Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017
MAZGANI ANUNCIA PRIMEIRAS DATAS DE APRESENTAÇÃO DE THE POET'S DEATH

Foi no passado dia 29 de Setembro que Mazgani editou, pela Sony Music, o seu mais recente álbum – The Poet’s Death - com direito a entrada directa para o 13º lugar no top nacional de vendas e subindo para 12º esta semana.

MAZGANI PORTRAIT FOR PROMOTIONAL USE

Gravado e misturado por Nelson Carvalho nos Estúdios da Valentim de Carvalho, o novo registo de originais de Mazgani, foi co-produzido pelo músico e por Peixe (Ornatos Violeta), que também contribuiu na gravação de guitarras e teclas. Em estúdio Mazgani contou também com Victor Coimbra no baixo e Isaac Achega na bateria.

Para além do formato CD e digital, o novo álbum de Mazgani estará igualmente disponivel em vinil, a partir de amanhã.

Sobre o disco (link aqui)

“Há quem pratique tai chi chuan ou ioga para descomprimir do frenesim da cidade, há quem faça retiros no campo para desacelerar os dias, há quem procure spas e massagens para oferecer algum sossego ao corpo, há quem se adentre na natureza para ter direito ao silêncio por oposição ao ruído incessante do bulício humano. As canções de Shahryar Mazgani (nascido no Irão em 1975 e chegado a Portugal aos quatro anos, em fuga da Revolução Islâmica de 1979) cumprem um propósito semelhante. São feitas com recursos mínimos, desenvolvidas com lentidão, gravadas sem procurar obsessivamente a perfeição, acolhendo erros e desvios do momento. “É preciso que haja arestas para sermos gente, para sermos indivíduos, para sermos sujeitos”, justifica ao Ípsilon numa altura em que lança o seu quinto álbum, The Poet’s Death (…)

Mazgani armadilha também, com absoluta consciência, a sua própria engenharia de fazedor de canções. Para escrever The Poet’s Death, tentou encontrar novos processos, novos locais onde deixar as palavras emergirem, novas posições na guitarra que os dedos não conheçam de cor. “Uma tentativa de mapear novas geografias interiores”, resume. The Poet’s Death fareja constantemente esses novos rumos, sem ter de fazer um Espectáculo disso, sempre com a graciosidade de quem tenta novos caminhos sabendo que vai chegar ao mesmo sítio. Afinal, Mazgani está convencido de que escreve sempre a mesma canção. Por muito que assuma sempre jeitos diferentes(…).”

Gonçalo Frota, Jornal Público, ****

Depois de um Teatro do Bairro cheio para o ver e ouvir na noite de ontem, Mazgani anuncia agora as primeiras datas da tour onde apresentará ao vivo o novo trabalho

9 de dezembro, Casa da Cultura de Ílhavo

29 de dezembro, Fórum Luisa Todi, Setúbal

2 de fevereiro, Theatro Circo, Braga

3 de fevereiro, CCB, Lisboa

3 de março, Centro de Arte, Ovar

Alinhamento e ficha técnica do álbum:

  1. The Poet’s Death
  2. Bible Black
  3. The Traveler
  4. Send The Word
  5. Saint Of All Names
  6. Burning Heart
  7. The Saddest River
  8. Breath Of Gold
  9. Song Of The Nightingale
  10. The Faintest Light

Autorias letra e música: Shahryar Mazgani

Produzido por Shahryar Mazgani e Pedro "Peixe" Cardoso

Voz, Guitarra e Teclas: Shahryar Mazgani

Guitarra e Teclas: Pedro "Peixe" Cardoso

Baixo: Victor Coimbra

Bateria: Isaac Achega

Carla Santos: Violino

Walter Freitas: Violoncelo

Francisca Fins: Viola nos temas 9 e 10

Gravado e misturado por Nelson Carvalho nos Estúdios Valentim de Carvalho

Masterizado por Andy Vandette

Retrato capa por Rita Carmo

Design e outras imagens da capa por Michelle Henning

Para a compra de bilhetes: https://theatrocirco.bol.pt/Comprar/Bilhetes/56438-mazgani-theatro_circo/  


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 11:33
link do post | favorito

Quarta-feira, 6 de Dezembro de 2017
“FIREFLIES” - O AMOR SEGUNDO GABRIELA PEPINO

O ano pode estar quase a terminar mas isso não significa que a Music For All tenha esgotado as suas novidades. Diretamente do Brasil chega-nos Gabriela Pepino, cantora e compositora de créditos firmados que encontra no R&B, no Blues e no Jazz os territórios prediletos para espalhar a sua veia artística.

Gabriela Pepino

Aos portugueses apresenta-se com “Fireflies”, tema-título do seu segundo disco de originais. Esta autêntica ode ao amor lança as bases para o grande passo que será dado em 2018: a estreia nos palcos nacionais com uma digressão sob selo da Music For All.

 Gabriela Pepino dava os primeiros passos quando a música entrou na sua vida. Com uma veia artística bem apurada, acabou por passar pelo ballet antes de chegar à música e ao canto. Um dos passos mais decisivos do seu percurso seria a entrada na Babaya Casa de Canto quando completou doze anos, tendo por lá conhecido aquela que se tornaria na maior mentora da sua carreira.

Amante de Jazz e R&B e fã de cantoras como Etta James, Tina Turner, Aretha Franklin ou bandas como Queen e Pink Floyd, ruma aos Estados Unidos da América com apenas 17 anos. Aí estuda no Berklee College Of Music, começando a trilhar o caminho que a levaria até ao início da sua carreira enquanto cantora e compositora.

Do encontro furtuito com o violinista Gilvan de Oliveira, um dos mestres do instrumento em Belo Horizonte, nasceria uma química que derivou no primeiro álbum a solo de Gabriela – “Let Me Do It”. Gilvan viria a assumir também a função de Diretor Musical do disco, acompanhando a cantora e o percussionista Serginho Silva em concertos e showcases. O seu disco de estreia permitiu-lhe atuar por todo o Brasil, assim como realizar a primeira digressão internacional – atuou no festival CMJ, em Nova Iorque, e no Meowcon, em Austin, Texas, ambos nos Estados Unidos da América.

Assim chegamos a 2017, ano em que Gabriela edita o segundo registo da sua discografia. Esta é uma visão mais madura e positiva, com uma forte vertente R&B, Blues e Jazz e onde Gabriela Pepino se aventura por entre composições mais pessoais. Filipe Fantoni, um dos membros da banda, foi a derradeira escolha para Diretor Musical; João Nardy foi o responsável pelo design e Daniel Moreira o autor de todas as fotografias desta nova fase da cantora. É deste autêntico caldeirão musical que nasceria aquilo que hoje conhecemos como “Fireflies”.

Este é um disco de introspeção, no fundo um registo áudio do momento atual da vida de Gabriela. Aqui está a sua vida, os seus medos e alegrias, e as pessoas que dão cor à sua existência. De uma música para o marido, Eduardo, a uma outra sobre uma discussão com a irmã, ou das suas fobias à importância do amor reinar sobre a guerra, para tudo há espaço em “Fireflies”.

Na reta final de 2017, Gabriela passa a ser representada pela Music For All, atravessando finalmente um oceano que há muito a separa do reconhecimento do público europeu. Aos portugueses apresenta-se com o single “Fireflies”, tema-título de um disco que trará aos palcos nacionais numa digressão a decorrer em 2018.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 18:50
link do post | favorito

STEVE TILSTON ATUA AO VIVO NO TEATRO ARMANDO CORTEZ

31 de março – Teatro Armando Cortez (Casa do Artista). Lenda viva da Folk Music apresenta-se pela primeira vez em Portugal

 

ST promo - A4 poster - Al 2

Nascido em Liverpool, Steve Tilston é um dos mais reconhecidos singer-songwriters da música folk. Exímio guitarrista e letrista, Steve Tilston conta já com 45 anos de carreira e mais de 20 álbuns editados.

Da sua vasta carreira, destaca-se uma carta com “conselhos muito pessoais” enviada por John Lennon a Tilston e que só 35 anos depois – há cerca de 10 anos – chegou às mãos do cantor/autor folk. Este episódio da sua vida serviu de argumento para o filme “Danny Collins” (2015), comAl Pacino a protagonizar o papel de Steve Tilston (Danny Collins no filme).

Dia 31 de Março, às 21h30, no Teatro Armando Cortez (Casa do Artista), em Lisboa, vai ter a oportunidade única de ver e ouvir pela primeira vez em Portugal uma lenda viva da Folk Music.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 18:36
link do post | favorito

Domingo, 3 de Dezembro de 2017
CONGRESSO DO BOMBO REÚNE NO SEIXAL EM 2018

24129542_840814596078135_9095026077137330402_n



publicado por Carlos Gomes às 19:40
link do post | favorito

MINHOTOS EM LOURES CANTAM AO MENINO JESUS

22361199_10210513513020241_2044681315_n



publicado por Carlos Gomes às 09:30
link do post | favorito

Sábado, 2 de Dezembro de 2017
BANDAS DE MÚSICA DE TODO O PAÍS EXECUTAM EM LISBOA O HINO NACIONAL SOB A BATUTA DO MAESTRO DA BANDA DA ARMADA NAS COMEMORAÇÕES DO 1º DE DEZEMBRO

Mais de duas dezenas de bandas filarmónicas provenientes de todo o país desfilaram ontem em Lisboa, na avenida da Liberdade, no âmbito das comemorações do 1º de Dezembro, Dia da Restauração da Independência Nacional em 1640. No final, sob a batuta do maestro da Banda da Armada, exutaram em uníssono o Hino da Maria da Fonte, o Hino da Restauração e a Portugueza ou seja, o Hino Nacional.

24059185_1627225130654483_4360393888044796713_n

Tratou-se de uma grandiosa jornada cívica e patriótica e também cultural que lembrou a História e o espírito de união e liberdade dos portugueses cuja celebração fez todo o sentido com a participação da Banda da Armada, unidade cultural da Marinha Portuguesa que agora comemora 700 anos de existência.

Herdeira de gloriosas tradições, a Banda dos Marinheiros da Armada gravou em 1903 o primeiro disco produzido em Portugal.

Conforme é descrito no seu site oficial, “Ao longo dos mais de quinhentos anos de existência de formações musicais na Armada, estas sofreram inúmeras alterações, desde a designação ao número de elementos que as constituíram, tornando a enumeração praticamente impossível.

Na realidade, as fontes históricas só são razoavelmente seguras, sobre esta matéria, a partir da primeira metade do século XVIII, e indicam que em agosto de 1740 existia na Armada Real uma banda intitulada "Charamela".

A 3 de abril de 1903 a Banda dos Marinheiros da Armada grava, no Quartel do Corpo de Marinheiros, em Alcântara, aquele que é considerado o primeiro disco produzido em Portugal, um documento histórico e fonográfico raríssimo. A capa contém o selo real e a inscrição "Oferta do Maestro António Maria Chéu ao rei D. Carlos". A gravação, efetuada pela The Gramophone and Typewriter Ltd., de Londres, pretendia comemorar a visita de Eduardo VII de Inglaterra a Portugal.

Presentemente a Banda conta com 113 músicos, muitos dos quais com formação superior e com uma média etária de 33 anos. Fruto do esforço de renovação e dinamização levado a cabo nos últimos anos, os resultados refletem-se na grande visibilidade nacional e internacional das suas atuações ao vivo e na constante gravação e edição de discos compactos.

Na realidade, ao longo dos tempos têm pertencido e continuam a despontar na Banda da Armada, vários compositores de reconhecido mérito, e alguns dos melhores instrumentistas portugueses.”

Perante a sua marcha disciplinada e a empolgante execução da marcha dos marinheiros, a Banda da Armada foi muito aplaudida pelos populares que assisitiam ao seu desfile ao longo de todo o percurso até à Praça dos Restauradores. Uma grande jornada patriótica que, sem dúvida alguma, a Banda da Armada muito contribuiu para o seu brilhantismo!

Texto e fotos: Manuel Santos

24131044_1627225573987772_7109326707293020793_n

24174515_1627229073987422_958889712771361630_n

24174680_1627227773987552_7992173887905671205_n

24176947_1627226423987687_3331307728804004577_n

24231875_1627228893987440_633404365000303786_n

24231881_1627225173987812_7587165974169969189_n

24294263_1627225067321156_6776655797535425321_n



publicado por Carlos Gomes às 18:50
link do post | favorito

Sexta-feira, 1 de Dezembro de 2017
BANDAS FILARMÓNICAS DE TODO O PAÍS CELEBRARAM EM LISBOA O DIA DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL

Presidente da República, Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa, presidiu às comemorações e confraternizou com o povo

Mais de duas dezenas de bandas filarmónicas provenientes de todo o país, grupos de percussão e a Banda da Armada Portuguesa desfilaram hoje em Lisboa, na avenida da Liberdade, no âmbito das comemorações do 1º de Dezembro, Dia da Restauração da Independência Nacional em 1640. Tratou-se de uma grandiosa jornada cívica e patriótica e também cultural que lembrou a História e o espírito de liberdade dos portugueses, depois do actual governo ter reposto o feriado nacional instituído por Decreto em 12 de Outubro de 1910.

CapturarViana3Espec1

A registar a participação da Banda de Música da Sociedade Filarmónica Pedroguense, de Pedrógão Grande, que desfilou fardada de luto e foi sempre muito aplaudida pelo público à sua passagem.

Como vem sendo habitual, o desfile culminou com uma grandiosa concentração na Praça dos Restauradores que, após a intervenção do Dr. José Ribeiro e Castro em nome da entidade organizadora, todas as bandas executaram em uníssono o Hino da Maria da Fonte, o Hino da Restauração e o Hino Nacional (A Portuguesa).

CapturarTB2Capa

A organização da iniciativa cabe ao Movimento 1º de Dezembro que conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, a EGEAC, a Confederação Musical Portuguesa e, naturalmente, a SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro.

Este ano foi publicado um livro que é um álbum onde constam imagens de todas as bandas que participaram nas comemorações do 1º de Dezembro ao longo dos últimos 5 anos.

CapturarPR4

CapturarViana2

Capturarrufar1

CapturarRufar2

CapturarRufar3

CapturarMarinha

CapturarAlcacer1

Capturaralgarve

CapturarAnsiao1

CapturarAnsiao2

CapturarArouca

Capturarbanda

CapturarBarreiro

CapturarCastroVerde

CapturarCovilha

CapturarFFoz

Capturarffoz2

CapturarGaia1

CapturarGaia2

CapturarGaviao

CapturarLeiria

CapturarLourinha

CapturarLourinha2

CapturarMafra

CapturarMafra2

CapturarMontemor

CapturarMontemor2

Capturarmoura

CapturarNisa1

CapturarOliveira

CapturarPedrogao1

CapturarPenamacor

CapturarPenamacor2

CapturarPortalegre1

CapturarPortalegre2

CapturarPR1

CapturarPR2

CapturarPR3

CapturarRodao1

CapturarSeia

CapturarSeia2

CapturarSeila

CapturarSertã1

CapturarTB1

CapturarTB3

CapturarTB4

CapturarTB5

CapturarTB6

CapturarTomar1

CapturarTribuna1

CapturarGeral1

CapturarGeral2



publicado por Carlos Gomes às 21:54
link do post | favorito

Quinta-feira, 30 de Novembro de 2017
MÄBU MARCAM ESTREIA EM PORTUGAL PARA JANEIRO

De Espanha podem não chegar bons ventos nem bons casamentos mas vem, com toda a certeza, alguma da melhor música Pop da atualidade! E a melhor ilustração disso são os Mäbu, um trio sediado em Madrid liderado pela doce María Blanco e onde despontam os talentos de Txarlie Solano e César Uña.

MÄBU PROMO

Perante o público português estrearam-se com “Los Amantes”, saboroso sucedâneo Pop que serviu de amostra a “Buenaventura” (2016), terceiro álbum de originais que a banda se prepara para nos mostrar ao vivo. Para Janeiro estão, assim, marcados dois concertos (dias 19 e 20), estando os restantes detalhes, para já, ainda no segredo dos Deuses da música. Estas serão oportunidades únicas para presenciar um dos grandes projetos representados pela Music For All.

MÄBU é uma banda de Pop instalada em Madrid (Espanha), que nasceu no início de 2008, com María Blanco (voz e guitarra), Txarlie Solano (baixo, teclados e coros) e Cesar Uña (bateria e percussão) na formação.

Com mais de duzentos concertos dados em Espanha, os MÄBU converteram-se numa banda imprescindível na cena musical independente espanhola e também têm projeção no México, onde já realizaram várias tours.

Bebendo de fontes clássicas como a canção de autor (principalmente anglo-saxónica), os MÄBU são capazes de se desfazerem de tópicos e fórmulas comuns, absorvendo influências do Rock independente e das bandas sonoras, mas também da Pop, com o intuito de definir um estilo pessoal inequívoco.

“MÄBU é magia; pura magia para os sentidos. E também têm uma forte veia experimental que seduz de imediato”. (El Heraldo)

O interesse dos meios espanhóis para com este projeto foi espontâneo e culminou quando, em 2013, a banda recebeu o prémio de música da rádio nacional Onda Cero e passou a integrar a lista de artistas do Instituto Cervantes para a promoção da cultura espanhola noutros lugares do mundo.

