Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores
Sexta-feira, 19 de Junho de 2015
ALCÂNTARA REVIVE ROMARIA DE SANTO AMARO



publicado por Carlos Gomes às 08:42
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Quinta-feira, 18 de Junho de 2015
FITNESS HUT DESAFIA AO EXERCÍCIO FÍSICO

“Não tenho tempo...” Essa desculpa já era!

Plano de 30´para preguiçosos! Vamos a isso? Nem sabe o bem que lhe fazia...

A rotina do dia-a-dia é invocada para desculpar o que a Organização Mundial de Saúde (OMS) considerou uma doença. O sedentarismo e falta de prática de exercício físico origina uma realidade perigosa para a saúde e para a qualidade da esperança média de vida através de favorecer o aparecimento de doenças e o agravamento de problemas – diabetes, ansiedade, pressão alta, obesidade, osteoporose, doenças cardiovasculares e muitas mais situações.

Praticar exercício físico é o antídoto natural para melhorar a saúde! 30 minutos por dia são suficientes para iniciar uma prática regular e orientada para os objetivos que pretende alcançar. Poucos dias denunciam a mudança: é possível assistir a melhorias positivas como a redução de stress e ansiedade, melhoria na qualidade do sono, equilíbrio mental e combate à depressão, sentimento de bem-estar, maior resistência muscular e pulmonar, mais energia, corpo mais tonificado.

Com todos os benefícios inerentes ao exercício físico, o Fitness Hut desenhou um plano de treino para ser realizado em circuito. Este permite uma maior rentabilização do tempo e um aumento da intensidade no trabalhar dos principais grupos musculares e múltiplas articulações. 

O treino é realizado em circuito para uma maior rentabilização de tempo. Realize 4 a 5 séries x 3 circuitos. Na maioria dos exercícios utiliza-se somente o peso corporal e pequenos equipamentos. Isto permite evitar tempos de espera nas máquinas, quando estas se encontram ocupadas. A maior parte dos exercícios são para grandes grupos musculares, com movimentos poli-articulares. Ou seja, permite trabalhar mais do que uma articulação em simultâneo envolvendo vários grupos musculares. Realize 1 minuto de descanso entre cada circuito

  1. 5' Remo para aquecimento
  2. Walking Lunge com halteres  - 1 pista
  3. Rope Squat Jump Slam – 30´´
  4. Push-ups – 20 reps
  5. Remada unilateral  no step – 10 reps
  6. Jump Box – 20 reps
  7. Mountain Climber – 20 reps
  8. Abs mola – 20 reps
  9. Side Plank 30´´

Fonte: Marta Simão – Club Manager @ Fitness Hut Linda-a-Velha



publicado por Carlos Gomes às 22:05
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BIBLIOTECA DA MOITA VAI À PRAIA DO ROSÁRIO

A partir de 20 de junho e até 30 de agosto, a Biblioteca Estival regressa à Praia Fluvial do Rosário. Com esta iniciativa, a Câmara Municipal da Moita pretende fomentar o gosto pelo livro e pela leitura e, simultaneamente, atrair novos leitores para as bibliotecas municipais.

Praia do Rosário

Este posto de leitura, que funciona de terça a sexta-feira, entre as 10:00h e as 13:00h ou das 14:00h às 18:00h, e aos fins-de-semana e feriados, das 10:00h às 14:00h ou das 14:00h às 19:00h, conforme as marés, coloca ao dispor dos veraneantes a possibilidade de consultar livros, revistas e jornais na praia. A Biblioteca Estival também dinamiza jogos de mesa, como xadrez, damas, dominó, entre outros.

Passa por lá e coloque as suas leituras em dia!



publicado por Carlos Gomes às 13:36
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BENFICA FESTEJA A SÃO PEDRO COM ARRAIAL DE FOLCLORE

MINHOTOS FESTEJAM EM LISBOA SÃO PEDRO À MODA DO MINHO

Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho organiza Festival Nacional de Folclore no próximo dia 28 de junho, na Alameda Padre Álvaro Proença, junto à mata de Benfica.

O arraial é feito a S. Pedro e a festa é organizada pelas gentes do Minho. O Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho, um dos mais antigos e representativos agrupamentos folclóricos minhotos na região de Lisboa, leva a efeito no próximo dia 28 de junho, em Benfica, o “Arraial de São Pedro”. A iniciativa conta com o apoio da Junta de Freguesia de Benfica e vai ter lugar na Alameda Padre Álvaro Proença, junto à mata de Benfica.

Para além do grupo anfitrião, o Minho faz-se ainda representar pelo Rancho Folclórico “As Lavradeiras” de Oleiros – Ponte da Barca. A Beira Litoral apresenta o Rancho Folclórico do Souto da Carregueira – Leiria. Do Ribatejo desloca-se o grupo da Associação Etnográfica Gentes de Almeirim. Por sua vez, a Estremadura é representada pelo Grupo Etnográfico de Danças e Cantares da Barra Cheia – Moita. O cartaz do espetáculo ou seja, os grupos que nele vão participar falam por si, garantindo a qualidade do festival de folclore, como aliás já nos habitou o grupo organizador.

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O Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho foi constituído em 16 de maio de 1980, já lá vão mais de 35 anos, sempre a representar condignamente as nossas tradições, em Portugal e no estrangeiro.

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São gente do Minho que vive e trabalha na região de Lisboa, filhos e amigos de minhotos e que, em qualquer dos casos, amam a nossa região e fazem dela uma excelente representação que a todos nos orgulha. Todos os seus componentes, com especial destaque para os mais jovens, apresentam-se invariavelmente em todas as atuações com o maior garbo e respeito pelos nossos trajes tradicionais, exibindo-os com dignidade e altivez pois representam a nossa identidade.

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Este Grupo é filiado na Federação do Folclore Português e no INATEL, na Federação Portuguesa das Coletividades de Cultura e Recreio e preside atualmente à “Associação do Distrito de Lisboa para Defesa da Cultura Tradicional Portuguesa”. Encontra-se sediado na Junta de Freguesia de Benfica em Lisboa, cidade onde todos os anos organiza o festival de folclore “Cidade de Lisboa”.



publicado por Carlos Gomes às 09:26
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Quarta-feira, 17 de Junho de 2015
GRUPO ETNOGRÁFICO DANÇAS E CANTARES DA BARRA CHEIA, DA MOITA, DANÇA EM LISBOA NO ARRAIAL DE SÃO PEDRO EM BENFICA



publicado por Carlos Gomes às 22:25
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FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO APRESENTA EM LISBOA O MELHOR DA GASTRONOMIA PORTUGUESA



publicado por Carlos Gomes às 21:10
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RÁDIO RENASCENÇA TRANSMITE EUCARISTIA A CELEBRAR NA ROMARIA LIMIANA EM LISBOA

A Rádio Renascença vai proceder à transmissão em direto para todo o país da eucaristia dominical que vai ser celebrada pelo Padre Luís Borga, a partir do parque Vila Guiné, no Parque Florestal do Monsanto, no próximo dia 28 de junho, a partir das 11 horas.

 

Trata-se da Romaria Limiana, um encontro que, desde 1987, a Casa do Concelho de Ponte de lima leva anualmente a efeito no Parque Florestal de Monsanto, com vista a congregar os limianos radicados na região de Lisboa. Refira-se a título de curiosidade que, a primeira edição deste evento teve por designação “Romaria de Santo António”, tendo-se realizado por ocasião do feriado municipal de Lisboa, o que constituiu uma exceção.

Na edição deste ano, participa o Rancho Folclórico da Casa do Minho, o Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho, o Grupo Cultural e Recreativo de Danças e Cantares de Ponte de Lima, o Grupo de Concertinas Os Serranitos” e o Grupo de Bombos da Casa do Concelho de Pampilhosa da Serra, além naturalmente dos anfitriões Grupo de Cavaquinhos e Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Ponte de Lima.

A Romaria Limiana constitui a iniciativa mais antiga que a Casa do Concelho de Ponte de Lima leva a efeito em Lisboa, escassos meses após a sua constituição, uma vez que só posteriormente veio a realizar o III Almoço Limiano. As anteriores edições deste evento antecederam a própria fundação desta associação regionalista.



publicado por Carlos Gomes às 20:38
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SECA E DESERTIFICAÇÃO AMEAÇAM PORTUGAL

17 de Junho - Dia Mundial do Combate à Seca e à Desertificação. É urgente a inversão das políticas atuais

No Dia Mundial do Combate à Seca e à Desertificação, que se assinala hoje, o Partido Ecologista Os Verdes manifesta a sua profunda preocupação com o alastramento da desertificação em Portugal, nomeadamente nas regiões interiores e sobretudo a sul do país.

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A perda de solos férteis e a perda de biodiversidade, são fenómenos muito preocupantes e que poderão ter consequências dramáticas e irremediáveis para a nossa qualidade de vida e até para a nossa sobrevivência se não forem imediatamente travadas as suas causas. Para o Partido Ecologista Os Verdes, estas causas residem não só nas incidências das alterações climáticas, nomeadamente na região sul do país, mas, essencialmente, no despovoamento acelerado que levou ao abandono da terra, nas práticas agro-florestais intensivas e desadaptadas das nossas condições afro-climáticas, nomeadamente a eucaliptização intensiva que se tem expandido por todo o país e, ainda, numa gestão errada dos recursos hídricos que não tem garantido os caudais ecológicos fundamentais para a preservação dos ecossistemas nos nossos rios.

Para “Os Verdes”, o despovoamento que está a assolar o país, devido às políticas de austeridade que têm vindo a ser impostas por este Governo em conjunto com a troika, e que tem levado milhares de cidadãos à emigração forçada, nomeadamente das regiões interiores do país, ainda agrava mais esta situação.

Por tudo isto, Os Verdes consideram que, para contrariar estar desertificação, é fundamental: por fim à austeridade, o que passa pela renegociação da dívida; apoiar a agricultura familiar por forma a contribuir para repovoar as zonas interiores do país; travar o encerramento de serviços públicos; por fim ao incentivo e às ajudas a práticas agrícolas e florestais de monocultura intensiva, nomeadamente o eucalipto e o olival intensivo; rever ao cordo luso-espanhol por forma a garantir os caudais ecológicos necessários nos rios internacionais e abandonar definitivamente o Programa Nacional de Barragens Hidroelétricas.

O Partido Ecologista Os Verdes



publicado por Carlos Gomes às 20:07
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ZÉ POVINHO NASCEU HÁ 140 ANOS!

No sábado, dia 20 e Junho, o Museu Bordalo Pinheiro comemora o “nascimento” do Zé Povinho!

