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Dança e música para bebés na Biblioteca da Moita
O Projeto “De Pequenino…” regressa este mês de outubro, com o espetáculo de dança e música para bebés “Piki Niko”, pela Dançarte e Ária da Música, no dia 8 de outubro, com sessões às 15:30h, para bebés dos 25 aos 36 meses, e às 17:00h, para bebés dos 0 aos 24 meses, na Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça, na Moita.
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Espreitamos um jardim mágico… Doce, colorido, fantástico… Um jardim onde as flores, as árvores, os animais e outros seres contam histórias e dançam ao som da música. Um jardim onde o tempo não existe, onde o Sol conversa com a Lua e é a natureza que define os ciclos, propondo uma viagem pelas estações. As pequenas coisas da natureza tomam grandes dimensões e o espaço em redor é encantador. O ambiente repleto de surpresas e em constante transformação, convida a ver, ouvir, sentir e cheirar; convida a contemplar, dançar, tocar instrumentos e fazer amigos.
A entrada é gratuita mediante reserva antecipada através do telefone 210 817 040 de 3ª feira a sábado, das 10:00h às 19:00h. A lotação é limitada a 20 bebés com 2 acompanhantes, por sessão.
Depois do sucesso estrondoso de “Ela”, os Ararur estão de regresso com o primeiro single do seu novo trabalho! “Abril” é uma majestosa amostra do que encontraremos no seu novo disco, que será editado ainda este ano com o selo da Music For All.
Este novo disco será o sucessor do registo de estreia, editado em 2013, que lhes valeu inúmeros elogios e distinções, em Portugal e um pouco por todo o mundo.
Após a conclusão do curso na Escola Superior de Música de Lisboa, o guitarrista e compositor António Miguel Silva foi aceite na primeira edição das residências artísticas do Músibéria – Centro Internacional de Músicas e Danças no Mundo Ibérico (Serpa), vendo assim o seu CD ser financiado pela União Europeia e pela Câmara de Serpa. Durante os primeiros sete meses de 2013 foram trabalhados os temas e o conceito do grupo a que chamou Ararur.
Para a gravação do CD convidou os seus amigos e antigos colegas de curso: Ângela Maria Santos, cantora com a qual trabalha desde longa data e em quem confia para escrever as letras dos temas, João Capinha nos saxofones, Francisco Brito no contrabaixo e João Rijo na bateria.
A música que criam em conjunto junta melodias com as quais as pessoas se conseguem identificar, letras em português, ambientes e sonoridades da world music e uma liberdade para cada um se exprimir no seu instrumento que nos remete para o jazz e para a música improvisada.
Em 2013 editaram o seu primeiro álbum homónimo, ano em que foram também seleccionados enquanto Jovens Criadores do Ano pelo Clube Português de Artes e Ideias, sendo escolhidos para representar Portugal na VI Bienal de Jovens Criadores da CPLP, em Salvador da Bahia, Brasil. No ano seguinte conquistariam dois prémios no 13th Independent Music Awards, entre eles o de Melhor Álbum de Jazz Vocal, eleito segundo um painel de ilustres figuras ligadas ao mundo do espetáculo e das artes.
Para 2016 preparam a edição de um novo trabalho discográfico a ser lançado com o selo da Music For All.
O verão terminou, mas o tempo outonal convida ainda para programas de família ao ar livre. Para a combinação ser perfeita, juntou-se à meteorologiaaquela que será a melhor atração deste fim-de-semana: o chocolate.
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Sob diversas formas, sabores e texturas, o cacau marca presença de sexta-feira a domingo, acompanhado por animação, programa cultural, espaço infantil, quiosques de alimentação e, claro, bancas com docespara todos os gostos.Bombons, brownies, brigadeiros, crepes, waffles, churros e torres de chocolatesão algumas das ofertas de doçaria que vão fazer as delícias dos visitantesa esta freguesia de Cascais.
A Festa do Chocolate decorre na Praça Fernando Lopes Graça, em Tires, São Domingos de Rana, e tem início marcado para as 16 horas de sexta-feira, no dia 30 de setembro.Sábado e domingo – 1 e 2 de outubro – começa às 12 horas e tem já confirmados espetáculos de música ao vivo nas noites de sexta-feira e sábado, ambos pelas 21 horas, bem como um espetáculo etnográfico e uma aula de zumba no sábado à tarde. O encerramento será pelas 22 horas nos três dias.
Esta iniciativa insere-se no âmbito da dinamização dos Centros Urbanos Comerciais (CUC’s) do concelho de Cascais, a cargo da agência municipal DNA Cascais. O objetivo é estimular o comércio de rua em Alcabideche, Carcavelos, Cascais, Estoril, Parede e São Domingos de Rana de forma mais próxima, personalizada e integrada.
Cantora Yolanda Soares junta-se à harpista da casa Real de Inglaterra no seu novo disco "Royal Fado" inspirado em Óperas de Amália
Pode-se dizer que este álbum da cantora Yolanda Soares segue as pisadas do seu primeiro “Fado em Concerto” lançado em 2006 pela Universal. Inspira-se novamente em Fados Amalianos (sua grande influência dentro do Fado). Mas numa época muito específica da carreira de Amália, onde o Fado sofreu uma “transformação”, quer com a escolha de autores mais eruditos ( como Camões por exemplo) quer pelas melodias mais complexas e elaboradas ( principalmente as do compositor Alain Oulman).
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Nessa época os guitarristas tinham alguma dificuldade em abordar tais fados, e em tom irónico diziam: “... lá vai ela para as óperas...” .
Foi exactamente este termo que serviu de inspiração para todo um conceito onde Yolanda Soares recria alguns fados Amalianos dando-lhes o carácter romântico da ópera e acrescentando também sonoridades da World Music (Flamenco, Tango, Oriental etc...).
Reconhece-se na artista uma capacidade de criar, inovar e trazer sempre alguma surpresa nos seus projectos e este não é excepção. Sendo cantora de profissão, ela é também autora, compositora e directora artística da empresa de organização e produção de espectáculos “By the Music” produções. Ou seja, o projecto desta empresa, há 15 anos que são imaginados e criados por ela, e ela própria considera-se muito mais uma artista do que meramente cantora. Não gosta de ser catalogada provando-o por diversas vezes, nos seus projectos, que não se resumem a um estilo musical apenas. Gosta de fusões musicais e artísticas no geral e serve-se da sua base assente na música clássica e no canto lírico para “tocar” outros universos musicais.
Royal Fado é isso mesmo. Uma inspiração artística e musical que começa no Fado, é envolvido de música clássica e ainda ornamentado com estilos da dita “World Music”. Onde o Fado é Rei inspirando tudo o resto, e onde o povo ascende ao trono com este estilo musical tão representativo de um sentimento. De uma alma. De um País.
É por este facto que Yolanda Soares apresenta agora, como single deste CD, e como primeira abordagem deste conceito, um Fado que Carlos Paião fez para Amália intitulado de “ O nosso povo”.
Para Yolanda Soares os fados mais arrojados de Amália não são de todo diferentes da ópera, já que na sua essência comportam uma carga emocional, um virtuosismo vocal e uma complexidade melódica que se poderia quase associar a árias de Puccini ou Verdi. A uma época romântica e virtuosa.
Não é de todo atrevido dizer que Amália é a nossa Callas do Fado. Yolanda decidiu abordar os Fados de Amália escolhendo a Harpa como instrumento “chave” para esta abordagem, onde pretende unir o Fado a uma linha de época mais romântica e também do universo world music.
Neste trabalho Yolanda Soares associa o Fado à nobreza não esquecendo que a monarquia também tem e teve um peso fundamental na estrutura arquitectónica e cultural de Portugal.
Na procura de todo este universo, Yolanda Soares decidiu convidar uma artista muito especial. Artista oriunda do País de Gales (ao qual a Harpa está muito associada), a conceituada e ex harpista oficial da casa Real Inglesa Claire Jones, que dá esse toque necessário de romantismo e nobreza, e que juntamente com a nobreza de “toque” da guitarra Portuguesa de Custódio Castelo e os arranjos do percussionista e compositor Chris Marshall cruzam as fronteiras da distância e acrescentam aos Fados Amalianos uma sonoridade única. Ancestral, romântica, mas também tradicional, universal e moderna.
É um trabalho que passa as fronteiras do tradicional. Vai além de conceitos estanques e abrange universos muito generalizados.
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Royal Fado – Alinhamento:
1 - O nosso Povo (3. 48 ) Letra e música: Carlos Paião
2 – Madalena (2.57 ) Do musical “O Nazareno” Letra: Gomes Leal Musica : Frei Hermano da Câmara
3 - Cravos de papel (inspirado na ópera Carmen de Bizet) (3.36) Letra: António de Sousa Música: Alain Oulman
4 - Amêndoa Amarga (2.38) Letra: Ary dos Santos Música: Alain Oulman
5 – LIANOR (2.53) Letra: Camões Música: Alain Oulman
6 – Naufrágio (Dueto com Rhydian Roberts)( 3.30) Letra: Cecília Meirelles Música: Alain Oulman
7 - Rondel do Alentejo ( com participação do grupo de cante Alentejano “A moda Mãe”) ( 3.03) Letra: Almada Negreiros Música: Fernando Guerra
8- Cuidei que tinha morrido (3.54) Letra: Pedro Homem de Mello Música: Alain Oulman
9- Dafydd y Garreg Wen ( 2.52) Tema erudito e tradicional do Pais de Gales de Ceiriog Hughes
10 - Com que voz ( 3.48) Letra: Atribuída a Camões Música: Alain Oulman
11 - Soledad (adaptação para Harpa e Voz) (5.07) Letra: Cecília Meirelles Música: Alain Oulman
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Os Rayos, projecto natural de Arraiolos que recolhe influências da música celta, medieval e tradicional portuguesa, apresentam-se ao vivo em dose dupla já este Sábado, dia 1 de Outubro: primeiro na FNAC do Almada Fórum pelas 16h e depois no Lusitano Clube, em Lisboa, pelas 22h.
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Os concertos servirão para apresentar ao público as canções de “Terras de Rayos”, o primeiro EP do grupo, já disponível em formato digital e para escuta nas habituais plataformas de streaming.
