Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Sábado, 21 de Outubro de 2017
MUSEU BORDALO PINHEIRO INAUGURA EXPOSIÇÃO JUNTO AOS PAÇOS DO CONCELHO

O Museu Bordalo Pinheiro inaugurou ontem a exposição “Rafael Bordalo Pinheiro na Baixa”, no Largo de São Julião, junto aos Paços do Concelho, numa cerimónia que contou com a orientação do seu responsável, Dr. João Alpuim Botelho.

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O primeiro dia de exposição contou também com uma oficina de manguito, pelo próprio Zé Povinho.

Trata-se de uma exposição divertida, apresentada no centro da cidade do próprio Bordalo Pinheiro e da sua personagem Zé Povinho. Na realidade, um convite a que, após a exposição, visitem o Museu Bordalo Pinheiro e conheçam a obra do genial artista.

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 11:24
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Quinta-feira, 19 de Outubro de 2017
BORDALO PINHEIRO VAI AMANHÃ ATÉ AO LARGO DE SÃO JULIÃO EM LISBOA

Ao contrário de Madonna, Bordalo encontrou casa na Baixa !

Na 6ª feira, às 18.30, o Museu Bordalo Pinheiro vai inaugurar a exposição Rafael Bordalo Pinheiro na Baixa, no Largo de São Julião (juntinho à Câmara Municipal).

Queremos que a exposição seja uma divertida apresentação no centro da cidade do próprio Bordalo e da sua personagem Zé Povinho, para que depois venham até ao Museu.

Amanhã teremos também uma oficina de manguito, pelo próprio Zé Povinho.

A não perder !

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publicado por Carlos Gomes às 21:44
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Terça-feira, 3 de Outubro de 2017
MUSEU BORDALO PINHEIRO APRESENTA EXPOSIÇÃO LER LISBOA

Exposição Ler Lisboa | Museu Bordalo Pinheiro | 3 Outubro | 18h30

Partindo de uma ideia original de Patrícia Portela e Afonso Cruz, 20 escritores e 20 ilustradores percorreram os mais inesperados itinerários lisboetas dando a conhecer as diferentes cidades

que habitamos no Guia Ler e Ver Lisboa.

Na 3ª feira, dia 3, às 18.30 inauguramos uma exposição com serigrafias dos trabalhos de Alex Gozblau, Ana Ventura, André Carrilho, André Letria, António Jorge Gonçalves, Bárbara Assis Pacheco, Bernardo Carvalho, Goncalo Viana, João Fazenda, João Maio Pinto, Madalena Matoso, Maria Bouza, Paulo Galindro​,​ Rui Sousa, Teresa Lima, Tiago Albuquerque.

A não perder!

Uma parceria da EGEAC/comemoração dos 20 anos com as​ Edições Prado e o CPS – Centro Português de Serigrafia.

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publicado por Carlos Gomes às 03:29
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Quarta-feira, 27 de Setembro de 2017
MUSEU DA CARRIS CONTA A HISTÓRIA DOS TRANSPORTES COLECTIVOS DE LISBOA

Inaugurado no dia 12 de Janeiro de 1999 pelo Presidente da República Jorge Sampaio, e situado na Estação de Santo Amaro, o Museu, parte integrante da estrutura da Empresa e por ela suportado, está organizado em três núcleos ligados por um carro eléctrico de 1901 que integra a sua colecção. Em 2012, o Museu foi remodelado numa parceria com o Museu Berardo.

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O Núcleo I exibe documentos, objectos e miniaturas/maquetes de veículos que conta a história da Companhia de Carris de Ferro de Lisboa e do Metropolitano de Lisboa desde a sua fundação paralelamente à evolução da própria cidade de Lisboa.

Em 1873-76 foi construída a estação nos terrenos adquiridos da Quinta do Saldanha e antigo Palácio dos Condes da Ponte. A zona de Alcântara era vocacionada para equipamentos industriais, operária, por ser periférica e estar perto do Rio Tejo, tendo lotes menos dispendiosos.

1º Núcleo:

  1. Fundação da empresa
  2. Elevadores e Ascensores
  3. Electrificação da cidade
  4. Dos Eléctricos aos Autocarros
  5. Secretaria, Enfermaria e Banda
  6. Metropolitano de Lisboa
  7. Fundação da empresa

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Os Primeiros Transportes Colectivos de Lisboa

Antes do terramoto de 1755, a topografia lisboeta era profundamente confusa, sem alinhamento urbano e o traçado das ruas irregular. Após a reconstrução, verificou-se uma melhoria na circulação dentro da cidade, graças aos esforços de uma urbanização cuidadosamente estudada. Porém, manteve-se intacta a zona antiga que ainda hoje existe e o trânsito de carruagens e animais foi sempre difícil.

Até esta altura, os escassos meios de transporte existentes restringiam-se aos grupos sociais de maiores recursos financeiros, que utilizavam coches, cadeirinhas, berlindas, cavalos, jumentos…

Em 1835, com a Companhia de Carruagens Lisbonnenses, surgem os primeiros transportes colectivos que vão funcionar até 1865; nessa altura, os transportes públicos resumem-se aos trens de aluguer (Trens de Praça), a duas locomotivas a vapor que saiam do Cais do Sodré com intervalos de meia hora em direcção a Belém, e, para fora de portas, à Malaposta e ao Caminho de Ferro “Larmanjat”.

Na década de 70, surge a Companhia Carris que, com a inovação do uso dos carris de ferro adaptados ao trânsito urbano, viria a garantir o sucesso que no futuro se veio a verificar. Em 1872, no Brasil, os irmãos Francisco e Luciano Cordeiro de Sousa fundaram a Companhia Carris de Ferro de Lisboa, transferindo a sua sede para Lisboa em 1876.

A sua história pode ser dividida em três fases distintas: a fase inicial, a dos “americanos”, começou em 1873, com a inauguração da primeira carreira entre Santos e a Estação de St.ª Apolónia (por volta de 1883 o rendimento de exploração das carreiras começou a diminuir, tendo as causas dessa situação sido atribuídas à forte concorrência movida por outras empresas do sector que também actuavam em Lisboa: Jacinto, Florindo, Ripert). Em 1901 tem início a segunda fase, com a inauguração da primeira carreira de carros eléctricos, entre o Terreiro do Paço e Algés. Em 1944, tem início a terceira fase, a dos autocarros que, juntamente com os eléctricos, se estende até aos nossos dias.

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Biografias:

Francisco Maria Cordeiro de Sousa: Nasceu em Mirandela a 30 de Abril de 1837. Partiu para o Brasil em 1854 empregando-se no Consulado dos Estados Unidos da América no Rio de Janeiro onde veio a desempenhar o cargo de vice-cônsul. Foi membro correspondente da Societé Académique Hispano-Portugaise de Toulouse, sócio da Sociedade de Geografia de Lisboa, delegado correspondente da Societé Académique Indo-Chinoise de Paris. Faleceu no Rio de Janeiro a 25 de Agosto de 1884.

Luciano Cordeiro de Sousa: Nasceu em Mirandela no dia 21 de Julho de 1844. Professor, Polígrafo, Escritor, o seu nome está ligado ao Real Colégio Militar de Mafra, à fundação da Sociedade de Geografia, da qual foi Secretário Perpétuo, às Comemorações Centenárias de Camões, à publicação de vários livros e opúsculos. Faleceu em Lisboa a 24 de Dezembro de 1900.

Mostrar Maquete Carro Americano. Miniatura de carro de tracção animal, aberto, com 4 bancos transversais em madeira natural, bandeira de destino “Lumiar” e inscrição Carris de Ferro de Lisboa. Inclui dois animais de tracção para atrelagem ao carro.

  • Carros Americanos, que se chamavam assim porque eram importados dos EUA, funcionavam sobre Carris.
  • Fotografia: Um dos primeiros carros americanos por tracção animal que circularam em Lisboa a partir de 17 de Novembro de 1873. Construído pela firma John Stephenson & Cº de Nova Iorque, constitui parte de uma encomenda de 30 carruagens do mesmo tipo, desembarcadas em Lisboa a partir de Junho de 1873.
  • Mas os Carros Americanos tinham alguns problemas: como é que acham que os cavalos aguentavam nas subidas com tanta gente a bordo? e nas descidas?
  1. Elevadores e Ascensores

Na História da Carris, merecem destaque mais dois meios de transporte originais, além dos eléctricos e dos autocarros, devido às grandes subidas e descidas (conhecida como a cidade das 7 colinas). O primeiro integra os ascensores do Lavra (1884), Bica (1892) e Glória (1885), construídos no século XIX e utilizando a água (sistema mecânico de contra-peso) e depois o vapor, como força de tracção. Os ascensores do Lavra e da Glória foram electrificados em 1915 e o da Bica em 1927.

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O segundo é o Elevador do Carmo, ou de Santa Justa como é mais vulgarmente conhecido, que começou a funcionar em 1902, movido a vapor e segundo projecto do Engenheiro Raul Mesnier de Ponsard, mas só muito mais tarde passou para a actual proprietária (Carris).

  • Nesta sala, dedicada aos ascensores e elevadores, tem especial interesse a miniatura de ascensor, modelo idealizado e construído em 1892 por Joaquim Borges Cardoso, sócio da firma Cardoso & Argent, construtora dos Ascensores de Lisboa e do Elevador do Carmo. Acredita-se que esta miniatura tenha servido como elemento de estudo à instalação da tracção a vapor nos meios de transporte acima referidos.
  • Objectos: Almotolias utilizadas no Ascensor do Lavra; Almotolias utilizadas no Ascensor da Bica
  • Elogio aos Ascensores: Pontuais como o “Big-Ben”, nada os detém na sua faina de subir e descer. Os elevadores de hoje constituem apenas metade dos que em tempos existiram. Os da Calçada da Estrela, Largo da Biblioteca e S. Tomé desapareceram aos poucos, graças ao aperfeiçoamento técnico da tracção eléctrica; e os que ficaram – Glória, Lavra, Bica e Santa Justa – esses são insubstituíveis, segundo o conceito dos entendidos. S.B., Lisboa Carris, nº 8, Outubro, 1951”

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Ascensor do Lavra

Dos vários ascensores surgidos em Lisboa nos finais do século XIX, o primeiro a ser construído foi o que circula na Calçada do Lavra estabelecendo ligação entre o Largo da Anunciada e a Travessa Forno do Torel. Construído pela Companhia dos Ascensores Mecânicos de Lisboa foi inaugurado no dia 19 de Abril de 1884. O sistema de tracção então adoptado era de cremalheira e cabo por contrapeso de água. Posteriormente utilizou o vapor e, a partir de 1915, a electricidade. Em 1926 passou para a posse da Companhia Carris. Em 2002 foi classificado como Monumento Nacional.

…” Anteontem e ontem fizeram-se diversas experiências oficiais na linha estabelecida na Calçada do Lavra (…) As ascensões foram feitas em 1 minuto com os carros cheios, nas melhores condições. Uma das experiências, a quarta, a mais arriscada, foi para reconhecer o valor do freio automático, dado o caso de quebrar-se um cabo. Para esse fim, o Sr. Eng. Mesnier, a meio da calçada mandou cortar o cabo de aço e substituí-lo por um de linha, trabalho que se efectuou em pouco tempo, e sem perturbação alguma no movimento do carro e na solidez da linha. Ficaram todos muito satisfeitos com o resultado deste trabalho, que dá honra ao Sr. Mesnier (…)”

“Foi ontem de manhã, com efeito aberto à exploração o Ascensor do Lavra. A concorrência do público foi enorme durante o dia e parte da noite. Trabalhou 16 horas seguidas, transportando mais de 3000 pessoas. Não houve o mais pequeno incidente. Esteve o local policiado. Hoje começa o serviço às 6h da manhã.

