Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Sábado, 20 de Janeiro de 2018
PRESIDENTE DA CASA DO CONCELHO DE CASTRO DAIRE APRESENTA TESE DE DOUTORAMENTO ACERCA DAS CASAS REGIONAIS EM LISBOA

“Quanto país cabe em uma cidade? – As Casas dos Concelhos Embaixadas Regionais em Lisboa” é como se designa o projeto de investigação de seu doutoramento sobre o atual enquadramento das Casas Regionais em Lisboa que está a ser realizado pelo Dr. Luís Esteves, um regionalista que é presentemente o Presidente da Casa do Concelho de Castro Daire, na capital lisboeta.

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Este projeto de investigação constitui um estudo em forma de peça documental através dos materiais escritos, fílmicos e sonoros produzidos. Pretende ser um registo atualizado sobre as Casas Regionais no ativo, quem são e como se expressam.

Um fórum associativo em documentário que resulta da participação/ação do investigador nos discursos rurais da arquitectura urbana presente na nossa capital. Explorar conceitos derivados, como: associativismo, regionalismo, fluxo migratório, etnografia, tradições e cultura popular.

No plano de trabalhos consta entrevistas com os presidentes de direção, no sentido de conhecer e perceber o objecto de estudo, passando pela história, missão, seus valores e, consequentemente, pelas atitudes e percepções dos seus representantes.

Procurar saber quem são, o que as define, o que fazem, como se organizam, quais os recursos. Conhecer o passado, o presente e as suas perspectivas futuras. Um conjunto de questões que definem a entidade e respondem certamente às características do fenómeno colectivo de encontro de fluxos migratórios na capital lisboeta.

Surge o cinema como instrumento de recolha e tratamento de dados, grelha de observação e proposta de reflexão e discussão.

Natural do concelho de Castro Daire, região da Beira-Alta, o Dr. Luís Esteves ingressou aos 18 anos no Curso de Estudos Artísticos, na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, tendo iniciado a especialização na variante de Cinema, na Université Sorbonne Nouvelle Paris III.

Após a Licenciatura, conclui os estudos académicos no Brasil e, em 2011, torna-se Mestre em Estudos Artísticos com especialização na área dos Estudos Fílmicos e da Imagem pela Universidade de Coimbra, convénio com a Universidade Gama Filho (Barra-Downtown) – Rio de Janeiro.

Atualmente, a par do Doutoramento em Artes do Media na Universidade Lusófona de Lisboa, seus compromissos passam por lecionar no Conservatório D'Artes de Loures e é também Presidente da Casa do Concelho de Castro Daire, em Lisboa.

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publicado por Carlos Gomes às 16:35
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Sexta-feira, 12 de Janeiro de 2018
GALEGOS MAIS EMPENHADOS DO QUE NÓS NA LÍNGUA PORTUGUESA

Floresça, fale, cante, ouça-se, e viva

A Portuguesa língua, e já onde for

Senhora vá de si soberba, e altiva.

Se ’té’qui esteve baixa, e sem louvor,

Culpa é dos que a mal exercitaram:

Esquecimento nosso, e desamor.

António Ferreira (século XVI)

Haverá algum português que não entenda um galego ou algum galego que não nos perceba na conversação comum? Dificilmente, pois as nossas duas Línguas são irmãs-gémeas.

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Algo as distingue, porém, no contexto linguístico mundial: enquanto o Galego permaneceu durante séculos “fechado” como Língua oral de uso particular, sem direito a entrada na esfera cartorial, o Português tornou-se independente e oficial, evoluiu mais radicalmente e acabou por ser disseminado por todos os Continentes ao acompanhar a Expansão.

Não admira que, hoje, os galegos desejem associar-se às vantagens de uma Língua franca que eles compreendem como se fosse sua e que é falada e escrita em todo o Mundo por 250 milhões de pessoas: o sexto idioma mais usado no planeta, o quinto mais corrente na Internet e o terceiro no ‘ranking’ idiomático das redes sociais Facebook e Twitter.

Foi com este quadro histórico em mente que o parlamento da Galiza aprovou em Abril passado, por unanimidade, um diploma legal que protege a introdução progressiva da Língua Portuguesa em todos os níveis de ensino oficial naquela Comunidade Autónoma espanhola.

A Lei para o Aproveitamento da Língua Portuguesa e Vínculos com a Lusofonia (é este o seu título) já está em vigor e permitirá melhorar o ensino do Português na Galiza. No presente ano lectivo, mais de 2.500 jovens galegos aprendem a nossa Língua em escolas primárias e secundárias, na rede de ensino oficial de idiomas e nas Universidades de Vigo, Santiago de Compostela e A Coruña.

O diploma legal sublinha que “o Português, nascido na velha Gallæcia, é idioma de trabalho de vinte organizações internacionais, incluída a União Europeia, assim como língua oficial de nove países e do território de Macau, na China.

Entre eles figuram potências económicas como o Brasil e outras economias emergentes. É a língua mais falada no Hemisfério Sul”.

Sendo a Língua própria da Galiza inter-compreensível com o Português, e oferendo por isso “uma valiosa vantagem competitiva em muitas vertentes, nomeadamente na cultural, mas também na económica”, o parlamento galego decidiu “fomentar o ensino e a aprendizagem do Português com o objectivo, entre outros, de que empresas e instituições aproveitem a nossa vantagem linguística, um valor que evidencia a importância mundial do idioma oficial dum país vizinho, tendo em conta também o crescente papel de blocos como a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa”.

Há muito que na Comunidade Autónoma da Galiza se ouvem vozes em defesa do Português e do seu ensino regular nas escolas oficiais.

A grande novidade deste novo diploma reside na oficialização dessa velha aspiração como “objectivo estratégico do governo galego”.

Diz o diploma: “Os poderes públicos galegos promoverão o conhecimento da Língua Portuguesa e das culturas lusófonas para aprofundar os vínculos históricos que unem a Galiza com os países e comunidades de Língua Portuguesa, e pelo carácter estratégico que as relações económicas e sociais têm para a Galiza, no quadro da Eurorregião Galiza-Norte de Portugal”.

A Lei prevê ainda o intercâmbio entre cadeias de televisão galegas e portuguesas.

O interesse da Comunidade da Galiza pela nossa Língua (mesmo que numa vincada óptica economicista, capaz de entristecer os puristas) parece infinitamente mais empenhado do que aquele que a burocracia portuguesa dedica ao assunto.

É meritório o trabalho do Instituto Camões, do Observatório de Língua Portuguesa, do Instituto Internacional da Língua Portuguesa e de várias outras instituições que trabalham pela difusão do Português, ainda que acorrentadas às grilhetas do absurdo Acordo Ortográfico.

Mas a dieta minguada que o Orçamento concede ao ensino e propagação da Língua e da Cultura é ridícula, quando comparada com as reais necessidades de uma política conjugada de “investimento” (passe a palavra) na difusão da nossa Identidade.

Em 2007, quando as vacas ainda estavam gordas e o dinheiro corria como leite e mel, o orçamento anual do Ministério da Educação para a difusão da Cultura e para o ensino do Português no estrangeiro não alcançava sequer os 40 milhões de euros – uma quantia insignificante se posta em confronto com os muitos milhares de milhões desbaratados anualmente em decisões estatais ruinosas.

E se a verba não chegava a 40 milhões em 2007, é apenas possível imaginar a que se reduzirá hoje, após sete anos de cortes médios de 10 por cento ao ano no orçamento da Educação…

Não admira que Joseph Ghanime, dirigente da Associação de Docentes de Português na Galiza, tenha lamentado há dias a falta de “medidas concretas” e de “algum interesse” de Portugal com vista a uma promoção “mais ambiciosa” do Português no sistema educativo galego.

A Galiza dá-nos assim uma bela lição, até porque não é principiante no ensino do Português. Os últimos dados disponíveis apontam para mais de 2.500 estudantes galegos matriculados em aulas oficiais de Língua Portuguesa, entre o ensino primário e o universitário, passando pelas escolas oficiais de línguas.

Essas aulas são ministradas por cerca de 90 professores, agrupados na Associação de Docentes de Português na Galiza (ADPG), que pugna por uma melhor organização da sua actividade.

Até agora, a constituição de turmas de Português no ensino secundário galego tem sido feita na base do voluntariado, não existindo um corpo permanente de docentes da Língua, ao contrário do que sucede, por exemplo, com o Inglês ou o Francês.

É esta escassa especialização que a ADPG deseja superar, propondo que o governo autonómico crie um quadro expresso de professores de Português que só a esta Língua se dediquem.

Curiosamente, apesar da proximidade geográfica e das afinidades históricas e culturais, a Galiza não é a Comunidade Autónoma do Reino de Espanha com mais alunos de Português. Enquanto a Galiza conta 2.500 alunos numa população de 2,3 milhões, a Extremadura (apenas com um milhão de habitantes) tem 20 mil alunos a aprender o Português em 140 centros do ensino oficial, enquanto o canal público extremenho de televisão emite o programa “Falamos Português”, em colaboração com o Instituto Camões.

Este aparente paradoxo explica-se facilmente: embora o interesse pela Língua Portuguesa seja mais intenso na Galiza, muitos galegos têm a convicção de que as nossas duas Línguas são tão semelhantes que não é preciso ter aulas – um equívoco que ignora o facto de o ensino de uma Língua implicar uma envolvência cultural e social que tem de ser aprofundada.

Esta consciência da necessidade de aprofundamento dos conhecimentos linguísticos e culturais é muito mais corrente no meio universitário, como está demonstrado pela existência de vários cursos de Filologia Portuguesa e Estudos Portugueses nas Universidades de A Coruña, Vigo e Santiago. 

Um pouco de História

Durante a dominação romana da Península, a Província da Galécia incluía as regiões bracarense (Braga), lucense (Lugo) e asturiense (Astorga). A partir do ano 212, a sua capital foi Braga, a nobre e erudita Bracara Augusta, que estendia a sua jurisdição do Rio Douro ao Mar Cantábrico.

Reorganizada sob Fernando Magno após o colapso do Império, toda esta região manteve características próprias. Foi só no século XI que o Rei Alfonso VI, avô de D. Afonso Henriques, juntou a Galiza, Portugal e as Astúrias aos territórios de Castela e Leão, na tentativa de formar uma grande unidade peninsular.

Mas ao pedir auxílio aos barões franceses na sua guerra contra os mouros, Alfonso abriu as portas a uma nova subdivisão do território que unificara, pois foram os descendentes desses barões borgonheses que estiveram na origem das lutas pela re-autonomização do Noroeste da Península Ibérica.

Os primos Raimundo e Henrique da Borgonha vieram a casar-se com duas filhas de Alfonso VI, Urraca e Teresa, a quem o monarca ofereceu a Galiza e o Condado Portucalense, respectivamente. Afonso Henriques, filho de Teresa e Henrique, acabou por questionar o vínculo e lutou em 1128, em São Mamede (Guimarães), contra o domínio de Leão e Castela representado por sua mãe.

O facto de, em São Mamede, a Galiza ter apoiado Teresa contra Afonso Henriques deveu-se à enorme influência exercida pelos bispos na sociedade desse tempo. A rivalidade entre os prelados de Braga e Santiago de Compostela levou à formação de dois “partidos”, tendo os seguidores do arcebispo bracarense Paio Mendes apoiado o “partido” da independência e os seguidores do prelado galego Diego Gelmirez o “partido” de Leão e Castela.

De todo o modo, bispos à parte, a origem comum na Gallæcia Magna manteve a Galiza e Portugal em grande proximidade social e cultural, sobretudo depois de Afonso Henriques ter visto confirmada a autonomia portuguesa em 1143 e de os próprios galegos terem iniciado tentativas de se libertarem, eles próprios, do domínio do Rei de Castela e Leão.

O facto de a Galiza nunca ter conseguido obter essa autonomia fez com que a língua galaica não tivesse estatuto de língua escrita durante muitos séculos, condicionando a sua evolução. Pelo contrário, Portugal, Estado-Nação com um percurso próprio, viu a sua língua evoluir até um estatuto clássico. No dizer de Alexandre Herculano, “o Português não é senão o dialecto galego, civilizado e aperfeiçoado”.

Um pouco de Linguística

Tanto o Português como o Galego resultam de evoluções diferentes a partir de um mesmo idioma comum. Esse idioma original, resultante de uma evolução própria do Latim Vulgar, foi usado na Gallæcia Magna (isto é, num território que hoje corresponde à Galiza, ao Norte de Portugal e à zona Oeste das Astúrias).

Segundo o linguista Ivo Castro, da Universidade de Lisboa, a existência autonóma de uma língua romance galaico-portuguesa começou a ser patente no século VII, quando se verificaram dois fenómenos: a palatalização dos grupos iniciais latinos pl-, kl-, fl- na africada palatal surda tš; e a lenição das soantes intervocálicas latinas -n- e -l-.

Quando se iniciou a Reconquista cristã, a partir do século IX, o romance galego-português era a língua do Noroeste da Península Ibérica. Os distintos caminhos políticos seguidos posteriormente nas várias regiões onde era falada determinaram as progressivas transformações paralelas do galaico-português.

No território de Portugal (Reino independente a partir do século XII), a antiga língua comum evoluiu independentemente e a partir do século XIII já existia claramente aquilo que designamos por Português Antigo. “A abundante produção escrita em Português torna possível, desde então, observar com mais pormenor as mudanças que a língua vai sofrer entre os séculos XIII e XV e que, por graduais transições, a levarão a transformar-se de língua medieval em língua clássica”, como salienta Ivo Castro, agravando-se “o distanciamento em relação ao Galego, entretanto impedido pelo domínio castelhano de existir como língua de cultura”.

