Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores
Domingo, 18 de Outubro de 2015
CERVEIRENSES EM LISBOA JUNTAM-SE EM FERNÃO FERRO



publicado por Carlos Gomes às 15:27
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CASAS REGIONAIS JUNTAM-SE EM MARVILA



publicado por Carlos Gomes às 15:17
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MINHOTOS DA RIBEIRA DA LAGE REALIZAM EM OEIRAS ENCONTRO DE TOCADORES DE CONCERTINA



publicado por Carlos Gomes às 15:08
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MARCAS DA MAÇONARIA NO ASSOCIATIVISMO POPULAR

Todo o objeto criado possui sempre as marcas do seu criador. A obra de arte reflete a ideia e o perfil psicológico do artista que a concebeu. De igual forma, o artesanato dá-nos a descrição mais fiel do nível cultural de um povo, revelando-nos o seu caráter e capacidade de transmitir aquilo que sente. Também as instituições nos permitem perceber o grau de desenvolvimento cultural de uma sociedade, os seus valores e o estádio de evolução humana em que se encontram, deixando em todas as situações as marcas distintivas dos seus obreiros.

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O associativismo popular tem entre nós origem a partir de meados do século XIX, criado sobretudo pela necessidade dos republicanos penetrarem entre as classes mais baixas da sociedade portuguesa para a atrair à sua causa e criar as condições da adesão popular á mudança do regime político.

Através dos triângulos e lojas maçónicas, foram criados em todo o país bandas filarmónicas e sociedades de cultura e recreio com o propósito de levar ao povo o ensino primário, a instrução musical, o teatro, as ocupações recreativas e a cultura popular em geral.

Quais organizações para-maçónicas, estas agremiações contavam com militantes republicanos entre os seus principais impulsionadores, os quais impunham estatutos cujas normas eram inspiradas na própria constituição maçónica. Não admira, pois, que reflexo das cisões verificadas no seio da Maçonaria e dos partidos políticos, tenham ocorrido idênticas divisões no seio de muitas coletividades. A existência no concelho do Seixal de duas coletividades rivais – a Timbre Seixalense e a Sociedade Filarmónica União Seixalense – tem a sua razão de ser nas divisões criadas pelo Partido regenerador e pelo Partido Progressista.

À semelhança do que se verificou com os jornais regionais, também eles em grande parte criados com a finalidade de difundir os ideais republicanos, as sociedades recreativas foram adaptando-se à evolução dos tempos e, sobretudo, às mudanças de regime político, não deixando porém de conservar alguns dos seus traços caraterísticos que estiveram na sua própria génese.

Entre as normas estatutárias mais relevantes que ajudam a identificar a sua origem, encontra-se a obrigatoriedade da admissão de um novo sócio ser feita através de um ou mais proponentes, existindo ainda coletividades que mantêm o costume de exibirem num quadro apropriado, durante determinado período de tempo, a ficha de inscrição do sócio proposto antes da mesma ser submetida a aprovação por parte do órgão diretivo. Na realidade, esta regra contraria o princípio da liberdade de associação, tratando-se de um procedimento apenas concebível no âmbito de uma associação a funcionar em moldes secretos e sigilosos.

Outra norma estatutária, também claramente de origem maçónica, é a que obriga o sócio ao pagamento de uma joia no ato de admissão, elemento estranho que ninguém explica do que se trata e, como é óbvio, o novo associado nunca receberá… nem questionará sequer acerca de um direito que lhe assiste!

Estas e outras práticas injustificadas são perpetuadas pelo costume e transmitidas às novas coletividades de cultura, desporto e recreio através da aprovação de estatutos que mais não são do que réplicas de outros antigos e desatualizados, copiados sem qualquer sentido crítico e reproduzindo normas que deveriam entretanto ser melhoradas ou eliminadas. Encontram-se, entre estas coletividades, as casas regionais, grupos folclóricos e um quase infinito número de associações que se dedicam às mais variadas vertentes de âmbito social, cultural, ambiental e recreativo.

Carlos Gomes / http://www.folclore-online.com/

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publicado por Carlos Gomes às 14:10
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“CAÍDAS EM DESGRAÇA”: UMA COMÉDIA QUE ESTREIA NO AUDITÓRIO CARLOS PAREDES EM BENFICA


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publicado por Carlos Gomes às 10:00
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Sábado, 17 de Outubro de 2015
TOCADORES DE CONCERTINA DÃO FESTIVAL EM LOURES

Encontro de Tocadores em Loures é um grandioso festival de música popular

Terminou há instantes mais um grandioso festival de música popular à volta da concertina. Tratou-se do XIII Encontro de Concertinas organizado pelo Grupo Etnográfico Verde Minho, que levou à pequena localidade de A-das-Lebres, no concelho de Loures, perto de um milhar de pessoas.

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Um pouco de toda a parte afluíram cantadores ao desafio e tocadores de concertina e outros instrumentos tradicionais. Eles vieram do Basto, da Barrenta, de Corroios e de Almada. Mas também não faltaram á chamada os minhotos que vivem na região de Lisboa com os seus grupos de tocadores. Foram eles os tocadores das casas regionais do Minho e de Ponte de Lima, dos grupos folclóricos “Terras da Nóbrega”, “Dançar é Viver” e Alegria do Minho”. E, na assistência, não faltaram minhotos originários dos mais variados concelhos e dirigentes de outras associações regionalistas além das já mencionadas, como Arcos de Valdevez.

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A realização de encontros de tocadores têm vindo a multiplicar-se e a contrariar o desuso a que estava a concertina a ser votada, tendo despertado o interesse sobretudo dos mais jovens por este instrumento que, não sendo porém dos mais ancestrais, foi rapidamente adotado no contexto da música popular tradicional, sendo bastante do agrado do nosso povo.

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Este ano, o Encontro de Concertinas registou uma adesão espetacular, tornando-se um evento incontornável e de referência na região de Lisboa para todos os amantes da cultura popular, principalmente para os tocadores de concertina e cantadores ao desafio.

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publicado por Carlos Gomes às 21:20
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DESFOLHADA DO MILHO EM LOURES TEVE A BÊNÇÃO DE S. PEDRO

Grupo Etnográfico Verde Minho realiza na região de Lisboa a maior recriação da desfolhada do milho

Os minhotos são gente de Fé e S. Pedro não podia desiludi-los. Depois da chuva e do vendaval, eis que o brilho do sol partilhou com os minhotos uma jornada de festa e alegria onde não faltaram as concertinas e o ambiente de romaria. Mas a festa teve lugar em plena região saloia, às portas de Lisboa, mais concretamente na localidade de A-das-Lebres, no concelho de Loures, no adro junto à coletividade recreativa, hoje transformado em eira para recriar a tradição de uma desfolhada á moda do Minho.

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Os grupos de zés-pereiras percorreram as ruas da aldeia anunciando a festa com o rufar dos seus bombos. As moças exibiram os seus trajes de trabalho característicos e, rapazes e raparigas cuidavam de desfolhar o milho à procura da maçaroca… e do “prémio” da conversada!

Como manda a tradição, não faltou sequer a broa de milho e a boa pinga de vinho verde a lembrar o costume antigo.

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Remonta há mais de quatro séculos a introdução da cultura do milho no nosso país, tendo a mesma começado no noroeste peninsular onde a região do Minho se insere. Esta cultura tem origem nas Américas, trazida para a Península Ibérica nas naus do navegador Cristóvão Colombo, aliás Salvador Fernandes Zarco, ao serviço do rei D. João II, com o propósito de afastar os reis católicos da rota da Índia e levá-los a celebrar o Tratado de Tordesilhas como se veio a verificar.

Predominando no Minho a cultura de regadio, é por altura do S. Miguel que ocorre o corte do milho e se seguem as desfolhadas.

Fotos: Manuel Santos

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publicado por Carlos Gomes às 20:00
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Sexta-feira, 16 de Outubro de 2015
GRUPO DE FOLCLORE TERRAS DA NÓBREGA REALIZA SERÃO ETNOGRÁFICO EM CARNAXIDE

O Grupo de Folclore Terras da Nóbrega realiza o Serão Temático “Como há 100 anos...”. É um espetáculo único, de cariz etnográfico, que ultrapassa o formato usual próprio dos festivais de folclore, através de quadros da vida e dos usos e costumes tradicionais, a serem representados pelos vários ranchos folclóricos participantes, todos de qualidade reconhecida.

A iniciativa tem lugar no próximo dia 1 de Novembro, no Auditório Municipal Ruy de Carvalho (Carnaxide - Oeiras), no Serão Temático "Como há 100 anos...", uma organização do Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega.

“Minha’bó, conte-me uma estória...” É desta forma que uma criança pede à sua Avó, já velhinha, que lhe conte uma história dos tempos que já lá vão.

A ideia subjacente a esta organização do Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega é que cada Grupo participante traga para o palco a recriação de cenas da vida quotidiana da região que representa. Um “Baptizado da Meia Noite”, o ciclo “Da palha ao chapéu” ou até mesmo um “Casamento da Monda” serão alguns dos momentos a apreciar apresentados pelos Grupos participantes, todos eles lídimos representantes e embaixadores maiores do Folclore e Etnografia de cada uma das suas regiões. A saber:

Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega (Alto Minho Interior)

Rancho Folclórico "As Mondadeiras" de Casa Branca (Alto Alentejo)

Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré (Alta Estremadura)

Rancho Tradicional de Cinfães (Douro Litoral Sul)

Esta tipologia de evento folclórico é cada vez mais comum e tem claras vantagens em relação aos “tradicionais” Festivais de Folclore: trás para o palco vivências de outrora mostrando aos mais novos como era a Vida dos nossos Antepassados e relembrando aos mais velhos alguma da sua outrora forma de ser e de viver que, na maioria das vezes, trás nostalgia e saudade.



publicado por Carlos Gomes às 21:23
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ENCONTRO DE TOCADORES DE CONCERTINA REALIZA-SE NA SEDE DA CASA DO MINHO

Por motivos de logística o local do Encontro de Tocadores de Concertina foi ALTERADO passando a ser na Sede da Casa do Minho, sita na Rua Professor Orlando Ribeiro Nº 3-D , em Lisboa.



publicado por Carlos Gomes às 16:57
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“FADO VENENO”: O SONHO URGENTE DE LUÍSA ROCHA

“O fado de Luísa Rocha é também, por tudo isto, brutalmente honesto. Saem-lhe transparentes palavras ditas. Inteiras e plenas de significado. Com a solidez de quem trilha um caminho novo, pela simples razão de trazer consigo o mais genuíno encantamento pelo passado.” In Museu do Fado

“Fado Veneno”, o novo álbum da fadista Luísa Rocha, é lançado hoje - dia 16 de outubro pela Music In My Soul. Composto apenas por poemas inéditos redigidos por Maria de Lourdes Carvalho, José Carlos Malato, Gonçalo Salgueiro, Nuno Miguel Guedes, este novo trabalho apresenta “uma evolução amadurecida e consistente na carreira, tendo sido muito refletido e feito com toda a calma necessária”, segundo a fadista.

Não fales por falar” é o tema de apresentação deste álbum, lançado no passado dia 21 de setembro. O tema poderá ser ouvido hoje, no Centro Cultural de Belém, pelas 21h00, no espetáculo de lançamento do novo álbum.