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Ascensor da Glória

Produto da iniciativa da Nova Companhia dos Ascensores Mecânicos de Lisboa, o ascensor da Glória, que liga a Praça dos Restauradores ao Bairro Alto, começou a funcionar em 1885. Utilizando primitivamente a água como força motriz e depois a vapor, foi electrificado em 1915. Em 1926 tornou-se propriedade da Companhia Carris. Em 2002 foi classificado como Monumento Nacional.

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Ascensor da Bica

Fazendo ligação entre a Rua de São Paulo e o Largo do Calhariz, o ascensor da Bica foi construído pela Nova Companhia dos Ascensores Mecânicos de Lisboa, tendo começado a funcionar no dia 28 de Junho de 1892. O sistema de tracção original era de tramway-cabo e máquinas a vapor. A electrificação só veio a acontecer em 1927, já então passara a ser propriedade da Companhia Carris por, em finais do ano anterior a sua proprietária se ter dissolvido. Em 2002 foi classificado como Monumento Nacional.

Elevador do Carmo

Pertencendo actualmente à Companhia Carris, o único elevador para transporte público colectivo actualmente em funcionamento na cidade de Lisboa foi, no início, propriedade de uma empresa especialmente constituída tendo como objectivo a sua construção e exploração: a Empresa do Elevador do Carmo. Mais conhecido pelo nome de Elevador de Santa Justa, foi inaugurado a 10 de Julho de 1902, utilizando o vapor como força de tracção e electrificado em 1907, tendo as obras levadas a efeito obrigado a uma paralisação temporária. Tal como os ascensores de Lisboa foi, em 2002, classificado como Monumento Nacional.

Chegaram a existir mais ascensores, nomeadamente, Chiado, Rossio, Biblioteca-São Julião, Camões-Estrela e Graça.

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  1. Electrificação da cidade

Nesta sala, dedicada à electrificação da rede de transportes da Carris, podem ser observados vários documentos históricos e diversas peças ligadas às obras de modernização da rede, planeada já no final do século XIX e levada a cabo nos primeiros anos do século XX.

Todo este espólio ilustra bem o espírito inovador e o engenho empreendedor da Carris, que foi basilar na evolução dos transportes públicos até à forma como hoje os conhecemos.

Lisboa, estava entretanto a ficar muito suja e malcheirosa por causa dos Cavalos, que faziam as suas necessidades no meio da rua. Por isso no princípio do séc. XX começou a modernização da Carris. Mas havia um problema, não havia quase electricidade na cidade e a electricidade era muito cara. Então, em parceria com uma empresa inglesa:

  • A carris construi uma central eléctrica (geradora de Santos) para produzir electricidade.
  • Construíram um sistema de postes que faziam a distribuição da electricidade, cabos que ligados aos trolley fazem os eléctricos andar.
  • Estenderam mais Carris pela cidade.

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Mas, as pessoas tinham muito medo da electricidade e ficaram apreensivas, principalmente a imprensa, jornais e revistas. Achavam que a rede eléctrica era muito perigosa. Quando os primeiros eléctricos vieram dos EUA em 1901, as pessoas mudaram logo de ideias e ficaram muito entusiasmadas por poderem andar nos novos eléctricos que eram amarelos.

Nesta sala encontramos:

  • Medidores de tensão de cabo subterrâneo Evershed & Vignolles, anteriores a 1926
  • Colecção de isoladores em porcelana da Vista Alegre – 1924-1947
  • Sistema de alarme de caldeiras a vapor Cox-Walkers Ltd. Tendo prestado serviço na Estação Geradora de Electricidade de Santos, acendia a lâmpada vermelha quando a pressão do vapor caía abaixo dos valores normais ou tocava a buzina se esse valor atingisse níveis considerados perigosos – início do Século XX
  • Contador de corrente contínua, Thompson Recording Wattmeter. Destinado à contagem de energia fornecida pelas chamadas máquinas alternativas. Prestou serviço na Subestação de Santos – início do Século XX.
  • Densímetro com estojo de madeira forrado a veludo, década de 40
  • Urnas de Votação
  • Sinos de Bronze: utilizado no Car-barn da Estação das Amoreira e de Santo Amaro, para anunciar o início e fim dos períodos de trabalho do pessoal oficinal. 1ª metade do séc. XX
  • Fotografia Car-barn: meados do séc. XX, Car-barn da Estação de Santo Amaro, onde se pode ver o sino que indicava o princípio e o fim dos períodos de trabalho do pessoal oficinal.

 

Os espelhos, as fardas e os chapéus. A Carris preocupava-se muito com a aparência e bem estar dos seus colaboradores e por isso tinha serviço de barbearia (onde os senhores faziam a barba e arranjavam os bigodes), farmácia e posto médico (se alguém se magoasse a trabalhar nas oficinas...).

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Nesta altura os homens usavam todos Bigode, para se ser um homem mesmo a sério era preciso ter um belo bigode, (e tinham de se apresentar sempre muito arranjados ao serviço)

  • Espelho da Sala de Plantões da Estação de Santo Amaro, de 1937, utilizado para o pessoal do Movimento verificar o seu aspecto antes de entrar ao serviço
  • Capacetes de motociclistas utilizados pelo pessoal encarregado da vigilância do cabo de 30.000 V que interligava Moscavide à Subestação de Santos, por ocasião da sua colocação - 1957
  • Suporte de malas de cobrança. Utilizado nas Salas de Plantões para colocação das malas dos condutores e cobradores – 1939-50
  1. Dos Eléctricos aos Autocarros

Eléctricos - Toda a gente usava o eléctrico, até o 2º presidente da república Dr. Teófilo Braga (1915) ia trabalhar de eléctrico para o Palácio de Belém. E era um meio de transporte muito ecológico, mas hoje em dia só há 5 carreiras de eléctricos em Lisboa.

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O mapa da cidade que mostra os percursos que havia na altura. As pessoas compravam os seus bilhetes de assinatura se fossem passageiros frequentes (os passes só aparecem depois do 25 de Abril). Havia também tarifas reduzidas para os operários que usavam um serviço especial que tinha horários de madrugada e ao fim do dia (nas horas de ponta). 

  • Miniatura de carro eléctrico de caixa aberta. Representa, estilizadamente, o modelo de viatura posta em circulação quando da inauguração do serviço de carros eléctricos em 31 de Agosto de 1901.
  • Banco de carro eléctrico fechado, forrado a “palhinha”, mostrando o processo e materiais usados para a sua execução. Foi utilizado até meados dos anos 60.
  • Cupões de pagamento de dividendos de acções da Lisbon Electric Tramways Limited e diversos elementos em madeira e metal utilizados para sorteio de títulos.

Autocarros - Só aparecem pela primeira vez em 1940 com a exposição do Mundo Português, foram mandados vir de Londres, porque o serviço de Eléctricos não era suficiente para satisfazer a procura de pessoas que queriam ir ver a exposição, foram assim usados como reforço da linha de Belém (as pessoas não tinha televisão, nem videojogos, nem haviam cinemas como há hoje e por isso estes eventos chamavam um grande número de pessoas).  Os autocarros não circularam até 1944 (devido à 2ª Guerra Mundial havia uma grande incerteza para além da falta de abastecimento de gasolina) apenas quando a Guerra estava a pender para o lado dos aliados é que a empresa arriscou criar um serviço regular de autocarros. A nova rede de transportes assim iniciada, reforçando alguns trajectos já servidos pelos carros eléctricos, veio também, e principalmente, complementar o serviço para locais onde aqueles não chegavam. Utilizando inicialmente viaturas de um piso, a frota de autocarros foi depois reforçada com veículos de dois pisos que, na altura, causaram entre os lisboetas alguma admiração e sucesso. Em seis anos a rede de autocarros suplantou a rede de eléctricos. O autocarros verdes de dois pisos chegaram em 1947.

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Autocarros Laranja - A partir dos anos sessenta verificam-se, na CARRIS, importantes e profundas alterações que, a partir de 1966, se traduziram em prejuízos, ano após ano agravados. Tentando obviar esta situação, e tendo presente que num futuro próximo terminaria a sua concessão para explorar os transportes colectivos de Lisboa, a CARRIS rescindiu, em 1973, o contrato de arrendamento que dela fizera à LISBON ELECTRIC TRAMWAYS LIMITED em 1899 e, simultaneamente, efectuava com a Câmara Municipal de Lisboa um contrato que a renovava pelo espaço de cinquenta anos.

Tendo presente que a frota de autocarros já então se encontrava muito envelhecida e como principal preocupação assegurar os serviços sem qualquer descontinuidade, foi dado início ao rejuvenescimento da frota de autocarros com a aquisição de novas viaturas, as primeiras das quais começaram a circular em finais de 1975 e que a gíria lisboeta imediatamente apelidou de “laranjas”.

A preocupação sempre presente de renovação da frota de autocarros conduz a que, em finais de 2006, a sua idade média seja de 6 anos.

Também o serviço de carros eléctricos, após uma longa fase de indefinição quanto ao seu futuro, fase em que se considerou a sua extinção e substituição por autocarros, tendo-se mesmo levado a efeito o levantamento de algumas linhas, nomeadamente das que serviam Benfica, Carnide ou o Lumiar, viu enfim a sua sobrevivência assegurada. Aos trabalhos já realizados na via férrea, rede aérea e subestações, juntaram-se, em 1995, 10 carros eléctricos articulados, os primeiros que com estas características integram a frota da empresa, e entre 1994 e 1996, 45 eléctricos remodelados que, mantendo o seu tradicional aspecto exterior são mais rápidos, silenciosos e seguros.

Na Sala:

  • Miniatura do carro eléctrico nº 901. Modelo construído nas Oficinas de Santo Amaro que representa um dos dez carros eléctricos motores de grande dimensão, série 901 a 910, entrados ao serviço em 1947.
  • Miniatura de autocarro nº 35. Modelo construído nas Oficinas da Estação de Santo Amaro e que representa uma das 78 viaturas de 1 piso, da marca A.E.C., modelo Regal MK III e carroçaria Weymann, entrados ao serviço no ano de 1948.
  • Placas de boné indicadoras de categorias profissionais, 1901-40; Chapas de pagamento de semanada; Alicate obliterador Towle MFG Co. NY. Ptd, 1864, equipado com depósito para o papel obliterado, campainha avisadora de validação do bilhete e de um contador tipo mostrador de relógio que, pela acção de dois ponteiros, contabilizava as obliterações efectuadas; Apito de Fiscal
  • Miniatura de carro eléctrico articulado, 1999.
  1. Secretaria, Enfermaria e Banda

Área Administrativa

Imprescindível ao funcionamento da Companhia, a área administrativa, cujo ambiente aqui é recriado, conta com peças de mobiliário e equipamentos de escritórios originários da primeira metade do séc XX.

- Máquina de escrever da marca Remington, adquiridas em 1925 por 3.474$90.

- Armário de Madeira, com porta de correr, de meados dos anos 50.

- Selo branco da Companhia Carris de Ferro de Lisboa 

- Relógio de ponto por sistema de cartões National Time, inserido em caixa de madeira de carvalho - 1936

- Secretária dactilógrafa de meados dos anos 50.

- Secretária em nogueira, tipo americano, com tampa ondulada, de 1936. Construída nas oficinas da  C.C.F.L.

