Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores
Quinta-feira, 12 de Novembro de 2015
MACANITAS DE TERCENA ORGANIZAM MAGUSTO DE S. MARTINHO

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ASSOCIAÇÃO CULTURAL DE TERCENA REALIZA TORNEIO DE CHINQUILHO



publicado por Carlos Gomes às 00:38
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Quarta-feira, 11 de Novembro de 2015
ASSOCIAÇÃO PARA A DEFESA DA CULTURA TRADICIONAL PROMOVE DEBATE SOBRE ETNOGRAFIA E FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 23:16
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SOCIEDADE IMPARCIAL 15 DE JANEIRO DE 1898 DE ALCOCHETE DESFILA EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA 1º DE DEZEMBRO

A Sociedade Imparcial 15 de Janeiro de 1898 de Alcochete é uma das orquestras filarmónicas que vai representar o Distrito de Setúbal no desfile de bandas que vai decorrer no próximo dia 29 de novembro, na avenida da Liberdade.

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Trata-se de uma grandiosa jornada patriótica evocativa da data da Restauração da Independência Nacional em 1640, cujas comemorações devem manter-se vivas sob a forma de celebrações populares.

A organização é da iniciativa do Movimento 1º de Dezembro e conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, da EGEAC e da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

Em relação à Sociedade Sociedade Imparcial 15 de Janeiro de 1898 de Alcochete, transcreve-se o respetivo historial:

“A Sociedade Imparcial 15 de Janeiro de 1898 de Alcochete, colectividade de cultura e recreio, tem contribuído para o engrandecimento e projecção do concelho de Alcochete e para a divulgação do seu bom nome.

Durante a sua já longa existência tem promovido as artes do teatro, do canto e da música, embora o seu ex-libris seja sem dúvida a sua escola de música e a sua banda, e mais recentemente, após 45 anos de inactividade o renascer do seu orfeão.

Os êxitos obtidos de norte a sul do país, Regiões Autónomas e Espanha são fruto do muito esforço, da dedicação e da união entre todos os seus elementos.

O primeiro lugar no concurso nacional de bandas civis organizado pela E.D.P., a gravação de três discos e ainda uma colectânea destes num único CD, a Medalha de Ouro do Concelho de Alcochete, o reconhecimento de Instituição de Utilidade Pública, a Medalha de Mérito Cultural atribuída pela Secretaria de Estado da Cultura, os dois troféus R.T.P. "João Moreira de Almeida" para a melhor banda taurina, a Medalha de Prata da Federação das Colectividades de Cultura e Recreio, a distinção de Sócio de Honra "Ribatejano Ilustre" da Casa do Ribatejo, o "Galardão de Destaque da Temporada 1999", atribuído pela Tertúlia Tauromáquica Sobralense, são momentos altos da nossa banda e da nossa colectividade.

No ano de 2001 gravou o seu 4º disco, alcançou enorme sucesso na sua deslocação à ilha Terceira-Açores e ganhou também o prémio da Rádio Campanário para a melhor banda taurina do país.

A banda de Alcochete, é composta por músicos que na sua maioria são oriundos da sua escola de música e conta entre os seus executantes com alguns dos mais prestigiados instrumentistas nacionais da actualidade.

A banda de Alcochete bem como o seu orfeão é dirigida desde Outubro de 1998 pelo maestro António Francisco Rei Menino.”

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publicado por Carlos Gomes às 22:29
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A TRADIÇÃO DIONISÍACA DO S. MARTINHO: DAS ORIGENS PAGÃS À VERSÃO CRISTIANIZADA

Fazendo jus ao rifão "pelo S. Martinho, vai à adega e prova o vinho", cumpre-se invariavelmente em Novembro o ritual dionisíaco do S. Martinho.

É chegada a altura de inspecionar os vinhos das últimas colheitas verificando se fermentaram como deviam. Mas é também tempo de magusto com castanhas assadas ou cozidas devidamente regadas com vinho novo, a água-pé e jeropiga.

Após as ave-marias, a taberna da aldeia adquire uma animação orgíaca muito peculiar que lhe é conferida pelo elevado número de fiéis que ali acorre enquanto o taberneiro, qual sacerdote dionisíaco que altivo se perfila por detrás da ara do balcão como se de um altar se tratasse, serve uma após outra sucessivas rodadas de verdasco numa inebriante comunhão eucarística.

A taberna é nos nossos dias como que um templo dedicado a Baco onde o culto é praticado livremente pelos seus iniciados, embora expurgado dos excessos com que tais festins ocorriam ao tempo da Roma antiga.

Como não podia deixar de acontecer, S. Martinho é bastante celebrado no nosso país, particularmente em localidades onde a tradição vinícola mais se faz sentir, algumas das quais lhe consagram inclusivamente feriado municipal. Alijó, Penafiel, Pombal, Torres Vedras e Golegã são disso alguns exemplos.

É ainda à famosa lenda segundo a qual, S. Martinho de Tours vendo em pleno Inverno um pobre completamente despido tiritando de frio o agasalhou com metade da sua capa que cortou com a própria espada, que se atribui a origem do chamado "Verão de São Martinho" que geralmente ocorre nesta altura do ano.

Uma vez provados os vinhos e realizados os tradicionais magustos, é também tempo colher a azeitona e levá-la ao lagar, de iniciar a sementeira do trigo e do centeio, plantar cerejeiras e amendoeiras, damasqueiros e videiras, semear os agriões e colocar estacas nas plantas que possam ser afetadas com os ventos fortes de inverno. Em breve chegará o Dezembro e as festas solsticiais e do nascimento de Cristo, as filhoses e as rabanadas, a missa do galo e as zabumbas.

Para quem vive na cidade, desenraizado das suas origens rurais, à falta de uma adega nas proximidades, resta-nos sugerir: Pelo S. Martinho, vai à taberna e prova o vinho!

Carlos Gomes / http://www.folclore-online.com



publicado por Carlos Gomes às 18:36
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MOITA REALIZA CAFÉ-CONCERTO

Café-Concerto do Fórum Cultural – Baixa da Banheira: BB Blues Night de novembro com “Stonebones & Bad Spaghett”

BB Blues Night de novembro vai acontecer no dia 14, pelas 21:30h, no Café-Concerto do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, tendo como convidados os “Stonebones & Bad Spaghetti”.

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O Bluegrass é uma forrma de música popular e tradicional caraterística do Sul dos Estados Unidos da América. A sua história cruza-se e é influenciada pelo Blues. Os Stonebones & Bad Spaghetti” são representantes do Bluegrass em Portugal e cativam pela qualidade da sua música e pela sua boa disposição.

As BB Blues Nights são promovidas pela Associação BB Blues Portugal, em parceria com a Câmara Municipal da Moita e União de Freguesias da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira.

Os bilhetes, que podem ser adquiridos no dia e local do espectáculo, custam 3 euros.



publicado por Carlos Gomes às 18:22
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SOCIEDADE FILARMÓNICA DE VIEIRA DO MINHO DESFILA EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA 1º DE DEZEMBRO

Minhotos em Lisboa vão aplaudir a Sociedade Filarmónica de Vieira do Minho

A Sociedade Filarmónica de Vieira do Minho é a orquestra filarmónica que vai representar o Distrito de Braga no desfile de bandas que vai decorrer no próximo dia 29 de novembro, na avenida da Liberdade, em Lisboa.

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Trata-se de uma grandiosa jornada patriótica evocativa da data da Restauração da Independência Nacional em 1640, cujas comemorações devem manter-se vivas sob a forma de celebrações populares.

A organização é da iniciativa do Movimento 1º de Dezembro e conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, da EGEAC e da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

Em relação à Sociedade Filarmónica de Vieira do Minho, transcreve-se o respetivo historial:

“A origem da Sociedade Filarmónica de Vieira do Minho terá ocorrido na freguesia do Mosteiro no ano de 1898. Várias divergências ocorridas no seio da banda de Vilarchão, levou a que o seu regente, Prof. Reis e alguns dos seus músicos (em grande parte oriundos do Mosteiro) tivessem saído e formado a banda no Mosteiro, denominada por Música Velha. Por volta do ano de 1918, alguns músicos saem e formam uma nova Banda (Música Nova) no lugar de Brancelhe, atual sede do concelho de Vieira do Minho. Testemunhos dão conta que esta transferência se deveu uma vez mais, a divergências ocorridas entre os músicos, mas também a desentendimentos políticos ocorridos na época (Republicanos versus Monárquicos).

Atualmente, a Sociedade Filarmónica de Vieira do Minho é composta por 50 músicos, sendo dirigida pelo maestro Domingos José Campos Cardoso. Conta com uma escola de música, na qual 2 professores ensinam a “arte musical” a cerca de 24 alunos, e com o apoio da Academia de Música do Alto Ave, fundada em Fevereiro de 2008, pelo Município de Vieira do Minho, atualmente frequentada por 18 elementos da banda”.

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publicado por Carlos Gomes às 12:53
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CASA DO MINHO PREPARA ALMOÇO DE COUVADA



publicado por Carlos Gomes às 11:50
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SOCIEDADE FILARMÓNICA INCRÍVEL ALMADENSE DESFILA EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA 1º DE DEZEMBRO

A Sociedade de Filarmónica Incrível Almadense é uma das orquestras filarmónicas que vai representar o Distrito de Santarém no desfile de bandas que vai decorrer no próximo dia 29 de novembro, na avenida da Liberdade.

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Trata-se de uma grandiosa jornada patriótica evocativa da data da Restauração da Independência Nacional em 1640, cujas comemorações devem manter-se vivas sob a forma de celebrações populares.

A organização é da iniciativa do Movimento 1º de Dezembro e conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, da EGEAC e da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

Em relação à Sociedade Filarmónica Incrível Almadense, transcreve-se o respetivo historial:

“A Sociedade Filarmónica Incrível Almadense foi fundada em 1 de Outubro de 1848, e com ela a sua Banda Filarmónica que tem vindo a espalhar ao longo dos tempos essa divina arte que é a música, exercendo ainda a função educativa e social, razão pela qual sempre foi considerada o ex-libris da colectividade.

Como outras colectividades centenárias, a Incrível constituiu das poucas ofertas em termos culturais, recreativos e desportivos para as populações e desempenhou ainda um importante papel de intervenção social e político, permitindo a reunião, o convívio, a discussão de ideias e a construção de sonhos e ideais.

Também a sua Banda, a mais antiga do concelho, foi, na sua origem, maioritariamente composta por tanoeiros e corticeiros o que traduzia as fortes raízes populares da Sociedade.

No decorrer da sua longa história, a Incrível viu inúmeras vezes reconhecido o seu trabalho em prol da cultura, do recreio e do desporto, visando a formação humana integral – Grau de Oficial da Ordem de Benemerência (1940); Medalha de Ouro de Instrução e Arte, pela Federação Portuguesa das Colectividades de Cultura e Recreio (1954), da qual é o sócio n.º 280; Colectividade de Utilidade Pública (1980); Medalha de Ouro da Cidade de Almada (1989); Membro Honorário da Ordem do Infante D. Henrique (1993); Membro Honorário da Ordem da Liberdade (1998).

Com a Banda em actividade ininterrupta desde 1848, nela se formaram centenas de músicos e conta no seu historial com a regência de 25 maestros. Inicialmente dirigida pelo maestro Pavia (até 1872), são de destacar nomes de ilustres maestros como os de Amadeu Stoffel, José António Gonçalves, Manuel da Silva Dionísio ou António Gonçalves, que, com a sua mestria, dedicação e amor à arte, cultivaram a bela Arte dos Sons, gravando o nome da Incrível nos anais da Música.

Contando com inúmeras actuações de carácter diverso e com um vasto repertório, a banda da Incrível fez-se ouvir com inolvidável êxito em todo o país, razão pela qual grande parte da imprensa portuguesa saudou os seus sucessos.

Após reestruturação, e sobrevivendo à generalizada crise do associativismo popular, a banda é actualmente composta por 40 músicos e tem a funcionar uma escola com cerca de 30 alunos. É dirigida pelo Maestro David Correia desde Abril do ano 2000.”

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publicado por Carlos Gomes às 10:57
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CONVENTO DOS CARDAES PREPARA FESTA DE NATAL

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publicado por Carlos Gomes às 10:38
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BANDA DE MÚSICA DE PONTE DE LIMA DESFILA EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA 1º DE DEZEMBRO

Minhotos em Lisboa vão aplaudir a Banda de Música de Ponte de Lima

A Banda de Música de Ponte de Lima é uma das orquestras filarmónicas que vai representar o Distrito de Viana do Castelo no desfile de bandas que vai decorrer no próximo dia 29 de novembro, na avenida da Liberdade, em Lisboa. A outra é a Banda Filarmónica da Associação Musical de Vila Nova de Anha.

Trata-se de uma grandiosa jornada patriótica evocativa da data da Restauração da Independência Nacional em 1640, cujas comemorações devem manter-se vivas sob a forma de celebrações populares.

