Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Quarta-feira, 24 de Maio de 2017
ESTAÇÃO BAIXA CHIADO ACOLHE EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA

O Metropolitano de Lisboa, como empresa socialmente responsável que visa difundir e promover ações culturais através da celebração de parcerias com diversas instituições, é um dos principais apoiantes da exposição fotográfica “"Ni'ei: há um momento atrás" de Sofia Yu, patente na estação Baixa Chiado até dia 31 de maio.

Trata-se de um ensaio fotográfico que documenta a vida dos Penan, uma tribo de coletores nómadas do Sudeste Asiático, e que regista momentos que retratam a evolução da civilização e as suas consequências, uma tendência que a fotógrafa procura seguir em todos os seus trabalhos que se concentram, sobretudo, nas culturas humanas ameaçadas pelo estilo de vida moderno, dentro e fora das sociedades ocidentais.

Com exposições já realizadas no Reino Unido, Portugal e Estados Unidos da América, Sofia Yu tem procurado manter a essência dos seus projetos através de diversos temas que comprovam visualmente que o sistema civilizacional poderá estar, de alguma forma, a afetar negativamente diversos povos e que não deverá ser implementado de forma idêntica, nas mais diversas culturas.

Através de apoios e parcerias deste tipo, o Metro de Lisboa promove a transversalidade cultural e uma efetiva integração das políticas culturais sectoriais, com vista a fomentar o interesse e a motivação para as criações artísticas que se revelem de especial qualidade e que se pretendem sejam amplamente difundidas.

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Metro a metro, transportamos com arte…

… metro a metro,  difundimos cultura!

Sofia Mota Yu nasce em Oeiras em 1982, filha de Pai Português (que em serviço militar conhecera a sua Mãe em Macau), Mãe Chinesa que nascera na era de Mao Tsé Tung e fugira para Hong Kong (parte inglesa).

Sofia frequentou a licenciatura em Serviço Social no Instituto Superior de Serviço Social – Lisboa. Posteriormente arrancou para novas paragens, dando lugar à sua maior paixão: viajar, o que fez durante 7 anos pelo mundo, visitando 46 países, intercalando lazer com projetos profissionais.

Considera-se Documentarista Visual, desenvolvendo trabalhos de Investigação e Documentário Fotográfico, como freelancer é assídua colabora com Organizações Não Governamentais, focando-se em temáticas como Direitos Humanos e Animais. Interessa-se pela construção e desenvolvimento da civilização, as suas consequências ambientais, o impacto que a mesma tem nos humanos e nos animais.



publicado por Carlos Gomes às 11:21
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Quinta-feira, 26 de Janeiro de 2017
MANUEL SANTOS É O FOTÓGRAFO DA AMADORA E DO FOLCLORE

O Sr Manuel Santos é um fotógrafo bastante conhecido e estimado no concelho da Amadora onde vive e também no meio do associativismo regionalista e do folclore. Não raras as vezes, acompanha os grupos folclóricos em longas viagens a fim de lhes garantir a cobertura fotográfica, incluindo a gravação em vídeo das suas actuações, trabalho que sempre faz generosamente. Além disso, é pessoa de trato afável, com grande facilidade de fazer amigos. E, não há entidade com a qual colabore, a começar pela própria Câmara Municipal da Amadora, onde não crie laços de amizade.

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O Sr Manuel Santos é um dos colaboradores do BLOGUE DE LISBOA o qual lhe deve excelentes reportagens fotográficas que fazem o gáudio dos seus leitores.

Mas, afinal que é o sr. Manuel Santos a quem todos estão habituados a vê-lo de máquina fotográfica em punho?

Natural de Lisboa, cedo rumou para Angola onde passou a trabalhar como funcionário do Estado Português. Em 1966, aos dezoito anos de idade, começou a fotografar e revelar fotos em laboratório. Em 1975 regressou à Metrópole, continuando na Administração Pública a trabalhar no apoio de desenvolvimento rural, constituindo algumas das áreas mais marcantes a Direcção dos Serviços de Documentação e Informação, o emparcelamento agrícola recuperação e construção de habitações em casas rurais um pouco por todo o país, pontões, açudes, caminhos rurais, estábulos, regadio tradicional, barragens e toda a sorte de equipamentos rurais.

Cobriu em fotografia numerosos eventos como feiras agrícolas em localidades como Santarém, Porto, Golegã, Alter do Chão, Macedo de Cavaleiros e o Algarve. Também figuras conhecidas do clero e políticos dos mais variados quadrantes ideológicos não escaparam à sua objectiva. Mais recentemente, ao Jardim Zoológico de Lisboa e aos animais que ali habitam também lhes dedica um especial carinho, registando os seus gestos de ternura e as suas brincadeiras.

Mas foi sobretudo o contacto com as gentes dos meios rurais que lhe fizeram despertar o gosto pelo folclore, captar o movimento das danças, o colorido dos trajes e a beleza das moças nos seus trajes garridos, das crianças e dos jovens transportando uma herança cultural para os vindouros. E, desde então, abraçou com paixão a causa da sua divulgação, da forma que melhor sabe fazer: fotografar!

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publicado por Carlos Gomes às 23:15
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Quarta-feira, 9 de Novembro de 2016
BIBLIOTECA NACIONAL DE PORTUGAL APRESENTA “VIZELA. ANOS 20”

Na próxima quinta-feira, dia 10, é apresentado em Lisboa, na Biblioteca Nacional o livro ‘Vizela. Anos 20’, O rural minhoto a par das Termas no olhar de um fotógrafo amador, de Luísa Villarinho Pereira, com fotos de seu pai, Dr. Salvador Villarinho Pereira.

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A obra de Luísa Villarinho Pereira é apresentada na Biblioteca Nacional de Portugal por Pedro Aboim Borges, mestre e doutor em História da Arte pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da UNL, investigador no IHC da mesma Faculdade com os temas de fotografia documental e edição (2ª metade do séc. XIX e 1ª metade do séc. XX).

Trata-se de um momento de grande importância para perpetuação do património imaterial do concelho de Vizela.

Devido à coincidência de horário da apresentação do livro, com a reunião de Câmara, a Autarquia far-se-á representar pela coordenadora da Biblioteca Municipal Fundação Jorge Antunes. 

Biografia De Salvador Villarinho Pereira (1879-1948) (Fonte Teatro D. Maria)

Médico ginecologista-obstetra, licenciado por Lisboa em 1906, exerceu clínica no seu consultório, em frente ao teatro da Trindade, na antiga Rua Larga de São Roque, nº 67 -1º ( mais tarde Rua do Mundo e atual Rua da Misericórdia).