Serviço de Saúde

Datam de 1878 os primeiros passos para a criação do que viria a ser “O serviço de saúde da CARRIS”.

Segundo o Relatório da Gerência de 1878:

“A Direcção é de parecer que as multas impostas (ao pessoal do Tráfego) e a todos os empregados (sujeitos ao Regulamento de Circulação dos carros), constituísse no futuro um fundo especial com exclusiva aplicação a socorros aos empregados da Companhia que se impossibilitarem de trabalhar por serviço d’ella, temporária ou permanentemente.”

Esta proposta foi aprovada em Assembleia Geral de accionistas de Fevereiro de 1879. Estava criado o Serviço de Saúde da Empresa, que, ao longo dos anos, tem acompanhado todo o seu efectivo através de postos médicos instalados em todas as Estações.

- Secretária

- Armários de consultório com material clínico diverso                                    

- Catre, Marquesa para observação de pacientes nos serviços de saúde da empresa. 

- Biombo

- Autoclave-Equipamento utilizado para esterilização de materiais cirúrgicos                          

- Balde com tampa para resíduos cirúrgicos

- Caixa de primeiros-socorros da subestação da Glória

Banda de Música dos Empregados da Carris

Fundada em 1929, a Banda de Música dos Empregados da Carris é uma associação de fins culturais e sociais que goza de autonomia estatutária e financeira. É constituída pela Banda de Música propriamente dita, pela Escola de Música, pelo Grupo Coral e pela Orquestra Ligeira. Já realizou mais de 1500 actuações públicas e editou cinco trabalhos discográficos. O Pólo Museológico da Banda foi inaugurado a 1 de Abril de 2004 quando das comemorações dos seus 75 anos.

  • Bombos – instrumento de percussão desde sempre associados à música popular e militar.
  • Bombo de Desfile – tem um cinto que lhe serve de suporte para ser transportado durante a execução. Modelo ao serviço da Banda dos anos 60 aos anos 90
  • Bombo de Concerto – só no Século XX passou a integrar a orquestra. Modelo ao serviço da Banda durante cerca de 30 anos, passando a peça de Museu nos anos 80
  • Tímpanos – pertencem à família dos instrumentos de percussão percutidos com macetas e baquetas. Foram os primeiros instrumentos de percussão usados nas orquestras do barroco. Modelo ao serviço da Banda durante os últimos 40 anos do Século XX.
  • Fagote – instrumento com o som mais grave da família das madeiras de sopro. Tem um registo muito extenso, potente e grave no baixo, subtil e expressivo no agudo. Modelo ao serviço da Banda entre 1961 e 1981
  • Clavicorne – instrumento da família dos metais que, originalmente, era um instrumento de chamada e de caça. Começou a ser usado em bandas na primeira metade do Século XX. Modelo ao serviço da Banda durante os últimos quarenta anos do Século XX
  • Cornetim – na Antiguidade, era um tubo recto que só produzia uma ou duas notas, sendo usado como instrumento de chamada. É no Renascimento que adopta a forma que hoje lhe conhecemos. Modelo ao serviço da Banda nos anos 60 e 70.
  • Clarinete – instrumento da família das madeiras muito usado em bandas e orquestras sinfónicas desde o seu aparecimento nos inícios do Século XVIII. Modelo ao serviço da Banda entre 1961 e 1981
  • Primeiro Estandarte ao serviço da Banda, entre 1946 e 1997. Feito em seda branca, debruada por um cordão em seda verde e branca. Ao centro, ostenta o seu distintivo – a Lira bordada a fio de ouro, entrelaçada com um carro eléctrico – circundado pela identificação da Banda.
  • Contrabaixo de cordas – instrumento que, na orquestra, tem por função reforçar os graves, dando mais corpo à sonoridade. Modelo ao serviço da Banda nos anos 60 e 70.
  1. Metropolitano de Lisboa

Inaugurou em Lisboa a 29 de Dezembro de 1959 Lisboa. Cerca de 100 anos depois de Londres e Nova Iorque, e 60 após Berlim e Paris, a cidade orgulhava-se, assim, de possuir o meio de transporte mais rápido de passageiros. Foi um acontecimento memorável para a cidade. Muitos foram os lisboetas que quiseram experimentar o novo meio de transporte, sinónimo de modernidade, formando filas à porta das estações, desde a madrugada. Logo nos primeiros dias assistiu-se a um significativo descongestionamento de trânsito na cidade.

Desde então o Metro foi alargando a sua rede:

- Em 1975 o METRO é nacionalizado e, em Dezembro de 1978, é constituída como Empresa Pública “Metropolitano de Lisboa, E.P.”.

- Em 1995, entrou em vigor a nova Imagem Corporativa da Empresa. Ainda nesse ano, assistimos à desconexão do “Y” da Rotunda (actualmente denominada Marquês de Pombal) que possibilitou a criação de duas linhas independentes, permitindo a concretização de um vasto plano de expansão de rede.

- O ano de 2004 constituiu um marco histórico para o METRO que ultrapassou os limites do Concelho de Lisboa, chegando a Odivelas e Amadora.

- Em dezembro 2007, com as estações Terreiro do Paço e Sta. Apolónia o METRO melhorou significativamente o serviço de transportes públicos na zona ribeirinha através do interface fluvial com o da margem sul, possibilitando deslocações rápidas entre os diversos modos de transporte.

A partir do dia 26 de julho de 2009 o Metropolitano de Lisboa, E.P. passa a Entidade Pública Empresarial “Metropolitano de Lisboa E.P.E.”.

- A abertura das estações do METRO Saldanha II e S. Sebastião II da linha Vermelha, a 29 de agosto de 2009, estabeleceu a interligação entre as quatro linhas da rede e facilitou as viagens que envolvem a utilização de mais do que uma linha.

- A 17 de julho de 2012 entrou em funcionamento o troço Oriente/Aeroporto da linha Vermelha, com três novas estações. A exploração deste troço superou largamente as expectativas da empresa com um número de passageiros em muito superior ao inicialmente estimado.

Este prolongamento da rede do METRO teve um impacto significativo nas acessibilidades da cidade de Lisboa, ligando o Aeroporto ao centro administrativo e assumindo-se como o interface multimodal entre o sistema de transportes da área metropolitana de Lisboa, os transportes nacionais e as redes transeuropeias. Permitiu ao METRO cimentar o seu papel enquanto modo de transporte estruturante e garante da intermodalidade.

A política de suporte à mobilidade que o METROPOLITANO DE LISBOA prossegue vê-se, assim, reforçada e consolidada com a criação de uma verdadeira rede de metropolitano em detrimento de uma estrutura baseada em simples ligações radiais.

Em 2013 o METRO, dispõe de uma rede composta por 4 linhas independentes com 43,2 Km de extensão e 55 estações. Com um tráfego de cerca de 500.000 passageiros/dia útil e cerca de 155 milhões por ano, utiliza uma frota de material circulante das últimas gerações.

Aposta cada vez mais no Desenvolvimento Sustentável e numa política de Responsabilidade Social através da implementação de uma série de medidas das quais se destacam a plena acessibilidade em toda a sua rede a pessoas de mobilidade reduzida.

Decorridos mais de meio século de vida o METROPOLITANO DE LISBOA impõe-se como uma empresa socialmente responsável, um meio de transporte não poluente que constitui uma alternativa privilegiada ao transporte individual, operando com elevados padrões de segurança, rapidez, comodidade, regularidade e prestando um contributo  acrescido para a mobilidade e sustentabilidade da vida urbana.

Apanhar o Eléctrico: a ligação entre os núcleos de exposição é efectuada com o recurso a um carro eléctrico das colecções do Museu que, entrado ao serviço em 1901, ostenta actualmente o aspecto que lhe foi conferido em meados da década de 60, quando da sua adaptação a serviços de turismo. Decoração de Pedro Leitão.

2º Núcleo:

Dividido em 2 naves:

  1. 1ª nave - conjunto de viaturas, desde a tracção animal à tracção eléctrica, recuperadas à data de entrada ao serviço e que estabelecem a ligação entre os finais do século XIX e os finais da década de 40 do séc. XX.
  2. 2ª nave - para além da reconstituição de uma subestação e de uma Oficina de Tipografia, com todos os seus equipamentos, se encontram reunidos carros eléctricos e autocarros que estabelecem uma ponte entre os inícios da década de 50 e a actualidade.

Todos os veículos funcionam e podem circular na cidade, alguns entram em filmes e séries de época.

Neste núcleo destaca-se a biografia de Alfredo da Silva, responsável pela primeira grande concentração industrial no nosso país, a Companhia União Fabril (CUF), que ficou para a história como um dos grandes dinamizadores da indústria portuguesa. Na CARRIS, a sua intervenção iniciou-se em 1892 quando, ainda accionista, foi convidado pela Direcção a estudar, no estrangeiro, o melhor processo para a substituição do sistema de tracção animal pela tracção eléctrica. Em 1895 passou a integrar a Direcção da Companhia onde se manteve até 1919. Alfredo da Silva faleceu em 1942.

Carro Americano nº 100: réplica de 2001, bidireccionais (os bancos rodam, podem ser atrelados de um lado ou doutro), puxados a cavalos, lamparina a azeite. Em 1873 a Companhia Carris de Ferro de Lisboa inaugurou o seu serviço ao Público com viaturas de transporte urbano a tracção animal deslocando-se sobre carris. Apelidados, pela gíria, de “Americanos”, eram puxados por dois animais. A entrada em circulação do serviço de carros eléctricos em 1901 conduziu à sua total extinção. Ilustrando um dos modelos desaparecidos, a réplica que aqui se apresenta, foi integralmente construída nas oficinas CARRIS com base num projecto datado de 1886

Carro eléctrico nº 260: Entrou ao serviço em 1901. Possuía então uma carroçaria aberta com tejadilho assente sobre colunas ao longo das quais corriam cortinas de lona riscada, única protecção dos passageiros contra as inclemências do tempo. Na década de trinta recebeu um nova carroçaria, fechada, quase complemente destruída após aparatoso acidente acontecido em 1949; a actual carroçaria data da sua reconstrução em 1950. Saiu de serviço em 1983.

Carro eléctrico salão aberto nº 283: 1º Eléctrico, de 1901, vinham dos EUA. Têm vidrinhos no topo. Dimensões: tamanho standard e tamanho salão (nestes eram feitas as carreiras mais rectas, sem curvas apertadas ou subidas e descidas.) Série 283 a 322. Único exemplar existente dos carros eléctricos abertos que no início do século equiparam a frota da Companhia Carris.

Tendo entrado ao serviço em 1902, passou a carro de instrução na década de 50 e foi abatido ao serviço 10 anos mais tarde. Após alguns anos no Parque Infantil do Alvito foi recuperado pela empresa e restaurado de acordo com o aspecto que apresentava por meados da década de 40.

Carro eléctrico nº 444 – “São Luís”: Série 401 a 474 “OS SÃO LUÍS”

Entre Maio e Julho de 1901 chegaram os primeiros carros eléctricos fechados que integraram a frota da Companhia Carris, num total de 75, de “grande conforto e elegância” para a época, com janelas de caixilhos envidraçados, guarnições interiores de madeira trabalhada a baixo relevo, cadeiras interiores reversíveis forradas com tecido de palha entrançada e uma pintura exterior muito bem acabada com ornatos de decalcomania. Eram conhecidos por “São Luís” devido à sua proveniência de fabrico, a fábrica americana St. Louis Car, Cº. e, a partir de 1952, foram sendo progressivamente abatidos ao serviço.

