Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017
REVISTA DE MARINHA COMEMORA 80 ANOS DE PUBLICAÇÃO

Uma das mais antigas revistas portuguesas em circulação, a Revista de Marinha edita nº1000 e celebra 80º aniversário

No ano em que se comemoram os 700 anos da Marinha de Guerra Portuguesa, celebra-se também o 80º aniversário da Revista de Marinha e a publicação da sua 1000ª edição. Com publicação ininterrupta desde 1937, é hoje uma das mais antigas revistas portuguesas em circulação.

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Nasceu em 1937, no mesmo ano do “Creoula” e do “Santa Maria”, como uma revista não só para os membros da Marinha, mas sobretudo para todos os apaixonados pelos assuntos do mar. Hoje, 80 anos e 1000 edições passadas, a Revista de Marinha alcança o estatuto de ser uma das mais antigas revistas nacionais em circulação e continua o seu papel de informar os seus leitores sobre o passado, o presente e o futuro do mar.

Ficam na memória um milhar de edições, com artigos, crónicas e reportagens sobre eventos da comunidade marítima, assuntos relativos às ciências do mar, às atividades portuárias e às Marinhas de Guerra, de Comércio, de Pesca e de Recreio, quer de Portugal, quer dos outros Estados lusófonos, membros da CPLP.

Além das comemorações, destaque também para três temas centrais nesta edição da Revista de Marinha, “política, estratégia e direito”, “economia do mar” e “náutica de recreio”, com vários artigos e crónicas. No tema “política, estratégia e direito”, constam doze artigos, entre os quais, “A Pátria honrai, que a Pátria vos contempla”, por Adriano Moreira, “Portugal e a Extensão da Plataforma Continental – Fazer Acontecer o Mar”, por Ana Paula Vitorino, e “Portugal na Nova Descoberta do Mar”, por Nuno Vieira Matias.

A Revista da Marinha é bimestral e cada edição tem o custo de 4,5€, podendo assinar as suas 6 revistas anuais por 22,5€, através de assinaturas@revistademarinha.com ou em http://revistademarinha.com



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Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017
PARABÉNS, MARINHA PORTUGUESA!

As armas e os barões assinalados

Que, da ocidental praia lusitana,

Por mares nunca de antes navegados

Passaram ainda além da Taprobana,

Em perigos e guerras esforçados,

Mais do que prometia a força humana,

E entre gente remota edificaram

Novo reino, que tanto sublimaram.

Os Lusíadas, Canto I, estrofe 1

MARINHA PORTUGUESA COMEMORA 700 ANOS DE EXISTÊNCIA COM DESFILE NAVAL E PARADA MILITAR EM LISBOA

Perto de meia centena de navios nacionais e estrangeiros participam hoje no rio Tejo nas comemorações dos 700 anos da Marinha Portuguesa

O rio Tejo de onde há mais de quinhentos anos partiram as caravelas e naus portuguesas que, parafraseando o imortal poeta Luís Vaz de Camões, “Novos mundos ao mundo irão mostrando”, serviu hoje de cenário a um acontecimento de com uma grandiosidade jamais vista na cidade de Lisboa. Perto de meia centena de navios de guerra, nacionais e estrangeiros, perfilaram-se perante a cidade das sete colinas para celebrar o 700º aniversário da Marinha Portuguesa.

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Defronte, na Praça do Comércio – local que antes do Terramoto de 1755 fora o Terreiro do Paço – os marinheiros de Portugal formaram em parada e desfilaram perante o Presidente da República e Comandante Supremo das Forças Armadas e à vista do arco triunfal onde a Glória coroa o Génio e o Valor e se inscreve a divisa “VIRTVTIBVS MAIORVM VT SIT OMNIBVS COCVMENTO PPD”*

Por seu turno, o Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante António Silva Ribeiro, evocou o passado glorioso da Marinha Portuguesa, enaltecendo as virtudes militares e o espírito de servir que a todos irmana no cumprimento do dever.

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Passam 700 desde a data da criação formal da Marinha Portuguesa. Em 1 de Fevereiro de 1317, celebrava o Rei D. Dinis com o genovês Manuel Pessanha, um contrato de vassalagem, tendo este sido nomeado por Diploma Régio o primeiro Almirante do Reino de Portugal, conferindo a partir de então à Armada Portuguesa um carácter permanente.

Não obstante o simbolismo da data, a Marinha Portuguesa possui origens bem mais remotas, sendo de acordo com uma bula papal considerado o ramo das Forças Armadas mais antigo do mundo. Regista-se nos anais da História de Portugal, regista-se a batalha travada com êxito em 1180, ao largo do Cabo Espichel, comandada por D. Fuas Roupinho, contra uma esquadra muçulmana. A referida batalha ocorreu ao tempo do reinado de D. Afonso Henriques. Mas, foi o Rei D. Dinis quem decidiu conferir à Marinha Real o carácter de organização permanente que mantém até aos nossos dias.

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À Marinha se deve ainda as navegações quinhentistas e à expansão marítima que lhe sucedeu, estendendo o seu domínio a todos os mares, desde o Oceano Atlântico ao Pacífico, unindo os cinco continentes sob a égide da Cruz da Ordem de Cristo.

Entre as suas maiores glórias conta-se a Batalha do Cabo Matapão, travada em 1717 contra a poderosa esquadra turca que no Mediterrâneo ameaçava o sul da Europa. A sua função foi adaptando-se às mudanças dos tempos e cumpre actualmente importantes missões no domínio internacional e também na salvaguarda da nossa soberania no mar.

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Conta uma velha lenda que Lisboa terá sido fundada pelo herói grego Ulisses (Odisseu) que a baptizou com o seu próprio nome, o qual viria mais tarde com a presença romana a ser corrompido para Olissipona. Para tal, iludira a rainha de Ofiusa – a terra de Serpentes como mitologicamente era conhecido o local – fingindo levar-se pelos seus encantos. Uma vez cumprida a tarefa, Ulisses partira logo que os navios estavam abastecidos e a marinhagem repousada, deixando atrás de si a rainha de Ofiusa que, desesperadamente, procurava alcançá-lo até ao mar e, serpenteando, dera origem à formação das colinas da cidade.

