Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Domingo, 14 de Janeiro de 2018
MÁSCARAS IBÉRICAS DESFILAM EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 20:28
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Quinta-feira, 11 de Janeiro de 2018
PORQUE FUMAM AS CRIANÇAS NA FESTA DOS RAPAZES EM MIRANDELA?

Existem tradições que chegadas aos nossos dias e, sobretudo no contexto social e cultural em que vivemos, afiguram-se-nos profundamente estranhas e por vezes até repudiáveis. Trata-se de antigos usos e costumes que foram com o tempo adquirindo novas formas, mas que não deixaram, porém, de representar resquícios da antiga religiosidade pagã e de normas de comportamento social.

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Desde sempre, a burguesia foi avessa a certas formas de celebração populares tidas como mais rudes e que tinham origem nos meios rurais e eram trazidos para o espaço urbano como sucedia com os corsos carnavalescos e o típico xe-xé cujas tiradas constituíam uma autêntica crítica social que não raras as vezes punha a nu os podres e a hipocrisia de importantes figuras da sociedade. Assim, na cidade, os festejos do carnaval retiraram-se para as casas particulares – ou para o interior das agremiações recreativas, vulgo colectividades, nos ambientes mais populares habitualmente situados nas vilas e bairros operários.

Idêntico horror verifica-se em relação a formas de divertimento popular originário dos meios rurais como sucede com jogos e práticas que envolvem a participação de animais, nem sempre brutalizadas como sucede com as que implicam o sofrimento animal, absolutamente repudiável à luz dos novos valores civilizacionais.

Todas estas mudanças culturais mais não reflectem do que a alteração dos valores culturais e os padrões morais impostos a partir do Romantismo por uma nova classe social – a burguesia – que acabou por tomar o poder político e estabelecer uma nova ordem social.

Entre tais práticas que causam uma profunda estranheza encontra-se a curiosa tradição mantida em dia de Reis, na aldeia de Vale de Salgueiro, no concelho de Mirandela, por ocasião da Festa dos Rapazes em Honra de Santo Estêvão, que consiste na permissão por parte dos pais em deixarem as crianças fumar e andarem pelas ruas com maços de tabaco durante os dois dias da festa.

Este costume inscreve-se nos antigos ritos de iniciação que ainda actualmente se observam nas sociedades mais primitivas e que ao longo dos tempos foram adquirindo diferentes formas de representação consoante a evolução da sociedade, as mudanças religiosas e a alteração dos padrões mentais. Tal como o consumo de cigarros constitui um hábito relativamente recente e, portanto, uma influência moderna sobre costumes antiquíssimos, outras práticas também denunciam semelhantes origens como sucede com a “noite de núpcias” e o correspondente afastamento da comunidade, a “ida às sortes” e o seu ritual na taberna da aldeia ou ainda, na sua forma mais cristianizada, a “comunhão solene” a culminar alguns anos de preparação através da catequese cristã.

Por essa ocasião, nesta região de Trás-os-Montes, o povo tem por costume dançar a murinheira ao ritmo dos bombos e som das gaitas-de-foles, uma dança originária da cultura celta que também é executada na Galiza.

A figura do Rei – alusiva aos Reis Magos – organizando a festa e percorrendo as casas da aldeia a recolher os donativos, constitui já um traço da influência do Cristianismo a modificar uma ancestral prática pagã.

Mais do que julgar, compete ao etnólogo – tal como ao historiador – compreender a evolução das culturas e das mentalidades, colocando de lado preconceitos ideológicos que mais não correspondem a uma moral vigente numa determinada época de acordo com um modelo de sociedade.

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O Xé-xé era a figura mais típica do carnaval no século XIX e que entretanto desapareceu

Fotos: http://www.sabado.pt/ / Arquivo Municipal de Lisboa

Carlos Gomes



publicado por Carlos Gomes às 13:20
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Segunda-feira, 8 de Janeiro de 2018
ARGANILENSES EM LISBOA CANTAM OS REIS NA IGREJA DE SANTA CATARINA

O Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa, conjuntamente com a Junta de Freguesia de Santa Catarina, levou ontem a efeito em Lisboa a segunda edição “Do Natal aos Reis”, um Encontro de Cantares do Ciclo Natalício que começa já a ser uma referência cultural na capital.

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À semelhança do ano anterior, a Igreja de Santa Catarina foi o local escolhido para a realização do espectáculo e dificilmente poderia ser melhor. Ricamente ornamentada a talha dourada, a Igreja de Santa Catarina foi mandada construir no século XVI por D. Catarina de Áustria, esposa do rei D. João III. Integrava o antigo Convento dos Paulistas onde actualmente se encontra instalado o Comando Territorial de Lisboa da GNR. Bastante danificada pelo terramoto de 1755, foi reconstruída dois anos depois. Em 1835, um incêndio voltou a destruir uma parte considerável do edifício. A partir desse ano, a Igreja do Convento dos Paulistas passa a servir como igreja da paróquia sob o orago de Santa Catarina.

Para além do anfitrião – o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa – a iniciativa contou ainda com a participação do Rancho Folclórico e Etnográfico de Eira Pedrinha – Condeixa-a-Nova e do Grupo de Danças e Cantares Regionais do Orfeão da Feira.

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 10:54
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Domingo, 7 de Janeiro de 2018
ENCONTRO DE CONCERTINAS JUNTA MINHOTOS EM LISBOA

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Sábado, 6 de Janeiro de 2018
MINHOTOS DESFILAM EM LISBOA NO CORTEJO DO ANO NOVO CHINÊS

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publicado por Carlos Gomes às 18:14
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MINHOTOS EM LISBOA FESTEJAM ANO NOVO CHINÊS

Grupo Folclórico Verde Minho desfila em Lisboa no Cortejo do Ano Novo Chinês. Comunidade Chinesa participa no FolkLoures’18

O Grupo Folclórico Verde Minho vai desfilar no cortejo alusivo às festas do Ano Novo Chinês que se realiza em Lisboa, a partir das 10h30 do próximo dia 10 de Fevereiro, desde a Alameda D. Afonso Henriques até ao Largo do Martim Moniz.

