Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Segunda-feira, 9 de Janeiro de 2017
TRADIÇÃO DAS JANEIRAS MANTÉM-SE EM ANDORRA

A tradição das Janeiras vai ser apresentada no Principado de Andorra, numa iniciativa do Grupo de Folclore ‘Casa de Portugal’, por 12º ano consecutivo. A partir do próximo sábado, dia 14 e até ao dia 29 de Janeiro os elementos do Grupo irão percorrer o Principado aproximando a cultura tradicional portuguesa à sociedade andorrana e junto da comunidade portuguesa que procura com esta iniciativa reviver uma das tradições da infância.

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Este ano o cante das Janeiras vai iniciar-se no dia 14 às 18 horas no palco da Praça Coprínceps, na cidade de Escaldes-Engordany, o que vai permitir que os turistas e residentes do Principado possam desfrutar em praça pública da musica tradicional portuguesa e das cantigas dedicadas a enaltecer o ano novo.

Além da visita a estabelecimentos comerciais, principalmente bares e restaurantes portugueses, as Janeiras tem suscitado interesse junto das igrejas do Principado destacando na edição deste ano a visita à Igreja de Andorra la Vella, Escaldes-Engordany, Ordino e Encamp. Além de apresentar as Janeiras no final do ato religioso, os elementos do Grupo de Folclore ‘Casa de Portugal’ participam na celebração eucarística com cânticos que recriam um ambiente de devoção e fé.

No dia 22 de Janeiro o Grupo participará também na celebração eucarística na Catedral de Santa Maria de Urgell, na cidade da Seu d’Urgell, em Espanha, na presença de Mn. Joan-Enric Vives, Arcebispo e Copríncipe de Andorra.

A vertente solidária das Janeiras tem encontrado resposta no interesse manifestado pela gerência dos lares de idosos da Residência el Cedre, Clara Rabassa e Sarquavitae Salita em proporcionar momentos de cultura tradicional e de convívio aos séniores, familiares e colaboradores das três instituições.

Esta iniciativa irá terminar no dia 29 depois de percorrer quatro das sete paróquias do Principado, desafiando temperaturas negativas e um espesso manto branco de neve característico nos vales de Andorra.”

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publicado por Carlos Gomes às 22:45
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Sábado, 7 de Janeiro de 2017
MINHOTOS CANTAM AS JANEIRAS NA CÂMARA MUNICIPAL DE LOURES

Os minhotos que vivem no concelho de Loures, agrupados no Rancho Folclórico Verde Minho, cantaram as Janeiras aos vereadores e outros autarcas do município local.

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Trata-se de uma autarquia com a qual as gentes do Minho desde há muitos anos que mantêm as melhores relações e laços de amizade e colaboração. Uma autarquia que recebe sempre os nossos conterrâneos de braços abertos, franqueando as suas portas nomeadamente por altura da realização do Encontro de Culturas que ali tem lugar anualmente.

Neste ano, prepara-se já a realização do FolkLoures’17, uma iniciativa que conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures. Não podias, pois, os minhotos deixar de desejar aos autarcas um Bom Ano Novo, nem outra forma melhor podia ser escolhida do que o Cantar das Janeiras de acordo com as nossas tradições.

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publicado por Carlos Gomes às 18:09
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Quinta-feira, 5 de Janeiro de 2017
BEIRÕES REALIZAM EM LISBOA ENCONTRO DE CANTARES DO CICLO NATALÍCIO

‘Do Natal aos Reis’: 1ª edição. Encontro de Cantares do Ciclo Natalício

O Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa comemora os seus 35 anos de existência, em prol da cultura tradicional da Serra do Açor. No âmbito das suas comemorações, realiza no próximo dia 8 de Janeiro, na Igreja de Santa Catarina, também conhecida por Igreja dos Paulistas, em Lisboa, um Encontro de Cantares do Ciclo Natalício.

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Depois de um ano cheio de atividades, é chegada a hora de findar as comemorações. Para tal, o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa decidiu organizar um encontro de cantares do ciclo natalício. Com o apoio e coorganização da Junta de Freguesia da Misericórdia, em Lisboa, surge pela primeira vez o espetáculo ‘DO NATAL AOS REIS’, do qual farão parte 3 grupos folclóricos, que exibirão cantares tradicionais próprios da época.

O evento terá o seguinte horário:

16h00m - Abertura do espetáculo com sessão solene

16h15m - Atuação dos Grupos de Folclore:

- Grupo Etnográfico da Casa do Pessoal dos HUC

- Coimbra | Beira Litoral Mondego

- Rancho Folclórico “As Mondadeiras da Casa Branca”

- Sousel | Alto Alentejo

- Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa

- Arganil | Beira Serra

Deste modo singelo, o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa convida todos os seus sócios, amigos, conterrâneos e conhecidos a estarem presentes nesta festividade para deste modo engrandecê-la e fazer parte dela; só com a união e colaboração de todos é que o movimento folclórico ganha força para continuar vivo!

Venha conviver, divertir-se a conhecer um pouco mais das tradições deste belo país "à beira-mar plantado"

 

 



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Domingo, 1 de Janeiro de 2017
CARCAVELOS CUMPRE A TRADIÇÃO DO PRIMEIRO BANHO DO ANO

Minhotos animam a festa ao toque da concertina

Centenas de pessoas deram hoje o primeiro mergulho do ano na praia de Carcavelos, nos arredores de Lisboa, mantendo uma tradição que perdura desde há mais de setenta anos. E, para animar a festa, à semelhança de anos anteriores, não faltaram os minhotos com as suas concertinas e os seus cantares brejeiros.

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Envergando os mais bizarros fatos-de-banho, os banhistas correram em conjunto pela praia em direcção às ondas, indiferentes ao frio próprio desta época do ano.

Após o mergulho, regressaram ao paredão para, em alegre convívio, deliciarem-se com fatias de bolo-rei e outras guloseimas como manda a tradição nesta quadra festiva.

Além dos intrépidos banhistas, o ritual atrai normalmente centenas de curiosos e a comunicação social que nunca perde a oportunidade de registar este convívio bizarro que anualmente se realiza às portas de Lisboa. E, não faltam sequer os “Narcisos”, divertidos tocadores de concertina que animam a festa com os seus acordes muito ao jeito do folclore minhoto. A sua denominação recorda o café Narciso cujo ambiente permanece com saudade na memória de muitos frequentadores da praia de Carcavelos.

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Sábado, 31 de Dezembro de 2016
BANHISTAS DE CARCAVELOS MANTÊM A TRADIÇÃO DO PRIMEIRO BANHO DO ANO

Centenas de pessoas vão amanhã, da parte da manhã, a partir das 9 horas, realizar o primeiro banho do ano na praia de Carcavelos conforme tradição que se mantém desde há mais de setenta anos.

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Envergando os mais bizarros fatos-de-banho, os banhistas correm em conjunto pela praia em direcção às ondas, indiferentes à temperatura fria desta época de inverno.

Após o mergulho, regressam ao paredão para, em alegre convívio, deliciarem-se com fatias de bolo-rei e outras guloseimas como manda a tradição nesta quadra festiva.

Além dos intrépidos banhistas, o ritual atrai normalmente centenas de curiosos e a comunicação social que nunca perde a oportunidade de registar este convívio bizarro que anualmente se realiza às portas de Lisboa. E, não faltam sequer os “Narcisos”, divertidos tocadores de concertina que animam a festa com os seus acordes muito ao jeito do folclore minhoto. A sua denominação evoca o café Narciso cujo ambiente permanece com saudade na memória de muitos frequentadores da praia de Carcavelos.

