Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Terça-feira, 4 de Julho de 2017
GRAND’IDEIA LANÇA “ESCAPE DINNER”

“Descobre a receita para sobreviver!”

E se, de repente, um terrível vírus escapasse da segurança de um laboratório e contaminasse a Terra e só alguns “escolhidos” pudessem ter acesso à cura? Este é o ponto de partida dos “Escape Dinner” que a Grand’ideia vai organizar mensalmente, a partir de dia 14 de Julho, no restaurante Casa do Chef, em Lisboa. Um delicioso jogo de entretenimento, onde os enigmas são decifrados de faca e garfo.

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Depois de anos a sermos preparados por inúmeras séries televisivas, agora é real! Um terrível vírus contaminou a Terra e ameaça por fim à vida como a conhecemos. A infeção é uma certeza a não ser que se consiga aceder ao antídoto… Mas este só estará disponível para alguns e para ganhar esse direito, todos terão de cumprir desafios e provar que são “os escolhidos” para salvar a Terra.

A Grand’ideia volta a inovar e lança um novo conceito “dinner and a show”, onde se troca uma sala escura e cheia de desafios, por um jantar misterioso, onde as pistas são confecionadas pelo Chef Jorge Rodrigues e servidas ao público em jeito de enigma.

Os formatos de teatro imersivos e interativos são, cada vez mais, uma tendência a nível global e, em Portugal, já são milhares os fãs deste tipo de entretenimento. Convoque os seus amigos especialistas em teorias da conspiração, em enredos apocalípticos, em jogos de sobrevivência e venha descobrir se é um dos escolhidos.

Os Escape Dinner podem ser jogados a pares ou em grupos de até oito pessoas e têm a duração de 2h30, sendo que, em cada data haverá dois turnos, das 19h30 às 22h00 e das 22h00 às 00h30. Será que vão descobrir a receita para sobreviver?

Escape Dinner

Próximas datas: 14 de Julho, 11 de Agosto e 8 de Setembro

Horários: 2 Turnos: 19h30 – 22h00 | 22h00 – 00h30

Inscrições: reservas@grandideia.pt

Valor por pessoa: 35€, inclui jantar completo, luta pela sua sobrevivência e o também o antídoto (mas apenas para “os escolhidos”)

Local: Restaurante Casa do Chef – Avenida de Berlim 35A 1800-033 Lisboa



publicado por Carlos Gomes às 19:04
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Segunda-feira, 12 de Junho de 2017
CONVENTO DOS CARDAES REALIZA ALMOÇO SOLIDÁRIO COM PALADARES MOÇAMBICANOS

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publicado por Carlos Gomes às 10:21
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Quinta-feira, 8 de Junho de 2017
ERICEIRA REALIZA MOSTRA GASTRONÓMICA DA CAVALA

Passado que está o tempo em que a cavala foi considerada um peixe menor, há que lhe voltar a dar a dignidade merecida. É por isso que é ela a protagonista de mais uma mostra gastronómica a realizar no Mercado Municipal da Ericeira nos próximos dias 10 e 11 de junho. 

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Como já vem sendo hábito nestas mostras dedicadas a peixes nativos da região da Ericeira promovidas pela Câmara Municipal de Mafra e Nuno Nobre Consultoria, é agora a vez da cavala mostrar o que vale nas mãos dos chefs que vão surpreender com formas únicas de a preparar.

Da família da sarda e do atum, a cavala é um peixe de sabor intenso e que tem duas grandes qualidades. A primeira: por ser muito abundante na costa atlântica portuguesa, chega até nós com um preço acessível. A segunda: é um peixe azul, rico em ácidos gordos benéficos para a saúde, o que a torna uma aliada de peso no combate a doenças cardiovasculares.

Depois disto falta apenas aprender a tirar o melhor partido dela. Além de poder provar as várias sugestões propostas pelos 12 restaurantes locais que se associaram à iniciativa, poderá, no dia 10, aprender a cozinhar a cavala no showcooking do chef António Alexandre, do Endògenos, e do chef Paulo Matias do Grupo Porto Santa Maria. Ou, no dia 11, no showcooking da chef Patrícia Borges, da Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar – IPLeiria em representação da Docapesca.

E deixa-se conquistar pelo sabor e versatilidade de um peixe que merece ser visitar habitual à sua mesa.  

Para mais informações, consulte o folheto informativo: 

https://www.cm-mafra.pt/sites/default/files/cavala_folheto1.pdf



publicado por Carlos Gomes às 18:45
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Quarta-feira, 31 de Maio de 2017
MOITA REALIZA QUINZENA GASTRONÓMICA

Quinzena Gastronómica “Sabores de Cá” no concelho da Moita

De 2 a 18 de junho, decorre no concelho da Moita mais uma Quinzena Gastronómica – Sabores de Cá que tem por objetivos divulgar e valorizar a gastronomia local e a restauração do concelho. Prove as várias sugestões dos 16 restaurantes aderentes e aproveite os preços especiais que alguns dos participantes têm neste período.

Cartaz Quinzena Gastronómica

Aproveite ainda para assistir às aulas de culinária de cavala e carapau que vão ter lugar no Mercado da Baixa da Banheira/Sul, no dia 3 de junho, às 10:00h (cavala) e às 11:00h (carapau), em parceria com a DocaPesca. As inscrições são gratuitas e podem ser efetuadas no Posto de Turismo da Moita (T. 210852340 ou através do e-mail: sec.turismo@mail.cm-moita.pt).

Restaurantes aderentes:

A TASKA DOS FERAS Travessa do Matadouro, 11 B – Moita – T. 309 927 260 – Choco Frito | Espetada de Porco Preto

AÇORDA D’ALHO* Travessa Conde Ferreira, 3 – Moita – T. 210 871 327 – Sopas de cação | Ensopado de Borrego

ADEGA DE S. MARTINHO Rua da Classe Operária, 16 – Moita – T. 212 890 156 – Chocos Assados Com ou Sem Tinta | Bife na Caçarola

CANTINHO DO TEJO* Travessa Estanislau Domingues, 10 – Moita – T. 212 896 079 – Choco Frito | Peixe Assado no Carvão

CRISTINAS Parque da Zona Ribeirinha – Baixa da Banheira – T. 210 190 944 Cataplana de Tamboril com Gambas | A Nossa Tábua

MAR DA PALHA Rua dos Lírios, 5 A-B – Pq. Ind. Qta. Fonte da Prata - Alhos Vedros – T. 212 892 064– Cataplana de Peixes ou Marisco | Carvoada

MARÍTIMO* Largo do Operário, 13 – Gaio-Rosário – T. 212 807 621 – Raia Frita | Choco Frito

MESSIAS Rua António Sérgio, 12, Pinhal da Areia – Moita – T. 212 895 900 – Bacalhau Assado na Brasa com Migas de Couve e Broa | Sardinhas Assadas em Cama de Pão Torrado

O FERROLHO Rua Manuel da Fonseca, 2 A – Moita – T. 210 869 946 – Lombo de Porco Recheado com Alheira de Caça no Forno | Arroz de Pato no Forno

O PASCOAL Estrada Municipal 1020, Brejos – Moita – T. 212 892 034 – Açorda de Marisco | Polvo à Lagareiro

OS ARCOS Praça da República, 11 B – Alhos Vedros – T. 212 040 610 – Arroz de Polvo com Marisco | Filete de Tamboril com Arroz de Camarão

PAPA N’ CONDE * Largo Conde Ferreira, 43 – Moita – T. 218 043 609 – Massinha de Sapateira | Feijoada de Búzios

STOP* Rua Augusto Gil, nº1-3 - Baixa da Banheira – T. 212031327 – Sopas de Cação | Migas à Alentejana com Carne do Alguidar

TAPAS* Praça de Touros Daniel do Nascimento – Moita – T. 912 664 665 – Costeleta de Novilho ao Alhinho | Bacalhau à Lagareiro

VALE DO DIA II Rua Padre António Vieira, 105, Arroteias – Alhos Vedros - T. 218 248 995 – Carne de Porco à Alentejana | Bacalhau Grelhado à Casa

VENTURA’S* Rua Machado Santos, 54, Moita – T. 216 098 342 - Naco de Carne Barrosã | Enguias Fritas com Açorda de Espargos

* Nestes restaurantes, beneficie de 10% de desconto sobre o valor dos pratos referidos.

Mais informações em www.cm-moita.pt

Aula de Culinária



publicado por Carlos Gomes às 15:19
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Terça-feira, 23 de Maio de 2017
OLIVAIS REALIZA FEIRA DO FUMEIRO

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publicado por Carlos Gomes às 21:43
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Sábado, 6 de Maio de 2017
CASA DO MINHO EM LISBOA REALIZA ALMOÇO PICA NO CHÃO

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publicado por Carlos Gomes às 22:38
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AMADORA REÚNE CAPÍTULO DA CONFRARIA GASTRONÓMICA

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publicado por Carlos Gomes às 12:45
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Quinta-feira, 27 de Abril de 2017
TRAFARIA REALIZA FESTA DO FUMEIRO

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publicado por Carlos Gomes às 10:53
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Quarta-feira, 5 de Abril de 2017
PASTELARIA “PÃOZINHO DAS MARIAS” VENCE 9ª EDIÇÃO DA PROVA “O MELHOR PASTEL DE NATA”

O segundo e terceiro lugares foram atribuídos pelo júri, presidido pelo gastrónomo Virgílio Gomes, à pastelaria Patyanne, de Castanheira do Ribatejo e ao Restaurante Mercado do Peixe, de Lisboa

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O Peixe em Lisboa, evento gastronómico dedicado à cozinha de mar, cuja 10.ª edição decorre no recém-reaberto Pavilhão Carlos Lopes até ao dia 9 de abril, realizou numa sessão aberta ao público, a final da 9ª Edição da prova O Melhor Pastel de Nata, que distinguiu em primeiro lugar a pastelaria Pãozinho das Marias, da Ericeira, com o Melhor Pastel de Nata da região da Grande Lisboa. O segundo e terceiro lugares foram atribuídos à pastelaria Patyanne, de Castanheira do Ribatejo e ao restaurante lisboeta Mercado do Peixe, respetivamente.

Francisco Duarte, responsável pela pastelaria e gestão do espaço Pãozinho das Marias, recebeu com enorme satisfação, o diploma de 1º Lugar, das mãos de Virgílio Gomes, presidente do júri. Uma distinção merecida para quem falhou várias vezes, mas sempre procurou chegar à perfeição. O jovem pasteleiro de 25 anos, natural da zona da Ericeira, congratula o trabalho em equipa, mas garante que a sua persistência e dedicação ao trabalho foram o grande motor da sua recente conquista.

Desenvolvido pelo gastrónomo Virgílio Gomes, e à margem do evento Peixe em Lisboa, a prova O Melhor Pastel de Nata, destinado às pastelarias e restaurantes da Grande Lisboa é já um clássico que pretende evidenciar e promover um dos doces mais característicos da região. Com uma legião de fãs espalhada pelo mundo, Virgílio Gomes destaca as características mais relevantes de um bom pastel de nata; aspecto apetecível e bronzeado, sem estar queimado ou esmorecido, equilíbrio entre a massa, que deve ser bastante quebrada e o creme, que deve “escorrer” do pastel, sem ter gostos excessivos a canela, limão, baunilha, ou outras essências.

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Já com nove anos de história, a prova O Melhor Pastel de Nata é um dos momentos mais marcantes do Peixe em Lisboa, tendo como objetivo a divulgação e promoção do consumo deste doce característico da cidade. Uma prova que tem ajudado a reforçar a qualidade do que se tem feito na região, como é o caso da massa folhada, que apresenta uma evolução significativa e cada vez mais qualidade.

A repercussão deste desafio, lançado a pastelarias e restaurantes da Grande Lisboa, é cada vez maior e este ano bateu novamente o recorde de inscrições, contando com 26 participações de estabelecimentos com fabrico próprio. Para se apurarem os doze finalistas desta tarde, foram realizadas duas provas de pré-seleção, em dias diferentes, que resultaram na decisão dos nove melhores pastéis de nata avaliados, que se juntaram aos três primeiros classificados da edição do ano passado.

O júri deste ano foi presidido pelo gastrónomo Virgílio Gomes, o enólogo Domingos Soares Franco, a jornalista Cristina Liz, a blogger gastronómica Isabel Zibaia Rafael e o especialista em doces Carlos Braz Lopes, que pontuaram os pastéis numa escala de 0 a 10, analisando o “Aspeto”, o “Toque da massa”, o “Sabor e consistência da massa”, o “Recheio” e o “Sabor global”. Cada concorrente apresentou os seus pastéis de nata em embalagens não identificadas e os membros do júri efetuaram provas cegas, desconhecendo a identidade dos concorrentes.

A competir nesta 9ª Edição da prova O Melhor Pastel de Nata estiveram também a Pastelaria Bonjour Cascais, de Alcabideche, a Pastelaria Polo Norte, de Mafra, a Pastelaria Santa Coina, de Coina e as pastelarias Bijou do Calhariz, Aloma, a Fábrica da Nata e a Pastelaria Casinha do Pão, de Lisboa. Ainda como finalistas da edição passada e que fizeram igualemte parte dos doze finalistas deste ano, estiveram as pastelarias Fim de Século, de Lisboa e a Pastelaria Batalha, da Venda do Pinheiro.

Sobre o Peixe em Lisboa

O Peixe em Lisboa celebra este ano a sua 10ª edição, de 30 de março a 09 de abril. O recém-reaberto Pavilhão Carlos Lopes será o palco de várias provas e concursos gastronómicos, assim como a presença de vários chefes nacionais e internacionais para apresentações num auditório onde decorrerão diversas sessões dedicadas à gastronomia. No recinto do pavilhão, 10 conceituados restaurantes da região de Lisboa funcionarão em permanência com uma oferta diversificada de pratos à base de peixes e mariscos. Neste ano, os restaurantes presentes no evento são: Alma (chefe Henrique Sá Pessoa), Arola Penha Longa (chefe Milton Anes), Boi-Cavalo (chefe Hugo Brito), Chapitô à Mesa (chefe Bertílio Gomes) Ibo (chefe João Pedrosa), Kiko Martins (chefe Kiko Martins), Rabo d’Pêxe (chefe Paulo Morais), Ribamar (chefe Hélder Chagas), Ritz Four Seasons Hotel (chefe Pascal Meynard) e Taberna da Rua das Flores (chefe André Magalhães). Além das apresentações em auditório e dos 10 restaurantes, o evento conta ainda com uma terceira componente principal com um Mercado Gourmet que também funciona permanentemente entre as 12h e as 24h apresentando uma grande diversidade de produtos. O Peixe em Lisboa é organizado pela Associação de Turismo Lisboa, com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e produção da DOT Global e LGSP Events.

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publicado por Carlos Gomes às 18:16
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Terça-feira, 4 de Abril de 2017
RESTAURANTE “CASA DO BACALHAU” VENCE 1ª EDIÇÃO DO CONCURSO PATANISCA

O segundo e terceiro lugares foram atribuídos pelo júri, presidido por Maria de Lourdes Modesto, aos restaurantes ‘Poleiro’ e ‘D’ Bacalhau’ respetivamente

O Peixe em Lisboa, evento gastronómico dedicado à cozinha de mar, cuja 10.ª edição decorre no recém-reaberto Pavilhão Carlos Lopes até ao dia 9 de abril, realizou numa sessão aberta ao público, a final da 1ª Edição do Concurso da Patanisca que distinguiu em primeiro lugar o restaurante ‘Casa do Bacalhau’ com as melhores pataniscas de Lisboa. O segundo e terceiro lugares foram atribuídos aos restaurantes ‘Poleiro’ e ‘D’Bacalhau’ respetivamente.