A organização é da iniciativa do Movimento 1º de Dezembro e conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, da EGEAC e da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

Em relação à Banda de Música de Ponte de Lima, transcreve-se o respetivo historial:

“No livro "Apontamentos Históricos da Vila de Ponte de Lima – Banda de Ponte de Lima", compilado por A.M.S.C., datado de Junho de 1977, arquivado na Biblioteca Municipal de Ponte de Lima, pode ler-se: "Pelos documentos existentes no Arquivo Municipal desta Vila, prevê-se que a primeira banda fundada nesta vila, que data dos anos 1788 a 1790."

A partir de 1850, a Banda de Música de Ponte de Lima, após algum tempo de actividade, passou a estar ligada aos Bombeiros até 1900. No princípio do ano de 1979, por iniciativa de alguns músicos e amigos, foi constituída a associação "Grupo de Cultura Musical de Ponte de Lima", na qual está integrada a Banda de Música de Ponte de Lima, e cujos estatutos foram publicados no Diário da República, III Série, Nº117, de 22 de Maio de 1979. Em 2 de Outubro de 1987 foi atribuído ao "Grupo de Cultura Musical de Ponte de Lima" o estatuto de Entidade de Utilidade Pública assinada pelo Exmo. Sr. Primeiro-Ministro Dr. Aníbal Cavaco Silva e publicada no Diário da República, II Série, Nº239, de 17 de Outubro de 1987.

É associada de pleno direito da Federação Regional de Bandas Filarmónicas do Minho com o Nº4 e é também associada do INATEL.

A Banda de Música de Ponte de Lima está a passar e tem passado por diversos momentos triunfais devido à regência de digníssimos maestros, ao empenho dos músicos executantes e à dedicação e alegria com que todos envergam a farda. Atualmente a Banda de Música de Ponte de Lima é dirigida pelo jovem Maestro limarense Gaspar André Fernandes Pereira Lima. Tem como director artístico o digníssimo Maestro Major José Custódio da Silva Gonçalves.

Já participou em vários certames e festivais tanto a nível nacional como internacional, dentre os quais podemos destacar: Festival de Bandas do Alto Minho; Covões (Coimbra); Mimosa 81; Aniversário da Banda de Espinho; Festival de Ponte de Lima (1991); Festival de Bandas de Vila Nova de Cerveira (2010). Gala Dançante; Pontevedra; Porrinho; Rosal, Beade e Las Neves, estes últimos em Espanha. A Banda de Música de Ponte de Lima é presença assídua nos "Concertos de Inverno" realizados pela Câmara Municipal de Ponte de Lima. Tem um repertório muito diversificado, do clássico ao ligeiro, contando também com marchas, rapsódias e tudo o que é habitual tocarem nas bandas filarmónicas.

A Banda de Música de Ponte de Lima é composta por cerca de 75/80 elementos na sua maioria jovens, de ambos os géneros. A média de idade dos seus executantes ronda os 24 anos tendo sido formados na Escola de Música da Banda de Música de Ponte de Lima. A nossa banda tem uma Escola de Música que funciona todo o ano, aos Sábados de manhã e de tarde, de maneira quase gratuita, basta os pais serem sócios. A finalidade desta escola é formar alunos para que sejam integrados na nossa banda.

É objetivo da Banda de Música de Ponte de Lima e da Associação do Grupo de Cultura Musical de Ponte de Lima desenvolver na população o gosto pela música, desenvolver nas crianças e jovens o grau de autonomia, de responsabilidade e laços de solidariedade, ocupar os jovens em atividades úteis para que se possa construir uma sociedade melhor. É também prioridade da nossa Banda divulgar cada vez mais a Nossa Terra, a antiquíssima e maravilhosa Vila de Ponte de Lima.”.

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publicado por Carlos Gomes às 00:00
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Terça-feira, 10 de Novembro de 2015
BANDA FILARMÓNICA DA ASSOCIAÇÃO MUSICAL DE VILA NOVA DE ANHA DESFILA EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA 1º DE DEZEMBRO

Minhotos em Lisboa vão aplaudir a Banda Filarmónica da Associação Musical de Vila Nova de Anha

A Banda Filarmónica da Associação Musical de Vila Nova de Anha é a orquestra filarmónica que vai representar o Distrito de Viana do Castelo no desfile de bandas que vai decorrer no próximo dia 29 de novembro, na avenida da Liberdade, em Lisboa.

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Trata-se de uma grandiosa jornada patriótica evocativa da data da Restauração da Independência Nacional em 1640, cujas comemorações devem manter-se vivas sob a forma de celebrações populares.

A organização é da iniciativa do Movimento 1º de Dezembro e conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, da EGEAC e da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

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Em relação à Banda Filarmónica da Associação Musical de Vila Nova de Anha, transcreve-se o respetivo historial:

“Tudo começou a 16 de dezembro de 2011. Neste dia, e já de madrugada, um conjunto de pessoas decidiu que, em Vila Nova de Anha – Viana do Castelo, iria existir uma nova associação musical. Este foi o ponto de partida para um ano cheio de trabalho, alegria, atividades, festas e, claro, muita música!

Tal como todos os projetos que estão no início, foi necessário estabelecer objetivos e linhas de orientação para que a Associação Musical de Vila Nova de Anha (A.M.V.N.A.) crescesse organizada e estruturada. Começamos, naturalmente, por ter todos os documentos em dia e, neste momento, esta associação está devidamente legalizada, não tem qualquer dependência ideológica, política e económica e não tem fins lucrativos.

Depois de todas as burocracias, decidimos colocar nas mãos dos músicos uma decisão que dita a forma como somos encarados. A cada elemento pedimos que escolhesse um valor que achasse imperativo para o bom funcionamento de todas as valências da A.M.V.N.A. No final, com o consentimento de todos, chegamos à conclusão que a Associação Musical de Vila Nova de Anha ia ter como princípios: o respeito, a amizade, a solidariedade, a responsabilidade e a alegria. Cada um de nós se comprometeu a respeita-los e transmiti-los a quem viesse de novo.

Com um reportório variado, do ligeiro ao clássico, e sob a batuta firme e alegre do maestro Francisco Lima, a Banda Filarmónica e a Orquestra Ligeira desta associação conta com músicos profissionais e amadores, na sua maioria, habitantes de Vila Nova de Anha mas também de outras freguesias do concelho de Viana do Castelo.

É importante acrescentar que a A.M.V.N.A. para além da Banda Filarmónica e Orquestra Ligeira, tem à sua disposição a escola de música e as classes de conjunto. Uma variedade de ofertas que fazem com que todas as suas valências sejam requisitadas para animar romarias, missas, casamentos, festas particulares e toda uma série de eventos onde a música pode e deve estar presente.

Mesmo estando agora a completar o primeiro ano de existência, a A.M.V.N.A. teve uma época bastante preenchida É de salientar que em todas as saídas da associação de Vila Nova de Anha, tanto músicos como elementos da direção, sempre foram bem recebidos e acarinhados pelas populações e comissões de festas. Todas as aparições provaram, realmente, que a Associação Musical de Vila Nova de Anha é um projeto consistente e que tem bases e pessoas capazes de levar o nome de todos mais longe.

Com esta nova coletividade não pretendemos ser apenas mais uma associação do distrito minhoto. Primar pela diferença, pelo trabalho, pela conquista de prestígio e pela alegria com que fazemos música é o nosso objetivo central.

Fazemos música com o coração mas é no seu que queremos ficar!”

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publicado por Carlos Gomes às 21:00
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CASA DO MINHO EM LISBOA REALIZA COUVADA



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SOCIEDADE FILARMÓNICA COMÉRCIO E INDÚSTRIA DA AMADORA DESFILA EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA 1º DE DEZEMBRO

A Sociedade Filarmónica Comércio e Indústria da Amadora é uma das orquestras filarmónicas que vai representar o Distrito de Lisboa no desfile de bandas que vai decorrer no próximo dia 29 de novembro, na avenida da Liberdade.

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Trata-se de uma grandiosa jornada patriótica evocativa da data da Restauração da Independência Nacional em 1640, cujas comemorações devem manter-se vivas sob a forma de celebrações populares.

A organização é da iniciativa do Movimento 1º de Dezembro e conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, da EGEAC e da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

Em relação à Sociedade Filarmónica Comércio e Indústria da Amadora, transcreve-se o respetivo historial:

“Fundada a 2 de Agosto de 1959, a Sociedade Filarmónica Comércio e Indústria da Amadora (SFCIA) nasceu do entusiasmo e vontade de alguns residentes na Amadora de então. O seu objetivo era fazer música e integrá-la na vida dos habitantes locais. Para concretizar aquilo a que se propunham, procuraram apoios no Comércio e Indústria da cidade da Amadora, assumindo assim a sua designação conforme esse mecenato.

Em 1986, a SFCIA foi agraciada pela Câmara Municipal da Amadora com a Medalha de Prata de Mérito Municipal. Mais tarde, em 1997, por unanimidade de todas as forças políticas representadas na autarquia, foi atribuída à banda da Medalha de Prata de Mérito e Dedicação, também da Câmara Municipal.

Desde 1999, cumprindo o desejo de alunos e associados, teve início a Banda Juvenil (cujas idades vão dos 8 aos 18 anos) e Coro Infantil, dando prolongamento à Escola de Música. O assinalável progresso artístico e o entusiasmo deste trabalho têm sido alvo de admiração e elogio, por parte do público. Membro-fundador da Federação de Bandas de Lisboa, a Sociedade Filarmónica Comércio e Indústria orgulha-se assim do seu estatuto de embaixadora do município, contribuindo para o engrandecimento e difusão da cidade da Amadora por todo o país.

Em 2005, o trabalho desenvolvido pela banda foi registado num CD comercializado, a juntar aos inúmeros concertos gravados ao vivo.

Já em 2013, a SFCIA foi distinguida com o estatuto de Instituição de Utilidade Pública, coroando um percurso de persistência e reforçando as condições para levar a cabo as iniciativas da Sociedade.

No corrente ano 2014, a banda da SFCIA participou no 5º Concurso Internacional de Bandas do Ateneu Artístico Vilafranquense, concorrendo à 3ª Categoria e Tauromaquia.

A banda é atualmente composta por cerca de quarenta e cinco elementos, na sua maioria jovens com formação na escola de música da SFCIA e, muitos deles, a frequentar a Escola de Musica do Conservatório Nacional.”

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publicado por Carlos Gomes às 18:26
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PARTIDO PAN VOTA FAVORAVELMENTE MOÇÃO DE REJEIÇÃO DO PROGRAMA DO GOVERNO

PAN votará sempre ideias e compromissos com as gerações futuras

Partido PAN viabilizará ou rejeitará propostas de governo de acordo com o grau de compromisso assumido com as causas e valores que pretende trazer ao debate

Após o encerramento do debate sobre o Programa de Governo da coligação Portugal à Frente e a consequente apresentação da primeira moção de rejeição apresentada no parlamento, o PAN – Pessoas – Animais – Natureza, comenta a sua decisão de votar favoravelmente esta moção de rejeição.

O sentido de voto teve como primeiro critério as causas e valores do partido, recordando que o PAN não se revê nos enquadramentos deterministas à esquerda, centro ou direita – os quais serão sempre reducionistas - e que este voto prende-se exclusivamente com a análise das propostas do atual programa de governo, à luz daqueles que são os princípios que organizam as causas e valores do PAN. O novo partido da Assembleia da Republica esclarece que veio para fazer parte da solução e não para dividir e que, por este motivo, viabilizará ou rejeitará propostas de governo de acordo com o reconhecimento, ou não, de um compromisso sério e responsável com as causas que pretende trazer ao debate.

Apesar da proteção animal ter merecido uma nova atenção no programa apresentado pelo governo, o PAN identificou várias lacunas, omissões e pontos nos quais o partido não se revê.

(…)

Posto isto, o PAN reconhece que programa traz algumas propostas que indicam ligeiros ajustes ao desagravamento dos sacrifícios que foram pedidos aos portugueses. Contudo, ao aprofundar com mais detalhe, é manifesta a linha de continuidade ao rumo seguido pelo Governo durante os 4 anos anteriores, acentuando-se cada vez mais a preponderância da lógica de mercado em detrimento da qualidade de vida das Pessoas, do bem-estar dos Animais e da Sustentabilidade da Natureza.

“Ao olharmos para as pessoas apenas como recursos, estamos a fazer com elas aquilo que já fazemos com os animais e com a natureza.” Acrescenta, André Silva, explicando a decisão de voto.

No seu trabalho parlamentar e partidário o PAN irá contribuir para semear as ideias fundamentais para uma nova tomada de consciência, que chega a cada vez mais portugueses, onde os princípios éticos e ecológicos são fundamentais.



publicado por Carlos Gomes às 18:09
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DEPUTADO DO PARTIDO "OS VERDES" INTERVÉM NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

Intervenção de encerramento do deputado José Luís Ferreira, do Partido Ecologistas “Os Verdes”

Sr. Presidente,

Sr. Primeiro-ministro,

Senhores membros do Governo,

Senhores deputados,

A vida tem destas coisas, um Governo que generalizou a precariedade, vive agora uma situação verdadeiramente precária. Um governo a prazo, que os portugueses revogaram no passado dia 4 de outubro, apresenta-nos um Programa repleto de pressupostos falsos e a partir de premissas erradas.