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Sexta-feira, 30 de Dezembro de 2016
BEIRÕES REALIZAM EM LISBOA ENCONTRO DE CANTARES DO CICLO NATALÍCIO

‘Do Natal aos Reis’: 1ª edição. Encontro de Cantares do Ciclo Natalício

O Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa comemora os seus 35 anos de existência, em prol da cultura tradicional da Serra do Açor. No âmbito das suas comemorações, realiza no próximo dia 8 de Janeiro, na Igreja de Santa Catarina, também conhecida por Igreja dos Paulistas, em Lisboa, um Encontro de Cantares do Ciclo Natalício.

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Depois de um ano cheio de atividades, é chegada a hora de findar as comemorações. Para tal, o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa decidiu organizar um encontro de cantares do ciclo natalício. Com o apoio e coorganização da Junta de Freguesia da Misericórdia, em Lisboa, surge pela primeira vez o espetáculo ‘DO NATAL AOS REIS’, do qual farão parte 3 grupos folclóricos, que exibirão cantares tradicionais próprios da época.

O evento terá o seguinte horário:

16h00m - Abertura do espetáculo com sessão solene

16h15m - Atuação dos Grupos de Folclore:

- Grupo Etnográfico da Casa do Pessoal dos HUC

- Coimbra | Beira Litoral Mondego

- Rancho Folclórico “As Mondadeiras da Casa Branca”

- Sousel | Alto Alentejo

- Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa

- Arganil | Beira Serra

Deste modo singelo, o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa convida todos os seus sócios, amigos, conterrâneos e conhecidos a estarem presentes nesta festividade para deste modo engrandecê-la e fazer parte dela; só com a união e colaboração de todos é que o movimento folclórico ganha força para continuar vivo!

Venha conviver, divertir-se a conhecer um pouco mais das tradições deste belo país "à beira-mar plantado".



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Segunda-feira, 26 de Dezembro de 2016
ESTORILENSES CANTAM AS JANEIRAS

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Domingo, 18 de Dezembro de 2016
MINHOTOS EM LISBOA CANTAM AO MENINO JESUS NA IGREJA DA GRAÇA

Ó meu Menino tão lindo,

Ó meu Menino tão belo,

Vinde, vinde já ao mundo

Que por vossa vinda espero.

 

Ó meu Menino tão lindo,

Vinde, vinde já ao mundo,

Livrar-nos do cativeiro

Deste abismo tão profundo.

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A igreja da Graça em Lisboa ficou hoje quase repleta de público a assistir aos cantares ao menino Jesus, conforme era tradição no Minho. A iniciativa partiu da parceria entre o Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho e o Grupo de Danças e Cantares Besclore, aliás Novo Banco. Ao evento associaram-se o Rancho Folclórico da Casa do Minho e o Rancho Folclórico Alegria do Minho, todos eles sediados na região de Lisboa.

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Cumprindo a tradição em ambiente solene e respeitoso, os quatro grupos folclóricos recriaram o ambiente de devoção religiosa que outrora se vivia por esta ocasião, entoando os cantares ao menino Jesus. Em breve seguem-se as Janeiras e as reisadas, tradições do povo português que consiste basicamente na formação espontânea de grupos que vão de porta em porta anunciando o nascimento de Jesus e pedindo alvíssaras, geralmente algo que ficou no fumeiro ou sobrou das festividades natalícias.

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A etnografia passa também pela preservação da cultura tradicional na sua vertente religiosa, conservando os cantares e outros costumes característicos também da época natalícia, não se restringindo pois ao desfiar de uma série de danças e cantares cujo enquadramento nem sempre é devidamente explicado. Os grupos folclóricos que hoje recriaram os cantares ao menino Jesus proporcionaram um magnífico espectáculo cultural, sobretudo a muitos lisboetas e aos turistas estrangeiros que não perderam a oportunidade de assistir de elevado interesse cultural.

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Sábado, 17 de Dezembro de 2016
MINHOTOS EM LISBOA CANTAM AMANHÃ AO MENINO NA IGREJA DA GRAÇA

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Quinta-feira, 15 de Dezembro de 2016
MUSEU DE ARTE POPULAR REABRE HOJE AO PÚBLICO

O Museu de Arte Popular reabre hoje ao público com a mostra “Da Fotografia ao Azulejo”. Dentro de pouco tempo haverá um centro interpretativo sobre a história, com mais de 70 anos, do museu.

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De acordo com a directora-geral do Património Cultural, Paula Silva, os primeiros passos desse centro interpretativo vão ser dados em breve, com a abertura de uma sala que conterá uma maqueta do museu e um filme sobre a história da sua actividade, iniciada em 1948.

Durante uma visita guiada aos jornalistas, Paula Silva e o director do Museu de Arte Popular (MAP), Paulo Costa, mostraram o conteúdo da exposição que reabre metade do espaço expositivo, na sequência de obras de conservação, que consiste numa viagem pelo Portugal da primeira metade do século XX, através de azulejos e das fotografias que os inspiraram.

A exposição constitui o culminar da pesquisa de Jose Luis Mingote Calderon, conservador da Colecção Europeia do Museu Nacional de Antropologia de Madrid, que, ao longo de diversos anos, desenvolveu pesquisa de terreno em Portugal e fez uma recolha de imagens usadas para a criação dos azulejos sobre monumentos, actividades tradicionais e paisagens simbólicas.

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Organizada e inicialmente apresentada pelo Museu Nacional de Soares dos Reis, no Porto, a exposição esteve em Espanha, no Museo Etnográfico Provincial de León e, mais recentemente, no Museo Nacional de Antropología.

Paula Silva disse ainda que o objectivo é prosseguir no MAP as obras de conservação, e abrir gradualmente todo o espaço expositivo do museu, imprimindo nele uma programação própria que passará não só por exposições, mas por outras actividades.

À entrada da primeira sala surge um percurso de fotografias de antigas estações de caminho-de-ferro, começando por Vilar Formoso, cujos edifícios estão em parte revestidos de azulejos, e estão expostas seis ampliações de imagens estudadas pelo investigador, que deram origem a painéis de azulejos.

A exposição percorre três salas do museu com as fontes gráficas que deram origem aos azulejos: fotografias, ilustrações, imagens retiradas de jornais e postais que os criadores depois compunham com vários elementos.

No interior foram também colocadas algumas peças do acervo do Museu Nacional de Etnologia: um carro de bois do Douro e artefactos das vindimas, um traje de lavradeira de Viana do Castelo, e uma capa típica de Miranda do Douro.

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O comissário e investigador Jose Luis Mingote Calderon, que também acompanhou a visita, disse que "existe uma tradição antiga de criar azulejos a partir de gravuras e [que], depois do surgimento da fotografia, foi muito ampliada".

"Com o surgimento da fotografia no início do século XX, deu-se um grande desenvolvimento das artes gráficas. A fotografia forneceu a verdade do país e lançou o movimento da modernidade", salientou, em declarações aos jornalistas.

Inaugurado em 1948, o Museu de Arte Popular nasceu da reformulação do antigo pavilhão da “Secção da Vida Popular” criado para a Exposição do Mundo Português de 1940, com projeto da autoria dos arquitetos António Reis Camelo e João Simões.

Foi concebido de acordo com o programa formulado, em 1946, por António Ferro, então diretor do Secretariado de Propaganda Nacional (SPN) sob a denominação de “Museu do Povo” e organizado de acordo com a divisão administrativa do território nacional da Constituição Portuguesa de 1933. (A exposição está encerrada ao público, mantendo-se a loja do museu aberta ao público).

