Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017
LOURES VAI OUVIR CANTARES TRADICIONAIS AO MENINO JESUS

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Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017
MINHOTOS RUMAM A LOURES PARA CANTAR AO MENINO JESUS

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MINHOTOS EM LISBOA CANTAM AO MENINO NA IGREJA DA GRAÇA

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Sábado, 9 de Dezembro de 2017
MINHOTOS RUMAM A LOURES PARA CANTAR AO MENINO JESUS

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Domingo, 3 de Dezembro de 2017
MINHOTOS EM LOURES CANTAM AO MENINO JESUS

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Sexta-feira, 24 de Novembro de 2017
MINHOTOS RUMAM A LOURES PARA CANTAR AO MENINO JESUS

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Sábado, 18 de Novembro de 2017
MINHOTOS RUMAM A LOURES PARA CANTAR AO MENINO JESUS

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Domingo, 12 de Novembro de 2017
MINHOTOS RUMAM A LOURES PARA CANTAR AO MENINO JESUS

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Domingo, 15 de Outubro de 2017
MINHOTOS RUMAM A LOURES PARA CANTAR AO MENINO JESUS

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Domingo, 8 de Outubro de 2017
MINHOTOS VÃO A LOURES CANTAR AO MENINO

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publicado por Carlos Gomes às 00:06
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Domingo, 1 de Outubro de 2017
OEIRAS: QUEIJAS FESTEJA A S. MIGUEL

Minhotos desfilaram na procissão de S. Miguel de Queijas

Terminam hoje na localidade de Queijas, nos arredores de Lisboa, os tradicionais festejos em honra de S. Miguel. O povo saiu à rua numa manifestação de fé cristã à qual não faltou o Rancho Folclórico da Casa do Minho em representação da comunidade minhota radicada na região de Lisboa. A Procissão foi animada pela Banda Filarmónica (SIMECQ) da Cruz Quebrada e o Rancho Folclórico da Casa do Minho, em Lisboa.

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Trata-se de uma iniciativa organizada pela União das Freguesias de Carnaxide e Queijas e pela Paróquia de São Miguel Arcanjo e que conta com o apoio da Câmara Municipal de Oeiras e de várias associações locais.

As cerimónias contaram ainda com a participação de várias instituições sediadas na União das Freguesias de Queijas e Carnaxide, nomeadamente a Polícia de Segurança Pública, a Corporação de Bombeiros Voluntários de Carnaxide, O Agrupamento de Escuteiros 774 de Queijas, e a Congregação das Irmãs Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição (CONFHIC) que se encontra instalada em Linda-a-Pastora.

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Sábado, 16 de Setembro de 2017
BANDAS FILARMÓNICAS PEREGRINAM A FÁTIMA

Fátima convida à festa e fala-nos de um Deus que "dá sentido à dor e abre horizontes ao amor”, afirma o Pe. Vítor Coutinho

Na Missa da Peregrinação Jubilar das Bandas Filarmónicas foi tocada a marcha “Fátima”, da autoria do maestro Amílcar Reis, em estreia absoluta

O Santuário de Fátima acolheu este sábado a Peregrinação Jubilar das Bandas Filarmónicas, com a presença de 35 bandas e, durante a Missa, no Recinto de Oração, o vice-reitor do Santuário sublinhou a importância da música na vida das pessoas e da igreja em particular.

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“A música põe-nos em sintonia com os irmãos e ajuda-nos a rezar todos juntos como sendo um só corpo, como assembleia orante. A música torna o nosso louvor mais solene e desperta em nós emoções que nos abrem horizontes novos”, disse o Pe. Vítor Coutinho.

A partir de uma citação do papa Bento XVI, na qual afirma que a música nasce da experiência do amor e da dor e da experiência do encontro com Deus, o sacerdote sublinhou a importância da música e do canto em Fátima “porque sem música e sem canto ficamos mais distantes da experiência que aqui nos é oferecida”.

Na homilia da Missa celebrada durante a Peregrinação Jubilar das Bandas Filarmónicas, uma iniciativa integrada nas celebrações do Centenário das Aparições, que reuniu na Cova da Iria mais de 1600 músico, provenientes de 13 dioceses de Portugal continental, o vice-reitor do Santuário elogiou a presença das bandas filarmónicas  que “faz suscitar um belo ambiente de festa e reforça a alegria da celebração”.

“Em Fátima há sempre um convite à festa, porque nos sentimos em casa e porque a vida ganha aqui outro sabor”, acrescentou sublinhando que “é festa porque junto do Coração de Maria experimentamos de forma renovada a alegria de nos entregarmos a Deus, ao Deus que nunca nos abandona”.

A partir do Evangelho deste Sábado, que nos apresenta Jesus, crucificado, acompanhado por Maria, Sua Mãe, pelo discípulo amado (João) e por algumas mulheres que se mantiveram fiéis à relação que tinham com o Senhor, o sacerdote  afirmou que a cruz  "é imagem de todos os dramas da história" e representa "todos os humilhados e sofredores do mundo" bem como os que "se sentem longe de Deus ou  os que duvidam da Sua presença".

 “A dúvida sobre a força do amor também nos atormenta a nível pessoal, caros Amigos. Quem de nós não deseja ter alguém na vida com quem possa contar sempre? Quem de nós não deseja viver amores e amizades de fidelidade inquestionável?”, interpelou o sacerdote sublinhando a importância de compreendermos que a vida é feita de adversidades – “a cruz diz-nos que o amor implica a dor”- mas Deus “nunca abandona os que ama”.

“Tal como o Evangelho, Fátima fala-nos de amor e de sofrimento e fala-nos do Deus que dá sentido à dor e abre horizontes ao amor”, disse o Pe. Vítor Coutinho.

O vice-reitor do Santuário lembrou a terceira parte do chamado Segredo de Fátima, que fala de um povo que caminha em direção a uma cruz, ao lado da qual está Nossa Senhora, destacando que a figura da Mãe de Deus junto à cruz “é imagem daquilo que acontece na realidade: nas cruzes da vida humana, Maria está sempre presente, com o seu cuidado materno, a garantir-nos que Deus não deixa de nos acompanhar com o seu amor terno”.

“Também em Fátima, Maria é a Mãe junto à cruz: é Aquela que se coloca ao lado da humanidade destruída pelo ódio e ferida por tantas dores. Em Fátima, Maria é a Mãe que se apresenta com um coração capaz de acolher todas as nossas preces, com um coração onde nos podemos refugiar e onde encontramos consolo" disse ainda.

“Em Fátima, a Virgem Maria reforça em nós a certeza de que o nosso Deus é Alguém com quem podemos contar sempre: Ele não desiste da humanidade e nada O fará afastar-se de nós, de cada um de nós. Em Fátima, Maria mostra-nos um Deus que se preocupa com os aflitos da humanidade e com a humanidade aflita. Temos um Deus que se aflige e preocupa, um Deus que tem coração, um Deus que «enxuga as nossas lágrimas»”.

Durante a Missa foi tocada a marcha ‘Fátima’, da autoria do capitão Amílcar Morais, em estreia por esta ocasião.

Em nota explicativa, o autor realça que “a mensagem de Fátima traz não só a mensagem da alegria e convite à conversão, mas é também um desafio da fé vivida e testemunhada”.

