Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Segunda-feira, 4 de Setembro de 2017
“SENTIR PORTUGAL” PROMETE REFORÇAR RELAÇÕES ENTRE AS ASTÚRIAS E PORTUGAL

Mostra de produtos regionais, concertos de fado, visitas empresariais e muito mais!

A ADGTCP/ Progestur tem o prazer de dar a conhecer o evento “Sentir Portugal”, iniciativa organizada em parceria com o Ayuntamiento de Oviedo e que conta com o apoio da APADI – (Associação Portugal Astúrias Desenvolvimento e Inovação). Este evento empresarial/institucional, que se realiza de 25 a 29 de Outubro, no Palácio de Congresso de Oviedo, apresenta também uma forte componente cultural e aposta na mostra de produtos turísticos e culturais portugueses, tendo como principal objetivo promover um intercâmbio empresarial, institucional e cultural entre as Astúrias e Portugal.

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“Sentir Portugal”, que este ano terá como tema principal o sector do Turismo e do Agroalimentar, contará com um espaço, inteiramente dedicado a Portugal, onde será feita a promoção e exposição de empresas e produtos portugueses, espetáculos de Fado, apresentação de artistas/obras portugueses (pintura e escultura), encontros empresariais e visitas a unidades de produção e empresas asturianas.

Durante cinco dias será feita uma aposta na promoção das relações entre Portugal e as Astúrias, potencializando oportunidades de negócio, que certamente irão beneficiar todas as partes envolvidas.

Venha “Sentir Portugal” de 25 a 29 de Outubro, em Oviedo!

Conheça toda a programação em www.progestur.net

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publicado por Carlos Gomes às 21:14
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Sábado, 2 de Setembro de 2017
MINHOTOS EM LOURES PISAM AS UVAS AO SOM DA CONCERTINA E RUFAR DO BOMBO

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publicado por Carlos Gomes às 21:58
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Terça-feira, 29 de Agosto de 2017
PAN QUER IMPEDIR “MORTE DO GALO” EM SEIA

PAN quer impedir prática ilegal da “morte do galo”

  • Atividade ocorre nas Festas em louvor do Santíssimo Sacramento, no dia 11 de setembro de 2017 em Várzea de Meruge, concelho de Seia
  • Galo é agredido sucessivamente com um pau até morrer
  • Prática não respeita a legislação nacional nem a regulamentação estabelecida para o abate de animais

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza acaba de denunciar junto do Ministério Público, da Direção Geral e Alimentação e Veterinária (DGAV) e da Câmara Municipal de Seia a “morte do galo” anunciada para as Festas em louvor do Santíssimo Sacramento em Várzea de Meruge, no concelho de Seia, de 8 a 11 de setembro de 2017.

A “morte do galo”, apresentada no programa das festas na qualidade de atividade de entretenimento, ocorrerá a 11 de setembro no recinto da festa, junto à Casa do Povo, local onde um galo é preso perante a assistência ao mesmo tempo que são vendadas as pessoas que se inscrevem para participar no dito “jogo”. Estas pessoas são chamadas uma a uma, tendo na sua posse um pau com o qual é suposto desferirem pauladas sucessivas até que galo morra. O galo é consecutivamente agredido com o pau, agonizando lentamente fruto dos ferimentos, até que alguém finalmente o consiga matar. Quem conseguir por fim matar o galo ganha-o como prémio.

O PAN considera que esta prática é ilegal e não cumpre o disposto no artigo 1.º da Lei n.º 92/95 de Setembro, que refere serem proibidas “todas as violências injustificadas contra animais, considerando-se como tais os atos consistentes em, sem necessidade, se infligir a morte, o sofrimento cruel e prolongado ou graves lesões a um animal”. Também o Código Civil refere que os animais “são seres vivos dotados de sensibilidade e objeto de proteção jurídica em virtude da sua natureza” e que o proprietário de um animal “deve assegurar o seu bem-estar e respeitar as características de cada espécie e observar, no exercício dos seus direitos, as disposições especiais relativas à criação, reprodução, detenção e proteção dos animais e à salvaguarda de espécies em risco, sempre que exigíveis”, sendo que “O direito de propriedade de um animal não abrange a possibilidade de, sem motivo legítimo, infligir dor, sofrimento ou quaisquer outros maus-tratos que resultem em sofrimento injustificado, abandono ou morte.”

O PAN alertou ainda o Ministério Público, a DGAV e a Câmara Municipal para o incumprimento da regulamentação estabelecida para o abate de animais, uma vez que o galo é preso pelas patas e morto à “paulada”.

“Pedimos a intervenção urgente para que se impeça este jogo anacrónico, digno da época medieval, uma prática aterradora e atentatória do bem-estar animal que contraria claramente a legislação aplicável”, refere André Silva, Deputado do PAN.

Esta denúncia vem no seguimento de vários alertas do PAN para atentados ao bem-estar e proteção animal em festas locais durante os meses de verão, nomeadamente o caso da “Queima do Gato” nas festas de Mourão em 2015. Em dezembro de 2016 o PAN apresentou na Assembleia da República um projeto de lei que visa impedir práticas gravemente lesivas da integridade física dos animais, como a “queima do gato” e o tiro ao voo de aves libertadas de cativeiro com o único propósito de servirem de alvo, iniciativa que baixou à especialidade sem votação.



publicado por Carlos Gomes às 10:47
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Sábado, 12 de Agosto de 2017
MINHOTOS EM LOURES PISAM AS UVAS AO SOM DA CONCERTINA E RUFAR DO BOMBO

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publicado por Carlos Gomes às 21:45
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Quinta-feira, 27 de Julho de 2017
LOURES REALIZA FESTA DO VINHO

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Terça-feira, 25 de Julho de 2017
LOURES RECEBE ENCONTRO DE TOCADORES DE CONCERTINA

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Segunda-feira, 24 de Julho de 2017
AMADORA JUNTA TOCADORES DE CONCERTINA

A cidade da Amadora recebeu ontem mais um encontro de tocadores de concertina organizado pelo Rancho Folclórico Alegria do Minho, sediado naquele concelho dos arredores de Lisboa.

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A festa realizou-se na Sede daquele agrupamento folclórico minhoto, no antigo edifício da EPAL, Jardim das Águas Livres, localizado na Freguesia da Mina de Água, e juntou vários grupos de tocadores de concertina. E, assim, à boa maneira minhota, cantaram e dançaram ao ritmo das mais belas rapsódias do nosso folclore porque onde há minhotos há festa: há Alegria do Minho!

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 23:26
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Sexta-feira, 21 de Julho de 2017
LOURES REALIZA FESTA DO VINHO

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Quinta-feira, 13 de Julho de 2017
MINHOTOS EM LOURES DESFOLHAM O MILHO E TOCAM CONCERTINA

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Quarta-feira, 12 de Julho de 2017
MINHOTOS EM LOURES ESMAGAM AS UVAS AO RITMO DO BOMBO E SOM DA CONCERTINA

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Segunda-feira, 10 de Julho de 2017
LOURES VAI TER FESTA DO VINHO

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publicado por Carlos Gomes às 10:36
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Segunda-feira, 3 de Julho de 2017
MUSEU DE LISBOA EXPÕE MÁSCARAS

DE 9 JULHO A 1 OUTUBRO. Do Carnaval à Luta Livre. Máscaras e Devoções Mexicanas. PALÁCIO PIMENTA

Inauguração: sábado, 8 de julho, às 17 horas

Dia 8, às 17 horas, o Museu de Lisboa inaugura exposição com mais de 250 máscaras mexicanas, além de revistas de banda desenhada, vídeos, pósteres e fotografias de lucha libre.

Comissariada por Anthony Shelton e no âmbito da programação Passado e Presente - Lisboa, Capital Ibero-americana de Cultura 2017, traz-nos uma perspetiva alargada sobre o imaginário popular mexicano.