Filho do guarda-livros da Mason & Barry, empresa mineira de extração e cobre, concelho de Mértola, nasceu em Corte de Pinto, Minas de São Domingos.

Exímio fotógrafo amador era neto do primeiro fotógrafo comissionado do Governo Português em Moçambique.

Texto da autoria de Luísa Villarinho

Salvador Villarinho Pereira (1879-1948), ginecologista obstectra licenciado pela Escola Médico-Cirúrgica de Lisboa, em 1906, com consultório e residência no Chiado lisboeta, cedo aprendera as técnicas da Fotografia, vindo a preferir os acetatos pela chapa de vidro que oferecia maior exatidão na imagem.

No início do século XX, em Lisboa foram realizados vários encontros de Fotografia. Em Junho de 1913, na Associação de Arte Photographica foi inaugurada a “Primeira Exposição de Photographia Directa das Cores”, onde Villarinho Pereira apresentou 4 autochromes. Três anos mais tarde, em Dezembro de 1916, na Sociedade Nacional de Belas Artes, participou com brometos e cyanotipia na “I Exposição Nacional de Fotografia”, ao lado do amigo Fernando Carneiro Mendes (1893-1976), com quem viria a fotografar as Termas de Vizela. As novas modalidades da Esteroscopia e da Autocromia ofereciam então apelativas opções na captação da imagem.

A Colecção Fotográfica realizada por Villarinho Pereira, nos anos de 1917-20, na modalidade de estereoscopia e alguns brometos, constitui hoje uma memória expressiva das Termas e do meio rural próximo, não faltando uma breve incursão no mundo industrial. Neste trabalho fotográfico visualizamos um amplo conhecimento técnico nos matizes da luz e na escolha dos enquadramentos, bem como rara sensibilidade poética e artística que imortalizou os mais belos recantos de Vizela. O rural, integrado no meio cosmopolita das Termas, oferecia então um deslumbrante desafio ao fotógrafo-amador.

Decorrido quase um século, esta memória fotográfica recorda a época áurea das Caldas de Vizela, ainda integradas no Concelho de Guimarães, assinalando aspectos da indústria local e os encantos do meio rural minhoto a par do luxo dos Casinos e do recreio da canoagem, no frondoso Parque das Termas de Vizela.



publicado por Carlos Gomes às 10:18
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Quinta-feira, 3 de Novembro de 2016
ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA EXPÕE FOTOGRAFIA SOBRE AS RUÍNAS DE CONÍMBRIGA

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publicado por Carlos Gomes às 20:26
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Segunda-feira, 24 de Outubro de 2016
ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA EXPÕE "ROSTOS DE TIMOR"

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publicado por Carlos Gomes às 19:45
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Quarta-feira, 12 de Outubro de 2016
SEM-ABRIGO DESAFIADOS A FOTOGRAFAR O PORTO RECEBEM AS MÁQUINAS DIA 17 NO DIA MUNDIAL PARA A ERRADICAÇÃO DA POBREZA E DOS SEM-ABRIGO

As 15 pessoas sem-abrigo que aceitaram o repto da Dreambooks para fotografar a cidade do Porto vão receber as suas máquinas fotográficas na próxima segunda-feira, dia 17 de outubro, às 14h30, no Instituto Português de Fotografia.

Os participantes desta iniciativa, inserida no projeto “Portugal, o Melhor Destino”, vão ainda participar num workshop ministrado por formadores do Instituto Português de Fotografia.

Depois disso, terão uma semana para a captação das imagens, finda a qual devolverão as câmaras à organização que, depois do processo de revelação das películas, irá colocar as imagens numa plataforma on-line onde as fotografias mais votadas irão integrar uma exposição no Centro Português de Fotografia.

O objetivo é a recolha de imagens que promovam a cidade do Porto enquanto destino turístico, e a primeira edição conta com o apoio da Câmara Municipal do Porto, Centro Português de Fotografia e Instituto Português de Fotografia, da Fujifilm e do Olhares.

O projeto, que prevê percorrer várias cidades do país, arranca no Porto, sendo que no próximo ano poderá ser Lisboa a recebê-lo.

A organização quer conseguir um olhar diferente sobre as cidades, ao mesmo tempo que promove a integração e valorização dos participantes, assim como a recolha de fundos que irão reverter a favor de instituições com fim social.

Recorde-se que “Portugal, o Melhor Destino” envolveu milhares de fotografias enviadas por portugueses e recebeu o certificado oficial do Guinness do maior álbum fotográfico do mundo. Com 4,5 metros de altura e 8 metros de comprimento por página , incluía 10 mil fotografias que ilustravam todas as regiões de Portugal e várias expressões da portugalidade. O objetivo foi, então, promover Portugal enquanto destino turístico, e contou com Diogo Morgado como embaixador da iniciativ

A Dreambooks é especialista na produção de álbuns digitais, presentes e produtos de decoração personalizados com fotografia.

Desde 2009, é líder do setor em Portugal, tendo uma carteira de mais de 190 mil clientes na vertente consumo, cerca de 40 mil encomendas anuais e estando já presente em mais de mil lojas de fotografia a nível nacional e em várias cadeias de lojas multi-especialistas.

A marca representa cerca de 20% do negócio do grupo LFM Corporate, a que pertence, e conta já com uma forte presença internacional.



publicado por Carlos Gomes às 11:16
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Segunda-feira, 6 de Junho de 2016
PORTUGAL HOMENAGEIA GÉRALD BLONCOURT

O Presidente da República vai condecorar com o grau de comendador da Ordem do Infante D. Henrique o fotógrafo francês de origem haitiana Gérald Bloncourt. Trata-se do fotógrafo que mais retratou a situação difícil vivida pelos portugueses nos bairros de lata periféricos da cidade de Paris, entre os anos cinquenta e setenta do século passado, contribuindo dessa forma para dar visibilidade à situação miserável em que se encontravam e contribuir para a sua mudança e melhoria das condições de vida no país de acolhimento.

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A homenagem terá lugar em Champigny, símbolo da presença portuguesa, onde aliás o associativismo das nossas gentes continua a registar presença marcante e a Rádio Alfa possui os seus estúdios a emitir diariamente para toda a comunidade portuguesa.

Apesar dos progressos entretanto verificados, a emigração continua a ser um flagelo na sociedade portuguesa. Calcula-se em mais de meio milhão o número de portugueses que nos últimos anos terá emigrado em consequência da catastrófica situação do país, da falta de emprego e perspetivas.

Partem sobretudo os mais jovens e com melhores qualificações. Para trás deixam a família e os amigos e consigo levam a saudade e a esperança do regresso. Mas, tal como sucedeu com outras gerações de emigrantes que os antecederam no exílio, acabarão por se fixar nos países de acolhimento onde começam uma nova vida e virão a educar os seus filhos.

