Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017
GRUPO DANÇAS E CANTARES ALTO DO MOINHO DESEJA BOAS FESTAS AOS LEITORES DO BLOGUE DE LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 19:37
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Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017
GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO DESEJA BOAS FESTAS AOS LEITORES DO BLOGUE DE LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 23:28
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Domingo, 10 de Dezembro de 2017
ALMOÇO DE NATAL JUNTA EM LOURES COMPONENTES DO GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO

Terminou há instantes ao som das concertinas o Almoço de Natal do Grupo Folclórico Verde Minho. Tratou-se de momento de confraternização a contribuir para o reforço da amizade entre os seus componentes e a coesão do próprio grupo, condição indispensável para vencer os novos desafios que se lhe colocam e os ambiciosos objectivos a que se propõe alcançar.

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Agora, mais do que nunca, a união e o esforço de todos é indispensável ao sucesso do Grupo Folclórico Verde Minho. As iniciativas multiplicam-se e são cada vez mais diversificadas. Cresce o reconhecimento nomeadamente por parte de pessoas e entidades ligadas à cultura da nossa região. Importa, pois, reservar alguns momentos de convívio fora das luzes da ribalta. O almoço juntou a família “Verde Minho” e, à boa maneira minhota, não faltaram as concertinas a animar o bailarico.

Fotos: Teotónio Gonçalves

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publicado por Carlos Gomes às 16:29
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Sexta-feira, 8 de Dezembro de 2017
RUI AGUILAR CERQUEIRA VAI A LOURES FALAR DO FOLCLORE E DO REGIONALISMO NA ÁFRICA AUSTRAL

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publicado por Carlos Gomes às 19:24
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Sábado, 25 de Novembro de 2017
LOURES VIRA CAPITAL DO FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 11:46
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Sexta-feira, 24 de Novembro de 2017
MINHOTOS RUMAM A LOURES PARA CANTAR AO MENINO JESUS

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publicado por Carlos Gomes às 21:02
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PONTE DE LIMA LEVA A LOURES ALHEIRA DE GALO E ARROZ DE SARRABULHO À MODA DE PONTE DE LIMA E O GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO ANIMA A FESTA

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os Restaurantes do Sarrabulho em Ponte de Lima

O arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima e a alheira de galo vão fazer as delícias dos melhores apreciadores da cozinha tradicional minhota. Trata-se de uma jornada gastronómica levada a cabo pelo Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os Restaurantes de Sarrabulho em Ponte de Lima e vai ter lugar no próximo dia 4 de Fevereiro, no refeitório da Câmara Municipal de Loures.

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O arroz de sarrabulho é uma das mais ricas especialidades da cozinha portuguesa em geral e minhota em particular. Um autêntico manjar próprio dos deuses!

Ao invés das papas de sarrabulho que são feitas à base de farinha de milho, aqui impera o arroz como a própria designação indica.

Desde a perna do porco às belouras, do chouriço verde às farinhotas e outros aromas e delícias de fazer crescer àgua na boca, o porco compromete-se na elaboração deste magnífico prato. As carnes são temperadas com louro, cravinho e noz-moscada, sal e pimenta e, no final, com os cominhos que lhe conferem um paladar muito peculiar e único. As carnes, depois de cozinhadas e desfiadas, juntam-se ao arroz e vão de imediato à mesa.

Por sua vez, a alheira de galo, especialidade produzida pela Minho Fumeiro, situada na Correlhã, no concelho de Ponte de Lima, e já galardoada com a medalha de ouro no concurso da Feira Nacional da Agricultura, em Santarém, é justamente considerada a “melhor das melhores” alheiras do país.

Com baixo teor de sal e calorias, contendo apenas 13 gramas de gordura e 14 gramas de proteína, a sua confecção possui alguns segredos que vão do pão amolecido no caldo da cozedura das carnes de galo até aos temperos.

E porque onde há Minho há alegria e tradição, lá estará o Grupo Folclórico Verde Minho para animar o evento com as mais alegres rapsódias do folclore do Alto Minho.

Por sua vez, entendendo que o folclore ou seja, a sabedoria popular não se restringe ao canto e à dança mas abrange todos os aspectos da vida social, incluindo nela a própria gastronomia, o Grupo Folclórico Verde Minho juntou esforços com o melhor da restauração limiana para em Loures – às portas da capital do país! – dar a conhecer a Alheira de Galo e o Arroz de Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima.

- Venham, pois, provar o nosso património!

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publicado por Carlos Gomes às 20:56
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RUI AGUILAR CERQUEIRA VAI A LOURES FALAR DO FOLCLORE E DO REGIONALISMO NA ÁFRICA AUSTRAL

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures

O Grupo Folclórico Verde Minho promove mais uma conferência dedicada ao folclore e ao regionalismo a ter lugar já no início do próximo ano. Rui Aguilar Cerqueira, antigo componenente da extinta Casa do Minho em Lourenço Marques e do seu rancho folclórico vai, no próximo dia 24 de Março, proferir uma palestra subordinada ao tema “Folclore e Regionalismo Minhoto na África Austral: A Casa do Minho em Lourenço Marques (Moçambique)”.

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A conferência será acompanhada pela projecção de imagens da época vivida pelos nossos conterrâneos em Moçambique, incluindo a celebração do compasso pascal e a actuação do rancho folclórico.

A iniciativa tem lugar a partir das 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, espaço onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures, junto ao Parque da Cidade. Existe excelente estacionamento no local.

Como é sabido, os antigos territórios ultramarinos portugueses foram também o destino de muitos minhotos que decidiram ali construir as suas vidas. Rumando diretamente a partir da metrópole ou fixando-se após o cumprimento do serviço militar naquelas paragens, Angola e Moçambique vieram a tornar-se a segunda terra para muitos dos nossos conterrâneos que assim trocavam a estreita courela pela desafogada machamba ou simplesmente empregavam-se na atividade comercial das progressivas cidades de Luanda e Lourenço Marques, atual Maputo.

Porém, a recordação do Minho distante não os abandonou e permaneceu sempre nos seus corações. E, a provar esse amor filial, criaram as suas próprias associações regionalistas a fim de manterem mais viva a sua portugalidade e as raízes minhotas. Em Lourenço Marques, fundaram a Casa do Minho em 1955.

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Durante duas décadas consecutivas, aquele foi o ponto de encontro das nossas gentes em terras moçambicanas. Ali se construíram novas amizades e conservavam as suas tradições. A constituição de um Rancho Folclórico no seio daquela associação foi um dos melhores exemplos do seu apego às origens. Até que a descolonização veio alterar o rumo das suas vidas e determinar a extinção da Casa do Minho.

Não obstante, muitos dos minhotos e amigos da Casa do Minho, que dela fizeram parte ou de alguma forma por lá passaram, não esquecem esses tempos saudosos e, todos os anos continuam a reunir-se no Minho em alegre e amistosa confraternização, partilhando recordações e revivendo a terra que também amaram – Moçambique!

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Rui Aguilar Cerqueira nasceu em 1955, no Hospital Miguel Bombarda, em Lourenço Marques, como então se designava a capital de Moçambique, actual cidade do Maputo. Descende pelo lado paterno de naturais de Arcos de Valdevez – o pai chamava-se Abel Cerqueira – e, por parte da mãe, Maria Adelaide Varela Aguilar Cerqueira, de lisboetas.

Viveu, estudou e trabalhou como até aos 22 anos Agente Técnico de Apuramentos Estatísticos no Ministério da Agricultura, em Lourenço Marques.

Após a independência de Moçambique ocorrida em 25 de Junho de 1975, regressou a Portugal na companhia de toda a família e fixou residência em Braga.

Recomeçando a vida, deu então inicio a uma nova vida profissional, passando a exercer funções nas empresas multinacionais alemãs “Grundig Electrónica Portuguesa”, “Blaupunkt Auto Rádio Portugal, Lda ” e “BOSCH BRG”, durante 38 anos, como Técnico de Electrónica-Oficial.

Praticou desporto e foi atleta federado em Hóquei em Patins e Voleibol.

