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Sábado, 19 de Agosto de 2017
HILTON BARCELOS APRESENTA “CONCERTO EM DESCONCERTO”

Primeiro arrebatou o Brasil, construindo uma carreira de mais de quatro décadas. Agora é a vez de atravessar o oceano e partir à conquista de Portugal. Hilton Barcelos primeiro revelou o single “Brasileiro”, agora prepara-se para apresentar ao público nacional “Concerto Em Desconcerto”. Estas serão oportunidades únicas não só para escutar o disco “Arquétipos” como para conhecer as histórias por detrás das canções do cantor, e compositor, brasileiro.

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Estes supremos pedaços de Música Popular Brasileira (MPB) são apenas a porta de entrada para uma longa, e rica, discografia que faz dançar e pensar em igual medida. Entre temas sociais e espirituais há muito para descobrir na mais recente aposta da Music For All.

“Concerto Em Desconcerto” será apresentado nas seguintes datas:

08.09 | Casa das Artes, Porto, 17h, 5€

Hilton Barcelos é um compositor, poeta, arranjador, performer, diretor de espetáculos e intérprete brasileiro que se revela um músico e produtor instigante e diferenciado. As suas influências vão da Soul Music ao Rock Progressivo, passando pelos ritmos orientais, Bossa Nova, Jazz, World Music, guarianias, polcas e a Música Popular Brasileira, algo que o torna um homem do mundo e que leva a sua música ainda mais longe. Nas suas criações encontraremos temas sociais, espirituais e as paixões humanas, chegando assim às mentes, e aos corações, de quem ouve.

O seu percurso é longo e rico, tendo inúmeros feitos e notas dignas de destaque. Estreou-se no mundo da música em 1976, venceu um festival de música e começou a afirmar-se enquanto compositor. Mas foi apenas em 1982 que lançou o seu primeiro álbum, “Confissões de um Retrato Falado”. Cinco anos mais tarde integra o “Projecto Pixinguinha” e participa em concertos desde o Rio de Janeiro ao Nordeste do Brasil juntamente com Luiz Melodia, Sandra de Sá, Carlos Lyra, Rosa Marya Colin, Andréa Daltro, Mácleim, Jorge Helder, Evaldo Robson e grandes instrumentistas.

O próximo capítulo da sua carreira tem início em 1990, com o lançamento do LP “Arquétipos”. Aí mostra uma sonoridade moderna e intemporal, surpreendendo tudo e todos. Sete anos depois produz o livro “Nas Águas do Verbo”, onde é possível encontrar poesia e monólogos apresentados de forma gráfica e com desenhos.

O seu terceiro lançamento acontece em 1998, data em que edita o álbum “Olhos de Luz” onde contou com a participação de grandes instrumentistas brasileiros. Um ano depois volta á literatura ao ser o responsável pela direção artística e produção do livro de poemas “Palavras de Fogo”, de Lyra Barcelos. Em 2000 compõe a letra “Ginga Sem Fronteira” em homenagem a Airto Moreira, seu parceiro musical, para o seu álbum “Homeless”

A partir de 2002 começa a fase mais intensa do seu percurso. Em 2002 revisita o disco “Arquétipos”, reeditando-o e adicionando-lhe alguns temas inéditos assim como a participação com artistas de renome internacional. Em 2006 idealiza e produz o songbook “Música Feita no Paraná”, contendo 100 partituras, letras e biografias de mais de sessenta compositores que fizeram história. Apenas um ano depois edita um novo songbook, “Além das Pérolas”, onde podemos encontrar partituras, letras de músicas, poemas e parte do seu próprio material artístico. O ano de 2009 traz consigo um terceiro songbook, “Nas Trilhas do Tempo”, com partituras, poemas e letras próprias e o de 2010 uma a coletânea “In the Paths of Time”, através do selo alemão Boodsugar Records.

Em 2015 vê dois temas seus, “Hombre Niño” e “Soplo de Amor” serem gravados em parceria com Carlitos Ayala (Doc Ayala). Nota ainda para um terceiro tema, “Piraquara” da autoria de Hilton Barcelos, que também foi interpretado por Carlitos neste álbum que conta com a participação de grandes músicos paraguaios e arranjos do pianista e maestro Carlos Centurion Sant’anna. E assim, como que num sopro de vida, chegamos ao presente. Chegamos ao momento em que Hilton trabalha e compõe temas inéditos que, muito em breve serão editados, e onde dá o derradeiro passo de afirmação no continente europeu.

Embora tenha estado ao longo dos anos por diversas vezes na Europa, e por cá tenha divulgado a sua obra através de parcerias e espetáculos, este é o momento em que mais se dará a conhecer ao público português.

Começou por lançar um single, “Brasileiro”, apostando agora num conceito inovador e surpreendente intitulado “Concerto em Desconcerto”. Com este espetáculo vai percorrer os palcos nacionais, apresentando o álbum “Arquétipos” mas também contando as histórias por detrás das canções. A plateia tem liberdade para abordar o cantor e colocar as suas questões, contribuindo assim para uma apresentação com caráter didático e interativo que permite a aproximação do público com a arte.

É caso para dizer: 2017 é um ano que promete, que o diga Hilton Barcelos! Apertem os cintos e preparem-se para o voo!

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publicado por Carlos Gomes às 08:23
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Quinta-feira, 17 de Agosto de 2017
BALBA ANUNCIAM 1º CONCERTO DA “QUE LA FÊTE COMMENCE! TOUR”

Rock, festa e uma boa dose de loucura e talento. É assim que se cria a equação que melhor define os Balba. A banda brasileira estreou-se perante o público nacional com o single “I am The Party” e anuncia agora a primeira de quatro datas da “Que La Fête Commence! Tour” em conjunto com a Music For All.

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A magia do rock conquistará Lisboa pelas 23h30 do dia 27 de Setembro num dos grandes palcos da capital: o Tokyo! O trio carioca caminha na dura estrada do rock com o seu indie rock dançante, privilegia a língua inglesa e busca inspiração em nomes do calibre e abrangência de Oasis, Rolling Stones, The Doors ou Muse.

Conheçam o primeiro local e data confirmado para a digressão:

27.09 | Tokyo, Lisboa, 23h30, 5€

Na música como na vida nada de belo se atinge sem sintonia, química e talento. Ora a quem não faltam estes três componentes é ao trio Dig Obadia (vocalista), Dav Obadia (baterista) e Dan J (baixista). Os três músicos e compositores cariocas uniram-se em 2012 e, inspirados nas influências que os moviam e fascinavam, começaram a perseguir o derradeiro sonho: tornar as composições próprias, até aí guardadas na gaveta, admiradas em todo o mundo.

Para tal criaram a sua própria banda a que deram o nome de Balba! O trio assumia, assim, a árdua tarefa de seguir as pisadas de nomes do calibre de Rolling Stones, The Doors, Oasis ou Muse. Às suas criações aplicaram a língua inglesa, quebrando assim as barreiras linguísticas que, tantas vezes, nos separam dos povos espalhados pelo mundo fora.

Em 2013 chegou às bancas “Heart Abstract”, álbum independente onde constava a faixa “A Heart to Unfold”. Este tema recolheu elogiosas críticas internacionais, tendo mesmo sido uma das 28 faixas de todo o planeta a ser integrada na coletânea “Unite”.

No ano seguinte surgiu o EP “Is There Anything She Would Die For”, registo apresentado ao grande público através do viciante “One May Army”. Mais um ano se passou, mais novidades surgiram para os Balba: primeiro o videoclip da música “Bad Things Happen To Us All” na programação do canal Multishow, depois o videoclip de “A Heart To Unfold” no canal WooHoo.

E como os Balba não param 2016 também foi ano de novidades: “I’am The Party”, segundo disco de originais do conjunto brasileiro, conheceu finalmente a luz do dia! Nota para o facto deste trabalho ter sido produzido por Pedro Garcia, baterista da banda Planet Hemp e que já gravou com nomes como Arnaldo Antunes, BNegão ou Clarice Falcão.

Nestes cinco anos de vida os Balba já acumulam vitórias e conquistas tendo, por exemplo, sido transmitidos em rádios de cidades como Londres, Boston, Munique ou Camberra. Para o futuro os objetivos são mais do que muitos. Afirmam querer “explodir do Rio de Janeiro a Tóquio” não sendo, por isso, de estranhar que 2017 tenha trazido não só o single de apresentação ao público português, “I am The Party”, como também a estreia nos palcos nacionais através da “Que La Fête Commence! Tour”, promovida pela Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 21:37
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Segunda-feira, 14 de Agosto de 2017
HILTON BARCELOS APRESENTA “CONCERTO EM DESCONCERTO”

Primeiro arrebatou o Brasil, construindo uma carreira de mais de quatro décadas. Agora é a vez de atravessar o oceano e partir à conquista de Portugal. Hilton Barcelos primeiro revelou o single “Brasileiro”, agora prepara-se para apresentar ao público nacional “Concerto Em Desconcerto”. Estas serão oportunidades únicas não só para escutar o disco “Arquétipos” como para conhecer as histórias por detrás das canções do cantor, e compositor, brasileiro.

Hilton_Barcelos - Promo.jpg

Estes supremos pedaços de Música Popular Brasileira (MPB) são apenas a porta de entrada para uma longa, e rica, discografia que faz dançar e pensar em igual medida. Entre temas sociais e espirituais há muito para descobrir na mais recente aposta da Music For All.

“Concerto Em Desconcerto” será apresentado nas seguintes datas:

08.09 | Casa das Artes, Porto, 17h, 5€

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Hilton Barcelos é um compositor, poeta, arranjador, performer, diretor de espetáculos e intérprete brasileiro que se revela um músico e produtor instigante e diferenciado. As suas influências vão da Soul Music ao Rock Progressivo, passando pelos ritmos orientais, Bossa Nova, Jazz, World Music, guarianias, polcas e a Música Popular Brasileira, algo que o torna um homem do mundo e que leva a sua música ainda mais longe. Nas suas criações encontraremos temas sociais, espirituais e as paixões humanas, chegando assim às mentes, e aos corações, de quem ouve.

O seu percurso é longo e rico, tendo inúmeros feitos e notas dignas de destaque. Estreou-se no mundo da música em 1976, venceu um festival de música e começou a afirmar-se enquanto compositor. Mas foi apenas em 1982 que lançou o seu primeiro álbum, “Confissões de um Retrato Falado”. Cinco anos mais tarde integra o “Projecto Pixinguinha” e participa em concertos desde o Rio de Janeiro ao Nordeste do Brasil juntamente com Luiz Melodia, Sandra de Sá, Carlos Lyra, Rosa Marya Colin, Andréa Daltro, Mácleim, Jorge Helder, Evaldo Robson e grandes instrumentistas.

O próximo capítulo da sua carreira tem início em 1990, com o lançamento do LP “Arquétipos”. Aí mostra uma sonoridade moderna e intemporal, surpreendendo tudo e todos. Sete anos depois produz o livro “Nas Águas do Verbo”, onde é possível encontrar poesia e monólogos apresentados de forma gráfica e com desenhos.

O seu terceiro lançamento acontece em 1998, data em que edita o álbum “Olhos de Luz” onde contou com a participação de grandes instrumentistas brasileiros. Um ano depois volta á literatura ao ser o responsável pela direção artística e produção do livro de poemas “Palavras de Fogo”, de Lyra Barcelos. Em 2000 compõe a letra “Ginga Sem Fronteira” em homenagem a Airto Moreira, seu parceiro musical, para o seu álbum “Homeless”

A partir de 2002 começa a fase mais intensa do seu percurso. Em 2002 revisita o disco “Arquétipos”, reeditando-o e adicionando-lhe alguns temas inéditos assim como a participação com artistas de renome internacional. Em 2006 idealiza e produz o songbook “Música Feita no Paraná”, contendo 100 partituras, letras e biografias de mais de sessenta compositores que fizeram história. Apenas um ano depois edita um novo songbook, “Além das Pérolas”, onde podemos encontrar partituras, letras de músicas, poemas e parte do seu próprio material artístico. O ano de 2009 traz consigo um terceiro songbook, “Nas Trilhas do Tempo”, com partituras, poemas e letras próprias e o de 2010 uma a coletânea “In the Paths of Time”, através do selo alemão Boodsugar Records.

Em 2015 vê dois temas seus, “Hombre Niño” e “Soplo de Amor” serem gravados em parceria com Carlitos Ayala (Doc Ayala). Nota ainda para um terceiro tema, “Piraquara” da autoria de Hilton Barcelos, que também foi interpretado por Carlitos neste álbum que conta com a participação de grandes músicos paraguaios e arranjos do pianista e maestro Carlos Centurion Sant’anna. E assim, como que num sopro de vida, chegamos ao presente. Chegamos ao momento em que Hilton trabalha e compõe temas inéditos que, muito em breve serão editados, e onde dá o derradeiro passo de afirmação no continente europeu.

Embora tenha estado ao longo dos anos por diversas vezes na Europa, e por cá tenha divulgado a sua obra através de parcerias e espetáculos, este é o momento em que mais se dará a conhecer ao público português.

Começou por lançar um single, “Brasileiro”, apostando agora num conceito inovador e surpreendente intitulado “Concerto em Desconcerto”. Com este espetáculo vai percorrer os palcos nacionais, apresentando o álbum “Arquétipos” mas também contando as histórias por detrás das canções. A plateia tem liberdade para abordar o cantor e colocar as suas questões, contribuindo assim para uma apresentação com caráter didático e interativo que permite a aproximação do público com a arte.

É caso para dizer: 2017 é um ano que promete, que o diga Hilton Barcelos! Apertem os cintos e preparem-se para o voo!

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publicado por Carlos Gomes às 19:31
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RITCHAZ CABRAL REVELA VIDEOCLIP PARA “UM SO NASON”

Verão, essa época marcada pela temperatura abrasadora, pelo sorriso constante no rosto e pelo desejo incontrolável de dançar bem próximo de quem nos arrebata o coração. Ora Ritchaz Cabral, nome maior da música e cultura cabo-verdiana, aproveitou a elevada dose de paixão que anda no ar para revelar o escaldante videoclip oficial do tema “Um So Nason”.

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Este é o segundo tema extraído do EP “Mal Famadu” sendo mais um dos temas marcadamente influenciados pelas origens africanas e, em particular, cabo-verdianas de Ritchaz Cabral. E é ao ritmo de uma leve brisa lusitana, mesclando ritmos e sonoridades de diferentes proveniências que é revelada a mais recente novidade da Music For All.

Ricardo Cabral, de nome artístico Ritchaz Cabral, nasceu em Lisboa, no profícuo ano de 1988, e é filho de pais cabo-verdianos, imigrantes em Portugal há várias décadas. Com apenas 13 anos, começa a dar os seus primeiros passos na música.

O passaporte para aquilo que, anos mais tarde, se transformaria na sua vida profissional foi um velho gravador de cassetes, propriedade do seu progenitor, e um microfone inventado e construído pelo próprio utilizando pequenas colunas modificadas. Na altura, cantava letras conhecidas de autores cabo-verdianos e gravava brincadeiras com as irmãs e amigos.

Entre 2003 e 2012, fez parte da dupla Ritchaz & Keky que se apresentava com uma sonoridade mestiça onde o Kuduro se encontrava com a Kizomba e onde o Techno e o Reggae se fundiam com o Funaná e o Hip-Hop, num autêntico caldeirão de influências e sonoridades. A partir de 2007, a dupla trabalhou com a agência cultural Filho Único (Lisboa), com quem tiveram atuações regulares dentro e fora do país e através da qual participaram na coletânea de CD’s Novos Talentos da Fnac e da Antena 3 (2008).

Entre 2009 e 2011, Ritchaz frequenta dois cursos relacionados com a criatividade, produção e marketing musical na Restart (Lisboa), passando a fazer com frequência trabalhos de gravação, produção, mistura e masterização de música para diversos artistas na Europa e África. Nascia assim uma faceta diferente e complementar na carreira de Ritchaz Cabral!

Em 2011, e nos dois anos que se seguiram, Ritchaz integrou a banda de Reggae Luso United, sediada na Amadora, assumindo-se como teclista.

Paralelamente, o artista envolve-se em diferentes projetos ligados à música. Foi co-criador do Estúdio SomGráfico (estúdio de música comunitário), no bairro Outurela (Oeiras), juntamente com outros amigos e músicos; deu aulas de viola na escola básica local; e fez a co-produção e o lançamento do álbum musical independente Proghetto, que contou com a presença de vários artistas.

Em 2012, o artista junta-se ao grupo Raboita como vocalista, guitarrista e baixista. É nesta altura que passa a ter mais contacto com a música tradicional de Cabo Verde, adicionando ao seu leque de sonoridades as Mornas, Batukus, Funanás, Coladeiras e Mazurcas.

