Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Domingo, 25 de Junho de 2017
PORQUE FALHARAM AS COMUNICAÇÕES EM PEDROGÃO GRANDE?

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Estive faz hoje 8 dias no teatro de operações de Pedrogão Grande, e sobre a falha nas comunicações oferece-se-me partilhar com Vexas o seguinte: 

PORQUE FALHARAM AS COMUNICAÇÕES EM PEDROGÃO GRANDE?

  1. Porque arderam as linhas de alimentação em pelo menos uma TBS (TETRA base station) (estação retransmissora SIRESP), e as baterias não têm autonomia por falta de manutenção, ficou precocemente inoperativa;
  2. O facto de alegadamente  terem ardido linhas de dados que asseguram a ligação de dados entre TBS e servidor, mas sobre isto nem me vou alongar por esta via, explicarei em pormenor pessoalmente a quem interesse na estrutura;
  3. Porque não existem redundâncias ao SIRESP que foram aparentemente pagas mas não instaladas;
  4. No domingo de manhã chegou ao terreno pouco passava das 5horas, uma viatura da SIRESP S.A., alegadamente a única que está operacional, apesar de recentemente a ANPC ter adquirido duas pick-up com semelhante missão. A viatura foi colocada num local que somente possibilitava garantir pouco mais de 1/3 da cobertura dos teatros de operações;
  5. Os terminais SIRESP portáteis estão equipados com antena helicoidal encurtada para proporcionar mais comodidade no seu transporte, antenas essas que somente se adequam ao meio urbano. Enviar pessoas com rádios com aquelas antenas encurtadas e não de quarto de onda completo, para incêndios florestais onde há reduzida cobertura, é logo à partida enviá-las para a possibilidade de morte;
  6. O número de canais disponíveis no local somente possibilitaria assegurar uma rede estratégica, contudo como os operadores da ANPC ignoram os aspetos técnicos do sistema TETRA, começaram por atribuir logo à partida mais talk groups do que aqueles que face ao volume de tráfego expectável o sistema poderia suportar, tendo saturado todas as slot´s dos canais disponíveis no local;
  7. O facto de se ter deixado de fazer manutenção aos rádios portáteis de VHF banda alta, nomeadamente a substituição de baterias já sem autonomia, levou a que se sobrecarregasse uma rede SIRESP com características somente adequadas à estratégia e alta-direção, com tática, manobra, e comando;
  8. Alguns terminais SIRESP sofrem da mesma falta de manutenção de baterias...;
  9. A distribuição de operadores rádio no posto de comando era a típica de um cenário de operações de socorro e não de uma operação de proteção civil, se em teoria as duas viaturas ( Bombeiros, e Proteção Civil) geririam uma o comando das operações de socorro, e a da ANPC a operação de proteção civil, ambas se envolveram na gestão das operações de socorro alheando-se parcialmente da gestão da operação de proteção civil. Inúmeras comunicações ficaram sem resposta via canais alternativos de banda alta que não estavam a ser monitorizados, ou cuja a receção era atenuada pela proximidade de frequências e antenas, sem que qualquer uma das viaturas disponha de filtros de rejeição, o que determina que uma emissão anule a receção a todos os outros equipamentos convencionais e digitais em frequências próximas. As viaturas de comando e comunicações foram pagas a preço de outro e estão mal concebidas porque privilegiam comodidade em detrimento de caraterísticas técnicas dos meios de radiocomunicações, já que nenhum dos rádios ali instalado sofreu ajustes de frontend para este tipo de operação;