Ainda antes, em 2012, fizeram a primeira parte de Luz Casal a convite da própria, em vários eventos como o concerto organizado para o Dia Mundial de Luta contra o Cancro, na Arena de Madrid, o Festival de Música en Grande em Santander e o Festival de la Luz. Também colaboraram com importantes artistas espanhóis, como Rayden, Vega ou Marlango.

Também em 2012, através da Embaixada de Espanha na Venezuela, cruzaram o Atlântico para participar no festival Somos Más (em Caracas), onde deixaram uma excelente impressão junto do público, que ficou a aguardar o seu regresso.

Em 2013 voltaram a atravessar o oceano, desta feita para uma tour em várias cidades do México, onde obtiveram um grande reconhecimento por parte da imprensa especializada e conquistando um vasto público, tendo aliás que regressar por duas vezes ao país para concertos em 2014.

Na sua discografia contam-se três trabalhos editados, “Buenos Días” de 2011, “Detrás de las luces” de 2013 e “Buenaventura” de 2016. Todos receberam excelentes críticas, mas foi este último que os levou a participar nos Conciertos de Radio3, no A Solas da Sol Música e a atuar em vários festivais do panorama espanhol, entre eles o Sansan Festival e o Leturalma. É também com “Buenaventura” que a banda espanhola quer dar a conhecer o seu trabalho aos portugueses. Nunca a língua espanhola soou tão bem aos nossos ouvidos!


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 21:30
link do post | favorito

BANDAS FILARMÓNICAS DESFILAM AMANHÃ EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA EM 1640

Bandas Filarmónicas de todos os distritos do país vão participar amanhã nas comemorações do dia da Restauração da Independência Nacional em 1640.

A organização pertence ao Movimento 1º de Dezembroque lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios. É possível realizá-lo também graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro.

CapturarTBouro

Está também prevista a edição este ano de um livro em forma de álbum fotográfico que constitui um interessante registo das participações das bandas filarmónicas nas comemorações do 1º de Dezembro.

O Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas que este ano se realiza tem o seguinte programa:

14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)

15h00 - Início do Desfile

16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.900 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

17h00 - Fecho e desmobilização das bandas

Nesta 6ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:

GRUPOS DE PERCUSSÃO:

Tocá Rufar (Seixal)

Mareantes do Rio Douro (Gaia)

BANDA NACIONAL:

Banda da Armada

BANDAS FILARMÓNICAS:

Banda Musical de Figueiredo (Arouca)

Sociedade Recreativa e Filarmónica 1º de Janeiro de Castro Verde (Castro Verde)

Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense "Os Amarelos" (Moura)

Banda de Música da Carvalheira (Terras de Bouro)

Associação Filarmónica Retaxense (Castelo Branco)

Associação Recreativa Musical Covilhanense | Banda da Covilhã (Covilhã)

Sociedade Filarmónica Oleirense (Oleiros)

Banda Filarmónica da União de Aldeia de João Pires (Sociedade Recreativa e Musical) (Penamacor)

Sociedade Filarmónica Aurora Pedroguense (Sertã)

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Fratelense (Vila Velha de Ródão)

Sociedade Musical Recreativa de Alqueidão / Filarmónica do Alqueidão (Figueira da Foz)

Filarmónica Instrução e Recreio de Abrunheira (Montemor-o-Velho)

Sociedade Filarmónica Sangianense (Oliveira do Hospital)

Sociedade Filarmónica Portimonense (Portimão)

Sociedade Recreativa e Musical Loriguense (Seia)

Sociedade Filarmónica Avelarense (Ansião)

Sociedade Artística Musical 20 de Julho de Santa Margarida do Arrabal (Leiria)

Sociedade Filarmónica Pedroguense (Pedrógão Grande)

Associação Musical e Artística Lourinhanense (Lourinhã)

Banda da Escola de Música da Juventude de Mafra (Mafra)

Banda Juvenil do Município de Gavião (Gavião)

Sociedade Musical Nisense (Nisa)

Sociedade Recreativa Musical Alegretense (Portalegre)

Banda Filarmónica de Crestuma (Gaia)

Sociedade Filarmónica Gualdim Pais (Tomar)

Sociedade Filarmónica Progresso Matos Galamba (Alcácer do Sal)

Banda Musical do Barreiro (Barreiro)

Banda Nova de Barroselas (Associação Banda Escuteiros de Barroselas) (Viana do Castelo)

Banda Marcial de Tarouquela e Municipal de Cinfães (Cinfães)

Banda de Música de São Cipriano “A Nova” (Resende)

Sociedade Filarmónica Fraternidade de São João de Areias (Santa Comba Dão)

Será um total de 32 entidades, integrando 1 grupo de persussão, 1 banda nacional militar e 30 bandas filarmónicas civis.

Serão cerca de 1900 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país que irão descer a Avenida da Liberdade, para celebrar Portugal, a Independência e a Restauração através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.

Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes sob a direcção do Maestro Capitão-Tenente Délio Gonçalves, da Banda da Armada.

Ao longo do desfile, serão interpretadas várias marchas, bem como o Hino da Restauração. O alinhamento do momento colectivo conta também, além do Hino da Restauração, com a interpretação dos Hino da Maria da Fonte e Hino Nacional.

Banda Nova de Barroselas - 2015



publicado por Carlos Gomes às 01:02
link do post | favorito

MOVIMENTO 1º DE DEZEMBRO ACABA DE LANÇAR LIVRO SOBRE AS BANDAS FILARMÓNICAS QUE DESDE 2016 DESFILAM NAS COMEMORAÇÕES DO DIA DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA NACIONAL

Obra conta com a colaboração fotográfica de Carlos Gomes e Manuel Santos, respectivamente Administrador e Colaborador Fotográfico do Blogue do Minho e Blogue de Lisboa

O Movimento 1º de Dezembro procedeu hoje ao lançamento do livro “O Novo 1º de Dezembro”, em cerimónia público que decorreu no Palácio da Independência, ao Largo de São Domingos, 11, em Lisboa.

24251864_1624973804212949_1281807346_n (1)

O livro foi apresentado por José Ribeiro e Castro, coordenador da obra e do Movimento 1º de Dezembro, por José Alarcão Troni, presidente da Sociedade Histórica da Independência de Portugal e Martinho Caetano, Presidente da Confederação Musical Portuguesa.

Com esta iniciativa, pretendeu o Movimento 1º de Dezembro assinalar cinco anos do Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas (2012-16), visando enriquecer e valorizar o dia em que celebramos a independência nacional.

Sob chancela da "Casa Sassetti", uma marca da Editora Princípia, trata-se de um livro-álbum elaborado sob coordenação de José Ribeiro e Castro, apresentando imagens de bandas filarmónicas e outros grupos que, nos últimos cinco anos, já vieram representar 71 concelhos neste "novo 1º de Dezembro", festivo e popular.

Fotos: Manuel Santos

24257719_1624973750879621_558763996_n

A obra tem como promotores o Movimento 1º de Dezembro, a Sociedade Histórica da Independência de Portugal e a Confederação Musical Portuguesa e como patrocinadores 16 Câmaras Municipais: Baião, Cabeceiras de Basto, Cantanhede, Carrazeda de Ansiães, Castelo Branco, Chaves, Leiria, Lisboa, Mafra, Mangualde, Montijo, Odemira, Pedrógão Grande, Ponte de Lima, Portimão, Seia, Viana do Alentejo e Viana do Castelo.

As fotografias usadas no livro-álbum são de Isabel Santiago Henriques, José Ribeiro, Castro e Rui Ochoa e ainda de Carlos Gomes e Manuel Santos, respectivamente o Administrador e o Colaborador Fotográfico do Blogue do Minho e do Blogue de Lisboa.

23379892_1520430041397445_2625663396626254591_n

CapturarLivroBandas

24203554_1624794057564257_512183635_n

24282060_1624973730879623_839173409_n

24204968_1624975660879430_1346794183_n

24204996_1624975317546131_1629685488_n

24252232_1624973794212950_984169644_n



publicado por Carlos Gomes às 00:35
link do post | favorito

Segunda-feira, 27 de Novembro de 2017
MOVIMENTO 1º DE DEZEMBRO LANÇA LIVRO SOBRE DESFILE NACIONAL DAS BANDAS FILARMÓNICAS DESDE 2016

O Movimento 1º de Dezembro procede ao lançamento no próximo dia 29 de Novembro do livro “O Novo 1º de Dezembro”, em cerimónia que vai ter lugar no Palácio da Independência, ao Largo de São Domingos, 11, em Lisboa. Trata-se de uma iniciativa do Movimento 1º de Dezembro que assinala cinco anos do Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas (2012-16), e visa enriquecer e valorizar o dia em que celebramos a independência nacional.

23379892_1520430041397445_2625663396626254591_n

Sob chancela da "Casa Sassetti", uma marca da Editora Princípia, trata-se de um livro-álbum elaborado sob coordenação de José Ribeiro e Castro, apresentando imagens de bandas filarmónicas e outros grupos que, nos últimos cinco anos, já vieram representar 71 concelhos neste "novo 1º de Dezembro", festivo e popular.

A obra tem como promotores o Movimento 1º de Dezembro, a Sociedade Histórica da Independência de Portugal e a Confederação Musical Portuguesa e como patrocinadores 16 Câmaras Municipais: Baião, Cabeceiras de Basto, Cantanhede, Carrazeda de Ansiães, Castelo Branco, Chaves, Leiria, Lisboa, Mafra, Mangualde, Montijo, Odemira, Pedrógão Grande, Ponte de Lima, Portimão, Seia, Viana do Alentejo e Viana do Castelo.

As fotografias usadas no livro-álbum são de Isabel Santiago Henriques, Manuel dos Santos, Carlos Gomes, José Ribeiro e Castro e Rui Ochoa.

O livro será apresentado por José Ribeiro e Castro, coordenador da obra e do Movimento 1º de Dezembro, e por José Alarcão Troni, presidente da Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

O preço de venda ao público é 25,00 €.



publicado por Carlos Gomes às 23:43
link do post | favorito

BANDAS FILARMÓNICAS DESFILAM EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA EM 1640

Bandas Filarmónicas de todos os distritos do país vão participar no desfile nacional que vai ter lugar no próximo dia 1 de Dezembro, no âmbito das comemorações do dia da Restauração da Independência Nacional em 1640.

A organização pertence ao Movimento 1º de Dezembroque lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios. É possível realizá-lo também graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro.

CapturarTBouro

Está também prevista a edição este ano de um livro em forma de álbum fotográfico que constitui um interessante registo das participações das bandas filarmónicas nas comemorações do 1º de Dezembro.

O Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas que este ano se realiza tem o seguinte programa:

14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)

15h00 - Início do Desfile

16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.900 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

17h00 - Fecho e desmobilização das bandas

Nesta 6ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:

GRUPOS DE PERCUSSÃO:

Tocá Rufar (Seixal)

Mareantes do Rio Douro (Gaia)

BANDA NACIONAL:

Banda da Armada

BANDAS FILARMÓNICAS:

Banda Musical de Figueiredo (Arouca)

Sociedade Recreativa e Filarmónica 1º de Janeiro de Castro Verde (Castro Verde)

Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense "Os Amarelos" (Moura)

Banda de Música da Carvalheira (Terras de Bouro)

Associação Filarmónica Retaxense (Castelo Branco)

Associação Recreativa Musical Covilhanense | Banda da Covilhã (Covilhã)

Sociedade Filarmónica Oleirense (Oleiros)

Banda Filarmónica da União de Aldeia de João Pires (Sociedade Recreativa e Musical) (Penamacor)

Sociedade Filarmónica Aurora Pedroguense (Sertã)

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Fratelense (Vila Velha de Ródão)

Sociedade Musical Recreativa de Alqueidão / Filarmónica do Alqueidão (Figueira da Foz)

Filarmónica Instrução e Recreio de Abrunheira (Montemor-o-Velho)

Sociedade Filarmónica Sangianense (Oliveira do Hospital)

Sociedade Filarmónica Portimonense (Portimão)

Sociedade Recreativa e Musical Loriguense (Seia)

Sociedade Filarmónica Avelarense (Ansião)

Sociedade Artística Musical 20 de Julho de Santa Margarida do Arrabal (Leiria)

Sociedade Filarmónica Pedroguense (Pedrógão Grande)

Associação Musical e Artística Lourinhanense (Lourinhã)

Banda da Escola de Música da Juventude de Mafra (Mafra)

Banda Juvenil do Município de Gavião (Gavião)

Sociedade Musical Nisense (Nisa)

Sociedade Recreativa Musical Alegretense (Portalegre)

Banda Filarmónica de Crestuma (Gaia)

Sociedade Filarmónica Gualdim Pais (Tomar)

Sociedade Filarmónica Progresso Matos Galamba (Alcácer do Sal)

Banda Musical do Barreiro (Barreiro)

Banda Nova de Barroselas (Associação Banda Escuteiros de Barroselas) (Viana do Castelo)

Banda Marcial de Tarouquela e Municipal de Cinfães (Cinfães)

Banda de Música de São Cipriano “A Nova” (Resende)

Sociedade Filarmónica Fraternidade de São João de Areias (Santa Comba Dão)

Será um total de 32 entidades, integrando 1 grupo de persussão, 1 banda nacional militar e 30 bandas filarmónicas civis.

Serão cerca de 1900 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país que irão descer a Avenida da Liberdade, para celebrar Portugal, a Independência e a Restauração através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.

Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes sob a direcção do Maestro Capitão-Tenente Délio Gonçalves, da Banda da Armada.

Ao longo do desfile, serão interpretadas várias marchas, bem como o Hino da Restauração. O alinhamento do momento colectivo conta também, além do Hino da Restauração, com a interpretação dos Hino da Maria da Fonte e Hino Nacional.

Banda Nova de Barroselas - 2015



publicado por Carlos Gomes às 23:38
link do post | favorito

Sexta-feira, 24 de Novembro de 2017
SARGENTO APRESENTA-SE COM SINGLE "ONLY THE STARS KNOW"

Segredos, quem não os tem? Sejam bons ou maus, maiores ou menores, são inevitáveis e inerentes à condição humana. E este que agora revelamos é dos bons, um autêntico doce musical que nos conquista a cada dentada.

Falamos de “Only The Stars Know”, single de estreia de um projeto que promete arrebatar o coração dos portugueses: Sargento é um músico de origem misteriosa cujos temas remetem para um revivalismo do glamour e do cavalheirismo. A Music For All apresenta assim o primeiro trago de um álbum que poderá ser degustado no início de 2018.

Sargento Promo


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 18:26
link do post | favorito

Quinta-feira, 23 de Novembro de 2017
“NÃO QUERO FICAR ASSIM”, O INCENTIVO DE RAKEL BRONZE

Há temas que marcam uma carreira e uma vida. “Não Quero Ficar Assim” é exemplo disso. Nele, Rakel Bronze aborda o tema da violência doméstica, da submissão, mas também incentiva quem sofreu ou sofre destes abusos a libertar-se.

Rakel Bronze promo

Segundo a própria, “as mulheres têm potencialidades e forças admiráveis. Não devem ter medo de sentir nem de viver”. Rakel Bronze quer realçar a beleza e a força das mulheres, para que todas possam seguir o seu caminho. E este single pretende levar as mulheres e quem as ama a partilhar momentos e emoções. “Não Quero Ficar Assim”, amparada também pelo seu videoclip, é uma canção inspiradora, trazida pela Rakel Bronze e a Music For All.

Rakel Bronze nasceu em Almada, decorria o ano de 1977. Sentiu cedo o chamamento da Dança, estando ligada à área desde os cinco anos de idade. Quando atingiu a maioridade optou pela formação em Letras em detrimento do Conservatório, lançando assim as bases para aquilo que, anos mais tarde, viria a transformar-se na Licenciatura em Línguas e Literaturas Modernas que hoje possui.

Paralelamente, foi-se afirmando no fascinante mundo da poesia. Com apenas 19 anos de idade publicou as primeiras obras na Editora Minerva (participou em duas Antologias de Poesia Portuguesa Contemporânea), estimulando assim uma faceta que, anos mais tarde, viria a desempenhar um papel deveras importante na composição do seu disco de estreia.

Ao longo dos anos passou por diversas profissões, todas elas ligadas à Comunicação e à Arte. As aulas de Dança estiveram sempre presentes, sendo uma vertente fundamental da sua existência, tendo pisado palcos enquanto bailarina, modelo, figurante e apresentadora de diversos eventos um pouco por todo o país. Em 2013 tornou-se instrutora oficial de Zumba, tornando realidade um sonho antigo, e aumentando ainda mais as suas competências e conhecimentos numa área que lhe é tão querida como é a Dança.

Em 2015 dá início à maior aventura da sua vida: construir uma carreira no mundo da música! Depois de um período de intensa composição e gravação surgiu “Geração Histórica”, primeiro trabalho a solo de Rakel Bronze, constituído por treze viciantes temas. Todas as suas diferentes facetas confluíram nesta obra: a escrita, a musicalidade, a dança e a presença em palco unem numa perfeita demonstração de talento e perseverança.

Produzido por Miguel Camilo, este disco é uma autêntica viagem. Rakel Bronze demonstra toda a sua versatilidade e assume-se como uma artista ciente do mundo globalizado em que vivemos, e, simultaneamente, ligada de forma permanente às suas origens e raízes lusitanas.

