Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Domingo, 11 de Junho de 2017
ARTISTA ROMENO GHERGHE FIKL EXPÕE NO PALÁCIO DA AJUDA

“Fikl. Portuguese Storylines”

Exposição de pintura no Palácio Nacional da Ajuda

No fim-de-semana em que se celebra o dia de Portugal, nada melhor do que aproveitar e visitar um dos principais museus nacionais, o Palácio Nacional da Ajuda, onde está patente a exposição “Fikl. Portuguese Storylines” de Gheorghe Fikl, um dos mais conceituados pintores Romenos da actualidade.

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À semelhança do que aconteceu com o projecto “Joana Vasconcelos” em 2013, o Palácio Nacional da Ajuda volta a integrar na sua colecção permanente, as obras de uma exposição temporária, criando ambientes de perfeita harmonia entre quadros e o cenário palaciano. Assim, e até 31 de Agosto, será possível conhecer as criações de Gheorghe Fikl e a simbologia do seu trabalho em “Fikl. Portuguese Storylines”.

Esta exposição surge no âmbito da celebração de 100 anos de relações diplomáticas luso-romenas, onde a Embaixada da Roménia, o Instituto Cultural Romeno, a Fundação Bonte e a Direção Geral do Património Cultural se uniram para trazer “Fikl. Portuguese Storylines”, de Gheorghe Fikl, ao público Português.

Gheorghe Fikl é um dos mais conceituados artistas romenos contemporâneos. Munido de uma mestria pictórica exemplar, Fikl cria um universo visual sumptuoso e perturbador através de uma série de composições com vários revestimentos simbólicos em que animais angustiantes e de grande porte - touros, pavões, cães e ovelhas - são estranhos ocupantes de espaços surrealistas, com um hedonismo violento e trágico, que proporciona tantos outros contextos de reflexão sobre a condição humana em tempo pessoal e histórico.

Aberta ao público até 31 de Agosto, no Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, e parte integrante do programa ARCO Lisboa, a exposição reúne pinturas de tamanho monumental e obras digitais de importantes coleções privadas (coleção da Fundação Bonte, do Príncipe Carlos de Gales, entre outras), que serão apresentadas em Lisboa graças ao apoio oferecido pelo colecionador Alain Bonte.

A exposição estará aberta todos os dias, das 10h00 às 18h00 (última entrada às 17h30). À quarta-feira, o Palácio Nacional da Ajuda encontra-se encerrado.

Sobre o artista – Gheorghe Fikl

Gheorghe Fikl é um dos mais impressionantes artistas romenos contemporâneos pela crescente valorização do seu trabalho e interesse por parte dos colecionadores. Estudou na Universidade de Arte e Design de Cluj-Napoca (Roménia) e na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Oeste de Timisoara, sua cidade natal, tendo-se graduado em 1998 com uma tese que se encontra, desde essa altura, em exposição permanente naquela Faculdade. Incentivado pelo Professor Romul Nuţiu, Fikl formou-se inicialmente na área da experimentação e instalação, com trabalhos inovadores em técnicas mistas, de grande originalidade de ideia e de execução. Com exposições individuais de pintura e fotografia em Timisoara (incluindo a mais recente, no Museu Nacional de Arte, que contribuiu de forma decisiva para a candidatura vencedora da cidade a Capital Europeia da Cultura), Bucareste, Luxemburgo e Nova Iorque, Gheorghe Fikl destacou-se em leilões com transações valiosas, tendo, desta forma, entrado em importantes coleções privadas na Roménia, EUA, Portugal, Grã-Bretanha (incluindo a coleção do Príncipe Carlos de Gales), França, Andorra, Luxemburgo, Alemanha. Vive e trabalha em Timisoara, Roménia. Desde 2016 o artista é representado pela galeria AnnArt.



publicado por Carlos Gomes às 00:59
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Terça-feira, 9 de Maio de 2017
PINTOR ROMENO GHEORGHE FIKL EXPÕE NO PALÁCIO NACIONAL DA AJUDA

“Fikl. Portuguese Storylines”. Exposição do pintor romeno Gheorghe Fikl. Palácio Nacional da Ajuda- 16 de maio - 31 de agosto

No âmbito da celebração de 100 anos de relações diplomáticas luso-romenas, a Embaixada da Roménia, o Instituto Cultural Romeno, a Fundação Bonte e a Direção Geral do Património Cultural apresentam a exposição “Fikl. Portuguese Storylines” de Gheorghe Fikl, entre 16 de maio e 31 de agosto, no Palácio Nacional da Ajuda.

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Gheorghe Fikl é um dos mais conceituados artistas romenos contemporâneos. Munido de uma mestria pictórica exemplar, Fikl cria um universo visual sumptuoso e perturbador através de uma série de composições com vários revestimentos simbólicos em que animais angustiantes e de grande porte - touros, pavões, cães e ovelhas - são estranhos ocupantes de espaços surrealistas, com um hedonismo violento e trágico, que proporciona tantos outros contextos de reflexão sobre a condição humana em tempo pessoal e histórico.

A justaposição de objetos encontrados, impressões, intervenções de pintura e fotografia despertou em Fikl um interesse particular pelas composições inesperadas e desestabilizadoras, pelo forte contraste associativo. E atualmente, esta é uma marca inconfundível da sua criação, em constante e subtil evolução.

