Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Quarta-feira, 21 de Junho de 2017
RITCHAZ CABRAL APRESENTA ÁLBUM DE ESTREIA AO VIVO

Têm sido meses agitados para Ritchaz Cabral. Desde a edição do EP “Mal Famadu” em Fevereiro último, que o músico luso-cabo-verdiano tem percorrido as FNACs da zona lisboeta (Almada, Vasco da Gama, Alfragide e Oeiras) e espaços míticos da capital como o B.leza.

Ritchaz Cabral_Flyer Showcases FNAC (2).png

Agora chega a vez da FNAC Colombo e Cascais receberem também um pedaço da multiculturalidade disseminada por Ritchaz Cabral, que cria uma sonoridade urdida em torno tanto da sua veia europeia como de elementos da cultura musical africana.

Conheçam as datas abaixo:

26.06 | FNAC Colombo, 22h, Lisboa 
09.07 | FNAC Cascais, 18h30, Lisboa

Ricardo Cabral, de nome artístico Ritchaz Cabral, nasceu em Lisboa, no profícuo ano de 1988, e é filho de pais cabo-verdianos, imigrantes em Portugal há várias décadas.

Com apenas 13 anos, começa a dar os seus primeiros passos na música. O passaporte para aquilo que, anos mais tarde, se transformaria na sua vida profissional foi um velho gravador de cassetes, propriedade do seu progenitor, e um microfone inventado e construído pelo próprio utilizando pequenas colunas modificadas. Na altura, cantava letras conhecidas de autores cabo-verdianos e gravava brincadeiras com as irmãs e amigos.

Entre 2003 e 2012, fez parte da dupla Ritchaz & Keky que se apresentava com uma sonoridade mestiça onde o Kuduro se encontrava com a Kizomba e onde o Techno e o Reggae se fundiam com o Funaná e o Hip-Hop, num autêntico caldeirão de influências e sonoridades. A partir de 2007, a dupla trabalhou com a agência cultural Filho Único (Lisboa), com quem tiveram atuações regulares dentro e fora do país e através da qual participaram na coletânea de CD’s Novos Talentos da Fnac e da Antena 3 (2008).

Entre 2009 e 2011, Ritchaz frequenta dois cursos relacionados com a criatividade, produção e marketing musical na Restart (Lisboa), passando a fazer com frequência trabalhos de gravação, produção, mistura e masterização de música para diversos artistas na Europa e África. Nascia assim uma faceta diferente e complementar na carreira de Ritchaz Cabral!

Em 2011, e nos dois anos que se seguiram, Ritchaz integrou a banda de Reggae Luso United, sediada na Amadora, assumindo-se como teclista.

Paralelamente, o artista envolve-se em diferentes projetos ligados à música. Foi co-criador do Estúdio SomGráfico (estúdio de música comunitário), no bairro Outurela (Oeiras), juntamente com outros amigos e músicos; deu aulas de viola na escola básica local; e fez a co-produção e o lançamento do álbum musical independente Proghetto, que contou com a presença de vários artistas.

Em 2012, o artista junta-se ao grupo Raboita como vocalista, guitarrista e baixista. É nesta altura que passa a ter mais contacto com a música tradicional de Cabo Verde, adicionando ao seu leque de sonoridades as Mornas, Batukus, Funanás, Coladeiras e Mazurcas.

Chegamos, enfim, a 2014. Esta foi a altura em que Ritchaz decidiu dedicar-se a uma carreira a solo, começando a preparar aquele que se tornaria no seu primeiro EP. Neste trabalho são bem audíveis as suas raízes cabo-verdianas através dos Funanás lentos, dos Batuques com letras que retratam a simplicidade da vida e os valores do amor e respeito assim como os temas de cariz social, vertente que Ritchaz sempre prezou bastante.

Em simultâneo, Ritchaz integra o grupo Skopeofonia, um projeto de investigação académica em Etnomusicologia, da Universidade de Aveiro com a Fundação para a Ciência e Tecnologia, que tem recolhido e analisado as práticas musicais no bairro da Cova da Moura, na Amadora.

