Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Quinta-feira, 21 de Setembro de 2017
ESCRITOR GALEGO MANUEL MIRAGAIA APRESENTA EM LISBOA O LIVRO DE POEMAS “GALEGUIA”

A apresentação ao público do livro “Galeguia”, da autoria de Manuel Miragaia, tem lugar em Lisboa, no próximo dia 6 de Outubro, pelas 18 horas, no CHIADO Café Literário, situado na Galeria Comercial Tivoli Fórum, na avenida da Liberdade.

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GALEGUIA, um livro poético para conhecer e sentir as relações históricas entre a Galiza e Portugal, as origens da Galiza e de Portugal e o essencial das ideias e da utopia do movimento cultural e político do Galeguismo.

A ilustração da capa é da autoria de Manel Crâneo, apresentando um galo de Barcelos como elemento figurativo simbólico de Portugal.

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 Manuel Miragaia é licenciado em Filosofia pela Universidade de Santiago de Compostela e diplomado no Maxisterio por Ciencias Sociais. É especialista na Língua Galega e diplomado em galego pela Escola Oficial de Idiomas da Corunha. Trabalha actualmente como professor no IES Cruceiro Baleares, em Culleredo. Tem realizado diversos trabalhos de investigação e inovação educativa e realiza conferências e recitais de poesia.

O ESPÍRITO DE CASTELAO EM "GALEGUIA"

"Dentro de Portugal ficou a metade da nossa terra, do nosso espírito, da nossa língua, da nossa vida, do nosso ser nacional."

"A dominação da Galiza nunca será efetiva enquanto se fale um idioma diferente do castelhano."

"Chegam a dizer que o problema galego, o mesmo que o basco e o catalão, depende da solução que acorde a maioria dos espanhóis... Estávamos bem aviados!"

"Sendo galego não devo ser mais que galeguista."

Alfonso Daniel Manuel Rodríguez Castelao (Rianjo, 1886 – Buenos Aires, 1950) foi um dos grandes vultos galegos de todos os tempos. Artista, desenhador, escritor e político, de ideologia galeguista.
Estudou Medicina, mas não quis exercer como médico, para se dedicar à arte, nomeadamente ao desenho e à pintura. Fundou com outros destacados galeguistas as Irmandades da Fala e a Revista Nós. Duas vezes esteve como deputado nas Cortes da II República Espanhola e participou na criação do Partido Galeguista.

O golpe de estado franquista que deu origem à guerra civil colheu-o na cidade de Madrid. Na zona republicana esteve os três anos que durou. Depois exiliou-se no México, em Nova Iorque e, por último, em Buenos Aires. Formou parte do governo republicano no exílio. Foi também o primeiro presidente do governo galego no exílio, o denominado “Conselho da Galiza”.

O seu livro de ensaio “Sempre em Galiza” constitui a sua obra ideológica principal, considerada por muitos como a “Bíblia do Galeguismo”. A Castelao foi-lhe dedicado o segundo Dia das Letras Galegas, no ano 1964.

Licenciado en Filosofía pura pola Universidade de Santiago de Compostela e diplomado en Maxisterio por Ciencias Sociais, é especialista en lingua galega e diplomado en galego pola Escola Oficial de Idiomas da Coruña. Na actualidade, traballa como profesor no IES Cruceiro Baleares, en Culleredo. Realizou diversos traballos de investigación e innovación educativa, impartiu cursos e actuou en diversas ocasións como conferenciante e en recitais de poesía.

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Sexta-feira, 28 de Outubro de 2016
“ECHOES”, O NOVO ÁLBUM DE SOFIA VITÓRIA É DEDICADO À POESIA E PROSA DE FERNANDO PESSOA

“I know not what tomorrow will bring.”

Fernando Pessoa

CD à venda a partir de 30 de Outubro

As últimas palavras de Fernando Pessoa foram escritas em inglês. Foram elas que um dia ficaram a ecoar em mim, como uma das suas charadas, e que constituíram uma porta de entrada para uma das realidades do mais universal poeta português que até há pouco tempo me era desconhecida.

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Tendo estudado na África do Sul e recebido uma educação britânica, foi nalíngua inglesa que Pessoa cresceu e fez a sua aprendizagem, tentando múltiplas formas, diferentes metros, ensaiando a poesia dramática e tomando consciência de si próprio, na procura constante da sua identidade e da sua relação com o mundo.