O projeto Rayos resulta de uma fusão entre música Celta, Medieval e Tradicional Portuguesa! Com esta união, o grupo tenta criar um ambiente único ao vivo, levando o espetador por uma viagem sem fronteiras, onde se pode mergulhar em mágicos momentos instrumentais, suaves melodias de flauta e momentos únicos de profunda reflexão.
Andreia Carmo é a voz dos Rayos. Iniciou o seu percurso musical aos 15 anos, a estudar canto na Escola de Música do Munícipio do Arraiolos. Já integrou projetos de música tradicional, pop/rock e bossa nova. O fado fez parte da sua vida desde pequena e continua a estar presente em projetos como “Notas ao Vento” e “Zanguizarra”. Na vertente medieval e celta integra “Trovadores de Arraiolo” e “Rayos”.
António Luís Valente iniciou os estudos musicais aos 8 anos de idade com o acordeão. Entre os 9 e os 11 dedicou-se também ao piano e aos 11 anos descobriu a sua paixão pela bateria. Em 1998, dedicou-se ao ensino musical, carreira que desenvolve até aos dias de hoje. Nos “Rayos” é o dono do piano, dos sintetizadores e da percussão.
Ângela Fortes começou o seu caminho musical aos 7 anos de idade, quando entrou na “Academia de Música de Évora” para estudos musicais. Toca em vários grupos de música com as mais diferentes sonoridades desde a música clássica, passando pela música celta e medieval. Terminou a Licenciatura em Estudos Teatrais na Universidade de Évora e atualmente é professora na Escola Secundária Eça de Queirós e encenadora no grupo de teatro amador de Arraiolos - “Dupla Identidade”.
Paulo Travelas é um músico autodidata, que descobriu a sua vocação aos 4 anos quando lhe oferecem uma pianola e, mais tarde, um acordeão. Na adolescência a guitarra assume um papel principal na sua carreira musical. Atualmente, participa em alguns projetos musicais no Alentejo nas minhas diferentes sonoridades: música tradicional, medieval, celta, anglo-saxónica e latino americana.
Augusto Graça é o instrumentista deste grupo, que traz consigo uma influência jazz em fusão com música tradicional. Tó Zé Caeiro é o baterista e percussionista, que iniciou o seu trajeto musical aos 13 anos à semelhança de vários elementos deste grupo alentejano.
Programa REVIVE reabilita 30 edifícios públicos para fins turísticos. Conhecidos os primeiros 11 edifícios da lista
O programa REVIVE vai permitir restaurar e reabilitar, com fins turísticos, 30 edifícios públicos, tornando-os acessíveis ao público. Os primeiros 11 imóveis da lista são já conhecidos e são os seguintes: Convento de São Paulo (Elvas), Pavilhão do Parque (Caldas da Rainha), Quinta do Paço de Valverde (Évora), Mosteiro de Santa Clara-a-Nova (Coimbra), Castelo de Vila Nova de Cerveira, Fortaleza de Peniche, Mosteiro de São Salvador de Travanca (Amarante), Mosteiro de Arouca, Paço Real de Caxias (Oeiras), Forte do Guincho (Cascais), Castelo de Portalegre. A recuperação será feita por investidores privados a quem serão concessionados os imóveis.
O projeto REVIVE é uma iniciativa conjunta dos Ministérios da Economia, da Cultura e das Finanças. Na prática trata-se da criação de uma bolsa de edifícios históricos a serem concessionados a privados, nacionais e estrangeiros, para investimento através de concurso público. Muitos dos 30 edifícios estão em estado de degradação, classificado como ‘Mau’ pela Direcção-Geral do Património e Cultura (DGPC) e a necessitar de intervenção. Os 19 imóveis ainda não anunciados vão ser divulgados, de forma faseada, até ao final do ano.
A concessão a privados fica sujeita a compromisso de reabilitação, preservação e conservação, sendo que o património continua a pertencer ao Estado. Cada edifício terá o seu caderno de encargos, com o seu próprio calendário.
Pretende-se valorizar o património através da reabilitação e da sustentabilidade dos equipamentos em causa, dando vida a locais subaproveitados ou ao abandono e devolvendo os espaços à fruição pública. Os equipamentos estão em diversos pontos do país, o que ajuda à desconcentração e diferenciação da oferta turística, valorizando todo o território nacional.
O modelo de concessão adotado pelo programa REVIVE retira despesa ao estado e cria riqueza, pela atração de mais turistas e criação de postos de trabalho.
A sessão de apresentação oficial do REVIVE contou com a presença do Ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, do Presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Manuel Machado, do Secretário de Estado da Cultura, Miguel Honrado, da Secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, do Presidente do Turismo de Portugal, Luís Araújo e do Presidente do Turismo do Centro de Portugal, Pedro Machado.
Para informação sobre o Programa:
Para mais informações sobre os 11 edifícios já anunciados:
1 – Convento de S. Paulo (também conhecido como antigo Quartel de S. Paulo ou edifício do Tribunal Militar de Elvas), Elvas - http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/70353
2 - Castelo de Vila Nova de Cerveira - http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/70700
3 - Fortaleza de Peniche - http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/71147
4 – Mosteiro de S. Salvador de Travanca, Amarante - http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/69880 - fotografias em anexo
5 - Mosteiro de Arouca - http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/70519
6 - Mosteiro de Santa Clara-a-Nova - http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/70695
7 - Pavilhões do Parque, Caldas da Rainha - http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/4032391
8 - Paço Real de Caxias, Oeiras - http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/74866
9 – Forte do Guincho, Cascais - http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/74121
10 – Castelo de Portalegre - http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/70706
11 – Quinta do Paço de Valverde, Évora - http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/11152902 - concessão para exploração de hotel de aplicação
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Maré Cheia de outubro destaca Quinzena da Educação
A Agenda de Eventos no Concelho da Moita - “Maré Cheia”, de outubro, destaca o arranque do novo ano letivo e a realização da Quinzena da Educação que irá decorrer entre 7 e 23 de outubro, um pouco por todo o concelho, dando, desta forma, as boas vindas a toda a comunidade educativa.
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Esta edição, que pode consultar em www.cm-moita.pt, em suporte digital, ou nos locais habituais, em papel, sugere, no “Vai Acontecer…”, muitas outras atividades para ver, fazer ou ouvir em outubro. Nos dias em que prefere ficar em casa, opte por uma das sugestões das “Cumplicidades” que destaca um livro, um projeto musical, um site e um filme.
A rubrica “Aqui Tão Perto” dá-lhe a conhecer o Centro de Experimentação Artística, no Vale da Amoreira, um equipamento cultural com características únicas, que vai estar de portas abertas nos dias 7 e 8 de outubro, dando a todos a oportunidade de conhecer o que por lá se faz. O Restaurante “O STOP”, na Baixa da Banheira, uma casa com 30 anos, que recebeu recentemente a Medalha de Mérito Económico e Social, no Dia do Município, está em destaque nos “Sabores & Saberes”.
Se pretende receber a Maré Cheia, todos os meses, em sua casa, contacte o Gabinete de Informação e Relações Públicas da Câmara Municipal da Moita, através do e-mail informacao-rpublicas@mail.cm-moita.pt ou do telefone 212806715.
O músico brasileiro Daniel Lima vai estrear-se nos palcos portugueses já no decorrer do mês de Outubro! Depois dos sensacionais singles “Just Because” e “Last Forever” agora é a vez de escutarmos ao vivo as canções que compõem “Inside My Dreams”, o seu primeiro álbum de longa-duração, que tem o selo da Music For All.
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As cinco datas que perfazem esta digressão pelas FNAC lusitanas são uma oportunidade única para confirmar os ecos que nos chegam do Brasil e que colocam Daniel Lima entre os nomes mais promissores do pop/rock brasileiro da actualidade.
O músico apresenta-se ao vivo nas seguintes datas e locais:
08.10 | FNAC @ Alegro Alfragide
08.10 | FNAC @ Oeiras Parque
09.10 | FNAC @ Almada Forum
14.10 | FNAC @ Vasco da Gama
15.10 | FNAC @ Armazéns do Chiado
Daniel Lima nasceu em Belo Horizonte, capital do estado de Minas Gerais, no Brasil, conhecido pela sua entusiasmante vida noturna, pelos bares e o circuito de música ao vivo.
O seu percurso enquanto músico profissional começou em 1994, tendo desde então tocado e andado em digressão com inúmeras bandas, enfrentando os habituais altos e baixos de alguém que tenta fazer da música a sua forma de estar na vida.
Entre as suas conquistas contam-se a inclusão de uma canção sua numa novela de um dos maiores canais de televisão do Brasil, a sua participação no maior talk-show brasileiro, o lançamento de um disco e consequente digressão pela Europa.
Em 2009 Daniel Lima decidiu mudar-se para Nova Iorque, onde se licenciou enquanto engenheiro de som e produtor musical. Pela mesma altura começou a escrever canções que figurariam num primeiro EP enquanto artista a solo, que viria a ser lançado apenas em 2014. De curta coleção de canções, o registo passou a longa-duração graças à frutuosa parceria com o engenheiro/produtor Iain Fraser, da qual nasceu “Inside My Dreams”, álbum que chegou à Europa em junho passado com o selo da Music For All.
A 3ª edição do Festival de cinema Olhares do Mediterrâneo, Cinema no Feminino começa já na 5ª feira e fica até domingo, dia 2 no cinema São Jorge.
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Nestes dias vamos trazer ao Cinema São Jorge filmes que têm duas características: terem origem no Mediterrâneo e terem a participação activa de mulheres, quer seja na realização, produção ou noutro papel de relevo.
Vão passar pelo S. Jorge 33 filmes (dos quais 2 em estreia mundial) de 12 países mediterrânicos, que competirão por 4 prémios: Melhor Longa-Metragem; Melhor Curta-Metragem, prémio do Público.
Haverá também um prémio especial que consagra a criação de uma secção temática intitulada “Travessias” dedicada à questão dos refugiados.
Para além das 13 sessões de filmes, vai haver uma programação variada com debates, conferências, exposições música, actividades infantis, oficinas e para degustação de produtos da Dieta Mediterrânica.