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O vermelho vai constituir a cor predominante quer nos trajes tradicionais chineses como ainda nos trajes à vianesa que os minhotos vão exibir em virtude de se tratar da cor  da fortuna, da alegria e da felicidade, sendo que a sua influência é tão forte na cultura chinesa que até as noivas costumam usar o vermelho.

As celebrações em Portugal do Ano Novo Chinês antecipam-se quase uma semana uma vez que, na realidade, o primeiro dia do calendário chinês recai este ano a 16 de Fevereiro, sendo o Cão o animal do zodíaco cuja energia vai prevalecer ao longo deste ano, juntamente com a Terra.

O calendário chinês rege-se pelos ciclos lunares em conjugação com a posição do sol, iniciando-se na noite de lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo grau de Aquário. As representações dos doze animais do horóscopo a que correspondem os anos no calendário chinês possuem a sua origem na lenda segundo a qual, os doze animais se apresentaram a Buda, correspondendo ao seu chamamento.

Ascende a mais de vinte mil o número de chineses que vivem em Portugal, oriundos principalmente da província de Cantão em virtude da sua proximidade com Macau, constituindo uma comunidade pacífica e trabalhadora, dedicada sobretudo ao comércio e com uma presença considerável na nossa região.

Por sua vez, a comunidade chinesa radicada em Portugal vai participar na próxima edição do FolkLoures – Encontro de Culturas, mais concretamente no festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. Junto à réplica das ruínas da Igreja de São Paulo, em Macau, o grupoPensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa” vai apresentar a Dança de Tibete, “Capriccio de Kumara”.

Este intercâmbio entre a comunidade chinesa e as gentes do Minho radicadas na região de Lisboa, através do Grupo Folclórico Verde Minho e do Pensamento Oriental - Promoção da Cultura Chinesa”, constitui um gesto que valoriza a amizade luso-chinesa e contribui para a paz e amizade entre os povos.

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Sexta-feira, 5 de Janeiro de 2018
MINHOTOS EM LOURES CANTAM AS JANEIRAS

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publicado por Carlos Gomes às 21:50
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Quarta-feira, 3 de Janeiro de 2018
ARGANILENSES EM LISBOA ORGANIZAM ENCONTRO DE CANTARES DO CICLO NATALÍCIO

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publicado por Carlos Gomes às 20:16
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Segunda-feira, 1 de Janeiro de 2018
LISBOETAS FORAM A BANHOS À PRAIA DE CARCAVELOS

Dezenas cumprem tradição do primeiro banho do ano em Carcavelos

Muitos dos banhistas que se aventuraram no mar optaram por trajar de modo quase carnavalesco.

Largas dezenas de pessoas cumpriram esta segunda-feira a tradição de tomar o primeiro banho de mar na praia de Carcavelos, Cascais, apesar dos avisos da Autoridade Marítima sobre a agitação prevista no mar.

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António Santos, 93 anos, é um dos pioneiros desta tradição e alcançou hoje o 75.º banho no mar no dia 1 de janeiro. São muitas as histórias que António Santos tem memorizadas destes primeiros banhos do ano, que começaram por iniciativa de um grupo de amigos em 1943. "Em 1942 lemos no jornal que dois malucos se mandaram ao Tamisa à meia-noite [de 01 de janeiro]. Em 1943 decidimos também entrar no mar no primeiro dia do ano", conta António Santos à agência Lusa. Desde 1943 até hoje têm sido muitos a juntar-se à iniciativa, uma experiência que os banhistas asseguram que traz benefícios para a saúde. Inácio Abreu cumpriu hoje o seu terceiro banho de mar no primeiro dia do ano e afirma que se sente fisicamente "muito bem" com esta tradição, que a mulher acompanha do areal e apenas para "transportar a toalha". "Não sei se é mania, mas a pessoa fica melhor. Gosto muito de nadar e não dispenso este mergulho", disse Inácio Abreu, de 71 anos, contando que o mar de Carcavelos estava hoje mais quente do que nos anos anteriores, embora mais perigoso. Cesarina Rocha também já mergulha no Ano Novo há três anos e sente igualmente os efeitos positivos na saúde: "é muito bom, nem me constipo nem nada. Sinto mesmo diferença na saúde, até nos ossos, sinto-me muito melhor". Mesmo os mais jovens sublinham as vantagens de começar o ano com um banho de mar, mesmo em dias mais frios. Hoje de manhã estava em Carcavelos um dia de sol e céu limpo, com temperaturas atmosféricas a rondar os 16 graus e com a água a cerca de 15 graus. "Assistimos na televisão há uns anos e foi algo que nos fascinou. Faça chuva, sol ou vento, vamos todos os anos, dissemos", relata Gabriela que, juntamente com o habitual grupo de amigas, optou este ano por ir ao mar vestida de Mãe Natal. Os trajes temáticos são outra tradição que estas amigas estão a juntar à do banho no mar. Depois de já terem experimentado a Capuchinho Vermelho e os fatos de banho dos anos 20, pensam que em 2019 irão vestidas de palhaças. Os disfarces não são um exclusivo deste grupo de amigas. Aliás, muitos dos banhistas que hoje de manhã se aventuraram no mar de Carcavelos optaram por trajar de modo quase carnavalesco, aliando o vestuário ao espírito de animação vivido no areal daquela praia de Cascais.