Carro eléctrico salão nº 330: Entrou ao serviço em 1906. Representativo da primeira série de carros eléctricos fechados de grandes dimensões que integravam a frota da Carris, mostra-se como era quando da sua entrada ao serviço, nomeadamente no que respeita ao funcionamento das janelas cujas vidraças podiam recolher integralmente ao forro do tejadilho, deste modo permitindo ao passageiro desfrutar de um ambiente mais fresco e arejado nos dias quentes de Verão. Recuperado de acordo com o aspecto original. Saiu de serviço em 1983.

Eléctrico 535 “Bigodes”:  primeiro a ser construído nas oficinas da Carris. Série 532 a 551

Em 1928, ano em que, em Portugal, se começou a circular pela direita, entrou ao serviço o carro eléctrico n.º 535, utilizando uma caixa do tipo que é hoje considerado como o tradicional dos eléctricos de Lisboa. Construído nas oficinas da Companhia Carris, a sua recuperação obedeceu às características que então ostentava: piso direito, bidireccional, com salva-vidas tipo Providence e capacidade para rebocar carros atrelados. Saiu de serviço em 1991.

Eléctrico 802 “Boi”: Série 801 a 810. Fazendo parte de um conjunto de 5 unidades, rapidamente alargado a 10, o carro eléctrico n.º 802 entrou em circulação em Novembro de 1939.

As sucessivas alterações introduzidas ao longo do seu já mais de meio século de existência fizeram-no perder muitas das características de origem que hoje, restaurado, de novo ostenta e de que se salientam, entre outros, as cabines para o guarda-freio, os vidros no tejadilho, o próprio esquema cromático. Saiu de serviço em 1983.

Eléctrico 741 “Pós-Guerra”: forte e feio. Série 736 a 745. Construído nas oficinas da empresa, em Santo Amaro, o carro eléctrico n.º 741 entrou ao serviço em 1947 e assume-se hoje, na sua forma primitiva, como o derradeiro representante dos carros desta série: bidireccionais e com bancos em contraplacado dada a dificuldade de aquisição da “palhinha” com que eram igualmente forrados. Saiu de serviço em 1988.

Carro eléctrico nº 777: O carro eléctrico que desde 1985 ostenta o n.º de frota 777 foi construído nas oficinas da Companhia Carris em 1931, tendo então recebido o n.º 571; era então um carro bidireccional (com órgãos de comando nas duas plataformas) e que atrelava. Naquela data sofreu profundas alterações com o fim de funcionar em Regime de Agente Único (RAU) tendo então passado a unidireccional e com apenas duas portas por, desnecessárias, terem sido suprimidas as que se encontravam do seu lado esquerdo o mesmo acontecendo com os estribos que lhes correspondiam. Foi conservado de acordo com a data de saída de serviço em 1996

Zorra de atrelar nº 68: Construída em 1915, serviu para o transporte de equipamentos pertencentes ao serviço responsável pelo assentamento e manutenção das linhas de carros eléctricos e manteve-se ao serviço até finais da década de 80.

Máquina de limar carris: Fazendo conjunto com a Zorra, a máquina de limar era utilizada para regularizar a face dos carris sobre o qual passava o rodado dos carros, proporcionando-lhes, deste modo, uma melhor aderência, 1934.

Autocarro, de dois pisos, nº 217: entrou ao serviço em 1952 tendo sido retirado de circulação em 1982. Representativo dos primeiros autocarros de 2 pisos utilizados pela Companhia Carris, foi recuperado de acordo com o momento da sua entrada ao serviço.

Autocarro, de dois pisos, nº 301: Entrou ao serviço em 1 de Outubro de 1957; a sua lotação era então de 58 passageiros sentados, 26 dos quais no primeiro piso e 32 no segundo. Para o seu restauro foram tidos em consideração o aspecto e características que apresentava no momento em que foi abatido ao serviço: 1981

Autocarro, de dois pisos, nº 486: A substituição de carroçarias de 1 piso por outras de 2 pisos em cerca de 50 autocarros que integravam a frota da Companhia Carris conduziu, em plena década de 60, ao aparecimento de autocarros que ficaram conhecidos na gíria da empresa por “Lambretas”.

Tal foi o caso do autocarro n.º 486, para o efeito equipado com o chassis que fora do autocarro n.º 110.

Entrou ao serviço na década de 60 e saiu em 1985.

Autocarro Laranja, de dois pisos, nº 837: Entrou ao serviço em 1968.

Integrou aquele que foi o primeiro conjunto de autocarros DAIMLER FLEETLINE construídos com o volante à esquerda, de acordo com as necessidades e exigências do trânsito lisboeta. Foi com o seu semelhante, o n.º 807, que a Carris, em 1967 somando os vários veículos de transporte público que possuía, atingiu as mil unidades e assinalando esse facto, aquele autocarro circulou durante algum tempo ostentando a seguinte legenda: “EU SOU O 1000º VEÍCULO AO SERVIÇO DE LISBOA”

Autocarro, de um piso, nº 76: Entrou em circulação em 5 de Outubro de 1967 fazendo parte de um conjunto de 20 viaturas numeradas de 67 a 86. Possui 3 portas do lado direito, sendo a da retaguarda reservada para a entrada de passageiros e as duas outras para saída. Junto à porta da retaguarda dispõe o condutor – funcionário encarregue da cobrança – de um lugar sentado e pequeno balcão.

Retirado ao serviço em 1991, foi recuperado de acordo com o seu aspecto original.

Autocarro do Eduardo Nery: programa de Arte a Circular. Integrando um conjunto de cinco viaturas (851 a 855) facilmente identificável pelo aspecto apresentado pela sua carroçaria, com duas portas para circulação dos passageiros e escada de acesso ao 2.º piso instalada a meio da viatura, este autocarro entrou ao serviço integralmente pintado de verde, uniformidade cromática apenas quebrada por uma lista branca situada logo abaixo das janelas do piso inferior. Este autocarro apresenta uma pintura original, resultante de um projecto da autoria de Eduardo Nery, de 1982. A sua originalidade, criando a ilusão de dois autocarros sobrepostos, causou admiração nos utilizadores. Existiam ainda colaborações com André Calvet e José de Guimarães.

Oficina de Tipografia

A oficina de tipografia foi criada em 1878, tendo por objectivo a impressão de bilhetes que, assim, deveria não só ser mais económica como, igualmente, permitir um combate mais eficaz à falsificação de títulos de transporte. Os cunhos e matrizes originais foram fabricados nas oficinas de selo da Casa da Moeda. No fim do 1º ano de actividade, a oficina dispunha de um prelo e de uma guilhotina, manuais, e de uma máquina de picotar. Esta oficina foi encerrada em Dezembro de 2003.

Neste pólo de exposição o visitante pode acompanhar as diversas fases de trabalho de impressão: composição, impressão, corte e encadernação e acabamentos.

Núcleo 3

O núcleo III do Museu da CARRIS, inaugurado a 19 de setembro de 2012, integrado nas comemorações do 140º aniversário da Empresa, expõe ao público alguns dos veículos, de trabalho e de transporte de passageiros, que fazem parte das suas reservas, e que se encontram a aguardar restauro. Estes veículos são representativos de várias épocas que marcaram a história da CARRIS e, como tal, merecem ser preservados e mostrados ao público.

Ainda neste Núcleo, estão expostas peças do METROPOLITANO de LISBOA, tais como um perfil de carruagem, máquinas de venda de bilhetes e obliteradores.

Fotos: Museu da CARRIS

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publicado por Carlos Gomes às 18:00
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Quinta-feira, 27 de Julho de 2017
MUSEU DE MARINHA APRESENTA EXPOSIÇÃO TEMPORÁRIA SOBRE A AVIAÇÃO MILITAR PORTUGUESA

Grande Guerra 1914-1918

Nos cem anos da constituição dos Serviços de Aviação do Corpo Expedicionário Português, da ativação do Centro de Aviação Marítima de Lisboa e da projeção da Esquadrilha Expedicionária a Moçambique, evoca-se a criação da componente aérea nacional através de uma exposição temporária que retrata a ação da Aeronáutica Naval e Militar durante a Grande Guerra.

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Apresente exposição insere-se na programação da Comissão Coordenadora da Evocação da I Guerra Mundial, sob coordenação da Comissão Histórico-Cultural da Força Aérea e com a colaboração da Comissão Cultural de Marinha, Comissão de História e Cultura Militar e da Liga dos Combatentes.

Localização: Museu de Marinha | Pavilhão das Galeotas | Praça do Império - Belém, 1400-206 Lisboa

Horários:

todos os dias das 10H00 às 18H ( Horário de Verão – 1 MAI A 30 SET)

todos os dias das 10H00 às 17H ( Horário de Inverno – 1 OUT A 30 ABR)

Data:

28 de Julho a 12 de Outubro de 2017



publicado por Carlos Gomes às 14:57
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Quarta-feira, 12 de Julho de 2017
MUSEU BORDALO PINHEIRO TEM OFERTA CULTURAL DIVERSIFICADA

Agora três propostas de uma só vez do Museu Bodalo Pinheiro:

1 – A oficina Mesa Posta oficina gratuita de desenho e gravura por Joanna Latka, no fim de semana de 15 e 16 de Julho (14.30, 18.30) - neste caso, e porque está integrado num projecto europeu InNova_Museum, haverá prioridade para as idades ente os 18 e os 35 anos (inscrição obrigatória;

2 - Uma visita com Anísio Franco à Lisboa de Bordalono dia 18, às 18.30, a começar no Largo Rafael Bordalo Pinheiro, junto ao Chiado (gratuita, mas de inscrição obrigatória);

3 - A inauguração da exposição de desenhos dos urban Sketchers sobre a Lisboa de Bordalo, no dia 19 às 18.30, na Sala da Paródia do Museu.

Três programas divertidos para ficar a conhecer um bocadinho melhor a obra de Rafael Bordalo Pinheiro

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publicado por Carlos Gomes às 21:21
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Segunda-feira, 3 de Julho de 2017
MUSEU DE LISBOA EXPÕE MÁSCARAS

DE 9 JULHO A 1 OUTUBRO. Do Carnaval à Luta Livre. Máscaras e Devoções Mexicanas. PALÁCIO PIMENTA

Inauguração: sábado, 8 de julho, às 17 horas

Dia 8, às 17 horas, o Museu de Lisboa inaugura exposição com mais de 250 máscaras mexicanas, além de revistas de banda desenhada, vídeos, pósteres e fotografias de lucha libre.

Comissariada por Anthony Shelton e no âmbito da programação Passado e Presente - Lisboa, Capital Ibero-americana de Cultura 2017, traz-nos uma perspetiva alargada sobre o imaginário popular mexicano.

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Nesta exposição dá-se espaço e visibilidade às narrativas que herdam práticas culturais indígenas, com aspetos de cultura popular, revelando visões sobre as histórias das relações entre os impérios europeus e os habitantes das Américas, um dos propósitos da programação Passado e Presente - Lisboa, Capital Ibero-americana de Cultura 2017.

O comissário da exposição é Anthony Shelton, antropólogo de renome e colecionador de máscaras mexicanas, fruto do seu longo trabalho de campo em várias regiões do México. Inclui cerca de 250 máscaras manufaturadas nos séculos XX e XXI de diferentes tipologias, além de filmes, banda desenhada e pósteres, e fotografias de Lourdes Grobet de alguns lutadores e suas famílias.

