Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Sábado, 14 de Outubro de 2017
SARGACEIROS DA APÚLIA DANÇAM NO FOLKLOURES’18

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures, no âmbito do FolkLoures’18

O Grupo de Sargaceiros da Casa do Povo da Apúlia, concelho de Esposende, vai participar no Festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

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Sargaço! Sargaço! – grita o sargaceiro ao avistar as algas que a mareada arroja, exortando os companheiros a entrarem mar dentro e enfrentarem com arrojo a rebentação das ondas. Após a maresia, a mareada é invariavelmente mais abundante, arrojando o mar as algas que se desprendem dos rochedos quase submersos. O grito do sargaceiro ecoa longínquo na praia. Os homens, vestidos de branqueta e a cabeça e pescoço protegido com o sueste, levam consigo o galhapão ou a gaiteira se o sargaço estiver próximo da praia. No areal, as mulheres transportam o sargaço nas carrelas para mais longe do alcance do mar, fazendo as camas onde fica a secar. Apó a secagem, as algas serão empregues como fertilizantes das terras, em produtos fito-sanitários e cosméticos, sendo cada vez mais conhecidas também as suas virtudes alimentares.

Fundado em 1934, o Grupo dos Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia é um representante ímpar do folclore da Região do Baixo-Minho e vai seguramente constituir a grande atracão deste Festival de Folclore.

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publicado por Carlos Gomes às 16:51
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Sexta-feira, 13 de Outubro de 2017
中国社会需要"舞狮子"到 FOLKLOURES 的 18

生活在葡萄牙的华人社区将参加下一版的 FolkLoures — — 文化,更具体地说是在跨文化节,将于 2018 年 7 月 7 日举行的会议。旁边的澳门圣徒保罗教堂废墟副本,华人社区的代表将"舞狮"和中国传统文化的其他示威活动。您的参与在支持 FolkLoures 的 18 的大使馆的人民共和国的中国。我们很希望很快就来揭开将代表中国社会的组的名称。

追溯到一千多年,舞狮子是最的理解和认识中国传统文化之一。与会者模仿如此打扮成一个狮子的动作,并可以由一个或更多的舞者跳起和移动头、 嘴和眼睛的幻想,正在舞蹈的节拍的锣、 鼓和下执行烟花,东西方的文化差异代表了好运气。

下一版的 FolkLoures 到 2018 年 7 月 7 日,从 6 月 30 日茎和将包括会议、 展览、 传统产品和一个发生在城市公园,在洛里的民俗节日。

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publicado por Carlos Gomes às 22:19
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COMUNIDADE CHINESA LEVA A “DANÇA DO LEÃO” AO FOLKLOURES’18

A comunidade chinesa radicada em Portugal vai participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, mais concretamente no festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. Junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, a representação da Comunidade Chinesa apresentará a “Dança do Leão” e outras demonstrações da cultura tradicional chinesa. A sua participação no FolkLoures’18 conta com o apoio da Embaixada da República Popular da China. Esperamos muito em breve vir a revelar a denominação do grupo que representará a Comunidade Chinesa.

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 Remontando a mais de um milhar de anos, a Dança do Leão constitui uma das manifestações mais conhecidas e apreciadas da cultura tradicional chinesa. Os seus participantes imitam de forma fantasiada os movimentos de um leão, podendo ser interpretado por um ou mais dançarinos que saltam e movimentam energicamente a cabeça, as mandíbulas e os olhos da fantasia, sendo a dança executada ao ritmo de gongos, tambores e sob fogos-de-artifício que, na cultura oriental representam uma chuva de boa-sorte.

A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

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Terça-feira, 10 de Outubro de 2017
MAGUSTO DE SÃO MARTINHO JUNTA MINHOTOS NO ALGUEIRÃO

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Domingo, 8 de Outubro de 2017
MINHOTOS LEVAM A MARVILA TRADICIONAL DESFOLHADA DO MILHO

Os minhotos radicados em Lisboa responderam hoje à chamada da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez para participarem numa tradicional desfolhada do milho.

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O largo fronteiro à sua sede em Marvila serviu de eira à desfolhada a que se seguiu um encontro de tocadores de concertina e cantadores ao desafio que, ao seu estilo bem característico, transportou os presentes para as serranias no Soajo e de Ermelo.

A festa foi bem minhota à moda de Arcos de Valdevez e uma excelente manifestação regionalista na capital do país.

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MINHOTOS EM LISBOA RUMAM À RIBEIRA DA LAGE PARA TOCAR A CONCERTINA

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CASA DO CONCELHO DE ARCOS DE VALDEVEZ REALIZA HOJE EM LISBOA DESFOLHADA TRADICIONAL DO MILHO

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Sábado, 7 de Outubro de 2017
LOURES DESFOLHA O MILHO E DANÇA AO SOM DA CONCERTINA

Após a desfolhada, centenas de tocadores de concertina realizam um autêntico festival

O Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho recriou hoje em Loures uma desfolhada do milho como outrora se fazia na nossa região, reunindo nas eiras rapazes e raparigas à procura da maçaroca. À semelhança de anos anteriores, a iniciativa teve lugar em A-das-Lebres, junto à sede do Grupo União Lebrense, transportando para uma região caracteristicamente saloia uma das tradições das gentes minhotas que um dia partiram da sua terra à procura de melhores condições de vida e ali se fixaram às portas de Lisboa.

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Rapazes e raparigas desfolharam o milho à procura da maçaroca com a mesma ânsia com que outrora faziam os conversados. E, não faltou a distribuição do vinho e do petisco aos vizinhos que vieram participar no serão, recordando hábitos comunitários e a alegria que o minhoto coloca em tudo o que faz, transformando o trabalho numa festa. E, como a festa foi minhota, dançou-se o vira, a chula e a cana-verde.

