Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores
Segunda-feira, 13 de Fevereiro de 2017
COMPANHIA DE DANÇA CONTEMPORÂNEA DE ÉVORA ATUA NA BAIXA DA BANHEIRA

Na Baixa da Banheira: “Terra Chã” pela Companhia de Dança Contemporânea de Évora no Fórum Cultural

A Companhia de Dança Contemporânea de Évora traz ao palco do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, a 18 de fevereiro, pelas 21:30h, o espetáculo “Terra Chã”, com a participação especial do Grupo Coral Alentejano “O Sobreiro”.

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Sinopse:

“A expressão da terra, a voz dos homens, a força que os une, o peso, a densidade do ar, o vazio, o silêncio, o grupo e a solidão. Os extremos e os seus limites. Os amores e os desamores. Os sonetos de Florbela Espanca que nos falam da beleza e da alma do Alentejo. Através de um olhar contemporâneo, trabalha-se a fusão entre a música de Ólafur Arnalds e as modas do Cante Alentejano. A coreografia desenha percursos concretos e abstratos na voz e nos ambientes do Alentejo”.

Nélia Pinheiro

O preço dos bilhetes é de 3,66 euros.

RESERVA DE BILHETES

Fórum Cultural José Manuel Figueiredo

Rua José Vicente, Baixa da Banheira

Tel. 210888900

Horário da Bilheteira:

De 3ª a sábado – 14:30h às 19:30h

Dias de espetáculo e cinema – uma hora antes do início do espetáculo ou sessão

Os bilhetes podem ainda ser reservados, através do telefone 210 888 900, no horário de funcionamento da bilheteira. As reservas podem ser levantadas, no máximo, até 1h antes do início do espetáculo, com um limite de cinco bilhetes por reserva.

Compra de bilhetes online:

http://ticketline.sapo.pt

http://pt-pt.facebook.com/cmmoita

E nos postos de venda aderentes: http://ticketline.sapo.pt/pagina/postosdevenda



publicado por Carlos Gomes às 20:28
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Domingo, 12 de Fevereiro de 2017
LOURES VIRA CAPITAL DO FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 17:11
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Sábado, 11 de Fevereiro de 2017
FOI D. GARCIA II O PRIMEIRO REI DE PORTUGAL?

Passam 940 anos sobre a data da histórica Batalha de Pedroso, travada entre o Rei D. Garcia II e D Nuno Mendes, o último e o Conde de Portucale descendente da família de Vímara Peres. O confronto foi travado mais precisamente em 18 de Janeiro de 1071, perto de Tibães, entre Braga e o rio Cávado.

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Filho de Fernando I de Leão, coube a D. Garcia II por herança o Reino da Galiza cujos domínios se estendiam até Lisboa, tendo aos seus irmãos Sancho II e Afonso VI recaído respetivamente os territórios de Castela e de Leão.

Incorporava o Reino da Galiza o Condado da Galiza e o Condado Portucalense que, não obstante, manteve sempre um elevado grau de autonomia. A sua denominação destinava-se a diferenciar daquele, tomando o nome da cidade do Porto que foi a sua primeira capital.

Cresciam já por essa época no Condado Portucalense aspirações separatistas que, encabeçadas pelo Conde de Portucale, Nuno Mendes, viriam a culminar na Batalha de Pedroso onde foi derrotado e perdeu a vida, travando por algumas décadas a desejada independência de Portugal.

Por seu turno, passou D. Garcia II a titular-se GARCIA REX PORTUGALLIAE ET GALLECIAE ou seja, Rei da Galiza e de Portugal. A ele se deve nomeadamente a restauração das sedes de Braga e Tui.

Porém, o seu reinado teve existência efémera em virtude dor irmãos de D. Garcia terem formado uma coligação para lhe usurparem o poder, no que vieram a ter sucesso, tendo-o encarcerado até à sua morte, no castelo de Vermoim, em 22 de Março de 1090.