Para Luísa Rocha, o fado surgiu desde cedo como um sonho urgente. Como a única maneira de partilhar uma verdade. Como vida. Assim foi, assim será.

Agora, para os amantes de fado, quatro anos depois da estreia impunha-se outra urgência: um disco novo. E chegou: “Fado Veneno” foi o nome escolhido para o sucessor de “Uma Noite de Amor”, e é retirado de um tema com letra de José Carlos Malato. Ainda antes da sua edição o produtor radiofónico Michael Rossi escolheu para o seu programa Late Junction o tema “Quando Chegar A Hora” (letra de António Rocha para o Fado Alexandrino de Joaquim de Campos), estreando assim o disco na BBC3. É o próprio Rossi que conta: “Mesmo sem conhecer ou entender as palavras, implicitamente entendemo-las através da melodia e a forma como a Luísa [Rocha] lhes dá vida. Quando a ouvi fiquei encantado com a sua voz - a riqueza do tom, a profundidade de alma que encontramos no seu canto.”

De novo produzido por Carlos Manuel Proença, “Fado Veneno” junta fados tradicionais com temas originais de vários autores, como Guilherme Banza. A entregar palavras estão nomes como Maria de Lourdes Carvalho, Tozé Brito, Jorge Fernando, Nuno Miguel Guedes, Gonçalo Salgueiro e José Carlos Malato. A unir tudo, a voz de Luísa Rocha. Mais madura, mais vivida, mais intensa e sábia. Mas exactamente com a mesma maravilhosa perplexidade da criança no primeiro dia em que conheceu a urgência do fado.



publicado por Carlos Gomes às 14:11
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ANAFAIA LANÇAM NOVO ÁLBUM

Já se encontra disponível nas principais lojas digitais o novo álbum dos Anafaia. Este é o segundo álbum de originais do grupo e é lançado hoje, dia 16 de Outubro, pela Music in my Soul. O trabalho homonimo apresenta-se a público com o single “Pastora da Serra”, um tema que ilustra bem a sonoridade tradicional e típica serrana dos Anafaia.

Do centro da Cova da Beira (Fundão), em 2010, nasceu o projeto musical Com’Tradições que, depois, deu origem aos Anafaia, ambos nascidos no berço do Homem do Saco – Associação de Artes Tradicionais.

Do árabe “an-nafaia” (primeiros fios do bicho-da-seda, antes da formação do casulo), Anafaia significa o princípio de tudo. Tanto quanto o primeiro fio é o princípio da teia que leva ao casulo, também a música tradicional, os cantares e os sentires das gentes são a raiz da cultura de um povo.

Os Anafaia apostam na recolha e na recriação de temas das beiras e das vidas das gentes da terra e na criação de originais, com inspiração no imaginário rural da Beira Interior, procurando conferir alguma contemporaneidade às melodias. Gostariam de ser avivadores de memórias, servindo-se de ritmos sonoros, temas e palavras encontrados nas cantigas beirãs, passados de geração em geração.

O reportório assenta em temáticas de raiz tradicional e popular – canções do imaginário rural, passados de geração em geração, com arranjos musicais simples.

Do álbum de estreia do grupo, “Anafaia com tradições”, destacam-se dois temas: “O Carvalhal é Nosso”, uma homenagem às “gentes da rama do castanheiro” da aldeia do Souto da Casa; e “O Pastor da Transumância”, um original apresentado no Chocalhos 2011, dedicado aos pastores que desciam da Serra da Estrela às planícies a sul da Gardunha.


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publicado por Carlos Gomes às 14:03
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DESFOLHADA DO MILHO JUNTA AMANHÃ MINHOTOS EM LOURES

Após a desfolhada, seguem-se os cantares ao desafio e a exibição dos tocadores de concertina. E, como a festa é minhota, não falta a broa de milho e o vinho verde!

Ai verdinho, meu verdinho... não há desfolhada como a do Verde Minho!

As gentes minhotas radicadas na região de Lisboa recriam a tradicional desfolhada do milho. A iniciativa é do Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho e tem lugar amanhã, dia 17 de outubro, a partir das 14 horas, no terreiro fronteiro às instalações do Grupo União Lebrense, em A-das-Lebres, no concelho de Loures.

A festa começa com a arruada de bombos e atuação de zés-pereiras. Após a desfolhada, juntam-se os tocadores de concertina e a festa culmina com uma imponente sessão de fogo-de-artifício à moda do Minho.

Rapazes e raparigas descamisam o milho à procura da maçaroca. E, os conversados, eu bem sei!...

Não falta o vinho e o petisco oferecido aos trabalhadores que participam no serão, recordando com nostalgia a juventude e a alegria de tempos idos. E, como a festa é minhota, dança-se o vira, a chula e a cana-verde.

Para o minhoto, tudo é pretexto para a festa: o trabalho e a romaria, a religião e a gastronomia. Em todas as ocasiões, o minhoto é alegre, levando sempre desse modo de vencida todas as agruras da vida, o que faz dele um triunfador, mesmo quando as dificuldades o forçam a deixar o seu rincão e partir para terras distantes.

Para onde quer que vá, o minhoto leva consigo a alma grandiosa da sua terra e a cor da esperança porque o Minho é verde e o folclore… é Verde Minho!



publicado por Carlos Gomes às 00:00
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Quinta-feira, 15 de Outubro de 2015
MINHOTOS EM LISBOA LEVAM TRADIÇÕES A CARNAXIDE



publicado por Carlos Gomes às 17:14
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LISBOA REALIZA COLÓQUIO INTERNACIONAL SOBRE PATRIMÓNIO CONVENTUAL

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PROGRAMA

4 NOVEMBRO, 2015

09.30 Receção dos participantes

10.00 Abertura

SESSÃO 1 Moderador Luís Espinha da Silveira - Departamento de História / Faculdade de Ciências Sociais e Humanas / Universidade NOVA de Lisboa

10.20 Da cidade sacra à cidade laica. O que nós andámos para aqui chegar...

Raquel Henriques da Silva - Instituto de História da Arte / Departamento de História de Arte / Faculdade de Ciências Sociais e Humanas / Universidade NOVA de Lisboa

11.00 Permanences, demolitions and destructions of religious complexes in Turin (Italy) between nineteenth and twentieth century: the case of the Visitation convent, former monastery of the Francescane scalze.

Francesco Novelli - Dipartimento di Architettura e Design / Politecnico de Torino

11.25 Pausa para café

11.45 Musealised churches or sanctified museums? Heritagization of Swedish parish churches, between secular and sacred.

Eva Löfgren - Department of Conservation / University of Gothenburg

12.10 Reuse of former convents in Belgian towns (1773-1860).

Reinout Klaarenbeek - Department of Architecture / Faculty of Engineering / University of Leuven

12.35 Debate

13.00 Pausa para almoço

SESSÃO 2 Moderador Catarina Marado - Universidade do Algarve | Centro de Estudos Sociais / Universidade de Coimbra

14.30 O projeto de intervenção no Mosteiro de Nossa Senhora do Desterro.

Pedro Domingos, Pedro Ribeiro e Ricardo Branco (Conferencistas convidados)

15.15 La Desamortización Eclesiástica en la Provincia de Murcia (España). Gestión del Patrimonio, Destino de los Conventos Suprimidos e Incidencia Urbanística.

Joaquín Martínez Pino - Universidad Nacional de Educación a Distancia

15.40 La desamortización y Madrid: hacia un nuevo concepto de ciudad y de património.

María Dolores Antigüedad del Castillo-Olivares - Universidad Nacional de Educación a Distancia

16.05 Pausa para café

16.15 Da construção à desconstrução dos espaços conventuais do perímetro citadino lamecense.

Carla Sofia Queirós - Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade / Universidade do Porto

16.40 Cemitérios e(m) cercas conventuais.

Francisco Queiroz - Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade / Universidade do Porto

17.05 Debate e encerramento

5 NOVEMBRO, 2015

SESSÃO 3 Moderador Pedro Flor - Instituto de História da Arte / Faculdade de Ciências Sociais e Humanas / Universidade NOVA de Lisboa | Universidade Aberta de Lisboa

09.30 O Colégio e a Horta dos Jesuítas em Faro: secularização, transformação arquitectónica e renovação urbana.

Catarina Marado (Conferencista convidada) - Universidade do Algarve | Centro de Estudos Sociais / Universidade de Coimbra

10.00 Memoria Digital: Subtis permanências arquitectónicas conventuais.

Ana Gil - Instituto Superior Técnico / Universidade Técnica de Lisboa

10.25 Memórias e vestígios arqueológicos de cinco casas religiosas de Lisboa: Convento de São Francisco, Casa Professa de São Roque, Casa do Espírito Santo da Pedreira, Convento do Santíssimo Sacramento e Mosteiro dos Jerónimos.

Maria de Magalhães Ramalho - Direção Geral do Património Cultural

10.50 Pausa para café

11.20 Historia del desarollo urbano en Alghero Lo Quarter: desde Collegio de Jesuitas a Quarter Militar.

Angela Simula - Scuola di Specializzazione in Beni Archeologici dell'Università degli Studi di Sassari

11.45 Compatibility, limits and loss of memory: from monastery to hotel de charme. Stories of reconversions in Italy.

Carla Bartolozzi - Dipartimento di Architettura e Design / Politecnico de Torino

12.10 El Convento de los Jesuitas y la Plaza de la República de Perpiñán (Francia): evoluciones urbanas, arquitectónicas y funcionales (siglos XVIII-XXI).

Esteban Castañer Muñoz - Université de Perpignan Via Domitia

12.35 Debate

13.00 Pausa para almoço

SESSÃO 4 Moderador José Aguiar - Faculdade de Arquitetura / Universidade de Lisboa

14.30 À procura de casa para o Conservatório de Artes e Ofícios de Lisboa.

Paulo Oliveira Ramos - - Instituto de História da Arte / Faculdade de Ciências Sociais e Humanas / Universidade

NOVA de Lisboa | Universidade Aberta de Lisboa

14.55 Do Convento dos Caetanos ao Conservatório Nacional - um novo uso para um velho edifício. Campanhas arquitetónicas e artísticas.

Tiago Borges Lourenço - Instituto de História da Arte / Faculdade de Ciências Sociais e Humanas / Universidade NOVA de Lisboa

15.20 Cambios funcionales y estructurales en los colegios jesuíticos de Galicia tras la expulsión de 1767.

María Rivo-Vázquez - Universidade de Santiago de Compostela

15.50 Pausa para café

16.15 O complexo monástico de S. Dinis de Odivelas: de mosteiro de clausura a colégio militar, a...?

Giulia Rossi Vairo - Instituto de Estudos Medievais / Faculdade de Ciências Sociais e Humanas / Universidade NOVA de Lisboa

16.40 De conventos a teatros y cines. Reutilizaciones y derribos de edificios conventuales para espacios escénicos en las ciudades españolas del siglo XIX.