Os bombos fizeram a arruada anunciado a festa a que se seguiu a desfolhada propriamente dita. Seguiu-se o bailarico na eira improvisada e a festa prosseguiu no interior da coletividade de A-das-Lebres com o encontro de tocadores de concertina que deram mostras da sua mestria na arte de bem tocar e cantar ao desafio. E a alegria contagiante da concertina já conquistou tocadores de origem africana como ficou bem patente com a actuação de dois exímios tocadores que integram um grupo da Casa do Povo de Corroios, oriundos de Cabo Verde e São Tomé e Príncipe.

Por um dia, a localidade de A-das-Lebres, no concelho de Loures, terra genuinamente saloia, mais pareceu uma das mais alegres e ridentes aldeias do Minho!

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publicado por Carlos Gomes às 21:34
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CASA DO CONCELHO DE ARCOS DE VALDEVEZ REALIZA AMANHÃ EM MARVILA DESFOLHADA DO MILHO À MODA ANTIGA

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publicado por Carlos Gomes às 11:44
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LOURES: HOJE EM A-DAS-LEBRES HÁ DESFOLHADA TRADICIONAL DO MILHO E CANTARES AO DESAFIO AO SOM DA CONCERTINA

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Quinta-feira, 5 de Outubro de 2017
MINHOTOS EM LOURES DESFOLHAM O MILHO E CANTAM AO DESAFIO AO SOM DA CONCERTINA

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MINHOTOS EM LISBOA DESFOLHAM O MILHO EM MARVILA

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Segunda-feira, 2 de Outubro de 2017
MINHOTOS EM LISBOA REALIZAM DESFOLHADA DO MILHO EM MARVILA

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publicado por Carlos Gomes às 19:05
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Terça-feira, 26 de Setembro de 2017
MINHOTOS EM LOURES DESFOLHAM O MILHO E CANTAM AO DESAFIO AO SOM DA CONCERTINA

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Segunda-feira, 25 de Setembro de 2017
MINHOTOS EM OEIRAS ORGANIZAM ENCONTRO DE CONCERTINAS NA RIBEIRA DA LAGE

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Sábado, 23 de Setembro de 2017
MINHOTOS EM LOURES PISAM AS UVAS AO SOM DA CONCERTINA E RUFAR DO BOMBO

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Quinta-feira, 21 de Setembro de 2017
DESFILE NACIONAL DO TRAJE POPULAR: FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS AGRADECE APOIO DO BLOGUE DO MINHO CUJA ADMINISTRAÇÃO É COMUM À DO BLOGUE DE LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 17:36
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MINHOTOS EM LOURES DESFOLHAM O MILHO E CANTAM AO DESAFIO AO SOM DA CONCERTINA

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Quarta-feira, 13 de Setembro de 2017
MINHOTOS EM LOURES DESFOLHAM O MILHO E CANTAM AO DESAFIO AO SOM DA CONCERTINA

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LOURES VAI RECEBER CANTARES AO MENINO

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publicado por Carlos Gomes às 02:48
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Domingo, 10 de Setembro de 2017
MINHOTOS EM LOURES DESFOLHAM O MILHO PELO S. MIGUEL

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Sábado, 9 de Setembro de 2017
MINHOTOS EM LOURES DESFOLHAM O MILHO E CANTAM AO DESAFIO AO SOM DA CONCERTINA

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FOLCLORE JUNTA MINHOTOS E MOLDAVOS NA REGIÃO SALOIA

Amigos da Moldávia também vieram à festa e participaram na pisa da uva

Desde a última edição do FolkLoures, as comunidades minhota e moldava que vivem na região de Lisboa têm vindo a aprofundar os laços de amizade entre si. Hoje, foram vários os amigos da Associatia Miorita Portugalia que participaram na Festa do Vinho organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho.

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Ao ritmo do bombo e ao som da concertina, os nossos amigos da Moldávia também pisaram as uvas com os pés e, lado a lado com as nossas gentes, cantaram e dançaram ao ritmo do vira minhoto.

Através do folclore, o Grupo Folclórico Verde Minho procura caminhos para a fraternidade entre os povos, a preservação da sua cultura e identidade, no respeito múto e reconhecimento da diversidade cultural dos povos. Porque a competitividade não se coloca no domínio do folclore, mesmo quando compardo com o desporto ou outras actividades humanas, esta área cultural encontra-se em posição privilegiada para contribuir para a paz e amizade entre os povos. Esse constitui, aliás, um dos objectivos do FolkLoures cuja edição do próximo ano já possui o programa quase concluído.

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publicado por Carlos Gomes às 20:22
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FESTA DO VINHO JUNTA MINHOTOS E MOLDAVOS EM LOURES

Amigos da Moldávia também vieram à festa e participaram na pisa da uva

Acabou há instantes a Festa do Vinho, na Quinta de Fernandares, nos arredores de Loures, numa iniciativa inédita do Grupo de Folclore Verde Minho.

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Ao ritmo do bombo e ao som da concertina, mais de uma dezena de trabalhadores, em ambiente de festa, pisaram as uvas com os pés à moda antiga. Uma tradição a que não faltaram também os nossos amigos da Associatia Miorita Portugalia, uma associação representativa da comunidade da Moldávia em Portugal.

A Festa do Vinho – recriação da tradicional pisa da uva – teve lugar em pleno ambiente rural de uma das mais afamadas regiões vinícolas do país, precisamente numa das mais prestigiadas quintas agrícolas que, para além da sua actividade, distingue-se pelo magnífico acolhimento com que acolheu as nossas gentes.

Esta iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho de carácter etnográfico e regionalista pode muito bem vir a inspirar outras associações que se dedicam à defesa da nossa cultura tradicional, seguindo a velha máxima segundo a qual candeia que vai à frente alumia duas vezes!

