Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores
Domingo, 27 de Maio de 2018
OEIRAS FESTEJA 40 ANOS DO RANCHO FOLCLÓRICO “OS MINHOTOS” DA RIBEIRA DA LAGE

Hoje foi dia de festa na Ribeira da Lage, no concelho de Oeiras. O Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage comemorou 40 anos a dançar e, para a festa que teve lugar no Centro Cultural da Lage, convidou três grupos folclóricos, qual deles o melhor. Foram eles o Rancho Folclórico de Benfica do Ribatejo, Grupo de Danças e Cantares do Alto do Moinho sediado em Alfragide e o Rancho Folclórico da Casa do Minho, em Lisboa.

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Onde há minhotos a festa promete, os grupos cantaram e dançaram a tarde inteira, exibindo os trajes tradicionais das suas regiões. Mas, as gentes do Ribatejo não se deitaram a perder, fazendo valer o tão característico fandando ribatejano – não confundir com o fandango minhoto! – que fez o gáudio da assistência que não regateou os aplausos. Também o Grupo de Danças e Cantares do Alto do Moinho representou com dignidade os usos e costumes do Douro Litoral, aliás o pedaço mais a sul da vetusta Comarca d’Entre-o-Douro e Minho. Impecável no trajar e na execução do reportório, este grupo folclórico vem afirmando-se como um dos melhores agrupamentos de folclore existentes na região de Lisboa.

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Embora ligeiramente desalinhado em relação à data de aniversário, o 40º Festival de Folclore organizado pelo Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage é em grande medida a festa comemorativa da sua fundação. E, 40 anos de existência, faz dele o segundo agrupamento folclórico minhoto mais antigo na região de Lisboa. Por esse facto, transcrevemos o seu historial:

“O Rancho Folclórico “Os Minhotos” foi fundado Março no ano de 1978 na localidade da Ribeira da Lage, por um grupo de pessoas oriundas do Minho e que nessa altura residiam e trabalhavam no Concelho de Oeiras.

O objetivo deste,é divulgar o tradicional folclore minhoto como tem feito ao longo destes anos e com muito sucesso.

Os Viras, as Chulas, as Cana Verdes, as Rosinhas e muitas outras músicas são repertório deste grupoà vários anos e que tem vindo a divulgar a sua tradiçãopor todo o país desde o Norte até ao Sul.

Este já participou em vários festivais de Folclore demonstrando assim a sua maneira de dançar e cantar, e representando o Concelho de Oeiras e a Freguesia de Porto Salvo.

Além das danças e dos cantares também este rancho inclui um grande número de Trajes oriundos do Minho, tais como o Traje Domingueiro Feminino e Masculino, Traje de Trabalho Masculino e Feminino, o Traje da Areosa, o Traje de Dó, o Traje à Vianesa  rico e meio rico, o Traje Masculino e Feminino de Noivos, e ainda a Traje de Mordoma. Este grupo é formado por cerca de 45 elementos entre dançarinos e tocata, esta é composta por diversos instrumentos musicais oriundos do Minho, tais como o cavaquinho, a viola, o reco-reco, o bombo, as castanholas, os ferrinhos, a pandeireta e as concertinas.”

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publicado por Carlos Gomes às 20:57
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COMEMORA-SE HOJE O DIA NACIONAL DO FOLCLORE PORTUGUÊS

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Sábado, 26 de Maio de 2018
OEIRAS: RIBEIRA DA LAGE VIRA AMANHÃ ARRAIAL MINHOTO

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publicado por Carlos Gomes às 22:44
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MINHOTOS NA AMADORA LEVAM FOLCLORE À ENCOSTA DO SOL PORQUE DANÇAR É VIVER

Actuação do Grupo Folclórico de Santa Marta de Portuzelo foi a cereja no cimo do bolo

“Dançar é Viver” – eis a divisa do Rancho Folclórico Dançar é Viver, um agrupamento folclórico constituído por minhotos e seus descendentes no concelho da Amadora, já lá vão quase três décadas. E, porque realmente dançar é viver, o grupo organizador levou hoje a efeito mais uma edição do espectáculo “Viver  Minho”, o qual teve lugar no Fórum Luís de Camões, na actual freguesia da Encosta do Sol, resultante da união das anteriores freguesias da Brandoa e Alfornelos.

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Neste grandioso evento participaram o Grupo Folclórico de Santa Marta de Portuzelo – Viana do Castelo que na sua actuação incorporou elementos de outros grupos folclóricos que se apresentavam trajados à vianesa, o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega e o Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Ponte de Lima sediado em Lisboa, além naturalmente do anfitrião Rancho Folclórico Dançar é Viver – Amadora.

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Dentro de instantes tem início o Grande Encontro de Rusgas à Moda do Minho que se vai prolongar até de madrugada, contando com a participação de numerosas rusgas constituídas na região de Lisboa e que vão bailar noite dentro até não poderem mais…

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Fundado a 12 de janeiro de 1991 por impulso da barquense Isabel Cerqueira, o Rancho Folclórico Dançar é Viver esteve sediado durante 12 anos na Freguesia da Falagueira. Atualmente, possui nova sede social na Freguesia da Encosta do Sol, também no concelho da Amadora.

O seu Festival de Folclore realiza-se todos os anos inserido nas comemorações do aniversário do Município da Amadora e da freguesia onde se encontra sediado. E, é com bastante empenho que, através dos seus cantares, danças e dos seus trajes, representa condignamente o Minho na vertente do folclore e da etnografia, contribuindo para a aproximação dos minhotos que vivem na região e na preservação da sua cultura.

Desde a sua criação, o Rancho Folclórico Dançar é Viver tem participado em centenas de festas e romarias por todo o país, além de várias representações no estrangeiro, de entre as quais se destacam as realizadas em Espanha, França e Luxemburgo.

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publicado por Carlos Gomes às 21:22
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AMADORA RECEBE HOJE FOLCLORE DO MINHO

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publicado por Carlos Gomes às 12:11
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AMANHÃ COMEMORA-SE O DIA NACIONAL DO FOLCLORE PORTUGUÊS

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publicado por Carlos Gomes às 00:16
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Sexta-feira, 25 de Maio de 2018
PORQUE É O PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS CONTRA A DESPENALIZAÇÃO DA EUTANÁSIA

Posição Política do PCP sobre a provocação da morte antecipada

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DECLARAÇÃO DE JOÃO OLIVEIRA

PCP afirma a sua oposição à legislação que institucionalize a provocação da morte antecipada

24 Maio 2018

  1. O debate sobre a introdução legal da possibilidade da provocação da morte antecipada não corresponde à discussão sobre hipotéticas opções ou considerações individuais de cada um perante as circunstâncias da sua própria morte. É, sim, uma discussão de opções políticas de reforçada complexidade e com profundas implicações sociais, comportamentais e éticas.

A legalização da eutanásia não pode ser apresentada como matéria de opção ou reserva individual. Inscrever na Lei o direito a matar ou a matar-se não é um sinal de progresso mas um passo no sentido do retrocesso civilizacional, com profundas implicações sociais, comportamentais e éticas que questionam elementos centrais de uma sociedade que se guie por valores humanistas e solidários.

A ideia de que a dignidade da vida se assegura com a consagração legal do direito à morte antecipada, merece rejeição da parte do PCP.

A oposição do PCP à eutanásia tem o seu alicerce na preservação da vida, na convocação dos avanços técnicos e científicos (incluindo na medicina) para assegurar o aumento da esperança de vida e não para a encurtar, na dignificação da vida em vida. É esta consideração do valor intrínseco da vida que deve prevalecer e não a da valoração da vida humana em função da sua utilidade, de interesses económicos ou de discutíveis padrões de dignidade social.

  1. A invocação de casos extremos, para justificar a inscrição na Lei do direito à morte antecipada apresentando-o como um acto de dignidade, não é forma adequada para a reflexão que se impõe. Pode expressar em alguns casos juízos motivados por vivência própria, concepções individuais que se devem respeitar mas é também, para uma parte dos seus promotores, uma inscrição do tema em busca de protagonismos e de agendas políticas promocionais.