Logo no primeiro parágrafo, afirma-se:

“De uma forma clara, os Portugueses disseram que queriam que o PSD e o CDS prosseguissem na sua missão e levassem adiante o seu compromisso de trabalho nesta legislatura”. Sucede que os Portugueses não disseram nada disso, não foram os Portugueses que disseram isso.

Quem quis que o PSD e o CDS continuassem as suas desastrosas políticas foi o Presidente da República. Os Portugueses disseram uma coisa completamente diferente.

Aquilo que os Portugueses disseram no dia 4 de outubro foi:

Vamos eleger 230 deputados à Assembleia da Republica criando uma nova correlação de forças no parlamento, de forma a impedir que o PSD e o CDS continuem no Governo.

Vamos criar as condições para quebrar este ciclo de políticas de direita, que destruíram a nossa capacidade produtiva, que aumentaram as desigualdades sociais, que alargaram o fosso entre ricos e pobres, que agravaram as injustiças sociais e que colocaram a generalidade dos portugueses, praticamente a pão e agua.

Foi isto que os portugueses disseram no dia 4 de outubro: Não queremos continuar a ser vítimas das políticas do PSD e o CDS. É preciso que agora se façam traduzir estes resultados eleitorais. É a democracia a funcionar. Quer se goste, quer se não goste, são estas as regras da democracia e com elas teremos de saber conviver.

Mas os portugueses, não só, condenaram de forma muito clara, as políticas de austeridade e de empobrecimento prosseguidas pela coligação de direita, como também expressaram uma firme vontade de mudança de políticas.

Seria, assim, irresponsável não atender a este novo quadro parlamentar, como se não tivesse havido eleições e como se tudo se mantivesse igual. Bem sabemos que os partidos que se comprometeram perante os eleitores com as políticas de mudança assentam em propostas políticas diferentes, têm programas eleitorais diferenciados e avançam de pontos de partida também diferentes.

Ainda assim, face à emergência de pôr fim às políticas de austeridade e procurando ir ao encontro da vontade dos portugueses, Os Verdes envolveram-se com seriedade e responsabilidade na discussão de um programa de Governo sustentado em políticas alternativas, capaz de quebrar o ciclo de empobrecimento e de travão ao desenvolvimento ambiental, social e económico do país.

Senhoras e senhores deputados,

Como se previa o Programa de Governo PSD/CDS, é marcado essencialmente pela continuidade, disfarçada do “agora é que vai ser”. Em bom rigor, o que o PSD e o CDS agora prometem é combater os resultados das políticas que impuseram ao longo dos últimos quatro anos. De facto, olhando para os cinco objetivos fundamentais sobre os quais assenta o Programa do Governo, a novidade é apenas o descaramento.

Vejamos:

Andaram quatro anos a convidar ou a forçar os nossos jovens a emigrar e prometem agora combater o “inverno demográfico”.

Andaram quatro anos a castigar as pessoas e a semear pobreza e prometem agora valorizar as pessoas e combater a pobreza.

Andaram quatro anos a destruir o Estado Social e a agravar as desigualdades sociais e agora prometem defender e revigorar o Estado Social e combater as desigualdades socias.

Quatro anos a destruir as Micro, Pequenas e Médias Empresas, a fomentar o desemprego, a diminuir os rendimentos das famílias e o seu poder de compra e vêm agora prometer fortalecer a economia, a criação de emprego, o aumento dos rendimentos das famílias e o seu poder de compra.

Quatro anos a encerrar e a fragilizar os serviços públicos, para agora virem prometer a qualificação dos serviços públicos.

E são estes, os cinco objetivos do programa do Governo, cuja única novidade é mesmo o descaramento. O mesmo programa que em matérias fundamentais como a água, reafirma a intenção de continuar a reestruturação do sector da agua, tornando-a mais apetecível para o negócio do sector privado, constituindo, portanto, uma ameaça de privatização deste bem, essencial à vida.

Ao nível da conservação da natureza, fica tudo igual, continua o desinvestimento e a “nova organização” que foram os fatores que mais prejudicaram a conservação e a proteção da natureza.

No combate às alterações climáticas continua a inação em relação a um dos sectores que mais contribuem para a emissão de gases com efeito estufa – os transportes. Neste sector a única preocupação do governo é privatizar.

Não faltam por isso motivos para que Os Verdes, com sentido de responsabilidade rejeitem este programa de Governo.

Para isso Os Verdes apresentaram, hoje, uma moção de rejeição ao programa do Governo PSD/CDS, como forma de quebrar este ciclo de políticas que tanto tem vindo a infernizar a vida dos portugueses.



publicado por Carlos Gomes às 18:05
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PARTIDO "OS VERDES" APRESENTA MOÇÃO DE REJEIÇÃO DO PROGRAMA DO XX GOVERNO CONSTITUCIONAL

MOÇÃO DE REJEIÇÃO Nº     /XIII

PROPÕE A REJEIÇÃO DO PROGRAMA DO XX GOVERNO CONSTITUCIONAL

Nas eleições legislativas, realizadas no passado dia 4 de outubro, foram escolhidos 230 deputadas e deputados para a Assembleia da República. Do resultado eleitoral, decorreu uma nova correlação de forças no parlamento português, traduzida, de forma muito clara, na rejeição das políticas praticadas na legislatura anterior.

Com efeito, no decurso da campanha eleitoral, PSD e CDS comprometeram-se com a continuidade das políticas, medidas e opções que praticaram nos últimos quatro anos. As outras forças políticas com representação parlamentar (PEV, PCP, BE e PS) comprometeram-se com uma mudança de políticas. Aqueles que se comprometeram com a continuidade perderam a maioria absoluta que detinham na anterior legislatura e aqueles que se comprometeram com a mudança têm hoje a maioria de deputados na Assembleia da República. Os eleitores foram, assim, claros numa opção maioritária de mudança e de rejeição da continuidade das políticas de austeridade e de empobrecimento.

Face a este novo quadro parlamentar, ficaram criadas as condições para se constituir um Governo da iniciativa do PS, que Os Verdes viabilizarão, de modo a arredar as políticas prosseguidas pelo PSD e o CDS e a criar condições para, também com o contributo parlamentar do PEV, se materializarem medidas emergentes para a dignificação do povo português e para quebrar o ciclo de pobreza e de desigualdades que é preciso quebrar no país, porque compromete o seu potencial de desenvolvimento, a promoção da qualidade de vida das pessoas e a sustentabilidade dos nossos recursos e património, incluindo ambiental.

Foram, então, desenvolvidas conversações entre PS, PCP, BE e PEV no sentido de gerar um entendimento sobre questões emergentes que importa empreender em Portugal. Nunca se tratou de abdicar das posições políticas de cada um, ou de anular as diferenças conhecidas entre estes partidos, mas sim de compreender se era possível uma convergência sobre questões urgentes e imediatas que dessem resposta aos problemas mais emergentes do país.

Isso mesmo foi transmitido ao Senhor Presidente da República, que, ainda assim, entendeu nomear o líder do PSD como Primeiro Ministro, avançando simultaneamente com um inaceitável conjunto de pressupostos para nomeação de um Primeiro Ministro que em nada se enquadram na Constituição da República Portuguesa, mas apenas no amparo que o Presidente da República sempre tem, ao longo do seu mandato, dado aos partidos de direita.

Como seria de esperar, face aos resultados eleitorais, face ao novo quadro parlamentar, face à atual correlação de forças entre os partidos com representação parlamentar, este Governo PSD/CDS não tem qualquer viabilidade possível. É, portanto, natural a apresentação de moções de rejeição ao programa do Governo, o qual detalha a prossecução das orientações políticas levadas a cabo no anterior mandato. Esta rejeição implicará que o Senhor Presidente da República nomeie novo Primeiro Ministro, enquadrado, tal como dita a CRP, nos resultados eleitorais, e portanto numa solução governativa que possa protagonizar uma política que arrede as medidas desastrosas e subservientes ao grande poder económico impostas pelo anterior Governo e maioria parlamentar. O PEV assume as suas responsabilidades com a apresentação da presente moção de rejeição.

Assim, nos termos do nº3 do artigo 192º da Constituição da República Portuguesa, o Grupo Parlamentar Os Verdes propõe a rejeição ao programa do XX Governo constitucional.



publicado por Carlos Gomes às 18:01
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PARTIDO “OS VERDES” FORMALIZA POSIÇÃO CONJUNTA COM O PARTIDO SOCIALISTA

“Posição conjunta do PS e do PEV sobre solução política” formalizada hoje

Os Verdes formalizaram hoje, 10 de Novembro, com o Partido Socialista, o acordo denominado “Posição conjunta do PS e do PEV sobre solução política”.

Este acordo, tendo em vista a XIII Legislatura, decorre de um conjunto de reuniões de trabalho entre os dois partidos, onde foram encontrados pontos de convergência para dar resposta às profundas dificuldades que Portugal atravessa e contribuir para a melhoria da vida da população.

Os Verdes salientam os anexos deste acordo, onde estão as questões mais específicas, levantadas apenas pelos Verdes no quadro destas negociações, nomeadamente a não privatização do setor da água em alta, a tomada de medidas urgentes no sentido de garantir a mobilidade das pessoas e o desenvolvimento de um plano estratégico para a mobilidade de passageiros centrado no transporte ferroviário e, ainda, outras questões que ficaram, fruto deste acordo, já consagradas no programa do PS, de entre as quais o PEV destaca: a reversão da fusão das empresas de Água, a travagem da expansão do eucalipto e o apoio às fileiras florestais autóctones, a reavaliação do Programa Nacional de Barragens, a revisão da Convenção de Albufeira.

Posição conjunta do PS e do PEV sobre solução política

O Partido Socialista (PS) e o Partido Ecologista «Os Verdes» (PEV) assumem a seguinte posição sobre a solução política no quadro da nova realidade institucional da XIII legislatura decorrente das eleições de 4 de Outubro.

  1. As eleições de 4 de Outubro traduziram uma clara derrota da coligação PSD/CDS. PSD/CDS perderam as condições e legitimidade política de prosseguir a sua governação. Em Outubro não foi apenas o governo PSD/CDS que foi condenado mas também a sua política.

As eleições ditaram uma nova composição da Assembleia da República para a presente legislatura que corresponde a uma substancial alteração da correlação de forças. Esta nova realidade e a vontade de mudança expressa pelo povo português coloca a exigência e a responsabilidade de assegurar a interrupção do rumo prosseguido pelo anterior governo.

É esta responsabilidade que se impõe concretizar: a de procurar uma política que dê resposta a problemas mais urgentes dos portugueses, do emprego, dos salários e rendimentos, das pensões e prestações sociais, dos direitos, das funções sociais do Estado e dos serviços públicos nomeadamente a saúde, a educação, a segurança social e a cultura.

  1. Foi esse o objectivo que PS e PEV procuraram ao longo de uma esforçada abordagem mútua para identificar matérias, medidas e soluções que possam traduzir um indispensável sinal de 2 mudança.

Uma abordagem séria em que se reconheceram a natureza distinta dos programas dos dois partidos e as diferenças de pressupostos com que observam e enquadram aspectos estruturantes da situação do País.

Mas também, e sobretudo, um trabalho e uma avaliação que confirmaram existir um conjunto de questões que podem assegurar uma resposta pronta a legítimas aspirações do povo português de verem recuperados os seus rendimentos, devolvidos os seus direitos, asseguradas melhores condições de vida. Foram os pontos de convergência e não os de divergência que ambos os partidos optaram por valorizar.

  1. Entre outros, PS e PEV identificam como aspectos em que é possível convergir, independentemente do alcance programático diverso de cada partido, com vista a soluções de política inadiáveis, os pontos do Anexo à presente posição conjunta e ainda:

O descongelamento das pensões; a reposição dos feriados retirados; um combate decidido à precariedade, incluindo aos falsos recibos verdes, ao recurso abusivo a estágios e ao uso de contratos emprego/inserção para substituição de trabalhadores; a revisão da base de cálculo das contribuições pagas pelos trabalhadores a recibo verde; o fim do regime de requalificação/mobilidade especial; o cumprimento do direito à negociação colectiva na Administração Pública; a reposição integral dos complementos de reforma dos trabalhadores do sector empresarial do estado; a redução para 13% do IVA da restauração; a introdução da 3 cláusula de salvaguarda no IMI; a garantia de protecção da casa de morada de família face a execuções fiscais e penhoras; o alargamento do estímulo fiscal às PME em sede de IRC; a reavaliação das reduções e isenções da TSU; o reforço da capacidade do SNS pela dotação dos recursos humanos, técnicos e financeiros adequados, incluindo a concretização do objectivo de assegurar a todos os utentes médicos e enfermeiros de família; a revogação da recente alteração à Lei de Interrupção Voluntária da Gravidez; a garantia, até 2019, do acesso ao ensino pré-escolar a todas as crianças a partir dos três anos; o reforço da Acção Social Escolar directa e indirecta; a vinculação dos trabalhadores docentes e não docentes das escolas; a redução do número de alunos por turma; a progressiva gratuitidade dos manuais escolares do ensino obrigatório; a promoção da integração dos investigadores doutorados em laboratórios e outros organismos públicos e substituição progressiva da atribuição de bolsas pós-doutoramento por contratos de investigador; a reversão dos processos e concessão/privatização das empresas de transportes terrestres; a não admissão de qualquer novo processo de privatização; a não privatização do sector da água em alta; o desenvolvimento da rede ferroviária nacional nomeadamente de passageiros.