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publicado por Carlos Gomes às 19:56
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MINHOTOS EM LOURES VINDIMAM E PISAM AS UVAS NA QUINTA DE FERNANDARES

Os minhotos foram hoje vindimar à Quinta de Fernandares, nos arredores de Loures e Bucelas. Como é seu timbre, até o trabalho árduo da lavoura é vivido em ambiente de festa.

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Com a alegria que lhes é peculiar, lá transportaram as uvas para o lagar. Lavaram os pés e lá foram para dentro do lagar onde ao ritmo do bombo e som da concertina, pisaram as uvas e entoaram os mais belos cantares do nosso folclore.

A Festa do Vinho é uma iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho que resultou num enorme êxito, a prometer futuras edições.

Fotos: Teotónio Gonçalves

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publicado por Carlos Gomes às 19:00
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Sexta-feira, 8 de Setembro de 2017
SAIBA COMO CHEGAR À QUINTA DE FERNANDARES EM LOURES ONDE SE VAI REALIZAR A FESTA DO VINHO

Em Bucelas há uma rotunda com um barril. Aí voltar a esquerda e seguir em frente até encontrar uma placa que está á esquerda indicando Santiago dos Velhos para a direita. Seguir 6 Km, e encontrará para a direita A-DO-MOURÂO. Sobe 150m, volta novamente para a direita e a quinta está ali a cerca de 200 metros. Estão colocados cartazes a indicar o local desde Bucelas até ao local onde se vai realizar à Quinta de Fernandares onde se realiza a Festa do Vinho.

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publicado por Carlos Gomes às 20:11
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MINHOTOS EM LOURES PISAM AS UVAS AO SOM DA CONCERTINA E RUFAR DO BOMBO

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Quarta-feira, 6 de Setembro de 2017
MINHOTOS EM LOURES PISAM AS UVAS AO SOM DA CONCERTINA E RUFAR DO BOMBO

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publicado por Carlos Gomes às 08:59
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Terça-feira, 5 de Setembro de 2017
FESTA DO VINHO JUNTA MINHOTOS EM LOURES

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publicado por Carlos Gomes às 08:31
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Segunda-feira, 4 de Setembro de 2017
“SENTIR PORTUGAL” PROMETE REFORÇAR RELAÇÕES ENTRE AS ASTÚRIAS E PORTUGAL

Mostra de produtos regionais, concertos de fado, visitas empresariais e muito mais!

A ADGTCP/ Progestur tem o prazer de dar a conhecer o evento “Sentir Portugal”, iniciativa organizada em parceria com o Ayuntamiento de Oviedo e que conta com o apoio da APADI – (Associação Portugal Astúrias Desenvolvimento e Inovação). Este evento empresarial/institucional, que se realiza de 25 a 29 de Outubro, no Palácio de Congresso de Oviedo, apresenta também uma forte componente cultural e aposta na mostra de produtos turísticos e culturais portugueses, tendo como principal objetivo promover um intercâmbio empresarial, institucional e cultural entre as Astúrias e Portugal.

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“Sentir Portugal”, que este ano terá como tema principal o sector do Turismo e do Agroalimentar, contará com um espaço, inteiramente dedicado a Portugal, onde será feita a promoção e exposição de empresas e produtos portugueses, espetáculos de Fado, apresentação de artistas/obras portugueses (pintura e escultura), encontros empresariais e visitas a unidades de produção e empresas asturianas.

Durante cinco dias será feita uma aposta na promoção das relações entre Portugal e as Astúrias, potencializando oportunidades de negócio, que certamente irão beneficiar todas as partes envolvidas.

Venha “Sentir Portugal” de 25 a 29 de Outubro, em Oviedo!

Conheça toda a programação em www.progestur.net

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Sábado, 2 de Setembro de 2017
MINHOTOS EM LOURES PISAM AS UVAS AO SOM DA CONCERTINA E RUFAR DO BOMBO

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publicado por Carlos Gomes às 21:58
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Terça-feira, 29 de Agosto de 2017
PAN QUER IMPEDIR “MORTE DO GALO” EM SEIA

PAN quer impedir prática ilegal da “morte do galo”

  • Atividade ocorre nas Festas em louvor do Santíssimo Sacramento, no dia 11 de setembro de 2017 em Várzea de Meruge, concelho de Seia
  • Galo é agredido sucessivamente com um pau até morrer
  • Prática não respeita a legislação nacional nem a regulamentação estabelecida para o abate de animais

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza acaba de denunciar junto do Ministério Público, da Direção Geral e Alimentação e Veterinária (DGAV) e da Câmara Municipal de Seia a “morte do galo” anunciada para as Festas em louvor do Santíssimo Sacramento em Várzea de Meruge, no concelho de Seia, de 8 a 11 de setembro de 2017.

A “morte do galo”, apresentada no programa das festas na qualidade de atividade de entretenimento, ocorrerá a 11 de setembro no recinto da festa, junto à Casa do Povo, local onde um galo é preso perante a assistência ao mesmo tempo que são vendadas as pessoas que se inscrevem para participar no dito “jogo”. Estas pessoas são chamadas uma a uma, tendo na sua posse um pau com o qual é suposto desferirem pauladas sucessivas até que galo morra. O galo é consecutivamente agredido com o pau, agonizando lentamente fruto dos ferimentos, até que alguém finalmente o consiga matar. Quem conseguir por fim matar o galo ganha-o como prémio.