Um dos momentos mais singulares desta celebração no Recinto de Oração foi o acompanhamento do andor de Nossa Senhora- na entrada e no adeus- por duas filarmónicas, constituídas por 70 músicos cada uma, representando todas as filarmónicas presentes na Peregrinação Jubilar.

No período da manhã, decorreram os desfiles fora do Santuário, em dois pontos distintos, dos quais partiram as bandas: Rotunda da Rodoviária Nacional e Rotunda de Santo António, a norte e a sul, respetivamente.

Os desfiles culminaram na Capelinha das Aparições, onde cada banda fez a sua saudação individual. Ao final da manhã, as Bandas foram acolhidas na Capelinha e em conjunto tocaram três temas de saudação a Nossa Senhora: “Bendizemos o teu nome”, “Sobre os braços da Azinheira” e o refrão do “Hino do Centenário”.

Na ocasião,  o vice-reitor do Santuário afirmou que a celebração deste Centenário ficaria incompleta se não houvesse um momento de festa como este.

“Como poderia a celebração deste Centenário não contar também com esta vossa presença, de bandas filarmónicas, que todas as semanas, por todo o País contribuem para o ambiente de festa de tantas comunidades e ajudam muitas comunidades cristãs a celebrar as festas da sua fé?”, interpelou o Pe. Vitor Coutinho.

“Com arte e com alma, «com a tuba e a trombeta», como diz a Sagrada Escritura, elevaremos ao Senhor uma prece de gratidão e de louvor”, prosseguiu destacando, por outro lado, que “celebrar aquilo que alimenta a nossa alma e que preenche o nosso coração faz-nos olhar com confiança para o futuro e dá força à nossa esperança”.

“Façamos festa, com tudo o que temos e somos. Celebremos na alegria a bondade do Senhor”, exortou o vice-reitor.



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Quarta-feira, 13 de Setembro de 2017
LOURES VAI RECEBER CANTARES AO MENINO

Cartaz cantares ao Menino



publicado por Carlos Gomes às 02:48
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Sexta-feira, 8 de Setembro de 2017
BANDAS FILARMÓNICAS PEREGRINAM A FÁTIMA

Santuário de Fátima acolhe 1750 músicos em Peregrinação Jubilar das Bandas Filarmónicas. Iniciativa inserida nas celebrações do Centenário das Aparições vai encher Cova da Iria de música

O Santuário de Fátima acolhe no próximo dia 16 de setembro, a Peregrinação Jubilar das Bandas Filarmónicas. A iniciativa inserida nas celebrações do Centenário das Aparições de Fátima, vai trazer cerca de 40 bandas filarmónicas com 1750 músicos à Cova da Iria. Estas quatro dezenas de bandas são oriundas de 16 dioceses de Portugal.

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Em declarações à Sala de Imprensa do Santuário de Fátima, o Pe. Joaquim Ganhão, coordenador da peregrinação, desafia todos os peregrinos a “virem cantar as maravilhas de Deus”, neste ano que tem sido vivido com um “grande Magnificat”.

“As bandas filarmónicas têm no nosso país uma missão e um lugar muito significativo de missão com a Igreja e sobretudo com a piedade mariana. Muitas das festas que de norte a sul acontecem são festas dedicadas a Nossa Senhora e muitas dessas bandas participam nessas procissões e ainda tocam nas igrejas e missas”, explicou o Pe. Joaquim Ganhão.

Segundo o coordenador, “será um dia atípico naquilo que é a normal vivência do Santuário de Fátima, o que mostra o interesse e a atenção para com esta peregrinação”.

Este dia dividir-se-á em dois momentos: a manhã dedicada aos desfiles e saudações individuais, e a tarde dedicada à eucaristia no Recinto de Oração.  

No período da manhã, os desfiles iniciarão fora do Santuário, em dois pontos distintos, dos quais partirão as bandas em direção ao Santuário: Rotunda da Rodoviária Nacional e Rotunda de Santo António, a norte e a sul do Santuário, respetivamente.

“Esta iniciativa vai encher a cidade de música ao longo de toda a manhã, expressão de que este Centenário tem sido vivido em festa, não só em Fátima, mas na Igreja e no Santuário. Um dos objetivos era levar a expressão sonora além dos limites do Santuário”, disse o Pe. Joaquim Ganhão.

O Parque nº 12, com localização centralizada relativamente aos dois pontos referidos, estará reservado aos autocarros e viaturas que transportem intervenientes na peregrinação. Partindo do parque nº 12, as bandas deslocar-se-ão, a pé, até aos pontos de partida dos desfiles.

Os desfiles culminarão na Capelinha das Aparições, onde cada banda fará a sua saudação individual.

Às 12:00 haverá uma saudação conjunta na Capelinha das Aparições, com três músicas: “Bendizemos o teu nome”; “Sobre os braços da Azinheira” e o refrão do “Hino do Centenário”.

Após o tempo livre para almoço decorrerá a eucaristia, às 15:00, no Recinto de Oração. As bandas acompanharão musicalmente durante a missa apenas a procissão de entrada e de saída da Imagem de Nossa Senhora.

Vão integrar a procissão de entrada e a procissão final cerca de 160 músicos, de todas as 40 bandas presentes.  

Durante a celebração vai soar a marcha “Fátima”, da autoria do Capitão Amílcar Morais, em estreia por esta ocasião. Segundo a nota do autor “esta mar­a solene escrita para banda filarmónica é uma composição musical com propositada abordagem ao modo dórico, linguagem musical gregoriana que faz parte da essência do canto monódico da liturgia da Igreja”.

“A mensagem de Fátima traz não só a mensagem da alegria e convite à conversão, mas é também um desafio da fé vivida e testemunhada. A música ajuda a testemunhar isso mesmo, por ser um veículo privilegiado, vejamos a experiencia do Francisco com a sua flauta e mesmo a Bíblia convida a louvar o Senhor ao som da música”, conclui o coordenador.

Para o Pe. Vitor Coutinho, Coordenador da Comissão Organizadora do Centenário das Aparições de Fátima, “pareceu ao Santuário de Fátima que seria significativo convidar para uma peregrinação jubilar todas as bandas filarmónicas do nosso País. As bandas filarmónicas são instituições com uma história exemplar de serviço à comunidade, de ensino da música e de participação na vida de muitas paróquias, nomeadamente nas festas e celebrações religiosas”.

“O programa inclui, para além das celebrações litúrgicas, um momento único de congregação de bandas filarmónicas, no local onde há 100 anos a Virgem Maria apareceu aos Pastorinhos, com o propósito de louvar o Senhor”, reitera o Pe. Vitor Coutinho.