Como um disco é sempre um pretexto para partir em viagem e encontrar respostas em nós próprios, decidi viajar para esse novo lugar da poesia e prosa de Pessoa na língua inglesa, convidando para esta aventura os músicosJosé Peixoto (guitarra clássica), Luís Figueiredo (teclados e arranjos), Eduardo Raon (harpa e guitarra eléctrica), António Quintino (contrabaixo) e Joel Silva(bateria), e um conjunto de compositores que muito admiro:  Mário Laginha,Amélia Muge, José Mário Branco, António Zambujo, João Paulo Esteves da Silva, Paula Sousa, José Peixoto, Joana Espadinha, Luís Figueiredo, Daniel Bernardes, Edu Mundo, e João Hasselberg.

O que é fascinante em Pessoa é este desdobramento interminável que nos conduz à enorme pluralidade, contradição e potencialidade que somos. O que é desassossegante em Pessoa é a transparência do confronto com a fragilidade que cada ser humano carrega. Na sua permanente construção e desconstrução de mundos e de figuras, aponta para portas que se abrem para novas portas, que se abrem para novas portas, num movimento de contínua descoberta, colocando assim as questões: onde começa e termina o real e a ficção? é tudo real? é tudo ficção? o que sou, o que é ser? onde começo e acabo? começo e acabo? sendo outros de mim continuo a ser eu mesmo? serei eu mesmo se não habitar todos esses outros?

Se no Livro do Desassossego podemos ler “Minha pátria é a língua portuguesa”, é lá também que iremos encontrar: “Eu não escrevo em português. Escrevo eu mesmo”. Nesta viagem ao conceito de identidade, compreendemos que, de certa forma - tal como um eco - somos todas a mesma pessoa, partindo de uma mesma essência, que se projecta e reverbera sob diferentes formas.

“Echoes” [do grego ἠχώ (ēchō), “som”, e do inglês “ecos”] é um conjunto de canções com som de memória mas também de mundo novo que se constrói e que ecoa de forma profunda na essência universal de cada ser humano; de cada alma, de cada pessoa que somos, de todas as pessoas que foi Fernando Pessoa.

Sofia Vitória

A obra que Fernando Pessoa (1888-1935) compulsivamente foi imbricando, com o seu polifacetado e visionário talento criador de poeta icónico da lusofonia, parece-se com uma espécie de enorme delta literário onde se sedimentaram os mais diversos materiais procedentes de tradições, doutrinas e disciplinas do saber universal, e para cuja estratificação residual não terá deixado de contribuir o seu fervoroso “vício” pela leitura.

Tendo estudado entre 1895 e 1905 na África do Sul e recebido uma educação britânica, é em particular na literatura dos clássicos Shakespeare e Milton, dos românticos Coleridge, Wordsworth, Shelley e Byron, dos mestres da literatura norte-americana como Edgar Allan Poe e Walt Whitman que Pessoa encontra em Durban o terreno fértil para as sementes da sua futura produção heteronímica,plasmando os contornos estilísticos e as densidades poético-filosóficas de dezenas de figuras fictícias, com personalidade e linhas estéticas próprias, reunidas sob a característica comum de escreverem todas em inglês.

Ralph Waldo Emerson, outro grande autor de língua inglesa que deixou marcas indeléveis em Pessoa, no seu ensaio Books, descreve uma biblioteca como um lugar onde o leitor se encontra rodeado de centenas de queridos amigos encarcerados, que só encontrarão a liberdade quando com eles se iniciar uma conversa. Fernando Pessoa, que teve uma profunda e prolongada relação com os livros da sua biblioteca, chegou a libertar muitos desses amigos, desvendando preciosíssimos laços entre as leituras que cultivava e a literatura que veio a produzir. Foi nomeadamente a partir da sua vasta memória de lei­tor dialogante, que Pessoa, a 29 de Novembro de 1935, no Hospital de S. Luís dos Franceses, redigiu as suas célebres últimas palavras («I know not what to-morrow will bring»). Lidas, durante décadas, segundo parâmetros hermenêuticos ocultistas, são, na verdade, herança plausível de um epigrama de Palladas de Alexandria («To-day let me live well; none knows what may be to-morrow») pu­blicado no primeiro volume da Greek Anthology (1916), e também conservado nas prateleiras de Pessoa até ao fim da sua vida.

Este livro é um dos mais decisivos para o poeta, entre os mais de 1300 títulos que hoje em dia constituem a sua biblioteca particular. Publicado em 4 volumes bilingues pelos editores William Heinemann e G. P. Putman’s Sons, fornece-nos uma preciosa noção do vasto conhecimento que Pessoa também tinha da poesia epigramática da cultura clássica grega  e surpreende-nos pela influência que alguns dos seus maiores representantes tiveram sobre ele num período em que se registam as grandes produções líricas de Fernando Pessoa ortónimo em inglês (1917-1921). Precisamente alguns desses poemas mais simbolistas e introspectivos, ao lado de outros tão grávidos de metafísica, assinados pelosalter-ego literários Charles Robert Anon e Alexander Search, deram rosto e corpo às 14 músicas deste disco de raro encanto de Sofia Vitória.