Fonte: https://jornaldiabo.com/

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publicado por Carlos Gomes às 15:12
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Segunda-feira, 1 de Janeiro de 2018
QUATRO MIL ANOS DE TRADIÇÃO INDO-EUROPEIA

Em Terra de Miranda, nos confins de Trás-os-Montes, resiste uma velha tradição cujos traços se perdem na noite dos tempos, reminiscência, talvez, das danças rituais guerreiras indo-europeias presentes em todas as comunidades agro-pastoris a partir da Idade do Ferro e da qual dão conta sucessivos testemunhos de Plínio, Estrabão e Tácito. Os antropólogos encontram similitudes entre os Pauliteiros e as danças que os mancebos da Grécia Antiga, da Roma republicana e da Germânia primitiva executavam por ocasião das festividades religiosas em honra dos deuses protectores dos guerreiros. Tais rituais subsistiram um pouco por toda a Europa até ao advento da era industrial - na Suíça, no sul de França, no País Basco - mas desapareceram assim que as sociedades camponesas entraram em colapso.

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A coreografia insere movimentos que lembram o adestramento militar - o ataque, a defesa, a agilidade - bem como a unidade ritmada. Nas mãos dos dançarinos, dois paus substituindo a espada e o punhal, simulam a luta corpo-a-corpo em que a espada interceptava e detinha a estocada, e o punhal assestava o golpe mortal no inimigo. O saio branco substitui a túnica, o colete lembra o peitoral em couro ou bronze e o chapéu com fitas coloridas evoca o capacete emplumado. As danças são ritmadas por tambores, acompanhados por gaitas-de-foles e adufes, instrumentos antiquíssimos entrados na Península Ibérica por volta do primeiro milénio a.C e já comuns entre os Celtiberos. As castanholas surgem no fim do combate e são executadas pelos bailadeiros-guerreiros como representação da alegria da vitória.

Graças ao empenho das associações defensoras da identidade cultural dos povos de Miranda, os Pauliteiros são hoje um dos florões do folclore português, actuando um pouco por todo o mundo como embaixadores de um povo orgulhoso da sua exclusividade.

Fonte: MCB / https://www.facebook.com/pg/novaportugalidade/about/?ref=page_internal



publicado por Carlos Gomes às 17:21
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Domingo, 31 de Dezembro de 2017
JANEIRO EVOCA JANO – DEUS PAGÃO DOS PORTÕES E DOS COMEÇOS NA MITOLOGIA ROMANA

Dentro de escassas horas e de acordo com o calendário gregoriano – assim designado por ter sido adoptado pelo Papa Gregório XII através da bula Inter gravíssimas a fim de corrigir o anterior calendário Juliano, estabelecido pelo imperador romano Júlio César – daremos entrada no ano 2018 da Era Cristã. E, com ele, o mês de Janeiro que os romanos dedicaram ao deus Jano.

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Corria o ano 46 antes da Era Cristã quando o ditador romano Júlio César decretou o dia 1 de janeiro como o dia de Ano Novo, consagrando os romanos o mês de janeiro a Jano, deus pagão dos portões e dos começos, daí derivando a sua própria designação que perdura até aos nossos dias.

Jano é representado com duas faces, uma das quais olhando o passado e a outra voltada para o futuro.

A celebração deste dia ocorre geralmente entre todos os povos que possuem um calendário anual, podendo no entanto o mesmo ser celebrado em ocasiões diversas em consequência das diferenças existentes entre os calendários nas várias culturas.



publicado por Carlos Gomes às 15:03
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Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017
PARABÉNS, MARINHA PORTUGUESA!

As armas e os barões assinalados

Que, da ocidental praia lusitana,

Por mares nunca de antes navegados

Passaram ainda além da Taprobana,

Em perigos e guerras esforçados,

Mais do que prometia a força humana,

E entre gente remota edificaram

Novo reino, que tanto sublimaram.

Os Lusíadas, Canto I, estrofe 1

MARINHA PORTUGUESA COMEMORA 700 ANOS DE EXISTÊNCIA COM DESFILE NAVAL E PARADA MILITAR EM LISBOA

Perto de meia centena de navios nacionais e estrangeiros participam hoje no rio Tejo nas comemorações dos 700 anos da Marinha Portuguesa

O rio Tejo de onde há mais de quinhentos anos partiram as caravelas e naus portuguesas que, parafraseando o imortal poeta Luís Vaz de Camões, “Novos mundos ao mundo irão mostrando”, serviu hoje de cenário a um acontecimento de com uma grandiosidade jamais vista na cidade de Lisboa. Perto de meia centena de navios de guerra, nacionais e estrangeiros, perfilaram-se perante a cidade das sete colinas para celebrar o 700º aniversário da Marinha Portuguesa.

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Defronte, na Praça do Comércio – local que antes do Terramoto de 1755 fora o Terreiro do Paço – os marinheiros de Portugal formaram em parada e desfilaram perante o Presidente da República e Comandante Supremo das Forças Armadas e à vista do arco triunfal onde a Glória coroa o Génio e o Valor e se inscreve a divisa “VIRTVTIBVS MAIORVM VT SIT OMNIBVS COCVMENTO PPD”*

Por seu turno, o Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante António Silva Ribeiro, evocou o passado glorioso da Marinha Portuguesa, enaltecendo as virtudes militares e o espírito de servir que a todos irmana no cumprimento do dever.

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Passam 700 desde a data da criação formal da Marinha Portuguesa. Em 1 de Fevereiro de 1317, celebrava o Rei D. Dinis com o genovês Manuel Pessanha, um contrato de vassalagem, tendo este sido nomeado por Diploma Régio o primeiro Almirante do Reino de Portugal, conferindo a partir de então à Armada Portuguesa um carácter permanente.

Não obstante o simbolismo da data, a Marinha Portuguesa possui origens bem mais remotas, sendo de acordo com uma bula papal considerado o ramo das Forças Armadas mais antigo do mundo. Regista-se nos anais da História de Portugal, regista-se a batalha travada com êxito em 1180, ao largo do Cabo Espichel, comandada por D. Fuas Roupinho, contra uma esquadra muçulmana. A referida batalha ocorreu ao tempo do reinado de D. Afonso Henriques. Mas, foi o Rei D. Dinis quem decidiu conferir à Marinha Real o carácter de organização permanente que mantém até aos nossos dias.

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À Marinha se deve ainda as navegações quinhentistas e à expansão marítima que lhe sucedeu, estendendo o seu domínio a todos os mares, desde o Oceano Atlântico ao Pacífico, unindo os cinco continentes sob a égide da Cruz da Ordem de Cristo.

Entre as suas maiores glórias conta-se a Batalha do Cabo Matapão, travada em 1717 contra a poderosa esquadra turca que no Mediterrâneo ameaçava o sul da Europa. A sua função foi adaptando-se às mudanças dos tempos e cumpre actualmente importantes missões no domínio internacional e também na salvaguarda da nossa soberania no mar.

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Conta uma velha lenda que Lisboa terá sido fundada pelo herói grego Ulisses (Odisseu) que a baptizou com o seu próprio nome, o qual viria mais tarde com a presença romana a ser corrompido para Olissipona. Para tal, iludira a rainha de Ofiusa – a terra de Serpentes como mitologicamente era conhecido o local – fingindo levar-se pelos seus encantos. Uma vez cumprida a tarefa, Ulisses partira logo que os navios estavam abastecidos e a marinhagem repousada, deixando atrás de si a rainha de Ofiusa que, desesperadamente, procurava alcançá-lo até ao mar e, serpenteando, dera origem à formação das colinas da cidade.

Foi, pois, nesta vetusta cidade de tão antigos e nobres pergaminhos que Portugal fez nascer a mais antiga Marinha do mundo, a qual hoje desfilou na sua melhor sala de visitas – o Terreiro do Paço – banhada pelas águas do rio Tejo que em tempos idos viu partir com as velas enfunadas, as naus que levaram a Cruz de Cristo às cinco partidas do mundo.

* “Às Virtudes dos Maiores, para que sirva a todos de ensinamento. Dedicado a expensas públicas”.

Texto e fotos: Manuel Santos

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Carta Régia do Rei D. Dinis, de 1 de Fevereiro de 1313, nomeando Manuel Pessanha como primeiro Almirante do Reino

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publicado por Carlos Gomes às 22:04
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Terça-feira, 5 de Dezembro de 2017
DISCURSO DO COORDENADOR-GERAL DO MOVIMENTO 1º DE DEZEMBRO, JOSÉ RIBEIRO E CASTRO, NAS CERIMÓNIAS OFICIAIS DE 2017

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publicado por Carlos Gomes às 14:51
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Sábado, 2 de Dezembro de 2017
BANDAS DE MÚSICA DE TODO O PAÍS EXECUTAM EM LISBOA O HINO NACIONAL SOB A BATUTA DO MAESTRO DA BANDA DA ARMADA NAS COMEMORAÇÕES DO 1º DE DEZEMBRO

Mais de duas dezenas de bandas filarmónicas provenientes de todo o país desfilaram ontem em Lisboa, na avenida da Liberdade, no âmbito das comemorações do 1º de Dezembro, Dia da Restauração da Independência Nacional em 1640. No final, sob a batuta do maestro da Banda da Armada, exutaram em uníssono o Hino da Maria da Fonte, o Hino da Restauração e a Portugueza ou seja, o Hino Nacional.

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Tratou-se de uma grandiosa jornada cívica e patriótica e também cultural que lembrou a História e o espírito de união e liberdade dos portugueses cuja celebração fez todo o sentido com a participação da Banda da Armada, unidade cultural da Marinha Portuguesa que agora comemora 700 anos de existência.

Herdeira de gloriosas tradições, a Banda dos Marinheiros da Armada gravou em 1903 o primeiro disco produzido em Portugal.

Conforme é descrito no seu site oficial, “Ao longo dos mais de quinhentos anos de existência de formações musicais na Armada, estas sofreram inúmeras alterações, desde a designação ao número de elementos que as constituíram, tornando a enumeração praticamente impossível.

Na realidade, as fontes históricas só são razoavelmente seguras, sobre esta matéria, a partir da primeira metade do século XVIII, e indicam que em agosto de 1740 existia na Armada Real uma banda intitulada "Charamela".

A 3 de abril de 1903 a Banda dos Marinheiros da Armada grava, no Quartel do Corpo de Marinheiros, em Alcântara, aquele que é considerado o primeiro disco produzido em Portugal, um documento histórico e fonográfico raríssimo. A capa contém o selo real e a inscrição "Oferta do Maestro António Maria Chéu ao rei D. Carlos". A gravação, efetuada pela The Gramophone and Typewriter Ltd., de Londres, pretendia comemorar a visita de Eduardo VII de Inglaterra a Portugal.

Presentemente a Banda conta com 113 músicos, muitos dos quais com formação superior e com uma média etária de 33 anos. Fruto do esforço de renovação e dinamização levado a cabo nos últimos anos, os resultados refletem-se na grande visibilidade nacional e internacional das suas atuações ao vivo e na constante gravação e edição de discos compactos.

Na realidade, ao longo dos tempos têm pertencido e continuam a despontar na Banda da Armada, vários compositores de reconhecido mérito, e alguns dos melhores instrumentistas portugueses.”

Perante a sua marcha disciplinada e a empolgante execução da marcha dos marinheiros, a Banda da Armada foi muito aplaudida pelos populares que assisitiam ao seu desfile ao longo de todo o percurso até à Praça dos Restauradores. Uma grande jornada patriótica que, sem dúvida alguma, a Banda da Armada muito contribuiu para o seu brilhantismo!

Texto e fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 18:50
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Sexta-feira, 1 de Dezembro de 2017
BANDAS FILARMÓNICAS DE TODO O PAÍS CELEBRARAM EM LISBOA O DIA DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL

Presidente da República, Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa, presidiu às comemorações e confraternizou com o povo

Mais de duas dezenas de bandas filarmónicas provenientes de todo o país, grupos de percussão e a Banda da Armada Portuguesa desfilaram hoje em Lisboa, na avenida da Liberdade, no âmbito das comemorações do 1º de Dezembro, Dia da Restauração da Independência Nacional em 1640. Tratou-se de uma grandiosa jornada cívica e patriótica e também cultural que lembrou a História e o espírito de liberdade dos portugueses, depois do actual governo ter reposto o feriado nacional instituído por Decreto em 12 de Outubro de 1910.

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A registar a participação da Banda de Música da Sociedade Filarmónica Pedroguense, de Pedrógão Grande, que desfilou fardada de luto e foi sempre muito aplaudida pelo público à sua passagem.

Como vem sendo habitual, o desfile culminou com uma grandiosa concentração na Praça dos Restauradores que, após a intervenção do Dr. José Ribeiro e Castro em nome da entidade organizadora, todas as bandas executaram em uníssono o Hino da Maria da Fonte, o Hino da Restauração e o Hino Nacional (A Portuguesa).

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A organização da iniciativa cabe ao Movimento 1º de Dezembro que conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, a EGEAC, a Confederação Musical Portuguesa e, naturalmente, a SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro.

Este ano foi publicado um livro que é um álbum onde constam imagens de todas as bandas que participaram nas comemorações do 1º de Dezembro ao longo dos últimos 5 anos.

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publicado por Carlos Gomes às 21:54
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Quinta-feira, 30 de Novembro de 2017
BANDAS FILARMÓNICAS DESFILAM AMANHÃ EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA EM 1640

Bandas Filarmónicas de todos os distritos do país vão participar amanhã nas comemorações do dia da Restauração da Independência Nacional em 1640.

A organização pertence ao Movimento 1º de Dezembroque lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios. É possível realizá-lo também graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro.

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Está também prevista a edição este ano de um livro em forma de álbum fotográfico que constitui um interessante registo das participações das bandas filarmónicas nas comemorações do 1º de Dezembro.

O Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas que este ano se realiza tem o seguinte programa:

14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)

15h00 - Início do Desfile

16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.900 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

17h00 - Fecho e desmobilização das bandas

Nesta 6ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:

GRUPOS DE PERCUSSÃO:

Tocá Rufar (Seixal)

Mareantes do Rio Douro (Gaia)

BANDA NACIONAL:

Banda da Armada

BANDAS FILARMÓNICAS:

Banda Musical de Figueiredo (Arouca)

Sociedade Recreativa e Filarmónica 1º de Janeiro de Castro Verde (Castro Verde)

Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense "Os Amarelos" (Moura)

Banda de Música da Carvalheira (Terras de Bouro)

Associação Filarmónica Retaxense (Castelo Branco)

Associação Recreativa Musical Covilhanense | Banda da Covilhã (Covilhã)

Sociedade Filarmónica Oleirense (Oleiros)

Banda Filarmónica da União de Aldeia de João Pires (Sociedade Recreativa e Musical) (Penamacor)

Sociedade Filarmónica Aurora Pedroguense (Sertã)

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Fratelense (Vila Velha de Ródão)

Sociedade Musical Recreativa de Alqueidão / Filarmónica do Alqueidão (Figueira da Foz)

Filarmónica Instrução e Recreio de Abrunheira (Montemor-o-Velho)

Sociedade Filarmónica Sangianense (Oliveira do Hospital)

Sociedade Filarmónica Portimonense (Portimão)

Sociedade Recreativa e Musical Loriguense (Seia)

Sociedade Filarmónica Avelarense (Ansião)

Sociedade Artística Musical 20 de Julho de Santa Margarida do Arrabal (Leiria)

Sociedade Filarmónica Pedroguense (Pedrógão Grande)

Associação Musical e Artística Lourinhanense (Lourinhã)

Banda da Escola de Música da Juventude de Mafra (Mafra)

Banda Juvenil do Município de Gavião (Gavião)

Sociedade Musical Nisense (Nisa)

Sociedade Recreativa Musical Alegretense (Portalegre)

Banda Filarmónica de Crestuma (Gaia)

Sociedade Filarmónica Gualdim Pais (Tomar)

Sociedade Filarmónica Progresso Matos Galamba (Alcácer do Sal)

Banda Musical do Barreiro (Barreiro)

Banda Nova de Barroselas (Associação Banda Escuteiros de Barroselas) (Viana do Castelo)

Banda Marcial de Tarouquela e Municipal de Cinfães (Cinfães)

Banda de Música de São Cipriano “A Nova” (Resende)

Sociedade Filarmónica Fraternidade de São João de Areias (Santa Comba Dão)

Será um total de 32 entidades, integrando 1 grupo de persussão, 1 banda nacional militar e 30 bandas filarmónicas civis.

Serão cerca de 1900 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país que irão descer a Avenida da Liberdade, para celebrar Portugal, a Independência e a Restauração através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.

Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes sob a direcção do Maestro Capitão-Tenente Délio Gonçalves, da Banda da Armada.

Ao longo do desfile, serão interpretadas várias marchas, bem como o Hino da Restauração. O alinhamento do momento colectivo conta também, além do Hino da Restauração, com a interpretação dos Hino da Maria da Fonte e Hino Nacional.

Banda Nova de Barroselas - 2015



publicado por Carlos Gomes às 01:02
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MOVIMENTO 1º DE DEZEMBRO ACABA DE LANÇAR LIVRO SOBRE AS BANDAS FILARMÓNICAS QUE DESDE 2016 DESFILAM NAS COMEMORAÇÕES DO DIA DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA NACIONAL

Obra conta com a colaboração fotográfica de Carlos Gomes e Manuel Santos, respectivamente Administrador e Colaborador Fotográfico do Blogue do Minho e Blogue de Lisboa

O Movimento 1º de Dezembro procedeu hoje ao lançamento do livro “O Novo 1º de Dezembro”, em cerimónia público que decorreu no Palácio da Independência, ao Largo de São Domingos, 11, em Lisboa.

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O livro foi apresentado por José Ribeiro e Castro, coordenador da obra e do Movimento 1º de Dezembro, por José Alarcão Troni, presidente da Sociedade Histórica da Independência de Portugal e Martinho Caetano, Presidente da Confederação Musical Portuguesa.

Com esta iniciativa, pretendeu o Movimento 1º de Dezembro assinalar cinco anos do Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas (2012-16), visando enriquecer e valorizar o dia em que celebramos a independência nacional.

Sob chancela da "Casa Sassetti", uma marca da Editora Princípia, trata-se de um livro-álbum elaborado sob coordenação de José Ribeiro e Castro, apresentando imagens de bandas filarmónicas e outros grupos que, nos últimos cinco anos, já vieram representar 71 concelhos neste "novo 1º de Dezembro", festivo e popular.

Fotos: Manuel Santos

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A obra tem como promotores o Movimento 1º de Dezembro, a Sociedade Histórica da Independência de Portugal e a Confederação Musical Portuguesa e como patrocinadores 16 Câmaras Municipais: Baião, Cabeceiras de Basto, Cantanhede, Carrazeda de Ansiães, Castelo Branco, Chaves, Leiria, Lisboa, Mafra, Mangualde, Montijo, Odemira, Pedrógão Grande, Ponte de Lima, Portimão, Seia, Viana do Alentejo e Viana do Castelo.

As fotografias usadas no livro-álbum são de Isabel Santiago Henriques, José Ribeiro, Castro e Rui Ochoa e ainda de Carlos Gomes e Manuel Santos, respectivamente o Administrador e o Colaborador Fotográfico do Blogue do Minho e do Blogue de Lisboa.

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publicado por Carlos Gomes às 00:35
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Segunda-feira, 27 de Novembro de 2017
MOVIMENTO 1º DE DEZEMBRO LANÇA LIVRO SOBRE DESFILE NACIONAL DAS BANDAS FILARMÓNICAS DESDE 2016

O Movimento 1º de Dezembro procede ao lançamento no próximo dia 29 de Novembro do livro “O Novo 1º de Dezembro”, em cerimónia que vai ter lugar no Palácio da Independência, ao Largo de São Domingos, 11, em Lisboa. Trata-se de uma iniciativa do Movimento 1º de Dezembro que assinala cinco anos do Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas (2012-16), e visa enriquecer e valorizar o dia em que celebramos a independência nacional.

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Sob chancela da "Casa Sassetti", uma marca da Editora Princípia, trata-se de um livro-álbum elaborado sob coordenação de José Ribeiro e Castro, apresentando imagens de bandas filarmónicas e outros grupos que, nos últimos cinco anos, já vieram representar 71 concelhos neste "novo 1º de Dezembro", festivo e popular.

A obra tem como promotores o Movimento 1º de Dezembro, a Sociedade Histórica da Independência de Portugal e a Confederação Musical Portuguesa e como patrocinadores 16 Câmaras Municipais: Baião, Cabeceiras de Basto, Cantanhede, Carrazeda de Ansiães, Castelo Branco, Chaves, Leiria, Lisboa, Mafra, Mangualde, Montijo, Odemira, Pedrógão Grande, Ponte de Lima, Portimão, Seia, Viana do Alentejo e Viana do Castelo.

As fotografias usadas no livro-álbum são de Isabel Santiago Henriques, Manuel dos Santos, Carlos Gomes, José Ribeiro e Castro e Rui Ochoa.

O livro será apresentado por José Ribeiro e Castro, coordenador da obra e do Movimento 1º de Dezembro, e por José Alarcão Troni, presidente da Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

O preço de venda ao público é 25,00 €.



publicado por Carlos Gomes às 23:43
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BANDAS FILARMÓNICAS DESFILAM EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA EM 1640

Bandas Filarmónicas de todos os distritos do país vão participar no desfile nacional que vai ter lugar no próximo dia 1 de Dezembro, no âmbito das comemorações do dia da Restauração da Independência Nacional em 1640.

A organização pertence ao Movimento 1º de Dezembroque lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios. É possível realizá-lo também graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro.

CapturarTBouro

Está também prevista a edição este ano de um livro em forma de álbum fotográfico que constitui um interessante registo das participações das bandas filarmónicas nas comemorações do 1º de Dezembro.

O Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas que este ano se realiza tem o seguinte programa:

14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)

15h00 - Início do Desfile

16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.900 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

17h00 - Fecho e desmobilização das bandas

Nesta 6ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:

GRUPOS DE PERCUSSÃO:

Tocá Rufar (Seixal)

Mareantes do Rio Douro (Gaia)

BANDA NACIONAL:

Banda da Armada

BANDAS FILARMÓNICAS:

Banda Musical de Figueiredo (Arouca)

Sociedade Recreativa e Filarmónica 1º de Janeiro de Castro Verde (Castro Verde)

Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense "Os Amarelos" (Moura)

Banda de Música da Carvalheira (Terras de Bouro)

Associação Filarmónica Retaxense (Castelo Branco)

Associação Recreativa Musical Covilhanense | Banda da Covilhã (Covilhã)

Sociedade Filarmónica Oleirense (Oleiros)

Banda Filarmónica da União de Aldeia de João Pires (Sociedade Recreativa e Musical) (Penamacor)

Sociedade Filarmónica Aurora Pedroguense (Sertã)

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Fratelense (Vila Velha de Ródão)

Sociedade Musical Recreativa de Alqueidão / Filarmónica do Alqueidão (Figueira da Foz)

Filarmónica Instrução e Recreio de Abrunheira (Montemor-o-Velho)

Sociedade Filarmónica Sangianense (Oliveira do Hospital)

Sociedade Filarmónica Portimonense (Portimão)

Sociedade Recreativa e Musical Loriguense (Seia)

Sociedade Filarmónica Avelarense (Ansião)

Sociedade Artística Musical 20 de Julho de Santa Margarida do Arrabal (Leiria)

Sociedade Filarmónica Pedroguense (Pedrógão Grande)

Associação Musical e Artística Lourinhanense (Lourinhã)

Banda da Escola de Música da Juventude de Mafra (Mafra)

Banda Juvenil do Município de Gavião (Gavião)

Sociedade Musical Nisense (Nisa)

Sociedade Recreativa Musical Alegretense (Portalegre)

Banda Filarmónica de Crestuma (Gaia)

Sociedade Filarmónica Gualdim Pais (Tomar)

Sociedade Filarmónica Progresso Matos Galamba (Alcácer do Sal)

Banda Musical do Barreiro (Barreiro)

Banda Nova de Barroselas (Associação Banda Escuteiros de Barroselas) (Viana do Castelo)

Banda Marcial de Tarouquela e Municipal de Cinfães (Cinfães)

Banda de Música de São Cipriano “A Nova” (Resende)

Sociedade Filarmónica Fraternidade de São João de Areias (Santa Comba Dão)

Será um total de 32 entidades, integrando 1 grupo de persussão, 1 banda nacional militar e 30 bandas filarmónicas civis.

Serão cerca de 1900 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país que irão descer a Avenida da Liberdade, para celebrar Portugal, a Independência e a Restauração através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.

Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes sob a direcção do Maestro Capitão-Tenente Délio Gonçalves, da Banda da Armada.

Ao longo do desfile, serão interpretadas várias marchas, bem como o Hino da Restauração. O alinhamento do momento colectivo conta também, além do Hino da Restauração, com a interpretação dos Hino da Maria da Fonte e Hino Nacional.

Banda Nova de Barroselas - 2015



publicado por Carlos Gomes às 23:38
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Sexta-feira, 24 de Novembro de 2017
RUI AGUILAR CERQUEIRA VAI A LOURES FALAR DO FOLCLORE E DO REGIONALISMO NA ÁFRICA AUSTRAL

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures

O Grupo Folclórico Verde Minho promove mais uma conferência dedicada ao folclore e ao regionalismo a ter lugar já no início do próximo ano. Rui Aguilar Cerqueira, antigo componenente da extinta Casa do Minho em Lourenço Marques e do seu rancho folclórico vai, no próximo dia 24 de Março, proferir uma palestra subordinada ao tema “Folclore e Regionalismo Minhoto na África Austral: A Casa do Minho em Lourenço Marques (Moçambique)”.

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A conferência será acompanhada pela projecção de imagens da época vivida pelos nossos conterrâneos em Moçambique, incluindo a celebração do compasso pascal e a actuação do rancho folclórico.

A iniciativa tem lugar a partir das 15 horas, no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, espaço onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures, junto ao Parque da Cidade. Existe excelente estacionamento no local.

Como é sabido, os antigos territórios ultramarinos portugueses foram também o destino de muitos minhotos que decidiram ali construir as suas vidas. Rumando diretamente a partir da metrópole ou fixando-se após o cumprimento do serviço militar naquelas paragens, Angola e Moçambique vieram a tornar-se a segunda terra para muitos dos nossos conterrâneos que assim trocavam a estreita courela pela desafogada machamba ou simplesmente empregavam-se na atividade comercial das progressivas cidades de Luanda e Lourenço Marques, atual Maputo.

Porém, a recordação do Minho distante não os abandonou e permaneceu sempre nos seus corações. E, a provar esse amor filial, criaram as suas próprias associações regionalistas a fim de manterem mais viva a sua portugalidade e as raízes minhotas. Em Lourenço Marques, fundaram a Casa do Minho em 1955.

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Durante duas décadas consecutivas, aquele foi o ponto de encontro das nossas gentes em terras moçambicanas. Ali se construíram novas amizades e conservavam as suas tradições. A constituição de um Rancho Folclórico no seio daquela associação foi um dos melhores exemplos do seu apego às origens. Até que a descolonização veio alterar o rumo das suas vidas e determinar a extinção da Casa do Minho.

Não obstante, muitos dos minhotos e amigos da Casa do Minho, que dela fizeram parte ou de alguma forma por lá passaram, não esquecem esses tempos saudosos e, todos os anos continuam a reunir-se no Minho em alegre e amistosa confraternização, partilhando recordações e revivendo a terra que também amaram – Moçambique!

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Rui Aguilar Cerqueira nasceu em 1955, no Hospital Miguel Bombarda, em Lourenço Marques, como então se designava a capital de Moçambique, actual cidade do Maputo. Descende pelo lado paterno de naturais de Arcos de Valdevez – o pai chamava-se Abel Cerqueira – e, por parte da mãe, Maria Adelaide Varela Aguilar Cerqueira, de lisboetas.

Viveu, estudou e trabalhou como até aos 22 anos Agente Técnico de Apuramentos Estatísticos no Ministério da Agricultura, em Lourenço Marques.

Após a independência de Moçambique ocorrida em 25 de Junho de 1975, regressou a Portugal na companhia de toda a família e fixou residência em Braga.

