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O rapper Funk I.D. apresenta “Bullshit”, monumento à integridade artística e hino de resiliência contra as agruras da vida e os desmoralizadores do dia-a-dia.
Este é o primeiro passo que o jovem MC dá a solo, depois de vários trabalhos colaborativos e independentes. O single será o cartão de visita do EP “Ideias à Prova de Bala”, que lançará digitalmente em agosto próximo com o selo da Music In My Soul.
Funk I.D. é o nome de código de Ruben Almeida, um artista de Odivelas bastante versátil que se constrói a partir de variadas influências, criando a sua identidade a partir destas. Apresenta-se como rapper apesar de a sua música ser muito mais do que isso. Tenta conjugar a sua experiência no rap com a de artistas de outros géneros de forma a criar algo novo e que não imponha barreiras à criatividade.
Nas letras que escreve estão impressas experiências, vivências, opiniões, desgostos ou alegrias, tudo aquilo que está a sentir em determinado momento. Tem como objetivo fazer chegar a sua música ao maior número de pessoas possível, mas sem nunca mudar a sua identidade.
Começou por escrever letras e só mais tarde passou a recitá-las para o microfone. A música que faz pretende passar sempre uma mensagem positiva e fazer com que quem a oiça se identifique com ela de algum modo.
Neste momento, para além de uma maquete que foi o começo desta aventura em 2008, já conta com 4 trabalhos editados digitalmente e inúmeras participações e colaborações com outros artistas. Já deu vários concertos, principalmente de promoção dos seus trabalhos editados.
É um artista que pretende deixar o seu cunho na música nacional, principalmente no movimento hip hop. Para isso vai trabalhar sempre a 200%, como tem feito até agora. O importante é superar os obstáculos, acreditar naquilo que se faz e nunca desistir. Sempre envolvido em novos projectos, Funk I.D. está a trabalhar no seu primeiro trabalho a solo.
Nobat é uma das faces da nova colheita de música alternativa praticada no Brasil e apresenta-se agora ao público português com “LSD”, sublime criação indie pop capaz de transportar o ouvinte para recantos longínquos da mente, em parceria com a cantora Julia Branco.
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O single é o cartão de visita de “O Novato”, o segundo álbum do músico de Belo Horizonte, que será apresentado ao vivo entre nós no próximo mês de Outubro em Lisboa, Porto, Coimbra e Braga, com as datas e os espaços a serem confirmados brevemente.
Nobat, cantor e compositor de Belo Horizonte, inaugurou o seu projeto musical a solo no ano de 2012, com a edição do álbum “Disco Arranhado”. Depois de se apresentar ao vivo em diversas cidades do Brasil (Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro), o músico avançou para uma nova etapa da sua carreira com a edição de “O Novato”, lançado em Novembro último e considerado pela crítica especializada como um dos melhores trabalhos daquele ano.
“O Novato” representa não só o “ser um novo para o todo”, aquele a ser revelado e descoberto dentro de um contexto já existente, mas também denuncia uma nova percepção acerca de si mesmo e da sua própria órbita artística e estética. O trabalho tem por proposta principal a mescla entre elementos do indie electrónico experimental cruzados com as possibilidades da música brasileira contemporânea, sendo composto por tópicos minimalistas que contribuem pontualmente para uma música que preenche o silêncio, conceito que desfila pelo imaginário do artista.
Desde então Nobat tem captado a atenção da imprensa nacional como o Jornal O Globo Cultural, Scream & Yell, Revista O Grito! ou Rock In Press - isto depois de ter sido considerado em 2014 pela revista Rolling Stone Brasil como a maior “revelação mineira” daquele ano - e de publicações internacionais como a Beehype, a Sound and Colours Magazine ou o português Bodyspace.
Posição de Os Verdes sobre a decisão da Comissão Europeia – sanções a Portugal
O Partido Ecologista Os Verdes regista a decisão da Comissão Europeia de não aplicar multas a Portugal por défice excessivo de 2015. Porém, o PEV lamenta que a Comissão Europeia mantenha em aberto uma eventual aplicação de sanções com a suspensão de fundos comunitários, decisão adiada para Setembro.
A Comissão Europeia tornou-se um elemento de ameaça constante a Portugal, procurando condicionar o desenvolvimento de políticas que favoreçam o bem-estar dos portugueses e a redinamização da nossa atividade económica.
Depois de, através da Troika, a Comissão Europeia ter contribuído ativamente para flagelar este país e este povo português, pretende prosseguir o seu trabalho através de ameaças constantes ao país.
Depois do Brexit, na primeira oportunidade que a União Europeia tinha para demonstrar que não existe para perturbar os povos e a capacidade de desenvolvimento dos países, passa, afinal, o tempo a ameaçar Portugal com sanções! É absolutamente vergonhoso, mas bem revelador do elemento perturbador que se tornou esta União Europeia, afinada por políticas neoliberais e por tentativas incansáveis de roubar a soberania aos povos.
Os Verdes reafirmam que tudo deve ser feito para contestar quaisquer sanções aplicadas a Portugal.
Aulas de surf para “todos” de norte a sul do país
2ª edição Buondi Surf Sessions com Garrett McNamara e SURFaddict
29 julho | 15h30 | Praia da Vila, Nazaré
Depois do enorme sucesso da 1ª edição do projeto Buondi Surf Sessions,Buondi volta a oferecer aulas de surf com a participação de Garrett McNamara, de norte a sul do país. Este ano, a 2ª edição do projeto Buondi Surf Sessions vai ainda mais longe com a parceria com a SURFaddict(Associação Portuguesa de Surf Adaptado), que vai permitir às pessoas com mobilidade reduzida experimentar esta modalidade.
Entre 26 de julho e 7 de agosto, o Buondi Surf Sessions vai percorrer 8 praias do país – de Matosinhos ao Algarve – oferecendo aulas à população e a várias instituições.
Próxima Buondi Surf Session:
29 julho – Praia da Vila, Nazaré
Aulas de Surf com Garrett McNamara e SURFaddict:
15:30 – Crianças e jovens da CERCINA e da Associação de Bem Estar Social e Recreativo de Alpedriz
16:30 – Aberta à população
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Anya Karin, nova voz da soul music, levará já este Sábado, dia 23 de Julho, as canções do seu EP de estreia ao Clube Lusitano, em Lisboa. O concerto tem início às 22h30 e os bilhetes têm o custo de 5€.
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“Owner” foi lançado em novembro último com o selo da Music In My Soul. O registo composto por quatro temas apresenta-a enquanto uma das mais promissoras intérpretes da nova colheita da soul.
Uma das primeiras memórias musicais que tenho são os passeios de bicicleta a cantar e a assobiar com o meu pai. Não me recordo qual era a minha idade ao certo. Mas era pequena o suficiente para viajar no cesto da bicicleta.
Mais tarde, as brincadeiras com um teclado musical motivaram os meus pais a gravar as minhas invenções musicais enquanto fingia dar concertos no quarto usando a cama como um palco. Já na adolescência, entrei numa pequena escola de música para aprender guitarra clássica. A partir dessa altura, a paixão pela música tomou proporções mais sérias e tive a certeza que este seria o meu caminho.
Emigrei para o País de Gales, por força das circunstâncias, onde frequentei um curso de canto no Yale College. Nesta altura, o meu marido também me influenciou musicalmente a gravar e a compor para o meu primeiro projeto de originais, “Deep Dream”. Um projeto totalmente amador mas que me deu experiência de gravação.
Ao regressar às minhas origens decidi levar a minha carreira musical para os palcos e para o ensino, trabalhando como professora de canto na escola RockGP e participando em inúmeros projetos de covers de estilos variados. Durante anos tive a oportunidade de atuar em diversos bares, hotéis, casinos, festas privadas, etc, que me fez adquirir uma vasta experiência e fazendo me crescer como artista.