Fonte: Agência LUSA



publicado por Carlos Gomes às 15:31
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Domingo, 31 de Dezembro de 2017
CARCAVELOS REVIVE AMANHÃ TRADIÇÃO DO PRIMEIRO BANHO DO ANO

Centenas de pessoas vão amanhã, da parte da manhã, a partir das 9 horas, tomar o primeiro banho do ano na praia de Carcavelos conforme manda uma tradição que se mantém desde há mais de setenta anos.

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Envergando os mais bizarros fatos-de-banho, os banhistas correm em conjunto pela praia em direcção às ondas, indiferentes à temperatura fria desta época de inverno.

Após o mergulho, regressam ao paredão para, em alegre convívio, deliciarem-se com fatias de bolo-rei e outras guloseimas como manda a tradição nesta quadra festiva.

Além dos intrépidos banhistas, o ritual atrai normalmente centenas de curiosos e a comunicação social que nunca perde a oportunidade de registar este convívio bizarro que anualmente se realiza às portas de Lisboa. E, não faltarão sequer os “Narcisos”, divertidos tocadores de concertina que animam a festa com os seus acordes muito ao jeito do folclore minhoto. A sua denominação evoca o saudoso café Narciso cujo ambiente permanece com saudade na memória de muitos frequentadores da praia de Carcavelos.

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publicado por Carlos Gomes às 15:25
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ARGANILENSES EM LISBOA ORGANIZAM ENCONTRO DE CANTARES DO CICLO NATALÍCIO

O Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa, juntamente com a Junta de Freguesia da Misericórdia, levarão a cabo a 2ª edição do evento ‘DO NATAL AOS REIS’, que consiste num Encontro de Cantares do Ciclo Natalício, do qual farão parte 3 grupos folclóricos, que exibirão cantares tradicionais da época.

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O evento terá o seguinte horário:

16h00m – Abertura do espetáculo com sessão solene

16h15m – Atuação dos Grupos de Folclore:

  1. Rancho Folclórico e Etnográfico de Eira Pedrinha
  2. Condeixa-a- Nova | Beira Litoral Mondego
  3. Grupo de Danças e Cantares Regionais do Orfeão da Feira
  4. Santa Maria da Feira | Douro Litoral Sul
  5. Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa
  6. Arganil | BeiraSerra

Deste modo singelo, convidamos todos os sócios, amigos, conterrâneos e conhecidos a estarem presentes nesta festividade, para deste modo engrandecê-la e fazer parte dela; só com a união e colaboração de todos é que o movimento folclórico ganha força para continuar vivo! Venha conviver, divertir-se e conhecer um pouco mais das tradições deste belo país “à beira-mar plantado”.



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Sexta-feira, 29 de Dezembro de 2017
MINHOTOS EM LOURES CANTAM AS JANEIRAS

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Terça-feira, 26 de Dezembro de 2017
MINHOTOS LEVAM A LOURES CANTARES DAS JANEIRAS

Grupo Folclórico Verde Minho mantém a tradição!

O Grupo Folclórico Verde Minho vai a partir do próximo dia 1 de Janeiro levar os tradicionais cantares das janeiras aos minhotos radicados em Loures e na região de Lisboa em geral. Levam consigo a concertina e o cavaquinho, o bombo e os ferrinhos e, como manda a tradição, pedem alvíssaras ao dono da casa. Irompem pelos restaurantes de gerência minhota, surpreendem os clientes e animam o ambiente que se torna festivo para gáudio dos presentes. São as gentes minhotas que levam consigo os seus costumes para onde quer que migrem.

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Chegou o Janeiro e com ele as janeiras. Pelos caminhos das aldeias seguem os reiseiros com as suas violas e bandolins, harmónios e cavaquinhos, indo de porta em porta cantar os reis e pedir alvíssaras. No Minho cantam os Reis Velhos e os Reis Galegos. As portas abrem-se para os receber e o anfitrião é presenteado com descantes como o menino o foi pelos reis magos com oiro, incenso e mirra no dia do seu nascimento. Após escutar com atenção os versos que lhe foram dedicados, o dono da casa convida-os a entrar e recebe-os com algumas iguarias que retira do fumeiro. Se quem recebe é generoso pode festa durar até às tantas. Contudo, se a espórtula é fraca e o acolhimento pouco amistoso, os reiseiros lançam-lhe à despedida algumas quadras satíricas em lugar dos habituais agradecimentos.

Nalgumas localidades como sucedia nas terras da Maia onde os costumes são semelhantes, o povo erguia no adro da igreja um palanque onde era representado um auto que, regra geral, se dividia em três actos ao longo dos quais se narrava a história do nascimento do messias, desde a perseguição movida por Herodes – que morreu 4 anos antes do nascimento de Cristo! – até à adoração do menino pelos pastores e pelos reis magos. As gentes maiatas por exemplo, iniciavam os ensaios das reisadas ou embrechados como também eram designadas, logo após as colheitas e a representação das diferentes personagens era quase sempre feita pelos mesmos que haviam representado no ano anterior ou então era o seu desempenho passado para outra pessoa da mesma família, sucedendo não raras as vezes que os membros de uma determinada família passavam a ser conhecidos pelo  nome das personagens que invariavelmente representavam.

O costume de cantar os “reis” ou as “janeiras” prende-se com a tradição cristã do nascimento do menino Jesus e das oferendas feitas pelos reis magos quando estes se dirigiram à gruta de Belém. Não obstante e à semelhança do que sucede com as demais festividades de índole cristã, também esta possui raízes bem mais profundas que remontam ao paganismo primitivo e que se relacionam com as festividades solsticiais que ocorriam precisamente na mesma altura a que foi atribuído o nascimento de Jesus, embora sem provas que fundamentem tal acontecimento. É, com efeito, o começo do ano solar ou seja, os primeiros dias que se seguem ao "nascimento do sol" e os raios solares crescem de novo, passando o seu tempo de duração a aumentar de dia para dia, reiniciando-se o percurso que leva invariavelmente ao renascimento da natureza e dos vegetais com o entrudus da Primavera. A civilização cristã assimilou tais costumes antiquíssimos conferindo-lhes uma nova interpretação mais consentânea com os seus ensinamentos bíblicos. Por outras palavras, cristianizou velhas usanças pagãs.

