Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Domingo, 20 de Agosto de 2017
FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS APELA AOS SEUS ASSOCIADOS PARA ANTECIPAREM OS PEDIDOS DE REPRESENTAÇÃO

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Estimado associado,

A direção da Federação do Folclore Português está apostada na melhoria qualitativa do movimento que tanto nos diz.

Um dos aspetos a ter em conta, além do maior desígnio de todos, o da representatividade, é a qualidade dos eventos que realizamos.

Temos vindo a receber pedidos de representação da nossa instituição com muito pouco tempo de antecedência o que não nos permite algumas vezes agilizar respostas em tempo útil.

Dessa forma, pedimos que revejam os vossos diagramas de ações a realizar na programação de um evento, antecipando o convite às entidades, o que, transmitiria uma imagem de maior coerência e capacidade de organização dos eventos por nós realizados e permitiria à FFP procurar junto dos seus diretores e conselheiros técnicos respostas para os vossos pedidos.

Certos do melhor acolhimento desta nossa comunicação.

Com a melhor atenção, 

Fábio Pinto

Gabinete de Comunicação e Imagem da Federação do Folclore Português



publicado por Carlos Gomes às 17:13
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Sábado, 19 de Agosto de 2017
FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS ESTABELECE PROTOCOLO COM A GALP QUE FAVORECE OS SEUS ASSOCIADOS

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publicado por Carlos Gomes às 15:56
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HILTON BARCELOS APRESENTA “CONCERTO EM DESCONCERTO”

Primeiro arrebatou o Brasil, construindo uma carreira de mais de quatro décadas. Agora é a vez de atravessar o oceano e partir à conquista de Portugal. Hilton Barcelos primeiro revelou o single “Brasileiro”, agora prepara-se para apresentar ao público nacional “Concerto Em Desconcerto”. Estas serão oportunidades únicas não só para escutar o disco “Arquétipos” como para conhecer as histórias por detrás das canções do cantor, e compositor, brasileiro.

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Estes supremos pedaços de Música Popular Brasileira (MPB) são apenas a porta de entrada para uma longa, e rica, discografia que faz dançar e pensar em igual medida. Entre temas sociais e espirituais há muito para descobrir na mais recente aposta da Music For All.

“Concerto Em Desconcerto” será apresentado nas seguintes datas:

08.09 | Casa das Artes, Porto, 17h, 5€

Hilton Barcelos é um compositor, poeta, arranjador, performer, diretor de espetáculos e intérprete brasileiro que se revela um músico e produtor instigante e diferenciado. As suas influências vão da Soul Music ao Rock Progressivo, passando pelos ritmos orientais, Bossa Nova, Jazz, World Music, guarianias, polcas e a Música Popular Brasileira, algo que o torna um homem do mundo e que leva a sua música ainda mais longe. Nas suas criações encontraremos temas sociais, espirituais e as paixões humanas, chegando assim às mentes, e aos corações, de quem ouve.

O seu percurso é longo e rico, tendo inúmeros feitos e notas dignas de destaque. Estreou-se no mundo da música em 1976, venceu um festival de música e começou a afirmar-se enquanto compositor. Mas foi apenas em 1982 que lançou o seu primeiro álbum, “Confissões de um Retrato Falado”. Cinco anos mais tarde integra o “Projecto Pixinguinha” e participa em concertos desde o Rio de Janeiro ao Nordeste do Brasil juntamente com Luiz Melodia, Sandra de Sá, Carlos Lyra, Rosa Marya Colin, Andréa Daltro, Mácleim, Jorge Helder, Evaldo Robson e grandes instrumentistas.

O próximo capítulo da sua carreira tem início em 1990, com o lançamento do LP “Arquétipos”. Aí mostra uma sonoridade moderna e intemporal, surpreendendo tudo e todos. Sete anos depois produz o livro “Nas Águas do Verbo”, onde é possível encontrar poesia e monólogos apresentados de forma gráfica e com desenhos.

O seu terceiro lançamento acontece em 1998, data em que edita o álbum “Olhos de Luz” onde contou com a participação de grandes instrumentistas brasileiros. Um ano depois volta á literatura ao ser o responsável pela direção artística e produção do livro de poemas “Palavras de Fogo”, de Lyra Barcelos. Em 2000 compõe a letra “Ginga Sem Fronteira” em homenagem a Airto Moreira, seu parceiro musical, para o seu álbum “Homeless”

A partir de 2002 começa a fase mais intensa do seu percurso. Em 2002 revisita o disco “Arquétipos”, reeditando-o e adicionando-lhe alguns temas inéditos assim como a participação com artistas de renome internacional. Em 2006 idealiza e produz o songbook “Música Feita no Paraná”, contendo 100 partituras, letras e biografias de mais de sessenta compositores que fizeram história. Apenas um ano depois edita um novo songbook, “Além das Pérolas”, onde podemos encontrar partituras, letras de músicas, poemas e parte do seu próprio material artístico. O ano de 2009 traz consigo um terceiro songbook, “Nas Trilhas do Tempo”, com partituras, poemas e letras próprias e o de 2010 uma a coletânea “In the Paths of Time”, através do selo alemão Boodsugar Records.

Em 2015 vê dois temas seus, “Hombre Niño” e “Soplo de Amor” serem gravados em parceria com Carlitos Ayala (Doc Ayala). Nota ainda para um terceiro tema, “Piraquara” da autoria de Hilton Barcelos, que também foi interpretado por Carlitos neste álbum que conta com a participação de grandes músicos paraguaios e arranjos do pianista e maestro Carlos Centurion Sant’anna. E assim, como que num sopro de vida, chegamos ao presente. Chegamos ao momento em que Hilton trabalha e compõe temas inéditos que, muito em breve serão editados, e onde dá o derradeiro passo de afirmação no continente europeu.

Embora tenha estado ao longo dos anos por diversas vezes na Europa, e por cá tenha divulgado a sua obra através de parcerias e espetáculos, este é o momento em que mais se dará a conhecer ao público português.

Começou por lançar um single, “Brasileiro”, apostando agora num conceito inovador e surpreendente intitulado “Concerto em Desconcerto”. Com este espetáculo vai percorrer os palcos nacionais, apresentando o álbum “Arquétipos” mas também contando as histórias por detrás das canções. A plateia tem liberdade para abordar o cantor e colocar as suas questões, contribuindo assim para uma apresentação com caráter didático e interativo que permite a aproximação do público com a arte.

É caso para dizer: 2017 é um ano que promete, que o diga Hilton Barcelos! Apertem os cintos e preparem-se para o voo!

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publicado por Carlos Gomes às 08:23
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Sexta-feira, 18 de Agosto de 2017
FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS REALIZA EM ABRANTES DESFILE DO TRAJE POPULAR

XXII Desfile do Traje Popular Português

A Federação do Folclore Português irá levar a efeito um dos seus maiores eventos, o Desfile do Traje Popular Português, em Abrantes, no próximo dia 16 de setembro, pelas 22h00.

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Este evento, que reúne as cores, as texturas e a arte do trajar tradicional de todo o país, contará com mais de 500 participantes que representarão várias temáticas do trajar do povo de antanho.

Este ano contará com algumas novidades já que, através da mobilização dos Conselhos Técnicos Regionais, está a Federação do Folclore Português a organizar alguns quadros etnográficos incluindo temáticas que vão desde a infância ao namoro e casamento passando pelo luto, focando igualmente diversas atividades tradicionais de outros tempos e o modo como o traje se adaptava às suas funções. Este ano estão já confirmadas presenças das regiões autónomas e das comunidades portuguesas, facto que não acontecia há algum tempo testemunhando que o trabalho feito ao longo do início deste mandato está já a colher frutos.

Perspetiva-se, então, um momento de grande elevação para a cultura popular de matriz tradicional portuguesa.

Os Grupos deverão inscrever-se junto da secretaria da FFP em formulário já enviado até 6 de setembro. Após esta data irão as estruturas da FFP estudar o enquadramento dos trajes em cada temática para que no dia 16 de setembro o traje seja visto e reconhecido por todos quanto apreciam esta temática.



publicado por Carlos Gomes às 18:13
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Quinta-feira, 17 de Agosto de 2017
BALBA ANUNCIAM 1º CONCERTO DA “QUE LA FÊTE COMMENCE! TOUR”

Rock, festa e uma boa dose de loucura e talento. É assim que se cria a equação que melhor define os Balba. A banda brasileira estreou-se perante o público nacional com o single “I am The Party” e anuncia agora a primeira de quatro datas da “Que La Fête Commence! Tour” em conjunto com a Music For All.

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A magia do rock conquistará Lisboa pelas 23h30 do dia 27 de Setembro num dos grandes palcos da capital: o Tokyo! O trio carioca caminha na dura estrada do rock com o seu indie rock dançante, privilegia a língua inglesa e busca inspiração em nomes do calibre e abrangência de Oasis, Rolling Stones, The Doors ou Muse.

Conheçam o primeiro local e data confirmado para a digressão:

27.09 | Tokyo, Lisboa, 23h30, 5€

Na música como na vida nada de belo se atinge sem sintonia, química e talento. Ora a quem não faltam estes três componentes é ao trio Dig Obadia (vocalista), Dav Obadia (baterista) e Dan J (baixista). Os três músicos e compositores cariocas uniram-se em 2012 e, inspirados nas influências que os moviam e fascinavam, começaram a perseguir o derradeiro sonho: tornar as composições próprias, até aí guardadas na gaveta, admiradas em todo o mundo.

Para tal criaram a sua própria banda a que deram o nome de Balba! O trio assumia, assim, a árdua tarefa de seguir as pisadas de nomes do calibre de Rolling Stones, The Doors, Oasis ou Muse. Às suas criações aplicaram a língua inglesa, quebrando assim as barreiras linguísticas que, tantas vezes, nos separam dos povos espalhados pelo mundo fora.

Em 2013 chegou às bancas “Heart Abstract”, álbum independente onde constava a faixa “A Heart to Unfold”. Este tema recolheu elogiosas críticas internacionais, tendo mesmo sido uma das 28 faixas de todo o planeta a ser integrada na coletânea “Unite”.

No ano seguinte surgiu o EP “Is There Anything She Would Die For”, registo apresentado ao grande público através do viciante “One May Army”. Mais um ano se passou, mais novidades surgiram para os Balba: primeiro o videoclip da música “Bad Things Happen To Us All” na programação do canal Multishow, depois o videoclip de “A Heart To Unfold” no canal WooHoo.

E como os Balba não param 2016 também foi ano de novidades: “I’am The Party”, segundo disco de originais do conjunto brasileiro, conheceu finalmente a luz do dia! Nota para o facto deste trabalho ter sido produzido por Pedro Garcia, baterista da banda Planet Hemp e que já gravou com nomes como Arnaldo Antunes, BNegão ou Clarice Falcão.

Nestes cinco anos de vida os Balba já acumulam vitórias e conquistas tendo, por exemplo, sido transmitidos em rádios de cidades como Londres, Boston, Munique ou Camberra. Para o futuro os objetivos são mais do que muitos. Afirmam querer “explodir do Rio de Janeiro a Tóquio” não sendo, por isso, de estranhar que 2017 tenha trazido não só o single de apresentação ao público português, “I am The Party”, como também a estreia nos palcos nacionais através da “Que La Fête Commence! Tour”, promovida pela Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 21:37
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Segunda-feira, 14 de Agosto de 2017
HILTON BARCELOS APRESENTA “CONCERTO EM DESCONCERTO”

Primeiro arrebatou o Brasil, construindo uma carreira de mais de quatro décadas. Agora é a vez de atravessar o oceano e partir à conquista de Portugal. Hilton Barcelos primeiro revelou o single “Brasileiro”, agora prepara-se para apresentar ao público nacional “Concerto Em Desconcerto”. Estas serão oportunidades únicas não só para escutar o disco “Arquétipos” como para conhecer as histórias por detrás das canções do cantor, e compositor, brasileiro.

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Estes supremos pedaços de Música Popular Brasileira (MPB) são apenas a porta de entrada para uma longa, e rica, discografia que faz dançar e pensar em igual medida. Entre temas sociais e espirituais há muito para descobrir na mais recente aposta da Music For All.

“Concerto Em Desconcerto” será apresentado nas seguintes datas:

08.09 | Casa das Artes, Porto, 17h, 5€

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Hilton Barcelos é um compositor, poeta, arranjador, performer, diretor de espetáculos e intérprete brasileiro que se revela um músico e produtor instigante e diferenciado. As suas influências vão da Soul Music ao Rock Progressivo, passando pelos ritmos orientais, Bossa Nova, Jazz, World Music, guarianias, polcas e a Música Popular Brasileira, algo que o torna um homem do mundo e que leva a sua música ainda mais longe. Nas suas criações encontraremos temas sociais, espirituais e as paixões humanas, chegando assim às mentes, e aos corações, de quem ouve.

O seu percurso é longo e rico, tendo inúmeros feitos e notas dignas de destaque. Estreou-se no mundo da música em 1976, venceu um festival de música e começou a afirmar-se enquanto compositor. Mas foi apenas em 1982 que lançou o seu primeiro álbum, “Confissões de um Retrato Falado”. Cinco anos mais tarde integra o “Projecto Pixinguinha” e participa em concertos desde o Rio de Janeiro ao Nordeste do Brasil juntamente com Luiz Melodia, Sandra de Sá, Carlos Lyra, Rosa Marya Colin, Andréa Daltro, Mácleim, Jorge Helder, Evaldo Robson e grandes instrumentistas.