Chegamos, enfim, a 2014. Esta foi a altura em que Ritchaz decidiu dedicar-se a uma carreira a solo, começando a preparar aquele que se tornaria no seu primeiro EP. Neste trabalho são bem audíveis as suas raízes cabo-verdianas através dos Funanás lentos, dos Batuques com letras que retratam a simplicidade da vida e os valores do amor e respeito assim como os temas de cariz social, vertente que Ritchaz sempre prezou bastante. Em simultâneo, Ritchaz integra o grupo Skopeofonia, um projeto de investigação académica em Etnomusicologia, da Universidade de Aveiro com a Fundação para a Ciência e Tecnologia, que tem recolhido e analisado as práticas musicais no bairro da Cova da Moura, na Amadora.

É por entre um leve sorriso, um ritmo quente e pegadiço e uma letra que nos transporta para as sinceras e profundas paisagens africanas que encontramos este primeiro trabalho de Ritchaz Cabral. O menino que Portugal viu nascer e crescer é hoje um homem que não esquece as suas origens, homenageando-as em “Mal Famadu”, o seu primeiro EP a solo.


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publicado por Carlos Gomes às 16:19
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Domingo, 13 de Agosto de 2017
OEIRAS JUNTA TOCADORES DE CONCERTINA EM VILA FRIA

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publicado por Carlos Gomes às 11:18
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Sexta-feira, 11 de Agosto de 2017
CAFÉ REPÚBLICA, “UM” TALENTO EM ESTADO PURO

Do Rio de Janeiro chega-nos um projeto muito particular da cena musical brasileira. Assinam com o peculiar nome de Café República, são irreverentes e criativos q.b e preparam-se para tomar Portugal de assalto!

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A estreia acontece com “Um”, primeiro single do próximo álbum da banda, uma cativante criação onde uma apurada letra convive com elementos pop, rock alternativo e neo-psicadélicos. A Music For All tem o prazer de promover mais um grande nome internacional que, já no próximo mês de Outubro, se prepara para uma digressão pelos palcos portugueses.

A banda Cafe Republica teve origem em 2011 no Rio de Janeiro. É composta por 5 membros, Octavio Peral (voz, guitarra), Anderson Ferreira (teclado, sintetizador, voz), Ygor Xavier (guitarra), Juca Sodré (baixo) e Barbanjo Reis (bateria).

Com influências neo-psicalédicas e rock alternative, a banda caracteriza-se por inesperadas mudanças de ritmo, onde se demarcam por guitarras em phaser, synths violentos e vocais em camadas de delay e reverbs.

2013 foi o ano do primeiro lançamento de dois singles, o “Dancing Around” e “Time Ma-chine”. Em setembro de 2014, lançaram o seu primeiro EP intitulado “Sweet Dive in Turtle’s Land”.

Após uma reação positive do primeiro EP, a banda subiu para um patamar mais Maduro, sem esquecer a influência alternativa e psicadélica. Em 2016 foi lançado o Segundo EP, "Ludere Occultant", com arranjos que se movem para ondas psicadélicas e progressivas de bandas como The Doors, Pink Floyd, Tame Impala e Os Mutantes.

No início de 2017, a banda lançou o disco instrumental “interlúcido”. Originado segundo vivências em estúdio no período de preparação para o seu primeiro álbum, está para breve a chegada do primeiro trabalho físico ainda neste ano decorrente. O EP tem influências de estilo brasileiro com variações entre o progressive, o ambiente, o experimental e o noise.


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publicado por Carlos Gomes às 15:06
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Sábado, 5 de Agosto de 2017
"DON'T CARE", A PODEROSA ESTREIA DE BEA

A Music For All orgulha-se de apresentar aquela que promete ser a próxima sensação da música nacional. Depois de lançar o seu primeiro single "Don't Care", BEA chega agora com o videoclip de estreia! Esta é uma autêntica onda de rebeldia e festa mergulhada numa sonoridade pop, r&b e soul, criando uma identidade marcada pela atitude, poder e sensualidade.

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A cantora revela-se ao público português num tema que antecipa a edição do seu EP de Estreia, com edição marcada para o último trimestre de 2017.

Chama-se Bea e tem 25 anos. É apaixonada por música, fotografia, por comunicação e a indústria da moda. Descreve-se como uma pessoa decidida, organizada/metódica, tolerante e compreensiva, e é ambiciosa enquanto líder de trabalho. Este é o perfil da nova aposta nacional da Music For All.

Desde muito nova começou por ouvir Alicia Keys, Aretha Franklin, Stevie Wonder, Dionne Warwick entres outros grandes nomes da música Soul que despertaram os seus sentidos para o universo da música. Também se apaixonou pelos artistas Pop e R’n’b como JoJo, Destiny’s Child, Ciara, Cassie, Ne-Yo, Mario e deixou-se levar pelo efeito inebriante que a música teve sobre si.

Iniciou o seu percurso no Conservatório de Música onde teve aulas de piano e educação musical durante um ano. Seguidamente começou por compor as próprias canções, na escola de música Valentim de Carvalho, onde pela primeira vez teve aulas de voz e de guitarra.

Aos 18 anos surge uma mudança radical na sua vida. Mudou-se para Londres onde lhe ofereceram a oportunidade de emprego nos estúdios EMI Records, tendo ganho um lugar numa universidade de música. É então tempo de regressar a Portugal e apostar definitivamente na sua carreira no país que a viu nascer.

É nesta fase que escreve, e grava, o seu primeiro single. Com influências Pop, mas nunca descurando os territórios da soul e do r&b surge “Don’t Care”, poderoso tema com que se apresenta pela primeira vez ao público nacional. Ainda para 2017 está marcada a edição do EP de estreia através do selo da Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 22:22
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CAMÕES À DESCOBERTA DE PORTUGAL – DIGRESSÃO NACIONAL

“Até o eterno termina / num momento que não se imagina”. Quem o diz é Camões, o cantor e compositor brasileiro, que se apresentou ao público nacional com os temas “Anilina” e “Nova Aurora”. Estas são criações onde a riqueza da língua portuguesa se deita numa suave e bem urdida cama de sonoridades pop, rock e eletrónica, concebendo um estilo inconfundível.

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A sua estreia nos palcos nacionais vai levá-lo a um showcase intimista imperdível na FNAC Almada (29/07), mas também aos encantos de Évora (02/08), Vendas Novas (03.08), Freamunde (04/08) e Marco de Canaveses (06/08) local onde vai ser cabeça de cartaz da primeira edição do Hitchfest! Camões pode não viver para sempre mas, graças à Music For All a sua obra não mais será esquecida pelos fãs portugueses.

Conheçam os locais e as datas confirmadas até ao momento:

02.08 | Espaço Mói-te, Évora, 22h, 3€

03.08 | Espaço Tech, Vendas Novas, Entrada Livre

04.08 | Espaço A, Freamunde, 23h, 3€

05.08 | Espaço Ribeirinho Festival Soundville 2017, 22h30, Entrada Livre

06.08 | Hitchfest, Marco de Canaveses, 18h, (Donativo)

Camões, nome histórico e com o qual todos os portugueses têm uma ligação umbilical. É um dos nossos maiores símbolos, um daqueles guerreiros imponentes que contribuiu decisivamente para o país que somos hoje. Mas, e porque há sempre um “mas”, Camões é muito mais do que isso. Camões…também pode ser música, inovação e experimentação. E é desse Camões, o Paulo Camões, que falaremos agora.

Começou a compor ainda na adolescência, dedicando-se à guitarra e transparecendo desde logo as influências da música brasileira e da alma do rock. A busca de uma identidade artística acompanhou o seu amadurecimento, desde algumas gravações independentes até à sua primeira banda, “Os Lusíadas”.

Mas foi no EP “Cupim” que Camões deu verdadeiramente nas vistas. Aliado ao produtor Bernardo Pauleira, um dos nomes mais importantes da cena independente no Rio de Janeiro, o cantor aliou a guitarra aos beats eletrónicos, criando canções como “Segredo” ou “Bem-Estar”. Ao som tipicamente brasileiro juntou uma batida universal, levando uma vez mais Camões a mares nunca antes navegados.

Ciente das potencialidades da sua sonoridade aventura-se naquele que se tornaria no seu primeiro trabalho a solo. Inspirando-se em nomes tão distintos e reputados como HONNE, Breakbot, Great Good Fine Ok, ou Whitest Boy Alive nascia, no verão de 2016, o EP “Anilina”.

Mas como diz o ditado, “novo ano vida nova”! Ou melhor: música nova, se estivermos a falar de Camões. Ao terceiro mês de 2017 chega, finalmente, a mais recente criação de Paulo, “Nova Aurora”. Este é um tema baseado em Santa, senhora que marcou a sua vida e à qual decidiu prestar uma justa homenagem. O videoclip foi gravado na localidade de Nova Aurora e retrata a festa de comemoração do quinquagésimo oitavo aniversário de Santa, uma ocasião tão especial e marcante e se tornou inesquecível para todos os presentes. 

Camões regressa assim às gravações de forma emotiva, prometendo mais novidades para breve e anunciando uma digressão por Portugal para o próximo verão! Agosto será o mês em que o trovador regressa para os merecidos aplausos do público nacional.


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publicado por Carlos Gomes às 14:21
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Quinta-feira, 3 de Agosto de 2017
CAFÉ REPÚBLICA, “UM” TALENTO EM ESTADO PURO

Do Rio de Janeiro chega-nos um projeto muito particular da cena musical brasileira. Assinam com o peculiar nome de Café República, são irreverentes e criativos q.b e preparam-se para tomar Portugal de assalto!

Cafe_Republica_Promo.jpg

A estreia acontece com “Um”, primeiro single do próximo álbum da banda, uma cativante criação onde uma apurada letra convive com elementos pop, rock alternativo e neo-psicadélicos. A Music For All tem o prazer de promover mais um grande nome internacional que, já no próximo mês de Outubro, se prepara para uma digressão pelos palcos portugueses.

A banda Cafe Republica teve origem em 2011 no Rio de Janeiro. É composta por 5 membros, Octavio Peral (voz, guitarra), Anderson Ferreira (teclado, sintetizador, voz), Ygor Xavier (guitarra), Juca Sodré (baixo) e Barbanjo Reis (bateria).

Com influências neo-psicalédicas e rock alternative, a banda caracteriza-se por inesperadas mudanças de ritmo, onde se demarcam por guitarras em phaser, synths violentos e vocais em camadas de delay e reverbs.

2013 foi o ano do primeiro lançamento de dois singles, o “Dancing Around” e “Time Ma-chine”. Em setembro de 2014, lançaram o seu primeiro EP intitulado “Sweet Dive in Turtle’s Land”.

Após uma reação positive do primeiro EP, a banda subiu para um patamar mais Maduro, sem esquecer a influência alternativa e psicadélica. Em 2016 foi lançado o Segundo EP, "Ludere Occultant", com arranjos que se movem para ondas psicadélicas e progressivas de bandas como The Doors, Pink Floyd, Tame Impala e Os Mutantes.

No início de 2017, a banda lançou o disco instrumental “interlúcido”. Originado segundo vivências em estúdio no período de preparação para o seu primeiro álbum, está para breve a chegada do primeiro trabalho físico ainda neste ano decorrente. O EP tem influências de estilo brasileiro com variações entre o progressive, o ambiente, o experimental e o noise.


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publicado por Carlos Gomes às 21:05
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Quarta-feira, 2 de Agosto de 2017
ED CURTIS E O SEU NOVO, E ARREBATADOR, ÁLBUM “MY OWN TIME”

Ed Curtis, o cantor chileno que insiste em nos encantar com a sua voz doce e apaixonada, está de regresso! Depois de dois singles, “Watching You Go” e “All That I Do”, finalmente chega até nós o tão prometido álbum de estreia.

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“My Own Time” navega nas luzidias águas onde a corrente indie pop e indie rock se encontram, criando uma sonoridade que não deixa ninguém indiferente! Diretamente de Santiago do Chile para o mundo chegam-nos nove faixas já disponíveis nas principais plataformas digitais, como Amazon, Google Play, iTunes ou The Store, sob o selo da Music For All.

Ed Curtis é um cantautor natural de Santiago do Chile que começou a tocar nos anos 90. Depois de passar por várias bandas enquanto guitarrista e compositor, fixou residência em Berlim de forma a preparar o seu primeiro trabalho a solo numa óptica indie rock/pop maioritariamente influenciada pelo movimento da Britpop de meados da década de 90 e por bandas como Oasis ou Travis.

Em Setembro de 2014 o músico começou a tocar no circuito ao vivo para cantautores nos principais bares de Berlim e de Outubro a Dezembro Ed começou as gravações do seu primeiro EP, “Haunting Feelings”, na Makers Factory de Berlim, trabalho que incluía cinco originais em versões acústicas. O EP foi lançado nas principais lojas online em Fevereiro do ano seguinte.

Depois da experiência em Berlim, o músico regressou à América do Sul, onde se dedicou a escrever novas canções e a preparar material para o seu primeiro álbum na companhia do produtor argentino Hernán De Micheli no Sonorico Studio, em Buenos Aires. Da parceria criativa de três meses naceu em Setembro de 2015 um segundo EP, “Watching You Go”.

Actualmente Ed Curtis reside em Buenos Aires, tendo concluído os trabalhos do seu primeiro álbum de longa duração, “My Own Time”. Graças ao apoio da Music For All o disco já está disponível nas principais plataformas e lojas digitais.


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publicado por Carlos Gomes às 14:16
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Sábado, 29 de Julho de 2017
ED CURTIS E O SEU NOVO, E ARREBATADOR, ÁLBUM “MY OWN TIME”

Ed Curtis, o cantor chileno que insiste em nos encantar com a sua voz doce e apaixonada, está de regresso! Depois de dois singles, “Watching You Go” e “All That I Do”, finalmente chega até nós o tão prometido álbum de estreia.

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“My Own Time” navega nas luzidias águas onde a corrente indie pop e indie rock se encontram, criando uma sonoridade que não deixa ninguém indiferente! Diretamente de Santiago do Chile para o mundo chegam-nos nove faixas já disponíveis nas principais plataformas digitais, como Amazon, Google Play, iTunes ou The Store, sob o selo da Music For All.

Ed Curtis é um cantautor natural de Santiago do Chile que começou a tocar nos anos 90. Depois de passar por várias bandas enquanto guitarrista e compositor, fixou residência em Berlim de forma a preparar o seu primeiro trabalho a solo numa óptica indie rock/pop maioritariamente influenciada pelo movimento da Britpop de meados da década de 90 e por bandas como Oasis ou Travis.

Em Setembro de 2014 o músico começou a tocar no circuito ao vivo para cantautores nos principais bares de Berlim e de Outubro a Dezembro Ed começou as gravações do seu primeiro EP, “Haunting Feelings”, na Makers Factory de Berlim, trabalho que incluía cinco originais em versões acústicas. O EP foi lançado nas principais lojas online em Fevereiro do ano seguinte.

Depois da experiência em Berlim, o músico regressou à América do Sul, onde se dedicou a escrever novas canções e a preparar material para o seu primeiro álbum na companhia do produtor argentino Hernán De Micheli no Sonorico Studio, em Buenos Aires. Da parceria criativa de três meses naceu em Setembro de 2015 um segundo EP, “Watching You Go”.

Actualmente Ed Curtis reside em Buenos Aires, tendo concluído os trabalhos do seu primeiro álbum de longa duração, “My Own Time”. Graças ao apoio da Music For All o disco já está disponível nas principais plataformas e lojas digitais.


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publicado por Carlos Gomes às 05:00
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Segunda-feira, 24 de Julho de 2017
AMADORA JUNTA TOCADORES DE CONCERTINA

A cidade da Amadora recebeu ontem mais um encontro de tocadores de concertina organizado pelo Rancho Folclórico Alegria do Minho, sediado naquele concelho dos arredores de Lisboa.

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A festa realizou-se na Sede daquele agrupamento folclórico minhoto, no antigo edifício da EPAL, Jardim das Águas Livres, localizado na Freguesia da Mina de Água, e juntou vários grupos de tocadores de concertina. E, assim, à boa maneira minhota, cantaram e dançaram ao ritmo das mais belas rapsódias do nosso folclore porque onde há minhotos há festa: há Alegria do Minho!

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 23:26
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Sexta-feira, 21 de Julho de 2017
"DON'T CARE", A PODEROSA ESTREIA DE BEA

A Music For All orgulha-se de apresentar aquela que promete ser a próxima sensação da música nacional. Dá pelo nome de BEA e estreia agora o seu primeiro single, "Don't Care". Esta é uma autêntica onda de rebeldia e festa mergulhada numa sonoridade pop, r&b e soul, criando uma identidade marcada pela atitude, poder e sensualidade.

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A cantora revela-se ao público português num tema que antecipa a edição do seu EP de Estreia, com edição marcada para o último trimestre de 2017.

Chama-se Bea e tem 25 anos. É apaixonada por música, fotografia, por comunicação e a indústria da moda. Descreve-se como uma pessoa decidida, organizada/metódica, tolerante e compreensiva, e é ambiciosa enquanto líder de trabalho. Este é o perfil da nova aposta nacional da Music For All.

Desde muito nova começou por ouvir Alicia Keys, Aretha Franklin, Stevie Wonder, Dionne Warwick entres outros grandes nomes da música Soul que despertaram os seus sentidos para o universo da música. Também se apaixonou pelos artistas Pop e R’n’b como JoJo, Destiny’s Child, Ciara, Cassie, Ne-Yo, Mario e deixou-se levar pelo efeito inebriante que a música teve sobre si.