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Nesta exposição dá-se espaço e visibilidade às narrativas que herdam práticas culturais indígenas, com aspetos de cultura popular, revelando visões sobre as histórias das relações entre os impérios europeus e os habitantes das Américas, um dos propósitos da programação Passado e Presente - Lisboa, Capital Ibero-americana de Cultura 2017.

O comissário da exposição é Anthony Shelton, antropólogo de renome e colecionador de máscaras mexicanas, fruto do seu longo trabalho de campo em várias regiões do México. Inclui cerca de 250 máscaras manufaturadas nos séculos XX e XXI de diferentes tipologias, além de filmes, banda desenhada e pósteres, e fotografias de Lourdes Grobet de alguns lutadores e suas famílias.

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No México, as máscaras são um ícone crescentemente visível na identidade mexicana, em festivais religiosos, protestos públicos e na sua forma local de luta livre. Atravessando séculos, as máscaras eram usadas antes da ocupação espanhola, durante o tempo colonial e depois da independência, em diferentes contextos e zonas do México, do Norte ao Sul. Muitas máscaras são resultado dos confrontos entre culturas indígenas, europeias, e africanas, em que podem entrar personagens de mouros, cristãos, apaches, aztecas e espanhóis.

São máscaras de carnaval que representam europeus; máscaras cerimoniais figurativas de tigres, diabos, sereias, serpentes, crocodilos e morcegos, entre outros, bem como personificações de espanhóis, africanos e mouros, que continuam a ser construídas nos dias de hoje, para venda e para uso em festividades diversas que permanecem vivas, do Norte ao Sul do País.

Aspeto particularmente inovador desta exposição é a associação das máscaras mexicanas ao fenómeno nacional da Lucha Libre, a versão mexicana de wrestling cujos lutadores usam máscaras. Combinação de desporto, luta e entretenimento, a luta livre mexicana teve a sua primeira instituição em 1933 e, desde então, não cessou de ser uma manifestação que movimenta massas e dá origem às devoções mais intensas.

Através da documentação associada às máscaras e aos objetos e iconografia da luta livre, como os filmes documentários e as fotografias, ficamos mais próximos dos criadores, construtores e utilizadores de máscaras, assim como dos lutadores e do seu contexto social, sendo que em ambos os grupos é bem patente o modo tão particular como desenvolvem a sua relação com o sobrenatural.

Uma exposição que conta histórias fantásticas do México através de máscaras originais, coloridas e plenas de significado.

Horário: de 9 de julho a 1 de outubro, de terça a domingo, das 10h às 18h (última entrada 17h30)

Entrada: 3€ com descontos disponíveis aqui.

Morada: Museu de Lisboa – Palácio Pimenta, Campo Grande, 245 1700-091 Lisboa

Mesa-redonda, 9 de julho, às 17 horas

Com Anthony Shelton e Nicky Levell.

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Domingo, 2 de Julho de 2017
LOURES REALIZA FESTA DO VINHO

Iniciativa do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho

Os minhotos que residem na região de Lisboa vão no próximo dia 9 de Setembro participar nas vindimas e, após o almoço, na pisa das uvas à moda antiga, ao som da concertina e ao ritmo do bombo. Trata-se de uma organização conjunta do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho e da Quinta das Carrafouchas, situada no concelho de Loures.

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Esta é uma iniciativa inédita no âmbito do regionalismo e da divulgação do folclore na região de Lisboa e está já a despertar enorme curiosidade e interesse sobretudo por parte dos minhotos que ali vivem, mas também das gentes saloias daquela região.

Os participantes vão poder experimentar a sensação única da prensagem da uva com os pés, tal como outrora se fazia em todos os lagares da nossa região. A pisa das uvas constitui uma tradição milenar que se perde nos tempos com vista ao seu esmagamento a fim de dar início ao processo de fermentação.

Com os pés se esmaga as uvas e quebra a casca sem, no entanto, quebrar as sementes, método que sendo mais demorado do que o recurso à prensa, proporciona um maior contacto com a casca e, consequentemente, a possibilidade de extrair mais cor, aromas e sabores, conferindo aos vinhos assim produzidos uma qualidade superior.

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A Quinta das Carrafouchas onde vai ter lugar a Festa do Vinho situada em A-das-Lebres, Freguesia de Santo Antão do Tojal. O solar é um dos exemplares do período Barroco existentes no Concelho de Loures. Foi em 8 de Abril de 1872 comprada ao Marquês de Valada por Joaquim Franco Cannas, permanecendo na família até aos dias de hoje.

Anne de Stoop, na sua obra “Quintas e Palácios dos Arredores de Lisboa”, descreve a Casa e Quinta das Carrafouchas nos seguintes termos:

“Não existe qualquer documento que nos permita retraçar a história da Casa das Carrafouchas, construída no principio do séc. XVIII. Da sua história só reza a estadia de Junot ali. No dia 8 de Abril de 1879, a propriedade é comprada ao Marquês de Valada por Joaquim Franco Cannas, mantendo-se na sua família até ao presente. Ela pertence actualmente a D. Maria Veneranda Cannas Henriques da Silva.

Este solar constitui um belíssimo exemplo da construção que podemos encontrar tanto no Norte como no Sul de Portugal. Neste tipo de casa, construída segundo uma concepção frontal, a fachada desenhada com cuidado desenvolve-se no sentido do comprimento. Os três elementos distintos, constituídos pela capela, a residência e o muro do pátio, fechado por um portal armoriado, são aí integrados num mesmo conjunto. As capelas são em geral pouco postas em evidência durante a primeira metade do século XVIII, ocupando simplesmente a extremidade da fachada. É este o caso, dado que a capela fica mesmo 

subordinada à cornija situada no prolongamento da casa, apenas se distinguindo desta por um pequeno campanário e por um frontão trabalhado. A sua fachada, na qual se inscreve a data de 1714, possui a sobriedade do século anterior, de que é exemplo a parte residencial, pontuada por largas pilastras e pelo alinhamento das janelas de sacadas com uma cornija. O enorme muro, com o seu portal armoriado, que dá acesso ao pátio, é prolongado pelo muro dos anexos.

Muito portuguesa na sua arquitectura, esta casa é-o também pela predominância dada à decoração interior da capela, sobre a da habitação. Dedicado a Nossa Senhora do Monte do Carmo, este local de oração constitui uma verdadeira jóia, onde se encontram, associados à portuguesa, talhas douradas, embutidos de mármore policromos, frescos vermelhos e dourados, e azulejos azuis e brancos. O conjunto é contudo muito homogéneo, graças ao «leitmotiv» bidimensional mas muito dinâmico, formado pelos enrolamentos e volutas de folhagem. A semelhança de tratamento destes materiais explica-se pelos laços que existem entre os diferentes corpos de ofícios que se inspiravam, na maior parte das vezes, nos registos destes mesmos decoradores.

Assim, o marchetador que executou o altar foi capaz de imitar na perfeição sobre a madeira os mosaicos florentinos em mármore semelhantes aos da vizinha Igreja Matriz de Loures, terminados em 1716 (1). Do mesmo modo, o fresquista pintou opulentas volutas no tecto, associadas à gramática ornamental pós-renascentista, com cornucópias de flores, frutos e mascarões. Em seis grandes carteias encontram-se representadas invocações à Virgem (2). No centro, à maneira das alminhas populares, talvez da autoria de José Ferreira de Araújo, encontra-se uma poética Nossa Senhora do Monte do Carmo, intercedendo pela salvação dos condenados ao fogo eterno (3). Quanto ao pintor de azulejos, cuja corporação era considerada como mais inovadora, nota-se todavia que este conservou nas cercaduras as tradicionais volutas onde folgam querubins. Em contrapartida, as cenas representadas relevam de uma nova estética. 