A ciência já hoje dispõe de recursos que, se utilizados e acessíveis, permitem diminuir ou eliminar o sofrimento físico e psicológico. Em matérias que têm a ver com o destino da sua vida, cada cidadão dispõe já hoje de instrumentos jurídicos (de que o “testamento vital” é exemplo, sem prejuízo dos seus limites) e de soberania na sua decisão individual quanto à abstinência médica (ninguém pode ser forçado a submeter-se a determinados tratamentos contra a sua vontade). A prática médica garante o não prolongamento artificial da vida, respeitando a morte como processo natural recusando o seu protelamento através da obstinação terapêutica. Há uma diferença substancial entre manter artificialmente a vida ou antecipar deliberadamente a morte, entre diminuir ou eliminar o sofrimento na doença ou precipitar o fim da vida.

  1. Num quadro em que o valor da vida humana surge relativizado com frequência em função de critérios de utilidade social, de interesses económicos, de responsabilidades e encargos familiares ou de gastos públicos, a legalização da provocação da morte antecipada acrescentaria uma nova dimensão de problemas.

Desde logo, contribuiria para a consolidação das opções políticas e sociais que conduzem a essa desvalorização da vida humana e introduziria um relevante problema social resultante da pressão do encaminhamento para a morte antecipada de todos aqueles a quem a sociedade recusa a resposta e o apoio à sua situação de especial fragilidade ou necessidade. Além disso a legalização dessa possibilidade limitaria ainda mais as condições para o Estado promover, no domínio da saúde mental, a luta contra o suicídio.

  1. O princípio da igualdade implica que a todos seja reconhecida a mesma dignidade social, não sendo legítima a interpretação de que uma pessoa “com lesão definitiva ou doença incurável” ou “em sofrimento extremo” seja afectada por tal circunstância na dignidade da sua vida. E ainda mais que ela seja invocada para consagrar em Lei o direito à morte, executada com base numa Lei da República.

A vida não é digna apenas quando (e enquanto) pode ser vivida no uso pleno das capacidades e faculdades físicas e mentais e a sociedade deve assegurar condições para uma vida digna em todas as fases do percurso humano, desde as menos autónomas (seja a infância ou a velhice) às de maior autonomia; na presença de condições saudáveis ou de doença; no quadro da integridade plena de faculdades físicas, motoras ou intelectuais ou da deficiência mais ou menos profunda, congénita ou sobreveniente.

O que se impõe é que o avanço e progresso civilizacionais e o aumento da esperança de vida decorrente da evolução científica sejam convocados para garantir uma vida com condições materiais dignas em todas as suas fases.

  1. O PCP afirma a sua oposição a legislação que institucionalize a provocação da morte antecipada seja qual a forma que assuma – a pedido sob a forma de suicídio assistido ou de eutanásia –, bem como a eventuais propostas de referendo sobre a matéria.

O PCP continuará a lutar para a concretização, no plano político e legislativo, de medidas que respondam às necessidades plenas dos utentes do Serviço Nacional de Saúde, nomeadamente no reforço de investimento sério nos cuidados paliativos, incluindo domiciliários; na garantia do direito de cada um à recusa de submeter-se a determinados tratamentos; na garantia de a prática médica não prolongar artificialmente a vida; no desenvolvimento, aperfeiçoamento e direito de acesso de todos à utilização dos recursos que a ciência pode disponibilizar, de forma a garantir a cada um, até ao limite da vida, a dignidade devida a cada ser humano.

  1. É esta a concepção de vida profundamente humanista que o PCP defende e o seu projecto político de progresso social corporiza. Uma concepção que não desiste da vida, que luta por condições de vida dignas para todos e exige políticas que as assegurem desde logo pelas condições materiais necessárias na vida, no trabalho e na sociedade.

Perante os problemas do sofrimento humano, da doença, da deficiência ou da incapacidade, a solução não é a de desresponsabilizar a sociedade promovendo a morte antecipada das pessoas nessas circunstâncias, mas sim a do progresso social no sentido de assegurar condições para uma vida digna, mobilizando todos os meios e capacidades sociais, a ciência e a tecnologia para debelar o sofrimento e a doença e assegurar a inclusão social e o apoio familiar.

A preservação da vida humana, e não a desistência da vida é património que integra o humanismo real – e não proclamatório – que o PCP assume nos princípios e na luta.



publicado por Carlos Gomes às 21:36
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Quinta-feira, 24 de Maio de 2018
AMADORA RECEBE ISABEL SILVESTRE

Música tradicional/world music | M6 | € 10

A cantora Isabel Silvestre irá dar o seu próximo concerto no Cineteatro D. João V, dia 25 de maio, sexta-feira, às 21h30!

Será apresentado o seu último trabalho, “Cânticos da Terra e da Vida”.

"Com este novo disco, Isabel Silvestre, que já não gravava em nome próprio desde 2001, regressa de novo às suas raízes de sempre, às raízes de Manhouce e de toda a região bonita que é a Beira Alta, às suas raízes que se confundem com as da própria terra, à região onde vive e onde sempre viveu."

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publicado por Carlos Gomes às 10:47
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JULIO ANGUITA, EX-SECRETÁRIO GERAL DO PARTIDO COMUNISTA DE ESPANHA, DEFENDE UMA “REPÚBLICA IBÉRICA” QUE INCLUA PORTUGAL

- Não refere Andorra nem Gibraltar!

Anguita pide una «república ibérica» con España y Portugal que lidere una «Commonwealth» hispana

El exsecretario general del PCE cree que «el independentismo aprovechó los recortes y la desesperación social para crecer con la idea de que fuera de España los catalanes vivirán mejor»

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Julio Anguita, junto a Pérez-Reverte en el ciclo Letras de Cajasol - VANESSA GÓMEZ

 

El exsecretario del PCE y exalcalde de Córdoba, Julio Anguita, defendió ayer la creación de una «república ibérica» que agrupe Portugal y España y que lidere una «Commonwealth» iberoamericana.

Anguita participó esta mañana en el ciclo Letras que organiza en Sevilla la Fundación Cajasol y que gira en torno a «España, ¿realidad o mito?». El exdirigente comunista considera que la crisis económica y los recortes sociales fueron la causa de que el independentismo creciera del 15 al 47 por ciento en menos de diez años «porque hicieron creer a la mitad de los catalanes en su angustia y desesperación que fuera de España vivirían mejor».

Para Anguita, el independentismo es una quimera y se mostró sorprendido porque el nacionalismo se haya apoderado de una parte de la izquierda en España. También criticó «su visión aldeana, cateta, de campanario».

El exdirigente comunista también desmontó el llamado «mito europeo» y aseguró que de todas las bondades que se dijeron de Europa en los años 90 «creo que no se ha cumplido casi ninguna». En su opinión, España sería mucho más fuerte en el seno de la Unión Europea si lograra representar a todos los países hispanoamericanos, una labor en la que falta mucho por hacer, dijo.

Fonte: http://sevilla.abc.es/



publicado por Carlos Gomes às 10:19
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Quarta-feira, 23 de Maio de 2018
MOURARIA CELEBRA COZINHA TRADICIONAL

Bisca dos 3: primeira partida

As regras: com base no jogo de cartas popular da bisca, deram-se 3 tachos a 3 amigos que se encontraram numa das esquinas do bairro da Mouraria em Lisboa. Juntos, à mesa, criaram o Bisca dos 3, um novo pop up gastronómico que celebra a cozinha tradicional portuguesa. São eles: Nuno Nobre, consultor e gastrónomo, e os chefes de cozinha, Luís Rodrigues e Vasco Lello. Em comum: a paixão pela gastronomia.

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O jogo: unindo as experiências de cada um, o Bisca dos 3 parte de uma pesquisa sobre a história da culinária portuguesa, identificação de receituário tradicional e criação de menus inspirados em momentos gastronómicos que marcaram épocas e mesas de figuras ilustres (escritores e outras figuras públicas).

As coordenadas: nos dias 7, 8, 9, 10 e 12 de junho a partir das 19h, (dias 7 e 10 até às 23h, 8 e 9 até às 2h e dia 12 até às 4h) o Bisca dos 3 instala-se no arraial da Associação Renovar a Mouraria situado no Largo da Rosa em Lisboa. Para celebrar os Santos, os 3 baralham ingredientes, provam com o dedo à mestre cozinheiro e misturam os seus trunfos para temperar o seu conceito de cozinha tradicional portuguesa.