Teremos também a companhia de 7 realizadoras, 2 actrizes e uma argumentista que nos irão apresentar e falar dos seus filmes.
A sessão inaugural é 5ª feira às 21.30 com o filme Exotica, Erotica, etc, de Evangelika Kranioti (Fra), com entrada gratuita(lugares disponíveis até ao limite da sala. Para garantir lugar, pode reservar pelo mail: olharesdomediterraneo.reservas@gmail.com)
Um bom programa para o fim de semana!
Toda a informação em: http://www.olharesdomediterraneo.org/2016-3
Grupo Folclórico Verde Minho organiza em A-das-Lebres uma festa que inclui desfolhada do milho, encontro de tocadores de concertina e cantadores ao desafio e fogo-de-artifício. E todos os minhotos que vivem na região de Lisboa vão certamente responder à chamada e demonstrar a sua união.
A avaliar pelas inscrições já efetuadas, a organização prevê a participação no evento de mais duzentos e cinquenta tocadores de concertina, o que o torna o maior evento do género realizado na região de Lisboa. De diversas regiões do país, deslocam-se a Loures cerca de 40 grupos que levam consigo as tradições e os cantares das respetivas regiões. Apesar de espaçoso, o local onde o encontro se realiza vai certamente ser exíguo para o numeroso público que ali vai acorrer, o que obrigará a organização a repensar a localização para futuras edições deste evento.
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A iniciativa é do Grupo Etnográfico Verde Minho e tem lugar no próximo dia 22 de Outubro, a partir das 15 horas. A recriação da desfolhada decorre no terreiro fronteiro às instalações do Grupo União Lebrense, em A-das-Lebres, no concelho de Loures.
Os grupos de zés-pereiras percorrem as ruas da aldeia anunciando a festa com o rufar dos seus bombos. As moças exibem os seus trajes de trabalho característicos. Rapazes e raparigas cuidam de desfolhar o milho à procura da maçaroca… e do “prémio” da conversada!
Não falta o vinho e o petisco oferecido aos trabalhadores que participam no serão. Os trabalhadores da jorna recordam com nostalgia a juventude e a alegria de tempos idos. E, como a festa é minhota, dança-se o vira, a chula e a cana-verde.
Como manda a tradição, não falta sequer a broa de milho e a boa pinga de vinho verde a lembrar costume antigo.
Predominando no Minho a cultura de regadio, é por altura da festa de S. Miguel que ocorre o corte do milho e se seguem as desfolhadas.
Para o minhoto, tudo é pretexto para a festa: o trabalho e a romaria, a religião e a gastronomia. Em todas as ocasiões, o minhoto é alegre, levando sempre desse modo de vencida as agruras da vida, mesmo quando vividas em terras distantes.
Para onde quer que vá, o minhoto leva consigo a alma grandiosa da sua terra e a cor da esperança porque o Minho é verde e o folclore… é Verde Minho!
Remonta há mais de quatro séculos a introdução da cultura do milho no nosso país. A sua cultura foi iniciada no noroeste peninsular onde a região do Minho se insere, tendo com o decorrer do tempo se propagado para outras regiões do país.
A cultura do milho teve origem nas Américas e foi trazida para a Península Ibérica nas naus do navegador Cristóvão Colombo, aliás Salvador Fernandes Zarco, oficialmente ao serviço dos reis de Espanha, secretamente ao serviço do rei D. João II, com o propósito de afastar os reis católicos da rota da Índia, levando-os a celebrar o Tratado de Tordesilhas.
Os grupos de tocadores de concertina já inscritos para o evento são os seguintes:
1-CONCERTINAS E CANTIGAS DO VERDE MINHO
2-SONS DA SERRA HOLIVEIRA DO HOSPITAL
3-ESCOLA DA BARRENTA, RICARDO
4-EM ARMÓNICA EDUARDO BONANÇA
5-GRUPO DE FOLCLORE TERRAS DA NOBREGA
6-INTERNACIONAL EM ACORDEÃO, TINO COSTA
7-CASA DO POVO DE CORROIOS
8-CONCERTINAS DA RIBEIRA DA LAGE
9-ESCOLA FILIPE OLIVEIRA
10-DANÇAR É VIVER DA BRANDOA
11-ECOS DO BASTO JOSÉ LUIS
12-JOÃO DA CONCERTINA EPINTO
13-GRUPO ALEGRIA DO MINHO ASSOPRIM
14-RAMOS, SERRA DA SILVEIRA
15-GRUPO DE CONCERTINAS DE CARENQUE
16-GRUPO DE CONCERTINAS AGUIAS VERMELHAS, CH, CAPARICA.
17-JOÃO TOMAZ, ÁS DA CONCERTINA
18-SILVIA MORENA DA CONCERTINA
19-CASA DO MINHO EM LISBOA
20-SOMOS DO NORTE JOÃO MOTA
21-CASA DE PONTE DE LIMA EM LISBOA
22-CASA DOS ARCOS
23-ESCOLA VASCO LOPES
O evento Sentir Portugal levou até à cidade de Oviedo a cultura portuguesa e encantou os muitos locais e turistas que passaram, ao longo dos quatro dias, pelo evento.
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De 22 a 25 de Setembro esta iniciativa da Progestur - Associação para o Desenvolvimento do Turismo Cultural – que conta com o apoio do Ayuntamiento de Oviedo, Fundação Luso-Espanhola e União de Exportadores da CPLP, permitiu levar até ao norte de Espanha marcas e empresas portuguesas possibilitando vários contactos institucionais.
No interior do antigo edifício del mercado del pescado, local onde hoje se realizam diversos eventos culturais, estiveram dispostos, em espaços promocionais, tradicionais iguarias portuguesas. Fumeiro, queijos, doces conventuais, vinhos e licores e ainda produtos feitos de cortiça e peças de vestuário trabalhadas em burel, despertaram a curiosidade do público.
O principal destaque da 1ª edição de Sentir Portugal foram os dois “Jantar com Fado” que decorreram sexta-feira e sábado à noite. Esgotados desde quinta-feira, a organização teve a necessidade de ampliar o número de lugares disponíveis na sala, uma vez que a combinação da gastronomia e canto tradicional de terras lusas agradou bastante ao público asturiano, gerando grande procura.
O evento contou com várias presenças institucionais, entre as quais a presença do Alcalde de Oviedo, Wenceslao López, do conselheiro de economia, Concejal Rubén Rosón, do Presidente da União de Exportadores da CPLP, Mário Costa, do Presidente da Câmara Municipal de Miranda do Douro, entre outras personalidades que fizeram questão de visitar a 1ª edição do evento.
Durante os dois dias os serões foram abrilhantados com a maravilhosa voz da fadista Deolinda Bernardo, que brindou o público com tradicionais canções de fado, conhecidas por algumas pessoas do público, que por vezes se faziam ouvir acrescentando pedidos ao repertório.
A fadista, acompanhada por Ricardo Dias na guitarra portuguesa e José Pires na viola fado, relembrou êxitos de Amália Rodrigues, Zeca Afonso, Mariza, Dulce Pontes, entre muitos outros artistas portugueses. Entre um cálice de vinho do porto e um café típico de Portugal, o público acompanhou Deolinda Bernardo num coro organizado, tornando por momentos a Plaza Trascorrales “uma casa portuguesa com certeza!”.
Para o ano reforçaremos ainda mais a imagem de Portugal em Oviedo levando mais produtos regionais e mais oportunidades para assistir aos concertos de fado.
Não perca a 2ª edição de Sentir Portugal, já em 2017!
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NATAL É NA FIL de 7 a 11 de Dezembro!
O NATAL É NA FIL é um evento de Natal que inclui o Mercado de Natal, o Mercado Outlet, o Mercado do Chocolate e a FIL Diverlandia (mais informação abaixo do corpo de e-mail).
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Um conjunto de iniciativas, com comunicação e layout próprios, que apelam à compra associada ao Espirito Natalício e à experiencia de um conjunto de actividades alusivas à época, prova de algumas iguarias características da época, muita diversão e excelentes prendas para toda a família. Solução para todos os gostos, desde pequenas prendas criativas a produtos de Outlet ou as melhores delícias de chocolate.
A simultaneidade das iniciativas tem como objectivo criar sinergias e atrair à FIL cerca de 40.000 pessoas.
O evento FIL DIVERLÂNDIA – A Sua Feira Popular Indoor, cuja apresentação se anexa, decorre de 7 de Dezembro 2016 a 8 de Janeiro 2017 e acolhe todos os anos cerca de 150.000 visitantes.
Destinado a fabricantes, representantes ou distribuidores de grandes Marcas, o Mercado de Outlet pretende distinguir-se do comércio local pela qualidade versus preços imbatíveis em produtos dos sectores da Moda e Acessórios, Casa, Desporto, Livros, Brinquedos entre outros
O Natal é por excelência uma época de doces iguarias. O Mercado de Chocolate é um espaço de venda a quem não resiste a bom chocolate, bem como para transformar este produto em excelentes prendas de Natal. É também um evento para experimentação, aprendizagem e lúdico através de workshops, exposições…
Uma oportunidade para, num espaço único, transformar os seus produtos em prendas de Natal, independentemente do tipo de produto ou target a que se destina. Um evento multissectorial, alternativo ao comércio tradicional que se deve distinguir pela singularidade e criatividade dos produtos.
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PAN participa em iniciativas em prol da saúde, da não-violência e da proteção animal
O PAN - Pessoas-Animais-Natureza – assinala o início de Outubro com a participação em várias iniciativas alinhadas com o seu compromisso de contribuir para mudar o paradigma vigente de consumo ilimitado e alterar consciências pela positiva.
No próximo dia 2 de Outubro o Deputado do PAN, André Silva, participa a partir das 09h30 no V Congresso Multidisciplinar Sobre Alimentação Saudável (CMSAS), no Auditório do Centro de Interpretação de Monsanto em Lisboa. Organizado pela ComMedida, Instituição Privada de Solidariedade Social (IPSS) de utilidade pública (IUP) para Fins de Saúde, no apoio a pessoas com dificuldades de comportamento alimentar, o congresso deste ano subordina-se ao tema "As várias facetas da obesidade". A intervenção de André Silva, “Obesidade: Interesses e Políticas de Desinformação” prende-se com a necessidade, cada vez mais evidente, de se redirecionarem recursos públicos para a criação de ambientes alimentares verdadeiramente promotores de saúde ao invés de se continuar a investir e a oferecer aos cidadãos alimentos “facilitadores da obesidade” e da doença. Governos, profissionais de saúde e cidadãos, todos têm um papel determinante neste enorme desafio de mudar de paradigma.