Entre os romanos, Jano era celebrado como o deus dos portões e dos começos, do céu luminoso e das origens e, por conseguinte, o princípio de toda a existência, razão pela qual o seu nome era inicialmente invocado mesmo antes do próprio nome de Júpiter. Em virtude disso, foi o seu nome atribuído ao mês que passou a designar-se por Janeiro e que se segue ao solstício do inverno após ter passado a primeiro mês do calendário romano com a reforma introduzida por Numa Pompílio. Ora, a designação de janeiras ou janeiradas pela qual passaram a ficar conhecidas as reisadas apenas se deve ao facto das mesmas ocorrerem no primeiro dia do ano, não obstante o costume as prolongar até ao dia de reis ou "Adoração dos Reis Magos" que em Portugal se celebra no dia 7 de Janeiro.

Mas, sob uma forma mais ou menos cristianizada, o costume permanece e chega até nós graças à tradição, atravessando gerações e sofrendo as influências de cada época. E, o que se afigura mais notável, numa altura em que a toda a actividade humana é retirada a sacralidade que caracterizava as sociedades antigas, a espiritualidade cede o lugar aos bens materiais e outras ilusões terrenas, eis que o Homem faz renascer de novo as suas velhas tradições e estas regressam cada vez com maior brilho e fulgor. É que, sob pena de um retorno à condição animal, o ser humano jamais pode abdicar da sua essência da qual faz parte integrante a sua própria dimensão espiritual.

Uma vez terminadas as reisadas, é tempo de semear o centeio e o tomate, a cenoura e o feijão, preparar as terras para as culturas do inverno e covais para novas plantações, proceder à transfega dos vinhos e adubar as terras.

Em breve chegará o entrudus e com ele o folguedo que se destina a preparar a serração da velha e a entrada da Primavera. Até lá, cantemos os reis e revivamos as nossas tradições para que estas continuem a ser o que sempre foram!



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Quarta-feira, 20 de Dezembro de 2017
MINHOTOS EM LISBOA CANTAM AO MENINO JESUS NA IGREJA DA GRAÇA

A Igreja da Graça foi no passado dia 17 de Dezembro palco de um espectáculo de cantares ao Menino Jesus, numa iniciativa de dois grupos folclóricos minhotos – o Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho e o Grupo de Danças e Cantares BESCLORE.

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Para além dos grupos orgnizadores, participaram ainda o Rancho Folclórico do Calvário – Algarve e o Rancho Folclórico “As Mondadeiras” da Casa Branca – Alto Alentejo.

Esta iniciativa constitui uma das tradições populares de carácter religioso do nosso povo e a sua reconstituição constitui uma forma de preservação da nossa cultura tradicional.

À semelhança de anos anteriores, o espectáculo pautou-se pela sua elevada qualidade e o público não faltou à chamada e os grupos participantes não defraudaram a expectativa de todos quantos assistiram à recriação das nossas tradições.

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publicado por Carlos Gomes às 20:09
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Domingo, 17 de Dezembro de 2017
LOURES ALEGRA-SE COM CÂNTICOS TRADICIONAIS AO MENINO JESUS

Centenas de pessoas encheram hoje a Igreja Matriz de Loures para assisitirem à tradição dos cânticos aos Meninos Jesus, tal como outrora se celebrava na região de Entre-o-Douro-e-Minho, como então se denominava a região a norte do rio Douro e que mantém as mesmas afinidades históricas, geográficas e etnográficas.

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O espetáculo foi organizado pelo Grupo Folclórico Verde Minho e contou com a participação, além do grupo anfitrião, do Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega, Rancho Folclórico da Casa do Minho, Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho, Rancho Folclórico Alegria do Minho e, como surpresa não anunciada anteriormente, do Grupo Feminino Cantares de Mourão, do Alto Alentejo.

Para além dos minhotos que afluíram à Igreja Matriz de Loures para assistir e participar no evento, a assistência contou com a participação de elevado número de paroquianos.

A abrir o espectáculo, o apresentador deu as boas-vindas a todos os presentes e, em nome da entidade organizadora, fez uma breve apresentação cujo teor seguidamente transcrevemos:

“Os cânticos ao Menino Jesus constituem uma das tradições cristãs mais apreciadas pelo nosso povo, celebradas durante a quadra natalícia e profundamente ligada à Missa do Galo. E é essa tradição que hoje, todos nós, propomos aqui trazer, nos moldes em que a mesma era vivida em terras de Entre-o-Douro-e-Minho!

Como quase todas as tradições populares que foram entretanto cristianizadas, também esta tem as suas origens pagãs. É nesta altura do ano que se celebra o Solstício de Inverno ou seja, o nascimento do Sol, outrora venerado como uma divindade. Sucede que o Galo simboliza a aurora, o nascimento do Sol, o amanhecer de um novo ano solar após um prolongado período de inverno. E, porque a Natureza constitui um ciclo de perpétuo renascimento, a celebração do mito através da sua ritualização assegura a passagem da morte para a vida, o nascimento do Sol.

Não existindo embora qualquer fundamentação histórica para a atribuição desta data ao nascimento de Jesus, as nossas gentes continuam a festejar com imensa alegria a Natividade, com a mesma fé e fervor com que os nossos ancestrais celebravam o nascimento do Sol.

- Vamos, pois, cantar louvores ao Menino Jesus, preservando as nossas tradições!”

E assim sucedeu. Os grupos folclóricos proporcionaram a todos quantos tiveram oportunidade de assistir um espectáculo inigualável a promover a nossa cultura popular.