Foi, pois, nesta vetusta cidade de tão antigos e nobres pergaminhos que Portugal fez nascer a mais antiga Marinha do mundo, a qual hoje desfilou na sua melhor sala de visitas – o Terreiro do Paço – banhada pelas águas do rio Tejo que em tempos idos viu partir com as velas enfunadas, as naus que levaram a Cruz de Cristo às cinco partidas do mundo.

* “Às Virtudes dos Maiores, para que sirva a todos de ensinamento. Dedicado a expensas públicas”.

Texto e fotos: Manuel Santos

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Carta Régia do Rei D. Dinis, de 1 de Fevereiro de 1313, nomeando Manuel Pessanha como primeiro Almirante do Reino

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publicado por Carlos Gomes às 22:04
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Sábado, 2 de Dezembro de 2017
BANDAS DE MÚSICA DE TODO O PAÍS EXECUTAM EM LISBOA O HINO NACIONAL SOB A BATUTA DO MAESTRO DA BANDA DA ARMADA NAS COMEMORAÇÕES DO 1º DE DEZEMBRO

Mais de duas dezenas de bandas filarmónicas provenientes de todo o país desfilaram ontem em Lisboa, na avenida da Liberdade, no âmbito das comemorações do 1º de Dezembro, Dia da Restauração da Independência Nacional em 1640. No final, sob a batuta do maestro da Banda da Armada, exutaram em uníssono o Hino da Maria da Fonte, o Hino da Restauração e a Portugueza ou seja, o Hino Nacional.

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Tratou-se de uma grandiosa jornada cívica e patriótica e também cultural que lembrou a História e o espírito de união e liberdade dos portugueses cuja celebração fez todo o sentido com a participação da Banda da Armada, unidade cultural da Marinha Portuguesa que agora comemora 700 anos de existência.

Herdeira de gloriosas tradições, a Banda dos Marinheiros da Armada gravou em 1903 o primeiro disco produzido em Portugal.

Conforme é descrito no seu site oficial, “Ao longo dos mais de quinhentos anos de existência de formações musicais na Armada, estas sofreram inúmeras alterações, desde a designação ao número de elementos que as constituíram, tornando a enumeração praticamente impossível.

Na realidade, as fontes históricas só são razoavelmente seguras, sobre esta matéria, a partir da primeira metade do século XVIII, e indicam que em agosto de 1740 existia na Armada Real uma banda intitulada "Charamela".

A 3 de abril de 1903 a Banda dos Marinheiros da Armada grava, no Quartel do Corpo de Marinheiros, em Alcântara, aquele que é considerado o primeiro disco produzido em Portugal, um documento histórico e fonográfico raríssimo. A capa contém o selo real e a inscrição "Oferta do Maestro António Maria Chéu ao rei D. Carlos". A gravação, efetuada pela The Gramophone and Typewriter Ltd., de Londres, pretendia comemorar a visita de Eduardo VII de Inglaterra a Portugal.

Presentemente a Banda conta com 113 músicos, muitos dos quais com formação superior e com uma média etária de 33 anos. Fruto do esforço de renovação e dinamização levado a cabo nos últimos anos, os resultados refletem-se na grande visibilidade nacional e internacional das suas atuações ao vivo e na constante gravação e edição de discos compactos.

Na realidade, ao longo dos tempos têm pertencido e continuam a despontar na Banda da Armada, vários compositores de reconhecido mérito, e alguns dos melhores instrumentistas portugueses.”

Perante a sua marcha disciplinada e a empolgante execução da marcha dos marinheiros, a Banda da Armada foi muito aplaudida pelos populares que assisitiam ao seu desfile ao longo de todo o percurso até à Praça dos Restauradores. Uma grande jornada patriótica que, sem dúvida alguma, a Banda da Armada muito contribuiu para o seu brilhantismo!

Texto e fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 18:50
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Quarta-feira, 8 de Novembro de 2017
REVISTA DE MARINHA LANÇA COMANDAR NO MAR

Treze Histórias Reais de Liderança no Mar

As Edições Revista de Marinha lançam o seu novo título, Comandar no Mar, um livro onde vários oficiais de Marinha partilham as suas experiências de comando no mar, onde cada escolha pode ter consequências para o navio e sua tripulação ou guarnição, onde a confiança dos marinheiros no seu comandante é essencial.

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Numa altura em que a liderança é, cada vez mais, um tema na ordem do dia, Comandar no Mar surge como uma coletânea de testemunhos de comandantes dos mais variados tipos de navios da Marinha Mercante, Marinha de Guerra e Reserva Naval.

Ao longo do livro, treze comandantes da Marinha contam as suas histórias ao comando de vários tipos de navio e em diversos contextos, com o intuito de partilhar princípios de comandar no mar que possam igualmente servir de inspiração em terra, ajudando a compreender melhor a liderança sob diversas perspetivas.

Comandar no Mar conta testemunhos reais, desde o comando num submarino ou do bem conhecido Navio Escola Sagres, ao relato de Carla Muralha, uma comandante de sucesso no mundo marítimo.

Nas palavras do Almirante Alexandre da Fonseca, editor da obra, “Este livro será certamente útil para quem desempenha funções de chefia ou de comando nos outros ramos das Forças Armadas, Forças de Segurança e em organizações civis e nas empresas.” 

Comandar no Mar é uma edição da Revista de Marinha e patrocinado pela Thales Portugal e EDISOFT.

Comandar no Mar

Edições Revista de Marinha
Pvp: 20€ (para assinantes Revista de Marinha)
À venda nos locais habituais, no site da Revista de Marinha, na Loja do Museu de Marinha, Clube dos Oficias da Marinha Mercante, no Clube Militar Naval e na livraria da Universidade Católica.

