Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Sábado, 21 de Outubro de 2017
PROF. DOUTOR DANIEL CAFÉ, PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS, APRESENTOU HOJE EM LOURES OS PROJECTOS PARA O FUTURO DO MOVIMENTO FOLCLÓRICO NACIONAL

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho constituiu um sucesso

O Presidente da Direcção da Federação do Folclore Português, Dr. Daniel Café, esteve esta tarde em Loures a falar acerca dos “40 Anos da Federação do Folclore Português: O Presente, o Passado e o Futuro do Movimento do Folclore Nacional”.

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Além do ilustre palestrante, a conferência contou com a participação de ilustres convidados, destacando-se de entre eles o Dr. Afredo Santos, Chefe da Divisão da Cultura, Desporto e Juventude da Câmara Municipal de Loures, o Dr. Augusto Flor, Presidente da Direcção da Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto, o Prof. Doutor Manuel Antunes, Director e Fundador do Museu Etnográfico de Vilarinho da Furna e um dos próximos palestrantes em Loures, dirigentes e conselheiros técnicos regionaise e representantes de diversos grupos folclóricos da região da grande Lisboa.

A iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho resultou num grandioso êxito, tendo em consideração as características do evento, geralmente menos participadas do que os festivais de folclore, mas nem por isso menos dignas e de interesse.

Também o jornal “Folclore” na pessoa de Manuel João Barbosa constituiu uma presença que foi vista com enorme agrado pela entidade organizadora da conferência.

Ao invés, a ausência notada de alguns grupos a quem foram endereçados convites foi encarada com desagrado pois representou um claro gesto de desconsideração ao conferencista que percorreu uma enorme distância para se encontrar com os grupos folclóricos – afinal de contas, não se entende muito bem o que essas entidades procuram da Federação do Folclore Português quando lhes bate à porta!

Numa autêntica lição de História, o Prof. Doutor Daniel Café descreveu o percurso histórico do associativismo folclórico desde as suas origens, as influências do Romantismo e os estereotipos criados durante o Estado Novo, o surgimento da Federação do Folclore Português e o seu crescimento e representação ao longo de quatro décadas. De igual modo, retratou a situação actual do movimento folclórico português e as suas perspectivas de futuro, os projectos e as vantagens económicas que têm vindo a ser criadas para os seus associados.

De registar ainda o espírito de abertura que a Federação do Folclore Português tem vindo a assumir em relação aos grupos ainda não federados e a disponibilidade para ajudá-los a melhorar o seu desempenho e representação.

Na próxima edição da revista “Verde Minho” a ser editada por ocasião do FolkLoures’18 será publicado um resumo da conferência proferida pelo Dr. Daniel Cafés, aliás à semelhança de outras conferências que foram já realizadas.

Por seu turno, o Dr. Augusto Flor, Presidente da Direcção da Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto, lembrou a importância do movimento folclórico no contexto do associativismo popular, a importância da sua representação e ainda o seu impacto em termos de economia social.

Coube, naturalmente, ao Presidente do Grupo Folclórico Verde Minho, como entidade organizadora do evento, proferir as palavras de abertura da sessão, as quais a seguir reproduzimos na íntegra.

“Exmº Senhor

Prof. Doutor Daniel Café, Digmº Presidente da Federação do Folclore Português

Dr. Afredo Santos, Chefe da Divisão da Cultura, Desporto e Juventude da Câmara Municipal de Loures

Dr. Augusto Flor, Presidente da Direcção da Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto

Estimados convidados,

Minhas senhoras e meus senhores,

As minhas primeiras palavras são para agradecer a honra que o Dr. Daniel Café, Digníssimo Presidente da Federação do Folclore Português, nos concede ao aceder ao nosso convite para que viesse até nós proferir esta conferência acerca daquilo que mais nos anima: o folclore!

O Grupo Folclórico Verde Minho não pretende apenas subir ao palco para cantar e dançar. Pretende também promover a reflexão e o debate acerca de todos os aspectos relacionados com o folclore, assim entendido da forma mais abrangente. A sabedoria popular não se esgota no canto e na dança. É por essa razão que tem vindo a organizar diversas conferências sobre os temas mais diversos, sempre relacionados com a cultura popular. E assim prosseguirá!

O Grupo Folclórico Verde Minho está a encetar uma caminhada que esperamos venha a contribuir também para que o concelho de Loures alcance o destaque que lhe é merecido como grande palco do folclore português e de todo o mundo, com especial atenção para as comunidades imigrantes. É nessa linha que organiza o FolkLoures – um Encontro de Culturas – um abraço fraterno entre os povos!

O Grupo Folclórico Verde Minho, assumindo uma atitude humilde e autocrítica, procura a cada passo melhorar a sua própria representação e para tal necessita da ajuda de todos, a começar pela própria Federação do Folclore Português. Pretende-se atingir o mais rápido possível o mais elevado patamar de qualidade e rigor na sua representação!

Minhas senhoras e meus senhores,

Não pretendo alongar-me mais pelo que a partir deste momento, tem o Dr. Daniel Café o uso da palavra. É para ouvi-lo que todos nós aqui estamos!”

A iniciativa contou com o apoio da Câmara Municipal de Loures e teve lugar no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde habitualmente se reúne a Assembleia Municipal de Loures.

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 23:01
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Sexta-feira, 20 de Outubro de 2017
"OS ARRUFARTE" RUFAM OS BOMBOS NO FOLKLOURES'18

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures, no âmbito do FolkLoures’18

O Grupo “Os Arfrufarte” vai participar no Festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

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"Os ARRUFARTE é uma associação sem fins lucrativos fundada em com o objectivo de preservar a música tradicional portuguesa. Tocam bombo e caixa, dois dos instrumentos mais tradicionais da cultura popular portuguesa.

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publicado por Carlos Gomes às 13:39
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PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS REALIZA AMANHÃ EM LOURES CONFERÊNCIA SOBRE O FUTURO DO MOVIMENTO DO FOLCLORE NACIONAL

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publicado por Carlos Gomes às 10:56
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Quinta-feira, 19 de Outubro de 2017
FOLCLORISTAS DEBATEM EM OEIRAS "O TRAJO DE ANTANHO"

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publicado por Carlos Gomes às 22:39
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PENAFIEL DANÇA NO FOLKLOURES’18

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures, no âmbito do FolkLoures’18

O Grupo Folclórico de Penafiel vai participar no Festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

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Na verdejante encosta do Vale do Sousa onde se situa a linda e centenária cidade de Penafiel, terra de mil encantos, as suas gentes constituíram em 1980 o Grupo Folclórico de Penafiel para que a sua herança cultural fosse preservada e divulgada.