Antonio Cardiello



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Sexta-feira, 8 de Julho de 2016
MOITA DÁ A CONHECER OS SEUS POETAS

Conhecidos os “Poetas Nossos Munícipes”

São já conhecidos os “Poetas Nossos Munícipes” que vão integrar a 3ª edição da Antologia de Poesia do Concelho da Moita que a Câmara Municipal irá apresentar em novembro.

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Participaram nesta edição do projeto municipal “Poetas Nossos Munícipes” – Antologia de Poesia do Concelho da Moita, 26 autores, com um total de 161 poemas. Pela qualidade dos trabalhos apresentados, o júri decidiu incluir todos os autores nesta publicação, fazendo, no entanto, uma seleção de poemas.

A Câmara Municipal da Moita promoveu esta terceira edição de “Poetas Nossos Munícipes” com o objetivo de divulgar e valorizar a poesia e os poetas locais e, simultaneamente, incentivar a criatividade literária e o gosto pela escrita.

“Poetas Nossos Munícipes”:

António Augusto Gomes Santana

Arminda Maria Martins Ferreira

Francisca Silva Godinho

Maria de Fátima Bimba Flores

Joaquim António José

Gisela Maria Barros Coelho

Bruno Miguel Moreira Nené

Carlos Henrique Duarte Oliveira

Celina Marques Figueiredo

Dayse Patrícia Correia da Silva Vieira Nunes

Élia Maria Silva Madeira

Ester Maria Pereira da Silva Afonso

Helena Cristina Rosário Marta

Joaquim Paulino

José Silva Ramos

Judite dos Santos Pereira Faquinha

Leonel Eusébio Coelho

Herminio da Cruz Gomes

Manuel Alexandre Bento Borracha

Maria Carlos

Maria Dulce Gonçalves Guerreiro Coelho Muxagata

Maria Odete de Jesus Delgado

Maria do Sacramento Afonso Correia Fulgêncio

Maria Tomásia Morais Camões

Rodrigo Fernando Mendonça Pedro

Rute Maria Santos Pio Lopes



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Terça-feira, 10 de Maio de 2016
MOITA ALARGA PRAZO PARA PARTICIPAÇÃO NO PROJETO “POETAS NOSSOS MUNÍCIPES

A fim de permitir a participação de um maior número de munícipes, a Câmara Municipal da Moita alargou o prazo de entrega de trabalhos para a terceira edição do projeto “Poetas Nossos Munícipes” – Antologia de Poesia do Concelho da Moita. Assim, os trabalhos podem ser entregues até ao dia 31 de maio.

Poetas Nossos Munícipes

A Câmara da Moita promove esta terceira edição de “Poetas Nossos Munícipes” com o objetivo de divulgar e valorizar a poesia e os poetas locais e, simultaneamente, incentivar a criatividade literária e o gosto pela escrita.

Podem participar todos os cidadãos, maiores de 13 anos, moradores no concelho da Moita, bem como os naturais não residentes.

Os trabalhos a concurso e respetivas cópias deverão ser entregues na Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça (Rua Dr. Alexandre Sequeira, 2860-458 Moita), em envelope fechado, identificado com pseudónimo e, dentro deste, deverá ser colocado um segundo envelope fechado contendo no seu interior a identificação do concorrente (nome, morada, data e local de nascimento e contacto telefónico). Serão excluídos do concurso todos os trabalhos que contenham qualquer elemento de identificação do autor.

A Câmara da Moita informará os concorrentes selecionados pelo júri – composto por três elementos, um do Município da Moita e dois convidados – a partir do dia 7 de julho.

Os trabalhos selecionados para edição ficarão propriedade do Município da Moita e cada concorrente receberá seis exemplares da edição “Poetas Nossos Munícipes”.

A apresentação pública desta 3ª edição do projeto “Poetas Nossos Munícipes” – Antologia de Poesia do Concelho da Moita está prevista para outubro.

O regulamento deste concurso está disponível para consulta em www.cm-moita.pt ou na Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça, na Moita.