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Durante a sua permanência em Moçambique, integrou a Casa do Minho de Lourenço Marques e o seu Rancho Folclórico composto por 80 elementos, representando a região minhota, com as suas danças e cantares tradicionais, com especial incidência no Alto Minho.

Sendo o seu falecido pai o ensaiador do grupo, era natural que os seus dois filhos ainda de tenra idade integrassem o Rancho juntamente com outras crianças, formando assim o respectivo Rancho Infantil cuja constituição ocorreu por volta de 1959. Tinha por essa altura apenas 4 anos de idade e o seu irmão, com apenas 2 anos, tornou-se a mascote do grupo folclórico.

Com o decorrer do tempo e atingida a idade indicada para passagem ao grupo dos adultos, tornou-se o par marcante e aquele que exercia a “voz de comando”.

Para além de grandes exibições em Moçambique, o Rancho Folclórico da Casa do Minho em Lourenço Marques também se deslocou a África do Sul, Rodésia, Suazilândia entre outros países africanos, tendo recebido numerosas lembranças e até ganho diversos festivais folclóricos cujos troféus reuniu nas instalações da su sede social. À época era bastante comum a realização de concursos para avaliar o desempenho dos grupos folclóricos.

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Com a independência política, todas as casas regionais e demais associações portuguesas existentes em Moçambique foram nacionalizadas, ficando os minhotos privados da sua Casa do Minho.

Nas fotos que apresentamos pode ver-se o rancho infantil, encontrando-se em cima, à direita, em primeiro lugar, o seu irmão Fernando Cerqueira (já falecido) e, em seguida, o sr. Rui Cerqueira. Nas duas fotos seguintes surge o seu pai, na qualidade de ensaiador, na frente a dançar o malhão traçado e, na outrao seu pai de gravata no meio do grupo. Estas fotos datam de 1960. Nas duas seguintes aparece Rui Aguilar Cerqueira, de barbas, na frente como o par marcante.

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Actualmente, todos os minhotos ainda vivos que viveram naquele ambiente minhoto em terras moçambicanas – à época território português! – desde sócios, dirigentes, antigos componentes do rancho seus familiares e amigos, reunidos por Rui Cerqueira, encontram-se anualmente num almoço de confraternização, por ocasião do aniversário da associação, sempre numa diferente cidade minhota. E este “toque a reunir” que junta invariavelmente cerca de duas centenas de convivas, ocorre ininterrupetamente desde há 21 anos, tal é a saudade que os anima e o amor ao rincão natal!

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publicado por Carlos Gomes às 19:35
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Quinta-feira, 23 de Novembro de 2017
FOLCLORISTAS EM OEIRAS DEBATEM "O TRAJE DE ANTANHO"

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publicado por Carlos Gomes às 23:20
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Quarta-feira, 22 de Novembro de 2017
FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS REALIZA ENCONTRO NACIONAL DE CONSELHEIROS TÉCNICOS

Com organização da Federação do Folclore Português, realiza-se nos dias 1 e 2 de dezembro, no Cine Teatro João Verde, reunindo mais de uma centena de participantes. Previsto espetáculo "Tradições do Alto Minho" que decorrerá no dia 1 de dezembro, sexta-feira, pelas 17h00.

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A Federação do Folclore Português, instituição formada em 1977 que pugna pela salvaguarda do património folclórico português, irá reunir a sua equipa de conselheiros técnicos em Monção, nos dias 1 e 2 de dezembro, sexta-feira e sábado, no Cine Teatro João Verde.

Este encontro tem como principal objetivo cimentar conhecimentos, trocar experiências e formar pedagogicamente aqueles que diariamente estão no terreno a aconselhar os grupos etnográficos de Portugal continental, Insular e das comunidades portuguesas.

Reunindo mais de uma centena de participantes, os temas a abordar neste encontro vão incidir sobre as questões da representatividade, do ciclo avaliativo a desenvolver ao longo do atual mandato e da análise do inquérito de satisfação aplicado aos associados.

Deste seminário, espera-se que saiam diretrizes precisas e renovadas sobre o futuro do movimento, relevando a vertente do estudo e da salvaguarda do património, de modo a que a sua aplicação no dia-a-dia dos grupos seja mais aprofundada e refletida.

Aproveitando o Encontro Nacional de Conselheiros Técnicos, os grupos do Alto Minho reúnem-se num trabalho de representação sobre as "Tradições do Alto Minho", criando um espetáculo que envolverá temáticas como as brincadeiras de criança, a apanha do sargaço, as feiras, as malhadas, os serões, as espadeladas e até um enterro.

O espetáculo realiza-se no dia 1 de dezembro, sexta-feira, pelas 17h00, no Cine Teatro João Verde, prometendo ser um final de tarde rico em tradição. A entrada tem o valor de 3,50 €, podendo ser adquirida na Loja Interativa de Turismo ou, uma hora antes, no local do espetáculo.

Participam os seguintes agrupamentos: Grupo Folclórico das Lavradeiras de São Pedro de Merufe; Grupo Folclórico Estrelas dos Vales; Grupo Folclórico de Santa Marta de Portuzelo; Grupo Folclórico de Castelo do Neiva; Rancho Folclórico da Correlhã; Grupo Folclórico das Lavradeiras da Meadela; e Grupo de Danças e Cantares de Carreço.

A Federação do Folclore Português agradece o empenho e colaboração de todas as instituições que apoiam a realização do espetáculo e do encontro.



publicado por Carlos Gomes às 19:29
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Domingo, 19 de Novembro de 2017
GRUPOS FOLCLÓRICOS DEBATEM EM OEIRAS O TRAJO DE ANTANHO

A troca de experiências e conhecimentos é atualmente fundamental para prosseguir o trabalho de melhoria progressiva dos grupos folclóricos.

Com este objetivo decorrerá, no próximo dia 25 de Novembro, o Colóquio “Memórias do Povo”, subordinado ao tema "Trajes de Antanho", organizado pelo Grupo Cultural de Vila Fria, na sua sede sita na Rua Carlos Paião, nº 23, em Vila Fria (Oeiras), no qual gostaríamos de contar com a vossa presença.

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Para tal, propomos o preenchimento da ficha de inscrição em: https://goo.gl/forms/BONxSpgfxRHwWFhd2

PROGRAMA

15:00h – Sessão de Abertura

15:30h – Iº Painel

Mediador: Joaquim Pinto (Presidente da Associação do Distrito de Lisboa para a Defesa da Cultura Tradicional Portuguesa)

Xaile - Memória dos afetos - Carlos Alves Cardoso

(Rancho Folclórico Os Rancheiros de Vila Fria)

O Campino no Concelho da Golegã - Carlos Santana

(Rancho Folclórico da Golegã)

Do trajar e do vestir do Alto Minho Interior - José Artur Brito

(Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega)

16:30h – Intervalo

16:45h – 2º Painel

Gentes do Mar - Ricardo Gomes

(Rancho Folclórico de Geraldes)

O Traje, a Recolha, os Erros - Virgílio Reis

(Grupo de Folclore As Lavadeiras da Ribeira da Lage)

17:30h – Debate

18:00h – Sessão de Encerramento



publicado por Carlos Gomes às 20:43
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CASTANHAS E MINHO JUNTA MINHOTOS EM QUEIJAS

Minhotos em Oeiras festejam o São Martinho a dançar. A tarde soalheira era convidativa e o programa não podia ser melhor.

“Castanhas e Minho” é uma festa minhota que o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega realiza anualmente às portas de Lisboa, mais precisamente no Salão de Festas dos Bombeiros Voluntários de Linda-a-Pastora, na localidade de Queijas, concelho de Oeiras.

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Parafraseando o poeta, “as castanhas estalavam cinzentas, na brasa” e, no palco, perante uma assistência animada que enchia por completo o salão de festas, os grupos folclóricos minhotos mostravam como se canta e dança na nossa região, quer no Alto como no Baixo Minho.

A abrir o espectáculo, actuou o anfitrião Grupo Folclórico das Terras da Nóbrega, a que se seguiu o Grupo Folclórico de São João Baptista de Nogueira, de Braga; e o Grupo Folclórico de Cuide de Vila Verde, de Ponte da Barca, que encerrou ao ritmo que é peculiar das gentes do interior serrano do Alto Minho.

