Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Sábado, 23 de Setembro de 2017
MINHOTOS EM LOURES PISAM AS UVAS AO SOM DA CONCERTINA E RUFAR DO BOMBO

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publicado por Carlos Gomes às 02:12
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Quinta-feira, 21 de Setembro de 2017
MINHOTOS EM LOURES DESFOLHAM O MILHO E CANTAM AO DESAFIO AO SOM DA CONCERTINA

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Segunda-feira, 18 de Setembro de 2017
QUER FAZER PARTE DO GRUPO DE FOLCLORE VERDE MINHO?

O Grupo de Folclore Verde Minho encontra-se numa fase de crescimento e maior dinâmica. A organização do FolkLoures como grande evento cultural está a atrair ao grupo cada vez maior número de jovens. Porém, os desafios que se colocam são muitos e o “Verde Minho” resolveu elevar a fasquia.

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Nesse sentido, o Grupo de Folclore Verde Minho está aberto à participação de novos componentes, de todas as faixas etárias, para cantar, tocar ou dançar. O folclore é uma família e o “Verde Minho” oferece a oportunidade de criar novas amizades, viajar pelo país ou no estrangeiro em actuações e, sobretudo, ajudar a defender o nosso património cultural.

Os interessados podem contactar o “Verde Minho”, directamente para o seu director, sr. Teotónio Gonçalves, através do TM 964006657.

- Não perca esta oportunidade para integrar esta grande família do folclore e subir ao palco já na próxima edição do FolkLoures!



publicado por Carlos Gomes às 13:51
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Quinta-feira, 14 de Setembro de 2017
BAIRRO DA FRATERNIDADE EM LOURES ORGANIZA “MARATONA” DO FOLCLORE

A edição deste ano do espectáculo “24 Horas de Folclore” deverá ter lugar nos próximos dias 4 e 5 de Novembro. A iniciativa pertence ao Rancho Folclórico do Bairro da Fraternidade, sediado no concelho de Loures, e deverá contar com a participação de meia centena de grupos folclóricos de todo o país. O espetáculo tem lugar no Pavilhão José Correia, em São João da Talha, e conta nomeadamente com o apoio da Câmara Municipal de Loures, juntas de freguesia e rádios locais daquela localidade.

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A abertura e o encerramento do festival são normalmente feitos pelo grupo anfitrião, mais precisamente pela componente infantil e adulta do Rancho Folclórico do Bairro da Fraternidade.

O grupo anfitrião – o Rancho Folclórico do Bairro da Fraternidade, de São João da Talha, no concelho de Loures, foi constituído em 7 de julho de 1989 – já lá vão 28 anos!

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Ao longo da sua existência, este grupo tem suscitando alguma controvérsia no seio do associativismo folclórico, sendo frequentemente acusado de não representar condignamente os usos e costumes de outras épocas. Uma das críticas que frequentemente lhe são dirigidas tem a ver com a forma despudorada como, durante as suas atuações, as moças exibem a sua intimidade, atitude que não correspondia à mentalidade das gerações mais antigas.

De igual modo, este formato de festival também tem suscitado bastantes críticas por parte de muitos grupos folclóricos e pessoas ligadas a esta área cultural. Porém, apesar das críticas que lhe são dirigidas, a organização conta com a participação de um elevado número de grupos folclóricos, alguns dos quais não abdicam da sua participação apesar de partilharem das mesmas posições críticas.

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publicado por Carlos Gomes às 21:53
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Quarta-feira, 13 de Setembro de 2017
MINHOTOS EM LOURES DESFOLHAM O MILHO E CANTAM AO DESAFIO AO SOM DA CONCERTINA

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LOURES VAI RECEBER CANTARES AO MENINO

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publicado por Carlos Gomes às 02:48
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PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS REALIZA CONFERÊNCIA EM LOURES SOBRE O FUTURO DO MOVIMENTO DO FOLCLORE NACIONAL

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Domingo, 10 de Setembro de 2017
MINHOTOS EM LOURES DESFOLHAM O MILHO PELO S. MIGUEL

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publicado por Carlos Gomes às 12:47
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Sábado, 9 de Setembro de 2017
MINHOTOS EM LOURES DESFOLHAM O MILHO E CANTAM AO DESAFIO AO SOM DA CONCERTINA

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publicado por Carlos Gomes às 20:33
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FOLCLORE JUNTA MINHOTOS E MOLDAVOS NA REGIÃO SALOIA

Amigos da Moldávia também vieram à festa e participaram na pisa da uva

Desde a última edição do FolkLoures, as comunidades minhota e moldava que vivem na região de Lisboa têm vindo a aprofundar os laços de amizade entre si. Hoje, foram vários os amigos da Associatia Miorita Portugalia que participaram na Festa do Vinho organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho.

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Ao ritmo do bombo e ao som da concertina, os nossos amigos da Moldávia também pisaram as uvas com os pés e, lado a lado com as nossas gentes, cantaram e dançaram ao ritmo do vira minhoto.

Através do folclore, o Grupo Folclórico Verde Minho procura caminhos para a fraternidade entre os povos, a preservação da sua cultura e identidade, no respeito múto e reconhecimento da diversidade cultural dos povos. Porque a competitividade não se coloca no domínio do folclore, mesmo quando compardo com o desporto ou outras actividades humanas, esta área cultural encontra-se em posição privilegiada para contribuir para a paz e amizade entre os povos. Esse constitui, aliás, um dos objectivos do FolkLoures cuja edição do próximo ano já possui o programa quase concluído.

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publicado por Carlos Gomes às 20:22
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FESTA DO VINHO JUNTA MINHOTOS E MOLDAVOS EM LOURES

Amigos da Moldávia também vieram à festa e participaram na pisa da uva

Acabou há instantes a Festa do Vinho, na Quinta de Fernandares, nos arredores de Loures, numa iniciativa inédita do Grupo de Folclore Verde Minho.

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Ao ritmo do bombo e ao som da concertina, mais de uma dezena de trabalhadores, em ambiente de festa, pisaram as uvas com os pés à moda antiga. Uma tradição a que não faltaram também os nossos amigos da Associatia Miorita Portugalia, uma associação representativa da comunidade da Moldávia em Portugal.

A Festa do Vinho – recriação da tradicional pisa da uva – teve lugar em pleno ambiente rural de uma das mais afamadas regiões vinícolas do país, precisamente numa das mais prestigiadas quintas agrícolas que, para além da sua actividade, distingue-se pelo magnífico acolhimento com que acolheu as nossas gentes.

Esta iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho de carácter etnográfico e regionalista pode muito bem vir a inspirar outras associações que se dedicam à defesa da nossa cultura tradicional, seguindo a velha máxima segundo a qual candeia que vai à frente alumia duas vezes!

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publicado por Carlos Gomes às 19:56
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MINHOTOS EM LOURES VINDIMAM E PISAM AS UVAS NA QUINTA DE FERNANDARES

Os minhotos foram hoje vindimar à Quinta de Fernandares, nos arredores de Loures e Bucelas. Como é seu timbre, até o trabalho árduo da lavoura é vivido em ambiente de festa.

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Com a alegria que lhes é peculiar, lá transportaram as uvas para o lagar. Lavaram os pés e lá foram para dentro do lagar onde ao ritmo do bombo e som da concertina, pisaram as uvas e entoaram os mais belos cantares do nosso folclore.

A Festa do Vinho é uma iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho que resultou num enorme êxito, a prometer futuras edições.