O próximo capítulo da sua carreira tem início em 1990, com o lançamento do LP “Arquétipos”. Aí mostra uma sonoridade moderna e intemporal, surpreendendo tudo e todos. Sete anos depois produz o livro “Nas Águas do Verbo”, onde é possível encontrar poesia e monólogos apresentados de forma gráfica e com desenhos.

O seu terceiro lançamento acontece em 1998, data em que edita o álbum “Olhos de Luz” onde contou com a participação de grandes instrumentistas brasileiros. Um ano depois volta á literatura ao ser o responsável pela direção artística e produção do livro de poemas “Palavras de Fogo”, de Lyra Barcelos. Em 2000 compõe a letra “Ginga Sem Fronteira” em homenagem a Airto Moreira, seu parceiro musical, para o seu álbum “Homeless”

A partir de 2002 começa a fase mais intensa do seu percurso. Em 2002 revisita o disco “Arquétipos”, reeditando-o e adicionando-lhe alguns temas inéditos assim como a participação com artistas de renome internacional. Em 2006 idealiza e produz o songbook “Música Feita no Paraná”, contendo 100 partituras, letras e biografias de mais de sessenta compositores que fizeram história. Apenas um ano depois edita um novo songbook, “Além das Pérolas”, onde podemos encontrar partituras, letras de músicas, poemas e parte do seu próprio material artístico. O ano de 2009 traz consigo um terceiro songbook, “Nas Trilhas do Tempo”, com partituras, poemas e letras próprias e o de 2010 uma a coletânea “In the Paths of Time”, através do selo alemão Boodsugar Records.

Em 2015 vê dois temas seus, “Hombre Niño” e “Soplo de Amor” serem gravados em parceria com Carlitos Ayala (Doc Ayala). Nota ainda para um terceiro tema, “Piraquara” da autoria de Hilton Barcelos, que também foi interpretado por Carlitos neste álbum que conta com a participação de grandes músicos paraguaios e arranjos do pianista e maestro Carlos Centurion Sant’anna. E assim, como que num sopro de vida, chegamos ao presente. Chegamos ao momento em que Hilton trabalha e compõe temas inéditos que, muito em breve serão editados, e onde dá o derradeiro passo de afirmação no continente europeu.

Embora tenha estado ao longo dos anos por diversas vezes na Europa, e por cá tenha divulgado a sua obra através de parcerias e espetáculos, este é o momento em que mais se dará a conhecer ao público português.

Começou por lançar um single, “Brasileiro”, apostando agora num conceito inovador e surpreendente intitulado “Concerto em Desconcerto”. Com este espetáculo vai percorrer os palcos nacionais, apresentando o álbum “Arquétipos” mas também contando as histórias por detrás das canções. A plateia tem liberdade para abordar o cantor e colocar as suas questões, contribuindo assim para uma apresentação com caráter didático e interativo que permite a aproximação do público com a arte.

É caso para dizer: 2017 é um ano que promete, que o diga Hilton Barcelos! Apertem os cintos e preparem-se para o voo!

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publicado por Carlos Gomes às 19:31
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RITCHAZ CABRAL REVELA VIDEOCLIP PARA “UM SO NASON”

Verão, essa época marcada pela temperatura abrasadora, pelo sorriso constante no rosto e pelo desejo incontrolável de dançar bem próximo de quem nos arrebata o coração. Ora Ritchaz Cabral, nome maior da música e cultura cabo-verdiana, aproveitou a elevada dose de paixão que anda no ar para revelar o escaldante videoclip oficial do tema “Um So Nason”.

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Este é o segundo tema extraído do EP “Mal Famadu” sendo mais um dos temas marcadamente influenciados pelas origens africanas e, em particular, cabo-verdianas de Ritchaz Cabral. E é ao ritmo de uma leve brisa lusitana, mesclando ritmos e sonoridades de diferentes proveniências que é revelada a mais recente novidade da Music For All.

Ricardo Cabral, de nome artístico Ritchaz Cabral, nasceu em Lisboa, no profícuo ano de 1988, e é filho de pais cabo-verdianos, imigrantes em Portugal há várias décadas. Com apenas 13 anos, começa a dar os seus primeiros passos na música.

O passaporte para aquilo que, anos mais tarde, se transformaria na sua vida profissional foi um velho gravador de cassetes, propriedade do seu progenitor, e um microfone inventado e construído pelo próprio utilizando pequenas colunas modificadas. Na altura, cantava letras conhecidas de autores cabo-verdianos e gravava brincadeiras com as irmãs e amigos.

Entre 2003 e 2012, fez parte da dupla Ritchaz & Keky que se apresentava com uma sonoridade mestiça onde o Kuduro se encontrava com a Kizomba e onde o Techno e o Reggae se fundiam com o Funaná e o Hip-Hop, num autêntico caldeirão de influências e sonoridades. A partir de 2007, a dupla trabalhou com a agência cultural Filho Único (Lisboa), com quem tiveram atuações regulares dentro e fora do país e através da qual participaram na coletânea de CD’s Novos Talentos da Fnac e da Antena 3 (2008).

Entre 2009 e 2011, Ritchaz frequenta dois cursos relacionados com a criatividade, produção e marketing musical na Restart (Lisboa), passando a fazer com frequência trabalhos de gravação, produção, mistura e masterização de música para diversos artistas na Europa e África. Nascia assim uma faceta diferente e complementar na carreira de Ritchaz Cabral!

Em 2011, e nos dois anos que se seguiram, Ritchaz integrou a banda de Reggae Luso United, sediada na Amadora, assumindo-se como teclista.

Paralelamente, o artista envolve-se em diferentes projetos ligados à música. Foi co-criador do Estúdio SomGráfico (estúdio de música comunitário), no bairro Outurela (Oeiras), juntamente com outros amigos e músicos; deu aulas de viola na escola básica local; e fez a co-produção e o lançamento do álbum musical independente Proghetto, que contou com a presença de vários artistas.

Em 2012, o artista junta-se ao grupo Raboita como vocalista, guitarrista e baixista. É nesta altura que passa a ter mais contacto com a música tradicional de Cabo Verde, adicionando ao seu leque de sonoridades as Mornas, Batukus, Funanás, Coladeiras e Mazurcas.

Chegamos, enfim, a 2014. Esta foi a altura em que Ritchaz decidiu dedicar-se a uma carreira a solo, começando a preparar aquele que se tornaria no seu primeiro EP. Neste trabalho são bem audíveis as suas raízes cabo-verdianas através dos Funanás lentos, dos Batuques com letras que retratam a simplicidade da vida e os valores do amor e respeito assim como os temas de cariz social, vertente que Ritchaz sempre prezou bastante. Em simultâneo, Ritchaz integra o grupo Skopeofonia, um projeto de investigação académica em Etnomusicologia, da Universidade de Aveiro com a Fundação para a Ciência e Tecnologia, que tem recolhido e analisado as práticas musicais no bairro da Cova da Moura, na Amadora.

É por entre um leve sorriso, um ritmo quente e pegadiço e uma letra que nos transporta para as sinceras e profundas paisagens africanas que encontramos este primeiro trabalho de Ritchaz Cabral. O menino que Portugal viu nascer e crescer é hoje um homem que não esquece as suas origens, homenageando-as em “Mal Famadu”, o seu primeiro EP a solo.


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publicado por Carlos Gomes às 16:19
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Domingo, 13 de Agosto de 2017
FESTA DO AVANTE NÃO ESQUECE O FOLCLORE DO POVO PORTUGUÊS

A Festa do Avante é porventura o único festival cultural de grande dimensão que nunca exclui a representação do folclore e etnografia de Portugal.

Na edição deste ano que tem lugar de 1 a 3 de Setembro, na Quinta da Atalaia, no Seixal, vão subir ao Palco Arraial o Grupo Folclórico do Souto, de Guimarães, Grupo de Danças e Cantares de Mazedo, de Monção, Grupo Etnográfico CDCR dos CTT – Porto, Grupo Etnográfico de Quelfes – Olhão, Grupo Folclórico “O Cancioneiro” de Ovar, Grupo Regional de Folclore da Benedita – Alcobaça, Grupo de Danças e Cantares da APPACDM – Setúbal, Rancho Regional de S. Salvador da Folgosa - Porto de Mós, Rancho Típico de Vila Nova – Cernache, Coimbra, Rancho Folclórico de S. Martinho – Fornelos, Cinfães, e o Grupo de Danças e Cantares da Cidreira – Coimbra, para além de outros agrupamentos musicais de divulgação da nossa cultura tradicional.

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Conforme é referido no próprio site oficial da Festa do Avante, “o Palco Arraial demonstra a diversidade da etnografia do nosso Pais, desde as danças mais populares aos sons de uma música de recolha, que importa relembrar e que aos primeiros acordes se reconhece e se reencontra. A música popular e de intervenção passam também por este espaço inigualável de memória, património e cultura.”

Apesar do cunho eminentemente político desta grandiosa iniciativa organizada pelo Partido Comunista Português, a sua vertente cultural não exclui o folclore e a cultura tradicional do nosso povo, reservando um palco para a sua representação. Um exemplo que, política à parte, bem poderia ser considerado pelos organizadores de outros festivais, incluindo os partidos políticos pois falar em nome do povo não basta – é preciso defender a sua identidade e o seu património!

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publicado por Carlos Gomes às 19:14
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MINHOTOS EM LISBOA LEVAM FOLCLORE AO PARQUE DAS NAÇÕES

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publicado por Carlos Gomes às 17:20
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CHAPÉUS HÁ MUITOS… MAS POUCOS SABEM USÁ-LOS!

É cada vez mais frequente depararmos com o mau uso do chapéu em lugares públicos, sobretudo por parte dos homens. E, a sua utilização incorrecta denota desconhecimento das regras da etiqueta, quando não mesmo uma atitude desrespeitosa e falta de educação. Até mesmo em representações folclóricas, estas regras não são por vezes tidas em consideração.

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Sucede cada vez com mais frequência depararmo-nos com pessoas que não descobrem a cabeça à entrada numa igreja, casa particular ou num restaurante, mantendo-o inclusive à mesa durante a refeição.

Mantendo o velho costume, todo o cavalheiro que se preze deve descobrir a cabeça sempre que entre num daqueles locais e, ainda ao ar livre, perante a passagem de uma procissão religiosa, o toque do hino nacional, o desfile de bandeiras e estandartes nacionais ou outra cerimónia em relação à qual seja devida uma atitude particularmente respeitosa. Uma vez retirado da cabeça, o chapéu deve ser segurado na mão, havendo o cuidado de não manter o interior à mostra mas apenas o lado exterior.

Mandavam ainda as regras da etiqueta quanto ao uso do chapéu que o mesmo deve ser ligeiramente levantado ao cumprimentar ou saudar uma senhora e até retirado da cabeça se parar para com ela conversar. Este gesto também se aplica no cumprimento a outro cavalheiro, devendo o cumprimento verbal ser sincronizado com o gesto.

Na sua representação de valhas usanças, convirá que também os grupos folclóricos mantenham a observância de tais costumes durante as suas actuações, em palco e fora dele. É que, chapéus há muitos!



publicado por Carlos Gomes às 14:45
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FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS REÚNE ASSEMBLEIA GERAL PARA APRECIAR SITUAÇÃO FINANCEIRA

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publicado por Carlos Gomes às 13:41
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OEIRAS JUNTA TOCADORES DE CONCERTINA EM VILA FRIA

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publicado por Carlos Gomes às 11:18
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PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS REALIZA CONFERÊNCIA EM LOURES SOBRE O FUTURO DO MOVIMENTO DO FOLCLORE NACIONAL

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publicado por Carlos Gomes às 10:27
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Sábado, 12 de Agosto de 2017
MINHOTOS EM LOURES PISAM AS UVAS AO SOM DA CONCERTINA E RUFAR DO BOMBO

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publicado por Carlos Gomes às 21:45
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Sexta-feira, 11 de Agosto de 2017
CAFÉ REPÚBLICA, “UM” TALENTO EM ESTADO PURO

Do Rio de Janeiro chega-nos um projeto muito particular da cena musical brasileira. Assinam com o peculiar nome de Café República, são irreverentes e criativos q.b e preparam-se para tomar Portugal de assalto!

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A estreia acontece com “Um”, primeiro single do próximo álbum da banda, uma cativante criação onde uma apurada letra convive com elementos pop, rock alternativo e neo-psicadélicos. A Music For All tem o prazer de promover mais um grande nome internacional que, já no próximo mês de Outubro, se prepara para uma digressão pelos palcos portugueses.

A banda Cafe Republica teve origem em 2011 no Rio de Janeiro. É composta por 5 membros, Octavio Peral (voz, guitarra), Anderson Ferreira (teclado, sintetizador, voz), Ygor Xavier (guitarra), Juca Sodré (baixo) e Barbanjo Reis (bateria).

Com influências neo-psicalédicas e rock alternative, a banda caracteriza-se por inesperadas mudanças de ritmo, onde se demarcam por guitarras em phaser, synths violentos e vocais em camadas de delay e reverbs.

2013 foi o ano do primeiro lançamento de dois singles, o “Dancing Around” e “Time Ma-chine”. Em setembro de 2014, lançaram o seu primeiro EP intitulado “Sweet Dive in Turtle’s Land”.

