Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Quinta-feira, 20 de Julho de 2017
A PROPRIEDADE PRIVADA É UM DIREITO CONSAGRADO NA CONSTITUIÇÃO PORTUGUESA

Direito de propriedade privada

  1. A todos é garantido o direito à propriedade privada e à sua transmissão em vida ou por morte, nos termos da Constituição.
  2. A requisição e a expropriação por utilidade pública só podem ser efectuadas com base na lei e mediante o pagamento de justa indemnização.

- Artigo 62.º da Constituição da República Portuguesa

A “estatização” dos chamados “terrenos sem dono” preconizada pela generalidade dos partidos políticos com assento parlamentar – à excepção do Partido Comunista Português – representa uma clara violação do direito de propriedade privada consagrado na Constituição da República Portuguesa. Ironicamente, uma medida inventada e defendida pelos guardiães da “propriedade privada”.

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A pretexto de que é desconhecida a identidade dos seus proprietários uma vez que ninguém por falta de conhecimento reclamará perante a intimação feita através de edital colocado algures numa vitrina, os terrenos de cultivo e florestais passarão para a posse do Estado que mais tarde lhes dará o destino que melhor entender, muito provavelmente vender aquilo que até então não lhe pertencia.

Entre os proprietários que virão a ser mais atingidos por semelhante medida e perderão as suas propriedades encontram-se os emigrantes que, devido à distância, não tomarão conhecimento das referidas notificações.

Sucede que, ao invés do que propalam, salvo raras excepções não existem “terrenos sem dono” porque toda a propriedade rústica e urbana deve estar registada nas Repartições de Finanças que procedem à devida cobrança dos impostos de acordo com a Lei. Mesmo aquelas propriedades cujo registo não era conhecido, têm vindo nas últimas décadas a sua posse a ser regularizada nomeadamente através da figura jurídica do usucapião. Por conseguinte, o Estado sabe a quem pertencem os alegados “terrenos sem dono” e tem capacidade para obrigar os seus legítimos proprietários a cumprir os seus deveres, incluindo a limpeza dos terrenos florestais. E, os próprios municípios possuem o cadastro de todas as propriedades, dispondo inclusivamente de bases de dados geográficas informatizadas.

A propriedade privada é um direito que garante a liberdade e livre iniciativa dos cidadãos, neste caso de pequenos proprietários que, em muitos casos, devido à má governação dos políticos, sentiram-se forçados a emigrar para agora verem o esbulho do seu património. Por muito menos já se tocaram os sinos a rebate!



publicado por Carlos Gomes às 22:31
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OEIRAS: FOLCLORE ANIMA FESTAS DE PORTO SALVO

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publicado por Carlos Gomes às 19:13
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SETÚBAL VERDE: O PROJETO DO PAN NA MARGEM NORTE DO SADO
  • PAN concorre à Câmara e à Assembleia Municipal e a duas freguesias (UF Azeitão e UF Setúbal)
  • O partido apresenta uma candidatura assente em valores como a sustentabilidade, a esperança, a liberdade, a compaixão e a vitalidade
  • Lema de campanha recorda um dos melhores exemplos de cidadania que a região já conheceu

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza lança hoje a sua candidatura às Eleições Autárquicas no concelho de Setúbal. Luís Humberto Teixeira volta a ser o candidato do PAN à Câmara Municipal e Suzel Costa será a cabeça-de-lista à Assembleia Municipal. O partido apresenta ainda uma lista à União de Freguesias de Azeitão, liderada pelo veterinário Gonçalo da Graça Pereira, e outra à União de Freguesias de Setúbal, encabeçada pelo animador sociocultural Bruno Inácio.

Sob o lema “Temos um Projeto: Setúbal Verde”, o partido apresenta uma candidatura assente em valores como a sustentabilidade, a esperança, a liberdade, a compaixão e a vitalidade.

“O nosso lema é inspirado num dos melhores exemplos de cidadania que a região já conheceu: o Projeto Setúbal Verde. Pretendemos recuperar o espírito desses jovens ativistas que, nos anos 80, se atreveram a pensar Setúbal à luz de valores então pioneiros, como o desenvolvimento sustentável. Apesar da incompreensão de muitos face às suas ideias, eles persistiram, conscientes da importância daquilo que defendiam para um melhor futuro comum”, explica Luís Humberto Teixeira, candidato à Câmara Municipal de Setúbal, acrescentando que “a adoção de um paradigma ecológico e compassivo é cada vez mais urgente”.

Em nome da sustentabilidade, o PAN propõe medidas que visam um forte combate ao desperdício, seja de objetos, de comida, de energia, de talento humano ou de dinheiro, aprofundando as propostas lançadas pelo partido em 2013 na sua primeira candidatura autárquica ao concelho. Também defendemos a criação de corredores ecológicos e de uma rede de espaços de socialização ao ar livre nos muitos ambientes naturais de que dispomos no concelho, tornando-os facilmente acessíveis por via pedonal e/ou de bicicleta.

“Atualmente, fala-se muito na descarbonização da economia, mas pouco se faz. Para inverter essa situação, temos, por exemplo, de investir em transportes públicos movidos a energias renováveis e fomentar o seu uso. Ora, essa mudança de hábitos começa pela educação, motivo pelo qual o PAN propõe a criação em Setúbal dos serviços de transporte escolar TRIBO (para o ensino básico) e STRESS (para o secundário e superior)”, reforça Luís Humberto Teixeira.

A educação, aliás, terá de ser alvo de uma forte aposta, pois só é possível ter esperança no futuro se soubermos que as gerações seguintes vão cuidar do planeta melhor do que as atuais. Por isso, a candidatura propõe um Programa Municipal de Educação Ambiental e Desenvolvimento Sustentável e um fomento da educação emocional nas escolas, para que as nossas crianças e adolescentes aprendam a conhecer-se e a comunicar de forma não-violenta.

E se se vai dotar os jovens com ferramentas de conhecimento (inter)pessoal e cidadania, é preciso mostrar-lhes, na prática, que a opinião deles conta. Por esse motivo, o PAN defende um orçamento participativo e um orçamento participativo jovem, para que todos os cidadãos – independentemente de serem eleitores ou não – possam ter a capacidade e a liberdadede agir sobre a realidade do concelho. E porque o online faz hoje parte dessa realidade, é fulcral remodelar a presença da autarquia na Internet, até para que o concelho saia do 258.º lugar, entre 308, que ocupa no Índice de Transparência Municipal da Transparência e Integridade – Associação Cívica.

compaixão defendida pelo PAN concretiza-se através de inúmeras propostas na área da protecção e bem-estar animal, pois esta é uma área em que, infelizmente, ainda há muito por fazer em Setúbal. Nesse sentido, o partido propõe, por exemplo, a adoção de um Regulamento Municipal que promova uma maior protecção e bem-estar não só dos animais de companhia como dos selvagens e de quinta, adotando princípios de precaução contra atos que lhes inflijam sofrimento físico ou psíquico.

Por fim, mas não menos importante, o PAN volta a defender a criação de uma moeda local, o roaz, para trazer maiorvitalidade à economia da região. Com o roaz, Setúbal terá ao seu dispor um instrumento capaz de reduzir impostos, não obstante eventuais constrangimentos legais que exijam, por exemplo, a manutenção da taxa de IMI no valor máximo. Será igualmente uma forma de promover a identidade do concelho, tanto com fins turísticos como com fins pedagógicos. O roaz terá ainda a vantagem de diminuir a pegada ecológica local, ao promover o consumo de bens e serviços de proximidade, o que, por seu turno, dinamizará a economia local e fomentará o espírito de comunidade.

Com vista à concretização destas e de outras propostas para o concelho, o partido considera fundamental ter eleitos nos órgãos municipais. “Para que tal aconteça, é necessário que todos os que votaram PAN em eleições anteriores voltem a confiar no nosso projeto e desafiem outros a fazê-lo”, declara Luís Humberto Teixeira, para quem o passa-palavra é essencial, tendo em conta que o partido decidiu fazer a sua campanha com o mínimo de custos possível. “A verba gasta nas campanhas eleitorais sai, em última análise, dos cofres do Estado, e não faz sentido usar o dinheiro de todos em meios propagandísticos maioritariamente inúteis após o dia da eleição”, justifica.



publicado por Carlos Gomes às 18:46
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PARLAMENTO APROVA PROPOSTA DO PAN QUE REVOLUCIONA O COMÉRCIO DE ANIMAIS
  • Será criado um registo de criadores
  • Anúncios de venda de animais de companhia e transmissão de propriedade passam a estar sujeitos a determinados requisitos
  • Animais selvagens deixam de poder ser comercializados através da Internet
  • Os estabelecimentos comerciaisestão impedidos de expor os animais em montras ou vitrinas
  • Coimas mais duras para o incumprimento

Foi hoje ontem aprovada no parlamento a proposta de lei do PAN - Pessoas Animais Natureza – que regula o comércio de animais de companhia em estabelecimentos comerciais e através da internet e proíbe a venda online de animais selvagens, com os votos a favor de todos os partidos e a abstenção do CDS.

Esta lei estabelece um registo de criadores. Estes devem comunicar a sua atividade à Direcção-Geral de Veterinária (DGAV) que irá gerar um número de identificação, pessoal e intransmissível e que irá disponibilizar, no seu site, os nomes dos criadores comerciais de animais de companhia e respetivo município de atividade e número de identificação.

Os anúncios de venda de animais de companhia passam a estar sujeitos a determinados requisitos de validade, tendo que indicar a idade dos animais; tratando-se de cão ou gato, a indicação se é animal de raça pura ou indeterminada, sendo que, tratando-se de animal de raça pura deve obrigatoriamente ser referido o número de registo no livro de origens português; o número de identificação eletrónica da cria e da fêmea reprodutora; o número de inscrição de criador e o número de animais da ninhada. Os cães e gatos só podem ser considerados de raça pura se tiverem inscritos no livro de origens português, caso contrário são identificados como cão ou gato de raça indeterminada e no caso de anúncios de animais de raça indeterminada é proibida qualquer referência a raças no texto do anúncio.

A transmissão de propriedade de animal de companhia passa também a ter que cumprir uma série de requisitos como a declaração de cedência ou contrato de compra e venda do animal e respetiva fatura, ou documento comprovativo da doação; comprovativo de identificação eletrónica do animal, desde que se trate de cão ou gato; declaração médico-veterinária que ateste que o animal se encontra de boa saúde e apto a ser vendido e informação de vacinas e historial clínico do animal.

Os animais selvagens deixam de poder ser vendidos através da Internet. A compra e venda de animais selvagens apenas pode ser realizada junto dos criadores ou em estabelecimentos comerciais devidamente licenciados para o efeito, não podendo estes, em qualquer caso, ser expostos em montras ou vitrinas que confrontem com espaços exteriores à loja, permitindo que sejam visíveis fora desta.

A legislação muda também no que respeita ao local de venda. Os animais de companhia podem ser publicitados na internet mas a compra e venda dos mesmos apenas é admitida no local de criação ou em estabelecimentos devidamente licenciados para o efeito, sendo expressamente proibida a venda de animais por entidade transportadora. O transporte de animais de companhia na sequência de transmissão onerosa ou gratuita só pode ser realizado por entidade transportadora desde que esta se faça acompanhar dos documentos.

E para além disso deixaremos de ver animais de companhia nas montras ou vitrinas visto que os estabelecimentos devidamente licenciados para o efeito passam a estar impedidos de o fazer.

As contraordenações puníveis pelo diretor-geral de Alimentação e Veterinária, que antes eram de 25 euros, passam a agora a ser de um montante mínimo é de 200 euros e máximo de 3740 euros.

“Este é um passo decisivo para aumentar a proteção de animais de companhia e selvagens, sinal evidente de que conseguimos trazer mudanças efetivas à sociedade e tornar consequente uma conquista alcançada este ano no ordenamento jurídico português: os animais já não são coisas com a aprovação do Novo Estatuto Jurídico dos Animais. Que deixem de o ser nas nossas consciências e que sejam tratados com a responsabilidade e dignidade que merecem. Com esta lei pretende-se também diminuir as compras de animais por impulso e reduzir o número de animais abandonados”, afirma André Silva, Deputado do PAN.



publicado por Carlos Gomes às 11:16
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SALMAR APRESENTA“INQUIETAÇÃO”AO VIVO NAS LOJAS FNAC

Depois de dar a conhecer ossingles“Invade-me a Alma” e “Inventar o Teu Amor”, Salmar apresenta agora o seu novo álbum ao vivo, num registo intimista, nas lojas FNAC. Com uma sonoridade pop, letras profundas e sentimentais e uma voz que conquista e apaixona, o cantautor sobe finalmente a palco para mostrar ao vivo todo o seu talento. 

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O álbum“Inquietação”,é composto por doze temas originais que nos levam desde asprofundezas do mar até uma outra dimensão. Num formato harmonioso e apaixonante,o registo de estreia do artista já se encontra disponível nas principais plataformas digitais como selo da Music For All.

Conheçam as datas:

  22.07 | FNAC @ Vasco da Gama, Lisboa, 17h

 30.07 | FNAC @ Alfragide, Lisboa, 17h

 02.09|FNAC @ Almada, Lisboa, 17h

Nasceu sob o nome de Filipe Ferreira, mas é como Salmar que sobe a palco. Sempre sentiu a música como uma extensão de si mesmo, uma forma alternativa de comunicar e expressar os seus pensamentos, actos e desejos.

Cedo se tornou adquirido que seguiria pelo atribulado, e emocionante, trilho que pode ser o mundo da música. Na hora de escolher um nome artístico honrou a terra que o viu nascer, Peniche e, acima de tudo, a forte ligação ao mar. Não é, portanto, ao acaso que hoje o chamamos de Salmar!

Passada uma década e meia e mais de quinhentos concertos por todo o país tomou uma decisão: apostaria verdadeiramente na sua carreira a solo. Consolidou, assim, o desejo e a promessa de escrever, compor e cantar temas seus e só seus.

A consequência natural desta resolução é o lançamento dos singles “Invade-me a Alma” e “Inventar o Teu Amor”, temas que nos conquistam suavemente e nos introduzem ao primeiro álbum do músico – “Inquietação”. 2017 é o ano em que Salmar dá o salto rumo ao infinito.


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publicado por Carlos Gomes às 10:17
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DANIEL MOON APRESENTA“BE DIFFERENT”AO VIVO NAS FNAC

Depois de dar a conhecer os seus exitos “Give More” e “Be Different”, Daniel Moon apresenta agora o seu novo EP ao vivo, no registo intimista que só um showcase permite, nas FNAC lusitanas.

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O EP “Be Different”é composto por cinco temas que entram no mundo da canção pop em formato jazzístico num harmonioso diálogo de sopros, metais e teclas. O registo já está disponível nas principais plataformas digitais e tem o selo da Music For All.

Conheçam as datas:

16.07 | FNAC @ Vasco da Gama, Lisboa, 17h

22.07 | FNAC @ Alfragide, Lisboa, 17h

23.07 |FNAC @ Colombo, Lisboa, 17h

03.09 | FNAC @ Almada, Lisboa, 17h

A aventura de Daniel Moon no atribulado e exigente mundo da música inicia-se sete anos após o seu nascimento. Foi precisamente com essa tenra idade que começou a ter aulas de piano, um instrumento tão complexo quanto encantador e tão desafiante quanto versátil.

Apenas dois anos mais tarde entra na Escola de Música do Conservatório Nacional, mais concretamente para o 1º Grau. O seu esforço e paixão pela música permitiram-lhe concluir com mérito oito graus, obtendo assim o merecido, e recompensador, diploma.

É neste fase que a Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal entra na sua vida. Durante os dois anos seguintes dedica-se afincadamente ao piano e à voz, perseguindo o objectivo deentrar no Ensino Superior de Jazz. E se até então o objectivo parecia de difícil concretização tudo viria a mudar quando, em pleno ano de 2010, começa a frequentar a Licenciatura de Jazz, na Variante de Piano, na Universidade de Évora. É por entre as arrebatadoras paisagens alentejanas, e o seu característico calor, que conclui com sucesso a referida licenciatura, concretizando assim uma das suas maiores ambições pessoais.

A fase inicial da sua carreira é marcada pela participação em diversos eventos musicais. Do Dia Mundial da Voz a celebrações de matrimónios, de membro de projectos de escola a parte integrante de bandas com os seus próprios originais e até de pianista num hotel a autor de música ambiente para espaços públicos, passou por de tudo um pouco, tornando este num período fervilhante e marcado por uma aprendizagem constante. 

A recta final de 2014 marca o nascimento do seu projecto musical a solo assim como dos primeiros temas originais. O segundo mês do ano seguinte, Fevereiro de seu nome, ficará para sempre associado à gravação das suas primeiras cinco músicas, em quarteto, assim como o penúltimo mês de 2015 foi testemunha da divulgação, e promoção nas plataformas digitais, do seu EP de estreia (sendo de destacar o single “Precious Love” que conquistou mais de cinco mil visualizações no YouTube).

Dito isto chegamos ao presente e à actual fase da sua carreira: este ano assinou contracto com a Music For All e abraçou uma vez mais a composição de temas originais. Os novos temas possuem uma maior diversidade, e riqueza, instrumental eintegram o seu primeiro EP  distribuido no primeiro semestre de 2017.


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publicado por Carlos Gomes às 10:14
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Quarta-feira, 19 de Julho de 2017
PAN PROPÕE MEDIDAS QUE VÃO INTEGRAR A REFORMA DA FLORESTA
  • Planos Municipais de Defesa da Floresta Contra Incêndios passam a ser obrigatoriamente públicos
  • Aumento das coimas mínimas para pessoas coletivas por incumprimento
  • Aprovada exceção do PAN sobre o regime de compensação relativo à rearborização de eucaliptos para as áreas classificadas

A votação final global do pacote da reforma florestal que decorre hoje no parlamento inclui medidas propostas pelo PAN e aprovadas no âmbito da negociação com o governo e com os restantes partidos.

Por proposta do PAN, os Planos Municipais de Defesa da Floresta Contra Incêndios passam a ser obrigatoriamente públicos devendo constar no site de cada município. Esta medida foi aprovada por maioria com a abstenção do PCP. O Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) passa agora também a ter que divulgar a lista dos municípios incumpridores. Aprovado por maioria com a abstenção do PSD e PCP.

Foi também aprovada a proposta do PAN, para que a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) e o ICNF possam, a partir de agora, celebrar com entidades privadas, nomeadamente operadoras de telecomunicações, protocolos relativos a sistemas de avisos em situação de emergência, mensagens radiodifundidas ou envio de mensagens para dispositivos móveis ligados a determinada torre de comunicações. Esta proposta foi aprovada por maioria com os votos contra do PCP e PEV, e a abstenção do PSD e CDS.