  10. Como a operação não foi desde logo encarada como de proteção civil, não foram atempadamente ativados os meios adequados, ou sequer o plano municipal de proteção civil em devido tempo, tendo tardiamente sido ativado o plano distrital,quando na realidade já deveria estar ativado o plano nacional que não chegou a ser ativado;
  11. Atendendo a que as autoridades e agentes de proteção civil não encaram a operação de proteção civil, alguns dos equipamentos fundamentais para contacto local com a população não foram atempadamente ativados, ninguém no posto de comando assumiu as comunicações com radioamadores e operadores da banda do cidadão, apesar de se saber que muitas localidades estavam privadas de comunicação, deixaram-se assim as populações à mercê da própria sorte como na idade da pedra, até que lá chegasse um mensageiro;
  12. Os radioamadores que estiveram no terreno não foram monitorizados nem no posto de comando nem no SMPC, no primeiro porque ninguém se lembrou ou sabe operar tais equipamentos, e no segundo porque sequer dispõe de tais equipamentos e pessoal habilitado para o operar, o que determinou que por exemplo radioamadores em zona sem cobertura de telemóvel tivessem de solicitar a outro radioamador via repetidor VHF do Alto de Trevim que informassem de outra estrada tomada pelas chamas que não fosse a intervenção de voluntários de proteção civil, que avisaram os automobilistas, poderia ter sido uma segunda "estrada da morte", tendo o radioamador que recebeu as coordenadas transmitido a mensagem ao CDOS de Leiria via 117;
  13. Havia na zona algumas habitações e viaturas com rádio CB, mas ninguém no posto de comando monitorizou tal frequência;
  14. Os radioamadores cebêistas, e até rádio-operadores da banda livre PMR446 nunca deixaram de ter as comunicações expectáveis para os meios que usaram, mas os intervenientes nas operações de socorro não conseguiram com um sistema de milhões ter o que radioamadores e rádio-operadores tiveram com " tostões";
  15. Exige-se alegadamente tantos requisitos ao operadores de telecomunicações da ENB/LBP que trabalham para a ANPC, mas nem sequer conhecimentos de radioamador se exige, pelo menos para saberem porque raio levantam a antena de HF da viatura de comunicações, aquela que por vezes até serve para ouvir a bola, mas não alguém a pedir socorro o a informar que vai socorrer;
  16. Embora regulamentado, algumas viaturas de combate a incêndios que estivaram no terreno não tinham instalado rádio de VHF banda-alta que possibilitasse servir como redundância; 
  17. A GNR dispõe de infraestruturas móveis de reserva em radiocomunicações que poderiam ter sido acionados para o local, nomeadamente para linkar SIRESP com banda Alta. Tanto um camion como um jipe dos GIPS, que não foram mobilizados. Este jipe está encostado e nunca foi usado exceto em exposições de meios, carecendo de uma profunda revisão, mas o essencial para melhorar as comunicações neste caso está lá e estava operacional na ultima vez que foi visto;
  18. O RSB de Lisboa tem algumas viaturas com rádios de HF que poderiam comunicar com o ICOM IC706MKII que está instalado no posto de comando, mas dos operacionais do RSB no terreno ninguém foi formado para operar aquele equipamento, e no posto de comando ninguém sabe usar o rádio de HF.