Nesse mesmo dia pelas 18h00, e assinalando o Dia Internacional da Não violência e o Dia de Gandhi, André Silva participa no evento “Criando a Paz através da Não-violência”, organizado pela Organização Não Governamental Internacional Brahma Kumaris - Academia para um Mundo Melhor, fundada na Índia em 1937, e que, em Portugal, devido ao seu trabalho de caráter voluntário direcionado para a comunidade, recebeu o estatuto de Instituição de Utilidade Pública, com sede na Rua do Guarda - Jóias, 52 em Lisboa, local onde se realiza este encontro, que reúne alguns convidados especiais para partilhar mensagens, reflexões e expressões artísticas, entre os quais a Senhora Raj Bala, em representação da Embaixada da Índia em Portugal e o Professor Doutor António Faria, Responsável pela Linha de Investigação em Cosmovisões da Ásia, da Universidade Lusófona.
Dia Mundial do Animal – 4 de Outubro
No dia Mundial do Animal, que se celebra todos os anos a 4 de Outubro, o PAN participa em várias iniciativas locais, um pouco por todo o pais, com o objetivo de sensibilizar a população para a necessidade de proteger os animais, de preservação de todas as espécies, de mostrar a importância dos animais na vida das pessoas e de celebrar a vida animal em todas as suas vertentes.
Este ano, André Silva viaja para o Algarve para participar na inauguração do edifico sede do Canil de São Francisco de Assis - AAAA Associação dos Amigos dos Animais Abandonados, pelas 11:00, no sítio da Campina de Baixo, junto ao Parque Industrial de Loulé. Esta instituição é a única no Algarve com licença de utilização camarária e da Direcção-Geral de Veterinária (DGAV) para alojamento de animais de companhia sem fins lucrativos. Já existe há 35 anos, sendo que no último ano foram feitas várias melhorias que culminam agora com a inauguração deste espaço.
Pelas 15:00 deste dia o PAN marca ainda presença no Seminário: “Direitos dos Animais” no Centro Cultural de Lagos, com as participações de André Silva, subordinada ao tema “Proteção animal no Parlamento” e de Paulo Batista – Comissário regional delegação de Faro do PAN, subordinada ao tema “Direito moral dos animais de companhia”. Organizada pela Câmara Municipal de Lagos, esta iniciativa contará com a presença de representantes da PSP e de várias entidades e associações que se dedicam à proteção e bem-estar animal.
Depois de uma bem-sucedida tour em Portugal no passado mês de Abril que serviu para apresentar as canções de “El Mar”, eis que o mais recente disco de Tori Sparks chega por fim ao mercado português.
Este 5º álbum de originais da cantora nativa de Chicago radicada em Espanha foi gravado em colaboração com os espanhóis Calamento – um trio de fusão de flamenco – e tem como cartão-de-visita o apaixonante “Everybody Knows”, encontrando-se disponível para compra em formato físico nos locais habituais.
Tori Sparks é natural de Chicago e está no mundo dos blues desde nascença. Viveu no berço da música country em Nashville até se mudar para Barcelona. Passa a maior parte do tempo em tournée, tocando em média 200 concertos cada ano. Só nos últimos dois anos tocou em 23 países. Estudou jazz e música clássica e tem dupla nacionalidade: italiana e americana.
Uma performer deslumbrante, Tori mistura humor ao seu lado emocional, com canções inventivas escritas em inglês, espanhol e ocasionalmente em francês. Tocou para 30 pessoas num concerto em casa e para 30 mil pessoas em prestigiosos festivais de música, tais como, o Montreux Jazz Festival na Suiça e o Bele Chere em Asheville.
Desde 2005, Tori lançou 5 álbuns amplamente elogiados pela crítica e pela sua editora (Glass Mountain Records), incluindo o seu mais recente trabalho “El Mar”. O novo album é o culminar das várias experiências culturais e musicais da cantora desde que fez a sua primeira tournée, há uma década atrás – tudo isto antes de chegar aos 30.
Sparks não é estranha a parcerias musicais inusitadas. O seu quarto álbum, “Until Morning/Come Out of the Dark”, assinalou a sua terceira colaboração com o produtor David Henry (R.E.M., Josh Rouse) e a primeira com Roger Moutenot (Yo La Tengo, Elvis Costello, Velvet Underground, Gypsy Kings). As gravações contaram com a participação de músicos internacionais de primeira água como Viktor Krauss, Will Kimbrough e Fats Kaplin e vocalistas convidados como Shawn Mullins, Mike Farris e Paris DeLane.
“Until Morning/Come Out of the Dark” seria lançado a 16 de setembro de 2011, três meses após a mudança da artista para Espanha. O sucesso “passa-a-palavra” do álbum foi de tal forma que Tori Sparks seria convidada a actuar ao vivo na maior emissora de música nacional, no espaço “Los Conciertos” da Radio 3. Em 2012 a sua carreira sofreria uma reviravolta com a descoberta e subsequente paixão pelo flamenco, que motivou a sua ida para Granada, onde desenvolveu a sua arte com vários grupos de música cigana.
Os 3 álbuns anteriores de Tori Sparks (“Rivers + Roads”, “Under The Yellow Sun”, “The Scorpion in the Story”) chegaram aos tops da Americana and College Radio Charts nos EUA, Reino Unido e Europa. Músicas desses álbuns foram licenciadas pela MTV, a Lifetime, a Oxygen Network, a Lufthansa Airlines, o Travel Channel, o canal SciFi, entre outros, sendo o aparecimento recente de sua canção "Cold War" na série televisiva de drama/crime “Criminal Minds” um dos muitos marcos da sua carreira.
Tori já foi entrevistada pela revista Rolling Stone, The Los Angeles Times Blog, NPR, The Village Voice, Paste, Radio3 Radio 4, Americana UK, Rock in Spain, All Music Guide, El Mundo e muitas outras publicações de renome. É também conhecida por ser uma campeã do modelo de negócio DIY, dando regularmente palestras em universidades, escolas de artes e conferências de música como o South by Southwest, o Folk Alliance International, WOMEX, e a Indie Music Conference.
Fã confessa de Tom Waits e flamenco, Tori Sparks anda há um ano na estrada juntamente com os Calamento a promover “El Mar”, numa digressão mundial que se prolongará por 2016 fora.
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Terminou hoje em apoteose a III Feira do Fumeiro e Produtos Regionais da Freguesia Águas Livres, ainda conhecida da generalidade das pessoas por Damaia, topónimo derivado de A-da-Maia. No Largo da Igreja desta localidade do concelho da Amadora, largas centenas de pessoas juntaram-se para assistir à atuação dos ranchos folclóricos no âmbito do II Festival de Folclore de Águas Livres.
A anteceder o festival teve lugar o cortejo etnográfico que percorreu as principais artérias da localidade, passando sob o imponente Aqueduto das Águas Livres que constitui o ex-líbris da freguesia que recentemente tomou o seu nome.
O Minho fez-se representar neste festival e folclore através do Rancho Folclórico de Lousado que veio propositadamente de Famalicão e ainda pelos Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho e o Rancho Folclórico Verde Minho, sediados respetivamente em Lisboa e Loures. De Amarante veio o Rancho Folclórico de Gouveia – S. Simão; de Cinfães o Grupo Folclórico de Pias e, como não podia deixar de ser, o anfitrião Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho que representa na região de Lisboa o folclore da chamada província do Douro Litoral, na realidade parte integrante da mesma região geo-etnográfica correspondente à histórica Comarca d’Entre-o-Douro-e-Minho.
Tal como já nos referimos, coube ao Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho a iniciativa da organização do II Festival de Folclore de Águas Livres que tem a chancela da Junta de Freguesia e conta com o apoio da Câmara Municipal da Amadora.
O Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho é um agrupamento constituído no seio da Associação de Moradores do Alto do Moinho, na freguesia de Alfragide, no concelho da Amadora. Fundado em 12 de novembro de 1987, com a designação original de “Rancho Folclórico Alto do Moinho”, decidiu este grupo após duas décadas de existência, proceder a uma profunda reestruturação, altura em que adotou a sua atual denominação, passando desde então a representar exclusivamente o chamado Douro Litoral.
Este é um grupo que apresenta variadíssimos trajes de entre os quais se destacam, os trajes de trabalho, traje de romaria, traje de vendedeiras de bolos, traje de aguadeira, traje de lavadeira, traje de vindimador, entre outros.
De modo a representar fidedignamente o folclore do Douro Litoral este grupo fez uma recolha das modas e trajes das regiões de Gondomar, Trofa, Maia e outras regiões do grande Porto.
No seu repertório, este grupo, apresenta modas de roda como a caninha verde, cantares ao desafio como a Desgarrada, danças melodiosas e em coluna como a Pastorinha e a real Caninha, entre outras bastante demonstrativas da região do Douro Litoral.
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A cidade da Amadora vestiu-se hoje com as alegres cores do Minho. As gentes da localidade assomaram às varandas para ver o cortejo etnográfico que percorreu as ruas da freguesia da Mina de Água em direção ao Parque Central, onde uma numerosa assistência os aguardava para assistir à sua atuação. A presidente da Câmara Municipal da Amadora, Drª Carla Tavares, deu as boas-vindas a todos os agrupamentos presentes no festival.
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De Viana do Castelo vieram o Rancho Folclórico do Centro Desportivo e Cultural de Outeiro e o Grupo Etnográfico de São Lourenço da Montaria. De Santo Tirso, localidade que faz parte da mesma região geo-etnográfica d’Entre-o-Douro-e-Minho, veio o Grupo Etnográfico de S. Paio de Guimarei. Também a comunidade minhota radicada em Lisboa fez-se representar pelo Rancho Folclórico da Casa do Minho. E, como não podia deixar de suceder, o anfitrião deste IV Festival de Folclore fez as “honras da casa” como é costume dizer-se: o Rancho Folclórico Alegria Do Minho (Assorpim), da Amadora.