Fotos: Teotónio Gonçalves

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publicado por Carlos Gomes às 19:00
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Sexta-feira, 8 de Setembro de 2017
SAIBA COMO CHEGAR À QUINTA DE FERNANDARES EM LOURES ONDE SE VAI REALIZAR A FESTA DO VINHO

Em Bucelas há uma rotunda com um barril. Aí voltar a esquerda e seguir em frente até encontrar uma placa que está á esquerda indicando Santiago dos Velhos para a direita. Seguir 6 Km, e encontrará para a direita A-DO-MOURÂO. Sobe 150m, volta novamente para a direita e a quinta está ali a cerca de 200 metros. Estão colocados cartazes a indicar o local desde Bucelas até ao local onde se vai realizar à Quinta de Fernandares onde se realiza a Festa do Vinho.

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publicado por Carlos Gomes às 20:11
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MINHOTOS EM LOURES PISAM AS UVAS AO SOM DA CONCERTINA E RUFAR DO BOMBO

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publicado por Carlos Gomes às 03:49
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Quarta-feira, 6 de Setembro de 2017
MINHOTOS EM LOURES PISAM AS UVAS AO SOM DA CONCERTINA E RUFAR DO BOMBO

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Terça-feira, 5 de Setembro de 2017
FESTA DO VINHO JUNTA MINHOTOS EM LOURES

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Sábado, 2 de Setembro de 2017
MINHOTOS EM LOURES PISAM AS UVAS AO SOM DA CONCERTINA E RUFAR DO BOMBO

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Quinta-feira, 24 de Agosto de 2017
FOLKLOURES'18 JÁ MEXE!

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PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS REALIZA CONFERÊNCIA EM LOURES SOBRE O FUTURO DO MOVIMENTO DO FOLCLORE NACIONAL

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Domingo, 13 de Agosto de 2017
PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS REALIZA CONFERÊNCIA EM LOURES SOBRE O FUTURO DO MOVIMENTO DO FOLCLORE NACIONAL

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publicado por Carlos Gomes às 10:27
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Sábado, 12 de Agosto de 2017
MINHOTOS EM LOURES PISAM AS UVAS AO SOM DA CONCERTINA E RUFAR DO BOMBO

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publicado por Carlos Gomes às 21:45
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Quinta-feira, 27 de Julho de 2017
LOURES REALIZA FESTA DO VINHO

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publicado por Carlos Gomes às 15:03
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Quarta-feira, 26 de Julho de 2017
PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS REALIZA CONFERÊNCIA EM LOURES SOBRE O FUTURO DO MOVIMENTO DO FOLCLORE NACIONAL

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publicado por Carlos Gomes às 17:06
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ANA SOFIA É A CANDIDATA DO PAN À CÂMARA MUNICIPAL DE LOURES
  • Candidata que desde sempre apoiou a causa Animal aceitou convite do PAN
  • Ações concretas relativas à alimentação saudável nas cantinas, no apoio a pessoas idosas, na eliminação da utilização de herbicidas em espaços públicos que são responsáveis por danos na saúde e proteção animal
  • Objetivo é conseguir uma representação local do PAN

Ana Sofia Silva, 29 anos, jurista, nasceu em Lisboa na Freguesia de S. Sebastião da Pedreira, residente desde sempre no concelho de Loures é a candidata pelo PAN – Pessoas-Animais-Natureza à Câmara e à Assembleia Municipal de Loures.

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Esta candidatura surge da vontade de que os lourenses obtenham uma maior aproximação ao poder político, permitindo uma reflexão nas mais diversas áreas, nomeadamente cidadania, ambiente e animais. O índice de abstenção eleitoral ronda os 50% no concelho de Loures, por isso esta candidatura pretende aumentar a participação.

Uma das grandes preocupações do PAN para Loures prende-se com a proteção a vítimas de criminalidade através da criação de um gabinete de apoio. “O número de vítimas de criminalidade continua bastante elevado face ao desejável (veja-se o relatório anual da APAV de 2015), sendo que no município de Loures não existe um gabinete de apoio para os cidadãos que estejam nesta posição mais frágil”, afirma Ana Sofia Silva, candidata do PAN à Câmara Municipal de Loures.

O PAN propõe-se a desenvolver, implementar e aplicar de imediato a criação de um gabinete de apoio e proteção a vítimas de criminalidade através de protocolos com ONG’s.

Outra área que o PAN quer aprofundar é a opção vegetariana nas cantinas e refeitórios dos órgãos de soberania e dos serviços e organismos da Administração Pública, Central, Regional e Local. Por forma a garantir que as refeições disponibilizadas nas cantinas da autarquia são saudáveis e equilibradas nutricionalmente, pretende-se assim a criação da figura do nutricionista escolar.

Por ser fundamental para o PAN a adoção de métodos alternativos ambientalmente sustentáveis, esta candidatura pretende eliminar a utilização de herbicidas em espaços públicos responsáveis por danos na saúde. Neste momento em Portugal a utilização do Glifosato (um dos principais herbicidas utilizados) já está presente na água com valores superiores ao permitido para o consumo humano, com base nas análises à urina a 26 portugueses realizadas pela Plataforma Transgénica Fora. As consequências da utilização destes herbicidas podem ser letais ou provocar graves problemas de saúde. O PAN propõe que esta seja uma cidade sem pesticidas “ Pesticide Free Town”, com vista a obtermos uma maior qualidade de vida.

Outra preocupação que consta do programa eleitoral do PAN para Loures são os animais detidos por pessoas em situação de especial vulnerabilidade social. Acreditamos que todos têm direito a ter um animal de companhia e que tal facto não deve ser restringido em face das dificuldades financeiras que possam eventualmente existir. Como tal deverá ser criado um hospital público veterinário, tal como já existe no concelho de Lisboa, com intuito de permitir sob a apresentação do IRS do cidadão um acesso aos cuidados de saúde animal, sendo aplicada uma taxa reduzida em função do vencimento auferido.

Mais será fundamental que este hospital veterinário alargue o seu âmbito de atuação a animais errantes, ou seja, encontrados na via pública ou noutros lugares públicos fora do controlo e guarda dos respetivos detentores ou relativamente aos quais existam fortes indícios de que foi abandonado ou não tem detentor e não esteja identificado.

Por último, é desejo desta candidatura implementar um serviço de apoio ao domicílio a pessoas idosas em situação de carência, assegurando a satisfação das suas necessidades básicas.

“O isolamento e o abandono dos idosos é uma realidade assustadora no nosso concelho, sendo que muitas destas pessoas não têm autonomia para realizar uma alimentação condigna, seja devido a fatores financeiros ou a fatores físicos. Por vezes, não conseguem elaborar tarefas essenciais e não têm apoio psicológico. Entenda-se assim um serviço de apoio ao domicílio a pessoas idosas em situação de carência nos diversos sectores básicos para a condição humana”, reforça Ana Sofia Silva.

Ana Sofia Silva, 29 anos, nasceu em Lisboa.

Jurista e interessada por causas Animal e Ambientais.

A paixão pelas causas ambientais e animais levou a presente candidatura ao PAN em Loures com a intenção de criar uma aproximação e empatia maior a Causa.  Vive em Loures e tem 2 gatos. É Vegetariana, adora praia e viajar.



publicado por Carlos Gomes às 13:10
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Terça-feira, 25 de Julho de 2017
LOURES RECEBE ENCONTRO DE TOCADORES DE CONCERTINA

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publicado por Carlos Gomes às 22:43
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Segunda-feira, 24 de Julho de 2017
LOURES RECEBE CONFERÊNCIA SOBRE FOLCLORE A SER PROFERIDA PELO PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS

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DR DANIEL CAFÉ VAI A LOURES FALAR SOBRE OS 40 ANOS DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS

A pedido do Rancho Folclórico Verde Minho, o Presidente da Federação do Folclore Português vai a Loures proferir uma palestra subordinada ao tema “Ranchos Folclóricos: Elaboração do Processo Técnico”. A iniciativa tem lugar no próximo dia 21 de Outubro, pelas 15 horas, no auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte.