O PAN considera que esta prática é ilegal e não cumpre o disposto no artigo 1.º da Lei n.º 92/95 de Setembro, que refere serem proibidas “todas as violências injustificadas contra animais, considerando-se como tais os atos consistentes em, sem necessidade, se infligir a morte, o sofrimento cruel e prolongado ou graves lesões a um animal”. Também o Código Civil refere que os animais “são seres vivos dotados de sensibilidade e objeto de proteção jurídica em virtude da sua natureza” e que o proprietário de um animal “deve assegurar o seu bem-estar e respeitar as características de cada espécie e observar, no exercício dos seus direitos, as disposições especiais relativas à criação, reprodução, detenção e proteção dos animais e à salvaguarda de espécies em risco, sempre que exigíveis”, sendo que “O direito de propriedade de um animal não abrange a possibilidade de, sem motivo legítimo, infligir dor, sofrimento ou quaisquer outros maus-tratos que resultem em sofrimento injustificado, abandono ou morte.”

O PAN alertou ainda o Ministério Público, a DGAV e a Câmara Municipal para o incumprimento da regulamentação estabelecida para o abate de animais, uma vez que o galo é preso pelas patas e morto à “paulada”.

“Pedimos a intervenção urgente para que se impeça este jogo anacrónico, digno da época medieval, uma prática aterradora e atentatória do bem-estar animal que contraria claramente a legislação aplicável”, refere André Silva, Deputado do PAN.

Esta denúncia vem no seguimento de vários alertas do PAN para atentados ao bem-estar e proteção animal em festas locais durante os meses de verão, nomeadamente o caso da “Queima do Gato” nas festas de Mourão em 2015. Em dezembro de 2016 o PAN apresentou na Assembleia da República um projeto de lei que visa impedir práticas gravemente lesivas da integridade física dos animais, como a “queima do gato” e o tiro ao voo de aves libertadas de cativeiro com o único propósito de servirem de alvo, iniciativa que baixou à especialidade sem votação.



publicado por Carlos Gomes às 10:47
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Sábado, 12 de Agosto de 2017
MINHOTOS EM LOURES PISAM AS UVAS AO SOM DA CONCERTINA E RUFAR DO BOMBO

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Quinta-feira, 27 de Julho de 2017
LOURES REALIZA FESTA DO VINHO

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Terça-feira, 25 de Julho de 2017
LOURES RECEBE ENCONTRO DE TOCADORES DE CONCERTINA

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Segunda-feira, 24 de Julho de 2017
AMADORA JUNTA TOCADORES DE CONCERTINA

A cidade da Amadora recebeu ontem mais um encontro de tocadores de concertina organizado pelo Rancho Folclórico Alegria do Minho, sediado naquele concelho dos arredores de Lisboa.

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A festa realizou-se na Sede daquele agrupamento folclórico minhoto, no antigo edifício da EPAL, Jardim das Águas Livres, localizado na Freguesia da Mina de Água, e juntou vários grupos de tocadores de concertina. E, assim, à boa maneira minhota, cantaram e dançaram ao ritmo das mais belas rapsódias do nosso folclore porque onde há minhotos há festa: há Alegria do Minho!

Fotos: Manuel Santos

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Sexta-feira, 21 de Julho de 2017
LOURES REALIZA FESTA DO VINHO

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Quinta-feira, 13 de Julho de 2017
MINHOTOS EM LOURES DESFOLHAM O MILHO E TOCAM CONCERTINA

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Quarta-feira, 12 de Julho de 2017
MINHOTOS EM LOURES ESMAGAM AS UVAS AO RITMO DO BOMBO E SOM DA CONCERTINA

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Segunda-feira, 10 de Julho de 2017
LOURES VAI TER FESTA DO VINHO

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Segunda-feira, 3 de Julho de 2017
MUSEU DE LISBOA EXPÕE MÁSCARAS

DE 9 JULHO A 1 OUTUBRO. Do Carnaval à Luta Livre. Máscaras e Devoções Mexicanas. PALÁCIO PIMENTA

Inauguração: sábado, 8 de julho, às 17 horas

Dia 8, às 17 horas, o Museu de Lisboa inaugura exposição com mais de 250 máscaras mexicanas, além de revistas de banda desenhada, vídeos, pósteres e fotografias de lucha libre.

Comissariada por Anthony Shelton e no âmbito da programação Passado e Presente - Lisboa, Capital Ibero-americana de Cultura 2017, traz-nos uma perspetiva alargada sobre o imaginário popular mexicano.

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Nesta exposição dá-se espaço e visibilidade às narrativas que herdam práticas culturais indígenas, com aspetos de cultura popular, revelando visões sobre as histórias das relações entre os impérios europeus e os habitantes das Américas, um dos propósitos da programação Passado e Presente - Lisboa, Capital Ibero-americana de Cultura 2017.

O comissário da exposição é Anthony Shelton, antropólogo de renome e colecionador de máscaras mexicanas, fruto do seu longo trabalho de campo em várias regiões do México. Inclui cerca de 250 máscaras manufaturadas nos séculos XX e XXI de diferentes tipologias, além de filmes, banda desenhada e pósteres, e fotografias de Lourdes Grobet de alguns lutadores e suas famílias.

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No México, as máscaras são um ícone crescentemente visível na identidade mexicana, em festivais religiosos, protestos públicos e na sua forma local de luta livre. Atravessando séculos, as máscaras eram usadas antes da ocupação espanhola, durante o tempo colonial e depois da independência, em diferentes contextos e zonas do México, do Norte ao Sul. Muitas máscaras são resultado dos confrontos entre culturas indígenas, europeias, e africanas, em que podem entrar personagens de mouros, cristãos, apaches, aztecas e espanhóis.

São máscaras de carnaval que representam europeus; máscaras cerimoniais figurativas de tigres, diabos, sereias, serpentes, crocodilos e morcegos, entre outros, bem como personificações de espanhóis, africanos e mouros, que continuam a ser construídas nos dias de hoje, para venda e para uso em festividades diversas que permanecem vivas, do Norte ao Sul do País.