Jesús A. Sánchez-García - Departamento de Historia del Arte / Universidade de Santiago de Compostela

17.05 Debate e encerramento

6 NOVEMBRO, 2015

SESSÃO 5 Moderador Raquel Henriques da Silva - Instituto de História da Arte / Departamento de História de Arte

/ Faculdade de Ciências Sociais e Humanas / Universidade NOVA de Lisboa

09.30 Trinas do Mocambo e Trinas de Campolide: aforamentos urbanos nas cercas conventuais após o Terramoto de 1755.

Edite Alberto - Departamento de Património Cultural / Direção Municipal de Cultura / Câmara Municipal de Lisboa

09.55 Descubriendo un paisaje histórico. El espacio cercado del Monasterio de San Julian de Samos en el siglo XIX.

Estafania López Salas - Universidad de A Coruña

10.20 Lugar do Sagrado. O contributo do Mosteiro Nossa Senhora da Luz no desenvolvimento urbano da cidade de Lisboa e a sua relação com o homem contemporâneo.

Micaela Branco - Faculdade de Arquitetura / Universidade de Lisboa

10.45 Pausa para café

11.00 O “supprimido” Convento da Esperança e os melhoramentos urbanos: notas ao programa Oitocentista.

Elisabete Gama - Departamento de Património Cultural / Direção Municipal de Cultura / Câmara Municipal de Lisboa

11.25 The fall of Monteoliveto: confiscation and transformation of a wide conventual insula in the historic center of Naples, 1799-1936.

Andrea Pane & Giovanna Russo Krauss - Department of Architecture / University of Naples Federico II

11.50 What makes the architectural specificity of religious houses and should be preserved?

Thomas Coomans (Conferencista convidado) - Department of Architecture / Faculty of Engineering / University of Leuven

12.35 Debate e encerramento

15.00 Visitas a antigos conventos - Convento de São Francisco, Convento de São João de Deus, Convento de Santa Marta, Mosteiro de São Bento e Convento de Nossa Senhora da Graça (a confirmar).



publicado por Carlos Gomes às 16:30
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Quarta-feira, 14 de Outubro de 2015
BLUES NIGHTS ATUA NA BAIXA DA BANHEIRA

No Fórum Cultural na Baixa da Banheira: Blues Nights by BBBF regressam com "Fireblue - Blues Band"

As Blues Nights estão de regresso ao Café-Concerto do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo. A partir de outubro, todos os meses, há Blues no Fórum Cultural, numa antevisão da próxima edição do BB Blues Fest que decorrerá em junho. A estreia fica a cargo dos “Fireblue – Blues Band”, no dia 17 de outubro, pelas 22:00h.

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Os “Fireblue - Blues Band”, liderados pelo guitarrista e compositor Nuno Andrade, são uma banda portuguesa que nasceu da paixão e do tributo aos grandes nomes do Blues. Deixando sempre espaço à improvisação, propõem uma viagem por temas marcantes da história do Blues, reinterpretando, com a sua visão, os grandes clássicos.

Depois de encantarem todos na abertura do último Blues Picnic, que decorreu na mais recente edição do BB Blues Fest, estreiam-se agora no Café-Concerto do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, no regresso das Blues Nights by BBBF.

Os bilhetes, no valor de 3 euros, podem ser adquiridos no dia do espetáculo.



publicado por Carlos Gomes às 10:40
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JORNADAS EUROPEIAS DO PATRIMÓNIO REALIZAM-SE EM LISBOA

A AHPEM Aldeias Históricas Património e Memória vai realizar neste final de semana (17 e 18 de Outubro), as Jornadas Europeias do Património "Há Festa na Serra- medronho todos os dias ", de Lisboa a Monchique.



publicado por Carlos Gomes às 08:46
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Terça-feira, 13 de Outubro de 2015
CASA CERVEIRENSE JUNTA MINHOTOS EM FERNÃO FERRO



publicado por Carlos Gomes às 21:20
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ENCONTRO DE TOCADORES DE CONCERTINA JUNTA MINHOTOS EM LISBOA



publicado por Carlos Gomes às 20:45
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MINHOTOS RECRIAM EM LOURES TRADIÇÃO DA DESFOLHADA DO MILHO



publicado por Carlos Gomes às 20:41
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ENCONTRO NACIONAL DE MOLINOLOGIA REALIZA-SE EM ALBERGARIA-A-VELHA

O III Encontro Nacional de Molinologia realiza-se nos próximos dias 7 e 8 de Novembro de 2015 em Albergaria-a-Velha, contando com o apoio e co-organização da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha, no âmbito das comemorações dos 180 anos do Município. É uma iniciativa da Rede Portuguesa de Moinhos, aberta a todas as pessoas e instituições que promovem o conhecimento, preservação e viabilização dos moinhos tradicionais portugueses.

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publicado por Carlos Gomes às 19:55
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INATEL PROMOVE TURISMO SÉNIOR

Inatel abre nova temporada de Turismo Sénior com mais de 8 mil lugares vendidos

Seniores usufruem de programa de férias com valores a pagar de acordo com o seu rendimento.

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O programa Turismo Sénior da INATEL 2015/2016, que decorre até Junho de 2016 e que celebra 20 anos de existência, abriu a época de inscrições em Abril e conta já com mais de 8 mil lugares vendidos.

Nesta edição, todas as viagens têm mais do que um ponto de embarque, garantindo que os participantes de pequenas localidades possam partir em autocarro dos seus lugares de origem, entre as quais Vila de Cucujães (Aveiro); Bouça (Bragança); Orjais (Castelo Branco); Budens (Faro); Souro Pires (Guarda); Bidoeira de Cima (Leiria); Riba de Ave (Braga); Subportela (Viana do Castelo); Ribeira de Pena (Vila Real) e Moimenta da Beira (Viseu).

O programa com viagens de seis dias/cinco noites, avança com nova temporada em épocas baixa e média que inclui transporte, alojamento em pensão completa e animação permanente. Durante a estada, os participantes podem ainda usufruir de várias atividades de carácter cultural e recreativo como noites tradicionais e atividades de animação desportiva, contando ainda com passeios turísticos opcionais.

Ao longo destes 20 anos, o programa Turismo Sénior tem procurado combater a solidão e a exclusão social, garantindo uma diferenciação positiva, mediante a oferta de preços de mercado mais baixos, consoante o rendimento do agregado familiar dos participantes, pagando mais quem recebe mais e suportando menores custos a quem recebe menos.

Esta edição destina-se preferencialmente a cidadãos com 55 ou mais anos de idade sendo, no entanto, aberta a participantes de quaisquer idades.



publicado por Carlos Gomes às 19:14
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Segunda-feira, 12 de Outubro de 2015
MINHOTOS EM OEIRAS REALIZAM ENCONTRO DE CONCERTINAS



publicado por Carlos Gomes às 22:55
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CASAS REGIONAIS EM LISBOA REALIZAM ENCONTRO EM MARVILA



publicado por Carlos Gomes às 22:20
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ZURBNA LANÇAM EP

O novo EP dos Zurbana apresentado hoje, dia 12 de outubro, já se encontra disponível nas principais plataformas digitais. “Será Que Ainda Te Lembras do Simples Amanhã?” é o título deste novo trabalho que tem como single o tema “Eterna Madrugada”, apresentado no passado dia 14 de setembro pela editora Music In My Soul.

Os Zurbana nasceram em meados de 2012, pelas mãos de António Cardoso, Pedro Abreu, Nuno Camacho e Pedro Henrique, que desde cedo encararam a música como uma arte expressiva da representação da sua forma de viver e comunicar.

O rock alternativo é o estilo com que mais se identificam e inspiram para a criação de melodias, prosas e poemas, resultado de experiências passadas com outros projectos como “Bliss” e “Welcome Grace Project”. Durante o ano de 2014 e grande parte de 2015, têm estado a trabalhar em conjunto na produção do EP que irão apresentar no último trimestre deste ano, e que poderá ser posteriormente descarregado em todas as lojas digitais.

A sua expressividade sonora é também influenciada pelos seus interesses em outras áreas artísticas como o design, a fotografia e o cinema. Com uma vontade quase descontrolada de transmitir mensagens diretas e sinceras os Zurbana apresentam um EP extraordinário, capaz de surpreender até os mais céticos. Recorde-se que "Eterna Madrugada" é o nome do primeiro single extraído deste novo trabalho!

Lojas Digitais:

Spotify- https://open.spotify.com/album/4vK8UZTQUbQSwV9OI0nyZT

Itunes- https://itunes.apple.com/pt/album/sera-que-ainda-te-lembras/id1044446961

Amazon- http://www.amazon.com/Ser%C3%A1-Ainda-Lembras-Simples-Amanh%C3%A3/dp/B015ZYNK4I/ref=sr_1_1?s=dmusic&ie=UTF8&qid=1444647582&sr=1-1-mp3-albums-bar-strip-0&keywords=zurbana

GooglePlay - https://play.google.com/store/music/album/Zurbana_Ser%C3%A1_Que_Ainda_Te_Lembras_Do_Simples_Amanh?id=Birhqnxpyn2ors6acw56wj4zcpi


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publicado por Carlos Gomes às 21:17
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LISBOA VAI SER PALCO DE ENCONTRO DE TOCADORES DE CONCERTINA À MODA DO MINHO

Casa do Minho em Lisboa organiza Encontro de tocadores de concertina e cantares ao desafio

Os minhotos que vivem na região de Lisboa vão no próximo dia 18 de outubro rumar ao Auditório da Biblioteca Orlando Ribeiro, em Telheiras, para participarem num grandioso encontro de tocadores de concertina e cantadores ao desafio.

Desde que, em pleno século XX, a concertina chegou ao Minho, este instrumento tornou-se inseparável do minhoto que a leva consigo para todo o lado e, sobretudo, para a festa e romaria, abrilhantando-a com as mais alegres rapsódias do nosso folclore. E, tal como outrora sucedeu com o cavaquinho, levou-a para as paragens mais distantes para onde foi forçado a emigrar, afagando os seus momentos de tristeza e abatimento, procurando sempre ao ritmo do vira, da chula e da cana-verde recuperar com saudade os dias felizes passados nas ridentes veigas da sua aldeia.

Tal como atualmente a conhecemos, a concertina é um instrumento popular que teve a sua origem na Europa por volta de 1830 e faz parte dos membrafones ou seja, dos instrumentos musicais que produzem o seu som graças à atuação de uma membrana. Porém, ela só se populariza entre nós em pleno século passado, tendo encontrado no Minho o ambiente musical propício para ser adotado como um dos imprescindíveis instrumentos do folclore local.

E, ao som da concertina, os minhotos cantam ao desafio, preservando uma tradição que remonta aos alvores da nacionalidade e lírica galaico-minhota, expressa nas cantigas de escárnio e maldizer que tem na nossa tradição do cantar ao desafio e ainda nas regueifas galegas a sua forma mais recente.

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Origem e tradição das regueifas e cantares ao desafio na Galiza e em Portugal

Remontam muito provavelmente à Idade Média os tradicionais cantares ao desafio tão caraterísticos do Minho, filiando-se porventura nos cantares trovadorescos e principalmente nas cantigas de escárnio e maldizer da época, a um tempo em que o falar do povo não se distinguia ainda nas duas margens do rio Minho – Galiza e Portugal – e a Língua portuguesa florescia graças a um extraordinário movimento cultural a que certamente não era alheio as peregrinações a Santiago de Compostela e a tradição da poesia trovadoresca provençal que os peregrinos transportavam consigo pelo caminho que atravessava os Pirenéus. Estava então Portugal a dar os primeiros passos na sua formação como nação independente, fazendo tentativas várias para que também a Galiza o acompanhasse nesse projeto.