Existia rede SIRESP no local e momento onde perdeu a vida um Bombeiro? Eu não sei, mas tenho curiosidade em saber! 

Em suma as comunicações falharam por diversos motivos, técnicos, e humanos, mas essencialmente porque as comunicações foram geridas por operadores rádio, e não por especialistas em radiocomunicações de emergência.

O que aconteceu ali com o SIRESP foi o mesmo já já havia acontecido nos incêndios na Ilha da Madeira há poucos anos, pelo que me questiono quantas pessoas afinal terão de morrer para que admitam de uma vez por todas que tal como está a única coisa que o SIRESP garante são vulnerabilidades potencialmente trágicas, pago a preço de ouro!

Questione-se à Cruz Vermelha se tinha comunicações na sua rede própria, e quanto custou essa rede!

Porque foi desmantelada a rede 150 da GNR? Porque fizeram o mesmo com a rede de VHF banda baixa dos Bombeiros?

O SIRESP tal como está é uma rede celular com ligação por cabo de dados entre si, que em caso de incêndio é muito vulnerável.

COMO PODERIAM NÃO TER FALHADO AS COMUNICAÇÕES?

  1. A rede SIRESP deveria ter sido usada somente como rede Estratégica e deste modo teria cumprido a sua missão se para o local tivessem sido enviadas as duas pick.-up´s da ANPC que alegadamente estão inoperacionais, ou em alternativa uma das viaturas da GNR que dispõe de link SIRESP para VHF convencional;
  2. Se todos os operacionais tivessem rádio de VHF Banda-Alta haveria alternativa quer através do repetidor B Lousã, quer através do repetidor B-candeeiros, ou mesmo através do repetidor B-Estrela. Porém o B-Lousã já estava com algum tráfego resultante do incêndio em Góis, que inteligentemente se socorreram do VHF convencional;
  3. Todos os canais simplex sejam de manobra táticos ou de comando, deveriam estar monitorizados no posto de comando e estações remotas em viaturas de comando ou outras só com esse propósito, garantindo-se assim que ao invés do que aconteceu nenhum pedido de socorro ou ajuda ficaria sem resposta em vias que embora possam não ser dedicadas ao efeito seriam uma alternativa. Esta resposta na falta de bombeiros para a operação pode ser assegurada até por radioamadores integrados como voluntários de proteção civil e previamente treinados para o efeito. Esta colaboração dos radioamadores deve estar previamente definida para que estes possam articular-se com o CDOS, ou com o posto de comando, de forma integrada sem causar constrangimentos à operação;
  4. Obviamente que para tudo isto funcionar todos teriam de ter rádio VHF com antenas adequadas à operação em meio florestal (coisa que não têm e nunca tiveram), mas também teria de haver outra hierarquização e disciplina nas comunicações, nada que não se resolva se para isso houver vontade;
  5. A simplificação de tudo isto passaria por colocar no ar logo após a deteção do foco de incêndio, um helicóptero de observação responsável por ordenar os preventivos cortes de vias, para evitar situações como a "estrada da morte", tendo este meio aéreo que possuir a bordo um repetidor VHF móvel para assegurar a comunicação em terra, bem como um operador dedicado à monitorização de um canal simplex dedicado a pedidos de socorro;
  6. A ligação redundante ao CNOS deve ser efetuada em HF, sem necessidade de qualquer repetidor, rede SIRESP, ou satélite, mas para isso importa que todos os operadores estejam aptos a operar o rádio de HF, uma vez mais aqui qualquer radioamador o saberia operar. É claro que o telefone de satélite pode ser uma solução para este efeito, mas muito dispendiosa e não tão prática.
    Deste modo não haveria qualquer possibilidade de falha nas comunicações, desde que se inclua no local um especialista em radioacomunicações de emergência e catástrofe, ao invés de Engenheiros de telecomunicações e outros licenciados especialistas nas suas áreas técnicas mas sem noção de como se gerem as comunicações de emergência, ou catástrofe.

Com os nossos melhores cumprimentos,

Associação de Proteção & Socorro 

Associação Federativa

P´la Direção

João Paulo Saraiva 

Presidente da Direcção / Coordenador da Unidade Operacional 



publicado por Carlos Gomes às 10:58
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Quinta-feira, 23 de Fevereiro de 2017
SAPADORES BOMBEIROS DE LISBOA MOSTRAM AS SUAS RELÍQUIAS

O Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa expõe na Praça Central do Centro Comercial Colombo as primeiras viaturas motorizadas e centenárias do socorro em Lisboa. Paralelamente, a Banda de Música do Regimento de Sapadores Bombeiros presenteou ontem os visitantes com a sua atuação.

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As origens do Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa remontam ao século XIV, altura em que, a pedido da Câmara Municipal de Lisboa, o Rei D. João I ordenou através de Decreto a criação do mais antigo corpo de bombeiros existente em Portugal, constituído em 25 de Agosto de 1395.