Para o ano que vem regressará mais uma edição do “Castanhas e Vinho” – São Martinho compromete-se com a meteorologia e o Grupo Folclórico das Terras da Nóbrega em proporcionar aos minhotos mais uma agradável jornada de convívio bem ao gosto das nossas gentes!

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publicado por Carlos Gomes às 19:29
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Segunda-feira, 13 de Novembro de 2017
FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS REÚNE EM MONÇÃO ENCONTRO NACIONAL DE CONSELHEIROS TÉCNICOS

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publicado por Carlos Gomes às 14:00
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Sexta-feira, 10 de Novembro de 2017
GRUPO DE FOLCLORE DAS TERRAS DA NÓBREGA FESTEJA O SÃO MARTINHO

Diz o Povo sabiamente que "em tempos de São Martinho, lume, castanhas e vinho". O Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega (GFTN), despretensiosamente sugere uma alteração a este adágio para: em tempos de São Martinho, lume, "Castanhas & Minho"!

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Trata-se da IV Tarde de Folclore Minhoto, organizada pelo GFTN que trará as tradições outonais minhotas, as castanhas ao borralho, as concertinas e as canas-verdes, o vinho doce e a água-pé ao Salão de Festas dos Bombeiros Voluntários de Linda-a-Pastora em Queijas (Oeiras).

Este ano, além do anfitrião Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega teremos o Grupo Folclórico de São João Baptista de Nogueira (Braga - Baixo Minho Cávado) e o Grupo Folclórico de Cuide de Vila Verde (Ponte da Barca - Alto Minho Interior).

"Se o Inverno não erra caminho, tê-lo-emos pelo São Martinho". Não nos assustemos com as intempéries e sejam nossos convidados entre castanhas assadas, uma malga de verde e um vira minhoto! Seria para nós um prazer e uma honra poder receber Vossas Excelências neste nosso último evento do ano.



publicado por Carlos Gomes às 10:26
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Quarta-feira, 8 de Novembro de 2017
COMUNICADO DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS

Solidariedade com o movimento associativo folclórico nacional

No ano em curso, mas especialmente nos meses de junho e de outubro, Portugal foi assolado por uma autêntica catástrofe a nível de incêndios florestais e urbanos, designadamente nas regiões centro e norte do país.

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Pelas mais diversas razões, não conseguiram as instituições envolvidas na proteção civil e no ataque aos incêndios proceder à sua extinção a tempo de impedir a perda de mais de cem vidas humanas e de tão elevado património natural e urbano. Perante tal catástrofe, o país ficou mais pobre e mais vulnerável.

A memória das pessoas que perderam a sua vida nestes incêndios, ou em sua consequência, impõe à sociedade portuguesa e, sobretudo, às entidades oficiais que têm entre as suas principais atribuições a defesa e a salvaguarda de vidas e bens, que no futuro não possam repetir-se tragédias de tal dimensão. Se não se tivesse “poupado” na prevenção, certamente que não se teria assistido à impotência de meios e de recursos para debelar tão vasta calamidade, e nem seria agora necessário despender verbas tão avultadas como as que serão mobilizadas para apoiar as vítimas desta tragédia.

Que, ao menos, saibamos aprender a lição, posto que o preço, sobretudo a nível humano, foi tão elevado!

Entre as vítimas e os lesados desta incomensurável catástrofe encontram-se alguns folcloristas e até alguns grupos de folclore, cujo património, adquirido com tanto empenho e com tanto esforço, foi pasto das chamas. Por isso, a Federação do Folclore Português entende dever expressar aos Grupos e Ranchos de Folclore prejudicados por estes incêndios uma palavra de muita solidariedade e de muito carinho, pugnando para que, qual Fénix renascida das cinzas, possam encontrar força e ânimo para prosseguir no seu tão notável labor em prol da salvaguarda e valorização da cultura tradicional portuguesa.

Os nossos respeitosos cumprimentos.

A Direção da Federação do Folclore Português



publicado por Carlos Gomes às 00:27
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Segunda-feira, 6 de Novembro de 2017
FOLKLOURES 18 接受西藏传统舞蹈

东方思维中国文化的弘扬将代表中国社区在 FolkLoures 18

居住在葡萄牙的华人社区将参加下一期的 FolkLoures--文化会议, 更具体地说, 将于2018年7月7日举行的文化艺术节。在澳门圣保禄教堂遗址的复制品旁边, "东方思维的中国文化促进" 将呈现西藏之舞 "随想曲奈特·库马拉"。

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奈特·库马拉是藏 (藏) 的传统舞蹈, 代表着传统、自由的风俗和大振幅的运动。藏族的舞蹈总是以坚定的姿态, 正面和胸部为男人, 并为妇女的曲率和柔软的姿态, 这些图像的启发, 藏族人民在大平原的日常生活。然而, 由于该地区文化的多样性, 藏族舞蹈本身也受到其他相邻地区的文化影响。

藏族舞蹈的运动对男女都有子范畴, 其中一个类别的名字是 "中国踢踏舞"。

藏族舞蹈所用的服饰, 与藏族人民的共同服饰相呼应, 色彩和人物都十分鲜艳。

下一版的 FolkLoures 源于6月30日至 2018年7月7日, 将包括会议, 展览, 传统产品和民俗节日在城市公园, 在洛里什。

FolkLoures 是绿色敏民俗团体的一项倡议, 在洛里什市的支持下, 这是一个重要的举措。

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publicado por Carlos Gomes às 21:46
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FOLKLOURES’18 RECEBE DANÇA TRADICIONAL DO TIBETE

Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa representará a comunidade chinesa no FolkLoures’18
A comunidade chinesa radicada em Portugal vai participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, mais concretamente no festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. Junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, o grupo “Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” vai apresentar a Dança de Tibete, “Capriccio de Kumara”.

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Kumara é uma formação de dança tradicional da etnia Zang (Tibete), o que representa as tradições, os costumes através de movimentos livres e de grande amplitude. As danças tibetanas transmitem sempre uma atitude firme, de cabeça erguida e de peito cheio para os homens e uma postura de curvatura e suavidade para as mulheres, imagens essas inspiradas na vida quotidiana do povo tibetano nos grandes planícies. Contudo, devido à diversidade de culturas naquela região, a própria dança tibetana sofre de influências culturais das outras regiões vizinhas no seu resultado final.

Os movimentos das danças tibetanas tem subcategorias tanto para homens como para mulheres, um dos nomes atribuídos a uma subcategoria é "Chinese Tap Dance".
Os trajes utilizados para danças tibetanas correspondem ao vestuário comum do povo tibetano, cheios de cores e figuras.
A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

O FolkLoures é uma iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho que conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures.

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publicado por Carlos Gomes às 21:44
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Domingo, 5 de Novembro de 2017
OEIRAS: RIBEIRA DA LAGE FOI HOJE CAPITAL DO FOLCLORE

Terminou há instantes no concelho de Oeiras mais uma edição do Festival de Inverno organizado pelo Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage. Além do grupo anfitrião, participaram ainda o Rancho Folclórico Rosas de Tourigo – Tondela; o Rancho Folclórico “Os Rancheiros” de Vila Fria – Oeiras e o Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho, sediado em Lisboa. Coube ao Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage – Oeiras encerrar o magnífico espectáculo com que uma vez mais presenteou o numeroso público que encheu a plateia do Centro Cultural da Ribeira da Lage, na Freguesia de Porto Salvo.

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A tarde soalheira foi convidativa e permitiu este ano a realização do desfile dos ranchos folclóricos pelas ruas da localidade. No interior do pavilhão não faltaram as bancas de artesanato, doces e licores tradicionais, além naturalmente da habitual tasquinha onde se via jorrar o delicioso verdasco tão apreciado pelas gentes do Minho.

Este ano, a organização leiloou um lindo borrego, aliás praticamente um anho, um costume inédito na região de Lisboa. Em anos anteriores, a escolha recaiu num corpulento galo e num suíno bem nutrido.