Nas ações de arborização e de re-rearborização, deve passar privilegiar-se de acordo com a proposta do PAN, a manutenção e reconstrução das galerias ripícolas. Esta proposta foi aprovada com a abstenção do PSD e CDS, e voto favorável dos restantes partidos. Estas espécies são fundamentais para a presença e manutenção da fauna aquática, e o arvoredo funciona como elemento termorregulador do ambiente, promove o sombreamento do curso de água, criando condições para a estabilização da temperatura necessária para à ocorrência de uma fauna aquática diversificada mas também sendo um fator de retardamento do fogo.

Com vista à mitigação das consequências ambientais no pós-incêndio, passa a ser obrigatório que antes da época das chuvas, sejam tomadas medidas adequadas a cada caso em concreto, nomeadamente de combate à erosão, de correção torrencial e impedimento de contaminação das linhas de água por detritos. Esta proposta foi aprovada por maioria com a abstenção do PSD e CDS.

Foi ainda aprovada por maioria, com os votos contra do PCP e abstenção do PEV, CDS e PSD, a proposta do PAN para que houvesse umaumento das coimas mínimas, de 800 para 1500 euros, por incumprimento da lei que aprova o Sistema Nacional de Defesa da Floresta Contra Incêndios, apenas para as pessoas coletivas.

Foi aprovado o regime de compensação relativo à rearborização de eucaliptos, que implica que a cessação de plantação de eucaliptal num determinado local preveja a transferência para outro terreno, sendo que a área plantada deverá ser menor a cada ano, até chegar aos 50% em cinco anos.

O PAN veio propor um regime de exceção a esta regra para as áreas classificadas para promover a diversidade das espécies de acordo com aquelas que são as características da floresta autóctone. Desta forma, quem plantar eucaliptos numa área classificada e quiser fazer uma transição para fora destas áreas não terá que reduzir gradualmente à área de plantação, ao contrário do que acontece com os outros terrenos. Esta exceção tem por objetivo desincentivar a manutenção de plantações de eucalipto em área classificada. Esta proposta do PAN foi aprovada por maioria, com a abstenção do PEV, PCP, CDS e PSD e votos a favor de PAN, BE e PS.

O PAN a par de outros partidos políticos apresentou uma proposta que prevê que não seja aplicável aos projetos de plantação de eucalipto a possibilidade de estes virem a ser aprovados por via do deferimento tácito. Ou seja, na ausência de resposta por parte do ICNF o projeto, segundo a proposta do governo, passados 45 dias, poderia ser licenciado. Em comissão, as propostas para que o deferimento tácito não fosse possível nestes casos foi aprovada por maioria.

Entre outras medidas foi rejeitada pelo PSD, PS e CDS, com a abstenção do PEV e PCP a proposta do PAN para que nos 10 metros junto às faixas de rodagem e caminhos férreos, apenas pudessem ser plantadas espécies folhosas autóctones (antes podia ser plantada qualquer espécie).



publicado por Carlos Gomes às 21:35
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“SEREI EU”, A SOLARENGA ESTREIA DOS MAL & CURA

Nada melhor do que uma boa música para acompanhar uma quente tarde de verão, certo? Os Mal & Cura que o digam, afinal de contas lançam agora o seu single de estreia, uma poderosa criação pop intitulada “Serei Eu”.

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Com uma letra descontraída mas certeira, e um sorriso omnipresente no rosto, esta é a primeira amostra do EP Digital que editarão em breve. O quarteto é a nova aposta nacional com a chancela da Music For All, estando prometidas mais novidades para muito em breve!

Diz a sabedoria popular que nada, nem ninguém, vence a força de uma amizade verdadeira. Pois os Mal & Cura, projeto que navega no grande oceano que é a sonoridade pop/rock, são a junção perfeita de talento e…amizade.

Diogo e José, amigos há mais de uma década, partilhavam a ambição de criar um projeto só seu. Depois de muitas ideias surgiu, finalmente, a ocasião perfeita: a participação de Diogo num festival.

Foi sob este pretexto que tudo começou. A dupla trabalhou em conjunto e rapidamente surgiu a primeira composição. Estava dado o pontapé de saída para aquilo que hoje conhecemos como os Mal & Cura. Foi então que a Diogo Mendes, vocalista, e José Sousa, compositor, se juntaram mais tarde Rodrigo Simões, pianista, e Mitchell Ventura, baterista.

Diogo nasceu em Torres Novas, corria o ano de 1992. Desde cedo que adorou o mundo da música: aos nove anos subiu a palco pela primeira vez, num Festival da Canção, na cidade que o viu nascer e aí apresentou um tema original, “Amigos”. A entrada para uma Banda Filarmónica permitiu-lhe um contacto mais profissional com o mundo da música tendo, inclusivamente, frequentado vários estágios de orquestra.

Aos 16 anos tudo muda, estreando-se no mundo rock. Uma sucessão de acasos afastou-o desse projeto no entanto, pouco tempo depois, o universo conspiraria a seu favor e nasceriam os Mal & Cura.

José Sousa também respira música desde que se conhece. Sempre alimentou uma ligação bastante forte com o piano no entanto, o seu primeiro contato com um instrumento musical surgiu através de um trompete. Tudo isto numa Banda Filarmónica, tal como Diogo.

Mais tarde sentiu o chamamento da composição, enveredando pela música clássica, jazz e pop. Atualmente integra a formação dos Mal & Cura ao lado de Diogo Mendes, seu amigo de infância.

Decorria o quente verão de 1995 quando nasceu Rodrigo Simões. Natural de Tomar iniciou, e concluiu, os seus estudos numa escola profissional pertencente ao Conservatório de artes Canto Firme na variedade de piano. Em 2015 participou numa masterclass de piano com a pianista Marta Menezes e frequentou a escola de jazz Villas Boas – Hotclub Portugal, também na vertente de piano, onde foi um dos alunos da professora Margarida.

Atualmente frequenta o curso de Formação Musical da Escola Superior de Artes Aplicadas (ESART), em Castelo Branco e integra os Mal & Cura.

O último membro deste quarteto dá pelo nome de Mitchell Ventura. Em 2010 iniciou-se no estudo da percussão na Sociedade Filarmónica Paialvense Manoel de Mattos. Integrou diversas bandas de garagem, projetos que lhe permitiram amadurecer e crescer musicalmente.

Desde 2015 que dá aulas de percussão na já referida Sociedade Filarmónica Paialvense Manoel de Mattos, integrando ainda uma banda Celta e os Mal & Cura.São estes os ingredientes por detrás dos Mal & Cura, o mais recente projeto nacional a integrar a Music For All. “Serei Eu” é apenas o primeiro de vários passos a acontecerem no decorrer de 2017.


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publicado por Carlos Gomes às 15:17
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PAN QUER QUE LISBOTAS CONTROLEM CUIDADO COM AS ÁRVORES

Aplicação vai permitir aos cidadãos controlar o cuidado das árvores de Lisboa por proposta do PAN

A Assembleia Municipal de Lisboa votou ontem o Regulamento Municipal do Arvoredo do município. Das medidas consta uma inovadora proposta de alteração do PAN – Pessoas-Animais-Natureza, cujo texto final aprovado por maioria com os votos contra do PCP, PEV e BE e votos favoráveis das outras bancadas, resultou já de um consenso alcançado na especialidade entre as restantes forças políticas.

Em causa estão as propostas de alteração apresentadas pelo PAN ao artigo 22, sobre o registo do arvoredo (tendo sido acrescentados os números 3 e 4 do artigo 22 do referido Regulamento). Isto vai significar a criação duma plataforma informática que contém as informações fundamentais de todas as árvores da cidade, nomeadamente: localização, identificação e caracterização de todos os exemplares arbóreos da cidade; entidade cuidadora (autarquia ou particular), estado fitossanitário, intervenções realizadas e programadas, bem como notificações de alerta sobre intervenções a realizar, com a antecedência mínima de 10 dias uteis. As entidades gestoras do arvoredo serão as utilizadoras da plataforma de modo a mantê-la sempre atualizada.

Esta plataforma deverá ainda permitir que o cidadão coloque questões e denuncie ocorrências relativamente a cada exemplar arbóreo.



publicado por Carlos Gomes às 13:53
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PARTIDO "OS VERDES" QUER MENOS EUCALIPTOS

Portugal - Um futuro com menos eucaliptos. Verdes na origem desta mudança

Foi hoje aprovada, em sede de especialidade, na Comissão Parlamentar de Agricultura novos contributos de Os Verdes, para a redação final da proposta de lei, apresentada pelo governo que visa estabelecer o novo Regime Jurídico de Arborização e Rearborização (RJAR).

A revisão do RJAR teve como objetivo travar a expansão do eucalipto, liberalizada pelo anterior governo PSD/CDS e teve na sua origem as condições impostas pelo PEV, em sede de conversações conjuntas com o PS, antes da formação do atual governo.

Estas negociações prolongaram-se nestes últimos 2 anos e a proposta do governo absorveu parte dos objetivos do PEV, tais como: impossibilitar a plantação de novas áreas de eucalipto, com exceção de casos por compensação, que permitem a recuperação de áreas abandonadas e degradadas, nomeadamente com espécies autóctones; condicionar toda e qualquer replantação a autorização pelo ICNF, o que visa também permitir uma melhor gestão e ordenamento florestal, atendendo nomeadamente aos riscos de incêndio.

Os Verdes consideram, no entanto, que se poderia e deveria ir mais longe e por isso mesmo apresentaram, em sede parlamentar, propostas de alteração ao diploma. Entre estas propostas apresentadas pelo PEV e aprovadas hoje, em sede de Comissão, destacamos o fim do procedimento de “deferimento tácito” para o eucalipto.

Os Verdes estão cientes que foram a força motora desta mudança na Floresta Portuguesa.

O Partido Ecologista “Os Verdes”



publicado por Carlos Gomes às 11:36
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RIO DE MOURO ESTÁ EM FESTA

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publicado por Carlos Gomes às 09:31
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FALECEU O JORNALISTA PORTUGUÊS MÁRIO DOS SANTOS LOPES, GRANDE DIVULGADOR DA CULTURA PORTUGUESA NA ARGENTINA

"Portugal Querido" es el primer libro editado en Argentina que reúne historias de inmigrantes portugueses realizado por el periodista lusodescendiente Mario Dos Santos Lopes.

Mario Dos Santos Lopes nació en la Ciudad de Buenos Aires en 1959 y falleció el 30 de abril de 2017,cursó sus estudios en el centenario Colegio San José del barrio de Balvanera,se recibió de docente en el Instituto Santa Catalina de la Obra Salesiana de Don Bosco.

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Viajó a la Patagonia para ejercer la docencia y vivió en Puerto Deseado,Provincia de Santa Cruz durante más de treinta años,allí descubrió su verdadera vocación: el periodismo,actividad que ejerció hasta sus últimos días.

De profundas convicciones cristianas vivió como pensaba y pensaba como vivía,quizás el éxito de su carrera periodística como Director del Periódico El Orden,la radio,cientos de participaciones en otros medios y la publicación de tres libros fue hablar en un lenguaje claro y sin ambages con una honestidad poco usual en una profesión asediada por los intereses de todo tipo.

Hace más de siete años Mario Lopes lanzó a través de las redes sociales una amplia convocatoria para colectar testimonios sobre la inmigración portuguesa en Argentina,no quería frías estadísticas, tampoco buscaba estudios inmigratorios propios de ámbitos académicos,quería historias simples,relatos de gente común que algún día dejó todo buscando un destino mejor a diez mil kilómetros de distancia.

La respuesta no se hizo esperar y cientos de historias con nombre y apellido comenzaron a llenar su casilla de mensajes,protagonistas directos de la diáspora,sus hijos,nietos y amigos de Portugal ofrecieron generosamente su experiencia para el libro que lleva el nombre "Portugal Querido" que fue presentado en sociedad en Setiembre de 2014 en la Universidad Católica Argentina.

Sin apoyo oficial pero con una voluntad inquebrantable propia de un hijo de portugueses "construyó su castillo con las piedras que fue encontrando en el camino" aludiendo al poeta portugués Fernando Pessoa.

Mario soñaba que el compendio de experiencias lusitanas resumidas en más de doscientas páginas llegue a todas las escuelas rurales del país entre otras instituciones "tengo la ilusión de que las futuras generaciones sepan del esfuerzo y trabajo honrado de nuestros mayores portugueses en un país que les abrió los brazos generosamente" -

El libro "Portugal Querido" de Mario Dos Santos Lopes se convierte en en el único material contemporáneo sobre la inmigración portuguesa en América Latina y será una referencia inevitable de estudio en las instituciones privadas y públicas que manifestaron su interés.

El enorme trabajo de Mario Lopes mereció la declaración de "Interés Cultural" del Gobierno de la Provincia de Santa Cruz,Agencia Córdoba Cultura,Gobierno de la Provincia de Buenos Aires,Municipalidad de Morón,Honorable Cámara de Diputados de la Nación,Honorable Senado de la Nación,Municipalidad de Colonia del Sacramento (Uruguay) y la Municipalidad de Esteban Echeverria.

Actualmente el libro "Portugal Querido" se encuentra en la Biblioteca Apostólica Vaticana (Roma),Gabinete Portugués de Lectura (Salvador,Bahia),Biblioteca Nacional (Buenos Aires),Centro de Estudios Migratorios Latinoamericanos,Parlamento de Gran Bretaña,Biblioteca Municipal de São Brás de Alportel,Biblioteca de Sintra (Potugal) y en las principales casas de estudios de los Estados Unidos (Emory University, Brigham Young University, Tulane University, University of North Carolina at Chapel Hill,Princeton University,The University of Chicago; Harvard College Library; University of Toronto; The New York Public Library; Yale University Library; The Library of Congress; New York University; Miami University; University of California; The Library of Congress; Columbia University Library; Florida International University, University of Texas, University of Pitsburgh; University of Notre Dame y la Biblioteca y Bibliomóvil del Honorable Congreso de la Nación.

Victor Lopes



publicado por Carlos Gomes às 01:43
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“TIME MACHINE”, A ESTREIA INTERGALÁCTICA DOS ASTRONAUT IN CYBERSPACE

Naves espaciais. Seres alienígenas. E rock, muito rock. Isto é o que podemos esperar dos suecos Astronaut In Cyberspace, projeto que por entre as habituais viagens interestelares, edita agora o single “Time Machine”.

Astronaut Cyberspace image (1).jpg

Por entre a guitarra alada de Adam Öhrsvik, a atmosfera soturna criada pelo baixista Demba Lo e a garra do baterista Carl Resare, irrompe a voz, a guitarra e o sintetizador de Diene Faye. Esta é apenas a primeira de diversas novidades prometidas pelos Astronaut In Cyberspace para 2017, estando prevista uma digressão ibérica promovida pela Music For All.

E no início houve uma canção. “Astronaut in Cyberspace” começou por ser isso mesmo, uma canção, igual a tantas outras da autoria de Diene Faye (vocalista, guitarrista e mestre do sintetizador). A letra versava sobre um homem preso num videojogo interestelar e foi inspirada numa obra literária do autor Terry Pratchett. Por caprichos da vida o tema nunca veria a luz do dia, no entanto cumpriu a sua função: inspirou Adam Öhrsvik (guitarrista), levando lentamente este projeto musical para o tema espacial.

O duo conheceu-se em 2012 e das longas noites passadas em conjunto foram escritas, e gravadas, diversas músicas folk lo-fi. No entanto apenas no outono de 2014, momento em que as ambições do duo crescem, nasce a necessidade de levar a banda a outro patamar de qualidade. Para ajudar nessa demanda chegaram Demba Lo (baixista), amigo de longa data de Diene, e Jasper Johannesson (baterista), que haviam conhecido recentemente.

Estávamos já em 2015 quando surge o primeiro EP da banda. Neste registo homónimo constavam as primeiras composições do duo, agora interpretadas em quarteto.

O tema espacial manteve-se mas a sonoridade evoluiu, inspirando-se agora no rock alternativo dos anos 90 e em bandas como Radiohead, The Smashing Pumpkins ou Primal Scream. E assim nasceria, em meados de 2016, o LP “Aurora.exe”. Ao todo são dez os novos temas da banda, todos eles fiéis ao rock alternativo e a elementos psicadélicos. Assim parecia nascer um capítulo radioso da história dos Astronaut in Cyberspace.

No entanto o destino, sempre ele, parece ter particular prazer em delinear novas, e inesperadas, rotas. Pouco depois da edição do LP “Aurora.exe” Jesper abandona a banda e decide dedicar-se por inteiro aos estudos no estrangeiro.

Com a saída de Jesper foi necessário recuar e voltar a redefinir a estratégia. No início de 2017 inicia-se, assim, uma nova fase dos Astronaut in Cyberspace: Carl Resare (baterista) junta-se a Diene, Adam e Demba tornando uma vez mais o trio num quarteto. A sonoridade voltou a evoluir sendo atualmente descrita pela banda como “rock de alienação”.

O sucessor de “Aurora.exe” será conhecido ainda em 2017, sendo esperadas várias novidades ao longo do ano. Mas de todas as novidades a maior é mesmo a “Time Machine Tour”, digressão que se inicia na Suécia e que levará os nossos astronautas até aos palcos da Alemanha, Espanha e Portugal.

Paralelamente à digressão será também gravado um documentário intitulado, precisamente, “Time Machine Tour”. O objetivo é documentar o percurso de uma digressão no estrangeiro, ajudando assim todas as bandas/projetos que pretendam dar esse passo. As oportunidades, perigos, avisos e dicas serão, certamente, fundamentais para inúmeros artistas independentes. Marcelo Racana, reputado autor na Suécia, será o diretor e acompanhará a banda nesta digressão, a língua escolhida foi o inglês e o documentário será disponibilizado gratuitamente.

Espanha e Portugal receberão o quarteto em Outubro para uma digressão, literalmente, do outro mundo!


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publicado por Carlos Gomes às 01:07
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KADYPSLON APRESENTA “REFÚGIO” NO TOKYO

Kadypslon volta a mostrar o seu mais recente trabalho, “Refúgio”, num concerto que marca este mês de julho. Depois de apresentações nas lojas FNAC, o artista do mundo do hip hop nacional chega agora ao espaço Tokyo, em Lisboa, a 19 de julho.

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O concerto está marcado para as 24h30 com o preço de 5€, e será focado no seu primeiro longa-duração de onde já foram extraídos os singles de destaque, “Malta Perdida”, “A Cultura” e "Vida", todos com a marca Music In My Soul.

Nascido em meados dos anos 90 nos subúrbios de Lisboa, em Santo António dos Cavaleiros, Kadypslon descobriu por volta dos 14 anos a paixão pela poesia e pelo movimento hip hop. Durante cinco anos foi aperfeiçoando o seu dom juntamente com dois primos, até que decidiu emigrar, devido à falta de condições e oportunidades no seu país.

Depois de uma pequena temporada em Peterborough, em Inglaterra, e depois de quase dez anos de paragem, Kadypslon decidiu voltar a Portugal e a dedicar-se à música, agora com toda outra maturidade, garra e perspetiva.