Rafael Bordalo Pinheiro desenhou pela primeira vez a figura de Zé Povinho no seu jornal A Lanterna Mágica de 12 de Junho de 1875, num cartoon alusivo às Festas de Santo António. Uma vez que o dia 12 é véspera de Santo António, o Museu Bordalo Pinheiro celebra a mais genial criação de Rafael Bordalo Pinheiro a 20 de junho, sábado, com um conjunto de actividades que animarão o Museu ao longo do dia:

- Às 11 da manhã vamos abrir a Feira do Livro de Poesia e Banda Desenhada,

- Às 11.30 a exposição de imagem em movimento com um atelier construção de um taumatrópio – um dos mais antigos aparelhos de pré cinema - integrado na, pela NTheias.

- Azulejos de inspiração bordaliana feitos pelos alunos de artes visuais do colégio de Santa Doroteia vão ser apresentados às 13 horas pelo seu professor, Mário Linhares.

- a partir das 14 horas (inscrição obrigatória), Penim Loureiro vai dar uma sessão especial do seu curso de Banda Desenhada dedicado ao desenho digital na BD,

- Às 17 horas teremos Fanzines à Conversa com Geraldes Lino, Inês Ramos e alguns autores de fanzines.

- No âmbito da exposição “Vivinha a Saltar, a Varina na obra de Bordalo”, às 19 horas o grupo de Teatro dos Serviços Sociais da CML vai apresentar a peça Confissões de uma Varina, depois do sucesso da sua apresentação no Museu de Lisboa.

Entretanto, ao longo do dia teremos várias aparições do próprio Zé Povinho, nomeadamente para provar a cerveja Bordallo, às 18 horas.



publicado por Carlos Gomes às 20:02
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Terça-feira, 16 de Junho de 2015
CATALUNHA ABRE EMBAIXADA EM LISBOA

O governo autónomo da Catalunha vai proceder á abertura de três novas representações no estrangeiro, uma das quais em Portugal. As outras serão em Marrocos e no estado do Vaticano.

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De acordo com o governo catalão, estas representações pretendem “responder ao compromisso de consolidar a ação externa da Catalunha e promover a participação em organismos internacionais”.

A abertura de uma representação em Lisboa visa estabelecer contatos e intercâmbios comerciais com Portugal e os demais países de expressão portuguesa. Na realidade, atendendo ao processo que está marcha com vista à independência política da Catalunha, esta iniciativa insere-se numa estratégia que visa a prazo obter o reconhecimento oficial do novo país.

Situada no nordeste da Península Ibérica, a Catalunha constitui uma das nações peninsulares que aspira à independência, tendo visto fracassar a sua sublevação de 1640 também conhecida por “Guerra dos Segadores”, precisamente quando os portugueses logravam libertar-se do jogo espanhol sob a dinastia dos Filipes.

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publicado por Carlos Gomes às 23:48
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RENDER DA GUARDA ATRAI LISBOETAS E TURISTAS AO LARGO DO CARMO



publicado por Carlos Gomes às 21:27
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CASA DO CONCELHO DE PAMPILHOSA DA SERRA LEVA FOLCLORE A MEM MARTINS



publicado por Carlos Gomes às 19:55
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QUE LUGAR OCUPA PORTUGAL NOS “RANKINGS” DE DESENVOLVIMENTO DO MUNDO?

A nosso pedido, recebemos do Professor Catedrático de Física e Responsável pela área do Conhecimento da Fundação Francisco Manuel dos Santos, um artigo de opinião que temos o maior prazer em publicá-lo. Trata-se de um artigo sobre o lugar de Portugal nos rankings de desenvolvimento do mundo e enquadra-se no Ano Europeu para o Desenvolvimento, uma iniciativa que vai decorrer durante o ano de 2015 em todos os países da União Europeia, com o mote “O nosso mundo, a nossa dignidade, o nosso futuro”.

PORTUGAL NO MUNDO

Que lugar ocupa Portugal nos rankings de desenvolvimento do mundo? A Globalstat (http://www.globalstat.eu/), a base de dados sobre o desenvolvimento num mundo globalizado que a Fundação Francisco Manuel dos Santos e o Instituto Universitário Europeu lançaram recentemente, é uma poderosa ferramenta para responder a esta questão. Com o intuito de medir o desenvolvimento usando indicadores para além do Produto Interno Bruto (PIB) por cabeça, uma medida algo redutora, a Globalstat reúne um vasto conjunto de índices, que permitem comparar as cerca de duas centenas de países do mundo. A maior parte desses índices dizem respeito a factores particulares de desenvolvimento, como por exemplo nas áreas da economia, da educação e da saúde, mas outros combinam vários factores desse tipo fornecendo-nos uma imagem bastante abrangente. É o caso do Índice de Prosperidade, construído pelo Instituto Legatum, com sede em Londres, ou do mais conhecido Índice do Desenvolvimento Humano (IDH), usado pelo Programa para o Desenvolvimento das Nações Unidas. A reunião num só sítio de vários índices, simples ou compostos, permite facilmente a qualquer pessoa em qualquer sítio do mundo extrair as suas próprias conclusões a respeito da riqueza ou da pobreza das nações.

Utilizando o Globalstat consultei o PIB por cabeça, o Legatum e o IDH para conhecer a posição do nosso país no globo. Considerando o PIB, estamos em 37.º lugar, atrás de 15 outros países da União Europeia a 28 países (a Grécia está à nossa frente). Mas, usando o Legatum, que combina índices de economia, empreendedorismo, governança,  educação, saúde, segurança, liberdade pessoal e capital social (este inclui a caridade, o voluntariado, a ajuda a estrangeiros, etc.) para 142 países, a nossa situação melhora bastante: ocupamos um honroso 27.º lugar, atrás de apenas 13 países da União Europeia (bem à frente da Grécia). Portugal é um país muito seguro: Somos, segundo o Legatum, o 13.º país do mundo do ponto de vista da segurança. Só não estamos mais alto no cômputo geral porque a economia e a educação não vão tão bem como o resto: na economia estamos no 53.º lugar mundial, atendendo ao desemprego, à insatisfação geral e à falta de confiança nos bancos, e na educação estamos num também modesto 47.º lugar, atendendo ao défice de escolaridade da população activa. Por último, usando o IDH, que combina o PIB com um índice de escolaridade e com a esperança de vida ao nascer para as populações de 187 países, o nosso lugar passa a ser o 41.º, atrás de 21 países da União Europeia (mais uma vez, atrás da Grécia).  De novo, o nosso nível de educação não ajuda. A conclusão é óbvia: se melhorarmos a educação, subiremos nos rankings de desenvolvimento. Pode não dar resultados imediatos, mas é um esforço que vale decerto a pena. De facto, o lugar dado à educação nos quadros comparativos do desenvolvimento significa o reconhecimento que ela representa um extraordinário meio de obtenção de bem estar.

Tudo é relativo. O nosso lugar, podendo ser melhor, não é nada mau. Não estando no topo como a Noruega ou a Suíça, que ocupam posições cimeiras em qualquer um dos rankings considerados (tal como, na União Europeia, a Dinamarca e a Alemanha), Portugal está muito melhor do que a maior parte dos países do mundo. Por exemplo, na cauda das listas do PIB, do Legatum e do IDH, aparecem alguns países de língua portuguesa. Por exemplo, no PIB, Guiné-Bissau e Moçambique estão nos modestíssimos lugares 169 e 170. No Legatum Moçambique e Angola estão nos lugares 120 e 132. No IDH, a Guiné-Bissau e Moçambique aparecem de novo colados um ao outro em posições da retaguarda: nos lugares 177 e 178. Mais uma vez a má situação nos dois últimos índices significa não apenas pobreza material mas também défice de educação. A declaração feita pela União Europeia de 2015 como Ano Europeu do Desenvolvimento deve reforçar a consciência dos países mais ricos – é o caso dos países europeus, mesmo os menos desenvolvidos como o nosso – a respeito do seu papel na ajuda aos mais pobres. Num mundo onde persistem desigualdades gritantes, que este ano sirva para contrariar as assimetrias maiores.

Carlos Fiolhais

Responsável pela área do Conhecimento da Fundação Francisco Manuel dos Santos



publicado por Carlos Gomes às 19:20
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BENFICA VAI SER PALCO DE FESTIVAL DE FOLCLORE



publicado por Carlos Gomes às 15:18
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RUSGA DE SÃO VICENTE DE BRAGA APRESENTA EM LISBOA "O CASAMENTO MINHOTO"

Em dia de S. António, Rusga de São Vicente de Braga – Grupo Etnográfico do Baixo Minho levou “O casamento Minhoto” a Lisboa ao Teatro da Trindade

No passado dia 13, dia de Santo António, a Rusga de São Vicente de Braga - Grupo Etnográfico do Baixo Minho, apresentou em Lisboa, no Teatro da Trindade, o espetáculo sob a designação “Um Casamento Minhoto de inícios do século XX”.

Esta prestação da Rusga, inseriu-se no programa da cerimónia oficial das comemorações do 80º aniversário da Fundação Inatel, sob a designação “Grande Festa de Celebração”. Para além de uma breve sessão comemorativa de abertura, os momentos artísticos desta cerimónia, contaram com uma evocação ao Fado e ao Cante Alentejano, enquanto património imaterial da humanidade, e ainda, com a participação da inconfundível voz de Isabel Silvestre e da Rusga de São Vicente de Braga.

A prestação da Rusga, através da reposição do “Casamento Minhoto”, foi bastante aplaudida e elogiada pelo público presente - entidades convidadas, personalidades ligadas às artes, atores, associados individuais e coletivos da Fundação Inatel -, por se revelar um espetáculo interessante e de grande autenticidade etno-folclórica, e ainda, evidenciando a vivacidade, alegria, ritmo e cor, inerentes ao ritual de um casamento minhoto.

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Este convite revestiu-se de dupla e significativa importância. Por um lado, pelo facto da Rusga também se encontrar a comemorar os seus 50 anos de vida sob o lema: “50 anos 05 temas”. Entrados no mês de Junho, mês do 50º aniversário da Rusga (1965/2015), dê-mos início ao 3º tema das comemorações, sob a designação, “Celebração e Memória”. Por outro, entendemos que este convite surge como, um reconhecimento ao trabalho que esta associação (Centro de Cultura e Desporto – CCD da Inatel), vem desenvolvendo em prol da defesa estudo e promoção da nossa cultura popular de tradição.

Para além do Teatro da Trindade, a Rusga de São Vicente de Braga já apresentou outros espetáculos temáticos na capital, nomeadamente na Aula Magna e Centro Cultural de Belém.

O espetáculo temático ‘O Casamento Minhoto’, já foi apresentado na RTP 1, no programa ‘Praça da Alegria’, em Viana do Castelo e em Braga.

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publicado por Carlos Gomes às 12:33
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FOLCLORE JUNTA MINHOTOS EM MEM MARTINS

Grupo Folclórico As Florinhas do Alto Minho realiza o seu Festival de Folclore no próximo dia 26 de julho

São minhotos e seus descendentes, muitos deles jovens cujos pais, oriundos de Paredes de Coura e outros concelhos do Alto Minho, migraram um dia para a região de Lisboa à procura de melhores condições de vida. Mas não esquecem as suas origens, os seus costumes e tradições e teimam em preservá-las: é a sua identidade!

