Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Segunda-feira, 6 de Março de 2017
PAN RECLAMA MELHORES CONDIÇÕES PARA AS FORÇAS DE SEGURANÇA

PAN pede mais apoio para os estudantes do ensino superior e melhores condições para as Forças e Serviços de Segurança

  • Esclarecimento dos estudantes sobre o processo de atribuição de bolsa para evitar atrasos administrativos
  • Maior celeridade e alteração dos critérios da atribuição de bolsas de estudo e no seu pagamento
  • Um psicólogo em cada comando territorial da GNR e da PSP 

O PAN - Pessoas-Animais-Natureza debate esta sexta-feira duas iniciativas legislativas. A primeira pretende facilitar o acesso às bolsas de estudo por estudantes do ensino superior para que mais alunos possam aceder a estes apoios e recomenda ao governo o reforço das medidas de apoio aos estudantes do ensino superior, como forma de combate ao abandono escolar.

O PAN recomenda que se promova o esclarecimento dos estudantes sobre o processo de atribuição de bolsa em articulação com as instituições de ensino superior, como os requisitos de acesso, as informações que devem ser prestadas por eles e a documentação a ser entregue, nomeadamente por via de sessões de esclarecimento ou de distribuição de panfletos. Defende ainda que se pondere sobre a criação de mecanismos que permitam aos alunos bolseiros que se candidatem a bolsa de estudos no ano letivo seguinte tenham o apoio automaticamente renovado, desde que se mantenham as mesmas condições, evitando a submissão de nova candidatura e que sejam criados mecanismos que permitam conferir maior celeridade na atribuição de bolsas de estudo e no seu pagamento. O partido pede ainda a alteração do regulamento de atribuição de bolsas de estudo, para permitir o acesso a este apoio aos estudantes inscritos no ciclo de estudos conducente ao grau de Doutor que, encontrando-se em situação de carência ou insuficiência económica, não usufruam de apoios concedidos através de bolsas de investigação.

O projeto pede também que se pondere sobre a alteração dos critérios de atribuição de bolsas de estudo, nomeadamente os respeitantes ao rendimento do agregado familiar e ao valor do património imobiliário, por forma a permitir o acesso a mais estudantes em situação de carência económica. Para permitir uma atribuição mais rigorosa de bolsas de estudo, recomenda que se proceda ao reforço da fiscalização dos serviços de ação social, nomeadamente pelo reforço de meios humanos, por forma a contribuir para a diminuição das situações de fraude, garantindo que o acesso a estes apoios se destina apenas àqueles que dele verdadeiramente precisam.

A segunda inicitiva recomenda ao governo que promova a melhoria das condições de saúde mental, em ambiente laboral, nas Forças e Serviços de Segurança, criando um programa de promoção da resiliência psicológica dos operacionais. Os profissionais das forças e serviços de segurança estão sujeitos a situações de elevado stress o que pode provocar depressões, ansiedade e até levar ao suicídio. É necessário que estes profissionais sejam devidamente acompanhados por psicólogos para prevenir estas situações. Para além de um acompanhamento constante estes profissionais deveriam ser dotados a priori de ferramentas que lhes permitissem lidar com as situações de stress que vivenciam no dia-a-dia.

O PAN recomenda, então, que se proceda ao levantamento do número de psicólogos que fazem o acompanhamento dos profissionais das forças e serviços de segurança, que se pondere o reforço do número de psicólogos para acompanhamento dos profissionais das forças e serviços de segurança, distribuindo-os por todo o território nacional, por forma a tornar os seus serviços acessíveis a todos os profissionais.

No que diz respeito à Guarda Nacional Republicana e à Polícia de Segurança Pública, o partido recomenda que se pondere o reforço do número de psicólogos para acompanhamento daqueles operacionais, para que cada comando territorial disponha de pelo menos um psicólogo. A criação de um programa de promoção da resiliência psicológica dos operacionais das forças e serviços de segurança, permitirá dotar os profissionais de ferramentas que lhes permitam aprender a lidar com situações de stress, diminuindo os riscos psicossociais e consequências ao nível da saúde ocupacional, como as baixas por doença profissional, absentismo e suicídio, aumentando a produtividade no cumprimento da missão e melhorando as condições de trabalho.



publicado por Carlos Gomes às 13:39
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Segunda-feira, 24 de Outubro de 2016
AMADORA INSTALA CÂMARAS DE VIDEOVIGILÂNCIA PARA PREVENIR A CRIMINALIDADE

O Município da Amadora celebrou no passado mês de julho com a sucursal em Portugal da empresa SICE S.A. um auto de consignação para a instalação de 103 câmaras de videovigilância em todo o concelho. A obra tem um prazo de seis meses de execução.