Representando a região que compreendia a vetusta Comarca d’Entre-o-Douro-e-Minho, os penafidelenses cantam e dançam o malhão e o vira, ao som da concertina e das violas braguesas e amarantinas, cavaquinhos e reco-recos, ferrinhos, bombos e tabuinhas.

Vestem-se com trajes de trabalho mas também de romaria. E, dessa maneira, percorrem o país e estrangeiro dando a conhecer as mais ricas tradições da sua região.

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publicado por Carlos Gomes às 11:09
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Quarta-feira, 18 de Outubro de 2017
PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS REALIZA CONFERÊNCIA EM LOURES SOBRE O FUTURO DO MOVIMENTO DO FOLCLORE NACIONAL

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publicado por Carlos Gomes às 22:59
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PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS VAI A LOURES FALAR DO FUTURO DO MOVIMENTO FOLCLÓRICO NACIONAL

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publicado por Carlos Gomes às 13:14
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Terça-feira, 17 de Outubro de 2017
A IDENTIDADE DE UM POVO ESTÁ NA SUA CULTURA

 “Todos têm direito à fruição e criação cultural, bem como o dever de preservar, defender e valorizar o património cultural.”

In Artigo 78º/1 da Constituição da

República Portuguesa

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A identidade de um povo está na sua cultura. Podemos entender como tudo aquilo que é construído pelo ser humano. Inclui os mitos, símbolos, ritos, todas as crenças, todo o conjunto de conhecimentos e todo o comportamento etc. Portanto, conhecer e valorizar a nossa cultura são auto-afirmações do que somos. De contrário, poderemos ser conduzidos por qualquer maré que chega. Por exemplo, ser conduzidos pelo fenómeno da globalização (Não considerado seus valores) que busca homogeneizar as culturas locais a fim de controlar as nações do mundo com as doutrinas capitalistas. Este processo chama-se aculturação. Quer dizer, a infusão de uma cultura sobre outra a fim de matar uma.

Já a inculturação, por sua vez, pode ser considerada um factor positivo ou negativo, pois alude a incorporação de elementos de uma na outra. Falo negativo e positivo, porque o processo pode dar-se de modo imposto ou partilhado. Contudo, as gestões públicas não se preocupam muito com os movimentos que mantém a chama acesa da identidade do povo… Talvez por achar desnecessário manter viva essa identidade, cujo nascimento vem das classes mais desfavorecidas. Diante dessa premissa, é certo valorizar a cultura popular, haja vista que ela e tão importante quanto a literatura, a arte plástica, a arquitectónica etc. Foi através da cultura popular que pesquisas antropológicas e sociológicas chegaram a diversas características dos nossos antepassados. Uma das estratégias do capitalismo é apresentar lixos culturais através dos meios de comunicação de massa e outros meios. Chega até nós através da música, das propagandas comerciais auditivas e visuais, através da internet, principalmente através da TV, responsável por criar modismos incoerentes à vida de sofrimento do povo; criar deuses falsos a fim de ludibriar através da estética. Também, difundindo o estrangeirismo da língua e outros costumes. A cultura de massa não pergunta se o povo quer, ela impõe. Por isso, não poderia deixar de parabenizar Património Cultural Popular de Portugal, valorizando os Grupos Folclóricos. O Património Cultural pode ser definido como um bem (ou bens) de natureza material e imaterial considerado importante para a identidade de uma sociedade.

Como demonstra o artigo 78º/1 da Constituição da República Portuguesa (doravante denominada pela sigla CRP), o património cultural deve ser, além de preservado e protegido, valorizado e dinamizado. Ou seja:uma visão dinâmica do património leva-nos a adoptar esta terminologia para o definir. Ao longo desta dissertação vamos mostrar (sobretudo no capítulo 3)essa dinâmica que deve ser empreendida no património cultural. É evidente que não discordamos de o mesmo ser um legado, uma herança deixada pelas gerações que nos antecederam, até porque essa mesma herança é um assunto de todos, que nos identifica e qualifica mas que não deve ser apenas mirada ou admirada. Devemos retirar do património todos os ensinamentos que o mesmo contém mas também investir e promovê-lo de forma  a perpetuá-lo no futuro.

Outra questão que surge quanto à terminologia tem a ver com a cisão das expressões “património cultural” e “bens culturais”. Devem ser consideradas como distintas? Normalmente são vistas Como sinónimas ou até consideradas com o mesmo significado. Excepciona-se esse entendimento na nossa Lei do Património Cultural (doravante denominada pela sigla LPC) que distingue estes dois termos no artigo 2º (conceito e âmbito do património cultural) e no artigo 14º (bens culturais). O património na LPC é integrado pelos bens culturais materiais, pelos bens culturais imateriais, por outros bens considerados como fazendo parte do património cultura por convenções internacionais que vinculem o Estado português e pelos contextos dos bens culturais, ou seja, os bens culturais são apenas constituídos pelos bens móveis e imóveis que, de harmonia com o disposto nos n.º 1, 3 e 5 do artigo 2º, representem testemunho material com valor de civilização ou de cultura. Podemos, assim e de alguma forma, concluir que esta é uma visão bastante ampla de património cultural. Uma visão perfilhada pela Convenção da UNESCO.

Os bens culturais imateriais estão relacionados aos saberes, às habilidades, às crenças, às práticas, ao modo de ser das pessoas. Desta forma podem ser considerados bens imateriais: conhecimentos enraizados no quotidiano das comunidades; manifestações literárias, musicais, plásticas, cénicas e lúdicas; rituais e festas que marcam a vivência colectiva da religiosidade, do entretenimento e de outras práticas da vida social; além de mercados, feiras, festas e romarias santuários, praças e demais espaços onde se concentram e se reproduzem práticas culturais.

Viva a verdadeira identidade de um povo… A sua cultura popular!

Sérgio da Fonseca



publicado por Carlos Gomes às 23:38
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PENAFIEL DANÇA NO FOLKLOURES'18

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publicado por Carlos Gomes às 23:20
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RANCHO FOLCLÓRICO DE LOUSA REPRESENTA NO FOLKLOURES’18 OS USOS E COSTUMES DE LOURES E TODA A REGIÃO SALOIA

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures, no âmbito do FolkLoures’18

O Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa, concelho de Loures, vai participar no Festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures. O Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa vai apresentar os usos e costumes da região saloia, uma representação que a organização sempre privilegia, não fosse o FolkLoures constituir o festival maior desta região.