A capacidade em transformar-se de música para música diferencia-a dos nomes que a rodeiam e colocam-na como uma das artistas mais camaleónicas da cena musical portuguesa. É que, do inglês ao português, do espanhol ao alemão, de poderosas baladas a temas frenéticos e enérgicos, ou mesmo do salero latino ao som industrializado do centro da Europa, tudo parece ter lugar neste autêntico mar de influências onde navega Rakel e “Geração Histórica”.

Foi em fevereiro de 2017 que o álbum de estreia de Rakel Bronze foi lançado oficialmente, revelando ao país uma das novas caras da Music For All. O tema “Não Quero Ficar Assim” é o mais recente excerto deste trabalho.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 22:31
link do post | favorito

O ROCK DOS STOLEN BYRDS CHEGOU A PORTUGAL

Os Stolen Byrds têm o Rock na alma e comprovaram-no com o single “In My Head”, primeiro excerto do mais recente álbum da banda, “2019”. Agora a banda vem finalmente a Portugal mostrar a sua identidade rockeira.

Stolen Byrds - JETPLANE TOUR

Oriundos do Brasil, os Stolen Byrds têm o seu espaço bem demarcado na cena independente brasileira. A sua identidade musical inspirada no Hard Rock da década de 70, no Rock e Stoner Rock mas também no Blues.

A banda do Paraná tem dividido palcos com nomes do calibre de Sepultura, Cachorro Grande ou Casa das Máquinas e, chegou a hora de tomarem de assalto os palcos portugueses. A Jetplane Tour conta já com quatro datas no nosso país, com o apoio da Music For All.

29.11| Tokyo, Lisboa, 23h30, 5€

30.11| Hard Rock Café, Porto, 22h30, Entrada livre

01.12| Fábrica dos Ofícios, Porto, 23h, Entrada livre

02.12| Estudantino Café, Viseu, 23h, Entrada livre

De 2012 para cá, ano da sua formação no estado do Paraná no Brasil, os Stolen Byrds têm sido fiéis ao Rock com R grande. Aliás, no seu estilo é fácil reconhecer os sons do Blues e do Hard Rock da década de 70.

Cedo marcaram o seu espaço na cena independente brasileira, reforçado pela edição do primeiro álbum, “Gipsy Solution”, corria o ano de 2014. A evolução natural levou-os a acrescentar elementos de Stoner Rock e Psicadélico, resultando num som mais enérgico e denso, destacado no segundo trabalho homónimo da banda, “Stolen Byrds”, lançado já em 2016.

Convidados a atuar em diversas salas e festivais do Brasil, chegam a partilhar o palco com nomes de relevo, encabeçados por Sepultura, ou ainda Casa das Máquinas, Macaco Bong, Nevilton, Wander Wildner, Criolo, Cachorro Grande, Muñoz, Autoramas, Motorocker, Corona Kings, Water Rats, Riviera Gaz, Camarones Orquestra Guitarrística…

Com o Rock à flor da pele, os seus concertos são vistos como uma viagem astral eletrizante, que leva o público ao rubro, pois a banda pretende que cada concerto seja um momento único e inesquecível.

Muito recentemente editaram o seu terceiro álbum, intitulado “2019”, um trabalho mais pesado e visceral, mas principalmente, mais maduro. Nele, a banda não se limita a seguir o caminho até então traçado, investindo na integração em novos elementos para reforçar uma sonoridade muito própria e identificativa.

Os Stolen Byrds têm o Rock na alma e é o que Edwardes Neto (voz), João Olivieri (guitarra solo), Guz Oliveira (guitarra base), A.J. Filho (baixo) e Bruno Abreu (bateria) vêm provar na tour que farão em Portugal com início em finais de novembro deste ano.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 05:12
link do post | favorito

"ROTERDÃO CLUB" ESTREIA SETLIST

Roterdão (Cais do Sodré, Lisboa), estreia a primeira setlist sugerida para esta semana, com o apoio do curso CREATIVE WORLD MUSIC!

23755431_1915728575343313_5949476456478381399_n

Para quem não sabe, a Jam Underground está aberta a qualquer estilo musical, incentivando jovens estudantes e/ou experientes a fazer cada noite uma festa.

O objectivo é enriquecer a cultura entre todos nós (E QUE TODOS PARTICIPEM), portanto se tiverem boas sugestões deixem aqui na página, vão ser apreciadas, e se tiverem alguma surpresa sejam bem-vindos(por ex.: colegas músicos que toquem um estilo tradicional do seu país que queiram partilhar em palco).

Antes de apresentar a lista de temas sugeridos, vai o aviso de que fomosobrigados a começar com temas mais óbvios, pois não sabemos bem quem vai participar nesta fase inicial, e escolhemos temas mais "batidos" entre a malta que conhecemos porque o objectivo é tocar (E nem quer dizer obviamente que se vão tocar todos, é uma lista de sugestão).

Temas funk:

Frágil - Jorge Palma

Não Dá - Pedro Abrunhosa

Não Posso Mais - Pedro Abrunhosa

I Wish - Stevie Wonder

Superstition - Stevie Wonder (tem que ser =D )

I Feel Good . James Brown

Cantaloupe Island - Herbie Hancock

The Chicken - Jaco Pastorius

Gimme the Night - George Benson

Sunny - Bobby Hebb

Play that funky Music - Wild Cherry

Temas Samba/Jazz/Afro/World Music/Etc...:

Mas Que Nada - Jorge Ben Jor

Canta Canta - Martinho Da Vila

Fita Amarela - Noel Rosa

Take Five - Dave Brubeck

Autumn Leaves (Standard)

So What - Miles Davis

On the Sunny Side of the Street (Standard)

Feeling Good - Nina Simone

Fever - Peggy Lee

Smooth Operator – Sade

Smooth – Santana

Riders on the storm - The Doors

Moon Over Bourbon Street – Sting

Solta-se o Beijo - Ala dos Namorados

Veinte Años - Maria Teresa Vera (tema cubano)

Corazon Loco - tema cubano, versão conhecida por Diego El Cigala & Bebo Valdés

Temas Hip-Hop/Soul/Rock:

13 Mulheres - Expensive Soul

Crazy - Gnarls Barkley

Feel Good Inc. – Gorillaz

DARE – Gorillaz

Sing it Back – Moloko

Ready or Not – Fuggees

Whole Lotta Love - Led Zeppelin

Break On Through - The Doors

Light My Fire - The Doors


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 05:05
link do post | favorito

Segunda-feira, 20 de Novembro de 2017
GUSTAVO CASAS E A NOVA ERA DA MÚSICA VENEZUELANA

Gustavo Casas é um dos mais ilustres representantes da nova geração de músicos que a Venezuela tem para oferecer ao mundo. Ligado à música desde os sete anos, integrou dois projetos singulares no seu país - Wahala e os Zaperoco Sound System. Há uma década que aposta ativamente na sua carreira a solo tendo vencido o Grammy Latino para “Melhor Videoclip Versão Curta” em 2016 com o tema “Verte Ya”.

Gustavo Casas

Depois de editar “EP Amarillo” em 2016 prepara-se agora para fazer chegar ao mundo o “EP Azul”, o segundo registo de uma já anunciada trilogia discográfica. Sob o selo da Music For All apresenta-se agora aos fãs portugueses com o single “El Mas Comum De Los Sentidos”.

Nascido em Caracas, Venezuela, Gustavo Casas deu os primeiros passos no mundo da música aos sete anos, idade com que começou a cantar no coro do colégio e a tocar “cuatro”, instrumento musical da família da guitarra utilizado em toda a América Latina. Entre os nove e os doze anos frequenta aulas de piano e estuda teoria musical e canto. Aos quinze apaixona-se pela guitarra, amor que dura até hoje, e muda-se com os pais para Londres. Aí nasceria a sua primeira banda, formada com colegas de países tão díspares quanto Nigéria, Japão e India.

Na sua carreira enquanto músico integrou bandas como Wahala e Zaperoco Sound System. “Wahala”, que significa “problema” numa língua tribal nigeriana, foi a banda que se tornaria conhecida não só pelo reggae e ska como também pela sonoridade onde despontavam diferentes ritmos latinos. Este projeto surgiu em 1997 e editou o primeiro disco em Março do ano seguinte. Esse ano ficaria ainda marcado pela vitória na reputada competição venezuelana “Festival de Nuevas Bandas”, tendo o prémio sido a gravação de um novo disco de originais. Ainda em 1998 têm o prazer de abrir o “Concierto de la Base”, realizado em benefício dos Direitos Humanos, transmitido pela MTV e onde partilharam o palco com bandas do calibre de King Chango (Nova York), Aterciopelados (Colômbia), Fabulosos Cadillacs (Argentina), Los Pericos (Argentina), Paralamas do Sucesso (Brasil) e Rubén Blades (Panamá).

Nota ainda para a participação em dois discos muito particulares. Primeiro “Puro Skañol”, a convite da Aztlan Records, tendo brilhado ao lado de diversos projetos da América do Sul. E em segundo num disco promocional da Pepsi onde foram reunidas bandas sul americanas tendo em vista a promoção da referida bebida naquele continente.

Quanto a Zaperoco Sound System sublinhamos o espírito pioneiro na cena musical venezuelana apostando numa mistura de géneros e sonoridades do Reggae ao Hip Hop ou do Progressivo ao Drum n’ Bass. Editaram o primeiro EP em Maio de 2000, ano que marcou o arranque da banda. Ao longo da sua existência partilharam o palco com diversos músicos e bandas sul-americanos, e não só, provando que não existem barreiras no mundo da música.

Ao longo da sua carreira apostou ainda na vertente de produtor tendo trabalhado com bandas emergentes como Los Mesoneros, Americania e Rawayana. Como manager e representante, para além dos nomes já citados, contribuiu para o caminho artístico de projetos como Tomates Fritos, Sunspash, Jhoabeat, Zion Zoo, Okills ou Tan Frio El Verano promovendo de forma ativa a nova geração de músicos venezuelanos.

Ao longo dos últimos dez anos deu-se a conhecer como “O iPod Humano” através de espetáculos de versões acústicas onde dá o seu toque pessoal, interpretando clássicos intemporais e atuais do Pop/Rock.

Em Novembro de 2016 recebe uma nomeação para os Grammy Latinos na categoria “Melhor Videoclip Versão Curta” pelo tema “Verte Ya”. A obra foi dirigida e realizada com a técnica stop-motion por Adolfo Bueno e produzida pelos Grilled Cheese Studio, em Barcelona. Esse tema foi extraído do “EP Amarillo”, de Gustavo Casas y Los Que Buscan, registo onde é notória a faceta mais folk do cantautor venezuelano.

Em 2017 assina com a Music For All e prepara-se para editar “EP Azul”, registo composto por seis novas canções de Indie Folk/Pop. Produzido por Ricardo Martínez, Rafael Pino e pelo próprio Gustavo Casas, este EP contará ainda com as participações de nomes como Diego “El Negro” Álvarez, Vladimir Peña, Ruben Gutierrez, Edward Ramirez e os já citados Rafael Pino e Ricardo Martínez.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 17:45
link do post | favorito

MOVIMENTO 1º DE DEZEMBRO LANÇA LIVRO SOBRE DESFILE NACIONAL DAS BANDAS FILARMÓNICAS DESDE 2016

O Movimento 1º de Dezembro procede ao lançamento no próximo dia 29 de Novembro do livro “O Novo 1º de Dezembro”, em cerimónia que vai ter lugar no Palácio da Independência, ao Largo de São Domingos, 11, em Lisboa. Trata-se de uma iniciativa do Movimento 1º de Dezembro que assinala cinco anos do Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas (2012-16), e visa enriquecer e valorizar o dia em que celebramos a independência nacional.

23379892_1520430041397445_2625663396626254591_n

Sob chancela da "Casa Sassetti", uma marca da Editora Princípia, trata-se de um livro-álbum elaborado sob coordenação de José Ribeiro e Castro, apresentando imagens de bandas filarmónicas e outros grupos que, nos últimos cinco anos, já vieram representar 71 concelhos neste "novo 1º de Dezembro", festivo e popular.

A obra tem como promotores o Movimento 1º de Dezembro, a Sociedade Histórica da Independência de Portugal e a Confederação Musical Portuguesa e como patrocinadores 16 Câmaras Municipais: Baião, Cabeceiras de Basto, Cantanhede, Carrazeda de Ansiães, Castelo Branco, Chaves, Leiria, Lisboa, Mafra, Mangualde, Montijo, Odemira, Pedrógão Grande, Ponte de Lima, Portimão, Seia, Viana do Alentejo e Viana do Castelo.

As fotografias usadas no livro-álbum são de Isabel Santiago Henriques, Manuel dos Santos, Carlos Gomes, José Ribeiro e Castro e Rui Ochoa.

O livro será apresentado por José Ribeiro e Castro, coordenador da obra e do Movimento 1º de Dezembro, e por José Alarcão Troni, presidente da Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

O preço de venda ao público é 25,00 €.



publicado por Carlos Gomes às 09:50
link do post | favorito

BANDAS FILARMÓNICAS DESFILAM EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO 1º DE DEZEMBRO

Terras de Bouro e Barroselas (Viana do Castelo) representam o Minho nas comemorações do 1º de Dezembro

O Movimento 1º de Dezembro lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios. É possível realizá-lo graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro. Agradecemos também o apoio facultado pelo Recheio e pelo Amanhecer.

22729170_1505350232905426_1189292665179749633_n

O Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas "1º de Dezembro" foi um êxito em 2012, 2013, 2014, 2015 e 2016. Será êxito maior em 2017.

14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)

15h00 - Início do Desfile

16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.900 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

17h00 - Fecho e desmobilização das bandas

Nesta 6ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:

GRUPOS DE PERCUSSÃO:

Tocá Rufar (Seixal)

BANDA NACIONAL:

Banda da Armada

BANDAS FILARMÓNICAS:

Banda Musical e Artística da Charneca (Lisboa)

Banda Musical de Figueiredo (Arouca)

Sociedade Recreativa e Filarmónica 1º de Janeiro de Castro Verde (Castro Verde)

Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense "Os Amarelos" (Moura)

Banda de Música da Carvalheira (Terras de Bouro)

Associação Filarmónica Retaxense (Castelo Branco)

Associação Recreativa Musical Covilhanense | Banda da Covilhã (Covilhã)

Sociedade Filarmónica Oleirense (Oleiros)

Banda Filarmónica da União de Aldeia de João Pires (Sociedade Recreativa e Musical) (Penamacor)

Sociedade Filarmónica Aurora Pedroguense (Sertã)

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Fratelense (Vila Velha de Ródão)

Sociedade Musical Recreativa de Alqueidão / Filarmónica do Alqueidão (Figueira da Foz)

Filarmónica Instrução e Recreio de Abrunheira (Montemor-o-Velho)

Sociedade Filarmónica Sangianense (Oliveira do Hospital)

SUA - Sociedade União Alcaçovense (Viana do Alentejo)

Sociedade Filarmónica Portimonense (Portimão)

Sociedade Filarmónica Avelarense (Ansião)

Sociedade Artística Musical 20 de Julho de Santa Margarida do Arrabal (Leiria)

Sociedade Filarmónica Pedroguense (Pedrógão Grande)

Associação Musical e Artística Lourinhanense (Lourinhã)

Banda da Escola de Música da Juventude de Mafra (Mafra)

Banda Juvenil do Município de Gavião (Gavião)

Sociedade Musical Nisense (Nisa)

Sociedade Recreativa Musical Alegretense (Portalegre)

Banda Filarmónica de Crestuma (Vila Nova de Gaia)

Sociedade Filarmónica Gualdim Pais (Tomar)

Sociedade Filarmónica Progresso Matos Galamba (Alcácer do Sal)

Banda Musical do Barreiro (Barreiro)

Banda Nova de Barroselas (Associação Banda Escuteiros de Barroselas) (Viana do Castelo)

Banda Marcial de Tarouquela e Municipal de Cinfães (Cinfães)

Banda de Música de São Cipriano “A Nova” (Resende)

Será um total de 32 entidades, integrando 1 grupo de persussão, 1 banda nacional militar e 30 bandas filarmónicas civis.

Serão cerca de 1900 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país que irão descer a Avenida da Liberdade, para celebrar Portugal, a Independência e a Restauração através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.

Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes sob a direcção do Maestro Capitão-Tenente Délio Gonçalves, da Banda da Armada.

Ao longo do desfile, serão interpretadas várias marchas, bem como o Hino da Restauração. O alinhamento do momento colectivo conta também, além do Hino da Restauração, com a interpretação dos Hino da Maria da Fonte e Hino Nacional.



publicado por Carlos Gomes às 09:46
link do post | favorito

Sexta-feira, 17 de Novembro de 2017
“SALÓN, LÁGRIMAS Y DESEO” VALEM QUINTO GRAMMY LATINO A LILA DOWNS

Lila Downs começa a ser sinónimo de…Grammy Latino! Depois de quatro vitórias em cinco nomeações, 2017 trouxe na bagagem mais um galardão, desta vez na categoria “Melhor Album Pop Vocal Tradicional”. Com o álbum “Salón, Lágrimas y Desejo”, a cantora mexicana ultrapassou Yordano, Ednita Nazario, Juan Gabriel e Franco De Vita, conquistando uma das mais reputadas distinções mundiais.

Lila Grammy

Recorde-se que Lila é ainda detentora de três nomeações, e uma vitória, nos Grammy Awards e que o seu mais recente disco foi editado pela Music In My Soul (editora do grupo Rhodes Music Entertainment).