Contudo, foi com o meu projeto de covers pessoal, intitulado Anya Karin, que vi a minha carreira a atingir novos patamares de aceitação e sucesso. Tratavase de um espetáculo de covers onde interpretava as minhas próprias versões de grandes temas Soul conhecidos de todos. Era natural que o projeto Anya Karin evoluísse para a gravação de música original. É assim com grande prazer que apresento ao mundo o meu primeiro EP.
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2ª edição Buondi Surf Sessions com Garrett McNamara e SURFaddict
Depois do enorme sucesso da 1ª edição do projeto Buondi Surf Sessions, Buondi volta a oferecer aulas de surf, de norte a sul do país, a quem nunca ousou ou teve oportunidade de experimentar ou até mesmo a quem quer experimentar pela segunda vez.
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Começou com um projeto-piloto, em 2015, e este ano a 2ª edição do projeto Buondi Surf Sessions vai ainda mais longe com a parceria com a SURFaddict (Associação Portuguesa de Surf Adaptado), que vai permitir às pessoas com mobilidade reduzida experimentar esta modalidade. “A SURFaddict pretende criar um movimento que permita às pessoas com deficiência desfrutarem do mar, proporcionando-lhes maior bem-estar físico e mental, bem como atenuar a barreira de exclusão. Ficamos muito satisfeitos com esta parceria e com o apoio da Buondi, é muito bom saber que as marcas portuguesas apoiam esta causa e nos permitem chegar mais longe e a mais pessoas” refere Nuno Vitorino, Presidente SURFaddict.
Além de proporcionar uma experiência intensa, o projeto Buondi Surf Sessions visa também divulgar o surf, desporto que tem vindo a angariar cada vez mais fãs. Com este intuito, o projeto, que conta com a participação de Garrett McNamara e apoio da SURFaddict, assenta na oferta de aulas à população em geral mas também a crianças e jovens institucionalizados e/ou com necessidades especiais.
Entre 26 de julho e 7 de agosto, o Buondi Surf Sessions vai percorrer oito praias do país – de Matosinhos ao Alentejo – oferecendo aulas à população e a várias instituições.
Estas aulas contarão com um professor muito especial: Garrett McNamara, cara da marca portuguesa de cafés torrados promotora da iniciativa. A lenda mundial de surf reconhece a enorme satisfação que este projeto lhe traz pela segunda vez: “Sempre quis criar um projeto deste género, que me permitisse levar a experiência do surf a quem nunca teve essa oportunidade, em especial às crianças. Fiquei muito feliz pela oportunidade que Buondi me deu no ano passado e por poder repeti-la este ano. Espero que este projeto se mantenha por muitos mais anos”.
Para Teresa Roseta, Responsável de Marketing da área de Cafés e Bebidas da Nestlé, esta iniciativa “vem na continuidade daquele que tem sido desde sempre o posicionamento da marca, que está ao lado do surf há mais de 25 anos”, acrescentando que “depois do sucesso da 1ª edição das Buondi Surf Sessions, não poderíamos deixar de dar continuidade a este projeto que proporciona mais uma experiência única e intensa a muitas pessoas, convidando-as a expressarem-se intensamente, encorajando-as a viverem também de forma intensa e apaixonada.”
Sempre presente nos momentos de partilha e convívio dos portugueses, em particular nas praias e esplanadas, Buondi está no território do surf desde 1989 - data do primeiro campeonato mundial de surf realizado em Portugal, o “Buondi Instinct Pro”.
AGENDA BUONDI SURF SESSIONS 2016
26 julho – Praia de Carcavelos, Lisboa
Aulas de Surf com Garrett McNamara e SURFaddict:
10:30 – Crianças e jovens da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa
11:30 – Aberta à população
27 julho – Praia Troia - Bico das Lulas Setúbal
Aulas de Paddle Surf com Garrett McNamara:
10:30 – Crianças e jovens Instituição de Solidariedade Social
11:30 – Aberta à população
29 julho – Praia da Vila, Nazaré
Aulas de Surf com Garrett McNamara e SURFaddict:
15:30 – Crianças e jovens Instituição de Solidariedade Social
16:30 – Aberta à população
2 agosto – Praia de Matosinhos, Porto
Aulas de Surf com Garrett McNamara:
10:00 – Crianças e jovens Instituição de Solidariedade Social
11:00 – Aberta à população
3 agosto – Praia do Cabedelo, Figueira da Foz
Aulas de Surf com Garrett McNamara:
09:30 – Crianças e jovens Instituição de Solidariedade Social
10:30 – Aberta à população
4 agosto – Praia da Foz do Lizandro, Ericeira
Aulas de Surf com Garrett McNamara:
09:30 – Crianças e jovens Instituição de Solidariedade Social
10:30 – Aberta à população
5 agosto – Praia Grande, Sintra
Aulas de Surf com Garrett McNamara:
09:30 – Crianças e jovens Instituição de Solidariedade Social
10:30 – Aberta à população
6 agosto – Praia de São João, Costa da Caparica
Aulas de Surf com Garrett McNamara:
10:00 – Crianças e jovens Instituição de Solidariedade Social
11:00 – Aberta à população
7 agosto – Praia do Amado, Alentejo
Aulas de Surf com Garrett McNamara:
10:00 – Crianças e jovens Instituição de Solidariedade Social
11:00 – Aberta à população
Pode consultar a agenda em: https://www.facebook.com/BuondiCaffe
Em Setembro, Oeiras vai levantar POEIRAS.
O POEIRAS vai oferecer uma programação inteiramente pensada nas famílias, com uma enorme abrangência de faixa etária e condições logísticas capazes de receber até 30 mil visitantes que poderão passar todo o tempo do evento desfrutar em conforto e segurança de de actividades lúdicas, poéticas e absolutamente divertidas.
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O POEIRAS nasce da vontade conjunta entre a Câmara Municipal de Oeiras e a Companhia de Actores, de dinamizar a nova fase do Parque dos Poetas e de aproximar o público a este espaço, contando ainda com a parceria estratégica da Ampla Portugal.
No POEIRAS vai acontecer uma programação alargada, que passa pela Música, a decorrer em dois palcos: o Palco Poeiras, que no dia 9 apresenta um concerto de Sara Tavares e no dia 10 uma grande celebração musical onde se apresentarão os Couple Coffe, Cristiana Águas, Biru e Luiz Caracol, num concerto que tem por pano de fundo a palavra, a cargo do actor Pedro Giestas, e que será seguramente inesquecível. O Palco Alameda apresenta artistas como Miroca Paris, André e Bruno Santos, Silvia Nazário e Cláudio Kumar, João Luzio, Yami Aloelela, Miguel Menezes, Raquel Marques, Teresa Macedo e Múcio Sá, entre outros.
A Palavra estará representada em 3 grandes recitais de poesia a cargo dos actores Pedro Lamares, Natália Luiza e António Fonseca, presentes no auditório. A tradição oral estará ainda representada por contadores de contos tradicionais provenientes de vários países lusófonos e pelas performances poéticas de Pedro Giestas e seus convidados.
Ao longo do jardim do Parque dos Poetas e durante todo o evento o POEIRAS tem ainda a oferecer várias acções destinadas às famílias como um festival de pipas brasileiras (papagaios), jogos tradicionais, acções culturais relacionadas com livros, oficinas de ritmos e de olaria e tantos outros programas, para além da gastronomia tradicional e do artesanato cultural, uma área de descanso e outra para piqueniques, complementados por uma variada oferta de comida e bebida, garantido assim todo o conforto para quem quiser passar os 3 dias no evento.