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Fundado em 24 de Abril de 2005, o Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousarepresenta  a vida das lavadeiras, carroceiros, vendedeiras de fruta e hortaliça,  ferrador, funileiro, vendedeira de azeitonas, homens que trabalhavam como jornaleiros, que ganhavam à jorna, trabalho de um dia.

Os Saloios, ou dedicavam-se ao amanho da terra ou à lavagem e transporte da roupa das freguesas de Lisboa.

As características do rancho são puramente saloias, retratando para o início do século XX, até à terceira década do mesmo, as danças, cantares, trajes, usos e costumes do povo saloio.

As danças e cantares representam as célebres cantigas ao despique, entre lavadeiras e carroceiros, nos rios, nas galeras, nas carroças a caminho de Lisboa, nos arraiais e bailaricos domingueiros. Também por se deslocarem com frequência à capital, tendo por vezes que pernoitarem por alguns dias, trouxeram para esta região cantigas e danças palacianas, as contradanças, valsas a dois passos, polkas e afandangados, dançando assim, à sua moda.

Saloio deriva da palavra “çalroi”, que em muçulmano significa, trabalhador do campo.

Destas origens, ainda hoje se ouve e ficou o seguinte vocábulo “moirejar” e “trabalhar como um mouro”.

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publicado por Carlos Gomes às 22:21
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FOLCLORE DE INVERNO AQUECE MINHOTOS EM OEIRAS

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publicado por Carlos Gomes às 20:10
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FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS OFERECE VANTAGENS AOS ASSOCIADOS

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publicado por Carlos Gomes às 16:06
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PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS VAI A LOURES FALAR DO FUTURO DO MOVIMENTO FOLCLÓRICO NACIONAL

O Presidente da Direcção da Federação do Folclore Português, Dr. Daniel Café, vai a Loures no próximo dia 21 de Outubro para, a partir das 15 horas, proferir uma palestra subordinada ao tema “40 Anos da Federação do Folclore Português: O Presente, o Passado e o Futuro do Movimento do Folclore Nacional”. A iniciativa é do Grupo Folclórico Verde Minho e conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures, devendo ter lugar no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde habitualmente se reúne a Assembleia Municipal de Loures. Aguarda-se a participação de muitos representantes de grupos folclóricos da região de Lisboa entre outras entidades ligadas ao folclore que para o efeito foram convidadas.

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Daniel Calado Café nasceu no lugar de Gouxaria, freguesia de Alcanena, em 1966. É licenciado em Línguas e Literaturas Modernas, para além de possuir outras habilitações académicas noutras áreas, tendo exercido a docência no ensino básico e secundário e leccionado diversos cursos de educação e formação de adultos e ensino recorrente. Pertence ao quadro de professores de nomeação definitiva da Escola Dr. Anastácio Gonçalves, em Alcanena.

Desempenhou o cargo de Vereador da Câmara Municipal de Alcanena com os Pelouros de Educação e Cultura, para além de outros, desde 2002 a 2005, sendo, actualmente, Chefe de Gabinete do Presidente da Câmara Municipal de Alcanena. Cedo mostrou um grande interesse pela história, as memórias colectivas e as identidades comunitárias do seu concelho, desenvolvendo investigação nestas áreas desde os seus dezassete anos de idade. Resultante da sua investigação, a Região de Turismo do Ribatejo publicou diversos estudos efectuados entre 1988 e 2007, neste âmbito.

É Director Fundador de algumas associações culturais tanto ao nível local, regional como nacional dos quais se destacam o Grupo Etnográfico de Gouxaria; Elos Clube de Alcanena; Homo Taganus – Associação de Estudo e Defesa da Etnografia e do Folclore do Ribatejo (possuindo também o cargo de Conselheiro Técnico da Região do Ribatejo) e a Academia de Letras e Artes da Lusofonia. Foi membro do Conselho Consultivo para a Cultura e Desporto do Município de Alcanena, tendo assumido a sua coordenação desde 2002.

Nas últimas eleições para os órgãos directivos da Federação do Folclore Português foi eleito Presidente da Direcção daquela entidade, única representante do movimento associativo do folclore português.



publicado por Carlos Gomes às 10:10
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Segunda-feira, 16 de Outubro de 2017
GRUPO DE PIFARADAS E GAITADAS TRAZEM AO FOLKLOURES’18 AS TRADIÇÕES DA SERRA DA ESTRELA

FolkLoures’18 é uma iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho e conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures

O Grupo das Pifaradas e Gaitadas dos Pastores de Alvaro Cardoso Pessoa vai participar no Festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

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Fundado em 1979 com vista a divulgar os usos e costumes das gentes da serra da Estrela, mais concretamente de Unhais da Serra, o Grupo das Pifaradas e Gaitadas é constituído por 9 musicos regidos por Alvaro Cardoso Pessoa e reproduz os ritmos dos instrumentos de percussão tradicionais dos povos pastoris que descendem dos ancestrais guerreiros lusitanos dos montes Hermínios.

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publicado por Carlos Gomes às 21:00
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GRUPO DE DANÇAS E CANTARES DO ALTO DO MOINHO LEVA AO FOLKLOURES’18 AS TRADIÇÕES DAS GENTES DO DOURO LITORAL

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures, no âmbito do FolkLoures’18

O Grupo de Danças e Cantares do Alto do Moinho, sediado no concelho da Amadora, vai participar no Festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

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O Grupo de Danças e Cantares do Alto do Moinho foi fundado em 1987 e encontra-se sediado na Associação de Moradores Alto do Moinho, no Bairro do Zambujal, concelho da Amadora, nos limites geográficos com a cidade de Lisboa. No entanto, este grupo representa com fidelidade os usos e costumes das gentes do Douro Litoral, na realidade a região geo-etnográfica de Entre-Douro-e-Minho.

Este é um grupo que apresenta variadíssimos trajes de entre os quais se destacam, os trajes de trabalho, traje de romaria, traje de vendedeiras de bolos, traje de aguadeira, traje de lavadeira, traje de vindimador, entre outros.