Presença indefectível em todas as iniciativas dos nossos conterrâneos da Ribeira da Lage é a do sr. Dinis Antunes, Presidente da Junta de Freguesia de Porto Salvo, a apoiar e acarinhar sempre as suas iniciativas, gesto que merece da nossa parte o melhor registo.

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publicado por Carlos Gomes às 20:02
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Sábado, 4 de Novembro de 2017
FOLKLOURES'18 TEM PROGRAMA FECHADO E JÁ COMEÇAM A CHEGAR OS PEDIDOS DE PARTICIPAÇÃO PARA O ANO SEGUINTE

À distância de quase um ano inteiro em relação à data do FolkLoures’18, a organização deste grandioso evento já tem o programa fechado e continuar a chegar solicitações de participação que serão considerados para a edição do ano seguinte.

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O FolkLoures é uma iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho que conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures e que, a cada edição, está a adquirir maior qualidade e mais notoriedade, arriscando-se a tornar-se em breve num dos maiores eventos de folclore a nível nacional

A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

Para o próximo ano está prevista, além de algumas surpresas que divulgaremos oportunamente, a participação do Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa em representação da região saloia de Loures; do Grupo de Danças e Cantares do Alto do Moinho representando o Douro Litoral; o Grupo dos Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia – Minho, o Grupo Folclórico de Penafiel – Entre-o-Douro-e-Minho; o Grupo Cultural e Etnográfico “Os Camponeses de Pias” – Serpa que traz o cante alentejano da margem esquerda do rio Guadiana e, naturalmente, o anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho, também em presentação do Minho e da comunidade minhota radicada na região saloia.

Com o apoio da Embaixada da República Popular da China, também a comunidade chinesa em Portugal trará ao palco do FolkLoures as danças tradicionais do povo chinês, ente as quais destacaremos o Dança do Leão. E, de momento, o resto é surpresa!

Além do festival propriamente dito, terá lugar uma conferência a ser proferida pelo Prof. Doutor Manuel Antunes acerca da História e Tradições das gentes de Vilarinho da Furna, a realização de uma exposição e um mercado inter-cultural.

A anunciar a festa, vão rufar os bombos do grupo “Os Arrufarte” e “Pifaradas e Gaitadas” de Unhais da Serra, concelho da Covilhã.

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publicado por Carlos Gomes às 20:01
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OEIRAS: RIBEIRA DA LAGE RECEBE AMANHÃ FESTIVAL DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 10:41
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Sexta-feira, 3 de Novembro de 2017
FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS REALIZA INQUÉRITO DE SATISFAÇÃO

Tal como assumido pela direcção da Federação do Folclore Português, irá decorrer entre 05 e 20 de Novembro, o inquérito de satisfação aos associados da FFP, referente à sua percepção do desempenho da instituição no decorrer do exercício de 2017.

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Apesar do seu preenchimento ser facultativo, apelamos aos nossos associados para que não percam esta oportunidade de contribuir para a melhoria do desempenho da FFP.

Como se sabe, a direcção da FFP, aposta na participação democrática de todos nos processos de avaliação, visando uma melhoria contínua das prestações das nossas instituições, ou seja, Grupos e FFP.

Dia 02 de Novembro, foi enviado oficio circular com o respetivo link para preenchimento dentro do prazo estipulado.

Oportunamente, serão divulgados os resultados deste inquérito.

"Uma apreciação justa e construtiva, ajuda-nos a servir melhor"



publicado por Carlos Gomes às 15:34
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RIBEIRA DA LAGE RECEBE FESTIVAL DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 13:55
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MINHOTOS EM QUEIJAS FESTEJAM S. MARTINHO COM CASTANHAS E FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 13:50
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Segunda-feira, 30 de Outubro de 2017
CANTE ALENTEJANO MARCA PRESENÇA NO FOLKLOURES’18

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures, no âmbito do FolkLoures’18

O Grupo Coral e Etnográfico “Os Camponeses de Pias” vai participar no Festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

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Situado na margem esquerda do rio Guadiana onde o cante alentejano assume uma faceta mais alegre, o Grupo Coral e Etnográfico “Os Camponeses de Pias” foi criado em 1968 com o objetivo de interpretar as lindas modas da terra. A opção de envergar os trajes das atividades agrícolas de meados do século XX acompanhados por instrumentos de trabalho, acrescentou-lhe o colorido dos campos, afirmando a ligação do Cante à paisagem rural. O rigor de apresentação dos seus trajes tem-lhe permitido ganhar vários prémios ao longo da sua existência.

O rigor e qualidade das suas interpretações sob a direção de Barão Cachola, granjeou-lhe o respeito dos outros grupos e a atenção do meio musical, o que logo levou à gravação em 1973 de um Long Play e à presença no programa ZIP ZIP da RTP, tornando-se sócio fundador da Federação de Folclore Português. A entrada de Manuel Coelho para a direção do Rancho em 1980, gerou uma nova dinâmica, que se traduziu na sua internacionalização e na presença assídua em diversos espetáculos no país.

O Grupo Coral e Etnográfico “os Camponeses de Pias” tem sido convidado a participar em diversos projetos musicais. No seu portefólio encontramos participações com Vitorino Salomé, Lua Extravagante e Janita Salomé. No Pavilhão Atlântico em Lisboa acompanharam Caetano Veloso, Maria Bethânia assim como Rio Grande, Ala dos Namorados e Paulo Ribeiro. Tem participado em vários programas televisivos nacionais e estrangeiros, telenovelas e documentários, participado e organizado festivais de folclore.

Em 2003 lançaram o CD "Pias Tradição Musical" e em 2013 a coletânea “O Cante à Moda de Pias”, integram a Confraria do Cante Alentejano e desde o primeiro momento apoiaram a Candidatura do Cante Alentejano à Lista Representativa de Património Cultural Imaterial da Humanidade da UNESCO.

O empenho do seu jovem diretor António Lebre, concretizou a abertura da já afamada “ Taberna dos Camponeses de Pias”, onde se pode cantar, gotejar bons vinhos e saborear as iguarias da terra; também a sua dedicação conseguiu que um  grupo de jovens cantadores criasse “Os Mainantes”. 

Neste caminho, as vozes do Rancho mantém a mesma dolência e intensidade das memórias vividas na Aldeia de Pias. E com as cores do Cante continuam a participar nas cartografias do futuro onde a identidade de origem não se esquece, como poderão consultar no seu site (www.camponesesdepias.net ).

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publicado por Carlos Gomes às 15:12
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Domingo, 29 de Outubro de 2017
TOCADORES DE CONCERTINA JUNTAM-SE NA RIBEIRA DA LAGE: A TOCAR CONCERTINA É QUE A GENTE SE ENTENDE!

Centenas de tocadores de concertina rumaram hoje à Ribeira da Lage, no concelho de Oeiras, para participar no VI Encontro de Concertinas que o Rancho Folclórico organizou no Centro Cultural Ribeira da Lage.

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A festa foi bem minhota e tradicional. O ambiente ao gosto das nossas gentes. E a festa contou com a participação do Presidente da Junta de Freguesia e outros autarcas recentemente eleitos.

E, como os minhotos são gente irrequieta, aninciam já para o próximo dia 5 de Novembro um grandioso festival – o II Festival de Inverno – que vai contar com a participação do Rancho Folclórico Rosas de Tourigo – Tondela, o Grupo Folclórico da Velha Guarda – São Brás de Alportel e o Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho – Lisboa, além naturalmente do anfitrião Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage.

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publicado por Carlos Gomes às 21:20
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Quarta-feira, 25 de Outubro de 2017
LOURES: CEIFEIROS DA BEMPOSTA REALIZAM FESTA DE FOLCLORE INFANTIL

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publicado por Carlos Gomes às 13:47
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Terça-feira, 24 de Outubro de 2017
“24 HORAS DE FOLCLORE” EM SÃO JOÃO DA TALHA APENAS VOLTARÁ A REALIZAR-SE EM 2019

Ao contrário do que recentemente anunciámos, o espectáculo “24 Horas de Folclore” apenas voltará a realizar-se em 2019, altura em que o Rancho Folclórico do Bairro da Fraternidade vai assinalar 30 anos de existência. A informação foi-nos prestada pelo seu director, sr Fernando Cipriano.