Resumidamente, o POEIRAS pretende posicionar-se como o melhor programa de fecho de verão para todos os que quiserem experimentar o Parque dos Poetas, considerado um dos maiores museus de escultura ao ar livre da Europa.
Em Setembro, Oeiras vai levantar POEIRAS!
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O músico português CASUAR:, antigo membro de bandas como Dazkarieh e Donna Maria, acaba de editar o seu primeiro álbum a solo, intitulado “Game Over”, com o selo da Music In My Soul.
O registo sucessor do EP homónimo de 2014 já se encontra disponível para escuta nas principais plataformas de streaming e tem como singles de avanço os temas “Fuga” e “Mero Passo”, perfeitos exemplares da indie pop singular e inventiva que nos apresenta neste projecto one man band.
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Nascido a 30 de Março de 1989 em Castelo Branco, Rui Rodrigues é filho de mãe portuguesa e pai moçambicano. O primeiro contacto que teve com a música foi nos escuteiros, onde aprendeu a tocar guitarra. Mais tarde, ingressou numa escola de música onde aprendeu a tocar guitarra elétrica, bateria e piano, alimentando assim a sua vertente multi-instrumentística.
Na adolescência tocava frequentemente covers de bandas de rock, punk e metal com os amigos. E, uns anos mais tarde, descobriu o mundo da World Music onde aprendeu a tocar percussões africanas, didgeridoo, fujara, gaita-de-fole, entre outros instrumentos tradicionais.
Quando acabou a escola, entrou em Biologia na Universidade de Lisboa mas desistiu passados poucos meses para poder seguir a sua verdadeira paixão: a música. Aos 19 anos, deu aulas de música numa escola primária e começou um curso de Produção Musical, que acabaria no ano seguinte. Perto de atingir o final do curso, Rui Rodrigues foi convidado para tocar na sua banda portuguesa favorita, os Dazkarieh. Começava aqui a sua carreira como músico profissional. Para além de experiência musical, foi aqui que despertou para o mercado da música em Portugal ganhando experiência na área do marketing musical.
Com Dazkarieh gravou 3 discos e fez mais de 150 concertos em Portugal e na Europa, em países como Alemanha, Espanha, Áustria, Suiça e Lituânia. Fez parte da formação de bandas de variados estilos como Stereo Parks (Indie/Rock), Pás de Probléme (World Music), mas destaca-se a presença na banda Voodoo Marmalade (Banda de Ukuleles) onde fez cerca de 100 concertos e onde teve a primeira experiência como compositor/produtor musical, compondo, gravando, produzindo e misturando o primeiro disco da banda.
Entre 2014 e 2015 destacam-se as participações como músico nas bandas Donna Maria e D.A.M.A (onde ainda se encontra em funções). Em finais de 2014 os Dazkarieh acabam com o último disco e a última tour, e dá-se o mote para a criação de um novo projeto musical one man band chamado CASUAR:
O primeiro trabalho foi lançado em Outubro de 2014. Trata-se de um EP homónimo com 5 faixas completamente auto-produzidas desde as letras até à gravação, da mistura e masterização ao design da capa. O tema “Monotonia” fez parte da compilação Novos Talentos Fnac 2015, tendo rodado durante esse ano na playlist da Antena 3.
No espaço de um ano fez mais de 30 concertos destacando-se: Toca a Todos (na Praça do Comércio, em direto para a Antena 3), Final do EDP Live Bands'15, NOS Alive'15 e Final do Cambra Fest onde acabou por sair vencedor. Em Julho de 2016 é lançada a edição digital do seu primeiro longa-duração, “Game Over”.
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Os Verdes defendem o fim do financiamento público às touradas – Projeto de Lei será discutido amanhã no Parlamento
Discute-se amanhã, 20 de julho, na Assembleia da República o Projeto de Lei de Os Verdes que impede o financiamento público aos espetáculos tauromáquicos.
Os animais sencientes são detentores de um conjunto de direitos específicos e merecedores dos respetivos mecanismos normativos de proteção. À luz dos princípios consagrados na Declaração Universal dos Direitos dos Animais, dos quais salientamos - “Nenhum animal será submetido a maus tratos nem a atos cruéis” (art.º 3º); “a) Nenhum animal deve ser explorado para entretenimento do homem. b) As exibições de animais e os espetáculos que se sirvam de animais, são incompatíveis com a dignidade do animal” (art.º 10º); - as touradas, coerentemente, não subsistiriam.
Para o PEV, a sociedade deverá caminhar no sentido do abandono de práticas que não são compatíveis com o estatuto de proteção que cada vez mais por todo o mundo se reconhece, justamente, aos animais. E as corridas de touros, mesmo que sob o prisma de um dito «espetáculo cultural», não podem deixar de ser reconhecidas como comportando uma dose nítida de violência, agressão, sofrimento e ferimentos sangrentos infligidos a animais.
Os Verdes entendem que não têm que ser todos os portugueses a pagar, com dinheiros públicos, as touradas através dos apoios ou subsídios que são atribuídos a empresas e particulares no âmbito da atividade tauromáquica. Não é justo que assim continue a acontecer. Esta atividade, a subsistir, deve autofinanciar-se e não depender de financiamento público e, por isso, o PEV entregou no Parlamento o presente Projeto de Lei que visa travar o financiamento público às touradas. Esta iniciativa legislativa será discutida amanhã, 20 de julho, no Parlamento.
As portuenses Time Shifter apresentam-se ao vivo no próximo Sábado, dia 23 de julho, no Terraplana, convidativo café/cocktail bar na zona do Bonfim, na Invicta. O concerto terá início pelas 23h e a entrada é gratuita.
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Em destaque estarão as canções de “Even Dolls Can Wake Up From Their Porcelain Sleep”, EP de estreia da dupla editado com o selo da Music In My Soul, do qual já foram extraídos os singles “Sailing” e “Crazy”.
Há quem diga que existe por aí uma caixa que viaja no tempo para te encontrar. Há quem diga que quando a encontras, o tempo pára para te mostrar, que ainda há tempo para te encontrares. É o mote para uma performance multidisciplinar de 40 minutos onde o som, o movimento, a luz, o cenário e as projeções multimédia se conjugam harmoniosamente em busca de uma nova identidade artística. O tempo pára e a caixa de música abrese...
O projeto Time Shifter nasceu no Porto em junho de 2014 quando Sónia Vicente e Raquel Devesa decidiram fundir a sua paixão pela música dentro de uma caixa que viaja no tempo. Até que ponto um violoncelo, sons eletrónicos e voz conseguem encontrarse no espaçotempo das emoções para criar essa atmosfera musical?
Para além da viagem sonora entre o Triphop e o experimental, há uma preocupação constante em exprimir vários ambientes, quer seja com os cenários, quer seja com a teatralização da própria performance em palco.
Os Verdes entregaram na Assembleia da República um Projeto de Resolução que recomenda ao Governo que se dê início a negociações com vista à criação de um regime de aposentação de professores e educadores com o único requisito dos 36 anos de serviço e de descontos.
O anterior Governo PSD/CDS procedeu a um dos maiores ataques à escola pública, que incluiu a desvalorização dos professores, tendo procedido ao corte de salários, aumento do horário de trabalho e sua desregulação, aumento do número de alunos por turma, e de turmas por professor, o aumento da carga burocrática, entre outras. Os concursos injustos e ineficazes, bem como a alteração introduzida nos últimos anos ao regime de aposentação, tem originado uma profunda injustiça, uma vez que obrigam os docentes a trabalhar para além dos 66 anos de idade, significando para muitos exercer a atividade docente durante mais de 45 anos - todos estes fatores contribuíram assim para uma completa degradação das condições laborais dos professores, provocando um elevado desgaste físico e psicológico, já comprovado por diversos estudos nacionais e internacionais.