Em 2010 gravou a sua primeira demo com seis faixas promocionais. Três anos mais tarde disponibilizaria o seu primeiro projeto, intitulado “Pandemonium”, que refletia um resumo de experiências passadas narradas na primeira pessoa. No primeiro trimestre de 2017 edita o seu primeiro longa-duração, “Refúgio”, que recolhe influências de boom bap e gravita em torno da temática da consciência urbana. Deste registo já foram extraídos os singles “Malta Perdida” e “A Cultura”.


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publicado por Carlos Gomes às 01:02
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NILA BRANCO E A HARMONIA “DEPOIS DA CHUVA”

“E depois da chuva o vento frio, veio secar meu rosto, quando eu quis chorar você sorriu”. É assim que Nila Branco apresenta, de forma harmoniosa e melódica, o seu novo single. “Depois da Chuva” integrou o álbum “Sete Mil Vezes” e é a segunda amostra do seu talento ao público português.

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A artista volta a mostrar os ritmos da Música Popular Brasileira (MPB) com a marca da Music For All, acalmando as almas mais sensíveis através de uma balada onde sobressai a voz doce e delicada.

Nila Branco nasceu e cresceu em Abaeté, Minas Gerais, mas foi em Goiás, Goiânia, que despertou a sua veia artística. A mais de 900 kms de distância do local que a viu nascer, e onde passou toda a infância, foi obrigada a recomeçar do zero. Contudo graças à sua capacidade de adaptação rapidamente fez novos amigos, começando pouco depois a desenvolver o seu lado artístico.

Começou a fazer teatro. E a pintar. E a desenhar. E, por fim mas não menos importante, a cantar. Embora se sentisse confortável em todas as áreas foi no canto que descobriu a verdadeira paixão. Estávamos na década de 90 quando ao cantar em bares e festivais acaba por dar passos importantes no início de carreira ao ganhar alguns concursos e competições locais e regionais.

Voos mais altos, e ambiciosos, passaram a ser possíveis depois da entrada de importantes colaboradores e parceiros que ajudaram a estruturar a sua carreira e projetar-se rumo ao estrelato. Em 1998 edita o seu primeiro disco de originais, homónimo, passando a fazer parte das playlists das maiores rádios de Goiânia.

A estreia de uma voz tão cintilante não passou ao lado dos mais importantes produtores e agentes da indústria musical do eixo Rio de Janeiro-São Paulo. Detentora de um registo glamoroso, onde um misto de alegria e profundidade nos conquista e arrebata, viu pouco tempo depois o seu álbum distribuído em todo o Brasil pela Paradoxx. Estava dado o pontapé de saída para aquilo que se tornaria no movimento pop/rock da capital do centro oeste.

Os anos seguintes foram de agitação e muitos acontecimentos marcantes na sua carreira. Em 2001 liderou o movimento “GO Rock”, ao lado das maiores jovens bandas de pop/rock de Goiás, promovendo um enorme concerto. Um ano depois assina contrato com a Abril Music e edita o segundo disco da sua carreira: “Parte II”. Deste registo foi extraído o tema “Diversão” que, mais tarde, viria a integrar a banda sonora de uma produção da Rede Globo, “Desejos de Mulher”. Graças a este pequeno-grande passo o Brasil rendeu-se aos talentos e encantos de Nila Branco: passou pelos principais programas televisivos a nível nacional (como Jô Soares, Altas Horas, Bem Brasil ou o canal MTV, por exemplo) e realizou uma digressão pelo país intitulada precisamente “Parte II”. Desde disco canções importantes como “Chama” e “Perdido no Supermercado” tiveram também grande destaque!

Entretanto chegamos a 2003, ao momento em que grava o álbum “Seus Olhos” com Kiko Zambianchi e vê vários dos seus temas integrarem produções da TV Record e do SBT, canais de enorme renome a nível nacional. Um ano depois surge o quarto disco do seu percurso musical: “Tudo O Que Eu Quis”.

Lançado pela editora EMI este foi um disco especial: Nila interpretou músicas de nomes como Nando Reis, Paulos Miklos, Zeca Baleiro, Lulu Santos ou Kiko Zambianchi, vendo a crítica reconhecer a mestria e inovação das suas recriações.

Por entre espetáculos em todo o país Nila grava, dois anos depois, o DVD “Nila Branco ao Vivo”. Neste registo foram incluídos os grandes sucessos dos álbuns anteriores mas também alguns temas inéditos. Foi necessário esperar quatro anos por um novo trabalho de Nila.

O sexto disco de originais, “Confidência”, foi gravado ao vivo e contou com criações de compositores como Téo Rodrigues, Thiago Guerra, Rubinho Gabba ou Nelson Motta. Este foi o trabalho em que Branco se aventura por entre mares nunca antes navegados ao recriar “Cherish”, um tema original de Madonna! O grande artista Zeca Baleiro compõe especialmente para Nila a belíssima “Farsa” que esteve em destaque em diversas estações de rádios no Brasil.

“Sete Mil Vezes” é o nome do sétimo disco de Nila. Chegou ao mercado em 2012, contendo temas inéditos da autoria da própria cantora e produção musical conjunta com Renato Faleiro. A aceitação foi tal que Branco gravou, mais tarde, o DVD “Sete Mil Vezes”: um concerto especial, na Goiânia que a viu nascer para a música, sendo o reportório composto de temas de toda a sua carreira mas também músicas inéditas. 

Nila Branco está, assim, prestes a completar duas décadas de carreira. Duas décadas marcadas por muito talento, por temas comoventes e letras profundas. Duas décadas onde Nila levou sempre o nome de Goiânia, e de Goiás, ainda mais longe, provando que há muito e bom talento nesta região do Brasil.

Em 2017 Nila volta a arriscar e a capitanear o grande barco que é a sua voz por mares culturalmente próximos mas, geograficamente bastante distantes. Portugal vai ficar a conhecer, no decorrer do presente ano, o quão doce e magnético é o talento de Nila Branco através de diversos singles promocionais. Nila Branco zarpou à conquista da Europa e Portugal será o porto com a honra de receber tão delicada intérprete.


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publicado por Carlos Gomes às 00:55
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Terça-feira, 18 de Julho de 2017
ESCRITOR FRANCISCO GOIANA DA SILVA APRESENTA O LIVRO "A MATILDE ESTÁ CARECA"

Global Shapers de Lisboa associam-se ao lançamento do livro “A Matilde está careca” para apoiar Operação Nariz Vermelho

  • Francisco Goiana da Silva, atual líder dos Global Shapers de Lisboa, é um dos autores do livro “A Matilde está careca”, com prefácio do Secretário de Estado Adjunto e da Saúde;
  • Lançamento do livro no IPO de Lisboa e na FNAC Colombo e 75% das receitas das vendas revertem para a Operação Nariz Vermelho.

Francisco Goiana da Silva, líder do Global Shapers Lisbon Hub, lança amanhã “A Matilde está careca”. O livro, que pretende apoiar a Operação Nariz Vermelho, tem como objetivo dar força às crianças internadas com cancro e explicar às restantes o que é esta doença cada vez mais presente na sociedade atual.

Capa - A Matilde está careca.png

Com prefácio do Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Fernando Ferreira Araújo, e comentários do Neuropediatra Nuno Lobo Antunes e do Psicólogo Eduardo Sá, o lançamento do livro decorrerá amanhã no IPO de Lisboa e na FNAC Colombo, sendo que a totalidade das receitas referentes aos direitos dos autores reverterão para a Operação Nariz Vermelho (25% P.V.P).

À venda este mês em várias livrarias, o livro “A Matilde está careca” será lançado amanhã em dois eventos diferentes que terão as presenças do Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Fernando Ferreira Araújo, do presidente do Conselho de Administração do IPO de Lisboa, Francisco Ventura Ramos, do psiquiatra Daniel Sampaio, do psicólogo Eduardo Sá, dos autores do livro, do representante da Operação Nariz Vermelho, Mark Mekelburg, entre outros.

Cerimónia de Lançamento no IPO de Lisboa:

Dia/Hora: 19 de julho, às 11H00

Local: Hospital de Dia do Serviço de Pediatria do IPO de Lisboa

Convidados: Secretário de Estado Adjunto e da Saúde; Conselho de Administração do IPO; Autores do livro; Doutores Palhaços; Global Shapers

Atividade: Leitura do livro em formato gigante pelo Secretário de Estado e distribuição de cópias do livro às crianças internadas pelos Doutores Palhaços

Cerimónia de Lançamento na FNAC Colombo:

Dia/Hora: 19 de julho, às 18H30

Local: FNAC do Centro Comercial Colombo

Convidados: Daniel Sampaio; Eduardo Sá; Mark Mekelburg; Autores do livro; Alda Matos (mãe da Matilde)

Atividade: Mesa redonda de discussão e comentários ao livro e sessão de autógrafos pelos autores no final.

O livro é um projeto apoiado pelo Global Shapers Lisbon Hub, comunidade de jovens talentosos portugueses com menos de 30 anos e das mais variadas áreas, dedicados a contribuir para a solução de problemas atuais e futuros do país nas suas áreas de atuação.

Francisco Goiana da Silva é o curador desta comunidade que conta com nomes como os de Afonso Reis Cabral (escritor), Alexandre Farto (escultor conhecido por Vhils), Rui Maria Pêgo (apresentador), Inês Relvas (vice-curadora e consultora na Boston Consulting Group), Cristina Fonseca (empreendedora), Miguel Santo Amaro (co-fundador da Uniplaces), Miguel Nunes (Ator), Afonso Mendonça Reis (empreendedor social), entre outros.

Sobre o Global Shapers Lisbon Hub

O Global Shapers Lisbon Hub foi criado em 2013, por iniciativa de Stephan Morais, Young Global Leaders português, indigitado para o efeito pelo Fundador do Fórum Económico Mundial. Na qualidade de Curador Fundador do Hub de Lisboa, Stephan Morais definiu como objetivo primordial o recrutamento de jovens líderes de diferentes áreas da sociedade Portuguesa.

Os primeiros cinco Global Shapers portugueses foram: Cristina Fonseca, Inês Santos Silva, Francisco Goiana da Silva, Miguel Santo Amaro e Afonso Reis. Três anos após a fundação do Global Shapers Lisbon Hub, a equipa constituída por Francisco Goiana da Silva (Curador) e Inês Relvas (Vice-Curadora) assume a liderança do grupo de Lisboa.

Os Global Shapers de Lisboa são 27 jovens talentosos plena e humildemente dedicados a contribuir para a solução de problemas dentro da sua comunidade e região. Este grupo conta com empreendedores, empreendedores sociais, cientistas, docentes universitários, artistas e atletas.

Definem-se como meritocráticos, dinâmicos, trabalhadores, colaborativos, humildes e aventureiros e encaram o Hub de Lisboa como um lugar seguro para experimentar, criar e projetar o que ainda está para acontecer, em colaboração com outras partes interessadas como o sector público, a sociedade civil e o sector privado. Os Global Shapers portugueses querem ser uma força positiva na sociedade, para inspirar outros jovens a participarem e envolverem-se com as suas comunidades.

Além de contar com o Alto Patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República e de ter assegurado uma parceria com o Alto Comissariado para as Migrações, a nova liderança pretende implementar vários projetos.

Para mais informações, aceda a https://www.globalshapers.org/hubs/lisbon

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publicado por Carlos Gomes às 22:41
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PAN CONCORRE POR ODIVELAS

Ana Fernandes é a candidata do PAN à Câmara Municipal de Odivelas

  • Implementar um Plano Municipal de Envelhecimento em Casa e dinamizar a Rede de Cuidados Continuados Integrados; 
  • Implementar um Plano de Infraestrutura Verde, ligando os espaços fragmentados espalhados pelo concelho criando corredores verdes; 
  • Construir um Hospital Público Veterinário destinado a animais errantes ou detidos por pessoas em situação de vulnerabilidade social.

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza apresenta hoje a candidatura à Câmara Municipal de Odivelas para as Autárquicas 2017, liderada por Ana Fernandes, candidata à presidência da autarquia. Ana Fernandes nasceu e viveu na Pontinha até aos 25 anos, mantendo ligações de grande proximidade com o território, e aceitou o desafio do PAN por se rever nos princípios e valores desta força partidária, assumindo um conjunto de desígnios fundamentais para a qualidade de vida das populações, em diversos planos.

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Com vista a contribuir para a melhoria das condições de vida da população mais idosa em Odivelas, o PAN pretende propor a criação de umPlano Municipal de Envelhecimento em Casa e dinamizar a Rede de Cuidados Continuados Integrados. O partido assume como prioritária a defesa do direito das pessoas idosas a uma vida autónoma e/ou independente, assegurado nomeadamente através da criação de condições ajustadas para continuarem a residir em casa. Pretende-se também que o Município assuma um papel mais dinamizador e forte na Rede de Cuidados Continuados Integrados, em estreita colaboração com as Juntas de Freguesia, associações locais, e administração central, nomeadamente a Segurança Social e o Serviço Nacional de Saúde, aproveitando estruturas já existentes como as Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) e a Santa Casa da Misericórdia, dinamizando equipas multidisciplinares de apoio aos idosos.

No que toca à população em idade ativa no concelho, esta candidatura irá propor medidas que facilitem a conciliação entre o tempo de trabalho e o tempo dedicado à família, nomeadamente no que diz respeito a garantir transporte escolar para as crianças do pré-escolar e 1º ciclo.

O partido quer implementar um plano de mobilidade pensado em conjunto, com adaptação e mitigação às alterações climáticas, propondo-se desde já que o automóvel seja afastado do centro da cidade/localidades, privilegiando a utilização do transporte público, os meios de mobilidade suave, a partilha de veículos e a utilização de energias renováveis, libertando o espaço urbano para espaços verdes, de lazer e de convívio. Em simultâneo o plano de mobilidade deve considerar a melhoraria as condições de acessibilidade para idosos e pessoas com mobilidade reduzida. 

Com o sentido de tornar o concelho mais sustentável e mais resiliente para enfrentar os efeitos causados pelas mudanças climáticas propõe-se a implementar um Plano de Infraestrutura Verde, promovendo a proteção da biodiversidade, a circulação de pessoas (bicicletas e caminhadas) e o lazer.

Para este efeito é fundamental aumentar o investimento na criação de espaços verdes mas também na manutenção e reabilitação de espaços verdes existentes, garantindo que reúnem as condições adequadas para o seu usufruto, renaturalizar as áreas degradadas, e ligá-las através de corredores verdes.

O Bem-Estar e a Proteção Animal foram a segunda grande motivação desta candidatura do PAN, considerando a necessidade de se providenciarem medidas urgentes para se acabar com o canil de abate e com o sofrimento dos animais muitas vezes lançados à sua sorte sem qualquer tipo de apoio. O PAN propõe a construção um Hospital Público Veterinário destinado a animais errantes ou detidos por pessoas em situação de vulnerabilidade social. O Hospital deverá estar dependente do atual Centro de Recolha Oficial e deve ter a dimensão e dinâmicas de funcionamento suficientes para assegurar cuidados médico veterinários e a realização de esterilizações.

Por último, esta candidatura propõe aumentar a transparência e facilitar a participação de todas as pessoas através da divulgação online de toda a Informação da Autarquia, de modo a criar condições para maior envolvimento, participação e consequentemente maior ajustamento das políticas às pessoas e aos animais do concelho de Odivelas.

Ana Paula Martinho Fernandes, nascida em 1968, é mestre em Sistemas Sócio Organizacionais da Atividade Económica pelo Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG) da Universidade Técnica de Lisboa, licenciada em Estatística e Gestão de Informação pelo Instituto Superior de Estatística e Gestão de Informação (ISEGI) da Universidade Nova de Lisboa e bacharelato em Contabilidade e Administração no Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Lisboa (ISCAL).

Desde 2007 que integra os órgãos sociais da Associação Zoófila Portuguesa, tendo começado com tesoureira e desde 2010 que é presidente da Direção. A AZP é uma associação de proteção animal que exerce a sua missão através da prestação de serviços médico veterinário no seu Hospital Veterinário.

Tem uma larga experiência profissional na administração pública nas áreas do planeamento, emprego e formação profissional, das quais podemos destacar as funções de Subdirectora-Geral do Gabinete de Estratégia e Planeamento do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social (MTSS) (2007 – 2010); Diretora de Serviços de Estudos no Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) (1997 a 2006).

Ao longo da sua via profissional foi adquirindo novas competências, nomeadamente na área da gestão pública: Curso Avançado de Gestão Pública (CAGEP, 2009) e o Curso em Gestão Pública (FORGEP, 2015) ambos na Direção-Geral da Qualificação dos Trabalhadores em Funções Pública (INA).

E ainda na área do Bem-Estar e Proteção Animal fez a Formação Internacional da Dogs Trust, Londres (2011). Participação no IV Seminário de Gestão para Clinica Veterinárias, Universidade Católica Portuguesa (2009).

Foi representante de Portugal, como perita, em diversas missões/projetos internacionais, designadamente, na Comissão Europeia, Nações Unidas; OCDE; OIT.

É casada, tem um filho e é responsável por 1 cadela e 3 gatos: Floh, Socas, Mimi, e Maria.

Gosta de ler, estar com amigos, viajar, e acima de tudo gosta de novos desafios sejam eles de lazer ou trabalho.



publicado por Carlos Gomes às 13:36
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Segunda-feira, 17 de Julho de 2017
PAN PEDE APOIO PSICOLÓGICO PARA HABITANTES DA REGIÃO DE PEDRÓGÃO GRANDE
  • Apoio aos habitantes da região que se encontram atualmente numa situação fragilizada e que precisam reconstruir as suas vidas
  • No Pinhal Interior Norte existe apenas uma psicóloga para uma população de 133 mil habitantes e para um conjunto de 14 unidades de saúde
  • Reforço de psicólogos nos Agrupamentos de Centros de Saúde e de Escolas de Pedrógão Grande, Castanheira de Pera e Figueiró dos Vinhos
  • Criação de uma equipa de intervenção psicológica de resposta aos incêndios de Pedrógão Grande, Castanheira de Pera e Figueiró dos Vinhos

O PAN - Pessoas-Animais-Natureza apresenta hoje três iniciativas legislativas que pretendem garantir apoio psicológico aos habitantes da região de Pedrógão Grande. Um mês após a tragédia que assolou o país e enquanto não existem respostas concretas sobre responsabilidades e futuras ações de prevenção, o PAN entende que é necessário continuar a apoiar os habitantes da região que se encontram atualmente numa situação fragilizada através do reforço de psicólogos no Agrupamento de Centros de Saúde do Pinhal Interior Norte, nos Agrupamentos de Escolas de Pedrógão Grande, Castanheira de Pera e Figueiró dos Vinhos.