Após uma reação positive do primeiro EP, a banda subiu para um patamar mais Maduro, sem esquecer a influência alternativa e psicadélica. Em 2016 foi lançado o Segundo EP, "Ludere Occultant", com arranjos que se movem para ondas psicadélicas e progressivas de bandas como The Doors, Pink Floyd, Tame Impala e Os Mutantes.

No início de 2017, a banda lançou o disco instrumental “interlúcido”. Originado segundo vivências em estúdio no período de preparação para o seu primeiro álbum, está para breve a chegada do primeiro trabalho físico ainda neste ano decorrente. O EP tem influências de estilo brasileiro com variações entre o progressive, o ambiente, o experimental e o noise.


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publicado por Carlos Gomes às 15:06
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Quinta-feira, 10 de Agosto de 2017
MAIORIA DAS CANDIDATURAS DO PAN ÀS ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS SÃO CONSTITUÍDAS POR MULHERES
  • Candidaturas em 32 Municípios e 26 freguesias
  • Maioria das candidaturas tem 2/3 de mulheres
  • Orçamento resulta numa média de 1.350 euros por candidatura
  • Desafio de eleger o primeiro vereador do PAN em Lisboa com Inês de Sousa Real

O PAN, Pessoas-Animais-Natureza, vai concorrer nas próximas autárquicas de dia 1 de Outubro a 32 Municípios e 26 freguesias* sendo que a maioria das candidaturas tem 2/3 de mulheres, por exemplo Porto, Lisboa, Cascais e Ponta Delgada.

O Orçamento do PAN para esta campanha, de cerca de 80.000 euros, dividido por 58 candidaturas, resulta numa média de 1.350 euros por candidatura. Este valor incluí todo o material gráfico, gastos de campanha e ações por um período de dois meses, o que resulta num valor de cerca 700€ por mês por candidatura.

O principal objetivo é reforçar e materializar localmente o trabalho que tem sido realizado no Parlamento. Este objetivo materializa-se na expansão da representação municipal do partido pelas várias candidaturas e pelo desafio de eleger o primeiro vereador do PAN. Meta estabelecida pela candidatura de Lisboa, através da candidata Inês de Sousa Real.

“Sentimos o apoio dos cidadãos e a nossa bandeira, acima de tudo, será travar a abstenção e trazer mais a cidadania para a política local. E pretendemos um reforço das estruturas locais adequado a cada realidade. O objetivo é crescermos para adquirir uma maior capacidade de olhar para todo o território e percebermos quais são os problemas e dificuldades das várias comunidades e pensar em soluções políticas integradas no que toca ao bem-estar e proteção, das pessoas, dos animais e da natureza” defende Francisco Guerreiro, Porta-Voz do PAN e Comissário Político Nacional.

“As alterações climáticas, e a mitigação dos seus efeitos, são o desafio mais premente que os municípios enfrentam. E por tal é com esta base ecológica que todas as candidaturas se apresentam propondo medidas direcionadas para a independência energética, o melhoramento da mobilidade coletiva e ligeira, por exemplo. Uma economia local resiliente terá como base a transição para uma sociedade baseada em carbono 0. Esse não é o futuro, é o presente que o PAN deseja construir” reforça Francisco Guerreiro.



publicado por Carlos Gomes às 12:28
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Quarta-feira, 9 de Agosto de 2017
MINHOTOS EM LISBOA LEVAM FOLCLORE AO PARQUE DAS NAÇÕES

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publicado por Carlos Gomes às 21:55
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Terça-feira, 8 de Agosto de 2017
PORTUGAL TEM ROTA DAS MÁSCARAS TRADICIONAIS

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publicado por Carlos Gomes às 16:20
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PORTUGAL VOLTA A MARCAR PRESENÇA NA MAIOR FEIRA EMPRESARIAL DAS ASTÚRIAS

expositores levam a cultura de portuguesa até gijón

A Progestur volta a representar Portugal na Feira Internacional de Muestras de Astúrias (FIDMA), que este ano acontece de 5 a 20 de Agosto, em Gijón. A presença portuguesa naquela que é a maior feira empresarial do Norte de Espanha partilhará com o público espanhol sabores, texturas, cheiros e sons que fazem parte da identidade cultural lusa.

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A renovada Calle Portugal apresenta ao público espanhol um novo restaurante “Tapa Portuguesa” – onde o destaque é a gastronomia tradicional portuguesa – vários expositores de produtos portugueses e ainda um espaço dedicado à presença da empresa Monte da Lua que aposta no uso da tecnologia de realidade virtual para dar a conhecer e promover o património cultural e natural da região de Sintra.



publicado por Carlos Gomes às 16:05
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Segunda-feira, 7 de Agosto de 2017
PAN QUESTIONA MINISTÉRIO DA SAÚDE SOBRE A DEMORA NA DECISÃO DA COMPARTICIPAÇÃO DOS NOVOS MEDICAMENTOS PARA VIH/SIDA

·         Novos medicamentos a aguardar decisão não despoletam, alegadamente, efeitos secundários significativamente adversos

·         Esta substituição integraria os parâmetros terapêuticos internacionais

·         Em Espanha já são comparticipados há mais de um ano

·         Em Portugal, o pedido de comparticipação foi efetivado há mais de um ano

·        ​Especialistas defendem que a comparticipação representaria uma poupança anual para o Serviço Nacional de Saúde de cerca de 24 milhões de euros

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza questionou hoje o ministério da saúde acerca da demora na decisão acerca da comparticipação por parte do Estado dos novos medicamentos para VIH/SIDA.

De acordo com a informação veiculada recentemente por um órgão de comunicação social existem três medicamentos indicados para o tratamento da infeção pelo VIH/SIDA a aguardar por decisão de comparticipação por parte do Estado. Os medicamentos em causa apresentam em comum a substância tenofovir alafenamide, (TAF), sendo que estes são aptos a substituir um outro medicamento da mesma família terapêutica - o Tenofovir Disoproxil Fumarate (TDF). A questão relevante prende-se com o facto de o produto inovador sucedâneo não despoletar efeitos secundários significativamente adversos (especialmente a nível renal e ósseo) ao contrário que acontece com o medicamento que está a ser utilizado.

Os novos medicamentos, caso passem a ser comparticipados apresentarão o condão de substituir a medicação atualmente ministrada a milhares de doentes, mantendo o mesmo esquema posológico assente numa toma única diária mas que incrementa um nível superior de adesão à terapêutica por parte dos doentes, afigurando-se este como um elemento indispensável ao sucesso do tratamento desta infeção.

A substituição aflorada integra os parâmetros terapêuticos internacionais em toda a Europa Ocidental e em alguns países da Europa de Leste, onde, por norma, este tipo de inovações é mais tardiamente implementada – a título de exemplo, em Espanha, estes medicamentos já são comparticipados há mais de um ano, enquanto em Portugal, o pedido de comparticipação foi efetivado há mais de um ano, ainda aguardando decisão do Ministério da Saúde.

A presente delonga na decisão de comparticipação carece de compreensão, até porque especialistas defendem que a comparticipação destes medicamentos reduziria em 10% a fatura global do Serviço Nacional de Saúde com antirretrovirais, o que desembocaria numa poupança anual de cerca de 24 milhões de euros.

Face a uma alegada conjuntura tão vantajosa o PAN ficará a aguardar a resposta deste Ministério sobre a razão pela qual ainda não foi aprovada a comparticipação por parte do Estado destes medicamentos.



publicado por Carlos Gomes às 12:12
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Sábado, 5 de Agosto de 2017
"DON'T CARE", A PODEROSA ESTREIA DE BEA

A Music For All orgulha-se de apresentar aquela que promete ser a próxima sensação da música nacional. Depois de lançar o seu primeiro single "Don't Care", BEA chega agora com o videoclip de estreia! Esta é uma autêntica onda de rebeldia e festa mergulhada numa sonoridade pop, r&b e soul, criando uma identidade marcada pela atitude, poder e sensualidade.

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A cantora revela-se ao público português num tema que antecipa a edição do seu EP de Estreia, com edição marcada para o último trimestre de 2017.

Chama-se Bea e tem 25 anos. É apaixonada por música, fotografia, por comunicação e a indústria da moda. Descreve-se como uma pessoa decidida, organizada/metódica, tolerante e compreensiva, e é ambiciosa enquanto líder de trabalho. Este é o perfil da nova aposta nacional da Music For All.

Desde muito nova começou por ouvir Alicia Keys, Aretha Franklin, Stevie Wonder, Dionne Warwick entres outros grandes nomes da música Soul que despertaram os seus sentidos para o universo da música. Também se apaixonou pelos artistas Pop e R’n’b como JoJo, Destiny’s Child, Ciara, Cassie, Ne-Yo, Mario e deixou-se levar pelo efeito inebriante que a música teve sobre si.

Iniciou o seu percurso no Conservatório de Música onde teve aulas de piano e educação musical durante um ano. Seguidamente começou por compor as próprias canções, na escola de música Valentim de Carvalho, onde pela primeira vez teve aulas de voz e de guitarra.

Aos 18 anos surge uma mudança radical na sua vida. Mudou-se para Londres onde lhe ofereceram a oportunidade de emprego nos estúdios EMI Records, tendo ganho um lugar numa universidade de música. É então tempo de regressar a Portugal e apostar definitivamente na sua carreira no país que a viu nascer.

É nesta fase que escreve, e grava, o seu primeiro single. Com influências Pop, mas nunca descurando os territórios da soul e do r&b surge “Don’t Care”, poderoso tema com que se apresenta pela primeira vez ao público nacional. Ainda para 2017 está marcada a edição do EP de estreia através do selo da Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 22:22
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CAMÕES À DESCOBERTA DE PORTUGAL – DIGRESSÃO NACIONAL

“Até o eterno termina / num momento que não se imagina”. Quem o diz é Camões, o cantor e compositor brasileiro, que se apresentou ao público nacional com os temas “Anilina” e “Nova Aurora”. Estas são criações onde a riqueza da língua portuguesa se deita numa suave e bem urdida cama de sonoridades pop, rock e eletrónica, concebendo um estilo inconfundível.

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A sua estreia nos palcos nacionais vai levá-lo a um showcase intimista imperdível na FNAC Almada (29/07), mas também aos encantos de Évora (02/08), Vendas Novas (03.08), Freamunde (04/08) e Marco de Canaveses (06/08) local onde vai ser cabeça de cartaz da primeira edição do Hitchfest! Camões pode não viver para sempre mas, graças à Music For All a sua obra não mais será esquecida pelos fãs portugueses.

Conheçam os locais e as datas confirmadas até ao momento:

02.08 | Espaço Mói-te, Évora, 22h, 3€

03.08 | Espaço Tech, Vendas Novas, Entrada Livre

04.08 | Espaço A, Freamunde, 23h, 3€

05.08 | Espaço Ribeirinho Festival Soundville 2017, 22h30, Entrada Livre

06.08 | Hitchfest, Marco de Canaveses, 18h, (Donativo)

Camões, nome histórico e com o qual todos os portugueses têm uma ligação umbilical. É um dos nossos maiores símbolos, um daqueles guerreiros imponentes que contribuiu decisivamente para o país que somos hoje. Mas, e porque há sempre um “mas”, Camões é muito mais do que isso. Camões…também pode ser música, inovação e experimentação. E é desse Camões, o Paulo Camões, que falaremos agora.

Começou a compor ainda na adolescência, dedicando-se à guitarra e transparecendo desde logo as influências da música brasileira e da alma do rock. A busca de uma identidade artística acompanhou o seu amadurecimento, desde algumas gravações independentes até à sua primeira banda, “Os Lusíadas”.

Mas foi no EP “Cupim” que Camões deu verdadeiramente nas vistas. Aliado ao produtor Bernardo Pauleira, um dos nomes mais importantes da cena independente no Rio de Janeiro, o cantor aliou a guitarra aos beats eletrónicos, criando canções como “Segredo” ou “Bem-Estar”. Ao som tipicamente brasileiro juntou uma batida universal, levando uma vez mais Camões a mares nunca antes navegados.

Ciente das potencialidades da sua sonoridade aventura-se naquele que se tornaria no seu primeiro trabalho a solo. Inspirando-se em nomes tão distintos e reputados como HONNE, Breakbot, Great Good Fine Ok, ou Whitest Boy Alive nascia, no verão de 2016, o EP “Anilina”.

Mas como diz o ditado, “novo ano vida nova”! Ou melhor: música nova, se estivermos a falar de Camões. Ao terceiro mês de 2017 chega, finalmente, a mais recente criação de Paulo, “Nova Aurora”. Este é um tema baseado em Santa, senhora que marcou a sua vida e à qual decidiu prestar uma justa homenagem. O videoclip foi gravado na localidade de Nova Aurora e retrata a festa de comemoração do quinquagésimo oitavo aniversário de Santa, uma ocasião tão especial e marcante e se tornou inesquecível para todos os presentes. 

Camões regressa assim às gravações de forma emotiva, prometendo mais novidades para breve e anunciando uma digressão por Portugal para o próximo verão! Agosto será o mês em que o trovador regressa para os merecidos aplausos do público nacional.