Para o PEV, é urgente a adoção de um regime de aposentação adequado e justo, que tenha em conta todas estas questões, e que seja visto como uma necessidade para proteger a dignidade de inúmeros professores e garantir uma renovação geracional indispensável, bem como, proteger os alunos do decréscimo da qualidade do ensino, fruto das condições referidas anteriormente. Nesse sentido, o Grupo Parlamentar Os Verdes apresentou o Projeto de Resolução em causa que será discutido no Parlamento no dia 20 de julho, a partir das 15h.
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“Jah Of Creation” é a solarenga proposta dos Soul Brothers Empire, uma irmandade rock/reggae fusion a despontar de Proença-a-Nova, para este Verão.
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A espirituosa canção reggae integra o registo de estreia do coletivo, “Creation”, e abre caminho para a edição de um novo EP a ser editado ainda este ano com o selo da Music For All.
Naturais de Proença-a-Nova e existentes desde 2010, os Soul Brothers Empire são um coletivo composto por Gil Henriques (voz e guitarra), Claúdio Mendes (bateria), Joka (guitarra ritmo) e Pedro Martins (baixo) que assume influências do reggae, punk, rock e ska numa fusão única.
No currículo contam com presenças em vários festivais direcionados ao público jovem, como a Queima das Fitas de Coimbra, a Semana Académica da Covilhã, a Semana Académica de Castelo Branco, o Enterro do Caloiro de Aveiro (onde partilharam o palco com os Natiruts),
entre muitos outros concertos de Norte a Sul do país, fazendo sempre vibrar o público por onde passam.
A participação no Rock Rendez Worten em 2011 permitiu-lhes chegar ao palco do Musicbox, em Lisboa, sendo que dois anos depois marcaram presença na mítica Festa do Avante. Mais recentemente foram convidados do “5 Para a Meia Noite” (RTP1) e subiram ao palco do Hard Rock Café.
“Creation”, o longa-duração de estreia, chegou em 2014 e com ele trouxe singles pegadiços como “Free To Go”, “Soul Brothers” ou “Jah of Creation”. Para 2016 aguarda-se a chegada de um novo EP com o selo da Music For All.
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O PAN acompanhou uma petição de cidadãos entregue na Assembleia da República que pede a proibição da circulação de veículos de tração animal na via pública. O projeto de lei do PAN refere o perigo de segurança rodoviária decorrente da circulação nas estradas portuguesas de veículos de tração animal que não estão homologados, sinalizados ou segurados para circular na via pública, sendo comum a ocorrência de acidentes fatais causados por este tipo de veículos que, constituindo um perigo para os outros condutores, também não oferecem qualquer segurança aos seus ocupantes ou aos animais que os movem.
O Código da Estrada não prevê que o condutor destes veículos necessite de Carta de Condução, apesar de circularem lado a lado com outros veículos motorizados, em estradas muitas vezes bastante movimentadas, podendo, por exemplo, uma criança conduzir uma carroça. Para além disso, não há qualquer impedimento ao consumo de álcool ou estupefacientes por parte destes uma vez que não há qualquer previsão no Código da Estrada a esse respeito.
Em pleno século XXI, com a sensibilidade global a aumentar em relação aos seres que connosco partilham o planeta, são conhecidas as manifestações de turistas internacionais, principalmente norte-americanos e ou de países do norte da Europa, onde as normas relativas ao bem-estar de animais estão muito mais desenvolvidas, contra a sua utilização para fazer um trabalho que é totalmente desnecessário numa sociedade evoluída. E têm sido levantadas várias questões quanto ao bem-estar destes animais, muitas vezes sujeitos a excesso de carga, alimentação deficitária, ausência de abeberamento ou falta de proteção contra as intempéries e elevadas temperaturas, sendo que existem várias denúncias de abandono quando estes animais perdem a utilidade para os seus detentores.
De referir ainda que perante as alternativas de mobilidade existentes, não se justifica continuar a usar seres vivos para desenvolver um trabalho extremamente duro e penoso para os animais que é facilmente substituído por máquinas.
O uso deste tipo de veículos deve ser substituído por outros mais eficientes e que não necessitem de tracção animal. O Estado deve criar incentivos para que esta mudança aconteça sem prejuízo dos cidadãos que ainda recorrem à tracção animal como meio de transporte de carga ou pessoas. Esta evolução traz claros benefícios para a sociedade com formas de mobilidade mais seguras e velozes e para os animais que deixam de ser expostos a uma exploração que não é necessária. Todas as mudanças geram estranheza, é certo, no entanto, medidas como esta podem representar grandes passos na evolução civilizacional e ética exigida por cada vez mais cidadãos.
Lei Di Dai, artista brasileira proclamada Rainha do Dancehall e Ragga pela Rolling Stone Brasil, apresentar-se-á ao vivo neste lado do Atlântico no próximo mês de agosto para um trio de datas em Lisboa e Porto.
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A pequena digressão servirá para apresentar os êxitos que tem vindo a semear ao longo de 10 anos de carreira, recentemente compilados na coletânea “Quem Tem Fé Tá Vivo”.
A digressão é composta pelas seguintes datas:
18.08 | B.Leza, Lisboa
19.08 | Brave Soul, Sintra
20.08 | Breyner 85, Porto
Cantora, compositora e MC, diretamente da Zona Leste de São Paulo, a Rainha do Dancehall Ragga, título cunhado pela revista Rolling Stone, traz na sua música uma batida dançante com letras conscientes e positivas.
Foi nomeada para o VMB “Video Music Brasil” MTV. Fez turnê na Europa com 9 shows com grande êxito. Representou o Brasil na MIXTAPE do South Rakkas Crew de Los Angeles, ao lado de grandes nomes do Dancehall Ragga/Hip Hop mundial, com a parceria do Jamaicano Mr Agony, música que gerou o videoclipe oficial “Smokin Sensi” lançado no programa “MTV na Brasa”.
Foi criadora das festas Jameika, Dancehall, Catch fire e do Sound system “Gueto pro Gueto sistema de som”, que leva música, dança e graffiti pelas periferias da cidade de São Paulo, projecto selecionado no RED BULL Amaphiko 2015. Com o selo musical Rainha produções, lançou os discos “Alpha & Omega”, “Ragga na Lata” e as mixtapes Jameika Dub Ragga Rap 2011/2012 e “Elas são 13”, com diferentes artistas da cena musical do Raggamuffin e Hip hop.
Participou também no projeto musical “Pulso” na RedBull Station em São Paulo, onde gravou faixas do seu novo CD “Quem Tem Fé Tá Vivo”, comemorativo dos seus 10 anos de carreira, lançado em Janeiro último. Participou ainda em vários festivais como Reggae4life ao lado de Mad Professor (UK), Festival Mestiço, Satélite 061 e Afrolatinidades em Brasília, Artes Integradas em SBC, Virada Cultural no Sesc Santana, Festival Sankofa no Sesc Vila Mariana, Mostra Sesc Cariri no Sesc Juazeiro do Norte no Ceará, SP na Rua, Mês da Cultura Independente, Semana do Hip Hop, 461 anos de SP no palco Zona Leste 2015, Festival Vaca Amarela, mês da juventude no Centro Cultural da Juventude – CCJ, 8 Mostra Cooperifa, entre outros. A cantora foi ainda convidada pelos cantores Klumben & Raske Penge e a banda “Os oitenta” da Dinamarca a participar num dos seus shows pela digressão no Brasil.