O Rancho Folclórico Alegria Do Minho (Assorpim) e foi legalmente constituído no dia 29 de agosto de 2013. Constituído no seio da Associação de Reformados Pensionistas e Idosos da Mina (ASSORPIM), este grupo está sediado na Junta de Freguesia da Mina, no Concelho da Amadora.
Em termos etnográficos, pretendem abranger na sua representação toda a região do Minho, quer nas danças e cantares, quer nos trajes com que se apresenta. Do seu reportório constam as mais lindas modas do nosso folclore como a Ritinha, Rosinha, Chula Picada, Rusga, Cana Verde, Vira de Viana, Linda Morena e o Picadinho.
Com apenas 4 anos de existência, o Rancho Folclórico Alegria Do Minho (Assorpim) é o mais jovem agrupamento folclórico minhoto na região de Lisboa e revela já uma notável capacidade de iniciativa, como se comprova através do programa que acaba de realizar no âmbito deste IV Festival de Folclore.
A paróquia de Loures vai estar em festa, porque recebe e acolherá durante um ano a imagem de Nossa Senhora do Cabo Espichel, tornando-se, assim, palco de uma das festas católicas mais antigas em Portugal.
Os Festejos decorreram na Igreja Matriz e nas imediações, com Cerimónias Religiosas todos os dias, Vários Espectáculos Musicais, Culturais, Circences e Danças. Onde as tasquinhas, carroceis, exposição automóvel e máquinas agricolas também marcam presença.
Consulte o programa detalhado:
DIA 1
11:00 Abertura do Arraial
13:00 Recepção à Comissão de Honra e aos Anjos das Loas na Igreja Matriz de Loures
14:30 Missa na Igreja de Belas
17:00 Entrega da Imagem de Nossa Senhora do Cabo à Paróquia de Sta. Maria de Loures
18:00 Canto das Loas na Igreja de S. Pedro de Caneças
19:30 Chegada a Montemor, Canto das Loas e Cortejo Automóvel com Motards e Carros Clássicos
20:30 Recepção da Imagem de Nossa Senhora do Cabo junto aos Bombeiros de Loures
Círio para a Igreja Matriz, Presidido pelo Bispo Auxiliar D. Nuno Brás
Cortejo de trens e Cavalaria particular
22:30 Actuação “Orquestr’UP - Sociedade Filarmónica União Pinheirense”
00:00 Fogo de Artificio
DIA 2
08:30 Alvorada e Repique dos Sinos
10:00 Arruada com Fanfarra da “Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Camarate”
11:00 Abertura do Arraial e Exposição de Carros Clássicos
15:00 Missa Solene em Honra de Nossa Senhora do Cabo, Presidida pelo Cardeal Patriarca D. Manuel Clemente
16:00 Procissão Solene pelas Ruas de Loures acompanhada pela “Banda da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Loures” e “Banda Filarmónica da Sociedade Musical e Desportiva de Caneças”
18:30 Actuação do “Chorus’UP - Sociedade Filarmónica União Pinheirense”
21:30 Actuação do Grupo “Chaparral Band”
23:00 Espectáculo com “Fernando Correia Marques”
DIA 3
08:30 Alvorada e Repique dos Sinos
18:00 Abertura do Arraial
19:00 Recitação de terço e missa pelos Colaboradores e Grupos da Paróquia
21:30 Actuação do Grupo “Contraponto”
DIA 4
08:30 Alvorada e Repique dos Sinos
18:00 Abertura do Arraial
19:00 Recitação de Terço e Missa pelas Crianças
21:30 Actuação da “Banda Nova Onda”
DIA 5
08:30 Alvorada e Repique dos Sinos
11:00 Abertura do Arraial
12:00 Missa pelos Idosos e Doentes
15:00 Encontro de Orquestras: Orquestra Ligeira da Sociedade Recreativa e Musical 1º de Agosto Santa Iriense, Orquestra Ligeira do Clube União Recreativo de São Julião do Tojal
18:00 “Clarinete in Orquestra”
21:00 Concerto com a Banda da “Sociedade Musical e Desportiva de Caneças com Vozes”
22:00 Actuação do “Duo Musical Nuno e Marina”
DIA 6
08:30 Alvorada e Repique dos Sinos
18:00 Abertura do Arraial
19:00 Recitação de Terço e Missa pelos Dirigentes e Associações da Freguesia
21:30 Actuação do “Trio Maravilha”
DIA 7
08:30 Alvorada e Repique dos Sinos
18:00 Abertura do Arraial
19:00 Recitação de Terço e Missa pelos Jovens
21:30 Actuação da “Banda Fora de Série”
DIA 8
08:30 Alvorada e Repique dos Sinos
09:30 Caminhada
11:00 Abertura do Arraial
15:00 Encontro de Folclore: “Rancho Folclórico e Etnográfico do Cabeço de Montachique”, “Rancho Folclórico do Bairro da Fraternidade e Grupo Folclórico” e “Etnográfico Danças e Cantares “Verde Minho”
17:30 Aula Aberta de Zumba – “Dalila Salvador”
19:00 Recitação de Terço e Missa pelas Famílias
21:30 Actuação da “Banda Demais”
23:00 Espectáculo com “TOY”
DIA 9
09:30 Caminhada
11:00 Abertura do Arraial
11:30 Missa
16:00 Tarde de Variedades:
Grupo Coral da Portela Canticorum
Hip Hop – Feel It Crew
Zumba – GimnoFrielas
Danças de Salão – GimnoFrielas
Cavaquinhos - Universidade Sénior de Loures
Grupo Cénico – Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fanhões
Artes Circenses - Gato Ruim
Teatr’UP - Sociedade Filarmónica União Pinheirens
Casa de Camilo assinala 150 anos de “A Queda dum Anjo” com edição em Mirandês
Encontros Camilianos de São Miguel de Seide realizam-se a 7, 8, 15 e 18 de outubro, em Vila Nova de Famalicão, Caçarelhos em Vimioso, Miranda do Douro e Lisboa.
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Cento e cinquenta anos depois do lançamento da primeira edição de “A Queda dum Anjo” de Camilo Castelo Branco, a obra foi traduzida em língua mirandesa, por Alfredo Cameirão, e vai ser apresentada na Biblioteca da Assembleia da República. É esta a grande homenagem da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e da Casa de Camilo a “Calisto Elói de Silos e Benevides de Barbuda, morgado da Agra de Freimas, nascido em 1815, na aldeia de Caçarelhos, termo de Miranda”, o herói deste romance satírico de Camilo.
A iniciativa insere-se no programa da 3.ª edição dos Encontros Camilianos de São Miguel de Seide, que vai realizar-se a 7, 8, 15 e 18 de outubro, em Vila Nova de Famalicão, Caçarelhos em Vimioso, Miranda do Douro e Lisboa.
Considerada a mais atual e moderna obra de Camilo Castelo Branco, “A Queda dum Anjo” descreve de maneira caricatural a vida social e política portuguesa, através de uma parábola humorística na qual o protagonista, Calisto, um fidalgo austero e conservador, encarna de maneira satírica o povo português. Ao ser eleito deputado, Calisto vai para Lisboa, onde se deixa corromper pelo luxo e pelo prazer que imperam na capital.
“A Queda dum Anjo” dá assim o mote para mais uma edição dos Encontros Camilianos, que este ano se estendem ao longo de quatro dias, e em quatro localidades.
Do vasto e diversificado programa destaque ainda para a entrega do Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco à escritora Teresa Veiga e para a apresentação das obras “As Aventuras de Basílio Fernandes Enxertado e Coração, Cabeça e Estômago”, da editora Glaciar, por João Paulo Braga, Jorge Reis Sá e Sérgio Guimarães de Sousa.
A abertura dos encontros ficará também marcada pela apresentação do carimbo do dia dos CTT, evocativo dos 150 anos da primeira edição de “A Queda de um Anjo”.
Ao todo, a iniciativa conta com quatro painéis e cerca de dez temas a debate. No dia 15 de outubro, será realizada uma visita a Caçarelhos e Miranda do Douro, cenários do romance camiliano, onde será apresentada a obra em mirandês. No dia 18, os participantes dos Encontros Camilianos serão convidados para uma visita a Lisboa, onde para além de um roteiro camiliano, se realizará uma mesa redonda com Francisco José Viegas e Pedro Mexia sob o tema “A atualidade d’A Queda dum Anjo, de Camilo Castelo Branco”. Depois de uma visita ao Palácio de Belém, a versão da obra em mirandês será apresentada na Biblioteca da Assembleia da República.
Uma peça de teatro, uma exposição e uma feira do livro camiliano encerram o programa.
Para o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha “esta 3.ª edição dos Encontros Camilianos apresentam um programa bastante atrativo e ambicioso, perseguindo o objetivo de promover o debate e a reflexão interdisciplinar em torno das temáticas camilianas, contribuindo, assim, para a melhor divulgação da vida e da obra de Camilo Castelo Branco e para sedimentar a sua política de intervenção cultural e científica a favor da Língua e da Cultura portuguesas.”
De referir ainda que parte científica do programa conta com a participação de especialistas nacionais e estrangeiros na temática camiliana, que se debruçarão sobre a obra do romancista, e particularmente sobre A Queda dum Anjo, numa variedade de perspetivas por ela suscitada.
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Mísia regressa ao Teatro da Trindade INATEL dia 2 de Dezembro para apresentar ‘Do Primeiro Fado ao Último Tango’, o espetáculo com que celebra 25 anos de carreira.
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Vinte e cinco anos depois da edição do seu primeiro disco - ‘Mísia’ (1991) - a história de Mísia faz-se de uma mão-cheia de grandes álbuns e de concertos invariavelmente memoráveis um pouco por todo o mundo. E depois há canções que se tornaram parte de todos nós. As que se recordam no alinhamento de ‘Do Primeiro Fado ao Último Tango’ são por isso parte da História do Fado dos últimos 25 anos.