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O espetáculo que habitualmente conta com mais de meia centena de grupos de todo o pais, tem lugar no Pavilhão José Correia, em São João da Talha, e conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures, juntas de freguesia e rádios locais daquela localidade.

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publicado por Carlos Gomes às 22:07
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Sábado, 21 de Outubro de 2017
PROF. DOUTOR DANIEL CAFÉ, PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS, APRESENTOU HOJE EM LOURES OS PROJECTOS PARA O FUTURO DO MOVIMENTO FOLCLÓRICO NACIONAL

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho constituiu um sucesso

O Presidente da Direcção da Federação do Folclore Português, Dr. Daniel Café, esteve esta tarde em Loures a falar acerca dos “40 Anos da Federação do Folclore Português: O Presente, o Passado e o Futuro do Movimento do Folclore Nacional”.

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Além do ilustre palestrante, a conferência contou com a participação de ilustres convidados, destacando-se de entre eles o Dr. Afredo Santos, Chefe da Divisão da Cultura, Desporto e Juventude da Câmara Municipal de Loures, o Dr. Augusto Flor, Presidente da Direcção da Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto, o Prof. Doutor Manuel Antunes, Director e Fundador do Museu Etnográfico de Vilarinho da Furna e um dos próximos palestrantes em Loures, dirigentes e conselheiros técnicos regionaise e representantes de diversos grupos folclóricos da região da grande Lisboa.

A iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho resultou num grandioso êxito, tendo em consideração as características do evento, geralmente menos participadas do que os festivais de folclore, mas nem por isso menos dignas e de interesse.

Também o jornal “Folclore” na pessoa de Manuel João Barbosa constituiu uma presença que foi vista com enorme agrado pela entidade organizadora da conferência.

Ao invés, a ausência notada de alguns grupos a quem foram endereçados convites foi encarada com desagrado pois representou um claro gesto de desconsideração ao conferencista que percorreu uma enorme distância para se encontrar com os grupos folclóricos – afinal de contas, não se entende muito bem o que essas entidades procuram da Federação do Folclore Português quando lhes bate à porta!

Numa autêntica lição de História, o Prof. Doutor Daniel Café descreveu o percurso histórico do associativismo folclórico desde as suas origens, as influências do Romantismo e os estereotipos criados durante o Estado Novo, o surgimento da Federação do Folclore Português e o seu crescimento e representação ao longo de quatro décadas. De igual modo, retratou a situação actual do movimento folclórico português e as suas perspectivas de futuro, os projectos e as vantagens económicas que têm vindo a ser criadas para os seus associados.

De registar ainda o espírito de abertura que a Federação do Folclore Português tem vindo a assumir em relação aos grupos ainda não federados e a disponibilidade para ajudá-los a melhorar o seu desempenho e representação.

Na próxima edição da revista “Verde Minho” a ser editada por ocasião do FolkLoures’18 será publicado um resumo da conferência proferida pelo Dr. Daniel Cafés, aliás à semelhança de outras conferências que foram já realizadas.

Por seu turno, o Dr. Augusto Flor, Presidente da Direcção da Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto, lembrou a importância do movimento folclórico no contexto do associativismo popular, a importância da sua representação e ainda o seu impacto em termos de economia social.

Coube, naturalmente, ao Presidente do Grupo Folclórico Verde Minho, como entidade organizadora do evento, proferir as palavras de abertura da sessão, as quais a seguir reproduzimos na íntegra.

“Exmº Senhor

Prof. Doutor Daniel Café, Digmº Presidente da Federação do Folclore Português

Dr. Afredo Santos, Chefe da Divisão da Cultura, Desporto e Juventude da Câmara Municipal de Loures

Dr. Augusto Flor, Presidente da Direcção da Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto

Estimados convidados,

Minhas senhoras e meus senhores,

As minhas primeiras palavras são para agradecer a honra que o Dr. Daniel Café, Digníssimo Presidente da Federação do Folclore Português, nos concede ao aceder ao nosso convite para que viesse até nós proferir esta conferência acerca daquilo que mais nos anima: o folclore!

O Grupo Folclórico Verde Minho não pretende apenas subir ao palco para cantar e dançar. Pretende também promover a reflexão e o debate acerca de todos os aspectos relacionados com o folclore, assim entendido da forma mais abrangente. A sabedoria popular não se esgota no canto e na dança. É por essa razão que tem vindo a organizar diversas conferências sobre os temas mais diversos, sempre relacionados com a cultura popular. E assim prosseguirá!

O Grupo Folclórico Verde Minho está a encetar uma caminhada que esperamos venha a contribuir também para que o concelho de Loures alcance o destaque que lhe é merecido como grande palco do folclore português e de todo o mundo, com especial atenção para as comunidades imigrantes. É nessa linha que organiza o FolkLoures – um Encontro de Culturas – um abraço fraterno entre os povos!

O Grupo Folclórico Verde Minho, assumindo uma atitude humilde e autocrítica, procura a cada passo melhorar a sua própria representação e para tal necessita da ajuda de todos, a começar pela própria Federação do Folclore Português. Pretende-se atingir o mais rápido possível o mais elevado patamar de qualidade e rigor na sua representação!

Minhas senhoras e meus senhores,

Não pretendo alongar-me mais pelo que a partir deste momento, tem o Dr. Daniel Café o uso da palavra. É para ouvi-lo que todos nós aqui estamos!”

A iniciativa contou com o apoio da Câmara Municipal de Loures e teve lugar no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde habitualmente se reúne a Assembleia Municipal de Loures.

Fotos: Manuel Santos

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Sexta-feira, 20 de Outubro de 2017
"OS ARRUFARTE" RUFAM OS BOMBOS NO FOLKLOURES'18

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures, no âmbito do FolkLoures’18

O Grupo “Os Arfrufarte” vai participar no Festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

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"Os ARRUFARTE é uma associação sem fins lucrativos fundada em com o objectivo de preservar a música tradicional portuguesa. Tocam bombo e caixa, dois dos instrumentos mais tradicionais da cultura popular portuguesa.

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publicado por Carlos Gomes às 13:39
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PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS REALIZA AMANHÃ EM LOURES CONFERÊNCIA SOBRE O FUTURO DO MOVIMENTO DO FOLCLORE NACIONAL

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publicado por Carlos Gomes às 10:56
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Quinta-feira, 19 de Outubro de 2017
FOLCLORISTAS DEBATEM EM OEIRAS "O TRAJO DE ANTANHO"

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publicado por Carlos Gomes às 22:39
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PENAFIEL DANÇA NO FOLKLOURES’18

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures, no âmbito do FolkLoures’18

O Grupo Folclórico de Penafiel vai participar no Festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

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Na verdejante encosta do Vale do Sousa onde se situa a linda e centenária cidade de Penafiel, terra de mil encantos, as suas gentes constituíram em 1980 o Grupo Folclórico de Penafiel para que a sua herança cultural fosse preservada e divulgada.

Representando a região que compreendia a vetusta Comarca d’Entre-o-Douro-e-Minho, os penafidelenses cantam e dançam o malhão e o vira, ao som da concertina e das violas braguesas e amarantinas, cavaquinhos e reco-recos, ferrinhos, bombos e tabuinhas.

Vestem-se com trajes de trabalho mas também de romaria. E, dessa maneira, percorrem o país e estrangeiro dando a conhecer as mais ricas tradições da sua região.

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publicado por Carlos Gomes às 11:09
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Quarta-feira, 18 de Outubro de 2017
PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS REALIZA CONFERÊNCIA EM LOURES SOBRE O FUTURO DO MOVIMENTO DO FOLCLORE NACIONAL

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publicado por Carlos Gomes às 22:59
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PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS VAI A LOURES FALAR DO FUTURO DO MOVIMENTO FOLCLÓRICO NACIONAL

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publicado por Carlos Gomes às 13:14
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Terça-feira, 17 de Outubro de 2017
A IDENTIDADE DE UM POVO ESTÁ NA SUA CULTURA

 “Todos têm direito à fruição e criação cultural, bem como o dever de preservar, defender e valorizar o património cultural.”

