo trimestre do ano.


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publicado por Carlos Gomes às 16:15
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SOUL BROTHERS EMPIRE – “CREATION” AO VIVO NAS FNAC!

Depois de um single contagiante, de seu nome “Jah Of Creation”, e de um álbum de estreia surpreendente - “Creation” - chega-nos uma série de concertos intimistas dos Soul Brothers Empire onde o rock, o reggae e os ritmos fortes e viciantes não vão faltar!

Soul Brothers Empire_ Flyer Showcases FNAC (1).png

Esta irmandade tem raízes em Proença-a-Nova e durante os meses de Janeiro, Fevereiro e Abril vão passar pelas FNAC de Alfragide, Vasco da Gama, Almada e Leiria, respectivamente.

Confira abaixo todas as datas das actuações de uma das apostas nacionais da Music For All!

21.01 | FNAC @ Alfragide, 17h

28.01 | FNAC @ Vasco da Gama, 17h

18.02 | FNAC @ Almada, 17h

15.04 | FNAC @ Leiria, 17h

Naturais de Proença-a-Nova e existentes desde 2010, os Soul Brothers Empire são um coletivo composto por Gil Henriques (voz e guitarra), Claúdio Mendes (bateria), Joka (guitarra ritmo) e Pedro Martins (baixo) que assume influências do reggae, punk, rock e ska numa fusão única.

No currículo contam com presenças em vários festivais direcionados ao público jovem, como a Queima das Fitas de Coimbra, a Semana Académica da Covilhã, a Semana Académica de Castelo Branco, o Enterro do Caloiro de Aveiro (onde partilharam o palco com os Natiruts), entre muitos outros concertos de Norte a Sul do país, fazendo sempre vibrar o público por onde passam.

A participação no Rock Rendez Worten em 2011 permitiu-lhes chegar ao palco do Musicbox, em Lisboa, sendo que dois anos depois marcaram presença na mítica Festa do Avante.

Mais recentemente foram convidados do “5 Para a Meia-noite” (RTP1) e subiram ao palco do Hard Rock Café. “Creation”, o longa-duração de estreia, chegou em 2014 e com ele trouxe singles pegadiços como “Free To Go”, “Soul Brothers” ou “Jah of Creation”.


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publicado por Carlos Gomes às 16:11
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BLESS THE MESS APRESENTAM NOVO EP AO VIVO

São um dos novos valores do rock nacional e têm um EP de estreia – “Low Blow”, de seu nome – prestes a ser libertado. É esse novo registo que os Bless the Mess apresentarão ao vivo esta quinta-feira, dia 13 de Abril, na FNAC Almada pelas 22h.

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Na linha de uns compatriotas The Lazy Faithful ou Eat Bear, o quarteto estreou-se com o voltaico “Never Too Old”, aquele que foi o seu primeiro lançamento via Music For All. Agora podem conhecer o resto da história ao vivo, em estado puro.

Os Bless the Mess são um quarteto de rock lisboeta formado por Tiago Cabral (voz e teclas), Miguel Pimenta (guitarra), Alex Silva (baixo) e Jorge Varandas (bateria), que recolhe influências provenientes de géneros como o classic e hard rock e do metal.

Formados em 2013, nos tempos de escola, passaram por uma mudança de alinhamento no momento de gravação do seu primeiro EP, com a saída de um dos guitarristas, sendo que P R E S S R E L E A S E www.musicforallnow.com desde então compuseram de novo as suas fileiras e ganharam calo ao vivo ao tocar em eventos como o Rock ‘n’ Roll Fucking Fest na República da Música ou em espaços como o Tokyo Lisboa.

Prosseguindo na rota ascendente e evolutiva que têm traçado, em 2017 assinam com a Music For All, através da qual editarão um novo trabalho esperado no segundo trimestre do ano.


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publicado por Carlos Gomes às 16:05
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KADYPSLON APRESENTA NOVO ÁLBUM AO VIVO NO ALGARVE

Os últimos meses foram intensos para Kadypslon. Lançou o álbum de estreia, “Refúgio”, do qual já foram extraídos dois singles, “Malta Perdida” e “A Cultura” e percorreu as lojas FNAC de Lisboa. Agora prepara-se para rumar ao Algarve para mais dois showcases levando o hip hop até ao sul do país!

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Nos dias 14 e 15 de Abril, Kadypslon atuará na FNAC Faro e na FNAC AlgarveShopping, respetivamente, sendo estas duas oportunidades únicas para escutar ao vivo um dos mais ativos valores da cena hip hop nacional.

14.04 | FNAC @ Faro, 16h

15.04 | FNAC @ AlgarveShopping, 16h

Nascido em meados dos anos 90 nos subúrbios de Lisboa, em Santo António dos Cavaleiros, Kadypslon descobriu por volta dos 14 anos a paixão pela poesia e pelo movimento hip hop. Durante cinco anos foi aperfeiçoando o seu dom juntamente com dois primos, até que decidiu emigrar, devido à falta de condições e oportunidades no seu país.

Depois de uma pequena temporada em Peterborough, em Inglaterra, e depois de quase dez anos de paragem, Kadypslon decidiu voltar a Portugal e a dedicar-se à música, agora com toda outra maturidade, garra e perspetiva.

Em 2010 gravou a sua primeira demo com seis faixas promocionais. Três anos mais tarde disponibilizaria o seu primeiro projeto, intitulado “Pandemonium”, que refletia um resumo de experiências passadas narradas na primeira pessoa. No primeiro trimestre de 2017 edita o seu primeiro longa-duração, “Refúgio”, que recolhe influências de boom bap e gravita em torno da temática da consciência urbana. Deste registo já foram extraídos os singles “Malta Perdida” e “A Cultura”.


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publicado por Carlos Gomes às 11:50
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PEDRO MELO APRESENTA NOVO EP AO VIVO EM BRAGA

O cantautor bracarense Pedro Melo apresenta-se ao vivo no próximo dia 14 de Abril no espaço TOCA, na cidade que o viu nascer, para mostrar ao público as delicadas canções indie folk que compõem “The Storyteller”, o seu EP de estreia editado com o selo da Music In My Soul.

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As portas abrem às 22h30, sendo que a entrada no espaço é gratuita. Oportunidade ideal para escutar temas como “Pete, the Little Giant” ou “Time to Grow”, singles já extraídos deste primeiro registo do músico, que já se encontra disponível para escuta nas principais plataformas digitais.