Recorde-se que no passado dia 17 de junho, o Santuário de Fátima convidou os coros litúrgicos a uma peregrinação jubilar onde foi estreada a obra «Magnificat», do compositor Fernando Lapa, no âmbito da celebração do Centenário das Aparições de Nossa Senhora. 



publicado por Carlos Gomes às 19:03
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Quinta-feira, 18 de Maio de 2017
PRESIDENTE DA REPÚBLICA VISITOU A CROÁCIA MAS NÃO VIU SANTO ANTÓNIO EM ZAGREB



publicado por Carlos Gomes às 21:53
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Segunda-feira, 24 de Abril de 2017
PESCADORES DE PORTUGAL PEREGRINAM A FÁTIMA

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publicado por Carlos Gomes às 10:49
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Domingo, 23 de Abril de 2017
RANCHOS FOLCLÓRICOS PEREGRINAM AO SANTUÁRIO DE FÁTIMA

Centenas de ranchos folclóricos rumaram hoje em peregrinação ao Santuário de Fátima. No recinto, milhares de pessoas, provenientes de todo o território português e das comunidades radicadas no estrangeiro, desfilaram com os trajes domingueiros característicos das suas regiões, numa clara demonstração de fé e tradição. Tratou-se da XV Peregrinação Nacional, organizada pela Federação do Folclore Português e da Associação Folclórica da Região de Leiria - Alta Estremadura, todos os anos se realiza por esta altura.

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Agrupados por regiões, os ranchos folclóricos desfilaram a partir do Parque nº 8 até ao Recinto de Oração onde teve lugar a recitação no rosário junto à Capelinha das aparições e, após a procissão para o altar, a celebração da eucaristia, no Recinto de Oração do Santuário de Fátima.

Qualquer que seja a crença religiosa seguida por muitos componentes de grupos folclóricos, a religiosidade cristã de confissão católica é unanimemente reconhecida como constituindo a matriz cultural do nosso povo e, como tal, deve ser perservada também no domínio etnográfico, à semelhança dos vestígios de culturas e religiosidades mais ancestrais.

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 21:25
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Sábado, 22 de Abril de 2017
RANCHOS FOLCLÓRICOS PEREGRINAM AMANHÃ AO SANTUÁRIO DE FÁTIMA

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A Federação do Folclore Português e a Associação Folclórica da Região de Leiria - Alta Estremadura estão a organizar a XV Peregrinação Nacional a Fátima.

Do programa consta:

08:30 horas - Parque nº 8 - Concentração dos Grupos participantes;

- Organização dos Grupos por Regiões;

09:00 horas - Saudação de Boas Vindas;

09:15 horas - Cortejo dos Estandartes e dos Grupos, até ao Santuário, para participação nas Cerimónias Religiosas;

10:00 horas - Terço - Procissão;

11:00 horas - Missa Solene;

12:45 horas - Procissão do Adeus.

Este evento destina-se aos Grupos Associados da Federação do Folclore Português.

Pedimos a todos os elementos, que solicitem o regulamento enviado pela FFP aos seus diretores.

A Direção



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Quarta-feira, 19 de Abril de 2017
IGREJA ORTODOXA SANTO APOSTOLO ANDRÉ DE SETÚBAL COMEMORA 10 ANOS DE EXISTÊNCIA

A Igreja Ortodoxa Santo Apóstolo André de Setúbal comemora 10 anos de existência, reunindo cristãos de confissão ortodoxa moldavos, romenos, russos, ucranianos e seus descendentes nascidos em Portugal.

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publicado por Carlos Gomes às 23:42
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MOITENSES VÃO A CAVALO EM ROMARIA À SENHORA DE AIRES EM VIANA DO ALENTEJO

De 26 a 30 de abril: XVII Romaria a Cavalo Moita - Viana do Alentejo

A Romaria a Cavalo Moita - Viana do Alentejo, um dos maiores eventos equestres nacionais, parte da Moita a 26 de abril, e cumpre, pelo 17º ano consecutivo, uma tradição da Moita. Participam neste evento mais de 300 cavalos e centenas de romeiros de vários pontos do país e do estrangeiro. A partida está marcada para as 9:00h, após a bênção da imagem de Nossa Senhora da Boa Viagem, junto à Igreja Paroquial da Moita.

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O percurso de cerca de 150 quilómetros é feito pela antiga Canada Real, mais conhecida por Estrada dos Espanhóis, através de quintas e caminhos de terra batida, seguindo o carro-andor que transporta a imagem da Nª Srª da Boa Viagem, padroeira da Moita. Os romeiros vão pernoitar nas localidades de Poceirão, Casebres, Alcáçovas e junto ao Santuário de Nª Srª. de Aires. A chegada a Viana do Alentejo, um dos pontos altos da romaria, acontece por volta das 17:30h, no dia 29 de abril.

A Romaria a Cavalo voltou a realizar-se em 2001, depois de um interregno de mais de 70 anos, recuperando no tempo a tradição dos lavradores da Moita que se deslocavam com os seus animais ao Santuário de Nossa Srª. D’Aires, para pedir proteção e boas colheitas. Apesar do caráter religioso que está na sua génese, a romaria assume hoje uma vertente mais lúdica que privilegia o convívio entre os participantes.

A XVII edição da Romaria a Cavalo é organizada pela Associação dos Romeiros da Tradição Moitense, pela Associação Equestre de Viana do Alentejo e pelas Câmaras Municipais da Moita e de Viana do Alentejo, com o apoio das entidades regionais de turismo do Alentejo e de Lisboa e Vale do Tejo, tendo sido, este ano, apresentada publicamente na Bolsa de Turismo de Lisboa, no início de março.

A Câmara Municipal da Moita convida esse órgão de Comunicação Social a estar presente na partida da Romaria a Cavalo Moita - Viana do Alentejo, marcada para dia 26 de abril, às 9:00h, junto à Igreja Paroquial da Moita. Para informações adicionais contacte o Gabinete de Informação e Relações Públicas, através do telefone 912 214 692.



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Segunda-feira, 17 de Abril de 2017
ROMARIA A CAVALO LIGA MOITA A VIANA DO ALENTEJO

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publicado por Carlos Gomes às 21:27
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PESCADORES DE PORTUGAL PEREGRINAM A FÁTIMA

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publicado por Carlos Gomes às 20:22
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FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS ORGANIZA PEREGRINAÇÃO NACIONAL A FÁTIMA

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A Federação do Folclore Português e a Associação Folclórica da Região de Leiria - Alta Estremadura estão a organizar a XV Peregrinação Nacional a Fátima.

Do programa consta:

08:30 horas - Parque nº 8 - Concentração dos Grupos participantes;

- Organização dos Grupos por Regiões;

09:00 horas - Saudação de Boas Vindas;

09:15 horas - Cortejo dos Estandartes e dos Grupos, até ao Santuário, para participação nas Cerimónias Religiosas;

10:00 horas - Terço - Procissão;

11:00 horas - Missa Solene;

12:45 horas - Procissão do Adeus.

Este evento destina-se aos Grupos Associados da Federação do Folclore Português.

Pedimos a todos os elementos, que solicitem o regulamento enviado pela FFP aos seus diretores.

A Direção



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Domingo, 2 de Abril de 2017
RANCHOS FOLCLÓRICOS PEREGRINAM A FÁTIMA

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A Federação do Folclore Português e a Associação Folclórica da Região de Leiria - Alta Estremadura estão a organizar a XV Peregrinação Nacional a Fátima.

Do programa consta:

08:30 horas - Parque nº 8 - Concentração dos Grupos participantes;

- Organização dos Grupos por Regiões;

09:00 horas - Saudação de Boas Vindas;

09:15 horas - Cortejo dos Estandartes e dos Grupos, até ao Santuário, para participação nas Cerimónias Religiosas;

10:00 horas - Terço - Procissão;

11:00 horas - Missa Solene;

12:45 horas - Procissão do Adeus.