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No México, as máscaras são um ícone crescentemente visível na identidade mexicana, em festivais religiosos, protestos públicos e na sua forma local de luta livre. Atravessando séculos, as máscaras eram usadas antes da ocupação espanhola, durante o tempo colonial e depois da independência, em diferentes contextos e zonas do México, do Norte ao Sul. Muitas máscaras são resultado dos confrontos entre culturas indígenas, europeias, e africanas, em que podem entrar personagens de mouros, cristãos, apaches, aztecas e espanhóis.

São máscaras de carnaval que representam europeus; máscaras cerimoniais figurativas de tigres, diabos, sereias, serpentes, crocodilos e morcegos, entre outros, bem como personificações de espanhóis, africanos e mouros, que continuam a ser construídas nos dias de hoje, para venda e para uso em festividades diversas que permanecem vivas, do Norte ao Sul do País.

Aspeto particularmente inovador desta exposição é a associação das máscaras mexicanas ao fenómeno nacional da Lucha Libre, a versão mexicana de wrestling cujos lutadores usam máscaras. Combinação de desporto, luta e entretenimento, a luta livre mexicana teve a sua primeira instituição em 1933 e, desde então, não cessou de ser uma manifestação que movimenta massas e dá origem às devoções mais intensas.

Através da documentação associada às máscaras e aos objetos e iconografia da luta livre, como os filmes documentários e as fotografias, ficamos mais próximos dos criadores, construtores e utilizadores de máscaras, assim como dos lutadores e do seu contexto social, sendo que em ambos os grupos é bem patente o modo tão particular como desenvolvem a sua relação com o sobrenatural.

Uma exposição que conta histórias fantásticas do México através de máscaras originais, coloridas e plenas de significado.

Horário: de 9 de julho a 1 de outubro, de terça a domingo, das 10h às 18h (última entrada 17h30)

Entrada: 3€ com descontos disponíveis aqui.

Morada: Museu de Lisboa – Palácio Pimenta, Campo Grande, 245 1700-091 Lisboa

Mesa-redonda, 9 de julho, às 17 horas

Com Anthony Shelton e Nicky Levell.

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publicado por Carlos Gomes às 21:08
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Sábado, 17 de Junho de 2017
FOLKLOURES’17 EXPÕE CONCERTINAS NO MUSEU MUNICIPAL DE LOURES

O Museu Municipal de Loures inaugura no dia 24 de Junho a exposição temporária “A Evolução ds Concertina”, a qual ficará patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira), com entrada gratuita. Os visitantes têm ainda a oportunidade de visitar a exposição permanente do Museu Municipal de Loures que inclui uma magnífica colecção de carroças tradicionais da região saloia.

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O Museu Municipal de Loures encontra-se instalado na Quinta do Conventinho, sita na Estrada Nacional, 8, em Santo António dos Cavaleiros, a escassos 4 quilómetros de Loures, um edifício conventual contruído na segunda metade do século XVI.

Constituído em 26 de julho de 1998, o Museu encontra-se instalado no 13.º convento dos frades franciscanos da Província de Santa Maria da Arrábida, apresentaposições de  exposições de temática arqueológica e etnográfica, com o intuito de dar a conhecer a realidade e a vivência das populações rurais do município de Loures, assim como a sua história. Possui duas salas de exposições, oficinas, reservas visitáveis, um centro de documentação especializado em história local, loja, cafetaria com esplanada, parque de estacionamento e acesso para pessoas com mobilidade reduzida.

O FolkLoures apresenta um programa cultural rico e diversificado que, sob o impulso e capacidade organizativa do Rancho Folclórico Verde Minho, catapulta o concelho de Loures para a ribalta da cultura tradicional portuguesa.

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FOLKLOURES'17 - Encontro de Culturas

PROGRAMA

Dia 24 de Junho

- 16 horas. Inauguração da Exposição "A Evolução da Concertina". Museu Municipal de Loures.

A exposição está patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira)

Entrada gratuita

- 16h30 horas. Palestra sobre "Usos e Costumes tradicionais da Região Saloia", pela Dr.ª Ana Paula de Sousa Assunção, a ter lugar no Auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, no dia 24 de Junho, pelas 15h30.

Dia 1 de Julho

- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas

- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional

- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício

GRUPOS PARTICIPANTES

Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil

Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo

Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho

Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral

Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura

Associatia Miorita Portugalia – Moldávia

Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia

Grupo de Danças e Cantares da Madeira – Madeira

MUSEU MUNICIPAL DE LOURES EXPÕE “CARROÇAS DA REGIÃO SALOIA”

O Museu Municipal de Loures participa no FolkLoures’17 com a realização de uma exposição subordinada ao tema “A Evolução da Concertina”, a ter lugar nas instalações do próprio museu, com inauguração prevista no dia 24 de Junho, pelas 16 horas. A exposição tem entrada gratuita e ficará patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira).



publicado por Carlos Gomes às 08:34
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Terça-feira, 6 de Junho de 2017
FOLKLOURES’17: EXPOSIÇÕES, PALESTRAS, TRADIÇÕES E FOLCLORE NUM GRANDIOSO FESTIVAL DURANTE UMA SEMANA EM LOURES

Moldávia e Brasil são as representações internacionais da edição de 2017

A edição deste ano do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, vai ter o seu início no dia 24 de Junho com a realização de uma exposição e de uma palestra, prolongando-se durante toda a semana até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar o espectáculo de culturas tradicionais.

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Trata-se de uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Este evento privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

O programa do FolkLoures’17 é o seguinte:

FOLKLOURES'17 - Encontro de Culturas

PROGRAMA

Dia 24 de Junho

- 16 horas. Inauguração da Exposição Temporária "Concertinas no Folclore". Museu Municipal de Loures.

A exposição está patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira)

Entrada gratuita

- 16h30 horas. Palestra sobre "Usos e Costumes tradicionais da Região Saloia", pela Dr.ª Ana Paula de Sousa Assunção, a ter lugar no Auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte.

Dia 1 de Julho

- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas

- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional

- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício

GRUPOS PARTICIPANTES

Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil

Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo

Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho

Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral

Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura

Associatia Miorita Portugalia – Moldávia

Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia

Grupo de Danças e Cantares da Madeira – Madeira



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MUSEU BORDALO PINHEIRO PROMOVE CONVERSA SOBRE A LISBOA DE BORDALO

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publicado por Carlos Gomes às 02:48
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Quinta-feira, 18 de Maio de 2017
MUSEU DA CARRIS COM ENTRADA LIVRE

Dia Internacional dos Museus

10:00 às 18:00 h

entrada gratuita

Hoje, o Museu da Carris vai celebrar a cultura e o Dia Internacional dos Museus, abrindo gratuitamente as suas portas aos visitantes, que poderão ficar a conhecer a história dos transportes públicos na cidade de Lisboa.

Todos os que hoje fizerem a viagem pelo museu vão ter a possibilidade de ver de perto diversos veículos representativos da evolução da empresa, bem como diferentes artefactos que complementam a história da Carris.

Dedicado este ano ao tema “Museus e Histórias Controversas: dizer o indizível em museus”, este dia pretende incentivar uma reflexão sobre o papel dos museus nas comunidades e na sociedade em geral.

Este dia é promovido pelo Conselho Internacional de Museus (ICOM).


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publicado por Carlos Gomes às 15:08
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Terça-feira, 16 de Maio de 2017
MUSEU BORDALO PINHEIRO PROMOVE CONVERSAS ACERCA DAS MUDANÇAS DE LISBOA AO TEMPO DO ARTISTA

Às 3as feiras, o Museu Bordalo Pinheiro vai ter conversas à volta da exposição Lisboa de Bordalo.

Dia 16 é a primeira, com Pedro Inácio a falar do abastecimento de água, com aguadeiros galegos e o aproveitamento da água do Alviela, nas últimas décadas do século XIX; Alexandra Barradas vai falar da abertura da Avenida da Liberdade e de outros melhoramentos a que Bordalo assistiu (e,por vezes,desenhou).

Dia 16, às 18.30, no Museu Bordalo Pinheiro.

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publicado por Carlos Gomes às 00:22
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Segunda-feira, 8 de Maio de 2017
MUSEU DE LISBOA EXPÕE SOBRE SANTO ANTÓNIO NA BANDA DESENHADA

Santo António e Banda Desenhada? Esta mistura improvável é o tema de uma exposição que o Museu de Lisboa - Museu de Santo António vai inaugurar na 3a feira, dia 9, às 18.30.

Não vamos desvendar nada, mas adivinhem quem vai ter trabalhos expostos? Rafael Bordalo Pinheiro, claro!!

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publicado por Carlos Gomes às 20:25
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LISBOA COMEMORA DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS

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publicado por Carlos Gomes às 16:40
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FOLKLOURES’17: HISTORIADORA ANA PAULA ASSUNÇÃO PROFERE PALESTRA SOBRE “USOS E COSTUMES DA REGIÃO SALOIA”

FolkLoures’17 está em marcha!

A Historiadora e Museóloga Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção profere uma palestra subordinada ao tema “Usos e Costumes Tradicionais da Região Saloia”, a ter lugar no Auditório do Museu do Museu Municipal de Loures, no dia 24 de Junho, pelas 16h30. A iniciativa insere-se no programa do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas que se prolonga até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar um grandioso festival de cultura tradicional no Parque da Cidade, em Loures.

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O Museu Municipal de Loures encontra-se instalado na Quinta do Conventinho, sita na Estrada Nacional, 8, em Santo António dos Cavaleiros, a escassos 4 quilómetros de Loures.

A Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção é historiadora e museóloga, Mestre em História Regional e Local pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É autora de programas museológicos, reformulações de programas e criação de serviços inovadores. Conceção científica do Centro UNESCO A casa da terra. Comissária de exposições de vária índole com museografia de inclusão e género.

Tem como áreas científicas preferenciais a História Local, Saúde, Património industrial (com destaque para Fábrica de Loiça de Sacavém, Oliveira Rocha/Oliveira do Bairro), Património Cultural Imaterial, Património Religioso /obra de arte total – Cripto -história. Exerceu voluntariado na Igreja Matriz de Bucelas com descobertas de cariz científico sobre entalhador, Francisco Lopes. (Artigo no prelo). Musealização da Igreja e interpretação dos espaços em visitas.

Pelo seu trabalho, tem recebido várias distinções de Mérito Cultural e Prémios no campo da Museologia a nível nacional e internacional.

Nesse mesmo dia e local, terá ainda lugar outra iniciativa cultural integrada no programa da edição deste ano do FolkLoures, a qual contamos divulgar muito brevemente. Trata-se, pois, de um programa cultural rico e diversificado que, sob o impulso e capacidade organizativa do Rancho Folclórico Verde Minho, catapulta o concelho de Loures para a ribalta da cultura tradicional portuguesa.



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Sábado, 22 de Abril de 2017
PORTUGAL COMEMORA DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS

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Terça-feira, 18 de Abril de 2017
OS VIKINGS CHEGARAM AO MUSEU DE MARINHA

A partir de 18 de Abril o Museu de Marinha apresenta ao público, pela primeira vez em Portugal, a mais completa exposição dedicada aos Vikings | Guerreiros do Mar.

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Venha navegar connosco até à era dos Vikings!

Chega agora a vez de Portugal poder visitar no Museu de Marinha a história de um povo que há mais de mil anos, povos vindos do Norte chegaram às margens de uma Europa que não estava preparada para os receber.

A capacidade de se deslocarem em rápidos e versáteis navios e a violência inesperada dos seus ataques constituíam as principais características destes “guerreiros do mar”.