Cumprindo o seu desejo, D. Garcia foi sepultado acorrentado tal como vivera os últimos anos de sua vida. E, na lápide do seu sepulcro, foi de igual modo representado, ao qual se junta a seguinte inscrição em latim:

R. DOMINUS GARCIA REX PORTUGALLIAE ET GALLECIAE. FILIUS REGIS MAGNI FERDINANDI. HIC INGENIO CAPTUS A FRATRE SUO IN VINCULIS. OBIIT ERA MCXXVIII XIº KAL. APRIL.

Cujos dizeres podem ser traduzidos para o Português moderno da seguinte forma:

Aqui jaz o rei Garcia de Portugal e Galiza, filho do grande rei Fernando, que foi capturado pelo seu irmão com engano. Morreu preso a 22 de março de 1090.

Porém, a saga dos dois irmãos do Rei Garcia não se ficou por aqui e no ano seguinte, Sancho II expulsou Afonso VI, juntando os três reinos – Castela, Leão e Galiza e Portugal. Sancho II acabou assassinado e Afonso VI tomou a coroa de Leão, a qual abrangia os três reinos. A História prossegue a sua marcha imparável e foi necessário esperar cerca de setenta anos para que Portugal se tornasse um reino independente.



publicado por Carlos Gomes às 19:54
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Sexta-feira, 10 de Fevereiro de 2017
OEIRAS: RIBEIRA DA LAGE RECEBE ENCONTRO DE TRADIÇÕES

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publicado por Carlos Gomes às 17:09
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Quinta-feira, 9 de Fevereiro de 2017
ALARMES – OS HERDEIROS DO ROCK DE BRASÍLIA ESTREIAM-SE EM PORTUGAL

“Incerteza de Um Encontro Qualquer” é o título do primeiro single dos Alarmes – poderoso trio que navega nas talentosas águas do rock – com direito a lançamento em Portugal. Proveniente do álbum “Em Branco” (2016), esta é a introdução perfeita à digressão que realizarão entre nós no próximo mês de Abril.

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A Music For All orgulha-se, assim, de apresentar ao mercado nacional um talentoso projecto proveniente de Brasília, numa aposta que reflecte a emergente abrangência da label portuguesa no Brasil.

Entre a nova geração do rock brasileiro há um nome que se destaca. O projecto Alarmes há muito que vai dando nas vistas no Brasil, devolvendo o rock ao patamar que é seu por direito e dignificando ao mais alto nível a reputação e os grandes projectos musicais do passado provenientes de Brasília, mas foi preciso chegarmos a 2017 para Portugal ficar a conhecer este trio.

Formados por Arthur Brenner (voz e guitarra), Lucas Reis (baixo) e Gabriel Pasqua (bateria), os Alarmes surgem na senda de bandas como Interpol, Queens of the Sone Age ou mesmo Artic Monkeys. Ao integrarem nos seus temas uma boa dose de elementos característicos do rock britânico, diferenciam-se de tantos outros projectos e, simultaneamente aproximam-se da sonoridade, hábitos e costumes europeus.

Na bagagem trazem diversas apresentações ao vivo, tendo tido o prazer de partilhar o palco com nomes como: Capital Inicial, Os Paralamas do Sucesso, Far From Alaska, Raimundos, Scalene (gravação de DVD, em 2016), Plebe Rude, Autoramas ou Fresno (nas digressões “O Começo de Tudo”, 2015, e “Turnê de 15 Anos”, em 2016).

O ano que recentemente findou teve um saldo tremendamente positivo: mais de quatro dezenas de espectáculos em sete estados brasileiros diferentes. Tudo a propósito do lançamento do álbum “Em Branco”, o seu mais recente disco de originais, que tocarão em Portugal na Primavera de 2017. Com produção de Adriano Pasqua, e um artwork onde o amor e passagem do tempo se cruzam e interligam, este é um álbum que apresenta um indie rock consistente e que coloca os Alarmes como um digno representante do rock de Brasília!


