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Sexta-feira, 20 de Outubro de 2017
“WASTE” – NOVO SINGLE, NOVA BEA

BEA pode ter chegado há pouco tempo mas já nos habitou a uma boa dose de talento, uma personalidade vincada e irreverência q.b. Depois de uma estreia surpreendente com o viciante “Don’t Care”, a cantora portuguesa está de regresso e vem mais urbana do que nunca. “Waste” revela uma faceta de BEA até agora desconhecida, colocando-a lado a lado com os maiores ícones atuais do mundo Pop.

Single_Waste

Com uma sonoridade que nos remete mais para o Hip Hop do que para o Soul e o R&B de “Don’t Care”, este novo tema vem acompanhado de um videoclip oficial que promete não deixar ninguém indiferente. Para muito em breve está marcada a edição do EP de estreia, registo que contará com o selo da Music For All.

Chama-se Bea e tem 25 anos. É apaixonada por música, fotografia, por comunicação e a indústria da moda. Descreve-se como uma pessoa decidida, organizada/metódica, tolerante e compreensiva, e é ambiciosa enquanto líder de trabalho. Este é o perfil da nova aposta nacional da Music For All.

Desde muito nova começou por ouvir Alicia Keys, Aretha Franklin, Stevie Wonder, Dionne Warwick entres outros grandes nomes da música Soul que despertaram os seus sentidos para o universo da música. Também se apaixonou pelos artistas Pop e R’n’b como JoJo, Destiny’s Child, Ciara, Cassie, Ne-Yo, Mario e deixou-se levar pelo efeito inebriante que a música teve sobre si.

Iniciou o seu percurso no Conservatório de Música onde teve aulas de piano e educação musical durante um ano. Seguidamente começou por compor as próprias canções, na escola de música Valentim de Carvalho, onde pela primeira vez teve aulas de voz e de guitarra.

Aos 18 anos surge uma mudança radical na sua vida. Mudou-se para Londres onde lhe ofereceram a oportunidade de emprego nos estúdios EMI Records, tendo ganho um lugar numa universidade de música. É então tempo de regressar a Portugal e apostar definitivamente na sua carreira no país que a viu nascer.

É nesta fase que escreve, e grava, os seus primeiros singles. Com influências Pop, mas nunca descurando os territórios da Soul e do R&B surge “Don’t Care” e agora “Waste”, este com uma vertente Hip Hop mais vincada. Ainda para 2017 está marcada a edição do EP de estreia através do selo da Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 23:12
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Quinta-feira, 19 de Outubro de 2017
CAFÉ REPUBLICA – ESTREIA EM PORTUGAL FECHA MÊS DE OUTUBRO

Outubro, mês perdido no tempo e espaço onde a meteorologia nos prega partidas constantes, quebrando a noção da estação do ano em que estamos. O que não quebra de forma alguma é a digressão nacional dos Cafe Republica, irreverente projeto carioca preparado para vencer as barreiras geográficas e estrear-se nos palcos portugueses através do selo da Music For All.

Fabrica dos Oficios-01

A estreia perante o público nacional aconteceu com “Um”, primeira amostra sonora de “Caravana”, o próximo disco do quinteto brasileiro. Agora é tempo de pegar nas raízes Pop / Rock, na multiculturalidade das suas influências e sonoridade, assim como nas apuradas letras que os distinguem dos restantes projetos brasileiros e rumar a Portugal. A um oceano de distância estão quatro concertos e um público sedento de uma boa dose de cafeína.

26.10 | Fábrica dos Ofícios, Porto, 23h, entrada livre

A banda Cafe Republica teve origem em 2011 no Rio de Janeiro e é composta por 5 elementos: Octavio Peral (voz, guitarra), Anderson Ferreira “Cabs” (teclado, sintetizador, voz), Ygor Big (guitarra), Juca Sodré (baixo) e Barbanjo Reis (bateria).

Com músicas autorais em português, a banda reúne elementos de múltiplos estilos musicais, procurando sempre produzir composições e arranjos originais.

Em atividade desde 2011 o quinteto já editou três EP’s. E se “Sweet Dive in Turtle’s Land” (2014) e “Ludere Occultant” (2016) apesentam músicas em inglês que muito se aproximam do alternativo e neo-psicadélico, a realidade em “Interlúcido”, terceiro EP da banda brasileira é bem diferente. Este registo é um fruto direto das improvisações em estúdio em pleno período de preparação…do primeiro álbum de longa duração da banda.

Voltando um pouco atrás, nota também para os dois videoclips produzidos a partir de temas do segundo EP: “Almost Nothing Can Be Planned By Us” e “Sand Upon The Wind”. Esse registo contou com arranjos que se movem para ondas psicadélicas e progressivas de bandas como The Doors, Pink Floyd, Tame Impala e Os Mutantes.

Voltando ao presente, e ao futuro, dos Cafe Republica: desde o passado mês de Fevereiro que o estúdio é a segunda casa do quinteto, local onde têm criado e composto os novos temas que integrarão o primeiro álbum da banda. Gravando no Estúdio Camelo Azul, na cidade do Rio de Janeiro, o disco trará as primeiras canções em português assim como uma nova abordagem da banda à composição e uma sonoridade que promete surpreender tudo e todos.

O primeiro single de avanço, “Um”, estreou no Brasil no final do mês de Julho, chegando a Portugal no início de Agosto com o selo da Music For All. E como a aposta em Portugal, e na Europa, é para levar a sério já para Outubro está marcada uma digressão que permitirá aos Cafe Republica estrearem-se nos palcos nacionais.


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publicado por Carlos Gomes às 21:12
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Terça-feira, 17 de Outubro de 2017
NEM PENSE EM DUVIDAR TOUR”, PEU DEL REY ESTREIA-SE EM PORTUGAL

O autor do hit brasileiro “Nem Pense em Duvidar” chega a Portugal para uma Tour pelo país e vai contar com quatro concertos e um showcase na FNAC Vasco da Gama, em Lisboa.

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Depois da estreia do single, onde o artista transmite o positivismo que o caracteriza, é agora hora de ver Peu del Rey ao vivo. Oportunidades para isso não vão faltar pois o cantor passa por cidades como Lisboa, Aveiro, Lousada e Castro Verde, com o selo da Music For All.

17.10 | Showcase FNAC Vasco da Gama, Lisboa, 18h30, Entrada Livre

18.10 | Livraria Ler Devagar, Lisboa, 21h30, 3€

19.10 | Mercado Negro, Aveiro, 22h, 3€

20.10 | Sunny Side Bar, Lousada, 23h, Entrada Livre

21.10 | 7ARTE, Castro Verde, 23h, Entrada Livre

Peu Del Rey só podia ser artista. Afinal de contas nasceu no seio de uma família ligada às artes: a mãe era dançarina e o pai um popular compositor baiano. Foi criado entre Vilas do Atlântico, Bahia e a Ilha de Itaparica, mais concretamente numa comunidade de pescadores da ilha, na zona de Amoreiras.

Cresceu por entre encontros artísticos, serões onde não faltavam músicos e compositores da Bahia contemporânea, não sendo por isso de estranhar que tenha enveredado também ele por uma carreira no mundo da música.

Embora o seu percurso tenha começado em 2011 para a história ficará o ano de 2014, fase em que edita os seus dois primeiros EP’s. Em maio surgiu “Atlântico” e em Setembro o homónimo “Peu Del Rey”. Embalado por um grande ano aproveita para dar um passo que se viria a revelar decisivo: muda-se para São Paulo, local onde viria a encontrar um Brasil mais plural e diverso.

Estávamos, então, no final de 2015 quando é escrito o próximo capítulo da carreira de Peu: é editado o EP “Nem Pense em Duvidar”. Este foi um trabalho especial, ou não tivesse a colaboração do reputado produtor brasileiro Tadeu Patolla (nome maior da música brasileira que, anteriormente, havia trabalho com Charlie Brown, Biquini Cavadão entre tantos outros).

A faixa homónima deste EP ganhou um videoclip produzido pela OKent Filmes, ficando o guião e a direção a cargo de Santiago Paestor. Utilizando a técnica de stop motion Santiago colocou Peu ao leme de uma canoa pelas ruas de São Paulo, passando por alguns dos principais pontos da cidade. O resultado final é uma mistura das raízes da comunidade piscatória onde Peu Del Rey nasceu e cresceu com o seu lado mais cosmopolita e citadino, reproduzindo um retrato fiel das diferentes dinâmicas do Brasil atual. 

Ao longo de seis anos de carreira o multi-instrumentista (ou não tocasse ele bateria e vários instrumentos de percussão e cordas) já foi indicado para o Prémio Caymmi, vendo assim o seu trabalho reconhecido à escala regional e nacional. Recorde-se que esta respeitada premiação baiana revelou no passado nomes do calibre de Daniela Mercury, Margareth Menezes ou Ivete Sangalo. Como artista inquieto e eternamente insatisfeito que é Peu já tem em construção o novo capítulo da sua história: está quase finalizada a produção de um registo audiovisual, totalmente gravado no estúdio Costella, em Sampa. A edição está prevista para muito em breve!

Ora e depois de tantos passos importantes só falta mesmo…cruzar os mares e apostar em grande na Europa, claro! E 2017 será o ano em que esse passo será dado: tudo começa agora mesmo, com o lançamento do single “Nem Pense em Duvidar”, seguindo-se uma digressão nacional no último trimestre do ano. Nas palavras do próprio Peu Del Rey: "Nem pense em duvidar. Positivo sempre! Tudo depende só de você!"


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publicado por Carlos Gomes às 19:05
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Segunda-feira, 16 de Outubro de 2017
KIT EDITAM EP “SÓ METADE” E APRESENTAM-SE AO VIVO NAS FNAC

Os KIT continuam a dar passos seguros rumo à afirmação na cena musical nacional. Depois de um single de estreia surpreendente, “Só Metade”, foi tempo de arrebatar corações indiscretos com o recente “Tempo É Frágil”, um mid-tempo que fica no ouvido e que soa a Rock, do início ao fim.

KIT

E agora surgem mais duas etapas fulcrais no processo de crescimento do trio português. Primeiro, o lançamento do EP de estreia através do selo da Music For All intitulado precisamente “Só Metade” – registo que conta com cinco faixas revestidas do melhor Rock cantado em português da atualidade. Este registo estará à venda em formato físico na próxima sexta-feira e já está disponível nas principais plataformas digitais, nomeadamente: ITunes, Google Play, Deezer. Tidal e Spotify.

E em segundo, um showcase especial e intimista, com entrada gratuita, em Lisboa. É que depois de conquistarem tudo e todos na FNAC Alfragide impunha-se um novo showcase na capital. Assim no próximo dia 20 de outubro, pelas 21h30, os KIT atuarão na FNAC Vasco da Gama!

Os KIT são um trio lisboeta constituído por Lucas Ribeiro (voz e baixo), Bernardo Freitas (guitarra e segunda voz) e Guilherme Correia (bateria), todos com experiência prévia em bandas antigas, mas que vê neste projeto o passo mais sólido dado até agora para a concretização dos seus intentos.

Existentes desde Novembro de 2016, os três amigos juntam-se com o objectivo de devolver a vitalidade ao rock cantado em português, inspirado na melhor tradição de bandas como Xutos e Pontapés, Ornatos Violeta, UHF ou GNR.

Caracterizados por refrões orelhudos, cantados em português, e com instrumentais fortes assentes no binómio guitarra-bateria, os KIT pretendem ser o manual básico de sobrevivência para qualquer bom aficionado do rock.

O primeiro passo foi dado com a edição de um primeiro single, “Só Metade”, seguindo-se recentemente “Tempo é Frágil”, as duas primeiras amostras do EP de estreia que chega agora às bancas, e às principais plataformas digitais, com o selo da Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 21:55
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Quinta-feira, 12 de Outubro de 2017
“NEM PENSE EM DUVIDAR TOUR”, PEU DEL REY ESTREIA-SE EM PORTUGAL

O autor do hit brasileiro “Nem Pense em Duvidar” chega a Portugal para uma Tour pelo país, que já conta com três espetáculos.

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Depois da estreia do single, onde o artista transmite o positivismo que o caracteriza, é agora hora de ver Peu del Rey ao vivo. Oportunidades para isso não vão faltar pois o cantor passa por cidades como Lisboa, Lousada e Castro Verde, com o apoio da Music For All.

17.10 | Showcase FNAC, C.C.Vasco da Gama, Lisboa, 18h30

20.10 | Sunny Side Bar, Lousada, 23h

  1. 10 | 7ARTE, Castro Verde, 23h

Peu Del Rey só podia ser artista. Afinal de contas nasceu no seio de uma família ligada às artes: a mãe era dançarina e o pai um popular compositor baiano. Foi criado entre Vilas do Atlântico, Bahia e a Ilha de Itaparica, mais concretamente numa comunidade de pescadores da ilha, na zona de Amoreiras.

Cresceu por entre encontros artísticos, serões onde não faltavam músicos e compositores da Bahia contemporânea, não sendo por isso de estranhar que tenha enveredado também ele por uma carreira no mundo da música.

Embora o seu percurso tenha começado em 2011 para a história ficará o ano de 2014, fase em que edita os seus dois primeiros EP’s. Em maio surgiu “Atlântico” e em Setembro o homónimo “Peu Del Rey”. Embalado por um grande ano aproveita para dar um passo que se viria a revelar decisivo: muda-se para São Paulo, local onde viria a encontrar um Brasil mais plural e diverso.

Estávamos, então, no final de 2015 quando é escrito o próximo capítulo da carreira de Peu: é editado o EP “Nem Pense em Duvidar”. Este foi um trabalho especial, ou não tivesse a colaboração do reputado produtor brasileiro Tadeu Patolla (nome maior da música brasileira que, anteriormente, havia trabalho com Charlie Brown, Biquini Cavadão entre tantos outros).

A faixa homónima deste EP ganhou um videoclip produzido pela OKent Filmes, ficando o guião e a direção a cargo de Santiago Paestor. Utilizando a técnica de stop motion Santiago colocou Peu ao leme de uma canoa pelas ruas de São Paulo, passando por alguns dos principais pontos da cidade. O resultado final é uma mistura das raízes da comunidade piscatória onde Peu Del Rey nasceu e cresceu com o seu lado mais cosmopolita e citadino, reproduzindo um retrato fiel das diferentes dinâmicas do Brasil atual. 

Ao longo de seis anos de carreira o multi-instrumentista (ou não tocasse ele bateria e vários instrumentos de percussão e cordas) já foi indicado para o Prémio Caymmi, vendo assim o seu trabalho reconhecido à escala regional e nacional. Recorde-se que esta respeitada premiação baiana revelou no passado nomes do calibre de Daniela Mercury, Margareth Menezes ou Ivete Sangalo. Como artista inquieto e eternamente insatisfeito que é Peu já tem em construção o novo capítulo da sua história: está quase finalizada a produção de um registo audiovisual, totalmente gravado no estúdio Costella, em Sampa. A edição está prevista para muito em breve!

Ora e depois de tantos passos importantes só falta mesmo…cruzar os mares e apostar em grande na Europa, claro! E 2017 será o ano em que esse passo será dado: tudo começa agora mesmo, com o lançamento do single “Nem Pense em Duvidar”, seguindo-se uma digressão nacional no último trimestre do ano. Nas palavras do próprio Peu Del Rey: "Nem pense em duvidar. Positivo sempre! Tudo depende só de você!"


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publicado por Carlos Gomes às 20:08
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SOPA D’ALMA APRESENTAM EP “HINO VITÁVEL- ACTO I” NO PORTO

Depois de passarem pelo Auditório Carlos Paredes, em Lisboa, é tempo dos Sopa d’Alma rumarem a norte: o Hot Five Jazz&Blues Club, no Porto. O concerto está marcado para as 23h da próxima quinta-feira, estando os bilhetes disponíveis pelo preço único de 5€.

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O mote do concerto é a apresentação de “Hino Vitável – Acto I”, registo de estreia com uma sonoridade marcada por laivos de instrumentação clássica, rock progressivo e música interventiva. Do registo editado pela Music For All já foram extraídos dois singles – “Rotina” e “Correntes” – e ambos estarão em destaque numa noite que promete despertar a nação portuguesa.

Os Sopa d’Alma são um projeto constituído por Fá Pereira (voz e flauta) e Pedro Carneiro (guitarra). Oriundos de Braga, cruzaram-se pela primeira vez numa escola de música da cidade, onde viriam a formar a sua primeira banda de covers em 2007.

Dois anos volvidos, sentiram a vontade de se expressar numa linguagem musical própria e original, formando em conjunto com outros dois amigos o projeto Angúria, cantado em português num registo de rock progressivo. Em 2012 constaram da coletânea “À Sombra de Deus”, que reunia o que de melhor se fazia no fervilhante panorama musical de Braga. O projeto culminaria em 2014 com a elaboração de uma peça musical de 40 minutos organizada em cinco temas, exibida ao público no Theatro Circo, no coração da cidade natal.