Também nos territórios que mais tarde viriam a ser Portugal, a presença destes “homens do norte” foi uma constante ao longo de mais de 300 anos, entre os séculos IX e XI. Quer na região do Condado Portucalense, quer nos territórios islâmicos mais a sul no Al-Andaluz, como Lisboa e Alcácer do Sal, as incursões vikings deixaram uma marca indelével naquelas sociedades, bem presente no início da nacionalidade.

Composta por mais de 600 peças originais provenientes do Museu Nacional da Dinamarca, esta exposição apresenta-nos os mais variados aspetos relacionados com a história e cultura deste fascinante povo que ficou conhecido como um dos mais temidos de toda a História e que ainda hoje conquista milhares de entusiastas.



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Segunda-feira, 17 de Abril de 2017
PORTUGAL COMEMORA DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS

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publicado por Carlos Gomes às 20:57
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Quarta-feira, 22 de Março de 2017
CABOVERDIANOS DÃO BAILE NO PALÁCIO PIMENTA

O primeiro Baile no Palácio, inspirado no estilo barroco, recebeu quase 700 participantes. Desta vez, os ritmos chegam-nos de Cabo Verde com ateliês de danças, concertos, DJ e degustação de cachupa. 

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Tendo como cenário o Pátio das Tílias, a festa começa com um ateliê de funaná e coladeira, com a colaboração de dois bailarinos: Sandra Gomes e Isaac Barbosa.

Com os ritmos de Cabo Verde no sangue, chega-nos a Banda Morabeza, fundada pelo músico de violão Adérito Pontes. Conhecido por ter sido guitarrista de Cesária Évora, colaborou ainda com artistas como Ildo Lobo, Tito Paris, Bana, Lura, Dani Silva, entre muitos outros.

Ao lado de Adérito Pontes, estarão António Soares(cavaquinho), Belo Santos (ferrinho), José Santos (gaita) e Janise da Silva (voz). E como o ritmo promete não abrandar, o baile continua pela noite dentro com o DJ Tavas.

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O cenário da festa é o Pátio das Tílias, no Palácio Pimenta, um antigo palácio de veraneio da primeira metade do século XVIII, enquadrado pelo que resta de uma antiga quinta senhorial. Mandado construir por Diogo de Sousa Mexia, figura de relevo dos reinados de D. Pedro II e D. João V, foi edificado entre 1734 e 1746.

O segundo Baile no Palácio é uma parceria com a associação Welcome People & Arts, associação cultural sem fins lucrativos que desenvolve projetos artísticos como instrumento de desenvolvimento pessoal e social e está integrado na iniciativa Lisboa 2017, Capital Ibero-americana de Cultura.

> 6 anos | Entrada 5€ com uma bebida incluída (cerveja, água ou sumo). Entrada gratuita para menores de 12 anos, desconto de 50% para maiores de 65 anos. Entrada sujeita à lotação do espaço.

Bilhetes à venda na receção do Palácio Pimenta. Reservas só até 23 de março para servicoeducativo@museudelisboa.pt 

Mais informação em www.museudelisboa.pt ou no Facebook do Museu de Lisboa.

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publicado por Carlos Gomes às 21:04
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Segunda-feira, 20 de Março de 2017
MUSEU BORDALO PINHEIRO CELEBRA 171 ANOS DO SEU PATRONO

O Museu Bordalo Pinheiro celebra o 171º aniversário de Rafael Bordalo Pinheiro com a inauguração da exposição Lisboa de Bordalo.

A exposição  mostra as diferentes abordagens que Bordalo fez à sua cidade, através dos desenhos que publicou nos seus jornais, nos últimos 30 anos do século XIX.

É um roteiro de uma cidade em profunda mutação, temperado com o humor e o talento bordalianos. 

A inauguração é 3a feira, dia 21, às 6 e meia da tarde.

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publicado por Carlos Gomes às 14:55
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Domingo, 19 de Março de 2017
LOURES VIRA CAPITAL INTERNACIONAL DO FOLCLORE NA REGIÃO SALOIA

O Folclore contribui para o conhecimento mútuo, paz e amizade entre os povos

A edição deste ano do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, vai ter o seu início no dia 24 de Junho com a realização de uma exposição e de uma palestra, prolongando-se durante toda a semana até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar o espectáculo de culturas tradicionais.

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Trata-se de uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Este evento privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

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O programa do FolkLoures’17 é o seguinte:

FOLKLOURES'17 - Encontro de Culturas

PROGRAMA

Dia 24 de Junho

- 16 horas. Inauguração da Exposição "Carroças da Região Saloia". Museu Municipal de Loures.

A exposição está patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira)

Entrada gratuita

- 16h30 horas. Palestra sobre "Usos e Costumes tradicionais da Região Saloia", pela Dr.ª Ana Paula de Sousa Assunção, a ter lugar no Auditório do Museu do Museu Municipal de Loures, com passagem pela exposição das Carroças.

Dia 1 de Julho

- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas

- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional

- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício

GRUPOS PARTICIPANTES

Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil

Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo

Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho

Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral

Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura

Associatia Miorita Portugalia – Moldávia

Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia

Grupo de Danças e Cantares da Madeira – Madeira

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MUSEU MUNICIPAL DE LOURES EXPÕE “CARROÇAS DA REGIÃO SALOIA”

O Museu Municipal de Loures participa no FolkLoures’17 com a realização de uma exposição subordinada ao tema “Carroças da Região Saloia”, a ter lugar nas instalações do próprio museu, com inauguração prevista no dia 24 de Junho, pelas 16 horas. A exposição tem entrada gratuita e ficará patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira).

O Museu Municipal de Loures encontra-se instalado na Quinta do Conventinho, sita na Estrada Nacional, 8, em Santo António dos Cavaleiros, a escassos 4 quilómetros de Loures, um edifício conventual contruído na segunda metade do século XVI.

Constituído em 26 de julho de 1998, o Museu encontra-se instalado no 13.º convento dos frades franciscanos da Província de Santa Maria da Arrábida, apresentaposições de  exposições de temática arqueológica e etnográfica, com o intuito de dar a conhecer a realidade e a vivência das populações rurais do município de Loures, assim como a sua história. Possui duas salas de exposições, oficinas, reservas visitáveis, um centro de documentação especializado em história local, loja, cafetaria com esplanada, parque de estacionamento e acesso para pessoas com mobilidade reduzida.

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HISTORIADORA ANA PAULA ASSUNÇÃO PROFERE PALESTRA SOBRE “USOS E COSTUMES DA REGIÃO SALOIA”

A Historiadora e Museóloga Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção subordinada ao tema “Usos e Costumes Tradicionais da Região Saloia”, a ter lugar no Auditório do Museu do Museu Municipal de Loures, no dia 24 de Junho, pelas 16h30. A iniciativa insere-se no programa do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas que se prolonga até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar um grandioso festival de cultura tradicional no Parque da Cidade, em Loures.

A Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção é historiadora e museóloga, Mestre em História Regional e Local pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É autora de programas museológicos, reformulações de programas e criação de serviços inovadores. Conceção científica do Centro UNESCO A casa da terra. Comissária de exposições de vária índole com museografia de inclusão e género.

Tem como áreas científicas preferenciais a História Local, Saúde, Património industrial (com destaque para Fábrica de Loiça de Sacavém, Oliveira Rocha/Oliveira do Bairro), Património Cultural Imaterial, Património Religioso /obra de arte total – Cripto -história. Exerceu voluntariado na Igreja Matriz de Bucelas com descobertas de cariz científico sobre entalhador, Francisco Lopes. (Artigo no prelo). Musealização da Igreja e interpretação dos espaços em visitas.

Pelo seu trabalho, tem recebido várias distinções de Mérito Cultural e Prémios no campo da Museologia a nível nacional e internacional.

O FolkLoures apresenta um programa cultural rico e diversificado que, sob o impulso e capacidade organizativa do Rancho Folclórico Verde Minho, catapulta o concelho de Loures para a ribalta da cultura tradicional portuguesa.

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publicado por Carlos Gomes às 22:12
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Sexta-feira, 17 de Março de 2017
JARDIM ZOOLÓGICO PARTICIPA NA BOLSA DE TURISMO DE LISBOA

O Jardim Zoológico e de Aclimatação de Lisboa está presente na Bolsa de Turismo de Lisboa para dar a conhecer as suas ofertas aos visitantes.

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Actualmente localizado em Sete Rios, o Jardim Zoológico é desde sempre um dos espaços mais apreciados pelos portugueses, sobretudo pelos mais novos, constituindo simultaneamente um dos locais de grande atracção turística da capital.

Inaugurado em 28 de Maio de 1884, este foi o primeiro parque do género na Península Ibérica. Instalado inicialmente no Parque de São Sebastião da Pedreira, foi dez anos mais tarde transferido para os terrenos de Palhavã onde actualmente se situa a Fundação Calouste Gulbenkian e, em 1905, para a Quinta das Laranjeiras, propriedade do Conde de Burnay, junto a Sete Rios, onde ainda se mantém.

O Jardim Zoológico e de Aclimatação de Lisboa conta actualmente com cerca de 2 mil animais de 332 espécies diferentes, representativas das mais diferentes regiões do mundo.

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 10:51
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Sábado, 11 de Março de 2017
FOLKLOURES É A GRANDE FESTA DA CULTURA TRADICIONAL PORTUGUESA E DAS COMUNIDADES IMIGRANTES

O Folclore contribui para o conhecimento mútuo, paz e amizade entre os povos

A edição deste ano do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, vai ter o seu início no dia 24 de Junho com a realização de uma exposição e de uma palestra, prolongando-se durante toda a semana até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar o espectáculo de culturas tradicionais.

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Trata-se de uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Este evento privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

O programa do FolkLoures’17 é o seguinte:

FOLKLOURES'17 - Encontro de Culturas

PROGRAMA

Dia 24 de Junho

- 16 horas. Inauguração da Exposição "Carroças da Região Saloia". Museu Municipal de Loures.

A exposição está patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira)

Entrada gratuita

- 16h30 horas. Palestra sobre "Usos e Costumes tradicionais da Região Saloia", pela Dr.ª Ana Paula de Sousa Assunção, a ter lugar no Auditório do Museu do Museu Municipal de Loures, com passagem pela exposição das Carroças.

Dia 1 de Julho

- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas

- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional

- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício

GRUPOS PARTICIPANTES

Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil

Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo

Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho

Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral

Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura

Associatia Miorita Portugalia – Moldávia

Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia

Grupo de Danças e Cantares da Madeira – Madeira



publicado por Carlos Gomes às 01:29
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FOLKLOURES’17: MUSEU MUNICIPAL DE LOURES EXPÕE “CARROÇAS DA REGIÃO SALOIA”

O Museu Municipal de Loures participa no FolkLoures’17 com a realização de uma exposição subordinada ao tema “Carroças da Região Saloia”, a ter lugar nas instalações do próprio museu, com inauguração prevista no dia 24 de Junho, pelas 16 horas. A exposição tem entrada gratuita e ficará patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira).

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Ainda no dia 24 de Junho, a Historiadora e Museóloga Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção profere uma palestra subordinada ao tema “Usos e Costumes Tradicionais da Região Saloia”, a ter lugar no Auditório do Museu.

O Museu Municipal de Loures encontra-se instalado na Quinta do Conventinho, sita na Estrada Nacional, 8, em Santo António dos Cavaleiros, a escassos 4 quilómetros de Loures, um edifício conventual contruído na segunda metade do século XVI.