Em 2003, já lá vai mais de uma década, decidiram constituir o seu agrupamento de folclore – o Grupo Folclórico As Florinhas do Alto Minho.

Encontram-se sediados no concelho de Sintra, mais concretamente na localidade de Sacotes, na Freguesia de Mem Martins. E, desde então, não mais pararam de cantar e dançar tal como outrora sucedia na sua região, ao som do cavaquinho e da concertina, exibindo os seus trajes caraterísticos.

No próximo dia 26 de julho, muitos minhotos vão rumar ao concelho de Sintra para participarem na sua festa e conviverem com os nossos conterrâneos. E, como muitas das “florinhas” são oriundas de Paredes de Coura, deste concelho deslocam-se nada menos do que dois grupos folclóricos. São eles o Grupo Etnográfico de Paredes de Coura e o Grupo da Associação Cultural Desportiva e Recreativa de Paredes de Coura.

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A comunidade courense radicada não região de Lisboa é bastante numerosa e possui inclusive a sua representação concelhia, a Casa Courense em Lisboa. A participação de dois grupos folclóricos do seu concelho na festa organizada pelas “Florinhas do Alto Minho” será certamente uma oportunidade que os courenses saberão aproveitar para a realização de uma grandiosa jornada de confraternização.

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O festival conta ainda com a participação do Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Pampilhosa da Serra e, naturalmente, do anfitrião Grupo Folclórico As Florinhas do Alto Minho.

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publicado por Carlos Gomes às 11:30
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FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO É O MAIOR EVENTO NA PENÍNSULA IBÉRICA DE SABERES, SABORES E TRADIÇÕES



publicado por Carlos Gomes às 10:36
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Segunda-feira, 15 de Junho de 2015
LISBOA REALIZA ROMARIA DOS GALEGOS



publicado por Carlos Gomes às 21:48
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VAMOS AOS FADOS NO CONVENTO DOS CARDAES



publicado por Carlos Gomes às 21:06
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PARTIDO ECOLOGISTA “OS VERDES” QUER MANTER GESTÃO PÚBLICA DA REDE NACIONAL DE POUSADAS DA JUVENTUDE

Os Verdes entregaram no Parlamento um Projeto de Resolução que pretende que o Governo mantenha a gestão da Rede Nacional de Pousadas de Juventude na esfera pública

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O Governo admitiu vir a concessionar as Pousadas de Juventude - fator de desenvolvimento para as regiões onde estão localizadas e importantes na dinamização das economias locais – a entidades públicas ou privadas e, no seguimento deste anúncio, a Direcção da Movijovem avançou com a abertura de concursos públicos para concessionar, numa primeira fase e por um prazo de quinze anos, 14 Pousadas. Neste conjunto, encontram-se cinco das mais lucrativas Pousadas da Juventude.

Esta decisão do Governo de desmantelar a Rede Nacional de Pousadas de Juventude representa a destruição de equipamentos públicos e contraria o que deve ser feito a nível de políticas de juventude, colocando em causa a missão das Pousadas de Juventude e prejudicando o interesse público. Esta intenção do Governo insere-se na política privatizadora de serviços públicos que tem vindo a prosseguir e que favorece, apenas, os grupos económicos, em detrimento dos interesses das populações.

Para o PEV, é pois, desejável que a gestão das Pousadas de Juventude se mantenha na esfera pública, indo ao encontro do interesse e das necessidades da juventude, devendo o seu papel ser valorizado e, nesse sentido, o PEV entregou na Assembleia da República a iniciativa legislativa em causa que recomenda a anulação dos procedimentos concursais em vigor.



publicado por Carlos Gomes às 12:33
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FOLCLORE JUNTA MINHOTOS EM SINTRA



publicado por Carlos Gomes às 08:52
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FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO REALIZA-SE EM LISBOA



publicado por Carlos Gomes às 00:18
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Domingo, 14 de Junho de 2015
PONTE SOBRE O TEJO COMEMORA NO PRÓXIMO ANO MEIO SÉCULO DE EXISTÊNCIA

Mudança do nome ocorreu há 40 anos e constitui um anacronismo

No próximo ano, assinala-se o cinquentenário da Ponte Sobre o Tejo, agora anacronicamente denominada por “Ponte 25 de Abril”. A sua inauguração teve lugar no dia 6 de agosto de 1966, tendo-lhe na altura sido atribuída o nome de “Ponte Salazar”, denominação que no entanto jamais foi oficializada, mantendo a designação oficial de “Ponte Sobre o Tejo”.

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Em outubro de 1975, em pleno auge do período revolucionário e a escassas semanas do golpe militar do 25 de novembro, as enormes letras em bronze que compunham o nome “Salazar” foram derrubadas à martelada e a ponte foi rebatizada como “Ponte 25 de Abril”, em alusão a um acontecimento histórico ocorrido oito anos após a sua inauguração.

Quase meio século decorrido desde a sua inauguração oficial e quarenta desde a alteração do seu nome, a atual designação continua a revelar-se polémica, sendo muitos os cidadãos que contestam a mudança verificada independentemente das razões políticas que estiveram na sua origem. É que, para além de se pretender reescrever a história, a sua atual denominação representa um anacronismo a todos os títulos absurdo.

Sendo algumas atitudes compreensíveis em determinados contextos históricos como aquele que se viveu após o derrube do Estado Novo, também não deixa de ser verdade que uma sociedade culta e amadurecida sabe respeitar a sua História sem temor pelos fantasmas do passado.

Importa pois, numa altura em que a Ponte Sobre o Tejo se encontra prestes a atingir meio século de existência, efeméride que seguramente será condignamente assinalada, seja-lhe atribuída uma designação que seja consensual a todos os portugueses. E, caso tal desiderato não seja possível, será preferível que se reponha o seu nome original – Ponte Sobre o Tejo!

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publicado por Carlos Gomes às 00:23
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Sábado, 13 de Junho de 2015
LISBOETAS ESTÃO CADA VEZ MAIS GULOSOS - "OSCARINHOS DE LISBOA" É UM DOCE DIVINAL!



publicado por Carlos Gomes às 22:08
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TABERNAS DE LISBOA SERVIRAM DE BERÇO A MUITAS COLETIVIDADES DE CULTURA E RECREIO

Grupos excursionistas, almoçaristas e jantaristas tiveram a sua sede nas tabernas dos minhotos

Desde os começos do século passado, constituiu-se um hábito a constituição de pequenos “clubes” formados por frequentadores das tabernas com o propósito de promoverem entre si a confraternização através da realização de excursões ou simples repastos. Tratavam-se dos chamados grupos excursionistas, almoçaristas e jantaristas cuja marca mais visível eram os graciosos quadros emoldurados exibidos nas tabernas onde eram visíveis as fotos dos seus sócios.

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Não raras as vezes, a fusão destes grupos veio a dar origem a muitas das coletividades de cultura e recreio existentes em Lisboa, algumas das quais de grande notoriedade.

Com um número de sócios limitado e com regras pouco definidas, os seus membros quotizavam-se entre si para periodicamente organizarem um passeio ou uma refeição, havendo nalguns casos os que anualmente promoviam uma ação de benemerência, oferecendo roupa e calçado às crianças pobres do seu bairro. A admissão de um novo sócio dependia geralmente da vaga deixada pelo falecimento ou desistência de algum dos membros do grupo.

Com o desaparecimento das velhas tabernas nos bairros lisboetas, também esse costume foi desaparecendo e, com ele, os magníficos quadros que identificavam os grupos, os emblemas e programas produzidos nas tipografias. Na realidade, perde-se um pedaço da história da cidade e do associativismo popular cuja preservação ainda é possível se os nossos historiadores e museólogos forem a tempo de a recuperar junto das gerações mais antigas, mormente dos velhos taberneiros minhotos que muitas vezes se constituíram como fieis depositários do seu espólio.



publicado por Carlos Gomes às 16:54
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ESCRITOR DANIEL BASTOS APRESENTA EM LISBOA LIVRO DE POESIA “TERRA”

O escritor minhoto Daniel Bastos apresenta em Lisboa o seu último livro de poesia “Terra”. A sessão vai ter lugar no próximo dia 20 de junho, às 16h00, na Livraria Ferin.

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A apresentação do livro, uma edição bilingue em Português e Francês, que conta com ilustrações do artista plástico Orlando Pompeu, cuja obra consta de variadas coleções particulares e oficiais em Portugal, Espanha, França, Alemanha, Inglaterra, Brasil, Estados Unidos, Japão e Dubai, e prefácio do fotógrafo, poeta e pintor francês Gérald Bloncourt, será realizada por Maria Melo, Diretora da Associação Portuguesa de Poetas.

Os poemas do escritor e historiador natural de Fafe são marcados por um sentimento telúrico que se revela no apego à terra e na busca do sentido para a vida. Segundo Gérald Bloncourt, recentemente condecorado cavaleiro da Ordem Nacional da Legião de Honra francesa, o livro de estreia do autor minhoto no campo da poesia, perscruta as profundezas da humanidade e os desenhos de Orlando Pompeu, concebidos a partir dos poemas, criam uma simbiose entre a linguagem artística da poesia e pintura.

Refira-se que esta sessão cultural na Livraria Ferin, uma casa livreira de excelência com alma lisboeta, surge depois um conjunto de apresentações oficiais do livro no espaço francófono europeu, designadamente em Paris, Bruxelas e Genebra, e que a mesma incluirá uma prova de vinho verde, promovida pelos Vinhos Norte, um dos maiores produtores nacionais de vinho verde.



publicado por Carlos Gomes às 15:20
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OS MINHOTOS E A IMAGEM DE SANTO ANTÓNIO NAS TABERNAS DE LISBOA

Não havia outrora taberna que não exibisse, em local bem visível, a imagem de Santo António, qual patrono do santuário dionisíaco no qual, o taberneiro, invariavelmente minhoto ou galego, exercia o seu ofício sacerdotal distribuindo pelos fiéis adoradores taças de vinho servidas numa bandeja.

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Junto da imagem do santo, a figura do Zé-povinho criada pelo caricaturista e ceramista Rafael Bordallo Pinheiro garantia aos fregueses – fillius ecclesiae – que o taberneiro não fiava!

Oriundos de uma região onde a adoração é predominantemente dirigida a São João fazendo lembrar ancestrais costumes pagãos em torno de cultos e ritos solsticiais, o minhoto depressa percebeu que a devoção dos lisboetas por Santo António vai ao ponto de esquecerem o verdadeiro patrono da sua cidade – São Vicente!

Com o decorrer dos tempos, as velhas tabernas foram desaparecendo para darem lugar a modernos restaurantes e snack-bares onde, para afugentar clientela indesejável e supersticiosa, passaram a exibir figuras de sapos em lugar do tradicional Santo António e do Zé-povinho.