Com a mudança de armas e bagagens para Viena, no final desse ano, surgiu também a vontade de materializar novas criações e estados de alma. Foi então que se formou o projeto dos Sopa d’Alma, com o objetivo inicial de conter a ressaca pós-Angúria, apresentando à Áustria versões de fados e clássicos da música em português cantados de forma reconstruída, a dois sons: voz e guitarra. Foi lá que representaram a música portuguesa em feiras e eventos internacionais, fornecendo também a banda sonora a um pequeno café português local, comovendo muitos dos presentes que escutaram aquele tipo de sonoridade pela primeira vez.

Contudo, seria só no final de 2016, já mais esclarecidos e ambiciosos, que voltariam ao formato que crêem ser o seu pináculo criativo: a peça. Para tal, compuseram a primeira parte do relato musical centrado nos temas que os levaram para fora de Portugal, pontuado por apontamentos de instrumentos clássicos e marcado pelas influências de todos os grandes artistas que consomem, desde o rock progressivo à música dita de intervenção.

Sopa d’Alma é, doravante, um projeto com uma clara intenção: biografar musicalmente o caminho de dois parceiros musicais ininterruptos, com intervenção nos ouvintes por universal afinidade com o conteúdo realista, cuja simplicidade na forma só o possa enaltecer.


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publicado por Carlos Gomes às 14:53
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Quarta-feira, 11 de Outubro de 2017
“TIME MACHINE TOUR”, A ESTREIA INTERGALÁCTICA DOS ASTRONAUT IN CYBERSPACE EM PORTUGAL

Naves espaciais. Seres alienígenas. E rock, muito rock. Isto é o que podemos esperar dos suecos Astronaut In Cyberspace, projeto que por entre as habituais viagens interestelares, chega à península ibérica para a “Time Machine Tour”!

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Por entre a guitarra alada de Adam Öhrsvik, a atmosfera soturna criada pelo baixista Demba Lo e a garra do baterista Carl Resare, irrompe a voz, a guitarra e o sintetizador de Diene Faye. A digressão ibérica já os levou a encher salas em Madrid e Saragoça, seguindo-se agora Portugal, sempre com o apoio da Music For All. Lisboa, Porto e São Pedro do Sul vão receber concertos dos autores de “Time Machine” e “Easy”, temas já revelados do próximo disco da banda. Conhece todas as datas abaixo!

11.10 | Tokyo, Lisboa, 23h30, 5€

12.10 | Fábrica dos Ofícios, Porto, 23h, Entrada Livre

13.10 | Roquivários, São Pedro do Sul, 23h, 4€

14.10 | + Zuuzaa, Auditório Carlos Paredes, Lisboa, 21h30, 7€

E no início houve uma canção. “Astronaut in Cyberspace” começou por ser isso mesmo, uma canção, igual a tantas outras da autoria de Diene Faye (vocalista, guitarrista e mestre do sintetizador). A letra versava sobre um homem preso num videojogo interestelar e foi inspirada numa obra literária do autor Terry Pratchett. Por caprichos da vida o tema nunca veria a luz do dia, no entanto cumpriu a sua função: inspirou Adam Öhrsvik (guitarrista), levando lentamente este projeto musical para o tema espacial.

O duo conheceu-se em 2012 e das longas noites passadas em conjunto foram escritas, e gravadas, diversas músicas folk lo-fi. No entanto apenas no outono de 2014, momento em que as ambições do duo crescem, nasce a necessidade de levar a banda a outro patamar de qualidade. Para ajudar nessa demanda chegaram Demba Lo (baixista), amigo de longa data de Diene, e Jesper Johannesson (baterista), que haviam conhecido recentemente.

Estávamos já em 2015 quando surge o primeiro EP da banda. Neste registo homónimo constavam as primeiras composições do duo, agora interpretadas em quarteto.O tema espacial manteve-se mas a sonoridade evoluiu, inspirando-se agora no rock alternativo dos anos 90 e em bandas como Radiohead, The Smashing Pumpkins ou Primal Scream. E assim nasceria, em meados de 2016, o LP “Aurora.exe”. Ao todo são dez os novos temas da banda, todos eles fiéis ao rock alternativo e a elementos psicadélicos. Assim parecia nascer um capítulo radioso da história dos Astronaut in Cyberspace.

No entanto o destino, sempre ele, parece ter particular prazer em delinear novas, e inesperadas, rotas. Pouco depois da edição do LP “Aurora.exe” Jesper abandona a banda e decide dedicar-se por inteiro aos estudos no estrangeiro. Com a saída de Jesper foi necessário recuar e voltar a redefinir a estratégia. No início de 2017 inicia-se, assim, uma nova fase dos Astronaut in Cyberspace: Carl Resare (baterista) junta-se a Diene, Adam e Demba tornando uma vez mais o trio num quarteto. A sonoridade voltou a evoluir sendo atualmente descrita pela banda como “rock de alienação”.

O sucessor de “Aurora.exe” será conhecido ainda em 2017, sendo esperadas várias novidades ao longo do ano. Mas de todas as novidades a maior é mesmo a “Time Machine Tour”, digressão que se inicia na Suécia e que levará os nossos astronautas até aos palcos da Alemanha, Espanha e Portugal.

Paralelamente à digressão será também gravado um documentário intitulado, precisamente, “Time Machine Tour”.

O objetivo é documentar o percurso de uma digressão no estrangeiro, ajudando assim todas as bandas/projetos que pretendam dar esse passo. As oportunidades, perigos, avisos e dicas serão, certamente, fundamentais para inúmeros artistas independentes. Marcelo Racana, reputado autor na Suécia, será o diretor e acompanhará a banda nesta digressão, a língua escolhida foi o inglês e o documentário será disponibilizado gratuitamente.


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publicado por Carlos Gomes às 16:05
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Terça-feira, 10 de Outubro de 2017
CONVENTO DOS CARDAES RECEBE ENCONTRO DE COROS LUSO-GALAICO

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publicado por Carlos Gomes às 10:30
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Segunda-feira, 9 de Outubro de 2017
“TIME MACHINE TOUR”, A ESTREIA INTERGALÁCTICA DOS ASTRONAUT IN CYBERSPACE EM PORTUGAL

Naves espaciais. Seres alienígenas. E rock, muito rock. Isto é o que podemos esperar dos suecos Astronaut In Cyberspace, projeto que por entre as habituais viagens interestelares, chega à península ibérica para a “Time Machine Tour”!

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Por entre a guitarra alada de Adam Öhrsvik, a atmosfera soturna criada pelo baixista Demba Lo e a garra do baterista Carl Resare, irrompe a voz, a guitarra e o sintetizador de Diene Faye. A digressão ibérica já os levou a encher salas em Madrid e Saragoça, seguindo-se agora Portugal, sempre com o apoio da Music For All. Lisboa, Porto e São Pedro do Sul vão receber concertos dos autores de “Time Machine” e “Easy”, temas já revelados do próximo disco da banda. Conhece todas as datas abaixo!

11.10 | Tokyo, Lisboa, 23h30, 5€

12.10 | Fábrica dos Ofícios, Porto, 23h, Entrada Livre

13.10 | Roquivários, São Pedro do Sul, 23h, 4€

14.10 | + Zuuzaa, Auditório Carlos Paredes, Lisboa, 21h30, 7€

E no início houve uma canção. “Astronaut in Cyberspace” começou por ser isso mesmo, uma canção, igual a tantas outras da autoria de Diene Faye (vocalista, guitarrista e mestre do sintetizador). A letra versava sobre um homem preso num videojogo interestelar e foi inspirada numa obra literária do autor Terry Pratchett. Por caprichos da vida o tema nunca veria a luz do dia, no entanto cumpriu a sua função: inspirou Adam Öhrsvik (guitarrista), levando lentamente este projeto musical para o tema espacial.

O duo conheceu-se em 2012 e das longas noites passadas em conjunto foram escritas, e gravadas, diversas músicas folk lo-fi. No entanto apenas no outono de 2014, momento em que as ambições do duo crescem, nasce a necessidade de levar a banda a outro patamar de qualidade. Para ajudar nessa demanda chegaram Demba Lo (baixista), amigo de longa data de Diene, e Jesper Johannesson (baterista), que haviam conhecido recentemente.

Estávamos já em 2015 quando surge o primeiro EP da banda. Neste registo homónimo constavam as primeiras composições do duo, agora interpretadas em quarteto.O tema espacial manteve-se mas a sonoridade evoluiu, inspirando-se agora no rock alternativo dos anos 90 e em bandas como Radiohead, The Smashing Pumpkins ou Primal Scream. E assim nasceria, em meados de 2016, o LP “Aurora.exe”. Ao todo são dez os novos temas da banda, todos eles fiéis ao rock alternativo e a elementos psicadélicos. Assim parecia nascer um capítulo radioso da história dos Astronaut in Cyberspace.

No entanto o destino, sempre ele, parece ter particular prazer em delinear novas, e inesperadas, rotas. Pouco depois da edição do LP “Aurora.exe” Jesper abandona a banda e decide dedicar-se por inteiro aos estudos no estrangeiro. Com a saída de Jesper foi necessário recuar e voltar a redefinir a estratégia. No início de 2017 inicia-se, assim, uma nova fase dos Astronaut in Cyberspace: Carl Resare (baterista) junta-se a Diene, Adam e Demba tornando uma vez mais o trio num quarteto. A sonoridade voltou a evoluir sendo atualmente descrita pela banda como “rock de alienação”.

O sucessor de “Aurora.exe” será conhecido ainda em 2017, sendo esperadas várias novidades ao longo do ano. Mas de todas as novidades a maior é mesmo a “Time Machine Tour”, digressão que se inicia na Suécia e que levará os nossos astronautas até aos palcos da Alemanha, Espanha e Portugal.

Paralelamente à digressão será também gravado um documentário intitulado, precisamente, “Time Machine Tour”.

O objetivo é documentar o percurso de uma digressão no estrangeiro, ajudando assim todas as bandas/projetos que pretendam dar esse passo. As oportunidades, perigos, avisos e dicas serão, certamente, fundamentais para inúmeros artistas independentes. Marcelo Racana, reputado autor na Suécia, será o diretor e acompanhará a banda nesta digressão, a língua escolhida foi o inglês e o documentário será disponibilizado gratuitamente.


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publicado por Carlos Gomes às 17:54
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Domingo, 8 de Outubro de 2017
MINHOTOS EM LISBOA RUMAM À RIBEIRA DA LAGE PARA TOCAR A CONCERTINA

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publicado por Carlos Gomes às 20:05
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MINHOTOS VÃO A LOURES CANTAR AO MENINO

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publicado por Carlos Gomes às 00:06
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Sábado, 7 de Outubro de 2017
MOLDÁVIA MOSTRA VINHOS EM OEIRAS

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publicado por Carlos Gomes às 21:55
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Sexta-feira, 6 de Outubro de 2017
OS CLÁSSICOS E AS INTERMITÊNCIAS DO AMOR EM “DÁ-ME A TUA MÃO”

“P’ra quê complicar?”. A pergunta é d’Os Clássicos e está presente em “Dá-me a Tua Mão”, o melífluo pedaço de música pop que acompanha o duro momento em que o protagonista avança, destemido, em busca de correspondência no amor que nutre por uma rapariga.

Os Clássicos

O trio assume novamente as suas raízes pop/rock não escondendo as influências slow-rock e pop/funk que marcam a sonoridade. O terceiro single sucede a “Amor de Escola” e “Bom Demais”, e é mais uma amostra de “Primeiro Acto”, o álbum de estreia já disponível online, antes da edição física pela Music For All no final deste mês.

Para falar do nascimento do projeto “Os Clássicos” temos de entrar na nossa máquina do tempo e recuar até ao, não muito distante, ano de 2014. Foi precisamente esse o momento em que Edgar Santos, Leandro Martins e José Moreno deram o derradeiro passo e criaram uma banda.

Nessa altura ainda não sabiam mas viriam a chamar-se “Os Clássicos”, escolheriam navegar entre o pop e o rock, mas sempre com um pé no slow-rock e no pop/funk de quando em vez, e marcariam a diferença pela forte interação com o público em todas as apresentações ao vivo do seu talento.

Mas para compreender na totalidade este fenómeno é necessário colocar a viagem temporal em modo pausa, e dedicarmo-nos por completo à exploração do percurso individual de cada um dos membros da banda.

Comecemos a nossa nova missão pelo compositor, vocalista, guitarrista, baixista, baterista, percussionista, teclista e pianista Edgar Santos. Nasceu em 1993 e desde 1998 que está ligado ao mundo da música. Com a tenra idade de cinco anos entrou para a Musilândia, Escola de Música de Mirandela, desenvolvendo e evoluindo sempre até aos dias de hoje. Em 2012, entra para a ESPROARTE no curso de Percussão, naquele que foi um passo seguro e firme rumo à profissionalização. Foi percussionista da Orquestra Sinfónica, o que o levou a atuar na Casa da Música com o Maestro Pedro Neves, na Orquestra de Sopros, com a qual venceu o concurso Eixo Atlântico, e na Brassband.

Paralelamente foi também guitarrista e vocalista em diversas bandas do nordeste transmontano, tendo ao todo subido a palco mais de 50 vezes! Em setembro de 2015 rumou ao Algarve para frequentar o curso técnico de Produção Musical, tendo-o concluído com a melhor média do curso: 17 valores! Outra das suas paixões é a representação, não sendo, por isso, de estranhar as várias participações enquanto figurante ou o anúncio da estreia, em 2017, de uma curta-metragem por si protagonizada.

José Moreno, tal como Edgar Santos, tem uma profunda ligação ao mundo da música. Aos cinco anos inicia-se na banda de Vilarandelo, aos doze ingressa na Academia de Artes de Chaves, na classe de percussão, aos 14 entra para a Escola Profissional de Música de Espinho, também na classe de percussão, e aos 16 anos ingressa na ESPROARTE. Integrou a Orquestra de Sopros da Academia de Artes de Chaves e atualmente, para além de baterista d'Os Clássicos, é também Chefe de Naipe de Percussão na BrassBand portuguesa, na Orquestra Clássica Transmontana e na Escola Profissional de Artes de Mirandela.

O terceiro e último membro dos clássicos é o Trompetista Leandro Martins. Nasceu em pleno verão de 1999, contudo a sua história com o trompete tem início apenas em 2007, ano em que entra para a Banda Marcial de Murça para tocar esse mesmo instrumento. Três anos depois é selecionado para a vaga de violino na Orquestra Geração (atualmente denominada Orquestra Energia) de Murça, através da qual realizou diversas formações e concertos em cidades tão díspares quanto Porto, São Paulo ou Paris.

Um ano depois preenche uma das vagas disponíveis na ESPROARTE para trompete, mantendo ainda hoje os estudos com o professor Maciel Matos. Os anos seguintes seriam de grandes desafios musicais: em 2014 é convidado a integrar a DogmaBrassBand e, dois anos depois, à Orquestra Clássica de Trás-os-Montes e Alto-Douro (OCTAD).

Provando que o talento não conhece idade Leandro pode hoje em dia ser visto em palco com diversos projetos musicais, sendo o principal a banda Os Clássicos.

2017 é, assim, o ano do maior desafio até agora para Os Clássicos. A banda já editou três singles através da Music For All, “Amor de Escola”, “Bom Demais” e “Dá-me a Tua Mão”, estando previsto “Primeiro Acto”, o primeiro álbum da banda, para muito breve.


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publicado por Carlos Gomes às 19:31
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ALVARO LANCELLOTI À CONQUISTA DE PORTUGAL ESTARÁ EM LISBOA

Primeiro chegou “Balé”, single introdutório de “Canto de Marajó” (2016), o segundo disco de originais a solo de Alvaro Lancellotti. Agora chegam os palcos, o público e os aplausos que oxigenam todos os artistas.

Alvaro_Lancellotti - Tour PT

O cantor e compositor carioca tem uma longa história no Brasil: foi um dos líderes do projeto Fino Colectivo; viu o mais recente disco ser destacado por mais do que uma vez por David Byrne e recolheu excelentes críticas por todo o Brasil, sendo considerado um dos dez melhores de 2016 pelo reputado jornal “O Globo”.

Com dois discos de originais na bagagem (“O Tempo Faz a Gente Ter Esses Encantos”, de 2012, e o já citado “Canto de Marajó”)

Alvaro Lancellotti tem atuações marcadas para cidades como Portalegre, Lisboa, Leiria, Coimbra, Porto, Braga e Vila Pouca de Aguiar, sempre sob o selo da Music For All.

04.10 | Pátio da Casa, Portalegre, 22h, Entrada Livre

06.10 | Casa Independente, Lisboa, 23h, 5€

08.10 | Showcase FNAC, Leiria, 17h

11.10 | Murphy’s Irish Pub, Coimbra, 22h30

12.10 | Showcase FNAC, Sta Catarina, 18h30

13.10 | Showcase FNAC, Braga, 22h

14.10 | Club 11, Vila Pouca de Aguiar, 22h30, 2€ para Sócios e 3€ Não-Sócios

Álvaro Lancellotti só podia virar músico. Entre as influências do pai e do irmão, Ivo e Domenico Lancellotti respetivamente, do samba, boleros e dos baile funks que frequentou desde tenra idade, era impossível não se deixar conquistar por um mundo tão denso, profundo e apaixonante quanto este.