Retornará em Junho de 2016 para a sua segunda tourné pela Europa com 12 concertos em 7 países.
Está a ser produzido em Rio de Mouro um grafiti de homenagem a Cristiano Ronaldo, personificando nele a gloriosa Seleção Portuguesa de Futebol que acaba de consagrar-se campeã da Europa.
Com o apoio da Junta de Freguesia de Rio de Mouro, o grafiti tem como suporte as paredes exteriores de uma cabine de eletricidade situada no bairro da Serra das Minas e está a atrair grande número de curiosos que não querem perder pitada do talento o artista.
O trio angolano Projectos Falhados, que se assume como proposta singular no panorama rock local, acaba de estrear o seu novo single, “Coração de Plasticina”, cartão de visita do seu segundo EP, “Doce Traição”, em cativante embrulho pop/rock.
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Este será, no entanto, o primeiro trabalho da banda a receber lançamento europeu – algo que acontecerá já no final deste mês com o selo da Music In My Soul.
Projectos Falhados é uma banda angolana formada na província da Huíla, na cidade do Lubango, em 2012. Constituídos por Edvírus (vocalista principal e guitarrista), Djimy DB7 (vocalista secundário e baixista) e Djouz Joker (baterista) são considerados como uma das actuais referências do rock contemporâneo no seu país.
O nome do grupo refere-se ao conjunto de sonhos, aspirações e desejos que todos possuem mas que por algum motivo ainda não conseguiram alcançar – os tais “projectos falhados” que são comuns a tantos indivíduos.
A banda foi formada por Edmilson Serra (Edvírus) e Roger Pires, após a dissolução do grupo de punk e post-hardcore anterior, os Teoria 42, e vem desde 2012 a trilhar o seu caminho no mundo da música. Compostos por influências do hard rock e elementos de rock alternativo e punk, desenham inspiração de grupos como Nirvana, The Offspring, Linkin Park, Green Day ou Three Days Grace.
No currículo já contam com um primeiro EP de originais – “Nova Onda” (2014) – que originou canções como “Vai em Frente” ou “Adrenalina”, a que se juntará em breve um segundo, intitulado “Doce Traição”, a ser lançado com o selo da Music In My Soul.
O PAN – Pessoas-Animais-Natureza apresenta hoje um projeto de lei que pede a redução da taxa de IVA na alimentação dos animais de companhia para a taxa intermédia. Atualmente a taxa de IVA aplicável aos produtos alimentares para animais de companhia, ou seja rações, biscoitos, e outros, é de 23%, sendo que, a taxa da alimentação dos animais de produção é de 6%. Esta é uma importante medida de âmbito social, sendo conhecidas as dificuldades com que muitas associações zoófilas, grupos informais de defesa dos animais e muitos agregados familiares se debatem para poderem alimentar os animais de companhia que têm a seu cargo.
A alteração representaria uma poupança significativa no orçamento das pessoas que detêm animais de companhia, bem como de todas as associações que, diariamente, lutam com extremas dificuldades financeiras para realizarem uma missão cujo mérito todos devemos reconhecer e acarinhar e que tantas vezes se substituem ao papel do Estado.
Em Espanha, a taxa de IVA aplicável a estes produtos é de 10%. Esta diferença de 13% influencia o preço de venda ao público das rações e, naturalmente, tem impacto ao nível da economia do nosso país, porquanto retira competitividade ao comércio nacional.
Discussão do fim dos Subsídios públicos à Tauromaquia
No próximo dia 20 de Julho, última sessão plenária desta sessão legislativa, o parlamento discute e vota umtema já trazido ao parlamento, pelo PAN, durante a discussão do orçamento de estado, a proibição da utilização de dinheiros públicos para financiamento direto ou indireto de atividades tauromáquicas.
As Árvores Morrem de Pé de Filipe La Féria brevemente no Teatro Politeama
“Morta por dentro, mas de pé como as árvores” é a frase que ainda ecoa no imaginário do Teatro em Portugal, designadamente nas Noites de Teatro que eram emitidas pela RTP. A frase pertence ao clássico texto de Alejandro Casona e é dita no final da peça pela lendária actriz Palmira Bastos.
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Tudo começa numa organização que pretende tornar as pessoas mais felizes com poesia e criatividade. Um velho senhor chega um dia ao escritório dessa estranha organização com um pedido surpreendente. O seu neto tornou-se um perigoso delinquente, mas ele quer esconder a verdade à sua mulher.
Ao longo de vários anos enganou-a escrevendo-lhe cartas fictícias, supostamente do neto, criou uma imagem de um famoso arquitecto que vive no estrangeiro. Mas um dia o neto verdadeiro envia um telegrama anunciando a sua chegada. O navio em que viaja sofre um naufrágio em que morrem todos os passageiros. O velho senhor propõe então à organização que coloque em sua casa um casal fingindo ser o neto e a sua mulher para tornar real a ilusão da avó.
Texto mítico do reportório do Séc XX, “As Árvores Morrem de Pé” experimenta e contraria os patrões clássicos do Teatro, criando fissuras nas personagens, desagregando-as da sua identidade, confrontando-as com o conceito da verdade e dos seus espelhos no poder recriador da ilusão.
Filipe La Féria irá reunir um elenco de grandes actores para esta sua nova leitura do texto de Alejandro Casona: Eunice Muñoz, Ruy de Carvalho, Manuela Maria, Carlos Paulo, Maria João Abreu, João D’Ávila, Hugo Rendas, Ricardo Castro, Paula Fonseca, Rosa Areia, João Duarte Costa, Patrícia Resende e os jovens actores João Sá e Pedro Goulão.
Uma peça ansiosamente aguardada pelo público, com estreia para breve!
30 praias com free wi-fi e carregador de telemóvel
Há os banhos de sol e os de mar, o surf, o futebol… mas este verão há ainda mais uma razão para passar os dias na praia. Tudo porque Buondi vai manter os portugueses ligados, em pleno areal, em 30 praias de todo o país.
Desde a Amorosa, em Viana do Castelo, à Praia Verde, no Algarve, passando pelo Lizandro, Baía de Cascais, Troia e Porto Santo, o Buondi Hotspot traz rede para todos desde o inicio de julho.
O Buondi Hotspot está localizado no próprio areal para proporcionar wi-fi gratuito e tem um bom alcance - o suficiente para ligar todos aqueles que estejam até à distância de 1 campo de futebol. E quem chegar à praia com as baterias em baixo (ou as gastar ao longo dia) pode igualmente recarregar os dispositivos eletrónicos, como telemóveis ou tablets, no Buondi Hotspot, que disponibiliza as ligações necessárias alimentadas a energia solar.
“Há muito que Buondi está ligada ao mar, ao surf e às praias, pelo que faz todo o sentido para a marca continuar a surpreender os mais de 60 milhões de visitantes que passam pelas praias portuguesas, com novas ideias que acima de tudo lhes sejam úteis e que os convide a desfrutar a vida e a vivê-la intensamente”, sublinha Teresa Roseta, responsável de Marketing da categoria de Cafés e Bebidas da Nestlé.
Assim depois de, no ano passado, levar o Surf a todos com a tão bem recebida iniciativa Buondi Surf Sessions, este ano a marca portuguesa de cafés desafia os portugueses a expressarem-se na praia com o Buondi Hotspot.
