Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores

Sábado, 22 de Abril de 2017
SINTRA INAUGURA PARQUE URBANO DA CAVALEIRA

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publicado por Carlos Gomes às 14:22
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Quinta-feira, 8 de Setembro de 2016
MUNICÍPIO DE LISBOA REQUALIFICA RUA DE CAMPOLIDE

Sede da Casa de Ponte de Lima também deverá ser demolida

A Câmara Municipal de Lisboa está a proceder a obras de demolição de vários prédios na rua de Campolide com vista ao alargamento daquela movimentada artéria da cidade e requalificação daquela zona degradada e dar continuidade ao "corredor verde" que atravessa aquele local.

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As demolições incluirão também a sede social da Casa do Concelho de Ponte de Lima que ali tem funcionado há perto de trinta anos, nas antigas instalações de uma fábrica de elevadores. Os edifícios em causa são propriedade municipal.

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publicado por Carlos Gomes às 09:45
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Segunda-feira, 29 de Agosto de 2016
RUA DO ARSENAL EM LISBOA ESTÁ VIRADA DO AVESSO

Já começaram as obras na rua do Arsenal, em Lisboa. A intervenção urbanística segue-se às obras que tem vindo a realizar-se no Cais do Sodré e no Largo do Corpo Santo e visam a repavimentação da artéria e o alargamento dos passeios junto às lojas comerciais.

As obras estão a causar bastantes incómodos mas espera-se que sejam breves e o Município de Lisboa conta a compreensão dos lisboetas. Há muito tempo que esta artéria necessitava de ser requalificada.

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publicado por Carlos Gomes às 21:24
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Segunda-feira, 18 de Janeiro de 2016
RIBEIRA DAS NAUS É UMA DAS ZONAS DE LAZER PREFERIDAS POR LISBOETAS E TURISTAS

Junto ao torreão poente do Terreiro do Paço, o Museu de Marinha vai criar o Pólo Museológico dos Descobrimentos Portugueses

A zona da Ribeira das Naus tornou-se nos últimos tempos numa das mais concorridas áreas de lazer dos lisboetas e dos turistas que visitam a capital. Dotado de um novo passeio ribeirinho junto ao rio Tejo, os munícipes usufruem agora de uma extensa área ajardinada em declive, sobras de arvoredo, mobiliário urbano e, sobretudo, de uma perspetiva dos antigos estaleiros do Arsenal com a sua Doca Seca e a Doca da Caldeirinha, entretanto postas a descoberto.

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Remonta pelo menos ao século XV, a utilização da Ribeira das Naus como um dos locais privilegiados para a atividade de construção naval. Destruído na sequência do terremoto de 1755, o Arsenal de Lisboa voltou a ser reconstruído no mesmo local, sob o traço do arquiteto Eugénio dos Santos, perto do local onde antes se encontrava o Paço Real.

O Real Arsenal da Marinha contava com duas carreiras de construção naval, em cantaria, tendo nos finais do século XVIII, sido construída a doca seca. No majestoso edifício, encontravam-se instalados entre outros a Casa da Balança junto à Doca da Caldeirinha, a Sala do Risco, a Escola Naval, Observatório Astronómico, museu, biblioteca, tipografia e arquivos. A Direção de Hidrografia e Navegação ocupou o lado norte e poente até 18 de fevereiro de 1969, altura em que um violente incêndio desalojou-a das suas instalações.

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A partir dos finais do século XIX e em grande medida devido ao emprego do ferro na construção naval, sentiu-se a necessidade de transferir o Arsenal da Marinha para a margem sul, o que veio a concretizar-se em 1932, tendo as obras sido iniciadas em 1917, as quais foram financiadas por conta das reparações de guerra alemãs.

Em meados do século XX, as docas procedeu-se a demolições, aterraram-se as docas e rasgou-se a avenida da Ribeira das Naus que passou a ligar diretamente o Cais do Sodré ao Terreiro do Paço junto ao rio Tejo.

Numa das imagens, datada de 1900, podemos ver a Corveta Afonso de Albuquerque, em reparação na doca seca do Arsenal de Marinha.

As fotos antigas que se publicam pertencem ao Arquivo Municipal de Lisboa e as recentes ao Blogue de Lisboa.