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A conferência, especialmente dirigida a todos os grupos folclóricos da região da grande Lisboa e a todos quantos se interessam pela temática do folclore, é aberta ao público em geral e deverá contar com a presença de representantes da área cultural da Câmara Municipal de Loures.

Trata-se de uma excelente oportunidade para os grupos folclóricos sediados na região, esclarecerem diversos aspectos relacionados nomeadamente com a elaboração do processo técnico.

O Palácio doa Marqueses da Praia e Monforte encontra-se instalado junto ao Parque da Cidade e trata-se do local onde reúne a Assembleia Municipal de Loures, dispondo das melhores condições para a realização de palestras e conferências.



publicado por Carlos Gomes às 16:10
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Sábado, 22 de Julho de 2017
FOLKLOURES’18 JÁ MEXE!

A edição do próximo ano do FolkLoures – Encontro de Culturas está programada para decorrer entre os dias 30 de Junho e 7 de Julho do próximo ano.

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A organização do evento tem já assegurada a maioria dos participantes, incluindo a representação de uma comunidade imigrante estrangeira. Também a palestra a ter lugar no dia de abertura já se encontra definida, esperando o BLOGUE DE LISBOA poder avançar em breve com a divulgação de novidades em relação ao programa.

O FolkLoures’18 é uma iniciativa do Rancho Folclórico Verde Minho que conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures e de diversos órgãos de comunicação social de âmbito nacional e regional.



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Sexta-feira, 21 de Julho de 2017
LOURES REALIZA FESTA DO VINHO

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Quinta-feira, 13 de Julho de 2017
MINHOTOS EM LOURES DESFOLHAM O MILHO E TOCAM CONCERTINA

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Quarta-feira, 12 de Julho de 2017
MINHOTOS EM LOURES ESMAGAM AS UVAS AO RITMO DO BOMBO E SOM DA CONCERTINA

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publicado por Carlos Gomes às 20:23
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Segunda-feira, 10 de Julho de 2017
LOURES VAI TER FESTA DO VINHO

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Domingo, 2 de Julho de 2017
LOURES REALIZA FESTA DO VINHO

Iniciativa do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho

Os minhotos que residem na região de Lisboa vão no próximo dia 9 de Setembro participar nas vindimas e, após o almoço, na pisa das uvas à moda antiga, ao som da concertina e ao ritmo do bombo. Trata-se de uma organização conjunta do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho e da Quinta das Carrafouchas, situada no concelho de Loures.

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Esta é uma iniciativa inédita no âmbito do regionalismo e da divulgação do folclore na região de Lisboa e está já a despertar enorme curiosidade e interesse sobretudo por parte dos minhotos que ali vivem, mas também das gentes saloias daquela região.

Os participantes vão poder experimentar a sensação única da prensagem da uva com os pés, tal como outrora se fazia em todos os lagares da nossa região. A pisa das uvas constitui uma tradição milenar que se perde nos tempos com vista ao seu esmagamento a fim de dar início ao processo de fermentação.

Com os pés se esmaga as uvas e quebra a casca sem, no entanto, quebrar as sementes, método que sendo mais demorado do que o recurso à prensa, proporciona um maior contacto com a casca e, consequentemente, a possibilidade de extrair mais cor, aromas e sabores, conferindo aos vinhos assim produzidos uma qualidade superior.

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A Quinta das Carrafouchas onde vai ter lugar a Festa do Vinho situada em A-das-Lebres, Freguesia de Santo Antão do Tojal. O solar é um dos exemplares do período Barroco existentes no Concelho de Loures. Foi em 8 de Abril de 1872 comprada ao Marquês de Valada por Joaquim Franco Cannas, permanecendo na família até aos dias de hoje.

Anne de Stoop, na sua obra “Quintas e Palácios dos Arredores de Lisboa”, descreve a Casa e Quinta das Carrafouchas nos seguintes termos:

“Não existe qualquer documento que nos permita retraçar a história da Casa das Carrafouchas, construída no principio do séc. XVIII. Da sua história só reza a estadia de Junot ali. No dia 8 de Abril de 1879, a propriedade é comprada ao Marquês de Valada por Joaquim Franco Cannas, mantendo-se na sua família até ao presente. Ela pertence actualmente a D. Maria Veneranda Cannas Henriques da Silva.

Este solar constitui um belíssimo exemplo da construção que podemos encontrar tanto no Norte como no Sul de Portugal. Neste tipo de casa, construída segundo uma concepção frontal, a fachada desenhada com cuidado desenvolve-se no sentido do comprimento. Os três elementos distintos, constituídos pela capela, a residência e o muro do pátio, fechado por um portal armoriado, são aí integrados num mesmo conjunto. As capelas são em geral pouco postas em evidência durante a primeira metade do século XVIII, ocupando simplesmente a extremidade da fachada. É este o caso, dado que a capela fica mesmo 

subordinada à cornija situada no prolongamento da casa, apenas se distinguindo desta por um pequeno campanário e por um frontão trabalhado. A sua fachada, na qual se inscreve a data de 1714, possui a sobriedade do século anterior, de que é exemplo a parte residencial, pontuada por largas pilastras e pelo alinhamento das janelas de sacadas com uma cornija. O enorme muro, com o seu portal armoriado, que dá acesso ao pátio, é prolongado pelo muro dos anexos.

Muito portuguesa na sua arquitectura, esta casa é-o também pela predominância dada à decoração interior da capela, sobre a da habitação. Dedicado a Nossa Senhora do Monte do Carmo, este local de oração constitui uma verdadeira jóia, onde se encontram, associados à portuguesa, talhas douradas, embutidos de mármore policromos, frescos vermelhos e dourados, e azulejos azuis e brancos. O conjunto é contudo muito homogéneo, graças ao «leitmotiv» bidimensional mas muito dinâmico, formado pelos enrolamentos e volutas de folhagem. A semelhança de tratamento destes materiais explica-se pelos laços que existem entre os diferentes corpos de ofícios que se inspiravam, na maior parte das vezes, nos registos destes mesmos decoradores.

Assim, o marchetador que executou o altar foi capaz de imitar na perfeição sobre a madeira os mosaicos florentinos em mármore semelhantes aos da vizinha Igreja Matriz de Loures, terminados em 1716 (1). Do mesmo modo, o fresquista pintou opulentas volutas no tecto, associadas à gramática ornamental pós-renascentista, com cornucópias de flores, frutos e mascarões. Em seis grandes carteias encontram-se representadas invocações à Virgem (2). No centro, à maneira das alminhas populares, talvez da autoria de José Ferreira de Araújo, encontra-se uma poética Nossa Senhora do Monte do Carmo, intercedendo pela salvação dos condenados ao fogo eterno (3). Quanto ao pintor de azulejos, cuja corporação era considerada como mais inovadora, nota-se todavia que este conservou nas cercaduras as tradicionais volutas onde folgam querubins. Em contrapartida, as cenas representadas relevam de uma nova estética. 