Constituído em 26 de julho de 1998, o Museu encontra-se instalado no 13.º convento dos frades franciscanos da Província de Santa Maria da Arrábida, apresentaposições de  exposições de temática arqueológica e etnográfica, com o intuito de dar a conhecer a realidade e a vivência das populações rurais do município de Loures, assim como a sua história. Possui duas salas de exposições, oficinas, reservas visitáveis, um centro de documentação especializado em história local, loja, cafetaria com esplanada, parque de estacionamento e acesso para pessoas com mobilidade reduzida.

O FolkLoures apresenta um programa cultural rico e diversificado que, sob o impulso e capacidade organizativa do Rancho Folclórico Verde Minho, catapulta o concelho de Loures para a ribalta da cultura tradicional portuguesa.

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publicado por Carlos Gomes às 00:25
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Segunda-feira, 6 de Março de 2017
MUSEU BORDALO PINHEIRO CONTA A HISTÓRIA DA ARTE MUNDIAL ATRAVÉS DA CARICATURA

Pense bem: já imaginou o tecto de uma biblioteca com a representação de 1.695 personalidades da História da Arte Mundial?

Foi o que o caricaturista Rui Pimentel fez para a sua casa e que agora apresenta aqui no Museu Bordalo Pinheiro, na exposição Uma História da Arte Mundial.

Irene Flunser Pimentel, historiadora, Osvaldo Macedo de Sousa, historiador do humor e o próprio Rui Pimentel vão sentar-se a conversar sobre esta exposição e a interpretar a razão de ser desta escolha tão pessoal e a forma como as personagens foram representadas.

Caricatura, História e Iconografia são assim os temas que vão iniciar a conversa, que se adivinha animada !

Na próxima 2a feira, dia 6 de Março, às 18.30

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publicado por Carlos Gomes às 00:27
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Quinta-feira, 23 de Fevereiro de 2017
MUSEU NACIONAL DOS COCHES É A JÓIA DA COROA DOS MUSEUS PORTUGUESES

Com mais de um século de existência, o Museu Nacional dos Coches é um exemplar único pela sua temática e o elevado número de exemplares que constituem a sua valiosa colecção.

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Por iniciativa da Rainha D. Amélia d’Orleães e Bragança, foi em 23 de Maio de 1923 inaugurado o Museu dos Coches Reais, o primeiro do género em todo o mundo. O salão do antigo Picadeiro Real, no Palácio de Belém, foi o local escolhido para albergar o museu.

Apesar do esplendor do local, este revelou-se desde o início insuficiente para receber e expor as carruagens que se encontravam guardadas noutros palácios, nomeadamente no Paço Ducal de Vila Viçosa. Por essa razão, em 1906, a rainha encomendou um novo projecto para ampliar o museu.

Entretanto, ocorre a revolução do 5 de Outubro que colocou fim ao regime monárquico. Porém, ao contrário do que sucedeu em França, as carruagens não foram objecto de vandalismo e destruição, pelo que puderam ser conservadas no museu que apenas mudou a denominação. Mais ainda, aumentou a sua colecção com a incorporação de coches e berlindas que pertenciam à Casa Real e outras provenientes dos bens da Igreja.

Após várias décadas de discussão, o Museu Nacional dos Coches passou a dispor de modernas e novas instalações, mais adequadas à sua função, com melhores condições de circulação dos visitantes e diversos equipamentos considerados indispensáveis a um novo museu. No antigo Picadeiro Real permanece um núcleo expositivo com coches e berlindas, acessórios de cavalaria e a galeria de pintura da Família Real, o qual também pode ser visitado pelo público.

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 11:39
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Quarta-feira, 22 de Fevereiro de 2017
MUSEU BORDALO PINHEIRO REALIZA TERTÚLIA SOBRE A VIVÊNCIA DE RAFAEL BORDALO PINHEIRO NO BRASIL

Rafael Bordalo Pinheiro viveu no Brasil entre 1875 e 1879.

É um período da sua vida menos conhecido em Portugal, apesar de ter sido muito rico e de ter deixado ficar o seu nome ligado ao humor brasileiro (nomeadamente com a publicação de jornais como o Besouro e o Psst!).

Rômulo Farias Brito é doutorando da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul e está no Museu a investigar estes tempos brasileiros de Bordalo. 

Venha ouvir o resultado da sua investigação no dia 22 (4ª feira) às 18.30

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Terça-feira, 7 de Fevereiro de 2017
MUSEU BORDALO PINHEIRO EXPÕE CARICATURAS DE RUI PIMENTEL

Na 4ª feira, dia 8, às 18.30, vamos inaugurar a exposição Uma História da Arte Mundial, Caricaturas de Rui Pimentel.

É uma surpreendente e divertida viagem à História da Arte pela mão de Rui Pimentel, que desenhou um conjunto de painéis para decorar a sua biblioteca pessoal com 1.695 figuras da arte mundial, entre artistas, e personagens.

São estes painéis que pode ver a partir de amanhã no Museu Bordalo Pinheiro.

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publicado por Carlos Gomes às 20:37
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Domingo, 29 de Janeiro de 2017
MUSEU NACIONAL DE ETNOLOGIA EXPÕE ARQUITECTURA TIMORENSE

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publicado por Carlos Gomes às 12:01
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Terça-feira, 24 de Janeiro de 2017
MUSEU BORDALO PINHEIRO ORGANIZA TERTÚLIA SOBRE LIBERDADE DE IMPRENSA

O Museu Bordalo Pinheiro vai assinalar os 112 anos da morte de Rafael Bordalo Pinheiro com Paulo Jorge Fernandes (professor na Univ. Nova / FCSH, Departamento de História) que vai fazer uma reflexão sobre Liberdade de Imprensa: Censura e Caricatura no Tempo de Bordalo Pinheiro. A sessão ocorre amanhã, quarta-feira, dia 25 de Janeiro, às 19 horas.

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publicado por Carlos Gomes às 18:24
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Sexta-feira, 13 de Janeiro de 2017
MUSEU NACIONAL DE ARQUEOLOGIA APRESENTA "PORTUGAL POR MIÚDOS"

Após 3 meses, muitas dezenas de escolas e várias centenas de espectadores, Portugal por Miúdos continua em cena no Museu Nacional de Arqueologia, no Mosteiro dos Jerónimos.

Escolas de terça a Sexta

Famílias aos domingos,16h

(o acesso ao espectáculo inclui visita ao Museu)

O espectáculo que conta e brinca com a História de Portugal

José Jorge Letria escreve | Vasco Letria encena | Museu Nacional de Arqueologia apresenta "Portugal por miúdos"

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publicado por Carlos Gomes às 14:40
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Quinta-feira, 15 de Dezembro de 2016
MUSEU DE ARTE POPULAR REABRE HOJE AO PÚBLICO

O Museu de Arte Popular reabre hoje ao público com a mostra “Da Fotografia ao Azulejo”. Dentro de pouco tempo haverá um centro interpretativo sobre a história, com mais de 70 anos, do museu.

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De acordo com a directora-geral do Património Cultural, Paula Silva, os primeiros passos desse centro interpretativo vão ser dados em breve, com a abertura de uma sala que conterá uma maqueta do museu e um filme sobre a história da sua actividade, iniciada em 1948.

Durante uma visita guiada aos jornalistas, Paula Silva e o director do Museu de Arte Popular (MAP), Paulo Costa, mostraram o conteúdo da exposição que reabre metade do espaço expositivo, na sequência de obras de conservação, que consiste numa viagem pelo Portugal da primeira metade do século XX, através de azulejos e das fotografias que os inspiraram.

A exposição constitui o culminar da pesquisa de Jose Luis Mingote Calderon, conservador da Colecção Europeia do Museu Nacional de Antropologia de Madrid, que, ao longo de diversos anos, desenvolveu pesquisa de terreno em Portugal e fez uma recolha de imagens usadas para a criação dos azulejos sobre monumentos, actividades tradicionais e paisagens simbólicas.

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Organizada e inicialmente apresentada pelo Museu Nacional de Soares dos Reis, no Porto, a exposição esteve em Espanha, no Museo Etnográfico Provincial de León e, mais recentemente, no Museo Nacional de Antropología.

Paula Silva disse ainda que o objectivo é prosseguir no MAP as obras de conservação, e abrir gradualmente todo o espaço expositivo do museu, imprimindo nele uma programação própria que passará não só por exposições, mas por outras actividades.

À entrada da primeira sala surge um percurso de fotografias de antigas estações de caminho-de-ferro, começando por Vilar Formoso, cujos edifícios estão em parte revestidos de azulejos, e estão expostas seis ampliações de imagens estudadas pelo investigador, que deram origem a painéis de azulejos.

A exposição percorre três salas do museu com as fontes gráficas que deram origem aos azulejos: fotografias, ilustrações, imagens retiradas de jornais e postais que os criadores depois compunham com vários elementos.

No interior foram também colocadas algumas peças do acervo do Museu Nacional de Etnologia: um carro de bois do Douro e artefactos das vindimas, um traje de lavradeira de Viana do Castelo, e uma capa típica de Miranda do Douro.

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O comissário e investigador Jose Luis Mingote Calderon, que também acompanhou a visita, disse que "existe uma tradição antiga de criar azulejos a partir de gravuras e [que], depois do surgimento da fotografia, foi muito ampliada".

"Com o surgimento da fotografia no início do século XX, deu-se um grande desenvolvimento das artes gráficas. A fotografia forneceu a verdade do país e lançou o movimento da modernidade", salientou, em declarações aos jornalistas.

Inaugurado em 1948, o Museu de Arte Popular nasceu da reformulação do antigo pavilhão da “Secção da Vida Popular” criado para a Exposição do Mundo Português de 1940, com projeto da autoria dos arquitetos António Reis Camelo e João Simões.

Foi concebido de acordo com o programa formulado, em 1946, por António Ferro, então diretor do Secretariado de Propaganda Nacional (SPN) sob a denominação de “Museu do Povo” e organizado de acordo com a divisão administrativa do território nacional da Constituição Portuguesa de 1933. (A exposição está encerrada ao público, mantendo-se a loja do museu aberta ao público).

Fonte: http://rr.sapo.pt/

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Segunda-feira, 28 de Novembro de 2016
MUSEU BORDALO PINHEIRO CONVIDA PARA UMA "PARÓDIA CULINÁRIA" À MESA DO CARICATURISTA

Amanhã, dia 29, o Museu Bordalo Pinheiro vai apresentar o livro Paródia Culinária, à Mesa de Bordalo.

É um livro de receitas "à moda antiga", ilustrado por desenhos de Bordalo, que são apresentados na exposição Bordalo à Mesa, que pode ver no Museu.

A apresentação vai ser feita por Alexandra Prado Coelho, com Pedro Bebiano Braga (comissário da exposição) e Rita Nobre de Carvalho (designer do livro)

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Segunda-feira, 7 de Novembro de 2016
MUSEU BORDALO PINHEIRO ORGANIZA TERTÚLIA: BORDALO E PAULA REGO - ARTISTAS DE CAUSAS

Amanhã, dia 8 de Novembro às 19 horas, no Museu Bordalo Pinheiro

ARTISTAS DE CAUSAS é o tema da conversa sobre a exposição Diálogos Imaginados que coloca lado a lado as obras de Bordalo Pinheiro e Paula Rego, porque a defesa de causas e ideais é mais um tópico que une as obras destes dois artistas.