Nascido em Lisboa por volta de 1191, junto à Sé de Lisboa, foi batizado com o nome de Fernando de Bulhões. Educado no seio de uma família nobre para se tornar cavaleiro, Fernando acabaria por ingressar na Ordem dos Cônegos Regrantes de Santo Agostinho que estava estabelecida na Igreja de São Vicente de Fora. Porém, sentindo-se atraído pelos princípios da humildade, simplicidade e justiça, veio a entrar na Ordem Franciscana, adotando o nome de António em homenagem ao eremita Santo Antão.

Santo António adquiriu em vida tal notoriedade como pregador que, tendo falecido em Pádua, passaram os italianos a designá-lo por Santo António de Pádua como se alguém pertencesse ao sítio onde morre em vez do seu local de nascimento…

Santo António – de Lisboa! – é um dos mais populares santos da Igreja Católica, sendo venerado em quase todo o mundo e dele podendo encontrar-se a sua imagem em numerosas igrejas e outros lugares de culto, nomeadamente em Itália, França e Croácia só para nos referirmos à Europa.

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Imagem de Santo António em Zagreb, na Croácia

Foto: http://cadernosdeviagem.blogspot.pt/


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publicado por Carlos Gomes às 14:35
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ALTO DO PINA VENCE CONCURSO DAS MARCHAS

Marchas de Alfama e Alcântara ficaram em segundo e terceiro lugar respetivamente

A marcha do bairro do Alto do Pina sagrou-se este ano vencedora da 83ª edição das Marchas Populares de Lisboa, de acordo com informação hoje divulgada pela Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural (EGEAC). Em segundo e terceiro lugar ficaram respetivamente as marchas de Alfama e Alcântara, num total de 20 marchas submetidas a concurso.

Para além das marchas referidas, participaram no concurso as marchas da Madragoa, Mouraria, Santa Engrácia, Marvila, Alfama, Graça, São Domingos de Benfica, Carnide, Benfica, Bica, Alcântara, Bairro Alto, São Vicente, Olivais, Baixa, Lumiar, Alto do Pina, Beato, Ajuda e Bela Flor. Participaram ainda extraconcurso a marcha infantil de “A Voz do Operário” e a marcha dos Mercados.

Fotos: EGEAC

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publicado por Carlos Gomes às 10:30
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Sexta-feira, 12 de Junho de 2015
RUSGA DE SÃO VICENTE DE BRAGA LEVA “O CASAMENTO MINHOTO”AO TEATRO DA TRINDADE EM LISBOA, NO DIA DE SANTO ANTÓNIO

É já amanhã, dia de Santo António, que a Rusga de São Vicente de Braga - Grupo Etnográfico do Baixo Minho, apresentará no Teatro da Trindade em Lisboa, o espectáculo sob a designação “Um Casamento Minhoto de inícios do século XX”.

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Esta prestação da Rusga, insere-se no programa da cerimónia oficial das comemorações do 80º aniversário da Fundação Inatel, sob a designação “Grande Festa de Celebração”. Os momentos artísticos desta cerimónia, contarão com a participação de duas vozes femininas, a fadista Fernanda Paulo e Isabel Silvestre e ainda, de dois Centros de Cultura e Desporto (CCD’s) da Inatel, o Grupo de Cante Alentejano ‘Os Camponeses de Pias’ e a Rusga de São Vicente de Braga.

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Este convite reveste-se de dupla e significativa importância. Por um lado, pelo facto da Rusga também se encontrar a comemorar os seus 50 anos de vida sob o lema: “50 anos, 05 temas”. Entrados no mês de Junho, mês do 50º aniversário da Rusga (1965/2015), dá-mos início ao 3º tema das comemorações, sob a designação, “Celebração e Memória”. Por outro, entendemos que este convite surge como, um reconhecimento ao trabalho que esta associação vem desenvolvendo em prol da defesa estudo e promoção da nossa cultura popular de tradição.

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O espectáculo temático ‘O Casamento Minhoto’, já foi apresentado na RTP 1, no programa ‘Praça da Alegria’, em Viana do Castelo e em Braga.

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publicado por Carlos Gomes às 22:01
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ALUNOS DA UNIVERSIDADE SÉNIOR DA MOITA MOSTRAM O QUE APRENDERAM

Festival Sénior marca encerramento do ano letivo da UniSeM

O ano letivo da Universidade Sénior da Moita – UniSeM está a chegar ao fim e, por isso, é altura de mostrar à comunidade o que os alunos desenvolveram em diferentes disciplinas, como artes decorativas, teatro, dança, música, entre outras. Neste âmbito, a Câmara Municipal da Moita preparou o Festival Sénior que inclui espetáculos, exposições e o Piquenique Sénior.

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Assim, no dia 15, pelas 20:30h, vai ser inaugurada, na Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça, na Moita, a Exposição Coletiva, com diferentes trabalhos dos formandos da UniSeM. Esta mostra vai estar patente até ao dia 22 de junho. Meia hora mais tarde, pelas 21:00h, vai ter início o espetáculo de encerramento, no auditório da biblioteca, com música, teatro e dança. Para o dia 16 de junho, está marcado, também para as 21:00h, no auditório da biblioteca, o segundo espetáculo coletivo. A entrada é gratuita.

No dia 17 de junho, as atividades centram-se na freguesia da Baixa da Banheira, com a inauguração da exposição coletiva, às 14:30h, no edifício da Junta de Freguesia da Baixa da Banheira, e com o espetáculo coletivo destes “jovens” alunos, às 15:00h, no auditório do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira. A exposição pode ser vista até ao dia 22 de junho. A entrada é gratuita.

A encerrar este festival está o Piquenique Sénior, no dia 19 de junho, a partir das 10:00h, no Parque das Canoas, na freguesia do Gaio/Rosário, e aberto à população em geral. Basta aparecer e disfrutar dos vários momentos de animação e convívio à beira Tejo.



publicado por Carlos Gomes às 12:31
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OS MINHOTOS EM LISBOA E AS MARCHAS POPULARES DOS BAIRROS ALFACINHAS

BLOGUE DO MINHO recupera entrevista concedida pelo poeta Silva Nunes ao jornal “O Povo do Lima”, em 1992, ao administrador deste blogue.

O poeta Silva Nunes foi uma das figuras incontornáveis da cultura alfacinha e das marchas populares. Durante décadas a fio, escreveu as letras para a maior parte das marchas dos bairros lisboetas. Parafraseando outro poeta, Silva Nunes é o poeta que canta Lisboa sempre que Lisboa canta.

Em 1992, concedeu-nos uma entrevista que então publicámos no extinto jornal “O Povo do Lima”, na qual abordámos aspetos relacionados com a presença da comunidade minhota em Lisboa e as marchas populares dos bairros lisboetas. Cinco anos decorridos, graças á sua intervenção, a marcha de Campo de Ourique desfilava na avenida da Liberdade, envergando trajes do Minho e entoando as letras do poeta Silva Nunes, com composição musical de Mário dos Santos Gualdino.

- A seu ver, qual o bairro de Lisboa onde se registam de forma mais acentuada os efeitos desta migração? Porquê?

- Tal como acontece com o algarvio, o beirão e o alentejano, o minhoto nunca formou, em lisboa, uma verdadeira comunidade bairrista, isto é, no estilo do podo ovarino que se radicou na Madragoa. No entanto, por experiência própria, sabemos que o minhoto nunca deixou adormecer em si o orgulho que o prende à beleza inesquecível do mais lindo recanto de Portugal, que é a sua província: os exemplos são muitos. Enumerá-los, para quê?... Basta conviver durante alguns dias, para ver como o seu sentimento se funde na alegria de um bairrismo salutar.

- Qual a marcha de Lisboa que mais representa os tipos característicos do carvoeiro, do taberneiro e outros que tenham a ver com as gentes do Minho?

- A marcha de Alcântara apresentou, por mais de uma vez, o tema de descarregadores de sal e carvão, pelo facto das “fragatas” e dos “varinos”, de Alcochete, procederem às suas descargas na “Doca do Pinho”, ali, a dois passos. Entre o pessoal descarregador viam-se mulheres naturais do Minho que, além da descarga do carvão, também vendiam peixe pela cidade, como as chamadas varinas da Madragoa ou de Alfama.

A propósito, apetece-nos dizer que os minhotos, tal como qualquer alfacinha, habituaram-se a gostar dos bairros típicos da Capital onde vivem, sem esquecer as suas origens. Por isso, em noite de Santo António, cantam nos bailaricos, queimam alcachofras e percorrem a cidade de cravo vermelho e vaso de manjerico.

Nos anos 60, encontrámos uma linda jovem, de Santa Cruz do Lima, que erguendo o arco da frente, cantava com alegria bairrista, a canção que fora êxito na voz de Beatriz Costa:

            “A Marcha da Mouraria

            Tem o seu quê de bairrista.

            Certos laivos de alegria,

            É a mais boémia,

            É a mais fadista.”

- Pensa que, à semelhança do que sucede com a Madragoa, em relação á comunidade ovarense que ali reside, existe a possibilidade de “influenciar” positivamente a marcha de um dos bairros de Lisboa com as figuras e os usos próprios da nossa comunidade, que aliás, já fazem parte da história da cidade?

- Rememorando os temas apresentados pelas marchas populares, verificamos que o Bairro Alto se reporta aos espadachins da estalagem do Leandro e aos de Sebastião José de Carvalho e Melo (marquês de Pombal); Carnide respira ar campestre do século XIX e revive a sua “Feira da Ladra”; Alfama, envolve-se nos mares das Descobertas com a marinhagem do Gama; São Vicente contínua aristocrata, legitimista e escolar, etc. etc. Só a Madragoa, como disse Norberto de Araújo, “é uma colónia ovarina que se transplantou à Capital e se aclimatou no único bairro que tem Lisboa por raiz da sua dinastia”.

Baseada nesta realidade, a sua marcha conserva as origens que transpira a Ovar, à Ria, à Murtosa e ao São paio da Torreira.

Através dos tempos, reconhecemos que o minhoto faz parte de um povo de características próprias e inconfundíveis. Talvez por isso é diferente na maneira de se sentir feliz e de estar na vida.

Nas suas alegres reuniões e festas de convívio, não deixa de transmitir, aos filhos, as tradições das suas origens que enriquecem bastante a cultura popular de uma cidade cosmopolita, como é Lisboa.

- Como autoridade que é pelo que de muito conhece da história, dos usos e costumes das gentes de Lisboa, quais a seu ver os vestígios mais importantes da presença minhota na capital quer ao nível social quer ainda cultural?

- Apraz-me concluir que o povo minhoto, quer seja originário de Ponte de Lima ou de qualquer das cinquenta freguesias do concelho, é, por índole, trabalhador, honesto e inteligente.

Os homens e as mulheres que, no desabrochar da vida, emigraram para Lisboa, exerceram sempre as mais diversificadas profissões desde a indústria hoteleira ao sector do ensino, integrando-se naturalmente no ambiente social e cultural da cidade das sete colinas, criando e fortalecendo, ao longo dos anos, relações de amizade e de respeito.