Recomeçando a vida, deu então inicio a uma nova vida profissional, passando a exercer funções nas empresas multinacionais alemãs “Grundig Electrónica Portuguesa”, “Blaupunkt Auto Rádio Portugal, Lda ” e “BOSCH BRG”, durante 38 anos, como Técnico de Electrónica-Oficial.

Praticou desporto e foi atleta federado em Hóquei em Patins e Voleibol.

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Durante a sua permanência em Moçambique, integrou a Casa do Minho de Lourenço Marques e o seu Rancho Folclórico composto por 80 elementos, representando a região minhota, com as suas danças e cantares tradicionais, com especial incidência no Alto Minho.

Sendo o seu falecido pai o ensaiador do grupo, era natural que os seus dois filhos ainda de tenra idade integrassem o Rancho juntamente com outras crianças, formando assim o respectivo Rancho Infantil cuja constituição ocorreu por volta de 1959. Tinha por essa altura apenas 4 anos de idade e o seu irmão, com apenas 2 anos, tornou-se a mascote do grupo folclórico.

Com o decorrer do tempo e atingida a idade indicada para passagem ao grupo dos adultos, tornou-se o par marcante e aquele que exercia a “voz de comando”.

Para além de grandes exibições em Moçambique, o Rancho Folclórico da Casa do Minho em Lourenço Marques também se deslocou a África do Sul, Rodésia, Suazilândia entre outros países africanos, tendo recebido numerosas lembranças e até ganho diversos festivais folclóricos cujos troféus reuniu nas instalações da su sede social. À época era bastante comum a realização de concursos para avaliar o desempenho dos grupos folclóricos.

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Com a independência política, todas as casas regionais e demais associações portuguesas existentes em Moçambique foram nacionalizadas, ficando os minhotos privados da sua Casa do Minho.

Nas fotos que apresentamos pode ver-se o rancho infantil, encontrando-se em cima, à direita, em primeiro lugar, o seu irmão Fernando Cerqueira (já falecido) e, em seguida, o sr. Rui Cerqueira. Nas duas fotos seguintes surge o seu pai, na qualidade de ensaiador, na frente a dançar o malhão traçado e, na outrao seu pai de gravata no meio do grupo. Estas fotos datam de 1960. Nas duas seguintes aparece Rui Aguilar Cerqueira, de barbas, na frente como o par marcante.

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Actualmente, todos os minhotos ainda vivos que viveram naquele ambiente minhoto em terras moçambicanas – à época território português! – desde sócios, dirigentes, antigos componentes do rancho seus familiares e amigos, reunidos por Rui Cerqueira, encontram-se anualmente num almoço de confraternização, por ocasião do aniversário da associação, sempre numa diferente cidade minhota. E este “toque a reunir” que junta invariavelmente cerca de duas centenas de convivas, ocorre ininterrupetamente desde há 21 anos, tal é a saudade que os anima e o amor ao rincão natal!

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publicado por Carlos Gomes às 19:35
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Segunda-feira, 20 de Novembro de 2017
MOVIMENTO 1º DE DEZEMBRO LANÇA LIVRO SOBRE DESFILE NACIONAL DAS BANDAS FILARMÓNICAS DESDE 2016

O Movimento 1º de Dezembro procede ao lançamento no próximo dia 29 de Novembro do livro “O Novo 1º de Dezembro”, em cerimónia que vai ter lugar no Palácio da Independência, ao Largo de São Domingos, 11, em Lisboa. Trata-se de uma iniciativa do Movimento 1º de Dezembro que assinala cinco anos do Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas (2012-16), e visa enriquecer e valorizar o dia em que celebramos a independência nacional.

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Sob chancela da "Casa Sassetti", uma marca da Editora Princípia, trata-se de um livro-álbum elaborado sob coordenação de José Ribeiro e Castro, apresentando imagens de bandas filarmónicas e outros grupos que, nos últimos cinco anos, já vieram representar 71 concelhos neste "novo 1º de Dezembro", festivo e popular.

A obra tem como promotores o Movimento 1º de Dezembro, a Sociedade Histórica da Independência de Portugal e a Confederação Musical Portuguesa e como patrocinadores 16 Câmaras Municipais: Baião, Cabeceiras de Basto, Cantanhede, Carrazeda de Ansiães, Castelo Branco, Chaves, Leiria, Lisboa, Mafra, Mangualde, Montijo, Odemira, Pedrógão Grande, Ponte de Lima, Portimão, Seia, Viana do Alentejo e Viana do Castelo.

As fotografias usadas no livro-álbum são de Isabel Santiago Henriques, Manuel dos Santos, Carlos Gomes, José Ribeiro e Castro e Rui Ochoa.

O livro será apresentado por José Ribeiro e Castro, coordenador da obra e do Movimento 1º de Dezembro, e por José Alarcão Troni, presidente da Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

O preço de venda ao público é 25,00 €.



publicado por Carlos Gomes às 09:50
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BANDAS FILARMÓNICAS DESFILAM EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO 1º DE DEZEMBRO

Terras de Bouro e Barroselas (Viana do Castelo) representam o Minho nas comemorações do 1º de Dezembro

O Movimento 1º de Dezembro lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios. É possível realizá-lo graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro. Agradecemos também o apoio facultado pelo Recheio e pelo Amanhecer.

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O Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas "1º de Dezembro" foi um êxito em 2012, 2013, 2014, 2015 e 2016. Será êxito maior em 2017.

14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)

15h00 - Início do Desfile

16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.900 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

17h00 - Fecho e desmobilização das bandas

Nesta 6ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:

GRUPOS DE PERCUSSÃO:

Tocá Rufar (Seixal)

BANDA NACIONAL:

Banda da Armada

BANDAS FILARMÓNICAS:

Banda Musical e Artística da Charneca (Lisboa)

Banda Musical de Figueiredo (Arouca)

Sociedade Recreativa e Filarmónica 1º de Janeiro de Castro Verde (Castro Verde)

Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense "Os Amarelos" (Moura)

Banda de Música da Carvalheira (Terras de Bouro)

Associação Filarmónica Retaxense (Castelo Branco)

Associação Recreativa Musical Covilhanense | Banda da Covilhã (Covilhã)

Sociedade Filarmónica Oleirense (Oleiros)

Banda Filarmónica da União de Aldeia de João Pires (Sociedade Recreativa e Musical) (Penamacor)

Sociedade Filarmónica Aurora Pedroguense (Sertã)

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Fratelense (Vila Velha de Ródão)

Sociedade Musical Recreativa de Alqueidão / Filarmónica do Alqueidão (Figueira da Foz)

Filarmónica Instrução e Recreio de Abrunheira (Montemor-o-Velho)

Sociedade Filarmónica Sangianense (Oliveira do Hospital)

SUA - Sociedade União Alcaçovense (Viana do Alentejo)

Sociedade Filarmónica Portimonense (Portimão)

Sociedade Filarmónica Avelarense (Ansião)

Sociedade Artística Musical 20 de Julho de Santa Margarida do Arrabal (Leiria)

Sociedade Filarmónica Pedroguense (Pedrógão Grande)

Associação Musical e Artística Lourinhanense (Lourinhã)

Banda da Escola de Música da Juventude de Mafra (Mafra)

Banda Juvenil do Município de Gavião (Gavião)

Sociedade Musical Nisense (Nisa)

Sociedade Recreativa Musical Alegretense (Portalegre)

Banda Filarmónica de Crestuma (Vila Nova de Gaia)

Sociedade Filarmónica Gualdim Pais (Tomar)

Sociedade Filarmónica Progresso Matos Galamba (Alcácer do Sal)

Banda Musical do Barreiro (Barreiro)

Banda Nova de Barroselas (Associação Banda Escuteiros de Barroselas) (Viana do Castelo)

Banda Marcial de Tarouquela e Municipal de Cinfães (Cinfães)

Banda de Música de São Cipriano “A Nova” (Resende)

Será um total de 32 entidades, integrando 1 grupo de persussão, 1 banda nacional militar e 30 bandas filarmónicas civis.

Serão cerca de 1900 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país que irão descer a Avenida da Liberdade, para celebrar Portugal, a Independência e a Restauração através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.

Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes sob a direcção do Maestro Capitão-Tenente Délio Gonçalves, da Banda da Armada.

Ao longo do desfile, serão interpretadas várias marchas, bem como o Hino da Restauração. O alinhamento do momento colectivo conta também, além do Hino da Restauração, com a interpretação dos Hino da Maria da Fonte e Hino Nacional.



publicado por Carlos Gomes às 09:46
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Domingo, 12 de Novembro de 2017
MONÁRQUICOS HOMENAGEIAM REI D. MIGUEL

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publicado por Carlos Gomes às 09:45
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Sábado, 11 de Novembro de 2017
MOVIMENTO 1º DE DEZEMBRO LANÇA LIVRO SOBRE DESFILE NACIONAL DAS BANDAS FILARMÓNICAS DESDE 2016

O Movimento 1º de Dezembro procede ao lançamento no próximo dia 29 de Novembro do livro “O Novo 1º de Dezembro”, em cerimónia que vai ter lugar no Palácio da Independência, ao Largo de São Domingos, 11, em Lisboa. Trata-se de uma iniciativa do Movimento 1º de Dezembro que assinala cinco anos do Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas (2012-16), e visa enriquecer e valorizar o dia em que celebramos a independência nacional.

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Sob chancela da "Casa Sassetti", uma marca da Editora Princípia, trata-se de um livro-álbum elaborado sob coordenação de José Ribeiro e Castro, apresentando imagens de bandas filarmónicas e outros grupos que, nos últimos cinco anos, já vieram representar 71 concelhos neste "novo 1º de Dezembro", festivo e popular.

A obra tem como promotores o Movimento 1º de Dezembro, a Sociedade Histórica da Independência de Portugal e a Confederação Musical Portuguesa e como patrocinadores 16 Câmaras Municipals: Baião, Cabeceiras de Basto, Cantanhede, Carrazeda de Ansiães, Castelo Branco, Chaves, Leiria, Lisboa, Mafra, Mangualde, Montijo, Odemira, Pedrógão Grande, Ponte de Lima, Portimão, Seia, Viana do Alentejo e Viana do Castelo.

As fotografias usadas no livro-álbum são de Isabel Santiago Henriques, Manuel dos Santos, Carlos Gomes, José Ribeiro e Castro e Rui Ochoa.

O livro será apresentado por José Ribeiro e Castro, coordenador da obra e do Movimento 1º de Dezembro, e por José Alarcão Troni, presidente da Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

O preço de venda ao público é 25,00 €.



publicado por Carlos Gomes às 16:16
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Sexta-feira, 10 de Novembro de 2017
BANDAS FILARMÓNICAS DESFILAM EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA EM 1640

Bandas Filarmónicas de todos os distritos do país vão participar no desfile nacional que vai ter lugar no próximo dia 1 de Dezembro, no âmbito das comemorações do dia da Restauração da Independência Nacional em 1640.

A organização pertence ao Movimento 1º de Dezembroque lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios. É possível realizá-lo também graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro.

Está também prevista a edição este ano de um livro em forma de álbum fotográfico que constitui um interessante registo das participações das bandas filarmónicas nas comemorações do 1º de Dezembro.

O Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas que este ano se realiza tem o seguinte programa:

14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)

15h00 - Início do Desfile

16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.900 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

17h00 - Fecho e desmobilização das bandas

Nesta 6ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:

GRUPOS DE PERCUSSÃO:

Tocá Rufar (Seixal)

Mareantes do Rio Douro (Gaia)

BANDA NACIONAL:

Banda da Armada

BANDAS FILARMÓNICAS:

Banda Musical de Figueiredo (Arouca)

Sociedade Recreativa e Filarmónica 1º de Janeiro de Castro Verde (Castro Verde)

Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense "Os Amarelos" (Moura)

Banda de Música da Carvalheira (Terras de Bouro)

Associação Filarmónica Retaxense (Castelo Branco)

Associação Recreativa Musical Covilhanense | Banda da Covilhã (Covilhã)

Sociedade Filarmónica Oleirense (Oleiros)

Banda Filarmónica da União de Aldeia de João Pires (Sociedade Recreativa e Musical) (Penamacor)

Sociedade Filarmónica Aurora Pedroguense (Sertã)

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Fratelense (Vila Velha de Ródão)

Sociedade Musical Recreativa de Alqueidão / Filarmónica do Alqueidão (Figueira da Foz)

Filarmónica Instrução e Recreio de Abrunheira (Montemor-o-Velho)

Sociedade Filarmónica Sangianense (Oliveira do Hospital)

Sociedade Filarmónica Portimonense (Portimão)

Sociedade Recreativa e Musical Loriguense (Seia)

Sociedade Filarmónica Avelarense (Ansião)

Sociedade Artística Musical 20 de Julho de Santa Margarida do Arrabal (Leiria)

Sociedade Filarmónica Pedroguense (Pedrógão Grande)

Associação Musical e Artística Lourinhanense (Lourinhã)

Banda da Escola de Música da Juventude de Mafra (Mafra)

Banda Juvenil do Município de Gavião (Gavião)

Sociedade Musical Nisense (Nisa)

Sociedade Recreativa Musical Alegretense (Portalegre)

Banda Filarmónica de Crestuma (Gaia)

Sociedade Filarmónica Gualdim Pais (Tomar)

Sociedade Filarmónica Progresso Matos Galamba (Alcácer do Sal)

Banda Musical do Barreiro (Barreiro)

Banda Nova de Barroselas (Associação Banda Escuteiros de Barroselas) (Viana do Castelo)

Banda Marcial de Tarouquela e Municipal de Cinfães (Cinfães)

Banda de Música de São Cipriano “A Nova” (Resende)

Sociedade Filarmónica Fraternidade de São João de Areias (Santa Comba Dão)

Será um total de 32 entidades, integrando 1 grupo de persussão, 1 banda nacional militar e 30 bandas filarmónicas civis.

Serão cerca de 1900 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país que irão descer a Avenida da Liberdade, para celebrar Portugal, a Independência e a Restauração através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.

Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes sob a direcção do Maestro Capitão-Tenente Délio Gonçalves, da Banda da Armada.