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As câmaras de videovigilância têm vindo a ser instaladas nos locais que foram identificados pela PSP como necessários, abrangendo as artérias do concelho onde, nos últimos anos, se verificou um maior índice de criminalidade, nomeadamente ao nível dos crimes de furto e de roubo. As áreas definidas são principalmente as zonas urbanas, junto aos parques e meios de transporte.

A videovigilância servirá para a proteção de pessoas e bens, aumentando o sentimento de segurança entre os cidadãos e prevenindo a criminalidade e apoiando a investigação criminal, enquanto meio de dissuasão e investigação na área da prevenção e repressão criminais.

Entretanto, esta iniciativa e sobretudo o cartaz que procede à sua divulgação tem vindo a ser criticado de “racista” porque, segundo Rui Tavares, o mesmo exibe “uma família apenas de brancos, à exclusão visível de todos os que não são brancos”.

Foto: https://www.facebook.com/transicoesurbanas



publicado por Carlos Gomes às 15:35
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Quarta-feira, 8 de Junho de 2016
COMBOIOS DA LINHA DE SINTRA NÃO OFERECEM SEGURANÇA AOS PASSAGEIROS: BANDO DE DELINQUENTES AGRIDE VIOLENTAMENTE REVISOR DA CP

Reunião de urgência após agressão a revisor: CP pediu reunião com a PSP para tomar medidas de segurança.

O conselho de administração da CP - Comboios de Portugal pediu esta quarta-feira uma audiência, com caráter de urgência, ao Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, para que sejam tomadas medidas que salvaguardem a segurança de clientes e funcionários.

A decisão surge após a administração ter tido conhecimento, "com muita preocupação", de uma agressão a um revisor da empresa, com cerca de 40 anos e em exercício de funções, alegadamente cometida por um grupo de cerca de três dezenas de jovens, ao início da noite de terça-feira, na Damaia, Amadora.

"Esta agressão revestiu-se de particular gravidade, pela sua dimensão e violência, tendo este trabalhador da CP sido assistido por uma equipa do INEM no local e, posteriormente, no hospital.

A CP continua a acompanhar a evolução deste caso, prestando ao trabalhador em causa a assistência necessária", explica a empresa, em comunicado.

Face a "este caso extremo", a administração da CP informa que já solicitou uma audiência ao Comando Metropolitano de Lisboa da Polícia de Segurança Pública, "com caráter de urgência, para que sejam tomadas as medidas adequadas, que possam garantir a segurança de clientes e funcionários da CP a bordo dos seus comboios".

Os serviços urbanos da CP em Lisboa asseguram anualmente o transporte de mais de 75 milhões de passageiros, sendo que, no período de verão se registam picos de procura. Contactado pela agência Lusa, o Comando Metropolitano de Lisboa (Cometlis) da PSP confirma a receção do pedido para a reunião.

Reforço do policiamento

O Cometlis anunciou que reforçou hoje o policiamento junto às praias, principalmente da Linha de Cascais, assim como nos transportes públicos, nomeadamente nos comboios que circulam nas Linhas de Cascais e Sintra. Este reforço de policiamento será "mais efetivo e acentuado" a partir da próxima semana, quando terá início a operação "Verão Seguro".

Em relação às agressões ao revisor, o Cometlis diz que continuam as investigações, com a inquirição de testemunhas e a visualização das imagens gravadas no interior do comboio, acrescentando que, até ao momento, "não há suspeitos identificados".

Luís Bravo, do Sindicato Ferroviário da Revisão e Comercial Itinerante (SFRCI), relatou à Lusa que a vítima teve alta do Hospital Amadora/Sintra por volta das 02h00, e está em casa de baixa médica a recuperar "da agressão violenta que envolveu pontapés e murros na cara".