Mais informações: assinaturas@revistademarinha.com

Capítulos e Autores:

O Exercício do Comando - Nuno Vieira Matias (Alm ref)

Comando Abaixo da Superfície - Álvaro Rodrigues Gaspar (CAlm ref)

A Bordo do Navio de Cruzeiros - Amadeu Albuquerque (Cap MM)

Treino e Avaliação Geram Competência - António Mendes Calado (VAlm)

Nos Veleiros da Pesca do Bacalhau - António Marques da Silva (Cap MM)

Navio Graneleiro - Carla Muralha (Capt MM)

Uma Lancha de Fiscalização Pequena em Cabinda - Frederico Melo Franco (Eng) (2ºten Res Naval)

Do Comando de Uma LDG ao Comando de Uma Corveta - João Pires Neves (VAlm ref)

Comandar o Nrp “Vasco Da Gama”- José Conde Baguinho (VAlm ref)

Força naval. Outro Patamar de Comando - José Domingos Pereira da Cunha (VAlm res)

A Reserva Naval a Comandar - José Pires de Lima (Eng) (2ºten Res Naval)

Navio hidrográfico. Um Navio Especial - José Seabra de Melo (CAlm res)

Navio-escola “Sagres”. Uma experiência inesquecível... - José Manuel Castanho Paes (Alm ref)

Comandar no Mar - CAPA



publicado por Carlos Gomes às 15:50
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Quinta-feira, 2 de Novembro de 2017
BLOGUE “CIDADANIA LX” PLAGIA ARTIGO PUBLICADO NO BLOGUE DE LISBOA HÁ MAIS DE 3 ANOS!

Sob o título “Porque não se transforma o Hospital de Marinha no Museu de Saúde Militar?”, publicou o BLOGUE DE LISBOA em 23 de Setembro de 2014, um artigo da autoria de Rui Pereira Cavaco, Enfermeiro e ex-sargento no activo, em termos que, quer no que respeita à ideia original do autor como ainda em relação ao historial e relato feito, aparece agora plagiado pelo blogue “Cidadania LX”, ontem publicado em https://cidadanialx.blogspot.pt/2017/11/o-estado-portugues-vende-estrangeiro.html

Sem qualquer referência quanto à fonte e autoria do mesmo.

O artigo publicado no BLOGUE DE LISBOA encontra-se em http://bloguedelisboa.blogs.sapo.pt/porque-nao-se-transforma-o-hospital-de-104921.

- O plágio é uma atitude a todos os títulos deplorável! E mais não dizemos…

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publicado por Carlos Gomes às 16:24
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Terça-feira, 10 de Outubro de 2017
TECNOLOGIA EM DESTAQUE NA 999º EDIÇÃO DA REVISTA DE MARINHA

Quase a atingir as 1000 edições, a Revista de Marinha lança um número obrigatório para quem se interessa pela tecnologia marítima.

Já está disponível a nova edição da Revista de Marinha, o número 999, referente aos meses de Setembro e Outubro, intitulada Ambiente, Ciência e Tecnologia. Nesta edição o destaque vai para artigos de fundo como temas tão diversos como a utilização do Gás Natural como uma opção válida de combustível para a Marinha, o papel do sistema Copernicus na monitorização marítima e a maior exploração de microalgas da Europa, que chegou agora a Portugal.

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Destaque também para a celebração do tricentenário da batalha de Matapão, o Museu Marítimo Helénico, a Kayak Party no Tejo e ainda os novos catamarans de alta velocidade que interligam as ilhas dos Açores, bem como crónicas sobre mergulho, modelismo, desportos náuticos e outros assuntos.

Sempre com o olhar posto na actualidade náutica e marítima portuguesa, a revista traz aos seus leitores relances do passado e espreitadelas ao futuro, sendo uma compra obrigatória, não só para os afiliados das forças Armadas, mas por todos aqueles que se interessam pela temática, seja por motivos profissionais ou apenas por curiosidade.

A Revista da Marinha é bimestral e cada edição tem o custo de 4,5€, podendo assinar as suas seis edições anuais por 22,5€, através de assinaturas@revistadamarinha.com



publicado por Carlos Gomes às 10:57
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Quinta-feira, 27 de Julho de 2017
MUSEU DE MARINHA APRESENTA EXPOSIÇÃO TEMPORÁRIA SOBRE A AVIAÇÃO MILITAR PORTUGUESA

Grande Guerra 1914-1918

Nos cem anos da constituição dos Serviços de Aviação do Corpo Expedicionário Português, da ativação do Centro de Aviação Marítima de Lisboa e da projeção da Esquadrilha Expedicionária a Moçambique, evoca-se a criação da componente aérea nacional através de uma exposição temporária que retrata a ação da Aeronáutica Naval e Militar durante a Grande Guerra.

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Apresente exposição insere-se na programação da Comissão Coordenadora da Evocação da I Guerra Mundial, sob coordenação da Comissão Histórico-Cultural da Força Aérea e com a colaboração da Comissão Cultural de Marinha, Comissão de História e Cultura Militar e da Liga dos Combatentes.

Localização: Museu de Marinha | Pavilhão das Galeotas | Praça do Império - Belém, 1400-206 Lisboa

Horários:

todos os dias das 10H00 às 18H ( Horário de Verão – 1 MAI A 30 SET)

todos os dias das 10H00 às 17H ( Horário de Inverno – 1 OUT A 30 ABR)

Data:

28 de Julho a 12 de Outubro de 2017



publicado por Carlos Gomes às 14:57
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Quinta-feira, 8 de Junho de 2017
REVISTA DE MARINHA DESTACA NÁUTICA DE RECREIO

Revista de Marinha – edição 997 – Náutica de Recreio

Em contagem decrescente para a sua 1000ª edição, a Revista de Marinha lança o nº997, referente aos meses de Maio e Junho de 2017.

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Esta edição, intitulada Náutica de Recreio, tem especial foco nos desportos náuticos, como a Vela, o Remo e o Surf, com destaque para uma entrevista com o surfista português Nic Von Rupp, que compete actualmente com a elite mundial.