Ao longo do desfile, serão interpretadas várias marchas, bem como o Hino da Restauração. O alinhamento do momento colectivo conta também, além do Hino da Restauração, com a interpretação dos Hino da Maria da Fonte e Hino Nacional.

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publicado por Carlos Gomes às 21:27
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Quinta-feira, 2 de Novembro de 2017
BLOGUE “CIDADANIA LX” PLAGIA ARTIGO PUBLICADO NO BLOGUE DE LISBOA HÁ MAIS DE 3 ANOS!

Sob o título “Porque não se transforma o Hospital de Marinha no Museu de Saúde Militar?”, publicou o BLOGUE DE LISBOA em 23 de Setembro de 2014, um artigo da autoria de Rui Pereira Cavaco, Enfermeiro e ex-sargento no activo, em termos que, quer no que respeita à ideia original do autor como ainda em relação ao historial e relato feito, aparece agora plagiado pelo blogue “Cidadania LX”, ontem publicado em https://cidadanialx.blogspot.pt/2017/11/o-estado-portugues-vende-estrangeiro.html

Sem qualquer referência quanto à fonte e autoria do mesmo.

O artigo publicado no BLOGUE DE LISBOA encontra-se em http://bloguedelisboa.blogs.sapo.pt/porque-nao-se-transforma-o-hospital-de-104921.

- O plágio é uma atitude a todos os títulos deplorável! E mais não dizemos…

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publicado por Carlos Gomes às 16:24
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A MULHER QUE FOI A MODELO PARA O BUSTO DA REPÚBLICA PORTUGUESA

* Crónica de Paulo Freitas do Amaral

Ilda Pulga é o nome que consta da mulher que serviu de modelo ao primeiro busto da República Portuguesa. Ainda com descendentes vivos, a família faz questão de afirmar que deveria ter sido uma mulher lindíssima e simultaneamente “atrevida” para servir de modelo naquele tempo.

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Ilda pulga faleceu em 1993 com 101 anos. O seu sobrinho bisneto Joaquim Pulga só desconfiou ser familiar de Ilda após à sua morte por ter lido uma notícia no jornal. Joaquim afirma que uma pessoa como Ilda que serviu de modelo aos 18 anos deve ter evoluído culturalmente de uma forma muito peculiar e intensa.

Ilda era natural de Arraiolos e não foi fácil encontrar o fio à meada das suas ligações familiares embora só haja uma família “Pulga” em Portugal. Foi através de moradores de Arraiolos que Joaquim veio a saber que Ilda era irmã do seu bisavô.

O sobrinho bisneto investigou sobre a sua familiar e ficou a saber que Ilda foi muito jovem para Lisboa, com os seus 13 anos e que as dificuldades económicas que se faziam sentir na altura no Alentejo terão  motivado a sua mudança para a capital levando o resto da sua vida como costureira.

O busto da república portuguesa continua inalterado.Os bustos da República variam de país para país e até encontramos casos onde houve mudanças de modelos que serviram de bustos ao simbolismo republicano.

Como Republicano que sempre fui, não posso deixar de ter uma visão interessada sobre este assunto. O modelo mais icónico da República, tem a sua origem em França e foi sem dúvida “Mariana” ou “Marianne” representada, iconograficamente, por uma mulher, ostentando um barrete frígio, tendo como inspiração a imagem da Liberdade na obra A Liberdade guiando o Povo, pintada em 1830 por Eugène Delacroix.

No entanto a Associação dos Autarcas Franceses decidiu mudar periodicamente o busto de "Mariana", adoptando como modelos artistas de cinema e da música francesas contemporâneas, sendo a manequim e actriz Laetitia Casta o modelo actual da escultura.

A estátua da Liberdade nos EUA é também inspirada em Marianne e foi oferecida pelos franceses aos americanos.

No caso português atribui-se a autoria do busto a João da Silva que usava como peseudónimo João da Nova talvez porque também escrevia para a revista Seara Nova…

A comissão republicana que instituiu o busto em 1911 inspirado em Ilda teve muito bom gosto e a sua imagem fará companhia aos portugueses por muito mais tempo.

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Ilda Pulga, de pé, ao centro, na oficina de costura onde trabalhava



publicado por Carlos Gomes às 11:15
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Quarta-feira, 1 de Novembro de 2017
GRUPO DE AMIGOS DE OLIVENÇA RECLAMA DEVOLUÇÃO DO TERRITÓRIO PORTUGUÊS SOB OCUPAÇÃO DE ESPANHA

O Grupo dos Amigos de Olivença tem constatado que, a propósito da actual « crise independentista da Catalunha », o Estado Espanhol tem alicerçado a sua posição na defesa intransigente da integridade territorial dos Estados e da necessidade de respeitar os tratados que regem o relacionamento dos Estados na Europa.

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Também, a este propósito, o Estado Português por intermédio do Sr. Presidente da República, Sr. Primeiro Ministro e Sr Ministro dos Negócios Estrangeiros, tem se manifestado publicamente, pela defesa intransigente da legalidade interna espanhola, pelo respeito pela integridade territorial dos Estados e pela Lei Internacional.

Nesse sentido, o Grupo dos Amigos de Olivença relembra a existência da « questão de Olivença», território que o Estado Português considera juridicamente português mas ocupado ilegalmente por Espanha, que se recusa a cumprir o tratado de Viena de 1815, por ela assinado, e faz um apelo à opinião pública para que se pressione estes importantes órgãos do Estado Português a pôr em prática os princípios acima defendidos e levantar esta questão junto de Espanha, de maneira a dar cumprimento ao seu compromisso de restituição de Olivença a Portugal.



publicado por Carlos Gomes às 15:43
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Terça-feira, 31 de Outubro de 2017
MUSEU DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA EXPÕE OBJETOS DE BERNARDINO MACHADO

“Boa Viagem, Senhor Presidente! De Lisboa até à Guerra” fica patente ao público entre 8 de novembro e 4 de março

Em outubro de 1917, o presidente da República Bernardino Machado efetuou aquela que foi a primeira viagem de Estado ao estrangeiro. Para a jovem República Portuguesa, que tinha sido implantada em 1910 este foi um momento marcante e fundamental para o tão desejado reconhecimento internacional.

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Passados 100 anos, a viagem vai ser recordada numa exposição promovida pelo Museu da Presidência da República com a colaboração do Museu Bernardino Machado, de Vila Nova de Famalicão. A mostra vai ser inaugurada no próximo dia 7 de novembro, no Palácio da Cidadela de Cascais, com as presenças do Presidente da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa, e do Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha.

A mostra ficará patente ao público entre 8 de novembro e 4 de março.

Intitulada “Boa Viagem, Senhor Presidente! De Lisboa até à Guerra”, a exposição conta com mais de meia centena de objetos, documentos e fotografias cedidas pelo Museu Bernardino Machado. Entre os objetos destaque para o chapéu, tipo cartola, e para a bengala de Bernardino Machado. As fotografias, mais de vinte, retratam vários episódios da viagem que durou 18 dias.

Bernardino Machado partiu da Estação do Rossio, foi recebido pelo Rei Afonso XIII de Espanha, o Presidente Raymond Poincaré de França, o Rei Jorge V de Inglaterra, Alberto I da Bélgica, e visitou os militares do Corpo Expedicionário Português mobilizados na Primeira Guerra Mundial.

Famalicense por adoção, Bernardino Machado foi presidente da República Portuguesa por duas vezes e foi também uma das principais figuras da I República.

O Museu Bernardino Machado que completou recentemente 15 anos está instalado no Palacete Barão da Trovisqueira, um majestoso edifício do século XIX, localizado bem no centro da cidade de Vila Nova de Famalicão. Para além da divulgação e valorização da figura de Bernardino Machado, o Museu tem vindo a destacar-se na organização de diversos eventos e na produção de documentos que têm sido essenciais para investigadores e historiadores.

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publicado por Carlos Gomes às 17:19
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Sexta-feira, 27 de Outubro de 2017
IMPRENSA EUROPEIA "ANEXA" PORTUGAL À ESPANHA

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publicado por Carlos Gomes às 20:11
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BANDAS FILARMÓNICAS DESFILAM EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO 1º DE DEZEMBRO

O Movimento 1º de Dezembro lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios. É possível realizá-lo graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro. Agradecemos também o apoio facultado pelo Recheio e pelo Amanhecer.

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O Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas "1º de Dezembro" foi um êxito em 2012, 2013, 2014, 2015 e 2016. Será êxito maior em 2017.

14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)

15h00 - Início do Desfile

16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.900 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

17h00 - Fecho e desmobilização das bandas

Nesta 6ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:

GRUPOS DE PERCUSSÃO:

Tocá Rufar (Seixal)

BANDA NACIONAL:

Banda da Armada

BANDAS FILARMÓNICAS:

Banda Musical e Artística da Charneca (Lisboa)

Banda Musical de Figueiredo (Arouca)

Sociedade Recreativa e Filarmónica 1º de Janeiro de Castro Verde (Castro Verde)

Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense "Os Amarelos" (Moura)

Banda de Música da Carvalheira (Terras de Bouro)

Associação Filarmónica Retaxense (Castelo Branco)

Associação Recreativa Musical Covilhanense | Banda da Covilhã (Covilhã)

Sociedade Filarmónica Oleirense (Oleiros)

Banda Filarmónica da União de Aldeia de João Pires (Sociedade Recreativa e Musical) (Penamacor)

Sociedade Filarmónica Aurora Pedroguense (Sertã)

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Fratelense (Vila Velha de Ródão)

Sociedade Musical Recreativa de Alqueidão / Filarmónica do Alqueidão (Figueira da Foz)

Filarmónica Instrução e Recreio de Abrunheira (Montemor-o-Velho)

Sociedade Filarmónica Sangianense (Oliveira do Hospital)

SUA - Sociedade União Alcaçovense (Viana do Alentejo)

Sociedade Filarmónica Portimonense (Portimão)

Sociedade Filarmónica Avelarense (Ansião)

Sociedade Artística Musical 20 de Julho de Santa Margarida do Arrabal (Leiria)

Sociedade Filarmónica Pedroguense (Pedrógão Grande)

Associação Musical e Artística Lourinhanense (Lourinhã)

Banda da Escola de Música da Juventude de Mafra (Mafra)

Banda Juvenil do Município de Gavião (Gavião)

Sociedade Musical Nisense (Nisa)

Sociedade Recreativa Musical Alegretense (Portalegre)

Banda Filarmónica de Crestuma (Vila Nova de Gaia)

Sociedade Filarmónica Gualdim Pais (Tomar)

Sociedade Filarmónica Progresso Matos Galamba (Alcácer do Sal)

Banda Musical do Barreiro (Barreiro)

Banda Nova de Barroselas (Associação Banda Escuteiros de Barroselas) (Viana do Castelo)

Banda Marcial de Tarouquela e Municipal de Cinfães (Cinfães)

Banda de Música de São Cipriano “A Nova” (Resende)

Será um total de 32 entidades, integrando 1 grupo de persussão, 1 banda nacional militar e 30 bandas filarmónicas civis.

Serão cerca de 1900 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país que irão descer a Avenida da Liberdade, para celebrar Portugal, a Independência e a Restauração através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.

Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes sob a direcção do Maestro Capitão-Tenente Délio Gonçalves, da Banda da Armada.

Ao longo do desfile, serão interpretadas várias marchas, bem como o Hino da Restauração. O alinhamento do momento colectivo conta também, além do Hino da Restauração, com a interpretação dos Hino da Maria da Fonte e Hino Nacional.



publicado por Carlos Gomes às 14:49
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Quarta-feira, 25 de Outubro de 2017
PRIMEIRA ALDEIA DE CRIANÇAS SOS EM PORTUGAL FOI CRIADA HÁ 50 ANOS

1ª Aldeia de Crianças SOS em Portugal celebra 50º Aniversário. 29 de outubro - Bicesse

A Aldeia de Crianças SOS de Bicesse comemora, no próximo dia 29 de outubro, 50 anos de existência. “Amor e um lar para cada criança” foi a premissa que presidiu à criação das Aldeias de Crianças SOS em Portugal e, desde então, tornou-se na missão da primeira Aldeia fundada em 1967. Um espaço que ajuda a criar um projeto de vida para cada criança integrando-a numa família SOS, até que se torne autónoma e faça parte da sociedade.

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Na Aldeia SOS Bicesse, por onde já passaram mais de 200 crianças desde a sua fundação, cada criança frutifica relações familiares e de amizade, crescendo protegida, com amor, respeito e dignidade.

O trabalho desenvolvido pelas fundadoras, Maria do Céu Mendes Correia e Palmira Cabrita Matias em prol das crianças socialmente desprotegidas em Portugal, fiel aos princípios do modelo pedagógico das Aldeias SOS preconizados na Áustria por Hermann Gmeiner, afirmou-se como realidade na tarde de Domingo, 29 de outubro de 1967. Maria de Céu Mendes Correia no seu discurso de inauguração, defendia que “Para fazer assistência à criança não basta prover às suas necessidades materiais, é necessário satisfazer igualmente necessidades espirituais e afetivas. Os princípios desta obra derivam da reprodução tão fiel quanto possível da vida em família: o amor maternal, a segurança do lar, a comunidade familiar unida e alegre. A criança na Aldeia SOS para ter segurança viverá, com os seus irmãos e irmãs, numa casa que sentirá como sua […] ao cuidado de uma mãe que será a sua mãe para sempre.”

Assim, o ambiente familiar é fundamental e oferece uma base sólida sobre a qual estas crianças constroem as suas vidas.

De forma a celebrar esta data tão importante, no domingo, dia 29 de outubro, a Aldeia de Bicesse irá abrir as suas portas a diversos convidados para as comemorações do 50º Aniversário. As cerimónias terão início a partir das 15 horas e contarão com uma sessão solene com a participação do Presidente da Câmara Municipal de Cascais, uma representante do Presidente da Federação Internacional das Aldeias de Crianças SOS e o Presidente do Conselho Diretivo das Aldeias de Crianças SOS em Portugal.  