PS e PEV registam ainda a identificação de outras matérias em que, apesar de não se ter verificado acordo quanto às condições para a sua concretização, se regista uma convergência quanto ao enunciado dos objectivos a alcançar. Estão neste âmbito: a reposição dos salários dos trabalhadores da Administração Pública em 2016; a reposição do horário de trabalho de 35 horas na Administração Pública, bem como a eliminação de restrições de contratação na Administração Pública central, regional e local; a eliminação da sobretaxa do IRS; o aumento de escalões e a progressividade do IRS; a eliminação do obstáculo que as taxas moderadoras constituem no acesso ao SNS e a reposição dos direitos ao transporte de doentes não urgentes de acordo com as 4 condições clínicas e económicas dos utentes do SNS: o alargamento do acesso e montantes das prestações de protecção social e apoio social, o reforço e diversificação das fontes de financiamento da Segurança Social.

  1. O PS e o PEV reconhecem as maiores exigências de identificação política que um acordo sobre um governo e um programa de governo colocava. No entanto PS e PEV reconhecem no quadro do grau de convergência que foi possível alcançar que estão criadas as condições para:
  2. i) pôr fim a um ciclo de degradação económica, social e ambiental que a continuação de um governo PSD/CDS prolongaria. Com esse objectivo rejeitarão qualquer solução que proponha um governo PSD/CDS como derrotarão qualquer iniciativa que vise impedir a solução governativa alternativa;
  3. ii) existir uma base institucional bastante para que o PS possa formar governo, apresentar o seu programa de governo, entrar em funções e adoptar uma política que assegure uma solução duradoura na perspectiva da legislatura;

iii) na base da nova correlação institucional existente na AR adoptar medidas que respondam a aspirações e direitos do povo português.

Neste sentido PS e PEV afirmam a disposição recíproca de:

  1. i) encetarem o exame comum quanto à expressão que as matérias convergentes identificadas devem ter nos Orçamentos do Estado, na generalidade e na especialidade, no sentido de não desperdiçar a oportunidade de esses instrumentos corresponderem à indispensável devolução de salários, pensões e direitos; à inadiável inversão da degradação das condições de vida do povo português bem como das funções sociais com 5 a garantia de provisões pelo Estado de serviços públicos universais e de qualidade; e à inversão do caminho de declínio, injustiças, exploração e empobrecimento presente e acentuado nos últimos anos;
  2. ii) examinarem as medidas e soluções que podem, fora do âmbito do Orçamento do Estado, ter concretização mais imediata;

iii) examinarem, em reuniões bilaterais que venham comummente a serem consideradas necessárias, outras matérias, cuja complexidade o exija ou relacionadas com:

  1. a) legislação com impacto orçamental;
  2. b) moções de censura ao Governo;
  3. c) iniciativas legislativas oriundas de outros grupos parlamentares;
  4. d) iniciativas legislativas que, não tendo impacto orçamental, constituam aspectos fundamentais da governação e funcionamento da Assembleia da República.

A opção por uma posição bilateral entre PS e PEV não limita outras soluções que PS e PEV entendam como convenientes estabelecer com o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista Português.

  1. Com integral respeito pela independência política de cada um dos partidos e não escondendo do povo português diferenças quanto a aspectos estruturantes da visão de cada partido quanto a opções de política que os respectivos programas evidenciam, os partidos subscritores do texto que hoje tornam público confirmam com clareza bastante a sua disposição e determinação em impedir que PSD e CDS prossigam a política que agora expressivamente o País condenou e assumir um rumo para o país que garanta:
  2. a) Virar a página das políticas que traduziram a estratégia de empobrecimento seguida por PSD e CDS;
  3. b) Defender as funções sociais do Estado e os serviços públicos, na segurança social, na educação e na saúde, promovendo um combate sério à pobreza, às desigualdades sociais e económicas e às assimetrias regionais;
  4. c) Conduzir uma nova estratégia económica assente no crescimento e no emprego, no aumento do rendimento das famílias e na criação de condições para o investimento público e privado;
  5. d) Promover um novo modelo de progresso e desenvolvimento para Portugal, que aposte na valorização dos salários e na luta contra a precariedade, relance o investimento na educação, na cultura e na ciência, e devolva à sociedade portuguesa a confiança e a esperança no futuro.
  6. e) Valorizar a participação dos cidadãos, a descentralização politica e as autonomias insulares.

Lisboa, 10 de Novembro de 2015

Partido Socialista Partido Ecologista «Os Verdes»

Anexo da Posição Conjunta do PS e do PEV:

I - ÁGUA

1º - Garantir a não privatização da água:

  1. O acesso à água é considerado um direito humano, devendo um novo regime tarifário possuir tarifas sociais que permitam o acesso por todos;
  2. Manutenção no sector público dos serviços de água em alta (captação, tratamento e elevação), revertendo o processo de fusões dos sistemas em alta, reformulando os sistemas na sua estrutura e procurando desenvolver novos sistemas de menores dimensões, com menos perdas e gastos energéticos, lançando mão de novas tecnologias que permitam igual qualidade e menores custos;
  3. Respeito pelo princípio da autonomia das autarquias na decisão relativa aos sistemas municipais.
  4. Incentivar a revisão dos contratos de concessão de primeira geração, procurando que o preço dos serviços da água corresponda a um preço justo;

2º - Rios e Albufeiras

  1. Revisão da Convenção de Albufeira com o objetivo de garantir as exigências ambientais e os interesses nacionais (e.g. caudais mínimos, qualidade da água); 2. Necessidade de garantir mais meios técnicos e humanos para assegurar a proteção dos recursos hídricos, através da implementação da monitorização e de uma maior e melhor fiscalização.
  2. 3º - Água para a agricultura
  3. Recusa do aumento da tarifa fixa.

II - ENERGIA

1º- Privilegiar a poupança e a eficiência na política energética:

  1. Reavaliar o Plano Nacional de Barragens, nomeadamente as barragens cujas obras ainda não iniciaram, como é o caso das barragens da Cascata do Tâmega.

2º- Transportes:

  1. Rever o PETI com o objetivo de recentrar a política de transportes no transporte ferroviário, quer para passageiros, quer para mercadorias;
  2. Desenvolver um plano estratégico para a mobilidade de passageiros, considerando a generalidade dos modos de transporte e procurando a criação de condições para o desenvolvimento do transporte ferroviário;
  3. Garantir a mobilidade das pessoas, tomando medidas urgentes que assegurem serviços de transportes públicos, nomeadamente nas zonas rurais e no interior do país.

III - COESÃO TERRITORIAL/ECONOMIA /AMBIENTE/SERVIÇOS PÚBLICOS

1º - Floresta

  1. Aumentar a produção e a produtividade das fileiras florestais através do aumento das áreas de montado de sobro e de azinho e de pinheiro bravo, travando a expansão da área do eucalipto, designadamente através da revogação da Lei que liberaliza a plantação de eucaliptos, criando um novo regime jurídico.

2º - Apoiar as micro, pequenas e médias empresas Capacitar as PME na resposta aos mercados públicos: eliminar barreiras de acesso, sistematizar e disponibilizar bases de dados com informação detalhada e atualizada sobre os investimentos em infraestruturas programados e em curso; oferecendo apoio técnico em processos de certificação ou de (pré) qualificação enquanto fornecedores e apoio na organização de consórcios ou outras formas de cooperação entre PME, na apresentação de propostas e identificação de financiamentos aos clientes.

3º - Defender os Serviços Públicos:

  1. Não encerrar mais nenhum serviço público de proximidade.

4º - Aumento das Reformas

  1. Aumento anual das reformas e pensões através da reposição, em 1 de Janeiro de 2016, da norma da Lei n.º 53-B/2006 de 29 de Dezembro, relativa à atualização das pensões, suspensa desde 2010, permitindo pôr fim a um regime de radical incerteza na evolução dos rendimentos dos pensionistas. 10
  2. Reposição, nos valores de 2011, das prestações do Abono de Família, Complemento Solidário para Idosos e Rendimento Social de Inserção.
  3. Reposição do pagamento dos complementos de reforma nas empresas do Sector Empresarial do Estado.

IV – CONSERVAÇÃO DA NATUREZA E DA BIODIVERSIDADE

1º - Garantir investimento público neste sector

1.Reforçar os meios humanos e técnicos, bem como o estudo e a investigação nesta área.

V- FISCALIDADE

1º - IVA 1.Taxa no sector da restauração passar para os 13% em 2016. 2º - IRS 1.Aumentar a progressividade do IRS, nomeadamente através do aumento do número de escalões;

2.Melhoria das deduções à coleta para os baixos e médios rendimentos;

3.Redução da sobretaxa do IRS em 2016 em 50% e eliminação em 2017; 3º IRC 1- Alargamento do sistema de estímulos fiscais às PME em sede de IRC;

2 - Criar um sistema de incentivos a instalação de empresas e ao aumento da produção nos territórios fronteiriços, designadamente através de um benefício fiscal, em IRC, modulado pela distribuição regional do emprego;

3 - Reverter, no que toca à recente reforma do IRC, a "participation exemption" (regressando ao mínimo de 10% de participação social), e o prazo para reporte de prejuízos fiscais (reduzindo dos 12 para 5 anos).

4º GRUPO DE TRABALHO SOBRE POLÍTICA FISCAL Criar um grupo de trabalho sobre política fiscal, composto por representantes dos partidos signatários e pelo membro do governo que tutela a área respetiva. Este grupo de trabalho será criado no início da legislatura e apresentará relatórios semestrais.

VI - QUESTÕES SALARIAIS / SEGURANÇA SOCIAL

1.O fim dos cortes salariais e a reposição integral dos salários da Função Pública durante o ano de 2016, de forma gradual (25% no primeiro trimestre; 50% no segundo; 75% no terceiro; 100% no quarto);

2.Não constará do Programa de Governo qualquer redução da TSU das entidades empregadoras;

3.O Governo promoverá a diversificação das fontes de financiamento da Segurança Social através da contribuição de novas bases fiscais, da penalização da rotação excessiva de trabalhadores por parte das empresas e da consignação de parte da tributação sobre lucros ou sobre o valor acrescentado bruto.

4.Alargar a proteção aos trabalhadores independentes, dando ao mesmo tempo combate aos falsos “recibos verdes”;

5.Reavaliar as isenções e reduções da Taxa Social Única (TSU) que de exceção se transformaram em regra, fazendo perder mais de 500 milhões de euros de receitas por ano;

6.Combater as avultadas perdas de receitas devidas ao regime previdencial resultantes da evasão contributiva, fraude e prescrição, que constituem dívida à Segurança Social;

7.Estabelecimento de Planos plurianuais de combate à evasão e à fraude contributiva;

8.Promover uma gestão pública cuidada e criteriosa, bem como o reforço do Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social;

VII – OUTROS

  1. Anulação das concessões e privatizações em curso dos transportes coletivos de Lisboa e Porto;
  2. Reversão do processo de privatização da EGF, com fundamento na respetiva ilegalidade;
  3. Nenhuma outra concessão ou privatização.


publicado por Carlos Gomes às 17:58
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INATEL ANUNCIA PROGRAMAS DE APOIO AO ASSOCIATIVISMO

A organização associativa constitui uma das formas primordiais de coesão social e de expressão da sociedade civil que, nas suas diversas vertentes de atuação, desempenha um papel fundamental como veículo de transmissão e de afirmação dos valores de cidadania e de participação.

A multiplicidade de práticas e de tipos de intervenção de âmbito associativo existentes espelha um movimento heterogéneo e dinâmico, com características inovadoras pelo potencial de experimentação, qualificação e de resposta efetiva a problemas sociais em contextos de ambiente não formal e solidário.

Como entidade estruturada a nível nacional vocacionada para valorizar as intervenções de âmbito associativo, a Fundação INATEL presta um serviço público de apoio, incentivo e estímulo às atividades dos agentes culturais, artísticos e sociais que voluntariamente desenvolvem um trabalho de proximidade com as comunidades, em estreita articulação com as diferentes realidades locais.

Reconhecendo o contributo destas estruturas para a afirmação das identidades locais e para o desenvolvimento cultural, social e educativo dos territórios onde se inserem torna-se necessário regularizar as áreas de apoio, através de um instrumento que confira rigor, transparência e responsabilidade nessa atribuição e gestão, com base em critérios de análise explícitos.

Tendo esse objetivo em mente, torna-se público o Regulamento do Programa de Apoio ao Associativismo 2016, aprovado pelo Sr. Presidente do Conselho de Administração da Fundação INATEL, elaborado numa perspetiva de comparticipação de atividades, projetos e eventos de reconhecido interesse cultural, organizados e promovidos pelas instituições sem fins lucrativos associadas da INATEL, os CCD – Centros de Cultura e Desporto.