Iniciou o seu percurso no Conservatório de Música onde teve aulas de piano e educação musical durante um ano. Seguidamente começou por compor as próprias canções, na escola de música Valentim de Carvalho, onde pela primeira vez teve aulas de voz e de guitarra.

Aos 18 anos surge uma mudança radical na sua vida. Mudou-se para Londres onde lhe ofereceram a oportunidade de emprego nos estúdios EMI Records, tendo ganho um lugar numa universidade de música. É então tempo de regressar a Portugal e apostar definitivamente na sua carreira no país que a viu nascer.

É nesta fase que escreve, e grava, o seu primeiro single. Com influências Pop, mas nunca descurando os territórios da soul e do r&b surge “Don’t Care”, poderoso tema com que se apresenta pela primeira vez ao público nacional. Ainda para 2017 está marcada a edição do EP de estreia através do selo da Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 11:40
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Quinta-feira, 20 de Julho de 2017
SALMAR APRESENTA“INQUIETAÇÃO”AO VIVO NAS LOJAS FNAC

Depois de dar a conhecer ossingles“Invade-me a Alma” e “Inventar o Teu Amor”, Salmar apresenta agora o seu novo álbum ao vivo, num registo intimista, nas lojas FNAC. Com uma sonoridade pop, letras profundas e sentimentais e uma voz que conquista e apaixona, o cantautor sobe finalmente a palco para mostrar ao vivo todo o seu talento. 

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O álbum“Inquietação”,é composto por doze temas originais que nos levam desde asprofundezas do mar até uma outra dimensão. Num formato harmonioso e apaixonante,o registo de estreia do artista já se encontra disponível nas principais plataformas digitais como selo da Music For All.

Conheçam as datas:

  22.07 | FNAC @ Vasco da Gama, Lisboa, 17h

 30.07 | FNAC @ Alfragide, Lisboa, 17h

 02.09|FNAC @ Almada, Lisboa, 17h

Nasceu sob o nome de Filipe Ferreira, mas é como Salmar que sobe a palco. Sempre sentiu a música como uma extensão de si mesmo, uma forma alternativa de comunicar e expressar os seus pensamentos, actos e desejos.

Cedo se tornou adquirido que seguiria pelo atribulado, e emocionante, trilho que pode ser o mundo da música. Na hora de escolher um nome artístico honrou a terra que o viu nascer, Peniche e, acima de tudo, a forte ligação ao mar. Não é, portanto, ao acaso que hoje o chamamos de Salmar!

Passada uma década e meia e mais de quinhentos concertos por todo o país tomou uma decisão: apostaria verdadeiramente na sua carreira a solo. Consolidou, assim, o desejo e a promessa de escrever, compor e cantar temas seus e só seus.

A consequência natural desta resolução é o lançamento dos singles “Invade-me a Alma” e “Inventar o Teu Amor”, temas que nos conquistam suavemente e nos introduzem ao primeiro álbum do músico – “Inquietação”. 2017 é o ano em que Salmar dá o salto rumo ao infinito.


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publicado por Carlos Gomes às 10:17
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DANIEL MOON APRESENTA“BE DIFFERENT”AO VIVO NAS FNAC

Depois de dar a conhecer os seus exitos “Give More” e “Be Different”, Daniel Moon apresenta agora o seu novo EP ao vivo, no registo intimista que só um showcase permite, nas FNAC lusitanas.

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O EP “Be Different”é composto por cinco temas que entram no mundo da canção pop em formato jazzístico num harmonioso diálogo de sopros, metais e teclas. O registo já está disponível nas principais plataformas digitais e tem o selo da Music For All.

Conheçam as datas:

16.07 | FNAC @ Vasco da Gama, Lisboa, 17h

22.07 | FNAC @ Alfragide, Lisboa, 17h

23.07 |FNAC @ Colombo, Lisboa, 17h

03.09 | FNAC @ Almada, Lisboa, 17h

A aventura de Daniel Moon no atribulado e exigente mundo da música inicia-se sete anos após o seu nascimento. Foi precisamente com essa tenra idade que começou a ter aulas de piano, um instrumento tão complexo quanto encantador e tão desafiante quanto versátil.

Apenas dois anos mais tarde entra na Escola de Música do Conservatório Nacional, mais concretamente para o 1º Grau. O seu esforço e paixão pela música permitiram-lhe concluir com mérito oito graus, obtendo assim o merecido, e recompensador, diploma.

É neste fase que a Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal entra na sua vida. Durante os dois anos seguintes dedica-se afincadamente ao piano e à voz, perseguindo o objectivo deentrar no Ensino Superior de Jazz. E se até então o objectivo parecia de difícil concretização tudo viria a mudar quando, em pleno ano de 2010, começa a frequentar a Licenciatura de Jazz, na Variante de Piano, na Universidade de Évora. É por entre as arrebatadoras paisagens alentejanas, e o seu característico calor, que conclui com sucesso a referida licenciatura, concretizando assim uma das suas maiores ambições pessoais.

A fase inicial da sua carreira é marcada pela participação em diversos eventos musicais. Do Dia Mundial da Voz a celebrações de matrimónios, de membro de projectos de escola a parte integrante de bandas com os seus próprios originais e até de pianista num hotel a autor de música ambiente para espaços públicos, passou por de tudo um pouco, tornando este num período fervilhante e marcado por uma aprendizagem constante. 

A recta final de 2014 marca o nascimento do seu projecto musical a solo assim como dos primeiros temas originais. O segundo mês do ano seguinte, Fevereiro de seu nome, ficará para sempre associado à gravação das suas primeiras cinco músicas, em quarteto, assim como o penúltimo mês de 2015 foi testemunha da divulgação, e promoção nas plataformas digitais, do seu EP de estreia (sendo de destacar o single “Precious Love” que conquistou mais de cinco mil visualizações no YouTube).

Dito isto chegamos ao presente e à actual fase da sua carreira: este ano assinou contracto com a Music For All e abraçou uma vez mais a composição de temas originais. Os novos temas possuem uma maior diversidade, e riqueza, instrumental eintegram o seu primeiro EP  distribuido no primeiro semestre de 2017.


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publicado por Carlos Gomes às 10:14
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Quarta-feira, 19 de Julho de 2017
“SEREI EU”, A SOLARENGA ESTREIA DOS MAL & CURA

Nada melhor do que uma boa música para acompanhar uma quente tarde de verão, certo? Os Mal & Cura que o digam, afinal de contas lançam agora o seu single de estreia, uma poderosa criação pop intitulada “Serei Eu”.

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Com uma letra descontraída mas certeira, e um sorriso omnipresente no rosto, esta é a primeira amostra do EP Digital que editarão em breve. O quarteto é a nova aposta nacional com a chancela da Music For All, estando prometidas mais novidades para muito em breve!

Diz a sabedoria popular que nada, nem ninguém, vence a força de uma amizade verdadeira. Pois os Mal & Cura, projeto que navega no grande oceano que é a sonoridade pop/rock, são a junção perfeita de talento e…amizade.

Diogo e José, amigos há mais de uma década, partilhavam a ambição de criar um projeto só seu. Depois de muitas ideias surgiu, finalmente, a ocasião perfeita: a participação de Diogo num festival.

Foi sob este pretexto que tudo começou. A dupla trabalhou em conjunto e rapidamente surgiu a primeira composição. Estava dado o pontapé de saída para aquilo que hoje conhecemos como os Mal & Cura. Foi então que a Diogo Mendes, vocalista, e José Sousa, compositor, se juntaram mais tarde Rodrigo Simões, pianista, e Mitchell Ventura, baterista.

Diogo nasceu em Torres Novas, corria o ano de 1992. Desde cedo que adorou o mundo da música: aos nove anos subiu a palco pela primeira vez, num Festival da Canção, na cidade que o viu nascer e aí apresentou um tema original, “Amigos”. A entrada para uma Banda Filarmónica permitiu-lhe um contacto mais profissional com o mundo da música tendo, inclusivamente, frequentado vários estágios de orquestra.

Aos 16 anos tudo muda, estreando-se no mundo rock. Uma sucessão de acasos afastou-o desse projeto no entanto, pouco tempo depois, o universo conspiraria a seu favor e nasceriam os Mal & Cura.

José Sousa também respira música desde que se conhece. Sempre alimentou uma ligação bastante forte com o piano no entanto, o seu primeiro contato com um instrumento musical surgiu através de um trompete. Tudo isto numa Banda Filarmónica, tal como Diogo.

Mais tarde sentiu o chamamento da composição, enveredando pela música clássica, jazz e pop. Atualmente integra a formação dos Mal & Cura ao lado de Diogo Mendes, seu amigo de infância.

Decorria o quente verão de 1995 quando nasceu Rodrigo Simões. Natural de Tomar iniciou, e concluiu, os seus estudos numa escola profissional pertencente ao Conservatório de artes Canto Firme na variedade de piano. Em 2015 participou numa masterclass de piano com a pianista Marta Menezes e frequentou a escola de jazz Villas Boas – Hotclub Portugal, também na vertente de piano, onde foi um dos alunos da professora Margarida.

Atualmente frequenta o curso de Formação Musical da Escola Superior de Artes Aplicadas (ESART), em Castelo Branco e integra os Mal & Cura.

O último membro deste quarteto dá pelo nome de Mitchell Ventura. Em 2010 iniciou-se no estudo da percussão na Sociedade Filarmónica Paialvense Manoel de Mattos. Integrou diversas bandas de garagem, projetos que lhe permitiram amadurecer e crescer musicalmente.

Desde 2015 que dá aulas de percussão na já referida Sociedade Filarmónica Paialvense Manoel de Mattos, integrando ainda uma banda Celta e os Mal & Cura.São estes os ingredientes por detrás dos Mal & Cura, o mais recente projeto nacional a integrar a Music For All. “Serei Eu” é apenas o primeiro de vários passos a acontecerem no decorrer de 2017.


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publicado por Carlos Gomes às 15:17
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“TIME MACHINE”, A ESTREIA INTERGALÁCTICA DOS ASTRONAUT IN CYBERSPACE

Naves espaciais. Seres alienígenas. E rock, muito rock. Isto é o que podemos esperar dos suecos Astronaut In Cyberspace, projeto que por entre as habituais viagens interestelares, edita agora o single “Time Machine”.

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Por entre a guitarra alada de Adam Öhrsvik, a atmosfera soturna criada pelo baixista Demba Lo e a garra do baterista Carl Resare, irrompe a voz, a guitarra e o sintetizador de Diene Faye. Esta é apenas a primeira de diversas novidades prometidas pelos Astronaut In Cyberspace para 2017, estando prevista uma digressão ibérica promovida pela Music For All.

E no início houve uma canção. “Astronaut in Cyberspace” começou por ser isso mesmo, uma canção, igual a tantas outras da autoria de Diene Faye (vocalista, guitarrista e mestre do sintetizador). A letra versava sobre um homem preso num videojogo interestelar e foi inspirada numa obra literária do autor Terry Pratchett. Por caprichos da vida o tema nunca veria a luz do dia, no entanto cumpriu a sua função: inspirou Adam Öhrsvik (guitarrista), levando lentamente este projeto musical para o tema espacial.

O duo conheceu-se em 2012 e das longas noites passadas em conjunto foram escritas, e gravadas, diversas músicas folk lo-fi. No entanto apenas no outono de 2014, momento em que as ambições do duo crescem, nasce a necessidade de levar a banda a outro patamar de qualidade. Para ajudar nessa demanda chegaram Demba Lo (baixista), amigo de longa data de Diene, e Jasper Johannesson (baterista), que haviam conhecido recentemente.

Estávamos já em 2015 quando surge o primeiro EP da banda. Neste registo homónimo constavam as primeiras composições do duo, agora interpretadas em quarteto.

O tema espacial manteve-se mas a sonoridade evoluiu, inspirando-se agora no rock alternativo dos anos 90 e em bandas como Radiohead, The Smashing Pumpkins ou Primal Scream. E assim nasceria, em meados de 2016, o LP “Aurora.exe”. Ao todo são dez os novos temas da banda, todos eles fiéis ao rock alternativo e a elementos psicadélicos. Assim parecia nascer um capítulo radioso da história dos Astronaut in Cyberspace.

No entanto o destino, sempre ele, parece ter particular prazer em delinear novas, e inesperadas, rotas. Pouco depois da edição do LP “Aurora.exe” Jesper abandona a banda e decide dedicar-se por inteiro aos estudos no estrangeiro.

Com a saída de Jesper foi necessário recuar e voltar a redefinir a estratégia. No início de 2017 inicia-se, assim, uma nova fase dos Astronaut in Cyberspace: Carl Resare (baterista) junta-se a Diene, Adam e Demba tornando uma vez mais o trio num quarteto. A sonoridade voltou a evoluir sendo atualmente descrita pela banda como “rock de alienação”.

O sucessor de “Aurora.exe” será conhecido ainda em 2017, sendo esperadas várias novidades ao longo do ano. Mas de todas as novidades a maior é mesmo a “Time Machine Tour”, digressão que se inicia na Suécia e que levará os nossos astronautas até aos palcos da Alemanha, Espanha e Portugal.

Paralelamente à digressão será também gravado um documentário intitulado, precisamente, “Time Machine Tour”. O objetivo é documentar o percurso de uma digressão no estrangeiro, ajudando assim todas as bandas/projetos que pretendam dar esse passo. As oportunidades, perigos, avisos e dicas serão, certamente, fundamentais para inúmeros artistas independentes. Marcelo Racana, reputado autor na Suécia, será o diretor e acompanhará a banda nesta digressão, a língua escolhida foi o inglês e o documentário será disponibilizado gratuitamente.

Espanha e Portugal receberão o quarteto em Outubro para uma digressão, literalmente, do outro mundo!


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publicado por Carlos Gomes às 01:07
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KADYPSLON APRESENTA “REFÚGIO” NO TOKYO

Kadypslon volta a mostrar o seu mais recente trabalho, “Refúgio”, num concerto que marca este mês de julho. Depois de apresentações nas lojas FNAC, o artista do mundo do hip hop nacional chega agora ao espaço Tokyo, em Lisboa, a 19 de julho.

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O concerto está marcado para as 24h30 com o preço de 5€, e será focado no seu primeiro longa-duração de onde já foram extraídos os singles de destaque, “Malta Perdida”, “A Cultura” e "Vida", todos com a marca Music In My Soul.

Nascido em meados dos anos 90 nos subúrbios de Lisboa, em Santo António dos Cavaleiros, Kadypslon descobriu por volta dos 14 anos a paixão pela poesia e pelo movimento hip hop. Durante cinco anos foi aperfeiçoando o seu dom juntamente com dois primos, até que decidiu emigrar, devido à falta de condições e oportunidades no seu país.

Depois de uma pequena temporada em Peterborough, em Inglaterra, e depois de quase dez anos de paragem, Kadypslon decidiu voltar a Portugal e a dedicar-se à música, agora com toda outra maturidade, garra e perspetiva.

Em 2010 gravou a sua primeira demo com seis faixas promocionais. Três anos mais tarde disponibilizaria o seu primeiro projeto, intitulado “Pandemonium”, que refletia um resumo de experiências passadas narradas na primeira pessoa. No primeiro trimestre de 2017 edita o seu primeiro longa-duração, “Refúgio”, que recolhe influências de boom bap e gravita em torno da temática da consciência urbana. Deste registo já foram extraídos os singles “Malta Perdida” e “A Cultura”.


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publicado por Carlos Gomes às 01:02
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NILA BRANCO E A HARMONIA “DEPOIS DA CHUVA”

“E depois da chuva o vento frio, veio secar meu rosto, quando eu quis chorar você sorriu”. É assim que Nila Branco apresenta, de forma harmoniosa e melódica, o seu novo single. “Depois da Chuva” integrou o álbum “Sete Mil Vezes” e é a segunda amostra do seu talento ao público português.

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A artista volta a mostrar os ritmos da Música Popular Brasileira (MPB) com a marca da Music For All, acalmando as almas mais sensíveis através de uma balada onde sobressai a voz doce e delicada.

Nila Branco nasceu e cresceu em Abaeté, Minas Gerais, mas foi em Goiás, Goiânia, que despertou a sua veia artística. A mais de 900 kms de distância do local que a viu nascer, e onde passou toda a infância, foi obrigada a recomeçar do zero. Contudo graças à sua capacidade de adaptação rapidamente fez novos amigos, começando pouco depois a desenvolver o seu lado artístico.

Começou a fazer teatro. E a pintar. E a desenhar. E, por fim mas não menos importante, a cantar. Embora se sentisse confortável em todas as áreas foi no canto que descobriu a verdadeira paixão. Estávamos na década de 90 quando ao cantar em bares e festivais acaba por dar passos importantes no início de carreira ao ganhar alguns concursos e competições locais e regionais.