Aos cantares ao desafio, também conhecidos entre nós como desgarradas, chamam os galegos de regueifas, fato a que não é alheio o velho costume de, em ocasião de romaria, se consumir um pão doce em forma de rosca, com farinha de boa qualidade, também utilizado em ocasiões de boda. As migrações internas e sobretudo as vias de comunicação levaram esta especialidade gastronómica a outras regiões do país, adquirindo novas formas e denominações como fogaça e bolo-de-arco, sendo nalguns sítios se popularizado como “pão espanhol” numa clara alusão às suas origens minhotas e galegas.

À semelhança dos cantares ao desafio, a regueifa galega constitui uma cantiga improvisada na qual duas ou mais pessoas seguem um cantar ao despique sobre um tema determinado ou simplesmente tratando de saber qual deles logra obter o maior aplauso do público. A relação com o pão que na realidade dá o nome a esta forma de expressão musical reside na competição havida entre regueifeiros durante uma boda, cujo vencedor era distinguido pela noiva que lhe entregava a regueifa e dava a honra de reparti-la entre rapazes e raparigas solteiras presentes na festa. Com o decorrer do tempo, o costume vulgarizou-se e a designação de regueifa passou a denominar o cantar ao desafio mesmo fora da ocasião de uma boda, com ou sem o pão.

Tal como a regueifa feita de açúcar, ovos, manteiga e canela é apreciada noutras regiões do país e passou a marcar presença em ocasiões festivas, também o costume dos cantares ao desafio se propagaram por outras paragens, naturalmente adaptados às idiossincrasias de cada povo, como sucede com os repentistas no Brasil e na Colômbia e os desafios entre payadores na Argentina e no Uruguai. Em Portugal, a forma de cantar ao desafio adaptou-se ao fado sob a forma de desgarrada e encontramo-lo nos cantos das décimas do Alentejo e nos poetas repentistas algarvios.

Em consequência do abandono do mundo rural e das suas tradições em face do crescimento urbano e da perda do uso da língua galega, o género musical da regueifa tem vindo a cair em desuso na Galiza á semelhança de outras manifestações da cultura tradicional galega. Porém, os cantares ao desafio têm vindo a adquirir crescente notoriedade no nosso país graças sobretudo a exímios cantadores e tocadores de concertina, constituindo uma das principais atrações de muitas festas e romarias que competem entre si a sua preferência e dela fazendo uma das tradições mais apreciadas das nossas gentes.

Carlos Gomes / http://www.folclore-online.com/

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publicado por Carlos Gomes às 01:49
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FEIRA DAS MERCÊS COMEÇA DIA 16 DE OUTUBRO

A centenária Feira das Mercês ou Feira Saloia como também é conhecida regressa ao Recinto do Muro do Derrete já na próxima sexta-feira 16 de Outubro ao final da tarde.

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O certame organizado mais uma vez pela Câmara dos Ofícios em parceria com a Autarquia Sintrense vai manter-se aberto dias 17, 18, 23, 24 e 25 de Outubro sempre aos fim-de-semana e com entrada livre.

Durante este período os responsáveis pela Feira pretendem reviver tradições culturais, musicais, recreativas e gastronómicas, onde a Carne às Mercês e a Pera Parda pontuam, mas também as diversões infantis não são esquecidas.

O programa oficial ainda não é conhecido, apenas a confirmação de que a emissão do programa da TVI Somos Portugal vai ser transmitida em direto no próximo domingo dia 17 de Outubro entre as 14 h e as 20 horas.



publicado por Carlos Gomes às 00:15
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DESFOLHADA DO MILHO JUNTA MINHOTOS EM LOURES



publicado por Carlos Gomes às 00:00
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Domingo, 11 de Outubro de 2015
MACANITAS DE TERCENA DANÇAM EM CARNAXIDE

Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega trouxe o folclore minhoto à festa da região saloia

O Rancho Folclórico “As Macanitas” de Tercena atuou hoje nas festas em honra de São Romão de Carnaxide, no concelho de Oeiras, exibindo os usos e costumes das gentes que um dia se fixaram neste concelho, nos limites de Lisboa.

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Como refere o etnógrafo Fernando Silva, no seu livro “As Macanitas”, “A escassa distância de Lisboa, a velha fábrica da pólvora de Barcarena viu surgir à sua volta, nos começos do século passado, uma população de gente jovem à procura de trabalho nos campos férteis que estendem desde a encosta de São Marcos até Barcarena e Porto Salvo. As moças eram conhecidas por “macanitas” que, em 1990, deram o nome a um agrupamento folclórico – o Rancho Folclórico “As Macanitas” de Tercena.

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Vieram sobretudo da região do Oeste e os “casais mais importantes eram os de Cabanas, S, Miguel da Serra, Álvaro da Pinta e Sobreiro, em Barcarena, Manuel Roque em Tercena, Casal do Cotão e do Chouriço em São Marcos, Vaz Meirinho, Barroca em Queluz de Baixo e tantos outros que recebiam pessoal em menor escala”.

Nas últimas décadas, Carnaxide viu crescer de forma notável a sua população com a fixação de gentes oriunda das mais diversas proveniências. Mas, não esquece a sua identidade, conciliando a tradição e a modernidade, mantendo vivo o seu associativismo popular e o gosto pelo folclore e o pitoresco das antigas feiras de província.

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As origens de Carnaxide remontam ao século XII, sendo uma das mais antigas paróquias do país. Descrita como “aprazível e de bons ares e muito abundante de excelentes águas”, Carnaxide foi outrora local de veraneio de nobres e fonte de inspiração de poetas, integrando o Reguengo de Algés que da Ribeira de Alcântara se estendia até ao Reguengo de Oeiras. Ao que consta, o topónimo Carnaxide deriva provavelmente do árabe “carna-axide” que significa “monte de terra vermelha” ou ainda do celta “carn-achad”, que refere “terra de pedras soltas”.

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Para além do Rancho Folclórico “As Macanitas” de Tercena, participou ainda o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega, um agrupamento folclórico constituído por gentes minhotas e sediado na localidade de Queijas, freguesia agora unificada com Carnaxide.

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publicado por Carlos Gomes às 20:42
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CENTRO DE ESTUDOS GALEGOS PROMOVE EM LISBOA CONFERÊNCIA SOBRE A LÍNGUA GALEGA



publicado por Carlos Gomes às 13:28
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Sábado, 10 de Outubro de 2015
PARTIDO "OS VERDES" REÚNE CONSELHO NACIONAL

Conclusões da reunião do Conselho Nacional do Partido Ecologista Os Verdes

O Conselho Nacional do PEV fez uma análise aprofundada sobre os resultados das eleições legislativas que decorreram no passado dia 4 de outubro e sobre a atualidade política. Dessa análise destacamos os seguintes pontos:

  1. A Coligação Democrática Unitária (coligação PCP/PEV) obteve mais votos, mais percentagem e mais um mandato para a Assembleia da República, traduzindo uma consolidação que se tem vindo a verificar nas eleições legislativas realizadas no século XXI. Esta consolidação representa uma prova de confiança nas forças políticas que integram a CDU (PEV E PCP) e contribui, ela própria, também para que outras forças políticas que se têm alternado no Governo não tenham conseguido obter maioria absoluta.
  2. Os Verdes não podem deixar de sublinhar a atitude profundamente parcial e discriminatória por parte da comunicação social, que reiterou e acentuou um silenciamento inaceitável em relação à voz dos Verdes no quadro da pluralidade da CDU, enquanto em relação a outras forças políticas deu sempre voz a mais do que um dos dirigentes ou candidatos, nas coberturas feitas em campanha eleitoral.
  3. Os portugueses censuraram e condenaram, através do seu voto, as políticas de austeridade e de empobrecimento prosseguidas pela coligação de direita e expressaram uma necessidade de mudança. Nesse sentido, retiraram a maioria absoluta que coligação PSD/CDS detinha, apesar de todas as manipulações que esta empreendeu sobre a realidade nacional e o futuro próximo (note-se, por exemplo, a indecorosa campanha que construíram em torno de uma hipotética devolução da sobretaxa do IRS, com falseamento de dados).
  4. Face à nova composição da Assembleia da República, torna-se claro que os partidos que se comprometeram, em campanha eleitoral, com uma mudança de políticas detêm, no seu conjunto, a maioria dos deputados. Seria irresponsável, portanto, não atender a este novo quadro parlamentar e fingir que tudo se mantinha igual. Nesse sentido, Os Verdes consideram que os cidadãos expressaram uma vontade para que PSD/CDS não se mantenham no Governo e para que possa surgir uma outra formação governativa.
  5. A verdade, contudo, é que os partidos que apresentaram um compromisso de mudança, perante os eleitores, assentam sobre propostas políticas diferentes e têm programas eleitorais diferenciados. Ainda assim, e face à emergência que se coloca, de pôr fim às políticas de austeridade, Os Verdes estão, como já o demonstraram, abertos a discutir um programa de Governo sustentado em políticas alternativas, que quebre o ciclo de empobrecimento e de travão ao desenvolvimento ambiental, social e económico do país.
  6. Face a esta disponibilidade manifestada pelo PEV, compete ao PS determinar se pretende assumir a responsabilidade de um virar de página formando um governo com políticas adequadas, que os Verdes não inviabilizarão, ou se, à semelhança do que tem acontecido nas últimas décadas, pretende voltar a dar a mão à direita para que esta continue no Governo.
  7. Os Verdes apresentaram ontem, em reunião com o PS, um conjunto de matérias que consideram necessário estarem em cima da mesa para discussão de um próximo programa de governo e para garantirem uma política diferente, atendendo àquela que é a atual situação do país, a saber:

Aceitação do princípio da não privatização do setor da água; discussão da política energética, dando primazia à eficiência e à poupança energética; promoção dos transportes coletivos, em especial com o desenvolvimento do transporte ferroviário; combate às assimetrias regionais; garantia de serviços públicos de proximidade; valorização das funções sociais do Estado (defesa e reforço da escola pública, do serviço nacional de saúde, diversificação de financiamento da segurança social); medidas de incentivo, apoio e dinamização da produção nacional; reforço e investimento na conservação da natureza e da biodiversidade; combate à precariedade no emprego; valorização dos salários, incluindo o aumento do salário mínimo nacional; valorização das pensões de reforma, incluindo o aumento das pensões mínimas; implementação de uma política fiscal justa que tribute em função da capacidade de contribuição de cada um; a revisão urgente de medidas tomadas pelo anterior Governo que se demonstraram um erro crasso (e.g. aumento do IVA na restauração, liberalização da plantação do eucalipto, retrocesso no quadro da interrupção voluntária da gravidez).

     Ficaram marcadas mais duas reuniões com o PS (para as próximas 3ª e 4ª feiras), no sentido de pormenorizar e desenvolver o entendimento de políticas que cumpram os objetivos acima enunciados.

  1. Os deputados eleitos pelo PEV (Heloísa Apolónia e José Luís Ferreira) formarão o Grupo Parlamentar Os Verdes na próxima legislatura e, logo no início da sessão legislativa, apresentarão um primeiro pacote de iniciativas legislativas, com matérias determinantes para o desenvolvimento sustentável do país, que oportunamente serão divulgadas. O Grupo Parlamentar Os Verdes continuará de forma firme e determinada a fazer eco parlamentar da realidade do país e das aspirações e anseios das populações, com as quais continuaremos a trabalhar de uma forma muito direta e leal.