Os episódios da vida da Virgem (4), verdadeiros quadros, destacam-.se dos fundos arquitectónicos, abrindo-se sobre um espaço agora de três dimensões. Ao mesmo tempo, as diferentes cenas ilustram um mundo familiar longínquo dos austeros padrões do século anterior. A Natividade e a Adoração dos Magos são particularmente pitorescas, com pastores radiantes de alegria oferecendo os seus rústicos presentes ou os Reis Magos e os seus pretinhos acompanhados de camelos, evocando de algum modo os famosos cortejos de girafas das tapeçarias peçarias tecidas em Tournai no século XVI, depois das descobertas portuguesas. O cuidado no pormenor, a justeza das fisionomias, um certo ar terno e recolhido permitiriam atribuir estes azulejos ao mestre P.M.P.

Tal como a capela, o pátio constitui um espaço privilegiado, cercado por anexos de tectos múltiplos, alegrado pelo espantoso desenho geométrico do empedrado preto e branco e refrescado pela existência de uma fonte. O terraço que o domina foi decorado depois da capela, por volta de 1740, com três monumentais painéis de azulejos, que representam cenas de caça, no estilo das de Bartolomeu Antunes. Ali, cavaleiros e montadas perseguindo o touro, o cervo e o javali, possuem um desenho particularmente plástico.

O jardim reserva-nos nova surpresa, com o seu grande lago em meia-lua, adossado a três muros de um branco efuziante orlado de ocre, encimados por bolbos, pináculos que não deixam de ter vagas reminiscências árabes. Aqui os azulejos servem para enquadrar arquitectonica-mente nichos de largas cercaduras barrocas que, acima dos bancos de pedra, enquadram graciosas figuras alegóricas representando as Quatro Estações. Este tema bucólico, muito apreciado, alegra frequentemente os salões e os ter-raços, tal como na Quinta Grande na Damaia, onde as Quatro Estações possuem um porte de.elegância idêntica. Desenhada com muita delicadeza e cuidado, esta decoração poderia ser atribuída, quem sabe, a Nicolau de Freitas, por volta de 1740. Na grutazinha  central, o murmúrio da fonte parece juntar-se ao das galantes personagens de azulejos que devaneiam sob as frondosidades (5). 

(1) Os mosaicos de mármore da Igreja Matriz de Loures foram executados por Manuel Francisco Botelho entre 1696 eá716

(2) A Lua, o Sol, o poço, o espelho da justiça, a torre de marfim.

(3) O menino Jesus, os anjinhos e dois condenados sustentam na mão um emblema do Monte Carmo.

(4) A Educação da Virgem, a Apresentação no Templo, o Casamento da Virgem, o Nascimento de Jesus, a Adoração dos Magos, Fuga para o Egipto, Sagrada Família. É interessante comparar os azulejos com os quatro quadros da capela, representando o casamento da Virgem, a Anunciação, a Natividade e a Visitação.

(5) Nos jardins, apesar de ter desaparecido o miradouro do século XVIII decorado de azulejos, ainda ficou uma linda rotunda encimada de um lanternirn que abriga uma fonte.”

Fonte: Anne de Stoop. Quintas e Palácios dos Arredores de Lisboa. Livraria Civilização Editora. 1986

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publicado por Carlos Gomes às 15:53
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FOLKLOURES’17: MINHOTOS REALIZAM EM LOURES GRANDE FESTA DA CULTURA TRADICIONAL PORTUGUESA E DAS COMUNIDADES IMIGRANTES

Organização do Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures

A edição deste ano do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas culminou ontem com a realização no Parque da Cidade, em Loures, de um grandioso espectáculo da nossa cultura tradicional e das comunidades imigrantes que este ano marcaram a sua presença através de representações do Brasil e da Moldávia.

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Uma nota digna de registo foi a participação do cante alentejano, através do Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo, um dos mais lídimos representantes desta forma de expressão folclórica que, de forma incompreensível, é frequentemente discriminada em relação aos espectáculos de danças, vulgo festivais de folklore.

Desde a cerimónia de recepção aos grupos convidados que teve lugar no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures, estiveram presentes o vereador da Câmara Municipal de Loures, Dr. António Guilherme e diversos membros de juntas de freguesia. Por seu turno, também a Federação do Folclore Português fez-se representar na pessoa do sr. Joaquim Pinto, Conselheiro Técnico da Região do Alto Minho.

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Após o desfile de grupos participantes, o espectáculo teve lugar em palco tendo como cenário a réplica da fachada das ruínas da Igreja de S. Paulo, em Macau, tendo beneficiado das excelentes condições atmosféricas que se fizeram sentir.

Perante a participação entusiasmada do numeroso público, participaram na edição deste ano do FolkLoures o Grupo de Bombos Os Baionenses, o grupo da Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil; a Associatia Miorita Portugalia – Moldávia; Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo; Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral; Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura; Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia e, naturalmente, o anfitrião Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho. O espectáculo encerrou com a realização de uma sessão de fogo-de-artifício que iluminou os céus no concelho de Loures.

Aos grupos e entidades participantes foram oferecidas peças de artesanato tradicional como lembranças, valorizando desse modo o trabalho artístico dos nossos artesãos. Refira-se que desde há algum tempo, o nosso artesanato tem sido preterido devido ao recurso a peças acrílicas e outras criações que nada têm a ver com o nosso folclore.

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A realização do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas nos moldes em que está a ser efectuado, com o seu formato actual, está a projectar Loures como um palco privilegiado do folclore de Portugal e do Mundo, através de exposições, conferências e de um espectáculo que reúne o que de melhor existe na cultura tradicional do povo português e das comunidades imigrantes.

Entretanto, a organização do FolkLoures iniciou já os preparativos para a realização da edição de 2018, tendo inclusivamente já garantida uma representação de uma comunidade imigrante, esperando-se que o programa fique fechado até ao final deste ano.

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Para o próximo dia 9 de Setembro, o Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho tem em preparação a realização na Quinta das Carrafouchas da Festa do Vinho, um espectáculo de cariz etnográfico que incluirá a pisa das uvas no lagar à moda antiga, ao som da concertina e ao ritmo do bombo. Trata-se de uma organização conjunta do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho e da Quinta das Carrafouchas, situada no concelho de Loures.

Esta é uma iniciativa inédita no âmbito do regionalismo e da divulgação do folclore na região de Lisboa e está já a despertar enorme curiosidade e interesse sobretudo por parte dos minhotos que ali vivem, mas também das gentes saloias daquela região.

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Os participantes vão poder experimentar a sensação única da prensagem da uva com os pés, tal como outrora se fazia em todos os lagares da nossa região. A pisa das uvas constitui uma tradição milenar que se perde nos tempos com vista ao seu esmagamento a fim de dar início ao processo de fermentação.

Com os pés se esmaga as uvas e quebra a casca sem, no entanto, quebrar as sementes, método que sendo mais demorado do que o recurso à prensa, proporciona um maior contacto com a casca e, consequentemente, a possibilidade de extrair mais cor, aromas e sabores, conferindo aos vinhos assim produzidos uma qualidade superior.

A Quinta das Carrafouchas onde vai ter lugar a Festa do Vinho situada em A-das-Lebres, Freguesia de Santo Antão do Tojal. O solar é um dos exemplares do período Barroco existentes no Concelho de Loures. Foi em 8 de Abril de 1872 comprada ao Marquês de Valada por Joaquim Franco Cannas, permanecendo na família até aos dias de hoje.