Vendo partir os seus filhos, Portugal empobrece e despovoa-se. A partida dos jovens, somada ao acentuado declínio demográfico em breve tornará os portugueses uma espécie em extinção.

Para que a memória não se apague, publicamos algumas fotos da autoria do fotógrafo francês Gérald Blonclourt, que documentam tempos difíceis da emigração portuguesa para frança, precisamente um dos países da então CEE.

Fotos: Gérald Bloncourt / http://bloncourt.over-blog.net/

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publicado por Carlos Gomes às 14:17
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Segunda-feira, 2 de Maio de 2016
BLOGUE DE LISBOA COLABORA COM EPHÉMERA – BIBLIOTECA E ARQUIVO DE JOSÉ PACHECO PEREIRA

A fim de que possa eventualmente vir a ser útil para o estudo da nossa História contemporânea, o BLOGUE DE LISBOA passa a ceder à EPHÉMERA – Biblioteca e Arquivo de José Pacheco Pereira (https://ephemerajpp.com/) cópias digitalizadas das fotografias do seu arquivo referente a acontecimentos sociais e políticos que são objeto de notícia no blogue.

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publicado por Carlos Gomes às 10:06
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Domingo, 1 de Maio de 2016
ANTÓNIO JOSÉ SEGURO APRESENTA EM LISBOA OBRA SOBRE A EMIGRAÇÃO PORTUGUESA DA AUTORIA DO ESCRITOR DANIEL BASTOS

Lisboa recebeu apresentação do livro “Gérald Bloncourt – O olhar de compromisso com os filhos dos Grandes Descobridores”

Foi ontem apresentada em Lisboa a obra Gérald Bloncourt – O olhar de compromisso com os filhos dos Grandes Descobridores”.

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O livro, concebido e realizado pelo historiador minhoto Daniel Bastos a partir do espólio do conhecido fotógrafo que imortalizou a história da emigração portuguesa para França nos anos de 1960, foi apresentado na FNAC do Chiado, numa sessão muito participada e que esteve a cargo do professor universitário e ex-secretário-geral socialista, António José Seguro.

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Com chancela da Editora Converso, o livro traduzido para português e francês pelo docente Paulo Teixeira, e prefaciado pelo multipremiado ensaísta Eduardo Lourenço, reúne memórias, testemunhos e mais de centena e meia de fotografias originais da maior importância para a história portuguesa do último meio século. 

No decurso da sessão, António José Seguro, que enalteceu as qualidades humanas e intelectuais do historiador e escritor Daniel Bastos, qualificou a obra como sendo um relevante contributo para a história e memória da emigração portuguesa da segunda metade do séc. XX.

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A sessão de apresentação em Lisboa incluiu a inauguração de uma exposição fotográfica evocativa da ligação de Gérald Bloncourt a Portugal, que estará durante os próximos três meses patente ao público no Fórum da FNAC - Chiado.

Refira-se que no dia 12 maio (quinta-feira), às 18h30, o livro será apresentado no Consulado de Portugal em Paris, numa sessão aberta à numerosa comunidade portuguesa radicada na capital francesa, e que contará com a presença do fotógrafo que seguiu durante trinta anos a vida dos portugueses em França.

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publicado por Carlos Gomes às 22:31
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Sábado, 30 de Abril de 2016
ESCRITOR FAFENSE DANIEL BASTOS APRESENTA HOJE EM LISBOA O LIVRO SOBRE GÉRALD BLONCOURT E A EMIGRAÇÃO PORTUGUESA

Apresentação do livro “Gérald Bloncourt – O olhar de compromisso com os filhos dos Grandes Descobridores” na capital portuguesa

É hoje apresentado em Lisboa a obra “Gérald Bloncourt – O olhar de compromisso com os filhos dos Grandes Descobridores”.

Gérald Bloncourt ladeado pelo historiador Daniel

O livro, concebido pelo escritor e historiador Daniel Bastos a partir do espólio do conhecido fotógrafo que imortalizou a história da emigração portuguesa para França nos anos de 1960, é apresentada às 17h00 na FNAC do Chiado.

A apresentação do livro com chancela da Editora Converso, uma edição bilingue traduzida para português e francês pelo docente Paulo Teixeira, que conta com prefácio do multipremiado pensador Eduardo Lourenço, estará a cargo do professor universitário e ex-secretário-geral socialista, António José Seguro.

Capa do Livro

Além das fotografias históricas que Gérald Bloncourt captou sobre a vida dos emigrantes portugueses nos bidonvilles dos arredores de Paris, a obra reúne igualmente memórias, testemunhos e imagens originais que o fotógrafo francês de origem haitiana realizou durante a sua primeira viagem a Portugal na década de 1960, onde retratou o quotidiano das cidades de Lisboa, Porto e Chaves, assim como as da viagem a “salto” que fez com emigrantes portugueses além Pirenéus, e as das comemorações do 1.º de Maio de 1974 em Lisboa.

Segundo Daniel Bastos, investigador da nova geração de historiadores portugueses com um percurso literário alicerçado junto das comunidades portuguesas, a edição do espólio fotográfico de Gérald Bloncourt, composto por um conjunto de centena e meia de imagens da maior importância para a história portuguesa do último meio século, é “um convite a uma viagem de redescoberta de um país e de um povo entre os povos”.

Refira-se que a obra é patrocinada por duas dezenas de empresas representativas do tecido socioeconómico luso-francês, e que a sessão de apresentação em Lisboa incluirá a abertura de uma exposição fotográfica evocativa da ligação de Gérald Bloncourt a Portugal, que está a circular pelos diversos espaços da FNAC no território nacional.

Ainda no último Festival das Migrações, das Culturas e da Cidadania, um dos eventos culturais e literários de referência no panorama europeu, que decorre anualmente em Março no Luxemburgo, o livro foi uma das obras em destaque e alvo dos mais rasgados elogios das comunidades portuguesas.

Contra-capa do Livro



publicado por Carlos Gomes às 00:00
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Sábado, 23 de Abril de 2016
ESCRITOR DANIEL BASTOS APRESENTA EM LISBOA LIVRO SOBRE GÉRALD BLONCOURT E A EMIGRAÇÃO PORTUGUESA

Apresentação do livro “Gérald Bloncourt – O olhar de compromisso com os filhos dos Grandes Descobridores” na capital portuguesa

No próximo dia 30 de abril (sábado), é apresentada em Lisboa a obra Gérald Bloncourt – O olhar de compromisso com os filhos dos Grandes Descobridores”.

Gérald Bloncourt ladeado pelo historiador Daniel

O livro, concebido pelo escritor e historiador Daniel Bastos a partir do espólio do conhecido fotógrafo que imortalizou a história da emigração portuguesa para França nos anos de 1960, é apresentada às 17h00 na FNAC do Chiado.