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publicado por Carlos Gomes às 19:33
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ZUUZAA EM MINI-DIGRESSÃO PELAS FNAC

Depois de terem iniciado 2017 com um concorrido concerto no Musicbox, os Zuuzaa apontam agora baterias para uma mini-digressão pelas FNAC portuguesas ao longo de Fevereiro e Março, oportunidade para escutar ao vivo as canções que compõem “MARA”, o debute da banda que junta influências de blues, rock e soul.

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Conheçam as datas e locais:

10.02 | FNAC @ Almada, 22h

11.02 | FNAC @ Alfragide, 17h

18.03 | FNAC @ Cascais Shopping, 17h

18.03 | FNAC @ Oeiras Parque, 21h30

O ano de 2016 marca a estreia de um dos projectos mais promissores da actualidade. São portugueses, dão pelo nome de Zuuzaa e propõem uma infusão de Rock, Blues e Soul com particular destaque para um coro feminino que nos transporta para os saudosos anos 60.

Após um intenso período criativo Rafael Ribeiro, guitarrista e vocalista, assumiu a árdua tarefa de formar uma banda que desse corpo, vida e sentimento às canções por si habilmente escritas. Primeiro muniu-se da doce voz de Inês Carvalho, sua amiga de longa data. Depois da talentosa dupla Mariana Matoso e Rafaela Pereira. Este distinto trio, de vozes marcadamente femininas, começou por colaborar numa só faixa. Contudo, rapidamente, se tornou perceptível que parte da magia da banda residia na alma, garra e emoção que as três davam às canções de Rafael Ribeiro. Foi com esta formação, que os então intitulados Zuuzaa & The Last Jesters, viram finalizadas as suas dez primeiras composições originais.

Com a entrada do baixista francês Matt Seybald e do baterista Bernardo Jorge a banda ganhou experiência e versatilidade, enriquecendo o seu trabalho em estúdio assim como a performance em palco. Graças aos contributos dos novos membros o número de temas originais subiu para 13 e o mês de Setembro marcou a estreia nos palcos nacionais.

Depois do lançamento do primeiro álbum de originais, intitulado “MARA”, está a decorrer o processo de gravação dos videoclips dos primeiros singles. Esta é também a fase em que surgem mais concertos e performances ao vivo, alimentando assim a paixão pelo palco, e pelo contacto directo com o público, espalhando a música, e a mensagem, por detrás de tão astutas criações.


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publicado por Carlos Gomes às 18:53
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“WATCHING YOU GO”, O DEBUTE DE ED CURTIS

O cantautor chileno Ed Curtis chega até nós com o desolador “Watching You Go”, single de estreia mergulhado na melhor nostalgia britpop dos meados da década de 90 e de bandas como Travis, Oasis ou Ash.

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O tema-título do seu segundo EP é o primeiro que lança através do selo da Music For All, através da qual embarcará numa digressão ibérica já no mês de Julho.

Ed Curtis é um cantautor natural de Santiago do Chile que começou a tocar nos anos 90. Depois de passar por várias bandas enquanto guitarrista e compositor, fixou residência em Berlim de forma a preparar o seu primeiro trabalho a solo numa óptica indie rock/pop maioritariamente influenciada pelo movimento da Britpop de meados da década de 90 e por bandas como Oasis ou Travis.

Em Setembro de 2014 o músico começou a tocar no circuito ao vivo para cantautores nos principais bares de Berlim e de Outubro a Dezembro Ed começou as gravações do seu primeiro EP, “Haunted Feelings”, na Makers Factory de Berlim, trabalho que incluía cinco originais em versões acústicas. O EP foi lançado nas principais lojas online em Fevereiro do ano seguinte.

Depois da experiência em Berlim, o músico regressou à América do Sul, onde se dedicou a escrever novas canções e a preparar material para o seu primeiro álbum na companhia do produtor argentino Hernán De Micheli no Sonorico Studio, em Buenos Aires. Da parceria criativa de três meses naceu em Setembro de 2015 um segundo EP, “Watching You Go”.

Actualmente Ed Curtis reside em Buenos Aires, continuando empenhado nos trabalhos do seu primeiro álbum, agora com o apoio da Music For All, com a qual virá também em digressão a Portugal e Espanha no próximo mês de Julho.