Fonte: http://rr.sapo.pt/

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publicado por Carlos Gomes às 11:08
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Terça-feira, 13 de Dezembro de 2016
IGREJA DA GRAÇA EM LISBOA RECEBE CANTARES TRADICIONAIS AO MENINO

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Domingo, 11 de Dezembro de 2016
IGREJA DA GRAÇA EM LISBOA RECEBE CANTARES TRADICIONAIS AO MENINO

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publicado por Carlos Gomes às 12:10
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Sábado, 10 de Dezembro de 2016
CARDADORES DE VALE DE ÍLHAVO E CARETOS DE PODENCE INTEGRAM A COLEÇÃO DE 11 VOLUMES SOBRE OS RITUAIS COM MÁSCARA

No passado dia 6 de Dezembro foram apresentados, no Museu Nacional de Arqueologia, mais dois volumes inseridos na coleção "Rituais com Máscara", fazendo um total de seis volumes que levam até ao leitor as maiores festas portuguesas cuja atração principal é a máscara.

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A apresentação dos livros dedicados aos Cardadores de Vale de Ílhavo e aos Caretos de Podence contou com a presença de várias personalidades envolvidas no projeto entre as quais o presidente da Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros, Duarte Moreno, o vereador de turismo e cultura da Câmara Municipal de Ílhavo, Paulo Costa, a diretora de cultura da Fundação Inatel, Carla Raposeira, o diretor do MNA, António Carvalho, o presidente da Progestur de Hélder Ferreira, o conselheiro de Estado, Adriano Moreira e as autoras destes dois volumes da coleção, Elisa Martins Alves (Rituais com Máscara - Ílhavo) e Patrícia Cordeiro (Rituais com Máscara – Macedo de Cavaleiros).

Os convidados foram recebidos num pequeno cocktail e brindados com o inconfundível barulho dos chocalhos dos Caretos de Podence e com o característico aroma dos Cardadores de Vale de Ílhavo que desfilaram pela sala as suas imponentes máscaras.

Ao longo da apresentação foi reforçada a importância de se fazer uma coleção que pretende dar voz àqueles que vivem genuinamente estas tradições, beneficiando a perspetiva de quem é parte integrante destas festas, mostrando assim a importância das populações na preservação e continuidade destas origens carregadas de simbolismo.

Cada livro foi apresentado pela respetiva autora, tendo sido igualmente referenciado o prazer que as mesmas tiveram na realização da obra, destacando a disponibilidade e amabilidade com que foram recebidas pelos protagonistas destas celebrações, responsáveis por transmitir a verdadeira essência destas tradições que fazem dos Caretos e Cardadores fortes figuras da cultura popular portuguesa.

A “Rota das Máscaras em Portugal”, uma parceria entre a Fundação INATEL e a Progestur, foi abordada pela diretora da cultura da Fundação Inatel, que deu a conhecer mais sobre esta iniciativa que congrega não só as festas de rituais com máscara mas também a gastronomia, património cultural material e imaterial, paisagens, entre muitas outras atrações dos municípios envolvidos.

Foram muitos os interessados na coleção que procuram o posto de venda de livros, não só para comprar alguns exemplares, mas também para obter mais informações acerca do projeto e possíveis colaborações.

Não perca os seis livros, já editados, da coleção "Rituais com Máscara" no site da Progestur e esteja atento/a aos futuros lançamentos já em 2017.



publicado por Carlos Gomes às 19:54
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Terça-feira, 6 de Dezembro de 2016
ORIGENS E SIGNIFICADO DA COROA DO ADVENTO

A Coroa do Advento constitui um dos símbolos da época do Natal a anunciar o nascimento do Messias. Nos domingos do Advento, considerado o primeiro tempo do Ano Litúrgico correspondendo às quatro semanas que antecedem o Natal, as quais surgem representadas nas quatro velas. A família reúne-se à sua volta para rezar e celebrar. Seguindo a sua liturgia, é acesa a vela que corresponde à respectiva semana, entoando cânticos e fazendo leitura de passagens da Bíblia alusivas ao Advento.

As origens desta tradição remontam a antigos ritos colares praticados pelos povos europeus através dos quais celebravam o nascimento do Sol ou seja, o solstício de Dezembro, os quais vieram mais tarde a dar origem às saturnais romanas.

A sua forma circular representava precisamente a divindade solar que ocupava um lugar central em todos os ritos pagãos e está presente nas danças de roda que os povos sempre executaram desde as suas origens mais remotas.

Durante o inverno, os povos faziam fogueiras que, simbolizando a luz e o calor em cujo regresso se depositavam as esperanças, aparecem simbolizadas nas velas que fazem parte dos rituais da nossa fé.

Com efeito, através do rito, os povos antigos celebravam a acção criadora dos Deuses, assegurando dessa forma a ininterrupção do ciclo da vida e da morte num perpétuo renascimento e conferindo ao ritual um cunho de magia.

Porém, a religiosidade pagã ou seja, do camponês, cedeu o lugar ao Cristianismo e a novas formas de espiritualidade. E, desse modo, também a Coroa do Advento adquiriu uma nova simbologia e um novo significado.

Para o cristão, a infinidade do círculo representado na forma circular da Coroa do Advento representa o amor de Deus e a sua eternidade, bem assim como a aliança entre Deus e o Homem.

Os seus ramos verdes simbolizam a Esperança e a Vida na crença da Vida Eterna e da Ressurreição que constitui precisamente aquilo que distingue o verdadeiro cristão.

Carlos Gomes / http://www.folclore-online.com/



publicado por Carlos Gomes às 20:02
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Sábado, 3 de Dezembro de 2016
IGREJA DA GRAÇA EM LISBOA RECEBE CANTARES TRADICIONAIS AO MENINO

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publicado por Carlos Gomes às 21:03
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Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2016
IGREJA DA GRAÇA EM LISBOA RECEBE CANTARES TRADICIONAIS AO MENINO

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publicado por Carlos Gomes às 15:44
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Terça-feira, 29 de Novembro de 2016
A COLEÇÃO RITUAIS COM MÁSCARA ESTÁ DE VOLTA! É TEMPO DE COLOCAR A MÁSCARA E VIAJAR ENTRE CARETOS E CARDADORES

A Progestur tem o prazer de anunciar o lançamento de mais dois livros, inseridos na coleção “Rituais com Máscara”dedicados inteiramente às máscaras dos municípios de Ílhavo e Macedo de Cavaleiros. A apresentação das duas publicações está agendada para o próximo dia 6 de Dezembro, pelas 18h30, no Museu Nacional de Arqueologia.

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A apresentação contará com a presença de personalidades de várias áreas da cultura portuguesa dando espaço para uma conversa reveladora sobre tradições, rituais das máscaras e seus simbolismos e significados nos municípios de Ílhavo e Macedo de Cavaleiros. Moderada pelo Dr. Francisco José Viegas, o lançamento dos livros contará com a presença do presidente da Câmara Municipal de Ílhavo, Fernando Caçoilo, presidente da Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros, Duarte Moreno, presidente da Progestur, Hélder Ferreira e ainda a representação da Fundação Inatel.

Depois das publicações dedicadas aos rituais com máscara de Lamego, Mira, Miranda do Douro e Mogadouro, a coleção, editada em português e inglês, apresenta-se mais uma vez com uma forte componente informativa e cultural abordando ao pormenor os as máscaras e rituais dos Cardadores de Vale de Ílhavo e Caretos de Podence. 

Ao leitor é transmitido um sentimento de pertença nestas celebrações ancestrais, contadas por quem vive de perto estes rituais, evidenciando a importância das regiões e populações na garantia da perpetuidade das tradições culturais como marca da sua identidade. 

Esta coleção, composta por 11 volumes, contêm, para além da explicação das origens, significados e simbolismos destas manifestações culturais, dez páginas dedicadas à promoção da região da festa apresentada, funcionando como um roteiro turístico, possibilitando a divulgação e promoção da oferta turística dos municípios envolvidos. 