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Domingo, 8 de Maio de 2016
“A PENA E A LANÇA” – UM LIVRO DA AUTORIA DO VICE-ALMIRANTE ANTÓNIO SILVA RIBEIRO ATRAVÉS DO QUAL SE REALÇA A IMPORTÂNCIA DA HISTÓRIA E DA LITERATURA NA CELEBRAÇÃO DOS GRANDES FEITOS MILITARES

Inspirado no Canto V d’Os Lusíadas, o livro “A Pena e a Lança” da autoria do Vice-almirante António Silva Ribeiro é um “Ensaio sobre o pouco conhecimento e a rara celebração dos feitos militares e dos heróis nacionais”. Trata-se de uma edição de autor e é dedicada ao Professor Doutor Adriano Moreira por “no Instituto Superior naval de Guerra (ISNG), no ano lectivo de 1989-1990, ter despertado em mim o gosto pelo estudo das Humanidades”.

Fundamentando os argumentos em acontecimentos históricos da antiguidade clássica ou mais modernamente nos feitos dos portugueses celebrados através do poema épico de Os Lusíadas, constitui esta obra um estudo da maior atualidade e pertinência porquanto procura realçar a importância da História e da Literatura na celebração dos grandes feitos bélicos protagonizados pelos portugueses. E, a comprovar a validade da sua tese, dá como exemplo a forma como passaram despercebidas as comemorações recentes do 6º Centenário da tomada de Ceuta, empreendimento no entanto considerado a todos os títulos notável.

Em forma de justificação, o autor recorre ao insigne poeta Luís Vaz de Camões quando este afirma através dos seus versos “Enfim não houve forte Capitão / Que não fosse também douto e ciente”, para concluir que “não basta ser um militar valoroso, capaz de cometer façanhas bélicas invulgares”, mas que “os líderes militares precisam de ter, igualmente, instrução e sabedoria para transmitirem essas ações através da escrita, como fazem os heróis dos outros países, a quem não falta eloquência. Em sua opinião, Portugal produz gente de enorme heroísmo e grande valia bélica, mas, por ser rude e inculta, dificilmente dai da penumbra da História”.

O Vice-almirante António Silva Ribeira é natural do concelho de Pombal e possui vasta obra publicada de entre a qual salientamos “A Hidrografia nos Descobrimentos Portugueses” e a “Cartografia Naútica Portuguesa dos Séculos XV a XVII”. É um académico especializado nas áreas de Estratégia, Ciência Politica e História, lecionando e supervisionando investigações em algumas das principais Universidades e Centros de Investigação de Portugal. Tem uma extensa obra publicada, e é orador habitual em conferências sobre Assuntos Militares e Políticos, Relações Internacionais e Estratégia.

É professor catedrático convidado do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, professor militar da Escola Naval e professor coordenador do Instituto Superior de Ciências da Informação e Administração. O seu principal tema de investigação é o planeamento estratégico, embora se interesse por estratégia marítima, estratégia militar, política internacional, sociologia militar, história militar, história marítima e história da hidrografia.

O Vice-almirante Silva Ribeiro é membro do Grupo de Estudos e Reflexão Estratégica de Marinha, da Academia de Marinha, do Centro de Estudos do Mar, da Liga dos Combatentes, do Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo, do Centro Português de Geopolítica, da Comissão Portuguesa de História Militar, da Revista Militar, da Revista Nação e Defesa, da Revista Segurança e Defesa, do Clube Militar Naval, do Clube Náutico de Oficiais e Cadetes da Armada, do Grupo de Amigos de Olivença, da Revista de Relações Internacionais e da Revista de Ciências Militares.

Foto: Revista da Armada



publicado por Carlos Gomes às 17:51
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Quarta-feira, 23 de Março de 2016
MOITA APOSTA NOS POETAS DA TERRA

Câmara da Moita aposta nos “Poetas Nossos Munícipes”. Entrega de trabalhos até 23 de abril

Está a decorrer, até ao dia 23 de abril, o prazo para participar na terceira edição do projeto “Poetas Nossos Munícipes” – Antologia de Poesia do Concelho da Moita, promovido pela Câmara Municipal da Moita, com o objetivo de divulgar e valorizar a poesia e os poetas locais e, simultaneamente, incentivar a criatividade literária e o gosto pela escrita.

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Podem participar todos os cidadãos, maiores de 13 anos, moradores no concelho da Moita, bem como os naturais não residentes.

Os trabalhos a concurso e respetivas cópias deverão ser entregues na Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça (Rua Dr. Alexandre Sequeira, 2860-458 Moita), em envelope fechado, identificado com pseudónimo e dentro deste deverá ser colocado um segundo envelope fechado contendo no seu interior a identificação do concorrente (nome, morada, data e local de nascimento e contacto telefónico). Serão excluídos do concurso todos os trabalhos que contenham qualquer elemento de identificação do autor.

A Câmara da Moita informará os concorrentes selecionados pelo júri – composto por três elementos, um do Município da Moita e dois convidados – a partir do dia 9 de junho.