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HISTÓRIA SIMPLES DE UM MINHOTO EXEMPLAR

Na década dos anos 40, ainda em plena Guerra Mundial entre Alemães e Aliados, Lisboa acordava pacificamente com os pregões da “fava-rica”, da “vivinha da Costa” e do “carapau do Alto”…

As tabernas, de então, eram casas de bons vinhos, petiscos e locais de cavaqueira.

Foi num destes estabelecimentos incrustado no topo da rua do Socorro, ali para as bandas do Teatro Apolo, que encontrámos um minhoto de meia idade, residente na Capital desde os 14 anos.

Depois de trabalho penoso em carvoarias e casas de pasto, tomara, por trespasse, a taberna onde a sua esposa trabalhava na cozinha.

Todos tratavam-nos por Ti-Zé. Era flexível nas palavras, lhano no trato e tinha como principio respeitar para ser respeitado.

A clientela era diversificada: lembra-nos ter visto por lá o jornalista Sanze Vieira; os poetas da antologia do fado Carlos Conde e Francisco Radamanto; guitarristas; cultivadores do fado; pessoal do Hospital de S. José; ciganos e mulheres da noite.

Na azáfama do balcão, o Ti-Zé tinha sempre na boca um vocabulário acolhedor, e por vezes, doseado de filosofia.

Numa tarde, abeirou-se dele uma infeliz mulher da noite que, em surdina, lhe pediu um “papo-seco” com presunto e meio copo de vinho branco com um pirolito, dizendo ainda que, no momento, não tinha dinheiro…

Como se tratasse de qualquer outro cliente, serviu o “papo-seco” num pires e a bebida.

Depois de comer retirou-se, dizendo: obrigado, até logo.

Um freguês atento ao diálogo, interrogou o proprietário:

- O senhor não aponta a despesa?... olhe que ela nunca mais cá põe os pés.

E o Ti-Zé respondeu, de pronto:

- Não faz mal. Pagam os que podem para os que precisam.

Era assim o minhoto com quem contactámos há meio século atrás.

A dominante tónica das suas palavras lembrava-nos um pensamento de Robert Raynolds – “amar não é ganhar, nem perder mas ajudar e ser ajudado”.

Por vezes falava do poeta Gabriel Marujo que imortalizara, numa cantiga, a Rosa maria da rua do Capelão…

Para competir com o “bacalhau assado” do “Quebra-Bilhas” com as “tripas à moda do porto”, do “Palmeiras” e com outras casas com cardápios de especialidades, tinha sempre bom presunto, rojões conservados na banha, pataniscas e caracóis.

No Dia de S. Martinho engalanava a porta da sua “taberna” com uma palma aberta em arco e oferecia aos clientes habituais um copinho de “água-pé” com duas castanhas cozidas.

Pelo Natal, brindava os fregueses com um copinho de “abafado” e uma fatia de “Bolo-Rei”.

…….

Estavamos em 1945, a II Guerra Mundial havia terminado com a derrota incondicional da Alemanha…

A Humanidade chorava os seus mortos…

Num passeio pela Baixa Pombalina, pensámos ir beber um refresco à taberna do Ti-Zé: três homens, encostados ao balcão, profectizavam o futuro do Mundo após a guerra…

Ao balcão, de barba crescida, olhar triste e camisa negra, atendeu-nos, como se fossemos um estranho.

Já não tinha os mesmos petiscos, as suas palavras eram soletradas com amargura. Tinha falecido a mulher que o ajudara nas horas boas e más na grande batalha da vida…

Meses depois, alguém nos disse que “A Taberna do Ti-Zé” tinha encerrado as portas para sempre…

Meditando nos caminhos e descaminhos da vida, o poeta retratou, à sua maneira, a última noite de Natal na “Taberna do Ti-Zé:

              NATAL DOS FALA-SÓS

              Naquela tasca velhinha

              É tudo tão natural

              Que há consoada de vinho

              P’rós que não têm Natal!...

 

              Entram ali marginais,

              Mulher’s nocturnas, profectas,

              Contrabandistas, malandros,

              Alguns doutor’s e poetas…

 

              Ao lado do escaparate,

              Num calendário velhinho

              Está uma mulher nua

              P’ra abrir apetite… ao vinho.

              E por dentro do balcão,

              Um taberneiro, sem par,

              Mostra um sorriso nos lábios

              Com vontade de chorar…

 

              Entram ali marginais,

              Mulher’s nocturnas, profectas,

              Contrabandistas, malandros,

              Alguns doutor’s e poetas…

 

              Bebem todos p’ra esquecer;

              - Tipo rasca, tipo fino…

              São os fala-sós da vida

              Na lixeira do destino!

              Vencidos pelo Deus baco,

              Na hora da consoada,

              Partem os copos no chão,

              Falam de tudo e de nada…

 

              Entram ali marginais,

              Mulher’s nocturnas, profectas,

              Contrabandistas, malandros,

              Alguns doutor’s e poetas…

 

              Quando a noite já vai longa,

              Os fregueses vão p’rá rua

              E agarrados uns aos outros

              Atiram pedras à Lua!...

BLOGUE DO MINHO / http://bloguedominho.blogs.sapo.pt/



publicado por Carlos Gomes às 12:26
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FESTIVAL DE BLUES REGRESSA À BAIXA DA BANHEIRA

De 18 a 21 junho: IV BB Blues Fest: Festival de Blues de regresso ao Fórum Cultural – Baixa da Banheira

É já entre 18 a 21 de junho que o Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, vai transformar-se na “Catedral do Blues”, com a quinta edição do BB Blues Fest.

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Promovido, uma vez mais, pela Associação BB Blues Portugal, Câmara Municipal da Moita e União de Freguesias da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira, este festival continua a afirmar-se pela qualidade, levando ao palco “BB King” (auditório), nos dias 19 e 20, nomes como Alvon Johnson (USA), Slam Allen (USA), Gaby Jogeix (ESP), e 24 Pesos (UK), numa verdadeira celebração do espírito do Blues.

No dia 18, no Café-Concerto, o espetáculo de abertura deste Festival fica por conta de Minnemann Blues Band (DEU/PT). A anteceder os concertos no Palco “BB King”, Fast Eddie Nelson & Harpin Joe Jammer (PT) e Paulo Brissos & João Luz (PT) vão estar no Café-Concerto, pelas 21:30h, respetivamente nos dias 19 e 20 de junho.

No último dia, 21 de junho, o IV BB Blues Fest troca o Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, pelo relvado do Parque José Afonso, com o Blues Pic-Nic, a partir das 15:00h. Fireblue – Blues Band (PT), The Fried Fanecas (PT), Alunos de Catarina dos Santos (PT) e Blues Caravan são as bandas que preenchem esta tarde de Blues.

Nos dias 18 e 21, a entrada é gratuita, nos dias 19 e 20, o preço dos bilhetes é de 6,09 euros cada dia ou de 9,12 euros para os dois dias. Para grupos, na compra de cinco bilhetes do mesmo tipo, oferta do sexto bilhete. Os bilhetes estão já disponíveis na bilheteira do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira. Acompanhe o IV BB Blues Fest em www.bbbluesfest.com.pt, www.facebook.com/bbbluesfest e www.facebook.com/cmmoita.

Horário da Bilheteira do Fórum Cultural:
De 3ª a sábado – 14:30h às 19:30h
Dias de espetáculo e cinema – uma hora antes do início do espetáculo ou sessão.
Os bilhetes podem ainda ser reservados, através do telefone 210 888 900, no horário de funcionamento da bilheteira. As reservas têm de ser levantadas, no máximo, até 1h antes do início do espetáculo, com um limite de cinco bilhetes por reserva.

Programa do IV BB Blues Fest:

18 de junho
Café-Concerto, 22:00h
Minnemann Blues Band (DEU/PT)
Entrada gratuita (lotação limitada)

19 de junho
Opening Act – Café-Concerto – 21:30h
Fast Eddie Nelson & Harpin Joe Jammer (PT)
Auditório – 22:00h
Gaby Jogeix (ESP)
Auditório – 23:15h
Alvon Jonhson (USA)
Bilhete 1 dia: 6,09 euros; bilhete 2 dias: 9, 12 euros

20 de junho
Opening Act – Café-Concerto – 21:30h
Paulo Brissos & João Luz (PT)
Auditório – 22:00h
24 Pesos (UK)
Auditório – 23:15h
Slam Allen (USA)
Bilhete 1 dia: 6,09 euros; bilhete 2 dias: 9, 12 euros

21 de junho
Blues Pic-Nic – Parque José Afonso
15:00h – Fireblue – Blues Band (PT)
16:00h – The Fried Fanecas (PT)
17:00h – Alunos de Catarina dos Santos (PT)
18:00h – Blues Caravan (PT)
Entrada gratuita

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publicado por Carlos Gomes às 12:02
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LISBOA PARTICIPA NA FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO



publicado por Carlos Gomes às 10:02
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Quinta-feira, 11 de Junho de 2015
BANDA AR DE KOTA FAZEM LANÇAMENTO EM LISBOA

Festa de lançamento dos Ar De Kota Blues Band no Fontória

Os Ar De Kota Blues Band editaram, no passado dia 5, um novo álbum, “Cais do Sodré”, e agendaram a festa de lançamento para o próximo dia 20 de junho no palco do Fontória Blues Caffe, a partir das 24h00. Com o selo da Music In My Soul, este trabalho promete consolidar aquela que é já uma longa carreira destes músicos.

Os Ar De Kota Blues Band apresentam, tal como o nome indica, um Blues cantado em português, que funde o acústico grave com pequenos solos agudos da guitarra elétrica. As notas cantadas numa frequência baixa e arranhada, altamente expressivas, transportam quem as ouve para o tempo em que o Blues era imperante nas noites das grandes capitais.

A banda nasceu em 2013 por iniciativa do cantor Sérgio Romano e o nome (“Ar de Kota”) surgiu em tom de brincadeira, já que os elementos mantêm um espírito jovial. Criado com o objetivo de gravar e acompanhar Sérgio Romano em espetáculos de apresentação do álbum “Fora da Lei”, o projeto apresenta agora um novo trabalho. Este último inova não só pelo por ser totalmente Blues e cantado em português, mas também pelo lançamento em si: antes da sua edição física, haverá a oportunidade de ser ouvido e comprado em formato digital.

“Cais do Sodré”, o single de apresentação, ostenta-se de forma sedutora com uma estrutura agradavelmente repetitiva, típica do Blues old school, homenageando o melhor desta icónica zona de Lisboa. Todo este trabalho não seria possível sem a colaboração do produtor Fernando Abrantes, cujo trabalho e profissionalismo é amplamente reconhecido no seio da indústria musical nacional. Neste trabalho, Fernando foi o responsável pela coordenação técnica, produção e gravação.

Além da música, os Ar De Kota Blues Band assumem também a missão de marcar a diferença ao nível da responsabilidade social. O projeto que tem como principal objetivo auxiliar os idosos mais carenciados, agregando-se a associações sem fins lucrativos cuja missão seja aumentar a qualidade de vida da população portuguesa sénior.