Os episódios da vida da Virgem (4), verdadeiros quadros, destacam-.se dos fundos arquitectónicos, abrindo-se sobre um espaço agora de três dimensões. Ao mesmo tempo, as diferentes cenas ilustram um mundo familiar longínquo dos austeros padrões do século anterior. A Natividade e a Adoração dos Magos são particularmente pitorescas, com pastores radiantes de alegria oferecendo os seus rústicos presentes ou os Reis Magos e os seus pretinhos acompanhados de camelos, evocando de algum modo os famosos cortejos de girafas das tapeçarias peçarias tecidas em Tournai no século XVI, depois das descobertas portuguesas. O cuidado no pormenor, a justeza das fisionomias, um certo ar terno e recolhido permitiriam atribuir estes azulejos ao mestre P.M.P.

Tal como a capela, o pátio constitui um espaço privilegiado, cercado por anexos de tectos múltiplos, alegrado pelo espantoso desenho geométrico do empedrado preto e branco e refrescado pela existência de uma fonte. O terraço que o domina foi decorado depois da capela, por volta de 1740, com três monumentais painéis de azulejos, que representam cenas de caça, no estilo das de Bartolomeu Antunes. Ali, cavaleiros e montadas perseguindo o touro, o cervo e o javali, possuem um desenho particularmente plástico.

O jardim reserva-nos nova surpresa, com o seu grande lago em meia-lua, adossado a três muros de um branco efuziante orlado de ocre, encimados por bolbos, pináculos que não deixam de ter vagas reminiscências árabes. Aqui os azulejos servem para enquadrar arquitectonica-mente nichos de largas cercaduras barrocas que, acima dos bancos de pedra, enquadram graciosas figuras alegóricas representando as Quatro Estações. Este tema bucólico, muito apreciado, alegra frequentemente os salões e os ter-raços, tal como na Quinta Grande na Damaia, onde as Quatro Estações possuem um porte de.elegância idêntica. Desenhada com muita delicadeza e cuidado, esta decoração poderia ser atribuída, quem sabe, a Nicolau de Freitas, por volta de 1740. Na grutazinha  central, o murmúrio da fonte parece juntar-se ao das galantes personagens de azulejos que devaneiam sob as frondosidades (5). 

(1) Os mosaicos de mármore da Igreja Matriz de Loures foram executados por Manuel Francisco Botelho entre 1696 eá716

(2) A Lua, o Sol, o poço, o espelho da justiça, a torre de marfim.

(3) O menino Jesus, os anjinhos e dois condenados sustentam na mão um emblema do Monte Carmo.

(4) A Educação da Virgem, a Apresentação no Templo, o Casamento da Virgem, o Nascimento de Jesus, a Adoração dos Magos, Fuga para o Egipto, Sagrada Família. É interessante comparar os azulejos com os quatro quadros da capela, representando o casamento da Virgem, a Anunciação, a Natividade e a Visitação.

(5) Nos jardins, apesar de ter desaparecido o miradouro do século XVIII decorado de azulejos, ainda ficou uma linda rotunda encimada de um lanternirn que abriga uma fonte.”

Fonte: Anne de Stoop. Quintas e Palácios dos Arredores de Lisboa. Livraria Civilização Editora. 1986

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publicado por Carlos Gomes às 15:53
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BEIRÕES LEVAM FOLCLORE AO CORAÇÃO DE LISBOA

Folk Misericórdia será um evento de cariz cultural, a ser realizado na Cidade de Lisboa, nos dias 8 e 9 de Julho!

A parceria entre o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa e a Junta de Freguesia da Misericórdia tem sido desenvolvida nos últimos meses, assente em pilares sólidos. Tal cooperação culminará com a organização deste evento, que se profetiza destacar da agenda cultural de Lisboa. 

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O evento será realizado no Largo do Corpo Santo, um dos muitos espaços da zona ribeirinha recentemente recuperados, que marcará o encerramento do Arraial do Corpo Santo. O seu cartaz incluí um programa rico em tradições e cultura, complementando deste modo os afamados arraiais alfacinhas.

No dia 8 de julho (sábado) haverá um Encontro de Concertinas e Instrumentos Tradicionais, onde os visitantes e transeuntes poderão disfrutar de música tradicional portuguesa, tendo a oportunidade de cantar e dançar durante toda a tarde. Já o dia 9 de julho (domingo) ficará marcado pela realização de um Encontro de Folclore, que contará com a presença de 5 grupos folclóricos, demonstrando as tradições, usos e costumes dos seus antepassados com a maior supremacia, graças à sua qualidade etnográfica.

Durante todo o evento haverá bar aberto, venda de enchidos, queijos, outros produtos regionais, artesanato e doçaria típica (como filhoses).

 



publicado por Carlos Gomes às 12:55
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FOLKLOURES’17: MINHOTOS REALIZAM EM LOURES GRANDE FESTA DA CULTURA TRADICIONAL PORTUGUESA E DAS COMUNIDADES IMIGRANTES

Organização do Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures

A edição deste ano do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas culminou ontem com a realização no Parque da Cidade, em Loures, de um grandioso espectáculo da nossa cultura tradicional e das comunidades imigrantes que este ano marcaram a sua presença através de representações do Brasil e da Moldávia.

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Uma nota digna de registo foi a participação do cante alentejano, através do Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo, um dos mais lídimos representantes desta forma de expressão folclórica que, de forma incompreensível, é frequentemente discriminada em relação aos espectáculos de danças, vulgo festivais de folklore.

Desde a cerimónia de recepção aos grupos convidados que teve lugar no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures, estiveram presentes o vereador da Câmara Municipal de Loures, Dr. António Guilherme e diversos membros de juntas de freguesia. Por seu turno, também a Federação do Folclore Português fez-se representar na pessoa do sr. Joaquim Pinto, Conselheiro Técnico da Região do Alto Minho.

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Após o desfile de grupos participantes, o espectáculo teve lugar em palco tendo como cenário a réplica da fachada das ruínas da Igreja de S. Paulo, em Macau, tendo beneficiado das excelentes condições atmosféricas que se fizeram sentir.

Perante a participação entusiasmada do numeroso público, participaram na edição deste ano do FolkLoures o Grupo de Bombos Os Baionenses, o grupo da Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil; a Associatia Miorita Portugalia – Moldávia; Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo; Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral; Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura; Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia e, naturalmente, o anfitrião Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho. O espectáculo encerrou com a realização de uma sessão de fogo-de-artifício que iluminou os céus no concelho de Loures.

Aos grupos e entidades participantes foram oferecidas peças de artesanato tradicional como lembranças, valorizando desse modo o trabalho artístico dos nossos artesãos. Refira-se que desde há algum tempo, o nosso artesanato tem sido preterido devido ao recurso a peças acrílicas e outras criações que nada têm a ver com o nosso folclore.

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A realização do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas nos moldes em que está a ser efectuado, com o seu formato actual, está a projectar Loures como um palco privilegiado do folclore de Portugal e do Mundo, através de exposições, conferências e de um espectáculo que reúne o que de melhor existe na cultura tradicional do povo português e das comunidades imigrantes.

Entretanto, a organização do FolkLoures iniciou já os preparativos para a realização da edição de 2018, tendo inclusivamente já garantida uma representação de uma comunidade imigrante, esperando-se que o programa fique fechado até ao final deste ano.

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Para o próximo dia 9 de Setembro, o Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho tem em preparação a realização na Quinta das Carrafouchas da Festa do Vinho, um espectáculo de cariz etnográfico que incluirá a pisa das uvas no lagar à moda antiga, ao som da concertina e ao ritmo do bombo. Trata-se de uma organização conjunta do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho e da Quinta das Carrafouchas, situada no concelho de Loures.

Esta é uma iniciativa inédita no âmbito do regionalismo e da divulgação do folclore na região de Lisboa e está já a despertar enorme curiosidade e interesse sobretudo por parte dos minhotos que ali vivem, mas também das gentes saloias daquela região.

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Os participantes vão poder experimentar a sensação única da prensagem da uva com os pés, tal como outrora se fazia em todos os lagares da nossa região. A pisa das uvas constitui uma tradição milenar que se perde nos tempos com vista ao seu esmagamento a fim de dar início ao processo de fermentação.