Nas palavras de Ileana Pintilie, curadora de Fikl. Portuguese Storylines, “Fikl pinta com facilidade, com o prazer e a naturalidade de quem se entrega, numa paixão contida, dissimulada entre gestos de amor pelos objetos sumptuosos, portadores de identidade espiritual; pelos lugares e paisagens, que na alma lhe ficaram. As suas pinturas aparecem como cortes de um mundo escondido irreal, do além. As fastuosas composições parecem saídas de um sonho que se desenrola repetidamente nos mesmos lugares.”

Aberta ao público a partir de 16 de maio, no Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, e parte integrante do programa ARCO Lisboa, a exposição reúne pinturas de tamanho monumental e obras digitais de importantes coleções privadas (coleção da Fundação Bonte, do Príncipe Carlos de Gales, entre outras), que serão apresentadas em Lisboa graças ao apoio oferecido pelo colecionador Alain Bonte.

A exposição estará aberta todos os dias, das 10h00 às 18h00 (última entrada às 17h30). À quarta-feira, o Palácio Nacional da Ajuda encontra-se encerrado.

Sobre o artista – Gheorghe Fikl

Gheorghe Fikl é um dos mais impressionantes artistas romenos contemporâneos pela crescente valorização do seu trabalho e interesse por parte dos colecionadores. Estudou na Universidade de Arte e Design de Cluj-Napoca (Roménia) e na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Oeste de Timisoara, sua cidade natal, tendo-se graduado em 1998 com uma tese que se encontra, desde essa altura, em exposição permanente naquela Faculdade. Incentivado pelo Professor Romul Nuţiu, Fikl formou-se inicialmente na área da experimentação e instalação, com trabalhos inovadores em técnicas mistas, de grande originalidade de ideia e de execução. Com exposições individuais de pintura e fotografia em Timisoara (incluindo a mais recente, no Museu Nacional de Arte, que contribuiu de forma decisiva para a candidatura vencedora da cidade a Capital Europeia da Cultura), Bucareste, Luxemburgo e Nova Iorque, Gheorghe Fikl destacou-se em leilões com transações valiosas, tendo, desta forma, entrado em importantes coleções privadas na Roménia, EUA, Portugal, Grã-Bretanha (incluindo a coleção do Príncipe Carlos de Gales), França, Andorra, Luxemburgo, Alemanha. Vive e trabalha em Timisoara, Roménia. Desde 2016 o artista é representado pela galeria AnnArt.



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Segunda-feira, 17 de Abril de 2017
PORTO DE LISBOA MOSTRA PAINÉIS DE ALMADA NEGREIROS

A Administração do Porto de Lisboa, S.A oferece uma visita comentada aos painéis do pintor Almada Negreiros e a projeção de filme sobre Porto de Lisboa”

Nesta visita conhecerá a envolvente histórica que antecedeu à construção da Gare e o papel da mesma em períodos tão marcantes como a II Guerra Mundial, a Guerra Colonial ou a Descolonização. No filme poderá ver algumas atividades realizadas no Rio Tejo, bem como imagens das frentes ribeirinhas.

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Sábado, 15 de Abril de 2017
PINTOR JOÃO MONIZ EXPÕE NO PALÁCIO DE S. BENTO

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Segunda-feira, 20 de Março de 2017
PINTORES MUTES DE ARCOS DE VALDEVEZ E MIGUEL MOREIRA E SILVA DE BRAGANÇA EXPÕEM EM LISBOA

Exposição de Pintura (Contrastes) de Mutes  & Miguel Moreira e Silva, na Vernissage, de 19 de Abril a 31 de Maio

Contraste é a base da comunicação visual, permitindo a distinção dos elementos em relação ao espaço circundante existente, na diferenciação dos seus tons de luz. Nesta Exposição de Pintura de nome CONTRASTES apresentada por Mutes & Miguel Moreira e Silva no dia 19/04/2017 com vernissage pelas 18.30, na Galeria Europa América, situada na Avenida Marquês de Tomar, 1B 1050-152, em LISBOA é bem visível a diferença nas propriedades visuais de cada um, contrastando - se na obra de ambos.

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Mutes nasce em França, Margny Les Compiegne em 1976, regressa a Portugal em 1986, reside atualmenteem Arcos de Valdevez. È pintor autodidata, expõe com regularidade desde 2004. Está representado em diversas coleções nos vários Continentes, ultrapassando mais de uma centena de exposições nacionais e internacionais. Através da sua arte somos transportados para um mundo de histórias contadas através da tela, onde é possível ver uma certa crítica social, religiosa e política m alguns dos trabalhos. São figuras mutantes com predominância de fortes e atrativos campos pictóricos, que nos fazem viajar num mundo imaginário, danças de uma mão que desenha de forma despreocupada, usando o (DES) Cubismo como forma de se afirmar. Organiza e projecta várias exposições, foi fundador e curador dos colectivos de pintura, M4K1, Um Coletivo no Individual, H.e.x.a e M.O.C.A. Frequentou alguns ateliês onde aprendeu técnicas do contornismo, acabando por fundir com a sua forma de fazer Cubismo.