O dirigente sindical contou que o episódio de violência aconteceu pelas 20:30, quando o revisor tentou proteger os passageiros e interveio no sentido de parar os desacatos que o grupo de 20/30 jovens estaria a provocar junto das pessoas que estavam no comboio.

Segundo Luís Bravo, parte deste grupo saiu na estação da Damaia, enquanto os restantes seguiram noutro comboio em direção a Rio de Mouro, na Linha de Sintra, "onde continuaram a provocar mais desacatos".

O sindicalista disse que estas situações são mais recorrentes no período das férias escolares, e anuncia que a direção deste sindicato vai pedir um reforço policial. "O SFRCI vai usar todos os meios ao seu dispor, para que o comando da PSP decida o mais rapidamente possível pela colocação do Corpo de Intervenção nas estações e comboios na zona urbana de Lisboa, pois o clima de impunidade não pode prevalecer perante criminosos que põem em causa a segurança de trabalhadores e clientes da CP", alertou Luís Bravo.

Fonte: Lusa



publicado por Carlos Gomes às 21:17
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Quarta-feira, 18 de Maio de 2016
ESTÃO OS CICLISTAS ISENTOS DE CUMPRIR O CÓDIGO DA ESTRADA?

É cada vez maior o número de pessoas que em Lisboa optam pela bicicleta como meio de transporte. Circulam pelas ruas movimentadas da capital, irrompendo por entre as filas de trânsito e, desse modo, contribuindo de certa forma para a redução do seu congestionamento.

Assiste-se, porém, com grande frequência ao incumprimento de todas as normas de segurança e respeito pelos demais cidadãos, incluindo as próprias regras do Código da Estrada. Conforme a conveniência, circulam sobre os passeios, nas passadeiras junto aos peões e raramente respeitam a sinalização luminosa, colocando em risco a sua própria segurança e das demais pessoas.

Não sendo obrigados a seguro e à licença e registo de matrícula do veículo para poder circular na via pública como em tempos sucedia, e por conseguinte desconhecedores das regras mais elementares do Código da Estrada, tudo lhes é permitido, fica o peso da responsabilidade pela segurança rodoviária atribuído exclusivamente aos automobilistas – e os transeuntes sujeitos a atropelamento também nas passadeiras e passeios em princípio destinados à sua circulação em segurança!



publicado por Carlos Gomes às 10:23
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Terça-feira, 3 de Maio de 2016
ARMÁRIO DE ELETRICIDADE NA BAIXA LISBOETA COLOCA EM RISCO SEGURANÇA DOS TRANSEUNTES

Em plena baixa lisboeta, mais precisamente na rua da Conceição, um armário de eletricidade encontra-se plantado a meio do passeio, junto a uma passagem de peões, dificultando a circulação pedonal e colocando em risco a segurança de quem ali aguarda a possibilidade de atravessamento da estrada.

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Em virtude da má localização daquele armário, eliminando o espaço reservado aos peões, já têm ocorrido naquele local vários acidentes, vitimando pessoas que se encontram na berma do passeio ou que, inadvertidamente, afastam-se para a faixa rodoviária a fim de possibilitar a circulação de outras pessoas no passeio.

Sobretudo pela segurança dos transeuntes, este armário deveria ser removido para outro local, prevenindo futuros acidentes em virtude da sua péssima localização.

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publicado por Carlos Gomes às 22:46
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Sexta-feira, 8 de Abril de 2016
ENTRADAS PARA OS COMBOIOS NA LINHA DE SINTRA NÃO OFERECEM CONDIÇÕES DE SEGURANÇA

Contam com menos de duas décadas, as composições que circulam na linha ferroviária de Sintra. Não obstante, as entradas para os comboios não oferecem condições de segurança aos passageiros. A distância em altura ou afastamento da porta de entrada em relação ao piso do cais, varia de estação e apeadeiro, sucedendo nalguns casos ser difícil de transpor por parte de pessoas mais idosas e deficientes motores como sucede na estação do Oriente.