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O segredo da patanisca da Casa do Bacalhau está na cozinheira Manuela Martins que há 30 anos é a pessoa que confeciona as pataniscas na Casa do Bacalhau, evidenciou João Madeira, responsável do restaurante, que com enorme satisfação recebeu das mãos de Maria de Lourdes Modesto o diploma de 1º Lugar no Concurso Patanisca. Para a presidente do júri para se conseguir uma boa patanisca deve ser bem percetível as lascas macias de bacalhau, a salsa, a cebola e o sal, para além de que estas devem ser “secas” quando pegamos.

Desenvolvido pela organização do Peixe em Lisboa em colaboração com o conhecido gastrónomo Virgílio Gomes, já responsável pela prova do Pastel de Nata, este novo concurso tem por objetivo evidenciar e promover as características com que as pataniscas se apresentam na região de Lisboa. É um desafio que pretende valorizar a um elemento simples e típico da cozinha alfacinha, que tanto agrada aos lisboetas e a todos os que visitam a cidade.

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A competir na 1ª Edição do Concurso da Melhor Patanisca estiveram outros sete restaurantes de Lisboa nomeadamente, Laurentina, Nobre, Taberna da Rua das Flores, Varanda do Hotel Mundial, Bica do Sapato, Flores do Bairro Alto Hotel, e restaurante Sem Dúvida.

Cada concorrente apresentou dez pataniscas em embalagens não identificadas e os membros do júri efetuaram provas cegas, desconhecendo a identidade dos concorrentes. O júri pontuou as pataniscas numa escala de 0 a 10, analisando o “Aspeto”, o “Sabor e consistência do interior”, o “Equilíbrio entre os ingredientes”, a “Ausência de gorduras excessivas” e o “Sabor global”.

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Para além da presidente do júriMaria de Lourdes Modesto, o júri contou com outros renomados nomes como o crítico gastronómico Virgílio Gomes, a jornalista Mariana Correia de Barros, o gastrónomo João Ceppas, o chefe e formador de cozinha Pedro Sommer Ribeiro e o gastrónomo e blogger Rodrigo Meneses.

Sobre o Peixe em Lisboa

O Peixe em Lisboa celebraeste ano a sua 10ª edição, de 30 de março a 09 de abril.O recém-reaberto Pavilhão Carlos Lopes será o palco de várias provas e concursos gastronómicos, assim como a presença de vários chefes nacionais e internacionaispara apresentações num auditório onde decorrerão diversas sessões dedicadas à gastronomia.No recinto do pavilhão, 10 conceituados restaurantes da região de Lisboa funcionarão em permanência com uma oferta diversificada de pratos à base de peixes e mariscos. Neste ano, os restaurantes presentesno evento são: Alma (chefe Henrique Sá Pessoa),Arola Penha Longa (chefe Milton Anes), Boi-Cavalo (chefe Hugo Brito), Chapitô à Mesa (chefe Bertílio Gomes) Ibo (chefe João Pedrosa), Kiko Martins (chefe Kiko Martins), Rabo d’Pêxe (chefe Paulo Morais), Ribamar (chefe Hélder Chagas),Ritz Four Seasons Hotel (chefe Pascal Meynard) e Taberna da Rua das Flores (chefe André Magalhães). Além das apresentações em auditório e dos 10 restaurantes, o evento conta ainda com uma terceira componente principal com um Mercado Gourmet que também funciona permanentemente entre as 12h e as 24h apresentando uma grande diversidade de produtos.O Peixe em Lisboa é organizado pela Associação de Turismo Lisboa, com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e produção da DOT Global e LGSP Events.

Fotos: IPSIS e Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 13:05
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Sábado, 1 de Abril de 2017
ASSOCIAÇÃO DE TURISMO DE LISBOA RECUPERA PAVILHÃO CARLOS LOPES

Após anos de abandono e degradação, eis que o Pavilhão Carlos Lopes reabriu de cara lavada e totalmente recuperado. Também a área envolvente foi requlificada e agora aquele espaço fica destinado à realização de eventos, sobretudo de carácter cultural, artístico e desportivo promovidos pela Associação de Turismo de Lisboa, como é o caso do evento gastronómico “Peixe em Lisboa” que está neste momento a decorrer.

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Este edifício foi construído em 1922, no Brasil, destinado à Grande Exposição Internacional do Rio de Janeiro. Uma vez terminado aquele certame, regressou a Portugal onde foi reconstruído e aberto de novo ao público em 1932, para acolher a Grande Exposição Industrial Portuguesa, sendo então designado como “Palácio das Exposições”.

Ali tiveram lugar grandes eventos desportivos como o Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins que decorreu em 1947. Após o 25 de Abril de 1974, foi um palco privilegiado para a realização de comícios políticos, tendo nomeadamente o Partido Comunista Português ali montado uma grandiosa exposição alusiva ao seu 60º aniversário. Mas também espectáculos culturais como festivais de folclore, sendo a mais recente a Festa de Portugal organizada pela Casa do Concelho de Ponte de Lima, entre 1994 e 1997, já então o pavilhão apresentava graves problemas de segurança.

Vulgarmente conhecido por Pavilhão dos Desportos, veio em 1984 a ser rebaptizado com o nome do atleta Carlos Lopes.

Situado numa elevação frondosa do Parque Eduardo VII com fácil acesso, o edifício exibe magníficos paineis de azulejos azulejares, produzidos em 1922 pela Fábrica de Sacavém, representando quadros históricos como a Batalha de Aljubarrota, o Cruzeiro do Sul, a Batalha de Ourique, Sagres e a Ala dos Namorados.

A realização do festival gastronómico “Peixe em Lisboa” constitui uma excelente oportunidade de visita àquele local, juntando a contemplação da arte pelo prazer da gastronomia.

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 10:14
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Sexta-feira, 31 de Março de 2017
PEIXE EM LISBOA TEM PROGRAMA PARALELO NA DOCAPESCA

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publicado por Carlos Gomes às 22:25
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10ª EDIÇÃO DO PEIXE EM LISBOA APRESENTA CONCURSO DA PATANISCA

Concurso para encontrar o Melhor Pastel de Nata conta com 26 participantes inscritos

O Peixe em Lisboa, o mais emblemático evento gastronómico português dedicado à cozinha de mar, que terá a sua 10.ª edição no recém-reaberto Pavilhão Carlos Lopes, entre os dias 30 de março e 9 de abril, conta este ano com mais um desafio, desta vez lançado aos restaurantes lisboetas. O Concurso da Patanisca é a grande novidade deste ano, com um júri presidido por Maria de Lourdes Modesto, que se junta aos outros dois concursos já conhecidos do público e integrados no Peixe em Lisboa; O Melhor Pastel de Natal e ADN Pasteleiro.

Desenvolvido pela organização do Peixe em Lisboa em colaboração com o conhecido gastrónomo Virgílio Gomes, já responsável pela prova do Pastel de Nata, o novo concurso tem por objectivo evidenciar e promover as características com que as pataniscas se apresentam na região de Lisboa. É um desafio que pretende valorizar a um elemento simples e típico da cozinha alfacinha, que tanto agrada aos lisboetas e a todos os que visitam a cidade.

Nesta primeira edição do concurso, optou-se por convidar restaurantes lisboetas seleccionados após visitas anónimas por parte de especialistas em gastronomia. Após a visita, as inscrições foram efetuadas por convite exclusivo, apenas para esta edição inaugural. Futuramente, as inscrições estarão disponíveis para que outros estabelecimentos tenham oportunidade para dar a conhecer a sua iguaria, à semelhança do que já acontece com a prova do pastel de nata há vários anos.

O concurso conta com a participação de dez restaurantes, nomeadamente; Casa do Bacalhau, Laurentina, Nobre, Poleiro, Taberna da Rua das Flores, Varanda do Hotel Mundial e Bica do Sapato, Flores do Bairro Alto Hotel, restaurante D’ Bacalhau e restaurante Sem Dúvida.

A prova final que irá dar a conhecer o vencedor irá decorrer no dia 3 de abril, pelas 15h00, numa sessão aberta ao público, no evento Peixe em Lisboa.

Cada concorrente deverá apresentar dez pataniscas em embalagens não identificadas e os membros do júri efectuarão provas cegas, desconhecendo a identidade dos concorrentes. O júri irá pontuar as pataniscas numa escala de 0 a 10, analisando o “Aspeto”, o “Sabor e consistência do interior”, o “Equilíbrio entre os ingredientes”, a “Ausência de gorduras excessivas” e o “Sabor global”.

Após a avaliação, será anunciado o vencedor, bem como os segundo e terceiro classificados. Além de Maria de Lourdes Modesto como presidente, o júri íntegra Virgílio Gomes, a jornalista Mariana Correia de Barros, o gastrónomo João Ceppas, o chefe e formador de cozinha Pedro Sommer Ribeiro e o gastrónomo e blogger Rodrigo Meneses. Os três melhores classificados têm ainda acesso automático à final do próximo ano.



publicado por Carlos Gomes às 22:22
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PEIXE EM LISBOA FAZ A PROVA DO MELHOR PASTEL DE NATA

Já com nove anos de história, a Prova do Melhor Pastel de Nata é já um dos momentos marcantes do Peixe em Lisboa, tendo como objetivo a divulgação e promoção do consumo deste doce característico da cidade.

De facto, é cada vez maior a repercussão deste desafio lançado a pastelarias e restaurantes da Grande Lisboa, que este ano bateu de novo o recorde de inscrições, contando com 26 participações de estabelecimentos com fabrico próprio.

Para se apurarem os finalistas, tiveram que ser realizadas duas provas de pré-selecção, em dois dias diferentes, que resultaram na decisão dos nove melhores pastéis de nata avaliados, que se vão juntar aos três primeiros classificados da edição do ano passado. Estes doze concorrentes participarão então na prova final deste ano, marcada para o dia 5 de abril, que será aberta ao público a partir das 15h00.

O júri deste ano é presidido por Virgílio Gomes, integrando o enólogo Domingos Soares Franco, a jornalista Cristina Liz, a blogger gastronómica Isabel Zibaia Rafael e o especialista Carlos Braz Lopes, que irão pontuar os pastéis numa escala de 0 a 10, analisando o “Aspeto”, o “Toque da massa”, o “Sabor e consistência da massa”, o “Recheio” e o “Sabor global”.

Os nove participantes finalistas deste ano são:

O Pãozinho das Marias – Ericeira

Pastelaria Bonjour Cascais – Alcabideche

Pastelaria Bijou do Calhariz – Lisboa

Pastelaria Aloma – Lisboa

Fábrica da Nata – Lisboa

Pastelaria Polo Norte – Mafra

Restaurante Mercado do Peixe – Lisboa

Pastelaria Casinha do Pão – Lisboa

Pastelaria Santa Coina – Coina

Estes finalistas juntam-se aos três da edição do ano anterior (Pastelaria Fim de Século, de Lisboa, Pastelaria Patyanne de Castanheira do Ribatejo e Pastelaria Batalha, da Venda do Pinheiro), perfazendo assim os 12 concorrentes finalistas.

ADN PASTELEIRO

Após o êxito da primeira edição do ano passado, o ADN Pasteleiro volta ao Peixe em Lisboa sempre com o objetivo de promover e valorizar o trabalho dos profissionais de Pastelaria, sendo exclusivamente dedicado a jovens profissionais que se encontrem no ativo. O desafio deste ano será a apresentação de uma sobremesa empratada, assim como dois entremets (semifrios), confeccionados com chocolate.

Os concorrentes terão de preparar seis sobremesas, que deverão ser empratadas para cada membro do júri e para exposição no evento e ainda dois entremets (semifrios) que contenham chocolate e de preferência decorados (um para exposição e outro para prova do júri).

A prova do concurso irá decorrer em sessão aberta ao público durante o evento Peixe em Lisboa, no dia 31 de Março, às 15h00, sendo o júri composto pelos seguintes membros:

José Bento dos Santos (Convidado de Honra)

Chefe José Manuel Augusto (Chefe Pasteleiro Escola Valrhona)

Chefe Fabian Nguyen (Chefe Pasteleiro Hotel Ritz Four Seasons Lisboa)

Chefe Roberto Carlos Martins Horta (Chefe de Pastelaria Hotel Conrad Algarve)

Chefe Joaquim Sousa (Chefe Pasteleiro Pastelaria Ladurée)

Chefe Filipe Soares (Chefe Pasteleiro Hotel Epic Sana Lisboa)

Os participantes em concurso para o ADN Pasteleiro 2017 são; André Morgado (Restaurante Olivier), Alberto Correia (Areias do Seixo), Diana Gravito (Romeiro & Martins), Nádia Assis (Intercontinental Lisboa) e Sofia Landeiro (Centro de Formação Profissional para o Sector Alimentar da Pontinha).

Sobre o Peixe em Lisboa

O Peixe em Lisboa celebra este ano a sua 10ª edição, de 30 de março a 09 de abril. O recém-reaberto Pavilhão Carlos Lopes será o palco de várias provas e concursos gastronómicos, assim como a presença de vários chefes nacionais e internacionais para apresentações num auditório onde decorrerão diversas sessões dedicadas à gastronomia. No recinto do pavilhão, 10 conceituados restaurantes da região de Lisboa funcionarão em permanência com uma oferta diversificada de pratos à base de peixes e mariscos. Neste ano, os restaurantes presentes no evento são: Alma (chefe Henrique Sá Pessoa), Arola Penha Longa (chefe Milton Anes), Boi-Cavalo (chefe Hugo Brito), Chapitô à Mesa (chefe Bertílio Gomes) Ibo (chefe João Pedrosa), Kiko Martins (chefe Kiko Martins), Rabo d’Pêxe (chefe Paulo Morais), Ribamar (chefe Hélder Chagas), Ritz Four Seasons Hotel (chefe Pascal Meynard) e Taberna da Rua das Flores (chefe André Magalhães). Além das apresentações em auditório e dos 10 restaurantes, o evento conta ainda com uma terceira componente principal com um Mercado Gourmet que também funciona permanentemente entre as 12h e as 24h apresentando uma grande diversidade de produtos. O Peixe em Lisboa é organizado pela Associação de Turismo Lisboa, com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e produção da DOT Global e LGSP Events.



publicado por Carlos Gomes às 22:19
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‘PEIXE EM LISBOA’ TEM PELA 1ªVEZ UMA ZONA DEDICADA AOS MAIS NOVOS

Com a colaboração da chefe Joana Byscaia, do projeto Petit Chef, todos os dias serão promovidos workshops para as crianças

A pensar nas famílias, a 10.ª Edição do Peixe em Lisboa, evento organizado pela Associação de Turismo de Lisboa com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e produção da DOT Global e LGSP Events, conta com uma área exclusivamente dedicada às crianças, onde os mais pequenos podem de forma divertida partilhar experiências culinárias que terão o peixe e o marisco como as estrelas principais, assim como aprender a cozinhar com ingredientes frescos e a comer de forma saudável.