Para efeitos de boa divulgação e comunicação da operacionalização e critérios de atribuição do Programa de Apoio ao Associativismo, chamamos a atenção para os seguintes pontos e alterações do Regulamento:

- As candidaturas deverão ser apresentadas em formulário próprio (em anexo), em suporte digital ou impresso em papel, devidamente preenchido e autenticado pelo Presidente ou representante do órgão diretivo da associação, e entregues nas Delegações distritais da Fundação INATEL, ENTRE 15 DE NOVEMBRO E 15 DE DEZEMBRO DE 2015.

- Os CCD que pretendam candidatar-se aos apoios financeiros e não financeiros da Fundação INATEL poderão submeter três tipologias de atividade, projeto e evento nas áreas de cinema e audiovisualetnografia e folcloreartes e culturas tradicionais, e música e teatro:

- Atividade educativa e formativa – desde que pontual e aberta à comunidade, não ultrapassando trinta horas letivas ou trinta dias seguidos de formação;

- Atividade performativa ou festival;

- Atividade editorial, compreendendo edições bibliográficas, discográficas, videográficas e mistas.

  • As candidaturas são apreciadas, tendo por base os seguintes critérios de ponderação:

- Justificação do objeto da candidatura;

- Valor cultural, utilidade e impacto nas comunidades locais, nomeadamente o número de participantes e de espectadores e o envolvimento da sociedade civil;

- Natureza da atividade, atendendo à pertinência para o território considerado bem como a sua consonância com a missão da Fundação INATEL no âmbito da salvaguarda do património cultural imaterial;

- Parcerias estabelecidas (facilidade de meios e de condições de execução; diversidade de parcerias);

- Sustentabilidade financeira, sobretudo a consistência do projeto de gestão e capacidade de angariação de outras fontes de financiamento.

Considerando a experiência anterior de implementação deste Programa de Apoio, no âmbito da qual se verificou uma real incapacidade orçamental para atribuir apoio a 2 candidaturas submetidas pelo mesmo CCD, entendemos proceder à alteração do artigo 7.º, DECORRENDO O PERÍODO DE CANDIDATURAS ENTRE 15 DE NOVEMBRO E 15 DE DEZEMBRO DE 2015, E SENDO ADMITIDA 1 CANDIDATURA A ATIVIDADE, PROJETO E EVENTO DE RELEVÂNCIA ESCOLHIDO PELO CCD COMO OBJETO DE APOIO AO ABRIGO DO PRESENTE PROGRAMA.



publicado por Carlos Gomes às 17:05
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BANDA MUSICAL E ARTÍSTICA DA CHARNECA DESFILA EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA 1º DE DEZEMBRO

A Banda Musical e Artística da Charneca é a orquestra filarmónica que vai representar o Distrito de Lisboa no desfile de bandas que vai decorrer no próximo dia 29 de novembro, na avenida da Liberdade.

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Trata-se de uma grandiosa jornada patriótica evocativa da data da Restauração da Independência Nacional em 1640, cujas comemorações devem manter-se vivas sob a forma de celebrações populares.

A organização é da iniciativa do Movimento 1º de Dezembro e conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, da EGEAC e da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal.

Em relação à Banda Musical e Artística da Charneca, transcreve-se o respetivo historial:

“A Banda Musical e Artística da Charneca foi iniciada em 1981 com o apoio da Junta de Freguesia da Charneca, sendo oficialmente fundada em 21 de Outubro de 1983. É composta por cerca de 50 elementos, na sua maioria jovens (40) saídos da sua Escola de Música.

Conta já dezenas de atuações na Cidade de Lisboa e outras localidades do País. Participou em vários Encontros de Bandas Amadoras (14) e em colaboração com a Junta de Freguesia da Charneca levou a efeito 10 Festivais de Bandas Amadoras. Nestes 10 Festivais participaram graciosamente 40 Bandas de diversos pontos do País.

Em colaboração com o INATEL participou em diversos Festivais de Música Popular. Em 1998 atuou na EXPO98 no Palco Bojador.

Tem sede própria construída em terreno cedido pela Câmara Municipal de Lisboa, em direito de superfície por 50 Anos.

Nos seus 20 Anos de existência tem tido um papel muito importante na ocupação dos tempos livres dos jovens da Freguesia da Charneca e Freguesias vizinhas.

Tem tido apoios, embora temporários, da Câmara Municipal de Lisboa, do INATEL, da Secretaria de Estado da Cultura, da Junta de Freguesia da Charneca e de muitos amigos que de uma forma ou de outra têm colaborado com a Banda.

É dirigida pelo Sr. Joaquim Serra Saraiva.”

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publicado por Carlos Gomes às 14:51
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FESTIVAIS INATEL COM CASA CHEIA NO TEATRO ARMANDO CORTEZ EM LISBOA

Nos dias 7 e 8 de novembro, foram eleitos os vencedores de um programa alargado de festivais, organizados pela Fundação INATEL, perante uma plateia com lotação esgotada, em cada iniciativa.

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O Teatro Armando Cortez (Casa do Artista), em Lisboa, foi o local escolhido para a realização das finais nacionais das iniciativas “Festival INATEL da Canção”, “Os Melhores Talentos Portugueses” e o “Festival INATEL”, que reuniram trabalhos apresentados por Centros de Cultura e Desporto associados da Fundação.

Perante uma sala com lotação esgotada durante as três iniciativas, subiram ao palco um total de 300 artistas, apresentando espetáculos de etnografia, música, teatro, dança e variedades, numa viagem pelos diferentes distritos e regiões de Portugal.

A ACAFE - Associação de Cantares de Alfândega da Fé, sagrou-se vencedora do “Festival INATEL da Canção”, pelo distrito de Bragança, que apresentou o “Hino a Alfândega da Fé”.

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Já na iniciativa “Os Melhores Talentos Portugueses”, o primeiro prémio foi entregue ao Sport Operário Marinhense, de Leiria, com a peça teatral “Gota de Mel”, numa adaptação de Norberto Barroca e tradução de António Pedro.

Por último, no “Festival INATEL” o Coro de Câmara do Conservatório de Música de Ourém e Fátima, em representação do distrito de Santarém, conquistou o primeiro prémio com “September”, da autoria de Martin Carbow.

Para além dos grupos referidos, participaram ainda Centros de Cultura e Desporto em representação da Região Autónoma dos Açores e dos distritos de Aveiro, Bragança, Évora, Guarda, Lisboa, Portalegre, Porto, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu.

Em cada uma das iniciativas, a apreciação dos trabalhos em palco foi realizada por votação, por três painéis de jurados convidados para o efeito, compostos por, respetivamente, António Pinto Basto, Rui Baeta e Yola Dinis, Carlos Quintas, Cláudio Hochman e Dulce Guimarães, e, por último, Fernando Pereira, Ludgero Mendes e Wanda Stuart.

Foram considerados critérios como o conteúdo, a criatividade da apresentação, a coerência do espetáculo no âmbito de cada festival, a cenografia, o guarda-roupa/figurinos, a encenação/dramatização e a caracterização do elenco.

De acordo com a Fundação INATEL, deseja-se, com estas iniciativas, envolver a participação de grupos regionais numa mostra singular de talentos locais, valorizando-se o trabalho cultural das coletividades, assim como o incentivo de atividades representativas das características populares de cada zona/região em competição.

Reconhecido o grande valor artístico e cultural de qualquer dos trabalhos apresentados em palco, é de valorizar, sobretudo, o grande empenho e a dedicação com que todos os grupos se apresentaram em Lisboa e se envolveram nos projetos.

Fotos: José Frade

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publicado por Carlos Gomes às 11:32
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BANDAS FILARMÓNICAS DESFILAM EM LISBOA

O Movimento 1º de Dezembro lançou a ideia deste desfile e mobilizou por todo o país diferentes bandas e municípios para o efeito, sendo possível realizá-lo graças ao apoio da Câmara Municipal de Lisboa e à capacidade de organização da EGEAC. A iniciativa conta também com o endosso da SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal, que o incluiu no Programa Oficial das Comemorações do 1º de Dezembro.

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Foi um êxito em 2012, em 2013 e em 2014. Será êxito maior em 2015.

14h30 - Concentração junto ao Monumento aos Mortos da Grande Guerra, na Avenida da Liberdade (ao Cinema S. Jorge)

15h00 - Início do Desfile

16h30 - Concentração final, na Praça dos Restauradores, e Apoteose Final com interpretação conjunta por 1.500 músicos dos três hinos: Hino da Maria da Fonte, Hino da Restauração e Hino Nacional.

17h00 - Fecho e desmobilização das bandas

Nesta 4ª edição, desfilarão as seguintes bandas e grupos, aqui ordenados por géneros e por ordem alfabética dos distritos e concelhos respectivos:

GRUPO DE PERCUSSÃO

Tocá Rufar

CANTE ALENTEJANO:

Grupo Coral do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Mineira

BANDA NACIONAL:

Banda da Força Aérea

BANDAS FILARMÓNICAS:

Sociedade Artística Banda Vale de Cambra

Banda Filarmónica de Odemira

Sociedade Filarmónica de Vieira do Minho

Banda Filarmónica Retaxense

Banda Filarmónica do Paúl

Banda de Música da Liga dos Amigos de Castelo Novo

Filarmónica Idanhense e Adufeiras de Idanha-a-Nova

Banda Filarmónica da União de Aldeia de João Pires (Sociedade Recreativa e Musical)

Sociedade Filarmónica de Educação e Beneficência Fratelense

Sociedade Filarmónica Sangianense

Banda Filarmónica Simão da Veiga da Casa do Povo de Lavre

SUA - Sociedade União Alcaçovense

Sociedade Filarmónica Portimonense

Sociedade Filarmónica Maceirense

Banda Recreativa Portomosense

Sociedade Filarmónica Comércio e Indústria da Amadora

Banda Municipal Alterense

SIC - Sociedade Instrução Coruchense

Sociedade Filarmónica União Maçaense

Sociedade Imparcial 15 de Janeiro de 1898 de Alcochete

Sociedade Filarmónica Incrível Almadense

Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro (Montijo)

Grupo de Cultura Musical de Ponte de Lima

Banda Filarmónica da Associação Musical de Vila Nova de Anha

Banda Musical de Torre de Ervededo

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Será um total de 29 entidades, integrando 1 grupo de percussão, 1 coral de Cante Alentejano, 1 banda nacional militar e 26 bandas filarmónicas civis.

Serão cerca de 1500 músicos, provenientes dos mais diversos pontos do país que irão descer a Avenida da Liberdade, para celebrar Portugal, a Independência e a Restauração através de uma merecida homenagem a esta prática musical e à importante acção formativa e cívica das bandas filarmónicas.

Tendo como ponto de partida o monumento aos Mortos da Grande Guerra, o desfile descerá até à Praça dos Restauradores para uma interpretação conjunta final das Bandas participantes sob a direcção do Maestro Tenente-Coronel Élio Salsinha Murcho, da Banda da Força Aérea.

Ao longo do desfile serão interpretadas várias marchas, bem como o Hino da Restauração. O alinhamento do momento colectivo conta também, além do Hino da Restauração, com a interpretação dos Hino da Maria da Fonte e Hino Nacional.

A RTP-Internacional transmitirá em directo esta grande manifestação cultural, cívica e patriótica. A RTP-2 transmitirá, em diferido, no próprio dia 1 de Dezembro, em horário a anunciar.



publicado por Carlos Gomes às 00:56
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Segunda-feira, 9 de Novembro de 2015
BANDAS FILARMÓNICAS DESFILAM EM LISBOA NAS COMEMORAÇÕES DO DIA DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA NACIONAL

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publicado por Carlos Gomes às 22:23
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CASA DO MINHO EM LISBOA REALIZA COUVADA



publicado por Carlos Gomes às 13:14
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Domingo, 8 de Novembro de 2015
ALMOÇO CERVEIRENSE FOI A GRANDE FESTA DOS MINHOTOS QUE VIVEM EM LISBOA

Comunidade minhota festejou em Fernão Ferro mais um aniversário da Casa Cerveirense em Lisboa

Perto de meio milhar de minhotos afluiu hoje à Quinta da Valenciana, em Fernão Ferro, para mais um grandioso almoço de confraternização regionalista a celebrar 6 anos de existência da associação que na capital congrega os naturais e descendentes do concelho de Vila Nova de Cerveira – a Casa Cerveirense em Lisboa!

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Mais de uma centena de pessoas veio propositadamente de Vila Nova de Cerveira para abraçar os seus familiares e amigos. E, em representação do concelho, marcou presença o Presidente da edilidade, Dr. Fernando Nogueira acompanhado da respetiva esposa, Presidente da Assembleia Municipal, Dr. Víctor Torres e a Vereadora Drª Aurora Viãis entre outras entidades.

Também o movimento associativo regionalista esteve bem representado através do Presidente da Associação das Casas Regionais de Lisboa (ACRL), sr. Joaquim Cerqueira de Brito, também em representação da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez, do Presidente da Casa do Minho, Dr Júlio Villas Boas, Presidente da Liga dos Amigos do Concelho de Valença, sr. João Braga e ainda de Tábua, Ferreira do Zêzere e Arganil entre muitos outros representantes das mais variadas associações concelhias sediadas na capital.