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 20:59
link do post | favorito

“MOUTHFUL OF BREAD”, A ESTREIA DE AGU EM PORTUGAL

Com três letras apenas se escreve…AGU, o nome da cantora e compositora do leste da Europa que espalha as suas virtudes artísticas pelos terrenos da Indie Folk. Nasceu na Polónia, viveu e estudou em Praga e atualmente reside na Irlanda, país que escolheu para a inspirar na criação do seu próximo EP.

AGU promo

Ao público português apresenta-se com “Mouthful Of Bread”, tema cantado em inglês, retirado do EP de estreia - “Towards the Light” (ou “Ke Světlu” na sua língua natal). Por entre a sua doce voz, a melodia transporta-nos para um outro plano existencial. Para um local onde a futilidade não existe e o conteúdo e a mensagem persistem. AGU é tudo isto e muito mais. AGU é sinónimo de música.

AGU nasceu na Polónia, na costa do mar Báltico, mas viveu e estudou até recentemente em Praga. Depois de alguns anos no papel de vocalista de diversos projetos diferentes, assumiu de vez a composição das suas próprias músicas e letras, enveredando por uma carreira a solo.

Assim chegamos a “Ke Světlu” (ou, em inglês, “Towards the Light”), registo, que, embora tenha marcado a sua estreia, foi muito bem recebido pela crítica especializada.

AGU transcende fronteiras, culturas e géneros. A sua música comporta uma miríade de linguagens e influências musicais. Os loops da guitarra alada que carrega juntam-se aos efeitos sonoros imprevisíveis e às vozes e harmonias descontraídas e sonhadoras. A música que compõe, e canta, oscila entre diversas praias mas espraia-se frequentemente pelo extenso areal que é o Indie Folk.

De AGU podemos esperar muito. Podemos esperar energia e irreverência. E uma voz delicada e com pedaços de mundo que nos oferece composições em polaco, checo e inglês. AGU é o futuro. Mas é também o presente. É isso que agora provará aos portugueses.

E tudo graças à Music For All e ao novo EP que editará em breve. Atualmente vive na Irlanda, país onde termina as composições e gravações daquele que se tornará no seu próximo registo sonoro. Abram alas, AGU chegou.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 20:55
link do post | favorito

Sábado, 11 de Novembro de 2017
MOVIMENTO 1º DE DEZEMBRO LANÇA LIVRO SOBRE DESFILE NACIONAL DAS BANDAS FILARMÓNICAS DESDE 2016

O Movimento 1º de Dezembro procede ao lançamento no próximo dia 29 de Novembro do livro “O Novo 1º de Dezembro”, em cerimónia que vai ter lugar no Palácio da Independência, ao Largo de São Domingos, 11, em Lisboa. Trata-se de uma iniciativa do Movimento 1º de Dezembro que assinala cinco anos do Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas (2012-16), e visa enriquecer e valorizar o dia em que celebramos a independência nacional.

23379892_1520430041397445_2625663396626254591_n

Sob chancela da "Casa Sassetti", uma marca da Editora Princípia, trata-se de um livro-álbum elaborado sob coordenação de José Ribeiro e Castro, apresentando imagens de bandas filarmónicas e outros grupos que, nos últimos cinco anos, já vieram representar 71 concelhos neste "novo 1º de Dezembro", festivo e popular.

A obra tem como promotores o Movimento 1º de Dezembro, a Sociedade Histórica da Independência de Portugal e a Confederação Musical Portuguesa e como patrocinadores 16 Câmaras Municipals: Baião, Cabeceiras de Basto, Cantanhede, Carrazeda de Ansiães, Castelo Branco, Chaves, Leiria, Lisboa, Mafra, Mangualde, Montijo, Odemira, Pedrógão Grande, Ponte de Lima, Portimão, Seia, Viana do Alentejo e Viana do Castelo.

As fotografias usadas no livro-álbum são de Isabel Santiago Henriques, Manuel dos Santos, Carlos Gomes, José Ribeiro e Castro e Rui Ochoa.

O livro será apresentado por José Ribeiro e Castro, coordenador da obra e do Movimento 1º de Dezembro, e por José Alarcão Troni, presidente da Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

O preço de venda ao público é 25,00 €.



publicado por Carlos Gomes às 16:16
link do post | favorito

Sexta-feira, 10 de Novembro de 2017
BANDAS FILARMÓNICAS DESFILAM EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA EM 1640

Bandas Filarmónicas de todos os distritos do país vão participar no desfile nacional que vai ter lugar no próximo dia 1 de Dezembro, no âmbito das comemorações do dia da Restauração da Independência Nacional em 1640.

A organização pertence ao Movimento 1º de Dezembroque lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios. É possível realizá-lo também graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro.

Está também prevista a edição este ano de um livro em forma de álbum fotográfico que constitui um interessante registo das participações das bandas filarmónicas nas comemorações do 1º de Dezembro.

O Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas que este ano se realiza tem o seguinte programa:

14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)

15h00 - Início do Desfile

16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.900 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

17h00 - Fecho e desmobilização das bandas

Nesta 6ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:

GRUPOS DE PERCUSSÃO:

Tocá Rufar (Seixal)

Mareantes do Rio Douro (Gaia)

BANDA NACIONAL:

Banda da Armada

BANDAS FILARMÓNICAS:

Banda Musical de Figueiredo (Arouca)

Sociedade Recreativa e Filarmónica 1º de Janeiro de Castro Verde (Castro Verde)

Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense "Os Amarelos" (Moura)

Banda de Música da Carvalheira (Terras de Bouro)

Associação Filarmónica Retaxense (Castelo Branco)

Associação Recreativa Musical Covilhanense | Banda da Covilhã (Covilhã)

Sociedade Filarmónica Oleirense (Oleiros)

Banda Filarmónica da União de Aldeia de João Pires (Sociedade Recreativa e Musical) (Penamacor)

Sociedade Filarmónica Aurora Pedroguense (Sertã)

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Fratelense (Vila Velha de Ródão)

Sociedade Musical Recreativa de Alqueidão / Filarmónica do Alqueidão (Figueira da Foz)

Filarmónica Instrução e Recreio de Abrunheira (Montemor-o-Velho)

Sociedade Filarmónica Sangianense (Oliveira do Hospital)

Sociedade Filarmónica Portimonense (Portimão)

Sociedade Recreativa e Musical Loriguense (Seia)

Sociedade Filarmónica Avelarense (Ansião)

Sociedade Artística Musical 20 de Julho de Santa Margarida do Arrabal (Leiria)

Sociedade Filarmónica Pedroguense (Pedrógão Grande)

Associação Musical e Artística Lourinhanense (Lourinhã)

Banda da Escola de Música da Juventude de Mafra (Mafra)

Banda Juvenil do Município de Gavião (Gavião)

Sociedade Musical Nisense (Nisa)

Sociedade Recreativa Musical Alegretense (Portalegre)

Banda Filarmónica de Crestuma (Gaia)

Sociedade Filarmónica Gualdim Pais (Tomar)

Sociedade Filarmónica Progresso Matos Galamba (Alcácer do Sal)

Banda Musical do Barreiro (Barreiro)

Banda Nova de Barroselas (Associação Banda Escuteiros de Barroselas) (Viana do Castelo)

Banda Marcial de Tarouquela e Municipal de Cinfães (Cinfães)

Banda de Música de São Cipriano “A Nova” (Resende)

Sociedade Filarmónica Fraternidade de São João de Areias (Santa Comba Dão)

Será um total de 32 entidades, integrando 1 grupo de persussão, 1 banda nacional militar e 30 bandas filarmónicas civis.

Serão cerca de 1900 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país que irão descer a Avenida da Liberdade, para celebrar Portugal, a Independência e a Restauração através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.

Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes sob a direcção do Maestro Capitão-Tenente Délio Gonçalves, da Banda da Armada.

Ao longo do desfile, serão interpretadas várias marchas, bem como o Hino da Restauração. O alinhamento do momento colectivo conta também, além do Hino da Restauração, com a interpretação dos Hino da Maria da Fonte e Hino Nacional.

22729170_1505350232905426_1189292665179749633_n



publicado por Carlos Gomes às 21:27
link do post | favorito

CAMILA MASISO CHEGOU PARA (EN)CANTAR PORTUGAL

Masiso. Camila Masiso. Este é o nome a reter da nova geração que começa a cruzar o oceano para mostrar ao público português o que de melhor se faz atualmente na Música Popular Brasileira (MPB) e na Bossa Nova. Com dois álbuns a solo editados, inúmeros espetáculos no Brasil, e por esse mundo fora, Camila tem nos diversos galardões conquistados desde 2010 uma das imagens de marca.

Camila Masiso

A residir atualmente em Portugal, a cantora e compositora revela “Rei do Povo”, primeiro single retirado do segundo disco de originais, “Patuá”. Neste álbum é possível encontrar ritmos regionais mas também um pouco de Samba e de Jazz, criando uma sonoridade orgânica, sendo que a maioria das composições é de autores do Rio Grande do Norte, região que vê a sua congénere apresentar-se ao público português através do selo da Music For All numa série de três showcases intimistas e especiais.

Confere as datas abaixo:

10.11 | Showcase FNAC Almada, 22h, Entrada Livre

17.11 | Showcase FNAC Alfragide, 21h30, Entrada Livre

23.11 | Showcase FNAC Vasco da Gama, 18h30, Entrada Livre

Camila Masiso é natural de Natal, capital do estado do Rio Grande do Norte, no nordeste do Brasil. É formada em Direito mas desde 2009 que a música é a sua verdadeira aposta, tendo navegado desde sempre entre a Música Popular Brasileira (MPB), o Samba, o Jazz e a Bossa Nova.

O primeiro capítulo da sua carreira acontece em 2010, ano em que lança o seu disco de estreia. Sob o título “Boas Novas” foram então editadas nove composições originais. Com esse mesmo disco foi finalista do MPBeco, representou o estado do Rio Grande do Norte no Festival nacional das rádios públicas (ARPUB), foi indicada para o Prémio Hangar 2010 (tendo vencido na categoria de “Intérprete Revelação”) e realizou ainda uma digressão em França.

Os anos seguintes trariam mais projetos e conquistas surpreendentes. Primeiro chegou a consagração enquanto solista, através da primeira edição do Parcerias Sinfónicas com a Orquestra Sinfónica da UFRN. Este espetáculo contou com a colaboração especial do músico Diogo Guanabara, e ainda venceu o Prémio Hangar 2011 na categoria “Melhor Show do Ano”.

Novo ano, novo projeto. Desta vez quis o destino que o espetáculo “Que Maravilha”, concretizado em parceria com o cantor italiano Pheel Balliana, surgisse no seu caminho. Desta parceria resultou também um videoclipe e uma segunda incursão pelos palcos europeus: Itália, Áustria, Eslovénia e Espanha! Logo de seguida retornou a Itália, mais concretamente a Milão, a convite da EMBRATUR para o evento “Goal To Brazil”, associado ao Mundial de Futebol que se realizaria no Brasil.

Chegamos então ao presente e a “Patuá”, o segundo disco de originais da cantora brasileira. Não só apresentou este trabalho no Teatro Rival, espaço de excelência artística do Rio de Janeiro, como teve ainda a oportunidade de repetir a façanha no Theâtre Le Comedy Club em Paris, França. Neste álbum é possível encontrar ritmos regionais mas sempre com um pouco de samba e de jazz, criando uma sonoridade especial e orgânica, sendo a maioria parte dos compositores especificamente do Rio Grande do Norte. Nota também para a vertente física do projeto: o booklet contém fotografias de Giovanna Hackradt, sendo a conceção visual de Flávio Freitas e os videoclipes e making of de Danilo Guanabara e Larinha R. Dantas.

Entretanto Camila decide fazer as malas e viver em Portugal, encontrando-se a frequentar o Mestrado em Interpretação – Canto Jazz na Universidade de Évora, mas também a mostrar ao público português o novo trabalho a solo, “Patuá”, através do selo da Music For All.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 17:21
link do post | favorito

Quinta-feira, 9 de Novembro de 2017
“PRODIGAL CHILD”, A NOVA AFIRMAÇÃO DOS BLESS THE MESS

Os portugueses Bless The Mess mostram-nos um talento renovado, com o lançamento do seu terceiro single, “Prodigal Child”.

BlessTheMess 3a

Começaram com um ritmo característico de eternos jovens do rock, amanheceram num registo mais maduro e imponente. Como um filho pródigo, regressam agora com um estilo mais Indie Rock, onde juntam um toque psicadélico que fica facilmente no ouvido.

O EP “Low Blow” foi a primeira mostra que a Music For All deu a conhecer dos Bless The Mess, ao qual acrescenta agora este novo rumo, este novo ritmo. Os Bless The Mess estarão no Popular Alvalade dia 11 de novembro, a partir das 23h, para apresentação do novo single.

Os Bless the Mess são um quarteto de rock lisboeta formado por Tiago Cabral a dar voz e teclas, Miguel Pimenta na guitarra, Afonso Pinto no baixo e Jorge Varandas na bateria.

Formados em 2013, nos tempos de escola, passaram por uma mudança de alinhamento no momento de gravação do seu primeiro EP, com a saída de um dos guitarristas, sendo que desde então compuseram de novo as suas fileiras e ganharam calo ao vivo ao tocar em eventos como o Rock ‘n’ Roll Fucking Fest na República da Música ou em espaços como o Tokyo Lisboa.

Prosseguindo na rota ascendente e evolutiva que têm traçado, em 2017 assinam com a Music For All, através da qual já editaram dois singles, “Never Too Old” e “Dawn” e apresentam agora o terceiro. O EP foi lançado em maio de 2017 e está disponível em todas as plataformas.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 23:10
link do post | favorito

Segunda-feira, 6 de Novembro de 2017
LUIZ SALGADO CELEBRA DUAS DÉCADAS DE CARREIRA EM PORTUGAL

Luiz Salgado pertence à rara estirpe de músicos com o dom de transmitir a quem o ouve a terra, a região e o país que o viu nascer. É, aliás, impossível ficar indiferente ao amor que transmite pela cultura e influências da Música Popular Brasileira e da música caipira na sua sonoridade!

LuizSalgado

Depois de se ter apresentado ao público português com o single “Galope à Beira-Mar”, do disco “Quanto Mais Meus Óio Chora, Mais o Mar Quebra na Praia” (2016), é tempo de se estrear nos palcos nacionais. Lisboa abre as hostilidades com uma noite imperdível: com a ajuda de André Abujamra e do Acrobata do Riso vai celebrar as duas décadas de carreira, no B.Leza! Seguem-se passagens por Castro Verde e Porto numa digressão com o selo da Music For All.

Conhece as restantes datas, e respetivos detalhes, abaixo:

8.11 | + André Abujamra e Acrobatas do Riso, B.Leza, Lisboa, 22h, 5€

11.11 | 7Arte, Castro Verde, Entrada Livre

17.11 | Fábrica dos Ofícios, Porto, 23h, Entrada Livre

Luiz Salgado é um cantautor do interior de Minas Gerais. Desenvolve um aprimorado trabalho assente na expressão musical do Brasil profundo, na música que emana do que há de mais autêntico e genuíno da tradição das festas populares, da folia de reis, do congado e da viola caipira.

No seu ofício de intérprete e compositor, faz da sua viola não só um instrumento musical de trabalho, mas também uma ferramenta de combate. Com os seus acordes, ponteados e versos, canta o mato, a prosa e o causo, transformando a sua música numa atitude perante a cultura e a vida, ao mesmo tempo que imprime uma maneira de ver o mundo e de celebrar a beleza da tradição, da natureza, dos costumes e do folclore dessa região de Minas Gerais.

Luiz Salgado possui cinco álbuns de estúdio – “Trem Bão” (2003), “Sina de Cantadô” (2008), “Navegantes” (2012), “2 Mares” (2013) e o mais recente “Quanto Mais Meus Óio Chora, Mais o Mar Quebra na Praia” (2016) – e um DVD ao vivo, “Noite e Viola” (2010), lançados no decorrer dos seus vinte anos de carreira. Adicionalmente, integra o grupo Quatro Cantos juntamente com os guitarristas Cláudio Lacerda, Rodrigo Zanc e Wilson Teixeira.

Ao longo do seu percurso, o músico tem participado em vários festivais no Brasil, tendo conquistado prémios como o 1º lugar no Festival da Canção de Pirapora (2000); Melhor Música Original no Festival da Canção de Viçosa (2002); 1º lugar no Festival Canções para Arteiros, do Itaú Cultural (2009); 1º lugar no Festival Marolo de Ouro, em Paraguaçu (2010); 1º lugar no 10º Festcol (Festival Nacional de Música), em Colatina (2010); Melhor Intérprete no Prémio Rozini de Excelência da Viola Caipira de Belo Horizonte (2010), ou o 1º lugar no 5º Fenaviola (Festival Nacional de Viola), em Itapina (2011), em conjunto com Gil da Mata e Murilo.

No currículo conta também com participações televisivas nos programas “Viver e Conviver” na Rede Vida (São Paulo); “Bem Brasil”, no SESC Interlagos (São Paulo); “Viola Brasil” da TV Horizonte (Belo Horizonte); “Sr. Brasil” da Rede Cultura (São Paulo); “Talentos”, da TV Câmara (Brasília) ou “Zás” da TV Assembléia (Belo Horizonte).