- Rompendo com os padrões estéticos que primam pela perfeição das formas na busca da imagem realista, nesta minha coleção designada (Des) Cubismo Contornismo, busco a desestruturação da obra em todos os seus elementos. Decompondo a obra em partes, através de figuras mutantes imaginárias, contornando-a nas suas dimensões, numa superfície plana, sob estranhas e variadas formas com o predomínio de linhas curvas e retas, numa estruturação das figuras e dos objetos desajustados, movimentando-os em torno de si próprios através da sua fragmentação, dando abertura e apresentando todos os seus lados num plano frontal em relação ao espectador.

Miguel Moreira e Silva nasceu em 1967, vive e desenvolve o seu trabalho em Bragança. Licenciado em Animação e Produção Artística desenvolve regularmente os seus trabalhos artísticos desde 1992, expõe de forma permanente em Bragança na galeria História e Arte e no Museu Ibérico da Máscara e do Traje, desde 2007.

Sobre as obras: Os seus trabalhos deambulam entre múltiplas técnicas das quais se destaca a pintura, assemblage e a escultura. Nas telas, o autor explora o contraste das cores cheias que se aplicam sobre figuras humanas. As figuras, tratadas como personagens tipo refletem distintas tipologias de propaganda e aparato, denunciando os diferentes atributos e técnicas que em diferentes tempos e espaços provocaram o mesmo efeito de “fa stupire”. A assemblage constitui uma técnica recorrente na experimentação artística de Miguel Silva que lhe permite explorar o ecletismo dos elementos que as incorporam traduzindo uma atitude livre de categorizações, espaço confortável para a prática do autor. Todos os detalhes estabelecem uma forte carga emocional entre eles e entre o todo que supõe o seu conjunto. São narrativas, episódios pessoais, memórias, diários visuais onde a plasticidade dos objetos e a carga simbólica das formas assumem o valor lexical do registo. O autor mistura elementos que sugerem o ritual, a catarse como processo de exorcismo. Confronta-nos o pesadelo e a agressividade na angulosidade e dureza de materiais. A uniformização das composições é sugerida na envolvência sanguínea que cobre a superfície dos objetos reunidos."

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publicado por Carlos Gomes às 21:32
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Quarta-feira, 1 de Março de 2017
PINTORA CLOTILDE FAVA EXPÕE NO PALÁCIO DE SÃO BENTO

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publicado por Carlos Gomes às 19:02
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Quinta-feira, 23 de Fevereiro de 2017
MOITA REALIZA BIENAL DE PINTURA

Abertura de candidaturas para a VIII Bienal de Pintura de Pequeno Formato - Prémio Joaquim Afonso Madeira

Estão abertas, de 1 a 31 de março, as candidaturas para participar na VIII Bienal de Pintura de Pequeno Formato - Prémio Joaquim Afonso Madeira, uma iniciativa promovida em conjunto pela Câmara Municipal da Moita, Junta de Freguesia de Alhos Vedros e CACAV - Círculo de Animação Cultural de Alhos Vedros.

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A Bienal de Pintura de Pequeno Formato pretende ser um incentivo à criação artística, no domínio da pintura, através do apoio aos artistas, na valorização do seu trabalho e no encontro deste com a comunidade. A iniciativa está aberta à participação de todos os artistas residentes em Portugal e cada concorrente poderá apresentar a concurso uma obra original, na modalidade de pintura, com a dimensão máxima de 33x24cm (com um máximo de 5 cm de moldura), que nunca tenha sido apresentada a esta Bienal e cujo tema é livre.

O júri desta bienal de pintura vai ser constituído por cinco elementos: três designados pelas entidades promotoras – Câmara Municipal da Moita, Junta de Freguesia de Alhos Vedros e CACAV – e dois elementos profissionais das Artes Plásticas ou de reconhecido mérito artístico. Os prémios a atribuir pela Câmara Municipal da Moita e pela Junta de Freguesia são, respetivamente, o Prémio Joaquim Afonso Madeira, no valor de 800 euros, e o Prémio Revelação, no valor de 300 euros, ficando os trabalhos premiados propriedade destas autarquias. Os prémios serão entregues no dia da inauguração da VIII Bienal de Pintura de Pequeno Formato que decorrerá no dia 8 de julho, no Moinho de Maré, em Alhos Vedros. Entre 8 de julho e 5 de agosto, os trabalhos selecionados vão estar expostos no Moinho de Maré, em Alhos Vedros.

Mais informações em www.cm-moita.pt ou através do e-mail bienalpinturamoita@gmail.com.



publicado por Carlos Gomes às 20:16
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Sábado, 17 de Dezembro de 2016
CASA DE PONTE DE LIMA EM LISBOA EXECUTA MURAL NA RUA DE CAMPOLIDE

A Casa do Concelho de Ponte de Lima em Lisboa está neste momento a proceder à execução de uma pintura mural no lado exterior de um dos muros que resguardam a sua entrada, na rua de Campolide. Trata-se de um graffiti com motivos típicos de Ponte de Lima em forma de propaganda regionalista.