Para além disso, o PAN defende que deve ser criada uma equipa de intervenção psicológica de resposta aos incêndios de Pedrógão Grande, Castanheira de Pera e Figueiró dos Vinhos. Os habitantes da região viveram momentos de pânico no combate às chamas, tentando salvar os seus bens, muitas vezes desconhecendo o paradeiro dos seus familiares. Infelizmente, muitos foram ainda confrontados com a perda de familiares e amigos. Muitos perderam a sua casa, as suas culturas e os seus instrumentos de trabalho, deixando pessoas que pouco têm e que, em muitos casos vivem da terra, em situação de desespero.

Inicia-se agora o processo de reconstrução da região. Este não passa apenas pela construção de edificações e recuperação da natureza perdida. Passa também, e em especial, por ajudar as pessoas a recuperarem da perda e a reorganizarem a sua vida, que ficou destabilizada com a tragédia. Neste âmbito, o apoio psicológico terá um papel crucial, em especial quando atuam próximo dos cidadãos.

Tanto quanto foi possível apurar, a intervenção que está a ocorrer no terreno passa pelo aproveitamento das equipas de saúde mental comunitária do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) na coordenação da intervenção em conjunto com o deslocar de recursos para a região. A equipa de saúde mental comunitária não tem formação especializada para lidar com este tipo de situações.

Nesse sentido a proposta do PAN passa pela criação de uma equipa de raiz, com profissionais especializados e vocacionados para o tratamento destes casos. Este acompanhamento reveste particular importância junto das populações mais vulneráveis, como crianças e adolescentes, idosos, pessoas com psicopatologia prévia, pessoas com deficiência e também junto daqueles que perderam os seus meios de subsistência.

Existe uma forte probabilidade de várias destas pessoas não procurarem pro ativamente ajuda nos Centros de Saúde da região, o que demonstra a importância da existência de equipas de apoio no terreno. Para além disso, os meios existentes nos cuidados de saúde primários não são claramente suficientes. A Administração Regional de Saúde (ARS) do Centro é a zona do país em que o rácio de psicólogos por 100.000 habitantes é o mais baixo, sendo de 1,67. Na ARS do Centro, trabalham 26 psicólogos nos cuidados de saúde primários, para um total de 1.670,498 utentes, divididos pelos Agrupamentos de Centros de Saúde (ACES). No ACES do Pinhal Interior Norte existe apenas uma psicóloga para uma população de 133.371 habitantes, de acordo com os Censos de 2011, e para um conjunto de 14 Unidades de saúde, nas quais se inclui as unidades de Pedrógão Grande, Castanheira de Pera e Figueiró dos Vinhos.

Perante esta realidade e sabendo que os efeitos nefastos desta tragédia irão sentir-se durante vários anos, com grande impacto na vida dos habitantes, é fundamental a promoção do reforço de psicólogos com carácter permanente no Agrupamento de Centros de Saúde do Pinhal Interior Norte.

Por outro lado e sendo as crianças e jovens particularmente afetadas pela tragédia, para além de terem vivenciado a propagação do incêndio, estando junto das famílias no combate às chamas, muitas sofreram a perda de familiares e amigos, representam franjas da população particularmente vulneráveis nestas situações pelo que é urgente reforçar os seus sistemas de proteção e a capacidade de sinalização de problemas e de intervenção junto dos mesmos.

As crianças e jovens passam a maior parte do seu dia na escola, pelo que os psicólogos que aí exercem funções desempenham um papel essencial no seu acompanhamento. Tendo em conta a sua área de residência, estas crianças frequentarão um dos três agrupamentos de escolas: Pedrógão Grande, Castanheira de Pera ou Figueiró dos Vinhos. O número de crianças a frequentar cada um deles é ainda bastante elevado, existindo cerca de 300 no Agrupamento de Pedrógão Grande, 250 em Castanheira de Pera e 800 em Figueiró dos Vinhos. Em cada um destes agrupamentos está colocado 1 psicólogo em regime de meio tempo, a que correspondem 17 horas semanais de trabalho.

Tendo em conta a dimensão da tragédia que assolou a região e a necessidade de acompanhamento permanente das crianças e jovens por ela afetadas, o PAN considera que é importante que os psicólogos atualmente contratados naqueles agrupamentos passem das 17 horas semanais (meio tempo) para as 35 horas semanais (tempo inteiro), garantindo uma resposta em permanência nestes três agrupamentos e, nesse sentido, maior capacidade de sinalização e intervenção. Tal permite também que este profissional se foque em exclusivo naquele contexto, estando sempre na escola, podendo, portanto, estar mais disponível para as necessidades regulares mas também de emergência.

“Fomos confrontados com uma capacidade de destruição enorme e muito veloz, que nos faz sentir impotentes a todos. Reconstruir vai ser um processo bem mais lento e vai depender da capacidade das pessoas da região de voltar a atribuir significado à vida, às suas próprias e à vida em comunidade, para isso é necessária uma intervenção muito próxima e o acompanhamento por parte de psicólogos fará certamente a diferença”, defende André Silva, Deputado do PAN.



publicado por Carlos Gomes às 20:43
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Domingo, 16 de Julho de 2017
CAMÕES À DESCOBERTA DE PORTUGAL – DIGRESSÃO NACIONAL

“Até o eterno termina / num momento que não se imagina”. Quem o diz é Camões, o cantor e compositor brasileiro, que marca a sua vinda perante o povo português. “Anilina” e “Nova Aurora” são os singles que compõe os seus mais recentes projetos. Esta é uma criação onde a riqueza da língua portuguesa se deita numa suave e bem urdida cama de sonoridades pop, rock e eletrónica.

Camões- Digressão por Portugal.png

Camões pode não viver para sempre mas, graças à Music For All e à digressão que o trará a Portugal já no início de agosto, a sua obra não mais será esquecida pelos fãs portugueses.

Conheçam os locais e as datas confirmadas até ao momento:

02.08 | Mói-te Bar, Évora, 22h

05.08 | Panólias Bar, Lisboa, 22h30

Camões, nome histórico e com o qual todos os portugueses têm uma ligação umbilical. É um dos nossos maiores símbolos, um daqueles guerreiros imponentes que contribuiu decisivamente para o país que somos hoje. Mas, e porque há sempre um “mas”, Camões é muito mais do que isso. Camões…também pode ser música, inovação e experimentação. E é desse Camões, o Paulo Camões, que falaremos agora.

Começou a compor ainda na adolescência, dedicando-se à guitarra e transparecendo desde logo as influências da música brasileira e da alma do rock. A busca de uma identidade artística acompanhou o seu amadurecimento, desde algumas gravações independentes até à sua primeira banda, “Os Lusíadas”.

Mas foi no EP “Cupim” que Camões deu verdadeiramente nas vistas. Aliado ao produtor Bernardo Pauleira, um dos nomes mais importantes da cena independente no Rio de Janeiro, o cantor aliou a guitarra aos beats eletrónicos, criando canções como “Segredo” ou “Bem-Estar”. Ao som tipicamente brasileiro juntou uma batida universal, levando uma vez mais Camões a mares nunca antes navegados.

Ciente das potencialidades da sua sonoridade aventura-se naquele que se tornaria no seu primeiro trabalho a solo. Inspirando-se em nomes tão distintos e reputados como HONNE, Breakbot, Great Good Fine Ok, ou Whitest Boy Alive nascia, no verão de 2016, o EP “Anilina”.

Mas como diz o ditado, “novo ano vida nova”! Ou melhor: música nova, se estivermos a falar de Camões. Ao terceiro mês de 2017 chega, finalmente, a mais recente criação de Paulo, “Nova Aurora”. Este é um tema baseado em Santa, senhora que marcou a sua vida e à qual decidiu prestar uma justa homenagem. O videoclip foi gravado na localidade de Nova Aurora e retrata a festa de comemoração do quinquagésimo oitavo aniversário de Santa, uma ocasião tão especial e marcante e se tornou inesquecível para todos os presentes. 

Camões regressa assim às gravações de forma emotiva, prometendo mais novidades para breve e anunciando uma digressão por Portugal para o próximo verão! Agosto será o mês em que o trovador regressa para os merecidos aplausos do público nacional.


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publicado por Carlos Gomes às 00:51
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Sábado, 15 de Julho de 2017
DANIEL MOON APRESENTA “BE DIFFERENT” AO VIVO NAS FNAC

Depois de dar a conhecer os seus exitos “Give More” e “Be Different”, Daniel Moon apresenta agora o seu novo EP ao vivo, no registo intimista que só um showcase permite, nas FNAC lusitanas.

Daniel Moon- Flyer promocional (1).png

O EP “Be Different” é composto por cinco temas que entram no mundo da canção pop em formato jazzístico num harmonioso diálogo de sopros, metais e teclas. O registo já está disponível nas principais plataformas digitais e tem o selo da Music For All.

Conheçam as datas:

16.07 | FNAC @ Vasco da Gama, Lisboa, 17h

 22.07 | FNAC @ Alfragide, Lisboa, 17h

 23.07 | FNAC @ Colombo, Lisboa, 17h

 03.09 | FNAC @ Almada, Lisboa, 17h

A aventura de Daniel Moon no atribulado e exigente mundo da música inicia-se sete anos após o seu nascimento. Foi precisamente com essa tenra idade que começou a ter aulas de piano, um instrumento tão complexo quanto encantador e tão desafiante quanto versátil.

Apenas dois anos mais tarde entra na Escola de Música do Conservatório Nacional, mais concretamente para o 1º Grau. O seu esforço e paixão pela música permitiram-lhe concluir com mérito oito graus, obtendo assim o merecido, e recompensador, diploma.

É neste fase que a Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal entra na sua vida. Durante os dois anos seguintes dedica-se afincadamente ao piano e à voz, perseguindo o objectivo de entrar no Ensino Superior de Jazz. E se até então o objectivo parecia de difícil concretização tudo viria a mudar quando, em pleno ano de 2010, começa a frequentar a Licenciatura de Jazz, na Variante de Piano, na Universidade de Évora. É por entre as arrebatadoras paisagens alentejanas, e o seu característico calor, que conclui com sucesso a referida licenciatura, concretizando assim uma das suas maiores ambições pessoais.

A fase inicial da sua carreira é marcada pela participação em diversos eventos musicais. Do Dia Mundial da Voz a celebrações de matrimónios, de membro de projectos de escola a parte integrante de bandas com os seus próprios originais e até de pianista num hotel a autor de música ambiente para espaços públicos, passou por de tudo um pouco, tornando este num período fervilhante e marcado por uma aprendizagem constante. 

A recta final de 2014 marca o nascimento do seu projecto musical a solo assim como dos primeiros temas originais. O segundo mês do ano seguinte, Fevereiro de seu nome, ficará para sempre associado à gravação das suas primeiras cinco músicas, em quarteto, assim como o penúltimo mês de 2015 foi testemunha da divulgação, e promoção nas plataformas digitais, do seu EP de estreia (sendo de destacar o single “Precious Love” que conquistou mais de cinco mil visualizações no YouTube).

Dito isto chegamos ao presente e à actual fase da sua carreira: este ano assinou contracto com a Music For All e abraçou uma vez mais a composição de temas originais. Os novos temas possuem uma maior diversidade, e riqueza, instrumental e integram o seu primeiro EP  distribuido no primeiro semestre de 2017.


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publicado por Carlos Gomes às 03:09
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Sexta-feira, 14 de Julho de 2017
PAN APRESENTA CANDIDATURA DE INÊS SOUSA REAL À CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA

Segunda-feira, dia 17 de Julho, pelas 18h30 no Espaço PAN

Apresentação da candidatura do PAN à Câmara Municipal de Lisboa por Inês de Sousa Real

Inês de Sousa Real, candidata pelo PAN – Pessoas-Animais-Natureza à Presidência da Câmara Municipal de Lisboa, apresenta na Segunda-Feira dia 17 de Julho, às 18h30 no Espaço PAN em Lisboa (Av. Almirante Reis, 81-B), a visão do partido para o futuro do município e as principais linhas orientadoras do seu programa para as eleições autárquicas.

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Este encontro pretende uma aproximação aos munícipes e contará também com a participação de Miguel Santos, Deputado Municipal do PAN em Lisboa e cabeça de lista para a Assembleia Municipal e de André Silva, Deputado do PAN na Assembleia da República e Mandatário da Candidatura.

Serão abordados os objetivos estratégicos subjacentes à expansão do ideário PAN por mais cidadãs e cidadãos e às causas que defendemos, procurando dar voz activa às preocupações de todos e todas relativamente à cidade.

O PAN assume em Lisboa o desafio de voltar a fazer história e dos portugueses poderem ver aumentada a representação na Câmara Municipal de Lisboa de um partido que é único na defesa dos direitos e dos interesses das pessoas, dos animais não humanos e da nossa casa comum: o planeta.



publicado por Carlos Gomes às 10:46
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Quarta-feira, 12 de Julho de 2017
PEDRO ALSAMA APRESENTA ” MADRUGADA” AO VIVO NAS FNACS

Depois dos singles “Sinking The Pleasure” e “A Wish”, chegou a vez das atenções se virarem para as atuações ao vivo do álbum “Madrugada”, de Pedro Alsama!

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O disco, que combina influências indie e folk, vem com o selo da Music In My Soul, e dá os melhores motivos para estar presente nos dois showcases, na zona de Lisboa, a acontecer neste mês de julho!

Conheçam as datas:

09.07 | FNAC @ Vasco da Gama, Lisboa, 17h

14.07 | FNAC @ Alfragide, Lisboa 21h30

Pedro Alsama é um projeto a solo existente desde 2000 – quase 15 anos de histórias musicadas e espalhadas ao longo de mais de 100 temas feitos pelo compositor de Rio Maior.

O Rock, o jazzístico, a poesia cantada, entre outros estilos, são experiências que Pedro leva a cabo na já sua longa carreira, pretendendo fazê-las chegar a um público mais abrangente.

Na primeira metade do milénio o cantautor assinou uma trilogia de discos a que chamou “The Anti-Music Machine”. “Childhood Stereotype” (2000), o capítulo inicial – obra ambiciosa de 20 temas construídos com guitarra acústica, elétrica, baixo e percussão - nasce do seu fascínio por “Kid A” dos Radiohead.

No segundo tomo, “The Dark Light at the End of the Tunnel It’s Growing” (2004), deixa-se abraçar pelas trevas, em temas que privilegiam a voz e o abstrato. Com o último “Hard on End” (2009), o título mais descomprometido e ambivalente da trilogia, o músico explora universos díspares que vão desde a pop, jazz e rock até ao experimentalismo.

Em 2015 Pedro Alsama editou um novo registo homónimo, que proporcionou canções como “Health” e “Shine”, num espetro mais derivativo da indie e folk rock. No último trimestre de 2016 o músico editou o seu mais recente álbum, “Madrugada”, antecedido pelos singles “Sinking the Pleasure” e “A Wish”.


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publicado por Carlos Gomes às 22:33
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BAI MING, O MAIS IMPORTANTE ARTISTA CHINÊS DA ACTUALIDADE, EXPÕE EM LISBOA

A Fundação EDP inaugurou hoje a exposição “Branco e Azul”, do artista chinês Bai Ming, em cerimónia que contou com a presença do próprio artista, dos curadores e do Dr. Miguel Coutinho, Administrador e Diretor-Geral da Fundação EDP. A iniciativa realiza-se ao abrigo da Cooperação Sino-Portuguesa em resultado do intercâmbio cultural entre os dois países com laços históricos de vários séculos.

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Trata-se de uma exposição de cerâmica e pintura, que explora os laços entre Portugal e China através da arte, um pouco como as porcelanas fizeram no tempo dos Descobrimentos. A exposição é baseada na ‘Cooperação Sino-Portuguesa e Resultados do Intercâmbio Cultural ao abrigo da Iniciativa ‘Uma Faixa, uma Rota’’. Os trabalhos de Bai Ming têm forte presença visual da cor azul: é ela que sugere o mar que liga historicamente Portugal e a China, que se liga à rota de seda e flui para os elementos da natureza que encontramos nas mais de 200 peças apresentadas em exposição.

Bai Ming é considerado o maior artista plástico contemporâneo da China.

Apresentou mais de 20 exposições individuais internacionalmente e na China, tendo publicado mais de 20 monografias sobre arte e filosofia e editado e publicado 11 séries de livros num total de 19 volumes.

Nascido em 1965, a cem quilómetros da antiga fabrica de porcelana imperial de Jingdezhen e tendo estudado na Escola de Belas Artes em Pequim, Bai Ming é hoje um reputado artista cuja actividade de professor e artista plástico contribui para renovar e dinamizar a criação contemporânea chinesa em cerâmica. Ele mistura tradições técnicas e tipologias ancestrais com as expressões mais modernas das artes plásticas. No campo pictórico, utiliza tintas a óleo, mas também outras tintas, num eclético estilo alterna composições geométricas e práticas gestuais. Graças a sua grande mestria técnica e conhecimento perfeito das artes do fogo, destaca-se na pintura dos esmaltes.

A abstração assertiva, a audácia e dinâmica de enquadramento, bem como a ligação dialética que o artista mantém com a antiga pintura chinesa capacita-o para criar uma forte expressão individual que mostra com que vigor da tradição chinesa é incessantemente renovada. Seu trabalho é galardoado com os maiores prémios na China e tem sido adquirido por colecionadores em todo o mundo. Sendo o elo entre o antigo e o moderno, leste e oeste e sendo considerado como um grande mestre no seu campo, costuma realizar numerosas conferências, na Ásia, na Europa e na América do Norte.

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 22:04
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MUSEU BORDALO PINHEIRO TEM OFERTA CULTURAL DIVERSIFICADA

Agora três propostas de uma só vez do Museu Bodalo Pinheiro:

1 – A oficina Mesa Posta oficina gratuita de desenho e gravura por Joanna Latka, no fim de semana de 15 e 16 de Julho (14.30, 18.30) - neste caso, e porque está integrado num projecto europeu InNova_Museum, haverá prioridade para as idades ente os 18 e os 35 anos (inscrição obrigatória;

2 - Uma visita com Anísio Franco à Lisboa de Bordalono dia 18, às 18.30, a começar no Largo Rafael Bordalo Pinheiro, junto ao Chiado (gratuita, mas de inscrição obrigatória);

3 - A inauguração da exposição de desenhos dos urban Sketchers sobre a Lisboa de Bordalo, no dia 19 às 18.30, na Sala da Paródia do Museu.

Três programas divertidos para ficar a conhecer um bocadinho melhor a obra de Rafael Bordalo Pinheiro

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publicado por Carlos Gomes às 21:21
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WANDERLUST 108: LISBOA SERÁ PALCO DO PRIMEIRO TRIATLO MINDFUL DO MUNDO

Belém | Corrida, Yoga e Meditação | 8 de outubro

Bilhetes à venda

Wanderlust 108 chega finalmente a Portugal e vai passar por Lisboa, uma das mais de 60 cidades selecionadas para fazer parte do tour internacional de 2017. Patrocinado a nível mundial pela a adidas, o Wanderlust 108 terá lugar no dia 8 de outubro de 2017, no Campus da Fundação EDP | MAAT, em Belém. 