Mais tarde, tornou-se num dos pilares do Fino Coletivo, uma banda que unia de forma surpreendente compositores alagoanos e cariocas. Álvaro foi assim o vocalista de serviço nos dois álbuns da banda, “Fino Coletivo” (2007) e “Copacabana” (2010), vendo o seu talento reconhecido e o trabalho elogiado um pouco por todo o Brasil. O Fino Coletivo foi distinguido “Banda Revelação 2007” pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) e os dois discos de originais foram selecionados para os melhores dos respetivos anos pelo jornal “O Globo”.

Dois anos depois surge o desejo de caminhar a solo, mostrando ao mundo as canções que pululavam na sua mente. Da ponta dos seus dedos nasceu, assim, “O Tempo Faz a Gente Ter Esses Encantos” (2012), álbum onde se destacaram dois temas: “Sexta-feira” e “Autoajuda”. Ambas as músicas integraram a banda sonora da série “Preamar”, da reputada estação televisiva HBO, trazendo uma vez mais o reconhecimento e mérito devido a Álvaro.

Estamos já em 2014 quando Lancellotti começa a trabalhar num novo disco a solo. No entanto, por motivos diversos, o disco acabou por apenas ver a luz do dia quase dois anos depois do início dos trabalhos. “Canto de Marajó” foi gravado entre a Serra de Petrópolis, no Estúdio da Aldeia, e Copacabana, no Estúdio 707, e contou com produção do próprio Lancellotti. A restante equipa é formada por Adriano Sampaio (percussão), Daniel Medeiros (baixo), Pedro Costa (violão e guitarra) e mixagem de Mário Caldato Jr (reconhecido pelo seu trabalho com Beastie Boys, Marcelo D2, Jack Johnson, Marisa Monte, Seu Jorge, entre outros). A arte é de Alexandre Fischer que, por sua vez, utilizou o trabalho do artista uruguaio Carlos Paes Vilaró. Assim nasceu “Canto de Marajó”, trabalho seminal que Álvaro traz agora a Portugal e que o jornal “O Globo” considerou um dos dez melhores discos de 2016. Outubro será o mês em que o cantor e compositor brasileiro embarca na maior das suas aventuras até hoje: partir rumo à conquista da Europa.


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publicado por Carlos Gomes às 11:31
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Quarta-feira, 4 de Outubro de 2017
OLIVIA HOLT ESTÁ DE VOLTA COM O SINGLE “GENEROUS”

Single sucede-se ao enorme êxito de “History”, que teve mais de 125 milhões de streams

A jovem Olivia Holt é uma das grandes promessas do atual panorama pop e depois de ter conquistado milhares de fãs com o single “History”, está finalmente de volta com um novo tema, intitulado “Generous”.

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A cantora e atriz começou por se apresentar ao mundo como uma das novas estrelas da Disney e agora prova o seu inegável carisma enquanto estrela pop.

Depois do sucesso alcançado com o single “History”, que até ao momento já soma mais de 125 milhões de streams, Olivia Holt revela “Generous”, single que a levou a colaborar com alguns dos compositores de topo do atual panorama pop, como Fran Hall (já trabalhou com Britney Spears) e Mozella (Miley Cyrus). O tema foi produzido por Gladius, que trabalhou com Justin Bieber no single “Company”. O vídeo de “Generous” foi realizado por Chris Applebaum.

Olivia Holt também tem também feito sucesso enquanto atriz, sendo que vai entrar na nova série da Marvel, “Cloak & Dagger”.

Até ao momento, Olivia Holt já vendeu mais de 450 mil singles, somando ainda 45 milhões de visualizações no YouTube/VEVO. Nas redes sociais, tem já uma abrangência impressionante de 9 milhões de seguidores no total.


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publicado por Carlos Gomes às 22:55
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Segunda-feira, 2 de Outubro de 2017
OS CLÁSSICOS E AS INTERMITÊNCIAS DO AMOR EM “DÁ-ME A TUA MÃO”

“P’ra quê complicar?”. A pergunta é d’Os Clássicos e está presente em “Dá-me a Tua Mão”, o melífluo pedaço de música pop que acompanha o duro momento em que o protagonista avança, destemido, em busca de correspondência no amor que nutre por uma rapariga.

Os Clássicos

O trio assume novamente as suas raízes pop/rock não escondendo as influências slow-rock e pop/funk que marcam a sonoridade. O terceiro single sucede a “Amor de Escola” e “Bom Demais”, e é mais uma amostra de “Primeiro Acto”, o álbum de estreia já disponível online, antes da edição física pela Music For All no final deste mês.


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publicado por Carlos Gomes às 20:26
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Sexta-feira, 29 de Setembro de 2017
CAMARÁ EM PORTUGAL PARA APRESENTAR “BONSAI”

Os Camará deram-se a conhecer ao público português com o tema “Há Braço”, seguido pelo tema que dá título ao mais recente álbum, “Bonsai”.

Camará-Promo

Chegou agora a altura de Victor Cremasco e Raphael Amoroso, os dois membros dos Camará, apresentarem ao vivo os temas de “Bonsai”, em concerto no dia 06 de outubro no Espelho d’Água e a 07 de outubro no Auditório Carlos Paredes, ambas as salas em Lisboa. Também irão fazer um showcase na Fnac Vasco da Gama já este dia 03 de outubro.

Os Camará navegam pelas águas da Música Popular Brasileira (MPB), faceta complementada com influências e sonoridades de outros pontos de globo, tornando este projeto verdadeiramente único. “Bonsai” aborda a força do tempo na arquitetura da vida e das canções. Destaca-se ainda que o tema-título conta com a participação especial do premiado escritor angolano José Eduardo Agualusa.

A digressão nacional começa em Lisboa, com o condão da Music For All.

03.10 | Fnac Vasco da Gama, Lisboa, 18h30

06.10 | Espelho d’Água, Lisboa, 22h, 5€

07.10 | Auditório Carlos Paredes, Lisboa, 22h, 5€


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publicado por Carlos Gomes às 16:37
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LUCIANA ARAÚJO APRESENTA “ESSÊNCIAS” AO VIVO

É já amanhã, sábado, dia 30 que Luciana Araújo apresenta ao vivo o álbum “Essências”. No Auditório Carlos Paredes, em Lisboa, pelas 22h, poderemos ouvir a cantora e compositora luso-brasileira interpretar os seus temas, entre os quais os singles “Mais” e “É Segredo”, e também outros sucessos do universo da Música Popular Brasileira (MPB).

Luciana Araújo_Auditório Carlos Paredes

Da sonoridade cativante às letras profundas, do ritmo contagiante à voz doce e suave de Luciana Araújo, os motivos para estar presente neste concerto de Lisboa, anunciado pela Music For All, são mais do que muitos! Não perca!

30.09 | Auditório Carlos Paredes, Lisboa, 22h

Luciana Araújo nasceu em Fortaleza, Ceará, mas possui também nacionalidade portuguesa, um traço característico de que se orgulha bastante. Iniciou o seu percurso artístico aos 14 anos de idade, actuando nos principais espaços e eventos da cidade onde nasceu, Fortaleza, tendo desde cedo como principais influências nomes como Elis Regina, Tom Jobim, Marisa Monte, Djavan e Maria Bethânia.

Luciana sempre procurou estudar técnicas vocais, e por isso iniciou cedo as aulas de canto. De há dois anos para cá tem tido aulas de piano para ajudar a compor as suas músicas e de forma a conseguir estabelecer uma melhor comunicação com os músicos.

No seu percurso académico contam-se uma Licenciatura em Comunicação Social (Publicidade e Propaganda), uma Pós-Graduação em Integrated Brand Management e um MBA em Marketing Digital, assim como o total domínio de três línguas (Inglês, Italiano e Espanhol) e conhecimentos básicos de mandarim.

Mas voltemos ao seu percurso no mundo da música. De entre as dezenas de participações nas principais televisões brasileiras, como a TV Record e a Rede Globo, Luciana Araújo participou no reputado e influente “Domingão do Faustão” (Rede Globo), num concurso de Novos Talentos, onde concorreu com mais de 30 mil cantores e ficou entre os treze finalistas.

A sua estreia na televisão portuguesa aconteceu quando se apresentou ao vivo no programa “SIC 10 Horas” e, posteriormente, num programa especial de Natal, ambos da cadeira televisiva SIC. Já Luciana Araújo residia em Portugal quando a banda Per7ume lhe endereça um convite irrecusável: ser uma das vozes do tema “(Assim) Azul”, numa participação especial com a banda nortenha.  

A televisão volta a cruzar-se no seu percurso por intermédio da TV Record Internacional e de um convite surpreendente: tornar-se apresentadora! Em dois anos Luciana apresentou mais de 600 programas ao vivo, divididos entre “Quem Quer Dinheiro” e “GRP”.

Estávamos em 2012 quando Luciana decidiu dar o passo que lhe faltava: gravar o seu primeiro disco! Movendo-se na sonoridade MPB e tendo Bruno Cardozo como produtor (ele que colaborou com nomes do calibre de Rita Lee e Gal Costa), este é um álbum que fica marcado pela participação de conceituados músicos brasileiros e pelas duas versões de músicas bem conhecidas do público português (“Fácil de Entender”, dos The Gift, e “Porto Sentido”, dos incomparáveis Rui Veloso e Carlos Tê). A presença portuguesa no disco faz-se também sentir pelos cenários que ilustram as fotos do booklet.

“Essências” chegou ao público brasileiro em 2014, em formato físico e digital, e ao público português no início de 2017. Depois de conquistar o Brasil, finalmente chegou a hora de Luciana Araújo arrebatar o público lusitano!  


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publicado por Carlos Gomes às 01:28
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Quarta-feira, 27 de Setembro de 2017
“TEMPO É FRÁGIL”: KIT APRESENTAM A SUA DEFINIÇÃO DO TEMPO

Ao contrário do tempo, os KIT não têm nada de frágil; são antes a prova de que o Rock’n’Roll está bem e recomenda-se. Depois da estreia com o single “Só Metade”, voltam a provar que são um dos nomes a seguir na cena Rock nacional com o single “Tempo é Frágil”, um mid-tempo que nos fica no ouvido e que soa a Rock, do início ao fim.

KIT

Educados na escola de mestres como Xutos & Pontapés, UHF ou GNR, os KIT rugem com uma força tremenda. Estão na lista de promessas do Rock nacional a manter debaixo do olho. “Tempo é Frágil” é o 2º single do EP de estreia do trio, a ser editado já em outubro, com o selo da Music For All.

Os KIT são um trio lisboeta constituído por Lucas Ribeiro (voz e baixo), Bernardo Freitas (guitarra e segunda voz) e Guilherme Correia (bateria), todos com experiência prévia em bandas antigas, mas que vê neste projeto o passo mais sólido dado até agora para a concretização dos seus intentos.

Existentes desde Novembro de 2016, os três amigos juntam-se com o objectivo de devolver a vitalidade ao rock cantado em português, inspirado na melhor tradição de bandas como Xutos e Pontapés, Ornatos Violeta, UHF ou GNR.

Caracterizados por refrões orelhudos, cantados em português, e com instrumentais fortes assentes no binómio guitarra-bateria, os KIT pretendem ser o manual básico de sobrevivência para qualquer bom aficionado do rock.

O primeiro passo foi dado com a edição de um primeiro single, “Só Metade” e agora com “Tempo é Frágil”, primeiros excertos do EP de estreia que chegará ao mercado em Outubro, com o selo da Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 20:33
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LILA DOWNS RECEBE SEXTA NOMEAÇÃO PARA GRAMMYS LATINOS

Lila Downs é uma daquelas cantoras que dispensa apresentações. Com mais de vinte anos de carreira, milhões de discos vendidos, milhares de espetáculos e plateias rendidas ao seu talento, os prémios tornaram-se naturais.

Lila Downs_Promo

A cantora e compositora mexicana acaba de ser nomeada mais uma vez para os Grammys Latinos e integra a lista de cinco nomeados na categoria “Melhor Álbum Pop Vocal Tradicional”, com “Salón, Lágrimas y Deseo”, editado em 2017.

Lila Downs já tinha sido nomeada três vezes para os Grammys, tendo arrecadado um prémio; e das cinco nomeações para os Grammys Latinos, ganhou por quatro vezes o galardão. “Salón, Lágrimas y Deseo”, o mais recente trabalho de Lila Downs, editado pela Music In My Soul (editora do grupo Rhodes Music Entertainment), torna-se assim em mais um dos grandes discos da carreira de uma das figuras maiores da música mexicana.


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publicado por Carlos Gomes às 18:45
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Terça-feira, 26 de Setembro de 2017
“IMPRESSÃO SUA” – A MARCA DEIXADA PELOS DEVONTS

“Impressão Sua” é uma canção que retrata as notícias que nos chegam do Brasil. Violência e contestação fazem as manchetes, trazendo ao de cima angústia e espanto. Porém, como bons trovadores dos tempos modernos que são, os Devonts fazem-nos refletir sobre esta temática de forma mais leve e criativa, pondo-nos a cantarolar uma canção que se quer profunda (sustentada por um videoclip certeiro). A letra é explícita: “Hoje trabalhar tá perigoso / P´ra tudo que é tipo de artista / Gás lacrimogéneo, de pimenta e cassetete / Se não corre, sobra até pró jornalista”.

Devonts_Promo

Composto por Pedro Rui Von e Denis Cruz, os Devonts combinam a musicalidade brasileira com a folk e a pop. A sarcástica canção “Impressão Sua” é o segundo single do duo de São Paulo, com o cunho da Music For All em Portugal. O tema está incluído no recém-editado “Alguns Anos Daqui”, o primeiro álbum dos Devonts, que dá seguimento aos EPs “Renovação”, de 2014 e “Veias Abertas” de 2016.

Pedro Rui Von e Denis Cruz são a cara, o corpo e a voz dos Devonts. Estes cantores e compositores brasileiros são da cidade de Bragança Paulista, no interior de São Paulo, e a eles devemos um dos casos mais singulares da cena musical indie brasileira.

Inspirados por talentos como Simon & Garfunkel, Bob Dylan, Mumford & Sons ou Sá & Guarabyra decidem aventurar-se e criarem eles próprios o seu projeto musical.

Deram-lhe o nome de Devonts e, com o passar do tempo e o avolumar dos ensaios e experiências, acabaram por desenvolver uma sonoridade própria. Por entre hábeis jogos de vozes, guitarras e vários elementos de percussão eram criadas músicas e letras que marcariam a fase inicial do projeto.

A estreia oficial aconteceu em 2014 com o lançamento do EP “Renovação”. Em 2016 lançaram o EP “Veias Abertas”, inspirado na obra “As Veias Abertas da América Latina”, do escritor uruguaio Eduardo Galeano. Aqui podemos encontrar temas fortes, como a violência urbana e as desigualdades crescentes da nossa era, e uma sonoridade flutuante que ora pisca o olho ao folk norte-americano, ora pisca o olho aos ritmos e influências brasileiras. É nesta dualidade, polvilhada por uma fina ironia, que encontramos o single “Impressão Sua”, tema vencedor na categoria de “Melhor Letra” do 1º Festival de MPB de Atibaia (São Paulo – 2015), e que foi incluído no primeiro álbum recém-editado. São 11 as faixas que compõem “Alguns Anos Daqui”, um trabalho onde impera a sonoridade folk-rock da década de 60 em conjunto com os ritmos brasileiros. Quanto às letras, embora inspiradas pelos acontecimentos sociais e políticos do Brasil, enaltecem a expetativa e a esperança num futuro melhor.

Desde a estreia, em 2014, para cá, os Devonts nunca mais pararam. Deram concertos. Participaram em eventos importantes da agenda cultural brasileira, como a Virada Cultural Paulista ou o SESC-SP. Animaram multidões. Provocaram sorrisos e libertaram almas aprisionadas pelo espartilho da existência. Espalharam a cultura brasileira pelo mundo através da sua dimensão online.

A cena musical independente brasileira fervilha e os Devonts são um daqueles projetos que todo o amante de boa música tem de conhecer!


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publicado por Carlos Gomes às 21:33
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Segunda-feira, 25 de Setembro de 2017
MINHOTOS EM OEIRAS ORGANIZAM ENCONTRO DE CONCERTINAS NA RIBEIRA DA LAGE

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publicado por Carlos Gomes às 13:37
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Sexta-feira, 22 de Setembro de 2017
DA INDIA COM AMOR, A ESTREIA DOS THE DOPPLER EFFECT

Tudo é uma agradável surpresa nos The Doppler Effect. Da nacionalidade indiana à sonoridade Funk / Rock que vicia e conquista. Dos festivais que encabeçaram por todo o mundo aos prémios que conquistaram no continente asiático. Este poderoso quarteto nasceu no outono de 2012, numa experiência musical revivalista da qual já resultou um EP homónimo.