Mísia foi a pioneira do que se veio a chamar Novo Fado, com a sua estreia em 1991. Criou uma sonoridade própria ao trazer para o Fado instrumentos como o violino, o acordeão e o piano e tem a particularidade de cantar textos que poetas contemporâneos escreveram especialmente para a sua voz, nomes como José Saramago, Agustina Bessa-Luís, Lídia Jorge, Vasco Graça Moura, Hélia Correia, entre outros.
É uma das mais internacionais artistas portuguesas. Foi distinguida com a Ordem de Oficier des Arts et des Lèttres pelo Governo Francês em 2011, depois de já ter recebido a Ordem de Mérito Civil em Portugal. Nesse mesmo ano, recebeu em Florença o Prémio Gilda no 33° Festival Cinema e Donne pela sua participação no filme ‘Passione’ dirigido pelo ator e realizador John Turturro. Em 2012 foi galardoada com o Prémio Amália Rodrigues na categoria ‘Divulgação Internacional’, um justo reconhecimento pelo seu trabalho além-fronteiras.
Através de uma seleção feita pela sua própria mão, Mísia conduz-nos em ‘Do Primeiro Fado Ao Último Tango’ numa extraordinária viagem pela sua longa e brilhante carreira. Um percurso onde revisitamos ‘Mísia’ (1991), ’Fado’ (1993), ‘Tanto Menos Tanto Mais’ (1995), ‘Garra dos Sentidos’ (1998), ‘Paixões Diagonais’ (1999), ‘Ritual’ (2001), ‘Canto’ (2003), ‘Drama Box’ (2005), ‘Ruas’ (2009) e ‘Senhora da Noite’ (2011) sem esquecer os recentes ‘Delikatessen Café Concerto’ (2013) e ‘Para Amália’ (2015).
Os bilhetes já estão à venda nos locais habituais.
TEATRO DA TRINDADE INATEL, Lisboa
2 de Dezembro 2016
21h30
Os Rayos, projecto natural de Arraiolos que recolhe influências da música celta, medieval e tradicional portuguesa, sobe ao palco do Lusitano Clube, em Lisboa, no próximo dia 1 de Outubro pelas 22h. Os bilhetes custam 5€.
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O concerto servirá para apresentar ao público as canções de “Terras de Rayos”, o primeiro EP do grupo, já disponível em formato digital e para escuta nas habituais plataformas de streaming.
O projeto Rayos resulta de uma fusão entre música Celta, Medieval e Tradicional Portuguesa! Com esta união, o grupo tenta criar um ambiente único ao vivo, levando o espetador por uma viagem sem fronteiras, onde se pode mergulhar em mágicos momentos instrumentais, suaves melodias de flauta e momentos únicos de profunda reflexão.
Andreia Carmo é a voz dos Rayos. Iniciou o seu percurso musical aos 15 anos, a estudar canto na Escola de Música do Munícipio do Arraiolos. Já integrou projetos de música tradicional, pop/rock e bossa nova. O fado fez parte da sua vida desde pequena e continua a estar presente em projetos como “Notas ao Vento” e “Zanguizarra”. Na vertente medieval e celta integra “Trovadores de Arraiolo” e “Rayos”.
António Luís Valente iniciou os estudos musicais aos 8 anos de idade com o acordeão. Entre os 9 e os 11 dedicou-se também ao piano e aos 11 anos descobriu a sua paixão pela bateria. Em 1998, dedicou-se ao ensino musical, carreira que desenvolve até aos dias de hoje. Nos “Rayos” é o dono do piano, dos sintetizadores e da percussão.
David Espingardeiro é o guitarrista de serviço nos Rayos. Desde os 12 anos que estuda guitarra clássica e guitarra elétrica. Juntou ao seu percurso estudos em guitarra portuguesa e guitarra jazz, o que lhe permite participar em vários projetos dos mais variados estilos musicais.
Ângela Fortes começou o seu caminho musical aos 7 anos de idade, quando entrou na “Academia de Música de Évora” para estudos musicais. Toca em vários grupos de música com as mais diferentes sonoridades desde a música clássica, passando pela música celta e medieval. Terminou a Licenciatura em Estudos Teatrais na Universidade de Évora e atualmente é professora na Escola Secundária Eça de Queirós e encenadora no grupo de teatro amador de Arraiolos - “Dupla Identidade”.
Paulo Travelas é um músico autodidata, que descobriu a sua vocação aos 4 anos quando lhe oferecem uma pianola e, mais tarde, um acordeão. Na adolescência a guitarra assume um papel principal na sua carreira musical. Atualmente, participa em alguns projetos musicais no Alentejo nas minhas diferentes sonoridades: música tradicional, medieval, celta, anglo-saxónica e latino americana.
Augusto Graça é o instrumentista deste grupo, que traz consigo uma influência jazz em fusão com música tradicional. Tó Zé Caeiro é o baterista e percussionista, que iniciou o seu trajeto musical aos 13 anos à semelhança de vários elementos deste grupo alentejano.
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APRENDER, BRINCAR... COZINHAR: é este o lema do KIDS FOOD
FESTIVAL, um evento inédito e com formato inovador que combina todos os ingredientes fundamentais para um agradável dia em família!
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Ao longo das 2 sessões do festival (ver horário abaixo), a organização convida todos os lisboetas a aproveitar as actuações dos chefs no palco principal. São convidados do Kids Food Festival os Chefs: Rui Paula (júri do Masterchef Júnior), Miguel Laffan, Vítor Sobral, Cátia Rocha e... Miguel Gameiro! O cozinheiro e cantor (membro fundador dos Pólo Norte e um condecorado artista a solo) é o anfitrião do Kids Food Festival. Gameiro promete deixar toda a audiência boquiaberta com alguns dos truques que aprendeu, ao trabalhar em alguns restaurantes portugueses vencedores de uma (ou mais) estrelas Michelin. Em palco, os Chefs terão consigo assistentes muito especiais: os participantes do MasterChef Júnior!
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Para além da gastronomia, haverá também todo o tipo de diversões e encantos a pensar nos mais pequenos. Um pouco por todo o recinto, as personagens de Vila Moleza, as Princesas e as Winx vão andar a espalhar bons conselhos de como viver uma vida saudável, muita dança e agitação. No entanto, não serão os únicos a animar o dia. Haverão ainda, no recinto, hortas e quintas guardadas pelos Três Porquinhos, a capoeira da Galinha Pintadinha e uma aula muito especial de cozinha molecular, com o brilhante Sid Ciência! Para garantir a todos uma boa barrigada de riso, nada melhor que dar uns bons saltos nos enormes insufláveis do Kids Food Festival!
À hora de cada refeição, as famílias terão ao seu dispor uma vasta oferta.
Caso queira aproveitar o sol, nada melhor que uma visita ao Food Court, onde estarão variadíssimas barraquinhas com o melhor do streetfood feito em Portugal, para disfrutar ou na nossa esplanada, ou no relvado do Parque dos Poetas.
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Airyn, cantora pop/new age oriunda de Sevilha, faz-se anunciar com o etéreo “My Angel”, delicada composição que conjuga influências clássicas e electrónicas, ilustrado por um vídeo que narra a história de amor entre uma humana e um ser celestial.
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Este é o single de apresentação do disco de estreia da intérprete sevilhana, “The Sounds of Earth”, que assinala a sua chegada ao catálogo da Music In My Soul.
Airyn é um conceito musical criado pelo compositor J.M. Mantecón e pela própria Airyn, em colaboração com músicos de todo o mundo.
Natural de Sevilha, Airyn conjuga influências de pop/new age, de música electrónica e clássica. Sons étnicos, sintetizadores, percussão e uma orquestra de cordas são algumas das características que adornam as suas canções repletas de saudade, esperança, mágoa e amor, sempre conduzidas pela sua voz delicada, ora bela, ora melancólica.
“The Sounds of Earth” é o album que marca a estreia discográfica e assinala a chegada de Airyn à Music In My Soul, pela graça e encanto de temas como “My Angel” ou “Only”.
Estreia no Mosteiro dos Jerónimos/Museu Nacional de Arqueologia
Estreia já no início de Outubro um grande espectáculo de Teatro baseado numa das obras literárias de autor/escritor José Jorge Letria - PORTUGAL POR MIÚDOS
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Recomendado pelo Plano Nacional de Leitura, o Portugal por Miúdos é aconselhado a todo o público juvenil e familiar.
Este ano o Portugal por Miúdos foi convidado a estar em cena no Museu dos Jerónimos / Museu Nacional de Arqueologia
De terça a sexta para Escolas | Domingos para famílias recomendado no estudo da nossa História, Portugal por Miúdos apresenta uma retrospectiva histórica, divertida, que vai desde D. Afonso Henriques à Revolução dos Cravos, não esquecendo a Batalha de Alcácer-Quibir nem o Cabo das Tormentas.
«Portugal por Miúdos» conta aos mais novos os episódios mais marcantes da História de Portugal, num conjunto de versos ligeiros, alegres e cheios de ritmo.
É uma viagem viva, divertida, cheia de movimento e de cor, recorrendo às potencialidades do Video Mapping.
Com três actores em palco, no espectáculo surgem vários cenários reais projectados em vídeo mapping, desenvolvidos para esta peça, dos diversos monumentos e lugares relevantes do nosso país como o Castelo de Óbidos, Convento de Mafra e a Abadia de Alcobaça.
Acreditamos que aprender os factos da História de Portugal, com os olhos postos no futuro, pode ser muito importante no desenvolvimento e formação do jovem público!
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7 em cada 10 crianças portuguesas não ingerem fruta na quantidade certa
Aumentar consumo de fruta é a meta da iniciativa "Heróis da Fruta" que registou subida de 42% em edição anterior
A ingestão diária de pelo menos três porções de fruta é recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), porque a fruta contém vitaminas e minerais insubstituíveis por outros alimentos. Contudo, a realidade nacional é bem diferente, 7 em cada 10 crianças portuguesas não comem essa quantidade por dia. O consumo de fruta abaixo destas recomendações provoca carências nutricionais com efeitos muito negativos para a saúde: diminui os níveis de energia, de concentração, de aprendizagem e das defesas do organismo, tornando as crianças mais sujeitas a doenças como a obesidade ou a diabetes tipo 2, logo desde a infância. As conclusões são do estudo da Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil (APCOI) que analisou uma amostra de 18 mil crianças, em idade escolar, entre os 2 e os 12 anos, representativa das sete unidades territoriais portuguesas (NUTS II).