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Mais do que apresentar uma obra de arte urbana com valor artístico, pretende-se com esta iniciativa reduzir o impacto negativo resultante das demolições efectuadas em torno das suas instalações que têm em vista o prolongamento do “corredor verde” que liga ao Monsanto e cujas obras deverão arrancar em breve, de acordo com informação que recebemos da Câmara Municipal de Lisboa através da Junta de Freguesia de Campolide. Entretanto, aquelas instalações servirão de apoio à equipa de trabalhadores que se encontram envolvidos no projecto.

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Frequentemente associado a uma cultura suburbana onde pontificam os mais diversos grupos de transgressão das normas sociais, os graffiti, na forma como actualmente se apresenta, tem a sua origem no movimento de contracultura surgido um pouco por toda a Europa por ocasião do levantamento estudantil do Maio de 1968, em Paris. Considerado frequentemente como um ato de vandalismo condenado por lei, o próprio ato de produção dos graffiti é assumido como um ato de rebeldia em relação à ordem estabelecida.

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Convém, antes de mais, estabelecer uma clara distinção entre o mural de graffiti concebido com reconhecida qualidade artística e contendo uma mensagem da reles pichagem que apenas conspurca as paredes e não respeita o direito à propriedade e ao asseio urbano.

Existem graffiti que constituem autênticas obras de arte, transmitindo preocupações de natureza política, social ou ambientais através de representações críticas e emocionais. Com evidentes traços característicos do expressionismo, surrealismo e simbolismo, alguns das pinturas destes murais podem muito bem serem consideradas verdadeiras manifestações estéticas do neo-expressionismo. Não é o caso das pinturas murais em apreço que, sem qualquer preocupação estética, apenas procuram disfarçar um cenário de demolições.

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publicado por Carlos Gomes às 17:28
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Quinta-feira, 15 de Dezembro de 2016
RTP2 DÁ A CONHECER A OBRA DOS MAIORES VULTOS DA ARTE NACIONAL

“Estou nas Tintas”: O homem à frente da obra

O “Estou nas Tintas” estreia a 6 de Janeiro de 2017, às 21h00, e as expectativas são imensas. Durante 13 semanas, o programa produzido pela RTP2 vai dar a conhecer a vida e a obra de cerca de 80 dos mais importantes nomes da arte nacional.

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Dar voz à obra e ao criador foi o principal objectivo deste projecto, que tenta abordar as mais variadas formas de expressão artística e divulgar métodos, pensamentos e singularidades dos artistas plásticos portugueses.

Além de nomes incontornáveis – Júlio Pomar, Cruzeiro Seixas, José Costa Reis, Odeith e o Mestre José Rodrigues (que infelizmente partiu aos 79 anos em setembro passado, deixando-nos uma última recordação sua e da sua obra) são alguns dos convidados do programa –, o “Estou nas Tintas” pretende também dar destaque a novos nomes do panorama artístico português. António de Almeida Lopes, realizador de programas como “Saúde com Sabor”, “Praia Limpa, Praia Segura” ou “Riscos e Rabiscos”, foi o autor da ideia e quem realizou o projecto e Joaquim Feijão o responsável pela Provetouch, a produtora que abraçou e embarcou nesta viagem durante sete meses.

Um ano depois do início do projeto chega finalmente a hora de o partilhar com o público, que tem desta forma a oportunidade de entrar dentro das casas e dos ateliers de múltiplos artistas nacionais. A ambição dos autores é que esta série se torne um documento incontornável da história da arte nacional, uma fonte de informação basilar para quem no futuro tiver interesse em conhecer uma parte significativa da herança artística portuguesa.

Voz aos artistas

“Essa frase ‘estou nas tintas’ é um exemplo de como o sentido que se pode dar às coisas pode ser muito diferente. Ninguém pense que tem a verdade absoluta.” – Júlio Pomar

“Pintar, para mim, é uma forma de estar vivo, é como respirar, comer…” – Diogo Navarro

“Picasso dizia que a arte limpa, do quotidiano, a poeira dos dias.” – Ana Mesquita

“Se a função do artista é a procura do belo, eu encontrei essa procura no corpo da mulher.” – Francisco Simões

“Nessa altura, comemorava-se a venda de um quadro, fosse de quem fosse.” – Gracinda Candeias

“Eu estou sempre apaixonada. Tento-me apaixonar nem que seja por um livro, por uma frase, pelo amanhecer…” – Tamara Alves

“Eu penso que a actividade artística se define, quer em pintura, quer no cinema, quer na literatura, seja onde for… é exactamente o repensar constantemente métodos, definições, objectivos, trajectórias…” – Jaime Silva

“Eu tenho pavor do óbvio e tento sempre fazer coisas inesperadas.” – José Costa Reis

“A técnica, no meu ponto de vista, é apenas um suporte ou um apoio para a concretização de um trabalho.” – Carlos Nogueira

“A pintura acaba por ser a nossa forma de nos expressarmos e acaba por ser o alfabeto da pessoa.” – Jorge Almeida

“Não temos um grande museu de arte portuguesa, por exemplo. Nós se quisermos ver a evolução da arte portuguesa, desde o princípio do século até hoje, onde é que vamos?” – Manuel Baptista

“O amor, a cultura, a poesia são realmente a coisa mais importante que nós temos, para agarrar com ambas as mãos com toda a força.” – Cruzeiro Seixas

“Qualquer fotógrafo é um contador de histórias.” – Joel Santos

“Os artistas portugueses, para mim, são mais uma dessas facetas que nós temos que ser capazes de valorizar, que fazem parte do nosso património.” – Manuel Botelho