Durante o repasto, foram lidas as mensagens recebidas nos últimos dias através do BLOGUE DO MINHO, do ilustre cerveirense sr. Roleira Marinho, do Diretor do Grupo de Folclore Casa de Portugal, em Andorra, sr. José Luís Carvalho e do Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, Dr. Fernando Nogueira.

E, porque em festa minhota não falta a nossa música tradicional, coube ao rancho Folclórico da Casa do Minho animar o evento, cantando e dançando as mais alegres rapsódias do nosso folclore, a que se seguiram os tocadores de concertina e os cantadores ao desafio que mostraram os seus créditos na forma exímia de cantar como só os minhotos o sabem fazer.

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publicado por Carlos Gomes às 22:28
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CANDIDATURA DE MARCO ALMEIDA À CÂMARA MUNICIPAL DE SINTRA JÁ ESTÁ EM CAMPANHA COM DOIS ANOS DE AVANÇO

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publicado por Carlos Gomes às 21:10
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PINTURA MURAL RECORDA ANTIGA ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE RIO DE MOURO

A Câmara Municipal de Sintra tem vindo, em conjunto com as diversas juntas de freguesia a promover a decoração de alguns recantos do concelho com atraentes pinturas murais que dão a conhecer algumas das belezas da região ou outras referências históricas e culturais.

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Em pleno centro de Rio de Mouro, a escassa distância da atual estação de comboios, uma cabina de eletricidade de alta tensão recebeu recentemente uma pintura mural que recorda aos rio-mourenses a antiga estação de comboios ali existente, os bilhetes que serviam de títulos de transporte e a entrada do túnel do Rossio.

Uma iniciativa louvável que contribui para a melhoria do aspeto de alguns equipamentos e propaganda das belezas locais.

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publicado por Carlos Gomes às 20:03
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PORTUGAL VOLTA A ESQUECER TIMOR-LESTE

A República Democrática de Timor-Leste comemora os 500 anos da chegada dos primeiros missionários portugueses ao território, mais concretamente a Oe-Cusse Ambeno, onde será feita uma recriação histórica do primeiro encontro dos missionários com as populações de Timor e seus chefes.

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Em Portugal, não estão previstas quaisquer cerimónias ou outras iniciativas que visem assinalar esta importante efeméride ligada aos Descobrimentos Portugueses. Uma vez mais, as entidades oficiais promovem o esquecimento dos momentos mais marcantes da História de Portugal e, quatro décadas após os trágicos acontecimentos que levaram à invasão indonésia daquele território então sob soberania portuguesa, eis que voltam a virar as costas ao povo irmão timorense.

O ponto alto das comemorações terá lugar no próximo dia 28 de novembro, a assinalar o Dia da Proclamação da Independência como marco simbólico da afirmação da identidade timorense.

De acordo com o site oficial do Governo da República Democrática de Timor-Leste, estão a ser programadas atividades em todo o país, centralizadas na Comissão Organizadora das comemorações, a qual é coordenada pelo Ministério da Administração Estatal.

Ao longo destes 500 anos, a Igreja Católica prestou um grande apoio espiritual, humano e material ao povo, destacando-se o papel desempenhado durante a ocupação indonésia, em que contribuiu decisivamente para a legitimação e credibilização internacional da Resistência.



publicado por Carlos Gomes às 13:50
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PARTIDO "OS VERDES" QUER CARNAVAL COMO FERIADO OBRIGATÓRIO

Os Verdes querem restituição de feriados e Carnaval como feriado obrigatório

Os Verdes entregaram no Parlamento dois Projetos de Lei com os quais pretendem a reposição dos 4 feriados nacionais obrigatórios eliminados pelo anterior Governo e, ainda, a consagração da Terça-feira de Carnaval como feriado nacional obrigatório.

Projeto de Lei que Restitui os feriados nacionais obrigatórios eliminados – Numa clara atitude de desprezo para com a cultura e a história do país, o anterior Governo procedeu à eliminação de 4 feriados obrigatórios, colocando os portugueses a trabalhar mais sem o devido acréscimo remuneratório, beneficiando as entidades empregadoras e sonegando, ao mesmo tempo, direitos aos trabalhadores. Uma medida que não trouxe qualquer mais-valia económica nem acréscimo de produtividade e que Os Verdes querem, agora, corrigir, apresentando esta iniciativa legislativa que procede à alteração do Código do Trabalho no sentido de restituir os 4 feriados nacionais - Corpo de Deus, 5 de Outubro, 1 de Novembro e 1 de Dezembro - que o anterior Governo PSD/CDS eliminou.

Projeto de Lei que Consagra a Terça-feira de Carnaval como feriado nacional obrigatório – Iniciativa que altera o Código do Trabalho no sentido de estabelecer a Terça-feira de Carnaval como feriado nacional obrigatório, uma data que é culturalmente assimilada pelas pessoas como um verdadeiro feriado. Esta é uma tradição que o Governo contrariou grosseiramente, ignorando as dinâmicas sociais, económicas e culturais de várias comunidades e localidades e, por isso, os Verdes pretendem, agora, a inclusão definitiva do Carnaval no elenco dos feriados obrigatórios.



publicado por Carlos Gomes às 11:23
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FERNÃO FERRO RECEBE HOJE GRANDE FESTA MINHOTA

Hoje é dia de festa minhota em Fernão Ferro, no restaurante da Quinta da Valenciana, porventura o maior estabelecimentos hoteleiros e de restauração de gerência minhota existente na região da Grande Lisboa, mais concretamente de naturais de Paredes de Coura.

A Casa Cerveirense comemora o seu 6º aniversário com a realização de um almoço regionalista. A meio da tarde, festeja-se o São Martinho com a realização do tradicional magusto. O Rancho Folclórico da Casa do Minho vai animar a festa. Mas muitos também vão ser os tocadores de concertina que marcarão a sua presença e não faltarão os cantadores ao desafio.

De Vila Nova de Cerveira, além dos autarcas e outras entidades locais, aguarda-se a vinda de várias centenas de conterrâneos que virão dar um abraço de amizade aos seus familiares e amigos que durante quase todo o ano vivem e trabalham na região de Lisboa. Mas, daqui também serão muitos os minhotos – e não apenas os cerveirenses! – que irão juntar-se à festa. Isto porque, pese embora seja uma confraternização promovida pela Casa Cerveirense, a festa é minhota!



publicado por Carlos Gomes às 00:01
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Sábado, 7 de Novembro de 2015
ARTE POPULAR E NAÇÃO NO ESTADO NOVO – A POLÍTICA FOLCLORISTA DO SECRETARIADO DE PROPAGANDA NACIONAL

- Um livro da investigadora Vera Marques Alves que se recomenda a todos quantos se decidam ao estudo do folclore e etnografia

“A generalidade da investigação tem olhado para o conjunto das práticas e dos discursos etnográficos promovidos pelo Secretariado da Propaganda Nacional (SPN) entre 1933 e 1950 como um epifenómeno da ideologia conservadora e ruralista, dominante no pensamento de Salazar.

Este livro mostra-nos como tais análises deixam de fora aspetos decisivos da intervenção folclorista do SPN/SNI.

A partir das teorias desenvolvidas pela antropologia e outras ciências sociais em torno dos usos nacionalistas da cultura popular, Vera Marques Alves relaciona os contornos de tal política com os caminhos que a etnografia portuguesa vinha seguindo nas décadas anteriores à institucionalização do Estado Novo, ao mesmo tempo que revela que o seu desenho deve muito ao próprio trajeto modernista e cosmopolita do primeiro diretor do SPN, António Ferro.

A autora defende, ainda, que é impossível explicar a campanha etnográfica do SPN, sem dar atenção ao contexto internacional de circulação de ideias em que as mesmas se enquadram. De resto, este livro torna bem patente a insistência de Ferro na exibição da «arte rústica portuguesa» em palcos internacionais, revelando assim que as iniciativas folcloristas desenvolvidas por este organismo não podem ser compreendidas sem considerarmos a sua configuração enquanto instrumento de reafirmação simbólica das fronteiras da nação, num período em que os processos de utilização identitária do folclore e da cultura popular são comuns” *

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Vera Marques Alves, a autora, é Investigadora do Centro em Rede de Investigação em Antropologia (CRIA) e Professora Auxiliar Convidada na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra.

Nasceu em Lisboa, no dia 16 de Maio de 1969 e, em 1993, licenciou-se em Antropologia Social no ISCTE. Em 2008, doutorou-se em Antropologia pelo mesmo Instituto. Fez investigação sobre os usos nacionalistas da «arte popular portuguesa» durante o Estado Novo e continua a estudar a construção moderna desta categoria de objetos.

Colaborou nas obras coletivas “Vozes do povo. A folclorização em Portugal” (2003), ”Enciclopédia da música em Portugal no século XX” (2010) e “Como se faz um Povo” (2010).

É autora de”Arte popular e nação no Estado Novo. A política folclorista do Secretariado da Propaganda Nacional, (Imprensa de Ciências Socais (2013).

* https://www.imprensa.ics.ulisboa.pt/



publicado por Carlos Gomes às 14:09
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MOVIMENTO 1º DE DEZEMBRO PREPARA DESFILE DAS BANDAS FILARMÓNICAS EM LISBOA

Desfile vai ter lugar em Lisboa no próximo dia 29 de novembro

Dezenas de bandas filarmónicas em representação de todos os distritos do país vão desfilar em Lisboa, no próximo dia 29 de novembro, no âmbito das comemorações do Dia da Restauração que se assinala a 1 de Dezembro. Entretanto, o Movimento 1º de Dezembro já entregou na Assembleia da República a petição nacional para a “Restauração imediata do feriado nacional do 1º de Dezembro”.

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A data histórica que assinala a recuperação da liberdade nacional é seguramente a que maior consenso gera entre os portugueses, promovendo a sua unidade, independentemente das suas convicções políticas e opções partidárias.

As celebrações em Lisboa da data evocativa da Restauração da Independência Nacional em 1640 adquiriram um especial significado num momento de particular crise como a que atualmente se vive, traduzindo-se ainda numa reivindicação pelo restabelecimento do feriado nacional. Aliás, a sua supressão teve o condão de transformar estas comemorações numa verdadeira manifestação popular de cariz patriótico que contrasta com o rumo político que nas últimas décadas tem vindo a ser imposto ao país.



publicado por Carlos Gomes às 11:55
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ALMOÇO CERVEIRENSE É FESTA MINHOTA EM FERNÃO FERRO E NINGUÉM SE ESQUECE DA CONCERTINA

Rancho Folclórico da Casa do Minho anima a festa cerveirense

A Casa Cerveirense em Lisboa leva amanhã a efeito, o almoço comemorativo do seu 6º aniversário, o qual vai ter lugar na Quinta da Valenciana, em Fernão Ferro.

Após o repasto, a animação está a cargo do Rancho Folclórico da Casa do Minho e dos tocadores de concertina e cantadores ao desafio que não vão faltar para alegrar esta festa minhota. E, porque também é altura de festejar o São Martinho, os cerveirenses vão à adega provar o vinho!

Para além do seu interesse gastronómico, o Almoço Cerveirense constitui uma jornada de confraternização entre cerveirenses e minhotos em geral, sob o signo do regionalismo da sua região.

Para o minhoto, tudo é pretexto para a festa: o trabalho e a romaria, a religião e a gastronomia. Por conseguinte, o Almoço Cerveirense vai seguramente traduzir-se numa grande festa minhota!



publicado por Carlos Gomes às 00:01
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Sexta-feira, 6 de Novembro de 2015
AUDITÓRIO DA COSTA DA CAPARICA EM DOSE DUPLA: STRUGGLAZ PROJECT E JAY

O palco do Auditório da Costa da Caparica acolhe os Strugglaz Project e o Jay no próximo dia 14 de novembro, para um concerto em dose dupla a iniciar pelas 21h00, produzido pela Music In My Soul. “Sunshine”, segundo single de apresentação do novo EP “Youthman Uprise” dos Strugglaz Project, e “Ho No”, novo single de Jay (a ser apresentado oficialmente próximo dia 18 de novembro), serão alguns dos temas que poderão ser ouvidos dia 14. Este será com certeza um concerto repleto de boa energia, que não irão querer perder!

Bilhetes à venda no local e em www.thestore.com.pt

Strugglaz Project é a fusão entre Reggae, Soul, Funk e Hip Hop que, possivelmente, melhor caracteriza o som dos Strugglaz Project. Fruto de uma cultura urbana atual e dinâmica, Marcus Harris (voz reggae), Túlio “Hipots” Silva (voz hip hop) e Carlos Elias (guitarra) têm uma missão a cumprir e uma mensagem importante para passar, de forma a alcançar novos horizontes e novas comunidades.