Este evento destina-se aos Grupos Associados da Federação do Folclore Português.

Pedimos a todos os elementos, que solicitem o regulamento enviado pela FFP aos seus diretores.

A Direção



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Domingo, 26 de Março de 2017
RANCHOS FOLCLÓRICOS PEREGRINAM A FÁTIMA

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Sábado, 25 de Março de 2017
RANCHOS FOLCLÓRICOS PEREGRINAM A FÁTIMA

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A Federação do Folclore Português e a Associação Folclórica da Região de Leiria - Alta Estremadura estão a organizar a XV Peregrinação Nacional a Fátima.

Do programa consta:

08:30 horas - Parque nº 8 - Concentração dos Grupos participantes;

- Organização dos Grupos por Regiões;

09:00 horas - Saudação de Boas Vindas;

09:15 horas - Cortejo dos Estandartes e dos Grupos, até ao Santuário, para participação nas Cerimónias Religiosas;

10:00 horas - Terço - Procissão;

11:00 horas - Missa Solene;

12:45 horas - Procissão do Adeus.

Este evento destina-se aos Grupos Associados da Federação do Folclore Português.

Pedimos a todos os elementos, que solicitem o regulamento enviado pela FFP aos seus diretores.

A Direção



publicado por Carlos Gomes às 21:07
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RANCHOS FOLCLÓRICOS PEREGRINAM A FÁTIMA

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A Federação do Folclore Português e a Associação Folclórica da Região de Leiria - Alta Estremadura estão a organizar a XV Peregrinação Nacional a Fátima.

Do programa consta:

08:30 horas - Parque nº 8 - Concentração dos Grupos participantes;

- Organização dos Grupos por Regiões;

09:00 horas - Saudação de Boas Vindas;

09:15 horas - Cortejo dos Estandartes e dos Grupos, até ao Santuário, para participação nas Cerimónias Religiosas;

10:00 horas - Terço - Procissão;

11:00 horas - Missa Solene;

12:45 horas - Procissão do Adeus.

Este evento destina-se aos Grupos Associados da Federação do Folclore Português.

Pedimos a todos os elementos, que solicitem o regulamento enviado pela FFP aos seus diretores.

A Direção



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PESCADORES PEREGRINAM A FÁTIMA

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publicado por Carlos Gomes às 12:03
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Terça-feira, 14 de Março de 2017
FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS ORGANIZA PEREGRINAÇÃO NACIONAL A FÁTIMA

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A Federação do Folclore Português e a Associação Folclórica da Região de Leiria - Alta Estremadura estão a organizar a XV Peregrinação Nacional a Fátima.

Do programa consta:

08:30 horas - Parque nº 8 - Concentração dos Grupos participantes;

- Organização dos Grupos por Regiões;

09:00 horas - Saudação de Boas Vindas;

09:15 horas - Cortejo dos Estandartes e dos Grupos, até ao Santuário, para participação nas Cerimónias Religiosas;

10:00 horas - Terço - Procissão;

11:00 horas - Missa Solene;

12:45 horas - Procissão do Adeus.

Este evento destina-se aos Grupos Associados da Federação do Folclore Português.

Pedimos a todos os elementos, que solicitem o regulamento enviado pela FFP aos seus diretores.

A Direção



publicado por Carlos Gomes às 22:49
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Quarta-feira, 1 de Março de 2017
PESCADORES PEREGRINAM AO SANTUÁRIO DE FÁTIMA

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publicado por Carlos Gomes às 19:35
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Quinta-feira, 9 de Fevereiro de 2017
CASA DE GÓIS EM LISBOA APRESENTA O LIVRO "COMENDADORES DE GÓIS"

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publicado por Carlos Gomes às 10:17
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Domingo, 18 de Dezembro de 2016
MINHOTOS EM LISBOA CANTAM AO MENINO JESUS NA IGREJA DA GRAÇA

Ó meu Menino tão lindo,

Ó meu Menino tão belo,

Vinde, vinde já ao mundo

Que por vossa vinda espero.

 

Ó meu Menino tão lindo,

Vinde, vinde já ao mundo,

Livrar-nos do cativeiro

Deste abismo tão profundo.

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A igreja da Graça em Lisboa ficou hoje quase repleta de público a assistir aos cantares ao menino Jesus, conforme era tradição no Minho. A iniciativa partiu da parceria entre o Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho e o Grupo de Danças e Cantares Besclore, aliás Novo Banco. Ao evento associaram-se o Rancho Folclórico da Casa do Minho e o Rancho Folclórico Alegria do Minho, todos eles sediados na região de Lisboa.

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Cumprindo a tradição em ambiente solene e respeitoso, os quatro grupos folclóricos recriaram o ambiente de devoção religiosa que outrora se vivia por esta ocasião, entoando os cantares ao menino Jesus. Em breve seguem-se as Janeiras e as reisadas, tradições do povo português que consiste basicamente na formação espontânea de grupos que vão de porta em porta anunciando o nascimento de Jesus e pedindo alvíssaras, geralmente algo que ficou no fumeiro ou sobrou das festividades natalícias.

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A etnografia passa também pela preservação da cultura tradicional na sua vertente religiosa, conservando os cantares e outros costumes característicos também da época natalícia, não se restringindo pois ao desfiar de uma série de danças e cantares cujo enquadramento nem sempre é devidamente explicado. Os grupos folclóricos que hoje recriaram os cantares ao menino Jesus proporcionaram um magnífico espectáculo cultural, sobretudo a muitos lisboetas e aos turistas estrangeiros que não perderam a oportunidade de assistir de elevado interesse cultural.

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publicado por Carlos Gomes às 21:07
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Sábado, 17 de Dezembro de 2016
MINHOTOS EM LISBOA CANTAM AMANHÃ AO MENINO NA IGREJA DA GRAÇA

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publicado por Carlos Gomes às 17:57
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Terça-feira, 13 de Dezembro de 2016
IGREJA DA GRAÇA EM LISBOA RECEBE CANTARES TRADICIONAIS AO MENINO

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publicado por Carlos Gomes às 20:50
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Domingo, 11 de Dezembro de 2016
IGREJA DA GRAÇA EM LISBOA RECEBE CANTARES TRADICIONAIS AO MENINO

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publicado por Carlos Gomes às 12:10
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Terça-feira, 6 de Dezembro de 2016
ORIGENS E SIGNIFICADO DA COROA DO ADVENTO

A Coroa do Advento constitui um dos símbolos da época do Natal a anunciar o nascimento do Messias. Nos domingos do Advento, considerado o primeiro tempo do Ano Litúrgico correspondendo às quatro semanas que antecedem o Natal, as quais surgem representadas nas quatro velas. A família reúne-se à sua volta para rezar e celebrar. Seguindo a sua liturgia, é acesa a vela que corresponde à respectiva semana, entoando cânticos e fazendo leitura de passagens da Bíblia alusivas ao Advento.

As origens desta tradição remontam a antigos ritos colares praticados pelos povos europeus através dos quais celebravam o nascimento do Sol ou seja, o solstício de Dezembro, os quais vieram mais tarde a dar origem às saturnais romanas.