Voos mais altos, e ambiciosos, passaram a ser possíveis depois da entrada de importantes colaboradores e parceiros que ajudaram a estruturar a sua carreira e projetar-se rumo ao estrelato. Em 1998 edita o seu primeiro disco de originais, homónimo, passando a fazer parte das playlists das maiores rádios de Goiânia.

A estreia de uma voz tão cintilante não passou ao lado dos mais importantes produtores e agentes da indústria musical do eixo Rio de Janeiro-São Paulo. Detentora de um registo glamoroso, onde um misto de alegria e profundidade nos conquista e arrebata, viu pouco tempo depois o seu álbum distribuído em todo o Brasil pela Paradoxx. Estava dado o pontapé de saída para aquilo que se tornaria no movimento pop/rock da capital do centro oeste.

Os anos seguintes foram de agitação e muitos acontecimentos marcantes na sua carreira. Em 2001 liderou o movimento “GO Rock”, ao lado das maiores jovens bandas de pop/rock de Goiás, promovendo um enorme concerto. Um ano depois assina contrato com a Abril Music e edita o segundo disco da sua carreira: “Parte II”. Deste registo foi extraído o tema “Diversão” que, mais tarde, viria a integrar a banda sonora de uma produção da Rede Globo, “Desejos de Mulher”. Graças a este pequeno-grande passo o Brasil rendeu-se aos talentos e encantos de Nila Branco: passou pelos principais programas televisivos a nível nacional (como Jô Soares, Altas Horas, Bem Brasil ou o canal MTV, por exemplo) e realizou uma digressão pelo país intitulada precisamente “Parte II”. Desde disco canções importantes como “Chama” e “Perdido no Supermercado” tiveram também grande destaque!

Entretanto chegamos a 2003, ao momento em que grava o álbum “Seus Olhos” com Kiko Zambianchi e vê vários dos seus temas integrarem produções da TV Record e do SBT, canais de enorme renome a nível nacional. Um ano depois surge o quarto disco do seu percurso musical: “Tudo O Que Eu Quis”.

Lançado pela editora EMI este foi um disco especial: Nila interpretou músicas de nomes como Nando Reis, Paulos Miklos, Zeca Baleiro, Lulu Santos ou Kiko Zambianchi, vendo a crítica reconhecer a mestria e inovação das suas recriações.

Por entre espetáculos em todo o país Nila grava, dois anos depois, o DVD “Nila Branco ao Vivo”. Neste registo foram incluídos os grandes sucessos dos álbuns anteriores mas também alguns temas inéditos. Foi necessário esperar quatro anos por um novo trabalho de Nila.

O sexto disco de originais, “Confidência”, foi gravado ao vivo e contou com criações de compositores como Téo Rodrigues, Thiago Guerra, Rubinho Gabba ou Nelson Motta. Este foi o trabalho em que Branco se aventura por entre mares nunca antes navegados ao recriar “Cherish”, um tema original de Madonna! O grande artista Zeca Baleiro compõe especialmente para Nila a belíssima “Farsa” que esteve em destaque em diversas estações de rádios no Brasil.

“Sete Mil Vezes” é o nome do sétimo disco de Nila. Chegou ao mercado em 2012, contendo temas inéditos da autoria da própria cantora e produção musical conjunta com Renato Faleiro. A aceitação foi tal que Branco gravou, mais tarde, o DVD “Sete Mil Vezes”: um concerto especial, na Goiânia que a viu nascer para a música, sendo o reportório composto de temas de toda a sua carreira mas também músicas inéditas. 

Nila Branco está, assim, prestes a completar duas décadas de carreira. Duas décadas marcadas por muito talento, por temas comoventes e letras profundas. Duas décadas onde Nila levou sempre o nome de Goiânia, e de Goiás, ainda mais longe, provando que há muito e bom talento nesta região do Brasil.

Em 2017 Nila volta a arriscar e a capitanear o grande barco que é a sua voz por mares culturalmente próximos mas, geograficamente bastante distantes. Portugal vai ficar a conhecer, no decorrer do presente ano, o quão doce e magnético é o talento de Nila Branco através de diversos singles promocionais. Nila Branco zarpou à conquista da Europa e Portugal será o porto com a honra de receber tão delicada intérprete.


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publicado por Carlos Gomes às 00:55
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Domingo, 16 de Julho de 2017
CAMÕES À DESCOBERTA DE PORTUGAL – DIGRESSÃO NACIONAL

“Até o eterno termina / num momento que não se imagina”. Quem o diz é Camões, o cantor e compositor brasileiro, que marca a sua vinda perante o povo português. “Anilina” e “Nova Aurora” são os singles que compõe os seus mais recentes projetos. Esta é uma criação onde a riqueza da língua portuguesa se deita numa suave e bem urdida cama de sonoridades pop, rock e eletrónica.

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Camões pode não viver para sempre mas, graças à Music For All e à digressão que o trará a Portugal já no início de agosto, a sua obra não mais será esquecida pelos fãs portugueses.

Conheçam os locais e as datas confirmadas até ao momento:

02.08 | Mói-te Bar, Évora, 22h

05.08 | Panólias Bar, Lisboa, 22h30

Camões, nome histórico e com o qual todos os portugueses têm uma ligação umbilical. É um dos nossos maiores símbolos, um daqueles guerreiros imponentes que contribuiu decisivamente para o país que somos hoje. Mas, e porque há sempre um “mas”, Camões é muito mais do que isso. Camões…também pode ser música, inovação e experimentação. E é desse Camões, o Paulo Camões, que falaremos agora.

Começou a compor ainda na adolescência, dedicando-se à guitarra e transparecendo desde logo as influências da música brasileira e da alma do rock. A busca de uma identidade artística acompanhou o seu amadurecimento, desde algumas gravações independentes até à sua primeira banda, “Os Lusíadas”.

Mas foi no EP “Cupim” que Camões deu verdadeiramente nas vistas. Aliado ao produtor Bernardo Pauleira, um dos nomes mais importantes da cena independente no Rio de Janeiro, o cantor aliou a guitarra aos beats eletrónicos, criando canções como “Segredo” ou “Bem-Estar”. Ao som tipicamente brasileiro juntou uma batida universal, levando uma vez mais Camões a mares nunca antes navegados.

Ciente das potencialidades da sua sonoridade aventura-se naquele que se tornaria no seu primeiro trabalho a solo. Inspirando-se em nomes tão distintos e reputados como HONNE, Breakbot, Great Good Fine Ok, ou Whitest Boy Alive nascia, no verão de 2016, o EP “Anilina”.

Mas como diz o ditado, “novo ano vida nova”! Ou melhor: música nova, se estivermos a falar de Camões. Ao terceiro mês de 2017 chega, finalmente, a mais recente criação de Paulo, “Nova Aurora”. Este é um tema baseado em Santa, senhora que marcou a sua vida e à qual decidiu prestar uma justa homenagem. O videoclip foi gravado na localidade de Nova Aurora e retrata a festa de comemoração do quinquagésimo oitavo aniversário de Santa, uma ocasião tão especial e marcante e se tornou inesquecível para todos os presentes. 

Camões regressa assim às gravações de forma emotiva, prometendo mais novidades para breve e anunciando uma digressão por Portugal para o próximo verão! Agosto será o mês em que o trovador regressa para os merecidos aplausos do público nacional.


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publicado por Carlos Gomes às 00:51
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Sábado, 15 de Julho de 2017
DANIEL MOON APRESENTA “BE DIFFERENT” AO VIVO NAS FNAC

Depois de dar a conhecer os seus exitos “Give More” e “Be Different”, Daniel Moon apresenta agora o seu novo EP ao vivo, no registo intimista que só um showcase permite, nas FNAC lusitanas.

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O EP “Be Different” é composto por cinco temas que entram no mundo da canção pop em formato jazzístico num harmonioso diálogo de sopros, metais e teclas. O registo já está disponível nas principais plataformas digitais e tem o selo da Music For All.

Conheçam as datas:

16.07 | FNAC @ Vasco da Gama, Lisboa, 17h

 22.07 | FNAC @ Alfragide, Lisboa, 17h

 23.07 | FNAC @ Colombo, Lisboa, 17h

 03.09 | FNAC @ Almada, Lisboa, 17h

A aventura de Daniel Moon no atribulado e exigente mundo da música inicia-se sete anos após o seu nascimento. Foi precisamente com essa tenra idade que começou a ter aulas de piano, um instrumento tão complexo quanto encantador e tão desafiante quanto versátil.

Apenas dois anos mais tarde entra na Escola de Música do Conservatório Nacional, mais concretamente para o 1º Grau. O seu esforço e paixão pela música permitiram-lhe concluir com mérito oito graus, obtendo assim o merecido, e recompensador, diploma.

É neste fase que a Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal entra na sua vida. Durante os dois anos seguintes dedica-se afincadamente ao piano e à voz, perseguindo o objectivo de entrar no Ensino Superior de Jazz. E se até então o objectivo parecia de difícil concretização tudo viria a mudar quando, em pleno ano de 2010, começa a frequentar a Licenciatura de Jazz, na Variante de Piano, na Universidade de Évora. É por entre as arrebatadoras paisagens alentejanas, e o seu característico calor, que conclui com sucesso a referida licenciatura, concretizando assim uma das suas maiores ambições pessoais.

A fase inicial da sua carreira é marcada pela participação em diversos eventos musicais. Do Dia Mundial da Voz a celebrações de matrimónios, de membro de projectos de escola a parte integrante de bandas com os seus próprios originais e até de pianista num hotel a autor de música ambiente para espaços públicos, passou por de tudo um pouco, tornando este num período fervilhante e marcado por uma aprendizagem constante. 

A recta final de 2014 marca o nascimento do seu projecto musical a solo assim como dos primeiros temas originais. O segundo mês do ano seguinte, Fevereiro de seu nome, ficará para sempre associado à gravação das suas primeiras cinco músicas, em quarteto, assim como o penúltimo mês de 2015 foi testemunha da divulgação, e promoção nas plataformas digitais, do seu EP de estreia (sendo de destacar o single “Precious Love” que conquistou mais de cinco mil visualizações no YouTube).

Dito isto chegamos ao presente e à actual fase da sua carreira: este ano assinou contracto com a Music For All e abraçou uma vez mais a composição de temas originais. Os novos temas possuem uma maior diversidade, e riqueza, instrumental e integram o seu primeiro EP  distribuido no primeiro semestre de 2017.


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publicado por Carlos Gomes às 03:09
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Quarta-feira, 12 de Julho de 2017
PEDRO ALSAMA APRESENTA ” MADRUGADA” AO VIVO NAS FNACS

Depois dos singles “Sinking The Pleasure” e “A Wish”, chegou a vez das atenções se virarem para as atuações ao vivo do álbum “Madrugada”, de Pedro Alsama!

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O disco, que combina influências indie e folk, vem com o selo da Music In My Soul, e dá os melhores motivos para estar presente nos dois showcases, na zona de Lisboa, a acontecer neste mês de julho!

Conheçam as datas:

09.07 | FNAC @ Vasco da Gama, Lisboa, 17h

14.07 | FNAC @ Alfragide, Lisboa 21h30

Pedro Alsama é um projeto a solo existente desde 2000 – quase 15 anos de histórias musicadas e espalhadas ao longo de mais de 100 temas feitos pelo compositor de Rio Maior.

O Rock, o jazzístico, a poesia cantada, entre outros estilos, são experiências que Pedro leva a cabo na já sua longa carreira, pretendendo fazê-las chegar a um público mais abrangente.

Na primeira metade do milénio o cantautor assinou uma trilogia de discos a que chamou “The Anti-Music Machine”. “Childhood Stereotype” (2000), o capítulo inicial – obra ambiciosa de 20 temas construídos com guitarra acústica, elétrica, baixo e percussão - nasce do seu fascínio por “Kid A” dos Radiohead.

No segundo tomo, “The Dark Light at the End of the Tunnel It’s Growing” (2004), deixa-se abraçar pelas trevas, em temas que privilegiam a voz e o abstrato. Com o último “Hard on End” (2009), o título mais descomprometido e ambivalente da trilogia, o músico explora universos díspares que vão desde a pop, jazz e rock até ao experimentalismo.

Em 2015 Pedro Alsama editou um novo registo homónimo, que proporcionou canções como “Health” e “Shine”, num espetro mais derivativo da indie e folk rock. No último trimestre de 2016 o músico editou o seu mais recente álbum, “Madrugada”, antecedido pelos singles “Sinking the Pleasure” e “A Wish”.


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publicado por Carlos Gomes às 22:33
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“TIME MACHINE”, A ESTREIA INTERGALÁCTICA DOS ASTRONAUT IN CYBERSPACE

Naves espaciais. Seres alienígenas. E rock, muito rock. Isto é o que podemos esperar dos suecos Astronaut In Cyberspace, projeto que por entre as habituais viagens interestelares, edita agora o single “Time Machine”.

Astronaut Cyberspace image.jpg

Por entre a guitarra alada de Adam Öhrsvik, a atmosfera soturna criada pelo baixista Demba Lo e a garra do baterista Carl Resare, irrompe a voz, a guitarra e o sintetizador de Diene Faye. Esta é apenas a primeira de diversas novidades prometidas pelos Astronaut In Cyberspace para 2017, estando prevista uma digressão ibérica promovida pela Music For All.

E no início houve uma canção. “Astronaut in Cyberspace” começou por ser isso mesmo, uma canção, igual a tantas outras da autoria de Diene Faye (vocalista, guitarrista e mestre do sintetizador). A letra versava sobre um homem preso num videojogo interestelar e foi inspirada numa obra literária do autor Terry Pratchett. Por caprichos da vida o tema nunca veria a luz do dia, no entanto cumpriu a sua função: inspirou Adam Öhrsvik (guitarrista), levando lentamente este projeto musical para o tema espacial.

O duo conheceu-se em 2012 e das longas noites passadas em conjunto foram escritas, e gravadas, diversas músicas folk lo-fi. No entanto apenas no outono de 2014, momento em que as ambições do duo crescem, nasce a necessidade de levar a banda a outro patamar de qualidade. Para ajudar nessa demanda chegaram Demba Lo (baixista), amigo de longa data de Diene, e Jasper Johannesson (baterista), que haviam conhecido recentemente.

Estávamos já em 2015 quando surge o primeiro EP da banda. Neste registo homónimo constavam as primeiras composições do duo, agora interpretadas em quarteto.

O tema espacial manteve-se mas a sonoridade evoluiu, inspirando-se agora no rock alternativo dos anos 90 e em bandas como Radiohead, The Smashing Pumpkins ou Primal Scream. E assim nasceria, em meados de 2016, o LP “Aurora.exe”. Ao todo são dez os novos temas da banda, todos eles fiéis ao rock alternativo e a elementos psicadélicos. Assim parecia nascer um capítulo radioso da história dos Astronaut in Cyberspace.

No entanto o destino, sempre ele, parece ter particular prazer em delinear novas, e inesperadas, rotas. Pouco depois da edição do LP “Aurora.exe” Jesper abandona a banda e decide dedicar-se por inteiro aos estudos no estrangeiro.

Com a saída de Jesper foi necessário recuar e voltar a redefinir a estratégia. No início de 2017 inicia-se, assim, uma nova fase dos Astronaut in Cyberspace: Carl Resare (baterista) junta-se a Diene, Adam e Demba tornando uma vez mais o trio num quarteto. A sonoridade voltou a evoluir sendo atualmente descrita pela banda como “rock de alienação”.

O sucessor de “Aurora.exe” será conhecido ainda em 2017, sendo esperadas várias novidades ao longo do ano. Mas de todas as novidades a maior é mesmo a “Time Machine Tour”, digressão que se inicia na Suécia e que levará os nossos astronautas até aos palcos da Alemanha, Espanha e Portugal.

Paralelamente à digressão será também gravado um documentário intitulado, precisamente, “Time Machine Tour”. O objetivo é documentar o percurso de uma digressão no estrangeiro, ajudando assim todas as bandas/projetos que pretendam dar esse passo. As oportunidades, perigos, avisos e dicas serão, certamente, fundamentais para inúmeros artistas independentes. Marcelo Racana, reputado autor na Suécia, será o diretor e acompanhará a banda nesta digressão, a língua escolhida foi o inglês e o documentário será disponibilizado gratuitamente.

Espanha e Portugal receberão o quarteto em Outubro para uma digressão, literalmente, do outro mundo!


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publicado por Carlos Gomes às 21:05
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DANIEL MOON APRESENTA “BE DIFFERENT” AO VIVO NAS FNAC

Depois de dar a conhecer os seus exitos “Give More” e “Be Different”, Daniel Moon apresenta agora o seu novo EP ao vivo, no registo intimista que só um showcase permite, nas FNAC lusitanas.

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O EP “Be Different” é composto por cinco temas que entram no mundo da canção pop em formato jazzístico num harmonioso diálogo de sopros, metais e teclas. O registo já está disponível nas principais plataformas digitais e tem o selo da Music For All.

Conheçam as datas:

16.07 | FNAC @ Vasco da Gama, Lisboa, 17h

22.07 | FNAC @ Alfragide, Lisboa, 17h

23.07 | FNAC @ Colombo, Lisboa, 17h

03.09 | FNAC @ Almada, Lisboa, 17h

A aventura de Daniel Moon no atribulado e exigente mundo da música inicia-se sete anos após o seu nascimento. Foi precisamente com essa tenra idade que começou a ter aulas de piano, um instrumento tão complexo quanto encantador e tão desafiante quanto versátil.