É por entre um leve sorriso, um ritmo quente e pegadiço e uma letra que nos transporta para as sinceras e profundas paisagens africanas que encontramos este primeiro trabalho de Ritchaz Cabral. O menino que Portugal viu nascer e crescer é hoje um homem que não esquece as suas origens, homenageando-as em “Mal Famadu”, o seu primeiro EP a solo.



publicado por Carlos Gomes às 22:15
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Quarta-feira, 19 de Abril de 2017
RITCHAZ CABRAL LANÇA NOVO SINGLE, “UM SO NASON”

Ritchaz Cabral, nome maior da cultura cabo-verdiana em Portugal, lança agora o seu mais recente single, “Um So Nason”. Segundo tema extraído do EP “Mal Famadu”, esta é mais uma faixa marcadamente influenciada pelas suas origens africanas, e em particular pela cultura musical cabo-verdiana, que o anterior single "Kabalindadi" já demonstrava na perfeição.

Ritchaz Cabral_promo (2).jpg

O EP “Mal Famadu” é um autêntico mergulho na cultura africana ao ritmo de uma leve brisa lusitana, mesclando ritmos, sonoridades e culturas de forma subtil e arrebatadora, com o carimbo de qualidade da Music For All.

Ricardo Cabral, de nome artístico Ritchaz Cabral, nasceu em Lisboa, no profícuo ano de 1988, e é filho de pais cabo-verdianos, imigrantes em Portugal há várias décadas.

Com apenas 13 anos, começa a dar os seus primeiros passos na música. O passaporte para aquilo que, anos mais tarde, se transformaria na sua vida profissional foi um velho gravador

de cassetes, propriedade do seu progenitor, e um microfone inventado e construído pelo próprio utilizando pequenas colunas modificadas. Na altura, cantava letras conhecidas de autores cabo-verdianos e gravava brincadeiras com as irmãs e amigos.

Entre 2003 e 2012, fez parte da dupla Ritchaz & Keky que se apresentava com uma sonoridade mestiça onde o Kuduro se encontrava com a Kizomba e onde o Techno e o Reggae se fundiam com o Funaná e o Hip-Hop, num autêntico caldeirão de influências e sonoridades. A partir de 2007, a dupla trabalhou com a agência cultural Filho Único (Lisboa), com quem tiveram atuações regulares dentro e fora do país e através da qual participaram na coletânea de CD’s Novos Talentos da Fnac e da Antena 3 (2008).

Entre 2009 e 2011, Ritchaz frequenta dois cursos relacionados com a criatividade, produção e marketing musical na Restart (Lisboa), passando a fazer com frequência trabalhos de gravação, produção, mistura e masterização de música para diversos artistas na Europa e África. Nascia assim uma faceta diferente e complementar na carreira de Ritchaz Cabral!

Em 2011, e nos dois anos que se seguiram, Ritchaz integrou a banda de Reggae Luso United, sediada na Amadora, assumindo-se como teclista.

Paralelamente, o artista envolve-se em diferentes projetos ligados à música. Foi co-criador do Estúdio SomGráfico (estúdio de música comunitário), no bairro Outurela (Oeiras), juntamente com outros amigos e músicos; deu aulas de viola na escola básica local; e fez a co-produção e o lançamento do álbum musical independente Proghetto, que contou com a presença de vários artistas.

Em 2012, o artista junta-se ao grupo Raboita como vocalista, guitarrista e baixista. É nesta altura que passa a ter mais contacto com a música tradicional de Cabo Verde, adicionando ao seu leque de sonoridades as Mornas, Batukus, Funanás, Coladeiras e Mazurcas.