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publicado por Carlos Gomes às 14:21
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Sexta-feira, 4 de Agosto de 2017
PAN ESTÁ PREOCUPADO COM A GESTÃO DOS RESÍDUOS NUCLEARES

PAN valoriza encerramento de Garoña mas mantém preocupação com a gestão de resíduos nucleares

  • Governo espanhol decide encerrar definitivamente a central nuclear de Garoña
  • Oportunidade para reforçar o compromisso com um modelo de transição assente em energias 100% limpas e renováveis
  • Preocupação ambiental com os resíduos gerados pelo desmantelamento
  • Denúncia do PAN apresentada à Comissão Económica das Nações Unidas para a Europa mantem-se até o início do desmantelamento da central

O PAN, Pessoas-Animais-Natureza, defende que a decisão do Governo espanhol de encerrar definitivamente a central nuclear de Garoña, em Burgos, volta a colocar na agenda a urgência de continuar o programa de desmantelamento do parque nuclear Espanhol, nomeadamente com o encerramento da Central Nuclear de Almaraz, a meros 100 quilómetros da fronteira com Portugal. Porém o partido mantém profundas preocupações com o tratamento e condicionamento dos resíduos que advirão do desmantelamento destas centrais.

A decisão espanhola é um sinal positivo e de compromisso para a transição efetiva para uma rede energética 100% limpa e renovável que de forma gradual, mas célere, permita a substituição do parque nuclear que está envelhecido e vai continuar a apresentar fortes desafios de segurança.

“Acreditamos que este passo foi dado acima de tudo devido à pressão da sociedade civil e de organizações ambientais. Esperamos que o governo Português acompanhe esta vontade cívica manifestada também pela decisão política espanhola e reforce os esforços para o encerramento da central nuclear de Almaraz. Por parte do PAN não há trocas nem cedências. Almaraz deve seguir o mesmo caminho que Garoña e fechar portas”, reafirma Francisco Guerreiro, Porta-Voz do PAN.

Esta decisão é uma importante oportunidade para garantir também uma transição económica na região pois com o descomissionamento/desmantelamento desta central, e tendo em conta a sua morosidade, de pelo menos duas décadas, e complexidade, faz com que exista uma janela temporal de adaptabilidade não só para os trabalhadores como para as empresas que atualmente dependem desta unidade industrial.

“É importante reafirmarmos que existe uma oportunidade económica com o desmantelamento destas centrais nucleares porém há que garantir que os resíduos que advém desta operação de décadas têm o tratamento e o condicionamento adequado. Pese embora ainda não haja soluções definitivas para o tratamento destes resíduos nucleares é fulcral garantirmos que o desmantelamento é feito com o maior zelo e segurança possível” afirma Francisco Guerreiro, dirigente do PAN.

Foi pela voz do PAN que pela primeira vez nesta legislatura que se alertou para o perigo das Centrais Nucleares de Almaraz e de Santa Maria de Garoña no parlamento. Foram inclusive apresentadas denúncias, que estão a ser analisadas, à Comissão Económica das Nações Unidas para a Europa pelo incumprimento das Convenções de Espoo e Aarhus. Ambas as denúncias serão mantidas até se dar início ao desmantelamento.



publicado por Carlos Gomes às 17:16
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Quinta-feira, 3 de Agosto de 2017
CAFÉ REPÚBLICA, “UM” TALENTO EM ESTADO PURO

Do Rio de Janeiro chega-nos um projeto muito particular da cena musical brasileira. Assinam com o peculiar nome de Café República, são irreverentes e criativos q.b e preparam-se para tomar Portugal de assalto!

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A estreia acontece com “Um”, primeiro single do próximo álbum da banda, uma cativante criação onde uma apurada letra convive com elementos pop, rock alternativo e neo-psicadélicos. A Music For All tem o prazer de promover mais um grande nome internacional que, já no próximo mês de Outubro, se prepara para uma digressão pelos palcos portugueses.

A banda Cafe Republica teve origem em 2011 no Rio de Janeiro. É composta por 5 membros, Octavio Peral (voz, guitarra), Anderson Ferreira (teclado, sintetizador, voz), Ygor Xavier (guitarra), Juca Sodré (baixo) e Barbanjo Reis (bateria).

Com influências neo-psicalédicas e rock alternative, a banda caracteriza-se por inesperadas mudanças de ritmo, onde se demarcam por guitarras em phaser, synths violentos e vocais em camadas de delay e reverbs.

2013 foi o ano do primeiro lançamento de dois singles, o “Dancing Around” e “Time Ma-chine”. Em setembro de 2014, lançaram o seu primeiro EP intitulado “Sweet Dive in Turtle’s Land”.

Após uma reação positive do primeiro EP, a banda subiu para um patamar mais Maduro, sem esquecer a influência alternativa e psicadélica. Em 2016 foi lançado o Segundo EP, "Ludere Occultant", com arranjos que se movem para ondas psicadélicas e progressivas de bandas como The Doors, Pink Floyd, Tame Impala e Os Mutantes.

No início de 2017, a banda lançou o disco instrumental “interlúcido”. Originado segundo vivências em estúdio no período de preparação para o seu primeiro álbum, está para breve a chegada do primeiro trabalho físico ainda neste ano decorrente. O EP tem influências de estilo brasileiro com variações entre o progressive, o ambiente, o experimental e o noise.


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publicado por Carlos Gomes às 21:05
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Quarta-feira, 2 de Agosto de 2017
ED CURTIS E O SEU NOVO, E ARREBATADOR, ÁLBUM “MY OWN TIME”

Ed Curtis, o cantor chileno que insiste em nos encantar com a sua voz doce e apaixonada, está de regresso! Depois de dois singles, “Watching You Go” e “All That I Do”, finalmente chega até nós o tão prometido álbum de estreia.

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“My Own Time” navega nas luzidias águas onde a corrente indie pop e indie rock se encontram, criando uma sonoridade que não deixa ninguém indiferente! Diretamente de Santiago do Chile para o mundo chegam-nos nove faixas já disponíveis nas principais plataformas digitais, como Amazon, Google Play, iTunes ou The Store, sob o selo da Music For All.

Ed Curtis é um cantautor natural de Santiago do Chile que começou a tocar nos anos 90. Depois de passar por várias bandas enquanto guitarrista e compositor, fixou residência em Berlim de forma a preparar o seu primeiro trabalho a solo numa óptica indie rock/pop maioritariamente influenciada pelo movimento da Britpop de meados da década de 90 e por bandas como Oasis ou Travis.

Em Setembro de 2014 o músico começou a tocar no circuito ao vivo para cantautores nos principais bares de Berlim e de Outubro a Dezembro Ed começou as gravações do seu primeiro EP, “Haunting Feelings”, na Makers Factory de Berlim, trabalho que incluía cinco originais em versões acústicas. O EP foi lançado nas principais lojas online em Fevereiro do ano seguinte.

Depois da experiência em Berlim, o músico regressou à América do Sul, onde se dedicou a escrever novas canções e a preparar material para o seu primeiro álbum na companhia do produtor argentino Hernán De Micheli no Sonorico Studio, em Buenos Aires. Da parceria criativa de três meses naceu em Setembro de 2015 um segundo EP, “Watching You Go”.

Actualmente Ed Curtis reside em Buenos Aires, tendo concluído os trabalhos do seu primeiro álbum de longa duração, “My Own Time”. Graças ao apoio da Music For All o disco já está disponível nas principais plataformas e lojas digitais.


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publicado por Carlos Gomes às 14:16
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Segunda-feira, 31 de Julho de 2017
PAN CONCORRE PELA PRIMEIRA VEZ ÀSAUTÁRQUICAS NO MUNICÍPIO DA AMADORA

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza concorre pela primeira vez, e com listas próprias, à Câmara e Assembleia Municipal da Amadora. As candidaturas serão encabeçadas por Patrícia Namora Caeiro.

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A candidatura tem como principais preocupações responder aos desafios sociais e ambientais do concelho, promover os direitos e tratamento digno de todos os animais e criar um novo polo cultural.

No que concerne a políticas sociais, o foco desta candidatura centrar-se-á no combate à exclusão e isolamento. A exclusão social pode, ser definida como uma combinação de falta de meios económicos, de isolamento social e de acesso limitado aos direitos sociais e civis; trata-se de um conceito relativo dentro de qualquer sociedade particular e representa uma acumulação progressiva de fatores sociais e económicos ao longo do tempo. Os fatores que podem contribuir para a exclusão social são os problemas laborais, os padrões de educação e de vida, a saúde, a nacionalidade, a toxicodependência, a desigualdade sexual e a violência.

Como tal o PAN pretende garantir transporte municipal a partir das diferentes freguesias ao Hospital Amadora-Sintra para idosos e pessoas com mobilidade reduzida. Na concretização desta medida será feita uma aposta em veículos movidos a energia elétrica.

Outra proposta do PAN é a criação de um gabinete de apoio e proteção a vítimas de criminalidade através de protocolos com ONGs. O PAN quer também criar um serviço de acompanhamento da mulher grávida.

O PAN pretende também reforçar o pessoal escolar não docente com mais auxiliares e psicólogos para garantir a segurança e bem-estar dos alunos. É cada vez mais frequente e demonstra-se extremamente positivo, independentemente de situações e momentos, a colocação de que a Escola necessita, seja de um Profissional da área da Psicologia, à disposição para o atendimento de crianças / adolescentes e orientação de professores, na própria Escola, seja de alguma outra instância para onde os 'casos problemáticos' possam ser encaminhados.

“Se é certo que a família exerce uma influência muito grande no vir a ser do indivíduo, por outro lado, ele constrói a sua identidade no social e através dele; portanto, a Escola, como ambiente coletivo por excelência, vai desempenhar um papel não menos relevante na formação da individualidade e pode-se admitir que de um ponto para frente esses dois agentes socializadores dividem a formação da criança/adolescente, participam da construção da sua identidade.” afirma Patrícia Caeiro

No que concerne ao ambiente, o PAN pretende promover a mitigação das alterações climáticas e um aumento da qualidade de vida urbana fomentando a instalação postos de carregamento e o uso de veículos elétricos. Pretende-se melhorar a segurança de peões implementando zonas de circulação partilhada e também impedir a aplicação de herbicidas com glifosato nos espaços verdes e vias públicas.

Em paralelo com várias iniciativas que visam reforçar a política pública de saúde e bem-estar animal, nomeadamente implementar mecanismos para facilitar o registo de animais de companhia, O PAN pretende Reabilitar o Centro de Recolha Oficial e promover a adoção dos animais através de protocolos com profissionais especializados e ONGs. Temos em vista uma proposta de reestruturação do C.R.O.A.M.A. potenciando uma maior abertura do canil à população, facultando o acesso aos animais acolhidos, permitindo a particulares levá-los a passear, fotografar, mimar os animais, etc.

O PAN pretende promover uma Campanha Intensiva de Educação Animal, através da sensibilização intensiva sobre a questão animal junto de crianças, jovens, adultos e idosos, em todas as Freguesias do Concelho, principalmente junto dos bairros sociais

Pretende-se também a criação de um Banco de Ajuda Alimentar para famílias carenciadas com animais a cargo e a e a criação de protocolos com clínicas veterinárias para ajudar financeiramente nas castrações/esterilizações e na prestação de cuidados veterinários básicos.

Outro objetivo será a criação de parques caninos nas diferentes freguesias, constituídos por um espaço vedado que proporcione o exercício e a socialização dos animais.

O PAN aposta na recuperação do edifício LIDO criando um Centro de Artes e Cultura para apoiar a produção artística e a realização de espetáculos e exposições.

Este centro tem como missão apoiar o desenvolvimento das Artes e da Cultura no município. Para além dos museus municipais, deve integrar diversas infraestruturas que tem como função apoiar a produção artística e promover eventos e atividades de âmbito cultural em diversas áreas artísticas: teatro, música, dança, pintura, artes plásticas, escrita criativa, tertúlias. O Centro deve oferecer a artistas e estudantes condições propícias para aprofundarem e desenvolverem o seu trabalho. Para isso deve manter programas de residência temporária e parcerias institucionais e privadas.

Para a concretização destas e de outras propostas para o concelho, o partido considera fundamental eleger, pelo menos, uma deputada municipal. O PAN deseja implementar o rigor, a transparência e a transversalidade que tem demonstrado a nível nacional.

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Patrícia Namora Caeiro, nasceu em Lisboa, a 15 de Dezembro de 1977.

Formada em Psicopedagogia e Educação Social inicia a sua actividade na IPSS - Conversas de Rua - Associação, onde desempenhava as funções de educadora e atriz de teatro de intervenção social, com o Grupo de Teatro Holofote junto de crianças, jovens e adultos, em comunidades e escolas, na área da redução de riscos e minimização de danos, exclusão social e toxicodependências, em actividades extra-curriculares na área da Exclusão Social, Insucesso Escolar e Prevenção de Riscos.

Desenvolve o seu trajecto profissional na área do Teatro enquanto atriz de Intervenção Social tendo tido formação artística pelo Chapitô. Em 2009 torna-se a Fundadora e Coordenadora do Grupo de Teatro TENTART, um grupo artístico composto por profissionais  da área do teatro, dança, música, escrita e pedagogia.  A área de atuação abrange as expressões artísticas, tais como: animações e intervenções de rua, espetáculos de rua, artes plásticas, dança, teatro, campanhas temáticas, ateliers de formação, tertúlias, debates, entre outros, que através de uma programação variada de actividades sócio-culturais, têm uma intervenção directa junto da comunidade.