Aspeto particularmente inovador desta exposição é a associação das máscaras mexicanas ao fenómeno nacional da Lucha Libre, a versão mexicana de wrestling cujos lutadores usam máscaras. Combinação de desporto, luta e entretenimento, a luta livre mexicana teve a sua primeira instituição em 1933 e, desde então, não cessou de ser uma manifestação que movimenta massas e dá origem às devoções mais intensas.

Através da documentação associada às máscaras e aos objetos e iconografia da luta livre, como os filmes documentários e as fotografias, ficamos mais próximos dos criadores, construtores e utilizadores de máscaras, assim como dos lutadores e do seu contexto social, sendo que em ambos os grupos é bem patente o modo tão particular como desenvolvem a sua relação com o sobrenatural.

Uma exposição que conta histórias fantásticas do México através de máscaras originais, coloridas e plenas de significado.

Horário: de 9 de julho a 1 de outubro, de terça a domingo, das 10h às 18h (última entrada 17h30)

Entrada: 3€ com descontos disponíveis aqui.

Morada: Museu de Lisboa – Palácio Pimenta, Campo Grande, 245 1700-091 Lisboa

Mesa-redonda, 9 de julho, às 17 horas

Com Anthony Shelton e Nicky Levell.

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publicado por Carlos Gomes às 21:08
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Domingo, 2 de Julho de 2017
LOURES REALIZA FESTA DO VINHO

Iniciativa do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho

Os minhotos que residem na região de Lisboa vão no próximo dia 9 de Setembro participar nas vindimas e, após o almoço, na pisa das uvas à moda antiga, ao som da concertina e ao ritmo do bombo. Trata-se de uma organização conjunta do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho e da Quinta das Carrafouchas, situada no concelho de Loures.

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Esta é uma iniciativa inédita no âmbito do regionalismo e da divulgação do folclore na região de Lisboa e está já a despertar enorme curiosidade e interesse sobretudo por parte dos minhotos que ali vivem, mas também das gentes saloias daquela região.

Os participantes vão poder experimentar a sensação única da prensagem da uva com os pés, tal como outrora se fazia em todos os lagares da nossa região. A pisa das uvas constitui uma tradição milenar que se perde nos tempos com vista ao seu esmagamento a fim de dar início ao processo de fermentação.

Com os pés se esmaga as uvas e quebra a casca sem, no entanto, quebrar as sementes, método que sendo mais demorado do que o recurso à prensa, proporciona um maior contacto com a casca e, consequentemente, a possibilidade de extrair mais cor, aromas e sabores, conferindo aos vinhos assim produzidos uma qualidade superior.

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A Quinta das Carrafouchas onde vai ter lugar a Festa do Vinho situada em A-das-Lebres, Freguesia de Santo Antão do Tojal. O solar é um dos exemplares do período Barroco existentes no Concelho de Loures. Foi em 8 de Abril de 1872 comprada ao Marquês de Valada por Joaquim Franco Cannas, permanecendo na família até aos dias de hoje.

Anne de Stoop, na sua obra “Quintas e Palácios dos Arredores de Lisboa”, descreve a Casa e Quinta das Carrafouchas nos seguintes termos:

“Não existe qualquer documento que nos permita retraçar a história da Casa das Carrafouchas, construída no principio do séc. XVIII. Da sua história só reza a estadia de Junot ali. No dia 8 de Abril de 1879, a propriedade é comprada ao Marquês de Valada por Joaquim Franco Cannas, mantendo-se na sua família até ao presente. Ela pertence actualmente a D. Maria Veneranda Cannas Henriques da Silva.

Este solar constitui um belíssimo exemplo da construção que podemos encontrar tanto no Norte como no Sul de Portugal. Neste tipo de casa, construída segundo uma concepção frontal, a fachada desenhada com cuidado desenvolve-se no sentido do comprimento. Os três elementos distintos, constituídos pela capela, a residência e o muro do pátio, fechado por um portal armoriado, são aí integrados num mesmo conjunto. As capelas são em geral pouco postas em evidência durante a primeira metade do século XVIII, ocupando simplesmente a extremidade da fachada. É este o caso, dado que a capela fica mesmo 

subordinada à cornija situada no prolongamento da casa, apenas se distinguindo desta por um pequeno campanário e por um frontão trabalhado. A sua fachada, na qual se inscreve a data de 1714, possui a sobriedade do século anterior, de que é exemplo a parte residencial, pontuada por largas pilastras e pelo alinhamento das janelas de sacadas com uma cornija. O enorme muro, com o seu portal armoriado, que dá acesso ao pátio, é prolongado pelo muro dos anexos.

Muito portuguesa na sua arquitectura, esta casa é-o também pela predominância dada à decoração interior da capela, sobre a da habitação. Dedicado a Nossa Senhora do Monte do Carmo, este local de oração constitui uma verdadeira jóia, onde se encontram, associados à portuguesa, talhas douradas, embutidos de mármore policromos, frescos vermelhos e dourados, e azulejos azuis e brancos. O conjunto é contudo muito homogéneo, graças ao «leitmotiv» bidimensional mas muito dinâmico, formado pelos enrolamentos e volutas de folhagem. A semelhança de tratamento destes materiais explica-se pelos laços que existem entre os diferentes corpos de ofícios que se inspiravam, na maior parte das vezes, nos registos destes mesmos decoradores.