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A comprovar e como forma de remediar a situação, os passageiros são permanentemente alertados dos riscos que correm por meio de uma mensagem gravada que é emitida sempre que o comboio se aproxima de uma estação ou apeadeiro

Há perto de vinte anos, procedeu-se à remodelação das linhas de Sintra e Alverca, construindo-se novas estações e apeadeiros, incluindo os respetivos cais de embarque. Lá andaram os porta-miras e os topógrafos de teodolitos às costas, para medir os ângulos que determinariam com exatidão o nivelamento do terreno, tudo fazendo prever que os pisos dos cais de embarque ficariam rigorosamente ao nível e a curta distância da entrada das composições ferroviárias. Aliás, tal como sucede desde há muitas décadas com as composições que circulam na linha de Cascais.

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À falta de rigor matemático, foi acrescentado um degrau que, para além dos riscos que comporta, nunca se encontra ao mesmo nível do piso dos apeadeiros, sucedendo por vezes que por precaução, as portas não são abertas a fim de prevenir uma eventual queda de um passageiro diretamente para a linha do comboio como sucede na estação do Rossio. E, para contentar as pessoas que se deslocam em cadeira de rodas, lá improvisaram a colocação de uma prancha, à semelhança das que se utilizam nos navios.

O serviço é deficiente em termo de segurança. Resta saber se também possui a certificação da qualidade!



publicado por Carlos Gomes às 21:25
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Quarta-feira, 9 de Março de 2016
TRAFICANTES VENDEM DROGA NO ROSSIO

O tráfico de droga regressou à Praça D. Pedro IV, vulgo Rossio, em Lisboa. Os transeuntes são frequentemente abordados por indivíduos que lhes oferecem as “bolotas” de droga.

Os vendedores de droga exercem a sua actividade com o maior à vontade, sempre a coberto de um vigia que controla a eventual aproximação de algum agente policial.

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publicado por Carlos Gomes às 10:13
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Sábado, 5 de Dezembro de 2015
FALTAM EXTINTORES DE COMBATE A INCÊNDIO NO PARQUE DE ESTACIONAMENTO DA DOCA NO PARQUE DAS NAÇÕES

No Parque da Doca, perto do Oceanário de Lisboa, faltam alguns extintores de combate a incêndios, encontrando-se os respetivos armários com os vidros partidos.

Desconhecemos se teve recentemente lugar algum sinistro naquele local que obrigou à utilização dos meios de combate ao fogo ou se a falta daquele equipamento se terá devido a roubo e vandalismo. O facto é que, qualquer que tenha sido a ocorrência que esteve na sua origem, registamos a sua falta!



publicado por Carlos Gomes às 23:00
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Terça-feira, 27 de Outubro de 2015
EXERCÍCIO IBÉRICO ANAFS-GREM – EU SETEX – USAR 2015

A capacidade de intervenção e o nível e qualidade das acções operacionais das unidades de socorro está intimamente ligada à rotinação dos procedimentos e ao hábito do trabalho em equipa. Igualmente, as operações de socorro são, cada vez mais internacionalizadas, obrigando a um intercâmbio permanente entre parceiros das mesmas áreas de socorro.

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A ANAFS integra a Rescue International Assistance League - RIAL de que é membro e representante para Portugal e, dentro do seu plano de preparação, tem vindo a realizar todos os anos, desde 2010, um exercício ibérico, com outros intervenientes nacionais e internacionais, com relevo para a sua congénere espanhola, GREM Grupo de Rescate Espeológico y de Montaña-Unidad Canina de Salvamento de Castilla y Leon, alternadamente em Espanha e Portugal.

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O exercício, este ano realizou-se em Portugal, no Concelho de Setúbal, entre 19 e 23OUT15 e cenariou, como habitualmente, a intervenção desta feita, só de meios nacionais, já que a projecção de forças de socorro internacionais, representadas por forças espanholas do GREM e da UME Unidad Militar de Emergencias, lamentavelmente não se verificou. No entanto, por proposta do SMPCB - Serviço de Protecção Civil e Bombeiros de Setúbal foi possível integra-lo no conjunto de Exercícios da União Europeia, com a designação de EU SETEX-USAR 2015, sendo por esta observado e analisado e seguindo as normas da UNDAC.

A ANAFS, como habitualmente, actuou com uma “task force” criada a partir das suas unidades operacionais ANAFS USAR TEAM (busca e salvamento), ANAFS DRC TEAM (gestão de deslocados - IDP) e ANAFS EOC TEAM (comando, controlo e comunicações–C3), com o apoio da ANAFS UIS (intervenção social) e ANAFS ULA (logística alimentar) reforçada com meios oriundos dos seus Parceiros do SMPC OURÉM, SMPC ARRUDA DOS VINHOS, ULPC ALCÂNTARA e CBV ALCABIDECHE com os respectivos materiais e equipamentos.

