Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Sábado, 15 de Julho de 2017
DANIEL MOON APRESENTA “BE DIFFERENT” AO VIVO NAS FNAC

Depois de dar a conhecer os seus exitos “Give More” e “Be Different”, Daniel Moon apresenta agora o seu novo EP ao vivo, no registo intimista que só um showcase permite, nas FNAC lusitanas.

Daniel Moon- Flyer promocional (1).png

O EP “Be Different” é composto por cinco temas que entram no mundo da canção pop em formato jazzístico num harmonioso diálogo de sopros, metais e teclas. O registo já está disponível nas principais plataformas digitais e tem o selo da Music For All.

Conheçam as datas:

16.07 | FNAC @ Vasco da Gama, Lisboa, 17h

 22.07 | FNAC @ Alfragide, Lisboa, 17h

 23.07 | FNAC @ Colombo, Lisboa, 17h

 03.09 | FNAC @ Almada, Lisboa, 17h

A aventura de Daniel Moon no atribulado e exigente mundo da música inicia-se sete anos após o seu nascimento. Foi precisamente com essa tenra idade que começou a ter aulas de piano, um instrumento tão complexo quanto encantador e tão desafiante quanto versátil.

Apenas dois anos mais tarde entra na Escola de Música do Conservatório Nacional, mais concretamente para o 1º Grau. O seu esforço e paixão pela música permitiram-lhe concluir com mérito oito graus, obtendo assim o merecido, e recompensador, diploma.

É neste fase que a Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal entra na sua vida. Durante os dois anos seguintes dedica-se afincadamente ao piano e à voz, perseguindo o objectivo de entrar no Ensino Superior de Jazz. E se até então o objectivo parecia de difícil concretização tudo viria a mudar quando, em pleno ano de 2010, começa a frequentar a Licenciatura de Jazz, na Variante de Piano, na Universidade de Évora. É por entre as arrebatadoras paisagens alentejanas, e o seu característico calor, que conclui com sucesso a referida licenciatura, concretizando assim uma das suas maiores ambições pessoais.

A fase inicial da sua carreira é marcada pela participação em diversos eventos musicais. Do Dia Mundial da Voz a celebrações de matrimónios, de membro de projectos de escola a parte integrante de bandas com os seus próprios originais e até de pianista num hotel a autor de música ambiente para espaços públicos, passou por de tudo um pouco, tornando este num período fervilhante e marcado por uma aprendizagem constante. 

A recta final de 2014 marca o nascimento do seu projecto musical a solo assim como dos primeiros temas originais. O segundo mês do ano seguinte, Fevereiro de seu nome, ficará para sempre associado à gravação das suas primeiras cinco músicas, em quarteto, assim como o penúltimo mês de 2015 foi testemunha da divulgação, e promoção nas plataformas digitais, do seu EP de estreia (sendo de destacar o single “Precious Love” que conquistou mais de cinco mil visualizações no YouTube).

Dito isto chegamos ao presente e à actual fase da sua carreira: este ano assinou contracto com a Music For All e abraçou uma vez mais a composição de temas originais. Os novos temas possuem uma maior diversidade, e riqueza, instrumental e integram o seu primeiro EP  distribuido no primeiro semestre de 2017.


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publicado por Carlos Gomes às 03:09
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Quarta-feira, 12 de Julho de 2017
PEDRO ALSAMA APRESENTA ” MADRUGADA” AO VIVO NAS FNACS

Depois dos singles “Sinking The Pleasure” e “A Wish”, chegou a vez das atenções se virarem para as atuações ao vivo do álbum “Madrugada”, de Pedro Alsama!

Pedro Alsama.jpg

O disco, que combina influências indie e folk, vem com o selo da Music In My Soul, e dá os melhores motivos para estar presente nos dois showcases, na zona de Lisboa, a acontecer neste mês de julho!

Conheçam as datas:

09.07 | FNAC @ Vasco da Gama, Lisboa, 17h

14.07 | FNAC @ Alfragide, Lisboa 21h30

Pedro Alsama é um projeto a solo existente desde 2000 – quase 15 anos de histórias musicadas e espalhadas ao longo de mais de 100 temas feitos pelo compositor de Rio Maior.

O Rock, o jazzístico, a poesia cantada, entre outros estilos, são experiências que Pedro leva a cabo na já sua longa carreira, pretendendo fazê-las chegar a um público mais abrangente.

Na primeira metade do milénio o cantautor assinou uma trilogia de discos a que chamou “The Anti-Music Machine”. “Childhood Stereotype” (2000), o capítulo inicial – obra ambiciosa de 20 temas construídos com guitarra acústica, elétrica, baixo e percussão - nasce do seu fascínio por “Kid A” dos Radiohead.

No segundo tomo, “The Dark Light at the End of the Tunnel It’s Growing” (2004), deixa-se abraçar pelas trevas, em temas que privilegiam a voz e o abstrato. Com o último “Hard on End” (2009), o título mais descomprometido e ambivalente da trilogia, o músico explora universos díspares que vão desde a pop, jazz e rock até ao experimentalismo.

Em 2015 Pedro Alsama editou um novo registo homónimo, que proporcionou canções como “Health” e “Shine”, num espetro mais derivativo da indie e folk rock. No último trimestre de 2016 o músico editou o seu mais recente álbum, “Madrugada”, antecedido pelos singles “Sinking the Pleasure” e “A Wish”.


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publicado por Carlos Gomes às 22:33
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“TIME MACHINE”, A ESTREIA INTERGALÁCTICA DOS ASTRONAUT IN CYBERSPACE

Naves espaciais. Seres alienígenas. E rock, muito rock. Isto é o que podemos esperar dos suecos Astronaut In Cyberspace, projeto que por entre as habituais viagens interestelares, edita agora o single “Time Machine”.

Astronaut Cyberspace image.jpg

Por entre a guitarra alada de Adam Öhrsvik, a atmosfera soturna criada pelo baixista Demba Lo e a garra do baterista Carl Resare, irrompe a voz, a guitarra e o sintetizador de Diene Faye. Esta é apenas a primeira de diversas novidades prometidas pelos Astronaut In Cyberspace para 2017, estando prevista uma digressão ibérica promovida pela Music For All.

E no início houve uma canção. “Astronaut in Cyberspace” começou por ser isso mesmo, uma canção, igual a tantas outras da autoria de Diene Faye (vocalista, guitarrista e mestre do sintetizador). A letra versava sobre um homem preso num videojogo interestelar e foi inspirada numa obra literária do autor Terry Pratchett. Por caprichos da vida o tema nunca veria a luz do dia, no entanto cumpriu a sua função: inspirou Adam Öhrsvik (guitarrista), levando lentamente este projeto musical para o tema espacial.

O duo conheceu-se em 2012 e das longas noites passadas em conjunto foram escritas, e gravadas, diversas músicas folk lo-fi. No entanto apenas no outono de 2014, momento em que as ambições do duo crescem, nasce a necessidade de levar a banda a outro patamar de qualidade. Para ajudar nessa demanda chegaram Demba Lo (baixista), amigo de longa data de Diene, e Jasper Johannesson (baterista), que haviam conhecido recentemente.

Estávamos já em 2015 quando surge o primeiro EP da banda. Neste registo homónimo constavam as primeiras composições do duo, agora interpretadas em quarteto.

O tema espacial manteve-se mas a sonoridade evoluiu, inspirando-se agora no rock alternativo dos anos 90 e em bandas como Radiohead, The Smashing Pumpkins ou Primal Scream. E assim nasceria, em meados de 2016, o LP “Aurora.exe”. Ao todo são dez os novos temas da banda, todos eles fiéis ao rock alternativo e a elementos psicadélicos. Assim parecia nascer um capítulo radioso da história dos Astronaut in Cyberspace.

No entanto o destino, sempre ele, parece ter particular prazer em delinear novas, e inesperadas, rotas. Pouco depois da edição do LP “Aurora.exe” Jesper abandona a banda e decide dedicar-se por inteiro aos estudos no estrangeiro.

Com a saída de Jesper foi necessário recuar e voltar a redefinir a estratégia. No início de 2017 inicia-se, assim, uma nova fase dos Astronaut in Cyberspace: Carl Resare (baterista) junta-se a Diene, Adam e Demba tornando uma vez mais o trio num quarteto. A sonoridade voltou a evoluir sendo atualmente descrita pela banda como “rock de alienação”.

O sucessor de “Aurora.exe” será conhecido ainda em 2017, sendo esperadas várias novidades ao longo do ano. Mas de todas as novidades a maior é mesmo a “Time Machine Tour”, digressão que se inicia na Suécia e que levará os nossos astronautas até aos palcos da Alemanha, Espanha e Portugal.

Paralelamente à digressão será também gravado um documentário intitulado, precisamente, “Time Machine Tour”. O objetivo é documentar o percurso de uma digressão no estrangeiro, ajudando assim todas as bandas/projetos que pretendam dar esse passo. As oportunidades, perigos, avisos e dicas serão, certamente, fundamentais para inúmeros artistas independentes. Marcelo Racana, reputado autor na Suécia, será o diretor e acompanhará a banda nesta digressão, a língua escolhida foi o inglês e o documentário será disponibilizado gratuitamente.

Espanha e Portugal receberão o quarteto em Outubro para uma digressão, literalmente, do outro mundo!


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publicado por Carlos Gomes às 21:05
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DANIEL MOON APRESENTA “BE DIFFERENT” AO VIVO NAS FNAC

Depois de dar a conhecer os seus exitos “Give More” e “Be Different”, Daniel Moon apresenta agora o seu novo EP ao vivo, no registo intimista que só um showcase permite, nas FNAC lusitanas.

Daniel Moon- Flyer promocional.png

O EP “Be Different” é composto por cinco temas que entram no mundo da canção pop em formato jazzístico num harmonioso diálogo de sopros, metais e teclas. O registo já está disponível nas principais plataformas digitais e tem o selo da Music For All.

Conheçam as datas:

16.07 | FNAC @ Vasco da Gama, Lisboa, 17h

22.07 | FNAC @ Alfragide, Lisboa, 17h

23.07 | FNAC @ Colombo, Lisboa, 17h

03.09 | FNAC @ Almada, Lisboa, 17h

A aventura de Daniel Moon no atribulado e exigente mundo da música inicia-se sete anos após o seu nascimento. Foi precisamente com essa tenra idade que começou a ter aulas de piano, um instrumento tão complexo quanto encantador e tão desafiante quanto versátil.

Apenas dois anos mais tarde entra na Escola de Música do Conservatório Nacional, mais concretamente para o 1º Grau. O seu esforço e paixão pela música permitiram-lhe concluir com mérito oito graus, obtendo assim o merecido, e recompensador, diploma.

É neste fase que a Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal entra na sua vida. Durante os dois anos seguintes dedica-se afincadamente ao piano e à voz, perseguindo o objectivo de entrar no Ensino Superior de Jazz. E se até então o objectivo parecia de difícil concretização tudo viria a mudar quando, em pleno ano de 2010, começa a frequentar a Licenciatura de Jazz, na Variante de Piano, na Universidade de Évora. É por entre as arrebatadoras paisagens alentejanas, e o seu característico calor, que conclui com sucesso a referida licenciatura, concretizando assim uma das suas maiores ambições pessoais.

A fase inicial da sua carreira é marcada pela participação em diversos eventos musicais. Do Dia Mundial da Voz a celebrações de matrimónios, de membro de projectos de escola a parte integrante de bandas com os seus próprios originais e até de pianista num hotel a autor de música ambiente para espaços públicos, passou por de tudo um pouco, tornando este num período fervilhante e marcado por uma aprendizagem constante. 

A recta final de 2014 marca o nascimento do seu projecto musical a solo assim como dos primeiros temas originais. O segundo mês do ano seguinte, Fevereiro de seu nome, ficará para sempre associado à gravação das suas primeiras cinco músicas, em quarteto, assim como o penúltimo mês de 2015 foi testemunha da divulgação, e promoção nas plataformas digitais, do seu EP de estreia (sendo de destacar o single “Precious Love” que conquistou mais de cinco mil visualizações no YouTube).

Dito isto chegamos ao presente e à actual fase da sua carreira: este ano assinou contracto com a Music For All e abraçou uma vez mais a composição de temas originais. Os novos temas possuem uma maior diversidade, e riqueza, instrumental e integram o seu primeiro EP  distribuido no primeiro semestre de 2017.


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publicado por Carlos Gomes às 21:00
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“A ORIGEM”, O PONTO DE PARTIDA DE ANDRÉ ABUJAMRA

Místico. Universal. Intemporal. Estas são apenas três das caraterísticas que rapidamente associamos à música de André Abujamra. Este é o homem que liderou a banda do talk show “Agora é Tarde”, apresentado por Rafinha Bastos e que, nos pujantes anos 90 esteve por detrás da banda sonora da mítica série infanto-juvenil brasileira “Castelo Rá-Tim-Bum”, da TV Cultura. O músico e compositor brasileiro estreia-se com o vibrante single “A Origem”, transportando-nos para uma realidade sem tempo onde países e continentes mesclam as suas culturas e influências de forma impar.

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Revestido de elementos, instrumentos e sonoridades da cultura brasileira e africana, este é um tema de ritmo frenético. A Music For All introduz ao público nacional um artista ímpar que já percorreu caminhos no teatro, na televisão, no cinema e que viu o disco de um dos seus projetos, a banda Karnak, ser eleito um dos dez melhores de sempre de Latin Rock pela reputada Rolling Stone.  

André Cibelli Abujamra é, muito possivelmente, um dos artistas mais versáteis do Brasil. Homem de mil talentos, e de inspiração infinita, a ele pertencem alguns dos projetos e criações mais extraordinários da música, teatro, televisão e cinema brasileiro.

Estudou ópera. Cursou regência na FAAM, em São Paulo, e embora não tenha concluído extraiu daí preciosos ensinamentos para a restante carreira.

Inicia a sua carreira na década de 80. Juntamente com Maurício Pereira fundou a banda “Os Mulheres Negras”, denominando-se o duo como “a terceira menor big band do mundo”. Com este projeto editou dois discos: “Música e Ciência” (1988) e “Música Serve pra Isso” (1990). Depois de uma pausa, e de outros projetos terem surgido, encontram-se agora em plena gravação de um novo trabalho de originais.

Mas este não foi a única banda de André. Pouco tempo depois nascem os Karnak. Aqui os tradicionais e os modernos sons brasileiros misturaram-se com o rock, o pop e a música eletrónica. A ideia ganhou forma no decorrer de uma viagem ao Egipto depois de Abujamra ter despertado para a diversidade de sons e instrumentos inerentes às diferentes culturas e países. Nesta viagem André visitou uma pequena vila onde existe um complexo de antigos templos do Egipto. E qual o nome desta vila? Nada mais, nada menos, do que…Karnak.

Entre 1994 e 2006 editaram quatro discos e um documentário (intitulado “O Livro Multicolorido de Karnak”). É impossível não destacar o registo de estreia e a sua fantástica recepção junto da crítica especializada nacional e internacional. Foi, inclusivamente, incluído na lista dos 10 Melhores Álbuns de Latin Rock de sempre pela prestigiada revista Rolling Stone.

Mas irrequieto e criativo como é André Abujamra seria apenas uma questão de tempo até apostar numa carreira a solo. Entre 2004 e 2015 edita quatro álbuns, estando o quinto capítulo desta história previsto para meados de 2018.

Para falar de André Abujamra é também falar de teatro, televisão e cinema. No primeiro assinou diversas peças, as suas trilhas venceram sete prémios da reputada Associação dos Produtores de Espetáculos Teatrais de São Paulo (APETESP) e foi o mais novo vencedor de sempre do prémio Molieré (com a peça “Encontrar-se”).

Enquanto ator participou em dez filmes e em sete produções televisivas, nomeadamente “Saramandaia” e “Agora é Tarde” onde liderou a banda do talk-show apresentado pelo comediante Rafinha Bastos.