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publicado por Carlos Gomes às 10:43
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Sábado, 1 de Julho de 2017
FOLKLOURES'17 LEVA HOJE A LOURES FOLCLORE E TRADIÇÕES POPULARES

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publicado por Carlos Gomes às 09:06
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Sexta-feira, 30 de Junho de 2017
FESTA DO VINHO: MINHOTOS PISAM AS UVAS EM LOURES

Iniciativa do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho

Os minhotos que residem na região de Lisboa vão no próximo dia 9 de Setembro participar nas vindimas e, após o almoço, na pisa das uvas à moda antiga, ao som da concertina e ao ritmo do bombo. Trata-se de uma organização conjunta do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho e da Quinta das Carrafouchas, situada no concelho de Loures.

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Esta é uma iniciativa inédita no âmbito do regionalismo e da divulgação do folclore na região de Lisboa e está já a despertar enorme curiosidade e interesse sobretudo por parte dos minhotos que ali vivem, mas também das gentes saloias daquela região.

Os participantes vão poder experimentar a sensação única da prensagem da uva com os pés, tal como outrora se fazia em todos os lagares da nossa região. A pisa das uvas constitui uma tradição milenar que se perde nos tempos com vista ao seu esmagamento a fim de dar início ao processo de fermentação.

Com os pés se esmaga as uvas e quebra a casca sem, no entanto, quebrar as sementes, método que sendo mais demorado do que o recurso à prensa, proporciona um maior contacto com a casca e, consequentemente, a possibilidade de extrair mais cor, aromas e sabores, conferindo aos vinhos assim produzidos uma qualidade superior.

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A Quinta das Carrafouchas onde vai ter lugar a Festa do Vinho situada em A-das-Lebres, Freguesia de Santo Antão do Tojal. O solar é um dos exemplares do período Barroco existentes no Concelho de Loures. Foi em 8 de Abril de 1872 comprada ao Marquês de Valada por Joaquim Franco Cannas, permanecendo na família até aos dias de hoje.

Anne de Stoop, na sua obra “Quintas e Palácios dos Arredores de Lisboa”, descreve a Casa e Quinta das Carrafouchas nos seguintes termos:

“Não existe qualquer documento que nos permita retraçar a história da Casa das Carrafouchas, construída no principio do séc. XVIII. Da sua história só reza a estadia de Junot ali. No dia 8 de Abril de 1879, a propriedade é comprada ao Marquês de Valada por Joaquim Franco Cannas, mantendo-se na sua família até ao presente. Ela pertence actualmente a D. Maria Veneranda Cannas Henriques da Silva.

Este solar constitui um belíssimo exemplo da construção que podemos encontrar tanto no Norte como no Sul de Portugal. Neste tipo de casa, construída segundo uma concepção frontal, a fachada desenhada com cuidado desenvolve-se no sentido do comprimento. Os três elementos distintos, constituídos pela capela, a residência e o muro do pátio, fechado por um portal armoriado, são aí integrados num mesmo conjunto. As capelas são em geral pouco postas em evidência durante a primeira metade do século XVIII, ocupando simplesmente a extremidade da fachada. É este o caso, dado que a capela fica mesmo 

subordinada à cornija situada no prolongamento da casa, apenas se distinguindo desta por um pequeno campanário e por um frontão trabalhado. A sua fachada, na qual se inscreve a data de 1714, possui a sobriedade do século anterior, de que é exemplo a parte residencial, pontuada por largas pilastras e pelo alinhamento das janelas de sacadas com uma cornija. O enorme muro, com o seu portal armoriado, que dá acesso ao pátio, é prolongado pelo muro dos anexos.

Muito portuguesa na sua arquitectura, esta casa é-o também pela predominância dada à decoração interior da capela, sobre a da habitação. Dedicado a Nossa Senhora do Monte do Carmo, este local de oração constitui uma verdadeira jóia, onde se encontram, associados à portuguesa, talhas douradas, embutidos de mármore policromos, frescos vermelhos e dourados, e azulejos azuis e brancos. O conjunto é contudo muito homogéneo, graças ao «leitmotiv» bidimensional mas muito dinâmico, formado pelos enrolamentos e volutas de folhagem. A semelhança de tratamento destes materiais explica-se pelos laços que existem entre os diferentes corpos de ofícios que se inspiravam, na maior parte das vezes, nos registos destes mesmos decoradores.

Assim, o marchetador que executou o altar foi capaz de imitar na perfeição sobre a madeira os mosaicos florentinos em mármore semelhantes aos da vizinha Igreja Matriz de Loures, terminados em 1716 (1). Do mesmo modo, o fresquista pintou opulentas volutas no tecto, associadas à gramática ornamental pós-renascentista, com cornucópias de flores, frutos e mascarões. Em seis grandes carteias encontram-se representadas invocações à Virgem (2). No centro, à maneira das alminhas populares, talvez da autoria de José Ferreira de Araújo, encontra-se uma poética Nossa Senhora do Monte do Carmo, intercedendo pela salvação dos condenados ao fogo eterno (3). Quanto ao pintor de azulejos, cuja corporação era considerada como mais inovadora, nota-se todavia que este conservou nas cercaduras as tradicionais volutas onde folgam querubins. Em contrapartida, as cenas representadas relevam de uma nova estética. 

Os episódios da vida da Virgem (4), verdadeiros quadros, destacam-.se dos fundos arquitectónicos, abrindo-se sobre um espaço agora de três dimensões. Ao mesmo tempo, as diferentes cenas ilustram um mundo familiar longínquo dos austeros padrões do século anterior. A Natividade e a Adoração dos Magos são particularmente pitorescas, com pastores radiantes de alegria oferecendo os seus rústicos presentes ou os Reis Magos e os seus pretinhos acompanhados de camelos, evocando de algum modo os famosos cortejos de girafas das tapeçarias peçarias tecidas em Tournai no século XVI, depois das descobertas portuguesas. O cuidado no pormenor, a justeza das fisionomias, um certo ar terno e recolhido permitiriam atribuir estes azulejos ao mestre P.M.P.

Tal como a capela, o pátio constitui um espaço privilegiado, cercado por anexos de tectos múltiplos, alegrado pelo espantoso desenho geométrico do empedrado preto e branco e refrescado pela existência de uma fonte. O terraço que o domina foi decorado depois da capela, por volta de 1740, com três monumentais painéis de azulejos, que representam cenas de caça, no estilo das de Bartolomeu Antunes. Ali, cavaleiros e montadas perseguindo o touro, o cervo e o javali, possuem um desenho particularmente plástico.

O jardim reserva-nos nova surpresa, com o seu grande lago em meia-lua, adossado a três muros de um branco efuziante orlado de ocre, encimados por bolbos, pináculos que não deixam de ter vagas reminiscências árabes. Aqui os azulejos servem para enquadrar arquitectonica-mente nichos de largas cercaduras barrocas que, acima dos bancos de pedra, enquadram graciosas figuras alegóricas representando as Quatro Estações. Este tema bucólico, muito apreciado, alegra frequentemente os salões e os ter-raços, tal como na Quinta Grande na Damaia, onde as Quatro Estações possuem um porte de.elegância idêntica. Desenhada com muita delicadeza e cuidado, esta decoração poderia ser atribuída, quem sabe, a Nicolau de Freitas, por volta de 1740. Na grutazinha  central, o murmúrio da fonte parece juntar-se ao das galantes personagens de azulejos que devaneiam sob as frondosidades (5). 

(1) Os mosaicos de mármore da Igreja Matriz de Loures foram executados por Manuel Francisco Botelho entre 1696 eá716

(2) A Lua, o Sol, o poço, o espelho da justiça, a torre de marfim.