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Primeira partida: o Bisca dos 3 apresenta-se pela primeira vez ao público no coração de Lisboa em parceria com o 11.º arraial da Associação Renovar a Mouraria, um conceito que integra solidariedade, lazer, cultura e gastronomia. Nesta festa há lugar para todos, desde os locais que saem à rua para festejar o Santo António aos turistas que procuram uma experiência autêntica em Lisboa com muita música, dança, comida, bebida e diversão.

A carta: na Mouraria vão desfilar tremoços, uma trifana de porco com cachaço, barriga e bacon, a sandes mística de queijo e presunto de vaca, meia desfeita de bacalhau assado na brasa, passarinhos fritos, sandes de frango à Bairrada ou uma punheta de bacalhau. O “tacho do dia" vai cheirar a caracóis, moelas, pipis, mão de vaca ou sopa da pedra – «logo se vê o que nos apetecer no momento», afirmam os 3 da bisca airada. Para sobremesa, o cheirinho com a mousse de chocolate. Nas bebidas, a cerveja, vinhos e 2 cocktails de autor: o Bisca-Lambida (com Ginja) e o BagaSour (com bagaceira nacional).

Mais Bisca: definido que está o primeiro “torneio” de Bisca dos 3, estão previstos muitos mais. Em qualquer lugar ou evento que faça sentido cozinhar e partilhar sabores portugueses de sempre o Bisca dos 3 lá estará... Vai a jogo?

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publicado por Carlos Gomes às 16:06
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LISBOA RECEBE CONGRESSO DE TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO

Lisboa vai acolher nos próximos dias 25 e 26 de Maio o IV Congresso de Trás-os-Montes e Alto Douro. Simultaneamente, de 25 a 27 de Maio, vai realizar-se a Semana de Trás-os-Montes e Alto Douro no Pavilhão do Conhecimento, no Parque das Nações, durante os 3 dias com cerca de 30 Stands no exterior do Pavilhão do Conhecimento, no Largo Dr. Mariano Gago, com cerejas, Fumeiro, artesanato, produtos da Região, vinhos, Azeite, e muito mais.

O 1.º Congresso de Trás-os-Montes e Alto Douro realizou-se em 1920, o 2.º em 1941 e o 3.º em 2002. Desta vez a Direção da CTMAD decidiu fazer o IV Congresso na sua área de influência, onde 90% dos seus Associados trabalham, residem e estudam no Distrito de Lisboa.

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publicado por Carlos Gomes às 00:10
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Terça-feira, 22 de Maio de 2018
LIMIANOS EM LISBOA FAZEM "ROMARIA" EM MONSANTO

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Segunda-feira, 21 de Maio de 2018
JAVALIS FORAM TOMAR BANHO ÀS PRAIAS DA ARRÁBIDA

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CASA DO MINHO EM LISBOA LEVA FOLCLORE À ZONA MONUMENTAL DE BELÉM

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publicado por Carlos Gomes às 20:31
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ALCOCHETE REALIZA FESTIVAL TAURINO

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publicado por Carlos Gomes às 14:24
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MINHOTOS NA AMADORA LEVAM FOLCLORE À ENCOSTA DO SOL

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publicado por Carlos Gomes às 10:19
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CASA DE PONTE DE LIMA ORGANIZA ROMARIA NO PARQUE FLORESTAL DE MONSANTO

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publicado por Carlos Gomes às 10:16
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Domingo, 20 de Maio de 2018
MINHOTOS EM LOURES DANÇAM A FAVOR DA IGREJA DO INFANTADO

O Grupo Folclórico Verde Minho animou hoje a festa destinada à angariação de fundos para a Igreja do Divino Espírito Santo no Infantado, concelho de Loures. Onde quer que se encontrem, os minhotos integram-se socialmente e participam em todas as áreas da vida local, contribuindo para o progresso social e uma sã convivência e bem-estar entre as populações. A colaboração com as iniciativas das autarquias locais, das comunidades paroquiais e outras instituições culturais ou de solidariedade social é disso exemplo.

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A festa destinada à angariação de donativos teve o seu início na passada quinta-feira com a realização de uma feira saloia e um cortejo etnográfico pelas ruas da localidade. Na sexta-feira prosseguiu a feira com carrosséis infantis e o tradicional bailarico saloio. Ontem teve lugar o Cortejo do Espírito Santo que incluiu o desfile de bandas, a recepção da imagem de Nossa Senhora de Fátima e a Vigília de oração que decorreu durante toda a noite. Hoje, decorreu a Missa Campal, a que se seguiu a abertura da feira saloia com os carrosseis e a actuação do Grupo Folclórico Verde Minho. Daqui a instantes dá-se início à procissão de velas que percorrerá a avenida das Descobertas, rua Diogo Cão e rua Vasco da Gama, terminando às 22h30 com a despedida da imagem de Nossa Senhora e oração ao Espírito Santo, a decorrer junto à Escola João Villaret.

Fotos: Teotónio Gonçalves

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publicado por Carlos Gomes às 19:57
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COLECTIVIDADES E CASAS REGIONAIS FAZEM FESTA EM LISBOA

Dezenas de casas regionais e outras colectividades de cultura e recreio assentaram arraial na Alameda D. Afonso Henriques, em Lisboa. Consigo levaram folhetos de divulgação dos encantos naturais e artísticos das suas regiões, os mais diversos paladares, desde os enchidos tradicionais aos tão apreciados vinhos e licores e, como não podia deixar de suceder, os ranchos folclóricos com as músicas e danças tradicionais – é que onde há regionalismo, há folclore!

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O dia soalheiro convidava a uma tarde animada bem passada sob a copa das árvores, no convívio com as gentes da terra e a degustar as guloseimas da região. Esta festa é bem conhecida pelas suas tasquinhas apresendo os vais variados produtos regionais de todo o país. 

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Trata-se da IV FESTA DAS COLECTIVIDADES E DAS CASAS REGIONAIS, uma iniciativa conjunta da Associação das Colectividades do Concelho de Lisboa (ACCL), da Associação das Casas Regionais em Lisboa (ACRL) e da Federação das Colectividades do Distrito de Lisboa (FCDL), com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e das Juntas de Freguesia do Areeiro, de Arroios e da Penha de França.

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publicado por Carlos Gomes às 17:57
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COMUNIDADE JUDAICA PRESTA TRIBUTO A SAMUEL SCHWARZ

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Quem foi Samuel Schwarz?

Samuel Schwarz (Zgierz12 de Fevereiro de 1880 - Lisboa10 de Junho de 1953) foi um engenheiro de minas polaco, investigador e historiador dos marranos portugueses.

Nasceu em Zgierz (Polónia-Russia) 12 de Fevereiro de 1880 e morreu em Lisboa 10 de Junho de 1953. Era o mais velho de uma família de dez irmãos. O pai Issucher Schwarz era um homem extremamente erudito que serviu durante anos a comunidade judaica de Zgierz na Polónia. Sionista convicto, participou em vários congressos sionistas mundiais na altura da publicação por Theodore Herzl dos ”Estado dos Judeus”. Formou-se em Engenharia de Minas na Escola Nacional Superior de Minas de Paris, em 1904. Entre 1904 e 1914, trabalhou como engenheiro de minas num campo de petróleo em Baku (Cáucaso) e Azerbaijão, nas minas de carvão Sosnowice (Polónia), em minas de estanho de Arnoya Mining Company em Ourense (Espanha) entre 1907-1910, e numa mina de ouro, Monte Rosa Gold Mining Comp em Aldagna-Seia (Itália) em 1911. Poliglota notável, Samuel Schwarz falava Russo, Polaco, Alemão, Inglês, Francês, Italiano, Espanhol, Português, Hebraico e "Iídiche."

Casou-se em Abril 1914 em Odessa com Agatha Barbasch filha de Samuel Barbasch, um banqueiro. Após o início da Primeira Guerra Mundial e na impossibilidade de trabalhar na Europa do Leste, decide ir até Portugal, país sobre o qual tinha ouvido excelentes informações durante a estadia em Ourense. Chega a Portugal em Novembro de 1914 e começa a trabalhar como engenheiro nas minas em 1915 nas minas de volfrâmio e estanho em Vilar Formoso e em Belmonte.

Muito rapidamente, e na sequência do que já tinha feito em Espanha onde tinha publicado alguns artigos sobre os marranos no Boletim da Real Academia Galega e na revista Espana-Nueva, começa uma carreira de arqueólogo e de etnógrafo com a publicação de um trabalho “Inscrições hebraicas em Portugal" (publicado na revista Arqueologia e História em 1923).