De modo a representar fidedignamente o folclore do Douro Litoral, aliás região d’Entre-o-Douro-e-Minho para sermos mais rigorosos do ponto de vista geo-etnográfico, este grupo fez uma recolha das modas e trajes das regiões de Gondomar, Trofa, Maia e outras regiões do grande Porto.

No seu repertório, este grupo, apresenta modas de roda como a caninha verde, cantares ao desafio como a Desgarrada, danças melodiosas e em coluna como a Pastorinha e a real Caninha, entre outras bastante demonstrativas da região do Douro Litoral.

O Grupo está inscrito na Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto. Inicialmente com o nome de Rancho Folclórico Alto do Moinho, após 20 anos de actividade decidiu com o apoio da Associação de Moradores, fazer uma reestruturação completa, nascendo assim o Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho, composto por cerca de 50 elementos, com idades compreendidas entre os 5 e os 80 anos com gente oriunda de norte a sul do país, sendo esta uma das razões pela qual foi motivado a representar as danças e cantares de todo o país, exibindo trajes de diversas regiões.

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publicado por Carlos Gomes às 19:32
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SARGACEIROS DA CASA DO POVO DA APÚLIA DANÇAM NO FOLKLOURES'18

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publicado por Carlos Gomes às 11:26
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GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO LEVA A ALEGRIA E O COLORIDO DO FOLCLORE MINHOTO AO FOLKLOURES’18

O Grupo Folclórico Verde Minho é um dos agrupamentos participantes no Festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

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O Grupo Folclórico Verde Minho é o anfitrião do FolkLoures – Encontro de Culturas e a quem se deve a criação deste evento que se caracteriza pela sua originalidade, espírito fraterno e carácter inclusivo.

Através deste grandioso festival que inclui exposições, conferências e outras iniciativas de carácter tradicional, os minhotos que vivem em Loures procuram de alguma forma retribuir à terra o excelente acolhimento com que foram recebidos neste concelho dos arredores de Lisboa e, ao mesmo tempo, contribuir para a integração e convivência saudável entre todas as comunidades imigrantes que aqui vivem, sejam elas de origem lusófona ou de outras culturas.

A edição do FolkLoures’18 – Encontro de Culturas, vai ter o seu início no dia 30 de Junho com a realização de uma exposição e de uma palestra, prolongando-se durante toda a semana até ao dia 7 de Julho, altura em que tem lugar um grandioso espectáculo de culturas tradicionais.

Disse um dia o escritor transmontano Miguel Torga, “…no Minho tudo é verde, o caldo é verde, o vinho é verde…” – não podiam, pois, os minhotos que vivem na região de Lisboa, deixar de tomar para si a identificação cromática que caracteriza a sua região.

Respondendo ao chamamento da terra que os viu nascer, os minhotos que vivem nos arredores de Lisboa, mais concretamente no Concelho de Loures, decidiram em tempos criar um grupo folclórico que os ajuda a manter a sua ligação afectiva às origens. Assim nasceu em 1994 o “Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho”, anunciado como seu propósito a preservação, salvaguarda e divulgação das suas raízes culturais.

Visa através da sua atuação promover as tradições da nossa região nomeadamente junto dos mais jovens ao mesmo tempo que valoriza os seus conhecimentos musicais e da etnografia minhota.

As danças e cantares que exibe são alegres e exuberantes como animadas são as mais exuberantes romarias do Minho. Trajam de linho e sorrobeco e vestem trajes de trabalho e domingueiros, de mordoma e lavradeira, de noivos, de ir ao monte e à feira. Calçam tamancos e ostentam o barrete e o chapéu braguês. As moças, graciosas e belas nos seus trajes garridos bordados pelas delicadas mãos de artista, com a sua graciosidade e simpatia, exibem vaidosas os colares de contas e as reluzentes arrecadas de filigrana que são a obra-prima da ourivesaria minhota.

Ao som da concertina e da viola braguesa, do bombo e do reque-reque, dos ferrinhos e do cavaquinho, cantam e dançam a chula e o vira, a rusga e a cana-verde, com a graciosidade e a desenvoltura que caracteriza as gentes do Minho. O seu reportório foi recolhido em meados do século passado, junto das pessoas mais antigas cujo conhecimento lhes foi transmitido ao longo de gerações, nas aldeias mais remotas das serranias da Peneda e das Argas, nas margens do Minho e do Lima, desde Melgaço a Ponte da Barca, do Soajo a Viana do Castelo. Levam consigo a merenda e os instrumentos de trabalho que servem na lavoura como a foicinha e o malho, os cestos de vime e os varapaus, as cabaças e os cabazes do farnel.

Qual hino de louvor ao Criador, o Minho, terra luminosa e verde que a todos nos seduz pelo seu natural e infinito encanto, salpicado de capelinhas aonde o seu povo acorre em sincera devoção, é ali representado por um punhado de jovens, uns mais do que outros, os quais presenteiam o público com o que o Minho possui de mais genuíno – o seu Folclore!

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publicado por Carlos Gomes às 11:19
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Domingo, 15 de Outubro de 2017
RÁDIO DO FOLCLORE PORTUGUÊS TRANSMITE EM DIFERIDO PALESTRA QUE O DR DANIEL CAFÉ VAI PROFERIR EM LOURES A CONVITE DO GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO

A Rádio do Folclore Português (RFP) vai transmitir em diferido, on-line, a palestra que o Presidente da Federação do Folclore Português, Dr. Daniel Café, vai proferir em Loures no próximo dia 21 de Outubro, a partir das 15 horas, subordinada ao tema “40 Anos da Federação do Folclore Português: O Presente, o Passado e o Futuro do Movimento do Folclore Nacional”.

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A iniciativa é do Grupo Folclórico Verde Minho e conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures, devendo ter lugar no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde habitualmente se reúne a Assembleia Municipal de Loures. Na impossibilidade de muitos membros de grupos de folclore espalhados pelo país e também no estrangeiro poderem estar presentes, a Rádio do Folclore Português presta mais um valioso serviço levando a todos uma conferência que decerto será do maior interesse. Quem puder estar presente, terá a oportunidade de participar de forma mais activa no debate que se seguirá à palestra propriamente dita.

A Rádio do Folclore Português pode ser sintonizada on-line através dos endereços www.rfpfolclore.com e https://www.radios.com.br/aovivo/radio-do-folclore-portugues/32075, podendo ainda ser descarregado para android em https://tunein.com/radio/Rdio-do-Folclore-Portugus-s208888/ e http://www.radioonline.com.pt/regiao/centro/#radio-do-folclore-portugues

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Sintonize e acompanhe a conferência na Rádio do Folclore Português, uma estação na internet ao serviço do nosso folclore!