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PRAIAS BUONDI BEACH 2016 |
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NORTE |
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MATOSINHOS LAIS DE GUIA |
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MATOSINHOS TITAN |
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POVOA VARZIM NÁUTICO 1 |
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POVOA VARZIM NÁUTICO 2 |
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ESMORIZ BAR PÉ N'AREIA |
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PRAIA MADALENA AR D’MAR |
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AMOROSA |
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VALADARES DAIQUIRI |
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CENTRO |
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ESPINHO MARBELO |
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ESPINHO SURFING BAR |
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ESPINHO BAR SEREIAS |
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BARRA ILHAVO AVEIRO OFF SHORE CITY |
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BARRA PRAIA VELHA |
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TEJO E OESTE |
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TROIA |
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PRAIA DOS CERROS (PENICHE DE CIMA) |
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PRAIA DA FIGUEIRINHA |
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FOZ DO LIZANDRO |
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PRAIA GRANDE BAR DO FUNDO |
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PRAIA GRANDE ANGRA |
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PRAIA DE S. LOURENÇO |
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PRAIA DO NAVIO |
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PRAIA DA FÍSICA |
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PRAIA DO AREAL SUL (AREIA BRANCA) |
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FOZ DO ARELHO (LAGOA) COCOS BAR |
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ALGARVE |
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PRAIA DA ALAGOA (LADO PRAIA VERDE) |
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PRAIA DE FARO WAX |
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QUARTEIRA |
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ARMAÇÃO DE PÊRA GATO LAMBAREIRO |
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MADEIRA |
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PRAIA DE PORTO SANTO |
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PRAIA DO PORTO DA CRUZ |
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Em Lisboa, a festa foi genuinamente minhota e foi dedicada a São Bentinho de Ermelo. Em Marvila, o Parque do Vale Fundão virou terreiro de romaria ao jeito das alegres festas e romarias do Minho e mais de um milhar de pessoas responderam à chamada.
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Sob a égide da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez, as gentes do Minho que vivem na região de Lisboa afluíram ao local levando consigo as concertinas, as castanholas e sobretudo a alegria jovial que bem as caracteriza. E cantaram e dançaram o vira e a cana-verde com o mesmo espírito com que o fazem na Peneda, no Soajo ou mesmo nas tardes domingueiras da vila de Arcos de Valdevez.
Por volta do meio-dia, teve lugar a celebração religiosa com a participação do Grupo de Cavaquinhos da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez, a que se seguiu a abertura das merendas. E, ao longo da tarde, os tocadores de concertina animaram a festa tal como o fazem nas alegres romarias do Minho.
Pelo palco desfilaram ainda o Grupo “Ecos de Montemuro” da Associação Cultural de Faifa, do Concelho de Castro Daire, o Grupo de Concertinas “Os Serranitos” da Casa do Concelho de Pampilhosa da Serra e, como não podia deixar de suceder, o Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez, sempre muito apreciado e aplaudido pelas nossas gentes radicadas em Lisboa.
Não faltaram os petiscos como o bacalhau frito e a broa de milho, regados com o excelente vinho verde vindo propositadamente de Arcos de Valdevez. A festa é de Arcos de Valdevez e, quem diz Arcos diz Minho!
A Festa da Amizade, também designada por Romaria a São Bento, é uma organização da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez em parceria com a Junta de Freguesia de Marvila, contando com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez.
Fotos: César Laranjo
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Conhecidos os “Poetas Nossos Munícipes”
São já conhecidos os “Poetas Nossos Munícipes” que vão integrar a 3ª edição da Antologia de Poesia do Concelho da Moita que a Câmara Municipal irá apresentar em novembro.
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Participaram nesta edição do projeto municipal “Poetas Nossos Munícipes” – Antologia de Poesia do Concelho da Moita, 26 autores, com um total de 161 poemas. Pela qualidade dos trabalhos apresentados, o júri decidiu incluir todos os autores nesta publicação, fazendo, no entanto, uma seleção de poemas.
A Câmara Municipal da Moita promoveu esta terceira edição de “Poetas Nossos Munícipes” com o objetivo de divulgar e valorizar a poesia e os poetas locais e, simultaneamente, incentivar a criatividade literária e o gosto pela escrita.
“Poetas Nossos Munícipes”:
António Augusto Gomes Santana
Arminda Maria Martins Ferreira
Francisca Silva Godinho
Maria de Fátima Bimba Flores
Joaquim António José
Gisela Maria Barros Coelho
Bruno Miguel Moreira Nené
Carlos Henrique Duarte Oliveira
Celina Marques Figueiredo
Dayse Patrícia Correia da Silva Vieira Nunes
Élia Maria Silva Madeira
Ester Maria Pereira da Silva Afonso
Helena Cristina Rosário Marta
Joaquim Paulino
José Silva Ramos
Judite dos Santos Pereira Faquinha
Leonel Eusébio Coelho
Herminio da Cruz Gomes
Manuel Alexandre Bento Borracha
Maria Carlos
Maria Dulce Gonçalves Guerreiro Coelho Muxagata
Maria Odete de Jesus Delgado
Maria do Sacramento Afonso Correia Fulgêncio
Maria Tomásia Morais Camões
Rodrigo Fernando Mendonça Pedro
Rute Maria Santos Pio Lopes
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Os brasileiros Falcatrua darão início no final do mês a uma pequena digressão que passará por Lisboa e Porto e que se irá prolongar até ao início de agosto.
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A banda virá apresentar a terras lusas as canções do novo álbum, “Pequenas Porções de Espaço”, lançado no ano passado.
A digressão é composta pelas seguintes datas:
27.07 | Tokyo (Lisboa)
30.07 | Brave Soul (Sintra)
05.08 | Espaço A (Freamunde)
06.08 | Breyner 85 (Porto)
Os Falcatrua são uma banda oriunda de Belo Horizonte, Brasil, que chega à Europa pelas mãos da editora e produtora Music In My Soul. Juntos desde 2000, são compostos por André Miglio (voz), Danilo Guimarães (baixo, teclados), Francesco Napoli (guitarra) e Fred Corrêa (bateria), feitos de ritmos variados que vão desde o tropicalismo d’Os Mutantes ao funk e groove, sempre filtrados pela essência do rock.
No currículo contam já com cinco álbuns editados, entre eles “Vou com Gás” (2010), “Urbano” (2011) e o mais recente “Pequenas Porções de Espaço” (2015), baseado no “universo lúdico dos parques de diversões”. Constituído por dez faixas e produzido por Chico Neves (Rappa, Skank, Los Hermanos), o disco conta também com preciosas colaborações dos amigos Tom Zé, Pedro Morais, Érika Machado, Marina Machado e Júlia Branco, funcionado como uma espécie de jogo em que cada etapa conduz o ouvinte a um tema diferente.
Enquanto coletivo tentam ultrapassar os limites que separam a música da dança, do circo, da performance, do teatro, do vídeo e da poesia, fazendo desta uma das mais originais e irreverentes propostas do atual panorama brasileiro.
O PAN – Pessoas-Animais-Natureza apresenta hoje um projeto de Resolução que recomenda ao Governo a elaboração de estudo nacional sobre o trabalho infantil. A pertinência desta recomendação prende-se com o facto de em Portugal ainda existirem situações de trabalho infantil, mesmo que não assumam a expressão dramática que esta realidade apresenta noutras partes do globo.
Apesar dos dados disponíveis demonstrarem uma redução do número de crianças envolvidas, há 15 anos que não é realizado no nosso país um estudo de fonte credível e oficial a nível nacional.
Em 1998, o Departamento de Estatística do Trabalho, Emprego e Formação Profissional (DETEFP), a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e o Instituto Nacional de Estatística (INE) aliaram‐se para levar a cabo um inquérito para apuramento da extensão deste problema, tendo sido apuradas situações de exploração na indústria do calçado e dos têxteis, no comércio, na construção civil, bem como situações de trabalho familiar não remunerado (agricultura) e casos de exploração em atividades não económicas (cuidar de familiares mais novos, fazer limpezas…).