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A sua estreia perante o público português, espanhol e inglês acontece ao som de “Told You So”, tema onde a guitarra e a bateria assumem o protagonismo, conquistando até o mais cético dos ouvintes. Atualmente trabalham em novos temas, que revelarão em 2018, assim como numa digressão que os trará a Portugal, Espanha e Inglaterra, sempre com o selo da Music For All.

Os The Doppler Effect são um quarteto indiano que, desde 2012, espalha Rock por este mundo fora. Sherry Mathews é o vocalista, Suyash Gabriel o baterista, Ashwin Nayar o guitarrista e, por último mas não menos importante, Amar Pandey o baixista. Juntos tentam reviver os tempos gloriosos do Rock Clássico, trazendo de volta os seus principais elementos mas adicionando-lhes um toque pessoal e único.

E é precisamente da junção dos quatro instrumentos, no qual a voz de Sherry assume particular protagonismo, que foi criada a base para aquilo que se tornaria numa das grandes bandas indianas da atualidade. Nas suas músicas podemos encontrar elementos Rock, Funk, Disco, Jazz ou Progressivo, num estilo incomparável e que cativa à primeira audição. 

O EP homónimo que ditou a estreia da banda foi editado em Novembro de 2014 e mereceu rasgados elogios por parte do público e da crítica especializada. Marcaram presença em palcos como o The Gig Week, Rocktober Festival, Deepwoods ou Hornbill Music Festival, por exemplo. Esta entrada com o pé direito valeu-lhes também vários prémios, nomeadamente: Best Band, Best Bassist e Best Drummer no MDI; Best Bassist e Best Vocalist no Rocktaves ou ainda Best Band no Emergence Festival.

Atualmente, não só continuam a mostrar o seu primeiro registo como já trabalham em novos temas. O ano de 2018 promete ser, assim, surpreendente para os apreciadores de bom rock: não só vamos ter um aguardado regresso dos The Doppler Effect como, graças ao cunho da Music For All, será possível vê-los atuar em Portugal, Espanha e Inglaterra.


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publicado por Carlos Gomes às 18:03
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LISBOA RECEBE SOPA D’ALMA AO VIVO, NO AUDITÓRIO CARLOS PAREDES

O Auditório Carlos Paredes, em Lisboa, prepara-se para receber os Sopa d’Alma! No dia 29 de setembro, pelas 22h, todos os caminhos vão dar a Benfica e a um concerto muito especial onde a entrada tem o preço único de 5€.

Carlos Paredes

A sonoridade deste projeto é marcada por laivos de instrumentação clássica, rock progressivo e música interventiva, elementos bem patentes nos temas que integram o EP de estreia da dupla: “Hino Vitável – Acto I”. Do registo editado pela Music For All já foram extraídos dois singles – “Rotina” e “Correntes” – e ambos estarão em destaque numa noite que promete despertar a nação portuguesa.

Os Sopa d’Alma são um projeto constituído por Fá Pereira (voz e flauta) e Pedro Carneiro (guitarra). Oriundos de Braga, cruzaram-se pela primeira vez numa escola de música da cidade, onde viriam a formar a sua primeira banda de covers em 2007.

Dois anos volvidos, sentiram a vontade de se expressar numa linguagem musical própria e original, formando em conjunto com outros dois amigos o projeto Angúria, cantado em português num registo de rock progressivo. Em 2012 constaram da coletânea “À Sombra de Deus”, que reunia o que de melhor se fazia no fervilhante panorama musical de Braga. O projeto culminaria em 2014 com a elaboração de uma peça musical de 40 minutos organizada em cinco temas, exibida ao público no Theatro Circo, no coração da cidade natal.

Com a mudança de armas e bagagens para Viena, no final desse ano, surgiu também a vontade de materializar novas criações e estados de alma. Foi então que se formou o projeto dos Sopa d’Alma, com o objetivo inicial de conter a ressaca pós-Angúria, apresentando à Áustria versões de fados e clássicos da música em português cantados de forma reconstruída, a dois sons: voz e guitarra. Foi lá que representaram a música portuguesa em feiras e eventos internacionais, fornecendo também a banda sonora a um pequeno café português local, comovendo muitos dos presentes que escutaram aquele tipo de sonoridade pela primeira vez.

Contudo, seria só no final de 2016, já mais esclarecidos e ambiciosos, que voltariam ao formato que crêem ser o seu pináculo criativo: a peça. Para tal, compuseram a primeira parte do relato musical centrado nos temas que os levaram para fora de Portugal, pontuado por apontamentos de instrumentos clássicos e marcado pelas influências de todos os grandes artistas que consomem, desde o rock progressivo à música dita de intervenção.

Sopa d’Alma é, doravante, um projeto com uma clara intenção: biografar musicalmente o caminho de dois parceiros musicais ininterruptos, com intervenção nos ouvintes por universal afinidade com o conteúdo realista, cuja simplicidade na forma só o possa enaltecer.


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publicado por Carlos Gomes às 17:57
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BANDA GALEGA LUAR NA LUBRE VEM A LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 07:03
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Quinta-feira, 21 de Setembro de 2017
JOSHUA & THE ONEWAY BAND REGRESSA COM A BALADA “REASON”

As boas notícias…correm depressa! O ditado popular pode ser ligeiramente diferente, no entanto esta versão é a que verdadeiramente se aplica ao regresso oficial dos Joshua & The Oneway Band! Este projeto é conhecido, e reconhecido, pelos dois singles anteriores “Don’t Cry” e “Don’t Touch the Ground” surgindo agora ao ritmo da doce balada “Reason”.

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O EP de estreia do quarteto intitula-se “First Chapter”, já se encontra disponível para escuta e compra nas principais lojas e plataformas online e tem o selo da Music For All.

A banda que hoje conhecemos como Joshua & The Oneway Band é o resultado de acasos, encontros e desencontros, muito talento e uma capacidade de trabalho invulgar nos dias de hoje. É da junção das capacidades de Joshua Santos, Alfredo Píula, Wendel Valentim e Eric Wildmarck que nasceu a banda que agora está prestes a lançar o seu terceiro single.

Joshua Santos nasceu no decorrer do segundo mês do ano de 1997, no Brasil, e teve a sorte de crescer num lar onde não lhe faltou música, navegando entre o Rock, o Blues, o Pop, o Samba ou a tão amada Bossa Nova. De seu pai herdou o talento para as artes e a paixão pela música, tendo a guitarra entrado na sua vida aos 5 anos. Contudo, seria ao completar uma dúzia de aniversários que aconteceria uma mudança decisiva na sua vida: mudou-se, de armas e bagagens, com toda a sua família, para Portugal. No Alentejo deu os primeiros passos no mundo da música, tendo integrado a formação da banda do seu progenitor, o que o levou a percorrer palcos de todas as dimensões e importâncias, de norte a sul do país e do estrangeiro também inclusivamente. Actualmente partilha com Alfredo Píula, Wendel Valentim e Eric Wildmarck os destinos dos Oneway, banda para a qual não só canta e toca guitarra como também escreve letras de reconhecida profundidade.

Embora tenha nascido Alfredo Uchoa Filho é sob o nome Alfredo Píula que este distinto cidadão brasileiro sobe a palco e assina as suas composições. Homem de muitos talentos, contam-se entre as suas profissões compositor, guitarrista e violinista, economista, publicitário ou produtor de eventos por exemplo, fundou os Veludo Cotelê, uma banda de grande sucesso nos anos 80 e 90, que chegou mesmo a inspirar a novela Bambolê, da Rede Globo. Para além de ter acompanhado, durante mais de uma década, o cantor brasileiro Belchior tem no seu currículo inúmeras letras, e músicas, para hinos de clubes de futebol, cidades e campanhas publicitárias nacionais. É ainda digno de registo o facto de aguardar pela confirmação do Guiness Book para a oficialização do recorde mundial na categoria “The World Longest Pop Song”, tendo a letra e melodia sido da sua autoria, com uma duração de quase duas horas.

Wendel Valentim partilha com Joshua a maior ligação que existe à face da terra: é seu irmão! Embora seja dois anos mais novo também ele foi exposto às influências musicais dos seus pais, ganhando desde cedo uma cultura invulgar das décadas de 70, 80 e 90.  Aos cinco anos iniciou o seu percurso musical, demonstrando desde logo um grande interesse pela percussão, e aos dez embarcou com toda a sua família nessa grande aventura que se revelou viver na Europa. Actualmente divide o seu tempo entre os estudos e a música, fornecendo aos Oneway a sua irreverência e o talento que lhe são característicos.

O quarto membro dos Oneway tem, também ele, um percurso profissional que impressiona. Eric Wildmarck iniciou a sua carreira artística em 1994 tendo, desde aí, colaborado com inúmeros músicos, cantores e estúdios de todo o Brasil. Entre as bandas que integrou e/ou produziu encontramos Berimbrown, Cláudio Zoli, Studio Ferretti da banda Skank, Exalta Samba, Os Brancões, Jota Quest, Oscar Neves, Sulyen Dantas, Chama Chuva, Banda Groover, Jawbreak, entre tantos outros. Produziu ainda peças publicitárias para empresas como BMG, Honda ou Coca-Cola. Actualmente integra a formação dos Oneway, trazendo experiência e sabedoria a este jovem e promissor projecto.

É desta junção de talento, juventude, irreverência, sabedoria e experiência que nascem os Joshua & The Oneway Band. Juntos estes quatro membros criaram um álbum de estreia que chegou até nós no segundo trimestre de 2017. Agora revelam o terceiro single extraído desse mesmo EP, a balada “Reason”.


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publicado por Carlos Gomes às 18:22
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“LOS AMANTES”, O AMOR SEGUNDO OS MÄBU

Contrariando de forma contundente o provérbio “De Espanha, nem bons ventos nem bons casamentos”, “Los Amantes” é o tema que nos faz amar os espanhóis Mäbu.

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O trio sediado em Madrid traz-nos o que de melhor se faz na Pop espanhola. Inteligente, requintado, atual, “Los Amantes” é o exemplo perfeito da sintonia que se sente nos Mäbu, uma banda coesa que já é de primeira linha na vizinha Espanha.A voz de María Blanco é, em simultâneo, suave e decidida; e combina elegantemente com a destreza musical de Txarlie Solano e César Uña.

Incluída no terceiro álbum da banda, “Buenaventura”, editado em 2016, “Los Amantes” cola-se à pele e aos ouvidos. É o cartão de apresentação mais que perfeito para esta banda, que estará em Portugal em janeiro 2018para uma tour, com o cunho da Music For All.

MÄBU é uma banda de Pop instalada em Madrid (Espanha), que nasceu no início de 2008, com María Blanco (voz e guitarra), Txarlie Solano (baixo, teclados e coros) e Cesar Uña (bateria e percussão) na formação.

Com mais de duzentos concertos dados em Espanha, os MÄBU converteram-se numa banda imprescindível na cena musical independente espanhola e também têm projeção no México, onde já realizaram várias tours.

Bebendo de fontes clássicas como a canção de autor (principalmente anglo-saxónica), os MÄBU são capazes de se desfazerem de tópicos e fórmulas comuns, absorvendo influências do Rock independente e das bandas sonoras, mas também da Pop, com o intuito de definir um estilo pessoal inequívoco.

“MÄBU é magia; pura magia para os sentidos. E também têm uma forte veia experimental que seduz de imediato”. (El Heraldo)

O interesse dos meios espanhóis para com este projeto foi espontâneo e culminou quando, em 2013, a banda recebeu o prémio de música da rádio nacional Onda Cero e passou a integrar a lista de artistas do Instituto Cervantes para a promoção da cultura espanhola noutros lugares do mundo.

Ainda antes, em 2012, fizeram a primeira parte de Luz Casal a convite da própria, em vários eventos como o concerto organizado para o Dia Mundial de Luta contra o Cancro, na Arena de Madrid, o Festival de Música en Grande em Santander e o Festival de la Luz. Também colaboraram com importantes artistas espanhóis, como Rayden, Vega ou Marlango.

Também em 2012, através da Embaixada de Espanha na Venezuela, cruzaram o Atlântico para participar no festival Somos Más (em Caracas), onde deixaram uma excelente impressão junto do público, que ficou a aguardar o seu regresso.

Em 2013 voltaram a atravessar o oceano, desta feita para uma tour em várias cidades do México, onde obtiveram um grande reconhecimento por parte da imprensa especializada e conquistando um vasto público, tendo aliás que regressar por duas vezes ao país para concertos em 2014.

Na sua discografia contam-se três trabalhos editados, “Buenos Días” de 2011, “Detrás de las luces” de 2013 e “Buenaventura” de 2016. Todos receberam excelentes críticas, mas foi este último que os levou a participar nos Conciertos de Radio3, no A Solas da Sol Música e a atuar em vários festivais do panorama espanhol, entre eles o Sansan Festival e o Leturalma.É também com “Buenaventura” que a banda espanhola quer dar a conhecer o seu trabalho aos portugueses. Nunca a língua espanhola soou tão bem aos nossos ouvidos!


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publicado por Carlos Gomes às 14:24
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Quarta-feira, 20 de Setembro de 2017
LUCIANA ARAÚJO APRESENTA “ESSÊNCIAS” AO VIVO

É já no próximo sábado dia 30 que Luciana Araújo apresenta ao vivo o álbum “Essências”. No Auditório Carlos Paredes, em Lisboa, pelas 22h, poderemos ouvir a cantora e compositora luso-brasileira interpretar os seus temas, entre os quais os singles “Mais” e “É Segredo”, e também outros sucessos do universo da Música Popular Brasileira (MPB).

Luciana Araújo_Auditório Carlos Paredes

Da sonoridade cativante às letras profundas, do ritmo contagiante à voz doce e suave de Luciana Araújo, os motivos para estar presente neste concerto de Lisboa, anunciado pela Music For All, são mais do que muitos! Não perca!

30.09 | Auditório Carlos Paredes, Lisboa, 22h

Luciana Araújo nasceu em Fortaleza, Ceará, mas possui também nacionalidade portuguesa, um traço característico de que se orgulha bastante. Iniciou o seu percurso artístico aos 14 anos de idade, actuando nos principais espaços e eventos da cidade onde nasceu, Fortaleza, tendo desde cedo como principais influências nomes como Elis Regina, Tom Jobim, Marisa Monte, Djavan e Maria Bethânia.

Luciana sempre procurou estudar técnicas vocais, e por isso iniciou cedo as aulas de canto. De há dois anos para cá tem tido aulas de piano para ajudar a compor as suas músicas e de forma a conseguir estabelecer uma melhor comunicação com os músicos.

No seu percurso académico contam-se uma Licenciatura em Comunicação Social (Publicidade e Propaganda), uma Pós-Graduação em Integrated Brand Management e um MBA em Marketing Digital, assim como o total domínio de três línguas (Inglês, Italiano e Espanhol) e conhecimentos básicos de mandarim.

Mas voltemos ao seu percurso no mundo da música. De entre as dezenas de participações nas principais televisões brasileiras, como a TV Record e a Rede Globo, Luciana Araújo participou no reputado e influente “Domingão do Faustão” (Rede Globo), num concurso de Novos Talentos, onde concorreu com mais de 30 mil cantores e ficou entre os treze finalistas.

A sua estreia na televisão portuguesa aconteceu quando se apresentou ao vivo no programa “SIC 10 Horas” e, posteriormente, num programa especial de Natal, ambos da cadeira televisiva SIC. Já Luciana Araújo residia em Portugal quando a banda Per7ume lhe endereça um convite irrecusável: ser uma das vozes do tema “(Assim) Azul”, numa participação especial com a banda nortenha.  

A televisão volta a cruzar-se no seu percurso por intermédio da TV Record Internacional e de um convite surpreendente: tornar-se apresentadora! Em dois anos Luciana apresentou mais de 600 programas ao vivo, divididos entre “Quem Quer Dinheiro” e “GRP”.

Estávamos em 2012 quando Luciana decidiu dar o passo que lhe faltava: gravar o seu primeiro disco! Movendo-se na sonoridade MPB e tendo Bruno Cardozo como produtor (ele que colaborou com nomes do calibre de Rita Lee e Gal Costa), este é um álbum que fica marcado pela participação de conceituados músicos brasileiros e pelas duas versões de músicas bem conhecidas do público português (“Fácil de Entender”, dos The Gift, e “Porto Sentido”, dos incomparáveis Rui Veloso e Carlos Tê). A presença portuguesa no disco faz-se também sentir pelos cenários que ilustram as fotos do booklet.

“Essências” chegou ao público brasileiro em 2014, em formato físico e digital, e ao público português no início de 2017. Depois de conquistar o Brasil, finalmente chegou a hora de Luciana Araújo arrebatar o público lusitano!