(3) O menino Jesus, os anjinhos e dois condenados sustentam na mão um emblema do Monte Carmo.

(4) A Educação da Virgem, a Apresentação no Templo, o Casamento da Virgem, o Nascimento de Jesus, a Adoração dos Magos, Fuga para o Egipto, Sagrada Família. É interessante comparar os azulejos com os quatro quadros da capela, representando o casamento da Virgem, a Anunciação, a Natividade e a Visitação.

(5) Nos jardins, apesar de ter desaparecido o miradouro do século XVIII decorado de azulejos, ainda ficou uma linda rotunda encimada de um lanternirn que abriga uma fonte.”

Fonte: Anne de Stoop. Quintas e Palácios dos Arredores de Lisboa. Livraria Civilização Editora. 1986

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publicado por Carlos Gomes às 10:23
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FOLKLOURES’17: AMANHÃ É O DIA DA GRANDE FESTA!

Moldávia e Brasil são as representações internacionais da edição de 2017

É já amanhã, sábado, dia 1 de Julho, que tem lugar em Loures o espectáculo de culturas tradicionais FolkLoures’17.

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Trata-se de uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Este evento privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

O programa do FolkLoures’17 é o seguinte:

FOLKLOURES'17 - Encontro de Culturas

PROGRAMA

Dia 1 de Julho

- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas

- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional

- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício

GRUPOS PARTICIPANTES

Grupo de Zés Pereiras “Os Baionenses” - Baião

Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil

Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo

Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho

Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral

Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura

Associatia Miorita Portugalia – Moldávia

Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia



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Quinta-feira, 29 de Junho de 2017
FOLKLOURES’17: CHEGOU O DIA DO GRANDE FESTIVAL EM LOURES!

Moldávia e Brasil são as representações internacionais da edição de 2017

É já no próximo sábado, dia 1 de Julho, que tem lugar em Loures o espectáculo de culturas tradicionais FolkLoures’17.

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Trata-se de uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Este evento privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

O programa do FolkLoures’17 é o seguinte:

FOLKLOURES'17 - Encontro de Culturas

PROGRAMA

Dia 1 de Julho

- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas

- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional

- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício

GRUPOS PARTICIPANTES

Grupo de Zés Pereiras “Os Baionenses” - Baião

Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil

Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo

Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho

Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral

Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura

Associatia Miorita Portugalia – Moldávia

Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia



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Quarta-feira, 28 de Junho de 2017
MINHOTOS REALIZAM EM LOURES FESTA DO VINHO

Iniciativa do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho

Os minhotos que residem na região de Lisboa vão no próximo dia 9 de Setembro participar nas vindimas e, após o almoço, na pisa das uvas à moda antiga, ao som da concertina e ao ritmo do bombo. Trata-se de uma organização conjunta do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho e da Quinta das Carrafouchas, situada no concelho de Loures.

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Esta é uma iniciativa inédita no âmbito do regionalismo e da divulgação do folclore na região de Lisboa e está já a despertar enorme curiosidade e interesse sobretudo por parte dos minhotos que ali vivem, mas também das gentes saloias daquela região.

Os participantes vão poder experimentar a sensação única da prensagem da uva com os pés, tal como outrora se fazia em todos os lagares da nossa região. A pisa das uvas constitui uma tradição milenar que se perde nos tempos com vista ao seu esmagamento a fim de dar início ao processo de fermentação.

Com os pés se esmaga as uvas e quebra a casca sem, no entanto, quebrar as sementes, método que sendo mais demorado do que o recurso à prensa, proporciona um maior contacto com a casca e, consequentemente, a possibilidade de extrair mais cor, aromas e sabores, conferindo aos vinhos assim produzidos uma qualidade superior.

A Quinta das Carrafouchas onde vai ter lugar a Festa do Vinho situada em A-das-Lebres, Freguesia de Santo Antão do Tojal. O solar é um dos exemplares do período Barroco existentes no Concelho de Loures. Foi em 8 de Abril de 1872 comprada ao Marquês de Valada por Joaquim Franco Cannas, permanecendo na família até aos dias de hoje.

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publicado por Carlos Gomes às 23:18
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FOLKLOURES’17: EXPOSIÇÕES, PALESTRAS, TRADIÇÕES E FOLCLORE NUM GRANDIOSO FESTIVAL DURANTE UMA SEMANA EM LOURES

Moldávia e Brasil são as representações internacionais da edição de 2017

A edição deste ano do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, vai ter o seu início no dia 24 de Junho com a realização de uma exposição e de uma palestra, prolongando-se durante toda a semana até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar o espectáculo de culturas tradicionais.

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Trata-se de uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Este evento privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

O programa do FolkLoures’17 é o seguinte:

FOLKLOURES'17 - Encontro de Culturas

PROGRAMA

Dia 1 de Julho

- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas

- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional

- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício

GRUPOS PARTICIPANTES

Grupo de Zés Pereiras “Os Baionenses” - Baião

Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil

Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo

Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho

Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral

Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura

Associatia Miorita Portugalia – Moldávia

Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia

Grupo de Danças e Cantares da Madeira – Madeira



publicado por Carlos Gomes às 10:41
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Segunda-feira, 26 de Junho de 2017
FOLKLOURES'17: MADEIRENSES DANÇAM O BAILINHO EM LOURES

O Grupo de Danças e Cantares da Madeira vai no próximo dia 1 de Julho participar no FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures.

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Trata-se de um evento que privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

Constituído há mais de três décadas por madeirenses radicados na região de Lisboa, este grupo folclórico está sediado no vizinho concelho da Amadora e é o único que no continente representa os usos e costumes tradicionais das gentes do Arquipélago da Madeira, actualmente constituída como Região Autónoma.

Além do Grupo de Danças e Cantares da Madeira, a edição deste ano do FolkLoures vai contar com a participação do Grupo de Zés Pereiras Os Baionenses - Baião, Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba – Alentejo; Grupo Folclórico O Cancioneiro de Ovar – Beira Litoral; Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura; Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia; Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil; Associatia Miorita Portugalia – Moldávia e, naturalmente, o anfitrião Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho.

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publicado por Carlos Gomes às 23:01
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FOLKLOURES 17 ´ primeşte reprezentarea Republicii MOLDOVA

Associatia grupul folcloric "Mioriţa" Consiliul va pe 1 iulie, pentru a participa la FolkLoures 17-întâlnire de culturi, o iniţiativă de mare caracter tradiţional organizat de ansamblul folcloric verde Minho în colaborare cu municipalitatea din Loures, au loc cu ocazia festivităţilor de municipiu Loures. Acesta este un eveniment care se concentrează pe folclorul regiunii locale şi chiar din întreaga ţară şi comunităţi care constituie mozaic sociale şi culturale a regiunii, contribuie la includerea şi promovarea păcii între popoare prin cultura lor tradiţională.

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Format de moldoveni şi lor descendenţi ai imigranţilor în ţara noastră, Associatia "Mioriţa" Consiliul are sediul în Barreiro şi reprezintă obiceiuri tradiţionale a poporului din Republica Moldova.

Situat în Europa de Est, Moldova are frontierele cu Ucraina și România. În secolul al XV-lea, Moldova – oficial Republica Moldova – a ocupat întreaga regiune a Basarabiei, Moldova și Bucovina, care constituie o mare putere regională.