Inseridas nos “Rituais com Máscara” e resultantes de uma parceria entre a Progestur e o INATEL, foram criadas três rotas turísticas com base nas festas com rituais de máscaras - uma no centro de Portugal e duas no Nordeste Trasmontano – que estarão presentes na totalidade da coleção.

Anunciamos também que já estão a ser iniciados os trabalhos de investigação e recolha de registos fotográficos para a produção de mais livros inseridos nesta coleção, a ser publicados em 2017. Em breve revelaremos quais os municípios e máscaras que terão destaque nas próximas publicações.

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Quarta-feira, 16 de Novembro de 2016
MINHOTOS FESTEJAM O SÃO MARTINHO NO CONCELHO DE OEIRAS

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publicado por Carlos Gomes às 19:20
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Sábado, 12 de Novembro de 2016
NATURAIS DE ARCOS DE VALDEVEZ FESTEJAM AMANHÃ EM MARVILA O SÃO MARTINHO

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publicado por Carlos Gomes às 21:15
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BENFICA RECEBE FOLCLORE DO MINHO EM FESTA DE S. MARTINHO

As gentes lisboetas também mantêm as tradições. Em Benfica, o jardim do eucaliptal virou arraial à moda do Minho onde não faltou o folclore, as castanhas e a jeropiga. A organização é da Junta de Freguesia de Benfica e o Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho, sediado naquela localidade, animou a festa com as suas danças e cantares.

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Durante este fim-de-semana, a animação conta também com a participação de outros artistas dos mais variados géneros musicais. E, muitas barraquinhas de comes e bebes, com os mais variados petiscos, naquilo que agora se convencionou designar por “street food fest” para dar um ar mais cosmopolita.

Mas, o que realmente alegrou o numeroso público que hoje afluiu ao jardim do eucaliptal foi o “portuguese tipical folclore of Minho” que é como quem diz, o folclore tradicional do Minho.

Não obstante, registamos com apreço a primazia que a Junta de Freguesia atribui à cultura tradicional, convidando um dos grupos mais representativos do Minho na região de Lisboa a participar em todos os eventos que organizam.

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publicado por Carlos Gomes às 18:56
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Sexta-feira, 11 de Novembro de 2016
MINHOTOS EM LISBOA FESTEJAM O SÃO MARTINHO COM FOLCLORE, CASTANHAS E VINHO

Após terem levado a efeito o Serão Temático "Como há 100 anos...", eis que o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega (GFTN), aqui deixa um novo convite; desta feita, para participarem no próximo dia 20 de Novembro no Salão de Festas dos Bombeiros Voluntários de Linda-a-Pastora (Queijas - Oeiras).

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Não se trata de um Festival de Folclore, no sentido mais formal do termo, nem de um Magusto de São Martinho, no sentido mais restritivo do termo. Trata-se de mais um evento de demonstração da Cultura Popular, Etnografia e Folclore a que chamámos "Castanhas & Minho" fazendo uma ponte entre um tradicional Magusto de São Martinho e uma Tarde de Folclore com grupos de representação etno-folclórica minhota.

Este ano, irão ter como convidados o Rancho Folclórico de Entre-Ambos-Os-Rios (Ponte da Barca), e o Rancho Folclórico da Casa do Minho em Lisboa.

Iremos também ter petiscos e bebidas, castanhas e água-pé, venda de artesanato e muito mais. Acreditamos que será uma tarde bem passada e a presença do público apenas engrandecerá mais este evento.



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A TRADIÇÃO DIONISÍACA DO S. MARTINHO: DAS ORIGENS PAGÃS À VERSÃO CRISTIANIZADA

Fazendo jus ao rifão "pelo S. Martinho, vai à adega e prova o vinho", cumpre-se invariavelmente em Novembro o ritual dionisíaco do S. Martinho.

É chegada a altura de inspeccionar os vinhos das últimas colheitas verificando se fermentaram como deviam. Mas é também tempo de magusto com castanhas assadas ou cozidas devidamente regadas com vinho novo, a água-pé e jeropiga.

Após as ave-marias, a taberna da aldeia adquire uma animação orgíaca muito peculiar que lhe é conferida pelo elevado número de fiéis que ali acorre enquanto o taberneiro, qual sacerdote dionisíaco que altivo se perfila por detrás da ara do balcão como se de um altar se tratasse, serve uma após outra sucessivas rodadas de verdasco numa inebriante comunhão eucarística.

A taberna é nos nossos dias como que um templo dedicado a Baco onde o culto é praticado livremente pelos seus iniciados, embora expurgado dos excessos com que tais festins ocorriam ao tempo da Roma antiga.

Como não podia deixar de acontecer, S. Martinho é bastante celebrado no nosso país, particularmente em localidades onde a tradição vinícola mais se faz sentir, algumas das quais lhe consagram inclusivamente feriado municipal. Alijó, Penafiel, Pombal, Torres Vedras e Golegã são disso alguns exemplos.

É ainda à famosa lenda segundo a qual, S. Martinho de Tours vendo em pleno Inverno um pobre completamente despido tiritando de frio o agasalhou com metade da sua capa que cortou com a própria espada, que se atribui a origem do chamado "Verão de São Martinho" que geralmente ocorre nesta altura do ano.

Uma vez provados os vinhos e realizados os tradicionais magustos, é também tempo colher a azeitona e levá-la ao lagar, de iniciar a sementeira do trigo e do centeio, plantar cerejeiras e amendoeiras, damasqueiros e videiras, semear os agriões e colocar estacas nas plantas que possam ser afectadas com os ventos fortes de inverno. Em breve chegará o Dezembro e as festas solsticiais e do nascimento de Cristo, as filhoses e as rabanadas, a missa do galo e as zabumbas.

Para quem vive na cidade, desenraizado das suas origens rurais, à falta de uma adega nas proximidades, resta-nos sugerir: Pelo S. Martinho, vai à taberna e prova o vinho!



publicado por Carlos Gomes às 10:12
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Quinta-feira, 10 de Novembro de 2016
FESTIVAL DA CASTANHA JUNTA BEIRÕES EM OEIRAS

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Terça-feira, 8 de Novembro de 2016
LISBOETAS FESTEJAM O SÃO MARTINHO EM BENFICA

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S. MARTINHO JUNTA MINHOTOS EM LINDA-A-PASTORA

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FESTIVAL DA CASTANHA JUNTA BEIRÕES EM OEIRAS

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Segunda-feira, 7 de Novembro de 2016
SINTRENSES FAZEM MAGUSTO EM MEM MARTINS

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Sábado, 5 de Novembro de 2016
FESTIVAL DA CASTANHA JUNTA BEIRÕES EM OEIRAS

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publicado por Carlos Gomes às 20:17
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Domingo, 30 de Outubro de 2016
OEIRAS RECEBE NA LAGE ENCONTRO DE TOCADORES DE CONCERTINA

No próximo domingo, dia 6 de novembro, levam a efeito um festival de folclore - o “I Festival de Inverno”

O Centro Cultural da Lage foi pequeno para acolher as centenas de pessoas que participaram hoje no V Encontro de Tocadores de Concertina organizado pelo Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage.

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Perto de duas dezenas de grupos de tocadores afluíram hoje àquela localidade do concelho de Oeiras, nos arredores de Lisboa, para animarem uma festa como só os minhotos sabem fazer, com alegria e música tradicional. A iniciativa contou com a presença do presidente da Junta de Freguesia da Lage.

Não se tratando propriamente de festival de folclore, estes encontros têm contido sido fundamentais para a divulgação das potencialidades da concertina, contribuindo através das numerosas escolas de tocadores para o aparecimento de novos talentos, contrariando desse modo uma tendência que há alguns anos se vinha verificando que consistia na falta de tocadores deste instrumento musical. E, esse aspeto refletia-se no funcionamento dos próprios ranchos folclóricos.