A sua forma circular representava precisamente a divindade solar que ocupava um lugar central em todos os ritos pagãos e está presente nas danças de roda que os povos sempre executaram desde as suas origens mais remotas.

Durante o inverno, os povos faziam fogueiras que, simbolizando a luz e o calor em cujo regresso se depositavam as esperanças, aparecem simbolizadas nas velas que fazem parte dos rituais da nossa fé.

Com efeito, através do rito, os povos antigos celebravam a acção criadora dos Deuses, assegurando dessa forma a ininterrupção do ciclo da vida e da morte num perpétuo renascimento e conferindo ao ritual um cunho de magia.

Porém, a religiosidade pagã ou seja, do camponês, cedeu o lugar ao Cristianismo e a novas formas de espiritualidade. E, desse modo, também a Coroa do Advento adquiriu uma nova simbologia e um novo significado.

Para o cristão, a infinidade do círculo representado na forma circular da Coroa do Advento representa o amor de Deus e a sua eternidade, bem assim como a aliança entre Deus e o Homem.

Os seus ramos verdes simbolizam a Esperança e a Vida na crença da Vida Eterna e da Ressurreição que constitui precisamente aquilo que distingue o verdadeiro cristão.

Carlos Gomes / http://www.folclore-online.com/



publicado por Carlos Gomes às 20:02
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Sábado, 3 de Dezembro de 2016
IGREJA DA GRAÇA EM LISBOA RECEBE CANTARES TRADICIONAIS AO MENINO

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publicado por Carlos Gomes às 21:03
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Sábado, 5 de Novembro de 2016
FOLCLORISTAS DEBATEM EM ALMARGEM DO BISPO REZAS, MEZINHAS E MEDICINA TRADICIONAL

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publicado por Carlos Gomes às 09:58
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Segunda-feira, 31 de Outubro de 2016
AS BRUXAS SÃO AS SACERDOTISAS DO PAGANISMO

Quais sacerdotisas dos ritos próprios do culto pagão, as chamadas bruxas desde sempre povoam o nosso imaginário, associado ao mal e representando figuras demoníacas que ao longo dos séculos foram inculcadas nas nossas mentes pela religião Cristã que entre nós viria a impor-se ao paganismo. Tal como a figura de Pã, deus dos bosques, dos campos, dos rebanhos e dos pastores veio ao longo da Idade Média a ficar associada à do Diabo transfigurado na dama pé-de-cabra.

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Proveniente do latim paganus que significa literalmente camponês ou rústico, o paganismo constitui uma forma de expressão religiosa em íntima comunhão com os fenómenos da natureza e profundamente ligado às necessidades espirituais do indivíduo inserido no mundo rural. Prova evidente dessa realidade constitui as tradições que respeitam aos ritos do inverno e ao culto dos mortos, desde os peditórios de “Pão Por Deus” até à “Serração da Velha”, passando pela celebração do solstício de Inverno e o Entrudos, celebrações quase todas convertidas em celebrações cristãs como o Natal, como se de festividades pagãs não se tratassem a sua origem. O mesmo sucede com outras festividades como o Solstício de Verão, com os seus ritos associados ao fogo e transformados em festividades são-joaninas.

Existem entre nós vestígios de antigos santuários pagãos como a do deus Endovélico na região do Alandroal, registando a própria toponímia a sua ancestral influência como sucede com a serra do Larouco, proveniente do deus Laraucus.

Porém, no ano 312 deu-se a alegada conversão do Imperador Constantino ao Cristianismo e, a partir do ano 392, passou o paganismo a ser proibido no Império Romano e consequentemente reprimido e perseguido, sendo essas medidas agravadas com a pena de morte a partir de 435 para quem praticasse ritos envolvendo o sacrifício de animais. Não obstante, o paganismo continuou a praticar-se, de forma mais ou menos discreta, sobretudo entre as gentes que viviam no campo. E a conversão à nova religião trazida pelos invasores romanos não foi tarefa fácil, deparando-se com maiores dificuldades entre os povos de regiões com maior apego às mais ancestrais tradições como se verificou no Minho e em Trás-os-Montes.

Os antigos templos e santuários pagãos foram destruídos para em seu lugar serem erguidas igrejas, o mesmo sucedendo com as encruzilhadas dos caminhos rurais e outros locais de culto nas aldeias que deram lugar a cruzeiros e a pequenos nichos contendo retábulos com as “alminhas” do Purgatório que passaram espiritualmente a aterrorizar as mentes dos humildes camponeses, até então habituados a uma relação mais sadia com a natureza que os rodeavam. Os sacerdotes pagãos conferiram uma nova roupagem às festas pagãs, procurando por esse meio conferir-lhes um novo sentido.

Mas, ainda assim, a religiosidade pagã sobrevive ao lado da nova fé, traduzida na manutenção de velhas tradições como as máscaras transmontanas e as festas dos caretos, o entrudo e as fogueiras de S. João. E, mesmo no Minho onde aparentemente existe forte religiosidade cristã, o que se verifica realmente é uma verdadeira manifestação de exuberância que caracteriza o minhoto, mais não constituindo a festa cristã do que um pretexto para exteriorizar a sua alegria como uma forma de profunda comunhão com a vida e o meio que o rodeia, iluminada por magníficas girândolas de fogo-de-vistas que revelam o seu apego embora inconsciente a antigas práticas religiosas.

Devemos a tais práticas religiosas pagãs os nossos mais profundos conhecimentos de medicina popular no uso das mais variadas espécies botânicas, o saber da meteorologia baseado na observação constante dos fenómenos naturais e da própria astronomia transmitido de geração em geração através de axiomas, a riqueza da nossa gastronomia e um infinito universo de conhecimentos que fazem parte do rico património do nosso folclore.

Com o decorrer do tempo, as perseguições acentuaram-se, tornando-se mais implacáveis durante a Idade Média e sobretudo no período da Inquisição. As sacerdotisas do paganismo eram perseguidas sob a acusação de bruxaria, sempre associada a práticas identificadas com ritos satânicos e talentos que lhes permitiam voar sentadas em rudimentares vassouras…

Nos tempos que correm, tais feitos mais não passam de fantasias literárias e até antigos rituais ligados ao culto dos mortos foram pela sociedade de consumo transformados em motivos de diversão, tal como no passado foram associados ao mal. Mas, o certo é que as bruxas jamais deixaram de existir e o paganismo parece estar de volta!



publicado por Carlos Gomes às 21:53
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Terça-feira, 18 de Outubro de 2016
ESCOLAS CATÓLICAS SÃO DESAFIADAS A DESENVOLVER PROJETOS ARTÍSTICOS INSPIRADOS NA MENSAGEM DE FÁTIMA

Iniciativa “Pela arte até Maria” envolve instituições de ensino na celebração do Centenário das Aparições

No próximo dia 21 de outubro o Santuário de Fátima recebe a III Peregrinação das Escolas Católicas a Fátima, que integra a sessão cultural “Pela Arte até Maria" desenvolvida no âmbito da celebração do Centenário das Aparições de Nossa Senhora do Rosário aos pastorinhos na Cova da Iria.