Por sua vez no cinema compôs a trilha sonora de mais de cinco dezenas de filmes brasileiros tendo sido premiado, em quatro ocasiões diferentes, no Festival de Cinema de Gramado e no Grande Prémio do Cinema Brasileiro por duas vezes também. Por entre a vastíssima lista de obras com contributos seus destaca-se “Castelo Rá-Tim-Bum”, série infanto-juvenil de muito sucesso da TV Cultura.

Abujamra já percorreu o mundo. Já encantou multidões. Já fez sonhar miúdos e graúdos. Já explorou os cantos e recantos do globo, usando o que aprendeu nas diferentes viagens para enriquecer ainda mais as suas obras. Mas existe um passo que André ainda não deu: apresentar-se perante o público português. Esse dia finalmente chegou. 2017 é o ano em que Portugal ficará a conhecer o génio que dá pelo nome de André Abujamra.  

Citação da Rolling Stone (EUA) sobre o disco “Karnak” (1994):

“Uma tapeçaria exuberante de internacionais idiomas funky, o primeiro LP do grupo de São Paulo resume a fome ilimitada do Brasil por todo o tipo de música - do reggae brasileiro aos cantos do Médio Oriente. Uma obra-prima subestimada, do começo ao fim.”


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publicado por Carlos Gomes às 09:09
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ALMIR CHIARATTI EM DIGRESSÃO POR PORTUGAL

Depois de meses a explorar a obra e a antecipar a visita a Portugal, é por fim chegada a altura de recebermos Almir Chiaratti de braços abertos! O autor de “É o Fim” dará início à sua digressão lusitana com apresentações ao vivo nas FNAC portuguesas, rumando depois para espaços em Lisboa, Braga, Évora e Vila Pouca de Aguiar.

Almir Chiaratti_Flyer Tour Portugal.png

Na bagagem o músico do Rio de Janeiro trará as canções de “Bastidores do Sorriso”, mas também do seu sucessor ainda sem título, do qual já foi extraído o intrigante “Triz”. Mais datas serão anunciadas brevemente.

Conheçam os locais e as datas:

07.07 | FNAC Alfragide, Lisboa, 21h30

08.07 | FNAC Vasco da Gama, Lisboa, 17h

12.07 | B.leza, Lisboa, 19h30

13.07 | TOCA, Braga, 22h

14.07 | Club 11, Vila Pouca de Aguiar, 22h

15.07 | Mói-te Bar, Évora, 22h

Almir Chiaratti é um cantor, compositor e multi-instrumentista radicado no Rio de Janeiro nascido no distinto ano de 1988 no Rio Grande do Sul. Desde que se conhece que a música faz parte da sua vida, tendo crescido ao som dos clássicos do rock da década de 70 e do movimento cultural brasileiro que ficou para sempre conhecido como Tropicália.

A sua estreia no exigente mundo da música deu-se em 2015, quando editou o álbum “Bastidores do Sorriso”. Com influências da Música Popular Brasileira (MPB), mas também do rock psicadélico tão característico dos Mutantes, este trabalho registou a sua entrada no mundo adulto e os desafios, dúvidas, problemas e escolhas inerentes a esta fase tão importante da nossa existência.

Em parceria com o cineasta Pedro Freitas concebeu, realizou e filmou o videoclip do primeiro single do disco, “Teu Caminho”. Posteriormente participou em inúmeros festivais e competições, brasileiras e internacionais, tendo inclusivamente vencido o prémio de Melhor Videoclip Internacional no Urban Media Makers Film Festival, em Atlanta (EUA) e sendo escolhido como Melhor Videoclip pelo site DailyMotion no festival Rio Web Fest. Nota ainda para a presença do disco na lista Melhores Discos Brasileiros de 2015, do reputado site brasileiro Tenho Mais Discos Que Amigos.

Almir define este seu primeiro registo discográfico, onde as referências e influências musicais pululam de tema em tema, de forma simples: “As canções transitam por esses sentimentos, por trás do sorriso que envergamos para tocar a vida todos os dias. Acho que isso fica claro no título do disco: o que se passa nos bastidores do sorriso, nos bastidores da dor? Há músicas mais intimistas com temas existencialistas. Mas também há temas sobre amor, seja ele correspondido ou não. Tudo isto se encontra embebido em poesia, ironia e algumas gotas de sarcasmo.”

Almir Chiaratti pode ter a profundidade dos grandes músicos de outrora mas tem na alma a modernidade do presente. Conhecedor da capacidade agregadora da internet, e das comunidades online, recorreu a uma campanha de financiamento colectivo. O objectivo foi alcançado e assim aconteceu o concerto de lançamento do álbum. Seis meses depois Almir surpreende tudo e todos e graças a uma parceria com Luiz Felipe Netto e Luiz Tornaghi é lançado digitalmente o EP “Bastidores ao Vivo”. Este registo sonoro do concerto de apresentação foi mixado por Netto e masterizado por Tornaghi, dando origem a um produto final arrebatador. Este álbum conheceria ainda um segundo single, “Navegantes de Noé”, também ele com direito a videoclip, neste caso realizado pelo próprio em parceria com a Jaé Filmes.

Mas o percurso artístico de Almir não se fica por aqui! Aventurou-se na função de produtor ao acompanhar todo o processo do EP de estreia do cantor, e compositor, Diego Marques, com quem já havia trabalhado anteriormente. E passou também pelos palcos, ao assinar a produção do musical do espectáculo de dança “Cheiro de Manga”, em parceria com a bailarina Laura de Castro, composto por Eduardo Rezende.

A recta final de 2016, e a conturbada realidade política do Brasil, motivou e influenciou Almir, surgindo assim o tema “Terceiro Turno” (com a participação de Felipe Pacheco da banda Baleia, no violino, e do regente Vitor Damiani). A produção daquele que será o seu segundo trabalho de originais está a cargo de Eugenio Dale (reputado profissional que trabalhou anteriormente com Ney Matogrosso e Sergio Mendes).

Para 2017 aguardam-no novos desafios e um caminho nunca antes percorrido: uma digressão em Portugal e a edição do sucessor de “Bastidores do Sorriso”.


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publicado por Carlos Gomes às 08:58
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Sexta-feira, 7 de Julho de 2017
“HINO VITÁVEL – ACTO I”, A PROVA DE VIDA REIVINDICATIVA DOS SOPA D’ALMA

Portugal e a crise são dois temas que, infelizmente, parecem ligados umbilicalmente. Tendo por base o nosso passado, e o presente, os Sopa d’Alma criaram o EP “Hino Vitável – Acto I”. Esta é a história de um país que se tornou inabitável para os seus próprios cidadãos. Aqui é possível encontrar o reflexo do desespero e da luz ao fundo do túnel em que se tornou a emigração forçada.

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A sonoridade é marcada por laivos de instrumentação clássica e rock progressivo tendo ficado a apresentação ao público a cargo do single “Rotina”. Em “Hino Vitável – Acto I” a letra e a mensagem ocupam os papéis principais, num constante jogo de desalento e esperança por entre as vielas da vida.

O EP Digital é composto por seis faixas e já está disponível na Amazon, no Google Play e na The Store com o carimbo da Music For All.

Os Sopa d’Alma são um projeto constituído por Fá Pereira (voz e flauta) e Pedro Carneiro (guitarra). Oriundos de Braga, cruzaram-se pela primeira vez numa escola de música da cidade, onde viriam a formar a sua primeira banda de covers em 2007.

Dois anos volvidos, sentiram a vontade de se expressar numa linguagem musical própria e original, formando em conjunto com outros dois amigos o projeto Angúria, cantado em português num registo de rock progressivo. Em 2012 constaram da coletânea “À Sombra de Deus”, que reunia o que de melhor se fazia no fervilhante panorama musical de Braga. O projeto culminaria em 2014 com a elaboração de uma peça musical de 40 minutos organizada em cinco temas, exibida ao público no Theatro Circo, no coração da cidade natal.

Com a mudança de armas e bagagens para Viena, no final desse ano, surgiu também a vontade de materializar novas criações e estados de alma. Foi então que se formou o projeto dos Sopa d’Alma, com o objetivo inicial de conter a ressaca pós-Angúria, apresentando à Áustria versões de fados e clássicos da música em português cantados de forma reconstruída, a dois sons: voz e guitarra. Foi lá que representaram a música portuguesa em feiras e eventos internacionais, fornecendo também a banda sonora a um pequeno café português local, comovendo muitos dos presentes que escutaram aquele tipo de sonoridade pela primeira vez.

Contudo, seria só no final de 2016, já mais esclarecidos e ambiciosos, que voltariam ao formato que crêem ser o seu pináculo criativo: a peça. Para tal, compuseram a primeira parte do relato musical centrado nos temas que os levaram para fora de Portugal, pontuado por apontamentos de instrumentos clássicos e marcado pelas influências de todos os grandes artistas que consomem, desde o rock progressivo à música dita de intervenção.

Sopa d’Alma é então doravante um projeto com uma clara intenção: biografar musicalmente o caminho de dois parceiros musicais ininterruptos, com intervenção nos ouvintes por universal afinidade com o conteúdo realista, cuja simplicidade na forma só o possa enaltecer.


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publicado por Carlos Gomes às 11:10
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Terça-feira, 4 de Julho de 2017
AGENDA DE CONCERTOS MUSIC FOR ALL - JULHO

O mês de Julho traz uma panóplia de concertos com o selo da Music For All vindos de vários quadrantes: O mês inicia-se com o melhor rock psicadélico praticado entre portas com o cunho dos Indian Rubber, que levam o seu EP de estreia – de seu nome “Pelsúun” – ao conhecido Espaço A em Freamunde.

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Luciana Araújo espalha a fragrância de “Essências” por mais uma FNAC lisboeta. Para comprovar ao vivo dia 4 de Julho pelas 18h30 na FNAC Colombo a sua inebriante MPB com um leve toque jazzístico pela excelência dos arranjos.

Almir Chiaratti entra em cena a 7 e 8 de Julho, nas FNAC Alfragide e Vasco da Gama,  naquele que será o início da sua mini-digressão portuguesa. Na bagagem o músico do Rio de Janeiro trará as canções de “Bastidores do Sorriso”, mas também do seu sucessor ainda sem título, do qual já foi extraído o intrigante “Triz”.

Seguimos com Ritchaz Cabral naquela que será a sua quinta apresentação em FNACs. O pretexto continua a ser “Mal Famadu”, um autêntico mergulho na cultura africana ao ritmo de uma leve brisa lusitana, mesclando ritmos, sonoridades e culturas de forma subtil e arrebatadora. A apresentação está marcada para a FNAC Cascais pelas 18h.

Daniel Moon, por seu lado, inicia as apresentações ao vivo de “Be Different”, o seu primeiro EP, com showcases marcados nas FNACs do Vasco da Gama, Alfragide e Colombo. Tempo então de conhecer os temas deste seu primeiro registo que exploram o potencial da canção pop em formato jazzístico, num harmonioso diálogo de sopros, metais e teclas.

Diretamente de Peniche, Salmar chega à FNAC Vasco da Gama e FNAC Alfragide a 22 e 30 de Julho, respetivamente, para os primeiros espetáculos de apresentação a “Inquietação”, um pedaço de portugalidade onde a nossa cultura, hábitos e raízes são os protagonistas.

Os Clássicos juntam-se ao alinhamento das Festas da Cidade de Mirandela e prometem brindar os presentes com as canções de “Primeiro Acto”, o seu primeiro longa-duração a ser editado brevemente, de onde já foram extraídos os singles “Amor de Escola” e “Bom Demais”.

O mês de Julho encerra com os showcases nas FNACs do Gaia Shopping e Mar Shopping de Paulo Bastos, que apresentará ao público as canções do recém-editado “Desafio”, uma junção perfeita do cancioneiro popular com músicas originais, sendo ainda possível encontrar sonoridades pop/rock facilmente reconhecíveis, mas com uma roupagem completamente inesperada.


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publicado por Carlos Gomes às 20:34
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Sexta-feira, 30 de Junho de 2017
DANIEL LIMA E A TENACIDADE FÉRREA DE “NO MORE”

É tempo de colocar todas as cartas na mesa, terminar com o chorrilho de dúvidas e inquietações e procurar um novo rumo - quem o diz é Daniel Lima, munido de uma tenacidade de ferro em “No More”, o seu mais recente single.

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Aquele que serve de terceiro cartão-de-visita extraído de “Inside My Dreams”, o registo de estreia, traz ao de cima as influências mais elétricas do músico de Minas Gerais, que encontram comparação em projetos como Pearl Jam, Audioslave ou Counting Crows.

Daniel Lima nasceu em Belo Horizonte, capital do estado de Minas Gerais, no Brasil, conhecido pela sua entusiasmante vida noturna, pelos bares e o circuito de música ao vivo.

O seu percurso enquanto músico profissional começou em 1994, tendo desde então tocado e andado em digressão com inúmeras bandas, enfrentando os habituais altos e baixos de alguém que tenta fazer da música a sua forma de estar na vida.

Entre as suas conquistas contam-se a inclusão de uma canção sua numa novela de um dos maiores canais de televisão do Brasil, a sua participação no maior talk-show brasileiro, o lançamento de um disco e consequente digressão pela Europa.

Em 2009 Daniel Lima decidiu mudar-se para Nova Iorque, onde se licenciou enquanto engenheiro de som e produtor musical. Pela mesma altura começou a escrever canções que figurariam num primeiro EP enquanto artista a solo, que viria a ser lançado apenas em 2014. De curta coleção de canções, o registo passou a longa-duração graças à frutuosa parceria com o engenheiro/produtor Iain Fraser, da qual nasceu “Inside My Dreams”, álbum que chegou à Europa em junho de 2016 com o selo da Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 00:38
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Quinta-feira, 29 de Junho de 2017
“BLINDERS”, O NOVO SINGLE DOS INDIAN RUBBER

Autores de um dos projetos de rock alternativo e psicadélico mais substanciais da atualidade, os Indian Rubber mostram agora o segundo avanço de “Pelsúun”, o EP recentemente lançado. Construído à base de baixo groovy, guitarras e sintetizadores, “Blinders” atesta bem a vitalidade do quinteto portuense.

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O segundo registo dos Indian Rubber já se encontra disponível para escuta em plataformas como o iTunes, Tidal, Google Play, Spotify e The Store com o selo da Music For All, e será apresentado ao vivo já no próximo dia 1 de Julho no Espaço A, em Freamunde.

Novembro de 2015 marca o nascimento dos Indian Rubber, um projecto nativo de Vila do Conde composto por Júlio Macedo (guitarra), Hugo Raposo (teclados), Tiago Paulino (baixo), Mário Ventura (voz e guitarra) e João Pinho (bateria) que navega entre o rock psicadélico e rock alternativo.

A primeira amostra do seu potencial surgiria em Fevereiro de 2016 com o lançamento de “Illusions”, o single de estreia. Quem ficou conquistado à primeira audição teve de esperar apenas até Março para escutar o segundo single da banda nortenha: “Afterwards”. O primeiro EP dos Indian Rubber, “Le Voyage”, foi editado digitalmente nesse mesmo mês, confirmando assim as melhores suspeitas.

Depois de passagens por palcos como Cave 45, Plano B (Porto), Espaço A (Freamunde), Urban Social Club (Vila do Conde) ou o sempre marcante Popular Alvalade (Lisboa) os Indian Rubber estão prontos para inaugurar uma nova fase da sua carreira. O novo EP intitula-se “Pelsúun” e chega agora às principais lojas digitais.


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publicado por Carlos Gomes às 00:06
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Quarta-feira, 28 de Junho de 2017
TOCADORES DE CONCERTINA MARCAM ENCONTRO NA AMADORA

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publicado por Carlos Gomes às 23:36
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Terça-feira, 27 de Junho de 2017
“ANILINA”, O DESENCANTO DE UM MERO MORTAL CHAMADO CAMÕES

“Até o eterno termina / num momento que não se imagina”. Quem o diz é Camões, o cantor e compositor brasileiro, no tema que marca a segunda prova do seu talento perante o povo português. “Anilina” deu título ao EP editado no ano transato e sucede a “Nova Aurora”. Esta é mais uma criação onde a riqueza da língua portuguesa se deita numa suave e bem urdida cama de sonoridades pop, rock e eletrónica.