Chegamos, enfim, a 2014. Esta foi a altura em que Ritchaz decidiu dedicar-se a uma carreira a solo, começando a preparar aquele que se tornaria no seu primeiro EP. Neste trabalho são bem audíveis as suas raízes cabo-verdianas através dos Funanás lentos, dos Batuques com letras que retratam a simplicidade da vida e os valores do amor e respeito assim como os temas de cariz social, vertente que Ritchaz sempre prezou bastante. Em simultâneo, Ritchaz integra o grupo Skopeofonia, um projeto de investigação académica em Etnomusicologia, da Universidade de Aveiro com a Fundação para a Ciência e Tecnologia, que tem recolhido e analisado as práticas musicais no bairro da Cova da Moura, na Amadora.

É por entre um leve sorriso, um ritmo quente e pegadiço e uma letra que nos transporta para as sinceras e profundas paisagens africanas que encontramos este primeiro trabalho de Ritchaz Cabral.

O menino que Portugal viu nascer e crescer é hoje um homem que não esquece as suas origens, homenageando-as em “Mal Famadu”, o seu primeiro EP a solo.



publicado por Carlos Gomes às 19:08
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Quarta-feira, 22 de Março de 2017
CABOVERDIANOS DÃO BAILE NO PALÁCIO PIMENTA

O primeiro Baile no Palácio, inspirado no estilo barroco, recebeu quase 700 participantes. Desta vez, os ritmos chegam-nos de Cabo Verde com ateliês de danças, concertos, DJ e degustação de cachupa. 

aderito.jpg

Tendo como cenário o Pátio das Tílias, a festa começa com um ateliê de funaná e coladeira, com a colaboração de dois bailarinos: Sandra Gomes e Isaac Barbosa.

Com os ritmos de Cabo Verde no sangue, chega-nos a Banda Morabeza, fundada pelo músico de violão Adérito Pontes. Conhecido por ter sido guitarrista de Cesária Évora, colaborou ainda com artistas como Ildo Lobo, Tito Paris, Bana, Lura, Dani Silva, entre muitos outros.

Ao lado de Adérito Pontes, estarão António Soares(cavaquinho), Belo Santos (ferrinho), José Santos (gaita) e Janise da Silva (voz). E como o ritmo promete não abrandar, o baile continua pela noite dentro com o DJ Tavas.

©José Avelar_Museu de Lisboa  (3).JPG

O cenário da festa é o Pátio das Tílias, no Palácio Pimenta, um antigo palácio de veraneio da primeira metade do século XVIII, enquadrado pelo que resta de uma antiga quinta senhorial. Mandado construir por Diogo de Sousa Mexia, figura de relevo dos reinados de D. Pedro II e D. João V, foi edificado entre 1734 e 1746.

O segundo Baile no Palácio é uma parceria com a associação Welcome People & Arts, associação cultural sem fins lucrativos que desenvolve projetos artísticos como instrumento de desenvolvimento pessoal e social e está integrado na iniciativa Lisboa 2017, Capital Ibero-americana de Cultura.

> 6 anos | Entrada 5€ com uma bebida incluída (cerveja, água ou sumo). Entrada gratuita para menores de 12 anos, desconto de 50% para maiores de 65 anos. Entrada sujeita à lotação do espaço.

Bilhetes à venda na receção do Palácio Pimenta. Reservas só até 23 de março para servicoeducativo@museudelisboa.pt 

Mais informação em www.museudelisboa.pt ou no Facebook do Museu de Lisboa.

image003cabverd.jpg



publicado por Carlos Gomes às 21:04
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Quarta-feira, 11 de Janeiro de 2017
LUZINGO E RITCHAZ CABRAL APRESENTAM NOVOS EPS AO VIVO NO B.LEZA

O ano começa com um evento único no conhecido espaço lisboeta B.Leza, a 25 de Janeiro, que servirá de palco à apresentação dos novos trabalhos do músico angolano Luzingo e do luso-cabo-verdiano Ritchaz Cabral.