Os trabalhos selecionados para edição ficarão propriedade do Município da Moita e cada concorrente receberá seis exemplares da edição “Poetas Nossos Munícipes”.

A apresentação pública desta 3ª edição do projeto “Poetas Nossos Munícipes” – Antologia de Poesia do Concelho da Moita está prevista para setembro.

O regulamento deste concurso está disponível para consulta em www.cm-moita.pt ou na Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça, na Moita.



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Segunda-feira, 16 de Novembro de 2015
MOITA: ALHOS VEDROS RECEBE FADO E POESIA

22º Aniversário da Biblioteca Municipal de Alhos Vedros: “Leituras às Quintas” com fados e poesia

O projeto “Leituras às Quintas” deste mês de novembro está marcado para o dia 19, pelas 21:00h, na Biblioteca Municipal de Alhos Vedros, dando início às comemorações do 22º aniversário deste equipamento municipal que reabre agora ao público depois de uma remodelação no seu interior.

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Para este serão de “Poemas e Fados” foram convidados Sara Pereira, diretora do Museu Nacional do Fado, e fadistas locais, como Cristina Maria, Carlos Cavaco e Luís Duarte.

Está, desde já, convidado a participar nesta iniciativa com a declamação de um poema, a cantar um fado ou simplesmente assistir. A entrada é gratuita.



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Sábado, 20 de Junho de 2015
ESCRITOR MINHOTO DANIEL BASTOS APRESENTA EM LISBOA O LIVRO DE POESIA “TERRA”

O escritor minhoto Daniel Bastos apresentou hoje no magnífico espaço da Livraria Ferin, em Lisboa, o seu livro de poesia “Terra”. A sessão incluiu ainda uma prova de vinho verde do concelho de Fafe, promovida pelos Vinhos Norte, considerado um dos maiores produtores de vinho verde.

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A apresentação da obra coube à poetisa Maria Melo, Diretora da Associação Portuguesa de Poetas, que realçou as qualidades de Daniel Bastos, o qual não deixa de as transpirar na sua própria obra, a empatia com aqueles que sofrem, tendo sempre presente a sua ligação à terra, justificando o seu título, qual cordão umbilical que jamais foi cortado entre si e a terra que o viu nascer – Fafe e a sua freguesia de Cepães!

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Mas, quem melhor do que o poeta João Ricardo Lopes, autor do posfácio, para caraterizar este livro de poemas de Daniel Bastos: “Com este volume de vinte e sete poemas a que chamou Terra, estreia-se Daniel Bastos na poesia, domínio não tão distante nem tão incompatível, como se poderia supor, com a sua área de formação: a ciência histórica. Clio e Érato, respetivamente, musas da História e da Poesia Lírica, convivem nestas páginas com a maior desenvoltura, criando várias linhas temáticas contíguas, que poderíamos, grosso modo, sintetizar assim: poemas de cariz ontológico, poemas de cariz sociológico, poemas meta poéticos e poemas eroto-oníricos.”

O livro “Terra” do poeta Daniel Bastos constitui uma edição bilingue – em português e francês – a pensar sobretudos nos portugueses de segunda e terceira geração para quem o contato com a língua materna dos seus pais já não constitui um hábito, registando-se frequentemente a perda do seu domínio. É que Fafe foi desde sempre terra que viu os seus naturais partirem, antes para o Brasil e, nos tempos mais recentes, para os países europeus sobretudo francófonos.

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Com magnífica encadernação em capa dura e a dourado e excelente apresentação gráfica para a qual concorre as ilustrações de Orlando Pompeu, conceituado artista plástico também de Fafe mas com obra espalhada por numerosos países, nomeadamente na Europa, Brasil, Estados Unidos da América, Japão e Dubai, o livro de poemas de Daniel Bastos é prefaciado pelo poeta e pintor francês de origem haitiana Gérald Bloncourt, muito estimado em Portugal e sobretudo pela comunidade portuguesa em França pelo seu inestimável trabalho fotográfico que, nas décadas de cinquenta e sessenta do século passado, retrataram e denunciaram as condições de vida miseráveis dos nossos emigrantes, contribuindo desse modo para uma mudança de atitude das autoridades francesas e, consequentemente, a melhoria da situação dos nossos compatriotas.

Esta sessão cultural ocorreu numa excelente sala da Livraria Ferin, uma casa livreira de referência no universo livreiro da capital lisboeta, tendo surgido na sequência de uma série de apresentações oficiais do livro no espaço francófono europeu, designadamente em Paris, Bruxelas e Genebra. Atendendo à importância da comunidade minhota radicada na região de Lisboa, o escritor fafense Daniel Bastos jamais poderia prescindir de um contato direto com os fafenses na capital.