Entretanto, o Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage organiza no próximo dia 6 de novembro, a partir das 15 horas, no Centro Cultural da Lage, o “I Festival de Inverno”. Esta iniciativa conta com a participação do Rancho Folclórico e Etnográfico de Reboreda, de Vila Nova de Cerveira; do Rancho Folclórico e Etnográfico de São Joaninho, de Santa Comba Dão, do Rancho Folclórico das Piçarras, de Vendas Novas e, naturalmente, do grupo anfitrião, o Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage”.

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Sábado, 29 de Outubro de 2016
OEIRAS RECEBE AMANHÃ ENCONTRO DE TOCADORES DE CONCERTINA

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Quinta-feira, 27 de Outubro de 2016
OEIRAS RECEBE ENCONTRO DE TOCADORES DE CONCERTINA

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publicado por Carlos Gomes às 21:41
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FESTIVAL DA CASTANHA JUNTA BEIRÕES EM OEIRAS

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publicado por Carlos Gomes às 21:38
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SINTRENSES FESTEJAM O S. MARTINHO

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publicado por Carlos Gomes às 14:25
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CASCAIS FESTEJA O S. MARTINHO

S. Martinho chega mais cedo a Cascais com o Mercado de Outono

O Mercado da Vila, em Cascais preparou um fim-de-semana especial de 28 a 30 de outubro a antecipar o São Martinho com entrada gratuita como habitual e com a igualmente tradicional parceria com a CP com deslocação ida e volta por dois euros. 

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O outono chega ao Mercado recheado de verdadeiras iguarias gastronómicas que não faltarão neste último fim-de-semana de outubro: castanhas assadas, vinhos, frutos secos e desidratados, compotas e marmeladas caseiras, licores, enchidos, queijos e outros doces variados vão fazer deste Mercado uma fonte de sabores e cores.

Não podia faltar a animação com música ao vivo, entre sexta-feira à noite a domingo à tarde (ver abaixo programa), para publico jovem, adulto e infantil.

PROGRAMA ANIMAÇÃO

IV Edição do Mercado de Outono | 28 a 30 de outubro | Mercado da Vila de Cascais

Dia 28 de outubro | 6ª feira

20h30 | Orquestra Tiriri – Sociedade Musical de Cascais;

Dia 29 de outubro | sábado

18h30 | Lusitânia Expresso - Quarteto de Musica Portuguesa

20h30 | Rancho da Sociedade Musical de Cascais

Dia 30 de outubro | domingo

15h00 | Coral Infantil de Carcavelos

16h00 | Rancho do Grupo Etnográfico 7 Castelos

18h30 | Casto & Salgueiro – Duo de Musica Portuguesa



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Terça-feira, 25 de Outubro de 2016
BEIRÕES EM OEIRAS REALIZAM FESTIVAL DA CASTANHA

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Domingo, 23 de Outubro de 2016
LOURES VESTE-SE COM AS CORES E A ALEGRIA DO MINHO

Mais de um milhar de pessoas afluíram ontem à localidade de A-das-Lebres, no concelho de Loures, para participar na festa organizada pelo Grupo Folclórico “Verde Minho”. E, não fora as condições climatéricas instáveis, a adesão poderia ter duplicado, com mais gente a participar, nomeadamente tocadores de concertina e cantadores ao desafio. Mas este Encontro de Tocadores de Concertina encontra-se já consagrado como o maior evento do género na região de Lisboa, a prometer mais e maiores sucessos.

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Os zés pereiras percorram as ruas de A-das-Lebras e, ao rufar dos bombos, as gentes da localidade desceram à rua e seguiram-nos em direção à festa. Os minhotos recriaram, dentro do possível, a tradição da desfolhada do milho, com todo o seu pitoresco e brejeirice admitida pelas normas que em tempos antigos se encontravam convencionadas.

Após a recriação da desfolhada tradicional do milho, perto de três centenas de tocadores de concertina e outros instrumentos tradicionais, integrando perto de três dezenas de grupos participantes, passaram pelo palco onde exibiram os seus talentos e mostraram a arte de bem tocar a concertina.

Entre as numerosas individualidades presentes, distinguimos Tiago Matias e Sónia Paixão, vereadores da Câmara Municipal de Loures, João Florindo e José Gomes, respetivamente Presidente e Tesoureiro da Junta de Freguesia de A-das-Lebres. E ainda representantes dos Bombeiros e da Polícia Municipal de Loures.

A festa foi verdadeiramente de arromba e a localidade de A-das-Lebres viveu um dia inesquecível que por certo continuará a repetir-se a cada ano com maior êxito.

Entretanto, o Grupo Folclórico “Verde Minho” está já a iniciar os preparativos com vista à organização da próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, iniciativa que deverá ter lugar em meados do próximo ano.

A dinâmica que está a ser imposta a estas iniciativas está a registar uma adesão crescente e um movimento que se afigura imparável. Pese embora a organização do FolkLoures encontrar-se ainda na fase de preparação, atendendo nomeadamente às alterações do formato do evento relativamente a anos anteriores, começaram já a chegar à organização do evento várias propostas de participação por parte de agrupamentos culturais de vários pontos do país ligados ao folclore e à cultura tradicional em geral. O FolkLoures constitui já uma marca de sucesso!

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 21:00
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Sábado, 22 de Outubro de 2016
LOURES ACOLHE HOJE O MAIOR ENCONTRO DE TOCADORES DE CONCERTINA DA REGIÃO DE LISBOA

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Quinta-feira, 20 de Outubro de 2016
DESFOLHADA DO MILHO EM LOURES RECEBE MEIO MILHAR DE TOCADORES DE CONCERTINA, ZÉS PEREIRAS E CANTADORES AO DESAFIO

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Quarta-feira, 19 de Outubro de 2016
DESFOLHADA EM LOURES PÕE MINHOTOS À PROCURA DO MILHO-REI!

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Segunda-feira, 17 de Outubro de 2016
LOURES ESTÁ EM FESTA... À MODA DO MINHO!

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Domingo, 16 de Outubro de 2016
FEIRA DAS MERCÊS FUNCIONA ATÉ 23 DE OUTUBRO

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publicado por Carlos Gomes às 21:21
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Sábado, 15 de Outubro de 2016
TRADIÇÃO REGRESSA À FEIRA SALOIA DAS MERCÊS NO CONCELHO DE SINTRA

Já abriu no concelho de Sintra a Feiras das Mercês, considerada uma das mais emblemáticas feiras tradicionais da região saloia.

A Feira das Mercês está a recuperar a sua autenticidade e a grandeza que durante muito tempo fez dela a mais típica das feiras saloias do concelho de Sintra e de toda a região à volta de Lisboa. Após anos consecutivos de descaraterização e de ocorrências que chegaram a obrigar a sua suspensão, eis que a Feira das Mercês renasce nos moldes que sempre a caraterizaram ou seja, uma feira rural onde os agricultores da região saloia se divertem e vendem os primeiros frutos das suas colheitas de outono. E, como não podia deixar de acontecer, uma romaria à pequena mas graciosa capelinha de Nossa Senhora das Mercês, integrada no espaço patrimonial da quinta pertencente aos atuais marqueses de Pombal.

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As moças já não se “derretem” a ver os rapazes passar junto ao famoso muro do derrete e os frequentadores já são sobretudo os habitantes das novas urbanizações do concelho de Sintra, gente com as mais diversas origens. Saloios de verdade, nem vê-los!