A apresentação do livro com chancela da Editora Converso, uma edição bilingue traduzida para português e francês pelo docente Paulo Teixeira, que conta com prefácio do multipremiado pensador Eduardo Lourenço, estará a cargo do professor universitário e ex-secretário-geral socialista, António José Seguro.

Capa do Livro

Além das fotografias históricas que Gérald Bloncourt captou sobre a vida dos emigrantes portugueses nos bidonvilles dos arredores de Paris, a obra reúne igualmente memórias, testemunhos e imagens originais que o fotógrafo francês de origem haitiana realizou durante a sua primeira viagem a Portugal na década de 1960, onde retratou o quotidiano das cidades de Lisboa, Porto e Chaves, assim como as da viagem a “salto” que fez com emigrantes portugueses além Pirenéus, e as das comemorações do 1.º de Maio de 1974 em Lisboa.

Segundo Daniel Bastos, investigador da nova geração de historiadores portugueses com um percurso literário alicerçado junto das comunidades portuguesas, a edição do espólio fotográfico de Gérald Bloncourt, composto por um conjunto de centena e meia de imagens da maior importância para a história portuguesa do último meio século, é “um convite a uma viagem de redescoberta de um país e de um povo entre os povos”.

Refira-se que a obra é patrocinada por duas dezenas de empresas representativas do tecido socioeconómico luso-francês, e que a sessão de apresentação em Lisboa incluirá a abertura de uma exposição fotográfica evocativa da ligação de Gérald Bloncourt a Portugal, que está a circular pelos diversos espaços da FNAC no território nacional.

Ainda no último Festival das Migrações, das Culturas e da Cidadania, um dos eventos culturais e literários de referência no panorama europeu, que decorre anualmente em Março no Luxemburgo, o livro foi uma das obras em destaque e alvo dos mais rasgados elogios das comunidades portuguesas.

Contra-capa do Livro



publicado por Carlos Gomes às 16:11
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Quarta-feira, 13 de Abril de 2016
MISERICÓRDIA DE LISBOA LANÇA CONCURSO DE FOTOGRAFIA

Santa Casa da Misericórdia de Lisboa lança concurso de fotografia dedicado ao Jubileu da Misericórdia. Candidaturas até 9 de maio

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML) lança um concurso de fotografia dedicado ao Jubileu Extraordinário da Misericórdia, com o tema “Olhares de Misericórdia na Cidade”. O objetivo é demonstrar, através da fotografia, como o conceito de “Misericórdia” é um valor universal presente no dia-a-dia das pessoas, assinalando assim as comemorações deste ano Jubilar. As candidaturas decorrem até ao dia 9 de maio.

Através desta iniciativa, a Santa Casa visa celebrar a Misericórdia, lançando o desafio a todos os interessados pela fotografia – profissionais e amadores com mais de 18 anos – para que ilustrem em registo fotográfico, “gestos, momentos ou situações” do quotidiano onde a “Misericórdia”, na sua dimensão espiritual e/ou humana, esteja presente.

António Pedro Ferreira e Mário Cruz são dois dos elementos que integram o júri deste concurso pela elevada reputação e provas dadas nesta área da fotografia, não só a nível nacional como internacionalmente.

Os três melhores trabalhos serão distinguidos com um prémio no valor de 3000€, 2000€ e 1000€, respetivamente, em material fotográfico. Por sua vez, os três primeiros prémios terão, igualmente, o seu trabalho exposto num edifício de Lisboa.

Os trabalhos vencedores serão conhecidos até ao final de junho, e divulgados no site da SCML www.scml.pt, onde está disponível toda a informação sobre o concurso e o respetivo regulamento.

O concurso insere-se no programa de atividades desenvolvido pela Santa Casa para assinalar o Jubileu Extraordinário: Ano Santo da Misericórdia, que decorre até 20 de novembro deste ano, promovendo assim um dos valores fundadores da SCML refletido na sua missão de acolher, cuidar e apoiar os que mais necessitam.



publicado por Carlos Gomes às 14:11
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Segunda-feira, 22 de Fevereiro de 2016
EXPOSIÇÃO COLETIVA APRESENTA EM LISBOA FOTOGRAFIA, PINTURA E ESCULTURA

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publicado por Carlos Gomes às 10:22
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Sábado, 5 de Dezembro de 2015
LIVRO “GÉRALD BLONCOURT – O OLHAR DE COMPROMISSO COM OS FILHOS DOS GRANDES DESCOBRIDORES” LANÇADO EM PORTUGAL

Teve ontem lançamento em Fafe o livro Gérald Bloncourt – O olhar de compromisso com os filhos dos Grandes Descobridores”.

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A obra, concebida e realizada pelo historiador português Daniel Bastos a partir do espólio do conhecido fotógrafo que imortalizou a história da emigração portuguesa para França nos anos 60, foi apresentada em Fafe, cidade que alberga o Museu das Migrações e das Comunidades, numa sessão que encheu por completo o auditório da Biblioteca Municipal e que esteve a cargo da conhecida socióloga das migrações Maria Beatriz Rocha – Trindade.

Além das imagens históricas que o fotógrafo de 89 anos captou sobre a vida dos emigrantes portugueses nos bidonvilles de Paris, que já integraram várias exposições em Portugal e França, a obra traduzida para português e francês pelo docente Paulo Teixeira, e prefaciada pelo consagrado ensaísta e pensador Eduardo Lourenço, reúne memórias, testemunhos e mais de centena e meia de fotografias originais da maior importância para a história portuguesa do último meio século.

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Impossibilitado de estar presente na sessão de lançamento, o fotógrafo francês, cavaleiro da Ordem Nacional da Legião de Honra francesa, a mais alta distinção civil de França, enviou uma mensagem afirmando: “as fotografias do livro do meu amigo Daniel Bastos são testemunho da aventura extraordinária que passei ao lado dos emigrantes portugueses que partiram para França entre 1954 e 1974. Agradeço ao Daniel Bastos, ao Paulo Teixeira, ao Eduardo Lourenço, à Conceição Tina, à Maria Beatriz Rocha-Trindade, e a todos que apoiaram este livro de registo de momentos inesquecíveis de dignidade e fraternidade com os filhos dos grandes descobridores”.

No decurso da sessão, Maria Beatriz Rocha – Trindade, autora de uma vasta bibliografia internacional sobre matérias relacionadas com as migrações, afirmou que embora sendo um olhar retrospetivo sobre o fenómeno da emigração portuguesa, a obra mantém plena atualidade e pertinência perante o drama dos migrantes e refugiados que comove a Europa.