Sujeito a sucessivas reformas e reestruturações, em 1852 passou a designar-se Corpo de Bombeiros Municipais, altura em que foi promulgado um regulamento que estabelecia de forma detalhada as medidas de prevenção e combate a incêndios na cidade de Lisboa. Em 1901, o Corpo de Bombeiros Municipais passa para a tutela do Estado, deixando de depender do Município de Lisboa. Em 1925, regressa à tutela do município, sob a designação de Corpo Municipal de Salvação Pública até que, em 1930, passa a designar-se por Batalhão de Sapadores Bombeiros e, em 1988, transforma-se em Regimento de Sapadores Bombeiros.

O Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa, único em Portugal com este escalão, possui mais de 700 efetivos e depende diretamente do presidente da Câmara Municipal de Lisboa.

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 22:27
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Terça-feira, 13 de Setembro de 2016
FANFARRAS DOS BOMBEIROS DESFILAM NA AMADORA

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publicado por Carlos Gomes às 09:49
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Terça-feira, 9 de Agosto de 2016
ANAFS REALIZA REUNIÃO ANUAL ALARGADA DE DELEGADOS E COORDENADORES

No passado dia 7 de Agosto e integrada nas actividades do 25º aniversário da ANAFS, realizou-se, na sala de formação Dr. Carlos Velloso a Reunião Anual Alargada de Delegados Distritais e Regionais, de Coordenadores Operacionais, Funcionais e Formativos, membros da Direcção Nacional.

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Esta actividade contou com a presença da quase totalidade dos convocados (faltaram sem justificação os delegados da Guarda, de Portalegre e de Castelo Branco e os Vogais da Direcção Nacional Cristina Centeno e Paula Gonçalves, bem como os Representantes em França e Reino Unido) que foram inteirados da situação da Associação pela explanação do Sr. Presidente da ANAFS e Coordenador-Chefe, Manuel Velloso, que de acordo com a Ordem de Trabalho falou sobre:

  • Distribuição de Sócios por Distrito;
  • Organização de Cursos e Actividades por Distrito;
  • Situação financeira;
  • Actividade das Unidades Operacionais;
  • Situação da Formação da ANAFS;
  • Novos projectos e Cerimónias integradas no 25º Aniversário;
  • Exposições livres dos Delegados e Coordenadores;
  • Escolha do local da reunião de 2017.

Foi enfatizada a necessidade de recuperação de dívidas de quotização, muito antigas, pois esta é bastante elevada, embora o número de sócios devedores não o seja, sendo o seu valor limitante para as actividades a desenvolver.

Dado que a nossa folha informativa mensal - FLASH - não é recepcionada por todos os sócios foi reforçada a necessidade dos Delegados a fazerem chegar a todos os das suas áreas de influência.

No que se refere às Unidades Operacionais foi referido a necessidade de se proceder a alguns ajustamentos na distribuição dos operacionais (DRC e USAR) e ainda a alteração da composição de algumas Unidades, nomeadamente no que respeita à EOC, onde serão criadas duas novas posições de Coordenadores Adjuntos.

No respeitante às sub-Unidades (UIS e ULA) é necessário que sejam reforçadas com pessoal para melhor operacionalização das mesmas.

Relativamente ao pessoal da URO foi referida a necessidade de reciclagem desse efectivo.

Esta Reunião Alargada foi dada por encerrada após um período de exposições livres dos Delegados e Coordenadores.

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publicado por Carlos Gomes às 15:05
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Segunda-feira, 13 de Junho de 2016
ANAF'S PROMOVE ACAMPAMENTO JOVEM

Como já vem sendo hábito desde de 2011, a ANAF’S volta a realizar uma ação de características semelhantes às anteriormente efetuadas em Évora, no Parque da Natureza do Agroal em Ourém, na Bataria da Laje em Oeiras e no ano passado em Arranhó em Arruda dos Vinhos recebendo alguns dos jovens familiares dos nossos Sócios e Parceiros, coabitando com eles, em ambiente de emergência, durante alguns dias.