Lisboa, 10 de Outubro de 2015

O Conselho Nacional do Partido Ecologista “Os Verdes”



publicado por Carlos Gomes às 19:39
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INATEL FOI FUNDADO HÁ 80 ANOS!

Sob a designação Fundação Nacional para a Alegria no Trabalho (FNAT), o INATEL foi criado há 80 anos, pelo Decreto-Lei nº. 21 495, de 13 de junho

Passam 80 anos desde a criação da Fundação Nacional para a Alegria no Trabalho (FNAT), entretanto transformada em Fundação INATEL, entidade que tem prestado um precioso contributo à cultura e ao associativismo popular, nomeadamente apoiando os coletividades de cultura, desporto e recreio, inscritos naquela entidade como Centros de Cultura e Desporto (CCD’s), categoria de associado coletivo que corresponde aos Centros de Alegria no Trabalho (CAT’s) em vigor durante o regime corporativo.

O INATEL atua na prestação de serviços sociais, com especial destaque nas áreas da cultura, desporto e turismo social, mantendo uma extensa rede de pousadas e ainda o parque de Jogos 1º de Maio e o Teatro da Trindade, em Lisboa, e o Parque de Ramalde, no Porto.

Ainda, no âmbito da cultura popular, são incontáveis os apoios prestados por esta entidade a orquestras filarmónicas, bandas de música, grupos de teatro e ranchos folclóricos de todo o país, tendo aliás contribuído para o aparecimento de muitos agrupamentos folclóricos durante o período do Estado Novo.

Inspirada no modelo da “Obra Nacional dos Tempos-livres” - “Opera Nazionale Dopolavoro” criada em 1925 pelo fascismo italiano, a FNAT teve como objetivo a promoção do turismo social e o preenchimento útil dos tempos livres dos trabalhadores. A sua orientação foi ao encontro da recomendação feita no ano anterior pela Organização Internacional do Trabalho na implementação de um novo conceito de férias e lazer.

Até então, o turismo era encarado como uma ocupação de luxo apenas acessível às camadas sociais mais abastadas. Às classes trabalhadoras apenas estava reservado o convívio nas agremiações culturais e recreativas ou através de grupos excursionistas formados nas tabernas dos bairros populares, principalmente nos centros urbanos.

Em 1925, Benito Mussolini incorporou na Carta do Trabalho a Obra Nacional dos Tempos Livres (Dopolavoro), destinada a organizar as férias dos trabalhadores italianos. Esta iniciativa do fascismo italiano veio a reproduzir-se em muitos países, dando origem áquilo que então se designou por Movimento Internacional Alegria e Trabalho. O modelo foi em 1933 reproduzido na Alemanha com a denominação “Força pela Alegria” - “Kraft durch freude”, em 1935 em Portugal através da FNAT, em 1937 na Grécia sob a designação “Saúde dos Trabalhadores”, “Ergatixi Estia” e, em 1940, em Espanha com o nome “Educação e Descanso”, “Educación y Descanso”.

Após o golpe militar do 25 de abril, mais concretamente em 3 de abril de 1975, a FNAT altera a sua denominação para Instituto Nacional para o Aproveitamento dos Tempos Livres dos Trabalhadores (INATEL), deixando em 25 de junho de 2008 de pertencer á Administração Central do Estado, transformando-se em fundação privada de utilidade pública sob a designação de Fundação INATEL.

A ação da FNAT estendia-se a todo o território nacional por intermédio das suas delegações provinciais e subdelegações nos concelhos, competindo-lhes cooperar na avaliação de todos os assuntos e na execução de todas as iniciativas. Nas freguesias rurais a FNAT era representada pelas Casas do Povo e Casas de Pescadores.

Os beneficiários da FNAT eram obrigatoriamente sócios de um dos elementos da organização corporativista do trabalho, concretamente de um sindicato Nacional, de uma Casa do povo ou Casa de pescadores; sendo que os Centros de Alegria no Trabalho (CATs) constituíam as estruturas de base nas empresas. Nas zonas de residência urbana os Centros de Recreio Popular (CRPs) cumpriam essa função.

Atualmente, a Fundação INATEL é tutelada pelo Ministério do trabalho e da Solidariedade Social, desenvolvendo a sua atividade nas áreas do turismo social e sénior, no termalismo e na organização dos tempos livres e do desporto populares.

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publicado por Carlos Gomes às 19:21
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CARNAXIDE ACOLHE ENCONTRO SOBRE FOLCLORE E ETNOGRAFIA

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publicado por Carlos Gomes às 12:10
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Sexta-feira, 9 de Outubro de 2015
"TODOS SANTOS" LANÇAM EP

Foi lançado no passado dia 9 de outubro, o novo EP dos Todos Santos intitulado de “Problemas”, já disponível nas principais lojas digitais. “A Vida Custa a Todos” é o título do single de apresentação deste novo trabalho, editado pela Music In My Soul. Com uma maturidade renovada este EP intimista foi inspirado num conceito autobiográfico e composto por melodias descomplicadas que abrem passagem para uma seleção de temas indie. “Problemas” promete conquistar o público português!

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Nascidos no dia de Todos os Santos, em 2006, numa base experimental, os Todos Santos fluem por entre sonoridades do indie-rock, numa vertente alternativa bastante atual. Formados por Tiago Ferreira (voz e guitarra), Pedro Catita (bateria), Rodrigo Pereira (baixo), Bruno Silva (teclados e coros) e Gonçalo Silva (guitarra e coros), a banda sediada na Ericeira tem Tiago Ferreira como compositor e letrista. Em meados de 2007 iniciam o seu percurso no mundo da música com   alguns concertos ao vivo, ainda como banda intependente.

Em 2008 atuam diversas vezes na zona da Ericeira e Mafra e, em 2009, entre outros concertos, participam no concurso de bandas da FBAUL, onde alcançam o 3º lugar da competição. Mais tarde, em 2010, com a produção de Bernardo Barata (Diabo na Cruz), gravam 12 temas intitulados "O Preço do Vento". Nos dois anos seguintes tocam em vários espaços de renome de entre os quais o Auditório Beatriz Costa, as Quiksiver Sessions, o Elevador de Santa Justa, o Musicbox e o Lotus Bar.

Depois de uma paragem de dois anos, lança-se um respiro de alívio para o regresso de Todos Santos com a produção do EP, "Problemas", por Hugo Ginjas no Madgroove Studios posteriormente misturado por Bernardo Barata nos estúdios IÁ!, lançado, hoje, dia 9 de outubro pela editora Music In My Soul.

Lojas Digitais:

Spotify- https://open.spotify.com/album/7aMC9GjuyytKtXO32pPqJq

Itunes- https://itunes.apple.com/pt/album/problemas-ep/id1042053762

Amazon- http://www.amazon.com/Problemas-Todos-Santos/dp/B015NQNQBA/ref=sr_1_1?s=dmusic&ie=UTF8&qid=1444380927&sr=1-1-mp3-albums-bar-strip-0&keywords=todos+santos

GooglePlay - https://play.google.com/store/music/album?id=Brgmawv2hk3yb2ekvd7fbw5jori&tid=song-Tyhfiycxet3ohcicoaqigrft564


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publicado por Carlos Gomes às 16:55
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CONFRARIAS PROMOVEM COZINHA PORTUGUESA

MAPA DE EVENTOS

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Eventos Da FPCG

24 de Outubro - Assembleia Geral electiva

28 de Novembro - Assembleia Geral Ordinária da FPCG

Capítulos de Confrarias Federadas – 2015

17 de Outubro – Capítulo da Confraria do Bucho de Arganil – Pomares

17 de Outubro - Confraria das Tripas à moda do Porto

31 de Outubro - Real Confraria do Maranho

7 de Novembro – Confraria dos Ovos Moles

8 de Novembro - Real Confraria da Matança do Porco

14 de Novembro – Confraria da Raça Arouquesa

21 de Novembro - XIII Capítulo da Confraria Queirosiana

22 de Novembro - VIII capítulo da Confraria do Medronho

28 de Novembro - Confraria dos Nabos e Companhia

5 de Dezembro -  X Capítulo da Confraria Gastronómica do Cabrito e da Serra do Caramulo

Capítulos de Confrarias Federadas – 2016

16 de Janeiro - Confraria da Fogaça da Feira

5 de Março - III Capítulo da Confraria dos Rojões da Bairrada com Grelo e Batata à Racha

12 de Março - VIII Capítulo da Confraria As Sainhas de Vagos

22, 23,24 e 25 de Abril - XVI Grande Capítulo da Academia Madeirense das Carnes / Confraria Gastronómica da Madeira

14 de Maio – Confraria dos Ovos Moles de Aveiro

21 de Maio - Confraria da Doçaria Conventual de Tentúgal

4 de Junho - XI Capítulo da Confraria Gastronómica da Gândara - Aromas e Sabores Gandareses.

18 de Junho - V Capitulo da Confraria Gastronómica do Concelho de Ovar

24 de Setembro - X capítulo da Confraria das Papas de S. Miguel

Outros eventos - 2015

10 e 11 de Outubro - IX FESTIVAL GASTRONÓMICO DA ENGUIA - Confraria Gastronómica “O Moliceiro”

Outros Eventos – 2016

12 de Março - V Capítulo da Confraria Enogastronomica Sabores do Botaréu - Águeda

26 de Março - Festa da Matança do Porco.
2 e 3 de Abril de 2016 - VIII Capítulo da CONGROG - Confraria do Grog de Santo Antão - Cabo Verde



publicado por Carlos Gomes às 14:37
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AI VERDINHO, MEU VERDINHO… NÃO HÁ DESFOLHADA COMO A DO VERDE MINHO!

As gentes minhotas radicadas na região de Lisboa recriam a tradicional desfolhada do milho. A iniciativa é do Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares Verde Minho e tem lugar no próximo dia 17 de outubro, a partir das 14 horas, no terreiro fronteiro às instalações do Grupo União Lebrense, em A-das-Lebres, no concelho de Loures.

A festa começa com a arruada de bombos e atuação de zés-pereiras. Após a desfolhada, juntam-se os tocadores de concertina e a festa culmina com uma imponente sessão de fogo-de-artifício à moda do Minho.

Rapazes e raparigas descamisam o milho à procura da maçaroca. E, os conversados, eu bem sei!...

Não falta o vinho e o petisco oferecido aos trabalhadores que participam no serão, recordando com nostalgia a juventude e a alegria de tempos idos. E, como a festa é minhota, dança-se o vira, a chula e a cana-verde.

Para o minhoto, tudo é pretexto para a festa: o trabalho e a romaria, a religião e a gastronomia. Em todas as ocasiões, o minhoto é alegre, levando sempre desse modo de vencida todas as agruras da vida, o que faz dele um triunfador, mesmo quando as dificuldades o forçam a deixar o seu rincão e partir para terras distantes.

Para onde quer que vá, o minhoto leva consigo a alma grandiosa da sua terra e a cor da esperança porque o Minho é verde e o folclore… é Verde Minho!



publicado por Carlos Gomes às 10:13
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Quinta-feira, 8 de Outubro de 2015
BUCELAS REALIZA FESTA DO VINHO E DAS VINDIMAS



publicado por Carlos Gomes às 22:45
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AUTARQUIAS LOCAIS PODEM DECIDIR SOBRE HORÁRIO DAS 35 HORAS SEMANAIS

Poder local pode negociar com os sindicatos a redução dos horários semanais para 35 horas, sem intervenção do Governo

O Tribunal Constitucional (TC) chumbou a participação do Governo nos acordos coletivos das 35 horas nas autarquias.