Esta celebração pretende evocar com saudade e amizade as centenas de crianças e jovens que viveram naquela que foi a primeira Aldeia de Crianças SOS em Portugal, hoje, cidadãos integrados na sociedade. Muitos destes residentes constituíram família, e também eles são protagonistas na criação de uma sociedade mais pacífica, empreendedora, justa e fraterna.

O modelo pedagógico das Aldeias de Crianças SOS tem a “intenção de nos educar e sensibilizar para um espírito de entreajuda, o que nos fazia sentir mais unidos e felizes na Aldeia SOS. Hoje, temos esse espírito e ajudamo-nos mutuamente. Tornei-me uma pessoa solidária”, conta Anabela Figueiredo, que chegou à Aldeia de Bicesse com sete anos. “A minha mãe é a melhor do mundo. É a pessoa em quem mais confio… é o motor do meu mundo! Enche-me a alma quando vou ao Facebook e vejo posts das Aldeias. Sinto e digo que fiz parte disto. Foram elas que me criaram e devo-lhes tudo o que sou e que consegui.”

Sobre as Aldeias de Crianças SOS

A missão das Aldeias de Crianças SOS é cuidar, em família, de crianças desprotegidas, ajudando-as a moldar o seu futuro, desenvolvendo e inserindo-se positivamente em comunidade. A organização providencia cuidado a longo prazo, nas Aldeias SOS, a crianças que não podem estar com as suas famílias biológicas e apoia as famílias de crianças em perigo de serem retiradas às suas famílias, através do Programa de Fortalecimento Familiar.

As Aldeias de Crianças SOS estão presentes em 135 países com cerca de 2.000 programas que em 2016 deram apoio a mais de um milhão de crianças. Integram a ONU desde 1995, como ONG consultiva junto do Conselho Económico e Social das Nações Unidas. Foram já nomeadas para o Prémio Nobel da Paz 14 vezes.

Desde 1964 em Portugal, atualmente existem três Aldeias SOS, situadas em Bicesse (Cascais), Gulpilhares (Vila Nova de Gaia) e na Guarda, que acolhem cerca de 120 crianças e jovens. O Programa de Fortalecimento Familiar, mais recente, está presente em Rio Maior, Guarda e Oeiras e assenta na prevenção, acompanhando mais de 180 crianças e as respetivas famílias, de forma a criar condições e evitar a retirada da criança do seu meio familiar de origem.



publicado por Carlos Gomes às 18:43
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Quinta-feira, 5 de Outubro de 2017
PROFESSORES PROTESTAM EM LISBOA NO FINAL DAS COMEMORAÇÕES DA IMPLANTAÇÃO DA REPÚBLICA

Após o Presidente da República, Prof. Marcelo Rebelo de Sousa, dar por findo o seu discurso no âmbito das comemorações da implantação da República que hoje tiveram lugar na Praça do Município, em Lisboa, algumas dezenas de professores manifestaram-se com cartazes dando a conhecer as suas reinvindicações.

Tiveram ainda oportunidade de contactar com vários políticos dos partidos de esquerda que, após a cerimónia oficial, os foram escutar e, desse modo, tomar nota das suas preocupações. Refira-se que se assinala hoje o Dia Mundial do Professor.

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 13:27
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Quinta-feira, 21 de Setembro de 2017
GALERIAS ROMANAS DE LISBOA ABREM AO PÚBLICO

As Galerias Romanas subterrâneas da baixa lisboeta abrem ao público a partir de amanhã e até ao próximo domingo. Porém, os bilhetes que permitem o acesso já se encontram esgotados, conforme anunciou hoje a diretora do Museu de Lisboa.

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No início do séc. XX, estas galerias eram utilizadas pela população como cisterna, razão pela qual se tornaram então conhecidas como as “Conservas de Água da Rua da Prata”. Procurando sempre uma explicação para aquela estrutura descoberta em 1770, quando se procedia à construção de um edifício na rua da Prata, as galerias romanas foram ainda designadas por termas dos Augustaesn, termas dos Augustais, termas romanas de Olisipo e termas romanas de Lisboa.

As Galerias Romanas de Lisboa são um criptopórtico cuja extensão conhecida vai desde a rua da Prata e a rua da Conceição até à rua do Comércio. A sua construção data à época do imperador Augusto, entre os séculos I Antes de Cristo e I da Era Cristã, constituindo uma das marcas mais salientes da ocupação romana.

As galerias compõem-se de corredores abobadados, paralelos uns aos outros, com cerca de 3 metros de altura e entre 2 a 3 metros de largura. As paredes são planas e verticais, com abóbodas em arcos de volta circular. Este criptopórtico constitui atualmente uma plataforma artificial sobre a qual assentam diversos edifícios construídos após o terramoto de 1755.

Na altura, uma lápide encontrada no local e consagrada a Esculápio, deus da medicina e da cura, tinha inscrito os seguintes dizeres:

“Consagrada a Esculápio. Os Augustais Marco Afrânio Euporião e Lúcio Fábio Dafno ofereceram este monumento em dádiva, ao Município”

Os lençóis freáticos existentes no local enchem as Galerias Romanas de água, chegando mesmo a ultrapassar um metro de altura, explicou a diretora do Museu de Lisboa, Joana Sousa Monteiro, durante uma visita ao local.

As visitas às Galerias são organizadas pela Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural de Lisboa (EGEAC) e pelo Museu de Lisboa.

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 20:43
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SERÁ QUE A DEVOLUÇÃO DO TERRITÓRIO DE OLIVENÇA A PORTUGAL TAMBÉM É ILEGAL FACE À CONSTITUIÇÃO ESPANHOLA?

O governo de Madrid impede o povo catalão não possui o direito de decidir o seu destino político através de referendo alegando que este instrumento democrático é inconstitucional. Será que a constituição espanhola também impede a Espanha de restituir a Portugal o território que mantém ilegitimamente ocupado há mais de dois séculos, apesar dos compromissos que assumiu nesse sentido?

Olivença (48)

Em 20 de Janeiro de 1801, Espanha, cínica e manhosamente concertada com a França Napoleónica, sem qualquer pretexto ou motivo válido, declara guerra a Portugal e, em 20 de Maio, invade o nosso território, ocupando grande parte do Alto-Alentejo, na torpe e aleivosa «Guerra das Laranjas». Comandadas pelo «Generalíssimo» Manuel Godoy, favorito da rainha, as tropas espanholas cercam e tomam Olivença.

Ao assinar em 1817, o Tratado de Viena, a Espanha concordava e comprometia-se a devolver o território português de Olivença. Referia o artigo 105.º dor eferido Tratado o seguinte: “As Potências, reconhecendo a justiça da reclamações formuladas por Sua Alteza, o Príncipe Regente de Portugal e do Brasil, sobre a vila de Olivença e os outros territórios cedidos à Espanha pelo tratado de Badajoz de 1801, e considerando a restituição destes objectos como uma das medidas adequadas a assegurar entre os dois Reinos da Península aquela boa harmonia, completa e estável, cuja conservação em todas as partes da Europa tem sido o fim constante das suas negociações, formalmente se obrigam a empregar por meios conciliatórios os seus mais eficazes esforços a fim de que se efectua a retrocessão dos ditos territórios a favor de Portugal. E as Potências reconhecem, tanto quanto depende de cada uma delas, que este ajuste deve ter lugar o mais brevemente possível”.

Não obstante, a Espanha até ao momento nunca honrou a sua palavra, quaisquer que fossem os regimes políticos que ali tiveram vigência, o que nunca os coibiu de cinicamente nos tratar por “hermanos”…

Em 1864, Portugal e Espanha trataram de proceder à delimitação da sua fronteira comum. Perante a recusa do Estado Português em reconhecer a soberania espanhola sobre o território de Olivença, a Comissão Internacional de Limites Luso-Espanhola interrompeu os seus trabalhos na zona da desembocadura do rio Caia, tendo os mesmos apenas sido retomados em 1926, a partir da desembocadura da ribeira dos Cuncos no rio Guadiana, portanto a sul de Olivença.

O Estado Português jamais reconheceu a ocupação do território de Olivença por parte de Espanha, razão pela qual se mantém por colocar os marcos fronteiriços naquele local. Tratando-se de um território de jure pertencente a Portugal nem sequer se coloca juridicamente a questão da autodeterminação – o que se coloca é, do ponto de vista moral, a ocupação em si mesma, ao arrepio do direito internacional, contra os compromissos que assumiu que leva a descredibilizar a palavras dos seus governantes e os protestos de amizade em relação ao povo português. Ou será que a devolução do território que não legalmente não lhe pertence também é inconstitucional face à nova Lei em Espanha?

Carlos Gomes



publicado por Carlos Gomes às 19:23
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ESCRITOR GALEGO MANUEL MIRAGAIA APRESENTA EM LISBOA O LIVRO DE POEMAS “GALEGUIA”

A apresentação ao público do livro “Galeguia”, da autoria de Manuel Miragaia, tem lugar em Lisboa, no próximo dia 6 de Outubro, pelas 18 horas, no CHIADO Café Literário, situado na Galeria Comercial Tivoli Fórum, na avenida da Liberdade.

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GALEGUIA, um livro poético para conhecer e sentir as relações históricas entre a Galiza e Portugal, as origens da Galiza e de Portugal e o essencial das ideias e da utopia do movimento cultural e político do Galeguismo.

A ilustração da capa é da autoria de Manel Crâneo, apresentando um galo de Barcelos como elemento figurativo simbólico de Portugal.

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 Manuel Miragaia é licenciado em Filosofia pela Universidade de Santiago de Compostela e diplomado no Maxisterio por Ciencias Sociais. É especialista na Língua Galega e diplomado em galego pela Escola Oficial de Idiomas da Corunha. Trabalha actualmente como professor no IES Cruceiro Baleares, em Culleredo. Tem realizado diversos trabalhos de investigação e inovação educativa e realiza conferências e recitais de poesia.

O ESPÍRITO DE CASTELAO EM "GALEGUIA"

"Dentro de Portugal ficou a metade da nossa terra, do nosso espírito, da nossa língua, da nossa vida, do nosso ser nacional."

"A dominação da Galiza nunca será efetiva enquanto se fale um idioma diferente do castelhano."

"Chegam a dizer que o problema galego, o mesmo que o basco e o catalão, depende da solução que acorde a maioria dos espanhóis... Estávamos bem aviados!"

"Sendo galego não devo ser mais que galeguista."

Alfonso Daniel Manuel Rodríguez Castelao (Rianjo, 1886 – Buenos Aires, 1950) foi um dos grandes vultos galegos de todos os tempos. Artista, desenhador, escritor e político, de ideologia galeguista.
Estudou Medicina, mas não quis exercer como médico, para se dedicar à arte, nomeadamente ao desenho e à pintura. Fundou com outros destacados galeguistas as Irmandades da Fala e a Revista Nós. Duas vezes esteve como deputado nas Cortes da II República Espanhola e participou na criação do Partido Galeguista.

O golpe de estado franquista que deu origem à guerra civil colheu-o na cidade de Madrid. Na zona republicana esteve os três anos que durou. Depois exiliou-se no México, em Nova Iorque e, por último, em Buenos Aires. Formou parte do governo republicano no exílio. Foi também o primeiro presidente do governo galego no exílio, o denominado “Conselho da Galiza”.

O seu livro de ensaio “Sempre em Galiza” constitui a sua obra ideológica principal, considerada por muitos como a “Bíblia do Galeguismo”. A Castelao foi-lhe dedicado o segundo Dia das Letras Galegas, no ano 1964.

Licenciado en Filosofía pura pola Universidade de Santiago de Compostela e diplomado en Maxisterio por Ciencias Sociais, é especialista en lingua galega e diplomado en galego pola Escola Oficial de Idiomas da Coruña. Na actualidade, traballa como profesor no IES Cruceiro Baleares, en Culleredo. Realizou diversos traballos de investigación e innovación educativa, impartiu cursos e actuou en diversas ocasións como conferenciante e en recitais de poesía.

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publicado por Carlos Gomes às 11:27
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GALEGOS SOLIDÁRIOS COM CATALUNHA

Milhares de galegos descem à rua em várias cidades da Galiza para manifestar o seu apoio à realização do referendo na Catalunha e à causa independentista.

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A repressão que se anuncia sobre o povo catalão está a gerar uma onda de solidariedade por toda a Espanha, com maior incidência na Galiza e no País Basco.

Refira-se que o sucesso da Restauração da Independência de Portugal face ao domínio filipino em 1640 se deveu em grande medida ao levantamento fracassado na Catalunha, vulgarmente conhecido por “revolta dos segadores”.

Também em Portugal está prevista para hoje uma concentração em frente à embaixada de Espanha, em Lisboa, ao final da tarde.

Fotos: BNG

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Quinta-feira, 14 de Setembro de 2017
MARVILA REGRESSA À IDADE MÉDIA

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Quarta-feira, 13 de Setembro de 2017
FEIRA SETECENTISTA COMEÇA AMANHÃ EM QUELUZ

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Segunda-feira, 11 de Setembro de 2017
QUELUZ REGRESSA AO SÉCULO XVIII

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Quinta-feira, 7 de Setembro de 2017
QUELUZ REGRESSA AO SÉCULO XVIII

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Domingo, 3 de Setembro de 2017
LISBOA COLOCOU ESTÁTUA DE NUNO ÁLVARES EM BAIRRO DEDICADO AOS DESCOBRIDORES PORTUGUESES

Após décadas de polémica em torno do pedestal que, ao cimo do Parque Eduardo VII deveria servir para colocar uma estátua a D. Nuno Álvares Pereira, a cidade de Lisboa resolveu finalmente em Novembro do ano passado erguer na zona do Restelo um monumento àquela figura histórica que entretanto foi canonizado como São Nuno de Santa Maria.

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Não obstante a importância da homenagem prestada e o valor artístico da obra escultórica, parece-nos que a zona escolhida não foi a mais indicada em virtude do local por razões históricas se encontrar mais associado com a epopeia dos Descobrimentos Portugueses. Toda a toponímia e monumentos ali existentes remetem para uma época que não está relacionada com a vida e os feitos praticados pelo Santo Condestável.