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 21:12
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Sábado, 16 de Dezembro de 2017
PONTE DE LIMA LEVA A LOURES ALHEIRA DE GALO E ARROZ DE SARRABULHO À MODA DE PONTE DE LIMA E O GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO ANIMA A FESTA

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os Restaurantes do Sarrabulho em Ponte de Lima

O arroz de sarrabulho com rojões à moda de Ponte de Lima e a alheira de galo vão fazer as delícias dos melhores apreciadores da cozinha tradicional minhota. Trata-se de uma jornada gastronómica levada a cabo pelo Grupo Folclórico Verde Minho em parceria com os Restaurantes de Sarrabulho em Ponte de Lima e vai ter lugar no próximo dia 4 de Fevereiro, no refeitório da Câmara Municipal de Loures.

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O arroz de sarrabulho é uma das mais ricas especialidades da cozinha portuguesa em geral e minhota em particular. Um autêntico manjar próprio dos deuses!

Ao invés das papas de sarrabulho que são feitas à base de farinha de milho, aqui impera o arroz como a própria designação indica.

Desde a perna do porco às belouras, do chouriço verde às farinhotas e outros aromas e delícias de fazer crescer àgua na boca, o porco compromete-se na elaboração deste magnífico prato. As carnes são temperadas com louro, cravinho e noz-moscada, sal e pimenta e, no final, com os cominhos que lhe conferem um paladar muito peculiar e único. As carnes, depois de cozinhadas e desfiadas, juntam-se ao arroz e vão de imediato à mesa.

Por sua vez, a alheira de galo, especialidade produzida pela Minho Fumeiro, situada na Correlhã, no concelho de Ponte de Lima, e já galardoada com a medalha de ouro no concurso da Feira Nacional da Agricultura, em Santarém, é justamente considerada a “melhor das melhores” alheiras do país.

Com baixo teor de sal e calorias, contendo apenas 13 gramas de gordura e 14 gramas de proteína, a sua confecção possui alguns segredos que vão do pão amolecido no caldo da cozedura das carnes de galo até aos temperos.

E porque onde há Minho há alegria e tradição, lá estará o Grupo Folclórico Verde Minho para animar o evento com as mais alegres rapsódias do folclore do Alto Minho.

Por sua vez, entendendo que o folclore ou seja, a sabedoria popular não se restringe ao canto e à dança mas abrange todos os aspectos da vida social, incluindo nela a própria gastronomia, o Grupo Folclórico Verde Minho juntou esforços com o melhor da restauração limiana para em Loures – às portas da capital do país! – dar a conhecer a Alheira de Galo e o Arroz de Sarrabulho à Moda de Ponte de Lima.

- Venham, pois, provar o nosso património!

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publicado por Carlos Gomes às 20:18
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PAROQUIANOS DE LOURES CANTAM AMANHÃ AO MENINO JESUS

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publicado por Carlos Gomes às 18:26
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Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017
LOURES VAI OUVIR CANTARES TRADICIONAIS AO MENINO JESUS

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Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017
MINHOTOS RUMAM A LOURES PARA CANTAR AO MENINO JESUS

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publicado por Carlos Gomes às 00:44
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MINHOTOS EM LISBOA CANTAM AO MENINO NA IGREJA DA GRAÇA

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Sábado, 9 de Dezembro de 2017
MINHOTOS RUMAM A LOURES PARA CANTAR AO MENINO JESUS

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publicado por Carlos Gomes às 19:37
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Domingo, 3 de Dezembro de 2017
CONGRESSO DO BOMBO REÚNE NO SEIXAL EM 2018

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publicado por Carlos Gomes às 19:40
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MINHOTOS EM LOURES CANTAM AO MENINO JESUS

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publicado por Carlos Gomes às 09:30
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Sexta-feira, 24 de Novembro de 2017
MINHOTOS RUMAM A LOURES PARA CANTAR AO MENINO JESUS

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publicado por Carlos Gomes às 21:02
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FESTIVAL DA MÁSCARA IBÉRICA ESTÁ DE VOLTA

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publicado por Carlos Gomes às 11:05
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Domingo, 19 de Novembro de 2017
CASTANHAS E MINHO JUNTA MINHOTOS EM QUEIJAS

Minhotos em Oeiras festejam o São Martinho a dançar. A tarde soalheira era convidativa e o programa não podia ser melhor.

“Castanhas e Minho” é uma festa minhota que o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega realiza anualmente às portas de Lisboa, mais precisamente no Salão de Festas dos Bombeiros Voluntários de Linda-a-Pastora, na localidade de Queijas, concelho de Oeiras.

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Parafraseando o poeta, “as castanhas estalavam cinzentas, na brasa” e, no palco, perante uma assistência animada que enchia por completo o salão de festas, os grupos folclóricos minhotos mostravam como se canta e dança na nossa região, quer no Alto como no Baixo Minho.

A abrir o espectáculo, actuou o anfitrião Grupo Folclórico das Terras da Nóbrega, a que se seguiu o Grupo Folclórico de São João Baptista de Nogueira, de Braga; e o Grupo Folclórico de Cuide de Vila Verde, de Ponte da Barca, que encerrou ao ritmo que é peculiar das gentes do interior serrano do Alto Minho.

Para o ano que vem regressará mais uma edição do “Castanhas e Vinho” – São Martinho compromete-se com a meteorologia e o Grupo Folclórico das Terras da Nóbrega em proporcionar aos minhotos mais uma agradável jornada de convívio bem ao gosto das nossas gentes!

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Sábado, 18 de Novembro de 2017
MINHOTOS RUMAM A LOURES PARA CANTAR AO MENINO JESUS

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publicado por Carlos Gomes às 18:43
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Domingo, 12 de Novembro de 2017
MINHOTOS RUMAM A LOURES PARA CANTAR AO MENINO JESUS

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publicado por Carlos Gomes às 01:24
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MAGUSTO DE SÃO MARTINHO JUNTA MINHOTOS EM LOURES

Terminou há instantes o magusto de São Martinho que o Grupo Folclórico Verde Minho levou a efeito nas instalações da Associação Luís Pereira da Motta, em Loures.