Apenas dois anos mais tarde entra na Escola de Música do Conservatório Nacional, mais concretamente para o 1º Grau. O seu esforço e paixão pela música permitiram-lhe concluir com mérito oito graus, obtendo assim o merecido, e recompensador, diploma.

É neste fase que a Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal entra na sua vida. Durante os dois anos seguintes dedica-se afincadamente ao piano e à voz, perseguindo o objectivo de entrar no Ensino Superior de Jazz. E se até então o objectivo parecia de difícil concretização tudo viria a mudar quando, em pleno ano de 2010, começa a frequentar a Licenciatura de Jazz, na Variante de Piano, na Universidade de Évora. É por entre as arrebatadoras paisagens alentejanas, e o seu característico calor, que conclui com sucesso a referida licenciatura, concretizando assim uma das suas maiores ambições pessoais.

A fase inicial da sua carreira é marcada pela participação em diversos eventos musicais. Do Dia Mundial da Voz a celebrações de matrimónios, de membro de projectos de escola a parte integrante de bandas com os seus próprios originais e até de pianista num hotel a autor de música ambiente para espaços públicos, passou por de tudo um pouco, tornando este num período fervilhante e marcado por uma aprendizagem constante. 

A recta final de 2014 marca o nascimento do seu projecto musical a solo assim como dos primeiros temas originais. O segundo mês do ano seguinte, Fevereiro de seu nome, ficará para sempre associado à gravação das suas primeiras cinco músicas, em quarteto, assim como o penúltimo mês de 2015 foi testemunha da divulgação, e promoção nas plataformas digitais, do seu EP de estreia (sendo de destacar o single “Precious Love” que conquistou mais de cinco mil visualizações no YouTube).

Dito isto chegamos ao presente e à actual fase da sua carreira: este ano assinou contracto com a Music For All e abraçou uma vez mais a composição de temas originais. Os novos temas possuem uma maior diversidade, e riqueza, instrumental e integram o seu primeiro EP  distribuido no primeiro semestre de 2017.


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publicado por Carlos Gomes às 21:00
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“A ORIGEM”, O PONTO DE PARTIDA DE ANDRÉ ABUJAMRA

Místico. Universal. Intemporal. Estas são apenas três das caraterísticas que rapidamente associamos à música de André Abujamra. Este é o homem que liderou a banda do talk show “Agora é Tarde”, apresentado por Rafinha Bastos e que, nos pujantes anos 90 esteve por detrás da banda sonora da mítica série infanto-juvenil brasileira “Castelo Rá-Tim-Bum”, da TV Cultura. O músico e compositor brasileiro estreia-se com o vibrante single “A Origem”, transportando-nos para uma realidade sem tempo onde países e continentes mesclam as suas culturas e influências de forma impar.

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Revestido de elementos, instrumentos e sonoridades da cultura brasileira e africana, este é um tema de ritmo frenético. A Music For All introduz ao público nacional um artista ímpar que já percorreu caminhos no teatro, na televisão, no cinema e que viu o disco de um dos seus projetos, a banda Karnak, ser eleito um dos dez melhores de sempre de Latin Rock pela reputada Rolling Stone.  

André Cibelli Abujamra é, muito possivelmente, um dos artistas mais versáteis do Brasil. Homem de mil talentos, e de inspiração infinita, a ele pertencem alguns dos projetos e criações mais extraordinários da música, teatro, televisão e cinema brasileiro.

Estudou ópera. Cursou regência na FAAM, em São Paulo, e embora não tenha concluído extraiu daí preciosos ensinamentos para a restante carreira.

Inicia a sua carreira na década de 80. Juntamente com Maurício Pereira fundou a banda “Os Mulheres Negras”, denominando-se o duo como “a terceira menor big band do mundo”. Com este projeto editou dois discos: “Música e Ciência” (1988) e “Música Serve pra Isso” (1990). Depois de uma pausa, e de outros projetos terem surgido, encontram-se agora em plena gravação de um novo trabalho de originais.

Mas este não foi a única banda de André. Pouco tempo depois nascem os Karnak. Aqui os tradicionais e os modernos sons brasileiros misturaram-se com o rock, o pop e a música eletrónica. A ideia ganhou forma no decorrer de uma viagem ao Egipto depois de Abujamra ter despertado para a diversidade de sons e instrumentos inerentes às diferentes culturas e países. Nesta viagem André visitou uma pequena vila onde existe um complexo de antigos templos do Egipto. E qual o nome desta vila? Nada mais, nada menos, do que…Karnak.

Entre 1994 e 2006 editaram quatro discos e um documentário (intitulado “O Livro Multicolorido de Karnak”). É impossível não destacar o registo de estreia e a sua fantástica recepção junto da crítica especializada nacional e internacional. Foi, inclusivamente, incluído na lista dos 10 Melhores Álbuns de Latin Rock de sempre pela prestigiada revista Rolling Stone.

Mas irrequieto e criativo como é André Abujamra seria apenas uma questão de tempo até apostar numa carreira a solo. Entre 2004 e 2015 edita quatro álbuns, estando o quinto capítulo desta história previsto para meados de 2018.

Para falar de André Abujamra é também falar de teatro, televisão e cinema. No primeiro assinou diversas peças, as suas trilhas venceram sete prémios da reputada Associação dos Produtores de Espetáculos Teatrais de São Paulo (APETESP) e foi o mais novo vencedor de sempre do prémio Molieré (com a peça “Encontrar-se”).

Enquanto ator participou em dez filmes e em sete produções televisivas, nomeadamente “Saramandaia” e “Agora é Tarde” onde liderou a banda do talk-show apresentado pelo comediante Rafinha Bastos.

Por sua vez no cinema compôs a trilha sonora de mais de cinco dezenas de filmes brasileiros tendo sido premiado, em quatro ocasiões diferentes, no Festival de Cinema de Gramado e no Grande Prémio do Cinema Brasileiro por duas vezes também. Por entre a vastíssima lista de obras com contributos seus destaca-se “Castelo Rá-Tim-Bum”, série infanto-juvenil de muito sucesso da TV Cultura.

Abujamra já percorreu o mundo. Já encantou multidões. Já fez sonhar miúdos e graúdos. Já explorou os cantos e recantos do globo, usando o que aprendeu nas diferentes viagens para enriquecer ainda mais as suas obras. Mas existe um passo que André ainda não deu: apresentar-se perante o público português. Esse dia finalmente chegou. 2017 é o ano em que Portugal ficará a conhecer o génio que dá pelo nome de André Abujamra.  

Citação da Rolling Stone (EUA) sobre o disco “Karnak” (1994):

“Uma tapeçaria exuberante de internacionais idiomas funky, o primeiro LP do grupo de São Paulo resume a fome ilimitada do Brasil por todo o tipo de música - do reggae brasileiro aos cantos do Médio Oriente. Uma obra-prima subestimada, do começo ao fim.”


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publicado por Carlos Gomes às 09:09
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ALMIR CHIARATTI EM DIGRESSÃO POR PORTUGAL

Depois de meses a explorar a obra e a antecipar a visita a Portugal, é por fim chegada a altura de recebermos Almir Chiaratti de braços abertos! O autor de “É o Fim” dará início à sua digressão lusitana com apresentações ao vivo nas FNAC portuguesas, rumando depois para espaços em Lisboa, Braga, Évora e Vila Pouca de Aguiar.

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Na bagagem o músico do Rio de Janeiro trará as canções de “Bastidores do Sorriso”, mas também do seu sucessor ainda sem título, do qual já foi extraído o intrigante “Triz”. Mais datas serão anunciadas brevemente.

Conheçam os locais e as datas:

07.07 | FNAC Alfragide, Lisboa, 21h30

08.07 | FNAC Vasco da Gama, Lisboa, 17h

12.07 | B.leza, Lisboa, 19h30

13.07 | TOCA, Braga, 22h

14.07 | Club 11, Vila Pouca de Aguiar, 22h

15.07 | Mói-te Bar, Évora, 22h

Almir Chiaratti é um cantor, compositor e multi-instrumentista radicado no Rio de Janeiro nascido no distinto ano de 1988 no Rio Grande do Sul. Desde que se conhece que a música faz parte da sua vida, tendo crescido ao som dos clássicos do rock da década de 70 e do movimento cultural brasileiro que ficou para sempre conhecido como Tropicália.

A sua estreia no exigente mundo da música deu-se em 2015, quando editou o álbum “Bastidores do Sorriso”. Com influências da Música Popular Brasileira (MPB), mas também do rock psicadélico tão característico dos Mutantes, este trabalho registou a sua entrada no mundo adulto e os desafios, dúvidas, problemas e escolhas inerentes a esta fase tão importante da nossa existência.

Em parceria com o cineasta Pedro Freitas concebeu, realizou e filmou o videoclip do primeiro single do disco, “Teu Caminho”. Posteriormente participou em inúmeros festivais e competições, brasileiras e internacionais, tendo inclusivamente vencido o prémio de Melhor Videoclip Internacional no Urban Media Makers Film Festival, em Atlanta (EUA) e sendo escolhido como Melhor Videoclip pelo site DailyMotion no festival Rio Web Fest. Nota ainda para a presença do disco na lista Melhores Discos Brasileiros de 2015, do reputado site brasileiro Tenho Mais Discos Que Amigos.

Almir define este seu primeiro registo discográfico, onde as referências e influências musicais pululam de tema em tema, de forma simples: “As canções transitam por esses sentimentos, por trás do sorriso que envergamos para tocar a vida todos os dias. Acho que isso fica claro no título do disco: o que se passa nos bastidores do sorriso, nos bastidores da dor? Há músicas mais intimistas com temas existencialistas. Mas também há temas sobre amor, seja ele correspondido ou não. Tudo isto se encontra embebido em poesia, ironia e algumas gotas de sarcasmo.”

Almir Chiaratti pode ter a profundidade dos grandes músicos de outrora mas tem na alma a modernidade do presente. Conhecedor da capacidade agregadora da internet, e das comunidades online, recorreu a uma campanha de financiamento colectivo. O objectivo foi alcançado e assim aconteceu o concerto de lançamento do álbum. Seis meses depois Almir surpreende tudo e todos e graças a uma parceria com Luiz Felipe Netto e Luiz Tornaghi é lançado digitalmente o EP “Bastidores ao Vivo”. Este registo sonoro do concerto de apresentação foi mixado por Netto e masterizado por Tornaghi, dando origem a um produto final arrebatador. Este álbum conheceria ainda um segundo single, “Navegantes de Noé”, também ele com direito a videoclip, neste caso realizado pelo próprio em parceria com a Jaé Filmes.

Mas o percurso artístico de Almir não se fica por aqui! Aventurou-se na função de produtor ao acompanhar todo o processo do EP de estreia do cantor, e compositor, Diego Marques, com quem já havia trabalhado anteriormente. E passou também pelos palcos, ao assinar a produção do musical do espectáculo de dança “Cheiro de Manga”, em parceria com a bailarina Laura de Castro, composto por Eduardo Rezende.

A recta final de 2016, e a conturbada realidade política do Brasil, motivou e influenciou Almir, surgindo assim o tema “Terceiro Turno” (com a participação de Felipe Pacheco da banda Baleia, no violino, e do regente Vitor Damiani). A produção daquele que será o seu segundo trabalho de originais está a cargo de Eugenio Dale (reputado profissional que trabalhou anteriormente com Ney Matogrosso e Sergio Mendes).

Para 2017 aguardam-no novos desafios e um caminho nunca antes percorrido: uma digressão em Portugal e a edição do sucessor de “Bastidores do Sorriso”.


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publicado por Carlos Gomes às 08:58
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Sexta-feira, 7 de Julho de 2017
“HINO VITÁVEL – ACTO I”, A PROVA DE VIDA REIVINDICATIVA DOS SOPA D’ALMA

Portugal e a crise são dois temas que, infelizmente, parecem ligados umbilicalmente. Tendo por base o nosso passado, e o presente, os Sopa d’Alma criaram o EP “Hino Vitável – Acto I”. Esta é a história de um país que se tornou inabitável para os seus próprios cidadãos. Aqui é possível encontrar o reflexo do desespero e da luz ao fundo do túnel em que se tornou a emigração forçada.

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A sonoridade é marcada por laivos de instrumentação clássica e rock progressivo tendo ficado a apresentação ao público a cargo do single “Rotina”. Em “Hino Vitável – Acto I” a letra e a mensagem ocupam os papéis principais, num constante jogo de desalento e esperança por entre as vielas da vida.

O EP Digital é composto por seis faixas e já está disponível na Amazon, no Google Play e na The Store com o carimbo da Music For All.

Os Sopa d’Alma são um projeto constituído por Fá Pereira (voz e flauta) e Pedro Carneiro (guitarra). Oriundos de Braga, cruzaram-se pela primeira vez numa escola de música da cidade, onde viriam a formar a sua primeira banda de covers em 2007.

Dois anos volvidos, sentiram a vontade de se expressar numa linguagem musical própria e original, formando em conjunto com outros dois amigos o projeto Angúria, cantado em português num registo de rock progressivo. Em 2012 constaram da coletânea “À Sombra de Deus”, que reunia o que de melhor se fazia no fervilhante panorama musical de Braga. O projeto culminaria em 2014 com a elaboração de uma peça musical de 40 minutos organizada em cinco temas, exibida ao público no Theatro Circo, no coração da cidade natal.

Com a mudança de armas e bagagens para Viena, no final desse ano, surgiu também a vontade de materializar novas criações e estados de alma. Foi então que se formou o projeto dos Sopa d’Alma, com o objetivo inicial de conter a ressaca pós-Angúria, apresentando à Áustria versões de fados e clássicos da música em português cantados de forma reconstruída, a dois sons: voz e guitarra. Foi lá que representaram a música portuguesa em feiras e eventos internacionais, fornecendo também a banda sonora a um pequeno café português local, comovendo muitos dos presentes que escutaram aquele tipo de sonoridade pela primeira vez.

Contudo, seria só no final de 2016, já mais esclarecidos e ambiciosos, que voltariam ao formato que crêem ser o seu pináculo criativo: a peça. Para tal, compuseram a primeira parte do relato musical centrado nos temas que os levaram para fora de Portugal, pontuado por apontamentos de instrumentos clássicos e marcado pelas influências de todos os grandes artistas que consomem, desde o rock progressivo à música dita de intervenção.

Sopa d’Alma é então doravante um projeto com uma clara intenção: biografar musicalmente o caminho de dois parceiros musicais ininterruptos, com intervenção nos ouvintes por universal afinidade com o conteúdo realista, cuja simplicidade na forma só o possa enaltecer.


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publicado por Carlos Gomes às 11:10
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Terça-feira, 4 de Julho de 2017
AGENDA DE CONCERTOS MUSIC FOR ALL - JULHO

O mês de Julho traz uma panóplia de concertos com o selo da Music For All vindos de vários quadrantes: O mês inicia-se com o melhor rock psicadélico praticado entre portas com o cunho dos Indian Rubber, que levam o seu EP de estreia – de seu nome “Pelsúun” – ao conhecido Espaço A em Freamunde.

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Luciana Araújo espalha a fragrância de “Essências” por mais uma FNAC lisboeta. Para comprovar ao vivo dia 4 de Julho pelas 18h30 na FNAC Colombo a sua inebriante MPB com um leve toque jazzístico pela excelência dos arranjos.

Almir Chiaratti entra em cena a 7 e 8 de Julho, nas FNAC Alfragide e Vasco da Gama,  naquele que será o início da sua mini-digressão portuguesa. Na bagagem o músico do Rio de Janeiro trará as canções de “Bastidores do Sorriso”, mas também do seu sucessor ainda sem título, do qual já foi extraído o intrigante “Triz”.

Seguimos com Ritchaz Cabral naquela que será a sua quinta apresentação em FNACs. O pretexto continua a ser “Mal Famadu”, um autêntico mergulho na cultura africana ao ritmo de uma leve brisa lusitana, mesclando ritmos, sonoridades e culturas de forma subtil e arrebatadora. A apresentação está marcada para a FNAC Cascais pelas 18h.

Daniel Moon, por seu lado, inicia as apresentações ao vivo de “Be Different”, o seu primeiro EP, com showcases marcados nas FNACs do Vasco da Gama, Alfragide e Colombo. Tempo então de conhecer os temas deste seu primeiro registo que exploram o potencial da canção pop em formato jazzístico, num harmonioso diálogo de sopros, metais e teclas.

Diretamente de Peniche, Salmar chega à FNAC Vasco da Gama e FNAC Alfragide a 22 e 30 de Julho, respetivamente, para os primeiros espetáculos de apresentação a “Inquietação”, um pedaço de portugalidade onde a nossa cultura, hábitos e raízes são os protagonistas.

Os Clássicos juntam-se ao alinhamento das Festas da Cidade de Mirandela e prometem brindar os presentes com as canções de “Primeiro Acto”, o seu primeiro longa-duração a ser editado brevemente, de onde já foram extraídos os singles “Amor de Escola” e “Bom Demais”.