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Ver o vídeo de apresentação.

Wanderlust 108 é um evento composto por uma corrida (ou caminhada) de 5 km, uma experiência de yoga única ao ar livre, e uma aula de meditação, guiada pelos melhores professores internacionais e nacionais. Mas há muito mais a acontecer neste dia pensado para libertar corpo e mente. Desde os DJ’s no palco principal, passando por atividades no relvado como hula hoop, yoga aéreo, e acroyoga, ao Kula Market (mercado de alimentação saudável e artesanato), e a uma zona de restauração, há muito que fazer quando não se está no tapete de yoga.  Professores, speakers e músicos reconhecidos a nível nacional e internacional completam o cartaz e prometem animar as mais de 2.000 pessoas esperadas no evento.

Pensado para todas as idades e gostos, Wanderlust 108 é um evento de Lifestyle que promove a atividade física e o contacto com a natureza, prometendo um dia repleto de atividades e “boas energias”.

Wanderlust 108 é produzido pela Wanderlust, o produtor dos maiores eventos de yoga e lifestyle do mundo, em parceria com a adidas.

"Estamos muito entusiasmados por trazer, para Lisboa, este grande evento internacional, o primeiro Triatlo Mindful do mundo e por poder proporcionar aos portugueses a sua primeira experiência Wanderlust. Esta é uma forma leve, inclusiva e divertida de conhecermos, e até de introduzirmos, o Mindfulness nas suas vidas. Temos a certeza que meditar ao ar livre, com milhares de pessoas, tendo o rio Tejo, o Museu da Eletricidade e o MATT como pano de fundo, será, certamente, uma experiência incrível, mesmo para quem nunca fez yoga ou meditação.”, refere Nuno da Silva Carvalho, CEO da SOMA, empresa responsável pela organização do evento Wanderlust em Portugal.

A missão da Wanderlust é ajudá-lo a encontrar o seu verdadeiro norte - para cultivar o seu melhor “eu”. Wanderlust 108 foi criado para apoiar essa missão em grande escala e fomentar o bem-estar individual e a mudança social positiva através da construção de uma grande comunidade, tendo efeitos positivos na sociedade, muito para além do próprio evento.

Bilhetes à venda em Eventbrite, Ticket Line, Worten, Fnac, El Corte Inglès, A.B.E.P. - a partir de 20 euros (early birds)



publicado por Carlos Gomes às 21:12
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“TIME MACHINE”, A ESTREIA INTERGALÁCTICA DOS ASTRONAUT IN CYBERSPACE

Naves espaciais. Seres alienígenas. E rock, muito rock. Isto é o que podemos esperar dos suecos Astronaut In Cyberspace, projeto que por entre as habituais viagens interestelares, edita agora o single “Time Machine”.

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Por entre a guitarra alada de Adam Öhrsvik, a atmosfera soturna criada pelo baixista Demba Lo e a garra do baterista Carl Resare, irrompe a voz, a guitarra e o sintetizador de Diene Faye. Esta é apenas a primeira de diversas novidades prometidas pelos Astronaut In Cyberspace para 2017, estando prevista uma digressão ibérica promovida pela Music For All.

E no início houve uma canção. “Astronaut in Cyberspace” começou por ser isso mesmo, uma canção, igual a tantas outras da autoria de Diene Faye (vocalista, guitarrista e mestre do sintetizador). A letra versava sobre um homem preso num videojogo interestelar e foi inspirada numa obra literária do autor Terry Pratchett. Por caprichos da vida o tema nunca veria a luz do dia, no entanto cumpriu a sua função: inspirou Adam Öhrsvik (guitarrista), levando lentamente este projeto musical para o tema espacial.

O duo conheceu-se em 2012 e das longas noites passadas em conjunto foram escritas, e gravadas, diversas músicas folk lo-fi. No entanto apenas no outono de 2014, momento em que as ambições do duo crescem, nasce a necessidade de levar a banda a outro patamar de qualidade. Para ajudar nessa demanda chegaram Demba Lo (baixista), amigo de longa data de Diene, e Jasper Johannesson (baterista), que haviam conhecido recentemente.

Estávamos já em 2015 quando surge o primeiro EP da banda. Neste registo homónimo constavam as primeiras composições do duo, agora interpretadas em quarteto.

O tema espacial manteve-se mas a sonoridade evoluiu, inspirando-se agora no rock alternativo dos anos 90 e em bandas como Radiohead, The Smashing Pumpkins ou Primal Scream. E assim nasceria, em meados de 2016, o LP “Aurora.exe”. Ao todo são dez os novos temas da banda, todos eles fiéis ao rock alternativo e a elementos psicadélicos. Assim parecia nascer um capítulo radioso da história dos Astronaut in Cyberspace.

No entanto o destino, sempre ele, parece ter particular prazer em delinear novas, e inesperadas, rotas. Pouco depois da edição do LP “Aurora.exe” Jesper abandona a banda e decide dedicar-se por inteiro aos estudos no estrangeiro.

Com a saída de Jesper foi necessário recuar e voltar a redefinir a estratégia. No início de 2017 inicia-se, assim, uma nova fase dos Astronaut in Cyberspace: Carl Resare (baterista) junta-se a Diene, Adam e Demba tornando uma vez mais o trio num quarteto. A sonoridade voltou a evoluir sendo atualmente descrita pela banda como “rock de alienação”.

O sucessor de “Aurora.exe” será conhecido ainda em 2017, sendo esperadas várias novidades ao longo do ano. Mas de todas as novidades a maior é mesmo a “Time Machine Tour”, digressão que se inicia na Suécia e que levará os nossos astronautas até aos palcos da Alemanha, Espanha e Portugal.

Paralelamente à digressão será também gravado um documentário intitulado, precisamente, “Time Machine Tour”. O objetivo é documentar o percurso de uma digressão no estrangeiro, ajudando assim todas as bandas/projetos que pretendam dar esse passo. As oportunidades, perigos, avisos e dicas serão, certamente, fundamentais para inúmeros artistas independentes. Marcelo Racana, reputado autor na Suécia, será o diretor e acompanhará a banda nesta digressão, a língua escolhida foi o inglês e o documentário será disponibilizado gratuitamente.

Espanha e Portugal receberão o quarteto em Outubro para uma digressão, literalmente, do outro mundo!


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publicado por Carlos Gomes às 21:05
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DANIEL MOON APRESENTA “BE DIFFERENT” AO VIVO NAS FNAC

Depois de dar a conhecer os seus exitos “Give More” e “Be Different”, Daniel Moon apresenta agora o seu novo EP ao vivo, no registo intimista que só um showcase permite, nas FNAC lusitanas.

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O EP “Be Different” é composto por cinco temas que entram no mundo da canção pop em formato jazzístico num harmonioso diálogo de sopros, metais e teclas. O registo já está disponível nas principais plataformas digitais e tem o selo da Music For All.

Conheçam as datas:

16.07 | FNAC @ Vasco da Gama, Lisboa, 17h

22.07 | FNAC @ Alfragide, Lisboa, 17h

23.07 | FNAC @ Colombo, Lisboa, 17h

03.09 | FNAC @ Almada, Lisboa, 17h

A aventura de Daniel Moon no atribulado e exigente mundo da música inicia-se sete anos após o seu nascimento. Foi precisamente com essa tenra idade que começou a ter aulas de piano, um instrumento tão complexo quanto encantador e tão desafiante quanto versátil.

Apenas dois anos mais tarde entra na Escola de Música do Conservatório Nacional, mais concretamente para o 1º Grau. O seu esforço e paixão pela música permitiram-lhe concluir com mérito oito graus, obtendo assim o merecido, e recompensador, diploma.

É neste fase que a Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal entra na sua vida. Durante os dois anos seguintes dedica-se afincadamente ao piano e à voz, perseguindo o objectivo de entrar no Ensino Superior de Jazz. E se até então o objectivo parecia de difícil concretização tudo viria a mudar quando, em pleno ano de 2010, começa a frequentar a Licenciatura de Jazz, na Variante de Piano, na Universidade de Évora. É por entre as arrebatadoras paisagens alentejanas, e o seu característico calor, que conclui com sucesso a referida licenciatura, concretizando assim uma das suas maiores ambições pessoais.

A fase inicial da sua carreira é marcada pela participação em diversos eventos musicais. Do Dia Mundial da Voz a celebrações de matrimónios, de membro de projectos de escola a parte integrante de bandas com os seus próprios originais e até de pianista num hotel a autor de música ambiente para espaços públicos, passou por de tudo um pouco, tornando este num período fervilhante e marcado por uma aprendizagem constante. 

A recta final de 2014 marca o nascimento do seu projecto musical a solo assim como dos primeiros temas originais. O segundo mês do ano seguinte, Fevereiro de seu nome, ficará para sempre associado à gravação das suas primeiras cinco músicas, em quarteto, assim como o penúltimo mês de 2015 foi testemunha da divulgação, e promoção nas plataformas digitais, do seu EP de estreia (sendo de destacar o single “Precious Love” que conquistou mais de cinco mil visualizações no YouTube).

Dito isto chegamos ao presente e à actual fase da sua carreira: este ano assinou contracto com a Music For All e abraçou uma vez mais a composição de temas originais. Os novos temas possuem uma maior diversidade, e riqueza, instrumental e integram o seu primeiro EP  distribuido no primeiro semestre de 2017.


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publicado por Carlos Gomes às 21:00
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“A ORIGEM”, O PONTO DE PARTIDA DE ANDRÉ ABUJAMRA

Místico. Universal. Intemporal. Estas são apenas três das caraterísticas que rapidamente associamos à música de André Abujamra. Este é o homem que liderou a banda do talk show “Agora é Tarde”, apresentado por Rafinha Bastos e que, nos pujantes anos 90 esteve por detrás da banda sonora da mítica série infanto-juvenil brasileira “Castelo Rá-Tim-Bum”, da TV Cultura. O músico e compositor brasileiro estreia-se com o vibrante single “A Origem”, transportando-nos para uma realidade sem tempo onde países e continentes mesclam as suas culturas e influências de forma impar.

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Revestido de elementos, instrumentos e sonoridades da cultura brasileira e africana, este é um tema de ritmo frenético. A Music For All introduz ao público nacional um artista ímpar que já percorreu caminhos no teatro, na televisão, no cinema e que viu o disco de um dos seus projetos, a banda Karnak, ser eleito um dos dez melhores de sempre de Latin Rock pela reputada Rolling Stone.  

André Cibelli Abujamra é, muito possivelmente, um dos artistas mais versáteis do Brasil. Homem de mil talentos, e de inspiração infinita, a ele pertencem alguns dos projetos e criações mais extraordinários da música, teatro, televisão e cinema brasileiro.

Estudou ópera. Cursou regência na FAAM, em São Paulo, e embora não tenha concluído extraiu daí preciosos ensinamentos para a restante carreira.

Inicia a sua carreira na década de 80. Juntamente com Maurício Pereira fundou a banda “Os Mulheres Negras”, denominando-se o duo como “a terceira menor big band do mundo”. Com este projeto editou dois discos: “Música e Ciência” (1988) e “Música Serve pra Isso” (1990). Depois de uma pausa, e de outros projetos terem surgido, encontram-se agora em plena gravação de um novo trabalho de originais.

Mas este não foi a única banda de André. Pouco tempo depois nascem os Karnak. Aqui os tradicionais e os modernos sons brasileiros misturaram-se com o rock, o pop e a música eletrónica. A ideia ganhou forma no decorrer de uma viagem ao Egipto depois de Abujamra ter despertado para a diversidade de sons e instrumentos inerentes às diferentes culturas e países. Nesta viagem André visitou uma pequena vila onde existe um complexo de antigos templos do Egipto. E qual o nome desta vila? Nada mais, nada menos, do que…Karnak.

Entre 1994 e 2006 editaram quatro discos e um documentário (intitulado “O Livro Multicolorido de Karnak”). É impossível não destacar o registo de estreia e a sua fantástica recepção junto da crítica especializada nacional e internacional. Foi, inclusivamente, incluído na lista dos 10 Melhores Álbuns de Latin Rock de sempre pela prestigiada revista Rolling Stone.

Mas irrequieto e criativo como é André Abujamra seria apenas uma questão de tempo até apostar numa carreira a solo. Entre 2004 e 2015 edita quatro álbuns, estando o quinto capítulo desta história previsto para meados de 2018.

Para falar de André Abujamra é também falar de teatro, televisão e cinema. No primeiro assinou diversas peças, as suas trilhas venceram sete prémios da reputada Associação dos Produtores de Espetáculos Teatrais de São Paulo (APETESP) e foi o mais novo vencedor de sempre do prémio Molieré (com a peça “Encontrar-se”).

Enquanto ator participou em dez filmes e em sete produções televisivas, nomeadamente “Saramandaia” e “Agora é Tarde” onde liderou a banda do talk-show apresentado pelo comediante Rafinha Bastos.

Por sua vez no cinema compôs a trilha sonora de mais de cinco dezenas de filmes brasileiros tendo sido premiado, em quatro ocasiões diferentes, no Festival de Cinema de Gramado e no Grande Prémio do Cinema Brasileiro por duas vezes também. Por entre a vastíssima lista de obras com contributos seus destaca-se “Castelo Rá-Tim-Bum”, série infanto-juvenil de muito sucesso da TV Cultura.

Abujamra já percorreu o mundo. Já encantou multidões. Já fez sonhar miúdos e graúdos. Já explorou os cantos e recantos do globo, usando o que aprendeu nas diferentes viagens para enriquecer ainda mais as suas obras. Mas existe um passo que André ainda não deu: apresentar-se perante o público português. Esse dia finalmente chegou. 2017 é o ano em que Portugal ficará a conhecer o génio que dá pelo nome de André Abujamra.  

Citação da Rolling Stone (EUA) sobre o disco “Karnak” (1994):

“Uma tapeçaria exuberante de internacionais idiomas funky, o primeiro LP do grupo de São Paulo resume a fome ilimitada do Brasil por todo o tipo de música - do reggae brasileiro aos cantos do Médio Oriente. Uma obra-prima subestimada, do começo ao fim.”


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publicado por Carlos Gomes às 09:09
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ALMIR CHIARATTI EM DIGRESSÃO POR PORTUGAL

Depois de meses a explorar a obra e a antecipar a visita a Portugal, é por fim chegada a altura de recebermos Almir Chiaratti de braços abertos! O autor de “É o Fim” dará início à sua digressão lusitana com apresentações ao vivo nas FNAC portuguesas, rumando depois para espaços em Lisboa, Braga, Évora e Vila Pouca de Aguiar.

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Na bagagem o músico do Rio de Janeiro trará as canções de “Bastidores do Sorriso”, mas também do seu sucessor ainda sem título, do qual já foi extraído o intrigante “Triz”. Mais datas serão anunciadas brevemente.

Conheçam os locais e as datas:

07.07 | FNAC Alfragide, Lisboa, 21h30

08.07 | FNAC Vasco da Gama, Lisboa, 17h

12.07 | B.leza, Lisboa, 19h30

13.07 | TOCA, Braga, 22h

14.07 | Club 11, Vila Pouca de Aguiar, 22h

15.07 | Mói-te Bar, Évora, 22h

Almir Chiaratti é um cantor, compositor e multi-instrumentista radicado no Rio de Janeiro nascido no distinto ano de 1988 no Rio Grande do Sul. Desde que se conhece que a música faz parte da sua vida, tendo crescido ao som dos clássicos do rock da década de 70 e do movimento cultural brasileiro que ficou para sempre conhecido como Tropicália.

A sua estreia no exigente mundo da música deu-se em 2015, quando editou o álbum “Bastidores do Sorriso”. Com influências da Música Popular Brasileira (MPB), mas também do rock psicadélico tão característico dos Mutantes, este trabalho registou a sua entrada no mundo adulto e os desafios, dúvidas, problemas e escolhas inerentes a esta fase tão importante da nossa existência.

Em parceria com o cineasta Pedro Freitas concebeu, realizou e filmou o videoclip do primeiro single do disco, “Teu Caminho”. Posteriormente participou em inúmeros festivais e competições, brasileiras e internacionais, tendo inclusivamente vencido o prémio de Melhor Videoclip Internacional no Urban Media Makers Film Festival, em Atlanta (EUA) e sendo escolhido como Melhor Videoclip pelo site DailyMotion no festival Rio Web Fest. Nota ainda para a presença do disco na lista Melhores Discos Brasileiros de 2015, do reputado site brasileiro Tenho Mais Discos Que Amigos.

Almir define este seu primeiro registo discográfico, onde as referências e influências musicais pululam de tema em tema, de forma simples: “As canções transitam por esses sentimentos, por trás do sorriso que envergamos para tocar a vida todos os dias. Acho que isso fica claro no título do disco: o que se passa nos bastidores do sorriso, nos bastidores da dor? Há músicas mais intimistas com temas existencialistas. Mas também há temas sobre amor, seja ele correspondido ou não. Tudo isto se encontra embebido em poesia, ironia e algumas gotas de sarcasmo.”

Almir Chiaratti pode ter a profundidade dos grandes músicos de outrora mas tem na alma a modernidade do presente. Conhecedor da capacidade agregadora da internet, e das comunidades online, recorreu a uma campanha de financiamento colectivo. O objectivo foi alcançado e assim aconteceu o concerto de lançamento do álbum. Seis meses depois Almir surpreende tudo e todos e graças a uma parceria com Luiz Felipe Netto e Luiz Tornaghi é lançado digitalmente o EP “Bastidores ao Vivo”. Este registo sonoro do concerto de apresentação foi mixado por Netto e masterizado por Tornaghi, dando origem a um produto final arrebatador. Este álbum conheceria ainda um segundo single, “Navegantes de Noé”, também ele com direito a videoclip, neste caso realizado pelo próprio em parceria com a Jaé Filmes.

Mas o percurso artístico de Almir não se fica por aqui! Aventurou-se na função de produtor ao acompanhar todo o processo do EP de estreia do cantor, e compositor, Diego Marques, com quem já havia trabalhado anteriormente. E passou também pelos palcos, ao assinar a produção do musical do espectáculo de dança “Cheiro de Manga”, em parceria com a bailarina Laura de Castro, composto por Eduardo Rezende.

A recta final de 2016, e a conturbada realidade política do Brasil, motivou e influenciou Almir, surgindo assim o tema “Terceiro Turno” (com a participação de Felipe Pacheco da banda Baleia, no violino, e do regente Vitor Damiani). A produção daquele que será o seu segundo trabalho de originais está a cargo de Eugenio Dale (reputado profissional que trabalhou anteriormente com Ney Matogrosso e Sergio Mendes).

Para 2017 aguardam-no novos desafios e um caminho nunca antes percorrido: uma digressão em Portugal e a edição do sucessor de “Bastidores do Sorriso”.