Acredita que a produção artística é um valioso instrumento de intervenção social onde as pessoas podem encontrar um espaço de descoberta e afirmação, numa dimensão global na sociedade, sendo a aliança da arte à pedagogia muito favorável à abordagem de temáticas relativas à comunidade.

Desde muito cedo que demonstra uma forte preocupação com o meio ambiente tendo colaborado em diversas acções em prol da causa animal e ambiental.

Em 2016, inconformada com a realidade e legalidade da caça à raposa em Portugal, foi a impulsionadora do Movimento pela Abolição da Caça à Raposa , onde de forma orgânica se constituiu um grupo de indivíduos com preocupaçُões ambientais. Pessoas a movimentar pessoas, não ligadas por razões partidárias ou associativas formais, foram responsáveis pela criação de uma petição entregue na Assembleia da República com mais de 10 mil assinaturas exigindo o fim dessa prática, e pela 1ª Manifestação pela Abolição da Caça à Raposa, dia 4 de Março, no Terreiro do Paço, em Portugal.

Concluiu em 2017 a formação de 6 meses na área da Psicologia Canina que incluiu:  Treino de Obediência, Treino em Áreas Urbanas, Socialização e Socialização para Cães com Problemas de Agressividade e Agility.



publicado por Carlos Gomes às 14:32
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Domingo, 30 de Julho de 2017
PAN APELA AO FIM DO ESTIGMA SOCIAL DA AMAMENTAÇÃO EM PÚBLICO

Entre 1 e 7 de Agosto - Semana Mundial do Aleitamento Materno

  •       -  Mais de 170 países comemoram a data com o objetivo de encorajar esta prática e fomentar a saúde dos recém-nascidos de todo o mundo
  •       - Aleitamento materno é essencial para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
  •       - Para eliminar um preconceito há que o normalizar
  •       -  Amamentar não é só alimentar: é também um ato de amor
  •     -  Pedir a uma mulher que tape o rosto do bebé enquanto amamenta é o mesmo que pedir a alguém que coma com um lençol na cabeça

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza aprovou no seu Congresso no início deste ano uma moção pelo fim do estigma social/preconceito da amamentação em público. Este tema é um dos mais polémicos em todo o mundo. Portugal não é exceção apesar de mais moderado, o preconceito e a pressão social ainda é tão marcado que o mupi da Câmara Municipal de Lisboa para a campanha “Aleitamento materno: presente saudável, futuro sustentável”, que tinha uma mãe a amamentar em público, teve de ser retirado em Outubro de 2016 devido a críticas sociais.

O PAN defende os vários benefícios da amamentação (para quem pode amamentar) visto ser um ato simples e natural que vai para além das convenções sociais. Mas esta temática não aborda apenas os benefícios do leite materno, também reflete a liberdade de uma mãe na possibilidade de poder alimentar o filho em locais públicos sem julgamentos ou outros constrangimentos. Para eliminar um preconceito há que o normalizar. E é preciso que mais mulheres mães sejam pioneiras e amamentem quando tiverem de amamentar, independentemente de estarem num local público ou no conforto dos seus lares. É um direito e um momento único na vida da mãe e do bebé. Amamentar não é só alimentar: é também um ato de amor.

O PAN compromete-se, desta forma, a contribuir para a garantia de que, em locais públicos as mulheres que optam por amamentar se sintam protegidas na sua igualdade e que a informação sobre os benefícios da amamentação esteja acessível a todas.

A Organização Mundial de Saúde recomenda que as “crianças devem fazer aleitamento materno exclusivo até aos 6 meses de idade” e a UNICEF defende que devemos “encorajar a amamentação sob livre demanda (sempre que o bebé quiser) ”.

Sobre a semana Mundial do Aleitamento Materno pode ler-se no site do Serviço Nacional de Saúde  que é comemorada, todos os anos, entre os dias 1 e 7 de agosto, em mais de 170 países, com o objetivo de encorajar esta prática e fomentar a saúde dos recém-nascidos de todo o mundo. A data evoca a Declaração Innocenti, assinada pelos responsáveis da Organização Mundial da Saúde e da Unicef, em agosto de 1990, comprometendo-se a proteger, promover e apoiar o aleitamento materno.

A semana Mundial do Aleitamento Materno discute a relação entre aleitamento materno e sustentabilidade e sua prática como parte essencial para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. No ano 2000, líderes mundiais e a ONU reuniram se para definir metas cujo objetivo era promover uma parceria para a redução da pobreza extrema até 31 de dezembro de 2015. O último relatório da ONU indicou um movimento importante na redução da pobreza extrema, com redução dos números da pobreza, mortalidade infantil, aumento nos índices de escolaridade, entre outros.

Contudo, muitas metas de 2015 ainda precisam ser cumpridas e necessitam de um alcance maior, para mais pessoas. Dessa forma, em setembro de 2015, foi traçada uma nova agenda, com metas para o período 2016-2030 com base nos Objetivos do Desenvolvimento do Milénio.

É impossível pensar no cumprimento de muitos destes objetivos sem o aleitamento materno. O leite materno é o alimento mais acessível (não tem custo e está próximo), seguro, completo e oportuno (está disponível no tempo certo, na quantidade adequada, com incontáveis vantagens). Para que haja a erradicação da pobreza é crucial a garantia do direito humano à alimentação adequada. O alimento deve ser acessível, de qualidade, seguro e oportuno. Sem alimento nestas condições não há como crescer, estudar e trabalhar, nem sequer sobreviver.



publicado por Carlos Gomes às 18:11
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Sábado, 29 de Julho de 2017
ALFRAGIDE REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 21:17
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ED CURTIS E O SEU NOVO, E ARREBATADOR, ÁLBUM “MY OWN TIME”

Ed Curtis, o cantor chileno que insiste em nos encantar com a sua voz doce e apaixonada, está de regresso! Depois de dois singles, “Watching You Go” e “All That I Do”, finalmente chega até nós o tão prometido álbum de estreia.

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“My Own Time” navega nas luzidias águas onde a corrente indie pop e indie rock se encontram, criando uma sonoridade que não deixa ninguém indiferente! Diretamente de Santiago do Chile para o mundo chegam-nos nove faixas já disponíveis nas principais plataformas digitais, como Amazon, Google Play, iTunes ou The Store, sob o selo da Music For All.

Ed Curtis é um cantautor natural de Santiago do Chile que começou a tocar nos anos 90. Depois de passar por várias bandas enquanto guitarrista e compositor, fixou residência em Berlim de forma a preparar o seu primeiro trabalho a solo numa óptica indie rock/pop maioritariamente influenciada pelo movimento da Britpop de meados da década de 90 e por bandas como Oasis ou Travis.

Em Setembro de 2014 o músico começou a tocar no circuito ao vivo para cantautores nos principais bares de Berlim e de Outubro a Dezembro Ed começou as gravações do seu primeiro EP, “Haunting Feelings”, na Makers Factory de Berlim, trabalho que incluía cinco originais em versões acústicas. O EP foi lançado nas principais lojas online em Fevereiro do ano seguinte.

Depois da experiência em Berlim, o músico regressou à América do Sul, onde se dedicou a escrever novas canções e a preparar material para o seu primeiro álbum na companhia do produtor argentino Hernán De Micheli no Sonorico Studio, em Buenos Aires. Da parceria criativa de três meses naceu em Setembro de 2015 um segundo EP, “Watching You Go”.

Actualmente Ed Curtis reside em Buenos Aires, tendo concluído os trabalhos do seu primeiro álbum de longa duração, “My Own Time”. Graças ao apoio da Music For All o disco já está disponível nas principais plataformas e lojas digitais.


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publicado por Carlos Gomes às 05:00
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PAN CONSOLIDA A SUA AÇÃO E CONTORNA AS RESTRIÇÕES PARLAMENTARES
  • 84 Iniciativas Legislativas e 150 perguntas/requerimentos ao Governo durante esta sessão legislativa
  • 36 Propostas de alteração ao Orçamento do Estado de 2017
  • 14 Medidas PAN no pacote legislativo da reforma da floresta
  • Reforço da atividade política na 2ª sessão legislativa
  • Chumbo de propostas do PAN reforçam a sua relevância no parlamento e na sociedade portuguesa

Terminada a 2ª Sessão Legislativa da XIII Legislatura, é o momento de voltar a analisar a presença e a ação do PAN – Pessoas-Animais-Natureza na Assembleia da República e na sociedade portuguesa. Entre Projetos de Lei (40) e Projetos de Resolução (44), o PAN apresentou durante esta sessão legislativa 84 iniciativas e 150 perguntas/requerimentos ao Governo. Foram apresentadas 36 propostas de alteração ao Orçamento do Estado de 2017 que permitiram a aprovação de 6 medidas emblemáticas nas áreas sociais, económicas, ecológicas e dos direitos dos animais. No pacote legislativo da reforma da floresta foi possível aprovar 14 medidas propostas pelo PAN.

As várias restrições regimentais a que está sujeito um partido com apenas um deputado – o limite de agendamento de apenas três propostas por sessão legislativa e o escasso tempo para falar em plenário, por exemplo, podia ser para o PAN um obstáculo para avançar com uma série de iniciativas.

Em vez disso, o PAN perspetiva com satisfação o trabalho desenvolvido passados cerca de dois anos desde a sua presença no Parlamento, sabendo que iniciou um caminho de mudança bastante significativo.

Esta sessão legislativa o PAN viu aprovada a inclusão de uma opção vegetariana em todas as cantinas públicas, uma proposta assente em motivações de saúde, éticas, ambientais e pedagógicas. E foi também aprovada a proposta do PAN que visa disponibilizar o parto na água nos hospitais do Serviço Nacional de Saúde, um passo significativo na humanização dos partos e no direito das mulheres a escolher as suas opções relativamente a um momento tão importante na vida das famílias.

A proposta de lei do PAN que regula o comércio de animais de companhia em estabelecimentos comerciais e através da internet e que proíbe a venda online de animais selvagens foi um diploma fundamental que vem dar maior robustez ao regime jurídico português da proteção e bem-estar animal e um passo decisivo para tornar consequente uma conquista alcançada este ano no ordenamento jurídico português: os animais já não são coisas com a aprovação do Novo Estatuto Jurídico dos Animais. Outra conquista do PAN no Parlamento.

O partido levou também a debate seis iniciativas legislativas que visavam a alteração do Regime Jurídico da Caça. Três projetos de lei e três projetos de resolução que tinham por objetivo salvaguardar a preservação da biodiversidade, garantir a saúde pública e reforçar a proteção animal e que não foram aprovados pela falta de vontade política em mudar e regular alguns setores considerados intocáveis.

O PAN foi também vanguardista ao propor a cessação de todos os contratos petrolíferos em Portugal. Porém, esta proposta foi rejeitada em plenário. Em paralelo, o PAN é o único partido em Portugal que não se alinha com as políticas produtivistas do Ministério do Mar e denuncia o irrealismo da estratégia e da Economia Azul votando também contra a expansão da aquicultura em Portugal. Neste sentido, é também a única força política que vota contra o despesismo público com o financiamento estatal de indústrias altamente poluentes como a da agropecuária e do leite.

“Votarmos sozinhos em muitas matérias revela o quão importante é o nosso papel na sociedade e neste parlamento”, declara André Silva, deputado do PAN.

O PAN apresentou também este ano a proposta de diploma sobre a morte medicamente assistida, defendendo que as questões relacionadas com o fim de vida e a morte necessitam de ser discutidas na sociedade e fazendo questão de reforçar que a proposta de despenalização da morte medicamente assistida não exclui nem entra em conflito com a oferta e o investimento nos cuidados paliativos.

No ambiente, a proposta para um incentivo à mobilidade elétrica através da renovação da frota do Estado num total de 1200 veículos elétricos no Parque de Veículos do Estado até 2019 foi uma conquista muito significativa no combate às alterações climáticas e na diminuição dependência dos combustíveis fósseis em Portugal.

Ainda no Orçamento do Estado, o Governo aceitou a proposta do partido para reduzir a taxa de IVA de 23% para 6% dos produtos de apoio a pessoas com deficiência e a atribuição de um milhão de euros para iniciar a construção de centros municipais de recolha de animais em 2017.

Também a Agricultura Biológica foi beneficiada com a aprovação da formação em agricultura biológica de, pelo menos, dois técnicos do quadro de cada uma das Direções Regionais de Agricultura e Pescas, numa fase inicial, e com a obtenção de um benefício fiscal com as despesas em Certificação.

Foi também pela voz do PAN que pela primeira vez nesta legislatura que se alertou para o perigo das Centrais Nucleares de Almaraz e de Santa Maria de Garoña, apresentando inclusive denúncias, que estão a ser analisadas, à Comissão Económica das Nações Unidas para a Europa pelo incumprimento das Convenções de Espoo e Aarhus.

E, num ano marcado pela tragédia de Pedrogão Grande, este partido trabalhou para reforçar o pacote da reforma florestal, tendo mesmo incluído 14 medidas que visam contribuir para definitivamente gerir a floresta a longo prazo e que garantam um foco mais premente na prevenção de incêndios.

“É evidente que há uma transição coletiva a fazer na forma de pensar e fazer política em Portugal. No que toca a políticas ambientais e energéticas, a direita e a esquerda mostram-se idênticas, revelando que estão presas a um paradigma meramente produtivista e assente num modelo obsoleto de crescimento contínuo. E isto também está muito relacionado com o forte avanço do poder económico e corporativo sobre os restantes e com a incapacidade de travar os fortes conflitos de interesses que continuam a afastar os cidadãos da política”, afirma Francisco Guerreiro, Porta-voz e Comissário Político do PAN.