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publicado por Carlos Gomes às 16:28
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Quinta-feira, 14 de Janeiro de 2016
MUNICÍPIO DE LISBOA REQUALIFICA CAIS DO SODRÉ

O Cais do Sodré vai dentro em breve passar a dispor de um novo terminal de autocarros em complemento com a estação de caminho-de-ferro da linha de Cascais e mais espaço verde em ligação ao rio Tejo. O elétrico 24 regressa aos carris, ligando Campolide ao Cais do Sodré e o estacionamento no local é suprimido.

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A intervenção urbanística estende-se ao Largo do Corpo Santo e à rua do Arsenal onde será repavimentada a artéria e alargados os passeios junto às lojas comerciais.

No Campo das Cebolas, começou já a ser construído um parque de estacionamento subterrâneo para 260 lugares a ser gerido pela Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa (EMEL). Por cima do parque, será construído um parque infantil. O trânsito passará a circular junto ao Ministério das Finanças.

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publicado por Carlos Gomes às 21:26
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Domingo, 19 de Julho de 2015
FÁBRICA DE MÁQUINAS DE ESCREVER “MESSA” EM MEM MARTINS ENCERROU HÁ 30 ANOS!

- Para quando a requalificação daquele espaço industrial?

Decorridos trinta anos sobre o seu encerramento, o parque industrial da antiga fábrica de máquinas de escrever “Messa” encontra-se degradado e abandonado, assemelhando-se a uma cidade fantasma em ruínas.

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Considerada outrora a maior empresa empregadora do concelho de Sintra, chegando a contar com cerca de mil e setecentos trabalhadores, a fábrica de máquinas de escrever “Messa” encerrou as suas portas em 1985.

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Imediatamente após o golpe militar do 25 de abril, a “Messa” viveu intensamente o período revolucionário que se lhe seguiu, marcado por grande agitação sindical no interior da fábrica. Porém, na origem do seu encerramento esteve sobretudo a falta de capacidade de acompanhar a evolução tecnológica das máquinas de escrever, já então dominada pela máquina elétrica da IBM, logo seguida da introdução da memória eletrónica nas máquinas de escrever e do aparecimento dos computadores com programas de tratamento de texto.

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Situada junto ao Bairro das Eiras, a fábrica ocupava uma área bastante extensa que bem poderia ser reabilitada nomeadamente como zona de lazer para os moradores da localidade.

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publicado por Carlos Gomes às 20:06
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Sábado, 18 de Julho de 2015
SINTRA: URBANIZAÇÃO DAS MERCÊS TEM CARATERÍSTICAS DE BAIRRO OPERÁRIO

Na localidade das Mercês, concelho de Sintra, um conjunto de grandes prédios geminados de varanda comum a servir simultaneamente de corredor apresenta todas as caraterísticas arquitetónicas da construção tipo do bairro operário dos finais do século XIX.

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Com condições de habitabilidade bastante reduzidas, este género de habitação surgiu em toda a Europa na sequência da Revolução Industrial, destinada a alojar as classes trabalhadoras que, oriundas dos meios rurais, ingressavam nas fábricas. Muitos desses bairros, também conhecidos por vilas – no Porto chamam-lhes “ilhas” – foram construídos pelos empresários para os seus trabalhadores e respetivas famílias, estabelecendo-se frequentemente junto das fábricas ou nas traseiras das residências dos seus proprietários, quase sempre distantes do centro das grandes cidades. Porém, à medida que esta foi alargando o seu perímetro, as referidas vilas passaram a integrar o espaço urbano.

Com o crescimento das periferias urbanas, sobretudo a partir da década de sessenta do século passado, as áreas rurais em torno de Lisboa cedem espaço à construção de novas urbanizações para acolher a população transferida da cidade, oriunda de outras regiões do país ou proveniente de outros países.

Em virtude das leis do mercado da habitação, algumas localidades registam a fixação sobretudo de população imigrante das mais diversas origens e os mais variados costumes. É o caso da localidade das Mercês, porventura o mais multiétnico e multicultural de todo o concelho de Sintra.

A acompanhar este fluxo migratório, a localidade viu crescer edifícios de grandes dimensões capazes de alojar centenas de pessoas, muitos dos quais geminados como as imagens documentam e nos trazem á lembrança as antigas habitações proletárias, caraterizados por uma vivência quase comunitária e dispondo de pouca privacidade. Este é o retrato social e urbanístico de uma das localidades de um concelho cuja sede – a vila de Sintra – está classificada como Património da Humanidade!