A revista conta também com variados artigos, como a celebração dos 125 anos do Instituto de Socorros a Náufragos, criado com o patrocínio da Rainha D. Amélia, o Sines Tall Ships Festival, a Volvo Ocean Race e Boatyard Lisboa. Pode também ser lida nesta edição, a crónica de Rui Castilho sobre a sua volta ao Mundo no Veleiro Allegro.

Destaque ainda para artigos sobre o mergulho e a fotografia subaquática, para os curiosos e um importante artigo sobre os cuidados a ter com vítimas de hipotermia em contexto SAR (Search and Rescue), de leitura obrigatória para os apaixonados pelo mar.

Sempre com o olhar posto na actualidade náutica e marítima portuguesa, a revista traz aos seus leitores relances do passado e espreitadelas ao futuro, de interesse, não só para os afiliados das forças armadas, mas também para todos aqueles que se interessam pela temática do mar.

A Revista da Marinha é bimestral e cada edição tem o custo de 4,5€, podendo assinar as suas 6 edições anuais por 22,5€, através de assinaturas@revistadamarinha.com.



publicado por Carlos Gomes às 14:50
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Segunda-feira, 8 de Maio de 2017
REVISTA DE MARINHA PROMOVE 3ª EDIÇÃO DE “ENCONTROS DO MAR”

11 DE MAIO NA FIGUEIRA DA FOZ

A Revista de Marinha, a mais antiga e prestigiada revista nacional dedicada aos assuntos do mar, vai promover mais um evento da iniciativa “Encontros do Mar”, esta quinta-feira, dia 11 de Maio, no Auditório do Centro de Artes e Espetáculos (CAE) da Figueira da Foz.

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Os “Encontros do Mar” da Revista de Marinha têm como objetivo motivar e informar as empresas e as forças vivas da comunidade sobre as oportunidades que o Mar suscita, direta e indiretamente, à economia local. Depois da Ericeira e Nazaré terem recebido esta ação, com casas cheias, o evento chega agora à Figueira da Foz, um dos concelhos nacionais com maior ligação ao mar.

Realizados com o apoio da Câmara Municipal da Nazaré e do Centro de Estudos do Mar e Navegações (CEMAR), os "Encontros do Mar" da Revista da Marinha terão lugar no dia 11 de Maio, a partir das 14 horas, no Auditório do Centro de Artes e Espetáculos e salões anexos. O evento está organizado em quatro painéis, onde serão discutidos os seguintes temas:

14h35: Painel I - Portugal e o Mar

15h10: Painel II - Atividades do Cluster do Mar (Construção e Reparação Naval)

17h00: Painel III - Desportos Náuticos (Remo, Vela, Surf)

17h30: Painel IV - Atividades Marítimas, Investimento & Financiamento

Entre os oradores encontram-se nomes como Alexandre Fonseca, Fernando Carvalho Rodrigues, Victor Gonçalves de Brito, João Pedro Braga da Cruz, Rute Costa, António Miguel Amaral, Eurico Gonçalves e Miguel Marques, sendo os painéis moderados por Eduardo de Almeida Faria e Orlando Themes de Oliveira.

Também nos salões anexos, a partir das 18h00, será possível visitar a área de exposição de empresas locais e nacionais ligadas ao tema, e – cortesia da Docapesca – a partir das 18h00 terá lugar uma degustação de produtos do mar.

Encontros do Mar da Revista da Marinha

11 de Maio de 2017, a partir das 14h00

Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz

Entrada Livre

Revista de Marinha online em

http://www.revistademarinha.com/
https://www.facebook.com/revistademarinha/



publicado por Carlos Gomes às 09:12
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Terça-feira, 18 de Abril de 2017
OS VIKINGS CHEGARAM AO MUSEU DE MARINHA

A partir de 18 de Abril o Museu de Marinha apresenta ao público, pela primeira vez em Portugal, a mais completa exposição dedicada aos Vikings | Guerreiros do Mar.

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Venha navegar connosco até à era dos Vikings!

Chega agora a vez de Portugal poder visitar no Museu de Marinha a história de um povo que há mais de mil anos, povos vindos do Norte chegaram às margens de uma Europa que não estava preparada para os receber.

A capacidade de se deslocarem em rápidos e versáteis navios e a violência inesperada dos seus ataques constituíam as principais características destes “guerreiros do mar”.

Também nos territórios que mais tarde viriam a ser Portugal, a presença destes “homens do norte” foi uma constante ao longo de mais de 300 anos, entre os séculos IX e XI. Quer na região do Condado Portucalense, quer nos territórios islâmicos mais a sul no Al-Andaluz, como Lisboa e Alcácer do Sal, as incursões vikings deixaram uma marca indelével naquelas sociedades, bem presente no início da nacionalidade.

Composta por mais de 600 peças originais provenientes do Museu Nacional da Dinamarca, esta exposição apresenta-nos os mais variados aspetos relacionados com a história e cultura deste fascinante povo que ficou conhecido como um dos mais temidos de toda a História e que ainda hoje conquista milhares de entusiastas.



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Terça-feira, 4 de Abril de 2017
BIBLIOTECA CENTRAL DE MARINHA INAUGURA AMANHÃ EXPOSIÇÃO SOBRE A ESCRAVATURA

Escravatura: Tráfico, Consciencialização e Combate

No âmbito do evento Lisboa, Capital da Cultura Ibero-americana 2017, a Biblioteca Central de Marinha (BCM) apresenta a exposição denominada “Escravatura: Tráfico, Consciencialização e Combate”.

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Esta mostra vai ser inaugurada no próximo dia 5 de abril, no Torreão Central da Ex Fábrica Nacional de Cordoaria - Arquivo Histórico da Marinha. As visitas são gratuitas.