Quer isto dizer que o poder local pode negociar com os sindicatos a redução dos horários semanais para 35 horas, sem intervenção do Governo.

"O Tribunal Constitucional declara a inconstitucionalidade, com força obrigatória geral, das normas que conferem aos membros do Governo responsáveis pelas áreas das finanças e da administração pública legitimidade para celebrar e assinar acordos coletivos de empregador público, no âmbito da administração autárquica".

O acórdão pronunciou-se sobre um pedido do provedor de Justiça, que requereu a declaração de inconstitucionalidade, de normas da Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas (LTFP), aprovada pela Lei 35/2014, de 20 de junho, quanto "à outorga pelos membros do Governo" dos acordos coletivos de entidade empregadora pública (ACEEP) nas autarquias.

O provedor de Justiça considerou que aquelas normas "violam o princípio da autonomia local" e "os termos delimitados para a tutela administrativa" consagrados na Constituição da República Portuguesa.

"A autonomia das autarquias locais, intrinsecamente relacionada com a gestão democrática da República, tal como constitucionalmente desenhada, pressupõe um conjunto de poderes autárquicos que asseguram uma sua atuação relativamente livre e incondicionada face à administração central no desempenho das suas atribuições".

A decisão nota que os órgãos autárquicos gozam de "autonomia de organização", orçamental, patrimonial e financeira, fiscal, referendária, regulamentar e "em matéria de pessoal".

Embora a autonomia municipal possa ser condicionada "quando um interesse público nacional ou supralocal o justificar", decorre "da garantia de autonomia local que as autarquias possam assumir o papel de entidade empregadora pública, de forma autónoma face ao Estado".

Segundo o acórdão, esta garantia verifica-se "quer relativamente às relações individuais de trabalho com os trabalhadores em funções públicas, quer, na configuração atualmente existente na lei, em relação às relações coletivas, quanto à celebração de acordos coletivos de trabalho com as associações sindicais representativas dos respetivos trabalhadores".

Uma das normas da LTFP objeto de fiscalização, "na medida em que se limita o poder da autarquia, enquanto empregador, de celebrar contratos coletivos com os respetivos trabalhadores, dentro dos limites legais gerais, sem a interferência do Governo no processo negocial, leva a que se conclua que existe uma compressão do princípio da autonomia local", conclui o TC.

"A partir do momento em que uma determinada matéria se encontra consagrada na lei como uma área em que pode existir contratação coletiva pública, esta deve ser exercida pelas autarquias de forma autónoma, apenas limitada por um controlo de legalidade".

Por outro lado, a participação de membros do Governo na negociação traduz-se numa "limitação da autonomia local quanto ao seu quadro de pessoal próprio, elemento da autonomia que exige o tratamento das autarquias como empregadores públicos autónomos, no âmbito dos poderes e deveres destas entidades, definidos na LTFP".

Nesse sentido, a intervenção administrativa direta do Governo, face a casos concretos, efetuando juízos de mérito, "traduz uma restrição da autonomia do poder local, injustificada pelos interesses públicos em presença, violando, de modo frontal, o princípio da autonomia local", previsto na Constituição, salientam os conselheiros do TC.

STAL satisfeito com decisão

O Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local (STAL) congratulou-se com a decisão do TC, que considerou inconstitucional que os membros do Governo celebrem ACEEP nas autarquias.

“Quando as coisas são tão evidentes, as nossas instituições ainda funcionam, pesem todos os atentados que têm sido feitos pelo Governo ainda em funções à autonomia do poder local, à democracia, à livre associação. Portanto, é uma notícia muito boa”, disse à Lusa Francisco Braz, presidente do STAL.

Para o dirigente sindical, a decisão do tribunal vem comprovar o que os sindicatos “sempre disseram”, que podiam celebrar acordos que permitem aos trabalhadores das autarquias trabalhar 35 horas semanais, em vez das 40 previstas para a função pública, sem a assinatura do Governo.

O sindicalista referiu que neste momento há cerca de 220 ACEEP assinados com Câmaras Municipais à espera de publicação, a que acrescem mais de 400 nas juntas de freguesia.

O Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública (SINTAP) e a Associação Nacional de Freguesias (Anafre) pediram ao provedor de Justiça para solicitar ao TC para fiscalizar as normas legislativas que levaram o conselho consultivo da Procuradoria-Geral da República a defender que o Governo deve participar nas negociações dos ACEEP com os 308 municípios do país.

O STAL, afeto à CGTP, tem exigido ao Governo a publicação imediata dos ACEEP que assinou com centenas de autarquias, com 35 horas semanais, mas sem inclusão de banco de horas e adaptabilidade, como impõe o Governo.

Fonte: TVI


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publicado por Carlos Gomes às 21:50
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MUSEU DO ORIENTE RECEBE CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DO ANO EUROPEU PARA O DESENVOLVIMENTO

No dia 13 de outubro o Museu do Oriente vai receber a conferência internacional “O desenvolvimento global é realizável?”, uma iniciativa do Ano Europeu para o Desenvolvimento (AED). Na conferência serão discutidas as políticas europeias para o desenvolvimento, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e a nova Agenda Global, assim como as implicações da sua aplicação, em particular na Europa e em Portugal. A abertura será feita por Jorge Sampaio, Presidente da República Portuguesa entre 1996 e 2006 e atual Presidente da Plataforma Global de Assistência Académica de Emergência a Estudantes Sírios.

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A abertura da conferência será às 09h30.

O painel de oradores é constituído por:

11h00-13h00 - A nova Agenda Global para o Desenvolvimento

  • Pedro Conceição, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, Nova Iorque
  • Ana Paula Fernandes, Delegada de Portugal ao Comité de Ajuda ao Desenvolvimento da OCDE, Paris
  • James Mackie, European Centre for Development Policy Management - ECDPM, Maastricht
  • Pedro Silva Pereira, Deputado ao Parlamento Europeu, Estrasburgo
  • Moderador: Francisco Sarsfield Cabral, Jornalista, Rádio Renascença

14h30-16h00 - A União Europeia no mundo: Direitos Humanos vs. Desenvolvimento face aos desafios globais

  • Geert Laporte, Vice-Diretor, ECDPM, Maastricht
  • Henrique Banze, Secretariado ACP - África, Caraíbas e Pacífico, Bruxelas
  • Jaime Atienza, Diretor de Campanhas e Cidadania, Oxfam Intermon, Madrid
  • Francisco Seixas da Costa, Embaixador, Lisboa
  • Fernando Frutuoso de Melo, Diretor da EuropeAid, Bruxelas
  • Moderadora: Mónica Ferro, Professora Universitária, ISCSP-UTL, Lisboa

16h30-18h00 - O que é o Desenvolvimento? Conversa sobre Felicidade, Ética e Cultura no Desenvolvimento

  • Gabriel Leite Mota, Professor de Economia, Universidade da Madeira e Universidade Católica, Porto
  • Mário Parra da Silva, UN Global Compact Network Portugal, Lisboa
  • Nelson Saúte, Escritor, Moçambique
  • Ana Tostões, Presidente do DOCOMOMO International, Arquiteta e Professora no IST, Lisboa
  • Moderador: Fernando Jorge Cardoso, Investigador Sénior, Instituto Marquês de Valle Flor

18h00 - Encerramento

  • Pedro Krupenski, Presidente da Plataforma Portuguesa das ONGD
  • Afsané Bassir-Pour, Diretora do Centro de Informação Regional das Nações Unidas - UNRIC, Bruxelas
  • Luís Campos Ferreira, Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação

A conferência contará ainda com a presença de Cláudia Semedo, embaixadora do AED em Portugal, e Ana Paula Laborinho, presidente do Camões - Instituto da Cooperação e da Língua. Esta é uma iniciativa realizada no âmbito do Ano Europeu para o Desenvolvimento e organizada pelo Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, o European Centre for Development Policy Management (ECDPM), o Instituto Marquês de Valle Flor (IMVF), o Centro de Informação Regional das Nações Unidas (UNRIC) e a Fundação Oriente. A entrada é livre mediante inscrição, cujo formulário pode encontrar em http://www.instituto-camoes.pt/cooperacao/confinter-desenvolvglobal

Local: Salão Macau, Museu do Oriente. Avenida Brasília, Doca de Alcântara (Norte), Lisboa



publicado por Carlos Gomes às 19:41
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“SERÁ QUE AINDA TE LEMBRAS DO SIMPLES AMANHÃ?” - ZURBANA

Irá ser apresentado no próximo dia 12 de outubro o novo EP dos Zurbana. “Será Que Ainda Te Lembras do Simples Amanhã” é o título deste novo trabalho que tem como single o tema “Eterna Madrugada”, apresentado no passado dia 14 de setembro pela editora Music In My Soul.

Os Zurbana nasceram em meados de 2012, pelas mãos de António Cardoso, Pedro Abreu, Nuno Camacho e Pedro Henrique, que desde cedo encararam a música como uma arte expressiva da representação da sua forma de viver e comunicar.

O rock alternativo é o estilo com que mais se identificam e inspiram para a criação de melodias, prosas e poemas, resultado de experiências passadas com outros projectos como “Bliss” e “Welcome Grace Project”. Durante o ano de 2014 e grande parte de 2015, têm estado a trabalhar em conjunto na produção do EP que irão apresentar no último trimestre deste ano, e que poderá ser posteriormente descarregado em todas as lojas digitais.

A sua expressividade sonora é também influenciada pelos seus interesses em outras áreas artísticas como o design, a fotografia e o cinema. Com uma vontade quase descontrolada de transmitir mensagens diretas e sinceras os Zurbana prometem um EP extraordinário, capaz de surpreender até os mais céticos. Até lá conheçam o fantástico single "Eterna Madrugada"!


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publicado por Carlos Gomes às 16:39
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LNEG APRESENTA GEOLOGIA DAS SETE COLINAS DE LISBOA

Ciclo de Palestras 2015

Geologia das Sete Colinas de Lisboa

17 de outubro de 2015, das 15:00h às 16:00h

Museu Geológico - Lisboa

Orador: Jorge Sequeira

Sobre a Palestra:

Esta palestra, centrada principalmente na zona histórica da cidade, onde se situa o Museu Geológico, visa dar a conhecer a evolução geomorfológica desta zona da cidade, condicionada pela sua geologia, bem como apresentar uma breve nota sobre alguns aspetos relacionados com a componente geológica da zona, em regra pouco conhecidos.

Nota biográfica:

Jorge Manuel Duarte de Sequeira é Engenheiro Geólogo (FCT-UNL) e Técnico Superior do Museu Geológico do Laboratório Nacional de Energia e Geologia. As suas principais actividades são a gestão das Colecções do Museu Geológico e o desenvolvimento e gestão de sistemas de informação.