“A arte é a zona mais criativa da natureza humana.” – Eurico Gonçalves

Lista de artistas convidados do programa

Pintores

Alexandre Alonso

Clo Bourgard

Cruzeiro Seixas

David Levy Lima

Diogo Navarro

Eleutério Sanches

Eurico Gonçalves

Gabriela Carrascalão

Gracinda Candeias

Gustavo Fernandes

Jaime Silva

Jorge Almeida

Júlio Pomar

Luís Noronha da Costa

Madalena Raimundo

Manuel Baptista

Manuel Botelho

Maria de Lurdes Oliveira

Mário Rita

Pedro Guimarães

Escultores

Carlos Nogueira

Francisco Simões

Frederico Elias

Isabel Garcia

Manuela Madureira

Mestre José Rodrigues

Rogério Timóteo

Rui Matos

Susana Piteira

Writers

Adalberto Brito (Youth One)

Artur Silva (Bordalo II)

Gustavo Teixeira (Mesk)

João SAMINA

Miguel Caeiro (RAM)

Nuno Palhas (Third)

Nuno Reis (Nomen)

Oliveiros Júnior (Utopia)

Sérgio Odeith

Ilustradores

Ana Mesquita

João Saramago

José Pereira

Marco Mendes

Rita Ravasco

Sara Osório (Sara-a-Dias)

Tamara Alves

Artistas plásticos

Ana Isabel Miranda Rodrigues

António Canau

Bernardete Moreira

Cristiano Neves

Dalila D’Alte

Joel Santos

José Costa Reis

José Pedro Alves

Paula Bernardes

Sérgio Santos

Outros especialistas

Ágata Rodrigues (Fundação José Rodrigues)

Ana Roque

António Soares

Celine de Azevedo

Fernando Catarino

Inês Almeida

Professora Joana de Oliveira (Agrupamento de Escolas D. Carlos I – Sintra)

José Esteves

Maria Hortense Canelas

Mizette Nielsen

Mouralinda Serralha

Nisha Narotomo

Nuno Lima de Carvalho (Galeria de Arte – Casino Estoril)

Sara António Matos (Atelier-Museu Júlio Pomar)

Sérgio Pinheiro

Telma Araújo

Wilson Galvão

Colaboração especial

Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa

Prof. Dalila D’Alte

Prof. Eurico Gonçalves

Prof. Jaime Silva

Prof. Manuel Botelho Carlos Sanches (Músico)

João Gil (Músico)

José Cid (Músico)



publicado por Carlos Gomes às 15:46
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Quarta-feira, 13 de Julho de 2016
CRISTIANO RONALDO TEM GRAFITI EM RIO DE MOURO

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Está a ser produzido em Rio de Mouro um grafiti de homenagem a Cristiano Ronaldo, personificando nele a gloriosa Seleção Portuguesa de Futebol que acaba de consagrar-se campeã da Europa.

Com o apoio da Junta de Freguesia de Rio de Mouro, o grafiti tem como suporte as paredes exteriores de uma cabine de eletricidade situada no bairro da Serra das Minas e está a atrair grande número de curiosos que não querem perder pitada do talento o artista.



publicado por Carlos Gomes às 22:06
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Segunda-feira, 22 de Fevereiro de 2016
EXPOSIÇÃO COLETIVA APRESENTA EM LISBOA FOTOGRAFIA, PINTURA E ESCULTURA

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publicado por Carlos Gomes às 10:22
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Domingo, 17 de Janeiro de 2016
CONTRIBUIRÁ O GRAFITI PARA A REABILITAÇÃO DOS BAIRROS HISTÓRICOS DE LISBOA?

O Movimento Os Amigos de São Cristóvão (MASC), produziu em fevereiro de 2012, nas Escadinhas de São Cristóvão, um mural dedicado ao fado, ao bairro e aos seus moradores, amigos e visitantes, uma iniciativa que contou com o apoio de diversas entidades, entre as quais a Junta de Freguesia, a EPUL e a Paróquia de São Cristóvão.

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Trata-se de um interessante conjunto de motivos pitorescos que captam com reconhecida mestria figuras típicas do bairro, desde as vizinhas alcoviteiras ao risonho pároco, sem esquecer nos fadistas e frequentadores da taberna, com homenagem a Maria Severa que viveu no vizinho bairro da Mouraria.

Porém, para quem percorre aquele recanto gracioso do velho bairro alfacinha, não é sem um misto de encanto e desagrado que se detém perante o espetáculo que se lhe oferece: o mural é magnífico e bem-intencionado mas cria no local um cenário próprio de arrabalde degradado onde impera uma espécie de cultura suburbana, própria dos arredores das grandes cidades cosmopolitas.

Coloca-se a questão a saber até que ponto o grafiti contribuirá para a reabilitação dos bairros históricos de Lisboa?

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publicado por Carlos Gomes às 22:31
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Domingo, 8 de Novembro de 2015
PINTURA MURAL RECORDA ANTIGA ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE RIO DE MOURO

A Câmara Municipal de Sintra tem vindo, em conjunto com as diversas juntas de freguesia a promover a decoração de alguns recantos do concelho com atraentes pinturas murais que dão a conhecer algumas das belezas da região ou outras referências históricas e culturais.