Em 2017 assina com a Music For All, através da qual embarcará numa digressão lusitana já no início de Novembro.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 21:24
link do post | favorito

Sexta-feira, 3 de Novembro de 2017
“YOU BETTER KNOW”, A SABOROSA ESTREIA DOS KAHLI

Michel Morais e Bruna Vezenfati têm muito em comum. Nasceram no mesmo país, o Brasil. Respiram música, deambulando por entre uma existência mais feliz graças ao amor que nutrem pela nobre arte que é ser músico. E ambos criaram um projeto muito particular na cena musical brasileira, os Kahli.

Khali

 Music For All, selo que editará muito em breve “Home is Where We Are”, registo de estreia marcado pela Pop e Neo Soul, sob influências Jazzy. Antes, porém, temos acesso a “You Better Know”, single com que se apresentam perante o público nacional.

O calendário marcava o mês de novembro. O ano? 2014. Bastou um sopro de vida para nascer a banda que hoje conhecemos como Kahli. O local não podia ser mais sugestivo: estado de São Paulo, no coração do Brasil. O destino encarregou-se então de juntar Michel Morais e Bruna Vezenfati, músicos que buscavam um propósito maior, um projeto através do qual criassem músicas inspiradas pelo amor e autoconhecimento.

O álbum de estreia foi produzido por Paulo Calasans, tecilista e produtor de nomes do calibre de Gilberto Gil e Djavan. Com a banda trabalharam também o instrumentista Genésio Júnior, o baixista Marcelo Mariano e o baterista Cuca Teixeira (que conta com colaborações com artistas de renome na indústria brasileira, tais como Gal Costa, Maria Rita e o já citado Djavan). Ainda houve a colaboração dos engenheiros de som Luis Paulo Serafim (mistura) e Carlos Freitas (masterização), ambos premiados com Grammys e habituais colaboradores dos maiores músicos brasileiros e internacionais, levando este álbum para um patamar de autêntica excelência, no qual se cruzam temas em inglês e português.

Atualmente, a dupla encontra-se em Portugal sendo representada pela Music For All. A estadia em Portugal já levou os Kahli a atuarem em cidades como Vila Real, Bragança, Porto ou Setúbal. Contudo estes são apenas os primeiros passos de um projeto muito particular. Muito em breve está previsto o lançamento do single de estreia, um tema onde Soul e Pop se encontram num ambiente jazzy, dando corpo a uma letra onde a homenagem vai para a terra natal da dupla, o Brasil, para a sua terra de acolhimento, Portugal, mas também para o mundo.

“Home is Where We Are” é, assim, o registo que apresentará os Kahli ao mundo. A edição está prevista para a reta final de 2017 sob o selo da Music For All.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 21:40
link do post | favorito

PATRÍCIA CANDOSO AO VIVO EM LISBOA

Falta uma semana para o concerto de Patrícia Candoso dia 10 de novembro, pelas 22h, no Auditório Carlos Paredes, em Lisboa.

A3

Depois de ter lançado “Frenética” em janeiro deste ano, Patrícia Candoso continua a fazer chegar a sua música ao público através de espetáculos intimistas.

Esta é a oportunidade perfeita para escutar o mais recente trabalho, produzido pelo cantor/compositor Mikkel Solnado e editado pela Music In My Soul.

10.11 | Lisboa, Auditório Carlos Paredes, 22h - 12€

Patrícia Candoso, cantora e atriz de 36 anos, é licenciada em Ciências da Comunicação e fez formação de música e teatro.

A sua carreira começou ao interpretar “Catarina” na telenovela da TVI, “Sonhos Traídos”, em 2001. Depois disso integrou a primeira temporada da famosa série juvenil “Morangos com Açúcar”, onde começou a cantar, tendo acabado por lançar dois álbuns – “O Outro Lado” (2004) e “Só Um Olhar” (2006) - que contêm vários sucessos. A partir daí, Patrícia nunca mais parou e tem trabalhado continuamente em televisão, teatro, cinema, publicidade e música.

Apesar do gosto pela área da comunicação e do jornalismo, os convites e o talento têm falado mais alto, e foi este o rumo que Patrícia escolheu dar à sua vida.

“Mundo Meu”, “Casos da Vida”, “Um Lugar Para Viver” e “Louco Amor” são exemplos de projetos que marcaram o seu percurso como atriz.

Atualmente, divide a sua carreira entre o teatro e a música. “Frenética”, o seu terceiro álbum de estúdio, editado em janeiro e produzido pelo cantor/compositor Mikkel Solnado, foi a sua última mostra musical.

Editado pela Music In My Soul, este álbum é um trabalho maduro, no qual Patrícia Candoso explora e arrisca novos terrenos musicais.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 13:37
link do post | favorito

Terça-feira, 31 de Outubro de 2017
NILA BRANCO PARTILHA O SEU “EDREDOM”

Já diz o ditado: “Nem tudo o que parece é”. É que onde os mais distraídos viram um convite, os mais atentos viram a oportunidade de conhecer o mais recente single de Nila Branco. A cantora, que está prestes a alcançar as duas décadas de carreira, deixou-se imbuir pelo espírito do outono/inverno e clama pelo conforto que só um edredom pode fornecer.

DSC_0018

“Edredom” é mais um tema extraído do álbum “Sete Mil Vezes” e revela uma Nila Branco apaixonada pela vida e disposta a celebrar o quão bom pode ser o amor. Sob o selo da Music For All, esta é mais uma demonstração da qualidade que é possível encontrar na Música Popular Brasileira (MPB).

Nila Branco nasceu e cresceu em Abaeté, Minas Gerais, mas foi em Goiás, Goiânia, que despertou a sua veia artística. A mais de 900 kms de distância do local que a viu nascer, e onde passou toda a infância, foi obrigada a recomeçar do zero. Contudo graças à sua capacidade de adaptação rapidamente fez novos amigos, começando pouco depois a desenvolver o seu lado artístico.

Começou a fazer teatro. E a pintar. E a desenhar. E, por fim mas não menos importante, a cantar. Embora se sentisse confortável em todas as áreas foi no canto que descobriu a verdadeira paixão. Estávamos na década de 90 quando ao cantar em bares e festivais acaba por dar passos importantes no início de carreira ao ganhar alguns concursos e competições locais e regionais.

Voos mais altos, e ambiciosos, passaram a ser possíveis depois da entrada de importantes colaboradores e parceiros que ajudaram a estruturar a sua carreira e projetar-se rumo ao estrelato. Em 1998 edita o seu primeiro disco de originais, homónimo, passando a fazer parte das playlists das maiores rádios de Goiânia.

A estreia de uma voz tão cintilante não passou ao lado dos mais importantes produtores e agentes da indústria musical do eixo Rio de Janeiro-São Paulo. Detentora de um registo glamoroso, onde um misto de alegria e profundidade nos conquista e arrebata, viu pouco tempo depois o seu álbum distribuído em todo o Brasil pela Paradoxx. Estava dado o pontapé de saída para aquilo que se tornaria no movimento pop/rock da capital do centro oeste.

Os anos seguintes foram de agitação e muitos acontecimentos marcantes na sua carreira. Em 2001 liderou o movimento “GO Rock”, ao lado das maiores jovens bandas de pop/rock de Goiás, promovendo um enorme concerto. Um ano depois assina contrato com a Abril Music e edita o segundo disco da sua carreira: “Parte II”. Deste registo foi extraído o tema “Diversão” que, mais tarde, viria a integrar a banda sonora de uma produção da Rede Globo, “Desejos de Mulher”. Graças a este pequeno-grande passo o Brasil rendeu-se aos talentos e encantos de Nila Branco: passou pelos principais programas televisivos a nível nacional (como Jô Soares, Altas Horas, Bem Brasil ou o canal MTV, por exemplo) e realizou uma digressão pelo país intitulada precisamente “Parte II”. Desde disco canções importantes como “Chama” e “Perdido no Supermercado” tiveram também grande destaque!

Entretanto chegamos a 2003, ao momento em que grava o álbum “Seus Olhos” com Kiko Zambianchi e vê vários dos seus temas integrarem produções da TV Record e do SBT, canais de enorme renome a nível nacional. Um ano depois surge o quarto disco do seu percurso musical: “Tudo O Que Eu Quis”.

Lançado pela editora EMI este foi um disco especial: Nila interpretou músicas de nomes como Nando Reis, Paulos Miklos, Zeca Baleiro, Lulu Santos ou Kiko Zambianchi, vendo a crítica reconhecer a mestria e inovação das suas recriações.

Por entre espetáculos em todo o país Nila grava, dois anos depois, o DVD “Nila Branco ao Vivo”. Neste registo foram incluídos os grandes sucessos dos álbuns anteriores mas também alguns temas inéditos. Foi necessário esperar quatro anos por um novo trabalho de Nila.

O sexto disco de originais, “Confidência”, foi gravado ao vivo e contou com criações de compositores como Téo Rodrigues, Thiago Guerra, Rubinho Gabba ou Nelson Motta. Este foi o trabalho em que Branco se aventura por entre mares nunca antes navegados ao recriar “Cherish”, um tema original de Madonna! O grande artista Zeca Baleiro compõe especialmente para Nila a belíssima “Farsa” que esteve em destaque em diversas estações de rádios no Brasil.

“Sete Mil Vezes” é o nome do sétimo disco de Nila. Chegou ao mercado em 2012, contendo temas inéditos da autoria da própria cantora e produção musical conjunta com Renato Faleiro. A aceitação foi tal que Branco gravou, mais tarde, o DVD “Sete Mil Vezes”: um concerto especial, na Goiânia que a viu nascer para a música, sendo o reportório composto de temas de toda a sua carreira mas também músicas inéditas.  

Nila Branco está, assim, prestes a completar duas décadas de carreira. Duas décadas marcadas por muito talento, por temas comoventes e letras profundas. Duas décadas onde Nila levou sempre o nome de Goiânia, e de Goiás, ainda mais longe, provando que há muito e bom talento nesta região do Brasil.

Em 2017 Nila volta a arriscar e a capitanear o grande barco que é a sua voz por mares culturalmente próximos mas, geograficamente bastante distantes. Portugal vai ficar a conhecer, no decorrer do presente ano, o quão doce e magnético é o talento de Nila Branco através de diversos singles promocionais. Nila Branco zarpou à conquista da Europa e Portugal será o porto com a honra de receber tão delicada intérprete.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 19:02
link do post | favorito

Segunda-feira, 30 de Outubro de 2017
“IMAGINAÇÃO”, A ODE FANTASISTA QUE ANDRÉ ABUJAMRA APRESENTA EM PORTUGAL

André Abujamra pode muito bem ter todos os talentos do mundo. Pelo menos é essa a sensação que fica ao analisar a sua biografia e os múltiplos projetos a que deu vida ao longo de quase quatro décadas de carreira. Do seu vasto universo fazem parte experiências no teatro, no cinema, na televisão e, especialmente, na música, tendo triunfado em todas elas. Liderou várias bandas, nomeadamente os irreverentes Karnak, no entanto atualmente aposta na sua carreira a solo.

15.07.2012 - Diamantina/MG - Festival de Inverno UFMG- Andre Abujamra Mafaro ©Julia Lanari

Depois de “A Origem”, chega-nos finalmente o segundo capítulo da sua identidade musical. “Imaginação” é o resultado da fusão de elementos Pop / Rock com a música clássica e uma letra intemporal que glorifica a fantasia e reforça a importância da liberdade interior.

O cantor, compositor e multi-instrumentista brasileiro revela assim mais um pedaço da sua sonoridade global, antecipando o concerto que dará em Lisboa: a 8 de Novembro André atuará no B.Leza a partir das 21h30, sendo seguido do projeto Acrobata do Riso e do cantor e compositor brasileiro Luiz Salgado (que também se encontra em digressão pelos palcos portugueses com a Music For All). Os bilhetes têm o preço único de 5€ e já se encontram à venda nos locais habituais.

André Cibelli Abujamra é, muito possivelmente, um dos artistas mais versáteis do Brasil. Homem de mil talentos, e de inspiração infinita, a ele pertencem alguns dos projetos e criações mais extraordinários da música, teatro, televisão e cinema brasileiro.

Estudou ópera. Cursou regência na FAAM, em São Paulo, e embora não tenha concluído extraiu daí preciosos ensinamentos para a restante carreira.

Inicia a sua carreira na década de 80. Juntamente com Maurício Pereira fundou a banda “Os Mulheres Negras”, denominando-se o duo como “a terceira menor big band do mundo”. Com este projeto editou dois discos: “Música e Ciência” (1988) e “Música Serve pra Isso” (1990). Depois de uma pausa, e de outros projetos terem surgido, encontram-se agora em plena gravação de um novo trabalho de originais.

Mas este não foi a única banda de André. Pouco tempo depois nascem os Karnak. Aqui os tradicionais e os modernos sons brasileiros misturaram-se com o rock, o pop e a música eletrónica. A ideia ganhou forma no decorrer de uma viagem ao Egipto depois de Abujamra ter despertado para a diversidade de sons e instrumentos inerentes às diferentes culturas e países. Nesta viagem André visitou uma pequena vila onde existe um complexo de antigos templos do Egipto. E qual o nome desta vila? Nada mais, nada menos, do que…Karnak.

Entre 1994 e 2006 editaram quatro discos e um documentário (intitulado “O Livro Multicolorido de Karnak”). É impossível não destacar o registo de estreia e a sua fantástica recepção junto da crítica especializada nacional e internacional. Foi, inclusivamente, incluído na lista dos 10 Melhores Álbuns de Latin Rock de sempre pela prestigiada revista Rolling Stone.

Mas irrequieto e criativo como é André Abujamra seria apenas uma questão de tempo até apostar numa carreira a solo. Entre 2004 e 2015 edita quatro álbuns, estando o quinto capítulo desta história previsto para meados de 2018.

Para falar de André Abujamra é também falar de teatro, televisão e cinema. No primeiro assinou diversas peças, as suas trilhas venceram sete prémios da reputada Associação dos Produtores de Espetáculos Teatrais de São Paulo (APETESP) e foi o mais novo vencedor de sempre do prémio Molieré (com a peça “Encontrar-se”).

Enquanto ator participou em dez filmes e em sete produções televisivas, nomeadamente “Saramandaia” e “Agora é Tarde” onde liderou a banda do talk-show apresentado pelo comediante Rafinha Bastos.

Por sua vez no cinema compôs a trilha sonora de mais de cinco dezenas de filmes brasileiros tendo sido premiado, em quatro ocasiões diferentes, no Festival de Cinema de Gramado e no Grande Prémio do Cinema Brasileiro por duas vezes também.

Por entre a vastíssima lista de obras com contributos seus destaca-se “Castelo Rá-Tim-Bum”, série infanto-juvenil de muito sucesso da TV Cultura.

Abujamra já percorreu o mundo. Já encantou multidões. Já fez sonhar miúdos e graúdos. Já explorou os cantos e recantos do globo, usando o que aprendeu nas diferentes viagens para enriquecer ainda mais as suas obras. Mas existe um passo que André ainda não deu: apresentar-se perante o público português. Esse dia finalmente chegou e 2017 é o ano em que Portugal ficará a conhecer o génio que dá pelo nome de André Abujamra. 

Citação da Rolling Stone (EUA) sobre o disco “Karnak” (1994):

“Uma tapeçaria exuberante de internacionais idiomas funky, o primeiro LP do grupo de São Paulo resume a fome ilimitada do Brasil por todo o tipo de música - do reggae brasileiro aos cantos do Médio Oriente. Uma obra-prima subestimada, do começo ao fim.”


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 19:48
link do post | favorito

INDIAN RUBBER LEVAM “PELSÚUN” AO HARD ROCK CAFÉ, NO PORTO

Autores de um dos projetos de rock alternativo e psicadélico mais substancial da atualidade, os Indian Rubber preparam-se para subir a um dos grandes palcos da cidade do Porto: o Hard Rock Café! Na próxima quinta-feira, 2 de novembro, a noite é dedicada por inteiro a “Pelsúun”, o recente EP do quinteto lusitano.

INDIAN_5

Recorde-se que o EP, editado pela Music For All, foi antecedido de dois singles, “Dazed” e “Blinders”, e que a estreia absoluta tinha acontecido em 2016 com o registo “Le Voyage”. A noite, que promete ser longa, inicia-se pelas 22h30 e tem entrada gratuita.

Novembro de 2015 marca o nascimento dos Indian Rubber, um projecto nativo de Vila do Conde composto por Júlio Macedo (guitarra), Hugo Raposo (teclados), Tiago Paulino (baixo), Mário Ventura (voz e guitarra) e João Pinho (bateria) que navega entre o rock psicadélico e rock alternativo.

A primeira amostra do seu potencial surgiria em Fevereiro de 2016 com o lançamento de “Illusions”, o single de estreia. Quem ficou conquistado à primeira audição teve de esperar apenas até Março para escutar o segundo single da banda nortenha: “Afterwards”. O primeiro EP dos Indian Rubber, “Le Voyage”, foi editado digitalmente nesse mesmo mês, confirmando assim as melhores suspeitas.