Pedro Melo nasceu a 21 de Dezembro de 1993 em Braga, onde reside até aos dias de hoje. Com o gosto pela música despertado pelos discos dos anos 70 e 80 que escutava em casa, foi já enquanto adolescente, aos 14 de idade, inspirado pelo álbum “Where The Light Is” de John Mayer, que decidiu comprar a sua primeira guitarra clássica, que aprendeu a tocar sozinho. Dois anos mais tarde começaria por acompanhá-la também com a voz, tendo registado as primeiras experiências no YouTube.

Aos 17 formaria a sua primeira banda com outros dois amigos, os Giant’s Magazine, de onde resultaram canções como “Tartarus” e trechos de letras que mais tarde deram origem a faixas como “The Storyteller” ou “The Bourbon Tissue”.

Pouco depois ingressaria na Universidade do Minho onde estudou Engenharia Informática durante dois anos, até que optou por mudar para Economia. Durante esse período, Pedro foi atuando em alguns eventos académicos e expandindo a sua vertente de instrumentista, ao aprender a tocar de forma autónoma banjo, bandolim e ukulele.

Aos 21 de idade, detetado pelos populares covers do seu canal de YouTube, foi convidado a participar na terceira edição do programa The Voice (RTP1) onde, na equipa de Mickael Carreira, enfrentou as “Provas Cegas” e as “Batalhas”, tendo sido eliminado na fase do “Tira Teimas”.

Com a participação no concurso chegaram as primeiras actuações ao vivo em nome próprio: Doçaria História à Mesa, A Toca e a B Concept Store foram alguns dos espaços que acolheram os primeiros originais de Pedro Melo.

Em 2017 edita o seu EP de estreia,“The Storyteller”, com o selo da Music In My Soul.


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publicado por Carlos Gomes às 11:46
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Sábado, 8 de Abril de 2017
MOITA REALIZA FESTIVAL DE ACORDEÃO

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publicado por Carlos Gomes às 20:25
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Sexta-feira, 7 de Abril de 2017
ÁLBUM DE ESTREIA DE SALMAR, “INQUIETAÇÃO”, EM EDIÇÃO DIGITAL

Primeiro veio o single que o apresentou a tudo e todos, intitulado “Invade-me a Alma”. Esta balada atual, onde o passado e o futuro se encontram, surpreendeu e emocionou quem a encarou de espírito aberto. Agora surge o próximo passo: a edição digital de “Inquietação”, o álbum de estreia de Salmar.

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Disponível em The Store, Amazon e Google Play, este é um álbum que conquista e apaixona, sendo impossível resistir aos ritmos contagiantes ou aos temas mais românticos. É sob o selo da Music For All que este pedaço de portugalidade, onde a nossa cultura, hábitos e raízes são os protagonistas, chega agora às lojas digitais, estando prevista para breve a edição física de “Inquietação”!

Nasceu sob o nome de Filipe Ferreira, mas é como Salmar que sobe a palco. Sempre sentiu a música como uma extensão de si mesmo, uma forma alternativa de comunicar e expressar os seus pensamentos, actos e desejos.

Cedo se tornou adquirido que seguiria pelo atribulado, e emocionante, trilho que pode ser o mundo da música. Na hora de escolher um nome artístico honrou a terra que o viu nascer, Peniche e, acima de tudo, a forte ligação ao mar. Não é, portanto, ao acaso que hoje o chamamos de Salmar!

Passada uma década e meia e mais de quinhentos concertos por todo o país tomou uma decisão: apostaria verdadeiramente na sua carreira a solo. Consolidou, assim, o desejo e a promessa de escrever, compor e cantar temas seus e só seus.

A consequência natural desta resolução é o lançamento do single “Invade-me a Alma”, tema que nos conquista suavemente e nos introduz ao primeiro álbum discográfico – “Inquietação”. 2017 é o ano em que Salmar dá o salto rumo ao infinito.


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publicado por Carlos Gomes às 19:49
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FLY THE SUN E BLESS THE MESS AO VIVO NO TEXAS BAR

Fly the Sun e Bless the Mess, duas das novas forças emergentes do rock nacional, unem esforços para uma noite repleta de eletricidade a rodos com a chancela da Music For All, no Texas Bar em Leiria, a 15 de Abril.

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Ambos os concertos servirão de apresentação aos registos de estreia da banda – o EP homónimo já editado dos Fly The Sun e “Low Blow” dos Bless the Mess, a ser editado no início de Maio – estando a abertura de portas prevista para as 22h e os bilhetes já disponíveis ao preço de 4€, aqui.

É das mentes criativas, e inquietas, de Mike Simões (voz e guitarra/piano), Filipe Guerreiro (guitarra), Paulo Ferreira (bateria) e Carlos Mano (baixo) que brotam as letras e músicas dos Fly The Sun. Esta jovem banda lusitana, de raízes bem firmadas no pop/rock alternativo, elege como maiores influências projectos tão díspares quanto Guns N’ Roses, Coldplay ou mesmo das sonoridades fortes e agressivas da década de 80 ao bom indie do Século XXI.

No início de 2017 editam o EP de estreia homónimo - que recolhe as já citadas influências em cinco inéditos de inegável solidez, já apresentado ao vivo em espaços como o Musicbox e  B.Leza.

Os Bless the Mess, por seu lado, são um quarteto de rock lisboeta formado por Tiago Cabral (voz e teclas), Miguel Pimenta (guitarra), Alex Silva (baixo) e Jorge Varandas (bateria), que recolhe influências provenientes de géneros como o classic e hard rock e do metal.

Formados em 2013, nos tempos de escola, passaram por uma mudança de alinhamento no momento de gravação do seu primeiro EP, com a saída de um dos guitarristas, sendo que desde então compuseram de novo as suas fileiras e ganharam calo ao vivo ao tocar em eventos como o Rock ‘n’ Roll Fucking Fest na República da Música ou em espaços como o Tokyo Lisboa.

Prosseguindo na rota ascendente e evolutiva que têm traçado, em 2017 assinam com a Music For All, através da qual editarão um novo trabalho esperado no segundo trimestre do ano.


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publicado por Carlos Gomes às 19:45
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Quinta-feira, 6 de Abril de 2017
ALARMES EM DIGRESSÃO POR LISBOA, BRAGA, FREAMUNDE E GUIMARÃES

Depois de se terem apresentado ao público português através do viciante single “Incerteza de Um Encontro Qualquer”, extraído do álbum “Em Branco” (2016), está prestes a chegar o momento dos Alarmes pisarem os palcos portugueses!

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A mais recente aposta da Music For All é oriunda de Brasília, navega nas pródigas águas do rock e estreia-se em Lisboa, estando a primeira parte desse concerto a cargo dos portugueses Wellman. De seguida ruma a Braga, local onde inicia um périplo pelo norte do país.