Com os pés se esmaga as uvas e quebra a casca sem, no entanto, quebrar as sementes, método que sendo mais demorado do que o recurso à prensa, proporciona um maior contacto com a casca e, consequentemente, a possibilidade de extrair mais cor, aromas e sabores, conferindo aos vinhos assim produzidos uma qualidade superior.

A Quinta das Carrafouchas onde vai ter lugar a Festa do Vinho situada em A-das-Lebres, Freguesia de Santo Antão do Tojal. O solar é um dos exemplares do período Barroco existentes no Concelho de Loures. Foi em 8 de Abril de 1872 comprada ao Marquês de Valada por Joaquim Franco Cannas, permanecendo na família até aos dias de hoje.

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publicado por Carlos Gomes às 10:43
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Sábado, 1 de Julho de 2017
FOLKLOURES'17 LEVA HOJE A LOURES FOLCLORE E TRADIÇÕES POPULARES

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publicado por Carlos Gomes às 09:06
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Quinta-feira, 29 de Junho de 2017
FOLKLOURES’17: CHEGOU O DIA DO GRANDE FESTIVAL EM LOURES!

Moldávia e Brasil são as representações internacionais da edição de 2017

É já no próximo sábado, dia 1 de Julho, que tem lugar em Loures o espectáculo de culturas tradicionais FolkLoures’17.

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Trata-se de uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Este evento privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

O programa do FolkLoures’17 é o seguinte:

FOLKLOURES'17 - Encontro de Culturas

PROGRAMA

Dia 1 de Julho

- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas

- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional

- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício

GRUPOS PARTICIPANTES

Grupo de Zés Pereiras “Os Baionenses” - Baião

Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil

Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo

Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho

Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral

Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura

Associatia Miorita Portugalia – Moldávia

Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia



publicado por Carlos Gomes às 09:18
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Quarta-feira, 28 de Junho de 2017
MINHOTOS REALIZAM EM LOURES FESTA DO VINHO

Iniciativa do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho

Os minhotos que residem na região de Lisboa vão no próximo dia 9 de Setembro participar nas vindimas e, após o almoço, na pisa das uvas à moda antiga, ao som da concertina e ao ritmo do bombo. Trata-se de uma organização conjunta do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho e da Quinta das Carrafouchas, situada no concelho de Loures.

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Esta é uma iniciativa inédita no âmbito do regionalismo e da divulgação do folclore na região de Lisboa e está já a despertar enorme curiosidade e interesse sobretudo por parte dos minhotos que ali vivem, mas também das gentes saloias daquela região.

Os participantes vão poder experimentar a sensação única da prensagem da uva com os pés, tal como outrora se fazia em todos os lagares da nossa região. A pisa das uvas constitui uma tradição milenar que se perde nos tempos com vista ao seu esmagamento a fim de dar início ao processo de fermentação.

Com os pés se esmaga as uvas e quebra a casca sem, no entanto, quebrar as sementes, método que sendo mais demorado do que o recurso à prensa, proporciona um maior contacto com a casca e, consequentemente, a possibilidade de extrair mais cor, aromas e sabores, conferindo aos vinhos assim produzidos uma qualidade superior.

A Quinta das Carrafouchas onde vai ter lugar a Festa do Vinho situada em A-das-Lebres, Freguesia de Santo Antão do Tojal. O solar é um dos exemplares do período Barroco existentes no Concelho de Loures. Foi em 8 de Abril de 1872 comprada ao Marquês de Valada por Joaquim Franco Cannas, permanecendo na família até aos dias de hoje.

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publicado por Carlos Gomes às 23:18
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Sábado, 24 de Junho de 2017
HISTORIADORA ANA PAULA ASSUNÇÃO PROFERE EM LOURES PALESTRA SOBRE USOS E COSTUMES DOS SALOIOS

Palestra promovida pelo Grupo de Folclore Verde Minho marca arranque oficial do FolkLoures’17

“Usos e costumes dos saloios – uma conversa com muitos nós! Foi o tema da palestra hoje proferida em Loures, a quar marcou o início oficial da edição deste ano do Folkloures.

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A iniciativa teve lugar no magnífico auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte onde normalmente decorrem as reuniões da Assembleia Municipal e contou com a presença do Dr. Francisco Sousa, técnico do Pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Loures e de Joaquim Pinto, em representação do Presidente da Federação do Folclore Português.

Perante uma assistência interessada e participativa, a palestrante foi “desatando nós” ao longo da sua dissertação, desfazendo conceitos há muito tempo estabelecidos no meio folclórico e entre os investigadores, muitos deles surgidos por ocasião da Exposição do Mundo Português realizada em 1940 e que, graças à intervenção de António Ferro e de sua esposa, a poetisa Fernanda de Castro, vieram a conferir especial saliência e visibilidade ao folclore nacional. Na realidade, uma época que acabaria por marcar de forma indelével a forma como actualmente ainda hoje encaramos o folclore.

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Procurando contrariar a ideia estabelecida segundo a qual os saloios descendem exclusivamente dos moiros que então habitavam nos arredores de Lisboa, a historiadora defende que essa definição étnica se estende a muitos outros povos de diferentes origens que aqui se estabeleceram. E, muitos outros nós desatou a Drª Ana Paula Assunção ao longo da palestra que proferiu e para a qual foram convidados todos os grupos folclóricos de todos os concelhos da região saloia mas que, estranhamente, parecem revelar desinteresse pelos temas que tratam a sua própria cultura tradicional com a qualidade e interesse como a lição que foi hoje oferecida a todos os presentes.

No átrio do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte foi também montada uma exposição temporária de concertinas, algumas das quais velhos harmónios que remontam aos começos do século XX.

Também o Museu Municipal de Loures, no âmbito do FolkLoures’17, mantém durante toda a semana entradas gratuitas para quem quiser visitar a exposição permanente de carroças e outras alfaias da região saloia.

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O FolkLoures’17 culmina com a realização, no próximo dia 1 de Julho, de um grandioso espectáculo – o Encontro de Culturas – a ter lugar no Parque da Cidade, com o seguinte programa:

- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas

- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional

- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício

GRUPOS PARTICIPANTES

Grupo de Zés Pereiras Os Baionenses – Baião – Douro Litoral

Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil

Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo

Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho

Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral

Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura

Associatia Miorita Portugalia – Moldávia

Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia

Grupo de Danças e Cantares da Madeira – Madeira

Fotos: Artur Lucena / Revista LOURESmagazineODIVELAS

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publicado por Carlos Gomes às 22:31
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Domingo, 11 de Junho de 2017
LAVADEIRAS DA LAGE LEMBRAM COM ANTIGAMENTE LAVAVAM A ROUPA NA RIBEIRA DA LAGE EM OEIRAS

Arcuense Daniel Sousa mostrou como se toca a concertina e canta ao desafio no Alto Minho

Termina hoje a primeira edição da recriação da feira rural e mercado à moda antiga que durante três dias consecutivos animou o centro histórico na vila de Oeiras.

 

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A tarde deste domingo ficou marcada pela animada actuação dos cantadores ao desafio e tocadores ao desafio e ainda uma recriação do costume local que dá o nome ao Grupo de Folclore As Lavadeiras da Ribeira da Lage ou seja, a lavagem manual da roupa nas outrora límpidas águas da ribeira que atravessa a localidade da Lage.

Como outrora sucedia quando procediam à entrega da roupa depois de lavada às senhoras da aristocracia e da burguesia local, a lavadeiras da Lage chegaram de charrete puxada a dois cavalos, com as suas enormes trouxas, ali recriando um quadro etnográfico que divertiu os presentes para além de recordar um costume de Oeiras.

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Mas os cantares ao desafio dominaram a tarde e, como era de esperar, o exímio tocador de concertina e cantador arcuense Daniel Sousa foi a estrela da festa, mostrando como se toca e canta a sério à boa maneira do Alto Minho.