Fotos: Carlos Gomes / Manuel Santos

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Tratou-se de um evento que reuniu amigos e componentes daquele grupo folclórico minhoto que se vem destacando pela sua dinâmica e espírito de iniciativa. Porém, de forma imprevista, ficou marcada por alguma contenção e sobriedade em virtude do falecimento de dois familiares de componentes do Grupo Folclórico Verde Minho.

Entretanto, os organizadores preparam já a realização dos tradicionais Cantares ao Menino que vai ter lugar no próximo dia 17 de Dezembro, a partir das 15 horas, na Igreja Matriz de Loures. Neste evento vão participar, além naturalmente do grupo organizador – o Grupo Folclórico Verde Minho – o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega, o Rancho Folclórico da Casa do Minho, o Grupo de Danças e Cantares Alto do Moinho e o Rancho Folclórico Alegria do Minho.

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publicado por Carlos Gomes às 00:49
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Sexta-feira, 10 de Novembro de 2017
MINHOTOS REALIZAM AMANHÃ EM LOURES MAGUSTO DE SÃO MARTINHO

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publicado por Carlos Gomes às 18:08
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GRUPO DE FOLCLORE DAS TERRAS DA NÓBREGA FESTEJA O SÃO MARTINHO

Diz o Povo sabiamente que "em tempos de São Martinho, lume, castanhas e vinho". O Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega (GFTN), despretensiosamente sugere uma alteração a este adágio para: em tempos de São Martinho, lume, "Castanhas & Minho"!

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Trata-se da IV Tarde de Folclore Minhoto, organizada pelo GFTN que trará as tradições outonais minhotas, as castanhas ao borralho, as concertinas e as canas-verdes, o vinho doce e a água-pé ao Salão de Festas dos Bombeiros Voluntários de Linda-a-Pastora em Queijas (Oeiras).

Este ano, além do anfitrião Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega teremos o Grupo Folclórico de São João Baptista de Nogueira (Braga - Baixo Minho Cávado) e o Grupo Folclórico de Cuide de Vila Verde (Ponte da Barca - Alto Minho Interior).

"Se o Inverno não erra caminho, tê-lo-emos pelo São Martinho". Não nos assustemos com as intempéries e sejam nossos convidados entre castanhas assadas, uma malga de verde e um vira minhoto! Seria para nós um prazer e uma honra poder receber Vossas Excelências neste nosso último evento do ano.



publicado por Carlos Gomes às 10:26
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Quinta-feira, 9 de Novembro de 2017
MAGUSTO DE S. MARTINHO JUNTA MINHOTOS EM LOURES

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publicado por Carlos Gomes às 23:18
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Quarta-feira, 8 de Novembro de 2017
MAGUSTO DE S. MARTINHO JUNTA MINHOTOS EM LOURES

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publicado por Carlos Gomes às 02:09
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Sábado, 4 de Novembro de 2017
FOLKLOURES'18 TEM PROGRAMA FECHADO E JÁ COMEÇAM A CHEGAR OS PEDIDOS DE PARTICIPAÇÃO PARA O ANO SEGUINTE

À distância de quase um ano inteiro em relação à data do FolkLoures’18, a organização deste grandioso evento já tem o programa fechado e continuar a chegar solicitações de participação que serão considerados para a edição do ano seguinte.

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O FolkLoures é uma iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho que conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures e que, a cada edição, está a adquirir maior qualidade e mais notoriedade, arriscando-se a tornar-se em breve num dos maiores eventos de folclore a nível nacional

A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

Para o próximo ano está prevista, além de algumas surpresas que divulgaremos oportunamente, a participação do Rancho Folclórico do Grupo Desportivo de Lousa em representação da região saloia de Loures; do Grupo de Danças e Cantares do Alto do Moinho representando o Douro Litoral; o Grupo dos Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia – Minho, o Grupo Folclórico de Penafiel – Entre-o-Douro-e-Minho; o Grupo Cultural e Etnográfico “Os Camponeses de Pias” – Serpa que traz o cante alentejano da margem esquerda do rio Guadiana e, naturalmente, o anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho, também em presentação do Minho e da comunidade minhota radicada na região saloia.

Com o apoio da Embaixada da República Popular da China, também a comunidade chinesa em Portugal trará ao palco do FolkLoures as danças tradicionais do povo chinês, ente as quais destacaremos o Dança do Leão. E, de momento, o resto é surpresa!

Além do festival propriamente dito, terá lugar uma conferência a ser proferida pelo Prof. Doutor Manuel Antunes acerca da História e Tradições das gentes de Vilarinho da Furna, a realização de uma exposição e um mercado inter-cultural.

A anunciar a festa, vão rufar os bombos do grupo “Os Arrufarte” e “Pifaradas e Gaitadas” de Unhais da Serra, concelho da Covilhã.

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publicado por Carlos Gomes às 20:01
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Sexta-feira, 3 de Novembro de 2017
MINHOTOS EM QUEIJAS FESTEJAM S. MARTINHO COM CASTANHAS E FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 13:50
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Segunda-feira, 30 de Outubro de 2017
MAGUSTO DE S. MARTINHO JUNTA MINHOTOS EM LOURES

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publicado por Carlos Gomes às 22:06
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SINTRA: GRUPO FOLCLÓRICO DE BELAS REALIZA MAGUSTO DE S. MARTINHO

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publicado por Carlos Gomes às 19:55
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CANTE ALENTEJANO MARCA PRESENÇA NO FOLKLOURES’18

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures, no âmbito do FolkLoures’18

O Grupo Coral e Etnográfico “Os Camponeses de Pias” vai participar no Festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

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Situado na margem esquerda do rio Guadiana onde o cante alentejano assume uma faceta mais alegre, o Grupo Coral e Etnográfico “Os Camponeses de Pias” foi criado em 1968 com o objetivo de interpretar as lindas modas da terra. A opção de envergar os trajes das atividades agrícolas de meados do século XX acompanhados por instrumentos de trabalho, acrescentou-lhe o colorido dos campos, afirmando a ligação do Cante à paisagem rural. O rigor de apresentação dos seus trajes tem-lhe permitido ganhar vários prémios ao longo da sua existência.