Segue-se muito rapidamente em 1925 a publicação do livro “Os cristãos-novos em Portugal no século XX”, livro que dá a conhecer ao mundo a existência de uma comunidade de marranos no norte de Portugal.  Ciente da importância que a sua descoberta tem para o mundo judeu, Samuel Schwarz publica um conjunto de artigos em revistas e jornais ingleses, espanhóis, franceses, polacos, e italianos  nos quais revela informações sobre os marranos de Portugal. Já depois da morte de Samuel Schwarz este livro terá duas edições em Portugal (Instituto de Sociologia e Etnologia das Religiões da Universidade Nova de Lisboa e Livros Cotovia), uma em Hebraico em Israel (2005) e recentemente uma última versão em Francês em Paris (Découverte des Marranes, Editions Chandeigne 2015).

Em 1923 decide comprar um edifício em Tomar]] que se revela ser a mais antiga sinagoga de Portugal (Séc. XV) e depois de ter empreendido uma série de trabalhos de reabilitação, Samuel Schwarz redige uma proposta sobre a criação do Museu Luso-Hebraico de Tomar. Em 1939 a Sinagoga de Tomar é objecto de uma doação de Samuel Schwarz ao Estado Português. E também nesse ano que Samuel Schwarz é naturalizado cidadão português.

A carreira de escritor, historiador e arqueólogo continua com a publicação do “Cântico dos Cânticos” (1942), “Anti-semitismo” (com Leon Litwinski) em 1944, "Arqueologia Mineira" (brochura publicada pela Direcção-Geral de Minas, em 1936), “A Tomada de Lisboa segundo um documento coevo da Biblioteca Nacional" (1953), “A Sinagoga de Alfama” (1953), “História da Moderna Comunidade Israelita de Lisboa” (1959). Samuel Schwarz escreveu também vários artigos sobre temas relacionados com o judaísmo, nomeadamente na revista “Ver e Crer”, “O Sionismo no reinado de D. João III”, “Origem do nome e da lenda do Preste João da Índia”, “Quem eram os emissários que D. João II mandou em busca do Preste João” (1946).

Foi presidente da Câmara de Comércio Polaca em Portugal, desde a sua fundação em 1930 até à invasão da Polónia pela URSS. Era membro da Ordem dos Engenheiros e da Associação dos Arqueólogos Portugueses.

Depois da morte de Samuel Schwarz em 1953, a extensa biblioteca que incluía 32 incunábulos e cerca de 10.000 livros raros, todos eles com uma temática judaica, foi vendida ao Estado e, em vez de seguir para Tomar como previsto, foi parar ao Arquivo Histórico do Ministério das Finanças onde permaneceu durante dezenas de anos.  Hoje o espólio encontra-se na Biblioteca Mário Sottomayor Cardia da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, onde finalmente e praticamente 70 anos depois de ter sido vendida ao Estado, vai ser objecto de um inventário e catalogação.

Em Janeiro de 2008, o Museu Judaico de Belmonte abriu uma sala em sua honra.

Da sua vasta obra, refira-se as seguintes publicações:

  • Inscrições hebraicas em Portugal(1923);
  • Os cristãos novos em Portugal no século XX(1925);
  • Arqueologia mineira: extrato dum relatório acerca de pesquisas de ouro(1936);
  • Projecto de organização de um Museu Luso-Hebraico na antiga sinagoga de Tomar(1939);
  • Cântico dos cânticos / Salomão(1942);
  • Anti semitismo(1944), com Leon Litwinski;
  • A tomada de Lisboa : conforme documento coevo de um códice hebraico da Biblioteca Nacional(1953);
  • A sinagoga de Alfama: in memoriam do eminente olisipógrafo engenheiro Augusto Vieira da Silva(1953);
  • Histórias da moderna Comunidade Israelita de Lisboa(1959, póstumo).

Fonte: Wikipédia



publicado por Carlos Gomes às 13:38
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Sábado, 19 de Maio de 2018
COLECTIVIDADES E CASAS REGIONAIS EM LISBOA ESTÃO EM FESTA

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publicado por Carlos Gomes às 08:24
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Sexta-feira, 18 de Maio de 2018
MUSEU BORDALO PINHEIRO ASSINALA DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS

No Dia Internacional dos Museus, 6ª feira, dia 18 de Maio, O Museu Bordalo Pinheiro vai ter muita animação no Museu Bordalo Pinheiro:

Às 11 e às 17 h: Visitas Guiadas às exposições;

18 h: instalação "O Regresso das Andorinhas", de Madalena Martins;

às 18h.30m: Apresentação do livro "Una Piccola Storia d'Amore - Rafael Bordalo Pinheiro e Maria Visconti", de Isabel Castanheira (ed Arranha Céus).

Passe pelo Campo Grande ao fim do dia e vai ver que não se arrepende.

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publicado por Carlos Gomes às 02:20
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Quinta-feira, 17 de Maio de 2018
LIMIANOS FAZEM ROMARIA NO MONSANTO

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O que é a “Romaria Limiana” em Lisboa?

A “Romaria Limiana” é um encontro anual das gentes de Ponte de Lima levada a efeito pela Casa do Concelho de Ponte de Lima desde 1987, ano da sua fundação, no Parque Florestal de Monsanto. Na realidade, este evento teve no primeiro ano a denominação de “Romaria de Santo António” e ocorreu no dia 13 de Junho daquele ano.

Constatando que aquela não constituía o dia do calendário mais adequado para a sua realização, aquela Institutição regionalista resolveu no ano seguinte transitá-la para o segundo fim-de-semana do mês de Julho. Porém, mais recentemente, a necessidade de prevenir a ocorrência de fogos florestais nomeadamente no Parque Florestal de Monsanto levou ao estabelecimento de períodos de proibição para a realização de fogueiras.

Uma vez que este evento inclui a confecção de alimentos em fogareiros e frigideiras para assar frangos, fritar bifanas e confeccionar outros petiscos e especialidades gastronómicas, foi decidido antecipar a “Romaria Limiana” para o mês de Junho.

Para além do “Almoço Limiano” cuja importância histórica remete para as origens da própria Casa do Concelho de Ponte de Lima, a “Romaria Limiana” – assim designada para evitar o estrangeirismo pic-nic à época muito usual – foi durante muitos anos uma das iniciativas que maior número de minhotos atraía, não apenas de Ponte de Lima como ainda de outros concelhos minhotos, apenas tendo sido superada pela “Festa de Portugal” que ocorreu entre os anos de 1994 e 1997.

Com uma programa que inclui celebração de missa campal, almoço, folclore e outras variedades, a “Romaria Limiana” jamais constituiu uma romaria na sua essência porque não teve na sua origem uma manifestação religiosa como sucede com a generalidade das romarias minhotas. Mas levou sempre muitas centenas e, por vezes, milhares de minhotos ao Parque Florestal de Monsanto, junto ao Estádio de Pina Manique, onde se situa a Vila Guiné, um sítio bem localizado de fácil acesso aos transportes públicos.



publicado por Carlos Gomes às 21:03
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MUSEU DE MARINHA EXPÕE “CARVALHO ARAÚJO – A VIDA PELA PÁTRIA”

De 18 de maio até 11 de novembro, estará em exibição no Museu de Marinha a exposição temporária “Carvalho Araújo – A vida pela Pátria”, que conta a história deste Oficial de Marinha morto em combate durante a Grande Guerra, sendo este o ano em que se comemora o centenário da sua morte.

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A exposição sobre aborda várias vertentes da história do militar, desde a sua vida pessoal, passando pelo seu percurso militar e político, onde se destaca ter sido nomeado Governador da província de Inhambane, em Moçambique. Outro tema em destaque será o combate que lhe tirou a vida com apenas 37 anos, a 14 de outubro de 1918, ao comando do NRP Augusto de Castilho.

Inaugurada a 18 de maio, data em que se comemora o aniversário do nascimento de Carvalho Araújo, a exposição temporária decorrerá até 11 de novembro e estará inserida no normal circuito da visita ao Museu de Marinha.