Interesses: recursos minerais, rochas e minerais indústrias, estratigrafia e Paleontologia, arqueologia industrial, história e evolução da cidade de Lisboa. 



publicado por Carlos Gomes às 13:55
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MOKSHA EM ESPETÁCULOS POR LISBOA

Os Moksha apresentam amanhã, dia 9 de outubro, pela primeira vez no EKA Palace, pelas 22h30, o seu EP homónimo, editado em dezembro do ano passado pela Music In My Soul. Já prómixo mês, dia 14, irão atuar na Livraria Ler Devagar, também às 22h30.

Com uma sonoridade rock e psicadélica, muito marcada pelos acordes das guitarras e pelos sintetizadores, procuram envolver o público numa fusão entre o som e a imagem. Recorde-se que “Hi-Tech” e “Claquete” foram os singles extraídos do EP homónimo, que poderão ser ouvidos no espetáculo do EKA Palace, já amanhã, e na Livraria Ler Devagar, no próximo mês.

Os Moksha definem-se como um projeto de experimentação artística. Procuram desenvolver uma "consciência experimental" na persecução de uma sonoridade original, o que resulta numa expressão progressiva com laivos de psicadelismo. Ao vivo, esta banda de Loures (mais propriamente, Cabeço de Montachique) pretende explorar, tanto quanto possível, a vertente performativa do som e da imagem.

Flávio Alfredo (voz, guitarra e teclado), José Freixo (baixo), Diogo Nuno (bateria) e Joel Pedro (guitarra e back vocals) são os elementos dos Moksha, banda que nasceu em setembro de 2009. No seu primero EP, homónimo, apresentam cinco temas cantados em português, com uma sonoridade Rock e Psicadélica, muito marcada pelos acordes das guitarras e pelos sintetizadores. A melancolia e o psicadelismo deste trabalho transportam quem o ouve para novas dimensões, recordando o universo dos anos 60 e 70, mas sem deixar de ser muito própria.


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publicado por Carlos Gomes às 13:46
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ANA LAÍNS VAI ATUAR NOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA

Ana Laíns em digressão pedagógica nos Estados Unidos

A cantora tomarense Ana Laíns prepara-se para rumar aos Estados Unidos da América, onde fará a sua primeira grande digressão. Entre 16 e 24 de Outubro, a cantora realizará uma série de concertos e workshops, a convite de várias Universidades Norte-Americanas, em parceria com a Portuguese/American Cultural Exchange, Inc.

Esta digressão é o culminar de um ano cheio de concertos para Ana Laíns, que recentemente encheu o CCB para o concerto de encerramento das Comemorações dos 8 Séculos de Língua Portuguesa, das quais foi embaixadora em 2015. Um ano que encerra da melhor maneira, em Dezembro, com uma digressão nos países nórdicos que passa pela Suécia, Dinamarca e Noruega.

Com a cantora viajarão também o guitarrista Sandro Costa, o viola António Neto e o fadista Pedro Galveias.

"Estou muito empenhada neste projecto. Não se trata de uma digressão com contornos comuns. Tem uma forte componente pedagógica, e é, por isso mesmo, um enorme desafio. Faremos concertos normais, e teremos dias dedicados, exclusivamente, a oficinas sobre o Fado e a Língua Portuguesa.

É um projecto que me honra, e me preenche profundamente, porque me faz todo o sentido e cabe perfeitamente no que considero ser o meu grande objetivo enquanto cantora: Sentir-me útil na divulgação e desenvolvimento da cultura do meu país".

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publicado por Carlos Gomes às 12:49
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“CORAIS ALENTEJANOS”: UMA OBRA DE REFERÊNCIA NO ESTUDO DO CANTE ALENTEJANO

Esta obra inclui o levantamento dos grupos corais alentejanos na região de Lisboa

“Corais Alentejanos é um livro de José Francisco Pereira, publicado em 1997 pelas Edições Margem, que constitui um trabalho de recolha e reflexão sobre a problemática do “cante” alentejano, o qual serviu de suporte e motor do Congresso de “Cante Alentejano” que se realizou naquele ano, na cidade de Beja.

Para além de um exaustivo levantamento de todos os grupos corais existentes em Portugal, incluindo na região de Lisboa, esta obra tem o mérito de analisar diversos aspetos relacionados com a etnografia, mormente o traje e as próprias cantigas, no contexto social e cultural da região em que se insere, as suas referências, à fauna, à flora, às emoções e à solidão.

Mas, surpreenda-se o leitor, persuadido de que no Baixo Alentejo apenas se cantava, porque o autor garante que “em certas aldeias do próprio concelho de Beja: salvada, Quintos, Baleizão e outras, por exemplo, o Povo preferia “balhar” e cantar uma noite inteira de viva voz e a plenos pulmões que servir-se da rádio ou de algum, moderno, “jazz”, a que não acha graça nenhuma, naturalmente por estar fora de seus usos e de seu meio. Antes preferia uma gaita de beiços que outros quaisquer instrumentos músicos.”

O autor deste livro, José Francisco Pereira, nasceu em Montoito, no concelho do Redondo, e foi dirigente da Casa do Alentejo, em Lisboa.

Numa altura em que a classificação pela UNESCO do Cante Alentejano como Património Imaterial da Humanidade, contribuiu notavelmente para a sua divulgação e reconhecimento, a leitura deste livro adquire particular interesse e oportunidade para todos quantos apreciam a nossa cultura popular.



publicado por Carlos Gomes às 00:31
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Quarta-feira, 7 de Outubro de 2015
“O BAIRRO DO 7 ” É O NOVO SINGLE DE CATARINA PINHO

Catarina Pinho tem novo single! Extraído do seu álbum de estreia, que irá chegar ao mercado já no próximo outono, o single “O Bairro do 7” traz-nos fusão repleta de uma voz que profunda e intensa, que rompe a alma a cada palavra.

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No seu primeiro disco, Catarina Pinho, apresenta uma mescla das suas muitas influências musicais que se fundem numa voz repleta de Fado e de emoção. As escolhas instrumentais, revelam uma predominância acústica que remete para a música tradicional portuguesa, com laivos de contemporaneidade, num flirt assumido com o jazz. “Da Raíz Do Coração”, título do seu álbum de estreia, leva-nos até à encruzilhada onde tantas influências são percorridas, se encontram e se voltam a perder.

Na voz, Catarina, traz a esperança de viver das melodias que canta e abraça a sua herança, as suas raízes e o seu país, como um tesouro que lhe foi, um dia, confiado. Traz as estórias que os seus avós contavam, as lembranças de uma família humilde e turbulenta, as memórias da vida entre os invernos no subúrbio, e os verões no campo.

Em cada tema, existe a vontade profunda de partilhar com o ouvinte a incessante felicidade que a música e a vida lhe dá. Com as palavras que escreveu, anseia falar ao coração de quem as ouça e repeti-las vezes sem fim, seduzir como foi um dia seduzida pelos poetas e pelas canções.



publicado por Carlos Gomes às 19:07
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PEDRO BATISTA APRESENTA EM LISBOA EXPOSIÇÃO “CHASING CLOUDS”

A 4 de Novembro, pelas 19h00, no Museu Nacional de História Natural e da Ciência, Pedro Batista apresenta “Chasing Clouds”, uma exposição que estará patente na Sala do Veado durante um mês.

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O potencial da mente humana é infinito e apenas restringido pelos limites exigentes da realidade. Mas quando lhe é dada liberdade, a mente assume um papel de liderança, sobrepondo-se às barreiras e fronteiras que lhe são conhecidas, revelando universos compreensíveis apenas para ela própria. “Chasing Clouds” é uma ode aos subterfúgios usados pela mente humana, de forma consciente ou inconsciente, quando o seu detentor sente a necessidade de se refugiar, desafiar ou superar.

Partindo da sua própria experiência, Pedro Batista apresenta um conjunto de trabalhos que refletem o que acontece quando o imaginário se sobrepõe à razão criando cenários onde reina a fantasia e o surrealismo. É com estes cenários que “Chasing Clouds” desafia o espectador a encontrar a diferença entre a ilusão e a realidade numa viagem pontuada por utopias, sonhos e delírios, onde o banal não tem lugar e o impossível se torna a norma.

Pedro Batista nasceu em 1980, com um interesse nato pela pintura. No entanto, foi no meio da cultura e atmosfera urbana da década de 90, combinado com o facto de ser um skater entusiasta, que Pedro Batista encontrou a liberdade necessária para se exprimir e seguir a arte de forma profissional.

Obteve a Licenciatura em Design de Comunicação, em Lisboa, seguindo-se um Programa de Residência de Verão na Escola de Artes Visuais de Nova Iorque, onde explorou, desenvolveu e aperfeiçoou técnicas. Em 2010, muda-se para Berlim durante 6 meses para uma imersão e introspeção artística que consolidou a sua paixão pela pintura.

Estas duas experiências, em diferentes contextos internacionais, proporcionaram-lhe a oportunidade de repensar sua prática de trabalho do ponto de vista formal, contribuindo para a sua contextualização no panorama internacional.

Desde então, Pedro já participou em inúmeras exposições individuais e coletivas em Lisboa, Açores, Dinamarca, e Nova Iorque. Reside e trabalha atualmente em Lisboa.



publicado por Carlos Gomes às 18:58
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PARTIDO “OS VERDES” CRITICA OPÇÃO DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA

Reação do Partido Ecologista Os Verdes à Comunicação do Sr. Presidente da República

Na comunicação que dirigiu ontem ao país, o Sr. Presidente da República, Dr. Aníbal Cavaco Silva, informou ter encarregado o líder do Partido Social Democrata de encontrar uma solução governativa para Portugal.

O Partido Ecologista Os Verdes considera esta atitude do Sr. Presidente condenável uma vez que não respeita a Constituição da República Portuguesa, que prevê, no seu artigo 187º, a auscultação dos partidos políticos representados no Parlamento previamente ao processo de formação do Governo.

Neste sentido, Os Verdes condenam o procedimento do Sr. Presidente da República que consideram prejudicar o bom funcionamento da democracia no nosso país.

Com esta atitude, o Sr. Presidente está, ainda, a demonstrar não estar a ser isento e estar nitidamente a favorecer a sua área partidária, e a não ter em conta os resultados eleitorais de domingo, adulterando assim o processo democrático contido na Constituição Portuguesa.

O Partido Ecologista Os Verdes reafirma que as eleições de 4 de Outubro condenaram as políticas de austeridade deste Governo e criaram condições para a construção de uma alternativa governativa que ponha fim à austeridade e que coloque Portugal num caminho de recuperação social, ambiental e económica.

O Partido Ecologista “Os Verdes”



publicado por Carlos Gomes às 16:01
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Terça-feira, 6 de Outubro de 2015
GRUPO "SONS DO MINHO" ENCERRA CONGRESSO DE JOVENS FOLCLORISTAS



publicado por Carlos Gomes às 18:50
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“RENEW AND OLD RAG” É O SEGUNDO SINGLE DOS BASIC BLACK

Os Basic Black apresentam hoje, dia 18 de Setembro, o seu segundo single - “Renew And Old Rag”. Este tema faz parte do primeiro álbum da banda “Machinity”, editado a 20 de abril pela Music In My Soul. “Renew And Old Rag” sucede assim a “Wizard Ways”, o primeiro single da banda que foi lançado em abril deste ano.

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Basic Black é uma banda de Granite Rock portuguesa que nasceu em Vila Pouca de Aguiar, algures entre 2007 e 2008. E é onde Bruno Teixeira (vocalista/guitarra), Tiago Mourão (guitarra), Francisco Violante (baixo) e Tiago Fernandes (bateria) exploram as suas conceções musicais.