In Artigo 78º/1 da Constituição da

República Portuguesa

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A identidade de um povo está na sua cultura. Podemos entender como tudo aquilo que é construído pelo ser humano. Inclui os mitos, símbolos, ritos, todas as crenças, todo o conjunto de conhecimentos e todo o comportamento etc. Portanto, conhecer e valorizar a nossa cultura são auto-afirmações do que somos. De contrário, poderemos ser conduzidos por qualquer maré que chega. Por exemplo, ser conduzidos pelo fenómeno da globalização (Não considerado seus valores) que busca homogeneizar as culturas locais a fim de controlar as nações do mundo com as doutrinas capitalistas. Este processo chama-se aculturação. Quer dizer, a infusão de uma cultura sobre outra a fim de matar uma.

Já a inculturação, por sua vez, pode ser considerada um factor positivo ou negativo, pois alude a incorporação de elementos de uma na outra. Falo negativo e positivo, porque o processo pode dar-se de modo imposto ou partilhado. Contudo, as gestões públicas não se preocupam muito com os movimentos que mantém a chama acesa da identidade do povo… Talvez por achar desnecessário manter viva essa identidade, cujo nascimento vem das classes mais desfavorecidas. Diante dessa premissa, é certo valorizar a cultura popular, haja vista que ela e tão importante quanto a literatura, a arte plástica, a arquitectónica etc. Foi através da cultura popular que pesquisas antropológicas e sociológicas chegaram a diversas características dos nossos antepassados. Uma das estratégias do capitalismo é apresentar lixos culturais através dos meios de comunicação de massa e outros meios. Chega até nós através da música, das propagandas comerciais auditivas e visuais, através da internet, principalmente através da TV, responsável por criar modismos incoerentes à vida de sofrimento do povo; criar deuses falsos a fim de ludibriar através da estética. Também, difundindo o estrangeirismo da língua e outros costumes. A cultura de massa não pergunta se o povo quer, ela impõe. Por isso, não poderia deixar de parabenizar Património Cultural Popular de Portugal, valorizando os Grupos Folclóricos. O Património Cultural pode ser definido como um bem (ou bens) de natureza material e imaterial considerado importante para a identidade de uma sociedade.

Como demonstra o artigo 78º/1 da Constituição da República Portuguesa (doravante denominada pela sigla CRP), o património cultural deve ser, além de preservado e protegido, valorizado e dinamizado. Ou seja:uma visão dinâmica do património leva-nos a adoptar esta terminologia para o definir. Ao longo desta dissertação vamos mostrar (sobretudo no capítulo 3)essa dinâmica que deve ser empreendida no património cultural. É evidente que não discordamos de o mesmo ser um legado, uma herança deixada pelas gerações que nos antecederam, até porque essa mesma herança é um assunto de todos, que nos identifica e qualifica mas que não deve ser apenas mirada ou admirada. Devemos retirar do património todos os ensinamentos que o mesmo contém mas também investir e promovê-lo de forma  a perpetuá-lo no futuro.

Outra questão que surge quanto à terminologia tem a ver com a cisão das expressões “património cultural” e “bens culturais”. Devem ser consideradas como distintas? Normalmente são vistas Como sinónimas ou até consideradas com o mesmo significado. Excepciona-se esse entendimento na nossa Lei do Património Cultural (doravante denominada pela sigla LPC) que distingue estes dois termos no artigo 2º (conceito e âmbito do património cultural) e no artigo 14º (bens culturais). O património na LPC é integrado pelos bens culturais materiais, pelos bens culturais imateriais, por outros bens considerados como fazendo parte do património cultura por convenções internacionais que vinculem o Estado português e pelos contextos dos bens culturais, ou seja, os bens culturais são apenas constituídos pelos bens móveis e imóveis que, de harmonia com o disposto nos n.º 1, 3 e 5 do artigo 2º, representem testemunho material com valor de civilização ou de cultura. Podemos, assim e de alguma forma, concluir que esta é uma visão bastante ampla de património cultural. Uma visão perfilhada pela Convenção da UNESCO.

Os bens culturais imateriais estão relacionados aos saberes, às habilidades, às crenças, às práticas, ao modo de ser das pessoas. Desta forma podem ser considerados bens imateriais: conhecimentos enraizados no quotidiano das comunidades; manifestações literárias, musicais, plásticas, cénicas e lúdicas; rituais e festas que marcam a vivência colectiva da religiosidade, do entretenimento e de outras práticas da vida social; além de mercados, feiras, festas e romarias santuários, praças e demais espaços onde se concentram e se reproduzem práticas culturais.

Viva a verdadeira identidade de um povo… A sua cultura popular!

Sérgio da Fonseca



publicado por Carlos Gomes às 23:38
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PENAFIEL DANÇA NO FOLKLOURES'18

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publicado por Carlos Gomes às 23:20
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RANCHO FOLCLÓRICO DE LOUSA REPRESENTA NO FOLKLOURES’18 OS USOS E COSTUMES DE LOURES E TODA A REGIÃO SALOIA

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures, no âmbito do FolkLoures’18

O Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa, concelho de Loures, vai participar no Festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures. O Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa vai apresentar os usos e costumes da região saloia, uma representação que a organização sempre privilegia, não fosse o FolkLoures constituir o festival maior desta região.

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Fundado em 24 de Abril de 2005, o Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousarepresenta  a vida das lavadeiras, carroceiros, vendedeiras de fruta e hortaliça,  ferrador, funileiro, vendedeira de azeitonas, homens que trabalhavam como jornaleiros, que ganhavam à jorna, trabalho de um dia.

Os Saloios, ou dedicavam-se ao amanho da terra ou à lavagem e transporte da roupa das freguesas de Lisboa.

As características do rancho são puramente saloias, retratando para o início do século XX, até à terceira década do mesmo, as danças, cantares, trajes, usos e costumes do povo saloio.

As danças e cantares representam as célebres cantigas ao despique, entre lavadeiras e carroceiros, nos rios, nas galeras, nas carroças a caminho de Lisboa, nos arraiais e bailaricos domingueiros. Também por se deslocarem com frequência à capital, tendo por vezes que pernoitarem por alguns dias, trouxeram para esta região cantigas e danças palacianas, as contradanças, valsas a dois passos, polkas e afandangados, dançando assim, à sua moda.

Saloio deriva da palavra “çalroi”, que em muçulmano significa, trabalhador do campo.

Destas origens, ainda hoje se ouve e ficou o seguinte vocábulo “moirejar” e “trabalhar como um mouro”.

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publicado por Carlos Gomes às 22:21
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FOLCLORE DE INVERNO AQUECE MINHOTOS EM OEIRAS

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publicado por Carlos Gomes às 20:10
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FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS OFERECE VANTAGENS AOS ASSOCIADOS

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publicado por Carlos Gomes às 16:06
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PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS VAI A LOURES FALAR DO FUTURO DO MOVIMENTO FOLCLÓRICO NACIONAL

O Presidente da Direcção da Federação do Folclore Português, Dr. Daniel Café, vai a Loures no próximo dia 21 de Outubro para, a partir das 15 horas, proferir uma palestra subordinada ao tema “40 Anos da Federação do Folclore Português: O Presente, o Passado e o Futuro do Movimento do Folclore Nacional”. A iniciativa é do Grupo Folclórico Verde Minho e conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures, devendo ter lugar no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde habitualmente se reúne a Assembleia Municipal de Loures. Aguarda-se a participação de muitos representantes de grupos folclóricos da região de Lisboa entre outras entidades ligadas ao folclore que para o efeito foram convidadas.

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Daniel Calado Café nasceu no lugar de Gouxaria, freguesia de Alcanena, em 1966. É licenciado em Línguas e Literaturas Modernas, para além de possuir outras habilitações académicas noutras áreas, tendo exercido a docência no ensino básico e secundário e leccionado diversos cursos de educação e formação de adultos e ensino recorrente. Pertence ao quadro de professores de nomeação definitiva da Escola Dr. Anastácio Gonçalves, em Alcanena.