O mês de Julho encerra com os showcases nas FNACs do Gaia Shopping e Mar Shopping de Paulo Bastos, que apresentará ao público as canções do recém-editado “Desafio”, uma junção perfeita do cancioneiro popular com músicas originais, sendo ainda possível encontrar sonoridades pop/rock facilmente reconhecíveis, mas com uma roupagem completamente inesperada.


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publicado por Carlos Gomes às 20:34
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Sexta-feira, 30 de Junho de 2017
DANIEL LIMA E A TENACIDADE FÉRREA DE “NO MORE”

É tempo de colocar todas as cartas na mesa, terminar com o chorrilho de dúvidas e inquietações e procurar um novo rumo - quem o diz é Daniel Lima, munido de uma tenacidade de ferro em “No More”, o seu mais recente single.

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Aquele que serve de terceiro cartão-de-visita extraído de “Inside My Dreams”, o registo de estreia, traz ao de cima as influências mais elétricas do músico de Minas Gerais, que encontram comparação em projetos como Pearl Jam, Audioslave ou Counting Crows.

Daniel Lima nasceu em Belo Horizonte, capital do estado de Minas Gerais, no Brasil, conhecido pela sua entusiasmante vida noturna, pelos bares e o circuito de música ao vivo.

O seu percurso enquanto músico profissional começou em 1994, tendo desde então tocado e andado em digressão com inúmeras bandas, enfrentando os habituais altos e baixos de alguém que tenta fazer da música a sua forma de estar na vida.

Entre as suas conquistas contam-se a inclusão de uma canção sua numa novela de um dos maiores canais de televisão do Brasil, a sua participação no maior talk-show brasileiro, o lançamento de um disco e consequente digressão pela Europa.

Em 2009 Daniel Lima decidiu mudar-se para Nova Iorque, onde se licenciou enquanto engenheiro de som e produtor musical. Pela mesma altura começou a escrever canções que figurariam num primeiro EP enquanto artista a solo, que viria a ser lançado apenas em 2014. De curta coleção de canções, o registo passou a longa-duração graças à frutuosa parceria com o engenheiro/produtor Iain Fraser, da qual nasceu “Inside My Dreams”, álbum que chegou à Europa em junho de 2016 com o selo da Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 00:38
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Quinta-feira, 29 de Junho de 2017
“BLINDERS”, O NOVO SINGLE DOS INDIAN RUBBER

Autores de um dos projetos de rock alternativo e psicadélico mais substanciais da atualidade, os Indian Rubber mostram agora o segundo avanço de “Pelsúun”, o EP recentemente lançado. Construído à base de baixo groovy, guitarras e sintetizadores, “Blinders” atesta bem a vitalidade do quinteto portuense.

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O segundo registo dos Indian Rubber já se encontra disponível para escuta em plataformas como o iTunes, Tidal, Google Play, Spotify e The Store com o selo da Music For All, e será apresentado ao vivo já no próximo dia 1 de Julho no Espaço A, em Freamunde.

Novembro de 2015 marca o nascimento dos Indian Rubber, um projecto nativo de Vila do Conde composto por Júlio Macedo (guitarra), Hugo Raposo (teclados), Tiago Paulino (baixo), Mário Ventura (voz e guitarra) e João Pinho (bateria) que navega entre o rock psicadélico e rock alternativo.

A primeira amostra do seu potencial surgiria em Fevereiro de 2016 com o lançamento de “Illusions”, o single de estreia. Quem ficou conquistado à primeira audição teve de esperar apenas até Março para escutar o segundo single da banda nortenha: “Afterwards”. O primeiro EP dos Indian Rubber, “Le Voyage”, foi editado digitalmente nesse mesmo mês, confirmando assim as melhores suspeitas.

Depois de passagens por palcos como Cave 45, Plano B (Porto), Espaço A (Freamunde), Urban Social Club (Vila do Conde) ou o sempre marcante Popular Alvalade (Lisboa) os Indian Rubber estão prontos para inaugurar uma nova fase da sua carreira. O novo EP intitula-se “Pelsúun” e chega agora às principais lojas digitais.


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publicado por Carlos Gomes às 00:06
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Quarta-feira, 28 de Junho de 2017
TOCADORES DE CONCERTINA MARCAM ENCONTRO NA AMADORA

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publicado por Carlos Gomes às 23:36
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Terça-feira, 27 de Junho de 2017
“ANILINA”, O DESENCANTO DE UM MERO MORTAL CHAMADO CAMÕES

“Até o eterno termina / num momento que não se imagina”. Quem o diz é Camões, o cantor e compositor brasileiro, no tema que marca a segunda prova do seu talento perante o povo português. “Anilina” deu título ao EP editado no ano transato e sucede a “Nova Aurora”. Esta é mais uma criação onde a riqueza da língua portuguesa se deita numa suave e bem urdida cama de sonoridades pop, rock e eletrónica.

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Camões pode não viver para sempre mas, graças à Music For All e à digressão que o trará a Portugal em agosto, a sua obra não mais será esquecida pelos fãs portugueses.

Camões, nome histórico e com o qual todos os portugueses têm uma ligação umbilical. É um dos nossos maiores símbolos, um daqueles guerreiros imponentes que contribuiu decisivamente para o país que somos hoje. Mas, e porque há sempre um “mas”, Camões é muito mais do que isso. Camões…também pode ser música, inovação e experimentação. E é desse Camões, o Paulo Camões, que falaremos agora.

Começou a compor ainda na adolescência, dedicando-se à guitarra e transparecendo desde logo as influências da música brasileira e da alma do rock. A busca de uma identidade artística acompanhou o seu amadurecimento, desde algumas gravações independentes até à sua primeira banda, “Os Lusíadas”.

Mas foi no EP “Cupim” que Camões deu verdadeiramente nas vistas. Aliado ao produtor Bernardo Pauleira, um dos nomes mais importantes da cena independente no Rio de Janeiro, o cantor aliou a guitarra aos beats eletrónicos, criando canções como “Segredo” ou “Bem-Estar”. Ao som tipicamente brasileiro juntou uma batida universal, levando uma vez mais Camões a mares nunca antes navegados.

Ciente das potencialidades da sua sonoridade aventura-se naquele que se tornaria no seu primeiro trabalho a solo. Inspirando-se em nomes tão distintos e reputados como HONNE, Breakbot, Great Good Fine Ok, ou Whitest Boy Alive nascia, no verão de 2016, o EP “Anilina”.

Mas como diz o ditado, “novo ano vida nova”! Ou melhor: música nova, se estivermos a falar de Camões. Ao terceiro mês de 2017 chega, finalmente, a mais recente criação de Paulo, “Nova Aurora”. Este é um tema baseado em Santa, senhora que marcou a sua vida e à qual decidiu prestar uma justa homenagem. O videoclip foi gravado na localidade de Nova Aurora e retrata a festa de comemoração do quinquagésimo oitavo aniversário de Santa, uma ocasião tão especial e marcante e se tornou inesquecível para todos os presentes. 

Camões regressa assim às gravações de forma emotiva, prometendo mais novidades para breve e anunciando uma digressão por Portugal para o próximo verão! Agosto será o mês em que o trovador regressa para os merecidos aplausos do público nacional.


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publicado por Carlos Gomes às 20:21
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Sexta-feira, 23 de Junho de 2017
ALMIR CHIARATTI EM DIGRESSÃO POR PORTUGAL

Depois de meses a explorar a obra e a antecipar a visita a Portugal, é por fim chegada a altura de recebermos Almir Chiaratti de braços abertos! O autor de “É o Fim” dará início à sua digressão lusitana a 7 de Julho com um showcase na FNAC Alfragide e um segundo no dia seguinte na FNAC Vasco da Gama. A 12 de Julho apresenta-se ao vivo no B.leza, seguindo depois rumo a Braga para um concerto no Espaço TOCA.

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Na bagagem o músico do Rio de Janeiro trará as canções de “Bastidores do Sorriso”, mas também do seu sucessor ainda sem título, do qual já foi extraído o intrigante “Triz”. Mais datas serão anunciadas brevemente.

Almir Chiaratti é um cantor, compositor e multi-instrumentista radicado no Rio de Janeiro nascido no distinto ano de 1988 no Rio Grande do Sul. Desde que se conhece que a música faz parte da sua vida, tendo crescido ao som dos clássicos do rock da década de 70 e do movimento cultural brasileiro que ficou para sempre conhecido como Tropicália.

A sua estreia no exigente mundo da música deu-se em 2015, quando editou o álbum “Bastidores do Sorriso”. Com influências da Música Popular Brasileira (MPB), mas também do rock psicadélico tão característico dos Mutantes, este trabalho registou a sua entrada no mundo adulto e os desafios, dúvidas, problemas e escolhas inerentes a esta fase tão importante da nossa existência.

Em parceria com o cineasta Pedro Freitas concebeu, realizou e filmou o videoclip do primeiro single do disco, “Teu Caminho”. Posteriormente participou em inúmeros festivais e competições, brasileiras e internacionais, tendo inclusivamente vencido o prémio de Melhor Videoclip Internacional no Urban Media Makers Film Festival, em Atlanta (EUA) e sendo escolhido como Melhor Videoclip pelo site DailyMotion no festival Rio Web Fest. Nota ainda para a presença do disco na lista Melhores Discos Brasileiros de 2015, do reputado site brasileiro Tenho Mais Discos Que Amigos.

Almir define este seu primeiro registo discográfico, onde as referências e influências musicais pululam de tema em tema, de forma simples: “As canções transitam por esses sentimentos, por trás do sorriso que envergamos para tocar a vida todos os dias. Acho que isso fica claro no título do disco: o que se passa nos bastidores do sorriso, nos bastidores da dor? Há músicas mais intimistas com temas existencialistas. Mas também há temas sobre amor, seja ele correspondido ou não. Tudo isto se encontra embebido em poesia, ironia e algumas gotas de sarcasmo.”

Almir Chiaratti pode ter a profundidade dos grandes músicos de outrora mas tem na alma a modernidade do presente. Conhecedor da capacidade agregadora da internet, e das comunidades online, recorreu a uma campanha de financiamento colectivo. O objectivo foi alcançado e assim aconteceu o concerto de lançamento do álbum. Seis meses depois Almir surpreende tudo e todos e graças a uma parceria com Luiz Felipe Netto e Luiz Tornaghi é lançado digitalmente o EP “Bastidores ao Vivo”. Este registo sonoro do concerto de apresentação foi mixado por Netto e masterizado por Tornaghi, dando origem a um produto final arrebatador. Este álbum conheceria ainda um segundo single, “Navegantes de Noé”, também ele com direito a videoclip, neste caso realizado pelo próprio em parceria com a Jaé Filmes

Mas o percurso artístico de Almir não se fica por aqui! Aventurou-se na função de produtor ao acompanhar todo o processo do EP de estreia do cantor, e compositor, Diego Marques, com

 quem já havia trabalhado anteriormente. E passou também pelos palcos, ao assinar a produção do musical do espectáculo de dança “Cheiro de Manga”, em parceria com a bailarina Laura de Castro, composto por Eduardo Rezende.

A recta final de 2016, e a conturbada realidade política do Brasil, motivou e influenciou Almir, surgindo assim o tema “Terceiro Turno” (com a participação de Felipe Pacheco da banda Baleia, no violino, e do regente Vitor Damiani). A produção daquele que será o seu segundo trabalho de originais está a cargo de Eugenio Dale (reputado profissional que trabalhou anteriormente com Ney Matogrosso e Sergio Mendes).

Para 2017 aguardam-no novos desafios e um caminho nunca antes percorrido: uma digressão em Portugal e a edição do sucessor de “Bastidores do Sorriso”.


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publicado por Carlos Gomes às 11:08
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Quinta-feira, 22 de Junho de 2017
ZUUZA E O SUBTERFÚGIO ROCKEIRO DE “MAD HATTER”

Veneram o blues mas é o rock que lhes corre nas veias. Dão pelo sugestivo, e intrigante, nome de Zuuzaa e revelam agora o terceiro single de “MARA”, registo que assinala o debute da banda.

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“Mad Hatter”, tema de ritmo viciante, sucede a “Blind By Choice” e a “Wasted Lullaby”, e é mais uma prova da alma rockeira intrínseca à existência dos Zuuzaa. Depois de pisarem palcos como Popular Alvalade ou Musicbox é tempo de um novo capítulo de um dos projetos portugueses representado pela Music For All.

O ano de 2016 marca a estreia de um dos projectos mais promissores da actualidade. São portugueses, dão pelo nome de Zuuzaa e propõem uma infusão de Rock, Blues e Soul com particular destaque para um coro feminino que nos transporta para os saudosos anos 60.

Após um intenso período criativo Rafael Ribeiro, guitarrista e vocalista, assumiu a árdua tarefa de formar uma banda que desse corpo, vida e sentimento às canções por si habilmente escritas. Primeiro muniu-se da doce voz de Inês Carvalho, sua amiga de longa data.

Depois da talentosa dupla Mariana Matoso e Rafaela Pereira. Este distinto trio, de vozes marcadamente femininas, começou por colaborar numa só faixa. Contudo, rapidamente se tornou percetível que parte da magia da banda residia na alma, garra e emoção que as três davam às canções de Rafael Ribeiro. Foi com esta formação, que os então intitulados Zuuzaa & The Last Jesters, viram finalizadas as suas dez primeiras composições originais.

Com a entrada do baixista francês Matt Seybald e do baterista Bernardo Jorge a banda ganhou experiência e versatilidade, enriquecendo o seu trabalho em estúdio assim como a performance em palco. Graças aos contributos dos novos membros o número de temas originais subiu para 13 e o mês de Setembro marcou a estreia nos palcos nacionais.

Atualmente já editaram dois singles, “Wasted Lullaby” e “Blind By Choice”, rumando agora a “Mad Hatter”, terceiro tema revelado de “MARA”, álbum que marcou o início do percurso discográfico dos Zuuzaa.


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publicado por Carlos Gomes às 16:36
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Quarta-feira, 21 de Junho de 2017
RITCHAZ CABRAL APRESENTA ÁLBUM DE ESTREIA AO VIVO

Têm sido meses agitados para Ritchaz Cabral. Desde a edição do EP “Mal Famadu” em Fevereiro último, que o músico luso-cabo-verdiano tem percorrido as FNACs da zona lisboeta (Almada, Vasco da Gama, Alfragide e Oeiras) e espaços míticos da capital como o B.leza.

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Agora chega a vez da FNAC Colombo e Cascais receberem também um pedaço da multiculturalidade disseminada por Ritchaz Cabral, que cria uma sonoridade urdida em torno tanto da sua veia europeia como de elementos da cultura musical africana.

Conheçam as datas abaixo:

26.06 | FNAC Colombo, 22h, Lisboa 
09.07 | FNAC Cascais, 18h30, Lisboa

Ricardo Cabral, de nome artístico Ritchaz Cabral, nasceu em Lisboa, no profícuo ano de 1988, e é filho de pais cabo-verdianos, imigrantes em Portugal há várias décadas.

Com apenas 13 anos, começa a dar os seus primeiros passos na música. O passaporte para aquilo que, anos mais tarde, se transformaria na sua vida profissional foi um velho gravador de cassetes, propriedade do seu progenitor, e um microfone inventado e construído pelo próprio utilizando pequenas colunas modificadas. Na altura, cantava letras conhecidas de autores cabo-verdianos e gravava brincadeiras com as irmãs e amigos.

Entre 2003 e 2012, fez parte da dupla Ritchaz & Keky que se apresentava com uma sonoridade mestiça onde o Kuduro se encontrava com a Kizomba e onde o Techno e o Reggae se fundiam com o Funaná e o Hip-Hop, num autêntico caldeirão de influências e sonoridades. A partir de 2007, a dupla trabalhou com a agência cultural Filho Único (Lisboa), com quem tiveram atuações regulares dentro e fora do país e através da qual participaram na coletânea de CD’s Novos Talentos da Fnac e da Antena 3 (2008).

Entre 2009 e 2011, Ritchaz frequenta dois cursos relacionados com a criatividade, produção e marketing musical na Restart (Lisboa), passando a fazer com frequência trabalhos de gravação, produção, mistura e masterização de música para diversos artistas na Europa e África. Nascia assim uma faceta diferente e complementar na carreira de Ritchaz Cabral!

Em 2011, e nos dois anos que se seguiram, Ritchaz integrou a banda de Reggae Luso United, sediada na Amadora, assumindo-se como teclista.

Paralelamente, o artista envolve-se em diferentes projetos ligados à música. Foi co-criador do Estúdio SomGráfico (estúdio de música comunitário), no bairro Outurela (Oeiras), juntamente com outros amigos e músicos; deu aulas de viola na escola básica local; e fez a co-produção e o lançamento do álbum musical independente Proghetto, que contou com a presença de vários artistas.

Em 2012, o artista junta-se ao grupo Raboita como vocalista, guitarrista e baixista. É nesta altura que passa a ter mais contacto com a música tradicional de Cabo Verde, adicionando ao seu leque de sonoridades as Mornas, Batukus, Funanás, Coladeiras e Mazurcas.