Refira-se que a obra é patrocinada por duas dezenas de empresas representativas do tecido socioeconómico luso-francês. Como o Hipermercado E.Leclerc, rede de hipermercados de origem francesa que irá comercializar a obra em várias superfícies comerciais em Portugal, estando agendado para 12 de dezembro (sábado) a apresentação do livro no E.Leclerc de Chaves, distrito de Vila Real.

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O livro será também comercializado pela cadeia de lojas FNAC, estando agendado para 19 dezembro (sábado) às 21h00 a apresentação da obra na FNAC em Guimarães, e no dia 22 de janeiro (sábado) às 21h30 na FNAC em Braga, sessão que assinalará a inauguração de uma exposição fotográfica evocativa da ligação de Gérald Bloncourt a Portugal e que circulará de três em três por todos os espaços culturais da FNAC no território nacional.

No início de 2016 estão agendadas várias sessões de apresentação da obra junto das comunidades portuguesas residentes no estrangeiro, em particular da numerosa comunidade portuguesa radicada em Paris, uma sessão carregada de grande simbolismo que contará com a presença do fotógrafo que durante mais de vinte anos escreveu com luz a vida dos portugueses em França e em Portugal.

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publicado por Carlos Gomes às 22:10
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Quinta-feira, 17 de Setembro de 2015
CONVENTO DOS CARDAES EXPÕE FOTOGRAFIA DE RICARDO JUNQUEIRA



publicado por Carlos Gomes às 13:00
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Sexta-feira, 4 de Setembro de 2015
MOITA EXPÕE FOTOGRAFIAS DE ANA TEIXEIRA

Exposição de fotografia “Romarias Aqui no Coração da Vida”

A partir do dia 10 de setembro e até ao dia 8 de outubro, a Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça, na Moita, vai receber a exposição de fotografia “Romarias Aqui no Coração da Vida”, de Ana Teixeira.

Nesta mostra, vão estar expostas fotografias das imagens de Nossa Srª da Boa Viagem, padroeira da Moita, e de Nossa Srª D’Aires, padroeira de Viana do Alentejo, além de muitas outras que nos transportam ao simbolismo do sagrado e do profano muito presente nas romarias que a artista captou através da sua objetiva.

No dia 19 de setembro, está agendada para as 15:30h, uma visita guiada à exposição, pela artista Ana Teixeira, seguida de uma mesa redonda sobre o sagrado e o profano, temas principais desta mostra, uma iniciativa aberta ao público em geral.

A exposição “Romarias Aqui no Coração da Vida” pode ser visitada no horário normal da biblioteca: de terça-feira a sábado, das 10:00h às 19:00h.

A entrada é gratuita.



publicado por Carlos Gomes às 16:12
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Quinta-feira, 3 de Setembro de 2015
MOITA REALIZA MARATONA FOTOGRÁFICA

Inscrições abertas para 10º Raid Fotográfico da Moita

Para assinalar o Dia Mundial do Turismo, a Câmara Municipal da Moita volta a promover, no dia 12 de setembro, a partir das 10:00h, o Raid Fotográfico da Moita, já na sua 10ª edição.

O Raid Fotográfico da Moita é aberto à participação de todos os amantes da fotografia amadora, bastando inscrever-se, gratuitamente, até ao dia 10 de setembro, no Posto de Turismo Municipal (Rua Machado Santos, n.º 35, Moita), através do T: 210852340 ou do email: sec.turismo@mail.cm-moita.pt.

O vencedor desta 10ª edição, selecionado por um júri constituído por um representante do executivo municipal e por profissionais da área da fotografia, do turismo e do design, irá receber um prémio pecuniário, no valor de 500 euros, e as menções honrosas serão distinguidas com 50 euros. Os trabalhos vencedores serão divulgados no dia 17 de outubro, pelas 16:00h, no Posto de Turismo Municipal, em simultâneo com a abertura da exposição das fotografias premiadas e selecionadas.

Consulte o regulamento em www.cm-moita.pt.



publicado por Carlos Gomes às 18:41
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Domingo, 3 de Maio de 2015
EM 1927, O ELÉTRICO PASSAVA JUNTO DA ESTAÇÃO DE COMBÓIOS DE SINTRA

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Terça-feira, 31 de Março de 2015
MOITA EXPÕE FOTOGRAFIAS DE EDUARDO GAGEIRO

“Eduardo Gageiro – 40 Fotos nos 40 Anos do 25 de Abril” para ver na Biblioteca da Moita

Entre 7 de abril e 9 de maio, a Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça, na Moita, vai receber a exposição “Eduardo Gageiro – 40 Fotos nos 40 Anos do 25 de Abril”, cedida pela Associação de Municípios da Região de Setúbal.

Eduardo Gageiro é um dos mais conceituados fotógrafos portugueses que, como poucos, captou o pulsar da Revolução de Abril, o festejar da Liberdade, o fim da guerra colonial, a consagração de direitos essenciais dos cidadãos e as transformações socioeconómicas no nosso país.

A exposição inclui esses momentos que conseguiu capturar com a sua máquina, imagens a preto e branco cheias de história e significado.

Esta mostra fotográfica pode ser visitada de terça-feira a sábado, das 10:00h às 19:00h.

A entrada é gratuita.

Eduardo Gageiro 40 fotos...



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Domingo, 29 de Março de 2015
EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA DE CARLOS RELVAS NO MUSEU MUNICIPAL DE OURÉM MOSTRA TRAJES TRADICIONAIS PORTUGUESES

Exposição inclui fotografias de trajes tradicionais de várias regiões do país

“Traje encenado” é o tema da exposição temporária que o Museu Municipal de Ourém – Casa do Administrador inaugurou hoje, mostrando fotografias produzidas em ambiente de estúdio retratando diversos trajes tradicionais portugueses, mormente na região de Ourém.

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A Chefe da Divisão de Ação Cultural do Município de Ourém, Drª Ana Saraiva, fez a apresentação da exposição e seus objetivos, realçando a riqueza patrimonial do concelho de Ourém dada a sua localização privilegiada na confluência de diferentes regiões geo-etnográficas, anunciando ainda a realização próxima de novas iniciativas a envolver os agrupamentos folclóricos do concelho.

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Além das fotografias, encenados e fotografados em estúdio por Carlos Relvas entre finais do século XIX e inícios do século XX a exposição inclui representações nacionais de trajes que comunicam com indumentárias de trajes de Ourém, recriados por oito grupos de ranchos folclóricos do concelho, exibidos nas suas atuações.