Desempenhou o cargo de Vereador da Câmara Municipal de Alcanena com os Pelouros de Educação e Cultura, para além de outros, desde 2002 a 2005, sendo, actualmente, Chefe de Gabinete do Presidente da Câmara Municipal de Alcanena. Cedo mostrou um grande interesse pela história, as memórias colectivas e as identidades comunitárias do seu concelho, desenvolvendo investigação nestas áreas desde os seus dezassete anos de idade. Resultante da sua investigação, a Região de Turismo do Ribatejo publicou diversos estudos efectuados entre 1988 e 2007, neste âmbito.

É Director Fundador de algumas associações culturais tanto ao nível local, regional como nacional dos quais se destacam o Grupo Etnográfico de Gouxaria; Elos Clube de Alcanena; Homo Taganus – Associação de Estudo e Defesa da Etnografia e do Folclore do Ribatejo (possuindo também o cargo de Conselheiro Técnico da Região do Ribatejo) e a Academia de Letras e Artes da Lusofonia. Foi membro do Conselho Consultivo para a Cultura e Desporto do Município de Alcanena, tendo assumido a sua coordenação desde 2002.

Nas últimas eleições para os órgãos directivos da Federação do Folclore Português foi eleito Presidente da Direcção daquela entidade, única representante do movimento associativo do folclore português.



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Segunda-feira, 16 de Outubro de 2017
GRUPO DE PIFARADAS E GAITADAS TRAZEM AO FOLKLOURES’18 AS TRADIÇÕES DA SERRA DA ESTRELA

FolkLoures’18 é uma iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho e conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures

O Grupo das Pifaradas e Gaitadas dos Pastores de Alvaro Cardoso Pessoa vai participar no Festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

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Fundado em 1979 com vista a divulgar os usos e costumes das gentes da serra da Estrela, mais concretamente de Unhais da Serra, o Grupo das Pifaradas e Gaitadas é constituído por 9 musicos regidos por Alvaro Cardoso Pessoa e reproduz os ritmos dos instrumentos de percussão tradicionais dos povos pastoris que descendem dos ancestrais guerreiros lusitanos dos montes Hermínios.

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publicado por Carlos Gomes às 21:00
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GRUPO DE DANÇAS E CANTARES DO ALTO DO MOINHO LEVA AO FOLKLOURES’18 AS TRADIÇÕES DAS GENTES DO DOURO LITORAL

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures, no âmbito do FolkLoures’18

O Grupo de Danças e Cantares do Alto do Moinho, sediado no concelho da Amadora, vai participar no Festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

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O Grupo de Danças e Cantares do Alto do Moinho foi fundado em 1987 e encontra-se sediado na Associação de Moradores Alto do Moinho, no Bairro do Zambujal, concelho da Amadora, nos limites geográficos com a cidade de Lisboa. No entanto, este grupo representa com fidelidade os usos e costumes das gentes do Douro Litoral, na realidade a região geo-etnográfica de Entre-Douro-e-Minho.

Este é um grupo que apresenta variadíssimos trajes de entre os quais se destacam, os trajes de trabalho, traje de romaria, traje de vendedeiras de bolos, traje de aguadeira, traje de lavadeira, traje de vindimador, entre outros.

De modo a representar fidedignamente o folclore do Douro Litoral, aliás região d’Entre-o-Douro-e-Minho para sermos mais rigorosos do ponto de vista geo-etnográfico, este grupo fez uma recolha das modas e trajes das regiões de Gondomar, Trofa, Maia e outras regiões do grande Porto.

No seu repertório, este grupo, apresenta modas de roda como a caninha verde, cantares ao desafio como a Desgarrada, danças melodiosas e em coluna como a Pastorinha e a real Caninha, entre outras bastante demonstrativas da região do Douro Litoral.

O Grupo está inscrito na Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto. Inicialmente com o nome de Rancho Folclórico Alto do Moinho, após 20 anos de actividade decidiu com o apoio da Associação de Moradores, fazer uma reestruturação completa, nascendo assim o Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho, composto por cerca de 50 elementos, com idades compreendidas entre os 5 e os 80 anos com gente oriunda de norte a sul do país, sendo esta uma das razões pela qual foi motivado a representar as danças e cantares de todo o país, exibindo trajes de diversas regiões.

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publicado por Carlos Gomes às 19:32
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SARGACEIROS DA CASA DO POVO DA APÚLIA DANÇAM NO FOLKLOURES'18

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publicado por Carlos Gomes às 11:26
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GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO LEVA A ALEGRIA E O COLORIDO DO FOLCLORE MINHOTO AO FOLKLOURES’18

O Grupo Folclórico Verde Minho é um dos agrupamentos participantes no Festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

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O Grupo Folclórico Verde Minho é o anfitrião do FolkLoures – Encontro de Culturas e a quem se deve a criação deste evento que se caracteriza pela sua originalidade, espírito fraterno e carácter inclusivo.

Através deste grandioso festival que inclui exposições, conferências e outras iniciativas de carácter tradicional, os minhotos que vivem em Loures procuram de alguma forma retribuir à terra o excelente acolhimento com que foram recebidos neste concelho dos arredores de Lisboa e, ao mesmo tempo, contribuir para a integração e convivência saudável entre todas as comunidades imigrantes que aqui vivem, sejam elas de origem lusófona ou de outras culturas.

A edição do FolkLoures’18 – Encontro de Culturas, vai ter o seu início no dia 30 de Junho com a realização de uma exposição e de uma palestra, prolongando-se durante toda a semana até ao dia 7 de Julho, altura em que tem lugar um grandioso espectáculo de culturas tradicionais.

Disse um dia o escritor transmontano Miguel Torga, “…no Minho tudo é verde, o caldo é verde, o vinho é verde…” – não podiam, pois, os minhotos que vivem na região de Lisboa, deixar de tomar para si a identificação cromática que caracteriza a sua região.

Respondendo ao chamamento da terra que os viu nascer, os minhotos que vivem nos arredores de Lisboa, mais concretamente no Concelho de Loures, decidiram em tempos criar um grupo folclórico que os ajuda a manter a sua ligação afectiva às origens. Assim nasceu em 1994 o “Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho”, anunciado como seu propósito a preservação, salvaguarda e divulgação das suas raízes culturais.

Visa através da sua atuação promover as tradições da nossa região nomeadamente junto dos mais jovens ao mesmo tempo que valoriza os seus conhecimentos musicais e da etnografia minhota.

As danças e cantares que exibe são alegres e exuberantes como animadas são as mais exuberantes romarias do Minho. Trajam de linho e sorrobeco e vestem trajes de trabalho e domingueiros, de mordoma e lavradeira, de noivos, de ir ao monte e à feira. Calçam tamancos e ostentam o barrete e o chapéu braguês. As moças, graciosas e belas nos seus trajes garridos bordados pelas delicadas mãos de artista, com a sua graciosidade e simpatia, exibem vaidosas os colares de contas e as reluzentes arrecadas de filigrana que são a obra-prima da ourivesaria minhota.

Ao som da concertina e da viola braguesa, do bombo e do reque-reque, dos ferrinhos e do cavaquinho, cantam e dançam a chula e o vira, a rusga e a cana-verde, com a graciosidade e a desenvoltura que caracteriza as gentes do Minho. O seu reportório foi recolhido em meados do século passado, junto das pessoas mais antigas cujo conhecimento lhes foi transmitido ao longo de gerações, nas aldeias mais remotas das serranias da Peneda e das Argas, nas margens do Minho e do Lima, desde Melgaço a Ponte da Barca, do Soajo a Viana do Castelo. Levam consigo a merenda e os instrumentos de trabalho que servem na lavoura como a foicinha e o malho, os cestos de vime e os varapaus, as cabaças e os cabazes do farnel.

Qual hino de louvor ao Criador, o Minho, terra luminosa e verde que a todos nos seduz pelo seu natural e infinito encanto, salpicado de capelinhas aonde o seu povo acorre em sincera devoção, é ali representado por um punhado de jovens, uns mais do que outros, os quais presenteiam o público com o que o Minho possui de mais genuíno – o seu Folclore!