Os músicos que se vieram juntar a este projeto são de diferentes áreas musicais, entre Jazz, Funk, World Music e Soul, acabando por formar um pilar bem sólido, mestiço e cheio de groove – os Strugglaz Project nascem, assim, com um reportório cheio de significado e boas sonoridades

Desde de 2011 até à data, já editaram o EP “Keep On Strugglin”, protagonizaram atuações no Club Offbeatz e na BalconyTV e, em 2013, ganharam o concurso para tocar no Festival Sumol Summer Fest. Nesse mesmo verão, atuaram no Music Box e finalizaram o Festival Santa Cruz Summer Sounds.

O ano de 2014 trouxe o novo EP da banda, “Youthman Uprise”, já disponível em várias lojas digitais e que teve Troublemaker como single de apresentação, um tema que surpreende pelos acordes melancólicos e cuja letra refletirá quem o ouve.

Jay Moreira, nasceu em Cabo-Verde na Ilha Santiago, freguesia de Santa Catarina. Está em Portugal desde dos seus quatro anos de idade, tendo iniciado a sua carreira musical em 1998. O seu estilo musical define-se por a uma fusão de hip-hop, reggae, funk e world music, cantado em português, criolo (de Cabo Verde) e inglês. Apreciado em países como Portugal, Cabo Verde, Noruega, Inglaterra, Holanda, Estados Unidos e Suíça.

Em 2002 lançou, em Portugal, o álbum “So Mi” iniciando deste modo a sua primeira tournée. Já em 2005 presenteou o seu público com o lançamento do álbum “Okim Tchiga La”.

No ano de 2006 vai viver para a Noruega onde forma a banda Jay&Bandidos. Posteriormente em 2008 lançam o álbum “Momento certo” e iniciam a sua tournée onde foram incluídos festivais em Cabo Verde e na Noruega.

Com o ano de 2011 chega o álbum “Sempri Bandidos” que foi agraciado em 2012 com o prémio “Cabo Verde Music Awards”, na categoria de melhor álbum eletrónico, melhor música reggae, e melhor música Hip-Hop.

2013 foi o ano em que lançou o seu quinto álbum intitulado de “Mi Cu Bó”.

 



publicado por Carlos Gomes às 19:57
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ENCONTRO DE MOLINOLOGIA COMEÇA AMANHÃ EM ALBERGARIA-A-VELHA



publicado por Carlos Gomes às 19:06
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Quinta-feira, 5 de Novembro de 2015
GENTES DE VILA NOVA DE CERVEIRA REALIZAM EM FERNÃO FERRO GRANDE FESTA MINHOTA



publicado por Carlos Gomes às 19:41
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AMADORA VAI AOS FADOS PARA AJUDAR OS BOMBEIROS



publicado por Carlos Gomes às 19:23
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“CHANGE”, O NOVO SINGLE DOS 2PLAY

Os 2Play lançaram ontem o seu novo single. “Change” é o nome do tema escolhido para a banda continuar a promoção do seu EP de estreia “Finally”, que foi editado pela Music In My Soul, e está disponível nas lojas digitais desde 24 de Julho. O duo composto por Mónica Ferreira e Cláudio Vital usa a música para expressar emoções e sentimentos positivos, como forma de encarar a vida em busca dos nossos sonhos.

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“Change” é o segundo single do EP de estreia “Finally”, que está disponível em várias lojas digitais.

A música é a possibilidade de expressão de sentimentos e emoções. Para os 2Play, “a música é a única linguagem que nos entende”. Tanto pode ter um lado positivo como negativo. No caso da banda de Chaves, e porque nas letras está sempre presente o positivismo com que encaram a vida e as dificuldades que ela apresenta, a música é uma exaltação à vontade de viver, de concretizar sonhos e alcançar objetivos, ou seja, a definição de vida.

Mónica Ferreira é natural de Vouzela e começou por ter aulas de música aos 12 anos, tendo aprendido a tocar teclado. A partir daí, o gosto pela música foi crescendo. Nas escolas por onde passou, participava sempre que havia um evento relacionado com música. Fez parte de grupos corais, tunas e grupos de baile e foi nestes últimos, durante 16 anos, que foi crescendo como cantora.

Cláudio Vital frequentou, aos 11 anos, aulas de piano e bateria no Luxemburgo, união que manteve desde essa altura. O gosto pela música ganhou tal importância que o sonho de ser jogador de futebol passou, mesmo, para segundo plano. Quando regressou a Portugal, aos 17 anos, foi em busca de novos caminhos, tendo passado por projetos de música ao vivo em bares e grupos de baile. Nos últimos anos, tem-se dedicado mais à produção musical.


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publicado por Carlos Gomes às 15:59
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COMUNIDADE MOLDOVA JUNTA-SE NO BARREIRO



publicado por Carlos Gomes às 14:44
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CASAS REGIONAIS ALMOÇAM JUNTAS EM FERNÃO FERRO



publicado por Carlos Gomes às 11:28
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INATEL LEVA ETNOGRAFIA, MÚSICA E TEATRO À CASA DO ARTISTA

Teatro Armando Cortez recebe festivais de talentos nacionais | Fim-de-semana cultural, de 7 a 8 de novembro, que reúne etnografia, música e teatro em palco. Festivais INATEL elegem melhores trabalhos

O Teatro Armando Cortez receberá, no próximo fim-de-semana, um programa alargado de festivais, organizado pela Fundação INATEL, que conta com 14 distritos/regiões autónomas em competição.

No próximo sábado, dia 7 de novembro, o Teatro Armando Cortez (Casa do Artista), em Lisboa, receberá as Finais Nacionais das iniciativas “Os Melhores Talentos Portugueses” e “Festival INATEL da Canção”, nas quais participam grupos culturais e recreativos de Centros de Cultura e Desporto filiados da Fundação INATEL.

No dia 8, decorrerá ainda a 3ª edição do “Festival INATEL”, que apresenta uma mostra de costumes e tradições dos distritos e regiões de Portugal, nas mais diferentes áreas de expressão.

Em competição estão os distritos/regiões de Aveiro, Bragança, Coimbra, Évora, Guarda, Leiria, Lisboa, Portalegre, Porto, Santarém, Viana do Castelo, Vila Real, Viseu e ainda São Miguel (Açores).

Os espetáculos, de carácter amador, incluem-se em, pelo menos, uma das seguintes áreas temáticas: Etnografia, Música/Canto; Teatro; Dança e Variedades.

A seleção dos premiados será feita através de votação de um painel de júris nomeado para o efeito, composto por Fernando Pereira, Carlos Quintas, Wanda Stuart, Dulce Guimarães, Cláudio Hochman e Ludgero Mendes, entre outros agentes das áreas da produção e criação cultural.

Serão considerados critérios como o conteúdo, a criatividade/originalidade da apresentação, a coerência do espetáculo no âmbito do festival, a cenografia, o guarda-roupa/figurinos, a encenação/dramatização e a caracterização do elenco.

Estão apurados para as finais dos festivais os seguintes grupos concorrentes:

Os Melhores Talentos Portugueses: D’orfeu Associação Cultural (Aveiro), Associação de Amigos Unidos pelo Escoural (Évora), Casa do Povo de Canaviais (Évora), Sport Operário Marinhense (Leiria), Grupo Etnográfico de Areosa (Viana do Castelo).

Festival INATEL da Canção: Rancho Folclórico S.Tiago de Lobão (Aveiro), Acafe - Associação de Cantares de Alfândega da Fé (Bragança), Sociedade Recreativa e Dramática Eborense (Évora), Grupo Desportivo e Cultural dos Trabalhadores da Imprensa Nacional Casa Da Moeda (Lisboa), Orfeão de Portalegre (Portalegre), Grupo Cultural Recreativo de Santo Amaro de Azurara (Viseu).

Festival INATEL: Associação Unojovens de Ponta Garça (Açores), Tuna Popular de Arganil (Coimbra), Associação da Orquestra Ligeira de Gouveia (Guarda), Associação Cultural e Recreativa Vallis Longus (Porto), Conservatório de Música de Ourém e Fátima (Santarém), Centro Desportivo, Recreativo e Cultural de Moreira (Viana do Castelo), Casa do Povo de Barqueiros (Vila Real).

De acordo com a Fundação INATEL, a iniciativa pretende envolver a participação de grupos regionais numa mostra singular de talentos locais, valorizando-se espetáculos considerados como representativos das características culturais de cada zona/região em competição.

Com o objetivo de envolver as comunidades locais na iniciativa, foram criadas viagens com saída prevista a partir de todas as capitais de distrito.

Um euro do valor pago por viagem reverterá a favor do projeto social “Mealheiro Solidário



publicado por Carlos Gomes às 11:05
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ENCONTRO NACIONAL DE MOLINOLOGIA REALIZA-SE NO PRÓXIMO FIM-DE-SEMANA

Moinhos ' 2015 | III Encontro Nacional de Molinologia. Rede Portuguesa de Moinhos. Biblioteca Municipal de Albergaria-a-Velha. Dias 7 e 8 de Novembro de 2015.

O III Encontro Nacional de Molinologia realiza-se nos próximos dias 7 e 8 de Novembro de 2015 em Albergaria-a-Velha, contando com o apoio e co-organização da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha, no âmbito das comemorações dos 180 anos do Município. É uma iniciativa da Rede Portuguesa de Moinhos, aberta a todas as pessoas e instituições que promovem o conhecimento, preservação e viabilização dos moinhos tradicionais portugueses.

Além da Etnoideia e da Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha, co-organizadores do encontro e dos Municípios apoiantes de Boticas, Ponte de Sor e Santa Comba Dão, estarão presentes nos dias 7 e 8 cerca de uma centena de representantes de autarquias de todo o país, empresários,  universidades, museus, associações, moleiros e proprietários de moinhos.

Nas sessões de comunicações serão presentes ao encontro 16 comunicações sobre os moinhos tradicionais portugueses, técnicas, saberes e intervenções de salvaguarda e sua dinamização.

No workshop “Já-Viveiro de projectos”, uma iniciativa inovadora direccionada para a acção e empreendedorismo de capitalização dos moinhos e do potencial endógeno dos territórios regionais, o encontro conta com estarão duas dezenas de empreendedores e instituições que irão ser objecto de aprofundamento e desenvolvimento de conceitos, planos de negócio e programas de intervenção, após o encontro até à sua viabilização e execução.

Na visita de dia 8 serão visitados moinhos da região que oferece uma importante diversidade tipológica destes engenhos e alguns projectos de referência como a Aldeia Pedagógica do Milho Antigo em Águeda ou a Rota dos Moinhos em Albergaria-a-Velha. Pelo meio, realizar-se-á um “Piquenique Moleiro” nos Moinhos da Ribeira, animado pelo Rancho Folclórico local,  onde os moleiros de região serão o centro das atenções.



publicado por Carlos Gomes às 10:20
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CASA DE GOA REALIZA FESTA DE NATAL


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publicado por Carlos Gomes às 09:35
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MAGUSTO JUNTA ARCUENSES EM MARVILA



publicado por Carlos Gomes às 01:00
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Quarta-feira, 4 de Novembro de 2015
PARTIDO "OS VERDES" APRESENTA PROPOSTAS LEGISLATIVAS PARA A PRESENTE LEGISLATURA

Verdes apresentaram no Parlamento as 10 primeiras iniciativas legislativas a discutir no início desta legislatura

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Os Verdes apresentaram hoje na Assembleia da República o seu primeiro pacote legislativo, um conjunto de 10 iniciativas legislativas sobre matérias que consideram prementes e urgentes para discussão no início desta XIII Legislatura, questões marcantes com as quais o país se confronta e que urge solucionar:

Projeto de Lei 11/XIII/1 - Alarga as famílias com capacidade de adoção, alterando a Lei nº 9/2010, de 31 de maio e a Lei nº 7/2001, de 11 de maio – O PEV espera a aprovação deste Projeto de Lei que alarga as famílias com capacidade de adoção a casais do mesmo sexo, em benefício das crianças institucionalizadas e contribuindo, ainda, para eliminar descriminações em função da orientação sexual

Projeto de Lei 12/XIII/1 - Redução de resíduos de embalagens – Com esta iniciativa, Os Verdes pretendem a regulação do mercado de embalagens no sentido de se evitar o desperdício que algumas delas representam, dando particular atenção ao nível da redução da sua produção, beneficiando o consumidor, quer ao nível financeiro, quer ambiental.

Projeto de Lei 13/XIII/1 - Preferência pela produção alimentar local nas cantinas públicas – O PEV considera que é preciso acabar com a dependência do exterior em matéria alimentar e, nesse contexto, dar especial atenção ao processo produtivo, nomeadamente ao escoamento de produtos alimentares, e, por isso, propõe que nas cantinas públicas sejam adotados, preferencialmente, produtos nacionais e locais.

Projeto de Lei 14/XIII/1 - Revoga a Lei nº 134/2015, de 7 de setembro, e a Lei nº 136/2015, de 7 de setembro, de modo a combater o aborto clandestino e a respeitar a dignidade das mulheres que decidem interromper voluntariamente a gravidez – Esta iniciativa legislativa visa corrigir o absurdo aprovado por PSD/CDS na anterior legislatura, de implementação de taxas moderadoras na IVG, e propõe a retoma do regime anterior, um regime bem-sucedido no combate ao aborto clandestino, motor de assistência e informação para as mulheres e, sobretudo, de um respeito que lhes era devido.