Ca rezultat al istoricului tulbure care a inclus perioada feudală, Tratatul de la București din 1812 care estetic teritoriul dumneavoastră, depunerea Basarabia Rusiei și, ulterior, independenţa României şi vă unificarea cu Republica Moldova este în prezent controversate, definirea identităţii lingvistice şi etnice între moldoveni şi români.

Dincolo de grupul de folclor Associatia "Mioriţa" Consiliul în reprezentarea Comunitatea moldovenească îşi are rădăcinile în ţara noastră, acest an FolkLoures va conta cu participarea grupului de dans şi cântând, Corul secerătorii Cuba-Alentejo, ansamblul folcloric Cancioneiro de Ovar-Beira Litoral şi Estremadura reprezentări şi Brazilia să dezvăluie în timp util. În plus faţă de grup folcloric verde Minho gazdă.

Mai mult decât orice alte manifestări culturale şi sportive este folclor sub formă de expresie culturală care contribuie cel mai bine pace între popoare, cu privire la diferenţele şi identitatea lor.

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publicado por Carlos Gomes às 10:14
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FOLKLOURES'17: TODOS OS CAMINHOS VÃO DAR A LOURES!

Moldávia e Brasil são as representações internacionais da edição de 2017

A edição deste ano do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, vai ter o seu início no dia 24 de Junho com a realização de uma exposição e de uma palestra, prolongando-se durante toda a semana até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar o espectáculo de culturas tradicionais.

Trata-se de uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Este evento privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

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O programa do FolkLoures’17 é o seguinte:

FOLKLOURES'17 - Encontro de Culturas

PROGRAMA

Dia 1 de Julho

- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas

- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional

- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício

GRUPOS PARTICIPANTES

Grupo de Zés Pereiras “Os Baionenses” - Baião

Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil

Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo

Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho

Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral

Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura

Associatia Miorita Portugalia – Moldávia

Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia

Grupo de Danças e Cantares da Madeira – Madeira



publicado por Carlos Gomes às 09:31
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BERNARDINO SOARES, PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE LOURES, ENDEREÇO MENSAGEM À ORGANIZAÇÃO DO FOLKLOURES

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publicado por Carlos Gomes às 00:08
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Sábado, 24 de Junho de 2017
HISTORIADORA ANA PAULA ASSUNÇÃO PROFERE EM LOURES PALESTRA SOBRE USOS E COSTUMES DOS SALOIOS

Palestra promovida pelo Grupo de Folclore Verde Minho marca arranque oficial do FolkLoures’17

“Usos e costumes dos saloios – uma conversa com muitos nós! Foi o tema da palestra hoje proferida em Loures, a quar marcou o início oficial da edição deste ano do Folkloures.

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A iniciativa teve lugar no magnífico auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte onde normalmente decorrem as reuniões da Assembleia Municipal e contou com a presença do Dr. Francisco Sousa, técnico do Pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Loures e de Joaquim Pinto, em representação do Presidente da Federação do Folclore Português.

Perante uma assistência interessada e participativa, a palestrante foi “desatando nós” ao longo da sua dissertação, desfazendo conceitos há muito tempo estabelecidos no meio folclórico e entre os investigadores, muitos deles surgidos por ocasião da Exposição do Mundo Português realizada em 1940 e que, graças à intervenção de António Ferro e de sua esposa, a poetisa Fernanda de Castro, vieram a conferir especial saliência e visibilidade ao folclore nacional. Na realidade, uma época que acabaria por marcar de forma indelével a forma como actualmente ainda hoje encaramos o folclore.

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Procurando contrariar a ideia estabelecida segundo a qual os saloios descendem exclusivamente dos moiros que então habitavam nos arredores de Lisboa, a historiadora defende que essa definição étnica se estende a muitos outros povos de diferentes origens que aqui se estabeleceram. E, muitos outros nós desatou a Drª Ana Paula Assunção ao longo da palestra que proferiu e para a qual foram convidados todos os grupos folclóricos de todos os concelhos da região saloia mas que, estranhamente, parecem revelar desinteresse pelos temas que tratam a sua própria cultura tradicional com a qualidade e interesse como a lição que foi hoje oferecida a todos os presentes.

No átrio do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte foi também montada uma exposição temporária de concertinas, algumas das quais velhos harmónios que remontam aos começos do século XX.

Também o Museu Municipal de Loures, no âmbito do FolkLoures’17, mantém durante toda a semana entradas gratuitas para quem quiser visitar a exposição permanente de carroças e outras alfaias da região saloia.

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O FolkLoures’17 culmina com a realização, no próximo dia 1 de Julho, de um grandioso espectáculo – o Encontro de Culturas – a ter lugar no Parque da Cidade, com o seguinte programa:

- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas

- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional

- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício

GRUPOS PARTICIPANTES

Grupo de Zés Pereiras Os Baionenses – Baião – Douro Litoral

Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil

Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo

Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho

Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral

Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura

Associatia Miorita Portugalia – Moldávia

Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia

Grupo de Danças e Cantares da Madeira – Madeira

Fotos: Artur Lucena / Revista LOURESmagazineODIVELAS

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publicado por Carlos Gomes às 22:31
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Sexta-feira, 23 de Junho de 2017
FOLKLOURES’17: HISTORIADORA ANA PAULA ASSUNÇÃO PROFERE AMANHÃ EM LOURES PALESTRA SOBRE “USOS E COSTUMES DA REGIÃO SALOIA”

Iniciativa do Rancho Folclórico Verde Minho

A Historiadora e Museóloga Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção profere uma palestra subordinada ao tema “Usos e Costumes Tradicionais da Região Saloia”, a ter lugar no Auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, no dia 24 de Junho, pelas 15h30. A iniciativa insere-se no programa do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas que se prolonga até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar um grandioso festival de cultura tradicional no Parque da Cidade, em Loures.

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O Palácio doa Marqueses da Praia e Monforte encontra-se instalado junto ao Parque da Cidade e trata-se do local onde reúne a Assembleia Municipal de Loures, dispondo das melhores condições para a realização de palestras e conferências.

A Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção é historiadora e museóloga, Mestre em História Regional e Local pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É autora de programas museológicos, reformulações de programas e criação de serviços inovadores. Conceção científica do Centro UNESCO A casa da terra. Comissária de exposições de vária índole com museografia de inclusão e género.

Tem como áreas científicas preferenciais a História Local, Saúde, Património industrial (com destaque para Fábrica de Loiça de Sacavém, Oliveira Rocha/Oliveira do Bairro), Património Cultural Imaterial, Património Religioso /obra de arte total – Cripto -história. Exerceu voluntariado na Igreja Matriz de Bucelas com descobertas de cariz científico sobre entalhador, Francisco Lopes. (Artigo no prelo). Musealização da Igreja e interpretação dos espaços em visitas.

Pelo seu trabalho, tem recebido várias distinções de Mérito Cultural e Prémios no campo da Museologia a nível nacional e internacional.