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publicado por Carlos Gomes às 11:19
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Domingo, 15 de Outubro de 2017
RÁDIO DO FOLCLORE PORTUGUÊS TRANSMITE EM DIFERIDO PALESTRA QUE O DR DANIEL CAFÉ VAI PROFERIR EM LOURES A CONVITE DO GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO

A Rádio do Folclore Português (RFP) vai transmitir em diferido, on-line, a palestra que o Presidente da Federação do Folclore Português, Dr. Daniel Café, vai proferir em Loures no próximo dia 21 de Outubro, a partir das 15 horas, subordinada ao tema “40 Anos da Federação do Folclore Português: O Presente, o Passado e o Futuro do Movimento do Folclore Nacional”.

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A iniciativa é do Grupo Folclórico Verde Minho e conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures, devendo ter lugar no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde habitualmente se reúne a Assembleia Municipal de Loures. Na impossibilidade de muitos membros de grupos de folclore espalhados pelo país e também no estrangeiro poderem estar presentes, a Rádio do Folclore Português presta mais um valioso serviço levando a todos uma conferência que decerto será do maior interesse. Quem puder estar presente, terá a oportunidade de participar de forma mais activa no debate que se seguirá à palestra propriamente dita.

A Rádio do Folclore Português pode ser sintonizada on-line através dos endereços www.rfpfolclore.com e https://www.radios.com.br/aovivo/radio-do-folclore-portugues/32075, podendo ainda ser descarregado para android em https://tunein.com/radio/Rdio-do-Folclore-Portugus-s208888/ e http://www.radioonline.com.pt/regiao/centro/#radio-do-folclore-portugues

Clique e descarregue 

App para android

Sintonize e acompanhe a conferência na Rádio do Folclore Português, uma estação na internet ao serviço do nosso folclore!

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publicado por Carlos Gomes às 20:10
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PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS VAI A LOURES FALAR DO FUTURO DO MOVIMENTO FOLCLÓRICO NACIONAL

Dr. Daniel Café deverá em princípio ser recebido pelo Presidente da Câmara Municipal de Loures, Dr. Bernardino Soares

O Presidente da Direcção da Federação do Folclore Português, Dr. Daniel Café, vai a Loures no próximo dia 21 de Outubro para, a partir das 15 horas, proferir uma palestra subordinada ao tema “40 Anos da Federação do Folclore Português: O Presente, o Passado e o Futuro do Movimento do Folclore Nacional”. A iniciativa é do Grupo Folclórico Verde Minho e conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures, devendo ter lugar no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde habitualmente se reúne a Assembleia Municipal de Loures. Aguarda-se a participação de muitos representantes de grupos folclóricos da região de Lisboa entre outras entidades ligadas ao folclore que para o efeito foram convidadas.

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Daniel Calado Café nasceu no lugar de Gouxaria, freguesia de Alcanena, em 1966. É licenciado em Línguas e Literaturas Modernas, para além de possuir outras habilitações académicas noutras áreas, tendo exercido a docência no ensino básico e secundário e leccionado diversos cursos de educação e formação de adultos e ensino recorrente. Pertence ao quadro de professores de nomeação definitiva da Escola Dr. Anastácio Gonçalves, em Alcanena.

Desempenhou o cargo de Vereador da Câmara Municipal de Alcanena com os Pelouros de Educação e Cultura, para além de outros, desde 2002 a 2005, sendo, actualmente, Chefe de Gabinete do Presidente da Câmara Municipal de Alcanena. Cedo mostrou um grande interesse pela história, as memórias colectivas e as identidades comunitárias do seu concelho, desenvolvendo investigação nestas áreas desde os seus dezassete anos de idade. Resultante da sua investigação, a Região de Turismo do Ribatejo publicou diversos estudos efectuados entre 1988 e 2007, neste âmbito.

É Director Fundador de algumas associações culturais tanto ao nível local, regional como nacional dos quais se destacam o Grupo Etnográfico de Gouxaria; Elos Clube de Alcanena; Homo Taganus – Associação de Estudo e Defesa da Etnografia e do Folclore do Ribatejo (possuindo também o cargo de Conselheiro Técnico da Região do Ribatejo) e a Academia de Letras e Artes da Lusofonia. Foi membro do Conselho Consultivo para a Cultura e Desporto do Município de Alcanena, tendo assumido a sua coordenação desde 2002.

Nas últimas eleições para os órgãos directivos da Federação do Folclore Português foi eleito Presidente da Direcção daquela entidade, única representante do movimento associativo do folclore português.



publicado por Carlos Gomes às 19:01
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Sábado, 14 de Outubro de 2017
SARGACEIROS DA APÚLIA DANÇAM NO FOLKLOURES’18

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures, no âmbito do FolkLoures’18

O Grupo de Sargaceiros da Casa do Povo da Apúlia, concelho de Esposende, vai participar no Festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

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Sargaço! Sargaço! – grita o sargaceiro ao avistar as algas que a mareada arroja, exortando os companheiros a entrarem mar dentro e enfrentarem com arrojo a rebentação das ondas. Após a maresia, a mareada é invariavelmente mais abundante, arrojando o mar as algas que se desprendem dos rochedos quase submersos. O grito do sargaceiro ecoa longínquo na praia. Os homens, vestidos de branqueta e a cabeça e pescoço protegido com o sueste, levam consigo o galhapão ou a gaiteira se o sargaço estiver próximo da praia. No areal, as mulheres transportam o sargaço nas carrelas para mais longe do alcance do mar, fazendo as camas onde fica a secar. Apó a secagem, as algas serão empregues como fertilizantes das terras, em produtos fito-sanitários e cosméticos, sendo cada vez mais conhecidas também as suas virtudes alimentares.

Fundado em 1934, o Grupo dos Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia é um representante ímpar do folclore da Região do Baixo-Minho e vai seguramente constituir a grande atracão deste Festival de Folclore.

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publicado por Carlos Gomes às 16:51
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PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS REALIZA CONFERÊNCIA EM LOURES SOBRE O FUTURO DO MOVIMENTO DO FOLCLORE NACIONAL

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publicado por Carlos Gomes às 09:25
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Sexta-feira, 13 de Outubro de 2017
中国社会需要"舞狮子"到 FOLKLOURES 的 18

生活在葡萄牙的华人社区将参加下一版的 FolkLoures — — 文化,更具体地说是在跨文化节,将于 2018 年 7 月 7 日举行的会议。旁边的澳门圣徒保罗教堂废墟副本,华人社区的代表将"舞狮"和中国传统文化的其他示威活动。您的参与在支持 FolkLoures 的 18 的大使馆的人民共和国的中国。我们很希望很快就来揭开将代表中国社会的组的名称。

追溯到一千多年,舞狮子是最的理解和认识中国传统文化之一。与会者模仿如此打扮成一个狮子的动作,并可以由一个或更多的舞者跳起和移动头、 嘴和眼睛的幻想,正在舞蹈的节拍的锣、 鼓和下执行烟花,东西方的文化差异代表了好运气。

下一版的 FolkLoures 到 2018 年 7 月 7 日,从 6 月 30 日茎和将包括会议、 展览、 传统产品和一个发生在城市公园,在洛里的民俗节日。

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publicado por Carlos Gomes às 22:19
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COMUNIDADE CHINESA LEVA A “DANÇA DO LEÃO” AO FOLKLOURES’18

A comunidade chinesa radicada em Portugal vai participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, mais concretamente no festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. Junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, a representação da Comunidade Chinesa apresentará a “Dança do Leão” e outras demonstrações da cultura tradicional chinesa. A sua participação no FolkLoures’18 conta com o apoio da Embaixada da República Popular da China. Esperamos muito em breve vir a revelar a denominação do grupo que representará a Comunidade Chinesa.

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 Remontando a mais de um milhar de anos, a Dança do Leão constitui uma das manifestações mais conhecidas e apreciadas da cultura tradicional chinesa. Os seus participantes imitam de forma fantasiada os movimentos de um leão, podendo ser interpretado por um ou mais dançarinos que saltam e movimentam energicamente a cabeça, as mandíbulas e os olhos da fantasia, sendo a dança executada ao ritmo de gongos, tambores e sob fogos-de-artifício que, na cultura oriental representam uma chuva de boa-sorte.

A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

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publicado por Carlos Gomes às 22:14
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