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A aposta na comida saudável e bons hábitos alimentares das famílias, em particular das crianças, é uma das apostas da 10ª edição do Peixe em Lisboa. Neste sentido, há durante todo o evento workshops dedicados aos mais pequenos. Durante a semana, decorem seis sessões e aos fins de semana dez, cada sessão com cerca de 30 minutos e destinada a 16/ 18 crianças.

Os workshops pensados para os mais novos contarão com a Chefe Joana Byscaia que, com o seu projeto Petit Chef, irá desenvolver aulas de sensibilização e introduzir às crianças o mundo da Culinária. Técnicas de confeção de alimentos, explicações de nutrição alimentar, regras de higiene e segurança alimentar e fomentar o trabalho em equipa serão os principais temas abordados. A introdução desta temática no Peixe em Lisboa tem como principal objetivo alertar os mais novos para os bons hábitos alimentares, uma vez que Portugal tem cerca de 30% das crianças com sobrepeso e mais de 10% obesas.

As crianças que participarem nos workshops no período da tarde terão a oportunidade de aprender a preparar um lanche multinutritivo. Já as inscritas para as sessões da noite terão a seu cargo a confeção e degustação de um mini hambúrguer de salmão, em linha com a temática do evento. Em todas as sessões, a Chefe Joana Byscaia garantirá momentos divertidos e animados com uma experiência de cozinha pedagógica.

Para participarem nos workshops as crianças devem ter entre seis e 14 anos e realizar inscrição prévia no local ou através dos emails info@petitchef.pt e joanabyscaia@petitchef.pt (A participação está sujeita às vagas disponíveis no momento da inscrição e tem um custo de 5,00 euros).

Este espaço dedicado às crianças funciona em permanência durante o horário do Peixe em Lisboa.

HORÁRIO DOS WORKSHOPS INFANTIS

Dias da semana (6 sessões):

1ª sessão: 12h30 às 13h00

2ª sessão: 13h30 às 14h00

3ª sessão:  19h às 19h30

4ª sessão: 20h00 às 20h30

5ª sessão: 21h00 às 21h30

6ª sessão: 22h00 às 22h30

Fins de semana (10 sessões):

1ª sessão: 12h30 às 13h00

2ª sessão: 13h30 às 14h00

3ª sessão: 14h30 às 15h00

4ª sessão: 15h30 às 16h00

5ª sessão: 16h30 às 17h00

6ª sessão: 17h30 às 18h00

7ª sessão: 19h00 às 19h30

8ª sessão: 20h00 às 20h30

9ª sessão: 21h00 às 21h30

10ª sessão: 22h00 às 22h30

Sobre o Peixe em Lisboa

O Peixe em Lisboa celebra este ano a sua 10ª edição, de 30 de março a 09 de abril. O recém-reaberto Pavilhão Carlos Lopes será o palco de várias provas e concursos gastronómicos, assim como a presença de vários chefes nacionais e internacionais para apresentações num auditório onde decorrerão diversas sessões dedicadas à gastronomia. No recinto do pavilhão, 10 conceituados restaurantes da região de Lisboa funcionarão em permanência com uma oferta diversificada de pratos à base de peixes e mariscos. Neste ano, os restaurantes presentes no evento são: Alma (chefe Henrique Sá Pessoa), Arola Penha Longa (chefe Milton Anes), Boi-Cavalo (chefe Hugo Brito), Chapitô à Mesa (chefe Bertílio Gomes) Ibo (chefe João Pedrosa), Kiko Martins (chefe Kiko Martins), Rabo d’Pêxe (chefe Paulo Morais), Ribamar (chefe Hélder Chagas), Ritz Four Seasons Hotel (chefe Pascal Meynard) e Taberna da Rua das Flores (chefe André Magalhães). Além das apresentações em auditório e dos 10 restaurantes, o evento conta ainda com uma terceira componente principal com um Mercado Gourmet que também funciona permanentemente entre as 12h e as 24h apresentando uma grande diversidade de produtos. O Peixe em Lisboa é organizado pela Associação de Turismo Lisboa, com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e produção da DOT Global e LGSP Events.



publicado por Carlos Gomes às 22:14
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O PEIXE EM LISBOA ESTÁ DE VOLTA COM OS SABORES DO MAR

Até dia 9 de abril 2017, Lisboa, no Pavilhão Carlos Lopes (Parque Eduardo VII)

Com as cozinhas de 10 chefes/restaurantes renomados permanentes e vários chefes internacionais e nacionais convidados, que se distinguem no panorama gastronómico, o evento organizado pela Associação Turismo de Lisboa, conta com um programa muito diversificado.

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Até dia 9 de abril e em permanência, 10 restaurantes/chefes da grande Lisboa dão a provar os sabores de mar a todos os visitantes: O restaurante Alma, do conhecido chefe Henrique Sá Pessoa, distinguido com uma estrela Michelin na última edição do guia. O restauranteBoi-Cavalo, um pequeno restaurante “de culto” de Alfama, com a cozinha de Hugo Brito estará presente pela primeira vez. O Peixe em Lisboa volta a contar com um dos mais conceituados chefes de cozinha oriental em Portugal, Paulo Morais, com o restaurante Rabo d’Pêxe. Marcam ainda presença A Taberna da Rua das Flores, outro pequeno local de culto de Lisboa, do chefe André Magalhães; o Ibo, que proporciona sabores de gastronomia portuguesa e moçambicana, do chefe João Pedrosa; o Chapitô à Mesa, de Bertílio Gomes, um dos nomes mais sólidos da cozinha portuguesa; o Ritz Four Seasons Hotel Lisboa, com Pascal Meynard e a cozinha francesa com um toque de irreverência e risco; o Arola do Penha Longa, chefiado por Milton Anes, acaba de ser distinguido com uma estrela Michelin; o chefe Kiko Martins, autor de restaurantes como O Talho, a Cevicheria e d’O Asiático, e, por fim,  o Ribamar, de Sesimbra, de Hélder Chagas, o único restaurante que esteve sempre presente nas 10 edições do Peixe em Lisboa.

O evento conta com um programa paralelo onde não faltam chefes internacionais e nacionais, bem como vários concursos: Concurso das Pataniscas; Concurso ADN de Pasteleiro e Concurso “O Melhor Pastel de Nata”.

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PROGRAMA

Dia 1 (sábado)

15h30 – Apresentação do chefe Rodrigo Castelo (Tema: Peixes e Mariscos do Rio)

18h00 – Apresentação dos chefes Sergi Arola e Milton Anes

Dia 2 (domingo)

15h30 – Apresentação do chefe Pedro Pena Bastos

18h00 – Apresentação dos chefes Justa NobreVítor Sobral e Mário Rolando “Polvo, Carapau e Cavala, o mar português sustentável”

Dia 3 (segunda-feira)

15h00 – Final do Concurso das Pataniscas

19h00 – Apresentação do chefe Ricard Camarena

Dia 4 (terça-feira)

15h00 – Momento Conversa gastronómica “A cozinha portuguesa vive um momento de mudança? As estrelas Michelin vieram para ficar? A cozinha portuguesa contemporânea põe em causa a nossa identidade?”

Com a presença de Alexandra Prado Coelho (jornalista do Público), Jorge Guitián (divulgador gastronómico, Espanha), Miguel Pires (jornalista gastronómico) e Tiago Pais (jornalista do Observador).

19h00 – Momento “Estrelas do Norte”

Apresentação dos chefes Ricardo CostaRui Paula e Vítor Matos

Dia 5 (quarta-feira)

15h00 – Final do Concurso Pastel de Nata

19h00 – Apresentação do chefe Miguel Laffan

Dia 6 (quinta-feira)

14h30 – Apresentação do Concurso Jovens Talentos da Gastronomia do projeto Edições do Gosto

19h00 – Apresentação do chefe Felipe Schaedler

Dia 7 (sexta-feira)

15h00 – Lisboa, Capital Ibero-Americana da Cultura

Momento “A Cozinha Ibero-Americana nas mesas de Lisboa”, com o anfitrião chefe Kiko Martins

19h00 – Apresentação do chefe Alyn Williams

Dia 8 (sábado)

15h00 – Momento Ciência Viva “Conservas, algas e aquacultura: uma ementa com futuro”

A chefe Patricia Borges, do Instituto Politécnico de Leiria, vai ensinar a cozinhar iguarias “amigas” do oceano. As conservas evitam o desperdício das espécies selvagens com stocks abundantes que não se conseguem escoar em fresco, as algas têm um enorme potencial nutritivo por explorar e a aquacultura permitirá obter uma maior disponibilidade de alimentos para uma população mundial em crescimento.

Sessão comentada por Isabel Sousa Pinto, investigadora do CIIMAR - Interdisciplinary Centre of Marine and Environmental Research e por especialistas da Docapesca e da Associação Portuguesa de Aquacultores.

17h30 – “Carapau Seco – Da conserva tradicional ao prato gourmet”

Os chefes André Magalhães, da Taberna da Rua das Flores e Alexandre Silva, do restaurante Loco, (que conquistou recentemente uma estrela Michelin) sobem a palco para preparar receitas gourmet com carapau seco da Nazaré.

A sessão contará com a presença de familiares das peixeiras que mantêm viva esta tradição ancestral de secar o excedente de pescado na Nazaré, para utilizar nos dias de escassez. Estará igualmente presente um representante da Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar de Peniche/IPL, para explicar o projeto de certificação do peixe seco.

Dia 9 (domingo)

15h00 – Última sessão com apresentação do chefe José Avillez

16h00 – Encerramento do evento

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publicado por Carlos Gomes às 22:07
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GASTRONOMIA EM LISBOA É UM FESTIVAL

Arrancou ontem a 10ª Edição do Peixe em Lisboa, no Pavilhão Carlos Lopes, no Parque Eduardo VII, em Lisboa, com a presença do presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina.

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O Peixe em Lisboa, o mais emblemático festival gastronómico português dedicado à cozinha de mar, é o primeiro grande evento no recém-reaberto Pavilhão Carlos Lopes, e irá decorrer de 30 de março a 09 de abril, com muitas novidades. À semelhança de anos anteriores, o evento contará com a presença de 10 prestigiados chefes e restaurantes portugueses que irão estar em permanência no local, para além de chefes nacionais e estrangeiros, que irão proporcionar momentos exclusivos com as apresentações e showcookings, ao longo de todo o evento.

O Peixe em Lisboa é uma organização da Associação Turismo de Lisboa, com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e produção da DOT Global e LGSP Events.

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 01:37
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Quinta-feira, 30 de Março de 2017
LISBOA REALIZA FESTIVAL GASTRONÓMICO

Quinta-feira, dia 30 de março 2017, às 19h00, no Pavilhão Carlos Lopes. Inauguração da 10.ª Edição do Peixe em Lisboa

A 10ª Edição do Peixe em Lisboa tem inauguração no dia 30 de março, quinta-feira, às 19h00, no Pavilhão Carlos Lopes, no Parque Eduardo VII, em Lisboa, com a presença do presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina.

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O Peixe em Lisboa, o mais emblemático festival gastronómico português dedicado à cozinha de mar, será o primeiro grande evento no recém-reaberto Pavilhão Carlos Lopes, e irá decorrer de 30 de março a 09 de abril, com muitas novidades. À semelhança de anos anteriores, o evento contará com a presença de 10 prestigiados chefes e restaurantes portugueses que irão estar em permanência no local, para além de chefes nacionais e estrangeiros, que irão proporcionar momentos exclusivos com as apresentações e showcookings, ao longo de todo o evento.

O Peixe em Lisboa é uma organização da Associação Turismo de Lisboa, com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e produção da DOT Global e LGSP Events.



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Quarta-feira, 29 de Março de 2017
VINHOS DA COMPANHIA AGRÍCOLA DO SANGUINHAL MARCAM PRESENÇA NO FESTIVAL GASTRONÓMICO “PEIXE EM LISBOA”

Através de seis dos seus mais emblemáticos vinhos, a Companhia Agrícola do Sanguinhal fará um périplo pelas histórias, personagens e acontecimentos mais marcantes de Casa.

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Assim, os visitantes do Peixe em Lisboa (de 30 de Março a 9 de Abril) terão a oportunidade de descobrir que o Sottal branco leve 2015 representa a marca mais antiga ainda em comercialização de brancos leves em Portugal e no mundo. Antiguidade é também o cartão de visita do Quinta das Cerejeiras Reserva tinto 2011, que celebrou no ano passado 90 anos de existência no mercado com o mesmo rótulo e o mesmo tipo de garrafa.

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Mas a história não se faz apenas de memórias, faz-se também de conquistas. E o Quinta de S. Francisco tinto 2014 é disso um perfeito exemplo, pois é o vinho mais premiado de sempre da Companhia Agrícola do Sanguinhal. O engenho revela-se ainda no Quinta de S. Francisco Colheita Tardia 2010, um vinho cuja complexidade só é possível graças às características únicas da sua zona de produção, na confluência de dois rios.

E porque o vinho e a poesia são praticamente da mesma casta, Fernando Pessoa também estará presente no Peixe em Lisboa, corporizado pelo Casabel Rosé 2015, um vinho que conta como o poeta era habitué das lojas do “Abel” – Abel Pereira da Fonseca, o fundador da Companhia. 

Uma viagem ao passado que, neste álbum histórico, passa ainda pelas célebres vinhas de Carcavelos e o Quinta da Bela Vista, 70 anos – um vinho velho e fortificado, descendente das primeiras videiras de que há registo na zona de Carcavelos, que datam de 1370.

Num dos dias d’o Peixe em Lisboa, 6 de abril, a Companhia Agrícola do Sanguinhal dinamiza uma prova exclusiva dos seus vinhos com a presença do produtor e enólogo, Miguel Móteo. Entre as 17 e as 20 horas, vão ser apresentados os vinhos Quinta de S. Francisco Colheita TardiaQuinta da Bela Vista Carcavelos mais de 70 anos e Magnums: Quinta das Cerejeiras Reserva 2011, Quinta do Sanguinhal 2009 e Quinta de S. Francisco 2010.

Programação do evento disponível em: http://www.peixemlisboa.com/agenda/

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publicado por Carlos Gomes às 19:35
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LISBOA REALIZA FESTIVAL GASTRONÓMICO

Quinta-feira, dia 30 de março 2017, às 19h00, no Pavilhão Carlos Lopes. Inauguração da 10.ª Edição do Peixe em Lisboa

A 10ª Edição do Peixe em Lisboa tem inauguração no dia 30 de março, quinta-feira, às 19h00, no Pavilhão Carlos Lopes, no Parque Eduardo VII, em Lisboa, com a presença do presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina.

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O Peixe em Lisboa, o mais emblemático festival gastronómico português dedicado à cozinha de mar, será o primeiro grande evento no recém-reaberto Pavilhão Carlos Lopes, e irá decorrer de 30 de março a 09 de abril, com muitas novidades. À semelhança de anos anteriores, o evento contará com a presença de 10 prestigiados chefes e restaurantes portugueses que irão estar em permanência no local, para além de chefes nacionais e estrangeiros, que irão proporcionar momentos exclusivos com as apresentações e showcookings, ao longo de todo o evento.