Para download do álbum


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publicado por Carlos Gomes às 21:29
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FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO EM LISBOA É O MAIOR EVENTO IBÉRICO DE SABERES, SABORES E TRADIÇÕES

Participações oficiais internacionais e entidades regionais nacionais crescem na FIA Lisboa 2015

A FIA Lisboa que se realiza de 27 de Junho e 5 de Julho, na FIL, cresce em número de participações oficiais internacionais e em presenças de entidades regionais nacionais, numa aposta clara de promoção de culturas e territórios.

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Organizada pela Fundação AIP, através da AIP – Feiras, Congressos e Eventos, com a colaboração do IEFP – Instituto de Emprego e Formação Profissional, a FIA Lisboa traz à capital durante 9 dias um verdadeiro mundo de culturas, tradições e artes.

Plataforma de excelência para a promoção do desenvolvimento regional e das culturas locais por via do artesanato, gastronomia, recursos naturais e das actividades culturais e turísticas, a FIA Lisboa dá a conhecer todo o património material e imaterial que constitui a identidade dos Territórios.

Cada vez mais ao serviço das diferentes culturas nas suas diversas vertentes – saberes, sabores, costumes e tradições reflexo do conhecimento, da moral e do meio ambiente onde nos inserimos, a FIA Lisboa tem vindo ao longo das suas 28 edições a atrair cada vez mais participações regionais e locais nacionais e internacionais, nomeadamente municípios, e entidades oficiais que representam os diferentes países, verificando-se um crescimento em número de participações de cerca de 50% a nível internacional e mais de 100 % no que diz respeito a municípios.

Em 2015 a FIA Lisboa volta a promover a melhor gastronomia, no 2º Festival de Carnes Portuguesas Certificadas – DOP, trazendo ao espaço da FIL carnes de seis raças nacionais, representadas por 6 restaurantes de 6 regiões do País, com a estreia da Raça de Porco Alentejano.

Como novidade a FIA Lisboa lança este ano o Mercado da Cerveja Artesanal com a presença de algumas das melhores e mais conhecidas marcas e com o objectivo de divulgar o empreendedorismo destes produtores, dar a conhecer a vasta gama de estilos e receitas produzidas e fomentar a cultura cervejeira artesanal.

Como habitualmente a FIA lisboa promove mais uma vez o Prémio de Artesanato Tradicional e Contemporâneo. Mais que um recordar de tradições, a FIA Lisboa é também um palco para novos talentos que incorporam no melhor que nós temos vindo a produzir, novas abordagens e novos materiais, mantendo a tradição sempre actual e desafiante.

Mais informações em www.fialisboa.fil.pt

Horários

Área Exposicional | 15h00 às 24h00

Área de Gastronomia | 12h30 às 24h00



publicado por Carlos Gomes às 20:06
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Quarta-feira, 10 de Junho de 2015
MINHOTOS EM LISBOA ORGANIZAM FESTIVAL DE FOLCLORE EM BENFICA



publicado por Carlos Gomes às 23:25
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POETA LUÍS VAZ DE CAMÕES TINHA ORIGENS GALEGAS

Considerado um dos maiores poetas universais e da Língua Portuguesa, Luís Vaz de Camões representa Portugal na sua grandeza e universalidade, tendo a língua como traço de união de todos os povos que a partilham e fazem dela a sua Pátria.

Desde Portugal e a Galiza que foi berço dos seus ancestrais até aos confins da Ásia onde compôs o seu poema épico “Os Lusíadas”, sem esquecer o Brasil e as nações africanas, Timor e a Índia, Indonésia e Malaca, Tailândia e o Sacramento, a nossa Língua constitui uma das marcas mais relevantes da cultura e civilização portuguesas.

A Língua Portuguesa não possui uma data fundacional – ela é o resultado de todo um prolongado processo histórico para o qual concorrem entre outros a presença visigótica e a Reconquista Cristã, as peregrinações a Santiago de Compostela e a influência do cancioneiro provençal no surgimento da tradição galaico-minhota das cantigas de amor, de amigo e de escárnio e maldizer. E, porque ela constitui de igual modo um dos principais elementos identitários que fazem de Portugal e da Galiza uma só nação, separada embora em consequência de vicissitudes históricas, é ocasião para lembrar as origens galegas do poeta cuja data de falecimento foi escolhida para Portugal celebrar o seu dia – Luís Vaz de Camões!

O poeta Luís de Camões descendia por via paterna de Vasco Pires de Camões, fidalgo e trovador galego que em 1370, ao tempo do reinado de D. Fernando, mudou-se para Portugal, tendo aqui recebido numerosas honrarias. A casa ancestral dos Camões situa-se na Galiza, próximo do Cabo Finisterra.

Vasco Pires de Camões teve como filho Antão Vaz de Camões que serviu a Coroa portuguesa no Mar Vermelho, tendo casado com D. Guiomar da Gama, da família de Vasco da Gama, tendo deste casamento nascido Simão Vaz de Camões e Bento Vaz de Camões.

Simão Vaz de Camões que serviu na Marinha Real e fez comércio na Guiné e na Índia, casou com D. Ana de Sá Macedo, proveniente de família fidalga oriunda de Santarém. Deste casamento se originou o nosso maior poeta – Luís Vaz de Camões – que, apesar de vários genealogistas atribuírem Lisboa e o ano de 1524 como o local e data de seu nascimento, estas referências permanecem incertas.

Não obstante, o que permanece inquestionável são as suas origens galegas a comprovar uma vez mais a irmandade que nos une à Galiza e, através da língua que celebramos e a todos os povos do mundo com os quais partilhamos o idioma no qual Luís de Camões escreveu “Os Lusíadas” e, para sempre imortalizou o feito universal dos portugueses!



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Terça-feira, 9 de Junho de 2015
O FOLCLORE E AS MARCHAS POPULARES

- O Estado Novo e as marchas são-joaninas

A celebração do Solstício de Verão que ocorre no dia 21 de Junho marca as tradições são-joaninas – ou juninas – que levam o povo a festejar os chamados “santos populares”. Nas regiões mais a norte, os festejos são predominantemente dedicados a São João enquanto as comunidades piscatórias, por afinidade de ofício, celebram a São Pedro. Em Lisboa, terra onde nasceu Fernando de Bulhões que haveria de ficar consagrado como Santo António, a devoção popular adquiriu tal dimensão que S. Vicente, padroeiro da cidade, acabou por ser remetido ao esquecimento.

Madragoa1968

As marchas populares de Lisboa, tal como actualmente as conhecemos, datam a sua origem de 1932, altura em que desfilaram na avenida da Liberdade os primeiros “ranchos” como então se diziam. Porém, pelo menos desde o século XVIII que as mesmas se realizavam, inserindo-se nas tradições são-joaninas que têm lugar um pouco por todo o país, com as suas características fogueiras e festões, manjericos e alho-porro. À semelhança de outras festividades que ocorrem noutras épocas do ano, a escolha do dia 24 para celebrar o S. João é devido ao calendário juliano.

As marchas populares foram naturalmente influenciadas pelas quadrilhas que geralmente tinham lugar por ocasião dos festejos a Santo António e que se formavam de pequenos grupos constituídos por cerca de quarenta participantes que percorriam as ruas da cidade e se detinham em frente aos palácios aristocráticos ou de outras famílias abastadas onde, ao som do apito do marcador, se exibiam de forma ruidosa e sem grandes preocupações em relação à coreografia. Este ritual que também nos remete para a “marche aux flambeaux” ou seja, a marcha dos archotes que ocorria em França, foi levado pelos portugueses para o Brasil onde, sobretudo nas regiões do nordeste, se popularizou e veio a misturar com as danças brasileiras já existentes à época

São precisamente as quadrilhas que, de um modo geral, com as modificações que lhe foram introduzidas, acabariam por dar a forma às marchas populares e aos próprios corsos carnavalescos que antecedem a chegada da Primavera. Caracterizada originalmente como uma dança a quatro pares, a quadrilha constituiu uma adaptação dacountrydance inglesa, impropriamente traduzida para o francês como “contredance” e, finalmente, vertida para a Língua portuguesa como “contradança”.

No entanto, tais celebrações possuem origens bem mais remotas e perdem-se nos confins dos tempos. Desde sempre, o Homem procurou celebrar através do rito a acção criadora dos deuses, constituindo um ritual mágico destinado a perpetuar o gesto primordial da sua criação. Desse modo, ao celebrar a chegada do Verão por altura do solstício, o Homem assegurava que o ciclo da Natureza jamais seria interrompido, dando continuidade à vida num perpétuo ciclo de constante renascimento. E, à semelhança do que sucedia com a generalidade das celebrações pagãs, esta constitui a essência das festividades solsticiais que entretanto foram cristianizadas e, nesse contexto, dedicadas a São João Baptista.

Conta uma velha lenda cristã que, por comum acordo das primas Maria e Isabel, esta terá acendido uma enorme fogueira sobre um monte para avisar Maria do nascimento de São João Baptista e, desse modo, obter a sua ajuda por ocasião do parto. E, assim, pode a tradicional fogueira que os povos pagãos da Europa acendiam nomeadamente por ocasião do solstício de Verão ser assimilada pela nova religião então emergente. Na realidade, era também habitual acender fogueiras por altura da Páscoa e do Natal, tendo dado origem ao madeiro que se queima no largo da aldeia e ao círio pascal, bem assim às numerosas representações feitas nomeadamente na doçaria tradicional.

É ainda nas fogueiras de São João que têm origem as exuberantes exibições de fogo-de-artifício e os balões iluminados com que se enfeitam as ruas dos bairros e se penduram nos arcos festivos que são levados pelos marchantes que desfilam na noite de Santo António. Era ainda usual, na noite de São João, atarem-se aos balões, antes de os elevarem nos céus, pequenos papéis contendo desejos e pedidos, à semelhança das quadras feitas a Santo António que se colocam sobre os vasos de manjericos, tradição que remete para rituais ancestrais ligados à fertilidade e à vida. Estes festejos celebram-se também em diversos países europeus e, por influência da cultura portuguesa, no nordeste brasileiro onde tem lugar o casamento fictício no baile daquadrilha. Entre nós, este costume veio em 1958 a dar origem aos chamados “casamentos de Santo António”.

De um modo geral, pelo simbolismo que as caracterizam e a coreografia a que estão associadas, as festas solsticiais estão ligadas às chamadas “danças de roda” representadas desde a mais remota antiguidade. Perfilando-se geralmente em torno da fogueira ou do mastro de São João, a mocidade dá as mãos, canta e dança em seu redor, num ritual que denuncia o seu misticismo primordial. Esta constitui, aliás, uma das tradições mais arreigadas entre os povos germânicos e, sobretudo, na Suécia onde chega a ser considerada a sua maior festa nacional. O hábito de inicialmente nele se suspenderem coroas ou ramos de flores veio a dar origem a outros divertimentos como opau ensebado no cimo do qual é colocado uma folha de bacalhau para premiar aquele que o consiga alcançar.