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publicado por Carlos Gomes às 21:39
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BALBA – NOVAS DATAS PARA “QUE LA FÊTE COMMENCE! TOUR”

Rock, festa e uma boa dose de loucura e talento. É assim que se cria a equação que melhor define os Balba. A banda brasileira estreou-se perante o público nacional com o single “I am The Party” e depois de anunciar a primeira data da digressão nacional vê agora confirmados mais concertos para a sua estreia nos palcos portugueses!

Balba_Tour Portugal

No dia 27 de Setembro a estreia será no Tokyo, em Lisboa. Agora contam-se também passagem pelas Caldas da Rainha (A062, no dia 28/09), Porto (Fabrica dos Ofícios, 29/09) e Leiria (Texas, 30/09). O trio carioca, que caminha na dura estrada do rock com o seu indie rock dançante e que privilegia a língua inglesa, vê assim completa a “Que La Fête Commence! Tour”, realizada em conjunto com a Music For All.

Conheçam o primeiro local e data confirmado para a digressão:

27.09 | Tokyo, Lisboa, 23h30, 5€

28.09 | A062, Caldas da Rainha, 21h30, 4€

29.09 | Fábrica dos Ofícios, Porto, 23h, Entrada Livre,

30.09 | Texas, Leiria, 23h30, 4€

Na música como na vida nada de belo se atinge sem sintonia, química e talento. Ora a quem não faltam estes três componentes é ao trio Dig Obadia (vocalista), Dav Obadia (baterista) e Dan J (baixista). Os três músicos e compositores cariocas uniram-se em 2012 e, inspirados nas influências que os moviam e fascinavam, começaram a perseguir o derradeiro sonho: tornar as composições próprias, até aí guardadas na gaveta, admiradas em todo o mundo.

Para tal criaram a sua própria banda a que deram o nome de Balba! O trio assumia, assim, a árdua tarefa de seguir as pisadas de nomes do calibre de Rolling Stones, The Doors, Oasis ou Muse. Às suas criações aplicaram a língua inglesa, quebrando assim as barreiras linguísticas que, tantas vezes, nos separam dos povos espalhados pelo mundo fora.

Em 2013 chegou às bancas “Heart Abstract”, álbum independente onde constava a faixa “A Heart to Unfold”. Este tema recolheu elogiosas críticas internacionais, tendo mesmo sido uma das 28 faixas de todo o planeta a ser integrada na coletânea “Unite”.

No ano seguinte surgiu o EP “Is There Anything She Would Die For”, registo apresentado ao grande público através do viciante “One May Army”. Mais um ano se passou, mais novidades surgiram para os Balba: primeiro o videoclip da música “Bad Things Happen To Us All” na programação do canal Multishow, depois o videoclip de “A Heart To Unfold” no canal WooHoo.

E como os Balba não param 2016 também foi ano de novidades: “I’am The Party”, segundo disco de originais do conjunto brasileiro, conheceu finalmente a luz do dia! Nota para o facto deste trabalho ter sido produzido por Pedro Garcia, baterista da banda Planet Hemp e que já gravou com nomes como Arnaldo Antunes, BNegão ou Clarice Falcão.

Nestes cinco anos de vida os Balba já acumulam vitórias e conquistas tendo, por exemplo, sido transmitidos em rádios de cidades como Londres, Boston, Munique ou Camberra. Para o futuro os objetivos são mais do que muitos. Afirmam querer “explodir do Rio de Janeiro a Tóquio” não sendo, por isso, de estranhar que 2017 tenha trazido não só o single de apresentação ao público português, “I am The Party”, como também a estreia nos palcos nacionais através da “Que La Fête Commence! Tour”, promovida pela Music For All.



publicado por Carlos Gomes às 14:55
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Terça-feira, 19 de Setembro de 2017
“IMPRESSÃO SUA” – A MARCA DEIXADA PELOS DEVONTS

“Impressão Sua” é uma canção que retrata as notícias que nos chegam do Brasil. Violência e contestação fazem as manchetes, trazendo ao de cima angústia e espanto. Porém, como bons trovadores dos tempos modernos que são, os Devonts fazem-nos refletir sobre esta temática de forma mais leve e criativa, pondo-nos a cantarolar uma canção que se quer profunda (sustentada por um videoclip certeiro). A letra é explícita: “Hoje trabalhar tá perigoso / P´ra tudo que é tipo de artista / Gás lacrimogéneo, de pimenta e cassetete / Se não corre, sobra até pró jornalista”.

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Composto por Pedro Rui Von e Denis Cruz, os Devonts combinam a musicalidade brasileira com a folk e a pop. A sarcástica canção “Impressão Sua” é o segundo single do duo de São Paulo, com o cunho da Music For All em Portugal. O tema está incluído no recém-editado “Alguns Anos Daqui”, o primeiro álbum dos Devonts, que dá seguimento aos EPs “Renovação”, de 2014 e “Veias Abertas” de 2016.

Pedro Rui Von e Denis Cruz são a cara, o corpo e a voz dos Devonts. Estes cantores e compositores brasileiros são da cidade de Bragança Paulista, no interior de São Paulo, e a eles devemos um dos casos mais singulares da cena musical indie brasileira.

Inspirados por talentos como Simon & Garfunkel, Bob Dylan, Mumford & Sons ou Sá & Guarabyra decidem aventurar-se e criarem eles próprios o seu projeto musical.

Deram-lhe o nome de Devonts e, com o passar do tempo e o avolumar dos ensaios e experiências, acabaram por desenvolver uma sonoridade própria. Por entre hábeis jogos de vozes, guitarras e vários elementos de percussão eram criadas músicas e letras que marcariam a fase inicial do projeto.

A estreia oficial aconteceu em 2014 com o lançamento do EP “Renovação”. Em 2016 lançaram o EP “Veias Abertas”, inspirado na obra “As Veias Abertas da América Latina”, do escritor uruguaio Eduardo Galeano. Aqui podemos encontrar temas fortes, como a violência urbana e as desigualdades crescentes da nossa era, e uma sonoridade flutuante que ora pisca o olho ao folk norte-americano, ora pisca o olho aos ritmos e influências brasileiras. É nesta dualidade, polvilhada por uma fina ironia, que encontramos o single “Impressão Sua”, tema vencedor na categoria de “Melhor Letra” do 1º Festival de MPB de Atibaia (São Paulo – 2015), e que foi incluído no primeiro álbum recém-editado. São 11 as faixas que compõem “Alguns Anos Daqui”, um trabalho onde impera a sonoridade folk-rock da década de 60 em conjunto com os ritmos brasileiros. Quanto às letras, embora inspiradas pelos acontecimentos sociais e políticos do Brasil, enaltecem a expetativa e a esperança num futuro melhor.

Desde a estreia, em 2014, para cá, os Devonts nunca mais pararam. Deram concertos. Participaram em eventos importantes da agenda cultural brasileira, como a Virada Cultural Paulista ou o SESC-SP. Animaram multidões. Provocaram sorrisos e libertaram almas aprisionadas pelo espartilho da existência. Espalharam a cultura brasileira pelo mundo através da sua dimensão online.

A cena musical independente brasileira fervilha e os Devonts são um daqueles projetos que todo o amante de boa música tem de conhecer!


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publicado por Carlos Gomes às 21:17
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A EXISTÊNCIA INTERMITENTE DOS HUMBOLD EM “CHEGADAS E PARTIDAS”

No mundo globalizado em que vivemos, estar é um privilégio. Por norma, ou acabámos de chegar ou estamos a partir rumo a um outro destino, onde nos esperam novos rostos e desafios. É por entre viagens que encontramos “Chegadas e Partidas”, o mais recente single da banda brasileira Humbold.

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Extraído do recém-editado EP “II”, este é mais um tema onde a força e a profundidade do Rock Alternativo brasileiro vem ao de cima. Depois de se estrearem com o single “Tempos Difíceis”, os Humbold de Guilherme, Lorena, Anderson e Guilherme Breda dão um novo passo rumo ao futuro sob a mão da Music For All.

Decorria o ano de 2014 quando Guilherme de Paula deu início aquela que se tornaria na maior aventura da sua vida. Tolhido pelo frenesim da vida pessoal e profissional encontrou no mundo da música o escape perfeito para onde canalizar a sua energia criativa.

Logo nesta fase inicial aconteceu a primeira adição ao projeto: Lorena Lima, baixista. Depois de alguns meses de trabalho em conjunto nascia o conceito assim como as primeiras músicas. Guilherme refere frequentemente que os Humbold “não são uma banda, mas um projeto em comum, uma ideia que pretendemos concretizar”.

Tendo isto em mente a dupla iniciou a sua busca por músicos para o projeto, dando assim o derradeiro passo desta fase inicial. Foi assim que à guitarra e voz de Guilherme de Paula, e ao baixo de Lorena, juntaram-se a bateria de Anderson Freitas e a guitarra de Guilherme Breda.

Nascia assim o projeto “Entre Mares” – uma odisseia de três EP’s, onde cada um teria uma abordagem temática, musical e visual própria: “I” abordaria o sentimento de ausência; “II” os mecanismos de fuga que adotamos ao lidar com a perda, a raiva e a negação e “III” incidirá sobre a aceitação enquanto desfecho do processo de transição. E se “I” foi lançado em 2016 já “II” e “III” têm ambos data de lançamento previstas para 2017.

Foi já com a formação completa que decorreram as primeiras gravações. Nesses serões musicais, pautados pelo desejo de criar algo único, aconteceu música, estabeleceram-se laços, criaram-se amizades. O conceito que antes não passava de algo teórico e inatingível havia-se tornado realidade. A ideia foi colocada em prática e o projeto agora era uma banda. A ambição cresceu, os objetivos mudaram e a banda passava agora a chamar-se Humbold.

Foi já com este novo rumo traçado que a banda investiu não só na gravação dos dois EP’s acima mencionados como também na criação de novos temas. Este ano de formação originou diversos concertos a nível regional e nacional, levando os Humbold a pisar inúmeros palcos por

todo o Brasil.

Foi neste contexto que aconteceu a estreia dos Humbold junto do público português. O single “Tempos Difíceis” foi a primeira amostra do EP “I” (2016), sendo a segunda amostra o tema “Chegadas e Partidas”, extraído do recém-editado EP “II” (2017). O que o futuro trará ninguém sabe mas daqui teremos sempre asseguradas grandes doses de talento, criatividade e amizade!


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publicado por Carlos Gomes às 21:13
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NOVO ÁLBUM DE MAZGANI CHEGA ÀS LOJAS NO DIA 29 DE SETEMBRO

18 DE OUTUBRO TEATRO DO BAIRRO LISBOA 21H30

A aquisição do novo trabalho na FNAC garante o acesso ao concerto de apresentação do novo álbum de MAZGANI - acesso mediante o número de lugares disponíveis na sala.

MAZGANI PORTRAIT FOR PROMOTIONAL USE

“Há quem pense que a arte conversa com o presente. Há quem esteja convencido de que é ao futuro que a arte endereça a longa carta. Que completo engano! A arte é um altar levantado aos mortos. Acreditem: está tudo aí. Todos os poemas são elegias, mesmo se clandestinas. Todos os relatos, literários ou filosóficos, são orações fúnebres. Todas as imagens são flores para arder junto de um túmulo, ainda que vazio. Este disco, The poet’s death, o que é? É um disco pop, claro. Mas é um livro de preces; um ritual a ser praticado dentro da floresta; o registo de uma estrela que atravessou, sem que ninguém visse, o céu em vertigem; o apelo sedento dos amantes no escuro. É um disco pop, claro. E não é só isso. É um manifesto político sobre a natureza da arte. É uma declaração de amor interminável. Mazgani é o grande cantor da sua geração. Quem ainda não o descobriu tem agora a oportunidade.” José Tolentino Mendonça.

É já no próximo dia 29 de setembro que Mazgani edita o seu quinto trabalho de longa duração - The Poet’s Death, pela Sony Music. Está, a partir de hoje, disponível em pré venda aqui em CD e aqui em vinil.

Gravado e misturado por Nelson Carvalho nos Estúdios da Valentim de Carvalho, o novo registo de originais de Mazgani foi co-produzido pelo músico e por Peixe (Ornatos Violeta), que também contribuiu na gravação de guitarras e teclas. Em estúdio Mazgani contou também com Victor Coimbra no baixo e Issac Achega na bateria.

Para além do formato CD e digital, o novo álbum de Mazgani estará igualmente disponivel em vinil, neste caso a 20 de Outubro.

Sobre a capa do álbum

A capa ficou a cargo de Michelle Henning, responsável por artworks de trabalhos de artistas como PJ Harvey (Let England Shake e Hope Six Demolition Project) e John Parish (Screenplay). O retrato é de Rita Carmo.

"I was delighted to be asked to design the cover for Mazgani’s new album as I am a big fan of his music. The songs immediately conjured a definite atmosphere, certain colours and a specific time of day. Mazgani and I agreed I would experiment with cyanotype – an old photographic process that produces white silhouettes on deep blue backgrounds. I made cyanotype images of plants and insects, which in the end were made into more fluorescent, modern colours and placed in the night sky on the back and inside cover. The music, the lyrics, and Rita Carmo’s portrait of Mazgani inspired the atmosphere of the whole design." Michelle Henning

Em antecipação do novo álbum que aí vem, Mazgani apresenta para já o segundo single, com o mesmo nome, e cujo videoclipe ficou a cargo de Joana Linda:

"A primeira vez que ouvi esta música senti uma urgência, uma necessidade de movimento constante, como se o protagonista da canção estivesse a fugir de alguma coisa. Depois de conversar com o Shahryar e de ele me falar um pouco sobre a letra, percebi que era essa a minha reação à morte. O vídeo é por isso uma fuga, uma fuga à morte, à nossa impotência quando confrontados com ela, e ao mesmo tempo uma constante busca pelo que está do outro lado, pelo que pode vir e existir. É sobre o momento em que as duas coisas se fundem." Joana Linda

Datas imediatas:

29 de Setembro, Festival de Outono, Salão Medieval da Universidade do Minho, Braga 18 de Outubro, Teatro do Bairro, Lisboa - disco bilhete

Ficha Técnica do single:

Autoria letra e música: Shahryar Mazgani

Voz e Guitarra: Shahryar Mazgani

Guitarra: Pedro "Peixe" Cardoso

Baixo: Victor Coimbra

Bateria: Isaac Achega

Produzido por Peixe e Shahryar Mazgani

Gravado e Misturado por Nelson Carvalho

Masterizado por Andy Vandette

Ficha Técnica do videoclipe:

Realização|fotografia|montagem: Joana Linda

Assistente de Realização: Manuel Dordio


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publicado por Carlos Gomes às 19:54
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Segunda-feira, 18 de Setembro de 2017
JOSHUA & THE ONEWAY BAND REGRESSA COM A BALADA “REASON”

As boas notícias…correm depressa! O ditado popular pode ser ligeiramente diferente, no entanto esta versão é a que verdadeiramente se aplica ao regresso oficial dos Joshua & The Oneway Band! Este projeto é conhecido, e reconhecido, pelos dois singles anteriores “Don’t Cry” e “Don’t Touch the Ground” surgindo agora ao ritmo da doce balada “Reason”.

CRYING LOBSTER

O EP de estreia do quarteto intitula-se “First Chapter”, já se encontra disponível para escuta e compra nas principais lojas e plataformas online e tem o selo da Music For All.

A banda que hoje conhecemos como Joshua & The Oneway Band é o resultado de acasos, encontros e desencontros, muito talento e uma capacidade de trabalho invulgar nos dias de hoje. É da junção das capacidades de Joshua Santos, Alfredo Píula, Wendel Valentim e Eric Wildmarck que nasceu a banda que agora está prestes a lançar o seu terceiro single.

Joshua Santos nasceu no decorrer do segundo mês do ano de 1997, no Brasil, e teve a sorte de crescer num lar onde não lhe faltou música, navegando entre o Rock, o Blues, o Pop, o Samba ou a tão amada Bossa Nova. De seu pai herdou o talento para as artes e a paixão pela música, tendo a guitarra entrado na sua vida aos 5 anos. Contudo, seria ao completar uma dúzia de aniversários que aconteceria uma mudança decisiva na sua vida: mudou-se, de armas e bagagens, com toda a sua família, para Portugal. No Alentejo deu os primeiros passos no mundo da música, tendo integrado a formação da banda do seu progenitor, o que o levou a percorrer palcos de todas as dimensões e importâncias, de norte a sul do país e do estrangeiro também inclusivamente. Actualmente partilha com Alfredo Píula, Wendel Valentim e Eric Wildmarck os destinos dos Oneway, banda para a qual não só canta e toca guitarra como também escreve letras de reconhecida profundidade.