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A dinamização desta iniciativa, aberta a todas as escolas católicas, esteve a cargo de uma Comissão Organizadora constituída por elementos do Santuário de Fátima, do Secretariado Nacional da Educação Cristã (SNEC) e da Associação Portuguesa das Escolas Católicas (APEC). Na sessão cultural, agendada para as 14h00 de 21 de outubro de 2016, no Centro Pastoral de Paulo VI, em Fátima, serão apresentados os quatro trabalhos que foram selecionados de um conjunto de vários que foram apresentados e que se desenvolveram ao longo do ano letivo 2015-2016.

Cada escola católica foi convidada a apresentar um limite de três trabalhos em uma ou mais expressões artísticas ligadas às artes performativas, da música à dança e do teatro à literatura. A moldura temática proposta foi a do sétimo ciclo do Itinerário temático para o Centenário das Aparições, que tem como acontecimento de referência a aparição de outubro de 1917.

Sendo a celebração do Centenário das Aparições de Fátima, antes de mais, um projeto pastoral, que privilegia a vertente espiritual e de reflexão da fé, a Comissão Organizadora entendeu que as escolas católicas pudessem ser locais naturais e privilegiados onde é possível cumprir vários objetivos relacionados com a celebração do Centenário, nomeadamente fomentar a reflexão  sobre a Mensagem de Fátima e as suas implicações para vida cristã e, simultaneamente, apresentar sugestões para viver a espiritualidade de Fátima.

Cada escola foi convidada a integrar estes objetivos e a planear as suas atividades pedagógicas e pastorais tendo em conta a vivência cristã no contexto do fenómeno e da mensagem de Fátima.

Os trabalhos realizados, e que serão apresentados na Cova da Iria, foram desenvolvidos e serão interpretados maioritariamente por alunos tendo alguns deles, no entanto, envolvido outros elementos das comunidades educativas.



publicado por Carlos Gomes às 18:24
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Quinta-feira, 6 de Outubro de 2016
MESQUITA CENTRAL DE LISBOA REALIZA TERTÚLIAS

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No próximo dia 13 de Outubro, tem início um grupo de jantares tertúlia na Mesquita Central de Lisboa.

Clube de Filosofia Al-Mu'tamid

JANTAR TERTÚLIA

Dia 13 de Outubro (5ª feira) – das 19h00 às 22h30 - Mesquita Central de Lisboa

Debate:

"Citizenship, Dialogue and Peace"

Oradores:

Ismail Serageldin

(Director da Biblioteca de Alexandria, Egipto)

Jorge Sampaio

(Antigo Presidente da República)

Eduardo Lourenço

(Fundação Calouste Gulbenkian)

Apresentação e Moderação:

Joaquim Franco

Mahomed Abed

Paulo Mendes Pinto

Inscrições para este mesmo e-mail

Preço: 12 Euros (Jantar Buffet com um prato vegetariano)

Organização:

Clube de Filosofia Al-Mu'tamid, uma parceria entre:

- Área de Ciência das Religiões da Universidade Lusófona

- Comunidade Islâmica de Lisboa (Comissão Social, Cultural e de Formação)



publicado por Carlos Gomes às 20:18
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Domingo, 2 de Outubro de 2016
AMIGOS DOS CAMINHOS DE FÁTIMA JUNTAM PEREGRINOS EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 21:42
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Terça-feira, 27 de Setembro de 2016
LOURES MANTÉM A TRADIÇÃO DO CÍRIO DA NOSSA SENHORA DO CABO

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publicado por Carlos Gomes às 09:27
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Sexta-feira, 23 de Setembro de 2016
PARÓQUIA DE LOURES RECEBE EM FESTA NOSSA SENHORA DO CABO ESPICHEL

A paróquia de Loures vai estar em festa, porque recebe e acolherá durante um ano a imagem de Nossa Senhora do Cabo Espichel, tornando-se, assim, palco de uma das festas católicas mais antigas em Portugal.

Os Festejos decorreram na Igreja Matriz e nas imediações, com Cerimónias Religiosas todos os dias, Vários Espectáculos Musicais, Culturais, Circences e Danças. Onde as tasquinhas, carroceis, exposição automóvel e máquinas agricolas também marcam presença.

Consulte o programa detalhado:

DIA 1

11:00 Abertura do Arraial

13:00 Recepção à Comissão de Honra e aos Anjos das Loas na Igreja Matriz de Loures

14:30 Missa na Igreja de Belas

17:00 Entrega da Imagem de Nossa Senhora do Cabo à Paróquia de Sta. Maria de Loures

18:00 Canto das Loas na Igreja de S. Pedro de Caneças

19:30 Chegada a Montemor, Canto das Loas e Cortejo Automóvel com Motards e Carros Clássicos

20:30 Recepção da Imagem de Nossa Senhora do Cabo junto aos Bombeiros de Loures

Círio para a Igreja Matriz, Presidido pelo Bispo Auxiliar D. Nuno Brás

Cortejo de trens e Cavalaria particular

22:30 Actuação “Orquestr’UP - Sociedade Filarmónica União Pinheirense”

00:00 Fogo de Artificio

DIA 2

08:30 Alvorada e Repique dos Sinos

10:00 Arruada com Fanfarra da “Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Camarate”

11:00 Abertura do Arraial e Exposição de Carros Clássicos

15:00 Missa Solene em Honra de Nossa Senhora do Cabo, Presidida pelo Cardeal Patriarca D. Manuel Clemente

16:00 Procissão Solene pelas Ruas de Loures acompanhada pela “Banda da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Loures” e “Banda Filarmónica da Sociedade Musical e Desportiva de Caneças”

18:30 Actuação do “Chorus’UP - Sociedade Filarmónica União Pinheirense”

21:30 Actuação do Grupo “Chaparral Band”

23:00 Espectáculo com “Fernando Correia Marques”

DIA 3

08:30 Alvorada e Repique dos Sinos

18:00 Abertura do Arraial

19:00 Recitação de terço e missa pelos Colaboradores e Grupos da Paróquia

21:30 Actuação do Grupo “Contraponto”

DIA 4

08:30 Alvorada e Repique dos Sinos

18:00 Abertura do Arraial

19:00 Recitação de Terço e Missa pelas Crianças

21:30 Actuação da “Banda Nova Onda”

DIA 5

08:30 Alvorada e Repique dos Sinos

11:00 Abertura do Arraial

12:00 Missa pelos Idosos e Doentes

15:00 Encontro de Orquestras: Orquestra Ligeira da Sociedade Recreativa e Musical 1º de Agosto Santa Iriense, Orquestra Ligeira do Clube União Recreativo de São Julião do Tojal

18:00 “Clarinete in Orquestra”

21:00 Concerto com a Banda da “Sociedade Musical e Desportiva de Caneças com Vozes”

22:00 Actuação do “Duo Musical Nuno e Marina”

DIA 6

08:30 Alvorada e Repique dos Sinos

18:00 Abertura do Arraial

19:00 Recitação de Terço e Missa pelos Dirigentes e Associações da Freguesia

21:30 Actuação do “Trio Maravilha”

DIA 7

08:30 Alvorada e Repique dos Sinos

18:00 Abertura do Arraial

19:00 Recitação de Terço e Missa pelos Jovens

21:30 Actuação da “Banda Fora de Série”

DIA 8

08:30 Alvorada e Repique dos Sinos

09:30 Caminhada

11:00 Abertura do Arraial

15:00 Encontro de Folclore: “Rancho Folclórico e Etnográfico do Cabeço de Montachique”, “Rancho Folclórico do Bairro da Fraternidade e Grupo Folclórico” e “Etnográfico Danças e Cantares “Verde Minho”