Conheçam as datas e locais da digressão:

26.04 | Popular Alvalade, 22h, Lisboa (€4)

27.04 | TOCA, 22h30, Braga (€3)

28.04 | Espaço A, 23h, Freamunde (€3)

29.04 | All Guimarães, 24h, Guimarães (€3)

Entre a nova geração do rock brasileiro há um nome que se destaca. O projecto Alarmes há muito que vai dando nas vistas no Brasil, devolvendo o rock ao patamar que é seu por direito e dignificando ao mais alto nível a reputação e os grandes projectos musicais do passado provenientes de Brasília, mas foi preciso chegarmos a 2017 para Portugal ficar a conhecer este trio.

Formados por Arthur Brenner (voz e guitarra), Lucas Reis (baixo) e Gabriel Pasqua (bateria), os Alarmes surgem na senda de bandas como Interpol, Queens of the Sone Age ou mesmo Artic Monkeys. Ao integrarem nos seus temas uma boa dose de elementos característicos do rock britânico, diferenciam-se de tantos outros projectos e, simultaneamente aproximam-se da sonoridade, hábitos e costumes europeus.

Na bagagem trazem diversas apresentações ao vivo, tendo tido o prazer de partilhar o palco com nomes como: Capital Inicial, Os Paralamas do Sucesso, Far From Alaska, Raimundos, Scalene (gravação de DVD, em 2016), Plebe Rude, Autoramas ou Fresno (nas digressões “O Começo de Tudo”, 2015, e “Turnê de 15 Anos”, em 2016).

O ano que recentemente findou teve um saldo tremendamente positivo: mais de quatro dezenas de espectáculos em sete estados brasileiros diferentes. Tudo a propósito do lançamento do álbum “Em Branco”, o seu mais recente disco de originais, que tocarão em Portugal na Primavera de 2017. Com produção de Adriano Pasqua, e um artwork onde o amor e passagem do tempo se cruzam e interligam, este é um álbum que apresenta um indie rock consistente e que coloca os Alarmes como um digno representante do rock de Brasília!


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publicado por Carlos Gomes às 19:32
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SOPA D’ALMA E O DESALENTO DA “ROTINA”

O sentimento é reconhecível. Os dias sucedem-se sem nada que os diferencie do outro que passou, tingindo-se de vários tons de cinzento. Tornamo-nos “metrónomos cansados” de “movimentos mecanizados”, escravos do tempo e reféns de um marasmo invencível – aí sabemos que está instalada a “Rotina”.

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É desta apatia do ser que nasce a inspiração para o single que apresenta a nova fase dos Sopa d’Alma, projeto marcado por laivos de instrumentação clássica, rock progressivo e de música interventiva, bem patente neste seu novo tema dirigido à nação dormente, provando que a cantiga ainda é uma arma. Este é o primeiro avanço do novo EP do grupo, a ser editado em Junho com o selo da Music For All.

Os Sopa d’Alma são um projeto constituído por Fá Pereira (voz e flauta) e Pedro Carneiro (guitarra). Oriundos de Braga, cruzaram-se pela primeira vez numa escola de música da cidade, onde viriam a formar a sua primeira banda de covers em 2007.

Dois anos volvidos, sentiram a vontade de se expressar numa linguagem musical própria e original, formando em conjunto com outros dois amigos o projeto Angúria, cantado em português num registo de rock progressivo. Em 2012 constaram da coletânea “À Sombra de Deus”, que reunia o que de melhor se fazia no fervilhante panorama musical de Braga. O projeto culminaria em 2014 com a elaboração de uma peça musical de 40 minutos organizada em cinco temas, exibida ao público no Theatro Circo, no coração da cidade natal.

Com a mudança de armas e bagagens para Viena, no final desse ano, surgiu também a vontade de materializar novas criações e estados de alma. Foi então que se formou o projeto dos Sopa d’Alma, com o objetivo inicial de conter a ressaca pós-Angúria, apresentando à Áustria versões de fados e clássicos da música em português cantados de forma reconstruída, a dois sons: voz e guitarra. Foi lá que representaram a música portuguesa em feiras e eventos internacionais, fornecendo também a banda sonora a um pequeno café português local, comovendo muitos dos presentes que escutaram aquele tipo de sonoridade pela primeira vez.

Contudo, seria só no final de 2016, já mais esclarecidos e ambiciosos, que voltariam ao formato que crêem ser o seu pináculo criativo: a peça. Para tal, compuseram a primeira parte do relato musical centrado nos temas que os levaram para fora de Portugal, pontuado por apontamentos de instrumentos clássicos e marcado pelas influências de todos os grandes artistas que consomem, desde o rock progressivo à música dita de intervenção.

Sopa d’Alma é então doravante um projeto com uma clara intenção: biografar musicalmente o caminho de dois parceiros musicais ininterruptos, com intervenção nos ouvintes por universal afinidade com o conteúdo realista, cuja simplicidade na forma só o possa enaltecer.


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publicado por Carlos Gomes às 19:16
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Quarta-feira, 5 de Abril de 2017
BLUES REGRESSAM À BAIXA DA BANHEIRA

Na Baixa da Banheira: Blues Night by BBBF: o regresso às origens com Outlaw Blues

Fast Eddie Nelson, Vitor Bacalhau e Poli Correia, três músicos portugueses com carreiras bem cimentadas no panorama musical nacional e reconhecimento internacional, unem-se para prestar homenagem ao estilo musical que lhes serve de casa, os Blues, no dia 13 de abril, pelas 22:00h, no Café-concerto do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, em mais uma Blues Night by BBF, com Outlaw Blues.

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As Blues Nights by BBBF são promovidas pela Associação BB Blues Portugal, em parceria com a Câmara Municipal da Moita e a União de Freguesias da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira. Os bilhetes, no valor de 5 euros, estão disponíveis no próprio dia, no local, a partir das 21:30h.

Recorde-se que a 6ª edição do BB Blues Fest vai decorrer de 22 a 25 de junho, no Fórum Cultural José Manuel Figueiredo e Parque José Afonso, na Baixa da Banheira. Wax & Boogie, pela primeira vez em Portugal, são os primeiros nomes confirmados para o BB Blues Fest 2017.