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Camões pode não viver para sempre mas, graças à Music For All e à digressão que o trará a Portugal em agosto, a sua obra não mais será esquecida pelos fãs portugueses.

Camões, nome histórico e com o qual todos os portugueses têm uma ligação umbilical. É um dos nossos maiores símbolos, um daqueles guerreiros imponentes que contribuiu decisivamente para o país que somos hoje. Mas, e porque há sempre um “mas”, Camões é muito mais do que isso. Camões…também pode ser música, inovação e experimentação. E é desse Camões, o Paulo Camões, que falaremos agora.

Começou a compor ainda na adolescência, dedicando-se à guitarra e transparecendo desde logo as influências da música brasileira e da alma do rock. A busca de uma identidade artística acompanhou o seu amadurecimento, desde algumas gravações independentes até à sua primeira banda, “Os Lusíadas”.

Mas foi no EP “Cupim” que Camões deu verdadeiramente nas vistas. Aliado ao produtor Bernardo Pauleira, um dos nomes mais importantes da cena independente no Rio de Janeiro, o cantor aliou a guitarra aos beats eletrónicos, criando canções como “Segredo” ou “Bem-Estar”. Ao som tipicamente brasileiro juntou uma batida universal, levando uma vez mais Camões a mares nunca antes navegados.

Ciente das potencialidades da sua sonoridade aventura-se naquele que se tornaria no seu primeiro trabalho a solo. Inspirando-se em nomes tão distintos e reputados como HONNE, Breakbot, Great Good Fine Ok, ou Whitest Boy Alive nascia, no verão de 2016, o EP “Anilina”.

Mas como diz o ditado, “novo ano vida nova”! Ou melhor: música nova, se estivermos a falar de Camões. Ao terceiro mês de 2017 chega, finalmente, a mais recente criação de Paulo, “Nova Aurora”. Este é um tema baseado em Santa, senhora que marcou a sua vida e à qual decidiu prestar uma justa homenagem. O videoclip foi gravado na localidade de Nova Aurora e retrata a festa de comemoração do quinquagésimo oitavo aniversário de Santa, uma ocasião tão especial e marcante e se tornou inesquecível para todos os presentes. 

Camões regressa assim às gravações de forma emotiva, prometendo mais novidades para breve e anunciando uma digressão por Portugal para o próximo verão! Agosto será o mês em que o trovador regressa para os merecidos aplausos do público nacional.


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publicado por Carlos Gomes às 20:21
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Sexta-feira, 23 de Junho de 2017
ALMIR CHIARATTI EM DIGRESSÃO POR PORTUGAL

Depois de meses a explorar a obra e a antecipar a visita a Portugal, é por fim chegada a altura de recebermos Almir Chiaratti de braços abertos! O autor de “É o Fim” dará início à sua digressão lusitana a 7 de Julho com um showcase na FNAC Alfragide e um segundo no dia seguinte na FNAC Vasco da Gama. A 12 de Julho apresenta-se ao vivo no B.leza, seguindo depois rumo a Braga para um concerto no Espaço TOCA.

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Na bagagem o músico do Rio de Janeiro trará as canções de “Bastidores do Sorriso”, mas também do seu sucessor ainda sem título, do qual já foi extraído o intrigante “Triz”. Mais datas serão anunciadas brevemente.

Almir Chiaratti é um cantor, compositor e multi-instrumentista radicado no Rio de Janeiro nascido no distinto ano de 1988 no Rio Grande do Sul. Desde que se conhece que a música faz parte da sua vida, tendo crescido ao som dos clássicos do rock da década de 70 e do movimento cultural brasileiro que ficou para sempre conhecido como Tropicália.

A sua estreia no exigente mundo da música deu-se em 2015, quando editou o álbum “Bastidores do Sorriso”. Com influências da Música Popular Brasileira (MPB), mas também do rock psicadélico tão característico dos Mutantes, este trabalho registou a sua entrada no mundo adulto e os desafios, dúvidas, problemas e escolhas inerentes a esta fase tão importante da nossa existência.

Em parceria com o cineasta Pedro Freitas concebeu, realizou e filmou o videoclip do primeiro single do disco, “Teu Caminho”. Posteriormente participou em inúmeros festivais e competições, brasileiras e internacionais, tendo inclusivamente vencido o prémio de Melhor Videoclip Internacional no Urban Media Makers Film Festival, em Atlanta (EUA) e sendo escolhido como Melhor Videoclip pelo site DailyMotion no festival Rio Web Fest. Nota ainda para a presença do disco na lista Melhores Discos Brasileiros de 2015, do reputado site brasileiro Tenho Mais Discos Que Amigos.

Almir define este seu primeiro registo discográfico, onde as referências e influências musicais pululam de tema em tema, de forma simples: “As canções transitam por esses sentimentos, por trás do sorriso que envergamos para tocar a vida todos os dias. Acho que isso fica claro no título do disco: o que se passa nos bastidores do sorriso, nos bastidores da dor? Há músicas mais intimistas com temas existencialistas. Mas também há temas sobre amor, seja ele correspondido ou não. Tudo isto se encontra embebido em poesia, ironia e algumas gotas de sarcasmo.”

Almir Chiaratti pode ter a profundidade dos grandes músicos de outrora mas tem na alma a modernidade do presente. Conhecedor da capacidade agregadora da internet, e das comunidades online, recorreu a uma campanha de financiamento colectivo. O objectivo foi alcançado e assim aconteceu o concerto de lançamento do álbum. Seis meses depois Almir surpreende tudo e todos e graças a uma parceria com Luiz Felipe Netto e Luiz Tornaghi é lançado digitalmente o EP “Bastidores ao Vivo”. Este registo sonoro do concerto de apresentação foi mixado por Netto e masterizado por Tornaghi, dando origem a um produto final arrebatador. Este álbum conheceria ainda um segundo single, “Navegantes de Noé”, também ele com direito a videoclip, neste caso realizado pelo próprio em parceria com a Jaé Filmes

Mas o percurso artístico de Almir não se fica por aqui! Aventurou-se na função de produtor ao acompanhar todo o processo do EP de estreia do cantor, e compositor, Diego Marques, com

 quem já havia trabalhado anteriormente. E passou também pelos palcos, ao assinar a produção do musical do espectáculo de dança “Cheiro de Manga”, em parceria com a bailarina Laura de Castro, composto por Eduardo Rezende.

A recta final de 2016, e a conturbada realidade política do Brasil, motivou e influenciou Almir, surgindo assim o tema “Terceiro Turno” (com a participação de Felipe Pacheco da banda Baleia, no violino, e do regente Vitor Damiani). A produção daquele que será o seu segundo trabalho de originais está a cargo de Eugenio Dale (reputado profissional que trabalhou anteriormente com Ney Matogrosso e Sergio Mendes).

Para 2017 aguardam-no novos desafios e um caminho nunca antes percorrido: uma digressão em Portugal e a edição do sucessor de “Bastidores do Sorriso”.


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publicado por Carlos Gomes às 11:08
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Quinta-feira, 22 de Junho de 2017
ZUUZA E O SUBTERFÚGIO ROCKEIRO DE “MAD HATTER”

Veneram o blues mas é o rock que lhes corre nas veias. Dão pelo sugestivo, e intrigante, nome de Zuuzaa e revelam agora o terceiro single de “MARA”, registo que assinala o debute da banda.

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“Mad Hatter”, tema de ritmo viciante, sucede a “Blind By Choice” e a “Wasted Lullaby”, e é mais uma prova da alma rockeira intrínseca à existência dos Zuuzaa. Depois de pisarem palcos como Popular Alvalade ou Musicbox é tempo de um novo capítulo de um dos projetos portugueses representado pela Music For All.

O ano de 2016 marca a estreia de um dos projectos mais promissores da actualidade. São portugueses, dão pelo nome de Zuuzaa e propõem uma infusão de Rock, Blues e Soul com particular destaque para um coro feminino que nos transporta para os saudosos anos 60.

Após um intenso período criativo Rafael Ribeiro, guitarrista e vocalista, assumiu a árdua tarefa de formar uma banda que desse corpo, vida e sentimento às canções por si habilmente escritas. Primeiro muniu-se da doce voz de Inês Carvalho, sua amiga de longa data.

Depois da talentosa dupla Mariana Matoso e Rafaela Pereira. Este distinto trio, de vozes marcadamente femininas, começou por colaborar numa só faixa. Contudo, rapidamente se tornou percetível que parte da magia da banda residia na alma, garra e emoção que as três davam às canções de Rafael Ribeiro. Foi com esta formação, que os então intitulados Zuuzaa & The Last Jesters, viram finalizadas as suas dez primeiras composições originais.

Com a entrada do baixista francês Matt Seybald e do baterista Bernardo Jorge a banda ganhou experiência e versatilidade, enriquecendo o seu trabalho em estúdio assim como a performance em palco. Graças aos contributos dos novos membros o número de temas originais subiu para 13 e o mês de Setembro marcou a estreia nos palcos nacionais.

Atualmente já editaram dois singles, “Wasted Lullaby” e “Blind By Choice”, rumando agora a “Mad Hatter”, terceiro tema revelado de “MARA”, álbum que marcou o início do percurso discográfico dos Zuuzaa.


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publicado por Carlos Gomes às 16:36
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Quarta-feira, 21 de Junho de 2017
RITCHAZ CABRAL APRESENTA ÁLBUM DE ESTREIA AO VIVO

Têm sido meses agitados para Ritchaz Cabral. Desde a edição do EP “Mal Famadu” em Fevereiro último, que o músico luso-cabo-verdiano tem percorrido as FNACs da zona lisboeta (Almada, Vasco da Gama, Alfragide e Oeiras) e espaços míticos da capital como o B.leza.

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Agora chega a vez da FNAC Colombo e Cascais receberem também um pedaço da multiculturalidade disseminada por Ritchaz Cabral, que cria uma sonoridade urdida em torno tanto da sua veia europeia como de elementos da cultura musical africana.

Conheçam as datas abaixo:

26.06 | FNAC Colombo, 22h, Lisboa 
09.07 | FNAC Cascais, 18h30, Lisboa

Ricardo Cabral, de nome artístico Ritchaz Cabral, nasceu em Lisboa, no profícuo ano de 1988, e é filho de pais cabo-verdianos, imigrantes em Portugal há várias décadas.

Com apenas 13 anos, começa a dar os seus primeiros passos na música. O passaporte para aquilo que, anos mais tarde, se transformaria na sua vida profissional foi um velho gravador de cassetes, propriedade do seu progenitor, e um microfone inventado e construído pelo próprio utilizando pequenas colunas modificadas. Na altura, cantava letras conhecidas de autores cabo-verdianos e gravava brincadeiras com as irmãs e amigos.

Entre 2003 e 2012, fez parte da dupla Ritchaz & Keky que se apresentava com uma sonoridade mestiça onde o Kuduro se encontrava com a Kizomba e onde o Techno e o Reggae se fundiam com o Funaná e o Hip-Hop, num autêntico caldeirão de influências e sonoridades. A partir de 2007, a dupla trabalhou com a agência cultural Filho Único (Lisboa), com quem tiveram atuações regulares dentro e fora do país e através da qual participaram na coletânea de CD’s Novos Talentos da Fnac e da Antena 3 (2008).

Entre 2009 e 2011, Ritchaz frequenta dois cursos relacionados com a criatividade, produção e marketing musical na Restart (Lisboa), passando a fazer com frequência trabalhos de gravação, produção, mistura e masterização de música para diversos artistas na Europa e África. Nascia assim uma faceta diferente e complementar na carreira de Ritchaz Cabral!

Em 2011, e nos dois anos que se seguiram, Ritchaz integrou a banda de Reggae Luso United, sediada na Amadora, assumindo-se como teclista.

Paralelamente, o artista envolve-se em diferentes projetos ligados à música. Foi co-criador do Estúdio SomGráfico (estúdio de música comunitário), no bairro Outurela (Oeiras), juntamente com outros amigos e músicos; deu aulas de viola na escola básica local; e fez a co-produção e o lançamento do álbum musical independente Proghetto, que contou com a presença de vários artistas.

Em 2012, o artista junta-se ao grupo Raboita como vocalista, guitarrista e baixista. É nesta altura que passa a ter mais contacto com a música tradicional de Cabo Verde, adicionando ao seu leque de sonoridades as Mornas, Batukus, Funanás, Coladeiras e Mazurcas.

Chegamos, enfim, a 2014. Esta foi a altura em que Ritchaz decidiu dedicar-se a uma carreira a solo, começando a preparar aquele que se tornaria no seu primeiro EP. Neste trabalho são bem audíveis as suas raízes cabo-verdianas através dos Funanás lentos, dos Batuques com letras que retratam a simplicidade da vida e os valores do amor e respeito assim como os temas de cariz social, vertente que Ritchaz sempre prezou bastante.

Em simultâneo, Ritchaz integra o grupo Skopeofonia, um projeto de investigação académica em Etnomusicologia, da Universidade de Aveiro com a Fundação para a Ciência e Tecnologia, que tem recolhido e analisado as práticas musicais no bairro da Cova da Moura, na Amadora.

É por entre um leve sorriso, um ritmo quente e pegadiço e uma letra que nos transporta para as sinceras e profundas paisagens africanas que encontramos este primeiro trabalho de Ritchaz Cabral. O menino que Portugal viu nascer e crescer é hoje um homem que não esquece as suas origens, homenageando-as em “Mal Famadu”, o seu primeiro EP a solo.



publicado por Carlos Gomes às 22:15
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ANA LUÍSA RAMOS EM ESTREIA EM PORTUGAL

A cantora paulista de voz melíflua que chegou até nós pela graça e encanto de “Desconstrução”, prepara a sua vinda a Portugal já no início do mês de Julho para uma mini-digressão de apresentação a “Um”, o registo de estreia.

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Integrante da nova leva de cantautores MPB, Ana Luísa Ramos recolhe também influências de música erudita e do universo do jazz, uma mistura alada que já lhe valeu elogios de publicações especializadas como as inglesas Folk Radio e Buzzin Music ou as norte-americanas Music For Lunch e The Vinyl District.

Conheçam os locais e datas da digressão:

05.07 | Mói-te Bar, Évora, 22h

06.07 | Espaço TOCA, Braga, 22h30
08.07 | Café Santa Cruz, Coimbra, 19h00
09.07 | Pensão Amor, Lisboa, 22h00

Nascida na localidade de Ribeirão Preto e radicada em São Paulo, Ana Luísa Ramos tem-se vindo a destacar tanto no cenário lírico quanto no popular. Com um repertório que vai da música erudita ao jazz e à Música Popular Brasileira (MPB) e com estudos feitos em países como Brasil, Argentina e Áustria, a cantora possui uma versatilidade raramente vista e uma voz melíflua.

Aos 9 de idade ingressou no Coral Infantil da Cia de Ópera Minaz e três anos mais tarde fez a sua estreia como solista da “Missa Brevis” de Mozart. Em 2001 participaria na ópera “La Traviata” de Verdi e no ano seguinte interpretou a personagem Terezinha na montagem da Ópera do Malandro que repetiria em 2006 no Theatro Pedro II. Em 2007 fez parte do Coral do Estado de São Paulo e entre 2011 e 2012 integrou o sexteto vocal feminino Bocca Chiusa.

Após acompanhar o cantor e compositor Eric Taylor Escudero na sua mini digressão europeia, Ana Luísa Ramos fez parte da banda que gravaria o álbum de estreia do músico em Austin, Estados Unidos. Já no ano de 2015 participou na gravação do DVD de Natal de Agnaldo Rayol e em 2016 realizou o espetáculo de abertura de Toquinho na Catedral Anglicana de São Paulo. Na recta final de 2016 a artista editou o seu primeiro registo a solo – “Um” – constituído por canções autorais e por releituras de músicas consagradas do universo do jazz e da MPB.

A cantora já viu o seu talento reconhecido fora de portas, tendo recolhido elogios por parte de publicações especializadas como as inglesas Folk Radio e Buzzin Music ou as norte-americanas Music For Lunch e The Vinyl District.