Assim, este ano de 29JUN16 a 03JUL16 volta a Ourém e desta feita utilizando as instalações do Centro Desportivo da CARIDADE, do Clube Atlético Ourense continuando a introduzir algumas atividades formativas para a criação de uma postura resiliente neste núcleo de jovens. Isto é, iremos recebe-los e fazendo-os viver connosco, os jovens, nossos e vossos familiares, num espaço preparado para o efeito, as condicionantes de uma vida em situação de pós-emergência.

Durante a permanência na Base de Operações (BoO) desenvolveremos alguma formação, em alguns casos recordando conhecimentos e medidas de autoproteção já divulgadas nas edições anteriores, caso dos “CINCO GESTOS DE SOCORRO”, “O CAMINHO DA SEGURANÇA”, “MEDIDAS DE MINIMIZAÇÃO DO RISCO SÍSMO-TERRAMOTO”, “LUTA CONTRA O FOGO”, “MOVIMENTAÇÃO DE VÍTIMAS” e desenvolvendo outras atividades da vida do Campo, como seja montarem as suas próprias tendas, confecionarem uma refeição saudável e tradicional (slow food), assistirem a outras missões das nossas unidades (utilização de cães de catástrofe, telecomunicações, orientação) e, finalmente disciplinarem coletivamente os comportamentos numa situação de emergência.

Tentará igualmente desenvolver outras ações de características mais lúdicas, como seja fazerem uma pequena pista de obstáculos militares.

Como vem sendo hábito e com o apoio do nosso Parceiro Câmara Municipal de Ourém, levaremos os participantes a uma visita guiada ao Centro Histórico de Ourém e ao seu Museu Municipal, para além de se disponibilizar uma tarde nas Piscinas Municipais. Instava pois, os Senhores Coordenadores Operacionais e Funcionais, a mobilizarem os nossos efetivos essenciais à realização de esta ação e os Delegados a divulgarem-na de forma empenhada, para que os nossos Sócios e principalmente os seus filhos, netos, sobrinhos e outros familiares dela beneficiem.

Igual procedimento estará como habitualmente aberto em relação aos familiares jovens dos nossos Parceiros. Aproveitando a disponibilidade da Câmara Municipal de Ourém e do seu Serviço Municipal de Proteção Civil, na cedência de instalações, a ANAFS, através das suas Unidades Operacionais, montará uma BoO no Centro Desportivo da CARIDADE, que servirá para rececionar e apoiar durante a sua permanência, os nossos “participantes” – Sócios, Parceiros e os seus jovens acompanhantes. Estes terão que ser obrigatoriamente portadores: -Chapéu -Roupa ligeira (três/quatro mudas) -Calçado fechado, com meias (botas, ténis ou similar) -Chinelos de banho -Fato de banho -Camisola ou casaco para a noite -Palamenta (copo, prato, talher) -Saco-cama -Esteira -Bolsa de higiene pessoal (sabonete, shampoo, dentífrico, escova de dentes, pente ou escova de cabelo, creme hidratante-protetor solar, baton para o cieiro) -Toalha de banho -Medicamentos de utilização pessoal e habitual -Lanterna portátil.

Todos dormirão em tendas, que apresentam capacidades para 2, 3, 4 pessoas, no entanto, os mais pequenos dormirão sempre acompanhados por um adulto. A alimentação será a habitual para situações de emergência, mas muito apoiada em cozidos e grelhados. A ANAFS garantirá o apoio de qualquer item que não seja disponível aos participantes, devendo ser informada de qualquer limitação alimentar que os participantes apresentem e podendo garantir extraordinariamente o transporte entre Lisboa e Ourém, a quem atempadamente o solicitar.