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A exposição conta com a participação da Casa-Estúdio Carlos Relvas, na Golegã, e de todos os ranchos folclóricos ativos em Ourém, concretamente o Rancho Folclórico da Casa do Povo de Fátima, Rancho Folclórico Lírios do Nabão – Freixianda, Rancho Folclórico Rosas de Portugal – Freixianda, Rancho Folclórico Lírios do Campo – Nossa Senhora da Piedade, Rancho Folclórico Os Moleiros da Ribeira – Olival, Grupo de Danças e Cantares Lagoense – Nossa Senhora das Misericórdias, Rancho Folclórico Os Camponeses – Ribeira do Fárrio e o Rancho Folclórico Verde Pinho – Rio de Couros.

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A exposição poderá ser visitada de terça a domingo das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00, na Casa do Administrador - Museu Municipal de Ourém.

Nascido na Golegã em 1838, Carlos Relvas foi além de agricultor, desportista e toureiro um notável fotógrafo que se distinguiu em Portugal e no estrangeiro, possuindo muitos dos seus trabalhos publicados em revistas da época como “O Occidente”, “Branco e Negro” e “Boletim Fotográfico”. Era pai do político José Relvas a quem coube a proclamação do regime republicano, na varanda dos Paços do Concelho, em Lisboa, em 5 de outubro de 1910.

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publicado por Carlos Gomes às 23:37
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Terça-feira, 14 de Outubro de 2014
MOITA EXPÕE TRABALHOS VENCEDORES DO RAID FOTOGRÁFICO

Trabalhos vencedores do Raid Fotográfico em exposição no Posto de Turismo

A entrega de prémios do 9º Raid Fotográfico da Moita teve lugar, no dia 11 de outubro, no Posto de Turismo da Moita. Em paralelo, decorreu a inauguração da exposição com uma mostra de vários trabalhos selecionados dos diferentes participantes.

Foto do Portfólio vencedor

O júri, que integrou na sua composição um representante do executivo municipal e profissionais da área do turismo, fotografia e design deliberou atribuir os seguintes prémios:

Vencedor:

António José Calado de Sousa (Alcochete)

Prémio  pecuniário no valor de 250 euros

Menção Honrosa:

João Carlos da Silva Ramos (Alhos Vedros)

Prémio pecuniário no valor de 25 euros

A mostra de trabalhos do 9º Raid Fotográfico da Moita vai estar patente, na Galeria de Exposições do Posto de Turismo Municipal, na Moita, até dia 31 de outubro, e pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 9:00h às 12:30h e das 14:00h às 18:00h.

Foto do Portfólio da Menção Honrosa



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Quarta-feira, 10 de Setembro de 2014
MOITA EXPÕE FOTOGRAFIA DE MANUEL GARDET

De 12 a 27 de setembro. Exposição “Não Atirem Flores ao Rio” para ver na Biblioteca da Moita

No dia 12 de setembro, às 18:00h, vai ser inaugurada na Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça, na Moita,exposição de fotografia “Não Atirem Flores ao Rio”, de Manuel Justo Gardete.

Fonte CMMoita - Exposição Não Atirem Flores ao

Assim como as Festas em Honra de Nossa Srª da Boa Viagem são para as gentes da Moita, também as três festas religiosas – Sr. do Bonfim, Sra. da Troia e Srª da Arrábida – são para os pescadores de Setúbal e as suas famílias, uma ocasião de (re)encontro anual, de convívio e de celebração das tradições associadas às suas culturas marítimas e fluviais.

Esta mostra é composta por 36 imagens, captadas entre 2004 e 2012, e vai contar também com um diaporama com cerca de 10 minutos.

Manuel Justo Gardete, médico e munícipe de Setúbal, desde sempre que se mostrou um amante da natureza e das riquezas do património, sendo a fotografia a sua forma preferida de registo das viagens, do mar, do património natural e imaterial que o inspiram.

A mostra fotográfica “Não Atirem Flores ao Rio” pode ser visitada até ao dia 27 de setembro.



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Sábado, 6 de Setembro de 2014
MUNICÍPIO DA MOITA ORGANIZA RAID FOTOGRÁFICO

Inscrições abertas para 9º Raid Fotográfico da Moita

Até ao dia 18 de setembro, estão a decorrer as inscrições para participar no 9º Raid Fotográfico da Moita, uma iniciativa promovida pela Câmara Municipal da Moita, no âmbito das Comemorações do Dia Mundial do Turismo, que se irá realizar a 20 de setembro. Estimular a criatividade no âmbito da arte fotográfica, sensibilizar para a capacidade de observação do meio envolvente e incentivar a promoção turística do concelho da Moita são os principais objetivos do Raid Fotográfico da Moita.

O Raid Fotográfico está aberto à participação, gratuita, de todos os amantes da fotografia (exceto fotógrafos profissionais) que possuam uma câmara fotográfica digital. As inscrições podem ser efetuadas no Posto de Turismo Municipal, pelo telefone 210852340 ou através do email: sec.turismo@mail.cm-moita.pt, fornecendo o nome, contacto telefónico e endereço de correio eletrónico. Os temas a fotografar serão divulgados no dia do Raid Fotográfico e cada participante deverá selecionar até seis imagens digitais, no máximo, para entregar a concurso.

Os vencedores serão divulgados no dia 11 de outubro, pelas 16:00h, no Posto de Turismo Municipal, em simultâneo com a inauguração da exposição de todas as fotografias selecionadas pelo júri que estarão patentes até ao dia 31 de outubro.

Ao primeiro lugar, será atribuído um prémio pecuniário, no valor de 250 euros e as menções honrosas terão um valor individual de 25 euros. Serão ainda sorteados três bilhetes duplos para um passeio pelo Tejo a bordo do varino municipal “O Boa Viagem” para os participantes não premiados que estejam presentes na cerimónia de divulgação dos premiados (dia 11 de outubro, pelas 16:00h, no Posto de Turismo Municipal).

Para mais informações, contacte o Posto de Turismo da Moita, através do telefone 210852340.



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Quinta-feira, 4 de Setembro de 2014
MARINHA LANÇA DESAFIO FOTOGRÁFICO

FDFG | FRAGATA D. FERNANDO II E GLÓRIA

Estão abertas as inscrições para o desafio fotográfico 2014 "Novas Perspectivas, Outros Olhares". Integrado nas " Jornadas Europeias do Património" este desafio pretende levar o visitante a descobrir novas prespectivas da Fragata D. Fernando II e Glória.

As melhores fotos ficarão patentes, no Museu de Marinha, em exposição a inaugurar a 26 de Setembro.

Aceite este desafio!

Para mais informações, consulte as normas em:http://museu.marinha.pt/pt/noticias/Paginas/Desafio_Fotográfico_2014.aspx



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Terça-feira, 2 de Setembro de 2014
EM 1966, FOTÓGRAFO NUNES GARCIA REGISTOU OS BRASÕES FLORAIS DA PRAÇA DO IMPÉRIO

As imagens datam de 1966 e registam os brasões florais dos jardins históricos da Praça do Império. As fotos são da autoria de Nunes Garcia e pertencem ao Arquivo Municipal de Lisboa.