Nesse mesmo dia e local, terá ainda lugar outra iniciativa cultural integrada no programa da edição deste ano do FolkLoures, a qual contamos divulgar muito brevemente. Trata-se, pois, de um programa cultural rico e diversificado que, sob o impulso e capacidade organizativa do Rancho Folclórico Verde Minho, catapulta o concelho de Loures para a ribalta da cultura tradicional portuguesa.



publicado por Carlos Gomes às 10:24
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Terça-feira, 20 de Junho de 2017
RANCHO DA BOBADELA REPRESENTA A REGIÃO SALOIA NO FOLKLOURES’17

O Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Loures vai no próximo dia 1 de Julho participar no FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Trata-se de um evento que privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

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Como não podia deixar de suceder, os usos e costumes das gentes da região saloia em geral e do concelho de Loures em particular não poderiam deixar de estar presentes. As tradições saloias constituem a matriz etnográfica de um concelho que acolheu de braços abertos os minhotos, beirões, transmontanos, alentejanos e as mais variadas gentes de todo o país, dos países de expressão portuguesa e de todo o mundo. Por essa via, Loures tornou-se porventura um dos concelhos mais cosmopolitas do nosso país. Eis a razão pela qual o FolkLoures – Encontro de Culturas adquiriu um novo formato, mais abrangente e inclusivo, inédito no domínio do folclore e da cultura tradicional cujo modelo em breve inspirará outras organizações de eventos semelhantes. Por conseguinte, o Rancho da Bobadela representará na edição deste ano os usos e costumes da região saloia e do concelho de Loures.

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O Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela iniciou a sua actividade etnográfica com as marchas dos santos populares em Junho de 1983.

Nos primeiros anos, este rancho foi uma secção de uma outra colectividade da freguesia até que, a 26 de Fevereiro de 1987, se celebrou a escritura pública que deu corpo à União Cultural e Folclórica da Bobadela, o que o torna mais antigo do que a colectividade a que actualmente pertence.

Localizada na zona oriental do concelho de Loures, a freguesia da Bobadela era banhada pelos rios Tejo (a leste) e Trancão (a sul e a oeste), sendo que este último a separava das freguesias de Unhos (a oeste) e de Sacavém (a sul e sudoeste); a norte e noroeste fazia fronteira com a freguesia de São João da Talha, da qual se desmembrou. Pelo facto da Vila da Bobadela pertencer ao Concelho de Loures, o qual se encontra inserido na zona Saloia, e ainda junto ao Ribatejo e às “portas” de Lisboa, as danças e cantares são o espelho do cruzamento das três zonas acima descritas, bem como das actividades económicas que se viveram por aquelas bandas.

Sendo a etnografia desta zona bastante rica e diversificada, o rancho da Bobadela tem no seu repertório musical bailaricos, fadinhos, viras, valsas e os famosos verde-gaios.

Quanto aos trajes, inicialmente no Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela, os homens usavam trajes Saloios Domingueiros e as mulheres o traje Usual no Ribatejo. Ou seja, as raparigas usavam saias e lenços vermelhos, camisa e meias brancas, chapéu e cesto de palha. E os rapazes vestiam camisa branca e calças, colete, cinta e barrete preto.

No entanto, no princípio do ano de 1997, a Direcção decidiu iniciar a mudança dos trajes para a representação da etnografia saloia. Esta representação é mantida até hoje e dela se destacam os Trajes de Abastados, Trabalho de Cocheiro, de Lavadeira, de Ceifeira, de Carroceiro, de Aguadeira, de Leiteira e de Campino das Lezírias Saloias.

“O folclore é a tradição e usos populares, constituído pelos costumes e tradições transmitidos de geração em geração. O rancho da Bobadela procura viver e transmitir sempre melhor e de forma feliz essa cultura tão sua.

Além do Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Loures, a edição deste ano do FolkLoures vai contar com a participação do grupo de folclore da Associatia Miorita Portugalia em representação da comunidade moldava radicada no nosso país, a Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil que apresentará a tradicional dança da capoeira, o Grupo de Danças e Cantares da Madeira, Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba – Alentejo, do Grupo Folclórico O Cancioneiro de Ovar – Beira Litoral e o Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura, para além do anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

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publicado por Carlos Gomes às 10:06
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Segunda-feira, 19 de Junho de 2017
FOLKLOURES'17: O MUNDO DANÇA EM LOURES

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publicado por Carlos Gomes às 18:44
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BRASIL LEVA DANÇA DA CAPOEIRA AO FOLKLOURES'17

A Associação Tira-me da Rua (ATR) vai no próximo dia 1 de Julho participar no FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Trata-se de um evento que privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

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Constituído por brasileiros radicados em Portugal, a Associação Tira-me da Rua (ATR) é quiçá o mais representativo grupo musical a preservar e divulgar uma das mais apreciadas manifestações da cultura tradicional do povo brasileiro – a capoeira!

A capoeira constitui um misto de dança, arte marcial, desporto, música e cultura popular. As suas origens são remotas, calculando-se que tal tradição tenha origem em rituais iniciáticos dos povos do sul de Angola. Em resultado da colonização portuguesa, a capoeira terá a partir do século XVII sido levada para o Brasil onde foi desenvolvida por descendentes de escravos africanos.

Ao som rítmico dos berimbaus, a Associação Tira-me da Rua (ATR) vai mostrar como se canta, dança e luta a capoeira, oferecendo m espectáculo que certamente vai agradar ao público que vai afluir ao FolkLoures’17, incluindo a numerosa comunidade brasileira radicada na região de Lisboa.

Além da Associação Tira-me da Rua (ATR), a edição deste ano do FolkLoures vai contar com a participação do grupo de folclore da Associatia Miorita Portugalia em representação da comunidade moldava radicada no nosso país, Grupo de Danças e Cantares da Madeira, Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba – Alentejo, do Grupo Folclórico O Cancioneiro de Ovar – Beira Litoral, Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura; Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia e, naturalmente, o anfitrião Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

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FOLKLOURES'17 - Encontro de Culturas

PROGRAMA

Dia 24 de Junho

- 16 horas. Inauguração da Exposição "A Evolução da Concertina". Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte.

A exposição está patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira)

Entrada gratuita

- 16h30 horas. Palestra sobre "Usos e Costumes tradicionais da Região Saloia", pela Dr.ª Ana Paula de Sousa Assunção, a ter lugar no Auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, no dia 24 de Junho, pelas 15h30.

Dia 1 de Julho

- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas

- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional

- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício

GRUPOS PARTICIPANTES

Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil

Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo

Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho

Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral

Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura

Associatia Miorita Portugalia – Moldávia

Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia

Grupo de Danças e Cantares da Madeira – Madeira

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publicado por Carlos Gomes às 15:03
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FOLKLOURES´17 RECEBE REPRESENTAÇÃO DA MOLDÁVIA

O Grupo de Folclore da Associatia Miorita Portugalia vai no próximo dia 1 de Julho participar no FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Trata-se de um evento que privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

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Formado por moldavos e seus descendentes imigrados no nosso país, a Associatia Miorita Portugalia está sediada no Barreiro e representa os usos e costumes tradicionais das gentes da Moldávia.

Situada na Europa oriental, a Moldávia possui fronteiras com a Ucrânia e a Roménia. No século XV, a Moldávia – oficialmente República Moldova – ocupou toda a região da Bessarabia, Moldávia Ocidental e Bucovina, constituindo à época uma importante potência regional.

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Em consequência da sua história atribulada que incluiu o período feudal, o Tratado de Bucareste em 1812 que retalhou o seu território, submetendo a Bessarabia à Rússia e, mais tarde, a independência da Roménia e a sua unificação com a Moldávia Ocidental, é actualmente controversa a definição de identidade étnica e linguística entre moldavos e romenos.

Além do grupo de folclore da Associatia Miorita Portugalia em representação da comunidade moldava radicada no nosso país, a edição deste ano do FolkLoures vai contar com a participação do Grupo de Danças e Cantares da Madeira, Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba – Alentejo, do Grupo Folclórico O Cancioneiro de Ovar – Beira Litoral e ainda com representações da Estremadura e Brasil que divulgaremos oportunamente, para além do anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

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publicado por Carlos Gomes às 10:09
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