Por sua vez, o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega trouxe para o centro histórico de Oeiras as danças de terreiro do Minho, com as suas chulas, “espanhol” e canas-verdes.

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Esta edição da feira rural e mercado à moda antiga em Oeiras foi uma organização conjunta do Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega, do Rancho Folclórico "Flores da Beira" e do Grupo de Folclore "As Lavadeiras" da Ribeira da Lage e contou com o apoio da Câmara Municipal de Oeiras.

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publicado por Carlos Gomes às 19:54
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CANTE ALENTEJANO DESFILA NO CACÉM

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publicado por Carlos Gomes às 11:11
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Sábado, 10 de Junho de 2017
OEIRAS REVIVE FEIRA RURAL À MODA ANTIGA

Está a decorrer no centro histórico de Oeiras a recriação de uma feira rural e mercado à moda antiga onde não faltam os valhos ofícios como o alfaiate, o farrapeiro, o santeiro, a doceira, o fumeiro e queijeiro, o construtor de castanholas, a tecedeira, a bordadeira e o fotógrafo "a la minuta".

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Trata-se de uma organização conjunta do Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega, do Rancho Folclórico "Flores da Beira" e do Grupo de Folclore "As Lavadeiras" da Ribeira da Lage que conta com o apoio da Câmara Municipal de Oeiras.

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E porque, naquele concelho dos arredores de Lisboa, convivem actualmente minhotos, beirões, transmontanos, ribatejanos com os anfitriões saloios que um dia ali os acolheram, aliás bem representados nos vários ranchos folclóricos que organizaram o evento, a Feira Antiga mostra de tudo um pouco das mais diversas regiões do país.

Doçaria e especialidades grastronómicas do Minho e da Beira Alta, o baile saloio e a recriação de uma desfolhada tradicional à moda do Minho, bandas de música, rusgas minhotas e cantares ao desafio, de tudo um pouco se pode provar e apreciar nesta animada feira na vila de Oeiras. E não faltaram sequer os garotos a jogar com a trapeira…

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publicado por Carlos Gomes às 19:14
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Sexta-feira, 9 de Junho de 2017
OEIRAS RECRIA FEIRA RURAL E MERCADO À MODA ANTIGA

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Começa amanhã a I Feira Rural e Mercado à Moda Antiga de Oeiras.

Nma organização conjunta do Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega, do Rancho Folclórico "Flores da Beira" e do Grupo de Folclore "As Lavadeiras" da Ribeira da Lage, as artes e ofícios tradicionais de outrora descem ao Centro Histórico de Oeiras.

Como em qualquer feira antiga, vamos ter o alfaiate, o farrapeiro, o santeiro, a doceira, o fumeiro e queijeiro, o construtor de castanholas, a tecedeira, a bordadeira, o fotógrafo "a la minuta"... enfim, uma panóplia de mesteres que hoje em dia raramente se encontram e se vêem ao vivo!!

Haverá também:

- "Viras nos Jardins" onde poderão vir dançar a Chula, a Canaverde ou Vira connosco (sexta-feira, dia 9 a partir das 21 horas);

- um baile das Beiras à moda antiga (sábado, dia 10 a partir das 18 horas);

- a recriação de uma "desfolhada", um baile saloio e uma noitade de rusgas minhotas (sábado, dia 10 a partir das 20 horas); .

- bandas de música (sábado, dia 10 às 17 horas e domingo dia 11 às 11 horas);

- a recriação de uma "desfolhada", um baile saloio e uma noitade de rusgas minhotas (sábado, dia 10 a partir das 20 horas);

- bandas de música (sábado, dia 10 às 17 horas e domingo dia 11 às 11 horas);

- cantares ao desafio (domingo, dia 11 a partir das 17 horas);

e muito, muito mais!!!

 



publicado por Carlos Gomes às 00:35
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Quinta-feira, 8 de Junho de 2017
ARRAIAL EM ALFAMA SÓ PASSA MÚSICA PORTUGUESA

A pedido dos moradores do típico bairro de Alfama, o arraial popular que ali se realiza só conta com música portuguesa.

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As festas e arraiais dos santos populares constituem uma tradição bem portuguesa onde se ouve preferencialmente o fado e se dança ao som das marchas e outras rapsódias populares. Porém, ao que tudo indica, há quem pareça confundir as nossas tradições com o ambiente próprio das discotecas e bares nocturnos onde prevalece a música importada, seja de origem anglo-saxónica ou outra. Na realidade, algumas vozes críticas mais não pretendem do que descaracterizar aquilo que é português, pertence ao nosso povo e é parte integrante da sua identidade. A esses, Miguel Coelho, Presidente da Junta de Freguesia de Santa Maria Maior, responde nestes termos:

«Este ano, correspondendo ao apelo de muitos moradores e da comissão de festas do arraial de Alfama, a Junta aceitou implementar um único sistema de som para controlar, sobretudo, o cumprimento da hora de fecho que era sistematicamente ultrapassada, muitas vezes por largas horas. Também nos foi pedido, e bem, que nos limitássemos à música portuguesa. Pergunto: qual é o mal? Quando há um espetáculo (e gosto muito) de, por exemplo, música africana, ou oriental - e temos ambos aqui na freguesia - deve-se exigir música portuguesa? Haja bom senso. Os arraiais e os Santos Populares são uma festa tipicamente portuguesa e, portanto, é natural que as pessoas queiram a música portuguesa. Sou, e tenho dado provas disso, pela promoção da "nossa" interculturalidade. Temos promovido e apoiado diversas manifestações culturais das diversas comunidades que aqui habitam e nos ajudam a construir uma freguesia fantástica, mas também não temos de ter vergonha em afirmar o que é genuinamente português, sobretudo em Alfama onde, por via da ganância de uns, se está a expulsar a população tradicional, a mesma que me pediu para durante os Santos só passássemos música portuguesa.»



publicado por Carlos Gomes às 11:12
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Terça-feira, 6 de Junho de 2017
FOLKLOURES’17: EXPOSIÇÕES, PALESTRAS, TRADIÇÕES E FOLCLORE NUM GRANDIOSO FESTIVAL DURANTE UMA SEMANA EM LOURES

Moldávia e Brasil são as representações internacionais da edição de 2017

A edição deste ano do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, vai ter o seu início no dia 24 de Junho com a realização de uma exposição e de uma palestra, prolongando-se durante toda a semana até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar o espectáculo de culturas tradicionais.

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Trata-se de uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Este evento privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

O programa do FolkLoures’17 é o seguinte:

FOLKLOURES'17 - Encontro de Culturas

PROGRAMA

Dia 24 de Junho

- 16 horas. Inauguração da Exposição Temporária "Concertinas no Folclore". Museu Municipal de Loures.

A exposição está patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira)

Entrada gratuita

- 16h30 horas. Palestra sobre "Usos e Costumes tradicionais da Região Saloia", pela Dr.ª Ana Paula de Sousa Assunção, a ter lugar no Auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte.

Dia 1 de Julho

- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas

- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional

- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício

GRUPOS PARTICIPANTES

Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil

Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo

Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho

Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral

Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura

Associatia Miorita Portugalia – Moldávia

Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia

Grupo de Danças e Cantares da Madeira – Madeira



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Segunda-feira, 5 de Junho de 2017
FOLKLOURES'17: O MUNDO DANÇA EM LOURES

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Quinta-feira, 1 de Junho de 2017
FOLKLOURES’17: HISTORIADORA ANA PAULA ASSUNÇÃO PROFERE PALESTRA SOBRE “USOS E COSTUMES DA REGIÃO SALOIA”

A Historiadora e Museóloga Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção subordinada ao tema “Usos e Costumes Tradicionais da Região Saloia”, a ter lugar no Auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, no dia 24 de Junho, pelas 15h30. A iniciativa insere-se no programa do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas que se prolonga até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar um grandioso festival de cultura tradicional no Parque da Cidade, em Loures.