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Sábado, 13 de Junho de 2015
ESCRITOR DANIEL BASTOS APRESENTA EM LISBOA LIVRO DE POESIA “TERRA”

O escritor minhoto Daniel Bastos apresenta em Lisboa o seu último livro de poesia “Terra”. A sessão vai ter lugar no próximo dia 20 de junho, às 16h00, na Livraria Ferin.

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A apresentação do livro, uma edição bilingue em Português e Francês, que conta com ilustrações do artista plástico Orlando Pompeu, cuja obra consta de variadas coleções particulares e oficiais em Portugal, Espanha, França, Alemanha, Inglaterra, Brasil, Estados Unidos, Japão e Dubai, e prefácio do fotógrafo, poeta e pintor francês Gérald Bloncourt, será realizada por Maria Melo, Diretora da Associação Portuguesa de Poetas.

Os poemas do escritor e historiador natural de Fafe são marcados por um sentimento telúrico que se revela no apego à terra e na busca do sentido para a vida. Segundo Gérald Bloncourt, recentemente condecorado cavaleiro da Ordem Nacional da Legião de Honra francesa, o livro de estreia do autor minhoto no campo da poesia, perscruta as profundezas da humanidade e os desenhos de Orlando Pompeu, concebidos a partir dos poemas, criam uma simbiose entre a linguagem artística da poesia e pintura.

Refira-se que esta sessão cultural na Livraria Ferin, uma casa livreira de excelência com alma lisboeta, surge depois um conjunto de apresentações oficiais do livro no espaço francófono europeu, designadamente em Paris, Bruxelas e Genebra, e que a mesma incluirá uma prova de vinho verde, promovida pelos Vinhos Norte, um dos maiores produtores nacionais de vinho verde.



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Sexta-feira, 10 de Abril de 2015
BAIXA DA BANHEIRA RECEBE CANTE ALENTEJANO E POESIA

Apresentação do livro “Alforge de Heranças” na Baixa da Banheira

No dia 17 de abril, pelas 21:30h, vai ser apresentado, no Café-Concerto do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, o livro “Alforge de Heranças”, de Fernando Fitas, com ilustrações de António Jeromito e prefácio de José Carmo Francisco.

Esta iniciativa, que se insere nas comemorações do 10º aniversário da Biblioteca Municipal da Baixa da Banheira, vai contar com a participação do Grupo Coral “O Sobreiro”, do ator José Vale e também do escritor E. S. Tagino.

O livro “Alforge de Heranças” tem como pano de fundo as expetativas e sonhos de uma geração que acreditou ser possível erguer um futuro que supúnhamos roçar a bainha dos dedos, à espera que o agarrássemos, mas que traiçoeiramente deixámos que se fosse afastando do nosso horizonte, por inaptidão ou ingenuidade. Organizado em duas partes, o livro evoca, na primeira parte, a “construção da casa”, como metáfora da construção de um país, um pouco à imagem do imaginário traçado por Virgílio, em Eneida. A segunda parte remete-nos para a imagética de um tempo em que os silêncios e os gestos fraternos se transformaram em gritos de revolta dos sonhos sufocados ou, se quisermos, num repositório de afetos, memórias, emoções, nostalgias e raivas, assentes na analogia pai-país, país-pai.

A entrada é gratuita.



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Terça-feira, 10 de Junho de 2014
Á MEMÓRIA DE HERCULANO – UM POEMA DE DELFIM GUIMARÃES

“Á Memória de Herculano” é o título de um poema de cariz patriótico da autoria do escritor e poeta Delfim Guimarães, publicado em 1910, por ocasião da “celebração do centenário do nascimento do egrégio historiador português” ocorrida em 28 de março daquele ano, e editado pela Livraria Editora Guimarães & Cª, editora fundada pelo próprio autor.

Com vasta obra literária, o escritor Delfim Guimarães nasceu no Porto em 4 de agosto de 1872, encontrando-se também ligado a Ponte de Lima, terra à qual dedicou a maioria dos seus versos e ainda á cidade da Amadora onde viveu e veio a falecer em 6 de julho de 1933.

O livro cuja imagem reproduz foi pelo autor oferecido a Henrique Marques, na dedicatória tratado como “bom amigo e camarada”.



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Sábado, 7 de Junho de 2014
ASAS DE PORTUGAL – UM POEMA DE DELFIM GUIMARÃES

“Asas de Portugal” é o título de um poema de cariz patriótico da autoria do escritor e poeta Delfim Guimarães, publicado em 1922, por ocasião da primeira travessia aérea do Atlântico Sul levada a cabo por Gago Coutinho e Sacadura Cabral, no contexto das comemorações do primeiro centenário da independência do Brasil.