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Em pleno centro de Rio de Mouro, a escassa distância da atual estação de comboios, uma cabina de eletricidade de alta tensão recebeu recentemente uma pintura mural que recorda aos rio-mourenses a antiga estação de comboios ali existente, os bilhetes que serviam de títulos de transporte e a entrada do túnel do Rossio.

Uma iniciativa louvável que contribui para a melhoria do aspeto de alguns equipamentos e propaganda das belezas locais.

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publicado por Carlos Gomes às 20:03
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Terça-feira, 3 de Novembro de 2015
NUNO QUARESMA INAUGURA EXPOSIÇÃO DE DESENHO E PINTURA NA GALERIA “MARIAS DO AÇÚCAR” EM LISBOA

A Equipa do MARIAS DO AÇÚCAR e o artista plástico Nuno Quaresma inauguram no próximo dia 7 de Novembro, pelas 19h, no seu espaço situado na Travessa de S. José, junto à Praça das Flores, em Lisboa, a exposição de desenho e pintura intitulada ANTOLOGIA.

MARIAS DO AÇÚCAR é uma empresa jovem, com um cariz dinâmico e vontade de transformar pequenas ou grandes ideias em açúcar, com um portefólio na área do Cake Design que é vasto e que conta já com uma coleção variada de bolos decorados e artísticos.

ANTOLOGIA foi a síntese escolhida, do trabalho de Nuno Quaresma, para expor neste espaço que faz de todos os seus cantos e recursos, um apelo irresistível aos nossos sentidos.

ANTOLOGIA é uma história contada na primeira pessoa e versa sobre esta última década, as suas mudanças e convulsões, sintetizada ora em obras críticas, ora no desiderato possível, das emoções sentidas, numa iconografia com recurso à representação figurativa e tónica nos valores do Humanismo.



publicado por Carlos Gomes às 21:17
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Quarta-feira, 7 de Outubro de 2015
PEDRO BATISTA APRESENTA EM LISBOA EXPOSIÇÃO “CHASING CLOUDS”

A 4 de Novembro, pelas 19h00, no Museu Nacional de História Natural e da Ciência, Pedro Batista apresenta “Chasing Clouds”, uma exposição que estará patente na Sala do Veado durante um mês.

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O potencial da mente humana é infinito e apenas restringido pelos limites exigentes da realidade. Mas quando lhe é dada liberdade, a mente assume um papel de liderança, sobrepondo-se às barreiras e fronteiras que lhe são conhecidas, revelando universos compreensíveis apenas para ela própria. “Chasing Clouds” é uma ode aos subterfúgios usados pela mente humana, de forma consciente ou inconsciente, quando o seu detentor sente a necessidade de se refugiar, desafiar ou superar.

Partindo da sua própria experiência, Pedro Batista apresenta um conjunto de trabalhos que refletem o que acontece quando o imaginário se sobrepõe à razão criando cenários onde reina a fantasia e o surrealismo. É com estes cenários que “Chasing Clouds” desafia o espectador a encontrar a diferença entre a ilusão e a realidade numa viagem pontuada por utopias, sonhos e delírios, onde o banal não tem lugar e o impossível se torna a norma.

Pedro Batista nasceu em 1980, com um interesse nato pela pintura. No entanto, foi no meio da cultura e atmosfera urbana da década de 90, combinado com o facto de ser um skater entusiasta, que Pedro Batista encontrou a liberdade necessária para se exprimir e seguir a arte de forma profissional.

Obteve a Licenciatura em Design de Comunicação, em Lisboa, seguindo-se um Programa de Residência de Verão na Escola de Artes Visuais de Nova Iorque, onde explorou, desenvolveu e aperfeiçoou técnicas. Em 2010, muda-se para Berlim durante 6 meses para uma imersão e introspeção artística que consolidou a sua paixão pela pintura.

Estas duas experiências, em diferentes contextos internacionais, proporcionaram-lhe a oportunidade de repensar sua prática de trabalho do ponto de vista formal, contribuindo para a sua contextualização no panorama internacional.

Desde então, Pedro já participou em inúmeras exposições individuais e coletivas em Lisboa, Açores, Dinamarca, e Nova Iorque. Reside e trabalha atualmente em Lisboa.



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Quarta-feira, 9 de Setembro de 2015
ALHOS VEDROS APRESENTA EXPOSIÇÃO DE PINTURA

Em Alhos Vedros: Moinho de Maré acolhe aguarelas “Navegar é Preciso”

“Navegar é Preciso” é o nome da exposição de aguarela de Francisco Moura que vai estar patente entre 12 e 27 de setembro, no Moinho de Maré, em Alhos Vedros.

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O artista, Francisco Moura, escreve:

“O importante é navegar. Por isso, navego nas telas, nos pincéis e nas cores como forma de preservar a memória popular que me rodeia.

Esta minha pintura é uma marca, um esforço histórico, de forma a permitir que o rio que passa na minha terra se veja: Canoas, Varinos, Fragatas, Catraios…lutando a favor ou contra o vento… Navegar é preciso…”.