Saiba mais em: goo.gl/m8joZ9

Mantenha-se a par de todas as novidades da Comissão Cultural de Marinha em:

http://ccm.marinha.pt/pt



publicado por Carlos Gomes às 09:23
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Quarta-feira, 16 de Maio de 2018
LISBOA FESTEJA COLECTIVIDADES E CASAS REGIONAIS

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publicado por Carlos Gomes às 06:16
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A MÁSCARA VOLTA A ENCANTAR BELÉM

DE 17 A 20 DE MAIO VENHA VER OS CARETOS E FOLIÕES

O Festival Internacional da Máscara Ibérica (FIMI) regressa ao Jardim da Praça do Império, em Belém, com novos caretos e mascarados, grupos de música e algumas novidades, naquela que é uma rara oportunidade anual para conviver de perto com os foliões fora dos seus contextos de origem.

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Durante quatro dias, entre 17 e 20 de maio, o XIII FIMI apresenta estas tradições ancestrais através de uma programação variada que, além da gastronomia, artesanato e concertos, tem como ponto alto o grande desfile da Máscara Ibérica com 30 grupos de máscaras e centenas de participantes.

O desfile arranca no sábado, dia 19, pelas 16h30, e este ano conta com o Boi Tinga, do Brasil e os The Mummers, da Irlanda que se juntam aos grupos estreantes Gigantones e Cabeçudos de Viana do Castelo, Mazcaritos d’Uviéu (Astúrias), Entroido de Samede (Galiza), Merdeiros de Vigo (Vigo) e El Carnaval del Toro Morales de Valverde (Zamora).

Os concertos no Palco Ibérico voltam a trazer ritmos folk de raiz tradicional europeia, combinados com outros elementos de fusão, desta vez com as atuações, no dia 18, dos Bregia (Irlanda) e Oscar Ibáñez & Tribo (Espanha).

Durante o fim-de-semana é a vez dos concertos dos grupos Toques do Caramulo (Portugal), no sábado, e Realejo (Portugal) que encerram o cartaz na tarde de domingo.

Paralelamente ao Festival Internacional da Máscara Ibérica, entre os dias 14 e 18, realizamse, pela primeira vez, ciclos de debates (no Museu Nacional de Arqueologia) e de cinema (na Casa da América Latina), o Festival Popular (do projeto EU-LAC MUSEUS) e a Noite do Museus.

Os caretos vão andar à solta, venha descobri-los em Belém, de 17 a 20 de maio, a partir das 10h30, com entrada livre!



publicado por Carlos Gomes às 06:13
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Terça-feira, 15 de Maio de 2018
“DESTINO INCERTO” SOBE À CENA NO MUSEU NACIONAL FERROVIÁRIO

Novo Cluedo Teatral da Don’Adelaide Produções

O Museu Nacional Ferroviário é o cenário do novo crime da Don’Adelaide Produções especialista em investigações de (seus próprios) “assassinatos” – Destino Incerto estreia a 18 de Maio, Dia Internacional dos Museus, às 21h00 e estará em cena todos os domingos até fim de Junho às 18h00.

A carreira política de Nuno Maria Monteiro vai de vento em poupa e, agora que se prepara para lançar a campanha para as legislativas, as batalhas que tem a travar são muitas, começando pelo seu polémico casamento com a ex-jornalista Fernanda Neves. Mas a escassas semanas de lançar a campanha, a sua esposa é atacada no Museu Nacional Ferroviário, morrendo dos ferimentos, a caminho do hospital. Apenas cinco pessoas se encontravam na altura no Museu, todas elas ligadas à campanha. Quem terá desferido o golpe e deixado Nuno Maria Monteiro com o Destino Incerto?

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Esta é a premissa do décimo Cluedo Teatral da Don'Adelaide Produções, um formato exclusivo que permite aos espectadores serem investigadores durante duas horas, interrogando suspeitos, analisando provas e visitando espaços até então de acesso limitado ao público.

Depois de esgotar bilheteiras sucessivas em espaços tão variados como o Teatro da Comuna, o Teatro Ibérico, o IEDCB ou a Quinta Nova da Assunção, a Don'Adelaide convida os seus espectadores a conhecer o fascinante Museu Nacional Ferroviário, no Entroncamento, nos dias 18, 20 e 27 de Maio, 3, 10, 17 e 24 de Junho.

Junte-se a esta expedição e descubra quem assassinou Fernanda Neves Monteiro, mas despache-se... a lotação é limitada a 40 inspectores.

Destino Incerto

Com: Carlos Paiva, Daniela Casimiro, Eduardo Ribeiro, João Cruz e Rui Santos

18 de Maio às 21h00, 20 e 27 de Maio, 3, 10, 17 e 24 de Junho às 18h00

Museu Nacional Ferroviário - Entroncamento

Bilhetes: 15€ ou 12€ para grupos de seis ou mais pessoas (inclui bilhete para visitar o Museu no dia do espectáculo)

Reservas: donadelaideproducoes@gmail.com



publicado por Carlos Gomes às 21:03
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MÁRIO MATA CONCRETIZA “REGRESSO” COM MÚSICA POPULAR PORTUGUESA

O cantautor revisita a sua carreira num concerto imperdível, a 25 de maio na sala Lisboa Ao Vivo

Mário Mata é um nome incontornável no panorama musical nacional, no qual partilha a sua Música há quase 40 anos. Nela, sobressai a rebeldia, o sarcasmo, a inquietação, mas também a esperança, o sonho e muita vontade de gerar cumplicidades.

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É com este espírito que Mário Mata está de volta aos palcos, com um novo espetáculo intitulado “Música Popular Portuguesa”, que já passou com grande êxito pelo Porto no passado dia 04 de maio e por Coimbra no dia 10 de maio. Chegou a vez da capital, com a realização do concerto no próximo dia 25 de maio, na Sala Lisboa Ao Vivo!

Os concertos “Música Popular Portuguesa” trazem músicas antigas com roupagem nova e novas canções, sempre com enfoque na Música Popular Portuguesa. Mário Mata traz também a palco convidados de luxo: Fausto Bordalo Dias, José Cid e Né Ladeiras irão participar no concerto de Lisboa.

Poderemos ouvir todos os êxitos populares do cantautor: “Faz-te à vida”, “Somos Portugueses”, “Há dias de manhã”, “Sou do contra”, “Vamos lá falar”, e claro, “Não há nada pra ninguém”, assim como temas do mais recente álbum, “Regresso”, editado em 2017, no qual o músico revisita memórias, acrescenta novidades, entre doçuras e amarguras.

Além dos músicos Alexandre Reis na bateria e percussões, André Varandas nos pianos, sintetizadores, acordeão e voz, António Ferro na viola baixo, Tiago Bessa nas guitarras braguesa e bandolim, e Mário Mata na voz e guitarra, marcarão também presença Mário João Santos na bateria, Gimba no baixo e Chico Martins na guitarra elétrica.

No final, juntar-se-ão em palco os cantores Rogério Charraz, Rogério Oliveira e os representantes da ADEB, Luís Oliveira e Helena Palma, para interpretar “Dupla Face”, um tema dedicado às pessoas portadoras de síndrome depressivo e bipolar.

Os bilhetes encontram-se à venda nos locais habituais e, ainda, em Ticketline.pt.

https://www.facebook.com/mariomataoficial/


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publicado por Carlos Gomes às 14:31
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PAN QUER ACABAR COM AS CORRIDAS DE TOUROS EM PORTUGAL

PAN agenda debate com vista à abolição das corridas de touros em Portugal

PAN dá hoje entrada do projeto de lei que visa abolir as corridas de touros. Agendamento na conferência de líderes de amanhã

  • O direito ao entretenimento não se pode sobrepor ao direito à vida e à integridade física dos animais
  • O Parlamento deve ter a capacidade de medir os níveis de rejeição social desta prática
  • A identidade de um povo cria-se a partir do que é pertença comum e não daquilo que nos divide

O PAN, Pessoas-Animais-Natureza, vai agendar na conferência de líderes de amanhã, dia 16 de maio, o debate com vista a abolir as corridas de touros em Portugal. É a primeira vez que este debate é agendado na Assembleia na República.

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No projeto de lei, o PAN apresenta uma extensa análise dos espetáculos tauromáquicos do ponto de vista histórico, social e cultural com recurso a estudos científicos de organizações nacionais e internacionais sobre as implicações nocivas e transversais que a prática tem nas crianças, nos jovens e adultos, bem como nos animais envolvidos.