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Os resultados do estudo da APCOI por região são ainda mais alarmantes: as crianças dos Açores foram as que apresentaram a maior percentagem de consumo de fruta abaixo das recomendações com 83,6%, comparativamente às restantes regiões portuguesas. No ranking regional dos alunos que comem menos fruta na dose certa seguem-se a Madeira com 79,9%, o Alentejo com 77,4%, a região Centro e a região Norte, ambas com 74,2% e o Algarve com 73,6%. Lisboa e Vale do Tejo foi a região que registou a menor percentagem de crianças que ingerem fruta abaixo das recomendações, apesar de ainda assim ser um valor demasiado elevado: 72,4%.
Foi precisamente para lutar contra este grave problema de saúde pública que a APCOI lançou às escolas uma iniciativa que promove o combate à má nutrição das crianças a que chamou projeto «Heróis da Fruta - Lanche Escolar Saudável».
Para Mário Silva, presidente e fundador da APCOI «O projeto heróis da fruta foi criado para ser uma ferramenta de reeducação alimentar e de educação para a saúde para intervir no contexto escolar e incentivar a ingestão de fruta e outros alimentos saudáveis nas refeições das crianças. Trata-se de um modelo pedagógico chave-na-mão que qualquer estabelecimento de ensino poderá colocar em prática de forma muito simples e gratuita».
Após efetuar a inscrição, as escolas recebem acesso aos materiais pedagógicos, sem qualquer custo. Mário Silva afirmou ainda que «os resultados das edições anteriores comprovam que a aplicação do modelo pedagógico dos heróis da fruta aumenta o consumo de fruta no lanche escolar das crianças que nele participam».
Segundo os resultados do estudo, os investigadores da APCOI, verificaram que 1 em cada 4 crianças que integraram o programa motivacional «Heróis da Fruta – Lanche Escolar Saudável» aumentaram o seu consumo diário de fruta, em apenas 12 semanas. As conclusões a nível regional colocam a Madeira no topo doranking com 62,3% de aumento de consumo de fruta nos alunos participantes. As regiões seguintes que registaram maior aumento de ingestão diária de fruta foram o Alentejo com 47,5%, seguido da região Norte e dos Açores ambos com 43,1%, a região Centro com 42,4%, Lisboa e Vale do tejo com 41,5% e em último lugar a região do Algarve com 39,5%.
Depois do sucesso das edições anteriores, a APCOI pretende estender no ano letivo 2016/2017, a adesão ao projeto «Heróis da Fruta – Lanche Escolar Saudável» a todos os jardins de infância e escolas de 1º ciclo, de todas as regiões do país. As inscrições para a 6ª edição desta que é já considerada a maior iniciativa gratuita de educação para a saúde em Portugal já estão abertas e prolongam-se até 14 de outubro de 2016. Podem inscrever-se, sem qualquer custo, todos os estabelecimentos de ensino interessados, públicos e privados, através do endereçowww.heroisdafruta.com ou do telefone 210961868.
A Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil (APCOI) é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, fundada em 2010, cuja missão é ajudar a criar um mundo melhor para as futuras gerações, através de iniciativas que valorizem a saúde das crianças, promovam o combate ao sedentarismo ou à má nutrição e previnam a obesidade infantil e todas as doenças associadas. A APCOI é composta por um grupo de voluntários preocupados com a saúde infantil, que se mobilizam em torno da responsabilidade de transmitir melhores hábitos de vida às crianças, ajudando-as a escolher as opções mais saudáveis. Desde Dezembro de 2010, a APCOI já beneficiou 255.570 crianças através das seguintes iniciativas: «Heróis da Fruta – Lanche Escolar Saudável», «Corrida da Criança – Por um futuro mais saudável» e sessões gratuitas de aconselhamento personalizado com nutricionistas. Saiba mais em www.apcoi.pt
Mostra de produtos regionais, concertos de fado e animação
De dia 22 a 25 de Setembro a cidade de Oviedo, nas Astúrias, será palco da 1ª edição do evento Sentir Portugal que decorrerá no edifício do antigo mercado del pescado, na Plaza de Trascorrales.
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Esta iniciativa da Progestur – Associação para o Desenvolvimento do Turismo Cultural – que conta com o apoio do Ayuntamiento de Oviedo, da Fundação Luso-Espanhola e da União de Exportadores da CPLP, pretende ser uma referência no norte de Espanha, apresentando anualmente o que de melhor se faz em Portugal, criando um espaço que promova e reforce o contacto e interação entre marcas, empresas e entidades de ambos países, fortalecendo ligações empresarias, institucionais e comerciais.
Sentir Portugal levará até ao norte de Espanha um espaço representativo de Portugal que, entre diversas dinâmicas culturais, incluí uma mostra de produtos e marcas portuguesas, promoção turístico-cultural, concertos de música tradicional portuguesa, prova de vinhos, participação de chef’s de cozinha, artes performativas e encontros entre empresas e instituições oficiais. Em futuras edições pretendemos incluir outras áreas da cultura portuguesa como por exemplo a pintura e a literatura entre outros.
Durante estes quatro dias Portugal promete encantar Oviedo convidando o público a participar e a visitar o espaço. Deixe-se enfeitiçar pela alma lusitana e venha conhecer mais sobre a cultura e tradições deste cantinho à beira-mar plantado.
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No seguimento do anúncio do Governo sobre a abertura de uma consulta pública à Estratégia Nacional para a Agricultura Biológica e Plano de Ação para a Produção e Promoção de Produtos Biológicos, o PAN - Pessoas-Animais-Natureza acaba de apresentar, em reunião com o Secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, Amândio Torres, um conjunto de vinte medidas que pretendem contribuir para uma Estratégia Nacional para a Agricultura Biológica, até agora inexistente em Portugal.
Em Portugal e no mercado europeu a evolução da procura é superior à da oferta, sendo que o país importa excessiva e desnecessariamente estes produtos, contribuindo para um aumento do défice da balança comercial. Tendência que pode ser invertida com políticas ajustadas às necessidades do mercado e à capacidade produtiva do país.
São conhecidos e estão amplamente documentados e estudados os benefícios da agricultura biológica nas mais diversas áreas, na saúde uma vez que está isenta de produtos químicos de síntese, como adubos, inseticidas, fungicidas ou herbicidas e que não usa antibióticos e outros produtos que aceleram o crescimento dos animais. Além de que protege o ambiente, porque evita a contaminação dos solos, dos recursos hídricos e tem um contributo menor para as emissões de gases com efeito de estufa.
Num momento em que se prepara o Orçamento de Estado para 2017, o apoio à agricultura biológica deve, na perspetiva do PAN, ser amplamente considerado na política orçamental uma vez que é um meio para atingir objetivos de saúde pública e ambientais como a erradicação da poluição provocada por pesticidas e fertilizantes. Foi com este enquadramento que o partido desenvolveu um documento que inclui várias medidas integradas, que pretendem contribuir com soluções para alguns dos principais problemas do sector nas suas diversas áreas.
NATAL É NA FIL de 7 a 11 de Dezembro!
O NATAL É NA FIL é um evento de Natal que inclui o Mercado de Natal, o Mercado Outlet, o Mercado do Chocolate e a FIL Diverlandia (mais informação abaixo do corpo de e-mail).
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Um conjunto de iniciativas, com comunicação e layout próprios, que apelam à compra associada ao Espirito Natalício e à experiencia de um conjunto de actividades alusivas à época, prova de algumas iguarias características da época, muita diversão e excelentes prendas para toda a família. Solução para todos os gostos, desde pequenas prendas criativas a produtos de Outlet ou as melhores delícias de chocolate.
A simultaneidade das iniciativas tem como objectivo criar sinergias e atrair à FIL cerca de 40.000 pessoas.
O evento FIL DIVERLÂNDIA – A Sua Feira Popular Indoor, cuja apresentação se anexa, decorre de 7 de Dezembro 2016 a 8 de Janeiro 2017 e acolhe todos os anos cerca de 150.000 visitantes.
Destinado a fabricantes, representantes ou distribuidores de grandes Marcas, o Mercado de Outlet pretende distinguir-se do comércio local pela qualidade versus preços imbatíveis em produtos dos sectores da Moda e Acessórios, Casa, Desporto, Livros, Brinquedos entre outros
O Natal é por excelência uma época de doces iguarias. O Mercado de Chocolate é um espaço de venda a quem não resiste a bom chocolate, bem como para transformar este produto em excelentes prendas de Natal. É também um evento para experimentação, aprendizagem e lúdico através de workshops, exposições…
Uma oportunidade para, num espaço único, transformar os seus produtos em prendas de Natal, independentemente do tipo de produto ou target a que se destina. Um evento multissectorial, alternativo ao comércio tradicional que se deve distinguir pela singularidade e criatividade dos produtos.
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Macaenses participam na festa
A festa começou com a Missa campal celebrada pelo padre Alexandre em Honra de Nossa Senhora do Minho e S. Tiago, seguida de procissão solene que percorreu as ruas daquela localidade.
A tarde folclórica foi iniciada com a participação especial do grupo “Macau no Coração” cuja atuação sensibilizou o público presente, lembrando os laços fraternos que os portugueses criaram comos povos mais longínquos e que perduram nos seus corações.
Seguiu-se a atuação do Rancho Folclórico da Casa do Minho que, como é seu apanágio, representou um pouco do folclore de toda a região.
Por seu turno, o Rancho Etnográfico de Danças e Cantares da Barra Cheia – Moita exibiu as danças e cantares, usos e costumes de outrora das gentes da região caramela. Trata-se de uma zona a sul da Estremadura que, nos começos do século XIX, recebeu numerosas gentes da Beira Litoral, sobretudo dos concelhos de Mira e Cantanhede que ali acabaram por si fixar.
E, a encerrar a festa, o Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez, convidando o numeroso público para o habitual “vira geral”.
As gentes caramelas do concelho da Moita cantaram e dançaram na Romaria Minhota organizada pela Casa do Minho. O Rancho Etnográfico de Danças e Cantares da Barra Cheia – Moita trouxe a Lisboa as danças e os cantares, usos e costumes de outrora das gentes daquela localidade.