Assim, o marchetador que executou o altar foi capaz de imitar na perfeição sobre a madeira os mosaicos florentinos em mármore semelhantes aos da vizinha Igreja Matriz de Loures, terminados em 1716 (1). Do mesmo modo, o fresquista pintou opulentas volutas no tecto, associadas à gramática ornamental pós-renascentista, com cornucópias de flores, frutos e mascarões. Em seis grandes carteias encontram-se representadas invocações à Virgem (2). No centro, à maneira das alminhas populares, talvez da autoria de José Ferreira de Araújo, encontra-se uma poética Nossa Senhora do Monte do Carmo, intercedendo pela salvação dos condenados ao fogo eterno (3). Quanto ao pintor de azulejos, cuja corporação era considerada como mais inovadora, nota-se todavia que este conservou nas cercaduras as tradicionais volutas onde folgam querubins. Em contrapartida, as cenas representadas relevam de uma nova estética. 

Os episódios da vida da Virgem (4), verdadeiros quadros, destacam-.se dos fundos arquitectónicos, abrindo-se sobre um espaço agora de três dimensões. Ao mesmo tempo, as diferentes cenas ilustram um mundo familiar longínquo dos austeros padrões do século anterior. A Natividade e a Adoração dos Magos são particularmente pitorescas, com pastores radiantes de alegria oferecendo os seus rústicos presentes ou os Reis Magos e os seus pretinhos acompanhados de camelos, evocando de algum modo os famosos cortejos de girafas das tapeçarias peçarias tecidas em Tournai no século XVI, depois das descobertas portuguesas. O cuidado no pormenor, a justeza das fisionomias, um certo ar terno e recolhido permitiriam atribuir estes azulejos ao mestre P.M.P.

Tal como a capela, o pátio constitui um espaço privilegiado, cercado por anexos de tectos múltiplos, alegrado pelo espantoso desenho geométrico do empedrado preto e branco e refrescado pela existência de uma fonte. O terraço que o domina foi decorado depois da capela, por volta de 1740, com três monumentais painéis de azulejos, que representam cenas de caça, no estilo das de Bartolomeu Antunes. Ali, cavaleiros e montadas perseguindo o touro, o cervo e o javali, possuem um desenho particularmente plástico.

O jardim reserva-nos nova surpresa, com o seu grande lago em meia-lua, adossado a três muros de um branco efuziante orlado de ocre, encimados por bolbos, pináculos que não deixam de ter vagas reminiscências árabes. Aqui os azulejos servem para enquadrar arquitectonica-mente nichos de largas cercaduras barrocas que, acima dos bancos de pedra, enquadram graciosas figuras alegóricas representando as Quatro Estações. Este tema bucólico, muito apreciado, alegra frequentemente os salões e os ter-raços, tal como na Quinta Grande na Damaia, onde as Quatro Estações possuem um porte de.elegância idêntica. Desenhada com muita delicadeza e cuidado, esta decoração poderia ser atribuída, quem sabe, a Nicolau de Freitas, por volta de 1740. Na grutazinha  central, o murmúrio da fonte parece juntar-se ao das galantes personagens de azulejos que devaneiam sob as frondosidades (5). 

(1) Os mosaicos de mármore da Igreja Matriz de Loures foram executados por Manuel Francisco Botelho entre 1696 eá716

(2) A Lua, o Sol, o poço, o espelho da justiça, a torre de marfim.

(3) O menino Jesus, os anjinhos e dois condenados sustentam na mão um emblema do Monte Carmo.

(4) A Educação da Virgem, a Apresentação no Templo, o Casamento da Virgem, o Nascimento de Jesus, a Adoração dos Magos, Fuga para o Egipto, Sagrada Família. É interessante comparar os azulejos com os quatro quadros da capela, representando o casamento da Virgem, a Anunciação, a Natividade e a Visitação.

(5) Nos jardins, apesar de ter desaparecido o miradouro do século XVIII decorado de azulejos, ainda ficou uma linda rotunda encimada de um lanternirn que abriga uma fonte.”

Fonte: Anne de Stoop. Quintas e Palácios dos Arredores de Lisboa. Livraria Civilização Editora. 1986

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publicado por Carlos Gomes às 15:53
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BEIRÕES LEVAM FOLCLORE AO CORAÇÃO DE LISBOA

Folk Misericórdia será um evento de cariz cultural, a ser realizado na Cidade de Lisboa, nos dias 8 e 9 de Julho!

A parceria entre o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa e a Junta de Freguesia da Misericórdia tem sido desenvolvida nos últimos meses, assente em pilares sólidos. Tal cooperação culminará com a organização deste evento, que se profetiza destacar da agenda cultural de Lisboa. 

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O evento será realizado no Largo do Corpo Santo, um dos muitos espaços da zona ribeirinha recentemente recuperados, que marcará o encerramento do Arraial do Corpo Santo. O seu cartaz incluí um programa rico em tradições e cultura, complementando deste modo os afamados arraiais alfacinhas.

No dia 8 de julho (sábado) haverá um Encontro de Concertinas e Instrumentos Tradicionais, onde os visitantes e transeuntes poderão disfrutar de música tradicional portuguesa, tendo a oportunidade de cantar e dançar durante toda a tarde. Já o dia 9 de julho (domingo) ficará marcado pela realização de um Encontro de Folclore, que contará com a presença de 5 grupos folclóricos, demonstrando as tradições, usos e costumes dos seus antepassados com a maior supremacia, graças à sua qualidade etnográfica.

Durante todo o evento haverá bar aberto, venda de enchidos, queijos, outros produtos regionais, artesanato e doçaria típica (como filhoses).

 



publicado por Carlos Gomes às 12:55
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FOLKLOURES’17: MINHOTOS REALIZAM EM LOURES GRANDE FESTA DA CULTURA TRADICIONAL PORTUGUESA E DAS COMUNIDADES IMIGRANTES

Organização do Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures

A edição deste ano do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas culminou ontem com a realização no Parque da Cidade, em Loures, de um grandioso espectáculo da nossa cultura tradicional e das comunidades imigrantes que este ano marcaram a sua presença através de representações do Brasil e da Moldávia.