Posteriormente, em 2001, foi realizado um novo inquérito a nível nacional que abrangeu o Continente e as Regiões Autónomas denominado “Trabalho infantil em Portugal 2001”.
Os principais sectores de atividade onde os menores trabalham, de acordo com o documento, são a Agricultura, seguida do Comércio, Indústria Transformadora e Restauração, existindo igualmente um número bastante significativo a trabalhar na Construção Civil. Este inquérito constituiu o último estudo realizado sobre o trabalho infantil por uma fonte credível e oficial.
Os estudos realizados têm demonstrado uma redução no número de casos de trabalho infantil. Contudo, o facto de o cenário ter melhorado, não significa que tenham deixado de existir casos em Portugal. Do inquérito realizado em 2001, acima mencionado, resulta que de 1998 para 2001 o trabalho infantil teve um acréscimo de 0,2%, o que demonstra que se trata ainda de uma situação preocupante e talvez não tão residual como tem vindo a ser defendido.
Igualmente preocupante é o facto de os números acima referidos deixarem claro que existem situações em que os menores que estão na escola acumulam, muitas vezes, esta situação com o desempenho de uma atividade económica ou de uma atividade não económica de ajuda em tarefas domésticas em excesso, situação que consequentemente irá acarretar um pior desempenho escolar, o que certamente não se pretende.
O trabalho infantil e o abandono escolar têm de ser alvo de políticas nacionais e regionais, nomeadamente melhorando a ajuda às famílias mais carenciadas, de modo a reduzir a dependência das famílias do trabalho infantil, ao qual se recorre muitas vezes para fazer face às dificuldades económicas. Contudo, para a criação de medidas eficazes para o seu combate é necessário conhecer a realidade portuguesa e os números atuais ligados ao trabalho infantil.
A cantora e atriz Patrícia Candoso está de volta ao panorama musical com “Ready For It”, tema que conjuga as modernas tendências urbanas e de música eletrónica, alinhavadas pelo também cantor e compositor Mikkel Solnado.
Este é o single de avanço de um novo trabalho discográfico que sairá ainda este ano com o selo da Music In My Soul, já disponível para escuta nas habituais plataformas de streaming.
Patrícia Candoso, cantora e atriz de 34 anos, é licenciada em Ciências da Comunicação e fez formação de música e teatro.
A sua carreira começou ao interpretar “Catarina” na telenovela da TVI, “Sonhos Traídos”, em 2001. Depois disso integrou a primeira temporada da famosa série juvenil “Morangos com Açúcar”, onde começou a cantar, tendo acabado por lançar dois álbuns – “O Outro Lado” (2004) e “Só Um Olhar” (2006) - que contêm vários sucessos. A partir daí, Patrícia nunca mais parou e tem trabalhado continuamente em televisão, teatro, cinema, publicidade e música.
Apesar do gosto pela área da comunicação e do jornalismo, os convites e o talento têm falado mais alto, e foi este o rumo que Patrícia escolheu dar à sua vida. “Mundo Meu”, “Casos da Vida”, “Um Lugar Para Viver” e “Louco Amor” são exemplos de projetos que marcaram o seu percurso.
Atualmente prepara em força o seu regresso à música, encontrando-se em estúdio a produzir um novo álbum a ser editado ainda este ano, um projeto musical que conta com a produção de Mikkel Solnado e que será editado com o selo da Music In My Soul.
“O Nosso Povo”, tema de Carlos Paião é o videoclip do single de avanço do novo álbum de Yolanda Soares
Agora que “O Nosso Povo” está na expectativa de passar a última barreira que ainda o separa da final do Euro 2016, está na hora de todos voltarmos a ver o teledisco do tema com o mesmo nome, single de apresentação do novo álbum de Yolanda Soares. “O Nosso Povo” é um hino que celebra a esperança, a humildade e a força de todos os portugueses, não só no futebol como em todos os outros aspectos da vida.
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Neste tema sente-se exactamente a alma de um povo em que a letra espelha o ser português na sua plenitude, que inclui o lirismo de Camões, o romantismo dos poetas, a bravura, a tradição, e a esperança de uma personalidade lusitana única.
Oiçamo-lo, mais uma vez.
Yolanda Soares “ Royal Fado”
O NOSSO POVO
Letra e música : Carlos Paião
Arranjos: Chris Marshall
O nosso povo não chora
Fala de amores e suspira
Teve uma rosa de sonho e agora
Fala que o sonho é mentira
O nosso povo tem asas
Dentro de uns olhos tão fundos
Pode fazer outros sonhos e casas
Pode inventar outros mundos
Por isso se canta
Por isso se peca
Por isso a garganta está seca
Por isso se dança ao sabor da aventura
Por isso a esperança perdura
Como se a vida quisesse
Como se o povo coubesse
Numa canção de ternura
O nosso povo não sabe
Todas as coisas que eu sei
Tem uma réstia de luz onde cabe
Todo o amor que eu lhe dei
O nosso povo é um rio
Diz-nos de cór a lição
Dêem-lhe remo , uma vela, um navio
e outros mares surgirão
Por isso se canta
Por isso se peca
Por isso a garganta está seca
Por isso se dança ao sabor da aventura
Por isso a esperança perdura
Como se a vida quisesse
Como se o povo coubesse
Numa canção de ternura
Circulam diariamente em Lisboa centenas de bicicletas irrompendo por entre as filas de trânsito e sobre os passeios, colocando em risco a segurança dos transeuntes e a vida dos próprios ciclistas. Apesar do incentivo a este meio de transporte, a cidade continua a não estar preparada para a sua utilização de forma ordenada.
Não existem ciclovias, semáforos e demais sinalização adequada para utilização por parte dos ciclistas sendo estes obrigados a circular por entre o resto do trânsito com os evidentes riscos para a segurança rodoviária. Por outro lado, assiste-se com grande frequência à utilização indevida dos passeios destinados aos peões e efetuando o atravessamento das passadeiras misturando-se com as pessoas. E, como se tal não bastasse, infringem normalmente as regras do Código da Estrada não respeitando a sinalização luminosa e toda a sinalização do trânsito em geral.
Aos utilizadores deste meio de transporte não lhes é exigido os conhecimentos básicos do Código da Estrada, seguro, licença e registo de matrícula para poder circular na via pública e, pelos vistos, nenhum cumprimento das mais elementares regras básicas de civismo. Tudo isto resulta numa grande desordem no trânsito que nos lembra a forma caótica como se processa o trânsito nalguns países subdesenvolvidos.
E, enquanto a autarquia lisboeta não providencia as condições básicas para a circulação destes veículos, bem assim a implementação das devidas normas e a sua aplicação, a responsabilidade pelo cumprimento da lei no que respeita à circulação na via pública fica exclusivamente entregue aos automobilistas. Em relação aos peões que utilizam os passeios e passadeiras para atravessamento da faixa de rodagem, valha-lhes a proteção divina!
30 praias com free wi-fi e carregador de telemóvel. Buondi Hotspot: rede para todos em pleno areal
Há os banhos de sol e os de mar, o surf, o futebol… mas este verão há ainda mais uma razão para passar os dias na praia. Tudo porque Buondi vai manter os portugueses ligados, em pleno areal, em 30 praias de todo o país.
Desde a Amorosa, em Viana do Castelo, à Praia Verde, no Algarve, passando pelo Lizandro, Baía de Cascais, Troia, e Arrifana, o Buondi Hotspot traz rede para todos já a partir de hoje.