Esta mostra pode ser visitada, gratuitamente, aos sábados, entre as 15:00h e as 19:30h.



publicado por Carlos Gomes às 15:35
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Quarta-feira, 2 de Setembro de 2015
MOITA EXPÕE PINTURAS SOBRE TRADIÇÕES DO CONCELHO

De 7 de setembro a 9 de outubro, na Moita. Pinturas alusivas às tradições moitenses para apreciar no Posto de Turismo

De 7 de setembro a 9 de outubro, a Galeria de Exposições do Posto de Turismo Municipal, na Moita, vai receber a mostra de pintura do artista popular da Moita, António Dias.

Exp pintura de António Dias

António Dias “nasceu” pintor, mas também foi marinheiro, forcado do Aposento da Moita e toureiro cómico dos “Atrevidos”, juntamente com o irmão e o pai, Fernando Dias “El Pinturas”, também ele toureiro amador e reconhecido pintor popular.

Este artista vive a arte e as tradições da Moita como ninguém. São bem conhecidas as suas pinturas alusivas à festa brava representadas em embarcações típicas do Tejo, em vários burladeros e mesmo em paredes de edifícios situados no núcleo antigo da vila da Moita, como o da sua antiga casa que oferece um colorido distinto e uma outra atmosfera ao pequeno largo residencial.

A exposição de pintura apresenta um conjunto variado de obras de António Dias, de grande originalidade, pureza e técnica informal, numa demonstração sincera e genuína dos valores do mundo tauromáquico e da arte do toureio em particular.

A pintura de António Dias pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 9:30h às 12:30h e das 14:00h às 18:00h. Durante as Festas em Honra de Nossa Srª da Boa Viagem, entre 11 e 20 de setembro, o horário é prolongado: durante a semana, das 21:00h às 24:00h, e aos sábados, domingos e feriado municipal, das 15:00h às 18:00h e das 21:00h às 24:00h.

A entrada é gratuita.

Exp pintura de Antóonio Dias 2



publicado por Carlos Gomes às 21:17
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Quarta-feira, 1 de Julho de 2015
MOITA DIVULGA VENCEDORES DA BIENAL DE PINTURA

Divulgação dos vencedores da VII Bienal de Pintura de Pequeno Formato – Prémio Joaquim Afonso Madeira

No dia 4 de julho, pelas 17:00h, vão ser divulgados, no Moinho de Maré, em Alhos Vedros, os vencedores da VII Bienal de Pintura de Pequeno Formato – Prémio Joaquim Afonso Madeira, altura em que será também inaugurada a exposição com todas as obras selecionadas.

O prémio Joaquim Afonso Madeira, atribuído pela Câmara Municipal da Moita, tem o valor de 800 euros. A Junta de Freguesia de Alhos Vedros atribui o Prémio Revelação, no valor de 300 euros.

A Bienal de Pintura de Pequeno Formato, promovida pela Câmara Municipal da Moita, Junta de Freguesia de Alhos Vedros e CACAV – Círculo de Animação Cultural de Alhos Vedros, pretende ser um incentivo à criação artística, no domínio da pintura, através do apoio aos artistas, na valorização do seu trabalho e no encontro deste com a comunidade e está aberta à participação de todos os interessados nacionais e estrangeiros.

A exposição da VII Bienal de Pintura de Pequeno Formato – Prémio Joaquim Afonso Madeira vai estar patente no Moinho de Maré, em Alhos Vedros, até ao dia 2 de agosto, e pode ser visitada de quinta-feira a domingo, das 15:00h às 19:00h e das 21:00h às 23:00h.

A entrada é gratuita.



publicado por Carlos Gomes às 23:42
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Quinta-feira, 12 de Março de 2015
PINTURAS DE ANDRÉ GONÇALVES REGRESSAM AO CONVENTO DAS TRINAS DO MOCAMBO

Inserido no âmbito das comemorações do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, o Instituto Hidrográfico realiza uma Exposição subordinada ao tema “André Gonçalves e o Ciclo dos Santos Trinitários no Convento das Trinas do Mocambo”, através da qual dá a conhecer um conjunto de treze importantes pinturas do barroco português, parte das quais exibindo as magníficas molduras em talha dourada.

As obras são da autoria do pintor André Gonçalves e participavam na decoração da igreja de Nossa Senhora da Soledade do Convento das Trinas do Mocambo, tendo na década de trinta do século passado sido retiradas do seu local de origem e entregues ao Convento de Cristo, em Tomar.

O retorno temporário das referidas obras ao local de origem constitui um acontecimento cultural de elevado significado histórico porquanto a sua retirada para efeitos de salvaguarda ocorreu há cerca de oito décadas, conservando-se apenas com caráter permanente a pintura do teto do coro-baixo representando a coroação da Virgem.

Ainda, no âmbito das referidas comemorações, o historiador Dr. João Miguel Simões profere uma palestra subordinada ao tema da exposição, a qual terá lugar no dia 7 de abril, pelas 11h00, no Auditório Duarte Pacheco Pereira, do Instituto Hidrográfico.

A exposição encontra-se aberta ao público, podendo ser visitada nos dias úteis, de 8 a 30 de abril, entre as 10h e as 12h30 e as 14h e 16 horas.