O tráfico escravo aceite e regulado pelo Governo, como atesta um passaporte que autoriza “o tráfico da escravatura nos portos do norte de África”, vai, aos poucos, encontrar resistência como mostra a diversa legislação em exibição, da qual o Estatutos da Sociedade Portugueza contra a Escravatura é exemplo. Relatórios de apreensões de navios negreiros, atestam a luta que era travada no mar, enquanto em terra, já no século XVI na sua Arte da Guerra do Mar, o padre Francisco Oliveira critica esta atividade. Sá da Bandeira, figura em destaque nesta mostra, empreendeu esforços incessantes para abolição de uma prática que lhe sobreviveu, como mostra uma série de fotografias de um relatório de 1902.

A exposição vai estar patente até dia 23 de junho no Arquivo Histórico (Junqueira), para depois transitar para as instalações da Biblioteca (Jerónimos), onde pode ser visitada entre os dia 28 de junho e 29 de setembro.

As visitas podem ser efetuadas entre as 10H00-12H00 e as 14H00-17H00, dos dias uteis.



publicado por Carlos Gomes às 16:26
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Quinta-feira, 2 de Fevereiro de 2017
REVISTA DE MARINHA LANÇA PRIMEIRA EDIÇÃO DE 2017

A Mais Antiga Revista Nacional Sobre Assuntos do Mar

A Revista de Marinha, a mais antiga e prestigiada revista nacional dedicada aos assuntos do mar, lança a sua 995ª edição, onde aborda vários temas náuticos, desde o desporto à segurança marítima, revisitando momentos históricos e noticiando a atualidade nacional, sem deixar de parte os grandes feitos dos nossos “Homens do Mar”, sejam eles desportistas ou militares.

Sempre com o olhar posto na atualidade náutica e marítima portuguesa, a Revista de Marinha traz aos seus leitores relances do passado e um vislumbre do futuro, não só para os afiliados das Forças Armadas, mas por todos aqueles que se interessam pela temática, seja por motivos profissionais ou apenas por paixão ou curiosidade.

Todas as edições, a Revista de Marinha cobre os mais diversos temas dentro do universo marítimo, como artigos e crónicas de temáticas tão diversas como a história náutica, a atualidade marítima, economia do mar, estratégia, geopolítica e um olhar sobre a Marinha de Guerra Portuguesa, explorando as características dos navios portugueses e os últimos avanços da tecnologia militar marinha.

Neste número, com a Marinha de Guerra como tema de capa, poderá ainda encontrar um artigo sobre o novo passadiço flutuante no Rio Tâmega; um resumo das grandes conquistas nacionais em desportos náuticos, durante 2016; artigos sobre a primeira edição de “Encontros do Mar”, que teve lugar na Ericeira; reportagens sobre o prémio “Busca & Salvamento” recebido pela nossa Marinha e sobre a atuação da Polícia Marítima Portuguesa que permitiu salvar vidas na Grécia.

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Revista de Marinha

Periodicidade: Bimestral

Pvp: 4,5€

Assinatura anual: 22,5€

Assinaturas e mais informações: assinaturas@revistademarinha.com

Revista de Marinha online em http://www.revistademarinha.com/

https://www.facebook.com/revistademarinha/



publicado por Carlos Gomes às 18:48
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Sexta-feira, 16 de Setembro de 2016
POLÍCIA MARÍTIMA COMEMORA EM LISBOA O SEU DIA

Ministro da Defesa condecora Polícia Marítima

Foi hoje comemorado pela primeira vez o Dia da Polícia Marítima. No ano passado foi por despacho do Comandante Geral da Polícia Marítima, Vice-Almirante António Silva Ribeiro, instituído o dia 13 de Setembro como o Dia da Polícia Marítima em alusão à data do diploma que, em 1919, procedeu à criação do Corpo de Polícia Marítima. Não obstante, as suas origens remontam a 1803, com competências relativas aos portos. Na ocasião, o Ministro da Defesa Nacional procedeu à entrega da medalha de Valor e Mérito Público ao Comando-geral da Polícia Marítima.

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As comemorações decorreram hoje nas Instalações Centrais da Marinha, em Lisboa, tendo sido presididas pelo Ministro da Defesa Nacional, Prof. Doutor Azeredo Lopes, e contando com a presença do Secretário de Estado da Defesa Nacional, Dr. Marcos Perestrello, do Almirante Autoridade Marítima Nacional, Almirante Luís Macieira Fragoso e do Comandante Geral da Polícia Marítima, Vice-Almirante António Silva Ribeiro.

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As cerimónias incluíram uma exposição de equipamento e meios utilizados pela Polícia Marítima e o desfile das forças em presença com a actuação da Banda da Armada.

Inicialmente constituído por agentes destacados da Polícia de Investigação Criminal de Lisboa, pessoal pertencente ao Governo Civil e praças da Armada, a Polícia Marítima é “um órgão de polícia e de polícia criminal que garante, e fiscaliza, o cumprimento das leis e regulamentos nos espaços integrantes do Domínio Público Marítimo (DPM), em áreas portuárias e nos espaços balneares, bem como em todas as águas interiores sob jurisdição da AMN e demais espaços marítimos sob soberania e jurisdição nacional, devendo preservar a regularidade das actividades marítimas”, competindo-lhe ainda colaborar com as demais forças policiais com vista a garantir a segurança e os direitos dos cidadãos.

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Quarta-feira, 8 de Junho de 2016
BUONDI APOIA INSTITUTO DOS SOCORROS A NÁUFRAGOS A SALVAR VIDAS

Parceria entre a Nestlé Portugal e a DGAM

A Nestlé Portugal assinou no dia 7 de junho, na sede do Instituto de Socorros a Náufragos, o Memorando de Entendimento com a Direção Geral da Autoridade Marítima (DGAM), através do Instituto de Socorros a Náufragos (ISN), que tem por objetivo a implementação do projeto da marca portuguesa de cafés torrados, BUONDI, denominado “Expressa-te em Segurança”.

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O evento de assinatura do protocolo contou com a presença do Diretor-Geral da Autoridade Marítima, Vice-Almirante António Silva Ribeiro, e do Diretor da Unidade de Fora do Lar da Nestlé, Vitor Manuel Martins.