Neste panorama, o PAN continua a fazer questão de manter o diálogo com todas as forças políticas com e sem representação Parlamentar, assim como com associações e outras entidades da sociedade civil.

“É com grande satisfação que terminamos mais uma sessão legislativa com contributos reais e positivos para a sociedade Portuguesa. E, neste sentido, não posso deixar de agradecer a todos os cidadãos e cidadãs, organizações e entidades, tal como a toda a equipa do PAN, o empenho que têm dado a este projeto de transformação social”, termina André Silva, antes de se retirar para uma paragem de férias e após um ano de trabalho ininterrupto.



publicado por Carlos Gomes às 04:58
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Sexta-feira, 28 de Julho de 2017
BARREIRO REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 08:58
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Quinta-feira, 27 de Julho de 2017
MOITA EXPÕE MÁSCARAS AFRICANAS

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publicado por Carlos Gomes às 16:12
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MUSEU DE MARINHA APRESENTA EXPOSIÇÃO TEMPORÁRIA SOBRE A AVIAÇÃO MILITAR PORTUGUESA

Grande Guerra 1914-1918

Nos cem anos da constituição dos Serviços de Aviação do Corpo Expedicionário Português, da ativação do Centro de Aviação Marítima de Lisboa e da projeção da Esquadrilha Expedicionária a Moçambique, evoca-se a criação da componente aérea nacional através de uma exposição temporária que retrata a ação da Aeronáutica Naval e Militar durante a Grande Guerra.

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Apresente exposição insere-se na programação da Comissão Coordenadora da Evocação da I Guerra Mundial, sob coordenação da Comissão Histórico-Cultural da Força Aérea e com a colaboração da Comissão Cultural de Marinha, Comissão de História e Cultura Militar e da Liga dos Combatentes.

Localização: Museu de Marinha | Pavilhão das Galeotas | Praça do Império - Belém, 1400-206 Lisboa

Horários:

todos os dias das 10H00 às 18H ( Horário de Verão – 1 MAI A 30 SET)

todos os dias das 10H00 às 17H ( Horário de Inverno – 1 OUT A 30 ABR)

Data:

28 de Julho a 12 de Outubro de 2017



publicado por Carlos Gomes às 14:57
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PAN APOSTA NO REFORÇO DA SUA POSIÇÃO EM ALMADA
  • Preocupações com a mobilidade no concelho, nomeadamente com a TST
  • Travar o uso de herbicidas tóxicos, promover as hortas urbanas e proteger a orla costeira
  • Garantir uma maior participação da população local e contribuir para a concretização de uma Loja do Cidadão no município
  • Dignificar os animais de rua

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza concorre pela segunda vez, e com listas próprias, à Câmara e Assembleia Municipal de Almada. A candidatura à Câmara Municipal será encabeçada por Artur Alfama, Responsável Financeiro e Comissário Político Nacional do partido.

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Esta candidatura tem numa das principais preocupações a mobilidade no concelho e o impacto da transportadora rodoviária (TST) na vida dos cidadãos, com consequências particularmente gravosas nos locais não servidos pelo metro de superfície, falta de condições de segurança e permanentes avarias e falhas nas carreiras. O PAN quer a exigência imediata do cumprimento e fiscalização da empresa de transporte rodoviário. Por seu turno, um Concelho com duas cidades e um metro de superfície que não as liga é totalmente inaceitável, pelo que o partido pretende aumentar a pressão junto do poder central para a resolução do problema.

A quantidade de animais errantes e de abandonos conjugados com um regulamento camarário que impõe coimas a quem os alimentar constituem também um problema no município. A candidatura quer implementar um plano de controlo e dignificação dos animais de rua que tenha como soluções a sua recolha para o centro de bem-estar animal, a sua esterilização (para controlo da população) e fomentar campanhas de adoção.

O partido pretende travar a utilização de herbicidas tóxicos, venenos em espaços públicos do concelho, interrompendo o seu uso e promovendo a adesão à campanha da Quercus “Autarquias sem Glifosato/Herbicidas”. São comprovados os efeitos tóxicos do uso desta substância. Trata-se de um problema de saúde pública que continua a ser ignorado pelo atual executivo camarário. Em contrapartida, a candidatura quer fomentar as hortas urbanas sensibilizando a população para a obtenção de conhecimentos básicos de agricultura e divulgando os efeitos nocivos da utilização de químicos na agricultura convencional.

Ainda a nível ambiental, importa garantir uma maior fiscalização e atuação sobre o estacionamento desordenado junto das praias em áreas proibidas e de elevado risco através do desenvolvimento de um plano que retire as viaturas desses locais e do levantamento das condições de segurança atualmente existentes.

“Temos um diamante no nosso território. Mas é preocupante ver o barril de pólvora em que a nossa orla costeira se transformou. Estacionamento e trânsito selvagens, filas intermináveis de automóveis sem qualquer possibilidade de acesso a um veículo de emergência em caso de necessidade. Será precisa uma catástrofe para entendermos o risco existente?”, explica Artur Alfama, candidato pelo PAN à Câmara Municipal de Almada.

criação de uma loja do cidadão é uma ambição dos habitantes do Concelho, há muitos anos. O PAN quer concretizá-la, se possível, num contexto de descentralização, revitalizando zonas do nosso Concelho que não apenas a Cidade de Almada. O partido quer ainda combater a abstenção e as baixas taxas de participação cívica através do orçamento participativo mas também de um conjunto de novas propostas que motivem os cidadãos a exercer o seu direito de voto, implementando uma política feita por cidadãos que sentem, no dia a dia, os problemas do Concelho e os pretendem resolver. Almada tem também problemas sociais relevantes com diversas comunidades que têm o direito a participar ativamente nas políticas locais.

“O baixar de braços dos eleitores tem um impacto preocupante numa abstenção galopante: nas últimas eleições o Concelho ganhou 2.000 novos eleitores mas perdeu 11.000 votantes, o que se traduziu numa maioria absoluta do atual executivo que julgo nociva à pluralidade e participação democrática", reforça Artur Alfama.

Artur Alfama, 39 anos, viveu em várias freguesias do Concelho de Almada (Cacilhas, Charneca da Caparica e Feijó). Atualmente reside na Costa da Caparica com os seus 2 gatos.

Licenciado em Contabilidade e Administração no ramo de Auditoria, é pós-graduado em Compliance. É Contabilista Certificado. Exerceu, durante mais de 10 anos, funções nas áreas de auditoria e consultoria financeira. Atualmente é sócio de uma empresa vocacionada para a recuperação de empresas onde exerce funções relacionadas com a consultoria de gestão, com particular foco na área do controlo interno e gestão de risco.

No PAN há 5 anos, é atualmente Responsável Financeiro e Comissário Político Nacional sendo ainda Comissário da estrutura Plurimunicipal que abrange o Concelho de Almada desde 2015. O significativo atraso do nosso país na proteção dos Animais e da Natureza e a consciência da relevância que a ação política tem na alteração desse panorama foram as principais motivações para ter aderido ao PAN.



publicado por Carlos Gomes às 14:33
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Quarta-feira, 26 de Julho de 2017
PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS REALIZA CONFERÊNCIA EM LOURES SOBRE O FUTURO DO MOVIMENTO DO FOLCLORE NACIONAL

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publicado por Carlos Gomes às 17:06
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ANA SOFIA É A CANDIDATA DO PAN À CÂMARA MUNICIPAL DE LOURES
  • Candidata que desde sempre apoiou a causa Animal aceitou convite do PAN
  • Ações concretas relativas à alimentação saudável nas cantinas, no apoio a pessoas idosas, na eliminação da utilização de herbicidas em espaços públicos que são responsáveis por danos na saúde e proteção animal
  • Objetivo é conseguir uma representação local do PAN

Ana Sofia Silva, 29 anos, jurista, nasceu em Lisboa na Freguesia de S. Sebastião da Pedreira, residente desde sempre no concelho de Loures é a candidata pelo PAN – Pessoas-Animais-Natureza à Câmara e à Assembleia Municipal de Loures.

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Esta candidatura surge da vontade de que os lourenses obtenham uma maior aproximação ao poder político, permitindo uma reflexão nas mais diversas áreas, nomeadamente cidadania, ambiente e animais. O índice de abstenção eleitoral ronda os 50% no concelho de Loures, por isso esta candidatura pretende aumentar a participação.

Uma das grandes preocupações do PAN para Loures prende-se com a proteção a vítimas de criminalidade através da criação de um gabinete de apoio. “O número de vítimas de criminalidade continua bastante elevado face ao desejável (veja-se o relatório anual da APAV de 2015), sendo que no município de Loures não existe um gabinete de apoio para os cidadãos que estejam nesta posição mais frágil”, afirma Ana Sofia Silva, candidata do PAN à Câmara Municipal de Loures.

O PAN propõe-se a desenvolver, implementar e aplicar de imediato a criação de um gabinete de apoio e proteção a vítimas de criminalidade através de protocolos com ONG’s.

Outra área que o PAN quer aprofundar é a opção vegetariana nas cantinas e refeitórios dos órgãos de soberania e dos serviços e organismos da Administração Pública, Central, Regional e Local. Por forma a garantir que as refeições disponibilizadas nas cantinas da autarquia são saudáveis e equilibradas nutricionalmente, pretende-se assim a criação da figura do nutricionista escolar.

Por ser fundamental para o PAN a adoção de métodos alternativos ambientalmente sustentáveis, esta candidatura pretende eliminar a utilização de herbicidas em espaços públicos responsáveis por danos na saúde. Neste momento em Portugal a utilização do Glifosato (um dos principais herbicidas utilizados) já está presente na água com valores superiores ao permitido para o consumo humano, com base nas análises à urina a 26 portugueses realizadas pela Plataforma Transgénica Fora. As consequências da utilização destes herbicidas podem ser letais ou provocar graves problemas de saúde. O PAN propõe que esta seja uma cidade sem pesticidas “ Pesticide Free Town”, com vista a obtermos uma maior qualidade de vida.

Outra preocupação que consta do programa eleitoral do PAN para Loures são os animais detidos por pessoas em situação de especial vulnerabilidade social. Acreditamos que todos têm direito a ter um animal de companhia e que tal facto não deve ser restringido em face das dificuldades financeiras que possam eventualmente existir. Como tal deverá ser criado um hospital público veterinário, tal como já existe no concelho de Lisboa, com intuito de permitir sob a apresentação do IRS do cidadão um acesso aos cuidados de saúde animal, sendo aplicada uma taxa reduzida em função do vencimento auferido.

Mais será fundamental que este hospital veterinário alargue o seu âmbito de atuação a animais errantes, ou seja, encontrados na via pública ou noutros lugares públicos fora do controlo e guarda dos respetivos detentores ou relativamente aos quais existam fortes indícios de que foi abandonado ou não tem detentor e não esteja identificado.

Por último, é desejo desta candidatura implementar um serviço de apoio ao domicílio a pessoas idosas em situação de carência, assegurando a satisfação das suas necessidades básicas.

“O isolamento e o abandono dos idosos é uma realidade assustadora no nosso concelho, sendo que muitas destas pessoas não têm autonomia para realizar uma alimentação condigna, seja devido a fatores financeiros ou a fatores físicos. Por vezes, não conseguem elaborar tarefas essenciais e não têm apoio psicológico. Entenda-se assim um serviço de apoio ao domicílio a pessoas idosas em situação de carência nos diversos sectores básicos para a condição humana”, reforça Ana Sofia Silva.

Ana Sofia Silva, 29 anos, nasceu em Lisboa.

Jurista e interessada por causas Animal e Ambientais.

A paixão pelas causas ambientais e animais levou a presente candidatura ao PAN em Loures com a intenção de criar uma aproximação e empatia maior a Causa.  Vive em Loures e tem 2 gatos. É Vegetariana, adora praia e viajar.



publicado por Carlos Gomes às 13:10
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Terça-feira, 25 de Julho de 2017
LOURES RECEBE ENCONTRO DE TOCADORES DE CONCERTINA

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publicado por Carlos Gomes às 22:43
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Segunda-feira, 24 de Julho de 2017
AMADORA JUNTA TOCADORES DE CONCERTINA

A cidade da Amadora recebeu ontem mais um encontro de tocadores de concertina organizado pelo Rancho Folclórico Alegria do Minho, sediado naquele concelho dos arredores de Lisboa.

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A festa realizou-se na Sede daquele agrupamento folclórico minhoto, no antigo edifício da EPAL, Jardim das Águas Livres, localizado na Freguesia da Mina de Água, e juntou vários grupos de tocadores de concertina. E, assim, à boa maneira minhota, cantaram e dançaram ao ritmo das mais belas rapsódias do nosso folclore porque onde há minhotos há festa: há Alegria do Minho!

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 23:26
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LOURES RECEBE CONFERÊNCIA SOBRE FOLCLORE A SER PROFERIDA PELO PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS

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publicado por Carlos Gomes às 22:51
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PAN APRESENTA QUEIXA CRIME POR ATROPELAMENTO MORTAL DE ANIMAL EM LINHA FÉRREA
  • Objetivo da queixa é apurar a responsabilidade da CP – Comboios de Portugal pela não interrupção da circulação de comboios e pela omissão de auxílio ao cão ferido.
  • Testemunhos servem de base para fundamentar a queixa crime apresentada.
  • Partido solicita ao Ministério Público as imagens de videovigilância.