A apresentação dos participantes deverá realizar-se a partir de 291700JUN16, afim de todos beneficiarem das atividades que se desenvolverão desde a manhã de 30JUN16. A ANAFS suportará a totalidade dos custos de estadia, incluindo seguros da operação, mas dentro da fragilidade da sua tesouraria terá de receber pequenas comparticipações dos participantes: -CRIANÇAS – 30€ - ADULTOS – 60€ (não Sócios)

Poderá também ser efetuada através da ficha de inscrição, a qual deverá ser preenchida e atempadamente enviada para anafsnacional@gmail.com, para o fax 216032115 ou ainda por correio para a morada da ANAFS.



publicado por Carlos Gomes às 19:14
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Sexta-feira, 27 de Maio de 2016
BOMBEIROS SAPADORES DE BRAGA DESTACAM-SE EM LISBOA NA PROVA DE “SUPER BOMBEIRO”

8ª Edição da Prova de Super Bombeiro 2016 - Twin Towers – Lisboa

Pelo segundo ano consecutivo, a Companhia de Bombeiros Sapadores de Braga esteve presente no 3º lugar do pódio por equipas da elite nacional de Bombeiros Profissionais na 8ª Edição da Prova de Super Bombeiro 2016 - Twin Towers – Lisboa. O destaque individual foi para o Bombeiro Ricardo Fernandes, que obteve o título de vice-campeão nacional no escalão B (25 andares) com 2min:26s.

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A Prova contribuiu, uma vez mais, para criar um ambiente competitivo único em Portugal entre as Companhias de Bombeiros. O evento é considerado de elite a nível nacional e consiste na subida de um edifício por caixa de escadas em que os Bombeiros, envergando o equipamento de protecção individual (EPI) e alimentados de ar por aparelho respiratório isolante de circuito aberto (ARICA), têm como objectivo a subida de um edifico no menor tempo possível.

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De sublinhar a notória melhoria dos tempos registados face a edições transactas, o que traduz a excelente condição física de todos os participantes, mas também, a normal e natural apetência pelo sucesso desta missão.

A Companhia de Bombeiros Sapadores de Braga participa também anualmente nas Provas de Bombeiro de Ferro a nível nacional.

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publicado por Carlos Gomes às 14:12
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Terça-feira, 22 de Dezembro de 2015
BOMBEIROS PARA SEMPRE DESEJA-LHE BOAS FESTAS!

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publicado por Carlos Gomes às 15:02
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Quarta-feira, 9 de Dezembro de 2015
ASSOCIAÇÃO “BOMBEIROS PARA SEMPRE” FOI ONTEM FUNDADA EM BRAGANÇA

Associação BPS nasce na comemoração dos 125 Anos dos Bombeiros de Bragança

Foi ontem, dia 8 de Dezembro na cidade de Bragança, que se levou a cabo a escritura pública de criação da Associação Bombeiros para Sempre, denominada também de ABPS.

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Um sonho de um projecto com oito anos de existência chegou agora a um novo patamar, de maior responsabilidade e empenho, com vista à realização dos objectivos a que se propõe.

Os Bombeiros de Bragança decidiram apoiar a criação desta associação e marcar assim uma amizade institucional que já leva vários anos de existência. Deste apoio surgiu a possibilidade da Associação nascer na cidade de Bragança durante as comemorações do 125º Aniversário da corporação.

Da cerimónia pública fizeram parte 4 elementos que compõe a comissão instaladora, Rui Correia, Presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntárias de Bragança, o Tenente-Coronel Fernandes, Comandante dos Bombeiros de Bragança e Ricardo Correia (diretor do Projeto) em conjunto com Luís Gaspar (Fundador do BPS) ambos pertencentes ao portal Bombeiros para Sempre.

A “Associação Bombeiros Para Sempre – ABPS” é assim a partir de ontem uma pessoa colectiva de direito privado sem fins lucrativos e terá a sua sede no concelho da Lousã.