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publicado por Carlos Gomes às 18:50
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PAN QUESTIONA GOVERNO SOBRE REACTIVAÇÕES DE CENTRAIS NUCLEARES DEPOIS DO TEMPO DE VIDA ÚTIL
  • Conselho de Segurança Nuclear autoriza continuidade da central nuclear de Santa María de Garoña, em Burgos, após o seu tempo de vida útil
  • Explosão esta semana na central nuclear de Flamanville, no norte de França, comprova os fortes riscos
  • Relatos muito preocupantes da central nuclear de Fukushima com a deteção de níveis recorde de radiação

No seguimento da autorização pelo Conselho de Segurança Nuclear (CSN) para que a central nuclear de Santa María de Garoña, em Burgos, parada desde 16 de Dezembro de 2012, possa continuar a operar tendo já excedido o seu tempo de vida útil – sendo que tem estado fechada precisamente por problemas de segurança –, o PAN – Pessoas-Animais-Natureza colocou uma série de questões ao Ministério do Ambiente que refletem a preocupação do partido com as possíveis reativações de centrais nucleares após o seu tempo de vida, com riscos muito concretos conforme comprova a explosão que aconteceu esta semana na central nuclear de Flamanville, no norte de França.

Num momento em que nos chegam relatos muito preocupantes da central nuclear de Fukushima, com a deteção de níveis recorde de radiação, a TEPCO, responsável empresarial pela central, reportou que numa parte da estrutura de confinamento está a ser libertada radiação "que pode chegar aos 530 sieverts por hora". O nível mais elevado de radiação que tinha sido detetado foi de 73 sieverts por hora, em 2012. Estes dados são alarmantes pois uma pessoa exposta ao atual nível registado de radiação morre instantaneamente. Têm sido desenvolvidos vários robôs para procurar as barras derretidas de combustível nuclear, porém se os mesmos se aproximam dos reatores ficam inutilizados, já que a radiação destrói as suas ligações eletrónicas.

 Esta perigosidade e a real possibilidade de falha devido a causas naturais ou humanas nas atuais centrais nucleares, especialmente nas que já passaram o seu prazo útil de vida, vêm mais uma vez tornar clara a urgência de conjuntamente traçarmos um plano de descomissionamento/desmantelamento nuclear uni e multilateral no seio da União Europeia.

O PAN aguarda as respostas do Governo sobre que medidas estão a ser tomadas junto de Espanha para garantir que o complexo industrial nuclear de Santa María de Garoña não se expanda para além dos 40 anos, tempo caracterizado como o período de vida útil de centrais nucleares.

O partido pretende também saber que diligências está o Governo português a tomar no seio da União Europeia para garantir uma Europa sem nuclear, especialmente no que concerne ao prolongamento de centrais com mais de 40 anos de funcionamento, e também que ações adicionais já promoveu o Governo depois da queixa formalizada à Comissão Europeia sobre a irregularidade de Espanha avançar com a construção do Armazém Temporário Individualizado da Central Nuclear Almaraz, Unidades I e II, sem consultar Portugal num estudo de impactos transfronteiriços. Por último, o PAN pretende saber se o Governo português tem acompanhado o caso da central de Fukushima junto da embaixada ou do Governo nipónico.

O PAN apresentou recentemente duas denúncias à Comissão Económica das Nações Unidas para a Europa por incumprimento de acordos internacionais da parte do Governo espanhol no que respeita à central nuclear de Almaraz.