A escolha do local onde ergueram o monumento encontra-se tão desajustado como estaria o Convento do Carmo se aí resolvessem erguer um monumento ao grande navegador Vasco da Gama, que da praia do Restelo partiu para descobrir o caminho marítimo para a Índia.

Apesar da formação do Reino de Espanha remontar a 1469 – portanto 38 anos após o falecimento do Santo Condestável – o site oficial da Câmara Municipal de Lisboa assegura quie Dom Nuno Álvares Pereira “venceu os espanhóis em duas batalhas, Atoleiros e Aljubarrota”. Talvez isso explique a escolha do local onde o monumento foi erigido…

Reza assim o site da autarquia lisboeta: “Dom Nuno Álvares Pereira, (1360-1431), também designado por Santo Condestável, considerado pelos historiadores como um dos maiores estrategas e génios militares portugueses, quando abandonou a vida militar, abraçou a religiosa, tendo sido canonizado pelo Papa Bento XVI, em 26 de Abril de 2009. Durante a crise de 1383-1385, resultante da morte sem descendentes diretos de D. Fernando, encontrando-se à frente do exército português, venceu os espanhóis em duas batalhas, Atoleiros e Aljubarrota, assegurando a independência de Portugal e a coroa para D. João I. A construção de um monumento escultórico em homenagem a esta figura ilustre da História de Portugal, foi um dos projetos vencedores do Orçamento Participativo de 2013, um sonho ambicionado há muito pelos lisboetas. Esta estátua de homenagem a Dom Nuno Álvares Pereira, da autoria do escultor Augusto Cid, foi inaugurada, a 6 de Novembro, no Jardim Ducla Soares, sito no topo da Avenida da Torre de Belém, orientada no eixo entre a Capela de São Jerónimo e a referida Torre, sobre o muro de contenção de terras da margem sul do jardim, que remata o largo semicircular empedrado e o espelho de água adossado ao talude. Trata-se de uma estátua figurativa, em bronze e outro material alternativo, com 4 metros de altura total e cerca de 2,5 metros de frente, instalada sobre laje de betão, com um mural comemorativo. O mote da estátua ¿entre a oração e a expansão¿ está patente na representação da figura de Dom Nuno Álvares Pereira como guerreiro, segurando uma espada em forma de cruz, numa dupla alusão ao soldado e ao santo.”

Foto: Agência Ecclesia



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Sábado, 26 de Agosto de 2017
QUELUZ REVIVE SÉCULO XVIII

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publicado por Carlos Gomes às 17:43
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Quinta-feira, 27 de Julho de 2017
MUSEU DE MARINHA APRESENTA EXPOSIÇÃO TEMPORÁRIA SOBRE A AVIAÇÃO MILITAR PORTUGUESA

Grande Guerra 1914-1918

Nos cem anos da constituição dos Serviços de Aviação do Corpo Expedicionário Português, da ativação do Centro de Aviação Marítima de Lisboa e da projeção da Esquadrilha Expedicionária a Moçambique, evoca-se a criação da componente aérea nacional através de uma exposição temporária que retrata a ação da Aeronáutica Naval e Militar durante a Grande Guerra.

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Apresente exposição insere-se na programação da Comissão Coordenadora da Evocação da I Guerra Mundial, sob coordenação da Comissão Histórico-Cultural da Força Aérea e com a colaboração da Comissão Cultural de Marinha, Comissão de História e Cultura Militar e da Liga dos Combatentes.

Localização: Museu de Marinha | Pavilhão das Galeotas | Praça do Império - Belém, 1400-206 Lisboa

Horários:

todos os dias das 10H00 às 18H ( Horário de Verão – 1 MAI A 30 SET)

todos os dias das 10H00 às 17H ( Horário de Inverno – 1 OUT A 30 ABR)

Data:

28 de Julho a 12 de Outubro de 2017



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Domingo, 23 de Julho de 2017
ELEIÇÃO DAS “7 MARAVILHAS DE PORTUGAL” RECUPERA MODELO DE CONCURSO DO ESTADO NOVO

Em 1938, o Estado Novo promoveu através do Secretariado da Propaganda Nacional, dirigido por António Ferro, o célebre concurso “A Aldeia Mais Portuguesa de Portugal que culminou com a distinção com o referido título, da aldeia de Monsanto, do concelho de Idanha-a-Nova. Foi-lhe então entregue o “Galo de Prata”, um troféu da autoria de Abel Pereira da Silva, do qual foram criadas várias réplicas, uma das quais se exibe na Torre do Relógio daquela localidade.

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O Júri era presidido por António Ferro e constituído entre outros pela sua esposa, a poetisa Fernanda de Castro, pelo musicólogo e folclorista Armando Leça, pelos etnógrafos Luís Chaves e Cardoso Marta e por Augusto Pinto, Tomás de Melo (TOM), Dr. Francisco Lage o jornalista Gustavo de Matos Sequeira.

Decorridas quase quatro décadas da sua atribuição – e mais de quatro décadas desde o fim do anterior regimes – eis que, ressalvando as devidas diferenças, um concurso promovido pelo Estado Novo serve de modelo a um concurso algo semelhante de igual modo destinado a “promover a identidade nacional”, beneficiando do entusiasmo e participação dos portugueses. Trata-se da eleição das “7 Maravilhas de Portugal” nas categorias Aldeias-Monumento, Aldeias de Mar, Aldeias Ribeirnhas, Aldeias Rurais, Aldeias Remotas, Aldeias Autênticas e Aldeias em Áreas Protegidas. Uma iniciativa da RTP que conta com o apoio institucional das mais diversas entidades oficiais, mormente ligadas ao Turismo e ao próprio Governo.

Sem colocar em causa o mérito da iniciativa, limitamo-nos a constatar que, não raras as vezes, a História prega-nos verdadeiras partidas…

As fotos que reproduzimos pertencem ao Arquivo Municipal de Lisboa e registam o acto de entrega do “Galo de Prata”, representativo do prémio “Aldeia mais Portuguesa de Portugal”, aos representantes da Aldeia de Monsanto, do Concelho de Idanha-a-Nova, em cerimónia que conta com a presenta das mais elevadas individualidades do Estado à época, incluindo o Presidente do Conselho de Ministros, Prof. Doutor António de Oliveira Salazar.

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publicado por Carlos Gomes às 21:07
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Sábado, 8 de Julho de 2017
VASCO DA GAMA PARTIU RUMO À ÍNDIA HÁ 520 ANOS – PORQUE NÃO TEM LISBOA UM MONUMENTO EM SUA HOMENAGEM?

Faz hoje precisamente 520 anos sobre a data da expedição de Vasco da Gama rumo à Índia, com partida da praia de Belém. Às ordens do Rei D. Manuel I, de Portugal, o Capitão-Mór chefiou uma esquadra constituída por 4 naus – São Gabriel, São Rafael, Bérrio e São Miguel – com uma tripulação total de 170 homens, entre marinheiros, soldados e religiosos.

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Investido de funções diplomáticas e militares, Vasco da Gama levou consigo cartas de D. Manuel I destinadas aos soberanos dos reinos com quem iria contactar e padrões para colocar nas terras onde iria aportar. Cerca de um ano depois, Vasco da Gama aportou em Calecute, comprovando a passagem de Sueste investigada por Bartolomeu Dias e que veio abrir caminho aos portugueses o acesso ao negócio das especiarias até então dominado pelos muçulmanos.

Foram muitas as consequências do descobrimento do caminho marítimo para a Índia por Vasco da Gama, mas salientamos os mais importantes:

- O reconhecimento da costa oriental africana uniu os três grandes continentes – Europa, Ásia e África – abrindo ao ocidente o conhecimento do vastíssimo Oriente;

- Deslocou do Mediterrâneo para o Atlântico o eixo principal da actividades comercial, situação que se mantém até à actualidade;

- No domínio religioso, enfraqueceu o poderio do Islão e abriu caminho à expansão da Cristandade;

- Operou uma profunda transformação mental no que respeita ao conhecimento humano, contribuindo para a formação de um novo espírito científico segundo o qual “a experiência é a mãe de todas as coisas”, constituindo uma das bases do Renascimento.

A grandeza e importância histórica do descobrimento do caminho marítimo para a Índia dispensa qualquer explicação com vista ao seu esclarecimento – ao invés, o mesmo já não se pode dizer em relação à indiferença por parte de Lisboa perante um tão grande feito levado a cabo por um dos maiores vultos da História de Portugal!

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publicado por Carlos Gomes às 16:45
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Terça-feira, 27 de Junho de 2017
RECONTRO DE VALDEVEZ DE 1141: ARCOS DE VALDEVEZ DIVULGA EM LISBOA RECRIAÇÃO HISTÓRICA DESTE IMPORTANTE MOMENTO HISTÓRICO

Lisboa, Arco da Rua Augusta, 29 de Junho às 17:30

Em 1141 os exércitos de Afonso Henriques, futuro primeiro rei de Portugal, e os de seu primo Afonso VII de Leão e Castela encontra-se em Arcos de Valdevez, protagonizando um dos momentos mais importantes da fundação da nacionalidade, o Recontro de Valdevez, uma contenda/torneio medieval que evitou uma batalha quase certa, dando uma importante vantagem aos portucalenses e às ambições autonomistas do seu jovem monarca.

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Quase 900 anos depois, o Município de Arcos de Valdevez leva a efeito uma Recriação Histórica do Recontro de Valdevez, que ocorrerá nesta vila minhota nos dias 7 a 9 de Julho, trazendo assim até à atualidade esse momento referencial da História portuguesa, utilizando para o efeito o cenário do Paço de Giela, notável Monumento Nacional recentemente reabilitado, que acolherá uma verdadeira viagem à idade média e ao século XII.

No sentido de divulgar de forma alargada o Recontro, o Município arcuense leva a efeito uma apresentação pública deste evento em Lisboa, utilizando para o efeito a área do Arco da Rua Augusta, numa cidade ligada à vida do primeiro monarca português, com a sua conquista aos mouros em 1147. Desta forma ficam associados dois momentos fundamentais para a formação de Portugal e uma viva homenagem ao nosso primeiro rei Afonso Henriques.

A apresentação decorrerá de forma muito original e dinâmica, uma vez que será realizada uma performance de animação de época que contará com as personagens medievais de Afonso Henriques, Afonso VII, respetivas guardas e escudeiros, que farão uma alegoria do Recontro, num momento que contará igualmente com música e dança de época, num momento de comunicação diferente para todos os presentes.

Este momento de divulgação da Recriação Histórica do Recontro de Valdevez procura, assim, potenciar o evento e, de igual modo, assinalar a ligação umbilical entre Arcos de Valdevez e a formação da nacionalidade, bem como a importância futura que teve na vida de Afonso Henriques e nas suas futuras conquistas, como o caso de Lisboa.

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publicado por Carlos Gomes às 10:37
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Sexta-feira, 9 de Junho de 2017
OEIRAS RECRIA FEIRA RURAL E MERCADO À MODA ANTIGA

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Começa amanhã a I Feira Rural e Mercado à Moda Antiga de Oeiras.

Nma organização conjunta do Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega, do Rancho Folclórico "Flores da Beira" e do Grupo de Folclore "As Lavadeiras" da Ribeira da Lage, as artes e ofícios tradicionais de outrora descem ao Centro Histórico de Oeiras.

Como em qualquer feira antiga, vamos ter o alfaiate, o farrapeiro, o santeiro, a doceira, o fumeiro e queijeiro, o construtor de castanholas, a tecedeira, a bordadeira, o fotógrafo "a la minuta"... enfim, uma panóplia de mesteres que hoje em dia raramente se encontram e se vêem ao vivo!!

Haverá também:

- "Viras nos Jardins" onde poderão vir dançar a Chula, a Canaverde ou Vira connosco (sexta-feira, dia 9 a partir das 21 horas);

- um baile das Beiras à moda antiga (sábado, dia 10 a partir das 18 horas);

- a recriação de uma "desfolhada", um baile saloio e uma noitade de rusgas minhotas (sábado, dia 10 a partir das 20 horas); .

- bandas de música (sábado, dia 10 às 17 horas e domingo dia 11 às 11 horas);

- a recriação de uma "desfolhada", um baile saloio e uma noitade de rusgas minhotas (sábado, dia 10 a partir das 20 horas);

- bandas de música (sábado, dia 10 às 17 horas e domingo dia 11 às 11 horas);

- cantares ao desafio (domingo, dia 11 a partir das 17 horas);

e muito, muito mais!!!

 



publicado por Carlos Gomes às 00:35
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Quarta-feira, 7 de Junho de 2017
CACILHAS: GINJAL ESTÁ EM RUÍNAS E AMEAÇA DERROCADA

Magnificamente situado fronte de Lisboa, na localidade de Cacilhas, o Ginjal desfruta de uma soberba vista panorâmica sobre o rio Tejo e a deslumbrante cidade das sete colinas, enxergando ao longe o bulício de uma cidade a abarrotar de turistas. Mas, na outra banda, o Ginjal é uma triste recordação de um passado cheio de vida, onde no velho cais se carregavam grandes quantidades de vinho, azeite e vinagre, produzidos na quinta e nos armazéns da família Teotónio Pereira, os quais eram inclusivamente exportados para outros países ou enviados para os antigos territórios ultramarinos.

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A antiga azáfama cedeu o lugar à decadência e à ruína do local a ameçar derrocada. Uma situação que ameaça a segurança de quem ali circula, inclusivamente veículos automóveis, desafiando a sorte e indiferentes ao perigo… e aos avisos existentes no local!

O local é propriedade privada e existem projectos para a reabilitação do local. O Ministério do Ambiente, a Câmara Municipal de Almada e a Administração do Porto de Lisboa já fizeram várias vistorias ao local e concluíram pela necessidade urgente de intervenção nomeadamente nas estruturas do cais. Mas os anos passam e o Ginjal lá permanece, olhando de longe o esplendor da capital e do rio Tejo. Exibindo placas onde se lê “Perigo de derrocada”… a advertir para uma provável tragédia!