O Rancho Etnográfico de Danças e Cantares da Barra Cheia encontra-se situado no concelho da Moita, numa área a sul da Estremadura identificada como a região caramela. Trata-se de uma zona que, nos começos do século XIX, recebeu numerosas gentes da Beira Litoral, sobretudo dos concelhos de Mira e Cantanhede que ali acabaram por si fixar.
A festa começou com a Missa campal celebrada pelo padre Alexandre em Honra de Nossa Senhora do Minho e S. Tiago, seguida de procissão solene que percorreu as ruas daquela localidade.
A tarde folclórica foi iniciada com a participação especial do grupo “Macau no Coração” cuja atuação sensibilizou o público presente, lembrando os laços fraternos que os portugueses criaram comos povos mais longínquos e que perduram nos seus corações.
A festa contou ainda com a participação do anfitrião Rancho Folclórico da Casa do Minho, e o Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez.
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Os macaenses vieram a Portugal e em Lisboa cantaram e dançaram à moda do Minho. Exibindo trajes à vianesa, a Associação de Danças e Cantares Portugueses “Macau no Coração” participou hoje na Romaria Minhota organizada pela Casa do Minho, em Lisboa, iniciativa que teve lugar na zona histórica e turística de Belém.
A festa começou com a Missa campal celebrada pelo padre Alexandre em Honra de Nossa Senhora do Minho e S. Tiago, seguida de procissão solene que percorreu as ruas daquela localidade.
A tarde folclórica foi iniciada com a participação especial do grupo “Macau no Coração” cuja atuação sensibilizou o público presente, lembrando os laços fraternos que os portugueses criaram comos povos mais longínquos e que perduram nos seus corações.
Seguiu-se a atuação do Rancho Folclórico da Casa do Minho, o Rancho Etnográfico de Danças e Cantares da Barra Cheia – Moita e a encerrar o Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez.
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Lisboa estremeceu com o rufar dos bombos do BOMBRANDO. Este grupo desceu à capital para convocar o povo ao XVII Festival Nacional de Folclore organizado pelo BESCLORE – Grupo de Danças e Cantares do Grupo Novo Banco. Atrás de si, a partir do Rossio, seguiram os ranchos folclóricos em desfile etnográfico rumo ao largo do Martim Moniz. E ninguém ficou indiferente!
Para além do grupo anfitrião, a iniciativa contou também com a participação do Rancho Folclórico de Vilela, o Grupo Folclórico de S. Miguel da Carreira - Barcelos, o Rancho Folclórico “Os Camponeses” de Santana do Mato e o Grupo de Sargaceiros da Casa do Povo da Apúlia – Esposende.
O grupo de percussão BOMBRANDO é composto e caraterizado a partir de palavras como RITMO, MOVIMENTO, ALEGRIA, ENERGIA e MÚSICA. É constituído maioritariamente por jovens e encontra-se sediado na Brandoa, no concelho da Amadora, daí derivando a sua denominação: BOMBRANDO!
Criado em 2003, os seus estilos e ritmos musicais são diversificados, como os populares portugueses, os ritmos africanos e ainda a mistura de géneros, desde Bolero de Maurice Ravel, Thriller do Mickael Jackson, entre outros, proporcionando um espetáculo de enorme riqueza musical ao qual ninguém consegue ficar indiferente.
Lisboa vestiu-se hoje com as alegres cores do Minho. O BESCLORE – Grupo de Danças e Cantares do Grupo Novo Banco levou a efeito o XVII Festival Nacional de Folclore, um espetáculo que contou com um conjunto de grupos participantes de reconhecida qualidade como desde há muito tempo que não se assistia por aquelas paragens.
O Festival contou com a participação do Grupo dos Sargaceiros da Casa do Povo da Apúlia – Esposende, Rancho Folclórico de Vilela, o Grupo Folclórico de S. Miguel da Carreira, o Rancho Folclórico “Os Camponeses” de Santana do Mato, o Grupo de Percussão “Bombrando” e, naturalmente, o grupo anfitrião. Mas, sem desprimor para os demais, os sargaceiros da Apúlia fizeram o gáudio do numeroso público que acorreu ao Largo do Martim Moniz para assistir ao espetáculo, depois de acompanhar o desfile etnográfico desde o Rossio.
A abrir o cortejo, o Grupo de Percussão “Bombrando” rufou os seus bombos, convocando o povo para a festa. Seguiram-nos os vários grupos participantes, exibindo os seus trajes e as suas alfaias caraterísticas.
Qual ex-líbris de Portugal, o Grupo Folclórico de S. Miguel da Carreira levou consigo o galo de Barcelos, distintivo do seu concelho. E foi com notório agrado que o público o viu desfilar e atuar em palco.
Mas, ao ver desfilar e atuar o Grupo de Sargaceiros da Casa do Povo da Apúlia, os lisboetas renderam-se por completo, naturalmente devido à sua peculiaridade na forma de trajar e de dançar. Trajando a branqueta e a cabeça coberta com o sueste, levaram consigo o galhapão, a gaiteira e a carrela que são os utensílios da sua faina. E, tendo o castelo de S. Jorge como um dos magníficos cenários, os sargaceiros cantaram e dançaram para o numeroso público que os aguardava.
Os lisboetas e numerosos turistas rodearam de curiosidade e carinho todos os grupos folclóricos participantes neste festival, fazendo-se inclusive fotografar junto dos seus componentes. E, como não podia deixar de suceder, também foram muitos os minhotos que vivem e trabalham na região de Lisboa que não quiseram perder a oportunidade para assistir e aplaudir à sua atuação.
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Qual ex-líbris de Portugal, o galo de Barcelos desceu hoje à capital. O Grupo Folclórico de S. Miguel da Carreira levou hoje a Lisboa o folclore da nossa região.
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Tratou-se do XVII Festival Nacional de Folclore organizado pelo BESCLORE – Grupo de Danças e Cantares do Grupo Novo Banco. A iniciativa contou ainda com a participação do Grupo dos Sargaceiros da Casa do Povo da Apúlia – Esposende, Rancho Folclórico de Vilela, o Grupo Folclórico de S. Miguel da Carreira, o Rancho Folclórico “Os Camponeses” de Santana do Mato, o Grupo de Percussão “Bombrando” e, naturalmente, o grupo anfitrião.
Os lisboetas e numerosos turistas rodearam de curiosidade e carinho o rancho de Barcelos, fazendo-se inclusive fotografar junto dos seus componentes. E, como não podia deixar de suceder, também foram muitos os minhotos que ali vivem e trabalham que não quiseram perder a oportunidade para assistir e aplaudir a sua atuação.
O festival iniciou-se com um desfile a partir da Praça D. Pedro IV, vulgo Rossio, em direção ao Largo do Martim Moniz onde teve lugar o espetáculo propriamente dito.
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Lisboa rendeu-se aos sargaceiros da Apúlia. O Grupo de Sargaceiros da Casa do Povo da Apúlia desceu à capital para mostrar como se canta e dança na sua terra, os seus usos e costumes muito peculiares.
Desde a Praça D. Pedro IV, vulgo Rossio, onde se concentraram para desfilar, ao longo do percurso e no largo do Martim Moniz, os sargaceiros foram sempre rodeados de numerosas pessoas – lisboetas, imigrantes e turistas – que lhes fizeram inúmeras fotografias e sobretudo os aplaudiram e acarinharam.
Trajando a branqueta e a cabeça coberta com o sueste, levaram consigo o galhapão, a gaiteira e a carrela que são os utensílios da sua faina. E, tendo o castelo de S. Jorge como um dos magníficos cenários, os sargaceiros cantaram e dançaram para o numeroso público que os aguardava. E a sua atuação constituiu a apoteose do magnífico festival de folclore organizado pelo BESCLORE – Grupo de Danças e Cantares do Grupo Novo Banco, uma iniciativa que contou também com a participação do Rancho Folclórico de Vilela, o Grupo Folclórico de S. Miguel da Carreira, o Rancho Folclórico “Os Camponeses” de Santana do Mato e o Grupo de Percussão “Bombrando”.
Fundado em 1934, o Grupo de Sargaceiros da Casa do Povo da Apúlia é um digno representante do folclore do Minho.
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Ministro da Defesa condecora Polícia Marítima
Foi hoje comemorado pela primeira vez o Dia da Polícia Marítima. No ano passado foi por despacho do Comandante Geral da Polícia Marítima, Vice-Almirante António Silva Ribeiro, instituído o dia 13 de Setembro como o Dia da Polícia Marítima em alusão à data do diploma que, em 1919, procedeu à criação do Corpo de Polícia Marítima. Não obstante, as suas origens remontam a 1803, com competências relativas aos portos. Na ocasião, o Ministro da Defesa Nacional procedeu à entrega da medalha de Valor e Mérito Público ao Comando-geral da Polícia Marítima.
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As comemorações decorreram hoje nas Instalações Centrais da Marinha, em Lisboa, tendo sido presididas pelo Ministro da Defesa Nacional, Prof. Doutor Azeredo Lopes, e contando com a presença do Secretário de Estado da Defesa Nacional, Dr. Marcos Perestrello, do Almirante Autoridade Marítima Nacional, Almirante Luís Macieira Fragoso e do Comandante Geral da Polícia Marítima, Vice-Almirante António Silva Ribeiro.
As cerimónias incluíram uma exposição de equipamento e meios utilizados pela Polícia Marítima e o desfile das forças em presença com a actuação da Banda da Armada.
Inicialmente constituído por agentes destacados da Polícia de Investigação Criminal de Lisboa, pessoal pertencente ao Governo Civil e praças da Armada, a Polícia Marítima é “um órgão de polícia e de polícia criminal que garante, e fiscaliza, o cumprimento das leis e regulamentos nos espaços integrantes do Domínio Público Marítimo (DPM), em áreas portuárias e nos espaços balneares, bem como em todas as águas interiores sob jurisdição da AMN e demais espaços marítimos sob soberania e jurisdição nacional, devendo preservar a regularidade das actividades marítimas”, competindo-lhe ainda colaborar com as demais forças policiais com vista a garantir a segurança e os direitos dos cidadãos.
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