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publicado por Carlos Gomes às 08:58
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Terça-feira, 11 de Julho de 2017
PAN CONCORRE EM OEIRAS A TODOS OS ÓRGÃOS AUTÁRQUICOS

PAN pretende reforçar a sua posição em Oeiras concorrendo a todos os órgãos autárquicos

  • Candidaturas próprias a todos os órgãos autárquicos
  • Objetivo é combater a abstenção e cativar o público jovem
  • Dar mais voz aos munícipes através de uma cultura de proximidade e transparência, fomentando o espírito participativo da comunidade
  • Sustentabilidade e planeamento ambiental do concelho, educação e cultura, mobilidade e acessibilidade

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza – lança hoje a sua candidatura às Eleições Autárquicas no Concelho de Oeiras. Pedro Torres é o candidato do PAN à Câmara Municipal de Oeiras e Sílvia Marques recandidata-se à Assembleia Municipal. Procurado reforçar a sua posição no concelho, o partido concorre a todos os órgãos autárquicos. Carlos Ricardo é candidato pela União das Freguesias de Oeiras e S.Julião da Barra, Paço de Arcos e Caxias, Vasco Velez lidera a lista para a União de freguesias de Carnaxide e Queijas. A União das Freguesias de Algés, Linda-a-Velha, Cruz Quebrada e Dafundo terá como candidata Margarida Farrajota. Ana Cristina Cunha é candidata à Junta de Freguesia de Barcarena e Ivete Gonçalves à Junta de Freguesia de Porto Salvo.

A candidatura apresenta como principais linhas orientadoras a sustentabilidade e planeamento ambiental do concelho, a preocupação com a educação e cultura, a necessidade de criar mobilidade e acessibilidade, além da atenção natural que merece a política pública sobre a proteçãosaúde e bem-estar Animal.

Nunca se falou tanto de animais em Oeiras como nos últimos 4 anos e o facto de o PAN ter representação na Assembleia Municipal de Oeiras muito influenciou essa mudança.  A política dos canis de abate foi finalmente abandonada, o Programa RED (Recolha-Esterilização-Devolução) verdadeiramente implementado, aumentando a sua eficácia através da abertura do Centro de Apoio Animal, no Jardim de Oeiras, onde se realizam esterilizações gratuitas às colónias do Concelho. Oeiras tornou-se, inclusive, pioneiro em alguns serviços tais como o SOS PET – a ambulância de transporte, e a linha de urgência animal. Os pombos também não foram esquecidos com a implementação de um programa piloto de Pombais Contraceptivos.

Com o objetivo de aprofundar o trabalho já realizado, o PAN pretende criar um Regulamento Animal que, entre outros, reconheça o trabalho que muitos munícipes fazem pela autarquia a título voluntário, cuidando e alimentando os animais. O partido pretende também garantir o bem-estar animal, criando a figura de Provedor/a dos Animais e promovendo ações de sensibilização junto da população.

Esta candidatura tem também como prioridade dar mais voz aos munícipes através de uma cultura de proximidade e transparência, fomentando o espírito participativo da comunidade.

O Poder Local tem um papel fundamental no desenvolvimento das comunidades locais e na formação cívica dos cidadãos. Segundo a investigação da Associação Cívica Transparência e Integridade, a Câmara de Oeiras regrediu no ranking encontrando-se na posição 176. Há que inverter esta situação e fazer com que os munícipes sejam ‘A voz no seu município’”, explica Pedro Torres, candidato à Câmara Municipal de Oeiras.

No sentido de diminuir a pegada ecológica do Concelho salvaguardando os recursos naturais existentes, permitindo a sua conservação e uso sustentável, e em conjunto com a sociedade civil, o PAN pretende denunciar o Plano de Pormenor da Margem Direita da Foz do Rio Jamor (PPMDRJ), que irá provocar uma expansão massiva da densidade urbanística na zona ribeirinha, sendo desadequado no tempo e insustentável quer a nível estrutural, social e ambiental. O partido defende ainda a manutenção da classificação do solo como Reserva Ecológica Nacional (REN) e Reserva Agrícola Nacional (RAN), áreas que têm vindo a diminuir drasticamente neste Concelho.

Para aprofundar a identidade de Oeiras preservando o seu património cultural e ambiental, potenciando ao mesmo tempo a economia local através do turismo, e após a atualização e levantamento do património, esta candidatura pretende desenvolver políticas que permitam reabilitar, restaurar e sensibilizar a população para a riqueza patrimonial do concelho.

O PAN quer também incentivar o comércio justo numa lógica de proximidade e sustentabilidade com a criação de hortas comunitárias e pomares, impulsionando o método de produção agrícola biológico;

“A introdução de uma nova dinâmica e metodologia de agricultura urbana poderá tornar-se num novo ramo cluster económico que a Câmara Municipal de Oeiras deverá investir, com a criação da marca “Oeiras – Produto Local”, um produto de denominação local aproveitando as condições excepcionais do clima e solo de Oeiras, tornando-se num elemento agregador e de marca distintiva no nosso Concelho”, acrescenta Sílvia Marques, candidata à Assembleia Municipal de Oeiras.

Na temática de mobilidade e acessibilidade, o PAN considera essenciais serem pensadas ligações verdes, por cima ou por baixo das infraestruturas rodoviárias, garantindo a continuidade do corredor ecológico e dessa forma o cumprimento da sua função básica de reduzir os efeitos da fragmentação dos ecossistemas. Pretende-se readaptar e transformar a linha do SATU num jardim suspenso pedestre, criando um caminho verdejante, com vista panorâmica, num percurso de 1,2km, constituído por um jardim com vegetação, plantas herbáceas e perenes autóctones.

Com uma candidatura reforçada no Concelho de Oeiras, o partido quer contribuir com ideias alternativas, de forma a diminuir a abstenção, fator crítico e decisivo para a saudável manutenção da democracia, tentando alcançar maior representação na autarquia, ao nível da Assembleia Municipal e vereação, podendo desta forma promover a aceitação de ideias e desenvolver soluções para uma melhor qualidade de vida no município.

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Pedro Torres – Candidato à Câmara Municipal de Oeiras

Pedro Torres, naturalde Lisboa, viveu em Oeiras na maior parte dos seus 37 anos de vida. A sua atividade profissional nos últimos dez anos centrou-se na indústria seguradora, sendo que os projetos mais recentes incidiram sobre a gestão de riscos cibernéticos, fruto de especialização académica na área.

Com interesses variados na vertente académica, as suas preferências recaem pela prevenção e gestão de riscos, análise prospetiva e planeamento estratégico do ponto de vista da segurança.

O candidato revê-se por inteiro nas causas do PAN, onde se inscreveu em janeiro de 2015. O contacto com a Natureza tem sido uma constante ao longo dos anos, pelo que cedo adquiriu consciência da urgência em preservaros ecossistemas.

Ao nível social tem atuado principalmente como voluntário na formação de jovens, apesar de periodicamente contribuir noutras áreas para as mais variadas instituições. Quanto à causa animal, a sua interação com animais desde muito novo, seja na aldeia do seu Pai como em casa, fez crescer em si um respeito enorme por todos os seres vivos, sendo o visionamento dos animais no seu habitat natural um dos principais motivos das suas viagens.

A necessidade de combater a abstenção, vontade de contribuir e participar ativamente na vida sociopolítica do Concelho,associados ainda ao conhecimento profundo do Município, foram as principais razões para encabeçar o projeto de candidatura em Oeiras.

Nas palavras do candidato, “temos de começar por algum lado, a indiferença é o maior inimigo das sociedades democráticas, chegou a altura de nos centrarmos naquilo que é importante para o nosso futuro e isso passa por todos dedicarmos um pouco do nosso tempo, sendo a ação local um excelente ponto de partida para se iniciar a mudança”.



publicado por Carlos Gomes às 11:55
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ARGANILENSES TRAZEM FOLCLORE AO CORAÇÃO DE LISBOA

O Largo do Corpo Santo, em Lisboa, foi este fim-de-semana o palco de um excelente festival de folclore que juntou gentes da Beira Litoral, Alta Estremadura, Durienses, da região do Mondego e da zona de Arganil que trouxeram até à capital o melhor dos seus usos e costumes, das suas danças, cantares e formas de trajar.

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Organizado pelo Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa, o festival contou ainda com a participação do Rancho Folclórico “Os Camponeses da Beira-Ria”; o Rancho Folclórico “Flores de Verde Pinho” do Coimbrão; o Rancho Folclórico e Etnográfico da Eira Pedrinha e o Rancho Típico da Amorosa.

O público era numeroso e interessado, não se cansando de aplaudir os grupos participantes, ao mesmo tempo que não dava descanso a quem trabalhava nas tasquinhas em redor.

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 11:12
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MUNICÍPIO DE LISBOA EVOCA ARQUITECTO VENTURA TERRA

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publicado por Carlos Gomes às 10:31
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Domingo, 9 de Julho de 2017
PARTIDO "OS VERDES" QUER ALTERAR A LEI DE ASSISTÊNCIA AOS BANHISTAS

O PEV quer reabrir no parlamento a discussão sobre época balnear e assistência a banhistas nas praias

Tendo em conta o número de mortes que se continua a verificar nas praias portuguesas, especialmente fora da época balnear e, portanto, em praias onde não existe vigilância e assistência a banhistas, os Verdes consideram que é tempo de relançar o debate e de procurar soluções mais adequadas.

Assim sendo, o PEV entregou um Projeto de Lei na Assembleia da República, que propõe alargar a época balnear; responsabilizar o Estado pela contratação de nadadores salvadores nas praias não vigiadas e promover a sensibilização dos banhistas para uma cultura de segurança nas praias.

PROJETO DE LEI Nº        /XIII/2ª

ASSISTÊNCIA A BANHISTAS

No ano de 2003 o PEV apresentou, na Assembleia da República, o Projeto de Lei nº 341/IX que resultava da constatação de que o regime de assistência a banhistas em vigor datava de 1959 e que se encontrava desajustado daquela que era a necessidade de segurança das zonas balneares, numa realidade de elevada frequência das praias por banhistas. Esta iniciativa legislativa foi motivada pelo facto de no ano de 2003 terem ocorrido, em número muito preocupante, várias mortes por afogamento nas praias portuguesas, acontecimentos trágicos que mereciam uma reflexão e uma atuação em relação a um problema que estava nitidamente colocado. Os Verdes consideraram, então, que era preciso agir por várias vias, entre as quais a legislativa, adequando o regime de assistência a banhistas.

Entre outras, as duas preocupações do PEV, que se revelavam centrais, assentavam no facto de a época balnear ser imposta com uma duração restrita, tendo em conta os hábitos de frequência das praias por parte dos cidadãos e, por outro lado, no facto de muitas praias, efetivamente muito frequentadas, não serem vigiadas, na medida em que só aquelas concessionadas é que têm a presença de nadador-salvador, estando a cargo dos concessionários a sua contratação.

De modo a dar resposta a essas preocupações, os Verdes propuseram, no referido Projeto de Lei, que a época balnear fosse alargada dois meses (em vez de começar a 1 de junho, começaria a 1 de abril), tendo em conta que é um mês que leva muitas pessoas a frequentar as praias, na medida em que o tempo que se faz sentir nesse período já se torna convidativo a essa prática. Mais, o PEV propôs que os nadadores-salvadores deixassem de ser contratados pelos concessionários das praias e passassem a ser contratados pelo Instituto de Socorro a Náufragos, o qual se encontra na dependência da Direção-Geral da Autoridade Marítima. Este facto permitiria que as praias não concessionadas não ficassem desprovidas de vigilância. Nas praias concessionadas, o respetivo concessionário pagaria, à Autoridade Marítima, uma taxa de assistência balnear, de modo a contribuir para o pagamento devido aos nadadores-salvadores da respetiva praia.

Este Projeto de Lei mudava, portanto, o paradigma da vigilância nas nossas praias. Foi debatido em janeiro de 2004, juntamente com um outro Projeto de Lei (nº406/IX do PSD e do CDS-PP), e, depois de um trabalho desenvolvido na discussão na especialidade, foi aprovado por unanimidade, resultando na lei nº 44/2004. Esta lei avançou, assim, no novo paradigma necessário, prevendo, designadamente: (i) que a contratação de nadadores salvadores, assegurando uma prestação dos seus serviços, no período da época balnear, competia ao Ministério das Cidades, Ordenamento do Território e Ambiente, no âmbito dos seus órgãos regionais; (ii) que os concessionários tinham obrigação de colaborar e cooperar com as entidades de superintendência de garantia da segurança dos banhistas e o dever de liquidar com prontidão as taxas devidas nos termos do contrato de concessão; (iii) que nas praias de banhos não concessionadas competia às entidades a indicar pelo Governo providenciar pela existência de material e equipamento de informação, vigilância, socorro e salvamento; (iv) que a época balnear seria definida para cada praia de banhos concessionada em função das condições climatéricas e das características geofísicas de cada zona ou local, das tendências de frequência dos banhistas e dos interesses sociais ou ambientais próprios da localização, e que seria fixada por portaria a publicar até 31 de Janeiro de cada ano, sob proposta dos presidentes das Câmaras Municipais abrangidas, podendo, assim, ir para além do período de 1 de junho a 3º de setembro.

Entretanto, a lei não foi regulamentada pelo Governo PSD/CDS e o Governo que se seguiu, do PS, em vez de regulamentar a lei, como lhe era devido, veio alegar que, não estando o diploma regulamentado, era preciso que os concessionários retomassem rapidamente a obrigação de contratar os nadadores salvadores, libertando-se o Estado dessa obrigação. Mas, o Governo não deixou de manifestar a sua discordância com a Lei que a Assembleia da República tinha aprovado, não querendo assumir encargos com a contratação de nadadores-salvadores (questão que colocou, infelizmente, à frente da maior e mais eficaz segurança dos banhistas), e pretendendo que se retomasse o regime anterior. Assim, aprovou aquele que viria a ser publicado como o Decreto-lei nº 100/2005, em cuja exposição de motivos se pode ler o seguinte: «não obstante, constata-se na Lei nº 44/2004 que as opções feitas em sede da atribuição de determinadas competências aos departamentos da administração por ela abrangidos não se enquadram na natureza do serviço público que tais departamentos visam prosseguir, nem correspondem a soluções eficazes do ponto de vista da segurança dos banhistas. Caso paradigmático é o da responsabilização das comissões de coordenação e desenvolvimento regional pela contratação de nadadores-salvadores nas praias de todo o território do continente. Neste contexto, considerando a proximidade temporal da habitual abertura da época balnear e atendendo à primeira necessidade, que é a de garantir a assistência e a vigilância nas praias, importa assegurar que os concessionários das praias mantêm a responsabilidade pela contratação dos nadadores-salvadores e respetiva prestação de serviços durante a época balnear, em consonância com a prática vigente».

Tudo continuaria, assim, na mesma, excetuando a possibilidade de as Câmaras Municipais poderem antecipar ou prolongar a época balnear!

Os Verdes lamentam que o Governo do PS tenha, então, num ato de duvidosa democraticidade (por revogação de um diploma decorrente de um ato legislativo da Assembleia da República, ainda por cima aprovado por unanimidade), levado a que o estado das coisas se mantivesse.

Entretanto, o Decreto-Lei nº 135/2009, que define a qualidade das águas balneares, procedeu a uma alteração à Lei nº 44/2004, tendo sido posteriormente alterado pelo Decreto-Lei nº 113/2012, e atualmente o regime de fixação da época balnear está estipulado precisamente nos seguintes termos: a sua duração estabelece-se em função dos períodos em que se prevê uma grande afluência de banhistas, tendo em conta as condições climatéricas e as características geofísicas de cada zona ou local, e os interesses sociais ou ambientais próprios da localização; o procedimento da sua definição inicia-se com a apresentação pelos municípios interessados à APA (Agência Portuguesa do Ambiente) de propostas de duração da época balnear para águas balneares, até 30 de Novembro do ano precedente ao da época balnear em causa; a APA comunica as propostas recebidas à comissão técnica, a qual elabora uma proposta final de duração da época balnear para cada água balnear juntamente com a decisão de identificação de águas balneares; a época balnear para cada água balnear é fixada por portaria; na ausência de definição da época balnear de uma água balnear nos termos dos números anteriores, a mesma decorre entre 1 de Junho e 30 de Setembro de cada ano.

Decorridos todos estes anos, e tendo em conta o número de mortes que se continua a verificar nas praias portuguesas, especialmente fora da época balnear e, portanto, em praias onde não existe vigilância e assistência a banhistas, os Verdes consideram que é tempo de relançar o debate e de procurar soluções mais adequadas.

No presente ano, já morreram por afogamento mais de 40 pessoas em Portugal, uma boa percentagem das quais no mar e fora da época balnear. São números muito preocupantes que requerem intervenções em várias frentes, seja ao nível da sensibilização dos cidadãos, seja ao nível da garantia de vigilância nas praias.

Assim, tendo em conta as «normais» condições meteorológicas que Portugal costuma conhecer nos diferentes meses do ano, o PEV considera que a época balnear deve mesmo ser antecipada, em todo o território nacional, para o dia 1 de abril. No mês de abril já é hábito que o tempo permita e convide a que muitas pessoas se desloquem até às praias para se banhar no mar ou nos rios. O regime em vigor, que permite às autarquias determinar prolongamento da época balnear na sua circunscrição territorial, deve manter-se, mas o período mínimo obrigatório de época balnear deve efetivamente ser alargado.

Para lá desse período mínimo, que pode ser prolongado, é determinante que os cidadãos que frequentam as praias tenham consciência de perigos que podem correr no caso de assumirem comportamentos de risco. Nesse sentido, o PEV propõe que o Estado assegure campanhas de sensibilização dos cidadãos para esses mesmos perigos, sejam eles, no mar, ou em praias fluviais e lacustres. A verdade é que são várias as frentes em que é preciso atuar para combater posturas de risco e para desenvolver uma cultura de segurança.

Para além dessas questões, o que o PEV considera elementar decorre da impossibilidade de continuarmos a tolerar que o facto de uma praia não ter qualquer concessionário seja motivo para as praias não serem vigiadas. Nesse sentido, em praias não concessionadas, mas efetivamente frequentadas por banhistas, o Estado deve mesmo assumir essa responsabilidade de garantir segurança aos cidadãos e, consequentemente, de contratar nadadores salvadores para proceder à assistência aos banhistas.

Desta forma, o Grupo Parlamentar Os Verdes apresenta, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o seguinte Projeto de Lei:

Artigo 1º

Objeto

A presente Lei altera a Lei nº 44/2004, de 19 de agosto, com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei nº 100/2005, de 23 de junho, bem como pelo Decreto-Lei nº 135/2009, de 3 de junho, republicado pelo Decreto-Lei nº 113/2012, de 23 de maio.