17:30 Aula Aberta de Zumba – “Dalila Salvador”

19:00 Recitação de Terço e Missa pelas Famílias

21:30 Actuação da “Banda Demais”

23:00 Espectáculo com “TOY”

DIA 9

09:30 Caminhada

11:00 Abertura do Arraial

11:30 Missa

16:00 Tarde de Variedades:

Grupo Coral da Portela Canticorum

Hip Hop – Feel It Crew

Zumba – GimnoFrielas

Danças de Salão – GimnoFrielas

Cavaquinhos - Universidade Sénior de Loures

Grupo Cénico – Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fanhões

Artes Circenses - Gato Ruim

Teatr’UP - Sociedade Filarmónica União Pinheirens



publicado por Carlos Gomes às 22:36
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SINTRENSES DESPEDEM-SE DE NOSSA SENHORA DO CABO ESPICHEL

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publicado por Carlos Gomes às 11:06
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Segunda-feira, 12 de Setembro de 2016
MUÇULMANOS EM PORTUGAL CELEBRAM A FESTA DO SACRIFÍCIO

Hoje é dia de Eid-ul-Adha, a Grande Festa que celebra o episódio narrado no Corão segundo o qual, quando Abraham se preparava para sacrificar seu filho Ismael cumprindo a vontade de Deus, o sacrifício humano acabaria por ser substituído pelo sacrifício de um carneiro. Uma história aliás que possui paralelo na Bíblia Hebraica. Desde então, por esta ocasião festiva, muçulmanos de todo o mundo trocam presentes matam e comem carneiro e repartem com familiares e com os pobres.

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No Largo do Martim Moniz, em Lisboa, milhares de muçulmanos enchem a praça e, ajoelhados sobre os seus tapetes, fazem as suas orações, perante o olhar curioso da gente que passa.

As festividades têm começo 70 dias após o Ramadão e coincidem com a peregrinação a Meca, tendo a duração de 4 dias.

A caminho do local de oração, os fieis devem recitar, no mínimo uma vez depois de cada oração obrigatória, a frase: “Allah é o maior. Allah é o maior. Não há nenhuma divindade a não ser Allah. Allah é o maior. Allah é o maior e a Ele pertence todo o louvor.”

Começa dia 11 de Setembro, no Salah tul Fajr e termina quinta-feira dia 15 de Setembro no Salah tal Assr. Mesmo quando o crente faz sozinho a sua oração, tem que a recitar.

Ontem celebrou-se o Dia de Arafat. Jejuar nesse dia é Sunnah, e recordar Allah constantemente e recitar o seguinte Dua. A melhor das súplicas é a súplica do dia de ‘Arafah, e o melhor que eu e os profetas que me antecederam dissemos foi: “Não há divindade real a não ser Allah, O Único, que não possui sócio. Sua é a soberania, e para Ele são os louvores, Ele tem o poder sobre todas as coisas" (Sahih Attirmidhi 3/184.).

Calcula-se atualmente em cerca de 50 mil, o número de muçulmanos que vivem em Portugal, na sua maioria originários dos antigos territórios ultramarinos da Guiné-Bissau e de Moçambique, aos quais nos últimos anos vieram juntar-se muitos imigrantes sobretudo de origem paquistanesa mas também do Bangladesh, Senegal, Tunísia e Argélia. No que respeita às ramificações do Islão, rondam os 80% de sunitas, 15% de xiitas e 2% de wahabitas, estes últimos considerados mais ortodoxos e tendo na Arábia Saudita a sua maior influência.

Apesar de disporem na capital da chamada Mesquita Central de Lisboa, têm vindo nos últimos anos a serem abertos nos concelhos ao redor de Lisboa, mormente na margem sul do rio Tejo, novas mesquitas e outros locais de culto em virtude de grande parte dos muçulmanos viverem nos bairros da periferia. O mesmo vem sucedendo no Porto e outras cidades do país para onde a crise económica levou muitos imigrantes.

Ao contrário do que sucede com outros países europeus, o respeito pelas diferenças religiosas tem possibilitado uma saudável convivência entre pessoas que partilham diferentes religiões. A comprová-lo, registe-se o facto de jamais ter ocorrido até ao momento qualquer incidente em Portugal originado por motivos religiosos, o que se espera que continue a verificar-se.

Contribuirão em primeiro lugar para esta convivência pacífica, entre outros fatores, a sensatez das próprias pessoas que seguem os diferentes credos religiosos, a começar pelos seus próprios dirigentes. Mas também o caráter que, sobretudo desde as navegações dos Descobrimentos, moldaram os portugueses ao longo de séculos de convivência com outros povos de diferentes culturas.

Quem alguma vez teve a oportunidade de assistir às comemorações que as associações de antigos combatentes no Ultramar levam anualmente a efeito em Lisboa, por ocasião do Dia de Portugal, não foi sem alguma emoção que constatou a presença nas cerimónias de um número significativo de muçulmanos de origem africana, acompanhados das respetivas famílias, exibindo orgulhosamente a boina e outros distintivos que os distinguem como ex-militares que um dia combateram sob a bandeira de Portugal e como portugueses continuam a identificar-se. Os muçulmanos constituem, pois, uma comunidade plenamente integrada, à semelhança do que se verifica com portugueses que perfilham outras crenças religiosas.

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publicado por Carlos Gomes às 09:43
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Domingo, 4 de Setembro de 2016
MADRE TERESA ERA TANTO DE CALCUTÁ COMO SANTO ANTÓNIO ERA DE PÁDUA!

A Igreja Católica acaba de canonizar Madre Teresa de Calcutá. De etnia albanesa, Madre Teresa nasceu em 1910 na cidade de Skopje – atual capital da República da Macedónia – à época sob o domínio do Império Otomano.

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Batizada no século com o nome Anjezë Gonxhe Bojaxhiu, Madre Teresa foi uma religiosa fundadora das Missionárias da Caridade que desenvolveu importante ação evangelizadora e de caridade na Índia e em numerosos países onde se estabeleceu. Faleceu em 1997, em Calcutá, aos 87 anos de idade, vítima de ataque cardíaco, encontrando-se sepultada naquela cidade.

Não obstante Calcutá ter sido o local onde Madre Teresa viveu e veio a falecer, ela não deixa de ser uma albanesa da Macedónia porque foi precisamente ali que nasceu. Creio que jamais ocorreria a alguém tratá-la como chinesa se porventura aí tivesse falecido…

Vem isto a propósito das origens portuguesas de Santo António, porventura o santo português mais venerado em todo o mundo, mas frequentemente identificado com a cidade italiana de Pádua.

Considerado um dos mais insignes doutores da Igreja, Santo António nasceu em Lisboa onde foi batizado com o nome de Fernando, tendo vivido entre os séculos XII e XIII.

Foi frade no Convento de São Vicente de Fora, em Lisboa, pertencente à Ordem dos Regrantes de Santo Agostinho, tendo-se mais tarde tornado franciscano, o que o levou até Itália, tendo em 1221 feito parte do Capítulo Geral da Ordem, em Assis, a convite do fundador, Francisco de Assis, tendo posteriormente seguido para Bolonha e, mais tarde, para Pádua onde veio a falecer com 36 anos de idade segundo alguns biógrafos, ou com 40 anos conforme outros asseveram.