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publicado por Carlos Gomes às 22:33
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Sábado, 13 de Setembro de 2014
PARA QUANDO A RECUPERAÇÃO DAS TERCENAS DO MARQUÊS EM LISBOA?

O bairro onde outrora existiram as Tercenas do Marquês de Pombal, junto à avenida 24 de Julho, perto da Rocha Conde d’Óbidos, continua à espera das anunciadas obras de reabilitação daquele profundamente degradado da cidade de Lisboa. Sucede que, no âmbito do projeto “AfricaCont” que resulta de uma parceria entre o extinto Ministério da Cultura, a Câmara Municipal de Lisboa e a Fundação Calouste Gulbenkian, encontra-se prevista a reabilitação, reconversão e adaptação a equipamento cultural de um conjunto de edifícios existentes neste local, encontrando-se inicialmente previsto para entrar em ação plena em 2012. Sucede que o projeto ainda não saiu do papel e as antigas Tercenas do Marquês continuam no estado deplorável que as imagens documentam.

De acordo com J. A. Fernandes Dias*, responsável pelo projeto, “O centro cultural AFRICA.CONT será um espaço dinâmico e abrangente, do ponto de vista geográfico e político – do norte de África à África do Sul, do Cabo Verde ao Corno de África, e às suas extensões europeias e das Américas, do Médio Oriente e da Ásia do Sul. Mas também pretende considerar grandes constelações culturais, integrando todas as manifestações de África enquanto agente cultural da globalidade contemporânea: música mas também artes visuais, dança e teatro, fotografia, cinema e vídeo, arquitectura, urbanismo e design, literatura e ciências humanas, moda e culinária, incluindo a Internet e a electrónica como veículos e suportes culturais por excelência da contemporaneidade. Temos plena consciência de que vivemos num mundo globalizado, em que os desenvolvimentos culturais africanos estão interligados com as tentativas de repensar o ocidente e as suas produções culturais, fora da tradicional auto-narração hegemónica. Em novas consciências do mundo, e da arte, que não se conformem com uma tolerância baseada em paternalismo, quotas e correção política.”

No sítio onde atualmente existe a avenida 24 de julho foram, até aos finais do século XIX, as chamadas “Tercenas de José António Pereira” ou “Tercenas do Marquês”, assim designadas por se tratar de um local onde se cuidavam das embarcações e havia armazéns para guardar aprestos. Após a construção do aterro, esta área passou a compreender a Travessa José António Pereira e o Beco da Galheta, constituindo provavelmente este último topónimo uma corruptela de calheta que constitui um sítio propício para encalhar os barcos. Este local era portanto, outrora banhado pelas águas do rio Tejo.

A Travessa de José António Pereira recorda-nos um abastado comerciante que foi um grande armador e proprietário de roças em S. Tomé, importador de café e outros géneros, tendo vivido no Palacete Pombal, na rua das Janelas Verdes, onde em meados do século passado funcionou o Colégio Infante Santo.

José António Pereira veio a falecer em 1817 e, por volta de 1950, o palácio foi vendido ao comerciante Joaquim José Fernandes. Este tinha uma filha de nome D. Maria do Carmo Fernandes que era dama honorária da Rainha D. Amélia e casou em 1873 com António de Carvalho Melo e Daun de Albuquerque e Lorena, que veio a ser o 6º Marquês de Pombal, derivando daí a identificação do palácio e do próprio local como “Tercena do Marquês”.

Curiosamente, o brasão que o palácio ostenta está mal produzido uma vez que apresenta uma estrela de cinco pontas quando a heráldica correspondente aos Carvalhos apresenta uma estrela de oito pontas.

Os terraços do palácio foram construídos sobre o aterro e ligados entre si por passagens apoiadas em arcaria sobre as ruelas ali existentes. Num desses arcos existe uma lápide com a inscrição “Joze Antonio Pereira. Abril de 1805”. Na fachada de um armazém existente na avenida 24 de julho, outra lápide menciona” Caes de Joze Antonio Pereira de 1801” 

*J. A. Fernandes Dias, in http://www.oi.acidi.gov.pt/docs/Revista_7/Migracoes7p286p288.pdf

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publicado por Carlos Gomes às 17:36
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Sábado, 6 de Setembro de 2014
VAI O HOTEL A CONSTRUIR EM FRENTE AO PALÁCIO DE S. BENTO ENTAIPAR O AQUEDUTO DAS ÁGUAS LIVRES?