Artigo 2º

Alteração à Lei nº 44/2004, de 19 de agosto

É alterado o artigo 5º da Lei nº 44/2004, de 19 de agosto, passando a ter a seguinte redação:

«Artigo 5º

Competências

O cumprimento da garantia de assistência aos banhistas compete às seguintes entidades:

  1. (…)
  2. (…)
  3. (…)
  4. (…)
  5. (…)
  6. Ao Ministério da Defesa, através da Autoridade Marítima, contratar os nadadores salvadores para as praias não concessionadas, assegurando a prestação dos seus serviços no período da época balnear;
  7. (anterior alínea f))
  8. Ao Ministério da Defesa e ao Ministério do Ambiente, respetivamente através da Autoridade Marítima Nacional e da Agência Portuguesa do Ambiente, programar ações de sensibilização e de informação aos banhistas, para contruir uma cultura de segurança nas praias.
  9. (anterior alínea g))»

Artigo 3º

Alteração ao Decreto-Lei nº 135/2009, de 3 de junho

É alterado o artigo 5º do Decreto-Lei nº 135/2009, de 3 de junho, passando a ter a seguinte redação:

«Artigo 5º

Duração da época balnear

  1. (…)
  2. (…)
  3. (…)
  4. (…)
  5. Na ausência de definição da época balnear de uma água balnear nos termos dos números anteriores, a mesma decorre entre 1 de abril e 30 de setembro de cada ano

Artigo 4º

Entrada em vigor

O presente diploma começa a vigorar com a entrada em vigor do Orçamento de Estado seguinte ao da sua publicação.

Assembleia da República, Palácio de S. Bento, 6 de julho de 2017

Os Deputados

Heloísa Apolónia                                                                              José Luís Ferreira



publicado por Carlos Gomes às 23:15
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OEIRAS: RIBEIRA DA LAGE ACOLHE FESTIVAL DE FOLCLORE

Acabou há instantes na localidade da Lage, no concelho de Oeiras, o 39º Festival de Folclore organizado pelo Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage, um dos grupos folclóricos minhotos da região de Lisboa que se vem distinguindo pelo seu crescente dinamismo.

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A pequena localidade, pertencente à Freguesia de Porto Salvo, despertou ao som das concertinas e do rufar dos bombos, à boa maneira das festas e romarias da nossa região.

Neste festival, cada vez mais concorrido de público, participaram o Grupo de Danças e Cantares de Cabeça Santa – Penafiel; o Grupo de Danças e Cantares da Chamusca e Ribatejo – Chamusca e o Rancho Folclórico Paço Vedro Magalhães – Ponte da Barca, além naturalmente do anfitrião Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage – Oeiras.

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A iniciativa que decorreu no Centro Cultural da Ribeira da Lage contou com a presença da Drª Eduarda Conceição em representação da Câmara Municipal de Oeiras e ainda do Presidente da Junta de Freguesia de Porto Salvo, Dr. Dias Antunes.

O festival iniciou-se com a realização de um pequeno desfile pelas ruas mais próximas do referido Centro Cultural, após o qual passaram pelo palco sob o aplauso entusiasmado do público. E, após uma breve cerimónia formal de entrega de lembranças aos grupos participantes, na qual também o BLOGUE DO MINHO foi distinguido, teve lugar a exibição em palco dos grupos folclóricos.

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Anos após ano, “Os Minhotos” da Ribeira da Lage vêm melhorando o seu desempenho no que respeita à forma como representam o nosso folclore e ainda à organização do seu próprio festival, registando cada vez uma maior afluência de público. E, para surpresa geral, apresenta-se de uma forma condigna que em nada desmerece muitos dos melhores grupos do Minho. Afinal de contas, “Os Minhotos” da Ribeira da Lage também são minhotos e, como tal, conhecem bem as suas próprias tradições e não deixam por mãos alheias os seus créditos na arte de bem cantar e dançar à moda do Minho!

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publicado por Carlos Gomes às 21:36
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Sábado, 8 de Julho de 2017
VASCO DA GAMA PARTIU RUMO À ÍNDIA HÁ 520 ANOS – PORQUE NÃO TEM LISBOA UM MONUMENTO EM SUA HOMENAGEM?

Faz hoje precisamente 520 anos sobre a data da expedição de Vasco da Gama rumo à Índia, com partida da praia de Belém. Às ordens do Rei D. Manuel I, de Portugal, o Capitão-Mór chefiou uma esquadra constituída por 4 naus – São Gabriel, São Rafael, Bérrio e São Miguel – com uma tripulação total de 170 homens, entre marinheiros, soldados e religiosos.

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Investido de funções diplomáticas e militares, Vasco da Gama levou consigo cartas de D. Manuel I destinadas aos soberanos dos reinos com quem iria contactar e padrões para colocar nas terras onde iria aportar. Cerca de um ano depois, Vasco da Gama aportou em Calecute, comprovando a passagem de Sueste investigada por Bartolomeu Dias e que veio abrir caminho aos portugueses o acesso ao negócio das especiarias até então dominado pelos muçulmanos.

Foram muitas as consequências do descobrimento do caminho marítimo para a Índia por Vasco da Gama, mas salientamos os mais importantes:

- O reconhecimento da costa oriental africana uniu os três grandes continentes – Europa, Ásia e África – abrindo ao ocidente o conhecimento do vastíssimo Oriente;

- Deslocou do Mediterrâneo para o Atlântico o eixo principal da actividades comercial, situação que se mantém até à actualidade;

- No domínio religioso, enfraqueceu o poderio do Islão e abriu caminho à expansão da Cristandade;

- Operou uma profunda transformação mental no que respeita ao conhecimento humano, contribuindo para a formação de um novo espírito científico segundo o qual “a experiência é a mãe de todas as coisas”, constituindo uma das bases do Renascimento.

A grandeza e importância histórica do descobrimento do caminho marítimo para a Índia dispensa qualquer explicação com vista ao seu esclarecimento – ao invés, o mesmo já não se pode dizer em relação à indiferença por parte de Lisboa perante um tão grande feito levado a cabo por um dos maiores vultos da História de Portugal!

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publicado por Carlos Gomes às 16:45
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BEIRÕES EM LISBOA LEVAM HOJE FOLCLORE AO CORPO SANTO

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publicado por Carlos Gomes às 10:04
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Sexta-feira, 7 de Julho de 2017
“HINO VITÁVEL – ACTO I”, A PROVA DE VIDA REIVINDICATIVA DOS SOPA D’ALMA

Portugal e a crise são dois temas que, infelizmente, parecem ligados umbilicalmente. Tendo por base o nosso passado, e o presente, os Sopa d’Alma criaram o EP “Hino Vitável – Acto I”. Esta é a história de um país que se tornou inabitável para os seus próprios cidadãos. Aqui é possível encontrar o reflexo do desespero e da luz ao fundo do túnel em que se tornou a emigração forçada.

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A sonoridade é marcada por laivos de instrumentação clássica e rock progressivo tendo ficado a apresentação ao público a cargo do single “Rotina”. Em “Hino Vitável – Acto I” a letra e a mensagem ocupam os papéis principais, num constante jogo de desalento e esperança por entre as vielas da vida.

O EP Digital é composto por seis faixas e já está disponível na Amazon, no Google Play e na The Store com o carimbo da Music For All.

Os Sopa d’Alma são um projeto constituído por Fá Pereira (voz e flauta) e Pedro Carneiro (guitarra). Oriundos de Braga, cruzaram-se pela primeira vez numa escola de música da cidade, onde viriam a formar a sua primeira banda de covers em 2007.

Dois anos volvidos, sentiram a vontade de se expressar numa linguagem musical própria e original, formando em conjunto com outros dois amigos o projeto Angúria, cantado em português num registo de rock progressivo. Em 2012 constaram da coletânea “À Sombra de Deus”, que reunia o que de melhor se fazia no fervilhante panorama musical de Braga. O projeto culminaria em 2014 com a elaboração de uma peça musical de 40 minutos organizada em cinco temas, exibida ao público no Theatro Circo, no coração da cidade natal.

Com a mudança de armas e bagagens para Viena, no final desse ano, surgiu também a vontade de materializar novas criações e estados de alma. Foi então que se formou o projeto dos Sopa d’Alma, com o objetivo inicial de conter a ressaca pós-Angúria, apresentando à Áustria versões de fados e clássicos da música em português cantados de forma reconstruída, a dois sons: voz e guitarra. Foi lá que representaram a música portuguesa em feiras e eventos internacionais, fornecendo também a banda sonora a um pequeno café português local, comovendo muitos dos presentes que escutaram aquele tipo de sonoridade pela primeira vez.

Contudo, seria só no final de 2016, já mais esclarecidos e ambiciosos, que voltariam ao formato que crêem ser o seu pináculo criativo: a peça. Para tal, compuseram a primeira parte do relato musical centrado nos temas que os levaram para fora de Portugal, pontuado por apontamentos de instrumentos clássicos e marcado pelas influências de todos os grandes artistas que consomem, desde o rock progressivo à música dita de intervenção.

Sopa d’Alma é então doravante um projeto com uma clara intenção: biografar musicalmente o caminho de dois parceiros musicais ininterruptos, com intervenção nos ouvintes por universal afinidade com o conteúdo realista, cuja simplicidade na forma só o possa enaltecer.


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publicado por Carlos Gomes às 11:10
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Quinta-feira, 6 de Julho de 2017
CASA DO ARTISTA LEVA À CENA 2 PEÇAS DE TEATRO

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publicado por Carlos Gomes às 18:06
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ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS: PAN CONCORRE PELA PRIMEIRA VEZ EM ÉVORA
  • Candidaturas próprias à Câmara e à Assembleia Municipal
  • Objetivo passa por conseguir um eleger um representante na assembleia municipal e um vereador
  • Ações concretas nas áreas da Conservação e Manutenção de espaços verdes nas áreas urbanas e suburbanas, Proteção e Bem-estar Animal e Educação Alimentar e Implementação de Práticas Saudáveis nas Escolas

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza concorre pela primeira vez à Câmara e Assembleia Municipal de Évora. A candidatura à Assembleia Municipal será encabeçada por Ana Carina Dias e à Câmara Municipal por André Sapage.

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André Sapage, 32 anos, natural de Vendas Novas no distrito de Évora, Terapeuta Manual e antigo membro dirigente dos órgãos sociais da Associação Portuguesa de Insuficientes Renais (APIR), é o candidato pelo PAN à Câmara Municipal de Évora.

Ana Carina Dias, 27 anos, Mestre em Sociologia, atual membro do comissariado da Assembleia Plurimunicipal do Alentejo Central do PAN em Évora, será cabeça de lista para a Assembleia Municipal de Évora. O objetivo principal da candidatura passa por conseguir eleger um vereador e um representante na assembleia municipal.

Esta candidatura pretende trazer aos Eborenses a oportunidade de participar ativamente na mudança para um novo paradigma social, cultural e económico trazendo para a autarquia o rigor, a transparência e a transversalidade com que o PAN se tem posicionado a nível nacional.

Algumas das prioridades do PAN Évora passam por ações concretas nas áreas da conservação e manutenção de espaços verdes, na proteção e bem-estar animal e na educação alimentar com a implementação de práticas saudáveis nas escolas. 

O PAN pretende a regeneração verde do Concelho, com a implementação de medidas que vão ao encontro das necessidades dos munícipes.

Mais zonas verdes arborizadas, com a inclusão de pontos de água, a colocação de bebedouros em espaços de lazer, extensíveis aos animais de companhia, mais parques infantis nos espaços verdes e melhor aproveitamento de terrenos semi-abandonados, requalificando-os para parques de estacionamento de grande utilidade para os munícipes e turistas.

Para promover um Desenvolvimento Sustentável, o PAN promoverá uma transição gradual para as energias renováveis, apostando numa reestruturação global da rede de semáforos da cidade, bem como da rede de iluminação.

Proteção, Saúde e Bem-Estar Animal é uma realidade cada vez com mais peso na sociedade. O PAN encetará as seguintes medidas: Criação de uma rede de assistência veterinária permanente para animais de rua e animais de famílias carenciadas do concelho de Évora, o reforço dos recursos para ser prestada uma assistência mais adequada aos animais vítimas de abandono, a ampliação do Canil Municipal de Évora para o dobro da lotação atual, a contratação de mais um veterinário municipal e um maior apoio às instituições de utilidade pública, sem fins lucrativos, que promovem a recolha e abrigo aos animais vítimas de abandono.

Com a implementação da Lei n.º 11/2017, que foi apresentada como Projeto Lei pelo PAN e que visa a introdução da opção vegetariana nas cantinas e refeitórios dos órgãos de soberania e dos serviços e organismos da Administração Pública, central, regional e local, o PAN Évora pretende aumentar a consciência ecológica, sensibilizando as crianças e jovens para uma alimentação saudável através do consumo de alimentos provenientes de agricultura biológica e permacultura nas cantinas escolares.

Ainda no âmbito da educação e bem-estar nas escolas o PAN propõe-se implementar um projecto-piloto introduzindo aulas de meditação e yoga nas escolas do concelho, ajudando a minimizar o stress, o défice de atenção, a hiperatividade e o bulling, formando cidadãos mais conscientes e compassivos.

Para a concretização destas e de outras propostas para o concelho, o partido considera fundamental eleger, pelo menos, um deputado municipal. O PAN Évora acredita que para o melhor exercício da democracia local não deverá haver maiorias absolutas. Este fator implica a procura de um pacto de governação entre todos os partidos que priorize e integre o máximo de visões políticas, sociais e económicas para o Concelho.



publicado por Carlos Gomes às 17:42
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Quarta-feira, 5 de Julho de 2017
CRISTINA RODRIGUES É CANDIDATA PELO PAN AO MUNICÍPIO DE SINTRA

Autárquicas 2017: PAN aposta no reforço da sua posição em Sintra

  • Candidaturas próprias à Câmara e à Assembleia Municipal
  • Objetivo é conseguir uma representação local do PAN
  • Maiorias absolutas não beneficiam a democracia e reforçam a elevada abstenção (60%) no concelho
  • Melhorias na rede de transportes, no apoio social a idosos e novas políticas municipais na proteção e bem-estar animal são exemplos de áreas chave

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza concorre pela segunda vez, e com listas próprias, à Câmara e Assembleia Municipal de Sintra. A candidatura à Assembleia Municipal será encabeçada por Camilo Soveral e à Câmara Municipal por Cristina Rodrigues, atual Chefe de Gabinete do Deputado Único Representando do PAN, André Silva, na Assembleia da República.

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Cumprindo o objetivo de alargar as candidaturas nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto e em capitais de distrito, esta candidatura pretende trazer aos Sintrenses a oportunidade de participar ativamente na mudança para um novo paradigma social, cultural e económico trazendo para a autarquia o rigor, a transparência e a transversalidade com que o PAN se tem posicionado a nível nacional.

Algumas das prioridades do PAN Sintra passam pela melhoria da rede de transportes, pela sua reconversão em energias renováveis e garantir a acessibilidade a todos os cidadãos, mesmo os que tenham mobilidade reduzida. Outro objetivo é acriação de espaços verdes multidisciplinares, que deem respostas concretas às necessidades e interesses dos vários cidadãos, seja o exercício físico, dar um passeio com o seu animal de estimação ou ter uma horta urbana no concelho.

A candidatura irá também propor a implementação de uma Linha de Emergência para animais errantes e acidentados, disponível 24 horas, com serviço de ambulância. Se é verdade que Sintra já deu os primeiros passos numa gestão mais efetiva da população animal, também é verdade que importa agora dar o passo seguinte e assegurar um atendimento veterinário e recolha ininterrupto para animais em estado de errância. Esta medida também é importante para evitar acidentes que muitas vezes são provocados por animais que circulam desorientados nas vias, mas também porque os Sintrenses já demonstraram uma sensibilidade acrescida para com a causa animal, tendo dificuldade em aceitar situações de maus-tratos ou abandono.

Por outro lado, é importante também assegurar que as pessoas em situação de especial vulnerabilidade socioeconómica que não tenham capacidade para assegurar aos seus animais de companhia os cuidados básicos de saúde ou de os socorrer em situação de emergência tenham também uma resposta por parte dos serviços médico-veterinários municipais. Esta proposta será um reforço dos cuidados básicos às situações mais urgentes de animais e de cidadãos necessitados.

No que concerne a políticas sociais, o foco do PAN centrar-se-á no combate ao isolamento dos idosos e idosas no concelho, reforçando políticas preventivas e de proximidade. É necessário fortalecer o papel da Rede Social e das políticas públicas e integrar estas pessoas na regeneração social, ambiental, económica e cultural da vila. Para tal, o PAN Sintra vem propor queseja criado um serviço de apoio ao domicílio a pessoas idosas em situação de carência, por forma a assegurar a satisfação das suas necessidades básicas.

“Os factos são incontornáveis, Portugal tem uma população bastante envelhecida e Sintra não foge a essa regra. Queremos por isso, fazer aqui a diferença, sabendo que o envelhecimento é acompanhado de um isolamento social e que município não tem respondido a esta problemática, é nosso dever promover ações que aproximem os cidadãos, que lhes confiram a dignidade que efetivamente têm, que os ajudem nas necessidades diárias”, conclui Cristina Rodrigues.

Para a concretização destas e de outras propostas para o concelho, o partido considera fundamental eleger, pelo menos, um deputado municipal. O PAN Sintra acredita que para o melhor exercício da democracia local não deverá haver maiorias absolutas. Este fator implica a procura de um pacto de governação entre todos os partidos que priorize e integre o máximo de visões políticas, sociais e económicas para a vila.

“A preocupante taxa de abstenção verificada nas últimas autárquicas em Sintra, de 60%, mostra que há um profundo descontentamento com as atuais políticas e partidos do sistema. O PAN deseja contribuir para a dinamização deste pacto social e para a redução da abstenção no concelho. Quando apenas 40% dos Sintrenses votam, algo está profundamente errado com a política local”, reforça Cristina Rodrigues.​



publicado por Carlos Gomes às 14:37
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BEIRÕES EM LISBOA LEVAM FOLCLORE AO CORPO SANTO

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publicado por Carlos Gomes às 08:59
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Terça-feira, 4 de Julho de 2017
BEIRÕES LEVAM FOLCLORE AO CORAÇÃO DE LISBOA

Folk Misericórdia será um evento de cariz cultural, a ser realizado na Cidade de Lisboa, nos dias 8 e 9 de Julho!

A parceria entre o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa e a Junta de Freguesia da Misericórdia tem sido desenvolvida nos últimos meses, assente em pilares sólidos. Tal cooperação culminará com a organização deste evento, que se profetiza destacar da agenda cultural de Lisboa. 

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O evento será realizado no Largo do Corpo Santo, um dos muitos espaços da zona ribeirinha recentemente recuperados, que marcará o encerramento do Arraial do Corpo Santo. O seu cartaz incluí um programa rico em tradições e cultura, complementando deste modo os afamados arraiais alfacinhas.