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publicado por Carlos Gomes às 22:11
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Segunda-feira, 19 de Junho de 2017
LUCIANA ARAÚJO APRESENTA “ESSÊNCIAS” AO VIVO NAS FNAC

Depois do lançamento dos singles “Mais” e “É Segredo”, as primeiras amostras do álbum “Essências”, registo de estreia da cantora e compositora luso-brasileira Luciana Araújo marcado pelo universo da Música Popular Brasileira (MPB), chega o momento das atuações ao vivo!

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Da sonoridade cativante às letras profundas, ou do ritmo contagiante à voz doce e suave, os motivos para estar presente nos dois showcases, na zona de Lisboa, anunciados pela Music For All para Junho e Julho são mais do que muitos! Conheçam as datas:

24.06 | FNAC @ Alfragide, Lisboa, 17h

04.07 | FNAC @ Colombo, Lisboa 18h30

Luciana Araújo nasceu em Fortaleza, Ceará, mas possui também nacionalidade portuguesa, um traço característico de que se orgulha bastante. Iniciou o seu percurso artístico aos 14 anos de idade, actuando nos principais espaços e eventos da cidade onde nasceu, Fortaleza, tendo desde cedo como principais influências nomes como Elis Regina, Tom Jobim, Marisa Monte, Djavan e Maria Bethânia.

Luciana sempre procurou estudar técnicas vocais, e por isso iniciou cedo as aulas de canto. De há dois anos para cá tem tido aulas de piano para ajudar a compor as suas músicas e de forma a conseguir estabelecer uma melhor comunicação com os músicos.

No seu percurso académico contam-se uma Licenciatura em Comunicação Social (Publicidade e Propaganda), uma Pós-Graduação em Integrated Brand Management e um MBA em Marketing Digital, assim como o total domínio de três línguas (Inglês, Italiano e Espanhol) e conhecimentos básicos de mandarim.

Mas voltemos ao seu percurso no mundo da música. De entre as dezenas de participações nas principais televisões brasileiras, como a TV Record e a Rede Globo, Luciana Araújo participou no reputado e influente “Domingão do Faustão” (Rede Globo), num concurso de Novos Talentos, onde concorreu com mais de 30 mil cantores e ficou entre os treze finalistas.

A sua estreia na televisão portuguesa aconteceu quando se apresentou ao vivo no programa “SIC 10 Horas” e, posteriormente, num programa especial de Natal, ambos da cadeira televisiva SIC. Já Luciana Araújo residia em Portugal quando a banda Per7ume lhe endereça um convite irrecusável: ser uma das vozes do tema “(Assim) Azul”, numa participação especial com a banda nortenha.  

A televisão volta a cruzar-se no seu percurso por intermédio da TV Record Internacional e de um convite surpreendente: tornar-se apresentadora! Em dois anos Luciana apresentou mais de 600 programas ao vivo, divididos entre “Quem Quer Dinheiro” e “GRP”.

Estávamos em 2012 quando Luciana decidiu dar o passo que lhe faltava: gravar o seu primeiro disco! Movendo-se na sonoridade MPB e tendo Bruno Cardozo como produtor (ele que colaborou com nomes do calibre de Rita Lee e Gal Costa), este é um álbum que fica marcado pela participação de conceituados músicos brasileiros e pelas duas versões de músicas bem conhecidas do público português (“Fácil de Entender”, dos The Gift, e “Porto Sentido”, dos incomparáveis Rui Veloso e Carlos Tê). A presença portuguesa no disco faz-se também sentir pelos cenários que ilustram as fotos do booklet.

“Essências” chegou ao público brasileiro em 2014, em formato físico e digital, e ao público português no início de 2017. Depois de conquistar o Brasil, finalmente chegou a hora de Luciana Araújo arrebatar o público lusitano!  


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publicado por Carlos Gomes às 19:48
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Sábado, 17 de Junho de 2017
CANTE ALENTEJANO DESFILA NO CACÉM

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publicado por Carlos Gomes às 14:12
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Sexta-feira, 16 de Junho de 2017
QUIM BARREIROS ANIMA FEIRA DE VERÃO NA AMADORA

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publicado por Carlos Gomes às 15:05
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Quinta-feira, 15 de Junho de 2017
VIAGEM AO PLANETA NOVE DE JOÃO C. SOUSA

Existem projetos que são de imediato reconhecidos e aclamados pelo público e pela crítica, e outros que levam uma vida a ser digeridos e apreciados como é suposto. João C. Sousa, o “viajante temporal” que se deu a conhecer em 2016 com um muito intrigante “How To Switch Dimensions”, alinha pela segunda ala: talvez incompreendido, decididamente em contraciclo com as propostas generalistas e facilmente descodificáveis dos nossos dias.

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Depois da exploração entre realidades paralelas em “How to Switch Dimensions” e das experiências sónicas e científicas de “Emoto’s Water”, chega a vez de entrarmos na órbita de “Planet Nine”, corpo celeste de atmosfera cerrada, repleto de mistérios por decifrar, que encerra a odisseia sonora do disco.

“How to Switch Dimensions”, a mais imersiva e arrojada proposta da Music For All, encontra-se disponível em edição física e digital em plataformas como a Apple Music, Spotify, Amazon ou The Store. Para explorar sem reservas.

João C. Sousa é um compositor do Porto com um grande fascínio pelo mundo audiovisual.

Desde a adolescência que compõe e grava a música que faz, tendo inclusivé feito parte de várias bandas de garagem em contexto pop. Em criança iniciou-se no estudo do piano na escola de Jazz do Porto, tendo já em adulto dedicado-se ao violoncelo, no Conservatório de Música da Maia.

Ao longo do seu percurso, João C. Sousa tem tido a oportunidade de musicar cinema e publicidade. Em 2005 foi agraciado com o prémio “Novos Criadores” na categoria de composição musical. Em 2007 compôs a banda sonora original para a longa-metragem “Sombras- Um Filme Sonâmbulo” de João Trabulo sobre os universos multifacetados do poeta Teixeira de Pascoaes. Em 2013 assinou a música para o spot publicitário do IIIº Festival Internacional de Cinema (CINECOA) e para a exposição “3 Mini” realizada na “Máquinas de Outros Tempos”. Dois anos mais tarde compôs a música para o vídeo promocional de suporte ao livro de fotografia de Júlio Aires intitulado “6:30 a.m.”.

Melómano confesso, conserva na sua redoma intocável figuras como Bach, Purcell, Rameau, Laurie Anderson, John Lurie, Jeff Buckley, Kraftwerk, Einstürzende Neubauten, Swans, Depeche Mode, Dead Can Dance, Coil ou os portugueses Noiserv, Clã e Madredeus. Acalenta ainda o sonho de poder vir a compor para teatro e para videojogos.

No final de 2017 edita o seu primeiro longa-duração, intitulado “How to Switch Dimensions”.



publicado por Carlos Gomes às 11:20
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Quarta-feira, 14 de Junho de 2017
TRAVESSA DO CORRUPIO APRESENTAM EP DE ESTREIA AO VIVO

Em Junho todos os caminhos vão dar à Travessa do Corrupio. A banda que se estreou em Março último com “Resumo”, registo que recolhe múltiplas influências do universo do jazz, rock e folk, combinando-as com a alma da música tradicional portuguesa, apresenta agora o seu primeiro trabalho ao vivo nas FNAC de Alfragide (2 de Junho) e Vasco da Gama (18 de Junho).

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Oportunidade ideal para escutar em estado natural temas como “A Vida (O Início)” e “O Amor É Assim”, disponíveis em plataformas digitais como a The Store, Amazon, iTunes e Google Play.

O projecto que hoje conhecemos como Travessa do Corrupio nasceu, em abono da verdade, para uma só noite. Luis Sales, filho da primavera quente de 1975, tinha um objectivo bem definido para 2015: criar uma banda que o acompanhasse num concerto especial. Luis, que anteriormente havia participado em diversos projectos musicais (tendo inclusivamente integrado o álbum “Novos Talentos Fnac”, de 2009, e a edição de 2010 do Festival Termómetro) mal sabia que o concerto que tanto ansiava quanto temia mudaria a sua vida.

O primeiro elemento contactado foi André Correia, amigo de outras lides, que prontamente aceitou o desafio e a ele se juntou no necessário trabalho de composição e aperfeiçoamento dos esboços já criados e pensados por Luis. Tendo sido aluno da Escola de Música do Conservatório Nacional, na vertente de órgão, frequentado diversos workshops de bateria e participado em alguns projectos de pop/rock André detinha a porção ideal de talento, experiência e irreverência.

Por sua vez Raquel Bastardo ficou com os teclados a seu cargo e é a única presença feminina da banda. Fascinada desde sempre pelo poder do piano, estudou-o desde bem cedo, chegando mesmo a frequentar até ao quinto grau o curso livre de piano da Academia de Amadores de Música. Mas a música não é a sua única paixão: é também professora, guia turística e exerce a profissão de bióloga.

A guitarra passou a ser da total responsabilidade de Emanuel Carvalho, oriundo de Vilar Formoso, que iniciou o seu percurso no mundo da música no Grupo de Cordas da terra que o viu nascer. Pelas suas mãos passaram guitarra clássica, guitarra baixo, bandola, bandolim e braguesa. Já em Lisboa integrou o Grupo Coral Lisboa Cantat e o grupo coral de câmara da Escola Superior de Educação de Lisboa.

Quando sobem a palco os Travessa do Corrupio contam ainda com a presença de um contrabaixista, um elemento precioso que ajuda a abrilhantar cada apresentação ao vivo das suas melodiosas composições.

Quando o quinteto se desloca ao Alentejo para gravar os temas em questão já o calendário assinalava a chegada do terceiro mês do ano de 2015. Seria preciso mais um mês para que os onze temas gravados ganhassem vida no palco do Teatro Turim, tendo a sala sido pequena para receber todos aqueles que queriam presenciar a estreia da banda a que hoje chamamos de Travessa do Corrupio.

O balanço dessa noite foi tão positivo que todos os elementos aceitaram rapidamente a ideia de não desfazer aquilo que o talento, e o acaso, tinham unido. E assim, por entre um ano de composições, ensaios e um concerto especial começou oficialmente um dos projectos mais entusiasmantes da música lusitana.

Movendo-se nas pródigas águas onde o jazz e a música clássica se encontram com o rock e o folk os Travessa do Corrupio criaram uma linguagem própria que honra as origens e tradições lusitanas. Aqui contam-se histórias de amor e desamor. De saudade. De ilusões

mas também de desilusões. Na Travessa do Corrupio o tempo corre devagar, ao sabor do rio em direcção ao mar. Esta é uma Travessa que fica bem no centro do Corrupio que é a vida.



publicado por Carlos Gomes às 21:49
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Terça-feira, 13 de Junho de 2017
CHAPA ZERO LANÇA NOVO ÁLBUM DE MÚSICA “FIA-TE NA VIRGEM E NÃO CORRAS”

O “Chapa Zero” vai proceder ao lançamento do novo álbum "Fia-te na Virgem e Não Corras", e do single de lançamento "Zumba na Caneca". Link "Zumba": https://www.youtube.com/watch?v=D9AczGaG7y4 O CD será lançado no dia 16 de Junho 2017 (próxima 6ª feira), com o selo "A Moca da Foca", produzido pelo Emanuel Ramalho (Peste & Sida).

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ALINHAMENTO

  1. Zé Faísca (Letra: Kaveirinha; Música: Kaveirinha, Marco António, Filipe Rodrigues, Nuno Amaro). 02:23;
  2. Chapa Gasta (Letra: Kaveirinha; Música: Kaveirinha, Marco António, Filipe Rodrigues, Nuno Amaro). 02:21;
  3. Tens a Mania (Letra: Kaveirinha; Música: Kaveirinha, Marco António, Filipe Rodrigues, Nuno Amaro). 02:26;
  4. No Ku da Europa (Letra: Kaveirinha; Música: Kaveirinha, Marco António, Filipe Rodrigues, Nuno Amaro). 02:14;
  5. Vão Trabalhar (Letra: Kaveirinha; Música: Kaveirinha, Marco António, Filipe Rodrigues, Nuno Amaro). 03:33;
  6. Zumba na Caneca (Letra: tradicional; Música: tradicional).02:19;
  7. Fim da Noite (Letra: Kaveirinha; Música: Kaveirinha, Marco António, Filipe Rodrigues, Nuno Amaro). 02:48;
  8. Deix´ós Falar (Letra: Marco António; Música: Kaveirinha, Marco António, Filipe Rodrigues, Nuno Amaro). 02:54;
  9. Fia-te na Virgem e Não Corras (Letra: Kaveirinha; Música: Kaveirinha, Marco António, Filipe Rodrigues, Nuno Amaro). 04:11;
  • Bate-Chapa (Letra: Kaveirinha; Música: Kaveirinha, Marco António, Filipe Rodrigues, Nuno Amaro). 02:58;

A banda surgiu devido à necessidade de agredir verbalmente (com mais ou menos ternura, conforme o caso) certos sectores da nossa sociedade que precisam de um abanão valente. E sob a forma de música é mais agradável!

Seguindo-se ao disco de estreia “Chapa Zero” de 2013, “Fia-te na Virgem e Não Corras” foi gravado no decurso de 2016, com o produtor Emanuel Ramalho (Peste & Sida) nos estúdios "Aqui Há Gato" em Lisboa.

  • DISCOGRAFIA
  • 2013 – Chapa Zero - Álbum
  • 2017 – Fia-te na Virgem e Não Corras - Álbum

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publicado por Carlos Gomes às 11:38
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Segunda-feira, 12 de Junho de 2017
CANTORA ANA LUÍSA RAMOS EM ESTREIA EM PORTUGAL

A cantora paulista de voz melíflua que chegou até nós pela graça e encanto de “Desconstrução”, prepara a sua vinda a Portugal já no início do mês de Julho para uma mini-digressão de apresentação a “Um”, o registo de estreia.

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Integrante da nova leva de cantautores MPB, Ana Luísa Ramos recolhe também influências de música erudita e do universo do jazz, uma mistura alada que já lhe valeu elogios de publicações especializadas como as inglesas Folk Radio e Buzzin Music ou as norte-americanas Music For Lunch e The Vinyl District.

A digressão visitará locais como a Pensão Amor e o TOCA, com os restantes espaços a serem confirmados brevemente. Oportunidade ideal para conhecer uma das mais promissoras vozes do panorama musical de São Paulo.

Nascida na localidade de Ribeirão Preto e radicada em São Paulo, Ana Luísa Ramos tem-se vindo a destacar tanto no cenário lírico quanto no popular. Com um repertório que vai da música erudita ao jazz e à Música Popular Brasileira (MPB) e com estudos feitos em países como Brasil, Argentina e Áustria, a cantora possui uma versatilidade raramente vista e uma voz melíflua.

Aos 9 de idade ingressou no Coral Infantil da Cia de Ópera Minaz e três anos mais tarde fez a sua estreia como solista da “Missa Brevis” de Mozart. Em 2001 participaria na ópera “La Traviata” de Verdi e no ano seguinte interpretou a personagem Terezinha na montagem da Ópera do Malandro que repetiria em 2006 no Theatro Pedro II. Em 2007 fez parte do Coral do Estado de São Paulo e entre 2011 e 2012 integrou o sexteto vocal feminino Bocca Chiusa.

Após acompanhar o cantor e compositor Eric Taylor Escudero na sua mini digressão europeia, Ana Luísa Ramos fez parte da banda que gravaria o álbum de estreia do músico em Austin, Estados Unidos. Já no ano de 2015 participou na gravação do DVD de Natal de Agnaldo Rayol e em 2016 realizou o espetáculo de abertura de Toquinho na Catedral Anglicana de São Paulo. Na recta final de 2016 a artista editou o seu primeiro registo a solo – “Um” – constituído por canções autorais e por releituras de músicas consagradas do universo do jazz e da MPB.

A cantora já viu o seu talento reconhecido fora de portas, tendo recolhido elogios por parte de publicações especializadas como as inglesas Folk Radio e Buzzin Music ou as norte-americanas Music For Lunch e The Vinyl District.