O Peixe em Lisboa é uma organização da Associação Turismo de Lisboa, com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e produção da DOT Global e LGSP Events.



publicado por Carlos Gomes às 14:31
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LISBOA REALIZA FESTIVAL GASTRONÓMICO

Quinta-feira, dia 30 de março 2017, às 19h00, no Pavilhão Carlos Lopes. Inauguração da 10.ª Edição do Peixe em Lisboa

A 10ª Edição do Peixe em Lisboa tem inauguração no dia 30 de março, quinta-feira, às 19h00, no Pavilhão Carlos Lopes, no Parque Eduardo VII, em Lisboa, com a presença do presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina.

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O Peixe em Lisboa, o mais emblemático festival gastronómico português dedicado à cozinha de mar, será o primeiro grande evento no recém-reaberto Pavilhão Carlos Lopes, e irá decorrer de 30 de março a 09 de abril, com muitas novidades. À semelhança de anos anteriores, o evento contará com a presença de 10 prestigiados chefes e restaurantes portugueses que irão estar em permanência no local, para além de chefes nacionais e estrangeiros, que irão proporcionar momentos exclusivos com as apresentações e showcookings, ao longo de todo o evento.

O Peixe em Lisboa é uma organização da Associação Turismo de Lisboa, com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e produção da DOT Global e LGSP Events.



publicado por Carlos Gomes às 01:47
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Segunda-feira, 27 de Março de 2017
CENTRO GALEGO DE LISBOA REALIZA SÁBADOS GASTRONÓMICOS

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publicado por Carlos Gomes às 09:50
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Sexta-feira, 17 de Março de 2017
BEIRÕES EM LISBOA FESTEJAM DIA DE LAFÕES

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publicado por Carlos Gomes às 09:49
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Quinta-feira, 16 de Março de 2017
LISBOA REALIZA CONCURSO DA PATANISCA

O Peixe em Lisboa, o mais emblemático evento gastronómico português dedicado à cozinha de mar, conta este ano com mais um desafio, desta vez lançado aos restaurantes lisboetas. O Concurso da Patanisca é a boa nova deste ano, que se junta aos outros dois concursos já conhecidos do público e integrados no Peixe em Lisboa - O Melhor Pastel de Natal e ADN Pasteleiro.

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A celebrar a sua 10ª edição, de 30 de março a 09 de abril, o recém-reaberto Pavilhão Carlos Lopes será o palco das mais variadas provas e concursos, para além da presença de vários chefes nacionais e internacionais para apresentações e showcookings exclusivos no novo auditório do pavilhão. Para além destes convidados únicos, 10 conceituados chefes e restaurantes da região de Lisboa funcionarão em permanência com uma oferta diversificada de pratos à base de peixes e mariscos.

Este ano, os restaurantes presentes no evento são: Alma (chefe Henrique Sá Pessoa), Arola Penha Longa (chefe Milton Anes), Boi-Cavalo (chefe Hugo Brito), Chapitô à Mesa (chefe Bertílio Gomes) Ibo (chefe João Pedrosa), Kiko Martins (chefe Kiko Martins), Rabo d’Pêxe (chefe Paulo Morais), Ribamar (chefe Hélder Chagas), Ritz Four Seasons Hotel (chefe Pascal Meynard) e Taberna da Rua das Flores (chefe André Magalhães).

O evento conta ainda com uma terceira componente principal - um Mercado Gourmet que também funciona permanentemente entre as 12h e as 24h, apresentando uma grande diversidade de produtos. O Peixe em Lisboa é organizado pela Associação de Turismo Lisboa, com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e produção da DOT Global e LGSP Events.



publicado por Carlos Gomes às 23:22
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Terça-feira, 14 de Março de 2017
ERICEIRA DÁ A PROVAR OS DELICIOSOS OURIÇOS DO MAR

Festival internacional promove os saberes e sabores do ouriço-do-mar na Ericeira

Saborear o ouriço-do-mar preparado pela restauração local, descobrir as suas diversas utilizações culinárias pela mão de grandes chefs mundiais e conhecer o contexto ambiental e cultural desta espécie, é esta a proposta da Câmara Municipal de Mafra que promove o 3º Festival Internacional do Ouriço-do-mar, entre os dias 31 de março a 9 de abril, na Ericeira.

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Outrora denominada Ouriceira – dada a forte tradição desta vila piscatória na apanha do ouriço- do-mar – a Ericeira é uma das zonas costeiras de Portugal onde as condições são mais favoráveis ao desenvolvimento do ouriço-do-mar. Depois do sucesso registado em anteriores edições, foi renovado o desafio à restauração local e durante uma semana o festival propõe uma mostra gastronómica em 24 restaurantes aderentes cujas ementas o ouriço-do-mar assume um destaque especial, quer reiventando receitas, quer ainda promovendo a forma mais simples de ser consumido: ao natural.

Sendo a inovação ao serviço do paladar a grande premissa deste evento, o Festival conta com a presença de vários chefs nacionais e internacionais de renome, que irão brindar os visitantes com as suas experiências mais arrojadas e saborosas envolvendo o ouriço-do-mar nas sessões de showcookings que acontecem nos sábados 1 e 8 de abril no Mercado Municipal da Ericeira. António Alexandre, Chef do projeto Endògenos que promove e valoriza o ouriço-do-mar da Ericeira desde 2013, e os internacionais, Chef Justin Jennings (Austrália) e Chef Roberto Sihuay (Perú) são algumas das estrelas da gastronomia já confirmadas.

Para além da vertente gastronómica, a valorização do ouriço-do mar enquanto espécie endógena desta região, a sua contribuição para potenciar o turismo e os projectos de investigação científica em torno da espécie, dão o mote para as Jornadas Técnicas, com diversas atividades a decorrer, a partir do dia 1 de Abril, na Casa da Cultura Jaime Lobo e Silva, localizada no centro da vila da Ericeira. As jornadas irão dar especial atenção a temas como o repovoamento desta espécie marinha, a necessidade de ser criado mais conhecimento científico e de assegurar a sua difusão junto de mariscadores e pescadores, bem como a apresentação dos projetos candidatos ao Mar 2020: Ouriceira Mar e Aqua.

O 3º Festival Ouriço-do-mar é uma iniciativa promovida pela Câmara Municipal de Mafra, no âmbito da sua estratégia de preservação e valorização dos produtos endógenos do território, assim como da sua promoção turística e desenvolvimento económico associado.

Mostra gastronómica - Restaurantes aderentes:

7 Praias na Baleia, A Brasa na Gruta, A Canastra, A Tasquinha, Esplanada das Furnas, Estrela do Mar, Funky, Golfinho Azul, Mar à Vista, Marisqueira Brisa, Marisqueira César, Marisqueira Furnas, O Vigarista, Prim, Retiro da Bela Sombra, Ribeira d’Ilhas Surf Restaurant & Bar, Restaurante Dom Carlos, Restaurante Sul, Sushi Drinks Club, Ti Matilde, Tik Tak, Toca do Caboz, Uni Sushi e Viveiros do Atlântico.



publicado por Carlos Gomes às 19:12
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Domingo, 12 de Março de 2017
CASA DO MINHO EM LISBOA DÁ A DEGUSTAR PALADARES DA LAMPREIA

Cerca de centena e meia de pessoas afluíram hoje à Casa do Minho para degustar uma das mais apreciadas iguarias da cozinha tradicional minhota: o arroz de lampreia do rio Minho!

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O repasto foi bem regado com o bem apaladado vinho verde de Vila Nova de Cerveira e incluiu sopa e doçarias características da nossa região que fizeram deste Almoço da Lampreia um verdadeiro manjar dos deuses.

O cozinheiro foi Paulo Duque, Vice-presidente da Direcção da Casa do Minho e, nem mais, um dos exímios cantadores do seu Rancho Folclórico. E, após dois suculentos almoços de lampreia, os minhotos preparam-se de novo para um prolongado jejum, uma vez que a época da desova da lampreia está prestes a terminar.

fotos de Lc UniFoto&Video / https://www.facebook.com/lcunisom/?fref=ts

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publicado por Carlos Gomes às 19:47
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Sexta-feira, 10 de Março de 2017
CASA DO MINHO EM LISBOA REALIZA ALMOÇO DA LAMPREIA

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publicado por Carlos Gomes às 09:40
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Terça-feira, 28 de Fevereiro de 2017
CANÁRIAS: UMA PROFUNDA INFLUÊNCIA PORTUGUESA

No seguimento do artigo intitulado A ascendência portuguesa dos canarinos, como já dissemos, antes de publicar o artigo: “Ares de Lima” género da música tradicional das Ilhas Canárias de origem minhoto, queremos especialmente, descrever um pouco aos leitores e seguidores deste ótimo blogue, a profunda influência portuguesa na cultura do povo canarino que é o resultado determinante da participação dos portugueses na conquista e posterior colonização das Ilhas Canárias.

DIALETO    

Como descrevemos no nosso primeiro artigo, a pesar de os portugueses serem numerosos e maioritários em muitos povos, vilas e cidades das Ilhas Canárias, após da conquista e posterior colonização, nunca alcaçaram o poder e junto dos guanches e outros colonizadores, foram castelhanizados. Como terrível consequência da imposição do castelhano, a língua dos que tinham o poder, o português e o guanche não se arraigaram nas Ilhas Canárias, nem surgiu um crioulo de base ibérica como o papiamento das Antilhas Neerlandesas ou de base portuguesa como o cabo-verdiano de Cabo Verde e outros de outras ilhas do Atlántico. Foi lamentável, pois hoje o guanche não seria uma língua morta e os canarinos tivessem sido triglotas. Contudo, a formosa língua de Camões, José Saramago mais outros grandes escritores lusos, deixou muitas palavras e expressões no espanhol falado nas Ilhas Canárias. Da mesma forma, influiu em algumas estruturas gramaticais, tal vez, os canarinos não usam o pronome pessoal reto da segunda pessoa do plural vós e, a sua correspondente forma verbal, por influência do português, onde acontece a mesma situação. No que toca à fonologia é menor o contributo, porque neste ramo da linguística o dialeto canarino foi mais influenciado pelo andaluz e, a influência andaluza é quase a mesma que a recebida pelo barranquenho, mas no dialeto canarino puro, o que se fala nos povos do interior das ilhas maiores e em muitos povos das ilhas menores pelas pessoas mais idosas, ainda é possível escutar a elevação da vogal átona o, conforme às regras do processo do vocalismo átono próprio do português europeu: /o,ɔ/ fonológicos realizam-se como [u] fonético, e dizer, em uma linguagem menos técnica, os o átonos (não acentuados), são pronunciados como u, exemplos: andoriña “andorinha” folelé “libélula”, camino “caminho” = anduriña, fulelé e caminu, e algumas vezes com a evolução do português para o canarino, os termos portugueses são escritos conforme à pronúncia: papas turradas de la fogalera “batatas torradas da fogueira”. Igualmente sucede nos lusitanismos a perda de silabicidade das vogais átonas altas [i] e [u] em hiato, quando ocorrem antes de outra vogal qualquer, são substituídas pelas semivogais correspondentes [j] e [w] e o dialeto canarino toma em conta este fenómeno fonológico na escrita: mágoa = magua, Eanes = Yanes, Soares= Suárez, é o que seria uma semivocalização das vogais átonas que geram uma ditongação, um ditongo crescente: ea = ia ou ya e oa= ua, há linguistas que afirmam que no português europeu não existem tais ditongos, mas no espanhol sim. Finalmente, segundo o professor palmense D. Pedro Nolasco Leal Cruz, autor do livro intitulado: El español tradicional de La Palma, La modalidad hispánica en la que el castellano y el portugués se cruzan y se complementan, em 20 de fevereiro de 2017 no site: www.eldiario.es/lapalmaahora/.../espanol-tradicional-profesor-Nolasco_0_603690508... ressalta que «a única e grande diferença que tem o espanhol de La Palma com referência ao de outras ilhas é que em aquele o português tem feito muita mais mossa que nas demais, até o ponto que pudo ser considerado uma língua crioula como o foi o papiamento de Curaçao”. “ A Ilha conserva quase o 100% dos portuguesismos canarinos. É sem lugar a dúvidas o lugar idóneo para estudar melhor a influência do português a nível insular». Certas são as palavras do professor, pois nalguns povos da ilha de La Palma, ainda é possível ouvir o infinitivo pessoal que não existe no espanhol e outras estruturas da língua portuguesa, grande foi a impressão na ilha bonita, que na linguagem coloquial, os habitantes da sua capital Santa Cruz de La Palma, são conhecidos popularmente como portugueses e, uma das razões é, porque dizem que falam como eles. 

PSICOLOGIA 

A profunda influência portuguesa é em todos os aspetos da cultura do povo canarino, mas é a impregnação guanche e lusa a que faz dos canarinos serem diferentes do resto dos espanhóis. Como em Portugal, a família é o centro da vida nas Ilhas Canárias, apesar de os velhos costumes estarem a mudar, em particular nas cidades, é normal verem-se três e quatro gerações sob um mesmo teto, onde a mãe exerce um papel fundamental pela sua excessiva maternidade e, quiçá por esta razão, os canarinos têm um carinho especial pelas crianças, ¡Mi niño! “O meu menino!” ou ¡Mi niña! “A minha menina!” é uma expressão quotidiana das Ilhas que se emprega carinhosamente com os meninos e algumas pessoas adultas. Os canarinos são sérios e em muitos casos melancólicos, mas a relação social está baseada no bom humor. Um humor socarrón, “socarrão” com o significado na língua espanhola de pessoa que se exprime de maneira dissimulada e com aparência de ingenuidade e não com o signifacado de velhaco ou intrujão em português.  Um Humor irónico e indireto quase sempre encaminhado aos órgãos e relações sexuais, outras partes do corpo e certas ações engraçadas. O canarino utiliza esse humor como válvula de escape para evitar um conflito. Uma vez estávamos a esperar na charcutaria de um supermercado e uma das charcuteiras disse um número e, como ninguém respondeu, passou ao seguinte e antão, um senhor empertigado com muita arrogância exclamou: -Eu tinha o número anterior, não me viu que estava a olhar para si!-, a charcuteira imediatamente contestou:  -O Senhor tem razão, exatamente, eu vi que o senhor estava a olhar para mim!-. Apanhou o fiambre da fiambreira, para o levar à vitrina refrigerada e com um ligeiro e irónico sorriso disse: -Mas eu não sei se esse estranho e intenso olhar tinha outras intenções!- Todos os que esperávamos pelo nosso turno, começamos a rir às gargalhadas, até o teso senhor, foi a fórmula perfeita para findar a disputa. Alguns estudiosos e investigadores já declararam que é um humor de origem galaico-português. No entanto, por detrás dos sorrisos e muitas vezes as risadas ruidosas e prolongadas, há um muito enraizado aspeto da psique canarina que os próprios canarinos denominan magua, em português mágoa, o vocábulo do dialeto canarino mais querido que tem os mesmos significados que em português e, em todo o arquipélago canarino, é a nossa saudade, essa espécie de melancolia etérea que parece ansiar algo perdido ou inatingível caraterística dos portugueses, a morriña dos galegos, a nostalgia ou añoranza dos espanhóis, mas nas Ilhas Canárias tem outros significados. Ficar com magua, algumas vezes é ficar com ganas de comer algo, nas Ilhas Canárias os meninos não podem passar fome nem é correto comer na frente de uma criança sem convidá-la porque é desaprovado. Uma vez, na central de camionetas de São Cristóvão da Lagoa estava com os meus filhos ao meio-dia e um senhor tinha um cacho de bananas e estava a comer, acho que os meus filhos estavam a olhar para ele e o homem veio e deu-lhe uma banana e disse: -¡Cómanse el platanito mis niños que están esmayaditos!- “Comam-se as bananas os meus meninos que estão com fome!”, e logo olha para mim e disse: -¡No los podía dejar con la magua!.- “Não os podia deixar com a mágoa!”. Só na ilha de La Palma magua também é utilado com o significado de nódoa ou marca produzida por contusão e, na ilha de Lanzarote, o verbo maguarse “magoar-se” além do sigificado que tem em todas as ilhas, é aplicado para dizer que uma rês fica sem leite em uma teta. Ao longo da história, as Canárias foi a ponte entre a Península Ibérica e América. Muitos canarinos emigraram desde o século XVI e contribuíram à colonização da América, o destino foi sobretudo Cuba, Porto Rico, Venezuela, República Dominicana, Uruguai e os estados de Luisiana e Texas nos Estados Unidos da América, o povo canarino como os outros povos galaico-portugueses, é um povo emigrante. 