A parceria entre a DGAM e a Nestlé Portugal visa apoiar o ISN com ações de sensibilização e atividades inovadoras que prometem alertar e sensibilizar as pessoas para os cuidados que devem ter e, desse modo, ajudar a salvar vidas.

Para Victor Manuel Martins, responsável da Nestlé, “este é um projeto que faz todo o sentido para BUONDI – marca que está desde sempre ligada não só ao surf como também às praias portuguesas e que assim vai ajudar a proporcionar um verão mais seguro a quem quer aproveitar a praia, o calor e as ondas de forma intensa”.

De entre as inúmeras atividades previstas no âmbito deste protocolo, de destacar os novos postos de vigia/cadeiras dos nadadores salvadores, autênticos safespots, que vão proporcionar melhores condições a estes profissionais – como, por exemplo, maior visibilidade - o que naturalmente reforçará a segurança na praia.

No âmbito desta parceria, BUONDI vai ainda ajudar a divulgar as regras básicas de segurança na praia e comportamentos a ter dentro de água em situações de perigo, através de campanhas de sensibilização a decorrerem em época balnear durante a vigência do presente memorando de entendimento que se celebra por 3 anos.

Como refere o Vice-Almirante António Silva Ribeiro, Diretor-Geral da Autoridade Marítima, “as campanhas de sensibilização são essenciais, porque nunca podemos esquecer que a segurança é feita essencialmente na prevenção. Por isso todos os novos formatos e suportes que possamos ter, que nos permitam chegar a cada vez mais pessoas e de formas diferenciadoras constituem uma mais-valia”.

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Terça-feira, 8 de Março de 2016
MARINHA PORTUGUESA CELEBRA DIA INTERNACIONAL DA MULHER



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Sexta-feira, 4 de Março de 2016
MUSEU DE MARINHA REALIZA EXPOSIÇÃO SOBRE O APRESAMENTO DE NAVIOS ALEMÃES EM PORTUGAL



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Terça-feira, 1 de Dezembro de 2015
BANDA DA ARMADA REALIZA AMANHÃ CONCERTO DA RESTAURAÇÃO



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Quarta-feira, 25 de Novembro de 2015
BANDA DA ARMADA REALIZA CONCERTO DA RESTAURAÇÃO



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Quarta-feira, 18 de Novembro de 2015
BANDA DA ARMADA REALIZA CONCERTO COMEMORATIVO DO 1º DE DEZEMBRO



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Segunda-feira, 16 de Novembro de 2015
BANDA DA ARMADA REALIZA CONCERTO COMEMORATIVO DO 1º DE DEZEMBRO



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Segunda-feira, 19 de Outubro de 2015
LISBOA RECEBE MARINHA DE GUERRA CHINESA

Comunidade chinesa radicada em Lisboa festeja a sua chegada

Uma frota de navios da Marinha do Exército de Libertação Popular da China aportou anteontem na Doca da Rocha Conde de Óbidos onde foi calorosamente recebida pela comunidade minhota residente em Lisboa.

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A frota é constituída pelo contratorpedeiro “Jinan”, a fragata “Yivan” e o navio de reabastecimento e de apoio “Qiandaohu” e permanecerá na capital até ao próximo dia 21 de outubro.

A frota realiza uma missão de patrulhamento global que incluiu uma missão de vigilância no Golfo de Aden, à entrada do Mar Vermelho, próximo da Somália, considerada uma via marítima essencial para o transporte do petróleo proveniente do Golfo Pérsico e, por conseguinte, uma região importante para a economia mundial, constantemente ameaçada pela ação dos piratas somalis.

A presença em Lisboa da frota naval chinesa destina-se a assinalar o momento das melhores relações diplomáticas e de cooperação entre Portugal e a República Popular da China cujos laços de amizade remontam a meados do século XVI.

O BLOGUE DE LISBOA agradece ao “Diário de Todos”, o primeiro jornal luso-chinês em Portugal, a autorização da utilização das suas fotos.

Fotos: Diário de Todos / https://www.facebook.com/quanribao/timeline

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Terça-feira, 2 de Junho de 2015
MARINHA PORTUGUESA EXPÕE NA ANTIGA FÁBRICA DE CORDOARIA MOSTRA DOCUMENTAL

Mostra Documental A Marinha e os Arquivos

Data(s): 9 a 29 de Junho de 2015

Horário(s): dias úteis, das  10.00 às 17.00 horas

Tipo de Evento: Mostra Documental

Título: A Marinha e os Arquivos

Descrição: Esta é uma viagem pela história dos arquivos da Marinha, desde 1843. Descreve as práticas de arquivo, as competências do arquivista, os locais e organismos por onde a documentação passou, as alterações orgânicas mais significativas, chegando à atualidade, onde se exibe o olhar moderno e atual de como a Marinha encara os arquivos, a preocupação com a preservação da documentação e a sua divulgação.

Local de realização: Torreão Central do Edifício da Ex-Fábrica Nacional de Cordoaria - Rua da Junqueira, s/n, Lisboa

Sítio na Internet:

http://biblioteca.marinha.pt/PT/SobreBCM/Paginas/SobreBCM.aspx

http://arquivohistorico.marinha.pt

Organização: Biblioteca Central da Marinha – Arquivo Histórico



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MARINHA PORTUGUESA PROMOVE VISITA GUIADA AO ARQUIVO HISTÓRICO

Visita Guiada ao Arquivo Histórico da Marinha

Data(s): 9 de Junho de 2015

Horário(s): 10.30 às 11.30 horas e das 15.00 às 16.00 horas

Tipo de Evento: Visita guiada

Título: Visita guiada ao Arquivo Histórico da Marinha (Biblioteca Central da Marinha – Arquivo Histórico)

Descrição: O Arquivo Histórico da Marinha preserva a memória da Nação em todas as atividades ligadas à Marinha e ao Mar - pessoal, navios, organismos, etc. - em áreas geográficas diversificadas, ao longo dos últimos 300 anos, acervo que faz parte da Memória não só de Portugal, mas também de todos os povos com quem nos relacionamos. Reservas através dos telefones 21 362 76 00 e/ou e-mail arquivo.historico@marinha.pt.