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publicado por Carlos Gomes às 22:14
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“TELL ME”, A DECLARAÇÃO DE INTENÇÔES DOS WELLMAN

Já se devem ter cruzado com os Wellman. Um grupo de cinco talentosos jovens a fazer da melhor música pop despretensiosa e orelhuda da atualidade, valiosa no conteúdo e certeira na forma como é entregue aos ouvintes.

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Se “Riverside” e “Distance” os colocaram no mapa, “Tell Me”, o 3º single extraído do longa-duração de estreia – “Shrimp” – confirma as melhores expetativas: pedaço de pop/rock terno e confessional que poderia figurar no catálogo de John Mayer ou Ed Sheeran. A canção surge acompanhada de um vídeo captado ao vivo na última edição do Sofar Sounds Lisboa, em Abril passado.

Enquanto isso, “Shrimp” continua disponível em edição digital em plataformas como a The Store, Amazon, iTunes e Google Play com o selo da Music For All.

Os Wellman nasceram ao mesmo ritmo da amizade de Afonso Teixeira (vocalista), Afonso Lima (guitarrista), José Miguel Saraiva (baixista), Mateus Carvalho (saxofonista) e Francisco Marcelino (baterista).

Afonso Teixeira apresentou aos restantes membros uma série de originais que desejava que tivessem outra roupagem. Inicialmente apenas com o intuito de conferir às músicas uma outra dimensão, os cinco acabaram por "recriar" as mesmas. Em Junho de 2016, surgiu a oportunidade de ir a estúdio gravar os temas e aquilo que começou por ser uma forma de descontração da vida universitária sem qualquer divulgação pública, passou a ser uma verdadeira banda, à qual Afonso Teixeira emprestou o seu nome artístico (Wellman).

O quinteto que se move nos meandros da pop/rock com leves influências folk, assume com orgulho a sua sonoridade viciante, envergando sempre um sorriso cativante e uma alegria contagiante. No primeiro semestre de 2017 editaram o seu primeiro longa-duração homónimo.


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publicado por Carlos Gomes às 22:11
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Domingo, 11 de Junho de 2017
CANTE ALENTEJANO DESFILA NO CACÉM

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publicado por Carlos Gomes às 11:11
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Quarta-feira, 7 de Junho de 2017
“DOR QUE VAI DURAR”, A ESTREIA DOS ELLEFANTE

Os Ellefante são movidos pela necessidade de resgatar um elo entre as pessoas, os seus sentimentos e a sua relação com o mundo, intenção desde logo patente no seu cartão-de-visita ao público português. “Dor Que vai Durar” nasce da problemática das relações humanas combinadas com o desalento dos dias, pintados numa tela sonora que deve influências ao rock alternativo de grupos como The War On Drugs, Cold War Kids ou Young the Giant.

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O tema integra o projecto introdutório da banda de Brasília, “Mezanino Sessions”, e é o ponto de partida para a digressão nacional que farão no final de Setembro próximo com o apoio da Music For All, a tempo de apresentarem também o primeiro longa-duração, em fase final de preparação.

Os Ellefante são oriundos de Brasília e formados pelo vocalista e guitarrista Fernando Vaz, pelo baixista Adriano Pasqua e pelo baterista João Dito. A música do trio consiste numa proposta madura: a sensibilidade das harmonias e das melodias são uma mescla de música

brasileira, pop, blues e outras influências do rock alternativo que vão da folk aos ritmos africanos.

As músicas da banda são um convite subtil e criativo na quebra da neutralidade e da passividade dos sentidos. O propósito é falar de coisas simples que as pessoas vivem no seu quotidiano. Recomeço, escolhas, aprendizagem, evolução, auto-conhecimento, amores e desamores são temas que entrelaçam as letras e as melodias, fazendo um contraponto intemporal que cria o vínculo que une o ser humano. Eis que resgatar um elo entre as pessoas, os seus sentimentos e a sua relação com o mundo é o que move os Ellefante através da arte.

A estreia do trio ocorreu com a participação nas “Mezanino Sessions”, uma sessão ao vivo que convida o espetador a entrar num cenário aconchegante e rústico, carregado de elementos que dão azo ao lazer. O primeiro ato foi dado com o lançamento do single “Cartas Paraná” em Setembro de 2016. Em apenas três dias o vídeo superou as melhores expetativas, passando a barreira das 10 mil visualizações. Em Novembro do mesmo ano chegava o segundo capítulo, “Dor Que Vai Durar”, concluindo assim as “Mezanino Sessions”.

A principal apresentação da banda em 2016 deu-se no Sofar Sounds Brasília, um projeto nascido em Londres que decorre atualmente em mais de 300 cidades no planeta, e cujo momento se encontra eternizado no canal do Sofar Sounds Latin America no YouTube. Para 2017 a banda está confirmada no alinhamento do Atomic Music Festival (Brasil) em Julho no e no Lott Festival (Alemanha) em Agosto, evento em que representarão toda a América Latina em palco europeu, ao mesmo tempo que se preparam para embarcar numa digressão portuguesa em Setembro próximo com o apoio da Music For All. Até ao final do ano espera-se ainda a edição do primeiro longa-duração dos Ellefante.


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publicado por Carlos Gomes às 20:34
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“I AM THE PARTY”, A ESTREIA DESBRAGADA DOS BALBA

Já o diz o ditado, “a festa comanda a vida”. Bom, o ditado original pode não ser bem assim, mas certamente que os Balba concordam mais com esta recriação, no mínimo, inovadora. A banda brasileira apresenta-se ao público nacional com o festivo “I am The Party”, single retirado do álbum com o mesmo título, lançado em 2016.

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O trio carioca caminha na dura estrada do rock, tem laivos de punk, privilegia a língua inglesa e busca inspiração em nomes do calibre e abrangência de Oasis, Rolling Stones, The Doors ou Muse. Com a Music For All farão também, ainda este ano, a estreia nos palcos nacionais com uma digressão que promete conquistar os corações mais rockeiros!

Na música como na vida nada de belo se atinge sem sintonia, química e talento. Ora a quem não faltam estes três componentes é ao trio Dig Obadia (vocalista), Dav Obadia (baterista) e Dan J (baixista). Os três músicos e compositores cariocas uniram-se em 2012 e, inspirados nas influências que os moviam e fascinavam, começaram a perseguir o derradeiro sonho: tornar as composições próprias, até aí guardadas na gaveta, admiradas em todo o mundo.

Para tal criaram a sua própria banda a que deram o nome de Balba! O trio assumia, assim, a árdua tarefa de seguir as pisadas de nomes do calibre de Rolling Stones, The Doors, Oasis ou Muse. Às suas criações aplicaram a língua inglesa, quebrando assim as barreiras linguísticas que, tantas vezes, nos separam dos povos espalhados pelo mundo fora.

Em 2013 chegou às bancas “Heart Abstract”, álbum independente onde constava a faixa “A Heart to Unfold”. Este tema recolheu elogiosas críticas internacionais, tendo mesmo sido uma das 28 faixas de todo o planeta a ser integrada na coletânea “Unite”.

No ano seguinte surgiu o EP “Is There Anything She Would Die For”, registo apresentado ao grande público através do viciante “One May Army”. Mais um ano se passou, mais novidades surgiram para os Balba: primeiro o videoclip da música “Bad Things Happen To Us All” na programação do canal Multishow, depois o videoclip de “A Heart To Unfold” no canal WooHoo.

E como os Balba não param 2016 também foi ano de novidades: “I’am The Party”, segundo disco de originais do conjunto brasileiro, conheceu finalmente a luz do dia! Nota para o facto deste trabalho ter sido produzido por Pedro Garcia, baterista da banda Planet Hemp e que já gravou com nomes como Arnaldo Antunes, BNegão ou Clarice Falcão.

Nestes cinco anos de vida os Balba já acumulam vitórias e conquistas tendo, por exemplo, sido transmitidos em rádios de cidades como Londres, Boston, Munique ou Camberra. Para o futuro os objetivos são mais do que muitos. Afirmam querer “explodir do Rio de Janeiro a Tóquio” não sendo, por isso, de estranhar que 2017 traga não só o single de apresentação ao público português, “I am The Party”, como também a estreia nos palcos nacionais através de uma digressão promovida pela Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 00:57
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Terça-feira, 6 de Junho de 2017
“CLAREAVA”, A LUZÍDIA ESTREIA DE LAMPARINA E A PRIMAVERA

Lamparina e a Primavera é um daqueles projetos que fascina até o apreciador de música mais conservador. Movem-se nos ritmos do maracatu, ijexá, baião e samba, sendo claras as influências do jazz, do blues e do rock progressivo. O primeiro contato com o público português é feito por intermédio de “Clareava”, single retirado do EP de estreia, “Claraboia”, editado já em 2017.

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Nascido por entre a beleza selvagem e indomável de Belo Horizonte, este projeto é composto por Mariana Cavanellas (voz), Arthur Delamarque (voz e violão), Hugo Zschaber (percussão), Calvin Delamarque (baixo), Thiago Oliveira (bateria) e Francisco Di Flora (guitarra). Para Setembro está marcada uma digressão pelos palcos nacionais promovida pela Music For All.

A história dos Lamparina e a Primavera começa em 2016 e apenas um ano depois já mostraram ao mundo um EP, intitulado “Claraboia”, do qual foi extraído o single “Clareava”. Neste registo encontramos músicas dançantes e canções pautadas por experiências pessoais e emocionais num autêntico reflexo da diversidade e riqueza da cultura brasileira.

Este projeto está inserido no recém-chegado O Coletivo Árvore, partilhando origens com outras bandas autorais da cidade de Belo Horizonte. Entre estes outros projetos encontramos Senhor do Bonfim, Velejante, O Caso, Margarida, O Gato Azul e os próprios Lamparina e a Primavera, naquela que é uma junção de talento impar na cena musical independente do país-irmão.

Depois de algumas presenças em festivais por todo o Brasil chegou, finalmente, a hora de cruzar o oceano e mostrar a Portugal, aos portugueses e a toda a Europa todo o seu talento. 2017 é, assim, um ano decisivo para os Lamparina e a Primavera, estando prevista uma digressão pelos palcos nacionais para o próximo mês de Setembro.


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publicado por Carlos Gomes às 02:01
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Sábado, 3 de Junho de 2017
“CRYING LOBSTER” – O PRIMEIRO ATO DA LAGOSTA

Os rumores da morte do rock nacional são, convenhamos, manifestamente exagerados. Felizmente ainda existem projetos como os Crying Lobster, exímios representantes de uma sonoridade intemporal que conquista e vicia. O quarteto português edita agora o EP de estreia, já disponível no iTunes, na The Store e no Google Play. Do registo homónimo já foram retirados dois singles, “Starry Night” e “Perpetual Motion”.

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O coletivo lisboeta é composto por Duarte Inácio (voz), João Costa (guitarra), João Henriques (baixo) e Rafael Burguete (bateria) e propõe-nos uma mistura de rock, stoner, punk, jazz e funk, que nos chega agora pela mão da Music For All.

No início havia o nada. E do nada surgiu a Lagosta. Das suas lágrimas floresceu o Universo, dando assim início a uma jornada tão longa quanto a mais antiga das estrelas. Crying Lobster não é um mero projecto musical.

É uma irmandade composta sob a égide da criatividade musical e da diversidade sonora dos seus quatro elementos. Duarte Cadete Inácio (voz), João Costa (guitarra), Rafael Burguete (bateria) e João Henriques (baixo) são os protagonistas desta aventura maior do que a vida. Navegando nas profícuas águas do rock, jazz, funk, stoner e punk preparam-se, finalmente, para editar o EP de estreia.

Depois de antecedido por dois singles – “Starry Night” e “Perpetual Motion” – o EP de estreia homónimo dos Crying Lobster chega agora, por fim, com o selo da Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 17:58
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Quinta-feira, 1 de Junho de 2017
MK NOCIVO CELEBRA DIA DA CRIANÇA COM MÚSICA ESPECIAL

No dia em que os mais pequenos são reis, MK Nocivo dá um presente… aos adultos! “Brincadeira de Criança” é um tema com uma forte mensagem e um exemplo perfeito da simbiose entre voz e letra. O rapper brigantino remete-nos para a infância, mas também para a passagem à idade adulta e o quão defraudadas podem ser as nossas expetativas a respeito do que é ser adulto.

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Este single pungente sucede ao disco “Pro Domo - Em Causa Própria”, tendo sido gravado num só take e conta com a participação de diversas crianças. Este tema é acompanhado de um videoclip e está integrado no projeto “Groove On Live Sessions”, do Estúdio Groove On.

O interesse de Jorge Rodrigues pelo Hip Hop despertou em 1998, depois de ouvir o clássico "It’s Like That" dos RUN DMC, e a sua primeira paixão foi o graffiti. Mas só em 2004 é que começou a escrever rimas e a produzir.

A vontade de evoluir e aprender era enorme, assim como o sonho de possuir um registo em nome próprio. Ao longo dos anos foi criando faixas soltas, organizando uns concertos e juntando dinheiro para o seu primeiro registo a solo – o "Capítulo Obsceno", que saiu em 2007. O dinheiro obtido com esse trabalho deu para comprar algum material e montar um home studio e, a partir daí, editou várias mixtapes que disponibilizou online para download gratuito.

O projeto MK Nocivo nasceu oficialmente em maio de 2004 e o primeiro concerto aconteceu em outubro, no Dia Mundial da Música, no Teatro Municipal de Bragança. Em termos de discografia, conta já com inúmeros trabalhos e colaborações. Além disso, foi vencedor do Rock Rendez Worten 2008 e finalista do concurso de bandas Sumol Summer Fest, em 2014. No ano seguinte sagrou-se vencedor do NOS Live Act, tendo marcado presença no cartaz do festival.

“A excepção à regra, a prova que do nada nasce tudo” é como o próprio MK Nocivo se define. Isso mesmo pôde ser confirmado com a edição do novo álbum, “Pro Domo – Em Causa Própria”, antecedido pelos singles “O Mesmo de Sempre” e “Se Eu Fosse Presidente” e sucedido por “Filha de Emigrantes”. Agora surpreende tudo e todos ao lançar no mercado “Brincadeiras de Criança”, um single a pensar nos petizes e no Dia Mundial da Criança.


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publicado por Carlos Gomes às 11:08
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Quarta-feira, 31 de Maio de 2017
“SÒ METADE”, A ESTREIA DE CORPO INTEIRO DOS KIT

“O bom e velho rock’n’roll nunca desaparece. Pode hibernar e mergulhar de novo na sarjeta, mas está sempre à espreita na esquina mais próxima. Pronto para regressar mais forte e colossal que antes”. As palavras são de Alex Turner, figura de proa do rock milenial, mas podem ser usadas para descrever a ascensão dos KIT.

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Educados na escola de mestres como Xutos e Pontapés, UHF ou GNR, os KIT rugem pela força tremenda de “Só Metade”, que os coloca de imediato na lista de promessas do rock nacional a manter debaixo do olho. O tema é o primeiro avanço do EP de estreia do trio, a ser editado em Setembro próximo com o selo da Music For All.

Os KIT são um trio lisboeta constituído por Lucas Ribeiro (voz e baixo), Bernardo Freitas (guitarra e segunda voz) e Guilherme Correia (bateria), todos com experiência prévia em bandas antigas, mas que vê neste projeto o passo mais sólido dado até agora para a concretização dos seus intentos.

Existentes desde Novembro de 2016, os três amigos juntam-se com o objectivo de devolver a vitalidade ao rock cantado em português, inspirado na melhor tradição de bandas como Xutos e Pontapés, Ornatos Violeta, UHF ou GNR.

Caracterizados por refrões orelhudos, cantados em português, e com instrumentais fortes assentes no binómio guitarra-bateria, os KIT pretendem ser o manual básico de sobrevivência para qualquer bom aficionado do rock.