Bruno Teixeira (ou “Didi”), que surgiu na banda em finais de 2012, já tinha passado por diversos projetos musicais, ao contrário dos restantes elementos. Na altura em que se juntaram, eram todos jovens de 16/17 anos, da mesma escola, que inicialmente queriam tocar covers, principalmente de bandas como Muse, Red Hot Chili Peppers e Nirvana – tendo sido, precisamente, numa atividade organizada pela escola que frequentavam que deram o primeiro concerto.

A qualidade é, provavelmente, o que explica que este grupo tenha vencido praticamente todos os concursos nos quais participou – e onde teve a oportunidade de partilhar o palco com bandas nacionais de referência como Xutos e Pontapés, The Gift e PAUS.

Os Basic Black não nasceram para estar escondidos numa garagem e vão finalmente ter o seu primeiro trabalho de estúdio editado, com a garantia da Music In My Soul – que, segundo os músicos, apareceu na altura certa.


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publicado por Carlos Gomes às 17:51
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FESTA DA MARIONETA PASSA PELA MOITA

Entre 10 de outubro e 21 de novembro, o concelho da Moita volta a receber a Festa da Marioneta, da Artemrede, e a celebrar a arte das marionetas e das formas animadas, com a realização de espetáculos de teatro, dança e música para todas as idades. Ao todo, serão cinco espetáculos e uma exposição. O espetáculo “Descobridores”, para bebés e crianças até aos 5 anos, vai abrir a passagem da Festa da Marioneta pelo concelho, no dia 10 de outubro, no Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira.

FESTA DA MARIONETA PHOTO descobridores vania kosta

“Descobridores” é um espetáculo do Teatro e Marionetas de Mandrágora, com coprodução da Artemrede, que promete transportar o pequeno público numa viagem de cores, texturas e sons, em busca do significado da palavra maternidade em distintas culturas – Portugal, Brasil, Índia, Timor, África e China. Dirigido e interpretado por Filipa Mesquita, “Descobridores” tem música de Fernando Mota e criação plástica de Vânia Kosta, que assume também a autoria da Exposição “Descobridores – Uma Viagem Feita Por Ti”, um percurso visual e sensorial que explora a narrativa do espetáculo.

Inserido no Projeto “De Pequenino ao De Pequenote”, o espetáculo “Descobridores” tem lugar no dia 10 de outubro, com sessões às 15:30h (crianças dos 2 aos 5 anos) e 17:30h (bebés dos 0 aos 23 meses), no auditório de Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, com lotação máxima de 40 pessoas (20 bebés e 20 adultos). A entrada é gratuita, mediante inscrição prévia, através do telefone 210888900.

A exposição “Descobridores – Uma Viagem Feita Por Ti”, uma instalação têxtil, dirigida a bebés a partir dos 0 meses e crianças até aos 5 anos, que será inaugurada também no dia 10 de outubro, pelas 16:15h, pode ser visitada até dia 15 de outubro, na Galeria de Exposições do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira.

Para dia 18 de outubro, pelas 16:00h, também no Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, está marcado o espetáculo de dança, música e multimédia, “Papper Bubbles”, uma apresentação inédita em Portugal da companhia catalã Múcab Dans, num espetáculo que rompe com as fronteiras entre as linguagens artísticas e cruza dança, música e multimédia, envolvendo o público numa viagem alucinante pelo mundo das bolhas (de todos os formatos, tamanhos e materiais!). Uma iniciativa dirigida a crianças maiores de 3 anos e famílias.

A Festa da Marioneta’15 decorrerá até 21 de novembro e promete oferecer propostas artísticas diversas e de qualidade para todos os públicos, numa mostra que reúne múltiplas abordagens da arte da marioneta e do teatro de objetos e formas animadas. Consulte o programa completo em www.cm-moita.pt.

Programa da Festa da Marioneta’15 - Moita

10 DE OUTUBRO, ÀS 15:30H E ÀS 17:30H

TEATRO

FESTA DA MARIONETA

PROJETO DE PEQUENINO E DE PEQUENOTE

“DESCOBRIDORES”,

PELO TEATRO E MARIONETAS DE MANDRÁGORA

Auditório

Destinatários: bebés dos 0 meses aos 5 anos

15:30H – crianças dos 2 aos 5 anos

17:30H – bebés dos 0 aos 23 meses

No caso de irmãos com idades diferentes, devem ser colocados na sessão correspondente ao mais velho.

Duração: 40 minutos seguido de visita à exposição

Entrada gratuita mediante inscrição prévia a partir de dia 6 de outubro.

Lotação: 40 pessoas (20 bebés + 20 acompanhantes)

Teatro e Marionetas de Mandrágora

Criação e Interpretação: Filipa Mesquita

Criação Plástica: Vânia Kosta

Música: Fernando Mota e Rui Rebelo

Estrutura Cenográfica: Boca de Cão

Apoio à produção: Clara Ribeiro

Apoio à construção: enVide nefelibata, Joana Domingos, José Machado

Coordenação da exposição: Vânia Kosta

Agradecimentos: Mestre Ribeiro

Apoios à criaçãoCo-produção Artemrede

Apoio DGArtes

DE 10 A 15 DE OUTUBRO

EXPOSIÇÃO - INSTALAÇÃO TÊXTIL

FESTA DA MARIONETA

“DESCOBRIDORES UMA VIAGEM FEITA POR TI”,

PELO TEATRO E MARIONETAS DE MANDRÁGORA

Galeria de Exposições

Destinatários: família e crianças dos 0 meses aos 5 anos

Inauguração às 16:15H

Coordenação da exposição: Vânia Kosta

Apoios à criaçãoCo-produção Artemrede

18 DE OUTUBRO, 16:00H

DANÇA, MÚSICA E MULTIMÉDIA

FESTA DA MARIONETA

“PAPER BUBBLES”,

PELA MÚCAB DANS (ESP)

Auditório

Destinatários: Família | | M/3 anos

Duração: 55 min.

Bilhete: menores de 12 anos - 1,84 euros; Maiores de 12 anos - 3,05 euros

Lotação: 220 espetadores

Prémios

Melhor espetáculo para a infância - Feria de Teatro de Castilla - León Ciudad Rodrigo 2014

Autores: Múcab Dans Company

Direção: David Pinto

Coreografia / dança: Irina Martínez

Música: Joan Laporta

Cenário: Santi Cabús

Programador interativo: Marco Domenichetti, Joan Laporta

Processing programador: Marta Verde

Desenho de luz: Bernart Llunell

21 DE OUTUBRO, 10:30H

TEATRO

FESTA DA MARIONETA

“APARA O RAPAZ QUE VAI E VEM”

POR VALDEVINOS TEATRO DE MARIONETAS

Auditório

Destinatários: Escolas | Turmas do 1º Ciclo

Duração: 45 minutos

Lotação: 120 espetadores

Autor: Fernando Cunha

Guião, encenação: Fernando Cunha, Joaquim Guerreiro

Construção de Marionetas: Ana Pinto

Adereços: Ana Pinto, Fernando Cunha, Joaquim Guerreiro

Atores / manipulação: Ana Pinto, Fernando Cunha, Joaquim Guerreiro

Música: Norma Carvalho

Desenho de luz: Colectivo Valdevinos

Operação de Luz e Som: Ricardo Soares

Design gráfico: Norma Carvalho

Fotografia e vídeo: Ricardo Soares

Produção: Ana Pinto

31 DE OUTUBRO, 16:00H

TEATRO

FESTA DA MARIONETA

“PÁSSARO DA ALMA”,

PELA ASSOCIAÇÃO AQUI HÁ GATO

Auditório

Destinatários: Família | M/4 anos

Duração: 35 min.

Bilhete: Menores de 12 anos - 1,84 euros; Maiores de 12 anos - 3,05 euros.

Lotação: 80 espetadores

Texto original: Michal Snunit

Encenação / adaptação do texto: Sofia Vieira e Bruno Santos

Interpretação: Sofia Vieira

Desenho de luz: Bruno Santos

Cenografia e figurino: Joana Espinal e Sofia Vieira

21 DE NOVEMBRO, 16:00H

TEATRO DE MARIONETAS

FESTA DA MARIONETA - ARTEMREDE

“CONTOS DO MUNDO”,

PELO TEATRO FIGURA

Auditório

Destinatários: Família | M/4 anos

Duração: 45 min.

Bilhete: menores de 12 anos - 1,84 euros; Maiores de 12 anos - 3,05 euros

Lotação: 220 espetadores

Adaptação, encenação, marionetas e interpretação: José Ramalho

Música: Paulo Ferreira Lopes

Desenho de luz: Cláudia Rodrigues

Sonoplastia e videoplastia: José Pacheco



publicado por Carlos Gomes às 16:55
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Segunda-feira, 5 de Outubro de 2015
O QUE SÃO E PARA QUE SERVEM OS FERIADOS?

Os feriados são os dias em que, por prescrição civil ou religiosa, se suspende o trabalho a fim de comemorar algo que se pretende seja preservado na memória de uma comunidade. A sua manutenção apenas faz sentido na medida em que os mesmos são celebrados.

Desde os tempos mais remotos, o homem celebrava através do rito a ação criadora dos deuses, assegurando assim a sua continuidade. Integram-se nesse conceito os festejos dos ciclos da Natureza, mormente o solstício do inverno e da primavera, o entrudo e a serração da velha. Uma vez cristianizadas muitas das celebrações outrora pagãs e instituídos os feriados religiosos, destinam-se eles a celebrar os principais acontecimentos da vida de Jesus como marcos fundamentais da Fé cristã.

Por seu turno, a sociedade passou de igual modo a assinalar efemérides consideradas importantes na vida das respetivas comunidades, as quais se destinam a preservar a sua memória coletiva ou seja, a comemorar os acontecimentos mais marcantes da História, a exaltar os seus feitos e a venerar os seus heróis e poetas.

Trata-se de uma espécie de religião cívica que possui o seu panteão, os seus símbolos, as suas datas de celebração e uma liturgia própria. Desse modo, os feriados cívicos destinam-se a serem celebrados pela comunidade com vista à preservação da memória e, por conseguinte, da respetiva identidade, seja ela de um município ou da Nação no seu todo!

A necessidade de preservação da memória pressupõe de igual modo o esquecimento. A título de exemplo, a comemoração da implantação da República apenas faz sentido no contexto do regime republicano como forma de garantir a identificação do povo com o significado e os símbolos que lhe estão subjacentes. Por seu turno, a supressão dos feriados cívicos, seja a que pretexto for, visa sempre promover o esquecimento em relação àquilo que os mesmos representam.

A supressão do feriado do dia 1 de dezembro que evoca a data da Restauração da Independência de Portugal em 1640, mais não representa do que a tentativa de fazer os portugueses esquecerem a sua condição de povo livre e soberano, criando as condições com vista a submetê-lo a novos jugos do estrangeiro. É por essa razão que os cidadãos jamais devem deixar de celebrar a sua liberdade, impondo o restabelecimento dos feriados religiosos e civis que foram suprimidos e comemorando o feito heroico dos seus antepassados que nos legaram uma Pátria livre e soberana!



publicado por Carlos Gomes às 22:34
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