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MANUEL GARDETE EXPÕE FOTOGRAFIA NA MOITA

De 12 a 27 de setembro. Exposição “Não Atirem Flores ao Rio” para ver na Biblioteca da Moita

No dia 12 de setembro, às 18:00h, vai ser inaugurada na Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça, na Moita,exposição de fotografia “Não Atirem Flores ao Rio”, de Manuel Justo Gardete.

Fonte CMMoita - Exposição Não Atirem Flores ao

Assim como as Festas em Honra de Nossa Srª da Boa Viagem são para as gentes da Moita, também as três festas religiosas – Sr. do Bonfim, Sra. da Troia e Srª da Arrábida – são para os pescadores de Setúbal e as suas famílias, uma ocasião de (re)encontro anual, de convívio e de celebração das tradições associadas às suas culturas marítimas e fluviais.

Esta mostra é composta por 36 imagens, captadas entre 2004 e 2012, e vai contar também com um diaporama com cerca de 10 minutos.

Manuel Justo Gardete, médico e munícipe de Setúbal, desde sempre que se mostrou um amante da natureza e das riquezas do património, sendo a fotografia a sua forma preferida de registo das viagens, do mar, do património natural e imaterial que o inspiram.

A mostra fotográfica “Não Atirem Flores ao Rio” pode ser visitada até ao dia 27 de setembro.



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Segunda-feira, 1 de Setembro de 2014
EM 1961, CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA INAUGUROU OS BRASÕES FLORAIS NOS JARDINS HISTÓRIOS DA PRAÇA DO IMPÉRIO

Os brasões florais dos jardins da Praça do Império que agora o Município de Lisboa pretende destruir, foram inaugurados pela Câmara Municipal de Lisboa em 1961.

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As imagens registam o momento em que o então Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Vitorino França Borges, acompanhado da vereação e outras entidades, procedeu à inauguração da exposição dos escudos das capitais dos distritos executados em mosaicultura.

Nas fotos, distinguem-se a Conservadora Chefe dos Museus Municipais de Lisboa, Julieta Ferrão; o Diretor de Serviços de Abastecimento da Câmara Municipal de Lisboa, Julieta Ferrão e o Vice-presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Aníbal David.

Algumas imagens registam também o momento em que o Presidente da autarquia agradece aos jardineiros municipais.

As fotos são da autoria de Armando Serôdio e pertencem ao Arquivo Municipal de Lisboa.

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Domingo, 31 de Agosto de 2014
EM 1971, MUNICÍPIO DE LISBOA CUIDAVA COM ZELO OS JARDINS HISTÓRICOS DA PRAÇA DO IMPÉRIO

As fotos datam de 1971 e mostram a extraordinária beleza dos jardins históricos da Praça do Império e a forma como eram zelosamente cuidados pelos jardineiros ao serviço da Câmara Municipal de Lisboa.

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Uma das imagens regista o aspeto magnífico do relógio de sol ali existente, atualmente irreconhecível devido ao desmazelo dos serviços camarários e, a avaliar pelas declarações feitas pelo vereador responsável pelo pelouro das zonas verdes, um alvo a abater por considerar desatualizado…

As fotos são da autoria de Joaquim Pereira Silvestre e pertencem ao Arquivo Municipal de Lisboa

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EM 1973, ARQUIVISTAS AMERICANOS CONTEMPLAM OS BRASÕES DA PRAÇA DO IMPÉRIO

A foto data de 1973 e mostra um grupo de elementos da Sociedade de Arquivistas Americanos admirando os brasões da Praça do Império, por ocasião da visita que efetuaram à Câmara Municipal de Lisboa.

A foto, de autor não identificado, pertence ao Arquivo Municipal de Lisboa.

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Domingo, 24 de Agosto de 2014
FOTÓGRAFOS “UP SKIRT” PERSEGUEM O FOLCLORE

Como qualquer outra forma de expressão artística, a fotografia também não constitui uma arte inocente. O ângulo captado pelo fotógrafo destina-se a dar-nos uma perspetiva da realidade ou seja, a realidade segundo o seu ponto de vista. Ao tempo da Itália fascista, era usual os fotógrafos retratarem Mussolini a partir de baixo, dando-nos a ideia de uma figura monumental, numa grandeza apenas comparável à imponência da maior parte das esculturas existentes em Roma.

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A partir de meados do século passado, os regimes autoritários como o Estado Novo fizeram do folclore, uma das vertentes da promoção turística. A acompanhar as mudanças de hábitos da moda que foram reduzindo o tamanho das saias das mulheres, surgiu então o “folclore” do tipo bilhete-postal para vender ao turista a exibir as “sete saias” da Nazaré e os saiotes das minhotas. Tratou-se do aparecimento de uma tendência fotográfica que tornou-se atualmente viral na internet e é identificada por “up skirt” que significa literalmente “por baixo da saia”.

Existindo na arte uma correspondência entre a forma e o conteúdo, ninguém espera na exibição de um grupo folclórico vir a assistir a um espetáculo erótico, por mais atraentes que sejam os seus atores, uma vez que este se destina a reconstituir, com o maior rigor possível, costumes que correspondem a mentalidades diferentes das que atualmente existem.

Sucede que, à época que começou a utilizar-se tal maneira de fotografar, pretendia-se realçar o aspeto estético sem curar da autenticidade que deve estar sempre presente na representação etnográfica. Mas, nos tempos que correm, os fotógrafos “up skirt” tornaram-se uma praga e a publicação das suas imagens compromete o trabalho desenvolvido por muitos grupos folclóricos. É que, o “up skirt” não constitui apenas uma maneira errada de fotografar o folclore mas corresponde sobretudo a uma tara sexual facilmente identificável na internet e que não poupa sequer o espetáculo da cultura tradicional. Cabe aos responsáveis dos grupos providenciar as medidas necessárias para que o seu trabalho não fique conspurcado por tais fotógrafos, nomeadamente calculando a altura dos palcos e, sobretudo, a forma como se apresentam e exibem os seus componentes.

Carlos Gomes / http://www.folclore-online.com/



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Terça-feira, 29 de Julho de 2014
CARRIS E METROPOLITANO DE LISBOA INAUGURAM EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA

A exposição relativa à 2ª Maratona Fotográfica Carris/Metro é inaugurada amanhã, dia 30 de Julho, às 17h30, no Museu da Carris

A CARRIS e o METROPOLITANO DE LISBOA (ML) inauguram amanhã, dia 30 de julho, às 17.30h, no Museu da CARRIS, a mostra dos trabalhos premiados da 2.ª Maratona Fotográfica CARRIS/METRO, iniciativa que decorreu no passado dia 17 de maio, sob o lema “Mostre o lado mais cool da CARRIS e do METRO”.