GASTRONOMIA 

A gastronomia canarina tem muito da portuguesa, o gofio “farinha obtida de trigo, milho e outros ceriais torrados” é o alimento principal herança do povo guanche, mas depois são as batatas e, o segundo símbolo cultural da cozinha canarina, são as papas arrugadas “batatas enrugadas” cozidas com casca em água com muito sal, que possívelmete têm a sua origem no gosto dos portugueses de cozinhar as batatas com sal no forno, como são as batatas a murro. Quase todos os canarinos acham que o puchero ou zancudo “cozido canarino” é descendente do cozido madrilenho, mas é mais semelhante ao cozido de grão à moda do Alentejo ou à algarvia, a diferença é que no puchero ou zancudo canarino, nos seus ingredientes há mais vegetais: cove, batata, batata-doce, feijão-verde, chuchu, bogango ou curguete, cenoura, abóbora, pera e espiga de milho tenro). Sem dúvida alguma, o rancho canarino é herdeiro do português e o gosto pelo peixe seco e salgado que nas Canárias é jareado, não há mil e uma maneiras de fazer o bacalhau, mas temos o sanchocho de cherne, cozido em água e outros condimentos e acompanhado com papas arrugadas e molho verde ou vermelho ou o pescado salado en encebollado, peixe salgado, geralmente: bacalhau, cherne ou corvina, com cebolada canarina que é a base de quase todos os pratos: cebola, alho, pimento verde, pimeto vermelho e tomate frito em óleo e temperado com sal, pimenta, orégão, tomilho, loureiro e colorau, o peixe é fervido com a cebolada e um bocadinho de água e vinho branco ou antes as postas do bacalhau são passadas por farinha de trigo e douradas no azeite, neste caso, o azeite é usado para fritar a ceboladaporque assim dá mais sabor, este prato com as papas arrugadas é muito saboroso. São as duas formas mais típicas e é um evidente legado português, como também é o molho de coentros, o gosto e uso do milho na culinária, os cominhos e outros condimentos. O molho de coentros pode ser à moda antiga: alhos, coentros, pimenta, óleo e vinagre feito à mão com os ingredente picados com faca em bocados muito pequenos ou triturados em almofariz; o atual molho é feito com varinha mágica com mais outros ingredientes: pimento verde, limão, cominhos, água e abacate que o deixam cremoso, as papas arrugadas com este molho são deliciosas. É possível dizer que os pratos mais representativos da gastonomia canarina são portugueses. A entrada pode ser o queijo palmense (da ilha de La Palma) ou majorero (da ilha de Fuerteventura) grelhado e servido com molho de coentros ou molho vermelho, o almogrote gomero da ilha de La Gomera com pão no forno a lenha ou as rodelas de tomate canarino temperadas com alho, óleo vinagre e oregão. O primeiro plato é o Puchero ou Zancudo, o segundo prato o Sancocho ou Pescado Salado com papas arrugadas e o frangollo de sobremesa, uma espécie de aletria feita com rolão de milho com leite, ovos, açucar, manteiga, um pedaço de casca de limão, um pau de canela, amêndoas e passas, de consistência compacta como nas Beiras que se pode cortar em fatias ou cremosa como no Minho, na travessa polvilha-se com canela e no prato pode ser servido juntamente com mel ou guarapo “mel da palmeira canarina” e acompanhado com uma mistela. Além da sobremesa típica há outras: o leite assado e queijinho, que se parece ao pudim abade de Priscos, ovos moles, flan, natillas, arroz-doce, mais outros muito gostosos e uma doçaria importantíssima: bienmesabe de Gran Canaria, rapaduras equeijo de amêndoas de La Palma, quesadillas de El Hierro, tortas de La Gomera (são como bolachas) mais outros; também os das Festas de Natal, Carnaval, Semana Santa: Trutas (são como empadas) com recheio de batata-doce com amêndoas ou doce de chila, rosquilhas, filhó de abóbora ou banana, torrijas, biscoitos, bolos, merengue assado e muitos mais. Nesta reifeição tradicional dos três pratos típicos mais entrada, não pode faltar a pella (bola) de gofio e o vinho do país ou da terra. Atualmente, com a regulação do colesterol para seguir uma dieta saudável, com o Puchero ou Zancudo sem entrada e tal vez com sobremesa é suficiente, como dizem alguns minhotos: -¡Já chega!-. A atriz canarina Lili Quintana, no programa de humor da televisão autonómica das Ilhas Canárias En Clave de Ja com a sua personagem de Chona, disse que um dia foi almoçar a um reataurante canarino, comeu queijo, gofio e um pão inteiro com almogrote gomero de entrada, um prato encolmado como dizemos nas Canárias “repleto” de puchero e outro de sancocho com muitas papas arrugadas e molho colorado “vermelho, tomou vários copos de vinho, um prato de frangollo com mistela de banana de sobremesa e, após de se tomar o café, quando ela chegou à sua casa se comeu um iogurte activia para compensar a embostada “o empanturramento”. 

 ARQUITETURA 

A arquitectura tradicional canarina é uma variante da arquitetura tradicional da Macaronésia de base alentejana e algarvia em relação ao âmbito rural, no arquipélago canarino nas casas terréas rurais é possível ver as cercaduras das janelas, os frixos das esquinas chamados faixas, barras ou riscas e os rodapés a cor azul das casas alentejanas e as chaminés do Alentejo e do Algarve. As casas da ilha de Lanzarote, escolhida pelo Nobel de Literatura português como última morada, têm umas chaminés que relembram muito às algarvias.

Nas duas fotografias a seguir mostramos o aporte cultural alentejano, na primeira foto uma casa tradicional de Pedro Álvarez, freguesia do concelho de Tegueste no nordeste da Ilha de Tenerife. É a casa camponesa de dois andares em estado ruinoso do mais puro estilo arquitetónico tradicional canarino, variante do estilo colonial macaronésio. Nesta casa ainda é possível ver um vestígio da faixa azul, janela de guilhotina e a frontaria está rematada na sua parte superior com um beiral, prolongação do telhado, formado por uma fileira de telhas. Foto de Tegueste Guía Turística publicada pela Ilustre Câmara Municipal da Vila de Tegueste em fevereiro de 2002. Na segunda fotografia realizada por Naim Acosta, pode-se ver uma casa tradicional de Valle de Guerra, freguesia do concelho de São Cristóvão da Lagoa situada na comarca nordeste da ilha de Tenerife. Esta casa térrea é do estilo chamado de transição, em finais do século XIX e princípios do século XX. Tem uma frontaria com janelas de tipo abatíveis e postigos interiores, parapeito cego que oculta o telhado de telha marselhesa, rematado por cordão de alvenaria e uma cornija do mesmo material ou de tijolo maciço de argila avermelhado pintado a azul como as faixas e rodapé, as janelas e portas não têm cercadura a azul, porque são de madeira.

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Nas vilas e cidades há influência de outras regiões ou províncias de Portugal, calçada empedrada, janelas, portas e varandas, ornamentos de arte manuelina e outras caraterísticas que trouxeram os portugueses, um belo exemplo de decoração manuelina é a frontaria da igreja da Nossa Senhora da Asunção da cidade de São Sebastião da Gomera, capital da ilha de La Gomera e a torre da basílica da Nossa Senhora do Pinheiro em Teror, padroeira da Ilha de Gran Canaria. Já o disse Torriani, o melhor exemplo de uma cidade que representa à arquitetura tradicional urbana à portuguesa em todo o seu esplendor, é a cidade de Santa Cruz de La Palma, capital da ilha de La Palma, mas também temos o bairro de Vegueta no casco histórico da cidade de Las Palmas de Gran Canaria capital da Ilha de Gran Canaria e da província (distrito) que administra as ilhas orientais. Em Tenerife temos no norte, a cidade de San Cristóbal de La Laguna “São Cristóvão da Lagoa”, berço de São José de Anchieta, Apóstolo do Brasil e cidade classificada Património da Humanidade pela UNESCO, o maravilhoso e encantador entorno do ex-convento e igreja do Santíssimo Cristo de Tacoronte, em sobrecanarias.com/2010/04/05/tacoronte-mar-y-montana-en-tenerife/, há uma foto muito bonita realizada em um dia cinzento, a Villa de la Orotava, joia arquitetónica de Tenerife que este ano solicitará à UNESCO a declaração de Património Mundial, casco histórico do Puerto de La Cruz, Los Realejos, San Juan de La Rambla, o entorno da praça de São Marcos junto do drago milenário da cidade de Icod de Los Vinos, Garachico e Los Silos, no sul temos Arafo, Vilaflor, mais outros cascos históricos de grande beleza e pequenos casarios como Masca em Boavista do Norte ou Ifonche no concelho de Adeje no sul de Tenerife.

A fotografia a seguir realizada por Naim Acosta, mostra La Casona situada no entorno da igreja de Santa Catarina de Alexandria, padroeira da cidade de Tacoronte. É uma das casas mais antigas que se conservam nesta cidade. Foi construida por Dom Juan Pérez, clérigo da Igerja de Santa Catarina, no século XVIII, com o objeto de fundar a capellania da paróquia “sede do capelão”, morada e escritório do padre ou pároco. Na sua frontaria salienta-se a formosa varanda canarina envernizada igual que as portas e janelas de guilhotina e, entre a casa de dois andares dos senhores e a casa térrea da criadagem, está a porta com ameias típica da arquitetura tradicional canarina. Junto da casa térrea com portas e janelas pintadas a castanho-escuro sem alternância, há também uma casa de dois andares com a frontaria pintada a amarelo-canarino, as portas e ventanas de guilhotina a verde-inglês e branco e os grandes blocos de pedra das esquinas à vista, finalmente, a rua é pedonal com calçada empedrada.

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Em seguida uma fotografia realizada por Naim Acosta ilustra a casa térrea que está noutro lado de La Casona, nesta casa pode-se ver o estilo mais representativo da arquitetura tradicional das Ilhas Canárias, portada com ameias e cruz, ventanas de guilhotina, paredes pintadas a branco e portas e janelas a verde-inglês com alternância. O telhado quatro águas com telha mourisca ou árabe rematado com beirais, formado por dupla fileira de telhas e todo o madeiramento de tea, uma madeira resinosa e muito duradoura que se extrai dos pinheiros canarinos anosos.

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A fotografia que se segue também realizada por Naim Acosta, expor à vista mais perto, as casas mais próximas do ex-convento e igreja do Santíssimo Cristo de Tacoronte que como já indicamos acima, no site sobrecanarias.com/2010/04/05/tacoronte-mar-y-montana-en-tenerife/, é possível ver quase todo o conjunto arquitetónico. Nestas duas casas vemos outra modalidade, a casa pintada a branco com janelas e portas a castanho-escuro e a casa pintada a vermelho-canarino. A cor mais típica nas paredes e a branca e depois nesta ordem: amarela, vermelha, azul e verde, as duas últimas não são muito vistas e, no que concerne à madeira de portas e janelas, se a madeira não é envernizada, é pintada a verde-inglês e a castanho-escuro, no caso das janelas quase sempre há alternâcia, as duas cores principais com a cor branca. Finalmente, pode-se admirar outro tipo de calçada empedrada e janelas na casa pintada a vermelho, que tem os blocos de pedra das esquinas á vista.

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AGRICULTURA 

Agricultiura, pecuária, pesca, artesanato têm muito de Portugal. O principal promotor da primeira expansão vitícola canarina foi o colonato de origem português, que chegou à nova terra procedente do Norte de Portugal e da Madeira e as primeiras castas que cultivaram foram a malvasia e o terrentês. A viticultura é portuguesa, muitos portugueses que têm visitado as Canárias dizem que os vinhos são muito parecidos aos portugueses, enólogos portugueses dão por certo que a elaboração artesanal dos vinhos em Tenerife é postuguesa, podemos ver a herança deixada pelos portugueses nos lagares tradicionais canarinos que são como os madirenses, nos antigos palheiros ou casas de telhados de palha de Tenerife e La Palma que são como palheiras dos Açores e em vários instrumentos agrícolas.  Onde mais se pode apreciar o efeito português relativamente ao artesanato, é nas cestas e trançados, nos bordados e rendas e na tecelagem. 

MEDICINA POPULAR 

Na medicina popular existe a figura do Santiguador “benzedor” e a do Curandero “Curandeiro” e as benzeduras e remédios (infuções, tizanas, beberagens, unguentos, cataplasmas e mais) são de base galaico-portuguesa, mas o curandeirismo recebeu o complemento que introduziram os indianos, como eram chamados os emigrantes canarinos que foram para a ilha de Cuba em finais do século XIX e princípios do século XX, muitos deles voltaram ricos, hoje os curandeiros mesturam com técnicas do curandeirismo caribenho. A medicina popular está estreitamente vinculada à bruxaria canarina, pois benzedores e curandeiros têm que curar el daño “malefício” feito pelos bruxos, os feitiços, beberagens e outras questões da bruxaria no começo tinham base galaico-portuguesa e depois ficaram mesturados com técnicas africanas e americanas: santeria, vodu, candomblé e outras.

 

            Exemplo de reza

 

Oração da noite

 

Ó Anjo da minha guarda, doce companhia,

não me desampares, nem de noite nem de dia.

Jesusinho da minha vida, tu es menino como eu,

por eso eu te quero tanto e dou-te o meu coração.

Quatro esquininhas tem a minha cama,

quatro anjinhos que me acompanham,

com Deus me deito e com Deu me levanto,

com a Virgem Maria e o Espírito Santo.

Amem

 

            Exemplo de Benzedura

 

Ensalmo para cortar o mau-olhado, quebranto, susto, empacho e ar

 

Eu te benzo em nome do Pai, do filho e do Espírito Santo

(o benzedor faz o sinal da cruz quando começa mencionar a Santíssima Trindade)

e no nome que te puseram na pia (nome da pessoa).

Eu te corto mau-olhado, opilação, alimento mal comido, água mal bebida, susto, quebranto.

Eu levo-o para o mais alto dos montes de Arménia e tiro-o para o mais profundo do mar,

onde não permaneça, nem perdure nem dano possa fazer a esta criatura.

Se entrou pela tua cabeça, Santa Teresa.

Se entrou pela tua frente, São Vicente.

Se entrou pelos teus olhos, Santa Lúcia.

Se entrou pela tua nariz, São Luís.

Se entrou pela tua boca, Santa Rosa.

Se  entrou pela tua barba, Santa Bárbara.