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O Cais do Ginjal noutros tempos era assim...

 

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Imagem aérea do cais do Ginjal, Cacilhas e parte da cidade de Almada

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Armazéns da Família Teotónio Pereira, no Ginjal

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 Carregamento de vinhos, no Ginjal

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 Dos armazéns do Ginjar da família Teotónio Pereira saía vinho, azeite e vinagre

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Toneis de vinho dos armazéns de Teotónio Pereira, no Ginjal

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Carrinha com publicidade ao vinho do Ginjal, em Cabo Verde

Fotos: Arquivo fotográfico Administração Porto Lisboa; Arquivo Centro Arqueologia Almada/ família Teotónio Pereira

 



publicado por Carlos Gomes às 21:17
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Terça-feira, 6 de Junho de 2017
MUSEU BORDALO PINHEIRO PROMOVE CONVERSA SOBRE A LISBOA DE BORDALO

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publicado por Carlos Gomes às 02:48
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Quarta-feira, 31 de Maio de 2017
POLÍCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA COMEMORA SÉCULO E MEIO DE EXISTÊNCIA

Constituída por Decreto de 2. De Julho de 1867, do Rei D. Luís I, a Polícia de Segurança Pública comemora 150 anos de existência.

As suas origens remontam aos quadrilheiros criados no século XIV pelo rei D. Fernando, destinados a patrulhar todas as cidades, vilas e lugares do país, prendendo os criminosos e malfeitores a fim de entregá-los às autoridades judiciais, força de ordem pública que vigorou até meados do século XIX. Em 1780, foi criada a Intendência-Geral da Polícia da Corte e do Reino e, em 1867, a Polícia Civil.

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Actualmente, “A Polícia de Segurança Pública, designada por PSP, é uma força de segurança, uniformizada e armada, com natureza de serviço público e dotada de autonomia administrativa” e “tem por missão assegurar a legalidade democrática, garantir a segurança interna e os direitos dos cidadãos, nos termos da Constituição e da lei”.

Inicialmente formado por dois corpos de polícia independentes entre si – o Corpo de Polícia Civil de Lisboa e o Corpo de Polícia Civil do Porto – eram chefiados por um comissário-geral subordinado aos respectivos governadores civis e, por intermédio destes, ao Ministro do Reino. Em 1893, por decreto do Rei D. Carlos, de 29 de Agosto, a Polícia Civil de Lisboa foi dividida em três secções: a Polícia de Investigação Judiciária e Preventiva, a Polícia de Inspecção Administrativa e a Polícia de Segurança Pública, sendo esta secção a antecessora directa da actual PSP.

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Na sequência da implantação da República em 1910, foram muitos dos seus elementos afastados da corporação em virtude de serem considerados afectos ao regime monárquico, tendo passado a designar-se por “Polícia Cívica”. Em 1918, foi reorganizado através do Decreto nº 4166 de 27 de Abril, passando os vários corpos policiais a ficarem subordinados à Direcção-Geral de Segurança Pública, sem contudo proceder-se à sua fusão. Esta reestruturação incluiu a Polícia de Investigação, a Polícia Administrativa e a Polícia de Emigração.

Em 1922, a Polícia Cívica volta a ser reorganizada através do Decreto nº 8435,d e 21 de Outubro, voltando a Polícia de Segurança a recuperar a sua anterior denominação “Polícia de Segurança Pública”.

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Em 1925, foi extinta a Direcção-Geral da Segurança Pública, passando a Polícia Cívica a ficar subordinada ao Instituto Superior de Segurança Pública para, dois anos depois, aquela voltar a ser restabelecida. Nos anos que se seguem verificam-se várias reestruturações até que, em 1935, foi criado o Comando-Geral da Polícia de Segurança Pública como órgão central da PSP. Em 1999, este passou a designar-se Direcção Nacional.

Como nota curiosa, após o golpe militar do 25 de Abril e com vista a evitar a confusão com a sigla da Polícia de Segurança Pública (PSP), o Partido Socialista (PS) procedeu à alteração da sua anterior denominação Partido Socialista Português (PSP).

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publicado por Carlos Gomes às 13:59
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Quarta-feira, 24 de Maio de 2017
ALCOCHETE REGRESSA AO TEMPO DE D. MANUEL I

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publicado por Carlos Gomes às 23:30
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Segunda-feira, 22 de Maio de 2017
BENFICA REGRESSA À IDADE MÉDIA

Os lisboetas fizeram uma viagem no tempo e regressaram à Idade Média. Terminou ontem no Parque Silva Porto, vulgarmente conhecido por Mata de Benfica, mais uma edição da Feira Medieval de Benfica.

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Dezenas de figurantes trajados à moda da época animaram uma feira que recriou o ambiente característico da Idade Média onde não faltaram as tavernas e o mercado, a música e danças medievais, as aves de falcoaria e os animais do campo, as bailarinas de danças do ventre e os bobos da corte, tudo rodeado por um cenário pitoresco que incluiu torres altas e com pontes, bandeiras, bandeirolas e fardos de palha.

No mercado podiam-se encontrar especialidades gastronómicas e bebidas típicas, especiarias e até o famoso “sabão macaco”.

A Feira Medieval de Benfica é uma organização da Junta de Freguesia de Benfica, em parceria com a TrasEventos.

Fotos: Manuel Santos

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Domingo, 21 de Maio de 2017
FONTE LUMINOSA DA ALAMEDA D. AFONSO HENRIQUES FOI INAUGURADA HÁ 69 ANOS

A sua construção iniciou-se há 77 anos!

No próximo ano, passam precisamente 70 anos sobre a data da construção da monumental fonte luminosa da Alameda D. Afonso Henriques, em Lisboa. Este monumento foi erigido em 28 de Maio de 1948 para assinalar o 22º aniversário da Revolução Nacional.

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A imponente fonte é constituída por um conjunto escultórico concebido segundo o projeto dos irmãos Carlos Rebello de Andrade e Guilherme Rebello de Andrade e é decorada com esculturas são da autoria de Maximiano Alves e de Diogo de Macedo e os baixos-relevos (painéis laterais) de Jorge Barradas.

Sobre uma das portas da entrada do lado norte, uma lápide possui as seguintes inscrições: “Presidente da República António Óscar de Fragoso Carmona * Presidente do Conselho António de Oliveira Salazar * Ministro das Obras Públicas e Comunicações Duarte Pacheco * No ano de 1940 erigiu-se esta fonte monumental para comemorar a entrada das águas do Vale do Tejo na Cidade”.

Na entrada sul, outra placa descreve o seguinte: “No dia 28 de maio de 1948, vigésimo segundo aniversário da Revolução Nacional, aberta a primeira exposição de obras públicas, foi inaugurada esta fonte monumental e entregue à Câmara Municipal de Lisboa”. Não obstante, a cerimónia deverá ter ocorrido dois dias após aquela data, visando celebrar o abastecimento regular de água à zona oriental da cidade.

Constituindo uma das mais magníficas obras escultóricas concebidas pelo Estado Novo, é um dos monumentos mais apreciados pelos lisboetas e todos quantos visitam Lisboa, sendo frequentemente cenário de muitos eventos de natureza cultural e sindical, para além de se situar numa das áreas de lazer mais apreciadas pelos alfacinhas.

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 Fonte Luminosa Alameda (4)

Fonte Luminosa Alameda (6)

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publicado por Carlos Gomes às 18:44
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Sábado, 20 de Maio de 2017
SINTRA: AGUALVA REGRESSA AO SÉCULO XVIII

A localidade da Agualva, no concelho de Sintra, regressou este fim-de-semana ao século XVIII, recriando o ambiente pitoresco de uma das mais antigas feiras tradicionais da região saloia.

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Em pleno Largo da República que conserva ainda o antigo coreto e o cruzeiro, a vetusta capelinha e o imponente palácio da Quinta da Fidalga ou de Nossa Senhora do Monte do Carmo, outrora pertencente à família do escritor Matias Aires. De resto, a recriação histórica inclui a presença da família de Matias Aires, incluindo a sua irmã Teresa Margarida da Silva Orta que foi a primeira romancista em língua portuguesa e a primeira escritora do Brasil.

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Alcoviteiras, regateiras, aguadeiros e colarejas dembulam pela feira, com os seus pregões e envolvendo-se nas costumeiras algazarras, onde não faltam os bailaricos, os grupos de gaiteiros e os jogos tradicionais com a tração à corda, jogo do prego, chinquilho e peão.

E, como em recinto de feira saloia não faltam os comes e bebes, as tasquinhas oferecem o leitão de Negrais, o pão com chouriço, doçaria, hortícolas e frutas, artesanato e ofícios tradicionais.

Situada no Largo da República, na Agualva, a Quinta da Fidalga tem estado votada ao abandono e cada vez mais degradada. Abandonada há vários anos, o edifício encontra-se classificado como Imóvel de Interesse Municipal, trata-se da Quinta de Nossa Senhora do Monte do Carmo, fundada por volta de 1725 por José Ramos da Silva, Provedor da Casa da Moeda e pai do escritor Matias Aires que ali viveu até ao seu falecimento em 1763.

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A Câmara Municipal de Sintra anunciou há cerca de dois anos a sua cedência ao Conservatório de Música de Sintra, no âmbito de um projeto de criação de uma orquestra em cada agrupamento de escolas do concelho. No edifício principal, com três pisos e três dezenas de salas, a autarquia projetava instalar uma escola de música e relacionar-se com outros conservatórios", segundo na altura explicou Basílio Horta à agência Lusa. O autarca estimou então que o Conservatório de Música de Sintra-Associação de Música e Dança invista na recuperação e adaptação do imóvel “mais de dois milhões de euros”. A igreja da quinta ficaria destinada à realização de concertos.

De acordo com o contrato de cedência, com uma duração de 30 anos, na recuperação da quinta, classificada como "imóvel de interesse municipal", os trabalhos deverão ser autorizados e acompanhados pela autarquia, nomeadamente as obras na capela e nas fachadas do edificado, as portas e janelas, o lagar de fuso e a torre”.

O projeto mereceu o aplauso de todas as forças políticas do concelho de Sintra mas até ao momento, a Quinta da Fidalga continua votada ao abandono e a degradar-se.

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publicado por Carlos Gomes às 19:47
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Quarta-feira, 3 de Maio de 2017
SÉRGIO RIBEIRO CELEBROU PROTOCOLO DE DOAÇÃO DE ACERVO DOCUMENTAL E BIBLIOGRÁFICO COM O MUNICÍPIO DE OURÉM

O antigo edifício dos Paços do Concelho foi, no passado dia 30 de abril, palco de um momento especial dedicado à assinatura do protocolo de doação do acervo documental e bibliográfico de Sérgio Ribeiro ao Município de Ourém. Foi muito o público que assistiu à assinatura do protocolo celebrado entre Sérgio Ribeiro e Paulo Fonseca, Presidente da Câmara Municipal de Ourém, e que teve ainda a oportunidade de assistir a uma excelente atuação do Chorus Auris da AMBO – Academia de Música Banda de Ourém.

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O protocolo em causa determina que Sérgio Ribeiro doa ao Município de Ourém o seu património de livros, documentos e demais material cultural e que a sede material do património a transferir será na antiga Escola Primária do Zambujal, espaço que passará a denominar-se Centro de Documentação Joaquim Ribeiro – Zambujal. Ficou também definido que será criada a “Associação Liga de Amigos do Centro de Documentação Joaquim Ribeiro – Zambujal” que terá como responsabilidade manter uma articulação permanente com a Câmara Municipal na gestão das instalações e na dinamização de iniciativas.

Paulo Fonseca referiu-se a Sérgio Ribeiro como um homem que “além de político, é um homem das letras, artes e pensamento com a capacidade de pôr em causa o que muitas vezes é dado como adquirido”, atitude que “deve servir de inspiração para todo um concelho”. O Presidente congratulou-se com a doação “deste espólio de valor incomensurável e que deve estar ao serviço de todos” e garantiu que o Município saberá preservar o espólio de Sérgio Ribeiro e apresentá-lo às próximas gerações já que “em tempos de globalização temos tendência para esquecer as nossas raízes, mas o melhor que todos temos são as nossas raízes”.

Sérgio Ribeiro mostrou-se emocionado com o momento referindo que “hoje é um dos primeiros dias do resto da minha vida”. Assumiu que apesar de difícil, é uma doação que quer fazer para “tornar público e de acesso a todos o espólio que fui reunindo ao longo da vida”. Manifestou ainda a sua alegria pela denominação que será atribuída à antiga Escola Primária do Zambujal pois “o Centro de Documentação terá o nome do homem mais importante da minha vida”, o seu pai, Joaquim Ribeiro. A finalizar a sua intervenção, Sérgio Ribeiro agradeceu o empenho da Câmara Municipal na concretização deste protocolo e o apoio demonstrado pela família e amigos.

O Centro de Documentação Joaquim Ribeiro – Zambujal reunirá um património de valor inestimável e que abordará diferentes temas, entre os quais, a “Europa e integração europeia”, o “Associativismo oureense”, a “História de Ourém”, “Zambujal e arredores”, “Economia”, “Literatura vária” e “Documentos de intervenção cívica”.

O Doutor Sérgio Ribeiro é formado em Economia. Membro do Comité Central do Partido Comunista Português. Foi também membro da Assembleia Municipal de Ourém. Deputado à Assembleia da República em 1986 e de 1989 a 1990. Consultor Chefe de Missão BIT/OIT em Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau e Moçambique. Foi Director Geral do Emprego, deputado ao Parlamento Europeu desde 1990 a 1999, tendo sido Questor de 1994 a 1999. Membro de várias Comissões do Parlamento Europeu e do Inter-Grupo do PE para as Questões de Timor-Leste. Foi também um dos últimos presos políticos do antigo regime, tendo sido libertado após o seu derrube em 25 de Abril de 1974.

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publicado por Carlos Gomes às 13:38
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Sexta-feira, 21 de Abril de 2017
AMADORA FAZ RECRIAÇÃO HISTÓRICA

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publicado por Carlos Gomes às 03:21
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