Embora tenha nascido Alfredo Uchoa Filho é sob o nome Alfredo Píula que este distinto cidadão brasileiro sobe a palco e assina as suas composições. Homem de muitos talentos, contam-se entre as suas profissões compositor, guitarrista e violinista, economista, publicitário ou produtor de eventos por exemplo, fundou os Veludo Cotelê, uma banda de grande sucesso nos anos 80 e 90, que chegou mesmo a inspirar a novela Bambolê, da Rede Globo. Para além de ter acompanhado, durante mais de uma década, o cantor brasileiro Belchior tem no seu currículo inúmeras letras, e músicas, para hinos de clubes de futebol, cidades e campanhas publicitárias nacionais. É ainda digno de registo o facto de aguardar pela confirmação do Guiness Book para a oficialização do recorde mundial na categoria “The World Longest Pop Song”, tendo a letra e melodia sido da sua autoria, com uma duração de quase duas horas.

Wendel Valentim partilha com Joshua a maior ligação que existe à face da terra: é seu irmão! Embora seja dois anos mais novo também ele foi exposto às influências musicais dos seus pais, ganhando desde cedo uma cultura invulgar das décadas de 70, 80 e 90.  Aos cinco anos iniciou o seu percurso musical, demonstrando desde logo um grande interesse pela percussão, e aos dez embarcou com toda a sua família nessa grande aventura que se revelou viver na Europa. Actualmente divide o seu tempo entre os estudos e a música, fornecendo aos Oneway a sua irreverência e o talento que lhe são característicos.

O quarto membro dos Oneway tem, também ele, um percurso profissional que impressiona. Eric Wildmarck iniciou a sua carreira artística em 1994 tendo, desde aí, colaborado com inúmeros músicos, cantores e estúdios de todo o Brasil. Entre as bandas que integrou e/ou produziu encontramos Berimbrown, Cláudio Zoli, Studio Ferretti da banda Skank, Exalta Samba, Os Brancões, Jota Quest, Oscar Neves, Sulyen Dantas, Chama Chuva, Banda Groover, Jawbreak, entre tantos outros. Produziu ainda peças publicitárias para empresas como BMG, Honda ou Coca-Cola. Actualmente integra a formação dos Oneway, trazendo experiência e sabedoria a este jovem e promissor projecto.

É desta junção de talento, juventude, irreverência, sabedoria e experiência que nascem os Joshua & The Oneway Band. Juntos estes quatro membros criaram um álbum de estreia que chegou até nós no segundo trimestre de 2017. Agora revelam o terceiro single extraído desse mesmo EP, a balada “Reason”.


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publicado por Carlos Gomes às 22:00
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Sábado, 16 de Setembro de 2017
BANDAS FILARMÓNICAS PEREGRINAM A FÁTIMA

Fátima convida à festa e fala-nos de um Deus que "dá sentido à dor e abre horizontes ao amor”, afirma o Pe. Vítor Coutinho

Na Missa da Peregrinação Jubilar das Bandas Filarmónicas foi tocada a marcha “Fátima”, da autoria do maestro Amílcar Reis, em estreia absoluta

O Santuário de Fátima acolheu este sábado a Peregrinação Jubilar das Bandas Filarmónicas, com a presença de 35 bandas e, durante a Missa, no Recinto de Oração, o vice-reitor do Santuário sublinhou a importância da música na vida das pessoas e da igreja em particular.

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“A música põe-nos em sintonia com os irmãos e ajuda-nos a rezar todos juntos como sendo um só corpo, como assembleia orante. A música torna o nosso louvor mais solene e desperta em nós emoções que nos abrem horizontes novos”, disse o Pe. Vítor Coutinho.

A partir de uma citação do papa Bento XVI, na qual afirma que a música nasce da experiência do amor e da dor e da experiência do encontro com Deus, o sacerdote sublinhou a importância da música e do canto em Fátima “porque sem música e sem canto ficamos mais distantes da experiência que aqui nos é oferecida”.

Na homilia da Missa celebrada durante a Peregrinação Jubilar das Bandas Filarmónicas, uma iniciativa integrada nas celebrações do Centenário das Aparições, que reuniu na Cova da Iria mais de 1600 músico, provenientes de 13 dioceses de Portugal continental, o vice-reitor do Santuário elogiou a presença das bandas filarmónicas  que “faz suscitar um belo ambiente de festa e reforça a alegria da celebração”.

“Em Fátima há sempre um convite à festa, porque nos sentimos em casa e porque a vida ganha aqui outro sabor”, acrescentou sublinhando que “é festa porque junto do Coração de Maria experimentamos de forma renovada a alegria de nos entregarmos a Deus, ao Deus que nunca nos abandona”.

A partir do Evangelho deste Sábado, que nos apresenta Jesus, crucificado, acompanhado por Maria, Sua Mãe, pelo discípulo amado (João) e por algumas mulheres que se mantiveram fiéis à relação que tinham com o Senhor, o sacerdote  afirmou que a cruz  "é imagem de todos os dramas da história" e representa "todos os humilhados e sofredores do mundo" bem como os que "se sentem longe de Deus ou  os que duvidam da Sua presença".

 “A dúvida sobre a força do amor também nos atormenta a nível pessoal, caros Amigos. Quem de nós não deseja ter alguém na vida com quem possa contar sempre? Quem de nós não deseja viver amores e amizades de fidelidade inquestionável?”, interpelou o sacerdote sublinhando a importância de compreendermos que a vida é feita de adversidades – “a cruz diz-nos que o amor implica a dor”- mas Deus “nunca abandona os que ama”.

“Tal como o Evangelho, Fátima fala-nos de amor e de sofrimento e fala-nos do Deus que dá sentido à dor e abre horizontes ao amor”, disse o Pe. Vítor Coutinho.

O vice-reitor do Santuário lembrou a terceira parte do chamado Segredo de Fátima, que fala de um povo que caminha em direção a uma cruz, ao lado da qual está Nossa Senhora, destacando que a figura da Mãe de Deus junto à cruz “é imagem daquilo que acontece na realidade: nas cruzes da vida humana, Maria está sempre presente, com o seu cuidado materno, a garantir-nos que Deus não deixa de nos acompanhar com o seu amor terno”.

“Também em Fátima, Maria é a Mãe junto à cruz: é Aquela que se coloca ao lado da humanidade destruída pelo ódio e ferida por tantas dores. Em Fátima, Maria é a Mãe que se apresenta com um coração capaz de acolher todas as nossas preces, com um coração onde nos podemos refugiar e onde encontramos consolo" disse ainda.

“Em Fátima, a Virgem Maria reforça em nós a certeza de que o nosso Deus é Alguém com quem podemos contar sempre: Ele não desiste da humanidade e nada O fará afastar-se de nós, de cada um de nós. Em Fátima, Maria mostra-nos um Deus que se preocupa com os aflitos da humanidade e com a humanidade aflita. Temos um Deus que se aflige e preocupa, um Deus que tem coração, um Deus que «enxuga as nossas lágrimas»”.

Durante a Missa foi tocada a marcha ‘Fátima’, da autoria do capitão Amílcar Morais, em estreia por esta ocasião.

Em nota explicativa, o autor realça que “a mensagem de Fátima traz não só a mensagem da alegria e convite à conversão, mas é também um desafio da fé vivida e testemunhada”.

Um dos momentos mais singulares desta celebração no Recinto de Oração foi o acompanhamento do andor de Nossa Senhora- na entrada e no adeus- por duas filarmónicas, constituídas por 70 músicos cada uma, representando todas as filarmónicas presentes na Peregrinação Jubilar.

No período da manhã, decorreram os desfiles fora do Santuário, em dois pontos distintos, dos quais partiram as bandas: Rotunda da Rodoviária Nacional e Rotunda de Santo António, a norte e a sul, respetivamente.

Os desfiles culminaram na Capelinha das Aparições, onde cada banda fez a sua saudação individual. Ao final da manhã, as Bandas foram acolhidas na Capelinha e em conjunto tocaram três temas de saudação a Nossa Senhora: “Bendizemos o teu nome”, “Sobre os braços da Azinheira” e o refrão do “Hino do Centenário”.

Na ocasião,  o vice-reitor do Santuário afirmou que a celebração deste Centenário ficaria incompleta se não houvesse um momento de festa como este.

“Como poderia a celebração deste Centenário não contar também com esta vossa presença, de bandas filarmónicas, que todas as semanas, por todo o País contribuem para o ambiente de festa de tantas comunidades e ajudam muitas comunidades cristãs a celebrar as festas da sua fé?”, interpelou o Pe. Vitor Coutinho.

“Com arte e com alma, «com a tuba e a trombeta», como diz a Sagrada Escritura, elevaremos ao Senhor uma prece de gratidão e de louvor”, prosseguiu destacando, por outro lado, que “celebrar aquilo que alimenta a nossa alma e que preenche o nosso coração faz-nos olhar com confiança para o futuro e dá força à nossa esperança”.

“Façamos festa, com tudo o que temos e somos. Celebremos na alegria a bondade do Senhor”, exortou o vice-reitor.



publicado por Carlos Gomes às 17:08
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Quinta-feira, 14 de Setembro de 2017
A EXISTÊNCIA INTERMITENTE DOS HUMBOLD EM “CHEGADAS E PARTIDAS”

No mundo globalizado em que vivemos, estar é um privilégio. Por norma, ou acabámos de chegar ou estamos a partir rumo a um outro destino, onde nos esperam novos rostos e desafios. É por entre viagens que encontramos “Chegadas e Partidas”, o mais recente single da banda brasileira Humbold.

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Extraído do recém-editado EP “II”, este é mais um tema onde a força e a profundidade do Rock Alternativo brasileiro vem ao de cima. Depois de se estrearem com o single “Tempos Difíceis”, os Humbold de Guilherme, Lorena, Anderson e Guilherme Breda dão um novo passo rumo ao futuro sob a mão da Music For All.

Decorria o ano de 2014 quando Guilherme de Paula deu início aquela que se tornaria na maior aventura da sua vida. Tolhido pelo frenesim da vida pessoal e profissional encontrou no mundo da música o escape perfeito para onde canalizar a sua energia criativa.

Logo nesta fase inicial aconteceu a primeira adição ao projeto: Lorena Lima, baixista. Depois de alguns meses de trabalho em conjunto nascia o conceito assim como as primeiras músicas. Guilherme refere frequentemente que os Humbold “não são uma banda, mas um projeto em comum, uma ideia que pretendemos concretizar”.

Tendo isto em mente a dupla iniciou a sua busca por músicos para o projeto, dando assim o derradeiro passo desta fase inicial. Foi assim que à guitarra e voz de Guilherme de Paula, e ao baixo de Lorena, juntaram-se a bateria de Anderson Freitas e a guitarra de Guilherme Breda.

Nascia assim o projeto “Entre Mares” – uma odisseia de três EP’s, onde cada um teria uma abordagem temática, musical e visual própria: “I” abordaria o sentimento de ausência; “II” os mecanismos de fuga que adotamos ao lidar com a perda, a raiva e a negação e “III” incidirá sobre a aceitação enquanto desfecho do processo de transição. E se “I” foi lançado em 2016 já “II” e “III” têm ambos data de lançamento previstas para 2017.

Foi já com a formação completa que decorreram as primeiras gravações. Nesses serões musicais, pautados pelo desejo de criar algo único, aconteceu música, estabeleceram-se laços, criaram-se amizades. O conceito que antes não passava de algo teórico e inatingível havia-se tornado realidade. A ideia foi colocada em prática e o projeto agora era uma banda. A ambição cresceu, os objetivos mudaram e a banda passava agora a chamar-se Humbold.

Foi já com este novo rumo traçado que a banda investiu não só na gravação dos dois EP’s acima mencionados como também na criação de novos temas. Este ano de formação originou diversos concertos a nível regional e nacional, levando os Humbold a pisar inúmeros palcos por

todo o Brasil.

Foi neste contexto que aconteceu a estreia dos Humbold junto do público português. O single “Tempos Difíceis” foi a primeira amostra do EP “I” (2016), sendo a segunda amostra o tema “Chegadas e Partidas”, extraído do recém-editado EP “II” (2017). O que o futuro trará ninguém sabe mas daqui teremos sempre asseguradas grandes doses de talento, criatividade e amizade!


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publicado por Carlos Gomes às 20:07
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Quarta-feira, 13 de Setembro de 2017
SALMAR REGRESSA EMBALADO POR “O TEMPO NÃO ESPERA”

Salmar é um daqueles intérpretes especiais com o raro dom de nos envolver nas suas obras de forma orgânica. A ele já devemos as baladas “Invade-me a Alma” e “Inventar O Teu Amor”, provando que o romantismo de outras eras ainda existe entre nós. Agora regressa com “O Tempo Não Espera”, poderosa criação onde o amor continua a ser o mote, mas com uma urgência de viver que até aqui não tínhamos experienciado.

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Todos os temas pertencem a “Inquietação”, disco de estreia do cantor, compositor e músico oriundo de Peniche. Este é um trabalho embebido pela sonoridade pop que conquista e apaixona, estando já disponível nas principais plataformas digitais através do selo da Music For All.

Nasceu sob o nome de Filipe Ferreira, mas é como Salmar que sobe a palco. Sempre sentiu a música como uma extensão de si mesmo, uma forma alternativa de comunicar e expressar os seus pensamentos, atos e desejos.

Cedo se tornou adquirido que seguiria pelo atribulado, e emocionante, trilho que pode ser o mundo da música. Na hora de escolher um nome artístico honrou a terra que o viu nascer, Peniche e, acima de tudo, a forte ligação ao mar. Não é, portanto, ao acaso que hoje o chamamos de Salmar!

Passada uma década e meia e mais de quinhentos concertos por todo o país tomou uma decisão: apostaria verdadeiramente na sua carreira a solo. Consolidou, assim, o desejo e a promessa de escrever, compor e cantar temas seus e só seus.

A consequência natural desta resolução é o lançamento do seu álbum de estreia, “Inquietação”. Editado em 2017, já viu serem extraídos os singles “Invade-me a Alma”, “Inventar o Teu Amor” e o recente “O Tempo Não Espera”. 2017 é o ano em que Salmar dá, definitivamente, o salto rumo ao infinito.


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publicado por Carlos Gomes às 20:09
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LOURES VAI RECEBER CANTARES AO MENINO

Cartaz cantares ao Menino



publicado por Carlos Gomes às 02:48
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Terça-feira, 12 de Setembro de 2017
CAMARÁ E JOSÉ EDUARDO AGUALUSA JUNTOS EM “BONSAI”

Depois do fraterno “Há Braço” com que se estrearam junto do público português, é tempo de um novo capítulo na história dos Camará. O segundo single do projeto de Victor Cremasco e Raphael Amoroso dá pelo nome de “Bonsai”, aborda a força do tempo na arquitetura da vida e das canções. Para além de dar nome a este álbum, conta ainda com outra particularidade: tem a participação especial do premiado escritor angolano José Eduardo Agualusa.

Camará_Promo

Em “Bonsai” temos mais um melífluo pedaço de Música Popular Brasileira (MPB), faceta complementada com influências e sonoridades de outros pontos de globo, tornando este projeto verdadeiramente único. Para o mês de Outubro, antecipa-se uma digressão nacional com o condão da Music For All, que levará a dupla brasileira a estrear-se nos palcos europeus.

Conheçam as datas e locais da digressão:

06.10 | Espelho d’Água, Lisboa, 22h, 5€

07.10 | Auditório Carlos Paredes, Lisboa, 22h, 5€

Os Camará são um duo de MPB composto por Victor Cremasco (voz) e Raphael Amoroso (violão). Em 2012, a ilustração singela e minimalista de um barquinho sinalizava o zarpar dos Camará. Puros, simples e honesto, esse barquinho estampava a capa do primeiro disco, que nasceu à imagem e semelhança dos seus criadores.

Três anos depois, o barquinho dá lugar a um bonsai. A aventura do mar dá lugar à segurança da terra. A retidão da vela dá lugar às ramificações complexas e intermináveis da árvore em miniatura. Dois símbolos que, vistos em perspetiva, representam o processo de amadurecimento de Victor e Raphael nas suas letras, acordes e arranjos.

Neste novo álbum, a dupla navega por um mosaico de ritmos, entre a cadência dramática do samba “Gracias”, a elegância da bossa “O Homem, a Pedra e o Céu”, a delicadeza de “Valsa pra Lua”, o percurso sentimental de “Quarta-Feira”, o canto ensolarado de “Há Braço” ou o grito silencioso de “Chão”.

As ilustrações e o projeto gráfico do disco têm o cunho do artista e designer Fabio Issao, que se baseou no pontilhismo para representar que toda a forma final nasce da paciência do tempo em colecionar e organizar a poeira cósmica. O todo e as partes em profunda harmonia.

Em “Bonsai” a banda é acompanhada pelo multi-instrumentista Roberto Federicci, pelo baixista Jorginho da Silva e pelo baterista Ruiz Mattos. O disco também conta com participações da cantora Thais Bonizzi (em “Samba do Chá”) e do guitarrista Tuco Marcondes, responsável pelo requinto em “Chão”.

Fundindo várias inspirações que lhes chegam dos diversos quadrantes da Música Popular Brasileira (MPB), entre elas o samba e a bossa-nova, os Camará são o resultado da soma de dois poetas por acidente e músicos por acaso.