Depois de passagens por palcos como Cave 45, Plano B (Porto), Espaço A (Freamunde), Urban Social Club (Vila do Conde) ou o sempre marcante Popular Alvalade (Lisboa) os Indian Rubber estão prontos para inaugurar uma nova fase da sua carreira. O novo EP intitula-se “Pelsúun” já se encontra disponível nas principais lojas digitais.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 19:41
link do post | favorito

Domingo, 29 de Outubro de 2017
TOCADORES DE CONCERTINA JUNTAM-SE NA RIBEIRA DA LAGE: A TOCAR CONCERTINA É QUE A GENTE SE ENTENDE!

Centenas de tocadores de concertina rumaram hoje à Ribeira da Lage, no concelho de Oeiras, para participar no VI Encontro de Concertinas que o Rancho Folclórico organizou no Centro Cultural Ribeira da Lage.

DSCF6332

A festa foi bem minhota e tradicional. O ambiente ao gosto das nossas gentes. E a festa contou com a participação do Presidente da Junta de Freguesia e outros autarcas recentemente eleitos.

E, como os minhotos são gente irrequieta, aninciam já para o próximo dia 5 de Novembro um grandioso festival – o II Festival de Inverno – que vai contar com a participação do Rancho Folclórico Rosas de Tourigo – Tondela, o Grupo Folclórico da Velha Guarda – São Brás de Alportel e o Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho – Lisboa, além naturalmente do anfitrião Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage.

DSCF6329

DSCF6350

DSCF6353

 

DSCF6334

DSCF6335

DSCF6336

DSCF6337

DSCF6338

DSCF6339

DSCF6340

Capturar2

Capturar3

Capturar4



publicado por Carlos Gomes às 21:20
link do post | favorito

Sexta-feira, 27 de Outubro de 2017
BANDAS FILARMÓNICAS DESFILAM EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO 1º DE DEZEMBRO

O Movimento 1º de Dezembro lançou a ideia deste grandioso Desfile e mobilizou por todo o país, com o apoio dos seus delegados e da Confederação Musical Portuguesa, diferentes bandas e municípios. É possível realizá-lo graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro. Agradecemos também o apoio facultado pelo Recheio e pelo Amanhecer.

22729170_1505350232905426_1189292665179749633_n

O Desfile Nacional de Bandas Filarmónicas "1º de Dezembro" foi um êxito em 2012, 2013, 2014, 2015 e 2016. Será êxito maior em 2017.

14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)

15h00 - Início do Desfile

16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.900 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

17h00 - Fecho e desmobilização das bandas

Nesta 6ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:

GRUPOS DE PERCUSSÃO:

Tocá Rufar (Seixal)

BANDA NACIONAL:

Banda da Armada

BANDAS FILARMÓNICAS:

Banda Musical e Artística da Charneca (Lisboa)

Banda Musical de Figueiredo (Arouca)

Sociedade Recreativa e Filarmónica 1º de Janeiro de Castro Verde (Castro Verde)

Banda da Sociedade Filarmónica União Mourense "Os Amarelos" (Moura)

Banda de Música da Carvalheira (Terras de Bouro)

Associação Filarmónica Retaxense (Castelo Branco)

Associação Recreativa Musical Covilhanense | Banda da Covilhã (Covilhã)

Sociedade Filarmónica Oleirense (Oleiros)

Banda Filarmónica da União de Aldeia de João Pires (Sociedade Recreativa e Musical) (Penamacor)

Sociedade Filarmónica Aurora Pedroguense (Sertã)

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Fratelense (Vila Velha de Ródão)

Sociedade Musical Recreativa de Alqueidão / Filarmónica do Alqueidão (Figueira da Foz)

Filarmónica Instrução e Recreio de Abrunheira (Montemor-o-Velho)

Sociedade Filarmónica Sangianense (Oliveira do Hospital)

SUA - Sociedade União Alcaçovense (Viana do Alentejo)

Sociedade Filarmónica Portimonense (Portimão)

Sociedade Filarmónica Avelarense (Ansião)

Sociedade Artística Musical 20 de Julho de Santa Margarida do Arrabal (Leiria)

Sociedade Filarmónica Pedroguense (Pedrógão Grande)

Associação Musical e Artística Lourinhanense (Lourinhã)

Banda da Escola de Música da Juventude de Mafra (Mafra)

Banda Juvenil do Município de Gavião (Gavião)

Sociedade Musical Nisense (Nisa)

Sociedade Recreativa Musical Alegretense (Portalegre)

Banda Filarmónica de Crestuma (Vila Nova de Gaia)

Sociedade Filarmónica Gualdim Pais (Tomar)

Sociedade Filarmónica Progresso Matos Galamba (Alcácer do Sal)

Banda Musical do Barreiro (Barreiro)

Banda Nova de Barroselas (Associação Banda Escuteiros de Barroselas) (Viana do Castelo)

Banda Marcial de Tarouquela e Municipal de Cinfães (Cinfães)

Banda de Música de São Cipriano “A Nova” (Resende)

Será um total de 32 entidades, integrando 1 grupo de persussão, 1 banda nacional militar e 30 bandas filarmónicas civis.

Serão cerca de 1900 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país que irão descer a Avenida da Liberdade, para celebrar Portugal, a Independência e a Restauração através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.

Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes sob a direcção do Maestro Capitão-Tenente Délio Gonçalves, da Banda da Armada.

Ao longo do desfile, serão interpretadas várias marchas, bem como o Hino da Restauração. O alinhamento do momento colectivo conta também, além do Hino da Restauração, com a interpretação dos Hino da Maria da Fonte e Hino Nacional.



publicado por Carlos Gomes às 14:49
link do post | favorito

BOB MASCARENHAS TRAZ UM POUCO DE CABO-VERDE A PORTUGAL COM “RAIZ BERDIANU”

Como transmitir numa canção a força e a cultura de um povo? É fácil. Basta ouvir “Raiz Berdianu” de Bob Mascarenhas e somos transportados para Cabo Verde.

182690_423199957767524_563198063_n

Primeiro single extraído do segundo álbum do artista, “Rakodja”, o tema é o exemplo perfeito do trabalho de pesquisa feito pelo artista ao longo de cinco anos sobre a cultura e a sonoridade cabo-verdiana.

Mergulhe no ritmo e deixe-se envolver pela letra e a sonoridade de “Raiz Berdianu”, a canção de Bob Mascarenhas apresentada pela Music For All.

Silvestre Alberto Soares Mascarenhas, de nome artístico Bob Mascarenhas, é uma das promessas da música de Cabo-Verde.

Nascido na Calheta de S.Miguel, assumiu a música como sua paixão aos 16 anos, quando frequentava a escola de música das Aldeias SOS de Assomada, onde cresceu. Lá, tinha como professor e mentor o malogrado Orlando Pantera, que provavelmente teria chegado a nome maior da música cabo-verdiana, se não tivesse repentinamente falecido aos 33 anos.

Em homenagem a Orlando Pantera, Bob Mascarenhas lançou o seu primeiro trabalho em 2011, o álbum “RapacinhuLantuna”, com 10 temas, que foi um sucesso a nível nacional e também internacional, levando Bob Mascarenhas a atuar em Macau (Festival da Lusofonia), França, Portugal (B´Leza), Espanha e Holanda.

Passados cinco anos, em 2016, saiu “Rakodja”, que significa recolha, o que retrata bem o ambicionado pelo artista com este novo registo. Durante cinco anos, Bob Mascarenhas recolheu informações no terreno, indo de terra em terra no interior da Ilha da Santiago, onde falava com os mais velhos para ouvir as histórias de antigamente e descobrir as raízes culturais e musicais da Ilha.

Foi também na Ilha que gravou por inteiro este álbum, onde a maior parte dos temas são da sua autoria e aos quais juntou uma grande variedade de estilos: funaná, batuco e coladeira não podiam faltar, mas ouve-se influências do jazz e da música clássica. Os amantes de música africana irão também reconhecer ritmos como o amabala, que é típico do Senegal.

De “Rakodja” sobressaem temas como “StóriaKontadu” e “Raiz Berdianu”, ambos com grande êxito nas rádios nacionais de Cabo-Verde. Em Portugal, Bob Mascarenhas dá a conhecer o seu trabalho com “Raiz Berdianu”, um hino a Cabo-Verde.



publicado por Carlos Gomes às 13:58
link do post | favorito

Quinta-feira, 26 de Outubro de 2017
THE BANKROBBER TOMAM PORTUGAL DE ASSALTO COM “CLOSER”

The Bankrobber são uma banda de rock italiana, formada em Riva del Garda, uma província de Trento, no ano de 2008. A banda é composta pelos irmãos Oberti (Giacomo e Maddalena, respetivamente vocalista principal e guitarrista e teclista e vocalista da banda), Andrea Villani (baixista e backing vocals) e Stefano Beretta (baterista e backing vocals).

TheBankrobbernight

A estreia perante o público nacional acontece com a poderosa composição “Closer”, o primeiro single revelado de “Missing”, o próximo disco de originais do quarteto. Depois de pisarem todo o tipo de palcos, e de os partilharem com grandes nomes italianos e internacionais, chegou finalmente a vez de, através da Music For All, Portugal se render aos encantos dos The Bankrobber!

A versão inicial dos The Bankrobber tinha apenas um dos elementos da família Oberti, mais concretamente Giacomo. No entanto depois de algumas mudanças na formação da banda Giacomo decide convidar Maddalena, sua irmã, a entrar nesta autêntica aventura. Com Maddalena chegou não só uma voz feminina, mas também o grande poder dos teclados. A sonoridade do quarteto preparava-se para mudar, evoluindo para a sua versão atual.

Mas voltemos atrás por instantes. Quem pertence a este universo desde o primeiro dia é Andrea, amigo de infância de Giacomo. Conhecem-se desde a adolescência e foi a avassaladora paixão que partilhavam pela música que os levou a formar uma banda. Envoltos em sonhos e ambições começam a criar as suas próprias músicas e letras, dando um passo tão desejado quanto temido. Poucos meses após formarem a banda, vencem o Prémio nacional “Rock Targato Italia” (2009). O destino encarregara-se de provar que era por aqui o caminho.

Quanto a Stefano, a sua entrada no projeto é um misto de sorte e azar. Azar porque a sua entrada na banda apenas acontece devido à infeliz saída do anterior baterista. Sorte porque foi descoberto, por mero acaso, pelo manager dos The Bankrobber.

O curioso nome que o quarteto enverga com orgulho provém…de uma música. Os mais perspicazes talvez tenham suspeitado mas nem todos farão a ligação entre uma banda rock italiana e…uma música dos Clash. Afirmam ser influenciados pela nova onda britânica e pelo rivaval post-punk do novo milénio, criando assim uma sonoridade única na cena musical italiana.

Entre 2013 e 2017 atuaram nos mais importantes clubes e festivais italianos, tendo partilhado o palco com nomes tão importantes quanto Dropkick Murphis, Enrico Ruggeri, A-Toys Orchestra entre tantos outros.

A sua discografia é marcada por quatro EP’s e um álbum de longa duração: “Rob the Bank” (2010), “Indifferente” (2011), “Rob the Wave” (2013), “Gazza Ladra” (2014) e “The Land of Tales” (2016). Nota ainda para os singles "Señorita" feat. Enrico Ruggeri – “Le canzoni ai testimoni” (2012), uma cover do tema “Always On My Mind” de Elvis Presley (2015) e “Good Road to Follow” (2015).

Atualmente, não só foram distinguidos com o prémio de Melhor Banda Italiana pela MTV Itália como se encontram a trabalhar em prol do próximo disco, “Missing”, com edição marcada para outubro. A apresentação ao público nacional decorre ao som de “Closer”, primeiro single extraído do tão ansiado novo trabalho de originais.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 20:20
link do post | favorito

Segunda-feira, 23 de Outubro de 2017
PATRÍCIA CANDOSO AO VIVO NO AUDITÓRIO CARLOS PAREDES

Depois de ter lançado “Frenética” em janeiro deste ano, Patrícia Candoso continua a fazer chegar a sua música ao público através de espetáculos intimistas.

A4_Prancheta 1

Assim, Patrícia Candoso estará em concerto dia 10 de novembro, pelas 22h, no Auditório Carlos Paredes, em Lisboa, apresentando ao vivo temas como “Em bruto” “Só Sei Que Nada Sei”.

Esta é a oportunidade perfeita para escutar o mais recente trabalho de Patrícia Candoso, produzido pelo cantor/compositor Mikkel Solnado e editado pela Music In My Soul.

10.11 | Lisboa, Auditório Carlos Paredes, 22h - 12€


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 20:21
link do post | favorito

Sexta-feira, 20 de Outubro de 2017
“WASTE” – NOVO SINGLE, NOVA BEA

BEA pode ter chegado há pouco tempo mas já nos habitou a uma boa dose de talento, uma personalidade vincada e irreverência q.b. Depois de uma estreia surpreendente com o viciante “Don’t Care”, a cantora portuguesa está de regresso e vem mais urbana do que nunca. “Waste” revela uma faceta de BEA até agora desconhecida, colocando-a lado a lado com os maiores ícones atuais do mundo Pop.

Single_Waste

Com uma sonoridade que nos remete mais para o Hip Hop do que para o Soul e o R&B de “Don’t Care”, este novo tema vem acompanhado de um videoclip oficial que promete não deixar ninguém indiferente. Para muito em breve está marcada a edição do EP de estreia, registo que contará com o selo da Music For All.

Chama-se Bea e tem 25 anos. É apaixonada por música, fotografia, por comunicação e a indústria da moda. Descreve-se como uma pessoa decidida, organizada/metódica, tolerante e compreensiva, e é ambiciosa enquanto líder de trabalho. Este é o perfil da nova aposta nacional da Music For All.

Desde muito nova começou por ouvir Alicia Keys, Aretha Franklin, Stevie Wonder, Dionne Warwick entres outros grandes nomes da música Soul que despertaram os seus sentidos para o universo da música. Também se apaixonou pelos artistas Pop e R’n’b como JoJo, Destiny’s Child, Ciara, Cassie, Ne-Yo, Mario e deixou-se levar pelo efeito inebriante que a música teve sobre si.

Iniciou o seu percurso no Conservatório de Música onde teve aulas de piano e educação musical durante um ano. Seguidamente começou por compor as próprias canções, na escola de música Valentim de Carvalho, onde pela primeira vez teve aulas de voz e de guitarra.

Aos 18 anos surge uma mudança radical na sua vida. Mudou-se para Londres onde lhe ofereceram a oportunidade de emprego nos estúdios EMI Records, tendo ganho um lugar numa universidade de música. É então tempo de regressar a Portugal e apostar definitivamente na sua carreira no país que a viu nascer.

É nesta fase que escreve, e grava, os seus primeiros singles. Com influências Pop, mas nunca descurando os territórios da Soul e do R&B surge “Don’t Care” e agora “Waste”, este com uma vertente Hip Hop mais vincada. Ainda para 2017 está marcada a edição do EP de estreia através do selo da Music For All.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 23:12
link do post | favorito

Quinta-feira, 19 de Outubro de 2017
CAFÉ REPUBLICA – ESTREIA EM PORTUGAL FECHA MÊS DE OUTUBRO

Outubro, mês perdido no tempo e espaço onde a meteorologia nos prega partidas constantes, quebrando a noção da estação do ano em que estamos. O que não quebra de forma alguma é a digressão nacional dos Cafe Republica, irreverente projeto carioca preparado para vencer as barreiras geográficas e estrear-se nos palcos portugueses através do selo da Music For All.

Fabrica dos Oficios-01

A estreia perante o público nacional aconteceu com “Um”, primeira amostra sonora de “Caravana”, o próximo disco do quinteto brasileiro. Agora é tempo de pegar nas raízes Pop / Rock, na multiculturalidade das suas influências e sonoridade, assim como nas apuradas letras que os distinguem dos restantes projetos brasileiros e rumar a Portugal. A um oceano de distância estão quatro concertos e um público sedento de uma boa dose de cafeína.

26.10 | Fábrica dos Ofícios, Porto, 23h, entrada livre

A banda Cafe Republica teve origem em 2011 no Rio de Janeiro e é composta por 5 elementos: Octavio Peral (voz, guitarra), Anderson Ferreira “Cabs” (teclado, sintetizador, voz), Ygor Big (guitarra), Juca Sodré (baixo) e Barbanjo Reis (bateria).

Com músicas autorais em português, a banda reúne elementos de múltiplos estilos musicais, procurando sempre produzir composições e arranjos originais.

Em atividade desde 2011 o quinteto já editou três EP’s. E se “Sweet Dive in Turtle’s Land” (2014) e “Ludere Occultant” (2016) apesentam músicas em inglês que muito se aproximam do alternativo e neo-psicadélico, a realidade em “Interlúcido”, terceiro EP da banda brasileira é bem diferente. Este registo é um fruto direto das improvisações em estúdio em pleno período de preparação…do primeiro álbum de longa duração da banda.

Voltando um pouco atrás, nota também para os dois videoclips produzidos a partir de temas do segundo EP: “Almost Nothing Can Be Planned By Us” e “Sand Upon The Wind”. Esse registo contou com arranjos que se movem para ondas psicadélicas e progressivas de bandas como The Doors, Pink Floyd, Tame Impala e Os Mutantes.

Voltando ao presente, e ao futuro, dos Cafe Republica: desde o passado mês de Fevereiro que o estúdio é a segunda casa do quinteto, local onde têm criado e composto os novos temas que integrarão o primeiro álbum da banda. Gravando no Estúdio Camelo Azul, na cidade do Rio de Janeiro, o disco trará as primeiras canções em português assim como uma nova abordagem da banda à composição e uma sonoridade que promete surpreender tudo e todos.