O PAN - Pessoas-Animais-Natureza acaba de denunciar ao Ministério Público um caso de atropelamento de um cão numa linha de comboio em Lisboa. Chegou ao PAN o alerta de que um cão fora atropelado na linha de comboio de Entrecampos – Av. de Roma sem que lhe fosse depois prestado qualquer auxílio. O animal possuía trela e peitoral e teria sido, alegadamente, atirado do viaduto para a linha férrea.

De acordo com o apurado pelo PAN, algumas testemunhas no local contactaram de imediato a CP-Comboios de Portugal e a Fertagus alertando para a presença do animal ferido na linha de comboio. No entanto, a circulação ferroviária não foi interrompida e o animal acabou por ser atropelado diversas vezes pelos comboios que circulavam naquela linha. O cão acabou por falecer no local.

Segundo a denúncia feita ao PAN, apesar de todos os alertas dados pelas testemunhas do atropelamento a PSP apenas se deslocou ao local algumas horas depois do sucedido.

O objetivo desta queixa é apurar a responsabilidade da CP-Comboios de Portugal, enquanto entidade gestora daquela linha férrea, por não ter interrompido de imediato a circulação de comboios e por não ter providenciado a prestação dos devidos cuidados médico-veterinários ao animal que se encontrava ferido na linha.

O PAN não tem ainda conhecimento da identidade de quem alegadamente atirou o cão do viaduto para a linha, nem tão pouco se estes eram os detentores do animal.

“A ser verdade, o PAN condena a atitude de omissão de auxílio e de desprezo pela vida deste animal”, afirma André Silva, Porta-voz e Deputado do PAN.



publicado por Carlos Gomes às 21:22
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DR DANIEL CAFÉ VAI A LOURES FALAR SOBRE OS 40 ANOS DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS

A pedido do Rancho Folclórico Verde Minho, o Presidente da Federação do Folclore Português vai a Loures proferir uma palestra subordinada ao tema “Ranchos Folclóricos: Elaboração do Processo Técnico”. A iniciativa tem lugar no próximo dia 21 de Outubro, pelas 15 horas, no auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte.

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A conferência, especialmente dirigida a todos os grupos folclóricos da região da grande Lisboa e a todos quantos se interessam pela temática do folclore, é aberta ao público em geral e deverá contar com a presença de representantes da área cultural da Câmara Municipal de Loures.

Trata-se de uma excelente oportunidade para os grupos folclóricos sediados na região, esclarecerem diversos aspectos relacionados nomeadamente com a elaboração do processo técnico.

O Palácio doa Marqueses da Praia e Monforte encontra-se instalado junto ao Parque da Cidade e trata-se do local onde reúne a Assembleia Municipal de Loures, dispondo das melhores condições para a realização de palestras e conferências.



publicado por Carlos Gomes às 16:10
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COMUNIDADE HINDU E MUNICÍPIO DE LISBOA PROMOVEM ACÇÃO DE SOLIDARIEDADE MULTICULTURAL

O mundo é cada vez mais global e inclusivo. Portugal também. Acolhemos, de braços genuinamente abertos, várias comunidades que, em troca, nos enriquecem com a sua diversidade. Vivemos juntos num mesmo território. Partilhamos uma nação habitada por quem entende a diferença e a aplaude.

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Quando acontece algo tão trágico como os incêndios que afetaram tantas famílias em Pedrógão Grande, estamos, mais uma vez, juntos. As ações de solidariedade e ajuda às vítimas têm, felizmente, sido muitas e fundamentais.

Comunidade Hindu de Portugal, presente no nosso país desde 1975 (devido à descolonização de Moçambique) leva a cabo iniciativas de âmbito religioso, cultural, social e educativo que contam com a participação dos seus cerca de 9000 membros e que, além de celebrarem as tradições da cultura hindu, fazem também uma ponte com a cultura portuguesa. 

É nesse âmbito de partilha de culturas, tradições e, sim, preocupações que a Comunidade Hindu  de Portugal, juntamente com a Câmara Municipal de Lisboa, organiza um espetáculo solidário no próximo dia 28 de Julho, às 21 horas com o objetivo de angariar fundos que ajudem as vítimas dos incêndios de Pedrógrão Grande, Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pera. O donativo de entrada custa 10 euros e, além de ser um contributo precioso para quem tanto precisa, é a oportunidade de ver um espetáculo que aproxima a cultura portuguesa da hindu: atuações culturais indianas, o rancho folclórico Casa do Minho, o coral orquestral Omkara e Paco Bandeira. Um alinhamento que reflete a proximidade entre duas culturas historicamente irmãs e que prova a total integração da comunidade hindu no nosso país.

Porque, assim com as tragédias não escolhem credo nem geografia, a solidariedade não pode, nunca, limitar-se por nenhum tipo de fronteiras. 

Bilhetes à venda na Secretaria da Comunidade Hindu de Portugal. Para mais informações:

Telefone: 217 576 524

Site: www.comunidadehindu.org  

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publicado por Carlos Gomes às 10:05
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Domingo, 23 de Julho de 2017
ELEIÇÃO DAS “7 MARAVILHAS DE PORTUGAL” RECUPERA MODELO DE CONCURSO DO ESTADO NOVO

Em 1938, o Estado Novo promoveu através do Secretariado da Propaganda Nacional, dirigido por António Ferro, o célebre concurso “A Aldeia Mais Portuguesa de Portugal que culminou com a distinção com o referido título, da aldeia de Monsanto, do concelho de Idanha-a-Nova. Foi-lhe então entregue o “Galo de Prata”, um troféu da autoria de Abel Pereira da Silva, do qual foram criadas várias réplicas, uma das quais se exibe na Torre do Relógio daquela localidade.

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O Júri era presidido por António Ferro e constituído entre outros pela sua esposa, a poetisa Fernanda de Castro, pelo musicólogo e folclorista Armando Leça, pelos etnógrafos Luís Chaves e Cardoso Marta e por Augusto Pinto, Tomás de Melo (TOM), Dr. Francisco Lage o jornalista Gustavo de Matos Sequeira.

Decorridas quase quatro décadas da sua atribuição – e mais de quatro décadas desde o fim do anterior regimes – eis que, ressalvando as devidas diferenças, um concurso promovido pelo Estado Novo serve de modelo a um concurso algo semelhante de igual modo destinado a “promover a identidade nacional”, beneficiando do entusiasmo e participação dos portugueses. Trata-se da eleição das “7 Maravilhas de Portugal” nas categorias Aldeias-Monumento, Aldeias de Mar, Aldeias Ribeirnhas, Aldeias Rurais, Aldeias Remotas, Aldeias Autênticas e Aldeias em Áreas Protegidas. Uma iniciativa da RTP que conta com o apoio institucional das mais diversas entidades oficiais, mormente ligadas ao Turismo e ao próprio Governo.

Sem colocar em causa o mérito da iniciativa, limitamo-nos a constatar que, não raras as vezes, a História prega-nos verdadeiras partidas…

As fotos que reproduzimos pertencem ao Arquivo Municipal de Lisboa e registam o acto de entrega do “Galo de Prata”, representativo do prémio “Aldeia mais Portuguesa de Portugal”, aos representantes da Aldeia de Monsanto, do Concelho de Idanha-a-Nova, em cerimónia que conta com a presenta das mais elevadas individualidades do Estado à época, incluindo o Presidente do Conselho de Ministros, Prof. Doutor António de Oliveira Salazar.

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publicado por Carlos Gomes às 21:07
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FOLCLORE SALOIO ANIMA FESTAS DE RIO DE MOURO

Terminam hoje as festas da Vila de Rio de Mouro, no Concelho de Sintra. Esta tarde, o Grupo Folclórico e Cultural da Rinchoa levou ao palco o folclore da localidade, lembrando as tradições da região saloia entre as quais se destacam os namoricos junto ao muro do derrete, onde se realiza a típica feira das Mercês.

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Com um programa diversificado em termos de espectáculo, ao longo de três dias consecutivos não faltaram as guloseimas e gastronomia, os licores e o artesanato, com a participação activa dos comerciantes e associações locais.

Daqui a instantes e após uma pausa para degustar os petiscos da feira, a festa é dominada pela música em homenagem ao rock português, prometendo grande participação de público.

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publicado por Carlos Gomes às 18:34
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Sábado, 22 de Julho de 2017
SOLIDARIEDADE JUNTA "AMIGOS DA SÓNIA" EM CARCAVELOS

Pedido de ajuda na divulgação de Noite de Fados Solidário, com Helder Moutinho, Rão Kyao, Teresa Landeiro, Margarida Soeiro, Manuel Cardoso Menezes e Ana Sofia Paiva

As nossas desculpas por esta abordagem, mas gostaríamos de revelar esta iniciativa dos "Amigos da Sónia", com o intuito de informar sobre a realização deste evento solidário e para que o mesmo possa ser divulgado, caso seja possível,  de forma a facilitar o sucesso desta iniciativa dos "Amigos da Sónia".

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Os “Amigos da Sónia” organizam, no dia 28 de julho de 2017, às 21h00, no auditório do Colégio Marista de Carcavelos, um evento solidário intitulado “Noite de Fados com a Sónia” com os fadistas Hélder Moutinho, Teresa Landeiro, Margarida Soeiro, Manuel Cardoso de Menezes e com a participação de  Rão Kyao e de Ana Sofia Paiva, com apresentação de José Relvas.

Serão acompanhados por António Martins na Guitarra Portuguesa, Pedro Saltão na Viola de Fado e João Nogueira no Contrabaixo.

O valor da entrada será um donativo de 7,5€.

Os bilhetes podem ser adquiridos no Colégio Marista de Carcavelos, na Paróquia da Parede, na Cervejaria Eduardo das Conquilhas, no Mercado de Carcavelos e na ANEA- Associação Nacional da Espondilite Anquilosante.

Os “Amigos da Sónia” reúnem vários elementos que se uniram num objetivo único: a necessidade de promover uma reabilitação efetiva e cabal à Sónia Cabral e assegurar que a continuação dessa reabilitação não lhe seja negada por constrangimentos de ordem burocrática e financeira. 

A Sónia Cabral, professora de ginástica, sofreu a rotura de um Aneurisma Cerebral, quando tinha 32 anos. Sobreviveu, tendo ficado com várias sequelas.  Ficou tetraplégica, com afasia, não comunicando, nem deglutindo.

Tendo ficado limitada a uma cadeira de roda, a Sónia, iniciou a sua reabilitação guiada por uma enorme força de vontade, tem vindo a alcançar imensos progressos. A Sónia tem superado todos os prognósticos que foram efectuados e evoluido acima de todas as expectativas, só possível devido a todas as iniciativas organizadas pelos "Amigos da Sónia".

Os problemas de deglutição já foram ultrapassados, já não se encontra confinada a uma cadeira de rodas, caminhando sozinha e possui alguns movimentos no braço direito, considerando “morto. A Sónia tem realizado muito progressos a nivel a motor, estando cada vez mais independente e autonoma. A comunicação verbal encontra-se pouco desenvolvida, mas a Sónia expressa-se muito bem e de forma muito compreensiva ao nível da comunicação não verbal, nomeadamente, gestos e Aplicação Grid.

Contatos “Amigos da Sónia”:

Os contactos são:

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publicado por Carlos Gomes às 18:52
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FOLKLOURES’18 JÁ MEXE!

A edição do próximo ano do FolkLoures – Encontro de Culturas está programada para decorrer entre os dias 30 de Junho e 7 de Julho do próximo ano.

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A organização do evento tem já assegurada a maioria dos participantes, incluindo a representação de uma comunidade imigrante estrangeira. Também a palestra a ter lugar no dia de abertura já se encontra definida, esperando o BLOGUE DE LISBOA poder avançar em breve com a divulgação de novidades em relação ao programa.

O FolkLoures’18 é uma iniciativa do Rancho Folclórico Verde Minho que conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures e de diversos órgãos de comunicação social de âmbito nacional e regional.



publicado por Carlos Gomes às 08:41
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Sexta-feira, 21 de Julho de 2017
PAN CONCORRE À CÂMARA E ASSEMBLEIA MUNICIPAL DA MOITA
  • A candidatura assenta em três áreas essenciais: Proteção Social; Consciencialização e Bem-Estar Animal e Desenvolvimento e Sustentabilidade Ambiental.
  • Apoio a pessoas idosas e vítimas de violência doméstica

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza apresenta pela segunda vez a candidatura à Câmara e Assembleia Municipal da Moita. Hélder Silva de 47 anos, secretário da assembleia geral da associação 1.618 Dignidade Animal, será cabeça de lista à Câmara Municipal. A candidatura à Assembleia Municipal será encabeçada por Fátima Dâmaso, comissária da estrutura plurimunicipal do PAN que inclui os concelhos de Alcochete, Moita e Montijo.

Moita_foto.JPG

A candidatura assenta em três áreas essenciais: Proteção Social, Consciencialização e Bem-Estar Animal e Desenvolvimento e Sustentabilidade Ambiental.

Esta candidatura dá especial ênfase ao apoio às pessoas idosas e vítimas de violência doméstica. O PAN quer proporcionar aos idosos um apoio ativo para uma boa qualidade de vida, assim como apostar na criação de um centro de apoio à vítima são dois dos objetivos nesta área.