Local de realização: Arquivo Histórico - Edifício da Ex-Fábrica Nacional de Cordoaria - Rua da Junqueira, s/n, Lisboa

Sítio na Internet:

http://biblioteca.marinha.pt/PT/SobreBCM/Paginas/SobreBCM.aspx

http://arquivohistorico.marinha.pt

Organização: Biblioteca Central da Marinha – Arquivo Histórico

Arquivo Histórico da Marinha



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Terça-feira, 19 de Maio de 2015
LISBOA COMEMORA DIA DA MARINHA



publicado por Carlos Gomes às 10:18
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Quarta-feira, 17 de Dezembro de 2014
BANDA DA ARMADA REALIZA CONCERTO DE NATAL NO MUSEU DE MARINHA



publicado por Carlos Gomes às 19:11
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Terça-feira, 4 de Novembro de 2014
MUSEU DE MARINHA INAUGURA EXPOSIÇÃO SOBRE A PRIMEIRA GRANDE GUERRA



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Quinta-feira, 25 de Setembro de 2014
MUSEU DO MAR EM CASCAIS PROMOVE PALESTRA SOBRE SEGURANÇA DE NAVEGAÇÃO



publicado por Carlos Gomes às 11:44
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Domingo, 14 de Setembro de 2014
MARINHA PORTUGUESA DÁ A CONHECER O PATRIMÓNIO À SUA GUARDA

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ITINERÁRIOS CULTURAIS E PATRIMONIAIS

São realizados mensalmente no intuito de divulgar o imenso património da Marinha portuguesa.

Têm início às 10H00, são livres de encargos com excepção de almoço, quando programado e estão destinados a um máximo de 30 pessoas. Inscrições: 2º Tenente Duarte Dias – email: duarte.dias@marinha.pt

13 SET | “Ensino da Navegação”

Visita ao NRP “Sagres” e à Escola Naval

27 SET | “A Marinha e a História de Portugal”

Visita à Fragata “D. Fernando II e Glória”, ao Palácio Real do Alfeite e ao Museu do Fuzileiro.

(Realizado no âmbito das Jornadas Europeias do Património)

25OUT | “Edifícios Históricos da Marinha”

Visita às Instalações Centrais de Marinha e ao Instituto Hidrográfico.

22NOV | “Edifícios Históricos da Marinha”

Visita ao Quartel de Marinheiros em Alcântara e ao Arquivo Histórico.



publicado por Carlos Gomes às 00:07
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Quinta-feira, 4 de Setembro de 2014
MARINHA LANÇA DESAFIO FOTOGRÁFICO

FDFG | FRAGATA D. FERNANDO II E GLÓRIA

Estão abertas as inscrições para o desafio fotográfico 2014 "Novas Perspectivas, Outros Olhares". Integrado nas " Jornadas Europeias do Património" este desafio pretende levar o visitante a descobrir novas prespectivas da Fragata D. Fernando II e Glória.

As melhores fotos ficarão patentes, no Museu de Marinha, em exposição a inaugurar a 26 de Setembro.

Aceite este desafio!

Para mais informações, consulte as normas em:http://museu.marinha.pt/pt/noticias/Paginas/Desafio_Fotográfico_2014.aspx



publicado por Carlos Gomes às 00:06
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Quinta-feira, 10 de Julho de 2014
“CARTOGRAFIA NÁUTICA PORTUGUESA DOS SÉCULOS XV A XVII”: UMA OBRA INDISPENSÁVEL PARA O CONHECIMENTO DA CARTOGRAFIA NA HISTÓRIA DOS DESCOBRIMENTOS PORTUGUESES

“Cartografia Náutica Portuguesa dos Séculos XV a XVII” é uma obra da autoria do Vice-almirante António Silva Ribeiro, editada pelo Instituto Hidrográfico, que reputamos fundamental para a compreensão da importância que tiveram as ciências náuticas nos Descobrimentos e Navegações dos Portugueses.

Desde a génese da carta náutica às inovações cartográficas com a introdução das escalas de latitudes, o emprego da flor-de-lis para indicar o Norte nas rosas-dos-ventos e a graduação das longitudes, passando pela agulha magnética e a carta-portulano, a navegação astronómica, a introdução das sondas hidrográficas e a importância da cartografia náutica na expansão marítima dos portugueses, este livro descreve-nos os contributos dos portugueses no avanço das ciências e técnicas do mar, mormente na representação do mundo através da cartografia, na senda do que outrora fizeram os geógrafos gregos, romanos e árabes e, num tempo ainda mais remoto, babilónios e assírios há mais de seis mil anos.

Pese embora seja frequentemente qualificado de “aventura”, a epopeia dos Descobrimentos marítimos foi porventura o projeto melhor concebido e planeado alguma vez realizado pelos portugueses. E, a atenção que foi dada à cartografia náutica e ciências com ela relacionadas, associados ao processo de recolha e preservação da informação, são bem demonstrativas da sua elevada importância na política de expansão que Portugal então empreendeu.

Com excelente aspeto gráfico, o livro inclui bastantes ilustrações que completam a informação e enriquecem a publicação também do ponto de vista artístico, fazendo dele uma obra indispensável para todos quantos se interessam pela História dos Descobrimentos Portugueses e a sua relação com as ciências e técnicas do mar.

Vice-almirante António Silva Ribeiro, o autor da obra

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publicado por Carlos Gomes às 15:45
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“O PALÁCIO REAL DO ALFEITE “: UMA OBRA QUE REALÇA O VALOR DO PATRIMÓNIO HISTÓRICO Á GUARDA DA MARINHA PORTUGUESA

Situado na margem sul do rio Tejo, no concelho de Almada, a Quinta e o Palácio Real do Alfeite constituem um património de interesse histórico, cultural, artístico, arquitetónico e paisagístico que se encontram desde os começos do século XX à guarda da Marinha Portuguesa.