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publicado por Carlos Gomes às 20:10
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PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS VAI A LOURES FALAR DO FUTURO DO MOVIMENTO FOLCLÓRICO NACIONAL

Dr. Daniel Café deverá em princípio ser recebido pelo Presidente da Câmara Municipal de Loures, Dr. Bernardino Soares

O Presidente da Direcção da Federação do Folclore Português, Dr. Daniel Café, vai a Loures no próximo dia 21 de Outubro para, a partir das 15 horas, proferir uma palestra subordinada ao tema “40 Anos da Federação do Folclore Português: O Presente, o Passado e o Futuro do Movimento do Folclore Nacional”. A iniciativa é do Grupo Folclórico Verde Minho e conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures, devendo ter lugar no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, local onde habitualmente se reúne a Assembleia Municipal de Loures. Aguarda-se a participação de muitos representantes de grupos folclóricos da região de Lisboa entre outras entidades ligadas ao folclore que para o efeito foram convidadas.

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Daniel Calado Café nasceu no lugar de Gouxaria, freguesia de Alcanena, em 1966. É licenciado em Línguas e Literaturas Modernas, para além de possuir outras habilitações académicas noutras áreas, tendo exercido a docência no ensino básico e secundário e leccionado diversos cursos de educação e formação de adultos e ensino recorrente. Pertence ao quadro de professores de nomeação definitiva da Escola Dr. Anastácio Gonçalves, em Alcanena.

Desempenhou o cargo de Vereador da Câmara Municipal de Alcanena com os Pelouros de Educação e Cultura, para além de outros, desde 2002 a 2005, sendo, actualmente, Chefe de Gabinete do Presidente da Câmara Municipal de Alcanena. Cedo mostrou um grande interesse pela história, as memórias colectivas e as identidades comunitárias do seu concelho, desenvolvendo investigação nestas áreas desde os seus dezassete anos de idade. Resultante da sua investigação, a Região de Turismo do Ribatejo publicou diversos estudos efectuados entre 1988 e 2007, neste âmbito.

É Director Fundador de algumas associações culturais tanto ao nível local, regional como nacional dos quais se destacam o Grupo Etnográfico de Gouxaria; Elos Clube de Alcanena; Homo Taganus – Associação de Estudo e Defesa da Etnografia e do Folclore do Ribatejo (possuindo também o cargo de Conselheiro Técnico da Região do Ribatejo) e a Academia de Letras e Artes da Lusofonia. Foi membro do Conselho Consultivo para a Cultura e Desporto do Município de Alcanena, tendo assumido a sua coordenação desde 2002.

Nas últimas eleições para os órgãos directivos da Federação do Folclore Português foi eleito Presidente da Direcção daquela entidade, única representante do movimento associativo do folclore português.



publicado por Carlos Gomes às 19:01
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Sábado, 14 de Outubro de 2017
SARGACEIROS DA APÚLIA DANÇAM NO FOLKLOURES’18

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures, no âmbito do FolkLoures’18

O Grupo de Sargaceiros da Casa do Povo da Apúlia, concelho de Esposende, vai participar no Festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

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Sargaço! Sargaço! – grita o sargaceiro ao avistar as algas que a mareada arroja, exortando os companheiros a entrarem mar dentro e enfrentarem com arrojo a rebentação das ondas. Após a maresia, a mareada é invariavelmente mais abundante, arrojando o mar as algas que se desprendem dos rochedos quase submersos. O grito do sargaceiro ecoa longínquo na praia. Os homens, vestidos de branqueta e a cabeça e pescoço protegido com o sueste, levam consigo o galhapão ou a gaiteira se o sargaço estiver próximo da praia. No areal, as mulheres transportam o sargaço nas carrelas para mais longe do alcance do mar, fazendo as camas onde fica a secar. Apó a secagem, as algas serão empregues como fertilizantes das terras, em produtos fito-sanitários e cosméticos, sendo cada vez mais conhecidas também as suas virtudes alimentares.

Fundado em 1934, o Grupo dos Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia é um representante ímpar do folclore da Região do Baixo-Minho e vai seguramente constituir a grande atracão deste Festival de Folclore.

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publicado por Carlos Gomes às 16:51
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PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS REALIZA CONFERÊNCIA EM LOURES SOBRE O FUTURO DO MOVIMENTO DO FOLCLORE NACIONAL

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publicado por Carlos Gomes às 09:25
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Sexta-feira, 13 de Outubro de 2017
中国社会需要"舞狮子"到 FOLKLOURES 的 18

生活在葡萄牙的华人社区将参加下一版的 FolkLoures — — 文化,更具体地说是在跨文化节,将于 2018 年 7 月 7 日举行的会议。旁边的澳门圣徒保罗教堂废墟副本,华人社区的代表将"舞狮"和中国传统文化的其他示威活动。您的参与在支持 FolkLoures 的 18 的大使馆的人民共和国的中国。我们很希望很快就来揭开将代表中国社会的组的名称。

追溯到一千多年,舞狮子是最的理解和认识中国传统文化之一。与会者模仿如此打扮成一个狮子的动作,并可以由一个或更多的舞者跳起和移动头、 嘴和眼睛的幻想,正在舞蹈的节拍的锣、 鼓和下执行烟花,东西方的文化差异代表了好运气。

下一版的 FolkLoures 到 2018 年 7 月 7 日,从 6 月 30 日茎和将包括会议、 展览、 传统产品和一个发生在城市公园,在洛里的民俗节日。

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publicado por Carlos Gomes às 22:19
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COMUNIDADE CHINESA LEVA A “DANÇA DO LEÃO” AO FOLKLOURES’18

A comunidade chinesa radicada em Portugal vai participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, mais concretamente no festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. Junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, a representação da Comunidade Chinesa apresentará a “Dança do Leão” e outras demonstrações da cultura tradicional chinesa. A sua participação no FolkLoures’18 conta com o apoio da Embaixada da República Popular da China. Esperamos muito em breve vir a revelar a denominação do grupo que representará a Comunidade Chinesa.

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 Remontando a mais de um milhar de anos, a Dança do Leão constitui uma das manifestações mais conhecidas e apreciadas da cultura tradicional chinesa. Os seus participantes imitam de forma fantasiada os movimentos de um leão, podendo ser interpretado por um ou mais dançarinos que saltam e movimentam energicamente a cabeça, as mandíbulas e os olhos da fantasia, sendo a dança executada ao ritmo de gongos, tambores e sob fogos-de-artifício que, na cultura oriental representam uma chuva de boa-sorte.