Acompanhe a 6ª edição do BB Blues Fest nos vários canais de comunicação do festival:

www.bbbluesfest.com.pt

www.facebook.com/bbbluesfest

http://twitter.com/BBBluesPortugal

www.youtube.com/channel/UCv-LKLXWxaDVP9opo-AjghA

www.cm-moita.pt

www.facebook.com/cmmoita.pt

www.ufbbva.pt



publicado por Carlos Gomes às 17:19
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Terça-feira, 4 de Abril de 2017
ARARUR APRESENTAM NOVO ÁLBUM AO VIVO

Depois de dois singles, “Abril” e “Novelo de Lã”, e um novo álbum, “Mielikki”, chegou finalmente a vez de transpor o universo dos Ararur para o palco. No próximo dia 8 de Abril, pelas 17h, um dos mais singulares e interessantes projetos do panorama musical português subirá ao palco da FNAC Vasco da Gama para um mágico showcase!

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Quanto a “Mielikki” podemos dizer que é uma encantatória coleção de oito canções em que o intimismo do jazz se cruza com temas marcados por laivos de música portuguesa e world music, numa pacífica comunhão com as raízes e o universo. O showcase do próximo Sábado é a oportunidade perfeita para adquirir este álbum, já disponível em formato físico, sob o selo da Music For All.

Após a conclusão do curso na Escola Superior de Música de Lisboa, o guitarrista e compositor António Miguel Silva foi aceite na primeira edição das residências artísticas do Músibéria – Centro Internacional de Músicas e Danças no Mundo Ibérico (Serpa), vendo

 assim o seu CD ser financiado pela União Europeia e pela Câmara de Serpa. Durante os primeiros sete meses de 2013 foram trabalhados os temas e o conceito do grupo a que chamou Ararur.

Para a gravação do CD convidou os seus amigos e antigos colegas de curso: Ângela Maria Santos, cantora com a qual trabalha desde longa data e em quem confia para escrever as letras dos temas, João Capinha nos saxofones, Francisco Brito no contrabaixo e João Rijo na bateria.

A música que criam em conjunto junta melodias com as quais as pessoas se conseguem identificar, letras em português, ambientes e sonoridades da world music e uma liberdade para cada um se exprimir no seu instrumento que nos remete para o jazz e para a música improvisada.

Em 2013 editaram o seu primeiro álbum homónimo, ano em que foram também seleccionados enquanto Jovens Criadores do Ano pelo Clube Português de Artes e Ideias, sendo escolhidos para representar Portugal na VI Bienal de Jovens Criadores da CPLP, em Salvador da Bahia, Brasil. No ano seguinte conquistariam dois prémios no 13th Independent Music Awards, entre eles o de Melhor Álbum de Jazz Vocal, eleito segundo um painel de ilustres figuras ligadas ao mundo do espetáculo e das artes.

Na aurora de 2017 chegou o segundo registo do projeto, “Mielikki” - com inspiração na deusa filandesa da floresta com o mesmo nome - uma encantatória coleção de 8 canções em que o intimismo do jazz se cruza com temas marcados por laivos de música portuguesa e world music, numa pacífica comunhão com as raízes e o universo.


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publicado por Carlos Gomes às 20:50
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BAIXA DA BANHEIRA VAI OUVIR "MÚSICA NO QUARTO"

Na Baixa da Banheira: André M. Santos e convidados no palco do Fórum Cultural

“Música no Quarto” é o nome do espetáculo que o músico André M. Santos traz ao palco do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, no dia 8 de abril, pelas 21:30h. André M. Santos, na guitarra, terá como vozes convidadas Ana Laíns, Carla Pires e Cristiano de Sousa.

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Sinopse:

“Sempre me foi fácil escrever textos ou descrições dos projetos que integrei com outras pessoas, mas reparei que todas as palavras me fogem quando tenho de escrever algo sobre mim ou do que venho apresentar. Talvez seja mais fácil falar de como surgiu a ideia... Ao longo de muitos anos, fui um curioso por vários estilos musicais: apaixonei-me desde cedo pelo Flamenco, estudei a chamada música Erudita, perdi-me de amores pela música portuguesa e os seus cantautores e... por ai fora. 

A vida tem-me dado o privilégio de partilhar experiências com muitos artistas interessantes (uns mais conceituados que outros, mas isso pouco vale...), com os quais cresci e lhes dei muito de mim. Agora, arrisco-me a partilhar (com quem queira ouvir) a música que toco para mim no meu quarto quando não tenho de responder a ninguém se não a mim próprio. Sempre toquei “malhas” minhas, coisas tão bonitas que outros fizeram e claro sempre tive vontade de pegar em melodias de outros e de fundir com a minha visão “cor” musical. 

Pois bem, a música que toco no meu quarto não é de um único estilo ou estética, talvez nem seja a “melhor” música do mundo (e o que será isso?...) mas é sem dúvida música que gosto e respeito ou não seria o que preenche o meu quarto...”

O preço dos bilhetes é de 3,66 euros.

RESERVA DE BILHETES

Fórum Cultural José Manuel Figueiredo

Rua José Vicente, Baixa da Banheira

Tel. 210888900

Horário da Bilheteira:

De 3ª a sábado – 14:30h às 19:30h

Dias de espetáculo e cinema – uma hora antes do início do espetáculo ou sessão

Os bilhetes podem ainda ser reservados através do telefone 210 888 900, no horário de funcionamento da bilheteira. As reservas podem ser levantadas, no máximo, até 1h antes do início do espetáculo, com um limite de cinco bilhetes por reserva.

Compra de bilhetes online:

http://ticketline.sapo.pt

http://pt-pt.facebook.com/cmmoita

E nos postos de venda aderentes: http://ticketline.sapo.pt/pagina/postosdevenda



publicado por Carlos Gomes às 20:30
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CONVENTO DOS CARDAES RECEBE CONCERTO DA PÁSCOA

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publicado por Carlos Gomes às 14:01
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Sexta-feira, 31 de Março de 2017
WELLMAN APRESENTAM DISCO DE ESTREIA AO VIVO EM BRAGA

Numa altura em que ultimam os preparativos para a edição de “Shrimp”, o primeiro longa-duração, os Wellman sobem ao palco do TOCA, em Braga, no âmbito de mais uma edição das Music For All Sessions.

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O concerto está agendado para o próximo dia 6 de Abril, pelas 22h30, sendo que os bilhetes apresentam um custo de 3€. Oportunidade ideal para escutar em primeira mão as canções de “Shrimp” - de onde já foram retirados os singles “Riverside” e “Distance” – e para tirar a temperatura a um dos mais promissores projetos da nova leva de talentos portugueses. Os bilhetes encontram-se à venda aqui.

Os Wellman nasceram ao mesmo ritmo da amizade de Afonso Teixeira (vocalista), Afonso Lima (guitarrista), José Miguel Saraiva (baixista), Mateus Carvalho (saxofonista) e Francisco Marcelino (baterista).