O primeiro single de avanço, “Um”, estreou no Brasil no final do mês de Julho, chegando a Portugal no início de Agosto com o selo da Music For All. E como a aposta em Portugal, e na Europa, é para levar a sério já para Outubro está marcada uma digressão que permitirá aos Cafe Republica estrearem-se nos palcos nacionais.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 21:12
link do post | favorito

Terça-feira, 17 de Outubro de 2017
NEM PENSE EM DUVIDAR TOUR”, PEU DEL REY ESTREIA-SE EM PORTUGAL

O autor do hit brasileiro “Nem Pense em Duvidar” chega a Portugal para uma Tour pelo país e vai contar com quatro concertos e um showcase na FNAC Vasco da Gama, em Lisboa.

image017

Depois da estreia do single, onde o artista transmite o positivismo que o caracteriza, é agora hora de ver Peu del Rey ao vivo. Oportunidades para isso não vão faltar pois o cantor passa por cidades como Lisboa, Aveiro, Lousada e Castro Verde, com o selo da Music For All.

17.10 | Showcase FNAC Vasco da Gama, Lisboa, 18h30, Entrada Livre

18.10 | Livraria Ler Devagar, Lisboa, 21h30, 3€

19.10 | Mercado Negro, Aveiro, 22h, 3€

20.10 | Sunny Side Bar, Lousada, 23h, Entrada Livre

21.10 | 7ARTE, Castro Verde, 23h, Entrada Livre

Peu Del Rey só podia ser artista. Afinal de contas nasceu no seio de uma família ligada às artes: a mãe era dançarina e o pai um popular compositor baiano. Foi criado entre Vilas do Atlântico, Bahia e a Ilha de Itaparica, mais concretamente numa comunidade de pescadores da ilha, na zona de Amoreiras.

Cresceu por entre encontros artísticos, serões onde não faltavam músicos e compositores da Bahia contemporânea, não sendo por isso de estranhar que tenha enveredado também ele por uma carreira no mundo da música.

Embora o seu percurso tenha começado em 2011 para a história ficará o ano de 2014, fase em que edita os seus dois primeiros EP’s. Em maio surgiu “Atlântico” e em Setembro o homónimo “Peu Del Rey”. Embalado por um grande ano aproveita para dar um passo que se viria a revelar decisivo: muda-se para São Paulo, local onde viria a encontrar um Brasil mais plural e diverso.

Estávamos, então, no final de 2015 quando é escrito o próximo capítulo da carreira de Peu: é editado o EP “Nem Pense em Duvidar”. Este foi um trabalho especial, ou não tivesse a colaboração do reputado produtor brasileiro Tadeu Patolla (nome maior da música brasileira que, anteriormente, havia trabalho com Charlie Brown, Biquini Cavadão entre tantos outros).

A faixa homónima deste EP ganhou um videoclip produzido pela OKent Filmes, ficando o guião e a direção a cargo de Santiago Paestor. Utilizando a técnica de stop motion Santiago colocou Peu ao leme de uma canoa pelas ruas de São Paulo, passando por alguns dos principais pontos da cidade. O resultado final é uma mistura das raízes da comunidade piscatória onde Peu Del Rey nasceu e cresceu com o seu lado mais cosmopolita e citadino, reproduzindo um retrato fiel das diferentes dinâmicas do Brasil atual. 

Ao longo de seis anos de carreira o multi-instrumentista (ou não tocasse ele bateria e vários instrumentos de percussão e cordas) já foi indicado para o Prémio Caymmi, vendo assim o seu trabalho reconhecido à escala regional e nacional. Recorde-se que esta respeitada premiação baiana revelou no passado nomes do calibre de Daniela Mercury, Margareth Menezes ou Ivete Sangalo. Como artista inquieto e eternamente insatisfeito que é Peu já tem em construção o novo capítulo da sua história: está quase finalizada a produção de um registo audiovisual, totalmente gravado no estúdio Costella, em Sampa. A edição está prevista para muito em breve!

Ora e depois de tantos passos importantes só falta mesmo…cruzar os mares e apostar em grande na Europa, claro! E 2017 será o ano em que esse passo será dado: tudo começa agora mesmo, com o lançamento do single “Nem Pense em Duvidar”, seguindo-se uma digressão nacional no último trimestre do ano. Nas palavras do próprio Peu Del Rey: "Nem pense em duvidar. Positivo sempre! Tudo depende só de você!"


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 19:05
link do post | favorito

Segunda-feira, 16 de Outubro de 2017
KIT EDITAM EP “SÓ METADE” E APRESENTAM-SE AO VIVO NAS FNAC

Os KIT continuam a dar passos seguros rumo à afirmação na cena musical nacional. Depois de um single de estreia surpreendente, “Só Metade”, foi tempo de arrebatar corações indiscretos com o recente “Tempo É Frágil”, um mid-tempo que fica no ouvido e que soa a Rock, do início ao fim.

KIT

E agora surgem mais duas etapas fulcrais no processo de crescimento do trio português. Primeiro, o lançamento do EP de estreia através do selo da Music For All intitulado precisamente “Só Metade” – registo que conta com cinco faixas revestidas do melhor Rock cantado em português da atualidade. Este registo estará à venda em formato físico na próxima sexta-feira e já está disponível nas principais plataformas digitais, nomeadamente: ITunes, Google Play, Deezer. Tidal e Spotify.

E em segundo, um showcase especial e intimista, com entrada gratuita, em Lisboa. É que depois de conquistarem tudo e todos na FNAC Alfragide impunha-se um novo showcase na capital. Assim no próximo dia 20 de outubro, pelas 21h30, os KIT atuarão na FNAC Vasco da Gama!

Os KIT são um trio lisboeta constituído por Lucas Ribeiro (voz e baixo), Bernardo Freitas (guitarra e segunda voz) e Guilherme Correia (bateria), todos com experiência prévia em bandas antigas, mas que vê neste projeto o passo mais sólido dado até agora para a concretização dos seus intentos.

Existentes desde Novembro de 2016, os três amigos juntam-se com o objectivo de devolver a vitalidade ao rock cantado em português, inspirado na melhor tradição de bandas como Xutos e Pontapés, Ornatos Violeta, UHF ou GNR.

Caracterizados por refrões orelhudos, cantados em português, e com instrumentais fortes assentes no binómio guitarra-bateria, os KIT pretendem ser o manual básico de sobrevivência para qualquer bom aficionado do rock.

O primeiro passo foi dado com a edição de um primeiro single, “Só Metade”, seguindo-se recentemente “Tempo é Frágil”, as duas primeiras amostras do EP de estreia que chega agora às bancas, e às principais plataformas digitais, com o selo da Music For All.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 21:55
link do post | favorito

Quinta-feira, 12 de Outubro de 2017
“NEM PENSE EM DUVIDAR TOUR”, PEU DEL REY ESTREIA-SE EM PORTUGAL

O autor do hit brasileiro “Nem Pense em Duvidar” chega a Portugal para uma Tour pelo país, que já conta com três espetáculos.

3datas-01_1024

Depois da estreia do single, onde o artista transmite o positivismo que o caracteriza, é agora hora de ver Peu del Rey ao vivo. Oportunidades para isso não vão faltar pois o cantor passa por cidades como Lisboa, Lousada e Castro Verde, com o apoio da Music For All.

17.10 | Showcase FNAC, C.C.Vasco da Gama, Lisboa, 18h30

20.10 | Sunny Side Bar, Lousada, 23h

  1. 10 | 7ARTE, Castro Verde, 23h

Peu Del Rey só podia ser artista. Afinal de contas nasceu no seio de uma família ligada às artes: a mãe era dançarina e o pai um popular compositor baiano. Foi criado entre Vilas do Atlântico, Bahia e a Ilha de Itaparica, mais concretamente numa comunidade de pescadores da ilha, na zona de Amoreiras.

Cresceu por entre encontros artísticos, serões onde não faltavam músicos e compositores da Bahia contemporânea, não sendo por isso de estranhar que tenha enveredado também ele por uma carreira no mundo da música.

Embora o seu percurso tenha começado em 2011 para a história ficará o ano de 2014, fase em que edita os seus dois primeiros EP’s. Em maio surgiu “Atlântico” e em Setembro o homónimo “Peu Del Rey”. Embalado por um grande ano aproveita para dar um passo que se viria a revelar decisivo: muda-se para São Paulo, local onde viria a encontrar um Brasil mais plural e diverso.

Estávamos, então, no final de 2015 quando é escrito o próximo capítulo da carreira de Peu: é editado o EP “Nem Pense em Duvidar”. Este foi um trabalho especial, ou não tivesse a colaboração do reputado produtor brasileiro Tadeu Patolla (nome maior da música brasileira que, anteriormente, havia trabalho com Charlie Brown, Biquini Cavadão entre tantos outros).

A faixa homónima deste EP ganhou um videoclip produzido pela OKent Filmes, ficando o guião e a direção a cargo de Santiago Paestor. Utilizando a técnica de stop motion Santiago colocou Peu ao leme de uma canoa pelas ruas de São Paulo, passando por alguns dos principais pontos da cidade. O resultado final é uma mistura das raízes da comunidade piscatória onde Peu Del Rey nasceu e cresceu com o seu lado mais cosmopolita e citadino, reproduzindo um retrato fiel das diferentes dinâmicas do Brasil atual. 

Ao longo de seis anos de carreira o multi-instrumentista (ou não tocasse ele bateria e vários instrumentos de percussão e cordas) já foi indicado para o Prémio Caymmi, vendo assim o seu trabalho reconhecido à escala regional e nacional. Recorde-se que esta respeitada premiação baiana revelou no passado nomes do calibre de Daniela Mercury, Margareth Menezes ou Ivete Sangalo. Como artista inquieto e eternamente insatisfeito que é Peu já tem em construção o novo capítulo da sua história: está quase finalizada a produção de um registo audiovisual, totalmente gravado no estúdio Costella, em Sampa. A edição está prevista para muito em breve!

Ora e depois de tantos passos importantes só falta mesmo…cruzar os mares e apostar em grande na Europa, claro! E 2017 será o ano em que esse passo será dado: tudo começa agora mesmo, com o lançamento do single “Nem Pense em Duvidar”, seguindo-se uma digressão nacional no último trimestre do ano. Nas palavras do próprio Peu Del Rey: "Nem pense em duvidar. Positivo sempre! Tudo depende só de você!"


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 20:08
link do post | favorito

SOPA D’ALMA APRESENTAM EP “HINO VITÁVEL- ACTO I” NO PORTO

Depois de passarem pelo Auditório Carlos Paredes, em Lisboa, é tempo dos Sopa d’Alma rumarem a norte: o Hot Five Jazz&Blues Club, no Porto. O concerto está marcado para as 23h da próxima quinta-feira, estando os bilhetes disponíveis pelo preço único de 5€.

sopa_d_alma_promo

O mote do concerto é a apresentação de “Hino Vitável – Acto I”, registo de estreia com uma sonoridade marcada por laivos de instrumentação clássica, rock progressivo e música interventiva. Do registo editado pela Music For All já foram extraídos dois singles – “Rotina” e “Correntes” – e ambos estarão em destaque numa noite que promete despertar a nação portuguesa.

Os Sopa d’Alma são um projeto constituído por Fá Pereira (voz e flauta) e Pedro Carneiro (guitarra). Oriundos de Braga, cruzaram-se pela primeira vez numa escola de música da cidade, onde viriam a formar a sua primeira banda de covers em 2007.

Dois anos volvidos, sentiram a vontade de se expressar numa linguagem musical própria e original, formando em conjunto com outros dois amigos o projeto Angúria, cantado em português num registo de rock progressivo. Em 2012 constaram da coletânea “À Sombra de Deus”, que reunia o que de melhor se fazia no fervilhante panorama musical de Braga. O projeto culminaria em 2014 com a elaboração de uma peça musical de 40 minutos organizada em cinco temas, exibida ao público no Theatro Circo, no coração da cidade natal.

Com a mudança de armas e bagagens para Viena, no final desse ano, surgiu também a vontade de materializar novas criações e estados de alma. Foi então que se formou o projeto dos Sopa d’Alma, com o objetivo inicial de conter a ressaca pós-Angúria, apresentando à Áustria versões de fados e clássicos da música em português cantados de forma reconstruída, a dois sons: voz e guitarra. Foi lá que representaram a música portuguesa em feiras e eventos internacionais, fornecendo também a banda sonora a um pequeno café português local, comovendo muitos dos presentes que escutaram aquele tipo de sonoridade pela primeira vez.

Contudo, seria só no final de 2016, já mais esclarecidos e ambiciosos, que voltariam ao formato que crêem ser o seu pináculo criativo: a peça. Para tal, compuseram a primeira parte do relato musical centrado nos temas que os levaram para fora de Portugal, pontuado por apontamentos de instrumentos clássicos e marcado pelas influências de todos os grandes artistas que consomem, desde o rock progressivo à música dita de intervenção.

Sopa d’Alma é, doravante, um projeto com uma clara intenção: biografar musicalmente o caminho de dois parceiros musicais ininterruptos, com intervenção nos ouvintes por universal afinidade com o conteúdo realista, cuja simplicidade na forma só o possa enaltecer.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 14:53
link do post | favorito

Quarta-feira, 11 de Outubro de 2017
“TIME MACHINE TOUR”, A ESTREIA INTERGALÁCTICA DOS ASTRONAUT IN CYBERSPACE EM PORTUGAL

Naves espaciais. Seres alienígenas. E rock, muito rock. Isto é o que podemos esperar dos suecos Astronaut In Cyberspace, projeto que por entre as habituais viagens interestelares, chega à península ibérica para a “Time Machine Tour”!

image001

Por entre a guitarra alada de Adam Öhrsvik, a atmosfera soturna criada pelo baixista Demba Lo e a garra do baterista Carl Resare, irrompe a voz, a guitarra e o sintetizador de Diene Faye. A digressão ibérica já os levou a encher salas em Madrid e Saragoça, seguindo-se agora Portugal, sempre com o apoio da Music For All. Lisboa, Porto e São Pedro do Sul vão receber concertos dos autores de “Time Machine” e “Easy”, temas já revelados do próximo disco da banda. Conhece todas as datas abaixo!

11.10 | Tokyo, Lisboa, 23h30, 5€

12.10 | Fábrica dos Ofícios, Porto, 23h, Entrada Livre

13.10 | Roquivários, São Pedro do Sul, 23h, 4€

14.10 | + Zuuzaa, Auditório Carlos Paredes, Lisboa, 21h30, 7€

E no início houve uma canção. “Astronaut in Cyberspace” começou por ser isso mesmo, uma canção, igual a tantas outras da autoria de Diene Faye (vocalista, guitarrista e mestre do sintetizador). A letra versava sobre um homem preso num videojogo interestelar e foi inspirada numa obra literária do autor Terry Pratchett. Por caprichos da vida o tema nunca veria a luz do dia, no entanto cumpriu a sua função: inspirou Adam Öhrsvik (guitarrista), levando lentamente este projeto musical para o tema espacial.

O duo conheceu-se em 2012 e das longas noites passadas em conjunto foram escritas, e gravadas, diversas músicas folk lo-fi. No entanto apenas no outono de 2014, momento em que as ambições do duo crescem, nasce a necessidade de levar a banda a outro patamar de qualidade. Para ajudar nessa demanda chegaram Demba Lo (baixista), amigo de longa data de Diene, e Jesper Johannesson (baterista), que haviam conhecido recentemente.

Estávamos já em 2015 quando surge o primeiro EP da banda. Neste registo homónimo constavam as primeiras composições do duo, agora interpretadas em quarteto.O tema espacial manteve-se mas a sonoridade evoluiu, inspirando-se agora no rock alternativo dos anos 90 e em bandas como Radiohead, The Smashing Pumpkins ou Primal Scream. E assim nasceria, em meados de 2016, o LP “Aurora.exe”. Ao todo são dez os novos temas da banda, todos eles fiéis ao rock alternativo e a elementos psicadélicos. Assim parecia nascer um capítulo radioso da história dos Astronaut in Cyberspace.

No entanto o destino, sempre ele, parece ter particular prazer em delinear novas, e inesperadas, rotas. Pouco depois da edição do LP “Aurora.exe” Jesper abandona a banda e decide dedicar-se por inteiro aos estudos no estrangeiro. Com a saída de Jesper foi necessário recuar e voltar a redefinir a estratégia. No início de 2017 inicia-se, assim, uma nova fase dos Astronaut in Cyberspace: Carl Resare (baterista) junta-se a Diene, Adam e Demba tornando uma vez mais o trio num quarteto. A sonoridade voltou a evoluir sendo atualmente descrita pela banda como “rock de alienação”.

O sucessor de “Aurora.exe” será conhecido ainda em 2017, sendo esperadas várias novidades ao longo do ano. Mas de todas as novidades a maior é mesmo a “Time Machine Tour”, digressão que se inicia na Suécia e que levará os nossos astronautas até aos palcos da Alemanha, Espanha e Portugal.

Paralelamente à digressão será também gravado um documentário intitulado, precisamente, “Time Machine Tour”.