O rigor e qualidade das suas interpretações sob a direção de Barão Cachola, granjeou-lhe o respeito dos outros grupos e a atenção do meio musical, o que logo levou à gravação em 1973 de um Long Play e à presença no programa ZIP ZIP da RTP, tornando-se sócio fundador da Federação de Folclore Português. A entrada de Manuel Coelho para a direção do Rancho em 1980, gerou uma nova dinâmica, que se traduziu na sua internacionalização e na presença assídua em diversos espetáculos no país.

O Grupo Coral e Etnográfico “os Camponeses de Pias” tem sido convidado a participar em diversos projetos musicais. No seu portefólio encontramos participações com Vitorino Salomé, Lua Extravagante e Janita Salomé. No Pavilhão Atlântico em Lisboa acompanharam Caetano Veloso, Maria Bethânia assim como Rio Grande, Ala dos Namorados e Paulo Ribeiro. Tem participado em vários programas televisivos nacionais e estrangeiros, telenovelas e documentários, participado e organizado festivais de folclore.

Em 2003 lançaram o CD "Pias Tradição Musical" e em 2013 a coletânea “O Cante à Moda de Pias”, integram a Confraria do Cante Alentejano e desde o primeiro momento apoiaram a Candidatura do Cante Alentejano à Lista Representativa de Património Cultural Imaterial da Humanidade da UNESCO.

O empenho do seu jovem diretor António Lebre, concretizou a abertura da já afamada “ Taberna dos Camponeses de Pias”, onde se pode cantar, gotejar bons vinhos e saborear as iguarias da terra; também a sua dedicação conseguiu que um  grupo de jovens cantadores criasse “Os Mainantes”. 

Neste caminho, as vozes do Rancho mantém a mesma dolência e intensidade das memórias vividas na Aldeia de Pias. E com as cores do Cante continuam a participar nas cartografias do futuro onde a identidade de origem não se esquece, como poderão consultar no seu site (www.camponesesdepias.net ).

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publicado por Carlos Gomes às 15:12
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Sábado, 28 de Outubro de 2017
MINHOTOS REALIZAM EM LOURES MAGUSTO DE S. MARTINHO

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publicado por Carlos Gomes às 07:58
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TOCADORES DE CONCERTINA RUMAM AMANHÃ À RIBEIRA DA LAGE, NO CONCELHO DE OEIRAS

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publicado por Carlos Gomes às 07:57
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Domingo, 22 de Outubro de 2017
LOURES VAI OUVIR CANTARES TRADICIONAIS AO MENINO JESUS

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publicado por Carlos Gomes às 09:19
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MINHOTOS EM LOURES FAZEM MAGUSTO DE S. MARTINHO

O Grupo Folclórico Verde Minho realiza em Loures o tradicional magusto de S. Martinho onde não faltarão as castanhas, a água-pé e o vinho novo como manda a tradição.

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A festa, porventura a mais característica do Outono e a celebrar a colheita da castanha e a produção do vinho, vai ter lugar no próximo dia 11 de Novembro – dia de S. Martinho – a partir das 20 horas, nas instalações da Associacao Luis Pereira da Mota, sitas na Praceta António Francisco da Silva Penetra, em Loures.

A entrada é livre



publicado por Carlos Gomes às 09:06
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Sexta-feira, 20 de Outubro de 2017
"OS ARRUFARTE" RUFAM OS BOMBOS NO FOLKLOURES'18

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures, no âmbito do FolkLoures’18

O Grupo “Os Arfrufarte” vai participar no Festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

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"Os ARRUFARTE é uma associação sem fins lucrativos fundada em com o objectivo de preservar a música tradicional portuguesa. Tocam bombo e caixa, dois dos instrumentos mais tradicionais da cultura popular portuguesa.

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Quinta-feira, 19 de Outubro de 2017
PENAFIEL DANÇA NO FOLKLOURES’18

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures, no âmbito do FolkLoures’18

O Grupo Folclórico de Penafiel vai participar no Festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

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Na verdejante encosta do Vale do Sousa onde se situa a linda e centenária cidade de Penafiel, terra de mil encantos, as suas gentes constituíram em 1980 o Grupo Folclórico de Penafiel para que a sua herança cultural fosse preservada e divulgada.

Representando a região que compreendia a vetusta Comarca d’Entre-o-Douro-e-Minho, os penafidelenses cantam e dançam o malhão e o vira, ao som da concertina e das violas braguesas e amarantinas, cavaquinhos e reco-recos, ferrinhos, bombos e tabuinhas.

Vestem-se com trajes de trabalho mas também de romaria. E, dessa maneira, percorrem o país e estrangeiro dando a conhecer as mais ricas tradições da sua região.

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publicado por Carlos Gomes às 11:09
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Segunda-feira, 16 de Outubro de 2017
GRUPO DE PIFARADAS E GAITADAS TRAZEM AO FOLKLOURES’18 AS TRADIÇÕES DA SERRA DA ESTRELA

FolkLoures’18 é uma iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho e conta com o apoio da Câmara Municipal de Loures

O Grupo das Pifaradas e Gaitadas dos Pastores de Alvaro Cardoso Pessoa vai participar no Festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

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Fundado em 1979 com vista a divulgar os usos e costumes das gentes da serra da Estrela, mais concretamente de Unhais da Serra, o Grupo das Pifaradas e Gaitadas é constituído por 9 musicos regidos por Alvaro Cardoso Pessoa e reproduz os ritmos dos instrumentos de percussão tradicionais dos povos pastoris que descendem dos ancestrais guerreiros lusitanos dos montes Hermínios.