A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

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publicado por Carlos Gomes às 22:14
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Quinta-feira, 12 de Outubro de 2017
RUI AGUILAR CERQUEIRA – ANTIGO DIRIGENTE DO RANCHO FOLCLÓRICO E DA CASA DO MINHO EM LOURENÇO MARQUES (MOÇAMBIQUE) – VAI A LOURES FALAR DO FOLCLORE MINHOTO NA ÁFRICA AUSTRAL

O Grupo Folclórico Verde Minho promove mais uma conferência dedicada ao folclore e ao regionalismo a ter lugar já no início do próximo ano. Rui Aguilar Cerqueira, antigo dirigente da extinta Casa do Minho em Lourenço Marques e do seu rancho folclórico vai, no próximo dia 21 de Março, proferir uma palestra subordinada ao tema “Folclore e Regionalismo Minhoto na África Austral: A Casa do Minho em Lourenço Marques (Moçambique)”.

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A conferência será acompanhada pela projecção de imagens da época vivida pelos nossos conterrâneos em Moçambique, incluindo a celebração do compasso pascal e a actuação do rancho folclórico.

A iniciativa tem lugar a partir das 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, espaço onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures, junto ao Parque da Cidade. Existe excelente estacionamento no local.

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Como é sabido, os antigos territórios ultramarinos portugueses foram também o destino de muitos minhotos que decidiram ali construir as suas vidas. Rumando diretamente a partir da metrópole ou fixando-se após o cumprimento do serviço militar naquelas paragens, Angola e Moçambique vieram a tornar-se a segunda terra para muitos dos nossos conterrâneos que assim trocavam a estreita courela pela desafogada machamba ou simplesmente empregavam-se na atividade comercial das progressivas cidades de Luanda e Lourenço Marques, atual Maputo.

Porém, a recordação do Minho distante não os abandonou e permaneceu sempre nos seus corações. E, a provar esse amor filial, criaram as suas próprias associações regionalistas a fim de manterem mais viva a sua portugalidade e as raízes minhotas. Em Lourenço Marques, fundaram a Casa do Minho em 1955.

Durante duas décadas consecutivas, aquele foi o ponto de encontro das nossas gentes em terras moçambicanas. Ali se construíram novas amizades e conservavam as suas tradições. A constituição de um Rancho Folclórico no seio daquela associação foi um dos melhores exemplos do seu apego às origens. Até que a descolonização veio alterar o rumo das suas vidas e determinar a extinção da Casa do Minho.

Não obstante, muitos dos minhotos e amigos da Casa do Minho, que dela fizeram parte ou de alguma forma por lá passaram, não esquecem esses tempos saudosos e, todos os anos continuam a reunir-se no Minho em alegre e amistosa confraternização, partilhando recordações e revivendo a terra que também amaram – Moçambique!

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publicado por Carlos Gomes às 00:16
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Quarta-feira, 11 de Outubro de 2017
RÁDIO DO FOLCLORE PORTUGUÊS DIVULGA CONFERÊNCIA DO DR DANIEL CAFÉ EM LOURES A CONVITE DO GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO

Presidente do Grupo Folclórico Verde Minho entrevistado pela Rádio do Folclore Português

Teotónio da Silva Gonçalves, Presidente do Grupo Folclórico Verde Minho, vai estar á conversa com Sérgio da Fonseca no programa Conversas ao Serão da Rádio do Folclore Português, no próximo dia 18 de Outubro, às 21 horas.

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Nesta Conversa ao Serão, Teotónio Gonçalves vai falar do Grupo Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho, de todo o seu programa de actividades, incluindo a próxima edição do FolkLoures, dando ênfase à Conferência a ser proferida pelo Presidente da Federação do Folclore Português, Dr. Daniel Café, no dia 21 de Outubro próximo, a partir das 15 horas, subordinada ao tema :”40 Anos da Federação do Folclore Português: O Passado, o Presente e o Futuro do Movimento do Folclore Nacional”.

A conferência tem lugar no local onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, em pleno Parque da Cidade de Loures. Existe bom estacionamento.

Entretanto, a Rádio do Folclore Português pode ser sintonizada on-line através dos endereços www.rfpfolclore.com e https://www.radios.com.br/aovivo/radio-do-folclore-portugues/32075, podendo ainda ser descarregado para android em https://tunein.com/radio/Rdio-do-Folclore-Portugus-s208888/ e http://www.radioonline.com.pt/regiao/centro/#radio-do-folclore-portugues

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publicado por Carlos Gomes às 20:17
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Domingo, 8 de Outubro de 2017
MINHOTOS LEVAM A MARVILA TRADICIONAL DESFOLHADA DO MILHO

Os minhotos radicados em Lisboa responderam hoje à chamada da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez para participarem numa tradicional desfolhada do milho.

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O largo fronteiro à sua sede em Marvila serviu de eira à desfolhada a que se seguiu um encontro de tocadores de concertina e cantadores ao desafio que, ao seu estilo bem característico, transportou os presentes para as serranias no Soajo e de Ermelo.

A festa foi bem minhota à moda de Arcos de Valdevez e uma excelente manifestação regionalista na capital do país.

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publicado por Carlos Gomes às 21:06
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CASA DO CONCELHO DE ARCOS DE VALDEVEZ REALIZA HOJE EM LISBOA DESFOLHADA TRADICIONAL DO MILHO

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publicado por Carlos Gomes às 00:24
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MINHOTOS VÃO A LOURES CANTAR AO MENINO

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publicado por Carlos Gomes às 00:06
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Sábado, 7 de Outubro de 2017
GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO NÃO PÁRA - FOLKLOURES'18 JÁ ESTÁ EM MARCHA!

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publicado por Carlos Gomes às 23:59
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PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS REALIZA CONFERÊNCIA EM LOURES SOBRE O FUTURO DO MOVIMENTO DO FOLCLORE NACIONAL

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publicado por Carlos Gomes às 23:29
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MINHOTOS EM OEIRAS REALIZAM FESTIVAL DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 21:59
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LOURES DESFOLHA O MILHO E DANÇA AO SOM DA CONCERTINA

Após a desfolhada, centenas de tocadores de concertina realizam um autêntico festival

O Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho recriou hoje em Loures uma desfolhada do milho como outrora se fazia na nossa região, reunindo nas eiras rapazes e raparigas à procura da maçaroca. À semelhança de anos anteriores, a iniciativa teve lugar em A-das-Lebres, junto à sede do Grupo União Lebrense, transportando para uma região caracteristicamente saloia uma das tradições das gentes minhotas que um dia partiram da sua terra à procura de melhores condições de vida e ali se fixaram às portas de Lisboa.