Para o PAN o direito ao entretenimento, ainda que disfarçado de herança cultural, não deve poder prevalecer sobre o respeito pela liberdade, pela vida e pela integridade física e psicológica de animais que são sensíveis e que sentem dor, por um lado, nem sobre o ideal de sociedade que rejeita a violência, por outro.

Valorizar a cultura enquanto sistema complexo de códigos e padrões partilhados por uma sociedade, passa inevitavelmente por sermos capazes de medir a aceitação e recetividade, por essa mesma sociedade, das respetivas manifestações culturais. No que respeita aos espetáculos tauromáquicos a realidade não corresponde à opção do legislador que os elevar à condição de cultura. Dos 308 municípios do país, apenas 44 têm atividade taurina, i.e., 14,8%. Em 2017 realizaram-se 181 espetáculos tauromáquicos, dos quais 26 foram na praça de Albufeira e 13 na de Lisboa, sendo que em 27 das praças de touros existentes, ou seja, mais de 50%, realizaram apenas uma ou duas corridas durante o ano. A praça que organiza mais corridas de touros por ano é orientada para o turismo e não para satisfazer qualquer vontade do público local.

Ano após ano, as touradas atingem mínimos históricos de corridas e de público no nosso país. Desde 2010 as touradas já perderam mais de 53% do seu público. A indústria tauromaquia tem um peso cada vez mais insignificante em Portugal, não obstante todo o investimento em marketing para transformar a sua imagem associada à brutalidade e decadência e os vários apoios e subsídios públicos diretos e indiretos.

Massacres públicos de touros para fins de entretenimento já foram prática em toda a Europa e foram sendo banidos paulatinamente em praticamente todos os países deste continente. Dos 193 países do Mundo apenas 8 têm atividade tauromáquica.

Para o PAN afirmar que estas práticas fazem parte da identidade nacional é pretender que uma minoria da população que assiste a corridas de touros seja considerada mais “portuguesa” do que a grande maioria que não se revê neste tipo de espetáculos, o que é, no mínimo, desconcertante.

André Silva, deputado do PAN, frisa que: “A identidade de um povo cria-se a partir do que é pertença comum e não daquilo que nos divide, pelo que forçar a identidade tauromáquica à população portuguesa é ofensivo e contraproducente para uma desejada unidade nacional e evolução civilizacional.”



publicado por Carlos Gomes às 14:26
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BLOGS PORTUGAL REALIZA 8ª GALA MONTEPIO ACREDITA PORTUGAL E ENTREGA PRÉMIOS DE EMPREENDEDORISMO

Preparados para a maior batalha de pitch da história?

Dia 30 de maio venha descobrir quem são os vencedores do maior concurso de empreendedorismo do país.

Quarta, dia 30 de maio a partir das 20h (antes do feriado).

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Clique em baixo para se inscrever gratuitamente!

https://www.eventbrite.pt/e/bilhetes-viii-gala-de-entrega-de-premios-45231583885

Vídeo aqui: https://www.youtube.com/watch?v=-xm3cK6rCms

GIF aqui:

https://drive.google.com/file/d/17w09yatEBowcIsXZ8K7ZaEzz9hXxAq11/view?usp=sharing

8ª Gala Montepio Acredita Portugal: venha conhecer (e votar) nos melhores projectos de mais uma edição do concurso de empreendedorismo da Associação Acredita Portugal. Estas serão as equipas que vão liderar e estabelecer as tendências da próxima década.

Nesta cerimónia de entrega de prémios terá a oportunidade de conhecer e interagir com todo o ecossistema, desde os nossos parceiros, conselheiros, membros do júri e investidores.

Este é um evento de promoção do empreendedorismo, por isso é aberto ao público e de inscrição gratuita.

Sugerimos que se faça acompanhar por todos aqueles que estão interessados no tema.

Contamos consigo!

https://www.eventbrite.pt/e/bilhetes-viii-gala-de-entrega-de-premios-45231583885



publicado por Carlos Gomes às 09:13
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Segunda-feira, 14 de Maio de 2018
MÁSCARAS TRADICIONAIS DESFILAM EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 21:55
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METRO REALIZA ESTUDO DO PERFIL DO CLIENTE

O Metropolitano de Lisboa encontra-se a realizar um estudo sobre o perfil do Cliente que visa conhecer os seus clientes em termos socioeconómicos, hábitos de viagem, necessidades e expetativas de transporte.

Este estudo decorre entre 14 de maio e 10 de junho e compreende a realização de inquéritos aos clientes nas principais estações do Metro pela empresa A.C. Nielsen Portugal – Estudos de Mercado Unipessoal, Lda.

Os entrevistadores estão devidamente identificados e os questionários serão de resposta rápida.

O Metropolitano de Lisboa apela à colaboração dos seus clientes nesta iniciativa que facilitará a identificação do perfil do cliente e permitirá à empresa sustentar estratégias de operação, comunicação, inovação, criação e adaptação de novos serviços e produtos ainda mais adequados às necessidades de mobilidade e às expectativas daqueles que, diária ou ocasionalmente, utilizam o Metro.


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publicado por Carlos Gomes às 21:03
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FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS COMEMORA DIA NACIONAL DO FOLCLORE

A Federação do Folclore Português assinala, o Dia Nacional do Folclore Português, cuja cerimónia de encerramento tem lugar no próximo dia 27 de Maio, pelas 15 horas, no Auditório Municipal de Vila Nova de Gaia-

Da cerimónia constarão alguns discursos de agentes culturais ligados ao Folclore e Etnografia.

Serão homenageadas algumas personalidades que contribuíram para o engrandecimento da causa etnográfica a nível nacional, da FFP em si, e no processo de edificação da sede da FFP, com destaque (para fins informativos) para o Município de Vila Nova de Gaia e o Dr. César Oliveira.

Será também apresentada a nova imagem gráfica da FFP.

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publicado por Carlos Gomes às 19:44
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Domingo, 13 de Maio de 2018
CABIDELA DE GALO JUNTOU MINHOTOS EM LISBOA

Os galos vieram de Ponte de Lima, o vinho verde de Vila Nova de Cerveira e os minhotos de toda a parte, respondendo à chamada da Casa do Minho para degustar um dos mais tradicionais e saborosos pratos da cozinha minhota – o Arroz Pica no Chão, por muitos simplesmente conhecido por Galo de Cabidela!

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O Presidente da Junta de Freguesia do Lumiar, Dr. Pedro Delgado Alves, o Padre João Caniço da Paróquia do Lumiar e o jornalista Jaime Ferreira de Carvalho, da RTP, juntaram-se a cerca de uma centena de minhotos que se reuniaram à volta da mesa para saborear a tradição, fazendo jus à alcunha pela qual outrora eram conhecidos… os pica-milho. Alcunha que era devida ao seu costume de comer pão de milho… o trigo era até então um cereal desconhecido na região do Minho!

Paulo Duque, o Presidente da Direcção da Casa do Minho, não teve mãos a medir pois é a ele que cabe a importante missão de esmeradamente confeccionar tão apreciada iguaria o que, segurando a grande colher de pau com que “rema” a especialidade dentro do enorme tacho, tal como o maestro da orquestra agita a batuta, faz do Arroz Pica no Cão uma autêntica sinfonia de sabores.

Remonta pelo menos ao século XVI o costume entre nós de cozinhar com sangue as mais variadas espécies de carne como sucede com o galo, porco, pato, cabrito e coelho, tendo inclusive a nossa culinária influenciado a de outros povos como o poulet en barbouille, o canard au sang e o coq au vin dos franceses, além daqueles com quem partilhámos uma História de séculos em África, na Ásia e nas Américas.

Uma espreitadela indiscreta na cozinha permitiu-nos desvendar o segredo para agora revelar a receita de tão apreciado quanto afamado prato da gastronomia minhota.

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Ingredientes:

1 Galo caseiro

0,5 dl de azeite

3 Colheres (sopa) de vinagre

1 Cebola grande

2 Dentes de alho

100 gr de toucinho

1 Folha de louro

1 Malagueta

1 Tigela de arroz

Sal q.b.