Os estatutos da nova associação prevêem o apoio à dinamização e realização de ações de índole técnica, educacional, comunicativa, cultural e de marketing ao serviço da comunidade dos Corpos de Bombeiros Portugueses, para isso irá levar a cabo parcerias e iniciativas de captação e geração de recursos para o seu bom funcionamento de forma a promover a dignificação e identidade dos Bombeiros Portugueses na demais opinião pública.

Os Bombeiros Portugueses são a única entidade de protecção civil que não têm um órgão que promova a suas acções, missões e demais imagem perante a sociedade civil e é esse o principal objectivo da nova assoiciação, tal como já havia sendo meta do portal BPS. Com a criação da nova associação e os protocolos que estão em vista para serem celebrados poderemos em breve dar um apoio significativo aos corpos de Bombeiros nas matérias em torno da Comunicação e Imagem.

O próximo passo pertence aos sócios fundadores que elegerão os órgãos sociais no dia 23 de Janeiro de 2016, na cidade de Aveiro.



publicado por Carlos Gomes às 20:10
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Quinta-feira, 5 de Novembro de 2015
AMADORA VAI AOS FADOS PARA AJUDAR OS BOMBEIROS



publicado por Carlos Gomes às 19:23
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Quinta-feira, 2 de Julho de 2015
PARTIDO “PAN” APOIA CAUSA DOS BOMBEIROS POR MELHORES CONDIÇÕES DE TRABALHO

Protecção das populações, animais e florestas. PAN apoia bombeiros nacionais na luta por condições de trabalho mais dignas

Tratando-se de um movimento político orientado para a protecção das pessoas, dos animais e da nossa casa comum, o ambiente, o PAN – Pessoas-Animais-Natureza, não podia ficar indiferente à grave situação em que se encontram os bombeiros no nosso país e que pode levar a uma greve nacional que terá fortes impactos na segurança das populações, num período de férias e de elevadas temperaturas em que a actuação destes profissionais é imprescindível.

Além dos motivos já invocados pelos participantes no Congresso Nacional dos Bombeiros Profissionais, o PAN realça o facto de estas entidades reunirem pessoas imbuídas de um forte espírito altruísta, colocando o seu próprio bem-estar em risco, muitas vezes de forma voluntária, na protecção das populações, animais e florestas do país, uma atitude que, na perspectiva do partido, o poder público deve saber reconhecer e incentivar.

“Os heróis incógnitos que compõem os Bombeiros nacionais devem merecer de toda a sociedade, especialmente do Estado, um apoio tácito ao exercício pleno das suas funções” afirma André Silva, porta-voz do PAN.

Com efeito, o PAN reitera a necessidade de se zelar pelos interesses e direitos dos bombeiros, nomeadamente através do financiamento das Câmaras Municipais, o desbloqueamento da progressão na carreira e o preenchimento dos quadros em falta.

O partido PAN manifesta o seu apoio integral a esta causa, considerando que o Ministério da Administração Interna não tem vindo a considerar o desempenho exemplar que os bombeiros têm revelado no cumprimento das suas missões, o que poderá condicionar seriamente os serviços que prestam em prol das populações, dos animais e do meio ambiente em Portugal.



publicado por Carlos Gomes às 14:55
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Quarta-feira, 3 de Junho de 2015
FANFARRA DOS BOMBEIROS DE ALCOCHETE DESFILA EM OURÉM



publicado por Carlos Gomes às 22:48
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Domingo, 21 de Dezembro de 2014
BOMBEIROS PARA SEMPRE DESEJA BOAS FESTAS

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publicado por Carlos Gomes às 11:06
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Sábado, 23 de Agosto de 2014
LISBOA COMEMORA DIA MUNICIPAL DO BOMBEIRO



publicado por Carlos Gomes às 02:00
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