Afonso Teixeira apresentou aos restantes membros uma série de originais que desejava que tivessem outra roupagem. Inicialmente apenas com o intuito de conferir às músicas uma outra dimensão, os cinco acabaram por "recriar" as mesmas. Em Junho de 2016, surgiu a oportunidade de ir a estúdio gravar os temas e aquilo que começou por ser uma forma de descontração da vida universitária sem qualquer divulgação pública, passou a ser uma verdadeira banda, à qual Afonso Teixeira emprestou o seu nome artístico (Wellman).

O quinteto que se move nos meandros da pop/rock com leves influências folk, assume com orgulho a sua sonoridade viciante, envergando sempre um sorriso cativante e uma alegria contagiante. Para o primeiro semestre de 2017 está prevista a edição do seu primeiro trabalho.


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publicado por Carlos Gomes às 22:02
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“RESUMO” – TRAVESSA DO CORRUPIO EDITA EP DE ESTREIA

Depois de um single de estreia surpreendente, “A Vida (O Início)”, finalmente a Travessa do Corrupio faz chegar até todos os seus transeuntes a plenitude do seu talento. Sob o nome “Resumo” este EP é composto por cinco faixas, saltando à vista a sonoridade próxima do jazz, o poder do rock e do folk e a alma da música tradicional portuguesa.

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Disponível a partir de hoje nas principais plataformas digitais - The Store, Amazon, iTunes e Google Play - esta é a mais recente aposta nacional da Music For All. Por entre histórias, sentimentos e emoções esta é uma Travessa que fica bem no centro do Corrupio que é a vida.

O projecto que hoje conhecemos como Travessa do Corrupio nasceu, em abono da verdade, para uma só noite. Luis Sales, filho da primavera quente de 1975, tinha um objectivo bem definido para 2015: criar uma banda que o acompanhasse num concerto especial. Luis, que anteriormente havia participado em diversos projectos musicais (tendo inclusivamente integrado o álbum “Novos Talentos Fnac”, de 2009, e a edição de 2010 do Festival Termómetro) mal sabia que o concerto que tanto ansiava quanto temia mudaria a sua vida.

O primeiro elemento contactado foi André Correia, amigo de outras lides, que prontamente aceitou o desafio e a ele se juntou no necessário trabalho de composição e aperfeiçoamento dos esboços já criados e pensados por Luis. Tendo sido aluno da Escola de Música do Conservatório Nacional, na vertente de órgão, frequentado diversos workshops de bateria e participado em alguns projectos de pop/rock André detinha a porção ideal de talento, experiência e irreverência.

Por sua vez Raquel Bastardo ficou com os teclados a seu cargo e é a única presença feminina da banda. Fascinada desde sempre pelo poder do piano, estudou-o desde bem cedo, chegando mesmo a frequentar até ao quinto grau o curso livre de piano da Academia de Amadores de Música. Mas a música não é a sua única paixão: é também professora, guia turística e exerce a profissão de bióloga.

A guitarra passou a ser da total responsabilidade de Emanuel Carvalho, oriundo de Vilar Formoso, que iniciou o seu percurso no mundo da música no Grupo de Cordas da terra que o viu nascer. Pelas suas mãos passaram guitarra clássica, guitarra baixo, bandola, bandolim e braguesa. Já em Lisboa integrou o Grupo Coral Lisboa Cantat e o grupo coral de câmara da Escola Superior de Educação de Lisboa.

Quando sobem a palco os Travessa do Corrupio contam ainda com a presença de um contrabaixista, um elemento precioso que ajuda a abrilhantar cada apresentação ao vivo das suas melodiosas composições.

Quando o quinteto se desloca ao Alentejo para gravar os temas em questão já o calendário assinalava a chegada do terceiro mês do ano de 2015. Seria preciso mais um mês para que os onze temas gravados ganhassem vida no palco do Teatro Turim, tendo a sala sido pequena para receber todos aqueles que queriam presenciar a estreia da banda a que hoje chamamos de Travessa do Corrupio.

O balanço dessa noite foi tão positivo que todos os elementos aceitaram rapidamente a ideia de não desfazer aquilo que o talento, e o acaso, tinham unido. E assim, por entre um ano de composições, ensaios e um concerto especial começou oficialmente um dos projectos mais entusiasmantes da música lusitana.

Movendo-se nas pródigas águas onde o jazz e a música clássica se encontram com o rock e o folk os Travessa do Corrupio criaram uma linguagem própria que honra as origens e tradições lusitanas. Aqui contam-se histórias de amor e desamor. De saudade. De ilusões mas também de desilusões. Na Travessa do Corrupio o tempo corre devagar, ao sabor do rio em direcção ao mar. Esta é uma Travessa que fica bem no centro do Corrupio que é a vida.


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publicado por Carlos Gomes às 21:56
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Quarta-feira, 29 de Março de 2017
ALHOS VEDROS REALIZA FESTIVAL DE ACORDEÃO

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publicado por Carlos Gomes às 17:55
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Terça-feira, 28 de Março de 2017
“ONLY” – AIRYN APRESENTA NOVO SINGLE

Depois de no final de 2016 ter-se apresentado ao público nacional com o single “My Angel” chegou, finalmente, a hora do regresso da cantora espanhola. Consigo Airyn traz um novo single, “Only”, onde tenta arrebatar o nosso coração com uma balada cândida porém profundamente romântica.

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Ambos os singles já lançados pertencem ao disco de estreia da intérprete sevilhana, “The Sounds Of Earth”, sendo esta mais uma aposta que vem reforçar a posição da Music In My Soul no mercado espanhol.

Airyn é um conceito musical criado pelo compositor J.M. Mantecón e pela própria Airyn, em colaboração com músicos de todo o mundo.

Natural de Sevilha, Airyn conjuga influências de pop/new age, de música electrónica e clássica. Sons étnicos, sintetizadores, percussão e uma orquestra de cordas são algumas das características que adornam as suas canções repletas de saudade, esperança, mágoa e amor, sempre conduzidas pela sua voz delicada, ora bela, ora melancólica.

“The Sounds of Earth” é o album que marca a estreia discográfica e assinala a chegada de Airyn à Music In My Soul, pela graça e encanto de temas como “My Angel” ou “Only”.


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publicado por Carlos Gomes às 19:50
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Segunda-feira, 27 de Março de 2017
“WILD WAY”, O NOVO SINGLE DE INBLAUK

Depois de dois álbuns de grande sucesso que impressionaram a crítica especializada, “Wild Way” (2010) e “Love & Dust” (2012), finalmente o cantautor e guitarrista espanhol InBlauK chega a Portugal com o seu primeiro single.