No dia 8 de julho (sábado) haverá um Encontro de Concertinas e Instrumentos Tradicionais, onde os visitantes e transeuntes poderão disfrutar de música tradicional portuguesa, tendo a oportunidade de cantar e dançar durante toda a tarde. Já o dia 9 de julho (domingo) ficará marcado pela realização de um Encontro de Folclore, que contará com a presença de 5 grupos folclóricos, demonstrando as tradições, usos e costumes dos seus antepassados com a maior supremacia, graças à sua qualidade etnográfica.

Durante todo o evento haverá bar aberto, venda de enchidos, queijos, outros produtos regionais, artesanato e doçaria típica (como filhoses).

 



publicado por Carlos Gomes às 20:38
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AGENDA DE CONCERTOS MUSIC FOR ALL - JULHO

O mês de Julho traz uma panóplia de concertos com o selo da Music For All vindos de vários quadrantes: O mês inicia-se com o melhor rock psicadélico praticado entre portas com o cunho dos Indian Rubber, que levam o seu EP de estreia – de seu nome “Pelsúun” – ao conhecido Espaço A em Freamunde.

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Luciana Araújo espalha a fragrância de “Essências” por mais uma FNAC lisboeta. Para comprovar ao vivo dia 4 de Julho pelas 18h30 na FNAC Colombo a sua inebriante MPB com um leve toque jazzístico pela excelência dos arranjos.

Almir Chiaratti entra em cena a 7 e 8 de Julho, nas FNAC Alfragide e Vasco da Gama,  naquele que será o início da sua mini-digressão portuguesa. Na bagagem o músico do Rio de Janeiro trará as canções de “Bastidores do Sorriso”, mas também do seu sucessor ainda sem título, do qual já foi extraído o intrigante “Triz”.

Seguimos com Ritchaz Cabral naquela que será a sua quinta apresentação em FNACs. O pretexto continua a ser “Mal Famadu”, um autêntico mergulho na cultura africana ao ritmo de uma leve brisa lusitana, mesclando ritmos, sonoridades e culturas de forma subtil e arrebatadora. A apresentação está marcada para a FNAC Cascais pelas 18h.

Daniel Moon, por seu lado, inicia as apresentações ao vivo de “Be Different”, o seu primeiro EP, com showcases marcados nas FNACs do Vasco da Gama, Alfragide e Colombo. Tempo então de conhecer os temas deste seu primeiro registo que exploram o potencial da canção pop em formato jazzístico, num harmonioso diálogo de sopros, metais e teclas.

Diretamente de Peniche, Salmar chega à FNAC Vasco da Gama e FNAC Alfragide a 22 e 30 de Julho, respetivamente, para os primeiros espetáculos de apresentação a “Inquietação”, um pedaço de portugalidade onde a nossa cultura, hábitos e raízes são os protagonistas.

Os Clássicos juntam-se ao alinhamento das Festas da Cidade de Mirandela e prometem brindar os presentes com as canções de “Primeiro Acto”, o seu primeiro longa-duração a ser editado brevemente, de onde já foram extraídos os singles “Amor de Escola” e “Bom Demais”.

O mês de Julho encerra com os showcases nas FNACs do Gaia Shopping e Mar Shopping de Paulo Bastos, que apresentará ao público as canções do recém-editado “Desafio”, uma junção perfeita do cancioneiro popular com músicas originais, sendo ainda possível encontrar sonoridades pop/rock facilmente reconhecíveis, mas com uma roupagem completamente inesperada.


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publicado por Carlos Gomes às 20:34
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OEIRAS: RIBEIRA DA LAGE RECEBE FESTIVAL DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 20:21
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GRAND’IDEIA LANÇA “ESCAPE DINNER”

“Descobre a receita para sobreviver!”

E se, de repente, um terrível vírus escapasse da segurança de um laboratório e contaminasse a Terra e só alguns “escolhidos” pudessem ter acesso à cura? Este é o ponto de partida dos “Escape Dinner” que a Grand’ideia vai organizar mensalmente, a partir de dia 14 de Julho, no restaurante Casa do Chef, em Lisboa. Um delicioso jogo de entretenimento, onde os enigmas são decifrados de faca e garfo.

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Depois de anos a sermos preparados por inúmeras séries televisivas, agora é real! Um terrível vírus contaminou a Terra e ameaça por fim à vida como a conhecemos. A infeção é uma certeza a não ser que se consiga aceder ao antídoto… Mas este só estará disponível para alguns e para ganhar esse direito, todos terão de cumprir desafios e provar que são “os escolhidos” para salvar a Terra.

A Grand’ideia volta a inovar e lança um novo conceito “dinner and a show”, onde se troca uma sala escura e cheia de desafios, por um jantar misterioso, onde as pistas são confecionadas pelo Chef Jorge Rodrigues e servidas ao público em jeito de enigma.

Os formatos de teatro imersivos e interativos são, cada vez mais, uma tendência a nível global e, em Portugal, já são milhares os fãs deste tipo de entretenimento. Convoque os seus amigos especialistas em teorias da conspiração, em enredos apocalípticos, em jogos de sobrevivência e venha descobrir se é um dos escolhidos.

Os Escape Dinner podem ser jogados a pares ou em grupos de até oito pessoas e têm a duração de 2h30, sendo que, em cada data haverá dois turnos, das 19h30 às 22h00 e das 22h00 às 00h30. Será que vão descobrir a receita para sobreviver?

Escape Dinner

Próximas datas: 14 de Julho, 11 de Agosto e 8 de Setembro

Horários: 2 Turnos: 19h30 – 22h00 | 22h00 – 00h30

Inscrições: reservas@grandideia.pt

Valor por pessoa: 35€, inclui jantar completo, luta pela sua sobrevivência e o também o antídoto (mas apenas para “os escolhidos”)

Local: Restaurante Casa do Chef – Avenida de Berlim 35A 1800-033 Lisboa



publicado por Carlos Gomes às 19:04
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INÊS DE SOUSA REAL CANDIDATA-SE PELO PAN À CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA

Segunda-feira, dia 17 de Julho, pelas 18h30 no Espaço PAN

Apresentação da candidatura do PAN à Câmara Municipal de Lisboa por Inês de Sousa Real

Inês de Sousa Real, candidata pelo PAN – Pessoas-Animais-Natureza à Presidência da Câmara Municipal de Lisboa, apresenta na Segunda- Feira dia 17 de Julho, às 18h30 no Espaço PAN em Lisboa (Av. Almirante Reis, 81-B), a visão do partido para o futuro do município e as principais linhas orientadoras do seu programa para as eleições autárquicas.

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Este encontro pretende uma aproximação aos munícipes e contará também com a participação de Miguel Santos, Deputado Municipal do PAN em Lisboa e cabeça de lista para a Assembleia Municipal e de André Silva, Deputado do PAN na Assembleia da República e Mandatário da Candidatura. 

Serão abordados os objetivos estratégicos subjacentes à expansão do ideário PAN por mais cidadãs e cidadãos e às causas que defendemos, procurando dar voz activa às preocupações de todos e todas relativamente à cidade.

O PAN assume em Lisboa o desafio de voltar a fazer história e dos portugueses poderem ver aumentada a representação na Câmara Municipal de Lisboa de um partido que é único na defesa dos direitos e dos interesses das pessoas, dos animais não humanos e da nossa casa comum: o planeta.



publicado por Carlos Gomes às 15:57
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RUI PRUDÊNCIO É O CANDIDATO DO PAN AO MUNICÍPIO DE MAFRA

Autárquicas 2017: PAN concorre pela primeira vez a Mafra

  • Rui Prudêncio é o candidato do PAN à Câmara Municipal de Mafra;
  • Matilde Batalha cabeça de lista à Assembleia Municipal;
  • Propostas concretas na área da adaptação às alterações climáticas, acessibilidades para pessoas surdas, cegas e com limitações motoras e/ou psicológicas, bem como na área da proteção animal;
  • Apoio à agricultura biológica local, mobilidade e educação são também áreas prioritárias;
  • Objetivo é eleger uma deputada para a Assembleia Municipal

O PAN vai concorrer pela primeira vez à Câmara Municipal e à Assembleia Municipal de Mafra. Rui Prudêncio, candidato à Câmara Municipal e Matilde Batalha, cabeça de lista à Assembleia Municipal, acreditam que o partido pode dar um importante contributo ao concelho, trazendo à política local uma visão renovada e uma abordagem alternativa sobre velhos problemas no território, bem como sobre os novos desafios globais que têm uma forte incidência local.

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“É necessário que os partidos tradicionais, que governaram o concelho nos últimos 40 anos, compreendam que novas causas e novas problemáticas, designadamente de âmbito ambiental e de bem-estar animal, interessam a cada vez mais munícipes. Pela sua juventude e mentalidade, o PAN Mafra é uma força política bem posicionada para dar resposta a essas inquietudes cívicas. Além disso, é fácil perceber que persistem ainda vários problemas sociais, sobretudo de quem não se consegue fazer ouvir ou representar, tais como as dificuldades no acesso a um grande número de serviços públicos por parte de cidadãos e cidadãs com dificuldades motoras, cognitivas e ainda pessoas cegas, amblíopes ou surdas. Afinal, “o concelho é para ser vivido por todos e todas, em pleno direito”, afirma Rui Prudêncio, candidato à Câmara Municipal.

Para contribuir para a resolução dos problemas associados à mobilidade e às alterações climáticas, o PAN tem como uma das prioridades a implementação de medidas que visam a promoção da mobilidade elétrica no concelho, quer pelo compromisso da Câmara Municipal de Mafra gradualmente ir substituindo a sua frota automóvel por veículos elétricos, quer pela criação de um rede de postos de carregamento elétrico para estas viaturas.

“Não podemos permitir que a falta de acessibilidade limite os direitos da cidadania. As autarquias, como órgãos de proximidade, devem estar na primeira linha de defesa e da promoção dos direitos de todos cidadãos. É a pensar nos direitos destes cidadãos que advogamos para a autarquia de Mafra uma nova maneira de pensar o espaço público e os serviços camarários. Por isso, propomos umprograma de desenvolvimento de acessibilidades, não só físicas mas também de atendimento nos serviços públicos da autarquia”, confirma Matilde Batalha, que espera ser na Assembleia Municipal de Mafra a voz de todos os que têm ficado secundarizados nas políticas públicas do concelho nas últimas décadas.

Outra das medidas prioritárias é o desenvolvimento de um programa de esterilização de animais de companhia (cães e gatos) errantes, que circulam sem controlo pelo concelho.

“Esta é a única forma de uma vez por todas se acabar com a reprodução descontrolada de animais, situação que origina a sobrepopulação e consequentemente o abandono, o excesso de animais encarcerados no canil municipal, acidentes rodoviários, mortes e maus tratos. A proteção dos animais é antes de tudo um sinal de civilização”, refere ainda Rui Prudêncio.

A este programa de esterilização de animais abandonados poderão aderir os detentores que comprovadamente manifestem carências económicas para esterilizar os seus animais, bem como as associações zoófilas do concelho e protetores dos animais.

Por fim, e sendo Mafra um concelho com bastantes explorações de agricultura biológica, a candidatura considera fundamental existirem medidas que favoreçam a distribuição dos produtos de origem biológica não só em Lisboa, mas também dentro do concelho, potenciando-se deste modo a economia local. Nesse sentido, o PAN pretende que se distribua nas escolas, às crianças e jovens do concelho, os alimentos biológicos locais.

EducaçãoApoio SocialProteção da Natureza e Saúde são outros domínios importantes para o PAN em Mafra.

Cabeça de lista à Câmara Municipal de Mafra

Rui Prudêncio,42 anos, é natural de Armação de Pêra. Licenciado em História e pós-graduado em Ciências Documentais, trabalhou como bibliotecário em várias instituições, nomeadamente no Palácio Nacional de Mafra.

Defensor de uma Humanidade que saiba viver em equilíbrio com a Natureza e apoiante de uma cidadania mais participativa e inclusiva, juntou-se ao PAN em Janeiro de 2012.

Convicto de que o PAN traz uma visão renovada para a política local, dando voz a quem ainda não tem voz e a novas causas, pretende fixar em Mafra a influência positiva do partido junto da população e dos decisores e órgãos políticos locais.



publicado por Carlos Gomes às 15:21
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PAN QUER BOLETINS DE VOTO EM BRAILLE

PAN quer boletins de voto com sistema de “braille” para assegurar direitos das pessoas com deficiências visuais

  • Criar um mecanismo que possibilite às pessoas portadoras de deficiência visual exercer o seu direito de voto de forma plenamente autónoma e secreta
  • Não está assegurado para estes cidadãos um dos princípios constitucionais estruturantes da Democracia portuguesa – o princípio da igualdade
  • Fundamental que exista uma matriz elaborada em conformidade com as diretrizes da grafia braille

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza, dá hoje entrada de um projeto de lei que pretende assegurar às pessoas com deficiências visuais a faculdade de exercerem o direito de voto por via do sistema de “braille”.

Existem cerca de 160 mil cidadãos com incapacidade visual - 20 mil são cegos e 140 mil amblíopes (com capacidade visual muito reduzida) que, atualmente se veem impossibilitados de exercer devida e adequadamente o respetivo direito de voto por ausência de condições para tal, pelo que se pretende que este tema se debata no parlamento logo no início da próxima sessão legislativa.

Para o PAN é imperativo criar um mecanismo que possibilite às pessoas portadoras de deficiência visual que exerçam o seu direito de voto de forma plenamente autónoma e secreta, sem necessidade de solicitar a intervenção de terceiros para acompanhamento e preenchimento do boletim de voto. Por conseguinte, para além do boletim de voto em tinta, é fundamental que exista complementarmente uma matriz elaborada em conformidade com as diretrizes da grafia braille, permitindo a leitura das informações referentes aos candidatos e a respetiva escolha do candidato pretendido.

O último Censos, feito em 2011, reduziu a informação específica sobre os cidadãos com deficiência e, por isso, atualmente o Estado português dispõe de muito pouca informação sobre os estes cidadãos, não conseguindo assegurar-lhes um dos princípios constitucionais estruturantes da Democracia portuguesa – o princípio da igualdade.



publicado por Carlos Gomes às 13:43
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“A BILHA QUEBRADA” SOBE AO PALCO DO TEATRO ARMANDO CORTEZ

"A Bilha Quebrada" de Heinrich Von Kleist, de 12 a 16 de Julho no Teatro Armando Cortez

A Yellow Star Company e o Teatro da Terra apresentam “A Bilha Quebrada” de Heinrich Von Kleist, de 12 a 16 de Julho no Teatro Armando Cortez.  

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Com encenação de João Didelet e interpretação de BEATRIZ BAROSA, DIOGO GARCIA, JOÃO SABOGA, LUCINDA LOUREIRO, MIGUEL DAMIÃO, PESSOA JUNIOR, RITA LOUREIRO, FILIPA MATOS ROSA, FILIPE GOMES e SÓNIA GUERRA.

Estamos no século XVIII, na pequena aldeia de Huisum, nos Países Baixos. Num incidente nocturno quebram a bilha da Sr.ª Marta que por coincidência estava no quarto da filha. Atraída pelo barulho da bilha a partir-se, a Sr.ª Marta precipitasse para o aposento da filha, de seu nome Eva. E que vê ela… a pequena com o seu noivo e uma bilha partida. Este é o ponto de partida desta deliciosa comédia onde tudo se vai resolver no tribunal da terra onde, por acaso, o Juiz estava de ressaca e não só…

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publicado por Carlos Gomes às 13:37
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Segunda-feira, 3 de Julho de 2017
MUSEU DE LISBOA EXPÕE MÁSCARAS

DE 9 JULHO A 1 OUTUBRO. Do Carnaval à Luta Livre. Máscaras e Devoções Mexicanas. PALÁCIO PIMENTA

Inauguração: sábado, 8 de julho, às 17 horas

Dia 8, às 17 horas, o Museu de Lisboa inaugura exposição com mais de 250 máscaras mexicanas, além de revistas de banda desenhada, vídeos, pósteres e fotografias de lucha libre.

Comissariada por Anthony Shelton e no âmbito da programação Passado e Presente - Lisboa, Capital Ibero-americana de Cultura 2017, traz-nos uma perspetiva alargada sobre o imaginário popular mexicano.

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Nesta exposição dá-se espaço e visibilidade às narrativas que herdam práticas culturais indígenas, com aspetos de cultura popular, revelando visões sobre as histórias das relações entre os impérios europeus e os habitantes das Américas, um dos propósitos da programação Passado e Presente - Lisboa, Capital Ibero-americana de Cultura 2017.

O comissário da exposição é Anthony Shelton, antropólogo de renome e colecionador de máscaras mexicanas, fruto do seu longo trabalho de campo em várias regiões do México. Inclui cerca de 250 máscaras manufaturadas nos séculos XX e XXI de diferentes tipologias, além de filmes, banda desenhada e pósteres, e fotografias de Lourdes Grobet de alguns lutadores e suas famílias.

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No México, as máscaras são um ícone crescentemente visível na identidade mexicana, em festivais religiosos, protestos públicos e na sua forma local de luta livre. Atravessando séculos, as máscaras eram usadas antes da ocupação espanhola, durante o tempo colonial e depois da independência, em diferentes contextos e zonas do México, do Norte ao Sul. Muitas máscaras são resultado dos confrontos entre culturas indígenas, europeias, e africanas, em que podem entrar personagens de mouros, cristãos, apaches, aztecas e espanhóis.

São máscaras de carnaval que representam europeus; máscaras cerimoniais figurativas de tigres, diabos, sereias, serpentes, crocodilos e morcegos, entre outros, bem como personificações de espanhóis, africanos e mouros, que continuam a ser construídas nos dias de hoje, para venda e para uso em festividades diversas que permanecem vivas, do Norte ao Sul do País.

Aspeto particularmente inovador desta exposição é a associação das máscaras mexicanas ao fenómeno nacional da Lucha Libre, a versão mexicana de wrestling cujos lutadores usam máscaras. Combinação de desporto, luta e entretenimento, a luta livre mexicana teve a sua primeira instituição em 1933 e, desde então, não cessou de ser uma manifestação que movimenta massas e dá origem às devoções mais intensas.

Através da documentação associada às máscaras e aos objetos e iconografia da luta livre, como os filmes documentários e as fotografias, ficamos mais próximos dos criadores, construtores e utilizadores de máscaras, assim como dos lutadores e do seu contexto social, sendo que em ambos os grupos é bem patente o modo tão particular como desenvolvem a sua relação com o sobrenatural.

Uma exposição que conta histórias fantásticas do México através de máscaras originais, coloridas e plenas de significado.

Horário: de 9 de julho a 1 de outubro, de terça a domingo, das 10h às 18h (última entrada 17h30)

Entrada: 3€ com descontos disponíveis aqui.

Morada: Museu de Lisboa – Palácio Pimenta, Campo Grande, 245 1700-091 Lisboa

Mesa-redonda, 9 de julho, às 17 horas

Com Anthony Shelton e Nicky Levell.

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publicado por Carlos Gomes às 21:08
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