Luzingo & Ritchaz Cabral_Flyer B.Leza.png

O primeiro estreará as canções do seu novo EP homónimo, antecedido pelos inescapáveis “Mary Jane” e “Inveja”, enquanto o segundo apresentará ao público os temas do EP “Mal Famadu”, do qual já é conhecido o bamboleante “Kabalindadi”. As portas abrem às 22h, sendo que os bilhetes apresentam um custo de 6€, podendo ser adquiridos aqui.

Luzingo é um músico angolano que combina hip hop com elementos de música electrónica e alternativa, uma mescla de influências que são palpáveis através da música que produz e representa.

Começou por fazer rap aos 10 anos de idade em Portugal com um grupo intitulado Galáxia Sudoeste, e aos 11 começou a fazer os primeiros beats. Desde então, Luzingo dedicou-se a evoluir e a reunir um vasto conjunto de influências do grande melting pot de músicas e culturas que foi experienciando ao longo dos anos, saltando entre Angola e Portugal, Reino Unido e Alemanha, entre muitos outros países. No início de 2017 editará um novo trabalho homónimo, com o selo da Music In My Soul.

Por sua vez, Ricardo Cabral, de nome artístico Ritchaz Cabral, nasceu em Lisboa, no profícuo ano de 1988, e é filho de pais cabo-verdianos, imigrantes em Portugal há várias décadas. Com apenas 13 anos, começa a dar os seus primeiros passos na música. Entre 2003 e 2012, fez parte da dupla Ritchaz & Keky que se apresentava com uma sonoridade mestiça onde o Kuduro se encontrava com a Kizomba e onde o Techno e o Reggae se fundiam com o Funaná e o Hip-Hop, num autêntico caldeirão de influências e sonoridades.

 Foi em 2014 que Ritchaz decidiu dedicar-se a uma carreira a solo, começando a preparar aquele que se tornaria no seu primeiro EP. Neste trabalho são bem audíveis as suas raízes cabo-verdianas através dos Funanás lentos, dos Batuques com letras que retratam a simplicidade da vida e os valores do amor e respeito assim como os temas de cariz social, vertente que Ritchaz sempre prezou bastante. “Mal Famadu” é o seu primeiro EP a solo, que chega até nós com o selo da Music For All.



publicado por Carlos Gomes às 21:04
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Quarta-feira, 31 de Agosto de 2016
JAY DESVENDA NOVO SINGLE

O músico cabo-verdiano Jay Moreira acaba de estrear o vídeo para o seu novo single, “Vida a Partir di Hoji”, captado nas paisagens do Tarrafal, na ilha de Santiago.

Jay_promo.jpg

Sucessor de “Oh No!”, este é já o segundo single extraído de “It’s All About Music”, o próximo álbum do músico. O trabalho, a ser editado pela Music In My Soul no último trimestre deste ano, é um perfeito exemplar do que de melhor se faz ao nível do reggae, hip hop e world music.

Jay Moreira nasceu em Cabo-Verde na Ilha Santiago, freguesia de Santa Catarina. Em Portugal desde dos seus quatro anos de idade, inicia a sua carreira musical em 1998. Influências ao nível do hip-hop, reggae, funk e ritmos tradicionais africanos marcaram desde cedo uma sonoridade muito própria, muito vincada no trabalho de Jay. Expressa-se em Português, em Crioulo de

 Cabo Verde e Inglês, contando já com 5 álbuns editados, dois dos quais foram lançados em Portugal: “So mi” em 2002 e “Okim Tchiga La” em  2005.

Em 2006 muda-se para a Noruega onde forma a sua banda Jay&Bandidos. Juntos lançam o álbum “Momento Certo”, editado em 2008. Este álbum proporcionou ao Jay e aos Bandidos a presença em vários festivais em Cabo Verde e na Noruega.

Em 2011 a banda edita o álbum “Sempri Bandidos”, que viria a vencer em 2012 o prémio de Cabo Verde Music Awards na categoria de melhor álbum electrónico, melhor música reggae e melhor música hip-hop .

Em Cabo Verde viria a nascer ainda um projecto com os jovens músicos e artistas locais. Em 2013, Jay aposta no projecto cabo-verdiano intitulado “Mi Cu Bó” .