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“Wild Way” é uma poderosa composição que traz ao de cima todo o charme e encanto do country rock do compositor oriundo de Salamanca e que promete fascinar o público português! Se os westerns são o seu tipo de filme preferido e o Texas o seu destino de eleição não pode perder a mais recente aposta da Music For All para 2017!

InBlauK é um cantautor e guitarrista espanhol de Salamanca, que abraça as sonoridades do country e rock em formato acústico e que se notabilizou pelos seus ritmos esfuziantes, riffs poderosos e melodias cativantes.

Actualmente um dos mais notáveis músicos de country rock espanhóis, InBlauK já gravou dois álbuns – Wild Way (2010) e Love & Dust (2012) – que receberam as melhores críticas da imprensa especializada.

A par de ter dado concertos em Nashville e muitas outras cidades do sul dos Estados Unidos, já percorreu a Europa em digressão com o músico texano Daniel Payene e chegou a ser o artista convidado do “Texas Sounds International Country Music Awards”, onde recebeu o prémio de “Melhor Intéprete Masculino do Ano”. Em 2015 foi convidado para actuar no Festival Country to Country na The O2 Arena de Londres, captando a atenção da publicação Maverick e da CM&T, a estação de excelência da música country.

O músico encontra-se actualmente a trabalhar no seu próximo registo de estúdio, continuando a actuar ao vivo pelo mundo fora.

Citações de imprensa sobre InBlauK:

“Se um estúdio de cinema precisasse de uma banda-sonora incrível para um filme western dos dias de hoje, não poderíamos pedir um melhor talento emergente que InBlauK para a fornecer. Riffs de guitarra fantásticos complementam letras de forte cariz combinadas com uma voz crua a fazer lembrar a de Jon Bon Jovi”, Green Music Scene (Texas)

“Todo um semblante de Carlos Segarra e o 6º Concurso da cidade de Salamanca debaixo do braço. Este Hank Williams cavaleiro calça as esporas e sobe à sela num fulminante rodeo de country e western onde espalha todo o seu conhecimento de causa”, MondoSonoro

“Country urgente fustigada por crises de hipertensão e riffs que deslizam como cascavéis em ritmos staccato”, RUTA 66


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publicado por Carlos Gomes às 23:01
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‘PEIXE EM LISBOA’ TEM PELA 1ªVEZ UMA ZONA DEDICADA AOS MAIS NOVOS

Com a colaboração da chefe Joana Byscaia, do projeto Petit Chef, todos os dias serão promovidos workshops para as crianças

A pensar nas famílias, a 10.ª Edição do Peixe em Lisboa, evento organizado pela Associação de Turismo de Lisboa com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e produção da DOT Global e LGSP Events, conta com uma área exclusivamente dedicada às crianças, onde os mais pequenos podem de forma divertida partilhar experiências culinárias que terão o peixe e o marisco como as estrelas principais, assim como aprender a cozinhar com ingredientes frescos e a comer de forma saudável.

 

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Diogo Marques, diretor-geral da DOTGLOBAL, empresa produtora da 10ª Edição do Peixe em Lisboa revela que “a aposta na comida saudável e bons hábitos alimentares das famílias, em particular das crianças, é uma das apostas da 10ª edição do Peixe em Lisboa. Neste sentido, iremos ter durante todo o evento workshops dedicados aos mais pequenos. Durante a semana, teremos seis sessões e aos fins de semana dez, cada sessão com cerca de 30 minutos e destinada a 16/ 18 crianças.”

Os workshops pensados para os mais novos contarão com a Chefe Joana Byscaia que, com o seu projeto Petit Chef, irá desenvolver aulas de sensibilização e introduzir às crianças o mundo da Culinária. Técnicas de confeção de alimentos, explicações de nutrição alimentar, regras de higiene e segurança alimentar e fomentar o trabalho em equipa serão os principais temas abordados. A introdução desta temática no Peixe em Lisboa tem como principal objetivo alertar os mais novos para os bons hábitos alimentares, uma vez que Portugal tem cerca de 30% das crianças com sobrepeso e mais de 10% obesas.

As crianças que participarem nos workshops no período da tarde terão a oportunidade de aprender a preparar um lanche multinutritivo. Já as inscritas para as sessões da noite terão a seu cargo a confeção e degustação de um mini hambúrguer de salmão, em linha com a temática do evento. Em todas as sessões, a Chefe Joana Byscaia garantirá momentos divertidos e animados com uma experiência de cozinha pedagógica.

Para participarem nos workshops as crianças devem ter entre seis e 14 anos e realizar inscrição prévia no local ou através dos emails info@petitchef.pt e joanabyscaia@petitchef.pt (A participação está sujeita às vagas disponíveis no momento da inscrição e tem um custo de 5,00 euros).

Este espaço dedicado às crianças funciona em permanência durante o horário do Peixe em Lisboa.

HORÁRIO DOS WORKSHOPS INFANTIS

Dias da semana (6 sessões):

1ª sessão: 12h30 às 13h00

2ª sessão: 13h30 às 14h00

3ª sessão:  19h às 19h30

4ª sessão: 20h00 às 20h30

5ª sessão: 21h00 às 21h30

6ª sessão: 22h00 às 22h30

Fins de semana (10 sessões):

1ª sessão: 12h30 às 13h00

2ª sessão: 13h30 às 14h00

3ª sessão: 14h30 às 15h00

4ª sessão: 15h30 às 16h00

5ª sessão: 16h30 às 17h00

6ª sessão: 17h30 às 18h00

7ª sessão: 19h00 às 19h30

8ª sessão: 20h00 às 20h30

9ª sessão: 21h00 às 21h30

10ª sessão: 22h00 às 22h30


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publicado por Carlos Gomes às 18:39
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Sexta-feira, 24 de Março de 2017
“WASTED LULLABY”, O NOVO SINGLE DOS ZUUZAA

Depois de “Blind By Choice” os ter apresentado ao público português, é tempo de desacelerarmos o compasso e conhecermos o lado denso dos Zuuzaa em “Wasted Lullaby”, tema blues rock que vive da mesma atmosfera de “Wicked Game” de Chris Isaak.

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Este é já o segundo avanço retirado de “MARA”, o debute da banda que tem sido apresentado ao vivo em concertos pelas FNAC, no Popular Alvalade ou Musicbox, e que chega agora até nós numa versão remasterizada.

O ano de 2016 marca a estreia de um dos projectos mais promissores da actualidade. São portugueses, dão pelo nome de Zuuzaa e propõem uma infusão de Rock, Blues e Soul com particular destaque para um coro feminino que nos transporta para os saudosos anos 60.