Esta iniciativa visa sensibilizar e estimular o “olhar” dos participantes para o universo dos transportes públicos e reunir um considerável número de fotografias sobre a CARRIS e o ML.

Este ano foram recebidas 400 fotografias no âmbito do concurso, evidenciando uma resposta positiva por parte da comunidade de fotógrafos amadores e profissionais ao apelo lançado pela CARRIS e pelo ML através desta ação.

A 2ª Maratona Fotográfica CARRIS/METRO contou com o apoio das empresas J. Valles, da revista “O Mundo da Fotografia Digital”, da Olhares, do IADE e da Vá Viagens.

Esta exposição estará patente no Museu da CARRIS até ao final do mês de agosto, e, posteriormente, numa estação do ML, em data e local a indicar oportunamente.



publicado por Carlos Gomes às 19:17
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Sexta-feira, 18 de Julho de 2014
MARCHA DA MADRAGOA EM 1955

A imagem retrata a atuação da marcha da Madragoa, no Pavilhão dos Desportos, atual Pavilhão Carlos Lopes, em 1955. A foto foi produzida por Judah Benoliel e pertence ao Arquivo Municipal de Lisboa onde se encontra o negativo de gelatina e prata em acetato de celulose.



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Sábado, 17 de Maio de 2014
MERCADO DA PRAÇA DA FIGUEIRA NOS FINAIS DO SÉCULO XIX

A imagem mostra o mercado da Praça da Figueira, no lado da rua da Betesga, em Lisboa, nos finais do século XIX. A foto pertence ao Centro Português de Fotografia.



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Sexta-feira, 9 de Maio de 2014
AQUEDUTO DAS ÁGUAS LIVRES E VALE DE ALCÂNTARA EM MEADOS DO SÉCULO XIX

A imagem mostra o aqueduto das Águas Livres sobre o Vale de Alcântara, em Lisboa. A foto data entre 1858 e pertence ao Centro Português de Fotografia.

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Segunda-feira, 5 de Maio de 2014
AMADORA NOS COMEÇOS DO SÉCULO XX

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A imagem mostra a inauguração de um campo de futebol na Amadora, nos começos do século XX. A foto é de Joshua Benoliel e pertence ao Arquivo Municipal de Lisboa



publicado por Carlos Gomes às 23:15
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ALCOCHETE EM MEADOS DO SÉCULO XX

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A imagem mostra o cais de Alcochete em meados do século passado. A fotografia é da autoria de Eduardo Portugal e pertence ao Arquivo Fotográfico de Lisboa.



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Quarta-feira, 23 de Abril de 2014
DESCARGA DE CARVÃO NO PORTO DE LISBOA

A imagem regista a descarga de carvão no porto de Lisboa, durante a Segunda Guerra Mundial, um trabalho árduo executado por mulheres.

A foto foi produzida em março de 1942 e pertence ao Arquivo da Fundação Mário Soares.

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Domingo, 20 de Abril de 2014
MOSTRA FOTOGRÁFICA SOBRE O CONVENTO DAS TRINAS DO MOCAMBO PATENTE AO PÚBLICO ATÉ AO FINAL DO MÊS

O Instituto Hidrográfico realiza uma Mostra Fotográfica subordinada ao tema “Um Lugar de Memória: Convento das Trinas do Mocambo”.

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Esta mostra insere-se nas comemorações do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios e pretende dar a conhecer diferentes fases do Convento das Trinas durante a primeira metade do século XX. A exposição é aberta ao público e pode ser visitada nos dias úteis, de 10 a 30 de abril, entre as 10 às 18 horas, até ao final do mês de abril.

O Instituto Hidrográfico localiza-se na rua das Trinas, 49, na zona da antiga freguesia de Santos-o-Velho.



publicado por Carlos Gomes às 18:54
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Sábado, 19 de Abril de 2014
LISBOA E TEJO NA PERSPETIVA DE ARTUR PASTOR

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publicado por Carlos Gomes às 02:43
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Sexta-feira, 18 de Abril de 2014
EDUARDO GAGEIRO FOI O FOTÓGRAFO DA REVOLUÇÃO

Há quarenta anos, mal o sol despontava no horizonte, o fotógrafo Eduardo Gageiro acompanhou as operações militares que levaram ao derrube do anterior regime político. Ele próprio o descreve quando afirma “Fui avisado e avancei”, lembrando que o capitão Salgueiro Maia o autorizou a segui-lo “com risco de vida”.

“O 25 de Abril foi uma esperança. Foi o dia mais feliz da minha vida. Senti que as pessoas iriam ter uma vida melhor, falar livremente. Mas é triste porque aquele dia magnífico foi uma esperança que não se concretizou. Muitas pessoas continuam a viver mesmo muito mal. Outros enriquecem e vivem no luxo. Deixou de haver vergonha", lamenta.

Eduardo Gageiro anda sempre com a máquina fotográfica, uma companhia permanente que hoje, como antes, "continua a ser um instrumento de denúncia e de protesto".

Chegou a ser preso pela PIDE, a polícia política da ditadura de Salazar, por exibir no estrangeiro "imagens dos humildes e da miséria do país", recordou.

"Ainda hoje penso que esta profissão (fotojornalismo) é muito nobre e pode ajudar as pessoas. O que está aqui [na exposição] foi feito com o coração e é o meu contributo", disse, manifestando um agradecimento aos habitantes de Sacavém, onde nasceu, em 1935.

Foi na antiga fábrica de cerâmica local que Gageiro começou a trabalhar, ainda muito jovem, e foi nessa altura que lhe despertou a paixão pela fotografia, captando imagens dos funcionários.

Como fotojornalista iniciou atividade no "Diário Ilustrado", e também colaborou com o "Diário de Notícias" e o "Século Ilustrado". Recebeu mais de 300 prémios de todo o mundo, incluindo o 2º lugar na categoria Retratos do World Press Photo. Em 2004, foi condecorado com a Ordem do Infante D. Henrique.

Eduardo Gageiro nasceu em Sacavém, em 1935, tendo começado a sua atividade como repórter fotográfico em 1957 no Diário Ilustrado.

No momento em que se assinala o 40º aniversário do 25 de abril de 1974, é da mais elementar justiça lembrar aqui aquele a quem devemos porventura os melhores registos fotográficos do acontecimento histórico, publicando inclusive uma foto de nossa autoria.

Fonte: http://rr.sapo.pt/



publicado por Carlos Gomes às 17:43
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