Por conseguinte, Santo António era lisboeta de nascimento e português de nacionalidade porque foi aqui que nasceu e, como tal, deve ser reconhecido como Santo António de Lisboa… e não em Pádua!



publicado por Carlos Gomes às 15:18
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Quarta-feira, 31 de Agosto de 2016
O ZOROASTRISMO E A SUA INFLUÊNCIA NO JUDAÍSMO E NO CRISTIANISMO

O zoroastrismo é a religião monoteísta viva mais antiga (apareceu entre 1550 AEC e 1200 AEC, numa altura em que o judaísmo tinha um caráter muito politeísta) e influenciou muito o islamismo (em especial o xiita), o judaísmo e o cristianismo.

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Dele provém por exemplo o conceito de paraíso (pairidaeza) e influenciou muito a religião judaica, durante o exílio na Mesopotâmia como por exemplo a proibição da adoração de imagens sagradas (todo o texto de Isaías na Bíblia é de raiz zoroastriana),o monoteísmo rigoroso (até então o judaísmo era confusamente politeísta) e o puritanismo austero (a purificação dos judeus apregoada por Esdras ter-se-á dado a partir da Pérsia) uma vez que o zoroastrismo era a religião oficial do império persa, sendo o imperador persa Ciro II visto como o “Messias de Jeová” ou o “ungido de Jeová”. O paradoxo é que o título é concedido a um soberano estrangeiro, que não conhece Jeová (“Embora não me conheças, eu te cinjo”, no Deuteronómio de Isaías).

Adotaram então a crença zoaroastrista da vida após a morte, os conceitos de céu e inferno e do julgamento final e do apocalipse muito diferentes do judaísmo de antes da invasão persa. O princípio dualista do zoroastrismo manifesta-se na doutrina das duas eras, uma era presente (de impiedade) que se opõe a uma era futura (de justiça). Com a invasão alexandrina e o helenismo, o judaísmo absorve novos conceitos: o conceito grego da imortalidade da alma e a ideia da ressurreição corporal do zoroastrismo.

Hoje em dia há duas seitas, geograficamente delimitadas (sem contar com os zoroastristas na diáspora, que devem ser tantos como o total dos que existem no Irão e na Índia, um dos quais era o vocalista dos Queen, Freddie Mercury, um zoroastrista parsi, cujo nome verdadeiro era Farrokh Bulsara. No Irão há 35.000 zoroastristas – segundo o governo iraniano – ou 60.000 segundo as autoridades religiosas zoroástricas.

Os zoroastristas iranianos, (cuja cidade sagrada é Yazd, se bem que haja muitos também em Teerão e Kerman) são mais abertos, aceitam casamentos com não-zoroastristas e tentam ativamente converter outras pessoas. Os zoroastristas indianos, concentrados no no Estado do Gujarate, chamados Parsis (de Persa), são mais fechados, só aceitam casamentos endógenos, porque se consideram uma raça “pura” e desencorajam o proselitismo e a conversão de estranhos. Isto é curioso: o ramo que procura conversões está num país onde 99% da população é muçulmana, na maioria xiitas duodecimanos, religião que não permite a saída para outra religião; o ramo parsi, que não admite a conversão de outros, está na Índia, país onde a conversão para outras religiões é livre, exceto para os muçulmano. Dá Ahura Mazda nozes a quem não tem dentes…

No Irão, além dos muçulmanos de várias confissões (incluindo os bahá’is, ramo divergente do xiismo, considerado herético e proibido mas que mesmo assim tem cerca de 350.000 fiéis), são reconhecidas pelo Estado e protegidas (com direito a um assento no parlamento cada uma, as religiões judaica (com 25.000 praticantes, a maior comunidade judaica num país muçulmanos), cristã (300.000, sendo 200.000 da igreja apostólica arménia, sendo os restantes protestantes e da igreja assíria; também são considerados cristãos, e como tal protegidos pela lei, os gnósticos mandeístas que porém não se reconhecem a si próprios como cristãos e por isso se consideram discriminados pelo governo – que não liga nenhuma às suas queixas e continua a classifica-los como cristãos; note-se uma coisa interessante: considera-se que o conceito de diabo nas igrejas cristãs provém do islamismo iraniano e não do judaísmo) e os zoroastristas.

Nuno Miranda

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publicado por Carlos Gomes às 11:43
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Sexta-feira, 27 de Maio de 2016
PESCADORES PEREGRINAM A FÁTIMA

PESCADORES



publicado por Carlos Gomes às 22:00
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Quinta-feira, 26 de Maio de 2016
O ESTADO PORTUGUÊS (AINDA) É LAICO?

“As igrejas e outras comunidades religiosas estão separadas do Estado e são livres na sua organização e no exercício das suas funções e do culto” – Artigo 41º, alínea 4 da Constituição da República Portuguesa

A insistência por parte da Câmara Municipal de Lisboa – visivelmente maior ainda do que da própria comunidade islâmica – na construção de uma mesquita na área da rua da Palma e da rua do Benformoso, junto à Mouraria e ao Largo do Martim Moniz, está a levantar uma grande celeuma que leva inclusivamente a questionar o princípio da laicidade do Estado português.

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Consagra a Constituição da República Portuguesa o princípio da separação da Igreja e do Estado. Porém, o financiamento público de um projeto que prevê a construção de um templo religioso, ainda que envolvendo obras sociais anexas ao mesmo, configura um tratamento privilegiado de uma religião em relação às demais. No caso em apreço, tal discriminação beneficia a religião islâmica que, em Portugal, representa apenas 0,5% da população.

Não é a liberdade religiosa que está em causa quando se questiona tal favorecimento de uma religião relativamente às demais confissões mas o respeito pela observação do princípio constitucional que garante a laicidade do Estado português.

Naturalmente, não vemos os apóstolos da laicidade agora insurgirem-se contra tal discriminação, porventura porque ela vai contra o Cristianismo em geral e a Igreja Católica em particular, desde sempre eleita como inimiga do progresso e como tal, alvo privilegiado das maiores perseguições desde os tempos da expulsão dos jesuítas.

Procuram que se esqueça que, apesar da indiferença dos tempos modernos, a esmagadora maioria dos portugueses professa o Cristianismo como religião, devendo-se a ele em grande medida a nossa matriz cultural e a construção dos alicerces da nossa civilização. E, mais ainda, os seus princípios nunca foram inibidores por parte de povos que se encontravam sob a bandeira portuguesa de professar diferentes religiões, como foram o caso dos muçulmanos na Guiné-Bissau, Índia Portuguesa e Moçambique.

Mas, chegados ao ponto em que um órgão da administração pública – uma autarquia local – coloca em causa o princípio da isenção relativamente às confissões religiosas, importa determinar que, a ser adotado por parte do Estado português uma religião oficial, essa deverá ser o Cristianismo e não outra qualquer porque é a religião maioritária e aquela que corresponde à nossa própria História e ao nosso padrão civilizacional, como é bem representado na bandeira nacional.

- Portugal (ainda) é dos Portugueses!



publicado por Carlos Gomes às 19:15
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