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publicado por Carlos Gomes às 21:00
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GRUPO DE DANÇAS E CANTARES DO ALTO DO MOINHO LEVA AO FOLKLOURES’18 AS TRADIÇÕES DAS GENTES DO DOURO LITORAL

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures, no âmbito do FolkLoures’18

O Grupo de Danças e Cantares do Alto do Moinho, sediado no concelho da Amadora, vai participar no Festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

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O Grupo de Danças e Cantares do Alto do Moinho foi fundado em 1987 e encontra-se sediado na Associação de Moradores Alto do Moinho, no Bairro do Zambujal, concelho da Amadora, nos limites geográficos com a cidade de Lisboa. No entanto, este grupo representa com fidelidade os usos e costumes das gentes do Douro Litoral, na realidade a região geo-etnográfica de Entre-Douro-e-Minho.

Este é um grupo que apresenta variadíssimos trajes de entre os quais se destacam, os trajes de trabalho, traje de romaria, traje de vendedeiras de bolos, traje de aguadeira, traje de lavadeira, traje de vindimador, entre outros.

De modo a representar fidedignamente o folclore do Douro Litoral, aliás região d’Entre-o-Douro-e-Minho para sermos mais rigorosos do ponto de vista geo-etnográfico, este grupo fez uma recolha das modas e trajes das regiões de Gondomar, Trofa, Maia e outras regiões do grande Porto.

No seu repertório, este grupo, apresenta modas de roda como a caninha verde, cantares ao desafio como a Desgarrada, danças melodiosas e em coluna como a Pastorinha e a real Caninha, entre outras bastante demonstrativas da região do Douro Litoral.

O Grupo está inscrito na Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto. Inicialmente com o nome de Rancho Folclórico Alto do Moinho, após 20 anos de actividade decidiu com o apoio da Associação de Moradores, fazer uma reestruturação completa, nascendo assim o Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho, composto por cerca de 50 elementos, com idades compreendidas entre os 5 e os 80 anos com gente oriunda de norte a sul do país, sendo esta uma das razões pela qual foi motivado a representar as danças e cantares de todo o país, exibindo trajes de diversas regiões.

Capturarfolk



publicado por Carlos Gomes às 19:32
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Domingo, 15 de Outubro de 2017
MINHOTOS EM SINTRA REALIZAM NO ALGUEIRÃO MAGUSTO DE S. MARTINHO

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publicado por Carlos Gomes às 21:56
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MINHOTOS RUMAM A LOURES PARA CANTAR AO MENINO JESUS

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publicado por Carlos Gomes às 15:18
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Sábado, 14 de Outubro de 2017
SARGACEIROS DA APÚLIA DANÇAM NO FOLKLOURES’18

Iniciativa do Grupo Folclórico Verde Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures, no âmbito do FolkLoures’18

O Grupo de Sargaceiros da Casa do Povo da Apúlia, concelho de Esposende, vai participar no Festival intercultural que terá lugar no dia 7 de Julho de 2018. A próxima edição do FolkLoures decorre de 30 de Junho a 7 de Julho de 2018, e incluirá conferências, exposições, feira de produtos tradicionais e um festival de folclore a ter lugar no Parque da Cidade, em Loures.

BESCLORE 012.JPG

Sargaço! Sargaço! – grita o sargaceiro ao avistar as algas que a mareada arroja, exortando os companheiros a entrarem mar dentro e enfrentarem com arrojo a rebentação das ondas. Após a maresia, a mareada é invariavelmente mais abundante, arrojando o mar as algas que se desprendem dos rochedos quase submersos. O grito do sargaceiro ecoa longínquo na praia. Os homens, vestidos de branqueta e a cabeça e pescoço protegido com o sueste, levam consigo o galhapão ou a gaiteira se o sargaço estiver próximo da praia. No areal, as mulheres transportam o sargaço nas carrelas para mais longe do alcance do mar, fazendo as camas onde fica a secar. Apó a secagem, as algas serão empregues como fertilizantes das terras, em produtos fito-sanitários e cosméticos, sendo cada vez mais conhecidas também as suas virtudes alimentares.

Fundado em 1934, o Grupo dos Sargaceiros da Casa do Povo de Apúlia é um representante ímpar do folclore da Região do Baixo-Minho e vai seguramente constituir a grande atracão deste Festival de Folclore.

Capturarfolk



publicado por Carlos Gomes às 16:51
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Sexta-feira, 13 de Outubro de 2017
中国社会需要"舞狮子"到 FOLKLOURES 的 18

生活在葡萄牙的华人社区将参加下一版的 FolkLoures — — 文化,更具体地说是在跨文化节,将于 2018 年 7 月 7 日举行的会议。旁边的澳门圣徒保罗教堂废墟副本,华人社区的代表将"舞狮"和中国传统文化的其他示威活动。您的参与在支持 FolkLoures 的 18 的大使馆的人民共和国的中国。我们很希望很快就来揭开将代表中国社会的组的名称。

追溯到一千多年,舞狮子是最的理解和认识中国传统文化之一。与会者模仿如此打扮成一个狮子的动作,并可以由一个或更多的舞者跳起和移动头、 嘴和眼睛的幻想,正在舞蹈的节拍的锣、 鼓和下执行烟花,东西方的文化差异代表了好运气。

下一版的 FolkLoures 到 2018 年 7 月 7 日,从 6 月 30 日茎和将包括会议、 展览、 传统产品和一个发生在城市公园,在洛里的民俗节日。

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Capturarfolk



publicado por Carlos Gomes às 22:19
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