Após um intenso período criativo Rafael Ribeiro, guitarrista e vocalista, assumiu a árdua tarefa de formar uma banda que desse corpo, vida e sentimento às canções por si habilmente escritas. Primeiro muniu-se da doce voz de Inês Carvalho, sua amiga de longa data. Depois da talentosa dupla Mariana Matoso e Rafaela Pereira. Este distinto trio, de vozes marcadamente femininas, começou por colaborar numa só faixa. Contudo, rapidamente se

tornou perceptível que parte da magia da banda residia na alma, garra e emoção que as três davam às canções de Rafael Ribeiro. Foi com esta formação, que os então intitulados Zuuzaa & The Last Jesters, viram finalizadas as suas dez primeiras composições originais.

Com a entrada do baixista francês Matt Seybald e do baterista Bernardo Jorge a banda ganhou experiência e versatilidade, enriquecendo o seu trabalho em estúdio assim como a performance em palco. Graças aos contributos dos novos membros o número de temas originais subiu para 13 e o mês de Setembro marcou a estreia nos palcos nacionais.

Depois do lançamento do primeiro álbum de originais, intitulado “MARA”, está a decorrer o processo de gravação dos videoclips dos primeiros singles. Esta é também a fase em que surgem mais concertos e performances ao vivo, alimentando assim a paixão pelo palco, e pelo contacto directo com o público, espalhando a música, e a mensagem, por detrás de tão astutas criações.


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publicado por Carlos Gomes às 21:29
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Quinta-feira, 23 de Março de 2017
“NOVA AURORA” – A ESTREIA AÇUCARADA DO TROVADOR CAMÕES

Camões é sinónimo de Portugal, quase como uma segunda bandeira que qualquer lusitano envergaria com todo o orgulho. Mas Camões também pode ser música, inovação e experimentação. E é desse Camões, o Paulo Camões, que falaremos agora.

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Nascido e criado no Rio de Janeiro está ligado à música desde a adolescência, navegando entre a Música Popular Brasileira, o pop e o rock. Com dois EP’s editados (“Cupim” e “Anilina”) e um single que estreia agora, “Nova Aurora”, lança-se finalmente à conquista da Europa com uma portentosa digressão nacional, através do selo da Music For All.

Camões, nome histórico e com o qual todos os portugueses têm uma ligação umbilical. É um dos nossos maiores símbolos, um daqueles guerreiros imponentes que contribuiu decisivamente para o país que somos hoje. Mas, e porque há sempre um “mas”, Camões é muito mais do que isso. Camões…também pode ser música, inovação e experimentação. E é desse Camões, o Paulo Camões, que falaremos agora.

Começou a compor ainda na adolescência, dedicando-se à guitarra e transparecendo desde logo as influências da música brasileira e da alma do rock. A busca de uma identidade artística acompanhou o seu amadurecimento, desde algumas gravações independentes até à sua primeira banda, “Os Lusíadas”.

Mas foi no EP “Cupim” que Camões deu verdadeiramente nas vistas. Aliado ao produtor Bernardo Pauleira, um dos nomes mais importantes da cena independente no Rio de Janeiro, o cantor aliou a guitarra aos beats eletrónicos, criando canções como “Segredo” ou “Bem-Estar”. Ao som tipicamente brasileiro juntou uma batida universal, levando uma vez mais Camões a mares nunca antes navegados.

Ciente das potencialidades da sua sonoridade aventura-se naquele que se tornaria no seu primeiro trabalho a solo. Inspirando-se em nomes tão distintos e reputados como HONNE, Breakbot, Great Good Fine Ok, ou Whitest Boy Alive nascia, no verão de 2016, o EP “Anilina”.

Mas como diz o ditado, “novo ano vida nova”! Ou melhor: música nova, se estivermos a falar de Camões. Ao terceiro mês de 2017 chega, finalmente, a mais recente criação de Paulo, “Nova Aurora”. Este é um tema baseado em Santa, senhora que marcou a sua vida e à qual decidiu prestar uma justa homenagem. O videoclip foi gravado na localidade de Nova Aurora e retrata a festa de comemoração do quinquagésimo oitavo aniversário de Santa, uma ocasião tão especial e marcante e se tornou inesquecível para todos os presentes. 

Camões regressa assim às gravações de forma emotiva, prometendo mais novidades para breve e anunciando uma digressão por Portugal para o próximo verão! Agosto será o mês em que o trovador regressa para os merecidos aplausos do público nacional.


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publicado por Carlos Gomes às 19:50
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PAPILLON – EP HOMÓNIMO CHEGA AO MERCADO DIGITAL

Os Papillon apresentaram-se ao público com o tema “Engraçado (Já Não Há Pai P’ra Mim)”. Consolidaram o seu espaço com o recente single “Conceição”. E depois do anúncio da pré- venda surge agora o derradeiro passo: a edição do EP de estreia, homónimo, no mercado digital através do selo da Music For All, disponível em plataformas como o Google Play, iTunes ou Spotify.

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Os portuenses são conhecidos pela sonoridade singular e pela proximidade com o jazz, o funk ou o swing. Fazem da sua ligação à pop, e das letras profundas e trabalhadas, uma imagem de marca. A banda do laçarote chegou. E veio para ficar.

Papillon é um laço. Ponto um. Ponto dois: também é um grupo de gente que faz música sem juízo. Os Papillon são feitos de gente e gostam de laços, porque os laços são coisas que ligam. Além disso os laços lembram qualquer coisa fora do tempo e os Papillon gostam disso: de não haver tempo, nem etiquetas, nem juízos. Nem juízo. Os Papillon são gente de laços.

Com música de perder o juízo. Compostos por Joana Manarte (voz), Pedro Silva (baixo), João Mascarenhas (teclas), Rui Ferreira (bateria), Raul Manarte (guitarra), Tiago Ferreira (trombone), Luís Macedo (trompete) e Pedro Gomes (saxofone), estrearam-se ao vivo em 2014, no Porto.

Resultado de múltiplas influências estéticas, os Papillon proporcionam um espetáculo cheio de energia, significado e vitalidade, sendo comum o concerto acabar com o público a dançar. Os elementos da banda juntam-se trazendo a experiência de outros projetos, desde a música clássica ao jazz, dos blues ao funk, do pop ao rock, entre outros estilos, em trabalhos de composição, interpretação e performance.