À semelhança do que se verificou com outras manifestações da nossa cultura tradicional, também os festejos são-joaninos da cidade de Lisboa registaram a intervenção dos teóricos do Estado Novo e vieram a adquirir formas estilizadas, mais de acordo com o género da revista à portuguesa que já então animava os teatros do Parque Mayer. Foi então que, sob a batuta de Leitão de Barros e Norberto de Araújo, passou em Lisboa a realizar-se o concurso das denominadas “marchas populares”. Envergando o traje à vianesa, o bairro de Campo de Ourique foi o vencedor da primeira edição, facto que o levou a repetir o tema em 1997.

Organizados pelas colectividades de cultura e recreio, as “marchas populares” passaram a escolher preferencialmente temas relacionados com os aspectos pitorescos e a História dos seus bairros, dando ênfase a uma vivência predominantemente urbana e associada ao ambiente boémio e fadista. Nalguns casos, porém, era dado um particular realce ao elemento etnográfico como sucedia com as tradições saloias dos bairros de Benfica e Olivais ou então, ao carácter peculiar da colónia ovarina que habita o pitoresco bairro da Madragoa. Em relação à coreografia e à indumentária, caracterizam-se invariavelmente pela fantasia e a teatralidade, não revelando em qualquer dos casos quaisquer preocupações de natureza folclórica e etnográfica, pelo menos na sua perspectiva museológica ou seja, de preservação da sua autenticidade.

Possuindo as suas raízes mais próximas nas tradições joaninas, as “marchas populares” depressa obtiveram a adesão popular. Em 1936, quatro anos após o primeiro desfile organizado em Lisboa, saíram à rua na cidade de Setúbal para, com o decorrer dos anos, iniciativas semelhantes se estenderem a todo o país

Em Lisboa, a “marcha popular” é constituída por vinte e quatro pares de marchantes a que se juntam quatro aguadeiros e um “cavalinho” composto por oito elementos, tocando um clarinete, um saxofone alto, dois trompetes, um trombone, um bombardino, um contrabaixo e uma caixa. Para além daqueles, podem ainda ser incorporados o porta-estandarte, duas crianças como mascotes, um par de padrinhos e dois ensaiadores. Todas as marchas devem incluir o festão e o balão ou o manjerico e exibir o “Trono de Santo António” ou o “Arraial”.

Constituindo o folclore o saber do povo, é este que cria a sua própria festa e constrói o saber à maneira do seu carácter, à sua feição e modo de entender o mundo que o rodeia, adaptando-o sempre a novas realidades. Embora influenciado através da intervenção feita em determinadas épocas históricas, a criação popular não cristaliza porquanto o povo ainda não constitui um objecto fossilizado – ela renasce sempre que reacende a fogueira de São João!

Fotos: Arquivo Municipal de Lisboa

Carlos Gomes / http://www.folclore-online.com/index.html

Benfica1947-2



publicado por Carlos Gomes às 17:02
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PARTIDO PAN LANÇA PETIÇÃO PARA ACABAR COM PORTAGENS NA A23 E NA A25

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza da Guarda lança amanhã, 10 de junho, uma petição para a recolha de pelo menos quatro mil assinaturas com o objetivo de colocar na agenda da Assembleia da República o debate sobre o fim das portagens na A23 (que liga a Guarda a Torres Novas) e na A25 (ligação Aveiro – Vilar Formoso).

Esta petição, que pode começar a ser assinada já a partir de amanhã na sede da Associação Guarda 1056, na Guarda-Gare, e terá brevemente mais locais de recolha de assinaturas que serão divulgados via facebook (https://www.facebook.com/PANGuarda) e no blogue “Fim das Portagens na A23 e na A25”, é apenas a primeira de um conjunto de iniciativas que o PAN Guarda pretende levar a cabo no curto prazo com o mote “Em Defesa das Populações da Guarda”.

“Foram já identificados vários problemas que afetam a Guarda e os concelhos limítrofes em relação aos quais o PAN irá desenvolver iniciativas concretas e tomar as medidas adequadas nas sedes próprias com vista à sua resolução”, adiantou Pedro Fonseca, membro do Comissariado da Assembleia Plurimunicipal da Beira Interior Norte do PAN (PAN Guarda).

De acordo com Pedro Fonseca, é fulcral para a Guarda e para o País colocar na agenda política o debate sobre o fim das portagens nestas ex-SCUTS (autoestradas sem custos para o utilizador). “Duas iniciativas semelhantes, com o objetivo de impedir a cobrança de portagens nas ex-SCUTS, sublinharam, desde logo, os efeitos nefastos que essa cobrança teria nalgumas das zonas mais desfavorecidas do País. Hoje, volvidos cerca de três anos e meio desde o início da cobrança de portagens na A23 e na A25, torna-se difícil defender que as receitas apuradas podem compensar os prejuízos que a existência das mesmas tem causado às pessoas e às empresas da Guarda. Daí a necessidade de uma nova petição, materializando uma reivindicação comum das populações da Guarda e fornecendo uma prova inequívoca de que não nos conformamos”, afirma o dirigente.

O objetivo desta petição é chegar às quatro mil assinaturas recolhidas de forma presencial. No final do processo, o PAN irá entregar a petição à Assembleia da República que, de acordo com a lei, terá de proceder à sua apreciação em plenário. 



publicado por Carlos Gomes às 16:30
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BANDA LISBOETA “CANDEIO” DÁ A CONHECER ÁLBUM DE ESTREIA EM 2 SHOWCASES

Os Candeio continuam a promoção de “A Máquina do Tempo Somos Nós – Volume 1”, o seu álbum de estreia, com dois showcases já no próximo fim de semana. “És Nevoa” e “A Máquina do Tempo Somos Nós” são os singles de apresentação deste trabalho, editado em março pela Music In My Soul.

As datas e os locais por onde a banda vai passar:

  • Dia 12 de junho, FNAC do CascaiShopping, às 22h00;
  • Dia 14 de junho, FNAC do Oeiras Parque, às 17h00.

Nascidos em 2012 e naturais de Lisboa, os Candeio assumem-se essencialmente como uma banda de música portuguesa que escreve canções. O primeiro álbum do grupo é um trabalho intimista, suave e profundo, que consegue percorrer uma grande variedade de estilos, que se fundem num Rock amplo e planante. Além disso, é todo cantado em português e está repleto de poesia. O segundo single, que dá nome ao álbum, apresenta uma sonoridade envolvente, que transporta para uma nostalgia dos sonhos do passado. E o single de estreia, “És Nevoa”, também é a prova de que os Candeio conseguem tocar no íntimo das pessoas.

Pedro Ataíde (guitarra), Nuno Fernandes (baixo), Ricardo Rações (bateria), Hugo Claro (vocalista) e Sofia Sousa Claro (vocalista) apresentam-se, assim, sem truques nem ambições desmesuradas, com o único objetivo de continuar a fazer música verdadeira e entre amigos.

Para download do álbum

https://play.google.com/store/music/album/Candeio_A_M%C3%A1quina_Do_Tempo_Somos_N%C3%B3s_Vol_1?id=B5yka5hbblyyw25kqvphtwkb4vq



publicado por Carlos Gomes às 15:49
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RUSGA DE SÃO VICENTE DE BRAGA TRAZ A LISBOA “O CASAMENTO MINHOTO”

No dia de S. António, a Rusga leva “O casamento Minhoto” a Lisboa ao Teatro da Trindade

No próximo dia 13, dia de Santo António, a Rusga de São Vicente de Braga - Grupo Etnográfico do Baixo Minho, apresentará no Teatro da Trindade em Lisboa, o espetáculo sob a designação “Um Casamento Minhoto de inícios do século XX”.

Casamento Minhoto_03

Esta prestação da Rusga, insere-se no programa da cerimónia oficial das comemorações do 80º aniversário da Fundação Inatel, sob a designação “Grande Festa de Celebração”. Os momentos artísticos desta cerimónia, contarão com a participação de duas vozes femininas, a fadista Fernanda Paulo e Isabel Silvestre e ainda, de dois Centros de Cultura e Desporto (CCD’s) da Inatel, o Grupo de Cante Alentejano ‘Os Camponeses de Pias’ e a Rusga de São Vicente de Braga.

Este convite reveste-se de dupla e significativa importância. Por um lado, pelo facto da Rusga também se encontrar a comemorar os seus 50 anos de vida sob o lema: “50 anos, 05 temas”. Entrados no mês de Junho, mês do 50º aniversário da Rusga (1965/2015), dá-mos início ao 3º tema das comemorações, sob a designação, “Celebração e Memória”. Por outro, entendemos que este convite surge como, um reconhecimento ao trabalho que esta associação vem desenvolvendo em prol da defesa estudo e promoção da nossa cultura popular de tradição.

O espetáculo temático ‘O Casamento Minhoto’, já foi apresentado na RTP 1, no programa ‘Praça da Alegria’, em Viana do Castelo e em Braga.

Casamento Minhoto_01



publicado por Carlos Gomes às 12:25
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CASA DO ALENTEJO EM LISBOA COMEMORA 92 ANOS DE EXISTÊNCIA



publicado por Carlos Gomes às 09:07
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Segunda-feira, 8 de Junho de 2015
ALMADA DÁ A PROVAR DOÇARIA NA FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO

Os Pastéis de Al-Madan vão estar mais uma vez presentes na maior feira de artesanato e multiculturalidade da Península Ibérica e a segunda maior da Europa, que apresenta o melhor das artes, saberes e sabores nacionais e internacionais.

Marque já na sua agenda, de 27 de Junho a 5 de Julho!

A Feira Internacional de Artesanato é um espaço para Promoção e Venda de Regiões através da diversidade dos seus produtos – Artesanato, Gastronomia, Jogos Tradicionais, Folclore – Culturas.

Constitui o grande encontro de culturas, plataforma de desenvolvimento regional, com origem no património material e imaterial, aproveitamento de recursos naturais, e agentes económicos associados à criatividade, inovação, capacidade e talento.



publicado por Carlos Gomes às 21:41
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OCEANÁRIO DE LISBOA OFERECE O PRIMEIRO SERVIÇO DE CACIFOS PÚBLICOS PARA BICICLETAS

O Oceanário de Lisboa disponibiliza um sistema inovador de cacifos públicos, desenvolvido por uma empresa nacional, para guardar em segurança as bicicletas dos visitantes.

Oceanario de Lisboa_novo sistema de cacifos para b

São os primeiros sete cacifos instalados no país com utilização gratuita, através de um sistema de inserção de um euro que é devolvido na retirada da bicicleta. Como segurança adicional, cada cacifo tem um cabo para prender um cadeado extra.

A escolha deste sistema é integrada na prossecução da missão do Oceanário, em promover a alteração de comportamentos com a disponibilização de infraestruturas que permitam a utilização de meios de deslocação ecológicos e saudáveis.