O poema foi escrito na Amadora, terra com grandes tradições aeronáuticas, e editado pela Livraria Editora Guimarães & Cª, editora fundada pelo próprio autor.

Com vasta obra literária, o escritor Delfim Guimarães nasceu no Porto em 4 de agosto de 1872, encontrando-se também ligado a Ponte de Lima, terra à qual dedicou a maioria dos seus versos e ainda á cidade da Amadora onde viveu e veio a falecer em 6 de julho de 1933.

O livro cuja imagem reproduz foi pelo autor oferecido à Redação do jornal Diário de Notícias.



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Sábado, 31 de Maio de 2014
CHAFARIZES DE LISBOA NOS VERSOS DE SILVA NUNES

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                    CHAFARIZES DE LISBOA

 

                   Alerta Neptuno, deus do mar,

                   Velai pela cidade-mareante:

                   - Não deixeis que alguém pense em acabar

                   Com chafarizes de água sussurrante!...

 

                   Cidade do luar e das estrelas;

                   Dos bairros tão castiços e sem data;

                   Lisboa das escadinhas e vielas

                   Com uma rua d’Oiro outra de Prata;

 

                   - Conserva os chafarizes que são teus

                   E os painéis de azulejos nas paredes!...

                   Lisboa!... Maravilha!...

                                 Ai, olhos meus,

                   Será que ninguém vê o que vós vêdes…?

                                               Silva Nunes, in Reencontros. Poesia. 1990


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Sábado, 24 de Maio de 2014
LISBOA NOS VERSOS DE SILVA NUNES

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                   NOITES DA CIDADE

 

                   Nas noites de inverno

                   Há fome de amor

                   E almas pedindo

                   A morte sem dor.

                   Há gente que gasta

                   Mostrando espavento

                   E pobres sem tecto

                   Dormindo ao relento.

                   Há falsos profectas

                   E loucos varridos

                   Que há muito perderam

                   Os cinco sentidos.

                   Há barcos sem velas,

                   Artistas sem fama

                   E corpos ardendo

                   Em fogos sem chama.

                   Há cenas eróticas

                   Sem apaixonados:

                   - Cabeças suspensas

                   Em corpos drogados.

                   Há jovens vendendo

                   Beijos sem calor

                   E há homens comprando

                   Mentiras de amor.

 

                   Bailam no céu as estrelas,

                   O Tejo corre p’rá barra…

                   E enquanto o poeta sonha

                   Chora baixinho a guitarra!

                                               Silva Nunes, in Horas de Luz. Poesia. 1998

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Quarta-feira, 21 de Maio de 2014
HISTÓRIA SIMPLES DE UM MINHOTO EXEMPLAR

O poeta Silva Nunes foi uma das figuras incontornáveis da cultura alfacinha e das marchas populares. Durante décadas a fio, escreveu as letras para a maior parte das marchas dos bairros lisboetas. Parafraseando outro poeta, Silva Nunes é o poeta que canta Lisboa sempre que Lisboa canta.

Desaparecido do nosso convívio em 18 de março de 1999, Lisboa não prestou ainda a devida homenagem àquele que foi um dos seus maiores bardos. Entretanto, recuperamos um dos escritos que, em 1991, teve a amabilidade de nos oferecer.

Poeta Silva Nunes

Na década dos anos 40, ainda em plena Guerra Mundial entre Alemães e Aliados, Lisboa acordava pacificamente com os pregões da “fava-rica”, da “vivinha da Costa” e do “carapau do Alto”…

As tabernas, de então, eram casas de bons vinhos, petiscos e locais de cavaqueira.

Foi num destes estabelecimentos incrustado no topo da rua do Socorro, ali para as bandas do Teatro Apolo, que encontrámos um minhoto de meia idade, residente na Capital desde os 14 anos.

Depois de trabalho penoso em carvoarias e casas de pasto, tomara, por trespasse, a taberna onde a sua esposa trabalhava na cozinha.

Todos tratavam-nos por Ti-Zé. Era flexível nas palavras, lhano no trato e tinha como principio respeitar para ser respeitado.

A clientela era diversificada: lembra-nos ter visto por lá o jornalista Sanze Vieira; os poetas da antologia do fado Carlos Conde e Francisco Radamanto; guitarristas; cultivadores do fado; pessoal do Hospital de S. José; ciganos e mulheres da noite.

Na azáfama do balcão, o Ti-Zé tinha sempre na boca um vocabulário acolhedor, e por vezes, doseado de filosofia.