Projeto de Lei 15/XIII/1 - Estabelece o princípio da não privatização do setor da água, através da alteração à Lei nº 58/2005, de 29 de dezembro (que Aprova a Lei da Água), com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei nº 60/2012, de 14 de março e pelo Decreto-Lei nº 130/2012, de 22 de junho – Face à importância que tem este recurso essencial à vida, é fundamental que a água se mantenha na esfera pública e, por isso, é importante integrar na Lei o princípio da não privatização da água proposto pelo PEV

Projeto de Lei 16/XIII/1 - Estipula o número máximo de alunos por turma – Foram utilizadas pelo anterior Governo razões economicistas para despedir professores, o que levou à criação de turmas sobrelotadas com maiores dificuldades de aprendizagem. Para o PEV, é fundamental diminuir o número de alunos por turma, promovendo um ensino melhor e mais personalizado

Projeto de Lei 17/XIII/1 - Impede o cultivo e a libertação deliberada em ambiente de organismos geneticamente modificados (OGM) – O risco dos transgénicos para a saúde levou já a que muitos países da União Europeia tenham recusado o cultivo de OGM. O PEV apela a um olhar sério sobre este assunto, para que Portugal não fique de brases cruzados e não se converta num “paraíso” da Monsanto, rejeitando, também ele, o cultivo de culturas transgénicas que comportam enormes riscos de contaminação de culturas tradicionais e biológicas

Projeto de Lei 18/XIII/1 - Reposição das 35 horas de trabalho semanal na Administração Pública – É urgente colocar um ponto final nesta medida penalizadora dos trabalhadores, que os levou a trabalhar mais horas sem o devido acréscimo remuneratório, um retrocesso social de uma profunda injustiça levado a cabo pelo anterior Governo. Para o PEV, a reposição das 35h de trabalho semanal terá repercussões positivas na criação de emprego e na melhoria da qualidade do serviço prestado pela Administração Pública às populações

Projeto de Lei 19/XIII/1 - Repõe a taxa do IVA na restauração em 13% (Adita as verbas 3 e 3.1 à Lista II Anexa ao Código do Imposto sobre o Valor Acrescentado, aprovado pelo Decreto-Lei nº 394-B/84, de 26 de dezembro) – É imperativo corrigir a subida do IVA na restauração, uma medida do anterior Governo que trouxe enormes problemas ao setor como o encerramento de empresas e o despedimento de trabalhadores. Para o PEV, a reposição da taxa do IVA em 13% traria enormes benefícios e criaria maior sucesso no setor da restauração

Projeto de Resolução 3/XIII/1 - Plano Ferroviário Nacional – O setor ferroviário tem sido o parente pobre da mobilidade e o PEV quer por fim a esta situação com a criação do Plano Ferroviário Nacional, um Plano importante na promoção de meios de transporte menos poluentes, com um contributo indispensável no combate às alterações climáticas. Para Os Verdes, é urgente implementar uma lógica de investimento na ferrovia como forma de combate às assimetrias regionais e de promoção de um desenvolvimento sustentável.

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publicado por Carlos Gomes às 20:52
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CASA CERVEIRENSE REALIZA ALMOÇO DE CONFRATERNIZAÇÃO EM FERNÃO FERRO: QUE NENHUM CERVEIRENSE FALTE Á CHAMADA!

A Pátria é o legado que nos é transmitido pelos nossos antepassados, o solo sagrado dos nossos pais (pater), o nosso património. Para nós, minhotos, o Minho foi a nossa primeira pátria – as Terras de Cervaria, a pátria dos cerveirenses!

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Qual sentinela vigilante do rio Minho cuidando pela defesa do solo pátrio face às investidas árabes, normandas ou leonesas, reúne Vila Nova de Cerveira os mais antigos pergaminhos que muito a enobrecem como uma das vilas mais históricas do Minho.

Foi de Vila Nova de Cerveira que uma das mais nobres famílias portuguesas tomou o seu título nobiliárquico – os Viscondes de Vila Nova de Cerveira – dela derivando as mais ilustres casas como as dos Marqueses de Ponte de Lima, dos Condes dos Arcos e dos Marqueses de Nisa cujos antepassados descendem do grande navegador Vasco da Gama, tendo dela saído grandes vultos que, em todas as épocas, à Pátria prestaram os mais elevados serviços.

Remonta á Pré-História o início do seu povoamento mas foi somente em 1321 que as “Terras de Cervaria” haveriam de receber carta de Foral atribuída pelo Rei D. Dinis, dando dessa forma origem à “Vila Nova” de Cerveira.

Os seus fortes e muralhas e, de um modo geral, todo o seu rico património histórico, cultural e artístico constituem, por assim dizer, o orgulho das gentes de Vila Nova de Cerveira que, para onde quer que vão, levam consigo junto ao coração.

Os cerveirenses não se acomodam perante as dificuldades e partem para longe, procurando o pão mesmo nas terras mais distantes. Mas jamais esquece as suas raízes porque possui a alma do minhoto que, mesmo quando o vento não sopra de feição, ele enfrenta a vida com um sorriso nos lábios – e um “vira” ao som da concertina!

Distantes vão felizmente os tempos árduos nas tabernas tomadas aos vizinhos galegos ou nas tulhas imundas das carvoarias de Lisboa carregando pesadas sacas de carvão ou amassando “bolas” de cisco. E a melhoria das vias de comunicação também já encurtou a distância com a terra natal, contribuindo para diminuir o sofrimento da saudade.

Mas, a necessidade de partilhar as recordações, preservar os laços e conservar a identidade levaram as gentes de Vila Nova de Cerveira a criar a sua própria embaixada regionalista – a Casa Cerveirense em Lisboa!

E, no próximo dia 8 de novembro, nenhum cerveirense que se preze vai faltar à chamada. De Vila Nova de Cerveira, juntamente com os seus eleitos autárquicos, virão familiares e amigos para, num abraço fraterno, partilhar a alegria do reencontro. Não é cerveirense quem quer mas quem ama de verdade as suas origens!



publicado por Carlos Gomes às 00:02
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Terça-feira, 3 de Novembro de 2015
ASSOCIAÇÃO PARA A DEFESA DA CULTURA TRADICIONAL PROMOVE DEBATE SOBRE FOLCLORE E ETNOGRAFIA



publicado por Carlos Gomes às 22:46
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MOITA PREPARA DECORAÇÕES NATALÍCIAS

Para crianças dos 5 aos 10 anos: Ateliês de Natal na Biblioteca Municipal da Baixa da Banheira

O Natal está a aproximar-se e, por isso, é necessário começar, desde já, a preparar as decorações natalícias. É este o desafio que a Biblioteca Municipal da Baixa da Banheira lança aos seus pequenos leitores, crianças dos 5 aos 10 anos, promovendo os Ateliês de Natal nos dias 7, 21 e 28 de novembro, entre as 14:30h e as 18:00h.

Ateliês de Natal

Com diferentes materiais reciclados, como garrafas de plástico, rolhas de cortiça, caricas, revistas de papel, entre outros, os participantes vão colocar a sua imaginação a funcionar e elaborar vários efeitos de Natal para, no dia 5 de dezembro, decorarem a Biblioteca Municipal da Baixa da Banheira e também o Fórum Cultural José Manuel Figueiredo.

Para participar, basta aparecer nos dias e hora marcados e dar largas à imaginação.



publicado por Carlos Gomes às 21:23
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NUNO QUARESMA INAUGURA EXPOSIÇÃO DE DESENHO E PINTURA NA GALERIA “MARIAS DO AÇÚCAR” EM LISBOA

A Equipa do MARIAS DO AÇÚCAR e o artista plástico Nuno Quaresma inauguram no próximo dia 7 de Novembro, pelas 19h, no seu espaço situado na Travessa de S. José, junto à Praça das Flores, em Lisboa, a exposição de desenho e pintura intitulada ANTOLOGIA.

MARIAS DO AÇÚCAR é uma empresa jovem, com um cariz dinâmico e vontade de transformar pequenas ou grandes ideias em açúcar, com um portefólio na área do Cake Design que é vasto e que conta já com uma coleção variada de bolos decorados e artísticos.

ANTOLOGIA foi a síntese escolhida, do trabalho de Nuno Quaresma, para expor neste espaço que faz de todos os seus cantos e recursos, um apelo irresistível aos nossos sentidos.

ANTOLOGIA é uma história contada na primeira pessoa e versa sobre esta última década, as suas mudanças e convulsões, sintetizada ora em obras críticas, ora no desiderato possível, das emoções sentidas, numa iconografia com recurso à representação figurativa e tónica nos valores do Humanismo.



publicado por Carlos Gomes às 21:17
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RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL FOI HÁ 375 ANOS!

Portugal e a Catalunha estão nações unidas por laços históricos!

Passam 375 anos desde a data histórica da Restauração da Independência de Portugal em relação ao domínio dos reis de Espanha. Um punhado de portugueses tomou de assalto o Paço da Ribeira, aprisionaram a Duquesa de Mântua e defenestraram o traidor Miguel de Vasconcelos. Estava proclamada a restauração da independência.

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Seguiu-se a aclamação de D. João IV, Duque de Bragança, como rei de Portugal e dava-se início a uma sucessão de batalhas militares que duraram 28 anos, com vista a consolidar a independência, as quais culminaram com a assinatura do Tratado de Lisboa de 1668. Este tratado, celebrado entre Afonso VI, de Portugal e Carlos II, de Espanha, pôs fim à Guerra da Restauração, dando lugar nomeadamente à devolução de Olivença que esteve durante 11 anos sob ocupação espanhola. Apenas a praça de Ceuta ficou na posse de Espanha.

Para o sucesso do golpe palaciano contribuíram diversos fatores internos como o descontentamento dos nobres que haviam perdido os seus privilégios e eram preteridos relativamente à nobreza castelhana; a burguesia que via o seu negócio prejudicado pela concorrência dos comerciantes ingleses, holandeses e franceses e também os constantes ataques aos navios que transportavam os seus produtos e, finalmente, o povo sobre quem recaíam cada vez mais pesados impostos.

Mas, puderam os conjurados de 1640 também contar com diversos fatores externos que se revelaram favoráveis, de entre os quais se salienta a revolta que eclodira na Catalunha em 7 de junho daquele ano, contra o centralismo imposto pelo Conde-Duque de Olivares e a presença de tropas castelhanas em território catalão. Tratou-se da “Guerra dos Segadores”, assim denominada por ter tido origem imediata na morte de um ceifeiro, a qual teve lugar entre 1640 e 1652.

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Os catalães proclamam a República Catalã em 26 de janeiro de 1641. Porém, o falecimento do seu principal chefe Pau Claris, leva a um desenvolvimento do conflito do qual resulta na incorporação de parte da Catalunha no território da França.

Tanto a revolta da Catalunha como a Restauração da Independência de Portugal contaram com o apoio do Cardeal Richelieu, o que aliás explica a defenestração – termo originado de fenêtre – de Miguel de Vasconcelos, prática muito em voga à época em todas as revoltas que ocorreram noutros países europeus. Deste modo, conseguia a França alargar as suas fronteiras políticas, fazendo-as coincidir com acidentes naturais como os Pirinéus a ocidente, o rio Reno e os Alpes a oriente, de maneira a melhor defender-se do poderio da Casa de Áustria de onde descendiam os reis de Espanha cujos domínios, no continente europeu, incluía Portugal, Nápoles, Sicília, Milão, Sardenha, Bélgica, Holanda, Luxemburgo, Ilhas Canárias, Maiorca, Rossilhão, Franco-Condado, para além dos reinos de Castela, Leão, Valência, Aragão e a Catalunha propriamente dita.

Com o casamento em 1469, do rei Fernando II de Aragão com Isabel I de Castela, a Catalunha vinha perdendo as suas liberdades enquanto nação soberana e jogava agora a sua oportunidade de recuperar a independência política.

Dando prioridade ao esmagamento da revolta catalã, o rei Filipe IV, de Espanha, ordena ao Duque de Bragança e a muitos nobres portugueses que o acompanhem na repressão à Catalunha, tendo-se a maior parte deles recusado a obedecer.

Enquanto a Catalunha sucumbiu perante o poderio castelhano, Portugal conseguiu sair vitorioso da guerra travada contra a Espanha que durou 28 anos e veio a confirmar a nossa independência como nação soberana, em grande medida graças à revolta catalã. Por conseguinte, possuem os portugueses uma dívida histórica aos catalães na medida em que a sua sublevação foi bem-sucedida em grande medida devido à revolta dos segadores da Catalunha.

É a privação da liberdade nacional que nos leva a atribuir-lhe maior valor, parecendo por vezes que a desprezamos sempre que a damos como garantida!

Decorridos que são 375 anos sobre tais acontecimentos históricos, eis que a Catalunha volta a aspirar à sua própria independência política. Em coerência, não podemos nós, portugueses, deixarmos de reconhecer à Catalunha e ao povo catalão o direito à liberdade que em 1 de dezembro de 1640 lográmos alcançar. Portugal e a Catalunha estão unidas por laços históricos!

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publicado por Carlos Gomes às 13:49
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