Entre a sua estreia em palco no Plano B (Porto) e, mais recentemente, a passagem pela final do EDP Live Bands, têm tido concertos no Porto e em Guimarães, com destaque para o Hard Club, uma das principais casas de música ao vivo da Invicta. Também foram convidados para integrar o Porto Swing Jam por dois anos consecutivos, onde tiveram a oportunidade de participar num evento de Lindy Hop (novamente no Hard Club), em concertos pensados para dançar. A destacar também as atuações televisivas no Porto Canal, no palco do programa “Portugal 3.0” da RTP2, no Festival Croka’s Rock em Castelo de Paiva e no MEO Marés Vivas, já em 2016. Em 2017 voltaram ao espaço que inicialmente os acolheu, o Plano B, para apresentar as canções do seu EP de estreia.

As letras são um dos pontos fortes do projeto, chamando a atenção até do ouvido mais desatento e as reações dos ouvintes têm sido de surpresa e identificação com os textos e as músicas.

No palco vê-se uma banda que transparece uma relação cúmplice entre os elementos e um compromisso comum: criar uma atmosfera positiva, contagiante e envolvente com o público e com a música. O EP de estreia, homónimo, chega agora ao mercado digital sob o selo da Music For All.

Citações de imprensa sobre o concerto dos Papillon no MEO Marés Vivas:

“…os Papillon, que se tornaram uma verdadeira surpresa. Os seus ritmos alegres, vivos, dançantes contagiaram todos aqueles que estavam junto do palco, juntando-se a eles a dançar vigorosamente. A banda liderada por Joana Manarte foi sem dúvida uma lufada de ar fresco na sonoridade do Palco da Santa Casa, tal foi animação que causaram”, Blasting News

“A banda do Porto proporcionou um espectáculo cheio de energia e vitalidade que pôs o público todo a dançar. A variedade instrumental e o carisma dos nove músicos em palco vieram comprovar a qualidade da música nacional”, Canela e Hortelã

Papillon_EP Artwork (1).jpg


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publicado por Carlos Gomes às 11:10
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Quarta-feira, 22 de Março de 2017
CABOVERDIANOS DÃO BAILE NO PALÁCIO PIMENTA

O primeiro Baile no Palácio, inspirado no estilo barroco, recebeu quase 700 participantes. Desta vez, os ritmos chegam-nos de Cabo Verde com ateliês de danças, concertos, DJ e degustação de cachupa. 

aderito.jpg

Tendo como cenário o Pátio das Tílias, a festa começa com um ateliê de funaná e coladeira, com a colaboração de dois bailarinos: Sandra Gomes e Isaac Barbosa.

Com os ritmos de Cabo Verde no sangue, chega-nos a Banda Morabeza, fundada pelo músico de violão Adérito Pontes. Conhecido por ter sido guitarrista de Cesária Évora, colaborou ainda com artistas como Ildo Lobo, Tito Paris, Bana, Lura, Dani Silva, entre muitos outros.

Ao lado de Adérito Pontes, estarão António Soares(cavaquinho), Belo Santos (ferrinho), José Santos (gaita) e Janise da Silva (voz). E como o ritmo promete não abrandar, o baile continua pela noite dentro com o DJ Tavas.

©José Avelar_Museu de Lisboa  (3).JPG

O cenário da festa é o Pátio das Tílias, no Palácio Pimenta, um antigo palácio de veraneio da primeira metade do século XVIII, enquadrado pelo que resta de uma antiga quinta senhorial. Mandado construir por Diogo de Sousa Mexia, figura de relevo dos reinados de D. Pedro II e D. João V, foi edificado entre 1734 e 1746.

O segundo Baile no Palácio é uma parceria com a associação Welcome People & Arts, associação cultural sem fins lucrativos que desenvolve projetos artísticos como instrumento de desenvolvimento pessoal e social e está integrado na iniciativa Lisboa 2017, Capital Ibero-americana de Cultura.

> 6 anos | Entrada 5€ com uma bebida incluída (cerveja, água ou sumo). Entrada gratuita para menores de 12 anos, desconto de 50% para maiores de 65 anos. Entrada sujeita à lotação do espaço.

Bilhetes à venda na receção do Palácio Pimenta. Reservas só até 23 de março para servicoeducativo@museudelisboa.pt 

Mais informação em www.museudelisboa.pt ou no Facebook do Museu de Lisboa.

image003cabverd.jpg



publicado por Carlos Gomes às 21:04
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LUZINGO APRESENTA NOVO EP HOMÒNIMO AO VIVO NAS FNAC

Após uma primeira passagem pelas FNAC em Janeiro último, o músico angolano Luzingo volta à carga com mais uma ronda de showcases ao vivo, que servem de apresentação ao novo EP homónimo editado com o selo da Music In My Soul.

Luzingo_Flyer Showcases FNAC.png

 

Envolto em ritmos africanos e com influências de hip hop e música electrónica, o EP composto por sete temas - entre eles os singles “Mary Jane” e “Inveja” - já se encontra disponível para audição nas principais plataformas de streaming.

Conheçam as datas e locais:

25.03 | FNAC @ Almada, 17h00

25.03 | FNAC @ Alfragide, 21h30

Luzingo é um músico angolano que combina hip hop com elementos de música electrónica e alternativa, uma mescla de influências que são palpáveis através da música que produz e representa.

Começou por fazer rap aos 10 anos de idade em Portugal com um grupo intitulado Galáxia Sudoeste, e aos 11 começou a fazer os primeiros beats, Desde então, Luzingo dedicou-se a evoluir e a reunir um vasto conjunto de influências do grande melting pot de músicas e culturas que foi experienciando ao longo dos anos, saltando entre Angola e Portugal, Reino Unido e Alemanha, entre muitos outros países.

A sua primeira mixtape, “Torcicolos”, foi editada em 2011, seguida por “Sempre a Lhe Dar Vol. 1 & 2”, em 2013 e 2014, respectivamente. Durante esse tempo, Luzingo envolveu-se noutros projectos: em 2013 lançou o EP “Realidade Alternativa” em parceria com o congénere angolano Dalós e no ano seguinte produziu e editou um EP juntamente com os Koletiva, composto por si, Dalós, Cátia Carreira, Bruno Reis, Salpikus, Ngange e Lima Craque.

Tendo traçado grande parte do seu percurso na língua portuguesa, em 2015 Luzingo aventurou-se num novo caminho criativo, em inglês, com um single duplo intitulado “Nocturnal”. Nesse mesmo integrou um projecto de world music com um artista alemão chamado Luís Linton, a que deu o nome de Globalites, cujo primeiro LP (“Strobelights”) foi lançado em 2016. No início de 2017 editará um novo trabalho homónimo, com o selo da Music In My Soul.


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publicado por Carlos Gomes às 20:53
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