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O Palácio doa Marqueses da Praia e Monforte encontra-se instalado junto ao Parque da Cidade e trata-se do local onde reúne a Assembleia Municipal de Loures, dispondo das melhores condições para a realização de palestras e conferências.

A Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção é historiadora e museóloga, Mestre em História Regional e Local pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É autora de programas museológicos, reformulações de programas e criação de serviços inovadores. Conceção científica do Centro UNESCO A casa da terra. Comissária de exposições de vária índole com museografia de inclusão e género.

Tem como áreas científicas preferenciais a História Local, Saúde, Património industrial (com destaque para Fábrica de Loiça de Sacavém, Oliveira Rocha/Oliveira do Bairro), Património Cultural Imaterial, Património Religioso /obra de arte total – Cripto -história. Exerceu voluntariado na Igreja Matriz de Bucelas com descobertas de cariz científico sobre entalhador, Francisco Lopes. (Artigo no prelo). Musealização da Igreja e interpretação dos espaços em visitas.

Pelo seu trabalho, tem recebido várias distinções de Mérito Cultural e Prémios no campo da Museologia a nível nacional e internacional.

Nesse mesmo dia e local, terá ainda lugar outra iniciativa cultural integrada no programa da edição deste ano do FolkLoures, a qual contamos divulgar muito brevemente. Trata-se, pois, de um programa cultural rico e diversificado que, sob o impulso e capacidade organizativa do Rancho Folclórico Verde Minho, catapulta o concelho de Loures para a ribalta da cultura tradicional portuguesa.



publicado por Carlos Gomes às 08:47
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Quinta-feira, 25 de Maio de 2017
HOJE É DIA DA ESPIGA!

Hoje é Quinta-feira da Ascensão. Assim se denomina este dia em virtude de no calendário litúrgico se comemorar a ascensão de Jesus Cristo ao Céu, encerrando um ciclo de quarenta dias que se seguem à Páscoa. Mas, este dia tem a particularidade de se celebrar também o "dia da espiga" ou "quinta-feira da espiga". Manhã cedo, rapazes e raparigas vão para o campo apanhar a espiga e flores campestres. Formam um ramo com espigas de trigo, rosmaninho, malmequeres e folhagem de oliveira que pode incluir centeio, cevada, aveia, margaridas, pampilhos e papoilas. Depois, o ramo é guardado ao longo de um ano, pendurado algures dentro de casa.

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Crê-se que este costume, com mais incidência nas regiões a sul de Portugal, tenha as suas raízes num antigo ritual cristão que consistia na bênção dos primeiros frutos, mas as suas características fazem-nos adivinhar origens bem mais remotas, muito provavelmente em antigas tradições pagãs naturalmente associadas às festas consagradas à deusa Flora que ocorriam por esta altura e a que a tradição dos maios e das maias também não é alheia.

É crença do povo que a espiga apanhada na quinta-feira da Ascensão proporciona felicidade e abundância no lar. Aliás, a espiga de trigo propriamente dita representa a abundância de pão, o ramo de oliveira simboliza a paz, as flores amarelas e brancas respetivamente o ouro e a prata que significam a fartura e a prosperidade.

Noutros tempos, era costume na cidade, as moças que estavam de criadas de servir, ainda arreigadas a antigas usanças das suas terras de origem, pedirem às patroas para que lhes concedessem licença nesse dia para irem apanhar a espiga... Não raras as vezes, um bom pretexto para irem ao encontro do namorico, pois quase sempre apenas tinham permissão de folga ao domingo. Aliás, devido em grande medida à liberdade que a festa proporcionava aos jovens nesse dia, a apanha da espiga adquiriu bem depressa um sentido mais malicioso sempre que as pessoas a ela se referem.

Atualmente, algumas ruas de Lisboa enchem-se de vendedeiras de ramos de espigas, as quais são cada vez mais solicitadas inclusivamente por pessoas cujas raízes culturais já nada tem a ver com tais costumes mais próprios do meio rural. Provavelmente, atraídas pela beleza com que se apresentam os ramos. Em todo o caso, procurando cumprir um ritual que ajuda a preservar uma tradição!



publicado por Carlos Gomes às 08:44
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Sábado, 6 de Maio de 2017
GALEGOS EM LISBOA APLAUDEM MÁSCARAS DA GALIZA

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As gentes galegas radicadas em Lisboa sairam à rua para aplaudir as representações da Galiza. Levaram consigo a bandeira nacional galega e, à passagem dos grupos de chocalheiros galegos, agitavam com entusiasmo a sua bandeira, sendo invariavelmente correspondidos afectivamente pelos seus compatriotas.

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publicado por Carlos Gomes às 21:28
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CARNAVAL CHOCALHEIRO DESFILA EM LISBOA

Milhares de figurantes desfilaram hoje na Praça do Império máscaras e brincadeiras características do carnaval pagão de outras eras, recuando a tempos remotos anteriores mesmo à própria introdução do Cristianismo. Tratam-se de costumes ancestrais preservados pela tradição e que marcam a identidade do nosso povo.

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A cada ano é cada vez maior a afluência de público e, ao contrário do que se verificou no ano anterior, S. Pedro decidiu colaborar com uma tarde soalheira convidativa para uma tarde bem gozada na zona histórica e monumental de Belém.

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publicado por Carlos Gomes às 20:39
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MÁSCARAS TRADICIONAIS DESFILAM EM LISBOA

Dentro de poucas horas, tem início na Praça do Império, em Lisboa, o desfile da Máscara Ibérica. O ruído, alegria e o colorido do entrudo pagão vão misturar-se com a beleza dos magníficos jardins da Praça do Império, tendo o Mosteiro dos Jerónimos e o rio Tejo como magníficos cenários.

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A tradição pagã dos rituais da máscara, raramente vistos fora dos seus contextos de origem, tem por objetivo a divulgação de um dos elementos mais característicos do folclore dos povos, concretamente as máscaras tradicionais, ajudando a compreender todo o ritual que lhe está associado, desde as suas origens pagãs às festividades do Entrudo tradicional. O costume da máscara é comum a todos os povos e a todas as regiões, embora em muitos casos tenha caído no esquecimento. A título de exemplo, no Minho perdura ainda a tradição dos cabeçudos e gigantones, fazendo-se acompanhar pelas arruadas dos zés-pereiras, dando alegria e colorido às romarias.

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A utilização tradicional das máscaras está associada à religiosidade primitiva que encarava o ciclo da vida e dos vegetais num perpétuo renascimento. O rito celebra o mito e assegura a interrupção do ciclo da natureza e da vida. Assim, como á morte sucede a vida, também ao Inverno e à morte dos vegetais sucede invariavelmente o seu renascimento. Ao Inverno estão associados um conjunto de rituais que se iniciam com o culto dos mortos em Novembro, na crença de que estes podem interferir favoravelmente no ciclo da natureza, culminando com a Serração da Velha a anunciar o regresso da Primavera. Pelo meio fica o Entrudo celebrado com as suas máscaras e os seus instrumentos ruidosos como as sarroncas e os zaquelitraques com vista a expulsar os demónios do Inverno.

Toda a representação se destina a exorcizar os maus espíritos do Inverno e incidem no universo rural, desde a representação de figuras demoníacas aos animais que fazem parte do quotidiano do lavrador. As máscaras são construídas a partir dos materiais disponíveis no espaço rural e concebidas com base no imaginário popular.

Os chocalhos prendidos à cinta do careto, símbolo da virilidade e da posse demoníaca, destinam-se a chocalhar as raparigas que se perdem pelos caminhos da aldeia. Os mascarados estão autorizados a invadir as casas e tomar para si alvíssaras, em regra uma peça do fumeiro.

Trata-se de costumes que seguramente eram comuns a todas as regiões do nosso país mas cuja memória e tradição se foi perdendo. Cabe às personalidades e entidades culturais que se dedicam ao estudo e investigação na área da etnografia a revelação de tais tradições já esquecidas.