Defronte do Palácio de S. Bento, “em plena zona nobre da cidade de Lisboa”, onde outrora se encontrava o arco do Aqueduto das Águas Livres que fazia o abastecimento de água ao Mosteiro, encontra-se um terreno com projeto aprovado para a construção de um hotel. Mesmo ao lado, são visíveis os arcos do aqueduto que corre o risco de ficar “entaipado” com o novo edifício.

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A desmontagem do referido arco do aqueduto que atualmente se encontra na Praça de Espanha fez parte de um plano de remodelação urbanística que incluiu a construção dos jardins e monumental escadaria do palácio e previa o alargamento da rua de S. Bento na continuidade da avenida D. Carlos I. Durante anos, os números pares desta artéria, todos pertencentes ao Município de Lisboa, foram sendo sucessivamente demolidos. Foi o que sucedeu nomeadamente ao Pátio do Gil onde nasceu o historiador Alexandre Herculano.

Porém, esquecido que ficou o projeto de alargamento da rua de S. Bento, passou a recuperar-se edifícios que antes se encontravam em mau estado de conservação e a autorizar novas construções, como a que se refere ao anunciado hotel. Uma saga que reflete a deriva a que a cidade de Lisboa se encontra há várias décadas…

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publicado por Carlos Gomes às 10:28
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Quinta-feira, 28 de Agosto de 2014
PEÕES RECEIAM UTILIZAR PASSAGEM SUBTERRÂNEA EM BELÉM

A linha de comboio e a avenida da Índia constituem uma barreira intransponível, na zona histórica de Belém, para quem pretende aceder aos monumentos e equipamentos culturais existentes junto ao rio Tejo, nomeadamente o Museu da Eletricidade, o Museu de Arte Popular, o Padrão dos Descobrimentos e a Torre de Belém.

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Trata-se de uma das áreas mais frequentadas de Lisboa e porventura aquela que recebe maior número de turistas nacionais e estrangeiros, percorrendo toda a zona histórica, desde o Mosteiro dos Jerónimos ao Centro Cultural de Belém, o Museu dos Coches, da Marinha e da Presidência da República, além dos espaços ajardinados e dos estabelecimentos de restauração existentes no local. Porém, quando pretendem deslocar-se para a área que fica defronte, à beira do rio, só o podem fazer através de uma passagem inferior que, para além do seu aspeto medonho e fraca iluminação, nem sempre apresenta as melhores condições de higiene e segurança.

A zona histórica de Belém necessita de ser repensada, procurando-se uma solução que permita a ligação direta de todo o espaço envolvente, desde o Mosteiro dos Jerónimos ao rio Tejo, valorizando os espaços abandonados e os acessos à estação fluvial.

A solução para a requalificação da zona histórica de Belém poderia passar pelo rebaixamento da avenida da Índia com recurso a um túnel e a supressão da linha férrea a partir da estação de Algés que passaria a ser servida com um interface à linha de metropolitano a prolongar até Belém e Algés.

A cidade de Lisboa necessita de ser requalificada e deixar de continuar sujeita a pequenas intervenções que não constituem mais do que remendos que em nada a valorizam!

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publicado por Carlos Gomes às 00:00
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Sábado, 12 de Julho de 2014
RIO DE MOURO: NASCENTE DE FITARES É UM OÁSIS NA SELVA DE BETÃO

Fitares é uma localidade da freguesia de Rio de Mouro, no concelho de Sintra, densamente urbanizada onde, uma nascente de água resiste no meio de uma verdadeira selva de betão. Em redor, os prédios crescem como cogumelos em direção ao céu. Escasseiam os parques urbanos e zonas de lazer, incluindo os parques infantis, para uma população jovem e cada vez mais numerosa.

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Em pleno centro da localidade, uma área espaçosa e mal aproveitada foi ocupada por uma superfície comercial. De resto, em toda a área da freguesia de Rio de Mouro não existe um único parque urbano digno desse nome, tendo ao longo dos anos, os projetos com vista à sua construção ficado na gaveta.

A nascente de água de Fitares e a zona verde envolvente passam despercebidas à maior parte dos seus habitantes. A requalificação daquele espaço poderia, no entanto, constituir uma forma de preservar o património ambiental que ainda não foi condenado à destruição e, ao mesmo tempo, contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população.