O Buondi Hotspot estará localizado no próprio areal para proporcionar wi-fi gratuito e terá um bom alcance - o suficiente para ligar todos aqueles que estejam até à distância de 1 campo de futebol. E quem chegar à praia com as baterias em baixo (ou as gastar ao longo dia) pode igualmente recarregar os dispositivos eletrónicos, como telemóveis ou tablets, no Buondi Hotspot, que disponibiliza as ligações necessárias alimentadas a energia solar.
“Há muito que Buondi está ligada ao mar, ao surf e às praias, pelo que faz todo o sentido para a marca continuar a surpreender os mais de 60 milhões de visitantes que passam pelas praias portuguesas, com novas ideias que acima de tudo lhes sejam úteis e que os convide a desfrutar a vida e a vivê-la intensamente”, sublinha Teresa Roseta, responsável de Marketing da categoria de Cafés e Bebidas da Nestlé.
Assim depois de, no ano passado, levar o Surf a todos com a tão bem recebida iniciativa Buondi Surf Sessions, este ano a marca portuguesa de cafés desafia os portugueses a expressarem-se na praia com o Buondi Hotspot.
Ministro da Agricultura vai ao Parlamento por requerimento do PAN para debater tema do Glifosato e impactos na saúde pública, Quarta-feira, dia 6 de Julho, às 09h00 na Assembleia da República
- O Glifosato é o herbicida mais vendido em Portugal
- A OMS através Agência Internacional para a Investigação sobre o Cancro declarou o Glifosato como carcinogénico provável para o ser humano
- Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural responde a ronda inicial de perguntas sobre o tema seguida de uma audição regimental
Após o alerta lançado pela RTP sobre as graves preocupações para a saúde pública decorrentes do uso do Glifosato, o PAN – Pessoas-Animais-Natureza pediu para ouvir, com carácter de urgência, o Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, Luís Capoulas Santos, para este se pronunciar sobre o tema no parlamento. Esta audição está agendada para a próxima quarta-feira, dia 06-07-2016, na Assembleia da República, com uma ronda inicial de questões sobre Glifosato entre as 09h00 e as 10h00, seguida de uma audição regimental às 10h00.
Recorde-se que na passada sexta-feira, 1 de Julho, foi chumbado pelo PS o projeto de resolução do PAN que pedia ao governo a realização de um programa de análise a águas destinadas a consumo humano e a alimentos vegetais, com o objetivo de apurar a presença de Glifosato. Ainda recentemente o PS acompanhou a proposta de lei do Bloco de Esquerda, mais ambiciosa, que defendia “um relatório de avaliação dos efeitos do glifosato na saúde humana” e que defendia ainda "a proibição da aplicação de quaisquer produtos fitofarmacêuticos contendo glifosato em zonas urbanas, zonas de lazer e vias de comunicação", pelo que esta inviabilização da proposta do PAN sugere um recuo incompreensível num tema chave da história da agroindústria, pelos comprovados efeitos nocivos que este conhecido herbicida tem na saúde humana e na biodiversidade.
O PAN – Pessoas-Animais-Natureza apresentou durante a sessão legislativa um projeto de resolução que recomenda ao Governo que se oponha à renovação da autorização do uso do Glifosato na União Europeia e que proíba a sua utilização em Portugal que foi chumbado, tendo apresentado posteriormente, no dia 20 de Abril, um outro que recomenda ao Governo um conjunto de medidas para a verificação da presença de resíduos de glifosato na água e em produtos agrícolas de origem vegetal.
O comissário europeu para a Saúde e Segurança Alimentar, Vytenis Andriukaitis, em Bruxelas anunciou na Terça-feira passada que o glifosato, o herbicida mais utilizado na União Europeia, foi autorizado por mais 18 meses, resultado da falta de consenso para uma maioria qualificada dos peritos que acompanharam as várias reuniões do Comité Permanente de Plantas, Animais, Alimentos de Consumo Humano e Animal da Comissão Europeia, com representantes dos 28 Estados-membros.
Desta forma, até ao final de Dezembro de 2017, o glifosato está autorizado na União Europeia e a Agência Europeia de Produtos Químicos (Echa), responsável pela classificação das substâncias químicas, irá avaliar se a exposição humana ao glifosato provoca cancro.
“A nossa saúde começa precisamente na aposta em modos de produção agrícola sustentáveis e livres de tóxicos, que comprovadamente prejudicam a saúde humana. Parece-me muito sensato que, quando esteja em causa a saúde das pessoas, dos animais e a potencial degradação ambiental, vigore o princípio da precaução e da preservação da vida”, realça André Silva, deputado do PAN.
O Cante Alentejano foi o protagonista da terceira edição do Mercado Tradicional em Andororra. O Feirão é uma iniciativa do Grupo de Folclore 'Casa de Portugal', coletividade que este ano celebra o seu vigésimo aniversário.
No passado sábado, 2 de Julho, a Praça Guillemó da capital do Principado de Andorra acolheu a partir das 18 horas o 'Feirão', ponto de encontro de sabores, artesanato, e folclore português que contou com o apoio do Comú(Câmara) de Andorra la Vella.
Os elementos do Grupo de Folclore 'Casa de Portugal', trajados para a ocasião, recriaram um mercado tradicional dividido em cinco zonas temáticas - Artesanato, onde se podia encontrar roupa regional, brinquedos antigos e peças de artesanato elaboradas pelas moças do Grupo.
Horta, com os principais produtos hortícolas como alfaces, couves, feijão, assim como ovos caseiros, coelhos e galos. Sabores, onde os visitantes podiam adquirir licores e aguardente, a broa de milho, o azeite transmontano ou os melhores enchidos.
Doces, onde os pasteis de Belém se misturavam com bolos caseiros e o doce sortido. Tasca, ponto de encontro de sabores onde os visitantes podiam degustar rissóis, pataniscas de bacalhau, bifanas e feijoada, tudo regado com um bom vinho verde ou maduro. Durante a atividade do Mercado Tradicional os elementos do Grupo amenizaram a tarde com as danças tradicionais do seu reportório e convidando o publico a dançar o Vira Geral.
Da praça Guillemó o publico dirigiu-se ao Centro Cultural la Llacuna onde foi inaugurada a exposição fotográfica 'Mosaicos de uma cultura' formada por vinte painéis nos quais os elementos do Grupo de Folclore 'Casa de Portugal' representaram a atividade das gentes do norte de Portugal integrada no património paisagístico do Principado.
O Grupo Coral e Etnografico da Casa do Povo de Serpa inaugurou o evento com Cante Alentejano e posteriormente Jose Luis Carvalho, Diretor do Grupo de Folclore 'Casa de Portugal' deu as boas-vindas às personalidades assistentes, Sr. Carlos Alves, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Serpa, Sr. Miquel Canturri, Vereador de Serviços Públicos do Comú (Câmara) de Andorra la Vella, Dr. Paulo Lima, Diretor da Casa do Cante e ao numeroso publico que assistiu aos discursos das personalidades e desfrutou do Cante.
Após a inauguração, a Praça Guillemó voltou a ser de novo ponto de encontro da cultura tradicional portuguesa desta vez com a presença do Grupo Coral e Etnografico da Casa do Povo de Serpa que com as vozes do Cante enriqueceu o mercado tradicional e emocionou muitos dos assistentes incluído um casal de noivos que pararam na praça e foram agraciados com o Cante.
Transmitido em direto pela Radio Ondas de Portugal, durante varias horas manteve-se o convívio entre o publico, o Grupo coral e os elementos do Grupo de Folclore 'Casa de Portugal', orgulhosos de ter proporcionado à sociedade andorrana o mercado tradicional, a inauguração da exposição e o Cante Alentejano, património imaterial da humanidade pela UNESCO.
José Luís Carvalho / Grupo de Folclore Casa de Portugal
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