Chegamos, enfim, a 2014. Esta foi a altura em que Ritchaz decidiu dedicar-se a uma carreira a solo, começando a preparar aquele que se tornaria no seu primeiro EP. Neste trabalho são bem audíveis as suas raízes cabo-verdianas através dos Funanás lentos, dos Batuques com letras que retratam a simplicidade da vida e os valores do amor e respeito assim como os temas de cariz social, vertente que Ritchaz sempre prezou bastante.

Em simultâneo, Ritchaz integra o grupo Skopeofonia, um projeto de investigação académica em Etnomusicologia, da Universidade de Aveiro com a Fundação para a Ciência e Tecnologia, que tem recolhido e analisado as práticas musicais no bairro da Cova da Moura, na Amadora.

É por entre um leve sorriso, um ritmo quente e pegadiço e uma letra que nos transporta para as sinceras e profundas paisagens africanas que encontramos este primeiro trabalho de Ritchaz Cabral. O menino que Portugal viu nascer e crescer é hoje um homem que não esquece as suas origens, homenageando-as em “Mal Famadu”, o seu primeiro EP a solo.



publicado por Carlos Gomes às 22:15
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ANA LUÍSA RAMOS EM ESTREIA EM PORTUGAL

A cantora paulista de voz melíflua que chegou até nós pela graça e encanto de “Desconstrução”, prepara a sua vinda a Portugal já no início do mês de Julho para uma mini-digressão de apresentação a “Um”, o registo de estreia.

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Integrante da nova leva de cantautores MPB, Ana Luísa Ramos recolhe também influências de música erudita e do universo do jazz, uma mistura alada que já lhe valeu elogios de publicações especializadas como as inglesas Folk Radio e Buzzin Music ou as norte-americanas Music For Lunch e The Vinyl District.

Conheçam os locais e datas da digressão:

05.07 | Mói-te Bar, Évora, 22h

06.07 | Espaço TOCA, Braga, 22h30
08.07 | Café Santa Cruz, Coimbra, 19h00
09.07 | Pensão Amor, Lisboa, 22h00

Nascida na localidade de Ribeirão Preto e radicada em São Paulo, Ana Luísa Ramos tem-se vindo a destacar tanto no cenário lírico quanto no popular. Com um repertório que vai da música erudita ao jazz e à Música Popular Brasileira (MPB) e com estudos feitos em países como Brasil, Argentina e Áustria, a cantora possui uma versatilidade raramente vista e uma voz melíflua.

Aos 9 de idade ingressou no Coral Infantil da Cia de Ópera Minaz e três anos mais tarde fez a sua estreia como solista da “Missa Brevis” de Mozart. Em 2001 participaria na ópera “La Traviata” de Verdi e no ano seguinte interpretou a personagem Terezinha na montagem da Ópera do Malandro que repetiria em 2006 no Theatro Pedro II. Em 2007 fez parte do Coral do Estado de São Paulo e entre 2011 e 2012 integrou o sexteto vocal feminino Bocca Chiusa.

Após acompanhar o cantor e compositor Eric Taylor Escudero na sua mini digressão europeia, Ana Luísa Ramos fez parte da banda que gravaria o álbum de estreia do músico em Austin, Estados Unidos. Já no ano de 2015 participou na gravação do DVD de Natal de Agnaldo Rayol e em 2016 realizou o espetáculo de abertura de Toquinho na Catedral Anglicana de São Paulo. Na recta final de 2016 a artista editou o seu primeiro registo a solo – “Um” – constituído por canções autorais e por releituras de músicas consagradas do universo do jazz e da MPB.

A cantora já viu o seu talento reconhecido fora de portas, tendo recolhido elogios por parte de publicações especializadas como as inglesas Folk Radio e Buzzin Music ou as norte-americanas Music For Lunch e The Vinyl District.


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publicado por Carlos Gomes às 22:11
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Segunda-feira, 19 de Junho de 2017
LUCIANA ARAÚJO APRESENTA “ESSÊNCIAS” AO VIVO NAS FNAC

Depois do lançamento dos singles “Mais” e “É Segredo”, as primeiras amostras do álbum “Essências”, registo de estreia da cantora e compositora luso-brasileira Luciana Araújo marcado pelo universo da Música Popular Brasileira (MPB), chega o momento das atuações ao vivo!

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Da sonoridade cativante às letras profundas, ou do ritmo contagiante à voz doce e suave, os motivos para estar presente nos dois showcases, na zona de Lisboa, anunciados pela Music For All para Junho e Julho são mais do que muitos! Conheçam as datas:

24.06 | FNAC @ Alfragide, Lisboa, 17h

04.07 | FNAC @ Colombo, Lisboa 18h30

Luciana Araújo nasceu em Fortaleza, Ceará, mas possui também nacionalidade portuguesa, um traço característico de que se orgulha bastante. Iniciou o seu percurso artístico aos 14 anos de idade, actuando nos principais espaços e eventos da cidade onde nasceu, Fortaleza, tendo desde cedo como principais influências nomes como Elis Regina, Tom Jobim, Marisa Monte, Djavan e Maria Bethânia.

Luciana sempre procurou estudar técnicas vocais, e por isso iniciou cedo as aulas de canto. De há dois anos para cá tem tido aulas de piano para ajudar a compor as suas músicas e de forma a conseguir estabelecer uma melhor comunicação com os músicos.

No seu percurso académico contam-se uma Licenciatura em Comunicação Social (Publicidade e Propaganda), uma Pós-Graduação em Integrated Brand Management e um MBA em Marketing Digital, assim como o total domínio de três línguas (Inglês, Italiano e Espanhol) e conhecimentos básicos de mandarim.

Mas voltemos ao seu percurso no mundo da música. De entre as dezenas de participações nas principais televisões brasileiras, como a TV Record e a Rede Globo, Luciana Araújo participou no reputado e influente “Domingão do Faustão” (Rede Globo), num concurso de Novos Talentos, onde concorreu com mais de 30 mil cantores e ficou entre os treze finalistas.

A sua estreia na televisão portuguesa aconteceu quando se apresentou ao vivo no programa “SIC 10 Horas” e, posteriormente, num programa especial de Natal, ambos da cadeira televisiva SIC. Já Luciana Araújo residia em Portugal quando a banda Per7ume lhe endereça um convite irrecusável: ser uma das vozes do tema “(Assim) Azul”, numa participação especial com a banda nortenha.  

A televisão volta a cruzar-se no seu percurso por intermédio da TV Record Internacional e de um convite surpreendente: tornar-se apresentadora! Em dois anos Luciana apresentou mais de 600 programas ao vivo, divididos entre “Quem Quer Dinheiro” e “GRP”.

Estávamos em 2012 quando Luciana decidiu dar o passo que lhe faltava: gravar o seu primeiro disco! Movendo-se na sonoridade MPB e tendo Bruno Cardozo como produtor (ele que colaborou com nomes do calibre de Rita Lee e Gal Costa), este é um álbum que fica marcado pela participação de conceituados músicos brasileiros e pelas duas versões de músicas bem conhecidas do público português (“Fácil de Entender”, dos The Gift, e “Porto Sentido”, dos incomparáveis Rui Veloso e Carlos Tê). A presença portuguesa no disco faz-se também sentir pelos cenários que ilustram as fotos do booklet.

“Essências” chegou ao público brasileiro em 2014, em formato físico e digital, e ao público português no início de 2017. Depois de conquistar o Brasil, finalmente chegou a hora de Luciana Araújo arrebatar o público lusitano!  


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publicado por Carlos Gomes às 19:48
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Sábado, 17 de Junho de 2017
CANTE ALENTEJANO DESFILA NO CACÉM

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publicado por Carlos Gomes às 14:12
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Sexta-feira, 16 de Junho de 2017
QUIM BARREIROS ANIMA FEIRA DE VERÃO NA AMADORA

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publicado por Carlos Gomes às 15:05
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Quinta-feira, 15 de Junho de 2017
VIAGEM AO PLANETA NOVE DE JOÃO C. SOUSA

Existem projetos que são de imediato reconhecidos e aclamados pelo público e pela crítica, e outros que levam uma vida a ser digeridos e apreciados como é suposto. João C. Sousa, o “viajante temporal” que se deu a conhecer em 2016 com um muito intrigante “How To Switch Dimensions”, alinha pela segunda ala: talvez incompreendido, decididamente em contraciclo com as propostas generalistas e facilmente descodificáveis dos nossos dias.

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Depois da exploração entre realidades paralelas em “How to Switch Dimensions” e das experiências sónicas e científicas de “Emoto’s Water”, chega a vez de entrarmos na órbita de “Planet Nine”, corpo celeste de atmosfera cerrada, repleto de mistérios por decifrar, que encerra a odisseia sonora do disco.

“How to Switch Dimensions”, a mais imersiva e arrojada proposta da Music For All, encontra-se disponível em edição física e digital em plataformas como a Apple Music, Spotify, Amazon ou The Store. Para explorar sem reservas.

João C. Sousa é um compositor do Porto com um grande fascínio pelo mundo audiovisual.

Desde a adolescência que compõe e grava a música que faz, tendo inclusivé feito parte de várias bandas de garagem em contexto pop. Em criança iniciou-se no estudo do piano na escola de Jazz do Porto, tendo já em adulto dedicado-se ao violoncelo, no Conservatório de Música da Maia.

Ao longo do seu percurso, João C. Sousa tem tido a oportunidade de musicar cinema e publicidade. Em 2005 foi agraciado com o prémio “Novos Criadores” na categoria de composição musical. Em 2007 compôs a banda sonora original para a longa-metragem “Sombras- Um Filme Sonâmbulo” de João Trabulo sobre os universos multifacetados do poeta Teixeira de Pascoaes. Em 2013 assinou a música para o spot publicitário do IIIº Festival Internacional de Cinema (CINECOA) e para a exposição “3 Mini” realizada na “Máquinas de Outros Tempos”. Dois anos mais tarde compôs a música para o vídeo promocional de suporte ao livro de fotografia de Júlio Aires intitulado “6:30 a.m.”.

Melómano confesso, conserva na sua redoma intocável figuras como Bach, Purcell, Rameau, Laurie Anderson, John Lurie, Jeff Buckley, Kraftwerk, Einstürzende Neubauten, Swans, Depeche Mode, Dead Can Dance, Coil ou os portugueses Noiserv, Clã e Madredeus. Acalenta ainda o sonho de poder vir a compor para teatro e para videojogos.

No final de 2017 edita o seu primeiro longa-duração, intitulado “How to Switch Dimensions”.



publicado por Carlos Gomes às 11:20
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Quarta-feira, 14 de Junho de 2017
TRAVESSA DO CORRUPIO APRESENTAM EP DE ESTREIA AO VIVO

Em Junho todos os caminhos vão dar à Travessa do Corrupio. A banda que se estreou em Março último com “Resumo”, registo que recolhe múltiplas influências do universo do jazz, rock e folk, combinando-as com a alma da música tradicional portuguesa, apresenta agora o seu primeiro trabalho ao vivo nas FNAC de Alfragide (2 de Junho) e Vasco da Gama (18 de Junho).

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Oportunidade ideal para escutar em estado natural temas como “A Vida (O Início)” e “O Amor É Assim”, disponíveis em plataformas digitais como a The Store, Amazon, iTunes e Google Play.

O projecto que hoje conhecemos como Travessa do Corrupio nasceu, em abono da verdade, para uma só noite. Luis Sales, filho da primavera quente de 1975, tinha um objectivo bem definido para 2015: criar uma banda que o acompanhasse num concerto especial. Luis, que anteriormente havia participado em diversos projectos musicais (tendo inclusivamente integrado o álbum “Novos Talentos Fnac”, de 2009, e a edição de 2010 do Festival Termómetro) mal sabia que o concerto que tanto ansiava quanto temia mudaria a sua vida.

O primeiro elemento contactado foi André Correia, amigo de outras lides, que prontamente aceitou o desafio e a ele se juntou no necessário trabalho de composição e aperfeiçoamento dos esboços já criados e pensados por Luis. Tendo sido aluno da Escola de Música do Conservatório Nacional, na vertente de órgão, frequentado diversos workshops de bateria e participado em alguns projectos de pop/rock André detinha a porção ideal de talento, experiência e irreverência.

Por sua vez Raquel Bastardo ficou com os teclados a seu cargo e é a única presença feminina da banda. Fascinada desde sempre pelo poder do piano, estudou-o desde bem cedo, chegando mesmo a frequentar até ao quinto grau o curso livre de piano da Academia de Amadores de Música. Mas a música não é a sua única paixão: é também professora, guia turística e exerce a profissão de bióloga.

A guitarra passou a ser da total responsabilidade de Emanuel Carvalho, oriundo de Vilar Formoso, que iniciou o seu percurso no mundo da música no Grupo de Cordas da terra que o viu nascer. Pelas suas mãos passaram guitarra clássica, guitarra baixo, bandola, bandolim e braguesa. Já em Lisboa integrou o Grupo Coral Lisboa Cantat e o grupo coral de câmara da Escola Superior de Educação de Lisboa.

Quando sobem a palco os Travessa do Corrupio contam ainda com a presença de um contrabaixista, um elemento precioso que ajuda a abrilhantar cada apresentação ao vivo das suas melodiosas composições.

Quando o quinteto se desloca ao Alentejo para gravar os temas em questão já o calendário assinalava a chegada do terceiro mês do ano de 2015. Seria preciso mais um mês para que os onze temas gravados ganhassem vida no palco do Teatro Turim, tendo a sala sido pequena para receber todos aqueles que queriam presenciar a estreia da banda a que hoje chamamos de Travessa do Corrupio.

O balanço dessa noite foi tão positivo que todos os elementos aceitaram rapidamente a ideia de não desfazer aquilo que o talento, e o acaso, tinham unido. E assim, por entre um ano de composições, ensaios e um concerto especial começou oficialmente um dos projectos mais entusiasmantes da música lusitana.

Movendo-se nas pródigas águas onde o jazz e a música clássica se encontram com o rock e o folk os Travessa do Corrupio criaram uma linguagem própria que honra as origens e tradições lusitanas. Aqui contam-se histórias de amor e desamor. De saudade. De ilusões

mas também de desilusões. Na Travessa do Corrupio o tempo corre devagar, ao sabor do rio em direcção ao mar. Esta é uma Travessa que fica bem no centro do Corrupio que é a vida.



publicado por Carlos Gomes às 21:49
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Terça-feira, 13 de Junho de 2017
CHAPA ZERO LANÇA NOVO ÁLBUM DE MÚSICA “FIA-TE NA VIRGEM E NÃO CORRAS”

O “Chapa Zero” vai proceder ao lançamento do novo álbum "Fia-te na Virgem e Não Corras", e do single de lançamento "Zumba na Caneca". Link "Zumba": https://www.youtube.com/watch?v=D9AczGaG7y4 O CD será lançado no dia 16 de Junho 2017 (próxima 6ª feira), com o selo "A Moca da Foca", produzido pelo Emanuel Ramalho (Peste & Sida).

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ALINHAMENTO

  1. Zé Faísca (Letra: Kaveirinha; Música: Kaveirinha, Marco António, Filipe Rodrigues, Nuno Amaro). 02:23;
  2. Chapa Gasta (Letra: Kaveirinha; Música: Kaveirinha, Marco António, Filipe Rodrigues, Nuno Amaro). 02:21;
  3. Tens a Mania (Letra: Kaveirinha; Música: Kaveirinha, Marco António, Filipe Rodrigues, Nuno Amaro). 02:26;
  4. No Ku da Europa (Letra: Kaveirinha; Música: Kaveirinha, Marco António, Filipe Rodrigues, Nuno Amaro). 02:14;
  5. Vão Trabalhar (Letra: Kaveirinha; Música: Kaveirinha, Marco António, Filipe Rodrigues, Nuno Amaro). 03:33;
  6. Zumba na Caneca (Letra: tradicional; Música: tradicional).02:19;
  7. Fim da Noite (Letra: Kaveirinha; Música: Kaveirinha, Marco António, Filipe Rodrigues, Nuno Amaro). 02:48;
  8. Deix´ós Falar (Letra: Marco António; Música: Kaveirinha, Marco António, Filipe Rodrigues, Nuno Amaro). 02:54;
  9. Fia-te na Virgem e Não Corras (Letra: Kaveirinha; Música: Kaveirinha, Marco António, Filipe Rodrigues, Nuno Amaro). 04:11;
  • Bate-Chapa (Letra: Kaveirinha; Música: Kaveirinha, Marco António, Filipe Rodrigues, Nuno Amaro). 02:58;

A banda surgiu devido à necessidade de agredir verbalmente (com mais ou menos ternura, conforme o caso) certos sectores da nossa sociedade que precisam de um abanão valente. E sob a forma de música é mais agradável!

Seguindo-se ao disco de estreia “Chapa Zero” de 2013, “Fia-te na Virgem e Não Corras” foi gravado no decurso de 2016, com o produtor Emanuel Ramalho (Peste & Sida) nos estúdios "Aqui Há Gato" em Lisboa.