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 12:36
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DESFILE DA MÁSCARA IBÉRICA REALIZA-SE HOJE EM BELÉM

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publicado por Carlos Gomes às 11:54
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Quinta-feira, 4 de Maio de 2017
FESTIVAL INTERNACIONAL DA MÁSCARA IBÉRICA ARRANCA HOJE EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 15:46
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Terça-feira, 2 de Maio de 2017
FESTIVAL INTERNACIONAL DA MÁSCARA IBÉRICA REALIZA-SE EM BELÉM

XII FESTIVAL INTERNACIONAL DA MÁSCARA IBÉRICA | 4 a 7 DE MAIO DE 2017 |

De 4 a 7 de maio os foliões andam à solta no Jardim da Praça do Império!

A EGEAC, a Progestur e a Câmara Municipal de Lisboa procedem à apresentação do XII Festival Internacional da Máscara Ibérica, no dia 4 de maio, pelas 12h00, no Jardim da Praça do Império, em Belém, no espaço EGEAC/Progestur.

Pela primeira vez, o Festival Internacional da Máscara Ibérica (FIMI) realizar-se-á em Belém trazendo uma mostra de produtos ibéricos, gastronomia, teatros, exposições, desfile e muita animação.

Conheça toda a programação em mascara-iberica.egeac.pt ou em fimi.pt.

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publicado por Carlos Gomes às 23:08
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Sábado, 22 de Abril de 2017
FESTIVAL INTERNACIONAL DA MÁSCARA IBÉRICA REALIZA-SE ESTE ANO NA PRAÇA DO IMPÉRIO

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publicado por Carlos Gomes às 23:11
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CASA DO MINHO EM LISBOA CELEBRA A PASCOELA

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publicado por Carlos Gomes às 12:08
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Quarta-feira, 19 de Abril de 2017
CASA DO MINHO EM LISBOA CELEBRA PASCOELA

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publicado por Carlos Gomes às 10:43
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Terça-feira, 11 de Abril de 2017
O MAIOR FESTIVAL DE CULTURA IBÉRICA ACONTECE ESTE ANO EM BELÉM

De 4 a 7 de maio os foliões andam à solta no Jardim da Praça do Império

Pela primeira vez o Festival Internacional da Máscara Ibérica (FIMI) realiza-se em Belém, cruzando a riqueza do património histórico e cultural envolvente da zona ocidental da cidade com as tradições ancestrais da Península Ibérica.

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Durante quatro dias, de 4 a 7 de maio, o Jardim da Praça do Império oferece, assim, uma programação variada, que junta Portugal e Espanha, entre máscaras e caretos, artesanato e produtos regionais, concertos, exposições e muita animação de rua. Este ano, assinalando Lisboa como Capital Ibero-americana de Cultura, o Brasil, a Colômbia e o Perú são os países convidados do Grande Desfile da Máscara Ibérica, que se realiza no sábado (dia 6), a partir das 16h30, e contará com um total de 36 grupos participantes, nesta que é a edição mais concorrida de sempre.

Os Caretos de Salsas e os Caretos de Grijó (de Bragança), as Madamas de Torre de Dona Chama (de Mirandela) e o Brutamontes do Auto de Floripes (de Viana do Castelo) sãos os estreantes portugueses que se juntam, neste desfile, a grupos destas e de outras localidades, como Coimbra, Miranda do Douro, Mogadouro, Macedo de Cavaleiros, Mira, Ílhavo e Vinhais.

De Espanha são esperados, pela primeira vez, Los Gigantes y Cabezudos de Aranda de Duero, de Burgos, e da Catalunha, Los Gigantes de Sant Jordi del Tricentenário.

Outra das novidades deste ano é a presença da associação Urban Sketchers Portugal que irá realizar uma ‘open call’, convidando todos e todas para o registo artístico, através do desenho, das diversas iniciativas realizadas ao longo dos quatro dias de festival.

Este XII FIMI conta ainda com a presença de uma das bandas de gaitas mais reconhecidas em todo o mundo, a Real Banda de Gaitas de Oviedo que irá presentear o público com música tradicional das Astúrias, em atuações no CCB (dia 5) e o no Jardim da Praça do Império (dia 6).

Os ritmos folk de raiz tradicional europeia, com elementos de fusão entre o ska, reggae e rock, serão uma constante durante o fim de semana, no Palco Ibérico, com os concertos da Orquestra de Foles e dos grupos Galandun Galundaina, Los Niños de Los Ojos Rojos e Sons do Douro.

Paralelamente a esta XII edição do Festival Internacional da Máscara Ibérica, no Museu Nacional de Arqueologia, na Casa da América Latina e na Casa Pia de Lisboa, têm lugar exposições, debates e atuações de grupos de desfile A PROGESTUR - Associação para o Desenvolvimento do Turismo Cultural e a EGEAC, a empresa municipal de animação cultural de Lisboa, convidam a conhecer melhor a tradição pagã dos rituais da máscara, raramente vistos fora dos seus contextos de origem.

A cultura ibérica – património e tradição – a desfilar por Lisboa. De 4 a 7 de maio, a partir das 11h, com entrada livre!



publicado por Carlos Gomes às 20:24
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Quarta-feira, 5 de Abril de 2017
GENTES DE CASTRO DAIRE CELEBRAM A PASCOELA EM LISBOA

A Casa do Concelho de Castro Daire vai realizar, mais uma vez, a tradicional 'Pascoela', no dia 23 de Abril, no Salão de Festas do Vale Fundão - Marvila (Rua Azinhaga Vale Fundão 25).

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Diretamente de Castro Daire, a abertura da celebração fica ao encargo do Grupo D'Almas de Monteiras - Castro Daire. Um grupo de canto religioso - cântico às almas, hino invocando os mistérios da vida de Cristo. Atividade que tinha, em tempos, lugar no período da Quaresma, desde Quarta-feira de Cinzas até à Semana Santa, com seguimento de uma Missa e bênção dos folares que representam as freguesias castrenses.

Prestas as homenagens religiosas, temos um Lanche convívio, onde todos os presentes são convidados a trazer um lanche de suas casas para juntos partilharmos.

Festa garantida com a apresentação e atuações dos nossos grupos que compõem as atividades da Casa que é a Embaixada do concelho de Castro Daire em Lisboa.



publicado por Carlos Gomes às 19:44
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ARCUENSES EM LISBOA CELEBRAM A PASCOELA EM MARVILA

Quebrando uma tradição de longos anos, este ano não haverá a visita Pascal no Domingo, na Sede Social da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez.

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A comunidade arcuense radicada na região de Lisboa celebrará a Pascoela, no dia 23 de Abril, nas suas instalações em Marvila.

A cerimónia ocorrerá às 15 horas, mantendo a tradição das nossas aldeias onde será dada a cruz a beijar e não vão faltar os doces e o vinho fino após a saída da Cruz. E, como não podia deixar de acontecer, as concertinas vão alegrar a Festa de Cristo Ressuscitado.

Foto: Notícias dos Arcos



publicado por Carlos Gomes às 00:18
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Domingo, 2 de Abril de 2017
MINHOTOS EM LISBOA CELEBRAM A PASCOELA

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publicado por Carlos Gomes às 20:36
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Quinta-feira, 30 de Março de 2017
MINHOTOS EM LISBOA CELEBRAM PASCOELA

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publicado por Carlos Gomes às 00:53
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Quarta-feira, 29 de Março de 2017
ALHOS VEDROS REALIZA FESTIVAL DE ACORDEÃO

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publicado por Carlos Gomes às 17:55
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Segunda-feira, 13 de Março de 2017
ALHOS VEDROS REALIZA FESTIVAL DE ACORDEÃO

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publicado por Carlos Gomes às 21:03
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Segunda-feira, 6 de Março de 2017
FOLKLOURES’17 VIBRA AO RITMO DA CAPOEIRA DO BRASIL

A Associação Tira-me da Rua (ATR) vai no próximo dia 1 de Julho participar no FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Trata-se de um evento que privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

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Constituído por brasileiros radicados em Portugal, a Associação Tira-me da Rua (ATR) é quiçá o mais representativo grupo musical a preservar e divulgar uma das mais apreciadas manifestações da cultura tradicional do povo brasileiro – a capoeira!