Utilizada desde meados do século XVIII como residência de Verão da Família Real Portuguesa, ali se encontra instalada a Base Naval de Lisboa, incluindo a Escola Naval, a Escola de Tecnologias Navais, o Arsenal do Alfeite e o Corpo de Fuzileiros. A escolha do local para o efeito deveu-se à necessidade de concentrar meios logísticos que no passado encontravam-se dispersos e ainda afastar os marinheiros da permanente agitação política em Lisboa.

“O Palácio Real do Alfeite” é uma obra da autoria da historiadora Susana Quaresma e Pereira, editada pela Comissão Cultural de Marinha, que reconstitui de forma magnífica o percurso histórico daquele conjunto patrimonial, desde o Almoxarifado do Alfeite às campanhas de obras de conservação e restauro levadas a efeito durante o século XX, descrevendo o seu recheio artístico onde se inclui a Capela de Nossa Senhora do Mar. O livro inclui ainda notas biográficas de Mateus Vicente de Oliveira e Possidónio da Silva, arquitetos do Palácio Real do Alfeite, além de abundante documentação e ilustração fotográfica que valorizam a obra e completam a informação.

Com excelente apresentação gráfica e uma encadernação de qualidade, o livro “O Palácio Real do Alfeite” é uma obra de leitura indispensável para todos quantos se interessam pelo nosso património histórico e artístico, com especial relevância para a região de Lisboa.

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Sexta-feira, 4 de Julho de 2014
MARINHA EXPÕE NA CORDOARIA NACIONAL SOBRE A ESCOLA DE ARTILHARIA NA NAU VASCO DA GAMA



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Quinta-feira, 3 de Julho de 2014
MARINHA REALIZA ITINERÁRIOS CULTURAIS



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Quarta-feira, 2 de Julho de 2014
LISBOETAS DESCOBREM CONVENTO DAS TRINAS

Situado na zona de Santos-o-Velho, atual Freguesia de Estrela, na área compreendida entre a rua das Trinas e a rua S. João da Mata, o antigo Convento das Trinas do Mocambo constitui um edifício de elevado valor histórico e patrimonial que tem despertado cada vez mais o interesse de quem o visita. O Instituto Hidrográfico, órgão da Marinha Portuguesa que desde 1969 se encontra instalado naquele edifício, realiza visitas guiadas mediante marcação prévia, sem quaisquer encargos para os visitantes.

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O Convento das Trinas do Mocambo teve a sua origem num aglomerado de casas que, em 1657, foi pelo casal flamengo Cornélio Wandali e Martha de Bóz legado por disposição testamentária à Ordem Hospitalar da Santíssima Trindade do Resgate dos Cativos. Reza o referido testamento que …as casas que tinha no Mocambo e a ermida que lhe tinha acrescentado fossem pera se acomodar alli um mosteyro de freyras da Ordem da Sanctíssima Trindade, e pêra fabrica do dito convento e sustento das Religiosas deyxava seos bens.

O termo Mocambo constitui um antigo topónimo que nos remete para a época em que, naquele sítio, existiu uma pequena póvoa de casebres habitados por população de origem africana, o qual viria no século XIX a dar origem a bairro típico da Madragoa habitado por gente varina, assim apelidada por ser oriunda de Ovar.

A Ordem Hospitalar da Santíssima Trindade do Resgate dos Cativos foi criada em 1198, por S. João da Mata e S. Félix de Valois. Esta congregação, com o propósito de angariar dinheiro para proceder ao resgate dos fiéis cristãos que, uma vez capturados, entravam nas redes árabes do tráfico de escravos, estabeleceu-se em Portugal por volta do início do século XIII, sabendo-se que já em 1219 existia um convento trinitário em Santarém.

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Ao Convento das Trinas do Mocambo pertenceram também os casais da Boavista e de Buenos-Ayres os quais, na sequência do terramoto de 1755, por “aforamentos de chãos de terras”, deram origem ao atual bairro da Lapa.

A partir de 1878, passaram a habitar o edifício as religiosas da Ordem das Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição, aqui tendo permanecido até à implantação da República, altura em que a congregação foi extinta e muitas religiosas foram forçadas a abandonar o país. Nele viveu Maria Clara do Menino Jesus, fundadora desta Ordem, recentemente beatificada.

Desde 1910, o antigo Convento das Trinas teve as mais diversas utilizações, tendo sido sujeito a numerosas alterações e em risco de completa ruína. Em 1969, um violento incêndio ocorrido nas instalações do Ministério da Marinha, situadas na rua do Arsenal e Largo do Corpo Santo, desalojou o Instituto Hidrográfico, tendo-se a partir de então este órgão da Marinha Portuguesa instalado no edifício do antigo Convento das Trinas do Mocambo, constituindo sua preocupação a preservação do património histórico e artístico que se encontra à sua guarda.

Classificado desde 1943 como Imóvel de Interesse Público, o antigo Convento das Trinas do Mocambo reúne um valioso espólio artístico, nomeadamente painéis azulejares dos séculos XVIII e XIX, conservando ainda magníficos espaços conventuais dignos de visita.

O antigo Convento das Trinas do Mocambo encontra-se aberto a visitas de grupos, mediante marcação prévia através do tel: 210 943 287 ou por e-mail: rp@hidrografico.pt. A entrada é gratuita.

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BIBLIOTECA CENTRAL DA MARINHA APRESENTA TESOUROS BIBLIOGRAFICOS E DOCUMENTAIS



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Sábado, 7 de Junho de 2014
ARQUIVO HISTÓRICO DA MARINHA REALIZA MOSTRA DOCUMENTAL



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Quarta-feira, 7 de Maio de 2014
CASCAIS CELEBRA DIA DA MARINHA

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Terça-feira, 6 de Maio de 2014
ARSENAL DO ALFEITE FOI INAUGURADO HÁ 75 ANOS



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Segunda-feira, 5 de Maio de 2014
CASCAIS CELEBRA DIA DA MARINHA

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publicado por Carlos Gomes às 23:55
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