O primeiro passo é dado com a edição de um primeiro single, “Só Metade”, promissor cartão de visita do EP de estreia que chegará ao mercado em Setembro próximo, com o selo da Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 19:11
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Terça-feira, 30 de Maio de 2017
BB BLUES FEST REGRESSA À BAIXA DA BANHEIRA

BB Blues Fest 2017 reúne grande nomes nacionais e internacionais

O BB Blues Fest, este ano já está na sua sexta edição, regressa à Baixa da Banheira entre os dias 22 e 25 de junho, e traz ao Fórum Cultural José Manuel Figueiredo e Parque José Afonso, grandes nomes nacionais e internacionais dos Blues, entre os quais se destacam Zac Harmon, Lazy Lester, The Black Mamba e Wax and Boogie.

Cartazmoit

O primeiro dia deste festival, 22 de junho, tem como estrelas Budda Guedes e Nuno Andrade que inauguram as festividades no Café-Concerto do Fórum Cultural, pelas 22:00h. Budda Guedes, além de produtor musical e engenheiro de som, é guitarrista de inúmeras bandas, entre as quais os Budda Power Blues, Monstro Mau ou Mundo Cão, e juntou-se a Nuno Andrade, guitarrista e vocalista da Nuno Andrade Blues Drive, para um espetáculo mais intimista, sem perder o poder do blues que une estes dois músicos.

 

Lazy Lester

No dia 23 de junho, sexta-feira, pelas 21:30h, o auditório abre as suas portas para receber Wax and Boogie, que vêm de Barcelona, com a sua mistura de Blues e Boogie-woogie que já lhes valeram reconhecimento internacional. Mas este duo é apenas o primeiro nome do dia. Segue-se um dos mais conceituados nomes do Blues norte-americano, Lazy Lester. Com bem mais de 50 anos de carreira, Lazy Lester é um nome incontornável deste género musical. O seu talento na guitarra e na harmónica valeram-lhe um lugar no “panteão dos velhos mestres do Louisiana”, ao lado de nomes como Lightnin' Hopkins ou Slim Harpo.

WAX and Boogie

No sábado, dia 24 de junho, pelas 21:30h, sobe ao palco, vindo também dos Estados Unidos, Zac Harmon, um músico que bebe fortemente dos Blues do Mississippi. Apesar de já contar com uma longa carreira como produtor e “músico de estúdio”, Zac Harmon só lançou o seu álbum em nome próprio, no ano de 2002. O palco do auditório do Fórum Cultural recebe, logo de seguida, uma das mais badaladas bandas nacionais​, a atuar neste registo, os The Black Mamba.

Para o último dia deste emblemático festival, dia 25 de junho, pelas 15:00h, está reservado o Blues Pic-nic, no Parque José Afonso, junto ao Fórum Cultural.

A animação começa com o “one man band” Billy Lobster que nos mostra o seu gigantesco talento, em guitarra, bateria, harmónica e voz. Seguem-se os Black Dog Blues Band, uma banda da Madeira com uma vertente mais tradicional dos Blues norte americanos. De seguida, sobem ao palco os The Escape Committee,na melhor tradição do Blues Rock Britânico e, para terminar a tarde em grande, é a vez do holandês Jean Paul Rena, um veterano que já passou pela Baixa da Banheira e que já animou uma Blues Night, com a sua fantástica boa disposição.

O BB Blues Fest tem apostado sempre na qualidade do seu cartaz, apresentando os melhores nomes do blues português e internacional, numa simbiose perfeita que celebra as raízes deste género musical. O festival é promovido pela Associação BB Blues Portugal, Câmara Municipal da Moita e União de Freguesias da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira.

Zac Harmon

Os bilhetes estão disponíveis na Ticketline e no Fórum Cultural José Manuel Figueiredo.

Bilhetes:

Bilhete Diário (23 e 24 de junho) - 9,12 euros

Entrada gratuita nos dias 22 e 25 de junho

Compra de bilhetes online:

http://ticketline.sapo.pt

http://pt-pt.facebook.com/cmmoita

E nos postos de venda aderentes: http://ticketline.sapo.pt/pagina/postosdevenda

Acompanhe a 6ª edição do BB Blues Fest nas várias plataformas disponíveis:

www.bbbluesfest.com

www.facebook.com/bbbluesfest

twitter.com/BBBluesPortugal

www.youtube.com/channel/UCv-LKLXWxaDVP9opo-AjghA

www.cm-moita.pt

www.facebook.com/cmmoita

www.ufbbva.pt-moita.pt

www.facebook.com/cmmoita

www.ufbbva.pt

Black Mamba



publicado por Carlos Gomes às 19:03
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AGENDA DE CONCERTOS MUSIC FOR ALL - JUNHO

O mês de Junho traz uma série de concertos com o selo da Music For All vindos de vários quadrantes:

A Travessa do Corrupio inaugura o mês com uma apresentação ao vivo a 2 de Junho na FNAC Alfragide que servirá para apresentar ao público as canções de “Resumo”, o EP de estreia onde se encontram influências de jazz, rock e folk combinados com a alma da música tradicional portuguesa. Segue-se mais um showcase a 18 de Junho na FNAC Vasco da Gama. Oportunidade ideal para conhecer ao vivo e a cores o projeto da banda de “A Vida (O Início)”.

 

Agenda Concertos Music For All_Flyer Junho

Também Ritchaz Cabral continua a levar o seu EP “Mal Famadu” às FNAC portuguesas. Depois de atuações em Almada, Vasco da Gama e Alfragide, o músico luso-cabo-verdiano chega agora às FNAC de Oeiras (3 de Junho) e Colombo (26 de Junho), preparando-se para brindar uma vez mais os presentes com a sua sonoridade bem urdida em torno de elementos da cultura musical africana.

Por fim, Luciana Araújo entra em cena a 24 de Junho com um showcase marcado para a FNAC Alfragide. A cantautora luso-brasileira encontra-se a promover o álbum “Essências”, o disco de estreia que se espraia em territórios da MPB com um leve toque jazzístico pela excelência dos arranjos, de onde já foram extraídos os singles “Mais” e “É Segredo”.


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publicado por Carlos Gomes às 13:34
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Sexta-feira, 26 de Maio de 2017
EM CONTRASTE E A PROVA DOS TRÊS

Os Em Contraste já não são estranhos para ninguém. A dupla que se propôs a aliar o sensual universo da kizomba à tradição baladeira tipicamente portuguesa – mistura que já deu a conhecer dois singles, “Serás Tu” e “Volta” – faz agora a antevisão da estação estival com a chegada de um terceiro, “A Minha Prova”, que pede para ser dançado corpo a corpo, sem reservas, ao longo do próximo Verão.

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Este é já o terceiro single extraído do EP de estreia homónimo de Mauro Carvalho e João Figueiredo, já disponível para compra e escuta nas plataformas digitais, com o selo da Music For All.

Em Contraste é uma banda musical de kizombas/baladas composta por dois elementos. Um Angolano, Mauro Carvalho, nascido em Luanda, e um Português, João Figueiredo, nascido em Lisboa.

Como melhores amigos de longa data e jovens que cresceram rodeados de música sempre presente no seu dia-a-dia, fazendo parte dum coro de igreja e tendo diversas aulas de música, decidiram juntar as suas qualidades e diferentes sonoridades e características,

misturando uma vertente mais mexida e gingona, tipicamente africana, com uma vertente mais baladeira e popular ao bom jeito português, formando oficialmente o grupo há cerca de 2 anos quando foram lançadas as primeiras músicas oficiais: "Vai Aquecer" (ainda hoje a mais conhecida) e "Fantasmas do Passado", uma kizomba e uma balada. A kizomba foi então adoptada como estilo predominante do grupo e foram lançadas outras músicas no mesmo registo, "Chacheiro" e "Consciência Pesada".

O grupo tem tido diversas actuações em palco, principalmente no Norte de Portugal (Paços de Ferreira e Porto), para além de Lisboa, de onde são residentes os integrantes. Mais recentemente foram convidados do programa “Bem-Vindos” da RTP África. No final de 2016 editaram o seu EP de estreia homónimo com o selo da Music For All.

O objectivo do grupo é, como diz o nome, "Em Contraste", ser diferente, imprimir algo de genuinamente único nas suas músicas e, sem dúvida, primar pela diferença, ou seja, contrastar.


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publicado por Carlos Gomes às 22:01
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Quinta-feira, 25 de Maio de 2017
“ALL THAT I DO”, O NOVO SINGLE DE ED CURTIS

Ed Curtis, o cantautor chileno com queda para canções desoladoras indie pop/rock revestidas pela atmosfera britpop que marcou os meados da década de 90 em terras de sua majestade, apresenta agora “All That I Do”, canção que repercute as suas influências de projectos como Travis, Oasis ou Coldplay.

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 O novo single é o cartão de visita de “My Own Time”, o álbum de estreia do músico a ser editado brevemente e que será apresentado ao vivo numa digressão ibérica a acontecer já no final do mês de Julho com o apoio da Music For All.

Ed Curtis é um cantautor natural de Santiago do Chile que começou a tocar nos anos 90. Depois de passar por várias bandas enquanto guitarrista e compositor, fixou residência em Berlim de forma a preparar o seu primeiro trabalho a solo numa óptica indie rock/pop maioritariamente influenciada pelo movimento da Britpop de meados da década de 90 e por bandas como Oasis ou Travis.

Em Setembro de 2014 o músico começou a tocar no circuito ao vivo para cantautores nos principais bares de Berlim e de Outubro a Dezembro Ed começou as gravações do seu primeiro EP, “Haunted Feelings”, na Makers Factory de Berlim, trabalho que incluía cinco originais em versões acústicas. O EP foi lançado nas principais lojas online em Fevereiro do ano seguinte.

Depois da experiência em Berlim, o músico regressou à América do Sul, onde se dedicou a escrever novas canções e a preparar material para o seu primeiro álbum na companhia do produtor argentino Hernán De Micheli no Sonorico Studio, em Buenos Aires. Da parceria criativa de três meses naceu em Setembro de 2015 um segundo EP, “Watching You Go”.

Actualmente Ed Curtis reside em Buenos Aires, tendo concluído os trabalhos do seu segundo álbum, “My Own Time”, com o apoio da Music For All, com a qual virá também em digressão a Portugal e Espanha no próximo mês de Julho.


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publicado por Carlos Gomes às 20:47
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Quarta-feira, 24 de Maio de 2017
ALMIR CHIARATTI POR UM “TRIZ”

Almir Chiaratti já não é um completo estranho para os portugueses. Deu-se a conhecer com “É o Fim”, naquilo que viria a ser apenas o início de uma relação que se pretende estreita e sólida. O próximo passo é dado ao som de “Triz”, elaborada prosa de desamor construída sob um intrincado arranjo de cordas que se mescla com teclados, guitarra e percussão.

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Com produção de Eugenio Dale (Ney Matogrosso, Sergio Mendes), este é então o cartão de visita do sucessor de  “Bastidores do Sorriso”, aguardado ainda este ano. Para Julho próximo é esperada a visita do músico brasileiro ao nosso país, com o condão da Music For All.

Almir Chiaratti é um cantor, compositor e multi-instrumentista radicado no Rio de Janeiro nascido no distinto ano de 1988 no Rio Grande do Sul. Desde que se conhece que a música faz parte da sua vida, tendo crescido ao som dos clássicos do rock da década de 70 e do movimento cultural brasileiro que ficou para sempre conhecido como Tropicália.

A sua estreia no exigente mundo da música deu-se em 2015, quando editou o álbum “Bastidores do Sorriso”. Com influências da Música Popular Brasileira (MPB), mas também do rock psicadélico tão característico dos Mutantes, este trabalho registou a sua entrada no mundo adulto e os desafios, dúvidas, problemas e escolhas inerentes a esta fase tão importante da nossa existência.

Em parceria com o cineasta Pedro Freitas concebeu, realizou e filmou o videoclip do primeiro single do disco, “Teu Caminho”. Posteriormente participou em inúmeros festivais e competições, brasileiras e internacionais, tendo inclusivamente vencido o prémio de Melhor Videoclip Internacional no Urban Media Makers Film Festival, em Atlanta (EUA) e sendo escolhido como Melhor Videoclip pelo site DailyMotion no festival Rio Web Fest. Nota ainda para a presença do disco na lista Melhores Discos Brasileiros de 2015, do reputado site brasileiro Tenho Mais Discos Que Amigos.

Almir define este seu primeiro registo discográfico, onde as referências e influências musicais pululam de tema em tema, de forma simples: “As canções transitam por esses sentimentos, por trás do sorriso que envergamos para tocar a vida todos os dias. Acho que isso fica claro no título do disco: o que se passa nos bastidores do sorriso, nos bastidores da dor? Há músicas mais intimistas com temas existencialistas. Mas também há temas sobre amor, seja ele correspondido ou não. Tudo isto se encontra embebido em poesia, ironia e algumas gotas de sarcasmo.”

Almir Chiaratti pode ter a profundidade dos grandes músicos de outrora mas tem na alma a modernidade do presente. Conhecedor da capacidade agregadora da internet, e das comunidades online, recorreu a uma campanha de financiamento colectivo. O objectivo foi alcançado e assim aconteceu o concerto de lançamento do álbum. Seis meses depois Almir surpreende tudo e todos e graças a uma parceria com Luiz Felipe Netto e Luiz Tornaghi é lançado digitalmente o EP “Bastidores ao Vivo”. Este registo sonoro do concerto de apresentação foi mixado por Netto e masterizado por Tornaghi, dando origem a um produto final arrebatador. Este álbum conheceria ainda um segundo single, “Navegantes de Noé”, também ele com direito a videoclip, neste caso realizado pelo próprio em parceria com a Jaé Filmes

Mas o percurso artístico de Almir não se fica por aqui! Aventurou-se na função de produtor ao acompanhar todo o processo do EP de estreia do cantor, e compositor, Diego Marques, com quem já havia trabalhado anteriormente. E passou também pelos palcos, ao assinar a produção do musical do espectáculo de dança “Cheiro de Manga”, em parceria com a bailarina Laura de Castro, composto por Eduardo Rezende.

A recta final de 2016, e a conturbada realidade política do Brasil, motivou e influenciou Almir, surgindo assim o tema “Terceiro Turno” (com a participação de Felipe Pacheco da banda Baleia, no violino, e do regente Vitor Damiani). A produção daquele que será o seu segundo trabalho de originais está a cargo de Eugenio Dale (reputado profissional que trabalhou anteriormente com Ney Matogrosso e Sergio Mendes).

Para 2017 aguardam-no novos desafios e um caminho nunca antes percorrido: uma digressão em Portugal e a edição do sucessor de “Bastidores do Sorriso”.


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publicado por Carlos Gomes às 15:15
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Terça-feira, 23 de Maio de 2017
BIKE E A ESTREIA PSICADÉLICA EM PORTUGAL

Fiéis representantes do rock psicadélico o quarteto brasileiro BIKE segue as pisadas de nomes do calibre de Pink Floyd, Greatful Dead ou os contemporâneos Tame Impala e Pond. E perante um cartão-de-visita deste calibre é impossível resistir aos apelos da digressão ibérica que, sob o selo da Music For All, muito em breve trará pela primeira vez os BIKE à Europa.

BIKE_Flyer Tour Portugal

Em Portugal passarão pelo Stairway Club, em Cascais (07/06), pela TOCA, em Braga (08/06), pelo Texas Bar, em Leiria (09/06) e pelo Espaço A, em Freamunde (10/06) apresentando as canções de “Em Busca da Viagem Eterna”, disco do qual já foi extraído o poderoso single “Enigma dos Doze Sapos”.

A digressão compreende as seguintes datas: 
07.06 | Stairway Club, Cascais, 22h, €5
08.06 | TOCA, Braga 22h30, €3
09.06 | Texas Bar, Leiria, 23h30, €4
10.06 | Espaço A, Freamunde 23h00, €3

O projeto de Julito Cavalcante é fruto das suas experiências com alucinógenicos e contém referências a Dr. Albert Hoffman - que criou o LSD em Abril de 1943 e deu uma volta de bicicleta ao tomar a primeira grande dose - da cosmologia de Carl Sagan e das teorias dos Deuses Astronautas de Erich von Daniken.