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Uma nota digna de registo foi a participação do cante alentejano, através do Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo, um dos mais lídimos representantes desta forma de expressão folclórica que, de forma incompreensível, é frequentemente discriminada em relação aos espectáculos de danças, vulgo festivais de folklore.

Desde a cerimónia de recepção aos grupos convidados que teve lugar no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures, estiveram presentes o vereador da Câmara Municipal de Loures, Dr. António Guilherme e diversos membros de juntas de freguesia. Por seu turno, também a Federação do Folclore Português fez-se representar na pessoa do sr. Joaquim Pinto, Conselheiro Técnico da Região do Alto Minho.

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Após o desfile de grupos participantes, o espectáculo teve lugar em palco tendo como cenário a réplica da fachada das ruínas da Igreja de S. Paulo, em Macau, tendo beneficiado das excelentes condições atmosféricas que se fizeram sentir.

Perante a participação entusiasmada do numeroso público, participaram na edição deste ano do FolkLoures o Grupo de Bombos Os Baionenses, o grupo da Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil; a Associatia Miorita Portugalia – Moldávia; Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo; Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral; Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura; Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia e, naturalmente, o anfitrião Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho. O espectáculo encerrou com a realização de uma sessão de fogo-de-artifício que iluminou os céus no concelho de Loures.

Aos grupos e entidades participantes foram oferecidas peças de artesanato tradicional como lembranças, valorizando desse modo o trabalho artístico dos nossos artesãos. Refira-se que desde há algum tempo, o nosso artesanato tem sido preterido devido ao recurso a peças acrílicas e outras criações que nada têm a ver com o nosso folclore.

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A realização do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas nos moldes em que está a ser efectuado, com o seu formato actual, está a projectar Loures como um palco privilegiado do folclore de Portugal e do Mundo, através de exposições, conferências e de um espectáculo que reúne o que de melhor existe na cultura tradicional do povo português e das comunidades imigrantes.

Entretanto, a organização do FolkLoures iniciou já os preparativos para a realização da edição de 2018, tendo inclusivamente já garantida uma representação de uma comunidade imigrante, esperando-se que o programa fique fechado até ao final deste ano.

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Para o próximo dia 9 de Setembro, o Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho tem em preparação a realização na Quinta das Carrafouchas da Festa do Vinho, um espectáculo de cariz etnográfico que incluirá a pisa das uvas no lagar à moda antiga, ao som da concertina e ao ritmo do bombo. Trata-se de uma organização conjunta do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho e da Quinta das Carrafouchas, situada no concelho de Loures.

Esta é uma iniciativa inédita no âmbito do regionalismo e da divulgação do folclore na região de Lisboa e está já a despertar enorme curiosidade e interesse sobretudo por parte dos minhotos que ali vivem, mas também das gentes saloias daquela região.

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Os participantes vão poder experimentar a sensação única da prensagem da uva com os pés, tal como outrora se fazia em todos os lagares da nossa região. A pisa das uvas constitui uma tradição milenar que se perde nos tempos com vista ao seu esmagamento a fim de dar início ao processo de fermentação.

Com os pés se esmaga as uvas e quebra a casca sem, no entanto, quebrar as sementes, método que sendo mais demorado do que o recurso à prensa, proporciona um maior contacto com a casca e, consequentemente, a possibilidade de extrair mais cor, aromas e sabores, conferindo aos vinhos assim produzidos uma qualidade superior.

A Quinta das Carrafouchas onde vai ter lugar a Festa do Vinho situada em A-das-Lebres, Freguesia de Santo Antão do Tojal. O solar é um dos exemplares do período Barroco existentes no Concelho de Loures. Foi em 8 de Abril de 1872 comprada ao Marquês de Valada por Joaquim Franco Cannas, permanecendo na família até aos dias de hoje.

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publicado por Carlos Gomes às 10:43
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Sábado, 1 de Julho de 2017
FOLKLOURES'17 LEVA HOJE A LOURES FOLCLORE E TRADIÇÕES POPULARES

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publicado por Carlos Gomes às 09:06
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Quinta-feira, 29 de Junho de 2017
FOLKLOURES’17: CHEGOU O DIA DO GRANDE FESTIVAL EM LOURES!

Moldávia e Brasil são as representações internacionais da edição de 2017

É já no próximo sábado, dia 1 de Julho, que tem lugar em Loures o espectáculo de culturas tradicionais FolkLoures’17.

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Trata-se de uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Este evento privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

O programa do FolkLoures’17 é o seguinte:

FOLKLOURES'17 - Encontro de Culturas

PROGRAMA

Dia 1 de Julho

- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas

- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional

- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício

GRUPOS PARTICIPANTES

Grupo de Zés Pereiras “Os Baionenses” - Baião

Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil

Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo

Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho

Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral

Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura

Associatia Miorita Portugalia – Moldávia

Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia



publicado por Carlos Gomes às 09:18
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Quarta-feira, 28 de Junho de 2017
MINHOTOS REALIZAM EM LOURES FESTA DO VINHO

Iniciativa do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho

Os minhotos que residem na região de Lisboa vão no próximo dia 9 de Setembro participar nas vindimas e, após o almoço, na pisa das uvas à moda antiga, ao som da concertina e ao ritmo do bombo. Trata-se de uma organização conjunta do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho e da Quinta das Carrafouchas, situada no concelho de Loures.

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Esta é uma iniciativa inédita no âmbito do regionalismo e da divulgação do folclore na região de Lisboa e está já a despertar enorme curiosidade e interesse sobretudo por parte dos minhotos que ali vivem, mas também das gentes saloias daquela região.

Os participantes vão poder experimentar a sensação única da prensagem da uva com os pés, tal como outrora se fazia em todos os lagares da nossa região. A pisa das uvas constitui uma tradição milenar que se perde nos tempos com vista ao seu esmagamento a fim de dar início ao processo de fermentação.