A conversa juntará Arlete Alves da Silva (que, com o seu marido Manuel Brito, foi uma das responsáveis pela divulgação da obra de Paula Rego em Portugal, através das exposições na Galeria 111 e mantém uma amizade forte com a artista) e Pedro Bebiano Braga (comissário da exposição e profundo conhecedor da obra de Bordalo).

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Sexta-feira, 5 de Agosto de 2016
MUSEU BORDALO PINHEIRO COMEMORA UM SÉCULO DE EXISTÊNCIA

No sábado dia 6 comemoramos 100 anos de abertura do Museu Bordalo Pinheiro com uma homenagem e um brinde ao seu fundador, Ernesto Cruz Magalhães.

Sem o saber, neste dia 6 de Agosto de 1916, Cruz Magalhães abria o primeiro Museu dedicado à obra de um artista em Portugal e, simultaneamente o primeiro Museu português instalado num edifício construído para o efeito.

Este é o início de um programa que continuará em Setembro a celebrar Rafael Bordalo Pinheiro e seu talento e humor.

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Segunda-feira, 25 de Julho de 2016
JARDIM ZOOLÓGICO RECEBE ENCONTROS IMAGINÁRIOS

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JARDIM ZOOLÓGICO ESTÁ EM FESTA!

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Terça-feira, 7 de Junho de 2016
MUSEU BORDALO PINHEIRO EXPÕE "AS SARDINHAS DO POVO"

Sardinhas do Povo, amanhã, 4a feira, no Museu Bordalo Pinheiro.

SARDINHAS DO POVO. lançamento da edição

A Contraprova - Atelier de Gravura e o Museu Bordalo Pinheiro têm o prazer de vos convidar para o lançamento da edição "Sardinhas do Povo", na quarta-feira, 8 de Junho, às 19h. A exposição estará patente no Museu Bordalo Pinheiro até ao dia 22 de Junho.

Artistas participantes desta edição:

Alexandre Jorge

Ana Neto

Artur Madeira

Cristiana Fernandes

Daniela Crespi

Diogo de Calle

Joanna Latka

Luís Fernandes

Marcela Manso

Paula Almozara

Renata Bueno

Ricardo Campos

Sofia Morais

Susana Romão

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Terça-feira, 24 de Maio de 2016
MUSEU BORDALO PINHEIRO COMEMORA UM SÉCULO DE EXISTÊNCIA

O Museu Bordalo Pinheiro celebra em 2016 o seu primeiro centenário.

E nada melhor que começar as comemorações com uma exposição que põe Rafael Bordalo Pinheiro frente a frente com a maior pintora portuguesa viva.

Paula Rego sempre assumiu a sua admiração pela obra de Bordalo e, por isso procurámos recriar na exposição os Diálogos Imaginados que poderiam ter acontecido entre os dois.

Vai ser no dia 26, 5ª feira (feriado do Corpo de Deus), às 11 horas, no Museu Bordalo Pinheiro.

Na mesma altura Paula Rego vai receber das mãos do Presidente da Câmara de Lisboa, Fernando Medina, a Medalha de Honra da Cidade.

Convite


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Terça-feira, 17 de Maio de 2016
MUSEU BORDALO PINHEIRO PROMOVE TERTÚLIA COM PROVA DE DEGUSTAÇÃO PELA BOM PETISCO E COMISSÃO VITIVINÍCOLA DA REGIÃO DE LISBOA

18 de Maio | Dia Internacional dos Museus

Maria de Lourdes Modesto, João Paulo Martins e Hugo Nascimento sentam-se à mesa com Bordalo

MUSEU BORDALO PINHEIRO | 18H00 - VISITA À EXPOSIÇÃO | 18H30 – TERTÚLIA

A partir da exposição temporária Bordalo à Mesa, comissariada por Pedro Bebiano Braga e atualmente em exibição no Museu Bordalo Pinheiro, três vultos da Gastronomia Portuguesa reúnem-se para uma tertúlia em torno da obra de Rafael Bordalo Pinheiro.

Email

O desenho, a pintura e a cerâmica deste artista são exímios na representação original de alimentos e bebidas. Comprados no mercado tradicional, na venda ambulante ou nas lojas e armazéns de Lisboa, vindos das hortas e quintas dos arredores, do rio e do mar, ou de fabrico industrializado, para todos o artista concebeu rótulos, embalagens e publicidade, assim como anúncios que publicava nas capilhas e páginas dos seus jornais.

Estes registos ilustram múltiplos aspetos relacionados com a gastronomia: a dieta alimentar à época, a culinária, os espaços de refeição e consumo, a etiqueta à mesa. Bordalo era um bom garfo e a sua criatividade e talento ficam exemplarmente expressos na série de menus que concebeu a título de encomenda para jantares onde ele próprio, tantas vezes, participou.

De que modo a sua obra toca cada um dos convidados, convocando a sua admiração e saber, é o mote para uma conversa aberta ao público entre a gastrónoma Maria de Lourdes Modesto, o especialista em vinhos João Paulo Martins e o chef Hugo Nascimento.

Afinal, em que é que a moderna cozinha portuguesa se distingue da praticada no final do século XIX e o que é ser um bom garfo nos dias que correm?

Neste dia, a Loja do Museu Bordalo Pinheiro terá à venda as obras destes autores, disponíveis para as autografar.



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Segunda-feira, 16 de Maio de 2016
LISBOA ASSINALA DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS


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Sábado, 7 de Maio de 2016
LISBOA ASSINALA DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS


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Segunda-feira, 2 de Maio de 2016
LISBOA COMEMORA DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS


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Quarta-feira, 27 de Abril de 2016
PORTUGAL ASSINALA DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS


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Terça-feira, 26 de Abril de 2016
PRESIDENTE DA REPÚBLICA INAUGURA EM SINTRA MUSEU COM NOME INGLÊS

O Presidente da República inaugurou ontem na vila de Sintra um museu com nome inglês – o NewsMuseum, numa cerimónia contou com ainda com a presença do Primeiro-ministro, Dr. António Costa e ainda do Dr. Pedro Passos Coelho.

NewsMuseum

O museu “inglês” que acaba de ser inaugurado ocupa as antigas instalações do Museu do Brinquedo, extinto em consequência da legislação que impedia o financiamento municipal à respetiva fundação, o que poderá eventualmente justificar a presença do anterior primeiro-ministro nesta cerimónia.

O NewsMuseum é constituído por 25 módulos temáticos entre os quais se incluem jornalismo de guerra, desportivo, rádio e fotojornalismo.

Para quem muito se melindra com a eliminação de meia-dúzia de consoantes mudas num acordo ortográfico, a aceitação da atribuição de uma denominação em idioma inglês a um museu que deveria constituir um veículo de promoção da Língua portuguesa por via da comunicação social é bastante surpreendente… e repudiável!



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Quarta-feira, 20 de Abril de 2016
MUSEU BORDALO PINHEIRO APRESENTA LIVRO "LISBOA - NUM PAÍS SEMPRE À BEIRA", DE ALEXANDRA KLOBOUK

Na 5a feira, dia 21, às 6 da tarde, O Museu Bordalo Pinheiro vai apresentar livro Lissabon im Land am Rand | Lisboa - Num País sempre à Beira, de Alexandra Klobouk, que é um roteiro desenhado de Lisboa, cheio de humor e de desenhos fantásticos.

Podem ficar a saber mais aqui:

http://www.alexandraklobouk.com/Lissabon-im-Land-am-Rand


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Segunda-feira, 18 de Abril de 2016
LISBOA COMEMORA DIA DOS MUSEUS


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Quinta-feira, 14 de Abril de 2016
PORTUGAL COMEMORA DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS



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ALDEIA TÍPICA DE JOSÉ FRANCO É UMA DAS MAIORES ATRAÇÕES DO CONCELHO DE MAFRA A DIVULGAR OS USOS E COSTUMES DA REGIÃO SALOIA

Situada entre Mafra e a Ericeira, a Aldeia Típica de José Franco é um museu vivo das tradições das gentes da região saloia. Nela se encontram recriados espaços que falam da vivência do povo em tempos antigos, como a mercearia, as lojas do barbeiro e do dentista, a casa do lavrador, a ferraria e a oficina de carpintaria, a azenha e o moinho de vento e a escola primária que trás à lembrança as memórias de infância de muitos dos que a visitam e aproveitam para dar a conhecer aos mais novos.

Moldado pelas mãos do escultor e oleiro José Franco, a “Aldeia Saloia” como também é conhecida ocupa atualmente uma área de 2.500 metros quadrados, dispondo de um magnífico parque de estacionamento para os milhares de visitantes, incluindo as numerosas excursões que a incluem no seu roteiro.

A ideia de recriar uma aldeia típica da região saloia deverá ter surgido a José Franco por volta de meados do século passado, tendo então começado nas horas vagas a construir junto de sua casa uma aldeia em miniatura ao jeito de presépio saloio.

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O Sobreiro é terra com profundas tradições de olaria. José Franco nasceu em 1920 e, ainda muito jovem, aprendeu o ofício antes de trabalhar por conta própria com dezassete anos de idade. Recuperou a olaria que fora de seu avô e se encontrava desativada, sobretudo a partir da década de sessenta, deu forma ao seu sonho e, na roda do oleiro, fez crescer ano após ano uma aldeia à escala humana, qual museu etnográfico que é também uma das mais bem-sucedidas empresas da região.

Mafra - Sobreiro (35)

A entrada é gratuita. Mas, poucos são os que resistem a provar o afamado pão com chouriço e a visitar a adega típica com vinho da região. Para as crianças, além das recriações, dispõem também de dois parques infantis, incorporando alguns engenhos agrícolas que podem movimentar livremente e jogos tradicionais como o “jogo da macaca”.

A Aldeia Típica de José Franco constitui um exemplo daquilo que bem poderia ser reproduzido noutras regiões do país com vista à divulgação das respetivas tradições locais.

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Terça-feira, 8 de Março de 2016
MINISTÉRIO DA CULTURA DEVERIA REPOR A GRATUITIDADE TODOS OS DOMINGOS DO MÊS NO ACESSO AOS MUSEUS NACIONAIS

O Estado deve incentivar o acesso dos cidadãos à cultura

Estabelece a Constituição da República Portuguesa, no seu Artigo 78º, alínea 2, que “Incumbe ao Estado, em colaboração com todos os agentes culturais: Incentivar e assegurar o acesso de todos os cidadãos aos meios e instrumentos de acção cultural, bem como corrigir as assimetrias existentes no país em tal domínio”.

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Não obstante, ao invés do que desde sempre se verificou em Portugal e é prática usual na maioria dos países europeus, a partir de 1 de junho de 2014, deixaram os museus nacionais, de conceder acesso gratuito todos os domingos do mês para passarem a fazê-lo apenas no primeiro domingo de cada mês. Alegou, na altura, o Secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas, que eram as entrada pagas “necessárias para conservar” os museus… desconhecemos quantos beneficiaram desse financiamento mas, a avaliar pela forma como tem sido tratado o Museu de Arte Popular, ficamos com sérias dúvidas da utilidade de tal medida!

Quando é a própria Constituição da República Portuguesa que consagra o “direito à fruição e criação cultural” por parte dos cidadãos, não pode a cultura ser entendida numa mera perspetiva mercantilista. Por essa razão, espera-se que o atual governo, através do Ministério da Cultura, venha a repor o princípio da gratuitidade que antes vigorava, concedendo o acesso gratuito um dia por semana ou seja, todos os domingos do mês.


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publicado por Carlos Gomes às 20:01
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