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A capoeira constitui um misto de dança, arte marcial, desporto, música e cultura popular. As suas origens são remotas, calculando-se que tal tradição tenha origem em rituais iniciáticos dos povos do sul de Angola. Em resultado da colonização portuguesa, a capoeira terá a partir do século XVII sido levada para o Brasil onde foi desenvolvida por descendentes de escravos africanos.

Ao som rítmico dos berimbaus, a Associação Tira-me da Rua (ATR) vai mostrar como se canta, dança e luta a capoeira, oferecendo m espectáculo que certamente vai agradar ao público que vai afluir ao FolkLoures’17, incluindo a numerosa comunidade brasileira radicada na região de Lisboa.

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Além da Associação Tira-me da Rua (ATR), a edição deste ano do FolkLoures vai contar com a participação do grupo de folclore da Associatia Miorita Portugalia em representação da comunidade moldava radicada no nosso país, Grupo de Danças e Cantares da Madeira, Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba – Alentejo, do Grupo Folclórico O Cancioneiro de Ovar – Beira Litoral e ainda com representações da Estremadura que divulgaremos oportunamente, para além do anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

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publicado por Carlos Gomes às 20:59
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Domingo, 5 de Março de 2017
OEIRAS: RIBEIRA DA LAGE ACOLHE ENCONTRO DE TRADIÇÕES

A localidade da Ribeira da Lage, no concelho de Oeiras, foi hoje palco do I Encontro de Tradições, numa iniciativa organizada pelo Rancho Folclórico Os Minhotos da Ribeira da Lage – Oeiras e que contou com o apoio da Câmara Municipal de Oeiras e da Junta de Freguesia de Porto Salvo.

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A iniciativa teve lugar no Centro Cultural da Ribeira da Lage e atraiu largas centenas de pessoas que, durante toda a tarde, puderam assistir à reconstituição de diversos quadros etnográficos como a debulha do milho e a realização de uma procissão religiosa. Com os bombos abrindo caminho ao andor de Nossa Senhora da Conceição.

O eventou contou com a participação do Rancho Folclório de São João Batista de Cavez – Cabeceiras de Basto, o Rancho Folclórico Alegria do Minho – Assorpim, da Amadora, o Rancho Folclórico de Vila Facaia – Leiria e o Rancho Folclórico Cultural Danças e Cantares da Região do Forninho – Palmela, além naturalmente do anfitrião Rancho Folclórico Os Minhotos da Ribeira da Lage – Oeiras que, de dia para dia, tem vindo a surpreender com as sucessivas melhorias na sua forma de se apresentar e no arrojo das iniciativas que organiza.

O numeroso público que afluiu à Ribeira da Lage viveu hoje uma jornada de cultura popular tradicional num ambiente fraterno, rodeado da simpatia e alegria que muito bem caracteriza as gentes do Minho.

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publicado por Carlos Gomes às 23:15
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Sexta-feira, 3 de Março de 2017
TOCADORES DE CONCERTINA MARCAM ENCONTRO NA CASA DA COMARCA DE ARGANIL

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publicado por Carlos Gomes às 21:24
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Quinta-feira, 23 de Fevereiro de 2017
RIO DE MOURO FAZ ENTERRO DO BACALHAU

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publicado por Carlos Gomes às 02:16
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Domingo, 19 de Fevereiro de 2017
CEIFEIROS DE CUBA LEVAM O CANTE DO ALENTEJO AO FOLKLOURES’17

O Grupo Etnográfico Os Ceifeiros de Cuba vai no próximo dia 1 de Julho participar no FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Trata-se de um evento que privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem atualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

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O mais genuíno folclore do Baixo Alentejo não é dançado nem tocado mas apenas cantado, o que constitui uma característica que o demarca em relação às demais regiões do país. Constituindo o cante uma forma de cantar aparentemente monótona e indolente, revela contudo uma enorme riqueza polifónica em que o sentido da sua execução é dotado duma misteriosa profundeza de alma.

O concelho de Cuba é célebre por ter servido de berço ao grande navegador Cristóvão Colombo que, em homenagem à terra que o viu nascer, deu o seu nome às terras que descobriu na América Central. É também ali que repousa o notável escritor Fialho de Almeida e onde pode visitar-se as ruínas romanas da primitiva povoação, a Igreja de Nossa Senhora da Rocha e a Grandiosa Matriz, manda construir em 1500 pelos frades de S. Vicente de Fora. Cuba é ainda famosa pelos seus excelentes queijos de ovelha, as frutas, os curtumes e os afamados vinhos que produz e comercializa juntamente com Alvito e Vidigueira.

O seu cante, característico da margem direita do rio Guadiana, é mais solene e cantochão, contrastando com o cante da margem esquerda, este mais rítmico, melodioso e alegre. Fundado em 1933, o Grupo Etnográfico “Os Ceifeiros de Cuba é muito provavelmente o melhor intérprete do genuíno cante alentejano da margem direita do rio Guadiana, respeitando a autenticidade do traje para além da verdade da expressão musical.

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Com um rico historial, é o próprio grupo que se apresenta: “Os "Ceifeiros de Cuba" - Grupo Etnográfico, atualmente ensaiados pelo Mestre Ermelindo Galinha - têm levado o nome de Cuba e do Alentejo de norte a sul do País, bem como ao estrangeiro, nomeadamente, Espanha (Burgos no País Basco e Monastério) e França (Bourgogne, Chatillhon-en-Bazois, Saulieu, Estrasburgo, no Parlamento Europeu).

Têm sido centenas as atuações do Grupo, nos mais variados contextos, quer em Feiras, Exposições, Hotéis, Discotecas, Encontros de Corais e Festivais, quer em receções e outros eventos de carácter social e cultural; de destacar as atuações no Coliseu dos Recreios, no Teatro Maria Matos, no Pavilhão dos Desportos, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, na Alfândega no Porto, no encerramento do I Congresso do Cante Alentejano, ainda as três atuações na EXPO 98, no Pavilhão de Portugal, Pavilhão dos Oceanos e Pavilhão do Território.

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Na Televisão o Grupo participou nos Programas "Bom Dia", "País, País" e "Cais do Oriente" da RTP1; "Acontece" da RTP2, "Jardim das Estrelas" da RTP Internacional e "Horizontes da Memória" na RTP2 e RTP Internacional; de registar, também, duas participações cinematográficas, uma no filme documentário "Alentejo Cantado" de Francisco Manso e outra em "Polifonias - Pace è Salute, Michel Giacometti", de Pierre-Marie Goulet.

A produção discográfica dos "Ceifeiros de Cuba" tem sido outro dos meios de preservação e divulgação do cante alentejano, tendo, até ao momento o Grupo produzido sete cassetes, um single, um LP e participação em três CD um dos quais editados pelo Instituto Internacional de Música Tradicional de Berlim e Smithsonian Folkways de Washington.

Os constantes convites que o Grupo recebe para atuações diversas são o reconhecimento do seu valor o qual tem sido, também, reconhecido pelos troféus que ganhou nos certames em que participou - sete primeiros lugares, quatro segundos lugares e quatro terceiros lugares. "Os Ceifeiros de Cuba" consideram-se, por isso, um Grupo bem representativo do cante alentejano.”

Além dos Ceifeiros de Cuba em representação do cante do Baixo Alentejo, a edição do corrente ano do FolkLoures contará ainda com representações do Minho, Madeira, Beira Litoral, Estremadura, Brasil e Moldávia.

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publicado por Carlos Gomes às 19:47
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OEIRAS RECEBE ENCONTRO DE TRADIÇÕES

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publicado por Carlos Gomes às 15:19
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