“As opções nucleares, pelo enorme risco que comportam, não podem estar confinadas às fronteiras administrativas e políticas. As opões energéticas de Espanha, que respeitamos, não podem deixar de ter em conta os interesses dos portugueses. Não pode ser de outra forma,” explica o Deputado André Silva, do PAN.



publicado por Carlos Gomes às 14:17
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ENCONTRO DE CONCERTINAS JUNTA ARGANILENSES EM LISBOA

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publicado por Carlos Gomes às 10:22
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CASA DO CONCELHO DE GOUVEIA ORGANIZA FESTA DO CHOCOLATE

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publicado por Carlos Gomes às 10:21
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CASA DE GÓIS EM LISBOA APRESENTA O LIVRO "COMENDADORES DE GÓIS"

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publicado por Carlos Gomes às 10:17
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Quarta-feira, 8 de Fevereiro de 2017
OEIRAS: RIBEIRA DA LAGE RECEBE ENCONTRO DE TRADIÇÕES

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publicado por Carlos Gomes às 21:50
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MOITA RECEBE FESTIVAL DE DANÇA

Moita Dance Festival 2017

A Academia de Dança Alma Latina da Sociedade Filarmónica Estrela Moitense, com o apoio da Câmara Municipal da Moita, da Junta de Freguesia da Moita e da Escola Secundária da Moita, vai organizar, pelo segundo ano consecutivo, no dia 18 de fevereiro, a partir das 12:30h, na Escola Secundária da Moita, o Moita Dance Festival.

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O Moita Dance Festival, um campeonato tutelado pela APPDSI – Associação Portuguesa de Professores de Dança de Salão Internacional, irá contar com a participação especial de Nikita Brovko e Olga Urumova, da Rússia, o par que se sagrou, em 2015, vencedor do campeonato da Europa e do campeonato Blackpool Dance Festival, na categoria de Amadores Latinas, e que, em 2016, foi finalista do Campeonato do Mundo na categoria de Profissionais Latinas. A Câmara Municipal da Moita associa-se à organização desta competição com a atribuição, à Sociedade Filarmónica Estrela Moitense, de um apoio financeiro no valor de 2 500 euros.



publicado por Carlos Gomes às 14:36
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”NEVER TOO OLD”, A ESTREIA VOLTAICA DOS BLESS THE MESS

Os lisboetas Bless the Mess são a prova viva de que o rock nacional está de boa saúde e recomenda-se. Na linha de uns compatriotas The Lazy Faithful ou Eat Bear, o quarteto estreia-se com o voltaico “Never Too Old”, num agitado diálogo entre pratos, baixo e guitarra eléctrica.

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O tema assinala o primeiro lançamento da banda através do selo da Music For All e antecede a edição de um EP esperado no segundo trimestre deste ano.

Os Bless the Mess são um quarteto de rock lisboeta formado por Tiago Cabral (voz e teclas), Miguel Pimenta (guitarra), Alex Silva (baixo) e Jorge Varandas (bateria), que recolhe influências provenientes de géneros como o classic e hard rock e do metal.

Formados em 2013, nos tempos de escola, passaram por uma mudança de alinhamento no momento de gravação do seu primeiro EP, com a saída de um dos guitarristas, sendo que

 desde então compuseram de novo as suas fileiras e ganharam calo ao vivo ao tocar em eventos como o Rock ‘n’ Roll Fucking Fest na República da Música ou em espaços como o Tokyo Lisboa.

Prosseguindo na rota ascendente e evolutiva que têm traçado, em 2017 assinam com a Music For All, através da qual editarão um novo trabalho esperado no segundo trimestre do ano.


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publicado por Carlos Gomes às 11:53
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Terça-feira, 7 de Fevereiro de 2017
MUSEU BORDALO PINHEIRO EXPÕE CARICATURAS DE RUI PIMENTEL

Na 4ª feira, dia 8, às 18.30, vamos inaugurar a exposição Uma História da Arte Mundial, Caricaturas de Rui Pimentel.

É uma surpreendente e divertida viagem à História da Arte pela mão de Rui Pimentel, que desenhou um conjunto de painéis para decorar a sua biblioteca pessoal com 1.695 figuras da arte mundial, entre artistas, e personagens.

São estes painéis que pode ver a partir de amanhã no Museu Bordalo Pinheiro.