Cabe aos componentes dos grupos folclóricos conferirem o ambiente típico de outros tempos, com os seus quadros etnográficos e a música solta dos acordeões. Mas, nas tasquinhas, não falta o vinho e a água-pé, o leitão assado, a carne de porco às Mercês e a famosa pera parda. E ainda as tendas onde se vende o feijão e o grão, os queijos e as castanhas e ainda as grandes barracas de comes e bebes.

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Como manda a tradição, a componente religiosa também foi cumprida com a realização da procissão de Nossa Senhora das Mercês cujo culto se invoca numa pequena capelinha situada dentro dos limites da quinta da “Casa Pombal”, a qual pertenceu aos marqueses de Pombal, espaço que conjuntamente com o solar encontra-se atualmente em estado de completa ruína.

Situada nos limites das freguesias de Rio de Mouro e de Algueirão-Mem Martins, crê-se que a tradicional Feira das Mercês remonte ao tempo da dominação moçárabe, à época utilizada como um mercado de escravas. Nesse local, terá existido uma espécie de gruta que, transformada mais tarde em ermida, passou a acolher os devotos à Senhora das Mercês.

Como manda a tradição, a componente religiosa também foi cumprida com a realização da procissão de Nossa Senhora das Mercês cujo culto se invoca numa pequena capelinha situada dentro dos limites da quinta da “Casa Pombal”, a qual pertenceu aos marqueses de Pombal, espaço que conjuntamente com o solar encontra-se atualmente em estado de completa ruína.

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Situada nos limites das freguesias de Rio de Mouro e de Algueirão-Mem Martins, crê-se que a tradicional Feira das Mercês remonte ao tempo da dominação moçárabe, à época utilizada como um mercado de escravas. Nesse local, terá existido uma espécie de gruta que, transformada mais tarde em ermida, passou a acolher os devotos à Senhora das Mercês.

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Para além da magnífica vista panorâmica que do local se disfruta para a serra de Sintra, a Feira das Mercês era também conhecida pela algazarra das suas gentes e os pregões, o colorido dos trajes das saloias e o aspeto patusco dos homens, ambiente excelentemente retratado pelo caricaturista e aguarelista Leal da Câmara cuja habitação, atualmente transformada em casa-museu, se situa paredes meias com o recinto da feira.

E, para completar essa aguarela tão característica dos usos e costumes das gentes da região saloia, recortamos o namoro pitoresco das moçoilas que, “trajadas com as suas melhores vestes se sentavam e esperavam pacientemente que algum dos rapazes vestidos de jaleca parasse e lhes piscasse o olho e assim declarasse o seu amor”. O local ficou para sempre conhecido como o “Muro do Derrete” e está consagrado na toponímia!

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Quinta-feira, 13 de Outubro de 2016
MINHOTOS REALIZAM EM LOURES ENCONTRO DE TOCADORES DE CONCERTINA QUE É O MAIOR EVENTO DO GÉNERO NA REGIÃO DE LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 00:21
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Quarta-feira, 12 de Outubro de 2016
CASA DO MINHO EM LISBOA JUNTA EM TELHEIRAS TOCADORES DE CONCERTINA

A Casa do Minho em Lisboa realizou no passado dia 9 de Outubro mais uma edição do Encontro de Tocadores de Concertina, uma iniciativa que regista sempre grande adesão sobretudo por parte dos nossos conterrâneos radicados naquela região.

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Em Telheiras, o local escolhido foi o Auditório Orlando Ribeiro. E a festa foi bem minhota, muito ao gosto das nossas gentes. E, concertinas não faltaram, tal como não faltaram exímios tocadores que deram mostras do seu talento.

Sucedâneo de vários instrumentos musicais cujo som, produzido por palhetas que vibravam por meio da pressão de ar, a concertina difundiu-se por toda a Europa e ainda no Brasil a partir da segunda metade do século XVIII, tornando-se graças à peculiar sonoridade que o caracteriza, um dos instrumentos de música popular que mais rapidamente foi adotado pelo povo, tornando-se porventura o mais apreciado sobretudo pelas gentes do Minho.

Os encontros de tocadores, bem assim as respetivas escolas, têm vindo a popularizar ainda mais um instrumento musical que há alguns anos corria o risco de desaparecer devido à falta de tocadores.

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 21:38
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MINHOTOS EM LOURES PREPARAM FESTA DE ARROMBA COM DESFOLHADA DO MILHO, TOCADORES DE CONCERTINA E CANTARES AO DESAFIO

LOCALIDADE DE A-DAS-LEBRES VAI SER PEQUENA PARA RECEBER TANTA GENTE!

Grupo Folclórico Verde Minho organiza em A-das-Lebres uma festa que inclui desfolhada do milho, encontro de tocadores de concertina e cantadores ao desafio e fogo-de-artifício. E todos os minhotos que vivem na região de Lisboa vão certamente responder à chamada e demonstrar a sua união.

A adesão não pára de aumentar e, a avaliar pelas inscrições já efetuadas, a organização prevê a participação no evento de mais duzentos e cinquenta tocadores de concertina, o que o torna o maior evento do género realizado na região de Lisboa. De diversas regiões do país, deslocam-se a Loures cerca de 40 grupos que levam consigo as tradições e os cantares das respetivas regiões. Apesar de espaçoso, o local onde o encontro se realiza vai certamente ser exíguo para o numeroso público que ali vai acorrer, o que obrigará a organização a repensar a localização para futuras edições deste evento. Pelas ruas da localidade, o Grupo Bombrando vai rufar os seus bombos e estremecer aquela localidade do concelho de Loures, fazendo o povo sair à rua e aderir à festa.

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A iniciativa é do Grupo Etnográfico Verde Minho e tem lugar no próximo dia 22 de Outubro, a partir das 15 horas. A recriação da desfolhada decorre no terreiro fronteiro às instalações do Grupo União Lebrense, em A-das-Lebres, no concelho de Loures.

Os grupos de zés-pereiras percorrem as ruas da aldeia anunciando a festa com o rufar dos seus bombos. As moças exibem os seus trajes de trabalho característicos. Rapazes e raparigas cuidam de desfolhar o milho à procura da maçaroca… e do “prémio” da conversada!

Não falta o vinho e o petisco oferecido aos trabalhadores que participam no serão. Os trabalhadores da jorna recordam com nostalgia a juventude e a alegria de tempos idos. E, como a festa é minhota, dança-se o vira, a chula e a cana-verde.

Como manda a tradição, não falta sequer a broa de milho e a boa pinga de vinho verde a lembrar costume antigo.

Predominando no Minho a cultura de regadio, é por altura da festa de S. Miguel que ocorre o corte do milho e se seguem as desfolhadas.

Para o minhoto, tudo é pretexto para a festa: o trabalho e a romaria, a religião e a gastronomia. Em todas as ocasiões, o minhoto é alegre, levando sempre desse modo de vencida as agruras da vida, mesmo quando vividas em terras distantes.

Para onde quer que vá, o minhoto leva consigo a alma grandiosa da sua terra e a cor da esperança porque o Minho é verde e o folclore… é Verde Minho!

Remonta há mais de quatro séculos a introdução da cultura do milho no nosso país. A sua cultura foi iniciada no noroeste peninsular onde a região do Minho se insere, tendo com o decorrer do tempo se propagado para outras regiões do país.

A cultura do milho teve origem nas Américas e foi trazida para a Península Ibérica nas naus do navegador Cristóvão Colombo, aliás Salvador Fernandes Zarco, oficialmente ao serviço dos reis de Espanha, secretamente ao serviço do rei D. João II, com o propósito de afastar os reis católicos da rota da Índia, levando-os a celebrar o Tratado de Tordesilhas.