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O programa do evento deste ano iniciou-se com a montagem de um OSOCC, que foi gerido por elementos da CSB SETÚBAL e do SMPCB e por um R/D-C gerido porelementos da ANAFS, ambos instalados na Companhia de Sapadores, onde foram recepcionados todos os intervenientes no exercício, posteriormente encaminhados para a BoO montada nas instalações das piscinas municipais de Setúbal, que apresentavam excelentes condições para o efeito.

No primeiro dia de trabalhos os peritos do Mecanismo da União Europeia realizaram as suas palestras, a que se seguiu no segundo dia a distribuição dos participantes por bancas de trabalho operacional, uma das quais foi dirigida por elementos do CME da ANAFS, que por sua vez deram origem à execução de um exercício USAR, desenvolvido em dois “spot”, onde actuaram duas unidades de comando autónomo, uma composta por elementos da CBS SETÚBAL e do GIPS-GIC/GNR e outra da ANAFS e dos seus Parceiros.



publicado por Carlos Gomes às 16:49
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Segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2015
É URGENTE RESTABELECER A ORDEM E SEGURANÇA DAS POPULAÇÕES NA REGIÃO DE LISBOA!

As recentes notícias que dão conta de desacatos provocados numa grande superfície comercial na sequência de um “meet”, o apedrejamento e tentativa de assalto a uma esquadra de polícia no concelho da Amadora e o assassínio a tiro de um agente da autoridade em missão de policiamento levam-nos a questionar a situação de falta de segurança com que se debatem as populações da área da grande Lisboa.

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A violência e o tráfico de droga proliferam em muitos bairros clandestinos dos arredores de Lisboa, incluindo a margem sul do rio Tejo, locais que constituem pontos de alojamento no país de muitos estrangeiros em situação ilegal.

Para além de não acabarem com a construção ilegal, as autarquias autorizam ainda a construção de labirintos nas novas urbanizações a dificultar a ação policial, os abarracados nas hortas cultivadas à beira das estradas e até a instalação de acampamentos sob os viadutos da zona de Campolide. Tudo isto constitui fatores de desorganização que podem vir a facilitar situações de explosão social e até aproveitadas para acobertar atividades de índole criminosa mais vasta.

As constantes agressões às forças policiais coloca em causa a autoridade do Estado e em situação alguma deve ser tolerada nem beneficiar de impunidade. Os portugueses querem viver em tranquilidade e segurança pelo que exigem ordem. Os bairros clandestinos devem acabar e a criminalidade deverá ser seriamente reprimida, nem que para tal tenha de ser revista a lei da nacionalidade. Mas, uma coisa é certa: o que se está a assistir não pode continuar sob pena de a curto prazo se perder o controlo da ordem pública!

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publicado por Carlos Gomes às 23:43
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Quinta-feira, 25 de Setembro de 2014
CABOS ELÉTRICOS SÃO PERIGO QUE ESPREITA NA PRAÇA DA ESTRELA EM LISBOA

Nas placas de refúgio que servem de paragem aos carros elétricos da CARRIS na Praça da Estrela, em Lisboa, existem cabos elétricos que podem representar um perigo para os transeuntes.

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Trata-se do sistema elétrico que há uns anos alimentava os postes luminosos que assinalavam as referidas placas de refúgio e eram à época conhecidos por “pimenteiros”. Os postes foram definitivamente retirados depois de frequentes vezes terem sido abalroados por condutores em despiste mas os cabos elétricos não foram retirados do local.

Até ao presente não se registou qualquer acidente. Contudo, o seu abandono não garante as melhores condições de segurança, impondo-se medidas que previnam que nada de grave venha a ocorrer…



publicado por Carlos Gomes às 00:00
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Sexta-feira, 12 de Setembro de 2014
DEPUTADOS DO PARTIDO “OS VERDES” QUEREM ESCLARECIMENTOS DO GIVERNO SOBRE ACIDENTES COM TRATORES AGRÍCOLAS

O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar “Os Verdes”, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério da Agricultura e do Mar, sobre o número elevado de acidentes com tratores agrícolas.