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publicado por Carlos Gomes às 20:37
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BAIXA DA BANHEIRA É A CAPITAL DOS BLUES EM PORTUGAL

No Fórum Cultural da Baixa da Banheira, Blues Night by BBBF com “The Fried Fanekas”

Os “The Fried Fanekas” vão protagonizar a próxima Blues Night by BBBF que terá lugar no Café-Concerto do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, na Baixa da Banheira, no dia 11 de fevereiro, pelas 22:00h. A anteceder o espetáculo, será assinado um protocolo que formaliza a parceria da Associação BB Blues Portugal, da Câmara Municipal da Moita e da União de Freguesias da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira na organização da 6ª edição do BB Blues Fest, cujas datas serão anunciadas na ocasião.

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“The Fried Fanekas” é um projeto musical farense formado em 2013 pelo guitarrista Pedro Gil e pelo baixista Tercio Nanook, para homenagear os Blues norte-americanos. Este quarteto é formado por artistas que já partilhavam uma cumplicidade musical entre eles, oriunda dos seus envolvimentos noutros ambientes sonoros. O resultado é uma sonoridade melódica aberta e envolvente das versões tocadas por este grupo inspirado no Blues Roots.

“The Fried Fanekas” fazem-nos reviver os grandes clássicos deste género em interpretações a circundar o Funk ou mesmo o soul Blues, onde guitarra e baixo dialogam constantemente, recompondo os temas sem nunca desvirtuar a matéria-prima sagrada destas grandes obras musicais. Clássicos como “The Thrill is Gone” (B.B. King) ou “Hoochie Coochie Man” (Willie Dixon) são alguns dos temas recriados pelos “The Fried Fanekas”. Entre outros compositores, Muddy Waters, Albert King, Gary Moore, Stevie Ray Vaughan, Ray Charles, Robert Johnson, Otis Rush e Eric Clapton, completam um espólio musical de primeira linha. Este projeto conta já com varias atuações ao vivo, fruto da versatilidade e experiência dos seus músicos. “The Fried Fanekas” é composto por Tercio Nanook (baixo elétrico, harmónica, voz), Vasco Fialho (bateria), Miguel Nugas (voz) e Pedro Gil (guitarra elétrica).

As Blues Night by BBBF realizam-se mensalmente e são organizadas pela BBBP - Associação BB Blues Portugal, em parceria com a Câmara Municipal da Moita e União de Freguesias da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira. O preço dos bilhetes é de 5 euros, com oferta de uma bebida. Os bilhetes estão disponíveis no próprio dia, no local, a partir das 21:30h.



publicado por Carlos Gomes às 20:31
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Segunda-feira, 6 de Fevereiro de 2017
RAKEL BRONZE LANÇA ÁLBUM DE ESTREIA

“Geração Histórica” é o registo de estreia de Rakel Bronze, que chega agora às principais plataformas digitais com o selo da Music For All.

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Num verdadeiro caldeirão de influências onde se encontram elementos de pop, electrónica, kizomba, hip hop, europop e de música latina, Rakel Bronze assume-se enquanto voz eclética e inventiva no actual panorama português. Para descobrir, sem reservas.

Rakel Bronze nasceu em Almada, decorria o ano de 1977. Sentiu cedo o chamamento da dança, estando ligada à área desde os cinco anos de idade. Quando atingiu a maioridade optou pela formação em Letras em detrimento do Conservatório, lançando assim as bases para aquilo que, anos mais tarde, viria a transformar-se na Licenciatura em Línguas e Literaturas Modernas que hoje possui.

Paralelamente foi-se afirmando no fascinante mundo da poesia. Com apenas 19 anos de idade publicou as primeiras obras na Editora Minerva (participou em duas Antologias de Poesia Portuguesa Contemporânea) estimulando assim uma faceta que, anos mais tarde, viria a desempenhar um papel deveras importante na composição do seu disco de estreia.

Ao longo dos anos passou por diversas profissões, todas elas ligadas à comunicação e à arte que pode ser expressar-se, e compreender os que se expressam à nossa volta. As aulas de dança estiveram sempre presentes, sendo uma vertente fundamental da sua existência, tendo pisado palcos enquanto bailarina, modelo, figurante e apresentadora de diversos eventos um pouco por todo o país. Em 2013 tornou-se instrutora oficial de Zumba, tornando realidade um sonho antigo, e aumentando ainda mais as suas competências e conhecimentos numa área que lhe é tão querida como é a dança.