Preparação:

Aproveite o sangue do galo, deitando-o numa tigela com três colheres de sopa de vinagre e mecha para que não coalhe (como alternativa ao sangue do galo consulte o seu talho, lá poderá encontrar pacotes já embalados). Numa panela ponha a refogar no azeite, a cebola e os alhos picados. Junte-lhe a galo cortado aos bocados pequenos e os miúdos (exceto o fígado), o toucinho cortado, o louro e a malagueta cortada ao meio. Refogue tudo, tempere com sal e deixe estufar em lume brando. Cubra a carne com água quente, tape a panela e deixe cozer até a o galo ficar macia. Depois de cozido retire a galo e retifique a água para que fique na proporção de 3/1 para a cozedura do arroz. Assim que levantar fervura junte o arroz. Três ou quatro minutos antes de ficar pronto junte o sangue, misture-o bem, junte também a carne e deixe apurar.

Fonte: Câmara Municipal de Vila Verde

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publicado por Carlos Gomes às 18:57
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MINHOTOS EM LISBOA TRAZEM FOLCLORE DE TODO O PAÍS À ZONA MONUMENTAL DE BELÉM

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publicado por Carlos Gomes às 13:37
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Sábado, 12 de Maio de 2018
FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS ASSINALA DIA NACIONAL DO FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 22:32
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JARDIM DO TOREL EM LISBOA VIRA ARRAIAL MINHOTO

A convocatória foi feita através das redes sociais como actualmente convém mas foi quanto bastasse para que dezenas de minhotos afluíssem hoje ao Jardim do Torel, em Lisboa, para cantar e dançar à moda do Minho.

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Distantes vão os tempos em que o faziam nos jardins do Parque Eduardo VII, por vezes ao som de um simples gira-discos ou um gravador de cassetes de fita magnética. Os tempos são outros mas a chama continua viva e os minhotos mantém a tradição de se juntarem para dançar ao som da concertina. E, se não é nas instalações de uma casa regional ou da sede de um grupo folclórico, qualquer sítio serve para fazer de terreiro porque o importante é dançar… com alegria e à nossa maneira!

O Jardim do Torel situa-se na rua Júlio Andrade, perto do Campo Mártires da Pátria, vulgo Campod e Santana, e do Centro Galego de Lisboa, na encosta virada para a avenida da Liberdade, num local – o Torel – ocupado por um conjunto de palacetes cosntruídos ao gosto revivalista do século XIX.

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Diana Fraga, uma das organizadoras desta iniciativa com Carlos Gomes, Administrador do Blogue de Lisboa



publicado por Carlos Gomes às 19:53
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LISBOA FESTEJA CASAS REGIONAIS

As casas regionais e outras colectividades lisboetas vão estar em festa de 18 a 20 de Maio, na Alameda D. Afonso Henriques, junto à Fonte Luminosa. Trata-se da IV FESTA DAS COLECTIVIDADES E DAS CASAS REGIONAIS, uma iniciativa conjunta da Associação das Colectividades do Concelho de Lisboa (ACCL), da Associação das Casas Regionais em Lisboa (ACRL) e da Federação das Colectividades do Distrito de Lisboa (FCDL), com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e das Juntas de Freguesia do Areeiro, de Arroios e da Penha de França.

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De entre todas as actividades programadas, destacamos duas: um encontro de concertinas programado para dia 18, entre as 21.00 e as 24.00, e uma noite dedicada ao fado, com a presença de fadistas em representação do Associativismo Lisboeta, no dia seguinte (19), à mesma hora. Além disso, esta festa é bem conhecida pelas suas tasquinhas apresendo os vais variados produtos regionais de todo o país.

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publicado por Carlos Gomes às 09:28
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ALGUEIRÃO REALIZA FESTIVAL DE FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 08:38
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Sexta-feira, 11 de Maio de 2018
MINHOTOS LEVAM FOLCLORE E ALEGRIA À AMADORA

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publicado por Carlos Gomes às 10:41
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Quinta-feira, 10 de Maio de 2018
GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO PUBLICA EM LIVRO A PALESTRA PROFERIDA EM LOURES PELO DR. DANIEL CAFÉ ACERCA DOS QUARENTA ANOS DA FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS

O Grupo Folclórico Verde Minho acaba de editar em livro a palestra proferida em Loures pelo Dr Daniel Café, Presidente da Federação do Folclore Português, subordinada ao tema “Quarenta anos de FFP: O passado, o presente e o futuro do movimento folclórico nacional”. Esta série está a registar imensa procura, razão pela qual as primeiras edições já se encontram esgotadas.

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Do livro do Dr Daniel Cerqueira transcrevemos o respectivo prefácio:

“O folclore é a história não escrita do povo. O termo constitui um anglicismo desde há muito tempo já assimilado na Língua portuguesa, derivando da palavra composta folklore – do inglês folk que significa povo e lore que quer dizer conhecimento – podendo ser traduzido para sabedoria popular.

Confundindo-se geralmente com a Etnografia que trata da descrição da identidade étnica, incluindo os seus usos e costumes, o folclore estuda e preservas as tradições e usos populares, incluindo o artesanato e a cozinha tradicional, as lendas e provérbios, a religiosidade e a medicina popular, as crenças e supertições, os divertimentos e as brincadeiras infantis e, naturalmente, o traje e as danças e cantares. Em resumo, tudo quanto envolvia a vida quotidiana do povo sobretudo a uma era pré-industrial, ainda distante da padronização dos costumes e das mentalidades à escala mundial.

Numa altura em que a Federação do Folclore Português comemora 40 anos de existência, não podia o Grupo Folclórico Verde Minho deixar de assinalar a efeméride com a devida dignidade, apelando à reflexão acerca do associativismo folclórico. E, para o efeito, teve a honra de ver aceite o pedido que endereçou ao Presidente da Direcção da Federação do Folclore Português, Dr. Daniel Café, o qual proferiu a palestra subordinada ao tema “40 anos da Federação do Folclore Português: o presente e o futuro do movimento do folclore nacional”.



publicado por Carlos Gomes às 14:26
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ALMOÇO DE CABIDELA JUNTA MINHOTOS EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 10:26
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CONVENTO DOS CARDAES RECEBE CONCERTO DE MÚSICA CORAL

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publicado por Carlos Gomes às 10:12
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Quarta-feira, 9 de Maio de 2018
FAROL DO CABO DA ROCA ABRE AO PÚBLICO PARA COMEMORAR DIA DA MARINHA

O Farol do Cabo da Roca, no concelho de Sintra, vai abrir ao público entre os dias 12 e 20 de Maio, no âmbito das comemorações do Dia da Marinha, anunciou a Autoridade Marítima Nacional (AMN).

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“Os faróis abrem as portas de forma gratuita para que todos os visitantes tenham a oportunidade de viver esta experiência e conhecer a sua importância na salvaguarda da navegação”, refere o comunicado.

Criado por Alvará do Marquês de Pombal em 1758, o Farol do Cabo da Roca encontra-se em funcionamento desde 1772 e situa-se na ponta mais ocidental do continente europeu, a uma altitude de 165 metros acima no nível do mar, tendo a sua luz um alcance de cerca de 48 quilómetros.

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Terça-feira, 8 de Maio de 2018
CARNAXIDE FESTEJA À SENHORA DA CONCEIÇÃO DA ROCHA

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publicado por Carlos Gomes às 21:13
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SOCIEDADE HISTÓRICA DA INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL PROMOVE CONFERÊNCIA ACERCA DO TEATRO DA ÓPERA DO TEJO

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publicado por Carlos Gomes às 20:38
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BAIRRO DA FRATERNIDADE EM LOURES REALIZA MOSTRA DE FOLCLORE

O Rancho Folclórico do Bairro da Fraternidade levou a efeito uma “Mostra de Folclore” que ocorreu no passado domingo, no Ecoparque de São João da Talha.

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Além do grupo anfitrião, a iniciativa contou ainda com a participação do Rancho Folclórico Infantil do Bairro da Fraternidade; União Cultural e Folclórica da Bobadela; Rancho Folclórico da Academia Sénior de São João da Talha; Rancho Folclórico e Etnográfico “Os Frieleiros”; Velha Guarda do Rancho da Bobadela e o Rancho Folclórico e Etnográfico do Cabeço de Montachique.

Entretanto, o Rancho Folclórico Adulto do Bairro da Fraternidade prepara a realização no próximo mês de Novembro de mais uma edição do espectáculo “24 Horas de Folclore” a ter lugar em princípio no Pavilhão José Gouveia, em São João da Talha, iniciativa que conta geralmente com a participaçãod e algumas dezenas de grupos folclóricos.