  • DISCOGRAFIA
  • 2013 – Chapa Zero - Álbum
  • 2017 – Fia-te na Virgem e Não Corras - Álbum

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publicado por Carlos Gomes às 11:38
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Segunda-feira, 12 de Junho de 2017
CANTORA ANA LUÍSA RAMOS EM ESTREIA EM PORTUGAL

A cantora paulista de voz melíflua que chegou até nós pela graça e encanto de “Desconstrução”, prepara a sua vinda a Portugal já no início do mês de Julho para uma mini-digressão de apresentação a “Um”, o registo de estreia.

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Integrante da nova leva de cantautores MPB, Ana Luísa Ramos recolhe também influências de música erudita e do universo do jazz, uma mistura alada que já lhe valeu elogios de publicações especializadas como as inglesas Folk Radio e Buzzin Music ou as norte-americanas Music For Lunch e The Vinyl District.

A digressão visitará locais como a Pensão Amor e o TOCA, com os restantes espaços a serem confirmados brevemente. Oportunidade ideal para conhecer uma das mais promissoras vozes do panorama musical de São Paulo.

Nascida na localidade de Ribeirão Preto e radicada em São Paulo, Ana Luísa Ramos tem-se vindo a destacar tanto no cenário lírico quanto no popular. Com um repertório que vai da música erudita ao jazz e à Música Popular Brasileira (MPB) e com estudos feitos em países como Brasil, Argentina e Áustria, a cantora possui uma versatilidade raramente vista e uma voz melíflua.

Aos 9 de idade ingressou no Coral Infantil da Cia de Ópera Minaz e três anos mais tarde fez a sua estreia como solista da “Missa Brevis” de Mozart. Em 2001 participaria na ópera “La Traviata” de Verdi e no ano seguinte interpretou a personagem Terezinha na montagem da Ópera do Malandro que repetiria em 2006 no Theatro Pedro II. Em 2007 fez parte do Coral do Estado de São Paulo e entre 2011 e 2012 integrou o sexteto vocal feminino Bocca Chiusa.

Após acompanhar o cantor e compositor Eric Taylor Escudero na sua mini digressão europeia, Ana Luísa Ramos fez parte da banda que gravaria o álbum de estreia do músico em Austin, Estados Unidos. Já no ano de 2015 participou na gravação do DVD de Natal de Agnaldo Rayol e em 2016 realizou o espetáculo de abertura de Toquinho na Catedral Anglicana de São Paulo. Na recta final de 2016 a artista editou o seu primeiro registo a solo – “Um” – constituído por canções autorais e por releituras de músicas consagradas do universo do jazz e da MPB.

A cantora já viu o seu talento reconhecido fora de portas, tendo recolhido elogios por parte de publicações especializadas como as inglesas Folk Radio e Buzzin Music ou as norte-americanas Music For Lunch e The Vinyl District.

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publicado por Carlos Gomes às 22:14
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“TELL ME”, A DECLARAÇÃO DE INTENÇÔES DOS WELLMAN

Já se devem ter cruzado com os Wellman. Um grupo de cinco talentosos jovens a fazer da melhor música pop despretensiosa e orelhuda da atualidade, valiosa no conteúdo e certeira na forma como é entregue aos ouvintes.

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Se “Riverside” e “Distance” os colocaram no mapa, “Tell Me”, o 3º single extraído do longa-duração de estreia – “Shrimp” – confirma as melhores expetativas: pedaço de pop/rock terno e confessional que poderia figurar no catálogo de John Mayer ou Ed Sheeran. A canção surge acompanhada de um vídeo captado ao vivo na última edição do Sofar Sounds Lisboa, em Abril passado.

Enquanto isso, “Shrimp” continua disponível em edição digital em plataformas como a The Store, Amazon, iTunes e Google Play com o selo da Music For All.

Os Wellman nasceram ao mesmo ritmo da amizade de Afonso Teixeira (vocalista), Afonso Lima (guitarrista), José Miguel Saraiva (baixista), Mateus Carvalho (saxofonista) e Francisco Marcelino (baterista).

Afonso Teixeira apresentou aos restantes membros uma série de originais que desejava que tivessem outra roupagem. Inicialmente apenas com o intuito de conferir às músicas uma outra dimensão, os cinco acabaram por "recriar" as mesmas. Em Junho de 2016, surgiu a oportunidade de ir a estúdio gravar os temas e aquilo que começou por ser uma forma de descontração da vida universitária sem qualquer divulgação pública, passou a ser uma verdadeira banda, à qual Afonso Teixeira emprestou o seu nome artístico (Wellman).

O quinteto que se move nos meandros da pop/rock com leves influências folk, assume com orgulho a sua sonoridade viciante, envergando sempre um sorriso cativante e uma alegria contagiante. No primeiro semestre de 2017 editaram o seu primeiro longa-duração homónimo.


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Domingo, 11 de Junho de 2017
CANTE ALENTEJANO DESFILA NO CACÉM

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publicado por Carlos Gomes às 11:11
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Quarta-feira, 7 de Junho de 2017
“DOR QUE VAI DURAR”, A ESTREIA DOS ELLEFANTE

Os Ellefante são movidos pela necessidade de resgatar um elo entre as pessoas, os seus sentimentos e a sua relação com o mundo, intenção desde logo patente no seu cartão-de-visita ao público português. “Dor Que vai Durar” nasce da problemática das relações humanas combinadas com o desalento dos dias, pintados numa tela sonora que deve influências ao rock alternativo de grupos como The War On Drugs, Cold War Kids ou Young the Giant.

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O tema integra o projecto introdutório da banda de Brasília, “Mezanino Sessions”, e é o ponto de partida para a digressão nacional que farão no final de Setembro próximo com o apoio da Music For All, a tempo de apresentarem também o primeiro longa-duração, em fase final de preparação.

Os Ellefante são oriundos de Brasília e formados pelo vocalista e guitarrista Fernando Vaz, pelo baixista Adriano Pasqua e pelo baterista João Dito. A música do trio consiste numa proposta madura: a sensibilidade das harmonias e das melodias são uma mescla de música

brasileira, pop, blues e outras influências do rock alternativo que vão da folk aos ritmos africanos.

As músicas da banda são um convite subtil e criativo na quebra da neutralidade e da passividade dos sentidos. O propósito é falar de coisas simples que as pessoas vivem no seu quotidiano. Recomeço, escolhas, aprendizagem, evolução, auto-conhecimento, amores e desamores são temas que entrelaçam as letras e as melodias, fazendo um contraponto intemporal que cria o vínculo que une o ser humano. Eis que resgatar um elo entre as pessoas, os seus sentimentos e a sua relação com o mundo é o que move os Ellefante através da arte.

A estreia do trio ocorreu com a participação nas “Mezanino Sessions”, uma sessão ao vivo que convida o espetador a entrar num cenário aconchegante e rústico, carregado de elementos que dão azo ao lazer. O primeiro ato foi dado com o lançamento do single “Cartas Paraná” em Setembro de 2016. Em apenas três dias o vídeo superou as melhores expetativas, passando a barreira das 10 mil visualizações. Em Novembro do mesmo ano chegava o segundo capítulo, “Dor Que Vai Durar”, concluindo assim as “Mezanino Sessions”.

A principal apresentação da banda em 2016 deu-se no Sofar Sounds Brasília, um projeto nascido em Londres que decorre atualmente em mais de 300 cidades no planeta, e cujo momento se encontra eternizado no canal do Sofar Sounds Latin America no YouTube. Para 2017 a banda está confirmada no alinhamento do Atomic Music Festival (Brasil) em Julho no e no Lott Festival (Alemanha) em Agosto, evento em que representarão toda a América Latina em palco europeu, ao mesmo tempo que se preparam para embarcar numa digressão portuguesa em Setembro próximo com o apoio da Music For All. Até ao final do ano espera-se ainda a edição do primeiro longa-duração dos Ellefante.


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publicado por Carlos Gomes às 20:34
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“I AM THE PARTY”, A ESTREIA DESBRAGADA DOS BALBA

Já o diz o ditado, “a festa comanda a vida”. Bom, o ditado original pode não ser bem assim, mas certamente que os Balba concordam mais com esta recriação, no mínimo, inovadora. A banda brasileira apresenta-se ao público nacional com o festivo “I am The Party”, single retirado do álbum com o mesmo título, lançado em 2016.

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O trio carioca caminha na dura estrada do rock, tem laivos de punk, privilegia a língua inglesa e busca inspiração em nomes do calibre e abrangência de Oasis, Rolling Stones, The Doors ou Muse. Com a Music For All farão também, ainda este ano, a estreia nos palcos nacionais com uma digressão que promete conquistar os corações mais rockeiros!

Na música como na vida nada de belo se atinge sem sintonia, química e talento. Ora a quem não faltam estes três componentes é ao trio Dig Obadia (vocalista), Dav Obadia (baterista) e Dan J (baixista). Os três músicos e compositores cariocas uniram-se em 2012 e, inspirados nas influências que os moviam e fascinavam, começaram a perseguir o derradeiro sonho: tornar as composições próprias, até aí guardadas na gaveta, admiradas em todo o mundo.

Para tal criaram a sua própria banda a que deram o nome de Balba! O trio assumia, assim, a árdua tarefa de seguir as pisadas de nomes do calibre de Rolling Stones, The Doors, Oasis ou Muse. Às suas criações aplicaram a língua inglesa, quebrando assim as barreiras linguísticas que, tantas vezes, nos separam dos povos espalhados pelo mundo fora.

Em 2013 chegou às bancas “Heart Abstract”, álbum independente onde constava a faixa “A Heart to Unfold”. Este tema recolheu elogiosas críticas internacionais, tendo mesmo sido uma das 28 faixas de todo o planeta a ser integrada na coletânea “Unite”.

No ano seguinte surgiu o EP “Is There Anything She Would Die For”, registo apresentado ao grande público através do viciante “One May Army”. Mais um ano se passou, mais novidades surgiram para os Balba: primeiro o videoclip da música “Bad Things Happen To Us All” na programação do canal Multishow, depois o videoclip de “A Heart To Unfold” no canal WooHoo.

E como os Balba não param 2016 também foi ano de novidades: “I’am The Party”, segundo disco de originais do conjunto brasileiro, conheceu finalmente a luz do dia! Nota para o facto deste trabalho ter sido produzido por Pedro Garcia, baterista da banda Planet Hemp e que já gravou com nomes como Arnaldo Antunes, BNegão ou Clarice Falcão.

Nestes cinco anos de vida os Balba já acumulam vitórias e conquistas tendo, por exemplo, sido transmitidos em rádios de cidades como Londres, Boston, Munique ou Camberra. Para o futuro os objetivos são mais do que muitos. Afirmam querer “explodir do Rio de Janeiro a Tóquio” não sendo, por isso, de estranhar que 2017 traga não só o single de apresentação ao público português, “I am The Party”, como também a estreia nos palcos nacionais através de uma digressão promovida pela Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 00:57
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Terça-feira, 6 de Junho de 2017
“CLAREAVA”, A LUZÍDIA ESTREIA DE LAMPARINA E A PRIMAVERA

Lamparina e a Primavera é um daqueles projetos que fascina até o apreciador de música mais conservador. Movem-se nos ritmos do maracatu, ijexá, baião e samba, sendo claras as influências do jazz, do blues e do rock progressivo. O primeiro contato com o público português é feito por intermédio de “Clareava”, single retirado do EP de estreia, “Claraboia”, editado já em 2017.

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Nascido por entre a beleza selvagem e indomável de Belo Horizonte, este projeto é composto por Mariana Cavanellas (voz), Arthur Delamarque (voz e violão), Hugo Zschaber (percussão), Calvin Delamarque (baixo), Thiago Oliveira (bateria) e Francisco Di Flora (guitarra). Para Setembro está marcada uma digressão pelos palcos nacionais promovida pela Music For All.

A história dos Lamparina e a Primavera começa em 2016 e apenas um ano depois já mostraram ao mundo um EP, intitulado “Claraboia”, do qual foi extraído o single “Clareava”. Neste registo encontramos músicas dançantes e canções pautadas por experiências pessoais e emocionais num autêntico reflexo da diversidade e riqueza da cultura brasileira.

Este projeto está inserido no recém-chegado O Coletivo Árvore, partilhando origens com outras bandas autorais da cidade de Belo Horizonte. Entre estes outros projetos encontramos Senhor do Bonfim, Velejante, O Caso, Margarida, O Gato Azul e os próprios Lamparina e a Primavera, naquela que é uma junção de talento impar na cena musical independente do país-irmão.

Depois de algumas presenças em festivais por todo o Brasil chegou, finalmente, a hora de cruzar o oceano e mostrar a Portugal, aos portugueses e a toda a Europa todo o seu talento. 2017 é, assim, um ano decisivo para os Lamparina e a Primavera, estando prevista uma digressão pelos palcos nacionais para o próximo mês de Setembro.


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publicado por Carlos Gomes às 02:01
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Sábado, 3 de Junho de 2017
“CRYING LOBSTER” – O PRIMEIRO ATO DA LAGOSTA

Os rumores da morte do rock nacional são, convenhamos, manifestamente exagerados. Felizmente ainda existem projetos como os Crying Lobster, exímios representantes de uma sonoridade intemporal que conquista e vicia. O quarteto português edita agora o EP de estreia, já disponível no iTunes, na The Store e no Google Play. Do registo homónimo já foram retirados dois singles, “Starry Night” e “Perpetual Motion”.

Crying Lobster_Artwork EP

O coletivo lisboeta é composto por Duarte Inácio (voz), João Costa (guitarra), João Henriques (baixo) e Rafael Burguete (bateria) e propõe-nos uma mistura de rock, stoner, punk, jazz e funk, que nos chega agora pela mão da Music For All.

No início havia o nada. E do nada surgiu a Lagosta. Das suas lágrimas floresceu o Universo, dando assim início a uma jornada tão longa quanto a mais antiga das estrelas. Crying Lobster não é um mero projecto musical.

É uma irmandade composta sob a égide da criatividade musical e da diversidade sonora dos seus quatro elementos. Duarte Cadete Inácio (voz), João Costa (guitarra), Rafael Burguete (bateria) e João Henriques (baixo) são os protagonistas desta aventura maior do que a vida. Navegando nas profícuas águas do rock, jazz, funk, stoner e punk preparam-se, finalmente, para editar o EP de estreia.

Depois de antecedido por dois singles – “Starry Night” e “Perpetual Motion” – o EP de estreia homónimo dos Crying Lobster chega agora, por fim, com o selo da Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 17:58
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Quinta-feira, 1 de Junho de 2017
MK NOCIVO CELEBRA DIA DA CRIANÇA COM MÚSICA ESPECIAL

No dia em que os mais pequenos são reis, MK Nocivo dá um presente… aos adultos! “Brincadeira de Criança” é um tema com uma forte mensagem e um exemplo perfeito da simbiose entre voz e letra. O rapper brigantino remete-nos para a infância, mas também para a passagem à idade adulta e o quão defraudadas podem ser as nossas expetativas a respeito do que é ser adulto.

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Este single pungente sucede ao disco “Pro Domo - Em Causa Própria”, tendo sido gravado num só take e conta com a participação de diversas crianças. Este tema é acompanhado de um videoclip e está integrado no projeto “Groove On Live Sessions”, do Estúdio Groove On.

O interesse de Jorge Rodrigues pelo Hip Hop despertou em 1998, depois de ouvir o clássico "It’s Like That" dos RUN DMC, e a sua primeira paixão foi o graffiti. Mas só em 2004 é que começou a escrever rimas e a produzir.

A vontade de evoluir e aprender era enorme, assim como o sonho de possuir um registo em nome próprio. Ao longo dos anos foi criando faixas soltas, organizando uns concertos e juntando dinheiro para o seu primeiro registo a solo – o "Capítulo Obsceno", que saiu em 2007. O dinheiro obtido com esse trabalho deu para comprar algum material e montar um home studio e, a partir daí, editou várias mixtapes que disponibilizou online para download gratuito.

O projeto MK Nocivo nasceu oficialmente em maio de 2004 e o primeiro concerto aconteceu em outubro, no Dia Mundial da Música, no Teatro Municipal de Bragança. Em termos de discografia, conta já com inúmeros trabalhos e colaborações. Além disso, foi vencedor do Rock Rendez Worten 2008 e finalista do concurso de bandas Sumol Summer Fest, em 2014. No ano seguinte sagrou-se vencedor do NOS Live Act, tendo marcado presença no cartaz do festival.

“A excepção à regra, a prova que do nada nasce tudo” é como o próprio MK Nocivo se define. Isso mesmo pôde ser confirmado com a edição do novo álbum, “Pro Domo – Em Causa Própria”, antecedido pelos singles “O Mesmo de Sempre” e “Se Eu Fosse Presidente” e sucedido por “Filha de Emigrantes”. Agora surpreende tudo e todos ao lançar no mercado “Brincadeiras de Criança”, um single a pensar nos petizes e no Dia Mundial da Criança.


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publicado por Carlos Gomes às 11:08
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