De forma prática e cómoda, esta solução alia a responsabilidade social e ambiental ao lazer, com a sugestão de um passeio pela zona ribeirinha do Parque das Nações e usufruto dos seus espaços públicos.


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publicado por Carlos Gomes às 17:22
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MOITA APRESENTA DANÇA E TEATRO NA BAIXA DA BANHEIRA

Dança e teatro físico “A Velha Ampulheta” no Fórum Cultural

No dia 13 de junho, pelas 21:30h, a Associação Passos e Compassos vai subir ao palco do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, com o seu espetáculo de dança/teatro físico “A Velha Ampulheta”.

Está vazia a velha ampulheta. A areia tornou-se pó e com ele o tempo voou, levando consigo a história e a humanidade.

Num cenário intemporal, duas personagens desconhecidas cruzam-se na busca da sua consciência. O encontro inesperado com a sua individualidade é-lhes oferecido pela descoberta de um objeto há muito desconhecido…

“A Velha Ampulheta” tem a duração de 40 minutos e é dirigido a maiores de 6 anos.

Os bilhetes custam 3,66 euros.

Horário da Bilheteira do Fórum Cultural: 

De 3ª a sábado – 14:30h às 19:30h 

Dias de espetáculo e cinema  – uma hora antes do início do espetáculo ou sessão.

Os bilhetes podem ainda ser reservados, através do telefone 210 888 900, no horário de funcionamento da bilheteira. As reservas têm de ser levantadas, no máximo, até 1h antes do início do espetáculo, com um limite de cinco bilhetes por reserva.  



publicado por Carlos Gomes às 17:14
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“AMOR TERROR” REALIZAM CONCERTO EM LISBOA

Amor Terror em concerto durante este mês

Junho tem uma série de concertos agendados dos Amor Terror, de promoção ao seu mais recente trabalho, “A Culpa é Tua”. “Fogo” é o segundo single deste EP, editado em fevereiro pela Music In My Soul, e é um dos temas que a banda de Santarém vai apresentar ao vivo.

 

As datas e os locais por onde os Amor Terror vão passar:

  • Dia 13 de junho, Fontória Blues Caffe (Lisboa), 24h00;
  • Dia 27 de junho, FNAC de Faro (Forum Algarve), 18h30;
  • Dia 28 de junho, FNAC da Guia (AlgarveShopping), 17h00.

Os Amor Terror formaram-se na primavera de 2011. Daniel Filipe e Miguel Morgado, que se conheceram num projeto anterior, sentiam que artisticamente deviam e podiam ambicionar mais. Os dois também conheciam o baterista Ricardo Rodrigues, com quem já tinham trabalhado e que sabiam que estava com vontade de fazer alguma coisa diferente. Pouco tempo depois de terem começado a trabalhar, a escrever canções e a criar, chegou o baixista Bruno Barradas, para completar a formação.

Passados dois meses, entraram em estúdio e gravaram o disco "Lista Negra", misturado e masterizado na Suécia. Em outubro desse ano, fizeram a primeira tournée (Vox trooper tour – uma digressão underground, patrocinada por uma marca de roupa), que viria a acabar em abril de 2012. Nessa altura, assinaram com a NMusic a distribuição digital do “Lista Negra”, gravaram e lançaram o vídeo “Isabel”, continuando a tocar ao vivo.

Após uma pausa forçada, voltaram aos palcos em 2013 e começaram com a LX Editora no publishing. Durante esse ano, descobriram mais sobre si mesmos e sobre o que queriam fazer enquanto banda. Decidiram continuar a procurar caminhos e em setembro foram ao Poison Apple e gravaram o tema “Sonha” com Vasco Ramos e Tiago Canadas. Entre alguns concertos e a necessidade de continuar a escrever, surgiu a Music In My Soul.

Entretanto, a formação sofreu algumas alterações, com a saída de Miguel Morgado e a entrada de Luís Almeida e João Luís.

Os Amor Terror são bastante ecléticos no que respeita ao seu gosto musical.  Apesar de conhecerem e respeitarem muito os clássicos, assumem-se como uma banda contemporânea, com uma visão projetada para o futuro.

Para download do EP


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publicado por Carlos Gomes às 16:50
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PRESIDENTE DO MUNICÍPIO LISBOETA, FERNANDO MEDINA ANUNCIA MANUTENÇÃO DO BOATYARD NA CAPITAL

Volvo Ocean Race partiu mas regressa brevemente a Lisboa

Quatro equipas mantêm a operação logística e base de treinos em Portugal

Lisboa despediu-se, este domingo, 7 de junho, da Volvo Ocean Race. Depois de 14 dias com muitas atividades, regatas locais e animação na Doca de Pedrouços, em Algés, a frota de veleiros VO65 partiu para Lorient (França), na 8ª etapa da maior regata à volta do mundo.

VOR_150607_pinto_8279

Aplaudidos por milhares de pessoas junto ao cais da Race Village, os velejadores protagonizaram o Desfile Oficial das tripulações e dirigiram-se aos barcos com família e amigos para darem início à penúltima e mais curta etapa da competição. Enquanto decorriam os últimos preparativos para a partida dos barcos, o Presidente da Câmara de Lisboa, Fernando Medina, e a diretora dostopover de Lorient, Dominique Narbey, trocaram as bandeiras nacionais de Portugal e França, numa cerimónia de passagem do testemunho.

Lisboa_Lorient

Às 14h00, as sete equipas iniciaram a prova, percorrendo o rio Tejo até ao Terreiro do Paço, local onde inverteram o sentido rumo ao Atlântico, para seguirem até à próxima paragem. O rio encheu-se de centenas de barcos e amantes da vela que vieram acompanhar o início da regata e despedir-se dos velejadores da Volvo Ocean Race. De Algés à baixa de Lisboa, o público encheu as margens do rio Tejo para ver pela última vez as embarcações da maior regata à volta do mundo.

Boatyard da Volvo Ocean Race fica em Lisboa

O balanço final é positivo e os preparativos para a próxima edição já estão em marcha. Fernando Medina, presidente da Câmara de Lisboa, anunciou este domingo que o estaleiro naval oficial da Volvo Ocean Race – The Boatyard - permanecerá em Lisboa. “O estaleiro comum serve não só a reparação dos barcos mas também para a preparação das épocas seguintes. O objetivo é que no final da regata os barcos regressem a Lisboa e façam em Portugal as reparações necessárias”, adiantou Fernando Medina.

“Queremos Lisboa como base para os treinos das equipas. A estadia definitiva do estaleiro oficial é um avanço importante para os objetivos futuros da autarquia, da Administração do Porto de Lisboa, da Direção Geral da Política do Mar e da empresa responsável pela organização do evento Urban Wind. Trabalhámos muito ao longo destas semanas para dar sinais de confiança à organização da Volvo Ocean Race”, concluiu o autarca lisboeta. “O intuito é posicionar Lisboa para no próximo ano apresentarmos uma candidatura vencedora, de forma a que a Volvo Ocean Race estabeleça em definitivo a sua sede em Lisboa, e tornar a capital no ponto de partida da regata em 2020”, acrescentou.

Também quatro equipas da Volvo Ocean Race – Team Alvimedica, Abu Dhabi Ocean Racing, Team SCA e Team Vestas Wind – manterão uma parte da sua operação logística com base em Lisboa.

O Secretário de Estado do Mar, Manuel Pinto de Abreu, falou ainda na possibilidade de haver um barco português na próxima edição da regata. “Com o apoio e empenho de todos os portugueses, tudo é possível” disse Pinto de Abreu.

A Volvo Ocean Race de Lisboa decorreu de 25 de maio a 7 de junho na Doca de Pedrouços, em Algés, com inúmeras atividades e concertos diários totalmente gratuitos para todos os visitantes. A próxima edição acontece em 2017/18, com o stopover de Lisboa já garantido no mapa.



publicado por Carlos Gomes às 00:56
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Domingo, 7 de Junho de 2015
FESTIVAL DE FOLCLORE LEVA TRADIÇÕES DE PORTUGAL À ZONA HISTÓRICA DE BELÉM

Casa do Minho em Lisboa realiza Festival de Folclore

Milhares de pessoas, incluindo numerosos turistas estrangeiros, viram hoje desfilar na zona histórica de Belém vários ranchos folclóricos representativos das mais diversas regiões do país.

O cortejo etnográfico partiu da Praça Afonso de Albuquerque, junto ao Museu dos Coches, e percorreu as artérias daquela zona eminentemente turística, passando defronte à Presidência da República rumo à Praça do Império com destino ao Jardim Vasco da Gama onde, num magnífico palco ali instalado, os grupos participantes fizeram as suas exibições.

Cassa do Minho - Festival 061

Tratou-se do XIV Festival organizado pelo Rancho Folclórico da Casa do Minho em Lisboa e contou com a participação do Rancho Folclórico e Etnográfico de Ponte da Barca, o Grupo Etnográfico da Serra do Caldeirão – Cortelha, do Algarve, o Rancho Etnográfico de Santiago de Bougado – Trofa em representação do Douro Litoral, na realidade a mesma região geo-etnográfica do Minho correspondente à vetusta Comarca d’Entre-Douro-E-Minho e, pelo Ribatejo o Rancho Folclórico Regional de Sorraia – Coruche, destacando os seus campinos garbosos nos seus trajes garridos e exibindo os pampilhos com que na lezíria cercam o gado bravo.

Cassa do Minho - Festival 296

Com mais de uma dezena de grupos folclóricos e meia dúzia de associações regionalistas, as gentes do Minho radicadas na região de Lisboa constituem uma das mais numerosas, representativas e organizadas comunidades ali estabelecidas, plenamente integradas e a lembrar constantemente as suas origens, levando frequentemente à capital a sua alegria e exuberância.

Cassa do Minho - Festival 034

Hoje a festa foi em Belém e muitos foram os turistas nacionais e estrangeiros que levaram consigo uma lembrança do folclore minhoto e de outras regiões do país, partilhando por todo o mundo as imagens captadas dos nossos trajes e das danças e cantares do nosso folclore!

Cassa do Minho - Festival 221

Cassa do Minho - Festival 032

Cassa do Minho - Festival 262

Cassa do Minho - Festival 003

Cassa do Minho - Festival 290

Cassa do Minho - Festival 012

Cassa do Minho - Festival 327

Cassa do Minho - Festival 037

Cassa do Minho - Festival 045

Cassa do Minho - Festival 136

Cassa do Minho - Festival 133

Cassa do Minho - Festival 079



publicado por Carlos Gomes às 23:24
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ENCONTRO NACIONAL DE COMBATENTES HOMENAGEIA ENFERMEIRAS PÁRAQUEDISTAS



publicado por Carlos Gomes às 10:41
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FEIRA INTERNACIONAL DE ARTESANATO EM LISBOA É ENCONTRO DE CULTURAS



publicado por Carlos Gomes às 10:38
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