A abrir as hostilidades, percorrerão as ruas da freguesia o Grupo de Bombos Bombrando, o Grupo de Gaiteiros da Freiria e o Grupo de Zés Pereiras e Gigantones Os Amarantinos.

Entretanto, encontram-se já inscritos para o evento os seguites grupos de tocadores de concertina e de cantadores ao desafio:

1-CONCERTINAS E CANTIGAS DO VERDE MINHO

2-SONS DA SERRA DE OLIVEIRA DO HOSPITAL

3-ESCOLA DE CONCERTINAS DA BARRENTA, RICARDO

4-EM ARMÓNICA EDUARDO BONANÇA

5-CASA DO CONCELHO DE PONTE DE LIMA EM LISBOA

6-INTERNACIONAL EM ACORDEÃO, TINO COSTA

7-GRUPO DE CONCERTINAS CASA DO POVO DE CORROIOS

8-GRUPO ETNOGRÁFICO DANÇAS E CANTARES DO MINHO

9-ESCOLA DE CONCERTINAS FILIPE OLIVEIRA

10-GRUPO DE CONCERTINAS DO RANCHO DANÇAR É VIVER DA BRANDOA

11-CONCERTINAS DO GRUPO NOVO BANCO “BESCLORE”

12-GRUPO DE CONCERTINAS TROIKA Á PORTUGUESA

13-GRUPO DE CONCERTINAS DA LOUSÃ

14-GRUPO DE ACORDEÕES AMIGOS DE FERREL

15-GRUPO DE CONC. CASA DO BENFICA VILA DE REI

16-TEMOS ENTRE NÓS O GRUPOVILA FRIA PORTO SALVO

17-GRUPO DE CONCERTINAS DA SERRA DA SILVEIRA, RAMOS

18-GRUPO DE CONCERTINAS DE CARENQUE

19-GRUPO DE CONCERTINAS AGUIAS VERMELHAS, CH, CAPARICA.

20-JOÃO TOMAZ, ÁS DA CONCERTINA

21- GRUPO, SILVIA MORENA DA CONCERTINA

22-CONCERTINAS DA CASA DO MINHO EM LISBOA

23-GRUPO DE CONCERTINAS SOMOS DO NORTE, JOÃO MOTA

24-GRUPO DE FOLCLORE TERRAS DA NOBREGA

25-CASA DO CONCELHO DOS ARCOS DE VALDVÊZ EM LISBOA

26-ESCOLA DE CONCERTINAS E ACORDEÃO, VASCO LOPES

27-GRUPO DE CONCERTINAS OS RESINEIROS

28-GRUPO DE CONC. CANTE-O-EIRAS

29 -GRUPO DE CONC. ESCOLA FRANCISCO TEIXEIRA

30-JOÃO DA CONCERTINA ESCOLA DO PINTO

31-JOAQUIM GASPAR E AMIGOS

32-GRUPO DE CONCERTINAS ALEGRIA DO MINHO ASSOPRIM

33-GRUPO DE CONCERTINAS ECOS DO BASTO JOSÉ LUIS

34- GRUPO DE CONCERTINAS MALHA NA GAITA, AMADORA

35-GR. DE CONCERTINAS OS DESAFINADOS DO CATUJAL

36-GRUPO DE CONCERTINAS DA RIBEIRA DA LAGE

Aguarda-se ainda a confirmação do famoso Trio Lopes.



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Sábado, 8 de Outubro de 2016
MINHOTOS EM LOURES PREPARAM FESTA DE ARROMBA COM DESFOLHADA DO MILHO, TOCADORES DE CONCERTINA E CANTARES AO DESAFIO

LOCALIDADE DE A-DAS-LEBRES VAI SER PEQUENA PARA RECEBER TANTA GENTE!

Grupo Folclórico Verde Minho organiza em A-das-Lebres uma festa que inclui desfolhada do milho, encontro de tocadores de concertina e cantadores ao desafio e fogo-de-artifício. E todos os minhotos que vivem na região de Lisboa vão certamente responder à chamada e demonstrar a sua união.

A adesão não pára de aumentar e, a avaliar pelas inscrições já efetuadas, a organização prevê a participação no evento de mais duzentos e cinquenta tocadores de concertina, o que o torna o maior evento do género realizado na região de Lisboa. De diversas regiões do país, deslocam-se a Loures cerca de 40 grupos que levam consigo as tradições e os cantares das respetivas regiões. Apesar de espaçoso, o local onde o encontro se realiza vai certamente ser exíguo para o numeroso público que ali vai acorrer, o que obrigará a organização a repensar a localização para futuras edições deste evento. Pelas ruas da localidade, o Grupo Bombrando vai rufar os seus bombos e estremecer aquela localidade do concelho de Loures, fazendo o povo sair à rua e aderir à festa.

Cartaz Desfolhada 2016-2 (1) (9).png

A iniciativa é do Grupo Etnográfico Verde Minho e tem lugar no próximo dia 22 de Outubro, a partir das 15 horas. A recriação da desfolhada decorre no terreiro fronteiro às instalações do Grupo União Lebrense, em A-das-Lebres, no concelho de Loures.

Os grupos de zés-pereiras percorrem as ruas da aldeia anunciando a festa com o rufar dos seus bombos. As moças exibem os seus trajes de trabalho característicos. Rapazes e raparigas cuidam de desfolhar o milho à procura da maçaroca… e do “prémio” da conversada!

Não falta o vinho e o petisco oferecido aos trabalhadores que participam no serão. Os trabalhadores da jorna recordam com nostalgia a juventude e a alegria de tempos idos. E, como a festa é minhota, dança-se o vira, a chula e a cana-verde.

Como manda a tradição, não falta sequer a broa de milho e a boa pinga de vinho verde a lembrar costume antigo.

Predominando no Minho a cultura de regadio, é por altura da festa de S. Miguel que ocorre o corte do milho e se seguem as desfolhadas.

Para o minhoto, tudo é pretexto para a festa: o trabalho e a romaria, a religião e a gastronomia. Em todas as ocasiões, o minhoto é alegre, levando sempre desse modo de vencida as agruras da vida, mesmo quando vividas em terras distantes.

Para onde quer que vá, o minhoto leva consigo a alma grandiosa da sua terra e a cor da esperança porque o Minho é verde e o folclore… é Verde Minho!

Remonta há mais de quatro séculos a introdução da cultura do milho no nosso país. A sua cultura foi iniciada no noroeste peninsular onde a região do Minho se insere, tendo com o decorrer do tempo se propagado para outras regiões do país.

A cultura do milho teve origem nas Américas e foi trazida para a Península Ibérica nas naus do navegador Cristóvão Colombo, aliás Salvador Fernandes Zarco, oficialmente ao serviço dos reis de Espanha, secretamente ao serviço do rei D. João II, com o propósito de afastar os reis católicos da rota da Índia, levando-os a celebrar o Tratado de Tordesilhas.

Para além da atuação do Grupo de Bombos Bombrando que percorrerá as ruas da freguesia, encontram-se já inscritos para o evento os seguites grupos de tocadores de concertina e de cantadores ao desafio:

1-CONCERTINAS E CANTIGAS DO VERDE MINHO

2-SONS DA SERRA HOLIVEIRA DO HOSPITAL

3-ESCOLA DE CONCERTINAS DA BARRENTA, RICARDO

4-EM ARMÓNICA EDUARDO BONANÇA

5-GRUPO DE FOLCLORE TERRAS DA NOBREGA

6-INTERNACIONAL EM ACORDEÃO, TINO COSTA

7-GRUPO DE CONCERTINAS CASA DO POVO DE CORROIOS

8-GRUPO DE CONCERTINAS DA RIBEIRA DA LAGE

9-ESCOLA DE CONCERTINAS FILIPE OLIVEIRA

10-GRUPO DE CONCERTINAS DO RANCHO DANÇAR É VIVER DA BRANDOA

11-GRUPO DE CONCERTINAS ECOS DO BASTO JOSÉ LUIS

12-JOÃO DA CONCERTINA ESCOLA DO PINTO

13-GRUPO DE CONCERTINAS DA LOUSÃ

14-GRUPO DE ACORDEÕES AMIGOS DE FERREL

15-GRUPO DE CONC. CASA DO BENFICA VILA DE REI

16-GRUPO DE CONCERTINAS ALEGRIA DO MINHO ASSOPRIM

17-GRUPO DE CONCERTINAS DA SERRA DA SILVEIRA, RAMOS

18-GRUPO DE CONCERTINAS DE CARENQUE

19-GRUPO DE CONCERTINAS AGUIAS VERMELHAS, CH, CAPARICA.