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Nascente de Fitares



publicado por Carlos Gomes às 14:49
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Quarta-feira, 11 de Junho de 2014
PORQUE NÃO CIRCULAM OS TRANSPORTES PÚBLICOS NA AVENIDA 24 DE JULHO JUNTO AOS PRÉDIOS?

A alteração da circulação dos transportes públicos para o lado norte da avenida 24 de Julho, em Lisboa, permitiria eliminar os cruzamentos e aumentar a segurança dos peões.

A circulação dos transportes públicos, na avenida 24 de Julho, entre o Cais do Sodré e a avenida da Índia, efetua-se no lado sul, junto à linha de comboios, apresentando diversos inconvenientes como o congestionamento do tráfego nos cruzamentos, redução da fluidez da circulação automóvel e riscos de atropelamento de peões.

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O acesso às estações de comboio em Santos e no Cais do Sodré implicam o atravessamento da movimentada avenida 24 de Julho por parte dos transeuntes, quase sempre de forma desordenada fora das respetivas passadeiras. Os passeios que lhes estão destinados são demasiado estreitos. E o trânsito circula com demasiados constrangimentos em virtude da excessiva quantidade de sinalização luminosa e cruzamentos numa via rodoviária que, em lugar de proporcionar a fluidez, tem vindo a ser transformada em área de parqueamento automóvel.

Por fim, o entroncamento da avenida 24 de Julho com a avenida da Índia representa um triplo cruzamento, com os transportes públicos a cruzarem-se entre si e com as viaturas particulares em simultâneo.

Não se vislumbrando qualquer justificação válida para que os carros elétricos circulem ao lado da linha férrea, a sua transferência para o lado norte da avenida, juntamente com os demais transportes públicos, permitiria eliminar de imediato os cruzamentos do Cais do Sodré e da Avenida da Índia, proporcionando ao mesmo tempo a dinamização diurna através do incremento comercial e da circulação de pessoas numa área dominada por edifícios com reduzido aproveitamento e em mau estado de conservação, como sucede junto às Tercenas do Marquês.

A construção de acessos subterrâneos às estações de comboio em Santos e no Cais do Sodré permitiriam ainda eliminar o atravessamento de peões à superfície e aumentar consideravelmente a fluidez do trânsito sem riscos de segurança para os transeuntes.

Lisboa só teria a ganhar com uma obra que iria produzir efeitos práticos na vida dos seus habitantes.

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publicado por Carlos Gomes às 11:23
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Terça-feira, 6 de Maio de 2014
BAIRRO ESTRELA D’OURO É UM MONUMENTO AO ESPÍRITO TRABALHADOR DA COMUNIDADE GALEGA

O Bairro Estrela D’Ouro cuja construção remonta aos começos do século XX, é um dos testemunhos exemplares da presença e do espírito empreendedor da comunidade galega em Lisboa. Trata-se de uma antiga vila operária que Agapito Serra Fernandes, um industrial de confeitaria, mandou construir para os seus trabalhadores. Ele próprio residiu no bairro juntamente com os seus familiares.

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Situado em pleno bairro da Graça, próximo de Sapadores e do magnífico miradouro da Senhora do Monte onde se ergue a capela a S. Gens, abrange uma extensa área beneficiando de boa localização, de fácil acesso à zona oriental de Lisboa.

A estrela de cinco pontas constitui a imagem de marca do bairro Estrela d’Ouro, naturalmente um dos símbolos da Galiza em alusão a Compostela, derivando de “campo de estrelas”. Um pouco por toda a parte encontramos a estrela e grandiosos painéis de azulejos que identificam o bairro, o antigo cinema Estrela d’Ouro, a fábrica e outros equipamentos sociais.

Atualmente, este bairro particular está integrado no espaço urbano de Lisboa, fazendo parte do seu património histórico e encontrando-se classificado. Para a comunidade galega radicada na capital, constitui um dos numerosos pontos de referência que possui e que marcam a sua própria existência numa cidade que, afinal de contas, também é a sua cidade.

Bairro Estrella D'Ouro

Bairro Estrella D'Ouro (18)

Bairro Estrella D'Ouro (7)

Bairro Estrella D'Ouro (15)



publicado por Carlos Gomes às 00:00
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