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Rapazes e raparigas desfolharam o milho à procura da maçaroca com a mesma ânsia com que outrora faziam os conversados. E, não faltou a distribuição do vinho e do petisco aos vizinhos que vieram participar no serão, recordando hábitos comunitários e a alegria que o minhoto coloca em tudo o que faz, transformando o trabalho numa festa. E, como a festa foi minhota, dançou-se o vira, a chula e a cana-verde.

Os bombos fizeram a arruada anunciado a festa a que se seguiu a desfolhada propriamente dita. Seguiu-se o bailarico na eira improvisada e a festa prosseguiu no interior da coletividade de A-das-Lebres com o encontro de tocadores de concertina que deram mostras da sua mestria na arte de bem tocar e cantar ao desafio. E a alegria contagiante da concertina já conquistou tocadores de origem africana como ficou bem patente com a actuação de dois exímios tocadores que integram um grupo da Casa do Povo de Corroios, oriundos de Cabo Verde e São Tomé e Príncipe.

Por um dia, a localidade de A-das-Lebres, no concelho de Loures, terra genuinamente saloia, mais pareceu uma das mais alegres e ridentes aldeias do Minho!

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publicado por Carlos Gomes às 21:34
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LOURES: HOJE EM A-DAS-LEBRES HÁ DESFOLHADA TRADICIONAL DO MILHO E CANTARES AO DESAFIO AO SOM DA CONCERTINA

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publicado por Carlos Gomes às 04:13
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Sexta-feira, 6 de Outubro de 2017
CARNAXIDE RECEBE SERÃO TEMÁTICO DE ETNOGRAFIA

Realizou-se ontem em Carnaxide, no Concelho de Oeiras, mais uma edição do Serão Temático “Como há 100 anos…”, iniciativa do Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega.

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O evento teve lugar no Auditório Municipal Ruy de Carvalho e contou com a participação, além do grupo anfitrião, do Grupo Folclórico Cancioneiro de Cantanhede (Beira Litoral – Gândara), o Rancho Folclórico da Sociedade Recreativa da Cabeça Veada (Alta Estremadura) e o Rancho Folclórico da Casa do Povo de Arouca (Douro Litoral Sul).

O espectáculo combinou de forma bem conseguida a música e a dança folclórica com os quadros etnográficos que procuraram recriar vários aspectos da vida das gentes do povo, do berço à cova, o ciclo do minho com a encenação de uma descamisada, o ciclo do linho e outros aspectos do seu quotidiano.

É uma história contada cujo cardápio apresenta nos seguintes termos: “Minha’bó, conte-me uma estória...” É desta forma que uma criança pede à sua Avó, já velhinha, que lhe conte uma história dos tempos que já lá vão...

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 22:50
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Quinta-feira, 5 de Outubro de 2017
MINHOTOS EM LOURES DESFOLHAM O MILHO E CANTAM AO DESAFIO AO SOM DA CONCERTINA

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publicado por Carlos Gomes às 22:25
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MINHOTOS EM LISBOA DESFOLHAM O MILHO EM MARVILA

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publicado por Carlos Gomes às 22:23
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GRUPOS FOLCLÓRICOS ORGANIZAM COLÓQUIO EM OEIRAS

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publicado por Carlos Gomes às 10:16
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Segunda-feira, 2 de Outubro de 2017
MINHOTOS EM LISBOA REALIZAM DESFOLHADA DO MILHO EM MARVILA

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publicado por Carlos Gomes às 19:05
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Domingo, 1 de Outubro de 2017
OEIRAS: QUEIJAS FESTEJA A S. MIGUEL

Minhotos desfilaram na procissão de S. Miguel de Queijas

Terminam hoje na localidade de Queijas, nos arredores de Lisboa, os tradicionais festejos em honra de S. Miguel. O povo saiu à rua numa manifestação de fé cristã à qual não faltou o Rancho Folclórico da Casa do Minho em representação da comunidade minhota radicada na região de Lisboa. A Procissão foi animada pela Banda Filarmónica (SIMECQ) da Cruz Quebrada e o Rancho Folclórico da Casa do Minho, em Lisboa.

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Trata-se de uma iniciativa organizada pela União das Freguesias de Carnaxide e Queijas e pela Paróquia de São Miguel Arcanjo e que conta com o apoio da Câmara Municipal de Oeiras e de várias associações locais.

As cerimónias contaram ainda com a participação de várias instituições sediadas na União das Freguesias de Queijas e Carnaxide, nomeadamente a Polícia de Segurança Pública, a Corporação de Bombeiros Voluntários de Carnaxide, O Agrupamento de Escuteiros 774 de Queijas, e a Congregação das Irmãs Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição (CONFHIC) que se encontra instalada em Linda-a-Pastora.

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publicado por Carlos Gomes às 18:49
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Sábado, 30 de Setembro de 2017
CASTRO DAIRE DANÇA EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 10:31
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Sexta-feira, 29 de Setembro de 2017
GRUPO CULTURAL DE VILA FRIA EM OEIRAS PROMOVE COLÓQUIO SUBORDINADO AO TEMA “MEMÓRIAS DO POVO”

O Grupo Folclórico de Vila Fria promove o Colóquio “Memórias do Povo”, subordinado ao tema "Trajes de Antanho", que decorrerá no próximo dia 8 de Outubro, pelas 15 horas, na sede do Grupo Cultural de Vila Fria, sita na Rua Carlos Paião, nº 23, em Vila Fria (Oeiras).

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Programa

15:00h – Sessão de Abertura

15:30h – Inicio dos trabalhos (3 oradores)

16:30h – Intervalo

16:45h – Inicio dos trabalhos (2 oradores)

17:30h – Debate

18:00h – Sessão de Encerramento

Serão oradores convidados:

Dr. Carlos Cardoso – Rancho Folclórico Os Rancheiros de Vila Fria

Sr. Carlos Santana – Rancho Folclórico da Golegã

Dr. José Brito – Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega

Dr. Ricardo Gomes – Rancho Folclórico de Geraldes

Sr. Virgílio Reis – Grupo de Folclore As Lavadeiras da Ribeira da Lage

Mediador:

Dr. Joaquim Pinto – Presidente da Associação do Distrito de Lisboa para a Defesa da Cultura Tradicional Portuguesa

A ficha de inscrição individual deverá ser devolvida para o mail: grupoculturaldevilafria@gmail.com.