O objetivo é documentar o percurso de uma digressão no estrangeiro, ajudando assim todas as bandas/projetos que pretendam dar esse passo. As oportunidades, perigos, avisos e dicas serão, certamente, fundamentais para inúmeros artistas independentes. Marcelo Racana, reputado autor na Suécia, será o diretor e acompanhará a banda nesta digressão, a língua escolhida foi o inglês e o documentário será disponibilizado gratuitamente.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 16:05
link do post | favorito

Terça-feira, 10 de Outubro de 2017
CONVENTO DOS CARDAES RECEBE ENCONTRO DE COROS LUSO-GALAICO

unnamed



publicado por Carlos Gomes às 10:30
link do post | favorito

Segunda-feira, 9 de Outubro de 2017
“TIME MACHINE TOUR”, A ESTREIA INTERGALÁCTICA DOS ASTRONAUT IN CYBERSPACE EM PORTUGAL

Naves espaciais. Seres alienígenas. E rock, muito rock. Isto é o que podemos esperar dos suecos Astronaut In Cyberspace, projeto que por entre as habituais viagens interestelares, chega à península ibérica para a “Time Machine Tour”!

Tour A4-01

Por entre a guitarra alada de Adam Öhrsvik, a atmosfera soturna criada pelo baixista Demba Lo e a garra do baterista Carl Resare, irrompe a voz, a guitarra e o sintetizador de Diene Faye. A digressão ibérica já os levou a encher salas em Madrid e Saragoça, seguindo-se agora Portugal, sempre com o apoio da Music For All. Lisboa, Porto e São Pedro do Sul vão receber concertos dos autores de “Time Machine” e “Easy”, temas já revelados do próximo disco da banda. Conhece todas as datas abaixo!

11.10 | Tokyo, Lisboa, 23h30, 5€

12.10 | Fábrica dos Ofícios, Porto, 23h, Entrada Livre

13.10 | Roquivários, São Pedro do Sul, 23h, 4€

14.10 | + Zuuzaa, Auditório Carlos Paredes, Lisboa, 21h30, 7€

E no início houve uma canção. “Astronaut in Cyberspace” começou por ser isso mesmo, uma canção, igual a tantas outras da autoria de Diene Faye (vocalista, guitarrista e mestre do sintetizador). A letra versava sobre um homem preso num videojogo interestelar e foi inspirada numa obra literária do autor Terry Pratchett. Por caprichos da vida o tema nunca veria a luz do dia, no entanto cumpriu a sua função: inspirou Adam Öhrsvik (guitarrista), levando lentamente este projeto musical para o tema espacial.

O duo conheceu-se em 2012 e das longas noites passadas em conjunto foram escritas, e gravadas, diversas músicas folk lo-fi. No entanto apenas no outono de 2014, momento em que as ambições do duo crescem, nasce a necessidade de levar a banda a outro patamar de qualidade. Para ajudar nessa demanda chegaram Demba Lo (baixista), amigo de longa data de Diene, e Jesper Johannesson (baterista), que haviam conhecido recentemente.

Estávamos já em 2015 quando surge o primeiro EP da banda. Neste registo homónimo constavam as primeiras composições do duo, agora interpretadas em quarteto.O tema espacial manteve-se mas a sonoridade evoluiu, inspirando-se agora no rock alternativo dos anos 90 e em bandas como Radiohead, The Smashing Pumpkins ou Primal Scream. E assim nasceria, em meados de 2016, o LP “Aurora.exe”. Ao todo são dez os novos temas da banda, todos eles fiéis ao rock alternativo e a elementos psicadélicos. Assim parecia nascer um capítulo radioso da história dos Astronaut in Cyberspace.

No entanto o destino, sempre ele, parece ter particular prazer em delinear novas, e inesperadas, rotas. Pouco depois da edição do LP “Aurora.exe” Jesper abandona a banda e decide dedicar-se por inteiro aos estudos no estrangeiro. Com a saída de Jesper foi necessário recuar e voltar a redefinir a estratégia. No início de 2017 inicia-se, assim, uma nova fase dos Astronaut in Cyberspace: Carl Resare (baterista) junta-se a Diene, Adam e Demba tornando uma vez mais o trio num quarteto. A sonoridade voltou a evoluir sendo atualmente descrita pela banda como “rock de alienação”.

O sucessor de “Aurora.exe” será conhecido ainda em 2017, sendo esperadas várias novidades ao longo do ano. Mas de todas as novidades a maior é mesmo a “Time Machine Tour”, digressão que se inicia na Suécia e que levará os nossos astronautas até aos palcos da Alemanha, Espanha e Portugal.

Paralelamente à digressão será também gravado um documentário intitulado, precisamente, “Time Machine Tour”.

O objetivo é documentar o percurso de uma digressão no estrangeiro, ajudando assim todas as bandas/projetos que pretendam dar esse passo. As oportunidades, perigos, avisos e dicas serão, certamente, fundamentais para inúmeros artistas independentes. Marcelo Racana, reputado autor na Suécia, será o diretor e acompanhará a banda nesta digressão, a língua escolhida foi o inglês e o documentário será disponibilizado gratuitamente.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 17:54
link do post | favorito

Domingo, 8 de Outubro de 2017
MINHOTOS EM LISBOA RUMAM À RIBEIRA DA LAGE PARA TOCAR A CONCERTINA

37258239426_c1eb9f3a35_b



publicado por Carlos Gomes às 20:05
link do post | favorito

MINHOTOS VÃO A LOURES CANTAR AO MENINO

22361199_10210513513020241_2044681315_n



publicado por Carlos Gomes às 00:06
link do post | favorito

Sábado, 7 de Outubro de 2017
MOLDÁVIA MOSTRA VINHOS EM OEIRAS

22228528_1621529931255523_5059971975707706598_n



publicado por Carlos Gomes às 21:55
link do post | favorito

Sexta-feira, 6 de Outubro de 2017
OS CLÁSSICOS E AS INTERMITÊNCIAS DO AMOR EM “DÁ-ME A TUA MÃO”

“P’ra quê complicar?”. A pergunta é d’Os Clássicos e está presente em “Dá-me a Tua Mão”, o melífluo pedaço de música pop que acompanha o duro momento em que o protagonista avança, destemido, em busca de correspondência no amor que nutre por uma rapariga.

Os Clássicos

O trio assume novamente as suas raízes pop/rock não escondendo as influências slow-rock e pop/funk que marcam a sonoridade. O terceiro single sucede a “Amor de Escola” e “Bom Demais”, e é mais uma amostra de “Primeiro Acto”, o álbum de estreia já disponível online, antes da edição física pela Music For All no final deste mês.

Para falar do nascimento do projeto “Os Clássicos” temos de entrar na nossa máquina do tempo e recuar até ao, não muito distante, ano de 2014. Foi precisamente esse o momento em que Edgar Santos, Leandro Martins e José Moreno deram o derradeiro passo e criaram uma banda.

Nessa altura ainda não sabiam mas viriam a chamar-se “Os Clássicos”, escolheriam navegar entre o pop e o rock, mas sempre com um pé no slow-rock e no pop/funk de quando em vez, e marcariam a diferença pela forte interação com o público em todas as apresentações ao vivo do seu talento.

Mas para compreender na totalidade este fenómeno é necessário colocar a viagem temporal em modo pausa, e dedicarmo-nos por completo à exploração do percurso individual de cada um dos membros da banda.

Comecemos a nossa nova missão pelo compositor, vocalista, guitarrista, baixista, baterista, percussionista, teclista e pianista Edgar Santos. Nasceu em 1993 e desde 1998 que está ligado ao mundo da música. Com a tenra idade de cinco anos entrou para a Musilândia, Escola de Música de Mirandela, desenvolvendo e evoluindo sempre até aos dias de hoje. Em 2012, entra para a ESPROARTE no curso de Percussão, naquele que foi um passo seguro e firme rumo à profissionalização. Foi percussionista da Orquestra Sinfónica, o que o levou a atuar na Casa da Música com o Maestro Pedro Neves, na Orquestra de Sopros, com a qual venceu o concurso Eixo Atlântico, e na Brassband.

Paralelamente foi também guitarrista e vocalista em diversas bandas do nordeste transmontano, tendo ao todo subido a palco mais de 50 vezes! Em setembro de 2015 rumou ao Algarve para frequentar o curso técnico de Produção Musical, tendo-o concluído com a melhor média do curso: 17 valores! Outra das suas paixões é a representação, não sendo, por isso, de estranhar as várias participações enquanto figurante ou o anúncio da estreia, em 2017, de uma curta-metragem por si protagonizada.

José Moreno, tal como Edgar Santos, tem uma profunda ligação ao mundo da música. Aos cinco anos inicia-se na banda de Vilarandelo, aos doze ingressa na Academia de Artes de Chaves, na classe de percussão, aos 14 entra para a Escola Profissional de Música de Espinho, também na classe de percussão, e aos 16 anos ingressa na ESPROARTE. Integrou a Orquestra de Sopros da Academia de Artes de Chaves e atualmente, para além de baterista d'Os Clássicos, é também Chefe de Naipe de Percussão na BrassBand portuguesa, na Orquestra Clássica Transmontana e na Escola Profissional de Artes de Mirandela.

O terceiro e último membro dos clássicos é o Trompetista Leandro Martins. Nasceu em pleno verão de 1999, contudo a sua história com o trompete tem início apenas em 2007, ano em que entra para a Banda Marcial de Murça para tocar esse mesmo instrumento. Três anos depois é selecionado para a vaga de violino na Orquestra Geração (atualmente denominada Orquestra Energia) de Murça, através da qual realizou diversas formações e concertos em cidades tão díspares quanto Porto, São Paulo ou Paris.

Um ano depois preenche uma das vagas disponíveis na ESPROARTE para trompete, mantendo ainda hoje os estudos com o professor Maciel Matos. Os anos seguintes seriam de grandes desafios musicais: em 2014 é convidado a integrar a DogmaBrassBand e, dois anos depois, à Orquestra Clássica de Trás-os-Montes e Alto-Douro (OCTAD).

Provando que o talento não conhece idade Leandro pode hoje em dia ser visto em palco com diversos projetos musicais, sendo o principal a banda Os Clássicos.

2017 é, assim, o ano do maior desafio até agora para Os Clássicos. A banda já editou três singles através da Music For All, “Amor de Escola”, “Bom Demais” e “Dá-me a Tua Mão”, estando previsto “Primeiro Acto”, o primeiro álbum da banda, para muito breve.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 19:31
link do post | favorito

ALVARO LANCELLOTI À CONQUISTA DE PORTUGAL ESTARÁ EM LISBOA

Primeiro chegou “Balé”, single introdutório de “Canto de Marajó” (2016), o segundo disco de originais a solo de Alvaro Lancellotti. Agora chegam os palcos, o público e os aplausos que oxigenam todos os artistas.

Alvaro_Lancellotti - Tour PT

O cantor e compositor carioca tem uma longa história no Brasil: foi um dos líderes do projeto Fino Colectivo; viu o mais recente disco ser destacado por mais do que uma vez por David Byrne e recolheu excelentes críticas por todo o Brasil, sendo considerado um dos dez melhores de 2016 pelo reputado jornal “O Globo”.

Com dois discos de originais na bagagem (“O Tempo Faz a Gente Ter Esses Encantos”, de 2012, e o já citado “Canto de Marajó”)

Alvaro Lancellotti tem atuações marcadas para cidades como Portalegre, Lisboa, Leiria, Coimbra, Porto, Braga e Vila Pouca de Aguiar, sempre sob o selo da Music For All.

04.10 | Pátio da Casa, Portalegre, 22h, Entrada Livre

06.10 | Casa Independente, Lisboa, 23h, 5€

08.10 | Showcase FNAC, Leiria, 17h

11.10 | Murphy’s Irish Pub, Coimbra, 22h30

12.10 | Showcase FNAC, Sta Catarina, 18h30

13.10 | Showcase FNAC, Braga, 22h

14.10 | Club 11, Vila Pouca de Aguiar, 22h30, 2€ para Sócios e 3€ Não-Sócios

Álvaro Lancellotti só podia virar músico. Entre as influências do pai e do irmão, Ivo e Domenico Lancellotti respetivamente, do samba, boleros e dos baile funks que frequentou desde tenra idade, era impossível não se deixar conquistar por um mundo tão denso, profundo e apaixonante quanto este.

Mais tarde, tornou-se num dos pilares do Fino Coletivo, uma banda que unia de forma surpreendente compositores alagoanos e cariocas. Álvaro foi assim o vocalista de serviço nos dois álbuns da banda, “Fino Coletivo” (2007) e “Copacabana” (2010), vendo o seu talento reconhecido e o trabalho elogiado um pouco por todo o Brasil. O Fino Coletivo foi distinguido “Banda Revelação 2007” pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) e os dois discos de originais foram selecionados para os melhores dos respetivos anos pelo jornal “O Globo”.

Dois anos depois surge o desejo de caminhar a solo, mostrando ao mundo as canções que pululavam na sua mente. Da ponta dos seus dedos nasceu, assim, “O Tempo Faz a Gente Ter Esses Encantos” (2012), álbum onde se destacaram dois temas: “Sexta-feira” e “Autoajuda”. Ambas as músicas integraram a banda sonora da série “Preamar”, da reputada estação televisiva HBO, trazendo uma vez mais o reconhecimento e mérito devido a Álvaro.

Estamos já em 2014 quando Lancellotti começa a trabalhar num novo disco a solo. No entanto, por motivos diversos, o disco acabou por apenas ver a luz do dia quase dois anos depois do início dos trabalhos. “Canto de Marajó” foi gravado entre a Serra de Petrópolis, no Estúdio da Aldeia, e Copacabana, no Estúdio 707, e contou com produção do próprio Lancellotti. A restante equipa é formada por Adriano Sampaio (percussão), Daniel Medeiros (baixo), Pedro Costa (violão e guitarra) e mixagem de Mário Caldato Jr (reconhecido pelo seu trabalho com Beastie Boys, Marcelo D2, Jack Johnson, Marisa Monte, Seu Jorge, entre outros). A arte é de Alexandre Fischer que, por sua vez, utilizou o trabalho do artista uruguaio Carlos Paes Vilaró. Assim nasceu “Canto de Marajó”, trabalho seminal que Álvaro traz agora a Portugal e que o jornal “O Globo” considerou um dos dez melhores discos de 2016. Outubro será o mês em que o cantor e compositor brasileiro embarca na maior das suas aventuras até hoje: partir rumo à conquista da Europa.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 11:31
link do post | favorito


mais sobre mim
pesquisar
 
Dezembro 2017
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2

3
4
5
6
7
8
9

16

17
18
19
20
21
22
23

24
25
26
27
28
29
30

31


posts recentes

MAZGANI ANUNCIA PRIMEIRAS...

“FIREFLIES” - O AMOR SEGU...

STEVE TILSTON ATUA AO VIV...

CONGRESSO DO BOMBO REÚNE ...

MINHOTOS EM LOURES CANTAM...

BANDAS DE MÚSICA DE TODO ...

BANDAS FILARMÓNICAS DE TO...

MÄBU MARCAM ESTREIA EM PO...

BANDAS FILARMÓNICAS DESFI...

MOVIMENTO 1º DE DEZEMBRO ...

MOVIMENTO 1º DE DEZEMBRO ...

BANDAS FILARMÓNICAS DESFI...

SARGENTO APRESENTA-SE CO...

“NÃO QUERO FICAR ASSIM”, ...

O ROCK DOS STOLEN BYRDS C...

"ROTERDÃO CLUB" ESTREIA S...

GUSTAVO CASAS E A NOVA ER...

MOVIMENTO 1º DE DEZEMBRO ...

BANDAS FILARMÓNICAS DESFI...

“SALÓN, LÁGRIMAS Y DESEO”...

“MOUTHFUL OF BREAD”, A ES...

MOVIMENTO 1º DE DEZEMBRO ...

BANDAS FILARMÓNICAS DESFI...

CAMILA MASISO CHEGOU PAR...

“PRODIGAL CHILD”, A NOVA ...

LUIZ SALGADO CELEBRA DUAS...

“YOU BETTER KNOW”, A SABO...

PATRÍCIA CANDOSO AO VIVO ...

NILA BRANCO PARTILHA O SE...

“IMAGINAÇÃO”, A ODE FANTA...

INDIAN RUBBER LEVAM “PELS...

TOCADORES DE CONCERTINA J...

BANDAS FILARMÓNICAS DESFI...

BOB MASCARENHAS TRAZ UM P...

THE BANKROBBER TOMAM PORT...

PATRÍCIA CANDOSO AO VIVO ...

“WASTE” – NOVO SINGLE, N...

CAFÉ REPUBLICA – ESTREIA ...

NEM PENSE EM DUVIDAR TOUR...

KIT EDITAM EP “SÓ METADE”...

“NEM PENSE EM DUVIDAR TOU...

SOPA D’ALMA APRESENTAM EP...

“TIME MACHINE TOUR”, A ES...

CONVENTO DOS CARDAES RECE...

“TIME MACHINE TOUR”, A ES...

MINHOTOS EM LISBOA RUMAM ...

MINHOTOS VÃO A LOURES CAN...

MOLDÁVIA MOSTRA VINHOS EM...

OS CLÁSSICOS E AS INTERMI...

ALVARO LANCELLOTI À CONQU...

arquivos

Dezembro 2017

Novembro 2017

Outubro 2017

Setembro 2017

Agosto 2017

Julho 2017

Junho 2017

Maio 2017

Abril 2017

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Junho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

tags

todas as tags

links
Fazer olhinhos
blogs SAPO
subscrever feeds