Se entrou pela tua garganta, Santa Clara.

Se entrou pelo teu peito, são Eulógio.

Se entrou pela tua barriga, Santa Maria.

Se entrou pelas tuas conjunturas, São Ventura.

E se entrou pelos teus braços e pelos teus pés Santo André.

(No fim, reza-se a Oração do Credo e a Salve Rainha)

Esta versão de ensalmo é villera da Villa de La Orotava em Tenerife

 

Muitos benzedores quando chegam a uma avançada idade deixam de curar porque quando rezam o doente transmite o dano: gritam, choram, arrotam, bocejam e até têm contorções de dor.

 

INDUMENTÁRIA TRADICIONAL

 

            No que se refere ao trajar, o melhor exemplo de comparação é o traje típico da mulher da Villa de La Orotava com o traje da mulher da Madeira e o traje típico do homem da ilha de El Hierro com o campino ribatejano. Também há semelhanças nos trajes tradicionais da ilha de La Palma com os trajes dos Açores. 

JOGOS E DESPORTOS 

            Nos jogos e desportos tradicionais temos o Calabazo “Cabaço”, que em Portugal é um regador de cabo longo e o recipiente utilizado para tirar, de poços e tanques, água para rega. Esta técnica da agricultura tradicional que se tornou em desporto na década de 80 do século XX para evitar a sua desaparição, somente é praticada no Vale de Aridane na ilha de São Miguel da Palma. A diferença com Portugal é que o cabaço na ilha de La Palma se utiliza para tirar agua dos canais que estão nos bananais, que não são acéquias nem regueiros. A referência mais antiga de rega com o cabaço que se conhece está em una carta registada no ano 1868 e, a construção do canal de águas onde se utiliza, da mão de colonos portugueses, començou no ano 1555. 

FESTAS E TRADIÇÕES POPULARES 

            Há parecença nas romarias canarinas com os cortejos etnográficos do Minho e benção de gado, as juntas de bois levam no pescoço umas bonitas coleiras com pequenas campainhas que no Minho são mais ostentosas,  mas nos Açores são quase iguais. Há festas populares com tradição muito antiga que possivelmente tem a sua procedência em terras portuguesas, há tejineros “habitantes de Tejina” estudiosos e investigadores que acham que a Festa dos Corações de Tejina, declarada BIC (Bem de Interesse Cultural) em 2003 pelo governo das Canárias, deriva da Festa dos Tabuleiros de Tomar, pois Ansejo Gomes, o fundador de Tejina, era natural da antiga sede da Ordem dos Templários. Tejina é um pequeno povo (freguesia) do nordeste de Tenerife que pertence ao concelho de São Cristóvão da Lagoa, separado da cidade de Tacoronte pelo povo de Valle de Guerra e poucos quilómetros separam este povo da Vila de Tegueste e o povo turístico de Bajamar. Temos de lhes dizer que o fundador de Tejina era concunhado de Sebastião Machado, fundador da cidade de Tacoronte, porque Asenjo Gomes era o esposo de Guiomar Gonçalves e Sebastião Machado de Isabel Gonçalves, duas irmãs filhas de Gonçalo Gonçalves Teixeira natural de Braga. Este bracarense sogro dos dois fundadores antes mencionados, participou na conquista das Ilhas Canárias, pelo que foi beneficiado com terras no repartimento através das datas. O Antonio Miguel Rodríguez, farmacéutico da Câmara Municipal de São Cristóvão da Lagoa iniciará em breve em representação da Associação de Vizinhos As Três Ruas de Tejina o contacto com a Câmara Municipal de Tomar para estudar e investigar as possíveis relações dos Corações com os Tabuleiros e fazer uma geminação do povo de Tejina com Tomar. Bravo! Antonio, terás toda a nossa ajuda. O Antonio publica artigos no blogue: pastillerodesalud.blogspot.com, onde há alguns muito interessantes como: Portugueses en Tejina, en el origen de nuestra cultura del vino publicado em 6 de dezembro de 2015, piedra y madera em 25 de setembro de 2015 e El origen divino de las plantas, Ceralias em 20 de julho de 2016, neste artigo há fotos antigas muito bonitas e uma foro de uma eira canarina lajeada. 

De seguida uma foto com o Corazón de Tejina: Calle Abajo, “Coração de Tejina: Rua Abaixo” fotografia que está na p. 50 da 2ª edição revista e amplada do livro intitulado: Fiestas de San Bartolomé de Tejina da autoria de María José Ruiz e Guadalberto Hernández, publicado pela Câmara Municipal de São Cristóvão da Lagoa em 2002.

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MÚSICA TRADICIONAL OU FOLCLÓRICA 

Finalmente, falamos um pouco da música tradional ou folclórica.

 

Não quero mais sinfonias

paro o hino das Canárias,

tenho com umas folias

e um povo atrás que as canta.

 

Quadra número 56 que está na p. 24 do livro intitulado: Año canario 365 coplas y algunos versos más acerca de El Condumio da autoria de Luis Carrasco publicado pelo CCPC em 1991 e, é toda uma certeza. A Folia, é por excelência a canção tradicional mais representativa do folclore musical canarino, propalada por toda o nossa  terra e além fronteiras pela diáspora canarina no mundo. Conforme à opinião dalguns musicólogos, este canto da etapa setecentista profundo, pois com ele o canarino exprime todos os seus sentimentos, pode proceder de Portugal e, temos de lhe dizer, que igual que muitos fados, quando o cantor começa o canto, os instrumentos tocados com plectro (bandolins, bandurras e alaúdes) fazem o que na linguajem da música tradicional canarina chama-se contracanto, um contrapunto à melodia interpretada pelo cantor. A Malagueña é a canção mais triste do nosso floclore musical com estrofes que falam da morte de uma mãe, de um filho e outras perdas e desgraças:

 

Eu vi a uma mãe morta

sobre uma tumba de mármore,

com a sangue corrompida

e o coração feito troços,

pelo filho que queria.

 

Não há coisa como uma mãe

encuanto no mundo existe,

porque uma mãe consola

a um filho quando está triste.

 

São as herdeiras diretas do fandango andaluz, mas a sua música tem muita simulitude com a charamba açoriana, há fragmentos musicais das duas canções que são iguais. Também pode descender do cavaquinho português igual que o ukulele havaiano, o Timple, que para os canarinos é o instrumento nacional, da nação canarina. Com exatidão, são os Aires de Lima “Ares de Lima” o género musical totalmente português, investigados pelo musicólogo Lothar Siemens provêm do Minho, das freguesias perto do Rio Lima e é um canto com lindas melodias típico das descamisadas canarinas, esfolhadas no Minho. Deste assunto, escreveremos um artigo mais aprofundado e ilustrado com letras e partituras, porque é uma dívida que temos com Carlos Gomes, mas queríamos escrever primeiro o artigo anterior e este, porque assim os leitores e seguidores deste excelente blogue, compreenderão melhor a razão pela que na música tradicional das Ilhas Canárias, há um género musical importado do Minho.

Os leitores e seguidores deste magnífico blogue podem fazer pesquisas na Internet para ter mais informação, ver fotos e poder comparar ou fazer um passeio virtual pelos lugares dos que falámos. Para aprofundar mais e conhecer alguns dos portugueses conquistadores e cofundadores do nosso povo, aconselhamos a leitura do artigo intiulado: ABUELOS PORTUGUESES. UNA ASCENDENCIA FAMILIAR EN CANARIAS, SIGLOS XV y XVI I e II  no site geneacanaria.blogspot.com/2015/02/abuelos-portugueses-una-ascendencia.html.

O nosso próximo artigo será um exemplo desta profunda influência portuguesa no povo canarino e, como melhor se pode exemplificar, é com o dialeto canarino. Uma breve estória escrita em dialeto canarino com a tradução em português mais um análise, demonstrará com clareza, que quando falamos de profunda influência, não é com excesso.

Este artigo é dedicado com muito orgulho e grande respeito à memória dos pais cofundadores do nosso povo, os portugueses que deixaram a sua maravilhosa terra natal para vir às nossas ilhas e legaram-nos uma formosa herança que constitui o nosso precioso património histórico, artístico e cultural, e eu, especialmente, desde o mais profundo do meu coração, dedico este artigo a minha mãe, que desde o berço me transmitiu a cultura tradicional da minha terra. Para ti a minha querida mãe.

 

Jesús Acosta

ACGEIA

São Cristóvao da Lagoa

Tenerife



publicado por Carlos Gomes às 23:36
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Terça-feira, 21 de Fevereiro de 2017
TABERNA MINHOTA EM LISBOA SERVE KEBAB

Especialidades turcas e do Médio Oriente como o kebab, a pita falafel e o durum são algumas das especialidades da “Taberna Minhota”, sita no Bairro Alto, em Lisboa. Especialidades portuguesas só mesmo o bitoque e a costela de novilho!

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Quem diria, há algum tempo atrás, que viria a ter a oportunidade de vir um dia a deliciar-se com um kebab... à moda do Minho?

Sujeita repentinamente a uma grande pressão devida ao extraordinário fluxo de turismo, este constitui um caso paradigmático do que se está a passar em Lisboa e noutras regiões do país: a necessidade de corresponder à elevada procura, a oferta não está a acautelar a preservação do património e a identidade das cidades, a sua própria cultura e arrisca-se em breve a matar a galinha dos ovos de oiro.

Imagine-se a reação de um turista turco ou conhecedor da culinária daquela região, ao deparar com a apresentação de um kebab como se de uma especialidade minhota se tratasse!...

Foto: João Alpuim Botelho



publicado por Carlos Gomes às 11:08
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Terça-feira, 14 de Fevereiro de 2017
CASA DO MINHO REALIZA ALMOÇO DA LAMPREIA

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publicado por Carlos Gomes às 10:23
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Quarta-feira, 14 de Dezembro de 2016
CONFRARIAS GASTRONÓMICAS DESEJAM UM FELIZ NATAL!

Desce sobre nós a luz que no Inverno renasce para de novo nos alumiar e aquecer. Fantástica a luz desta obra de Sequeira que, ao contrário de tantas representações do nascimento do Menino mostra uma luz que não se esgota no olhar de quem a vê. A noite escura transmuta-se numa realidade etérea onde mora a felicidade de quem se junta para a celebração.

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É essa a luz do Natal, a reunião da família, as palavras entre os amigos que nunca ficam presas ao tanto para dizer, a mesa posta farta e cheia, a partilha das coisas boas numa noite onde os sabores repetem a emoção de todos os anos.

Mais do que o espírito de Natal, sobressai a beleza do encontro, a paz que fez parar guerras por uma noite, a partilha do melhor que somos na medida do que somos.

Mais do que desejar uma Feliz Celebração, que este Natal seja pleno na descoberta da luz nas nossas vidas e que esta irradie todos os dias no nosso quotidiano, mesmo quando, o Natal já só representar uma memória longínqua de uma noite feliz.



publicado por Carlos Gomes às 19:00
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Domingo, 13 de Novembro de 2016
CASA DO MINHO EM LISBOA REALIZA COUVADA À MINHOTA

“Uma boa mesa para uma boa política regionalista!”

- A Casa do Minho mantém-se fiel à divisa que criou ao tempo do saudoso jornalista Artur Maciel.

Era a sopa do humilde lavrador. De feijão com couves era ela era feita. Mas acrescentavam-lhe outros condimentos para a tornar mais bem apaladada como alguns feijões e osso do espinhaço. Antes de saírem de casa para as lides do campo, deixavam o pote ao lume e deixavam-na a cozer. Quando regressavam da lavoura, algumas couves que traziam das leiras eram cegadas e metidas no pote juntamente com a chouriça. Por fim, comia-se a garfo as couves ou apresigo e, depois, o caldo que em dias melhorados fazia as delícias do pobre agricultor e aconchegava o estômago nos frios dias de outono.

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Para além dos minhotos, o repasto contou ainda com a participação do Presidente da Junta de Freguesia do Lumiar, Dr Pedro Delgado Alves que é também Vice-presidente da bancada parlamentar do Partido Socialista na Assembleia da República e do Secretário da Junta de Freguesia Dr. Patrocínio César.

A Casa do Minho em Lisboa não deixa os seus créditos por mãos alheias e, ciente da sua missão em promover tudo o que de mais genuíno existe nas nossas tradições, realizou hoje mais uma vez a tradicional couvada à minhota, chamando a si muitos dos nossos conterrâneos que não esquecem as suas origens e tudo fazem para preservar a nossa identidade cultural.

Mal começava o Outono e com ele as longas noites passadas à lareira, as couves faziam parte da alimentação diária do pobre camponês. Juntava-lhe as batatas, o feijão, a chouriça e, de um modo geral, um pouco de tudo quanto a lavoura lhe oferecesse. Era um verdadeiro manjar dos deuses.

Merece também uma especial referência a Casa do Minho em Lisboa pela primazia que dá à cozinha tradicional minhota, contribuindo desta forma para preservar o nosso património cultural divulgando uma das especialidades gastronómicas que corre o risco de desaparecer, fazendo jus à divisa legada em tempos idos pelo gastrónomo e jornalista Artur Maciel: Uma boa mesa para uma boa política regionalista!

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Remonta ao século IV Antes de Cristo a origem da couve, altura em que os gregos a descobriram na região da Jônia e dela se surpreenderam pelos seus poderes medicinais, para além das suas virtudes culinárias. Porém, foram os romanos que a trouxeram para a Península Ibérica e nos deram a conhecer, passando a constituir o género de verdura mais consumida até aos finais da Idade Média.

Rica em fibras, iodo, cálcio, potássio, enxofre, magnésio e ômega 3; além de vitaminas A, B1, B2, B6, C e K, a couve é uma hortaliça da família Brassicaceae, constituindo um alimento de baixa caloria, desde sempre utilizado no tratamento de doenças estomacais, tendo vindo com o tempo a revelar-se como um excelente anti-inflamatório, antibiótico e anti-irritante natural, aplicado no combate a gripes, problemas hepáticos, renais e menstruais; artrite, bronquite, hemorroidas, úlceras e pedras nos rins e, na medicina alternativa, como vermífugo, para evitar ressacas, e até mesmo para baixar a febre, quando aplicada em forma de cataplasma.

Conhecida na Galiza por “verça”, a variedade de couve-galega é no Minho responsável por uma das melhores iguarias da cozinha tradicional portuguesa – o caldo verde – considerada uma das 7 maravilhas da gastronomia de Portugal!

O paladar constitui um dos sentidos que o minhoto sempre conserva e o mantém permanentemente ligado ao seu rincão natural, ao seu pedaço de Minho!

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publicado por Carlos Gomes às 14:33
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Sábado, 12 de Novembro de 2016
AMANHÃ HÁ COUVADA NA CASA DO MINHO EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 13:31
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Segunda-feira, 31 de Outubro de 2016
COUVADA JUNTA MINHOTOS EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 12:36
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Terça-feira, 25 de Outubro de 2016
GASTRONOMIA JUNTA EM LISBOA NATURAIS DE PAMPILHOSA DA SERRA

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publicado por Carlos Gomes às 11:05
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Domingo, 25 de Setembro de 2016
ODIVELAS REALIZA FESTIVAL DA MARMELADA

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publicado por Carlos Gomes às 10:55
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Terça-feira, 20 de Setembro de 2016
1ª EDIÇÃO DO EVENTO TRAZ A OVIEDO OS SABORES, SONS E GENTES DA CULTURA PORTUGUESA

Mostra de produtos regionais, concertos de fado e animação

De dia 22 a 25 de Setembro a cidade de Oviedo, nas Astúrias, será palco da 1ª edição do evento Sentir Portugal que decorrerá no edifício do antigo mercado del pescado, na Plaza de Trascorrales.