A Cavalcante (guitarra e voz) juntam-se Diego Xavier (guitarra e voz), Daniel Fumega (bateria e voz) e Rafa Bulleto (baixo e voz), para uma mescla sonora que nos remete a Pink Floyd, Grateful Dead ou Walter Franco. 

O álbum “1943”, lançado em 2015, assinalou a estreia do quarteto, tendo sido produzido por Julito e masterizado pelo conceituado Rob Grant, que já deixou a sua marca em trabalhos de Tame Impala, Pond, Death Cab for Cutie ou Melody’s Echo Chamber. O disco seria uma dos mais celebrados nesse ano pela imprensa especializada, tendo recebido louvores de publicações como a Noisey (Vice), Rolling Stone, Estado de S. Paulo ou Tenho Mais Discos Que Amigos, que o incluíram nas listas de melhores álbuns do ano.

No final de 2015 fecharam um acordo de representação internacional pela 30th Century Records de Danger Mouse - cabeça pensante dos Gnarls Barkley ou Broken Bells - e em 2017 chegam a Portugal com o selo da Music For All, através da qual embarcarão numa digressão ibérica já no mês de Junho, com paragem incluída no Warm Up do Primavera Sound em Barcelona, já com as canções do novo disco “Em Busca da Viagem Eterna” na bagagem.

Citações de imprensa sobre os BIKE:

“O som lisérgico de há 50 anos atrás voltou a fazer rodar cabeças no Brasil e no Mundo graças a bandas como Bike e Tame Impala”, Rolling Stone Brasil

“Com guitarras que recpaturam os anos 60, melodias repletas de psicadelismo e letras que aparentemente são o resultado de uma viagem lisérgica, a canção “1943” abre o disco com uma energia cósmica que não nos abandonará até ao último segundo. Dêem-lhe uma audição e boa viagem”, Beehype

“Como uma verdadeira experiência lisérgica, cada verso ou ruído dissolvido pela obra transporta o espectador para um mundo de sons, cores e emanações cósmicas. Arranjos e letras que mudam de direção a todo o instante, crescendo e diminuindo, como se reações típicas do consumo de LSD fossem transformadas em música”, Miojo Indie


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publicado por Carlos Gomes às 19:26
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BLESS THE MESS EDITAM E APRESENTAM EP DE ESTREIA ESTA SEMANA

Primeiro surgiu “Never Too Old”, o single que apresentou os Bless The Mess ao mundo. Recentemente fomos apresentados a “Dawn”, segundo tema extraído do EP de estreia. E agora, finalmente, temos acesso total a “Low Blow”, EP Digital composto por cinco faixas, disponível no iTunes, na Amazon, no Google Play e na The Store.

Bless the Mess_Low Blow

Mas as novidades, felizmente, não ficam por aqui! Já no próximo dia 27, Sábado, a banda portuguesa vai subir ao palco do EKA Palace, em Lisboa, para apresentar ao vivo o EP que hoje editam. Tudo começa pelas 21h30 e os bilhetes têm o preço único de 5€. Esta é mais uma das apostas nacionais da Music For All.

Os Bless the Mess são um quarteto de rock lisboeta formado por Tiago Cabral (voz e teclas), Miguel Pimenta (guitarra), Alex Silva (baixo) e Jorge Varandas (bateria), que recolhe influências provenientes de géneros como o classic e hard rock e do metal.

Formados em 2013, nos tempos de escola, passaram por uma mudança de alinhamento no momento de gravação do seu primeiro EP, com a saída de um dos guitarristas, sendo que desde então compuseram de novo as suas fileiras e ganharam calo ao vivo ao tocar em eventos como o Rock ‘n’ Roll Fucking Fest na República da Música ou em espaços como o Tokyo Lisboa.

Prosseguindo na rota ascendente e evolutiva que têm traçado, em 2017 assinam com a Music For All, através da qual já editaram dois singles, “Never Too Old” e “Dawn”. Por sua vez “Low Blow” chega agora às principais lojas digitais.


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publicado por Carlos Gomes às 16:30
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Segunda-feira, 22 de Maio de 2017
PATRÍCIA CANDOSO LANÇA 3º SINGLE, “EM BRUTO”

Foi há cerca de um ano que começou o lento mas consistente despertar de Patrícia Candoso para a reactivação do seu percurso musical.

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O tiro de partida foi dado ao som de “Ready For It”, pop electrónica que atestava o amadurecimento da sua intérprete, e o ano não acabaria sem o anúncio de um 2º single, “Só Sei Que Nada Sei”. Com a aurora de 2017 chegou, por fim, “Frenética”, o terceiro álbum de estúdio de Patrícia, editado com o selo da Music In My Soul.

Depois de algumas apresentações ao vivo, é agora tempo de conhecermos “Em Bruto”, balada-âncora que serve de 3º single do registo e que, à semelhança do restante álbum foi produzido por Mikkel Solnado. O tema chega-nos ilustrado por um vídeo com realização de Luciano Sazo.

“Frenética” já se encontra disponível em edição digital, em plataformas como o iTunes, MEO Music, Spotify ou Google Play e em edição física nos locais habituais.

Patrícia Candoso, cantora e atriz de 34 anos, é licenciada em Ciências da Comunicação e fez formação de música e teatro.

A sua carreira começou ao interpretar “Catarina” na telenovela da TVI, “Sonhos Traídos”, em 2001. Depois disso integrou a primeira temporada da famosa série juvenil “Morangos com Açúcar”, onde começou a cantar, tendo acabado por lançar dois álbuns – “O Outro Lado” (2004) e “Só Um Olhar” (2006) - que contêm vários sucessos. A partir daí, Patrícia nunca mais parou e tem trabalhado continuamente em televisão, teatro, cinema, publicidade e música.

Apesar do gosto pela área da comunicação e do jornalismo, os convites e o talento têm falado mais alto, e foi este o rumo que Patrícia escolheu dar à sua vida. “Mundo Meu”, “Casos da Vida”, “Um Lugar Para Viver” e “Louco Amor” são exemplos de projetos que marcaram o seu percurso.

Atualmente concentra as suas forças no regresso à música, tendo produzido “Frenética”, o seu terceiro álbum de estúdio, na companhia do cantor, compositor e produtor Mikkel Solnado, lançado na aurora de 2017 com o selo da Music In My Soul. 


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publicado por Carlos Gomes às 21:51
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DEVONTS ESTREIAM-SE AO SABOR DE “RENOVAÇÃO”

A mais recente aposta da Music For All é oriunda de São Paulo, dá pelo nome de Devonts e é uma proposta refrescante para este início de verão. Pedro Rui Von e Denis Cruz apresentam-se aos portugueses com “Renovação”, faixa-título do EP de estreia, de 2014.

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Os Devonts são folk tradicional. São os elementos que tornam a pop viciante. São ritmos e influências do Brasil. São letras reflexivas, que questionam e abordam temas complexos de forma descontraída. 2017 é o ano que marca a aposta do duo em Portugal, estando previstas muitas novidades!

Pedro Rui Von e Denis Cruz são a cara, o corpo e a voz dos Devonts. Estes cantores e compositores brasileiros são da cidade de Bragança Paulista, no interior de São Paulo, e a eles devemos um dos casos mais singulares da cena musical indie brasileira. Inspirados por talentos como Simon & Garfunkel, Bob Dylan, Mumford & Sons ou Sá & Guarabyra decidem aventurar-se e criarem eles próprios o seu projeto musical.

Deram-lhe o nome de Devonts e, com o passar do tempo e o avolumar dos ensaios e experiências, acabaram por desenvolver uma sonoridade própria. Por entre hábeis jogos de vozes, guitarras e vários elementos de percussão eram criadas músicas e letras que marcariam a fase inicial do projeto.

A estreia oficial aconteceu em 2014 com o lançamento do EP “Renovação”. Recentemente lançaram um novo EP (“Veias Abertas”, 2016) inspirado na obra “As Veias Abertas da América Latina”, do escritor uruguaio Eduardo Galeano. Aqui podemos encontrar temas fortes, como a violência urbana e as desigualdades crescentes da nossa era, e uma sonoridade flutuante que ora pisca o olho ao folk norte-americano, ora pisca o olho aos ritmos e influências brasileiras. É nesta dualidade, polvilhada por uma fina ironia, que encontramos o single “Impressão Sua”, tema vencedor na categoria de “Melhor Letra” do 1º Festival de MPB de Atibaia (São Paulo), ainda em 2015.

Daí para cá nunca mais pararam. Deram concertos. Participaram em eventos importantes da agenda cultural brasileira, como a Virada Cultural Paulista ou o SESC-SP. Animaram multidões. Provocaram sorrisos e libertaram almas aprisionadas pelo espartilho da existência.

Espalharam a cultura brasileira pelo mundo através da sua dimensão online.

A cena musical independente brasileira fervilha e os Devonts são um daqueles projetos que todo o amante de boa música tem de conhecer!


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publicado por Carlos Gomes às 20:41
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Sábado, 20 de Maio de 2017
O SEGREDO SEGUNDO LUCIANA ARAÚJO

Depois de um primeiro contato com o público português pela graça e encanto de “Mais”, é tempo de conhecermos “É Segredo”, o inebriante novo single de Luciana Araújo, perfumado pelas melhores heranças da Música Popular Brasileira (MPB), em que assistimos a um inusitado encontro da sanfona com elementos do samba.

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Alusivo à vontade de mudança do ser humano e aos seus inconfessáveis desejos, “É Segredo” é já o segundo single extraído de “Essências”, o disco de estreia da cantora e compositora luso-brasileira que se espraia em territórios da MPB com um leve toque jazzístico pela excelência dos arranjos, e que chegou neste início de ano ao mercado português com o selo da Music For All.

Luciana Araújo nasceu em Fortaleza, Ceará, mas possui também nacionalidade portuguesa, um traço característico de que se orgulha bastante. Iniciou o seu percurso artístico aos 14 anos de idade, actuando nos principais espaços e eventos da cidade onde nasceu, Fortaleza, tendo desde cedo como principais influências nomes como Elis Regina, Tom Jobim, Marisa Monte, Djavan e Maria Bethânia.

Luciana sempre procurou estudar técnicas vocais, e por isso iniciou cedo as aulas de canto. De há dois anos para cá tem tido aulas de piano para ajudar a compor as suas músicas e de forma a conseguir estabelecer uma melhor comunicação com os músicos.

No seu percurso académico contam-se uma Licenciatura em Comunicação Social (Publicidade e Propaganda), uma Pós-Graduação em Integrated Brand Management e um MBA em Marketing Digital, assim como o total domínio de três línguas (Inglês, Italiano e Espanhol) e conhecimentos básicos de mandarim.

Mas voltemos ao seu percurso no mundo da música. De entre as dezenas de participações nas principais televisões brasileiras, como a TV Record e a Rede Globo, Luciana Araújo participou no reputado e influente “Domingão do Faustão” (Rede Globo), num concurso de Novos Talentos, onde concorreu com mais de 30 mil cantores e ficou entre os treze finalistas.

A sua estreia na televisão portuguesa aconteceu quando se apresentou ao vivo no programa “SIC 10 Horas” e, posteriormente, num programa especial de Natal, ambos da cadeira televisiva SIC. Já Luciana Araújo residia em Portugal quando a banda Per7ume lhe endereça um convite irrecusável: ser uma das vozes do tema “(Assim) Azul”, numa participação especial com a banda nortenha.  

A televisão volta a cruzar-se no seu percurso por intermédio da TV Record Internacional e de um convite surpreendente: tornar-se apresentadora! Em dois anos Luciana apresentou mais de 600 programas ao vivo, divididos entre “Quem Quer Dinheiro” e “GRP”.

Estávamos em 2012 quando Luciana decidiu dar o passo que lhe faltava: gravar o seu primeiro disco! Movendo-se na sonoridade MPB e tendo Bruno Cardozo como produtor (ele que colaborou com nomes do calibre de Rita Lee e Gal Costa), este é um álbum que fica marcado pela participação de conceituados músicos brasileiros e pelas duas versões de músicas bem conhecidas do público português (“Fácil de Entender”, dos The Gift, e “Porto Sentido”, dos incomparáveis Rui Veloso e Carlos Tê). A presença portuguesa no disco faz-se também sentir pelos cenários que ilustram as fotos do booklet.

“Essências” chegou ao público brasileiro em 2014, em formato físico e digital, e ao público português no início de 2017. Depois de conquistar o Brasil, finalmente chegou a hora de Luciana Araújo arrebatar o público lusitano!  


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publicado por Carlos Gomes às 08:43
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Sexta-feira, 19 de Maio de 2017
LUIZ CARACOL ATUA NO CINEMA SÃO JORGE EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 21:11
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Quinta-feira, 18 de Maio de 2017
O MOVIMENTO PERPÉTUO DOS CRYING LOBSTER

Depois de um tempestuoso cartão de visita concretizado em “Starry Night”, é tempo de desacelerarmos o compasso no denso “Perpetual Motion”, possante exemplar de stoner rock que atesta bem as potencialidades do quarteto formado por Duarte Inácio, João Costa, Rafael Burguete e João Henriques.

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Este é já a segunda amostra do EP de estreia homónimo dos Crying Lobster, a ser editado em Junho próximo com o selo da Music For All.

No início havia o nada. E do nada surgiu a Lagosta. Das suas lágrimas floresceu o Universo, dando assim início a uma jornada tão longa quanto a mais antiga das estrelas. Crying Lobster não é um mero projecto musical.

É uma irmandade composta sob a égide da criatividade musical e da diversidade sonora dos seus quatro elementos.

Duarte Cadete Inácio (voz), João Costa (guitarra), Rafael Burguete (bateria) e João Henriques (baixo) são os protagonistas desta aventura maior do que a vida. Navegando nas profícuas águas do rock, jazz, funk, stoner e punk preparam-se, finalmente, para editar o EP de estreia.

Depois de antecedido por dois singles – “Starry Night” e “Perpetual Motion” – o EP de estreia homónimo dos Crying Lobster chega por fim em Junho com o selo da Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 15:10
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LISBOA RECEBE OS MELHORES CAVALEIROS NACIONAIS E INTERNACIONAIS

O Hipódromo do Campo Grande vai receber, de 25 a 28 de Maio, o 97º Concurso de Saltos Internacional Oficial de Lisboa (CSIO de Lisboa) e conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa.

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Este é o mais antigo concurso no mundo realizado no mesmo local e contará com a presença de dezenas de cavaleiros de mais de 15 nacionalidades. O CSIO de Lisboa que é uma referência no calendário equestre internacional e no calendário turístico da capital portuguesa, terá como Chefe de Pista o Internacional português Bernardo Costa Cabral, um dos técnicos mais credenciados no mundo, tendo já feito parte de duas Olimpíadas, etapas da Taça do Mundo, bem como Campeonatos da Europa.


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publicado por Carlos Gomes às 14:20
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Terça-feira, 16 de Maio de 2017
DANIEL LIMA E A TENACIDADE FÉRREA DE “NO MORE”

É tempo de colocar todas as cartas na mesa, terminar com o chorrilho de dúvidas e inquietações e procurar um novo rumo - quem o diz é Daniel Lima, munido de uma tenacidade de ferro em “No More”, o seu mais recente single.

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Aquele que serve de terceiro cartão-de-visita extraído de “Inside My Dreams”, o registo de estreia, traz ao de cima as influências mais elétricas do músico de Minas Gerais, que encontram comparação em projetos como Pearl Jam, Audioslave ou Counting Crows.

Daniel Lima nasceu em Belo Horizonte, capital do estado de Minas Gerais, no Brasil, conhecido pela sua entusiasmante vida noturna, pelos bares e o circuito de música ao vivo.

O seu percurso enquanto músico profissional começou em 1994, tendo desde então tocado e andado em digressão com inúmeras bandas, enfrentando os habituais altos e baixos de alguém que tenta fazer da música a sua forma de estar na vida.

Entre as suas conquistas contam-se a inclusão de uma canção sua numa novela de um dos maiores canais de televisão do Brasil, a sua participação no maior talk-show brasileiro, o lançamento de um disco e consequente digressão pela Europa.