Entre os dias 8 e 30 de abril, as visitas guiadas aos espaços conventuais realizar-se-ão diariamente, carecendo apenas de marcação prévia para rp@hidrografico.pt.



publicado por Carlos Gomes às 22:17
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Terça-feira, 24 de Fevereiro de 2015
MOITA REALIZA BIENAL DE PINTURA

Retrospetiva da Bienal de Pintura de Pequeno Formato em exposição

No dia 28 de fevereiro, pelas 16:00h, vai ser inaugurada, na Biblioteca Municipal de Alhos Vedros, a exposição “Bienal de Pintura de Pequeno Formato: da I à VI Edição”.

A Bienal de Pintura de Pequeno Formato pretende ser um incentivo à criação artística, no domínio da pintura, através do apoio aos artistas, na valorização do seu trabalho e no encontro deste com a comunidade e está aberta à participação de todos os interessados nacionais e estrangeiros.

Esta mostra vai estar patente entre 28 de fevereiro e 6 março e pode ser visitada no horário normal da Biblioteca Municipal de Alhos Vedros, de terça-feira a sábado, das 10:00h às 12:30h e das 14:00h às 18:30h.

De referir que entre 1 e 31 de março, vão estar abertas as candidaturas para participar na VII Bienal de Pintura de Pequeno Formato – Prémio Joaquim Afonso Madeira, uma iniciativa promovida em conjunto pela Câmara Municipal da Moita, Junta de Freguesia de Alhos Vedros e CACAV – Círculo de Animação Cultural de Alhos Vedros.

As candidaturas podem ser enviadas através do sítio de internet da Câmara Municipal da Moita, em www.cm-moita.pt, onde estão também disponíveis as normas de participação.

Mais informações através do e-mail: bienalpinturamoita@gmail.com.



publicado por Carlos Gomes às 12:29
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Quarta-feira, 19 de Novembro de 2014
EDUARDO PALAIO E ÂNGELA PIEDADE EXPÕEM PINTURA NA ASSOCIAÇÃO NÁUTICA DO SEIXAL

“A cor do traço” é o tema da exposição de obras de arte dos pintores seixalenses Eduardo Palaio e Ângela Piedade, que vai estar patente ao público, no salão Nobre da Associação Náutica do Seixal, entre os dias 5 e 7 de dezembro. A inauguração terá lugar no próximo dia 6 de Dezembro de 2014, sábado, pelas 15 horas.

São dois artistas plásticos, dois cidadãos do Seixal, dois estilos afirmados e reconhecidos muito além das fronteiras do nosso concelho, dois percursos criativos que se espelham nas obras que apresentam na exposição,

Esta exposição insere-se na comemoração dos 30 anos da Embarcação Tradicional do Seixal, o catraio Raposinho, e está integrada no Plano de Actividades de 2014 do Projecto Raposinho.

Para mais detalhes, sugere-se o acesso ao blogue http://projetoraposinho.blogspot.pt/



publicado por Carlos Gomes às 23:40
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Terça-feira, 15 de Julho de 2014
“A DESFOLHADA” E “A CAMINHO DA ROMARIA”: DUAS OBRAS-PRIMAS DA PINTURA DO MESTRE JOSÉ MALHOA QUE PERMANECEM ESCONDIDAS DO PÚBLICO

Os quadros foram vendidos pelo antiquário Jaime Afra para a coleção do antigo Banco BCP, atual Millenium

Quem alguma vez visitou o Museu José Malhoa, nas Caldas da Rainha, jamais teve o privilégio de contemplar duas das obras magníficas do pintor: “A Desfolhada” e “A Caminho da Romaria”. De resto, o seu desconhecimento vai ao ponto de não aparecerem mencionadas em praticamente todas as publicações que analisam a obra de José Malhoa.

Malhoa-Romaria

Ambas as pinturas reproduzem cenas da vida quotidiana na região de Entre-o-Douro-e-Minho. Nelas se distinguem os traços característicos da região, nomeadamente os trajes domingueiros de lavradeira da Ribeira Lima, os gaiteiros, o gado barrosão e a vinha de enforcado.

Com seis metros de altura, as duas telas foram pintadas a pedido do Comendador Seabra que era uma pessoa abastada da região de Aveiro, o qual as levou para o Brasil. Destinaram-se então a serem expostas na escadaria interior do seu palacete, sito na bairro Flamengo, razão pela qual os dois quadros são cortados em diagonal na parte inferior. Em meados da década de oitenta do século passado, o referido palacete foi demolido para dar lugar a uma nova edificação com numerosos andares mais ao gosto das cidades modernas e o seu recheio foi a leilão em praça pública.

O representante do Estado português encontrava-se presente mas, talvez por falta de preparação na avaliação das obras, não procedeu à sua arrematação. Acabaram por serem arrematadas por um conceituado antiquário de Lisboa, com estabelecimento aberto ao público na rua D. João V, perto do Príncipe Real: o Sr. Jaime Afra. Durante muitos anos permaneceram expostas no seu estabelecimento, atraindo os olhares curiosos que quem por ali passava.

O público continua privado destas obras de arte do mestre José Malhoa. Resta-nos ao menos a esperança de que ainda não tenham saído do país, à semelhança do que recentemente se verificou em relação a outras obras de arte depositadas nos cofres de uma instituição bancária!

Malhoa-Vindimas



publicado por Carlos Gomes às 12:48
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