Ora barco, ora bonsai, Victor Cremasco e Raphael Amoroso fazem dos Camará o fruto da sua amizade.


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publicado por Carlos Gomes às 14:51
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Sexta-feira, 8 de Setembro de 2017
BANDAS FILARMÓNICAS PEREGRINAM A FÁTIMA

Santuário de Fátima acolhe 1750 músicos em Peregrinação Jubilar das Bandas Filarmónicas. Iniciativa inserida nas celebrações do Centenário das Aparições vai encher Cova da Iria de música

O Santuário de Fátima acolhe no próximo dia 16 de setembro, a Peregrinação Jubilar das Bandas Filarmónicas. A iniciativa inserida nas celebrações do Centenário das Aparições de Fátima, vai trazer cerca de 40 bandas filarmónicas com 1750 músicos à Cova da Iria. Estas quatro dezenas de bandas são oriundas de 16 dioceses de Portugal.

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Em declarações à Sala de Imprensa do Santuário de Fátima, o Pe. Joaquim Ganhão, coordenador da peregrinação, desafia todos os peregrinos a “virem cantar as maravilhas de Deus”, neste ano que tem sido vivido com um “grande Magnificat”.

“As bandas filarmónicas têm no nosso país uma missão e um lugar muito significativo de missão com a Igreja e sobretudo com a piedade mariana. Muitas das festas que de norte a sul acontecem são festas dedicadas a Nossa Senhora e muitas dessas bandas participam nessas procissões e ainda tocam nas igrejas e missas”, explicou o Pe. Joaquim Ganhão.

Segundo o coordenador, “será um dia atípico naquilo que é a normal vivência do Santuário de Fátima, o que mostra o interesse e a atenção para com esta peregrinação”.

Este dia dividir-se-á em dois momentos: a manhã dedicada aos desfiles e saudações individuais, e a tarde dedicada à eucaristia no Recinto de Oração.  

No período da manhã, os desfiles iniciarão fora do Santuário, em dois pontos distintos, dos quais partirão as bandas em direção ao Santuário: Rotunda da Rodoviária Nacional e Rotunda de Santo António, a norte e a sul do Santuário, respetivamente.

“Esta iniciativa vai encher a cidade de música ao longo de toda a manhã, expressão de que este Centenário tem sido vivido em festa, não só em Fátima, mas na Igreja e no Santuário. Um dos objetivos era levar a expressão sonora além dos limites do Santuário”, disse o Pe. Joaquim Ganhão.

O Parque nº 12, com localização centralizada relativamente aos dois pontos referidos, estará reservado aos autocarros e viaturas que transportem intervenientes na peregrinação. Partindo do parque nº 12, as bandas deslocar-se-ão, a pé, até aos pontos de partida dos desfiles.

Os desfiles culminarão na Capelinha das Aparições, onde cada banda fará a sua saudação individual.

Às 12:00 haverá uma saudação conjunta na Capelinha das Aparições, com três músicas: “Bendizemos o teu nome”; “Sobre os braços da Azinheira” e o refrão do “Hino do Centenário”.

Após o tempo livre para almoço decorrerá a eucaristia, às 15:00, no Recinto de Oração. As bandas acompanharão musicalmente durante a missa apenas a procissão de entrada e de saída da Imagem de Nossa Senhora.

Vão integrar a procissão de entrada e a procissão final cerca de 160 músicos, de todas as 40 bandas presentes.  

Durante a celebração vai soar a marcha “Fátima”, da autoria do Capitão Amílcar Morais, em estreia por esta ocasião. Segundo a nota do autor “esta mar­a solene escrita para banda filarmónica é uma composição musical com propositada abordagem ao modo dórico, linguagem musical gregoriana que faz parte da essência do canto monódico da liturgia da Igreja”.

“A mensagem de Fátima traz não só a mensagem da alegria e convite à conversão, mas é também um desafio da fé vivida e testemunhada. A música ajuda a testemunhar isso mesmo, por ser um veículo privilegiado, vejamos a experiencia do Francisco com a sua flauta e mesmo a Bíblia convida a louvar o Senhor ao som da música”, conclui o coordenador.

Para o Pe. Vitor Coutinho, Coordenador da Comissão Organizadora do Centenário das Aparições de Fátima, “pareceu ao Santuário de Fátima que seria significativo convidar para uma peregrinação jubilar todas as bandas filarmónicas do nosso País. As bandas filarmónicas são instituições com uma história exemplar de serviço à comunidade, de ensino da música e de participação na vida de muitas paróquias, nomeadamente nas festas e celebrações religiosas”.

“O programa inclui, para além das celebrações litúrgicas, um momento único de congregação de bandas filarmónicas, no local onde há 100 anos a Virgem Maria apareceu aos Pastorinhos, com o propósito de louvar o Senhor”, reitera o Pe. Vitor Coutinho.

Recorde-se que no passado dia 17 de junho, o Santuário de Fátima convidou os coros litúrgicos a uma peregrinação jubilar onde foi estreada a obra «Magnificat», do compositor Fernando Lapa, no âmbito da celebração do Centenário das Aparições de Nossa Senhora. 



publicado por Carlos Gomes às 19:03
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CAMARÁ E JOSÉ EDUARDO AGUALUSA JUNTOS EM “BONSAI”

Depois do fraterno “Há Braço” com que se estrearam junto do público português, é tempo de um novo capítulo na história dos Camará. O segundo single do projeto de Victor Cremasco e Raphael Amoroso dá pelo nome de “Bonsai”, aborda a força do tempo na arquitetura da vida e das canções. Para além de dar nome a este álbum, conta ainda com outra particularidade: tem a participação especial do premiado escritor angolano José Eduardo Agualusa.

Camará_Promo

Em “Bonsai” temos mais um melífluo pedaço de Música Popular Brasileira (MPB), faceta complementada com influências e sonoridades de outros pontos de globo, tornando este projeto verdadeiramente único. Para o mês de Outubro, antecipa-se uma digressão nacional com o condão da Music For All, que levará a dupla brasileira a estrear-se nos palcos europeus.

Conheçam as datas e locais da digressão:

06.09 | Espelho d’Água, Lisboa, 22h, 5€

07.09 | Auditório Carlos Paredes, Lisboa, 22h, 5€

Os Camará são um duo de MPB composto por Victor Cremasco (voz) e Raphael Amoroso (violão). Em 2012, a ilustração singela e minimalista de um barquinho sinalizava o zarpar dos Camará. Puros, simples e honesto, esse barquinho estampava a capa do primeiro disco, que nasceu à imagem e semelhança dos seus criadores.

Três anos depois, o barquinho dá lugar a um bonsai. A aventura do mar dá lugar à segurança da terra. A retidão da vela dá lugar às ramificações complexas e intermináveis da árvore em miniatura. Dois símbolos que, vistos em perspetiva, representam o processo de amadurecimento de Victor e Raphael nas suas letras, acordes e arranjos.

Neste novo álbum, a dupla navega por um mosaico de ritmos, entre a cadência dramática do samba “Gracias”, a elegância da bossa “O Homem, a Pedra e o Céu”, a delicadeza de “Valsa pra Lua”, o percurso sentimental de “Quarta-Feira”, o canto ensolarado de “Há Braço” ou o grito silencioso de “Chão”.

As ilustrações e o projeto gráfico do disco têm o cunho do artista e designer Fabio Issao, que se baseou no pontilhismo para representar que toda a forma final nasce da paciência do tempo em colecionar e organizar a poeira cósmica. O todo e as partes em profunda harmonia.

Em “Bonsai” a banda é acompanhada pelo multi-instrumentista Roberto Federicci, pelo baixista Jorginho da Silva e pelo baterista Ruiz Mattos. O disco também conta com participações da cantora Thais Bonizzi (em “Samba do Chá”) e do guitarrista Tuco Marcondes, responsável pelo requinto em “Chão”.

Fundindo várias inspirações que lhes chegam dos diversos quadrantes da Música Popular Brasileira (MPB), entre elas o samba e a bossa-nova, os Camará são o resultado da soma de dois poetas por acidente e músicos por acaso.

Ora barco, ora bonsai, Victor Cremasco e Raphael Amoroso fazem dos Camará o fruto da sua amizade.


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publicado por Carlos Gomes às 03:12
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Quarta-feira, 6 de Setembro de 2017
PEDRO ALSAMA, AO VIVO, NO CINETEATRO DE RIO MAIOR

Depois de conhecermos “Sinking The Pleasure” e “A Wish”, singles retirados do álbum “Madrugada” chega finalmente a vez do Pedro Alsama partir para o palco. O disco combina influências indie e folk, criando uma sonoridade única num lançamento que teve o selo de qualidade da Music In My Soul.

Cineteatro

O cantor e compositor português vai apresentar-se no dia 9 de Setembro no Cineteatro de Rio Maior pelas 21H30. Os bilhetes para esta noite absolutamente imperdível estarão à venda muito em breve, pelo preço único de 5€.

Conheça a data:

09.09 | Cineteatro Rio Maior @ Rio Maior, 17h, 5€

Pedro Alsama é um projeto a solo existente desde 2000 – quase 18 anos de histórias musicadas e espalhadas ao longo de mais de 100 temas feitos pelo compositor de Rio Maior.

O Rock, o jazzístico, a poesia cantada, entre outros estilos, são experiências que Pedro leva a cabo na já sua longa carreira, pretendendo fazê-las chegar a um público mais abrangente.

Na primeira metade do milénio o cantautor assinou uma trilogia de discos a que chamou “The Anti-Music Machine”. “Childhood Stereotype” (2000), o capítulo inicial – obra ambiciosa de 20 temas construídos com guitarra acústica, elétrica, baixo e percussão - nasce do seu fascínio por “Kid A” dos Radiohead.

No segundo tomo, “The Dark Light at the End of the Tunnel It’s Growing” (2004), deixa-se abraçar pelas trevas, em temas que privilegiam a voz e o abstrato. Com o último “Hard on End” (2009), o título mais descomprometido e ambivalente da trilogia, o músico explora universos díspares que vão desde a pop, jazz e rock até ao experimentalismo.

Em 2015 Pedro Alsama editou um novo registo homónimo, que proporcionou canções como “Health” e “Shine”, num espetro mais derivativo da indie e folk rock. No último trimestre de 2016 o músico editou o seu mais recente álbum, “Madrugada”, antecedido pelos singles “Sinking the Pleasure” e “A Wish”.


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publicado por Carlos Gomes às 19:54
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PAULO BASTOS APRESENTA “DESAFIO”, AO VIVO, NAS FNAC

Depois dos showcases que levaram ao rubro a FNAC do Gaia Shopping e do MAR Shopping, Paulo Bastos embarca uma vez mais numa aventura musical em dose dupla. O cantor e compositor português, representado pela Music For All, apresentará ao vivo o álbum “Desafio”, registo do qual já foi extraído o tema-título e “O Que É Que Houve?”.

Paulo Bastos_Promo

A primeira paragem é na FNAC de Santa Catarina, no centro da cidade do Porto, pelas 18h, seguindo-se a FNAC do Norte Shopping quando o relógio marcar as 22h. O dia 9 de Setembro promete assim ser de muita música ou não fosse o norte do país exposto ao autêntico caldeirão onde Paulo Bastos torna possível um encontro entre o passado e o presente, criando uma inesperada, e viciante, relação cósmica.

Paulo Bastos faz jus ao ditado popular “De pequenino é que se torce o pepino”. É que se os seus dotes na cozinha são um mistério, já o seu talento para a música é sobejamente conhecido desde tenra idade.

Contava apenas com nove anos de vida quando iniciou a sua atividade musical e um ano depois já se tinha iniciado no estudo da guitarra, começando aí a trilhar um percurso que se adivinhada pródigo em sucessos e conquistas.

A sua estreia como solista de orquestra aconteceu tinha Paulo apenas vinte anos. O concerto para guitarra clássica e orquestra de Vivaldi em Ré M, com a Filarmónica das Beiras, no Teatro Aveirense, tornar-se-ia na primeira de muitas vezes em que dominaria por completo o palco e arrebataria o coração, e o espírito, do público presente!

Do seu extenso e completo percurso fazem parte o curso de guitarra clássica do Conservatório de Música de Coimbra e, posteriormente, o complemento no Conversatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian, onde terminou o 8º Grau/Ano; a Licenciatura em Engenharia Eletrónica e Telecomunicações, na Universidade de Aveiro; a Licenciatura em Ensino de Música na vertente de Guitarra Clássica, também em Aveiro; mais de uma dezena de cursos de aperfeiçoamento de Guitarra Clássica, muitos deles orientados por professores de renome internacional; diversos workshops de Jazz com profissionais, de reconhecido talento, das mais variadas nacionalidades.

Paralelamente dedicou-se, ainda que de forma autodidata, ao estudo de instrumentos tradicionais portugueses, como o Cavaquinho, a Gaita-de-Foles e a Guitarra Portuguesa, por exemplo, enriquecendo ainda mais o seu já de si extenso léxico de sonoridades.

Entre as diversas vezes que subiu a palco destaca a partilha de momentos únicos com nomes da música internacional como Siri Svegler, Stee Downes ou Hubert Tubbs.

Os seus espetáculos a solo incluem uma vertente tradicional, nas influências, sonoridades e instrumentos que o acompanham, e outra mais contemporânea e que se liga de forma directa à world music e às danças do mundo. É por entre temas originais, e alguns da música tradicional portuguesa, que Paulo Bastos percorre Portugal de lés-a-lés.

Em 2015 Paulo Bastos dá um passo crucial na sua carreira – avança para a composição, e gravação, do seu primeiro álbum a solo. “Desafio” é uma junção perfeita do cancioneiro popular com músicas originais, sendo ainda possível encontrar sonoridades pop/rock facilmente reconhecíveis, mas com uma roupagem completamente inesperada. Aqui o tom é meio de convite, meio de provocação, num misto de emoções e sentimentos que arrebatam todos os que partilham o gosto por esta arte a que chamamos de música.

Atualmente Paulo Bastos frequenta o Mestrado em Cavaquinho Português na vertente de Performance, na Universidade de Aveiro. De notar que este Mestrado é o primeiro, e único, a nível nacional, dedicado apenas e só a este instrumento, sendo completamente inovador por permitir desbravar caminho na vertente da investigação académica.

Este é um passo importante que vai permitir ao instrumento evoluir bastante e que valoriza de forma incontornável a cultura e tradição portuguesa.

Hilton Barcelos_Cartaz Concerto em Desconcerto


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publicado por Carlos Gomes às 08:47
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Sexta-feira, 1 de Setembro de 2017
CRYING LOBSTER – REVELAM NOVO SINGLE E CONCERTO EM LISBOA, NO TOKYO

Entraram na nossa vida de rompante, ou não fossem eles ilustres representantes do bom rock nacional, com o single “Starry Night”. Seguiu-se novo single, “Perpetual Motion”, e a edição do EP de estreia, homónimo, tudo sob o selo da Music For All. Agora os Crying Lobster trazem-nos mais novidades, e logo em dose dupla!

CRYING LOBSTER

Primeiro revelam o novo single, sob o sugestivo título “Jungle Walls”, em mais um possante exemplar de stoner rock lusitano. E, logo de seguida, confirmaram um concerto em plena cidade de Lisboa: o Tokyo irá receber o quarteto na noite de 6 de Setembro, estando o início marcado para as 23h30 e os bilhetes à venda pelo preço único de 5€. Estes são tempos áureos para quem encontra no rock um autêntico lema de vida!

No início havia o nada. E do nada surgiu a Lagosta. Das suas lágrimas floresceu o Universo, dando assim início a uma jornada tão longa quanto a mais antiga das estrelas. Crying Lobster não é um mero projecto musical. É uma irmandade composta sob a égide da criatividade musical e da diversidade sonora dos seus quatro elementos.

Duarte Cadete Inácio (voz), João Costa (guitarra), Rafael Burguete (bateria) e João Henriques (baixo) são os protagonistas desta aventura maior do que a vida. Navegando nas profícuas águas do rock, jazz, funk, stoner e punk preparam-se, finalmente, para editar o EP de estreia.

Antecedido por dois singles – “Starry Night” e “Perpetual Motion” – o EP de estreia homónimo dos Crying Lobster chegou por fim a tudo e todos em pleno verão de 2017. Agora as novidades são outras: o terceiro single retirado do registo de estreia, “Jungle Walls”, e um concerto que vai marcar a noite lisboeta! Tudo sob o selo da Music For All, claro!


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publicado por Carlos Gomes às 17:28
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Quarta-feira, 30 de Agosto de 2017
QUEBRAM-SE AS “CORRENTES” DOS SOPA D’ALMA

Primeiro instalou-se a “Rotina”, sentimento que se apodera da nossa existência suave e disfarçadamente. Depois surge a vontade de mudar de ares, procurar novos desafios e aventuras, rumar ao infinito e mais além. São essas “Correntes” invisíveis que nos levam a embarcar na enorme aventura que é emigrar.