Não existe número limite de inscrições por associação, no entanto, estas estão limitadas à lotação da sala.

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publicado por Carlos Gomes às 18:59
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Quarta-feira, 27 de Setembro de 2017
MINHOTOS REALIZAM SERÃO ETNOGRÁFICO EM CARNAXIDE

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publicado por Carlos Gomes às 10:55
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Terça-feira, 26 de Setembro de 2017
MINHOTOS EM LOURES DESFOLHAM O MILHO E CANTAM AO DESAFIO AO SOM DA CONCERTINA

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publicado por Carlos Gomes às 22:04
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Segunda-feira, 25 de Setembro de 2017
DR. DANIEL CAFÉ VAI A LOURES FALAR DOS 40 ANOS DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS

O Presidente da Federação do Folclore Português, Dr. Daniel Café vai a Loures, no próximo dia 21 de outubro, a partir das 15 horas, a fim de proferir uma palestra subordinada ao tema “40 anos da Federação do Folclore Português: o presente e o futuro do movimento do folclore nacional”. A iniciativa é organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho e tem lugar no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures, junto ao Parque da Cidade.

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Independentemente das mudanças que vierem a verificar-se em resultado das eleições autárquicas, o Dr. Daniel Café deverá ser recebido pelos representantes do município de Loures como tem sido habitual em todas as iniciativas do género organizadas pelo Grupo Folclórico Verde Minho.

A entidade organizadora está a endereçar convites a todos os grupos folclóricos, mormente os grupos saloios do concelho de Loures e os grupos minhotos sediados da região de Lisboa, além de várias personalidades ligadas ao folclore e etnografia, algumas das quais já confirmaram a sua presença.

A iniciativa é aberta ao público e a todos os grupos folclóricos do país, quaisquer que sejam as regiões onde se encontram, não existindo qualquer justificação para a falta de participação de todos quantos se dedicam à divulgação da nossa cultura popular, vulgo folcloristas, tanto mais que a iniciativa é organizada e divulgada muito atempadamente.

Tudo indica que a conferência a ser proferida pelo Dr. Daniel Café vai registar uma elevada adesão e participação de pessoas ligadas ao folclore. Após a conferência propriamente dita, terá lugar um pequeno beberete que constitui uma excelente oportunidade de convívio entre os presentes.



publicado por Carlos Gomes às 21:22
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Domingo, 24 de Setembro de 2017
AMADORA RECEBE FESTIVAL INTERCULTURAL

Rancho Folclórico Alegria do Minho foi bastante aplaudido

Está ainda a decorrer na cidade da Amadora o XII Festival Intercultural, evento que reune num espectáculo único vários géneros musicais e culturais, desde o folclore do Minho ao cante alentejano, da capoeira à marrabenta, das danças orientais às danças contemporâneas. O Minho foi representado pelo Rancho Folclórico Alegria do Minho, sediado naquele concelho.

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Trata-se de uma iniciativa da Junta de Freguesia da Falagueira-Venda Nova com vista a celebrar o aniversário da cidade da Amadora ou seja, a sua elevação a concelho. O festival junta várias centenas de pessoas no Parque Aventura, na Falagueira que, perante uma tarde soalheira, conviveram e partilharam as culturas das suas regiões num ambiente saudável e fraterno.

Fotos: Carlos Gomes / Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 18:38
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GRUPO DE DANÇAS E CANTARES ALTO DO MOINHO LEVA FOLCLORE A ALFRAGIDE

Largas centenas de pessoas afluíram à IV Feira do Fumeiro e Produtos Regionais da Freguesia Águas Livres, no concelho da Amadora, para assistir ao magnífico festival de folclore organizado pelo Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho em parceria com a autarquia local. Além do grupo anfitrião, participaram ainda o Rancho Folclórico de Boelhe – Penafiel, Grupo Folclórico e Cultural de Tardariz, de São Pedro da Cova – Gondomar, e o Grupo de Pauliteiros de Ossela – Oliveira de Azemeis.

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O Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho é um agrupamento constituído no seio da Associação de Moradores do Alto do Moinho, na freguesia de Alfragide, no concelho da Amadora. Fundado em 12 de novembro de 1987, com a designação original de “Rancho Folclórico Alto do Moinho”, decidiu este grupo após duas décadas de existência, proceder a uma profunda reestruturação, altura em que adotou a sua atual denominação, passando desde então a representar exclusivamente o Douro Litoral – província artificialmente criada ao tempo do Estado Novo – na realidade, uma área geo-etnográfica que integra a região d’Entre-o-Douro-e-Minho.

Este grupo apresenta variadíssimos trajes de entre os quais se destacam, os trajes de trabalho, traje de romaria, traje de vendedeiras de bolos, traje de aguadeira, traje de lavadeira, traje de vindimador, entre outros.

De modo a representar fidedignamente aquela região, fez uma recolha das modas e trajes das regiões de Gondomar, Trofa, Maia e outras regiões do grande Porto.

No seu repertório, este grupo, apresenta modas de roda como a caninha verde, cantares ao desafio como a Desgarrada, danças melodiosas e em coluna como a Pastorinha e a real Caninha.

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publicado por Carlos Gomes às 14:22
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Sábado, 23 de Setembro de 2017
MINHOTOS EM LOURES PISAM AS UVAS AO SOM DA CONCERTINA E RUFAR DO BOMBO

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publicado por Carlos Gomes às 02:12
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Quinta-feira, 21 de Setembro de 2017
DESFILE NACIONAL DO TRAJE POPULAR: FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS AGRADECE APOIO DO BLOGUE DO MINHO CUJA ADMINISTRAÇÃO É COMUM À DO BLOGUE DE LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 17:36
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MINHOTOS EM LOURES DESFOLHAM O MILHO E CANTAM AO DESAFIO AO SOM DA CONCERTINA

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publicado por Carlos Gomes às 10:10
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CARNAXIDE RECEBE SERÃO TEMÁTICO DE ETNOGRAFIA

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publicado por Carlos Gomes às 10:09
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