20-JOÃO TOMAZ, ÁS DA CONCERTINA

21- GRUPO, SILVIA MORENA DA CONCERTINA

22-CONCERTINAS DA CASA DO MINHO EM LISBOA

23-GRUPO DE CONCERTINAS SOMOS DO NORTE, JOÃO MOTA

24-CASA DO CONCELHO DE PONTE DE LIMA EM LISBOA

25-CASA DO CONCELHO DOS ARCOS DE VALDVÊZ EM LISBOA

26-ESCOLA DE CONCERTINAS E ACORDEÃO, VASCO LOPES

27-GRUPO DE CONCERTINAS OS RESINEIROS

28-GRUPO DE CONC. CANTE-O-EIRAS

29 –GRUPO DE CONC. ESCOLA FRANCISCO TEIXEIRA

30-GRUPO DE CONCERTINAS TROIKA Á PORTUGUESA



publicado por Carlos Gomes às 16:22
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Sexta-feira, 7 de Outubro de 2016
CASA DO MINHO EM LISBOA REALIZA ENCONTRO DE TOCADORES DE CONCERTINA

Encontro de Concertinas 2016 (4).jpg



publicado por Carlos Gomes às 19:04
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MINHOTOS REALIZAM EM CARNAXIDE SERÃO TEMÁTICO DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 18:59
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Quinta-feira, 6 de Outubro de 2016
CASA DO MINHO EM LISBOA REALIZA ENCONTRO DE TOCADORES DE CONCERTINA

Encontro de Concertinas 2016 (4).jpg



publicado por Carlos Gomes às 13:25
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Quarta-feira, 5 de Outubro de 2016
MINHOTOS RECRIAM DESFOLHADA TRADICIONAL DO MILHO EM LOURES

Centenas de tocadores de concertina vão atuar em A-das-Lebres. A adesão não pára de crescer!

As gentes minhotas radicadas na região de Lisboa recriam a tradicional desfolhada do milho. A iniciativa é do Grupo Etnográfico Verde Minho e tem lugar no próximo dia 22 de Outubro, a partir das 15 horas, no terreiro fronteiro às instalações do Grupo União Lebrense, em A-das-Lebres, no concelho de Loures.

Cartaz Desfolhada 2016-2 (1) (9).png

Os grupos de zés-pereiras percorrem as ruas da aldeia anunciando a festa com o rufar dos seus bombos. As moças exibem os seus trajes de trabalho característicos. Rapazes e raparigas cuidam de desfolhar o milho à procura da maçaroca… e do “prémio” da conversada!

Não falta o vinho e o petisco oferecido aos trabalhadores que participam no serão. Os trabalhadores da jorna recordam com nostalgia a juventude e a alegria de tempos idos. E, como a festa é minhota, dança-se o vira, a chula e a cana-verde.

Como manda a tradição, não falta sequer a broa de milho e a boa pinga de vinho verde a lembrar costume antigo.

Predominando no Minho a cultura de regadio, é por altura da festa de S. Miguel que ocorre o corte do milho e se seguem as desfolhadas.

Para o minhoto, tudo é pretexto para a festa: o trabalho e a romaria, a religião e a gastronomia. Em todas as ocasiões, o minhoto é alegre, levando sempre desse modo de vencida as agruras da vida, mesmo quando vividas em terras distantes.

Para onde quer que vá, o minhoto leva consigo a alma grandiosa da sua terra e a cor da esperança porque o Minho é verde e o folclore… é Verde Minho!

Remonta há mais de quatro séculos a introdução da cultura do milho no nosso país. A sua cultura foi iniciada no noroeste peninsular onde a região do Minho se insere, tendo com o decorrer do tempo se propagado para outras regiões do país.

A cultura do milho teve origem nas Américas e foi trazida para a Península Ibérica nas naus do navegador Cristóvão Colombo, aliás Salvador Fernandes Zarco, oficialmente ao serviço dos reis de Espanha, secretamente ao serviço do rei D. João II, com o propósito de afastar os reis católicos da rota da Índia, levando-os a celebrar o Tratado de Tordesilhas.

Grupos inscritos:

CANTARES AO DESAFIO

GRUPO DE GAITAS, OS GAITEIROS DA FREIRIA

GRUPO DE BOMBOS “BOM-BRAMDO”

ZÉS PEREIRAS E GIGANTONES AMARANTINOS

1-CONCERTINAS E CANTIGAS DO VERDE MINHO

2-SONS DA SERRA HOLIVEIRA DO HOSPITAL

3-ESCOLA DE CONCERTINAS DA BARRENTA, RICARDO

4-EM ARMÓNICA EDUARDO BONANÇA

5- CASA DO CONCELHO DE PONTE DE LIMA EM LISBOA

6-INTERNACIONAL EM ACORDEÃO, TINO COSTA

7-GRUPO DE CONCERTINAS CASA DO POVO DE CORROIOS

8-GRUPO DE CONCERTINAS DA RIBEIRA DA LAGE

9-ESCOLA DE CONCERTINAS FILIPE OLIVEIRA

10-GRUPO DE CONCERTINAS DO RANCHO DANÇAR É VIVER DA BRANDOA

11-GRUPO DE CONCERTINAS ECOS DO BASTO JOSÉ LUIS

12- GRUPO DE CONCERTINAS TROIKA Á PORTUGUESA

13-GRUPO DE CONCERTINAS DA LOUSÃ

14-GRUPO DE ACORDEÕES AMIGOS DE FERREL

15-GRUPO DE CONC. CASA DO BENFICA VILA DE REI

16-GRUPO DE CONCERTINAS ALEGRIA DO MINHO ASSOPRIM

17-GRUPO DE CONCERTINAS DA SERRA DA SILVEIRA, RAMOS

18-GRUPO DE CONCERTINAS DE CARENQUE

19-GRUPO DE CONCERTINAS AGUIAS VERMELHAS, CH, CAPARICA.

20-JOÃO TOMAZ, ÁS DA CONCERTINA

21- GRUPO, SILVIA MORENA DA CONCERTINA

22-CONCERTINAS DA CASA DO MINHO EM LISBOA

23-GRUPO DE CONCERTINAS SOMOS DO NORTE, JOÃO MOTA

24- GRUPO DE FOLCLORE TERRAS DA NOBREGA

25-CASA DO CONCELHO DOS ARCOS DE VALDVÊZ EM LISBOA

26-ESCOLA DE CONCERTINAS E ACORDEÃO, VASCO LOPES

27-GRUPO DE CONCERTINAS OS RESINEIROS

28-GRUPO DE CONC. CANTE-O-EIRAS

29 –GRUPO DE CONC. ESCOLA FRANCISCO TEIXEIRA

30- JOÃO DA CONCERTINA ESCOLA DO PINTO

31-GR. DE CONCERTINAS OS DESAFINADOS DO CATUJAL



publicado por Carlos Gomes às 20:44
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