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Esta iniciativa da Progestur – Associação para o Desenvolvimento do Turismo Cultural – que conta com o apoio do Ayuntamiento de Oviedo, da Fundação Luso-Espanhola e da União de Exportadores da CPLP, pretende ser uma referência no norte de Espanha, apresentando anualmente o que de melhor se faz em Portugal, criando um espaço que promova e reforce o contacto e interação entre marcas, empresas e entidades de ambos países, fortalecendo ligações empresarias, institucionais e comerciais.

Sentir Portugal levará até ao norte de Espanha um espaço representativo de Portugal que, entre diversas dinâmicas culturais, incluí uma mostra de produtos e marcas portuguesas, promoção turístico-cultural, concertos de música tradicional portuguesa, prova de vinhos, participação de chef’s de cozinha, artes performativas e encontros entre empresas e instituições oficiais. Em futuras edições pretendemos incluir outras áreas da cultura portuguesa como por exemplo a pintura e a literatura entre outros.

Durante estes quatro dias Portugal promete encantar Oviedo convidando o público a participar e a visitar o espaço. Deixe-se enfeitiçar pela alma lusitana e venha conhecer mais sobre a cultura e tradições deste cantinho à beira-mar plantado.



publicado por Carlos Gomes às 11:54
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Sábado, 27 de Agosto de 2016
MINHO CANTA E DANÇA NA FESTA DO AVANTE

Folclore, artesanato e gastronomia são algumas das marcas do nosso património cultural que vão marcar presença a próxima edição da Festa do Avante que se realiza já nos dias 2, 3 e 4 de setembro, no Seixal. A iniciativa da participação é das organizações regionais de Braga e Viana do Castelo do Partido Comunista Português que desse modo confere destaque à nossa região naquele que é considerado um dos maiores eventos culturais realizados no nosso país.

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Alto Minho leva arroz de sarrabulho e outras iguarias à Festa do Avante

Quem passar pelo espaço de Viana do Castelo na Festa do Avante, ficará a conhecer a gastronomia e as tradições do Alto Minho bem com a atividade politica e cultural do PCP no distrito.

Na gastronomia, salientamos o arroz de sarrabulho, os rojões à moda do Minho com arroz branco, as pataniscas de bacalhau e o bacalhau frito, acompanhados de arroz de feijão vermelho, assim como o típico caldo verde.

Para sobremesa, o Doce de Romaria de Caminha, os sidónios do Natário, os jesuítas da Leitaria do Carmo e o Pão-de-ló de Caminha.

Nas tasquinhas podem ser apreciados, o salpicão, o chouriço caseiro, o lombo fumado a sanguinha cozida e a broa de milho de curtidura caseira.

Também o artesanato regional marcará presença, podendo o visitante adquirir os bordados e rendas de Santa Marta de Portuzelo, os lenços dos namorados, o linho de Ponte da Barca, assim como artefactos de madeira, os cabeçudos em pasta de papel, T-shirts pintadas à mão, brincos e colares em filigrana.

Importa referir ainda a participação do Grupo Etnográfico de São Lourenço da Montaria (Viana do Castelo), que atuará no Sábado no Palco Arraial.

Baixo Minho leva folclore e outras experiências musicais ao palco da festa

Por seu turno, a Organização Regional de Braga do Partido Comunista Português leva este ano à Festa do Avante o Grupo Folclórico “As Ceifeiras de Gondar”, de Guimarães, e o Rancho Folclórico de S. Pedro do Bairro, de Vila Nova de Famalicão. Os grupos vão atuar no “Palco Arraial”, um dos 8 palcos principais da Festa do Avante.

Além dos ranchos folclóricos, subirá também ao palco os “Cabra Cega”, um grupo que nasceu em Braga cuja música parte da combinação da gaita de fole e instrumentos de percussão tradicional, tais como o bombo e a caixa. A Cabra deu os seus primeiros passos sobre músicas das nossas raízes tradicionais mas cedo começou a caminhar ao encontro da mistura das mesmas com ritmos e sons contemporâneos que influenciam cada um dos seus elementos. Ao longo do tempo têm vindo a ser recrutadas sonoridades provenientes de outras paisagens, sejam elas do passado, do presente ou mesmo do futuro, e é neste habitat heterogéneo que a Cabra Çega se tem vindo a desenvolver. A energia da Cabra transforma os sítios onde passa, puxa pela dança e envolve o público num espetáculo vivo e intenso.

Haverá ainda cantadores ao desafio, zés pereiras do grupo bracarense “Ida e Volta”, cabeçudos e gigantones, artesanato e várias iguarias da cozinha tradicional minhota.

No concurso de bandas, promovido pela Juventude Comunista Portuguesa, participará a banda “Slavecrowd”, de Fafe, que atuará no “Palco Novos Valores”.

Estão a ser organizadas excursões a partir de Braga, Guimarães, Barcelos, Esposende, Vila Nova de Famalicão, Fafe e Vizela, para além da viagem no “Comboio da Juventude, com partida de Braga e paragem em Nine e Vila Nova de Famalicão, numa iniciativa da JCP.

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publicado por Carlos Gomes às 11:18
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Segunda-feira, 22 de Agosto de 2016
MERCADO DA VILA EM CASCAIS CELEBRA REENTRADA COM PETISCOS E CERVEJAS ARTESANAIS NACIONAIS

Mercado da Cerveja e Petiscos decorre de 1 a 4 de setembro no Mercado da Vila de Cascais

  • Desde queijos, enchidos, pregos, porco assado, a opções com sabores internacionais como os tacos, nachos, burritos e as salsichas alemãs. Existem ainda propostas vegetarianas.
  • 22 marcas de cervejas artesanais portuguesas produzidas de norte a sul: Bairrada, Leiria, Aveiro, Coimbra, Lisboa e Cascais em destaque.
  • Durante o fim-de-semana decorrem espetáculos de música ao vivo a partir das 22:30 horas.

Prepare-se para entrar, comprar um copo – ou caneca – e navegar pelos diversos espaços que darão a oportunidade de experimentar dezenas de cervejas diferentes. Ao todo são 22 as marcas portuguesas de cerveja artesanal que é possível provar no Mercado da Cerveja e Petiscos, que decorre de 1 a 4 de setembro no Mercado da Vila, em Cascais. Haverá ainda conceituadas opções internacionais trazidas pela BeerCascais, estabelecimento permanente do Mercado da Vila que comercializa dezenas de marcas de cervejas de todo o mundo.

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Toira (Bairrada), Rolls Beer (Leiria), Maldita (Aveiro), Luzia (Mealhada), Praxis (Coimbra), Musa (Lisboa) e Deck Beer Lab (Cascais) são algumas das ofertas 100% portuguesas que se podem experimentar durante os 4 dias da terceira edição do Mercado da Cerveja e Petiscos, que no ano passado recebeu mais de 29.000 visitantes.

E porque uma boa cerveja pede um bom petisco, este Mercado terá opções para todos os gostos no que à comida diz respeito: queijos e enchidos do Sabor Português; tacos, nachos, quesadillas e burritos da Mexican Food; pregos de carne e vegetarianos dos Pregos Casquinha; salsichas alemãs da Maria Wurst; perna de porco assada do Ricas Pernas e petiscos diversos da Boemiaria.

As visitas ao Mercado da Cerveja e do Petisco serão ainda mais animadas durante o fim-de-semana, com espetáculos de música ao vivo a partir das 22:30 horas. Sexta-feira os Klassicos trazem os memoráveis anos 70 e 80 a Cascais, e sábado é a vez de os Coolplay reinterpretarem êxitos mundiais num tributo aos Coldplay.

Todas as cervejas são servidas num recipiente personalizado desta edição, sendo possível optar entre o copo (2€) e a caneca (3€), ambos com cerca de 30cl de capacidade. Para que seja reutilizável, o Mercado disponibiliza vários espaços lava-copos no recinto.

Mais informação:

Entrada gratuita

Horários: Quinta e sexta-feira das 16h às 24h; e sábado e domingo das 12h às 24h.

Deslocação: como é habitual, a CP associa-se ao Mercado da Vila durante este fim-de-semana e será possível os visitantes fazerem a viagem de ida e volta ao Mercado da Corte de comboio pelas linhas de Cascais, Sintra/Azambuja e Sado pelo preço de 2€.

Estacionamento: O Mercado da Vila tem parque de estacionamento.

Sobre o Mercado da Vila

O Mercado da Vila de Cascais, organismo da agência DNA Cascais, é um mercado abastecedor público de bens alimentares e outros fundado há 63 anos no concelho de Cascais. Em 2012 foi sujeito a uma remodelação e reorganização profunda, tendo passado a oferecer melhores condições aos seus parceiros e potenciado a instalação de novos negócios. Distingue-se por aliar tradição e modernidade, desde vendedores com dezenas de anos de permanência a novos restaurantes de referência gastronómica. Às quartas-feiras e sábados de manhã mantém-se o mercado saloio, com venda de hortícolas, frutícolas e outros bens alimentares biológicos de frescura garantida, alguns de produção própria dos 60 vendedores que o dinamizam. O Mercado da Vila promove ainda uma constante dinamização do espaço através de diversos eventos e mercados temáticos que marcam a agenda da região centro.



publicado por Carlos Gomes às 20:55
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Segunda-feira, 15 de Agosto de 2016
AMADORA PROMOVE PRODUTOS REGIONAIS

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publicado por Carlos Gomes às 12:47
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Sexta-feira, 1 de Julho de 2016
CONFRARIAS GASTRONÓMICAS PROMOVEM COZINHA TRADICIONAL PORTUGUESA

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MAPA DE EVENTOS

Eventos da FPCG 2016

5 de Julho - Apresentação do Livro "A minha viagem a Portugal"

12 de Novembro de 2016 - Assembleia Geral Ordinária da FPCG

Capítulos de Confrarias Federadas – 2016

3 de Julho – Capítulo Extraordinário da Confraria do Bolo de Ançã

9 de Julho – Capítulo da Confraria do Anho Assado com Arroz de Forno

10 de Julho – Capítulo da Confraria da Broa d´Avanca

27 de Agosto - Confraria do Presunto e da Cebola do Vale do Sousa

17 de Setembro - XII capítulo da Real Confraria do Maranho de Pampilhosa da Serra

24 de Setembro - X capítulo da Confraria das Papas de S. Miguel

24 de Setembro – Capítulo da Confraria Gastronómica de Sousel

1 de Outubro - Confraria dos Carolos e Papas de Milho

8 de outubro – X Capítulo da Confraria do Bucho de Arganil

8 de Outubro – Capítulo da Confraria da Pateira

9 de Outubro – Capítulo da Confraria do Chicharo

15 de Outubro – Confraria da Doçaria Conventual de Tentúgal

30 de Outubro – Confraria dos Gastrónomos dos Açores

19 de Novembro - XIV Capítulo Confraria Queirosiana

20 de Novembro - IX Capítulo da Confraria do Medronho.

26 de Novembro – Capítulo Solene da Confraria Gastronómica da Raça Arouquesa

3 de Dezembro - XV Capítulo Confraria Nabos e Companhia

10 de Dezembro  - XI Capítulo da Confraria Gastronómica do Cabrito e da Serra do Caramulo.

Outros Eventos – 2016

Julho – Feirinha da Mostra da Broa D´Avanca – Confraria da Broa d`Avanca

23 de Julho - CBRPG - Confraria do Bucho Recheado de Pedrógão Grande

6 de Agosto – Passeio Gastronómico em Barco Moliceiro

24 de Agosto - Festa da Cebola. Confraria do Presunto e da Cebola do Vale do Sousa.

28  Agosto - II Capítulo da Real Confraria das Cebolas

Setembro – Desfolhada à Moda Antiga – Confraria da Broa D´Avanca

10 de Setembro – IV Capítulo da Confraria do Frango do Campo

10 de Setembro - Caminhada “O Campo e a Ria” com passeio de Barco Moliceiro

Outubro – GASTROBROA – Confraria da Broa D´Avanca

8 e 9 de Outubro -   X Festival Gastronómico da Enguia.

29 de Outubro  - Capitulo da Confraria da Pedra na Madalena em Vila Nova de Gaia.

29 de Outubro – Confraria da Lampantana

10 de Dezembro - Ceia de Natal da Confraria do Presunto e da Cebola do Vale do Sousa.

2017

Confrarias Federadas

28, 29, 30 de Abril e 1 de maio – XVII Capítulo da Confraria Gastronómica da Madeira - Funchal

29 de Abril – Real Confraria da Cabra Velha

20 de Maio - X Capítulo da Confraria Gastronómica Pinhal do Rei - Leiria 

17 de Junho - VI Capitulo Confraria Gastronómica do Concelho de Ovar



publicado por Carlos Gomes às 10:57
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Sábado, 25 de Junho de 2016
FOLCLORE, GASTRONOMIA E ARTESANATO MARCAM A ABERTURA DA FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO EM LISBOA

O folclore de Ourém e da Alta Estremadura marcou hoje a abertura de um dos mais importantes certames nacionais e internacionais dedicados ao artesanato, a Feira Internacional do Artesanato que uma vez mais se realizou nos pavilhões da FIL, no parque das Nações, em Lisboa. Tratou-se da participação do Rancho Folclórico “Os Moleiros” da Ribeira, do Olival, um dos mais lídimos representantes do folclore da região de Ourém.

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Por duas vezes pisou o tabuado para mostrar ao público presente como outrora as suas gentes trajavam, cantavam e dançavam. Entre as duas atuações, desfilaram pelos pavilhões rumo ao stand dos “Artesãos de Ourém” que, à semelhança de anos anteriores, também estiveram presentes neste certame com os tecidos e os bordados típicos da nossa região, marcando desse modo presença e dando a conhecer os talentos artísticos das suas gentes. Pelo caminho, foram saudados pelo Engº Rocha de Matos, Presidente da Associação Industrial Portuguesa.

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A Feira Internacional do Artesanato conta na sua 29ª edição com Alto Patrocínio do Presidente da República

De 25 de Junho a 3 de Julho a FIL, Fundação AIP, organiza a Feira Internacional de Artesanato e, pelo primeiro ano, conta com o Alto Patrocínio do Presidente da República. A maior festa intercultural na Península Ibérica e a segunda maior da Europa, organizada pela Fundação AIP com o apoio do IEFP, e que durante a sua história tem promovido todas as regiões e suas culturas, mobilizando as especificidades locais em prol do desenvolvimento nacional e crescimento económico, congratula-se com este acto de relevante simbolismo que, mais do que incentivar, responsabiliza a organização da FIA na continuação de um trabalho em que as tradições e o futuro crescem lado a lado.

A 29ª edição da FIA Lisboa 2016 terá, como é habitual, um vasto programa em que constam exposições temáticas, prémios e concursos, ateliers, workshops, actuações musicais, jogos tradicionais e conferências. A FIA Lisboa 2016 assume-se como uma plataforma de excelência para a promoção do desenvolvimento regional e das culturas locais por via do artesanato, da gastronomia, das actividades culturais e turísticas, do património e recursos naturais e fontes de sustentabilidade da economia local, tendo aperfeiçoado, ao longo dos seus 28 anos de história, a simbiose entre economia e cultura, tradição e inovação.