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Pergunta:

Ao longo dos anos tem sido noticiado pela comunicação social local e nacional a ocorrência de inúmeros acidentes envolvendo tratores agrícolas e florestais traduzindo-se num número elevado de vítimas, mortais e feridos graves.

Entre janeiro de 2013 e julho de 2014 a GNR registou, no continente, a ocorrência de 256 acidentes dos quais resultaram 122 vítimas mortais e 83 feridos graves, sendo que a maioria destes acidentes ocorreu em propriedade privada.

Segundo a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), Portugal é dos países europeus com a taxa de mortalidade mais elevada envolvendo acidentes com tratores. A mortalidade é oito vezes superior aos acidentes com veículos ligeiros e camiões.

Existem vários fatores facilitadores que refletem o número elevado acidentes tais como a falta de manutenção do veículo, a fadiga provocada por excesso de horas de trabalho, o excesso de carga, as características geomorfológicas dos terrenos, o desrespeito por normas de segurança, a idade do trator e a idade avançada de quem o conduz.

Segundo a ANSR, entre 2000 e 2009, a maioria dos acidentes envolveu tratores com mais de 10 anos, assim como a maioria das vítimas mortais e feridos graves tinham mais de 65 anos, ou seja reflete também a estrutura etária avançada dos agricultores portugueses, nomeadamente afetos à agricultura familiar.

Em 2010 foi aprovada a resolução da Assembleia da República n. 139/2010 com o objetivo de “Reduzir a sinistralidade do trator e reduzir os acidentes mortais no meio rural” em que recomenda ao governo, entre outros, um programa de renovação e reequipamento das explorações agrícolas e um programa de formação e aconselhamento.

Embora a substituição da maquinaria e a formação dos operadores sejam medidas preventivas extremamente importantes para reduzir a sinistralidade e a mortalidade, a verdade é que os apoios/incentivos têm sido muito restritos, comparado por exemplo com incentivos do antigo Programa AGRIS, delineado com medidas para a pequena agricultura (2000-2006). Por outro lado, a formação (cofinanciada e homologada) de um modo geral, está direcionada para operadores em idade ativa e não para pessoas com mais de 65 anos, alguns dos quais sem a escolaridade obrigatória.

Os cursos de Operadores de Máquinas Agrícolas (O.M.A) são escassos face às necessidades e difíceis de realizar dada a complexidade e custo, envolvendo meios, equipamentos e infraestruturas muito específicos comparado com outras ações de formação. Face aos números negros que se tem registado envolvendo tratores agrícolas urge desenvolver todos esforços e meios para reduzir drasticamente estes trágicos números, porque por detrás deles estão vidas.

Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, solicito à S. Exa. A Presidente da Assembleia da República que remeta ao Governo, a seguinte Pergunta, para que o Ministério da Agricultura e do Mar me possa prestar os seguintes esclarecimentos:

1- Que ações tem sido efetivamente desenvolvidas pelo Ministério no sentido de reduzir a sinistralidade e mortalidade envolvendo tratores agrícolas?

2- De 2007 a 2013 qual o valor gasto pelo Ministério da Agricultura e do Mar com a prevenção da sinistralidade envolvendo tratores agrícolas?

3- De 2007 a 2013 quantos cursos de Operadores de Máquinas Agrícolas foram homologados pelo Ministério? Quantos formandos com mais de 65 anos participaram nestes cursos?

4- O Ministério tem acompanhado à posteriori as pessoas que frequentaram cursos de O.M.A. homologados? Se não, tem no futuro intenção de acompanhar os antigos formandos?

5- Caso existam registos, dos acidentes ocorridos entre 2000 e 2013 envolvendo tratores agrícolas, quantas vítimas tinham frequentado um curso O.M.A homologado, ou participado em ações de prevenção?

6- Que medidas a curto prazo estão previstas para reduzir a sinistralidade e mortalidade envolvendo tratores agrícolas?

7- Quais as medidas e respetivo valor previsto no âmbito do Programa de Desenvolvimento Rural (PDR 2020) para a substituição de tratores e maquinaria agrícola com mais de 10 anos?

O Grupo Parlamentar “Os Verdes”,



publicado por Carlos Gomes às 18:36
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