Em 2009 Daniel Lima decidiu mudar-se para Nova Iorque, onde se licenciou enquanto engenheiro de som e produtor musical. Pela mesma altura começou a escrever canções que figurariam num primeiro EP enquanto artista a solo, que viria a ser lançado apenas em 2014. De curta coleção de canções, o registo passou a longa-duração graças à frutuosa parceria com o engenheiro/produtor Iain Fraser, da qual nasceu “Inside My Dreams”, álbum que chegou à Europa em junho de 2016 com o selo da Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 18:51
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PAULO BASTOS REGRESSA COM “O QUE É QUE HOUVE?”

Numa era onde nada se inventa e tudo se transforma, “O Que é Que Houve?”, o novo single de Paulo Bastos, é um bom exemplo de como a modernidade pode ajudar a trilhar novos caminhos para as raízes e sonoridades portuguesas.

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O segundo single do álbum “Desafio” é a combinação perfeita dos pequenos mistérios do nosso quotidiano com romantismo, encanto e uma letra onde abundam as questões e escasseiam as respostas. A tudo isto somemos uma dose de puro rock, o dedilhar único do cavaquinho e um ritmo frenético bastante familiar e está criada a receita para a mais recente aposta da Music For All

Paulo Bastos faz jus ao ditado popular “De pequenino é que se torce o pepino”. É que se os seus dotes na cozinha são um mistério, já o seu talento para a música é sobejamente conhecido desde tenra idade.

Contava apenas com nove anos de vida quando iniciou a sua atividade musical e um ano depois já se tinha iniciado no estudo da guitarra, começando aí a trilhar um percurso que se adivinhada pródigo em sucessos e conquistas.

A sua estreia como solista de orquestra aconteceu tinha Paulo apenas vinte anos. O concerto para guitarra clássica e orquestra de Vivaldi em Ré M, com a Filarmónica das Beiras, no Teatro Aveirense, tornar-se-ia na primeira de muitas vezes em que dominaria por completo o palco e arrebataria o coração, e o espírito, do público presente!

Do seu extenso e completo percurso fazem parte o curso de guitarra clássica do Conservatório de Música de Coimbra e, posteriormente, o complemento no Conversatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian, onde terminou o 8º Grau/Ano; a Licenciatura em Engenharia Eletrónica e Telecomunicações, na Universidade de Aveiro; a Licenciatura em Ensino de Música na vertente de Guitarra Clássica, também em Aveiro; mais de uma dezena de cursos de aperfeiçoamento de Guitarra Clássica, muitos deles orientados por professores de renome internacional; diversos workshops de Jazz com profissionais, de reconhecido talento, das mais variadas nacionalidades.

Paralelamente dedicou-se, ainda que de forma autodidata, ao estudo de instrumentos tradicionais portugueses, como o Cavaquinho, a Gaita-de-Foles e a Guitarra Portuguesa, por exemplo, enriquecendo ainda mais o seu já de si extenso léxico de sonoridades.

Entre as diversas vezes que subiu a palco destaca a partilha de momentos únicos com nomes da música internacional como Siri Svegler, Stee Downes ou Hubert Tubbs.

Os seus espetáculos a solo incluem uma vertente tradicional, nas influências, sonoridades e instrumentos que o acompanham, e outra mais contemporânea e que se liga de forma directa à world music e às danças do mundo. É por entre temas originais, e alguns da música tradicional portuguesa, que Paulo Bastos percorre Portugal de lés-a-lés.

Em 2015 Paulo Bastos dá um passo crucial na sua carreira – avança para a composição, e gravação, do seu primeiro álbum a solo. “Desafio” é uma junção perfeita do cancioneiro popular com músicas originais, sendo ainda possível encontrar sonoridades pop/rock facilmente reconhecíveis, mas com uma roupagem completamente inesperada. Aqui o tom é meio de convite, meio de provocação, num misto de emoções e sentimentos que arrebatam todos os que partilham o gosto por esta arte a que chamamos de música.

Atualmente Paulo Bastos frequenta o Mestrado em Cavaquinho Português na vertente de Performance, na Universidade de Aveiro. De notar que este Mestrado é o primeiro, e único, a nível nacional, dedicado apenas e só a este instrumento, sendo completamente inovador por permitir desbravar caminho na vertente da investigação académica.

Este é um passo importante que vai permitir ao instrumento evoluir bastante e que valoriza de forma incontornável a cultura e tradição portuguesa.


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publicado por Carlos Gomes às 00:27
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Sexta-feira, 12 de Maio de 2017
“ISTO NÃO É ROCK”, O CALMANTE SONORO DE RAFAEL LAPA

Perante o constante caos em que habitamos pode tornar-se difícil respirar fundo e parar, nem que seja por breves instantes. Rafael Lapa dá o seu precioso contributo com “Isto Não É Rock”, autêntico calmamente sonoro revestido de pop experimental.

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Com este novo single Rafael Lapa demonstra uma vez mais que é figura de proa entre os mais hábeis representantes da música alternativa nacional. Através do selo da Music For All já editou o seu disco de estreia, “Nem Tudo É Real”, assim como o single de apresentação sob o mesmo título.

Viseu é não só a segunda maior cidade da zona Centro, logo atrás de Coimbra, como também a capital do respectivo Distrito. Entre os seus filhos mais ilustres contam-se homens e mulheres das mais variadas áreas, sendo que, a partir de agora, esse leque de personalidades está prestes a aumentar. É que por entre a adesão de oficial de Portugal à então CEE e o escândalo do Mundial do México’86 nasceu Rafael Lapa.

Desde cedo que a música o fascinou, acalentando secretamente o desejo de também ele, um dia, pisar os palcos e cantar perante multidões. Aos seis anos dá um pequeno grande passo rumo ao seu objectivo quando inicia o seu percurso no conservatório. A música ocupou sempre uma grande parte da sua vida, dividindo a infância e juventude entre o piano clássico e a guitarra Jazz.

Ao longo dos últimos anos colaborou com várias bandas e projectos, tendo subido inúmeras vezes a palco para acompanhar talentosos amigos e colegas de profissão um pouco por todo o país.

Aos 30 anos de idade surge finalmente a sua primeira aventura a solo: “Nem Tudo É Real” é o título do seu disco de estreia, sendo de esperar um conjunto de temas onde a forte mensagem combina na perfeição com melodias cuidadas e relaxantes, num autêntico cruzamento de influências pop, jazz e experimental, onde a língua portuguesa é a força motriz.

A edição é da responsabilidade da Music For All, selo que tem no seu catálogo alguns dos mais promissores projectos nacionais e internacionais da actualidade!


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publicado por Carlos Gomes às 11:36
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Quinta-feira, 11 de Maio de 2017
“HOLD ON”, PEDRO NASCENTE COMO NUNCA ANTES O OUVIMOS

Pedro Nascente não pára de surpreender. Primeiro edita um EP de estreia, “A Princesa”, com uma maturidade rara e invejável. Agora desbrava rotas nunca antes por si navegadas em “Hold On”, poderosa balada de arrependimento e paixão, cantada integralmente em inglês, tal como o álbum que se prepara para editar, “Back To The Start”.

 

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Com a alma do rock, os instrumentos do folk, influências do country e a letra digna de uma música pop este é um tema que simultaneamente nos acalma e inquieta, levando-nos a percorrer experiências passadas. 

Pedro Nascente é um orgulhoso filho do distinto ano de 1997, tendo nascido em Porto Alegre, no Brasil. Transmite o seu talento através da música, caminhando nas estradas do Folk/Rock, do Blues e do Country.

O seu percurso no mundo da música teve início em 2015 quando se aventura no lançamento do seu primeiro disco. A gravação e produção decorreu na sua própria habitação, local onde desde 2013 criava faixas sob o pseudónimo Peter Frost. Com o título “Old Lagoon” as 14 faixas cantadas em inglês foram distribuídas física e digitalmente.

Até que, subitamente, a actualidade política e social atraíram Pedro para marés nunca antes navegadas: cantar em língua portuguesa. Esses polémicos acontecimentos foram conjugados com o avançado grau dos estudos de Pedro Nascente na área de Produção Fonográfica, o que o levar a sonhar mais alto e a dar o passo seguinte: a gravação e produção profissional dos seus próprios temas. Entre novas versões de temas antigos e outros criados de raiz nessa mesma altura surgiu o álbum “Delírios Sob A Noite Sem Cor” – um disco pessoal e intenso onde o Brasil, e os brasileiros, são o(s) protagonista(s) ao longo de 11 temas folk gravados em apenas três meses.

No final de 2015 realizou-se não só ao lançamento do disco como também as primeiras apresentações ao vivo. Com a chegada de 2016 surgiu um novo desafio: uma residência mensal no espaço Olé Armazém Mexicano, desta vez em parceria com Franco Bittencourt. A dupla levou a cabo o espectáculo “Delírios, Folk e Rock” com reportório do próprio Nascente e reinterpretações de grandes clássicos intemporais do folk, rock, blues e country.

O Verão de 2016 marca uma nova fase na carreira de Pedro Nascente: muniu-se de Gabriel Ost e de Roger Drumm e formou a sua nova banda de apoio, os Lençóis Freáticos, cabendo ao primeiro a bateria e ao segundo o contrabaixo e as vozes, assumindo ele próprio a voz, a guitarra e a boa e velha harmónica.

Uma nova sessão de gravação e produção, conduzidas uma vez mais pelo próprio, viu nascer o EP “A Princesa”, que chegou a Portugal através da chancela da Music For All. Num registo algo distante daquele com que se estreou em 2015 surgiram cinco temas de folk/rock psicadélico onde a guitarra marcou o compasso e as letras acutilantes captaram toda a nossa atenção.

Conhecido pelo seu arrojo, Pedro Nascente surpreende novamente tudo e todos apostando por completo na língua inglesa no seu próximo registo discográfico. “Hold On” é, assim, o primeiro avanço de “Back To The Start”, álbum onde a sua língua materna não teve lugar mas onde não falta o folk/rock que ostenta como a sua maior imagem de marca.


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publicado por Carlos Gomes às 19:22
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Quarta-feira, 10 de Maio de 2017
O “RECADO” DE CAMILA BRASIL, COM AMOR

Camila é o seu nome e o Brasil tanto a nação como o apelido que transporta. Autora de uma voz acetinada e munida de melodias inesperadas e letras tão repletas de contradições como ela mesma, Camila Brasil chega até nós pela graça e encanto de “Recado”, carta de amor aberta a um outro alguém que não retribui do mesmo modo todo o afeto que recebe.

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A agridoce mas infalível canção é o cartão de visita de “Crua”, o mais recente projeto discográfico da jovem de São Paulo, que conjuga sonoridades pop, MPB e world music, a ser apresentado ao público português já no mês de Julho numa mini-digressão nacional com o apoio da Music For All.

Camila Brasil, natural de São Paulo, nasceu a 11 de Novembro de 1992. As suas primeiras influências musicais manifestaram-se aos 13 de idade, ao ter contato simbólico e afetivo com o primeiro violão que recebeu como presente de aniversário. A partir daí esse elemento tornou-se essencial na sua vida, já que a paixão pela música iniciou-se muito antes, quando

em brincadeira com a irmã cantava e tocava instrumentos imaginários.

Aos 14 anos, Camila descobre-se enquanto compositora. As suas primeiras letras transmitiam o anseio de uma rapariga movida por um manifesto íntimo e singular, tendo o senso de liberdade como principal norteador. A introdução à prática musical chegaria na adolescência, proporcionando-lhe a aptidão para criar as suas próprias canções.

No ano de 2010 inicia a sua trajetória nos movimentos culturais da zona sul de São Paulo, tendo a sua primeira atuação ocorrido no evento Panelafro, coordenado e idealizado pelo Grupo Cultural Afro Brasileiro Espírito de Zumbi. Dali em diante, Camila Brasil começou a circular pelos diversos movimentos da periferia, dialogando com artistas de diversas linguagens, podendo compartilhar os seus processos de forma autónoma, descobrindo outras influências e integrando-se numa rede sólida de colaboração artística e cultural.

Em 2015 lança o seu primeiro EP homónimo, que lhe proporciona diversos trabalhos como: Virada Cultural 2015, a rede SESC, participações em programas de televisão como “Talentos” com Heródoto Barbeiro (Record News) ou “Caixa de Som” (TV São Judas) e destaque em algumas rádios: o tema “Mistério e Calor” foi transmitido na rádio USP FM (Programa Sons do Brasil), enquanto a faixa “Ferrugem” foi partilhada numa das páginas web mais importantes do cenário musical atual.

Após ter sido selecionada como uma das “Apostas para 2016” pela plataforma de streaming Deezer, Camila não mais parou: lançou dois singles – “Dia Útil” e “Retrato” – ambos com grande repercussão por entre o público e comunicação social, teve a oportunidade de abrir um concerto para Maria Gadú no Teatro Nair Belo e também de dividir o palco com Nação Zumbi e Gaby Amarantos na Virada Cultural de São Paulo. A Feira SIM São Paulo, Sofar Sounds, The Guitar Project ou Sônica de Garagem foram outros eventos em que participou desde então.

Mais do que uma artista completa, Camila Brasil é um manifesto pela hegemonia do coração sobre a razão. A sua voz e as suas letras transmitem uma força jovem, emanada por uma beleza e um senso idealista livre, sem estar presa a conceitos e propostas formatadas. O seu experimentalismo e ousadia chegam agora até nós pela mão da Music For All, com quem andará em digressão já no mês de Julho, para apresentar o seu mais recente trabalho de originais, “Crua”.


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publicado por Carlos Gomes às 20:33
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NEWSONIC E A ÂNSIA URGENTE DE “NOVOS RUMOS”

Abram alas para os Newsonic, quinteto brasileiro de rock alternativo que se estreia entre nós com a urgente necessidade de mudança expressa em “Novos Rumos”, poderoso cartão-de-visita mergulhado na melhor influência de contemporâneos como Alter Bridge, Three Days Grace ou Stone Sour.

Newsonic_promo.jpg

O tema, extraído do seu álbum de estreia com o mesmo nome, dá o mote à digressão portuguesa que a banda realizará já no próximo mês de Setembro com o apoio da Music For All.

Nascidos em 2011, os Newsonic são oriundos da localidade de São Gonçalo (Rio de Janeiro) e constituídos por Anderson Khross (voz e teclados), Erik Cholodovski (guitarras), Lucas Freitas (guitarras), Flávio Almeida (contrabaixo) e André Almeida (bateria), surgindo com a intenção de dar vida a material autoral focado nas mais diversas influências dos seus membros, que passam do rock alternativo à música electrónica, com letras que retratam temas contemporâneos e comuns a todos os indivíduos.

Após um longo período de composição em 2014, a banda lança o seu debute, “Novos Rumos”, de forma totalmente independente. O álbum conta com a produção do conceituado produtor carioca Celo Oliveira e trata-se de um disco conceptual que narra a história de Marco, Alice e dos seus desencontros – um conto de queda e ascensão. O álbum foi apresentado num espetáculo realizado no Saloon 79, no bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro, em Novembro de 2014.

O registo de estreia foi aclamada pela crítica especializada, valendo à banda um contrato com a MS Metal Agency, através do selo Alternative Music Records, responsável por uma série de grupos ligados ao universo do rock.

Paralelamente, os Newsonic realizam ainda trabalho enquanto banda de tributo, apresentando um alinhamento repleto de sucessos de bandas e artistas como: Europe, Survivor, Journey, Whitesnake, Bon Jovi, Guns N’ Roses, Skid Row, Silverchair, Pearl Jam, entre outros.

Em 2016, a banda inicia os trabalhos de composição do seu novo álbum, “V.O.R.A.X.”, que procurará evidenciar a união das mais distintas influências dos seus membros. As canções apresentam um peso maior comparativamente ao disco anterior, além do timbre, melodia, harmonia e ritmo modernos bem trabalhados, sem sacrificar o apelo comercial.

Em 2017 chegam por fim à Europa através do selo da Music For All, que os levará numa digressão portuguesa no mês de Setembro.


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publicado por Carlos Gomes às 20:30
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