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publicado por Carlos Gomes às 22:02
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Terça-feira, 17 de Maio de 2016
MUSEU BORDALO PINHEIRO PROMOVE TERTÚLIA COM PROVA DE DEGUSTAÇÃO PELA BOM PETISCO E COMISSÃO VITIVINÍCOLA DA REGIÃO DE LISBOA

18 de Maio | Dia Internacional dos Museus

Maria de Lourdes Modesto, João Paulo Martins e Hugo Nascimento sentam-se à mesa com Bordalo

MUSEU BORDALO PINHEIRO | 18H00 - VISITA À EXPOSIÇÃO | 18H30 – TERTÚLIA

A partir da exposição temporária Bordalo à Mesa, comissariada por Pedro Bebiano Braga e atualmente em exibição no Museu Bordalo Pinheiro, três vultos da Gastronomia Portuguesa reúnem-se para uma tertúlia em torno da obra de Rafael Bordalo Pinheiro.

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O desenho, a pintura e a cerâmica deste artista são exímios na representação original de alimentos e bebidas. Comprados no mercado tradicional, na venda ambulante ou nas lojas e armazéns de Lisboa, vindos das hortas e quintas dos arredores, do rio e do mar, ou de fabrico industrializado, para todos o artista concebeu rótulos, embalagens e publicidade, assim como anúncios que publicava nas capilhas e páginas dos seus jornais.

Estes registos ilustram múltiplos aspetos relacionados com a gastronomia: a dieta alimentar à época, a culinária, os espaços de refeição e consumo, a etiqueta à mesa. Bordalo era um bom garfo e a sua criatividade e talento ficam exemplarmente expressos na série de menus que concebeu a título de encomenda para jantares onde ele próprio, tantas vezes, participou.

De que modo a sua obra toca cada um dos convidados, convocando a sua admiração e saber, é o mote para uma conversa aberta ao público entre a gastrónoma Maria de Lourdes Modesto, o especialista em vinhos João Paulo Martins e o chef Hugo Nascimento.

Afinal, em que é que a moderna cozinha portuguesa se distingue da praticada no final do século XIX e o que é ser um bom garfo nos dias que correm?

Neste dia, a Loja do Museu Bordalo Pinheiro terá à venda as obras destes autores, disponíveis para as autografar.



publicado por Carlos Gomes às 11:05
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Domingo, 15 de Maio de 2016
CASA DO MINHO: ALMOÇO "PICA-NO-CHÃO" JUNTA "PICA-MILHOS" EM LISBOA

A Casa do Minho organizou um almoço “pica-no-chão” e os “pica-milhos” responderam à chamada para o repasto a fim de apreciar tão afamada especialidade da cozinha tradicional minhota.

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“Pica-milhos” era uma das designações pelas quais os minhotos eram outrora apelidados, sendo também nas terras mais a sul conhecidos por “galegos”. De igual modo, o “pica no chão” é a designação que no Minho se atribui ao que genericamente designamos por arroz de cabidela, realçando-se porém a criação caseira das aves que está na origem da expressão.

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A promoção da nossa cozinha tradicional constitui uma das vertentes do regionalismo, mormente das casas regionais, não devendo estas desviar-se destes objetivos que constituem uma das razões da sua existência.

E porque de divulgação falamos, damos a conhecer do “pica no chão” à moda de Barcelos, segundo uma receita de http://barceloscidade.webnode.pt/

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ARROZ PICA-NO-CHÃO

Ingredientes:

1 Galo caseiro

0,5 dl de azeite

3 Colheres (sopa) de vinagre

1 Cebola grande

2 Dentes de alho

100 gr de toucinho

1 Folha de louro

1 Malagueta

1 Tigela de arroz

Sal q.b.

Preparação:

Aproveite o sangue do galo, deitando-o numa tigela com três colheres de sopa de vinagre e mecha para que não coalhe (como alternativa ao sangue do galo consulte o seu talho, lá poderá encontrar pacotes já embalados). Numa panela ponha a refogar no azeite, a cebola e os alhos picados. Junte-lhe a galo cortado aos bocados pequenos e os miúdos (exceto o fígado), o toucinho cortado, o louro e a malagueta cortada ao meio. Refogue tudo, tempere com sal e deixe estufar em lume brando. Cubra a carne com água quente, tape a panela e deixe cozer até a o galo ficar macia. Depois de cozido retire a galo e retifique a água para que fique na proporção de 3/1 para a cozedura do arroz. Assim que levantar fervura junte o arroz. Três ou quatro minutos antes de ficar pronto junte o sangue, misture-o bem, junte também a carne e deixe apurar.



publicado por Carlos Gomes às 23:41
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Sexta-feira, 6 de Maio de 2016
LISBOA ESTÁ EM FESTA COM O FESTIVAL INTERNACIONAL DA MÁSCARA IBÉRICA

Amanhã realiza-se o tradicional desfile da Máscara Ibérica, com partida da Praça do Município às 16h30

Até ao próximo dia 8 de maio, encontra-se instalada na Praça D. Pedro IV, vulgo Rossio, uma autêntica feira a promover a nossa gastronomia tradicional das mais diversas regiões de Portugal e Espanha, nomeadamente queijos, doçaria, fumeiro, licores e compotas. A isto acrescenta-se o artesanato e a promoção turístico-cultural, com música à mistura, tertúlias, concertos musicais e muita animação de rua.

FIMI 128

Amanhã regista-se o momento alto do Festival Internacional da Máscara Ibérica. Cerca de 30 grupos de Portugal e Espanha, reunindo mais de meio milhar de mascarados, vão desfilar desde a Praça do Município até ao Rossio, atraindo à baixa lisboeta muitos milhares de pessoas. É o Grande Desfile da Máscara Ibérica que já vai na 11ª edição.

Este festival procura preservar as tradições pagãs dos rituais da máscara, raramente vistos fora dos seus contextos de origem. Galiza, Leão, Zamora, Cáceres, Astúrias, Salamanca e Guadalajara são as regiões do país vizinho que se fazem representar este ano no XI Grande Desfile da Máscara Ibérica.

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A iniciativa é da Progestur – Associação para a Promoção, Gestão e Desenvolvimento do Turismo Cultural em Portugal, em parceria com a EGEAC e a Câmara Municipal de Lisboa.

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publicado por Carlos Gomes às 21:11
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Quinta-feira, 5 de Maio de 2016
"PICA NO CHÃO" JUNTA MINHOTOS EM LISBOA



publicado por Carlos Gomes às 11:19
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Sexta-feira, 22 de Abril de 2016
CONFRARIAS GASTRONÓMICAS PROMOVEM COZINHA TRADICIONAL PORTUGUESA

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MAPA DE EVENTOS

Eventos da FPCG 2016

29 de Maio de 2016 - Comemorações do Dia Nacional da Gastronomia Portuguesa

16 de Julho – Evento da FPCG

12 de Novembro de 2016 - Assembleia Geral Ordinária da FPCG

Capítulos de Confrarias Federadas – 2016

30 de Abril – Real Confraria da Cabra Velha

7 de Maio – Confraria dos Ovos Moles de Aveiro

14 de Maio – Confraria Gastronómica do Mar

14 de Maio – Confraria dos Gastrónomos da Região de Lafões

28 de Maio - Confraria Gastronómica da Amadora

28 de Maio - Confraria da Marmelada de Odivelas

4 de Junho - XI Capítulo da Confraria Gastronómica da Gândara

4 de Junho – Confraria Gastronómica do Arroz de Aba de Cinfães

11 de Junho - IX Grande Capítulo da Confraria Gastronómica o Moliceiro

12 de Junho - V Cerimónia Capitular da Confraria do Mel - Macedo de Cavaleiros

12 de Junho - XII Capitulo da Real Confraria do Maranho de Pampilhosa da Serra

18 de Junho - V Capitulo da Confraria Gastronómica do Concelho de Ovar

25 de Junho - Capítulo da Confraria da Broa de Avintes

25 de Junho – Capítulo da Confraria Gastronómica da Maçã Portuguesa

3 de Julho – Capítulo Extraordinário da Confraria do Bolo de Ançã

9 de Julho – Capítulo da Confraria do Anho Assado com Arroz de Forno

10 de Julho – Capítulo da Confraria da Broa d´Avanca

27 de Agosto - Confraria do Presunto e da Cebola do Vale do Sousa

24 de Setembro - X Capítulo da Confraria das Papas de S. Miguel

24 de Setembro – Capítulo da Confraria Gastronómica de Sousel

1 de Outubro - Confraria dos Carolos e Papas de Milho

8 de Outubro – X Capítulo da Confraria do Bucho de Arganil

8 de Outubro – Capítulo da Confraria da Pateira

15 de Outubro – Confraria da Doçaria Conventual de Tentúgal

19 de Novembro - XIV Capítulo Confraria Queirosiana

26 de Novembro – Capítulo Solene da Confraria Gastronómica da Raça Arouquesa

3 de Dezembro - XV Capítulo Confraria Nabos e Companhia

10 de Dezembro  - XI Capítulo da Confraria Gastronómica do Cabrito e da Serra do Caramulo.

Outros Eventos – 2016

21 de Maio – Confraria da Feijoca de Manteigas

21 de Maio -  III Capitulo da Confraria Ovelhã

20 a 22 de Maio - XII Feira dos Grelos

28 de Maio - Caminhada “A Ria vista da Serra”

4 de Junho – Confraria do Pão, da Regueifa e do Biscoito de Valongo

 9 a 12 de Junho - SERRA COM SABORES´16 - X Semana Gastronómica do Cabrito e da Serra do Caramulo / XVII Feira de Artesanato e Produtos Locais.

2 e 3 de Julho – “II FESTIVAL SABORES DA RIA” – Confraria Gastronómica O Moliceiro

Julho – Feirinha da Mostra da Broa D´Avanca – Confraria da Broa d`Avanca

6 de Agosto – Passeio Gastronómico em Barco Moliceiro

24 de Agosto - Festa da Cebola. Confraria do Presunto e da Cebola do Vale do Sousa.

28  Agosto - II Capítulo da Real Confraria das Cebolas

Setembro – Desfolhada à Moda Antiga – Confraria da Broa D´Avanca

10 de Setembro – IV Capítulo da Confraria do Frango do Campo

10 de Setembro - Caminhada “O Campo e a Ria” com passeio de Barco Moliceiro

Outubro – GASTROBROA – Confraria da Broa D´Avanca

8 e 9 de Outubro -   X Festival Gastronómico da Enguia.

29 de Outubro  - Capitulo da Confraria da Pedra na Madalena em Vila Nova de Gaia.

29 de Outubro – Confraria da Lampantana

10 de Dezembro - Ceia de Natal da Confraria do Presunto e da Cebola do Vale do Sousa.

2017

Confrarias Federadas

29 de Abril – Real Confraria da Cabra Velha

17 de Junho - VI Capitulo Confraria Gastronómica do Concelho de Ovar.



publicado por Carlos Gomes às 17:50
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Domingo, 17 de Abril de 2016
ALCOCHETE É A TERRA ONDE SE PODE CONTEMPLAR OS MAIS BELOS PORES-DO-SOL

Situada na margem esquerda do rio Tejo, em plena Reserva Natural do Rio Tejo, na vila de Alcochete podem contemplar-se os mais belos pores-do-sol de toda a região, feitos a partir da mais diversificada paleta de cores. Amantes da fotografia e, de uma maneira geral, apreciadores das mais belas paisagens, visitam com frequência esta pitoresca localidade que, além da sua beleza natural, tem muito mais para oferecer aos visitantes.

Alcochete - Pôr do Sol

Alcochete é terra de salineiros. Nas salinas onde outrora se extraía sal-marinho e se secava o bacalhau, tendo a partir de determinada altura a produzir sal-gema, nidificam as mais variadas espécies de aves aquáticas.

A partir do Sítio das Hortas, pode-se observar os flamingos em plena estuário do rio Tejo, na área protegida. Esta é considerada a maior zona húmida do país e uma das maiores da Europa. Nela se criam em ambiente natural grande variedade de peixes, moluscos e crustáceos, além das aves como já referido.

Alcochete 016

Nos arredores, quem vai em direção ao Montijo – a antiga Aldeia Galega do Ribatejo – encontra a praia fluvial do Samouco com o seu pequeno cais palafítico.

A pacatez da vila de Alcochete contrasta com o bulício de outras cidades próximas, mormente Lisboa que se avista de longe. Porém, quando é chegada a altura das largadas de toiros, a vila anima-se e adquire todo o seu esplendor e tipicismo. Alcochete é também terra de toiros e toureiros. Desde o século XVI que ali se cria sobretudo gado bravo pelo que as tradições taurinas encontram-se bastante arreigadas nos alcochetanos.

Alcochete - Pôr do Sol (6)

As ruelas, estreitas e pitorescas onde em tempos idos os pescadores locais remendavam as malhas das suas redes, enchem-se de gente que vem de fora para apreciar as tão afamadas iguarias da sua cozinha tradicional, com predomínio para os pratos de peixe e outras iguarias que o rio Tejo oferece.

Alcochete - Pôr do Sol (9)

Acredita-se que o topónimo Alcochete tenha proveniência árabe, derivando de Al Caxete que poderá significar “o forno”. Com efeito, os registos mais antigos que se conhecem relativamente à presença humana no local dizem respeito à existência de uma olaria, ao tempo da ocupação romana que antecedeu a presença árabe, na qual eram produzidas ânforas e outros artefactos para acondicionamento e transporte de alimentos, quem sabe se para o garum e conservas de peixe produzidas nas cetárias da Península de Tróia, em Grândola.

Alcochete-fev2012 (3)

Alcochete foi berço das mais notáveis personalidades de entre as quais se destaca o Rei D. Manuel I e o padre jesuíta Francisco Rodrigues da Cruz, venerado e santificado pelo povo que o rebatizou como “Santo Padre Cruz” e em relação ao qual decorre desde 1951 o Processo Informativo de Beatificação. Quase setenta anos decorridos desde o seu falecimento em Lisboa, muitos são ainda os devotos que visitam o seu jazigo no cemitério de Benfica.

Alcochete3

Nos últimos tempos, a autarquia local tem vindo a requalificar o espaço urbano, ordenando o estacionamento automóvel, dotando a área urbana de novas zonas verdes e pedonais, com especial realce mas o magnífico passeio da zona ribeirinha. Alcochete é, pois, uma das mais interessantes localidades a convidar a uma visita, nomeadamente dos lisboetas, tirando também partido da magnífica paisagem que da Ponte Vasco da Gama se disfruta sobre o rio Tejo e as salinas do Samouco.

Alcochete - Pôr do Sol (10)

Alcochete - Pôr do Sol (6)

Alcochete-salineiro

Alcochete - Pôr do Sol (7)

Alcochete 012

Imagem 024



publicado por Carlos Gomes às 17:50
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Quarta-feira, 13 de Abril de 2016
CASA DE GÓIS EM LISBOA REALIZA MOSTRA DA CHANFANA



publicado por Carlos Gomes às 22:15
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Domingo, 10 de Abril de 2016
CASA DE GÓIS EM LISBOA REALIZA MOSTRA DE CHANFANA



publicado por Carlos Gomes às 18:14
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