Devido ao envelhecimento da população, urge promover campanhas de sensibilização referentes ao envelhecimento e à corresponsabilidade da comunidade no apoio e cuidados aos seus idosos com fracos recursos, sem apoio familiar, que vivam sós, ou com os seus animais e/ou em situações de dependência. É urgente criar um serviço de apoio a esta camada da população para acompanhamento em situações básicas do dia-a-dia, apoio afetivo, pequenas reparações em suas casas e ajuda aos seus animais de companhia, promovendo assim o voluntariado nesta área e protocolos com algumas empresas. Tendo em conta que os animais podem ser uma terapia perfeita para esta fase da vida, considera-se muito importante assegurar a inclusão de animais de companhia, que se encontrem no Centro de Recolha Oficial ou associações, nos centros de idosos ou Lares.

Na sociedade atual em que os valores da tolerância, amor ao próximo e união familiar quase se perderam, o PAN quer dar especial atenção às vítimas de violência doméstica, assim como às vítimas de qualquer tipo de discriminação. Deverão ser desenvolvidos programas de educação de combate a todas e quaisquer formas de intolerância, discriminação e violência. É também urgente criar um centro de apoio à vítima com profissionais credenciados.

Num concelho onde a tourada ainda é considerada uma tradição por parte da população, é fundamental investir na promoção de ações de sensibilização principalmente nas escolas, contra o grave problema dos maus tratos sobre os animais, nomeadamente nos espetáculos com sofrimento e morte.

“É importante darmos a conhecer que os animais são seres sencientes, apelando à compaixão para com todos os seres vivos e à consciencialização da população em geral, para o facto de as touradas serem um espetáculo cruel e despropositado para o século XXl”, explica Hélder Silva, candidato à Câmara Municipal da Moita.

Ainda no âmbito do bem-estar animal, o PAN tem mais medidas prioritárias, como a introdução de campanhas de esterilização regulares – possibilitando a esterilização dos animais de companhia, detidos pelos munícipes, com vista a prevenir o flagelo do abandono e a reprodução descontrolada –, e garantir que os funcionários que tratam dos animais no Centro de Recolha Oficial têm o perfil necessário para lidar com os mesmos, assegurando a sua formação contínua, nomeadamente em matéria de legislação, saúde, conhecimentos técnicos e sensibilidade necessárias para salvaguardar a saúde e o bem-estar dos animais. Pretende-se ainda implementar uma rede de pombais contracetivos e promover uma correta informação e sensibilização da população sobre este tema. O PAN quer continuar a apoiar o programa CER, (Capturar, Esterilizar, Recolocar) permitindo a alimentação das colónias pelos munícipes, colocando bebedouros, dispensadores de comida e abrigos.

Esta candidatura considera também prioritária a implementação de práticas ambientalmente sustentáveis, apoiando a economia local, desenvolvendo a agricultura biológica e a produção de novas culturas, contribuindo assim para uma alimentação mais saudável. Pretende-se também a criação de mais espaços verdes e a manutenção e reabilitação dos já existentes, com a introdução de arborização autóctone e árvores de fruto em vários desses locais.

É fundamental também sensibilizar os munícipes para a compostagem de alimentos, tanto em habitações como nas escolas e criar um serviço municipal de compostagem.

Relativamente à sustentabilidade e eficiência energética, torna-se necessário sensibilizar a população para a redução de consumos energéticos, começando pelo exemplo da própria autarquia, que deverá começar a integrar sistemas solares térmicos nos equipamentos do município e também na substituição gradual da iluminação pública e da frota automóvel, por soluções mais amigas do ambiente. É importante também criar incentivos para que os privados instalem equipamentos de energias alternativas renováveis e sustentáveis.

“A conceção de programas de incentivos ao empreendedorismo, procurando estimular a implementação de modelos de negócios capazes e sustentáveis é deveras importante para o concelho. Propomos também criar uma bolsa de voluntários para as diversas valências: idosos, animais, vitimas de violência, entre outras”, conclui Fátima Dâmaso, candidata à Assembleia Municipal da Moita.

Hélder Silva, 47 anos, nasceu em Setúbal e exerce as funções de operador de logística numa empresa Multinacional.

Desde alguns anos atrás, e tomando consciência da causa animal e ambiental, iniciou a sua participação em várias ações e movimentos de proteção das mesmas.

Pertence à associação 1.618 Dignidade Animal, ocupando o cargo de 1º Secretário da Assembleia Geral.

Filiou-se no PAN em 2017.

Vive em Setúbal, tem um filho e é Vegan.



publicado por Carlos Gomes às 23:39
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PAN EXIGE CUMPRIMENTO DE REGRAS DE BEM-ESTAR NO TRANSPORTE DE ANIMAIS VIVOS

PAN pede ao Governo que assegure as regras de bem-estar no transporte de animais vivos

  • Denúncias sobre o incumprimento pelo governo português do regulamento europeu de transporte de animais em viagens de longo curso
  • Animais sujeitos a atos de extrema violência e em condições sanitárias ilegais que podem impactar a saúde pública
  • Obrigatória a presença de pelo menos um médico-veterinário durante o embarque em meio de transporte marítimo de animais

O PAN - Pessoas-Animais-Natureza acaba de apresentar uma iniciativa legislativa que recomenda ao Governo que adote medidas por forma a assegurar o cumprimento das regras de bem-estar no transporte de animais vivos.

Considerando que o Governo português tem promovido a exportação de animais vivos para, nomeadamente, Israel, contrariamente ao disposto no regulamento (CE) n.º 1/2005 do Conselho, de 22 de Dezembro de 2004 e uma vez que se têm verificado várias denúncias relativamente aos carregamentos de animais, sendo estes alegadamente sujeitos a atos violentos e ilegais, o PAN entende ser necessário que seja cumprido o referido regulamento no que diz respeito ao transporte de animais em viagens de longo curso e que, em consequência, se reduza a exportação de animais vivos para países cujo transporte implique um tempo de viagem superior a oito horas.

A recomendação do PAN prevê ainda que seja obrigatória a presença de pelo menos um médico-veterinário durante o embarque em meio de transporte marítimo de animais, a viagem, desembarque e abate, certificando-se que todas as regras de bem-estar e abate dos animais são cumpridas durante todo o processo de exportação de animais.

É da responsabilidade do Estado português assegurar e fiscalizar os requisitos dos barcos que transportam os animais, prejudicando todas as viagens quando estes não assegurem as condições mínimas exigidas para o transporte de seres vivos, sendo que se consideram de longo curso todas as viagens que excedam as oito horas.

As denúncias e as notícias sobre estes procedimentos alegam que estes animais são sujeitos a atos violentos, nomeadamente utilização de bastão elétrico, sem intervalo, no mesmo animal, pontapés e descarregamento sem cumprimento do disposto na lei para o nivelamento de rampas, que devem ter a mínima inclinação possível. A viagem desde o porto português até ao porto israelita demora cerca de nove dias. O carregamento dos animais e a viagem podem demorar, em média, doze dias, tendo-se já verificado um aumento deste período temporal em algumas viagens.

Oitenta por cento do calor animal é perdido pela transpiração - os animais transportados via marítima chegam ao porto de destino cobertos de uma crosta fecal, que lhes aumenta drasticamente a temperatura corporal, infligindo-lhes muito sofrimento; muitos animais enjoam nas viagens, porque os barcos não estão adaptados com estabilizadores. Vários animais chegam ao destino ofendidos na sua integridade física, doentes ou até moribundos, havendo registo de mortes de animais registadas no decurso das viagens, com as carcaças despejadas no mar com eventual e potencial violação da convenção de MARPOL.

Por fim o PAN recorda que o artigo 13.º do Tratado de Funcionamento da União Europeia dispõe que: “Na definição e aplicação das políticas da União nos domínios da agricultura, da pesca, dos transportes, do mercado interno, da investigação e desenvolvimento tecnológico e do espaço, a União e os Estados-Membros terão plenamente em conta as exigências em matéria de bem-estar dos animais, enquanto seres sensíveis, respeitando simultaneamente as disposições legislativas e administrativas e os costumes dos Estados-Membros, nomeadamente em matéria de ritos religiosos, tradições culturais e património regional.”

Para além disso já se encontra em vigor o novo estatuto jurídico dos animais, o qual os reconhece como “Seres vivos dotados de sensibilidade e objeto de proteção jurídica em virtude da sua natureza”, conforme artigo 201.º – B do Código Civil.

Mais de 5.000 cidadãos já assinaram a petição “Pela Abolição do Transporte de Animais Vivos para Países fora da União Europeia”, uma iniciativa promovida pela PATAV (Plataforma Anti-Transporte de Animais Vivos) que revela que cada vez mais pessoas partilham, pelas mais diversas razões, destas preocupações.



publicado por Carlos Gomes às 13:25
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"DON'T CARE", A PODEROSA ESTREIA DE BEA

A Music For All orgulha-se de apresentar aquela que promete ser a próxima sensação da música nacional. Dá pelo nome de BEA e estreia agora o seu primeiro single, "Don't Care". Esta é uma autêntica onda de rebeldia e festa mergulhada numa sonoridade pop, r&b e soul, criando uma identidade marcada pela atitude, poder e sensualidade.

CapturarBea (1).PNG

A cantora revela-se ao público português num tema que antecipa a edição do seu EP de Estreia, com edição marcada para o último trimestre de 2017.

Chama-se Bea e tem 25 anos. É apaixonada por música, fotografia, por comunicação e a indústria da moda. Descreve-se como uma pessoa decidida, organizada/metódica, tolerante e compreensiva, e é ambiciosa enquanto líder de trabalho. Este é o perfil da nova aposta nacional da Music For All.

Desde muito nova começou por ouvir Alicia Keys, Aretha Franklin, Stevie Wonder, Dionne Warwick entres outros grandes nomes da música Soul que despertaram os seus sentidos para o universo da música. Também se apaixonou pelos artistas Pop e R’n’b como JoJo, Destiny’s Child, Ciara, Cassie, Ne-Yo, Mario e deixou-se levar pelo efeito inebriante que a música teve sobre si.

Iniciou o seu percurso no Conservatório de Música onde teve aulas de piano e educação musical durante um ano. Seguidamente começou por compor as próprias canções, na escola de música Valentim de Carvalho, onde pela primeira vez teve aulas de voz e de guitarra.

Aos 18 anos surge uma mudança radical na sua vida. Mudou-se para Londres onde lhe ofereceram a oportunidade de emprego nos estúdios EMI Records, tendo ganho um lugar numa universidade de música. É então tempo de regressar a Portugal e apostar definitivamente na sua carreira no país que a viu nascer.

É nesta fase que escreve, e grava, o seu primeiro single. Com influências Pop, mas nunca descurando os territórios da soul e do r&b surge “Don’t Care”, poderoso tema com que se apresenta pela primeira vez ao público nacional. Ainda para 2017 está marcada a edição do EP de estreia através do selo da Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 11:40
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Quinta-feira, 20 de Julho de 2017
A PROPRIEDADE PRIVADA É UM DIREITO CONSAGRADO NA CONSTITUIÇÃO PORTUGUESA

Direito de propriedade privada

  1. A todos é garantido o direito à propriedade privada e à sua transmissão em vida ou por morte, nos termos da Constituição.
  2. A requisição e a expropriação por utilidade pública só podem ser efectuadas com base na lei e mediante o pagamento de justa indemnização.

- Artigo 62.º da Constituição da República Portuguesa

A “estatização” dos chamados “terrenos sem dono” preconizada pela generalidade dos partidos políticos com assento parlamentar – à excepção do Partido Comunista Português – representa uma clara violação do direito de propriedade privada consagrado na Constituição da República Portuguesa. Ironicamente, uma medida inventada e defendida pelos guardiães da “propriedade privada”.

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A pretexto de que é desconhecida a identidade dos seus proprietários uma vez que ninguém por falta de conhecimento reclamará perante a intimação feita através de edital colocado algures numa vitrina, os terrenos de cultivo e florestais passarão para a posse do Estado que mais tarde lhes dará o destino que melhor entender, muito provavelmente vender aquilo que até então não lhe pertencia.

Entre os proprietários que virão a ser mais atingidos por semelhante medida e perderão as suas propriedades encontram-se os emigrantes que, devido à distância, não tomarão conhecimento das referidas notificações.

Sucede que, ao invés do que propalam, salvo raras excepções não existem “terrenos sem dono” porque toda a propriedade rústica e urbana deve estar registada nas Repartições de Finanças que procedem à devida cobrança dos impostos de acordo com a Lei. Mesmo aquelas propriedades cujo registo não era conhecido, têm vindo nas últimas décadas a sua posse a ser regularizada nomeadamente através da figura jurídica do usucapião. Por conseguinte, o Estado sabe a quem pertencem os alegados “terrenos sem dono” e tem capacidade para obrigar os seus legítimos proprietários a cumprir os seus deveres, incluindo a limpeza dos terrenos florestais. E, os próprios municípios possuem o cadastro de todas as propriedades, dispondo inclusivamente de bases de dados geográficas informatizadas.

A propriedade privada é um direito que garante a liberdade e livre iniciativa dos cidadãos, neste caso de pequenos proprietários que, em muitos casos, devido à má governação dos políticos, sentiram-se forçados a emigrar para agora verem o esbulho do seu património. Por muito menos já se tocaram os sinos a rebate!



publicado por Carlos Gomes às 22:31
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