Portugal, Cabo Verde, Noruega, Reino Unido, Holanda, Estados Unidos e Suíça foram alguns dos países onde Jay já actuou. Para além da sua banda norueguesa “Os Bandidos”, Jay já tocou com alguns dos melhores músicos cabo-verdianos da actualidade, assim como outros artistas internacionais. Até ao final do ano espera-se a edição do seu próximo trabalho de estúdio, “It’s All About Music”.



publicado por Carlos Gomes às 13:45
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Quarta-feira, 18 de Novembro de 2015
“HO NO!”, O NOVO SINGLE DE JAY

Com uma sonoridade muito própria e cheio de boa vibe, Jay, apresenta um novo single. “Ho No!” é apresentado hoje, pela Music In My Soul. Sempre fiel ao estilo que o caracteriza, o artista cabo-verdiano promete deliciar o público com a sua fusão entre reggae, world music e hip hop.

jay-01

Jay Moreira, nasceu em Cabo-Verde na Ilha Santiago, freguesia de Santa Catarina. Em Portugal desde dos seus quatro anos de idade, a sua carreira musical inicia-se em 1998. Influências ao nível do hip-hop, reggae, funk e ritmos tradicionais africanos marcaram desde cedo uma sonoridade muito própria, muito vincada no trabalho de Jay. Expressa-se em Português, em Crioulo de Cabo verde e Inglês, contando já com 5 álbuns editados, dois dos quais foram lançados em Portugal: “So mi” em 2002 e “Okim Tchiga La” em 2005.

Em 2006 muda-se para a Noruega onde forma a sua banda Jay&Bandidos. Juntos lançam o álbum “Momento certo”, editado em 2008. Este álbum proporcionou ao Jay e aos Bandidos a presença em vários festivais em Cabo Verde e na Noruega.

Em 2011 a banda edita o álbum “Sempri Bandidos”, que viria a vencer em 2012 o prémio de Cabo Verde Music Awards na categoria de melhor álbum electrónico, melhor música reggae e melhor Musica hip-hop .

Em Cabo Verde viria a nascer ainda um projecto com os jovens músicos e artistas locais. Em 2013, Jay aposta no projecto cabo-verdiano intitulado “Mi Cu Bó” .

Portugal, Cabo Verde, Noruega, Reino Unido, Holanda, Estados Unidos e Suíça foram alguns dos países onde Jay já actuou. Para além da sua Banda Norueguesa “Os Bandidos”, Jay já tocou com alguns dos melhores Músicos Cabo-verdianos do momento, assim como outros artistas internacionais. Prepara agora um novo trabalho que será editado pela Music In My Soul.



publicado por Carlos Gomes às 16:55
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Terça-feira, 23 de Junho de 2015
CABO VERDE DÁ A PROVAR A CACHUPA EM OEIRAS



publicado por Carlos Gomes às 14:04
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Domingo, 21 de Junho de 2015
OEIRAS PROVA OS SABORES DE CABO VERDE



publicado por Carlos Gomes às 14:57
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Segunda-feira, 6 de Abril de 2015
MOITA APRESENTA LITERATURA E MÚSICA CABOVERDIANA

Na Biblioteca Municipal do Vale da Amoreira: “Leitura às Quintas”: Apresentação do romance “Luna – A Noite de Todos os Dias”

No dia 9 de abril, pelas 21:30h, e no âmbito do projeto municipal “Leitura às Quintas”, a Biblioteca Municipal do Vale da Amoreira vai ser palco para a apresentação do romance “Luna – A Noite de Todos os Dias”, de Carlota de Barros, poetisa cabo-verdiana.

Esta apresentação será enriquecida com um recital poético-musical por membros da Fundação João Lopes, de Cabo Verde, e também com a participação especial da cantora cabo-verdiana Celina Pereira.

A entrada é gratuita.

Biblioteca do Vale da Amoreira



publicado por Carlos Gomes às 18:28
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