Sopa d'Alma_Promo

Este é o tema que inspirou a criação do segundo single retirado do EP “Hino Vitável – Acto I”, registo com que se estreiam os lusitanos Sopa d’Alma. Este projeto editado pela Music For All é marcado por laivos de instrumentação clássica, rock progressivo e música interventiva, provando que a cantiga ainda é uma arma.

O EP digital é composto por seis faixas e já está disponível na Amazon, no Google Play e na The Store, com o carimbo da Music For All.

Os Sopa d’Alma são um projeto constituído por Fá Pereira (voz e flauta) e Pedro Carneiro (guitarra). Oriundos de Braga, cruzaram-se pela primeira vez numa escola de música da cidade, onde viriam a formar a sua primeira banda de covers em 2007.

Dois anos volvidos, sentiram a vontade de se expressar numa linguagem musical própria e original, formando em conjunto com outros dois amigos o projeto Angúria, cantado em português num registo de rock progressivo. Em 2012 constaram da coletânea “À Sombra de Deus”, que reunia o que de melhor se fazia no fervilhante panorama musical de Braga. O projeto culminaria em 2014 com a elaboração de uma peça musical de 40 minutos organizada em cinco temas, exibida ao público no Theatro Circo, no coração da cidade natal.

Com a mudança de armas e bagagens para Viena, no final desse ano, surgiu também a vontade de materializar novas criações e estados de alma. Foi então que se formou o projeto dos Sopa d’Alma, com o objetivo inicial de conter a ressaca pós-Angúria, apresentando à Áustria versões de fados e clássicos da música em português cantados de forma reconstruída, a dois sons: voz e guitarra. Foi lá que representaram a música portuguesa em feiras e eventos internacionais, fornecendo também a banda sonora a um pequeno café português local, comovendo muitos dos presentes que escutaram aquele tipo de sonoridade pela primeira vez.

Contudo, seria só no final de 2016, já mais esclarecidos e ambiciosos, que voltariam ao formato que crêem ser o seu pináculo criativo: a peça. Para tal, compuseram a primeira parte do relato musical centrado nos temas que os levaram para fora de Portugal, pontuado por apontamentos de instrumentos clássicos e marcado pelas influências de todos os grandes artistas que consomem, desde o rock progressivo à música dita de intervenção.

Sopa d’Alma é então doravante um projeto com uma clara intenção: biografar musicalmente o caminho de dois parceiros musicais ininterruptos, com intervenção nos ouvintes por universal afinidade com o conteúdo realista, cuja simplicidade na forma só o possa enaltecer.


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publicado por Carlos Gomes às 18:12
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SALMAR LEVA “INQUIETAÇÃO” À FNAC ALMADA

Salmar pertence à fina estirpe de músicos e cantores capazes de conquistar uma audiência com a voz, paixão e entrega em palco. É, por isso, normal que o formato showcase seja o que mais rapidamente lhe enche as medidas, permitindo uma dose de intimidade difícil de replicar noutras atuações.

Salmar_Showcases FNAC

Ora, depois de ter arrebatado o público na FNAC Vasco da Gama e na FNAC Alfragide, chegou a vez de atravessar o rio e levar a sua “Inquietação” até à FNAC Almada. Para as 17h do dia 02/09 está marcada a visita aos doze temas originais que, num formato harmonioso e apaixonante, nos dão a conhecer melhor o registo de estreia do cantor e compositor, editado através da Music For All.

Nasceu sob o nome de Filipe Ferreira, mas é como Salmar que sobe a palco. Sempre sentiu a música como uma extensão de si mesmo, uma forma alternativa de comunicar e expressar os seus pensamentos, atos e desejos.

Cedo se tornou adquirido que seguiria pelo atribulado, e emocionante, trilho que pode ser o mundo da música. Na hora de escolher um nome artístico honrou a terra que o viu nascer, Peniche, e acima de tudo, a forte ligação ao mar. Não é, portanto, ao acaso que hoje o chamamos de Salmar!

Passada uma década e meia e mais de quinhentos concertos por todo o país tomou uma decisão: apostaria verdadeiramente na sua carreira a solo. Consolidou, assim, o desejo e a promessa de escrever, compor e cantar temas seus e só seus.

A consequência natural desta resolução é o lançamento dos singles “Invade-me a Alma” e “Inventar o Teu Amor”, temas que nos conquistam suavemente e nos introduzem ao primeiro álbum do músico – “Inquietação”. 2017 é assim o ano em que Salmar dá o salto rumo ao infinito.



publicado por Carlos Gomes às 18:08
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FNAC ALMADA RECEBE DANIEL MOON E O ÁLBUM “BE DIFFERENT”

Daniel Moon já nos deu dois singles, “Give More” e “Be Different” e um EP de estreia revelador do seu talento. Já subiu a palco em três ocasiões para showcases com tanto de intimista quanto de épicos. E agora prepara-se para nos dar algo mais: um quarto showcase, desta vez na FNAC Almada. 

Daniel Moon_Showcases FNAC

Pelas 17h do terceiro dia do mês de setembro, Daniel subirá a palco para interpretar os cinco temas que compõem o EP “Be Different”, entrando uma vez mais no mundo da canção Pop em formato jazzístico, num harmonioso diálogo de sopros, metais e teclas O registo já está disponível nas principais plataformas digitais e tem o selo da Music For All.

A aventura de Daniel Moon no atribulado e exigente mundo da música inicia-se sete anos após o seu nascimento. Foi precisamente com essa tenra idade que começou a ter aulas de piano, um instrumento tão complexo quanto encantador e tão desafiante quanto versátil.

Apenas dois anos mais tarde entra na Escola de Música do Conservatório Nacional, mais concretamente para o 1º Grau. O seu esforço e paixão pela música permitiram-lhe concluir com mérito oito graus, obtendo assim o merecido, e recompensador, diploma.

É nesta fase que a Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal entra na sua vida. Durante os dois anos seguintes dedica-se afincadamente ao piano e à voz, perseguindo o objectivo de entrar no Ensino Superior de Jazz. E se até então o objectivo parecia de difícil concretização tudo viria a mudar quando, em pleno ano de 2010, começa a frequentar a Licenciatura de Jazz, na Variante de Piano, na Universidade de Évora. É por entre as arrebatadoras paisagens alentejanas, e o seu característico calor, que conclui com sucesso a referida licenciatura, concretizando assim uma das suas maiores ambições pessoais.

A fase inicial da sua carreira é marcada pela participação em diversos eventos musicais. Do Dia Mundial da Voz a celebrações de matrimónios, de membro de projectos de escola a parte integrante de bandas com os seus próprios originais e até de pianista num hotel a autor de música ambiente para espaços públicos, passou por de tudo um pouco, tornando este num período fervilhante e marcado por uma aprendizagem constante. 

A recta final de 2014 marca o nascimento do seu projecto musical a solo assim como dos primeiros temas originais. O segundo mês do ano seguinte, fevereiro de seu nome, ficará para sempre associado à gravação das suas primeiras cinco músicas, em quarteto, assim como o penúltimo mês de 2015 foi testemunha da divulgação, e promoção nas plataformas digitais, do seu EP de estreia (sendo de destacar o single “Precious Love” que conquistou mais de cinco mil visualizações no YouTube).

Dito isto chegamos ao presente e à actual fase da sua carreira: este ano assinou contracto com a Music For All e abraçou uma vez mais a composição de temas originais. Os novos temas possuem uma maior diversidade, e riqueza, instrumental e integram o seu primeiro EP distribuido no primeiro semestre de 2017.



publicado por Carlos Gomes às 18:06
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Terça-feira, 29 de Agosto de 2017
GUITARRAS AO ALTO, CHEGARAM OS ESPANHÓIS LINQAE

Espanha tem vindo a afirmar-se lentamente no panorama do rock internacional. A mais recente prova dá pelo nome de Linqae e estreia-se em Portugal pela mão da Music For All. A sua discografia conta com um LP e um EP, “Collapse” de 2012 e “Electric Waves” de 2015, mas é com o novíssimo single “The Manipulative Man” que atravessam a fronteira.

Orbitam entre o indie rock, o rock e a música de dança e têm no ritmo e energia as suas maiores armas. O single agora revelado é a primeira amostra do próximo álbum da banda de Valência, ainda sem título, estando a edição prevista para 2018.

Linqae


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publicado por Carlos Gomes às 19:42
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BLESS THE MESS APRESENTAM “LOW BLOW” EM LISBOA

Surgiram com o irreverente single “Never Too Old”. Tiveram em “Dawn” o segundo ato perfeito. E deram a estocada final em tudo e todos quando mostraram “Low Blow”, o respetivo EP de estreia. Dão pelo nome de Bless The Mess, já subiram a diversos palcos nacionais e encontrarão agora no Tokyo, em Lisboa, a próxima paragem.

Bless the mess promo

A ação vai desenrolar-se no dia 30 de Agosto, pelas 24h30, e a entrada está apenas à distância de um bilhete com o valor único de 5€. Esta aposta nacional da Music For All já viu o seu EP ser editado digitalmente, estando disponível para audição e compra no iTunes, na Amazon, no Google Play e na The Store.

Os Bless the Mess são um quarteto de rock lisboeta formado por Tiago Cabral (voz e teclas), Miguel Pimenta (guitarra), Alex Silva (baixo) e Jorge Varandas (bateria), que recolhe influências provenientes de géneros como o classic e hard rock e do metal.

Formados em 2013, nos tempos de escola, passaram por uma mudança de alinhamento no momento de gravação do seu primeiro EP, com a saída de um dos guitarristas, sendo que desde então compuseram de novo as suas fileiras e ganharam calo ao vivo ao tocar em eventos como o Rock ‘n’ Roll Fucking Fest na República da Música ou em espaços como o Tokyo Lisboa.

Prosseguindo na rota ascendente e evolutiva que têm traçado, em 2017 assinam com a Music For All, através da qual já editaram dois singles, “Never Too Old” e “Dawn”. Depois foi a vez se surgir “Low Blow”, o EP que marcou a estreia e que está disponível nas principais lojas digitais. E agora? Agora é tempo de partir para palco e arrancar rumo a performances inesquecíveis!


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publicado por Carlos Gomes às 19:07
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Segunda-feira, 28 de Agosto de 2017
“BALÉ”, A ESTREIA GRACIOSA DE ÁLVARO LANCELLOTTI EM PORTUGAL

“O que nos faz levitar / Vem lá de dentro do olhar / É coisa de quem bem se quer”. É com estas meigas, e profundas, palavras que Álvaro Lancellotti entra na nossa mente. Pertencem a “Balé”, primeiro single do disco “Canto de Marajó” (2016), registo que marca a sua estreia em Portugal.

Álvaro Lancellotti_Promo

O cantor e compositor carioca já viu o mais recente disco ser destacado por mais do que uma vez por David Byrne e recolheu excelentes críticas por todo o Brasil, sendo inclusivamente considerado um dos dez melhores de 2016 pelo reputado jornal “O Globo”. Liderou o projeto Fino Coletivo, alcançando reconhecimento proporcional ao talento que a sua alma alberga, avançando posteriormente para a carreira a solo.

Conta com dois discos de originais (“O Tempo Faz a Gente Ter Esses Encantos”, de 2012, e o já citado “Canto de Marajó”) e sob o selo da Music For All ruma finalmente à conquista da Europa. A estreia nos palcos europeus está prevista para Outubro, mês em que fará uma série de atuações especiais de norte a sul de Portugal.

Álvaro Lancellotti só podia virar músico. Entre as influências do pai e do irmão, Ivo e Domenico Lancellotti respetivamente, do samba, boleros e dos baile funks que frequentou desde tenra idade, era impossível não se deixar conquistar por um mundo tão denso, profundo e apaixonante quanto este.

Mais tarde, tornou-se num dos pilares do Fino Coletivo, uma banda que unia de forma surpreendente compositores alagoanos e cariocas. Álvaro foi assim o vocalista de serviço nos dois álbuns da banda, “Fino Coletivo” (2007) e “Copacabana” (2010), vendo o seu talento reconhecido e o trabalho elogiado um pouco por todo o Brasil. O Fino Coletivo foi distinguido “Banda Revelação 2007” pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) e os dois discos de originais foram selecionados para os melhores dos respetivos anos pelo jornal “O Globo”.

Dois anos depois surge o desejo de caminhar a solo, mostrando ao mundo as canções que pululavam na sua mente. Da ponta dos seus dedos nasceu, assim, “O Tempo Faz a Gente Ter Esses Encantos” (2012), álbum onde se destacaram dois temas: “Sexta-feira” e “Autoajuda”. Ambas as músicas integraram a banda sonora da série “Preamar”, da reputada estação televisiva HBO, trazendo uma vez mais o reconhecimento e mérito devido a Álvaro.

Estamos já em 2014 quando Lancellotti começa a trabalhar num novo disco a solo. No entanto, por motivos diversos, o disco acabou por apenas ver a luz do dia quase dois anos depois do início dos trabalhos. “Canto de Marajó” foi gravado entre a Serra de Petrópolis, no Estúdio da Aldeia, e Copacabana, no Estúdio 707, e contou com produção do próprio Lancellotti. A restante equipa é formada por Adriano Sampaio (percussão), Daniel Medeiros (baixo), Pedro Costa (violão e guitarra) e mixagem de Mário Caldato Jr (reconhecido pelo seu trabalho com Beastie Boys, Marcelo D2, Jack Johnson, Marisa Monte, Seu Jorge, entre outros). A arte é de Alexandre Fischer que, por sua vez, utilizou o trabalho do artista uruguaio Carlos Paes Vilaró.

Assim nasceu “Canto de Marajó”, trabalho seminal que Álvaro traz agora a Portugal e que o jornal “O Globo” considerou um dos dez melhores discos de 2016. Outubro será o mês em que o cantor e compositor brasileiro embarca na maior das suas aventuras até hoje: partir rumo à conquista da Europa.


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publicado por Carlos Gomes às 19:40
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Sábado, 26 de Agosto de 2017
QUEBRAM-SE AS “CORRENTES” DOS SOPA D’ALMA

Primeiro instalou-se a “Rotina”, sentimento que se apodera da nossa existência suave e disfarçadamente. Depois surge a vontade de mudar de ares, procurar novos desafios e aventuras, rumar ao infinito e mais além. São essas “Correntes” invisíveis que nos levam a embarcar na enorme aventura que é emigrar.

Sopa d'Alma_Promo

Este é o tema que inspirou a criação do segundo single retirado do EP “Hino Vitável – Acto I”, registo com que se estreiam os lusitanos Sopa d’Alma. Este projeto editado pela Music For All é marcado por laivos de instrumentação clássica, rock progressivo e música interventiva, provando que a cantiga ainda é uma arma.

O EP digital é composto por seis faixas e já está disponível na Amazon, no Google Play e na The Store, com o carimbo da Music For All.

Os Sopa d’Alma são um projeto constituído por Fá Pereira (voz e flauta) e Pedro Carneiro (guitarra). Oriundos de Braga, cruzaram-se pela primeira vez numa escola de música da cidade, onde viriam a formar a sua primeira banda de covers em 2007.

Dois anos volvidos, sentiram a vontade de se expressar numa linguagem musical própria e original, formando em conjunto com outros dois amigos o projeto Angúria, cantado em português num registo de rock progressivo. Em 2012 constaram da coletânea “À Sombra de Deus”, que reunia o que de melhor se fazia no fervilhante panorama musical de Braga. O projeto culminaria em 2014 com a elaboração de uma peça musical de 40 minutos organizada em cinco temas, exibida ao público no Theatro Circo, no coração da cidade natal.

Com a mudança de armas e bagagens para Viena, no final desse ano, surgiu também a vontade de materializar novas criações e estados de alma. Foi então que se formou o projeto dos Sopa d’Alma, com o objetivo inicial de conter a ressaca pós-Angúria, apresentando à Áustria versões de fados e clássicos da música em português cantados de forma reconstruída, a dois sons: voz e guitarra. Foi lá que representaram a música portuguesa em feiras e eventos internacionais, fornecendo também a banda sonora a um pequeno café português local, comovendo muitos dos presentes que escutaram aquele tipo de sonoridade pela primeira vez.

Contudo, seria só no final de 2016, já mais esclarecidos e ambiciosos, que voltariam ao formato que crêem ser o seu pináculo criativo: a peça. Para tal, compuseram a primeira parte do relato musical centrado nos temas que os levaram para fora de Portugal, pontuado por apontamentos de instrumentos clássicos e marcado pelas influências de todos os grandes artistas que consomem, desde o rock progressivo à música dita de intervenção.

Sopa d’Alma é então doravante um projeto com uma clara intenção: biografar musicalmente o caminho de dois parceiros musicais ininterruptos, com intervenção nos ouvintes por universal afinidade com o conteúdo realista, cuja simplicidade na forma só o possa enaltecer.


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publicado por Carlos Gomes às 14:51
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