Numa tarde, abeirou-se dele uma infeliz mulher da noite que, em surdina, lhe pediu um “papo-seco” com presunto e meio copo de vinho branco com um pirolito, dizendo ainda que, no momento, não tinha dinheiro…

Como se tratasse de qualquer outro cliente, serviu o “papo-seco” num pires e a bebida.

Depois de comer retirou-se, dizendo: obrigado, até logo.

Um freguês atento ao diálogo, interrogou o proprietário:

- O senhor não aponta a despesa?... olhe que ela nunca mais cá põe os pés.

E o Ti-Zé respondeu, de pronto:

- Não faz mal. Pagam os que podem para os que precisam.

Era assim o minhoto com quem contactámos há meio século atrás.

A dominante tónica das suas palavras lembrava-nos um pensamento de Robert Raynolds – “amar não é ganhar, nem perder mas ajudar e ser ajudado”.

Por vezes falava do poeta Gabriel Marujo que imortalizara, numa cantiga, a Rosa maria da rua do Capelão…

Para competir com o “bacalhau assado” do “Quebra-Bilhas” com as “tripas à moda do porto”, do “Palmeiras” e com outras casas com cardápios de especialidades, tinha sempre bom presunto, rojões conservados na banha, pataniscas e caracóis.

No Dia de S. Martinho engalanava a porta da sua “taberna” com uma palma aberta em arco e oferecia aos clientes habituais um copinho de “água-pé” com duas castanhas cozidas.

Pelo Natal, brindava os fregueses com um copinho de “abafado” e uma fatia de “Bolo-Rei”.

…….

Estavamos em 1945, a II Guerra Mundial havia terminado com a derrota incondicional da Alemanha…

A Humanidade chorava os seus mortos…

Num passeio pela Baixa Pombalina, pensámos ir beber um refresco à taberna do Ti-Zé: três homens, encostados ao balcão, profectizavam o futuro do Mundo após a guerra…

Ao balcão, de barba crescida, olhar triste e camisa negra, atendeu-nos, como se fossemos um estranho.

Já não tinha os mesmos petiscos, as suas palavras eram soletradas com amargura. Tinha falecido a mulher que o ajudara nas horas boas e más na grande batalha da vida…

Meses depois, alguém nos disse que “A Taberna do Ti-Zé” tinha encerrado as portas para sempre…

Meditando nos caminhos e descaminhos da vida, o poeta retratou, à sua maneira, a última noite de Natal na “Taberna do Ti-Zé:

              NATAL DOS FALA-SÓS

              Naquela tasca velhinha

              É tudo tão natural

              Que há consoada de vinho

              P’rós que não têm Natal!...

 

              Entram ali marginais,

              Mulher’s nocturnas, profectas,

              Contrabandistas, malandros,

              Alguns doutor’s e poetas…

 

              Ao lado do escaparate,

              Num calendário velhinho

              Está uma mulher nua

              P’ra abrir apetite… ao vinho.

              E por dentro do balcão,

              Um taberneiro, sem par,

              Mostra um sorriso nos lábios

              Com vontade de chorar…

 

              Entram ali marginais,

              Mulher’s nocturnas, profectas,

              Contrabandistas, malandros,

              Alguns doutor’s e poetas…

 

              Bebem todos p’ra esquecer;

              - Tipo rasca, tipo fino…

              São os fala-sós da vida

              Na lixeira do destino!

              Vencidos pelo Deus baco,

              Na hora da consoada,

              Partem os copos no chão,

              Falam de tudo e de nada…

 

              Entram ali marginais,

              Mulher’s nocturnas, profectas,

              Contrabandistas, malandros,

              Alguns doutor’s e poetas…

 

              Quando a noite já vai longa,

              Os fregueses vão p’rá rua

              E agarrados uns aos outros

              Atiram pedras à Lua!...

Silva Nunes

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publicado por Carlos Gomes às 00:00
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Sexta-feira, 18 de Abril de 2014
AOS SOLDADOS SEM NOME – UM POEMA DE DELFIM GUIMARÃES

“Aos Soldados Sem Nome” é o título de um poema de cariz patriótico da autoria do escritor e poeta Delfim Guimarães, publicado em 1921 pela Livraria Editora Guimarães & Cª, editora fundada em Lisboa pelo próprio autor.

Com vasta obra literária, o escritor Delfim Guimarães nasceu no Porto em 4 de agosto de 1872, encontrando-se também ligado a Ponte de Lima, terra à qual dedicou a maioria dos seus versos e ainda á cidade da Amadora onde viveu e veio a falecer em 6 de julho de 1933.

O livro cuja imagem reproduz foi pelo autor oferecido a Rocha Martins, famoso jornalista, historiador e ativista político, na dedicatória tratado como “ilustre camarada”.



publicado por Carlos Gomes às 21:13
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