Com os pés se esmaga as uvas e quebra a casca sem, no entanto, quebrar as sementes, método que sendo mais demorado do que o recurso à prensa, proporciona um maior contacto com a casca e, consequentemente, a possibilidade de extrair mais cor, aromas e sabores, conferindo aos vinhos assim produzidos uma qualidade superior.

A Quinta das Carrafouchas onde vai ter lugar a Festa do Vinho situada em A-das-Lebres, Freguesia de Santo Antão do Tojal. O solar é um dos exemplares do período Barroco existentes no Concelho de Loures. Foi em 8 de Abril de 1872 comprada ao Marquês de Valada por Joaquim Franco Cannas, permanecendo na família até aos dias de hoje.

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publicado por Carlos Gomes às 23:18
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Sábado, 24 de Junho de 2017
HISTORIADORA ANA PAULA ASSUNÇÃO PROFERE EM LOURES PALESTRA SOBRE USOS E COSTUMES DOS SALOIOS

Palestra promovida pelo Grupo de Folclore Verde Minho marca arranque oficial do FolkLoures’17

“Usos e costumes dos saloios – uma conversa com muitos nós! Foi o tema da palestra hoje proferida em Loures, a quar marcou o início oficial da edição deste ano do Folkloures.

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A iniciativa teve lugar no magnífico auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte onde normalmente decorrem as reuniões da Assembleia Municipal e contou com a presença do Dr. Francisco Sousa, técnico do Pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Loures e de Joaquim Pinto, em representação do Presidente da Federação do Folclore Português.

Perante uma assistência interessada e participativa, a palestrante foi “desatando nós” ao longo da sua dissertação, desfazendo conceitos há muito tempo estabelecidos no meio folclórico e entre os investigadores, muitos deles surgidos por ocasião da Exposição do Mundo Português realizada em 1940 e que, graças à intervenção de António Ferro e de sua esposa, a poetisa Fernanda de Castro, vieram a conferir especial saliência e visibilidade ao folclore nacional. Na realidade, uma época que acabaria por marcar de forma indelével a forma como actualmente ainda hoje encaramos o folclore.

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Procurando contrariar a ideia estabelecida segundo a qual os saloios descendem exclusivamente dos moiros que então habitavam nos arredores de Lisboa, a historiadora defende que essa definição étnica se estende a muitos outros povos de diferentes origens que aqui se estabeleceram. E, muitos outros nós desatou a Drª Ana Paula Assunção ao longo da palestra que proferiu e para a qual foram convidados todos os grupos folclóricos de todos os concelhos da região saloia mas que, estranhamente, parecem revelar desinteresse pelos temas que tratam a sua própria cultura tradicional com a qualidade e interesse como a lição que foi hoje oferecida a todos os presentes.

No átrio do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte foi também montada uma exposição temporária de concertinas, algumas das quais velhos harmónios que remontam aos começos do século XX.

Também o Museu Municipal de Loures, no âmbito do FolkLoures’17, mantém durante toda a semana entradas gratuitas para quem quiser visitar a exposição permanente de carroças e outras alfaias da região saloia.

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O FolkLoures’17 culmina com a realização, no próximo dia 1 de Julho, de um grandioso espectáculo – o Encontro de Culturas – a ter lugar no Parque da Cidade, com o seguinte programa:

- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas

- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional

- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício

GRUPOS PARTICIPANTES

Grupo de Zés Pereiras Os Baionenses – Baião – Douro Litoral

Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil

Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo

Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho

Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral

Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura

Associatia Miorita Portugalia – Moldávia

Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia

Grupo de Danças e Cantares da Madeira – Madeira

Fotos: Artur Lucena / Revista LOURESmagazineODIVELAS

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publicado por Carlos Gomes às 22:31
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Domingo, 11 de Junho de 2017
LAVADEIRAS DA LAGE LEMBRAM COM ANTIGAMENTE LAVAVAM A ROUPA NA RIBEIRA DA LAGE EM OEIRAS

Arcuense Daniel Sousa mostrou como se toca a concertina e canta ao desafio no Alto Minho

Termina hoje a primeira edição da recriação da feira rural e mercado à moda antiga que durante três dias consecutivos animou o centro histórico na vila de Oeiras.

 

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A tarde deste domingo ficou marcada pela animada actuação dos cantadores ao desafio e tocadores ao desafio e ainda uma recriação do costume local que dá o nome ao Grupo de Folclore As Lavadeiras da Ribeira da Lage ou seja, a lavagem manual da roupa nas outrora límpidas águas da ribeira que atravessa a localidade da Lage.

Como outrora sucedia quando procediam à entrega da roupa depois de lavada às senhoras da aristocracia e da burguesia local, a lavadeiras da Lage chegaram de charrete puxada a dois cavalos, com as suas enormes trouxas, ali recriando um quadro etnográfico que divertiu os presentes para além de recordar um costume de Oeiras.

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Mas os cantares ao desafio dominaram a tarde e, como era de esperar, o exímio tocador de concertina e cantador arcuense Daniel Sousa foi a estrela da festa, mostrando como se toca e canta a sério à boa maneira do Alto Minho.

Por sua vez, o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega trouxe para o centro histórico de Oeiras as danças de terreiro do Minho, com as suas chulas, “espanhol” e canas-verdes.

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Esta edição da feira rural e mercado à moda antiga em Oeiras foi uma organização conjunta do Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega, do Rancho Folclórico "Flores da Beira" e do Grupo de Folclore "As Lavadeiras" da Ribeira da Lage e contou com o apoio da Câmara Municipal de Oeiras.

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publicado por Carlos Gomes às 19:54
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CANTE ALENTEJANO DESFILA NO CACÉM

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publicado por Carlos Gomes às 11:11
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