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Considerado um dos grupos mais controversos e mais criticados por não seguirem os padrões estabelecidos numa perspectiva de preservação dos costumes de antanho, o BLOGUE DE LISBOA recupera uma entrevista que há perto de três anos efectuou a Fernando Manuel Cipriano, fundador e ensaiador do Rancho Folclórico do Bairro da Fraternidade desde 1989. Passamos a transcrever:

“Sou Fernando Manuel Cipriano, fundador e ensaiador do Rancho Folclórico do Bairro da Fraternidade desde 1989.

Vou só explicar algumas coisas sobre o grupo, porque não tenho pachorra para aturar hipocrisias daqueles que nada sabem, mas falam muito e eu nunca gostei de alimentar polémicas, mas sou frontal e digo o que acho e penso na cara de quem me critica.

Este grupo nasceu num Bairro onde nada existia a não ser Oliveiras, agora já tem algumas casas e nasceu com o objectivo de ocupar a juventude deste Bairro que nada tinha, nem tem. O objectivo era ensinar e dar-lhes gosto pelo Folclore e retirá-los doutros caminhos como a Droga, Alcoolismo, solidão, etc.

Não somos Etnográficos, não temos que representar nada nem ninguém e estamos no século XXI, tudo evoluiu e quase tudo mudou, menos algumas mentalidades antiquadas e retrógradas.

Lembrar que os trajes são próprios e foram idealizados com o intuito de dar Alegria e frescura às nossas danças. Fazemos o que achamos melhor, nunca fomos atrás de ninguém, nem vamos, não andamos cá por ver andar os outros. Os nossos trajes não são sintéticos, as saias são todas em Terylene e as meninas usam uns culotes que fazem o mesmo efeito de calções, para que possam mostrar as pernas, assim como mostram as danças de Salão, os Zumbas, os Kizombas, etc. Mas as meninas até usam cueca e soutien branco, que é uma norma e podem assim dançar com mais destreza.

Nós aceitamos e vivemos bem com as críticas, é sinal que estamos vivos e isso dá-nos ainda mais força para continuar o nosso trabalho.

Lamentamos é alguns senhores ligados á rádio, criticarem um grupo que actuou 4 anos gratuitamente nas suas festas, com o mesmo traje, não se importando com as saias curtas e era bom, mas agora o mesmo grupo já não presta. Estas pessoas é que estão a mais, devem ter alguma doença de esquecimento, porque os tempos mudaram e o Folclore já não é o mesmo e para conseguirmos ter a juventude nesta dança que é o Folclore, temos de inovar e seguir outro caminho.

Este grupo dança todos os dias e já lá vão 4 anos, num restaurante de Fado e Folclore no Bairro Alto, chamado O Forcado, situado na Rua da Rosa e concorremos com vários grupos de várias zonas e fomos nós os escolhidos, pode lá nos ir visitar e tirar conclusões.

Todos são livres de dizerem o que pensam, mas como este Rancho não diz mal de ninguém, também não gosta que digam mal de nós.

Lembrar ainda que não somos federados, na Federação de Folclore, por não se encaixarmos nesse sistema.

Somos federados da Confederação das Colectividades e estamos legais nas Finanças e Segurança social o que talvez não aconteça com muitos. Em 2013 fomos escolhidos para participarmos no Mega Picnic do Continente, temos mais de 40 atuações por ano. Fomos convidados para atuarmos na Televisão, pelo que não somos assim tão maus.

Só queremos dançar e mostrar toda a beleza das nossas danças, porque todos dançamos com amor á arte.

Saudações Folclóricas

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publicado por Carlos Gomes às 20:33
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OEIRAS: LAGE ESTÁ EM FESTA!

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publicado por Carlos Gomes às 17:58
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“A CEIA DO MARQUÊS” – UM ESPETÁCULO EM LINDA-A-VELHA PARA COMEMORAR O 319º ANIVERSÁRIO DO NASCIMENTO DE MARQUÊS DE POMBAL

Uma experiência cénica, gastronómica e histórica no Palácio dos Aciprestes

De 13 de Maio a 8 de Junho, o Palácio dos Aciprestes vai receber “A Ceia do Marquês”, um espectáculo que apela aos cinco sentidos, por proporcionar uma experiência cénica, gastronómica e histórica, onde os espectadores assistem a uma sucessão de quadros teatrais inspirados na vida do Marquês de Pombal, enquanto se sentam à sua mesa.

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Para comemorar o 319º aniversário do nascimento de Sebastião José de Carvalho e Melo, Marquês de Pombal e Conde Oeiras, a produtora “Cenas e Quê…” preparou um espectáculo que pretende transportar o público a 1777, numa jornada histórica e gastronómica, intitulada A Ceia do Marquês.

A Ceia do Marquês é, acima de tudo, uma viagem. Uma viagem no tempo, até 1777, onde o público vai acompanhar momentos da vida do Marquês de Pombal – assentes em factos históricos – mas também à infância da mentora do projecto, Fátima Morais, que traz sabores, aromas e tradições de Trás-os-Montes para a mesa desta ceia.

À mesa, os espectadores vão poder provar algumas iguarias caseiras, como a bôla de alheira de Mondim de Basto, Paté do Conde, Bacalhau à Marquês e, para finalizar, mousse de lima e o Pudim Pombalino.

Uma viagem pelo tempo, pelos sabores e pelos sentidos para (re)descobrir uma das mais incontornáveis figuras da nossa História, A Ceia do Marquês estará em cena nos dias 13, 17, 24, 31 de maio e 8 de Junho às 20h30, no Palácio dos Aciprestes, em Linda-a-Velha. O bilhete para esta Ceia tem um valor de 35€ e reserva obrigatória através do e-mail cenaseque@gmail.com

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A Ceia do Marquês 

M/12 anos

Ideia Original de: Fátima Morais
Texto: Liberto Luso
Com: Carlos Paiva, Carolina Dominguez, José Coelho, Paula Manso e Tâmara Paiva

Direcção de Actores: Carlos Paiva

Produção: Cenas e Quê… com a colaboração da Don’Adelaide Produções

Datas: 13, 17, 24 e 31 de Maio e 8 de Junho às 20h30

Bilhetes: 35€ (opção vegetariana disponível)
Bilhete com desconto para grupos de 10 ou mais elementos: 30€

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Reservas: cenaseque@gmail.com



publicado por Carlos Gomes às 11:12
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ALFRAGIDE É TERRA DE FADO E FADISTAS

Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho, leva a cabo 4ª Noite de Fados

O salão da Associação de Moradores do Alto do Moinho, vestiu-se a rigor, no passado dia 5 de Maio, para receber a 4ª Noite de Fados do Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho, uma iniciativa com vista à angariação de alguns fundos para o grupo folclórico ali sediado, assim bem como dinamizar a associação e todos os habitantes da freguesia de Alfragide.

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Toda a decoração e lembranças do evento ficaram a cargo do Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho, sendo uma das suas responsáveis Rafaela Pedro a mentora do ambiente acolhedor e muito especial que deliciou todos os presentes.

Esta foi já a 4ª Edição e promete ser um evento de muito sucesso estando já pensadas novas iniciativas em buscar da promoção de um dos mais belos Patrimónios Imateriais da Humanidade o Fado.

O elenco convidado, foi dos melhores que por ali passaram, fazendo as delícias de todos os que ali estiveram para ouvir o Fado na sua pureza. O elenco contou com os fadistas, Anabela Conde, António Roque, Ana Paula Relvas, Infante José, José Gomes e Leonardo Pereira. Á viola de fado esteve Cesário Rama e à guitarra Portuguesa o grande guitarrista Luís Grácio.

A Noite contou ainda com algumas surpresas vindas do público presente, que a pedido de várias famílias abrilhantaram ainda mais o evento com o típico fado castiço.

É de salientar a belíssima refeição que ali foi servida por elementos do grupo e confecionada pela equipa de cozinha composta por elementos do mesmo.

Terminou em apoteose a 4ª Noite de Fados do Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho, com o Fado “Cheira bem, Cheira a Lisboa” cantado por todos os fadistas ali presentes e o público entoou este clássico do fado nacional.

São diversas as iniciativas que este grupo tem organizadas para o presente ano de 2018, sendo de salientar o seu XX Festival de Folclore de Alfragide no dia 8 de Setembro que contará com belíssimos grupos panorama folclórico português que em breve serão divulgados.

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publicado por Carlos Gomes às 02:48
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