Em 2015 dá início à maior aventura da sua vida: construir uma carreira no mundo da música! Depois de um período de intensa composição e gravação surgiu “Geração Histórica”, primeiro trabalho a solo de Rakel Bronze, constituído por treze viciantes temas. Todas as suas diferentes facetas confluíram nesta obra: a escrita, a musicalidade, a dança e a presença em palco unem numa perfeita demonstração de talento e perseverança.

Produzido por Miguel Camilo este disco é uma autêntica viagem. Rakel Bronze demonstra toda a sua versatilidade e assume-se como uma artista ciente do mundo globalizado em que habitamos mas, simultaneamente, ligada de forma permanente às suas origens e raízes lusitanas.

A capacidade em transformar-se de música para música diferencia-a dos nomes que a rodeiam e colocam-na como uma das artistas mais camaleónicas da cena musical portuguesa. É que do inglês ao português, do espanhol ao alemão, de poderosas baladas a temas frenéticos e enérgicos, ou mesmo do salero latino ao som industrializado do centro da Europa, tudo parece ter lugar neste autêntico mar de influências onde navega Rakel e “Geração Histórica”.

Fevereiro de 2017 é então a data reter. É no início deste novo ano que o álbum de estreia de Rakel Bronze será lançado oficialmente, prometendo revelar ao país e ao mundo uma das novas caras da Music For All.


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publicado por Carlos Gomes às 12:34
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Domingo, 5 de Fevereiro de 2017
”FIGURINE”, PREGO A FUNDO COM OS DED RABBIT

Depois de se terem apresentado entre nós com “Only Dating”, objecto indie rock de vício instantâneo, é altura dos escoceses Ded Rabbit puxarem mais um trunfo da manga: abram alas para “Figurine”, viçoso rock de rajada que nos trucida em pouco menos de 3 minutos, mergulhado na melhor tradição de projectos como The Hives ou Dandy Warhols.

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Este é o mais recente lançamento de uma série de edições que o quarteto escocês tem vindo a divulgar e que virão apresentar ao vivo em Portugal e Espanha já no próximo mês de Março, com o selo da Music For All.

Escócia: país conhecido pela simpatia das suas gentes, pela beleza das suas paisagens e monumentos e, a partir de agora, pelo magnetismo dos Ded Rabbit! É da união, cumplicidade e talento dos irmãos Eugene, Fergus, Donal e Eoin Gaine que nasce uma das bandas mais promissoras da cena indie-rock do Reino Unido.

Individualizando: Eugene tem a seu cargo a voz e guitarra, Fergus é o guitarrista principal, Donal domina o baixo e por fim, mas não menos importante, Eoin completa o quarteto com a sua portentosa bateria.

Originalmente de Yorkshire, foi uma mudança para as Terras Altas em pleno ano de 1996 que despoletou aquilo a que hoje chamamos de Ded Rabbit. Devido ao isolamento, e à paixão que todos partilhavam pela música, os quatro irmãos começaram a trabalhar em temas próprios, situação que se manteve inalterada durante uma década. Depois de uma nova mudança, desta vez para Edimburgo, por motivos escolares, não só a união criativa que criaram não acabou como deram um passo em frente: a ida para estúdio.

O trabalho deu frutos e assim nasceu, em 2014, o EP “Wash Away”. No ano seguinte intensificam os trabalhos e surgem os EP’s “Wake Up In A Dream” e “Moving In Slow Motion”, cujo tema “Step Off Your Shoes” foi o single de maior sucesso e reconhecimento.

O ano de 2015 marca o início daquilo que hoje sabemos ser uma parceria muito bem-sucedida. Os Ded Rabbit estabeleceram uma proveitosa relação com os estúdios Rocket Science Studios, de Glasgow, casa que já havia recebido os mundialmente aclamados Belle & Sebastian.

Entre os seus feitos mais recentes contam-se: o 2º lugar da Playlist “Spotify Viral Top 50”, do Spotify; foram cabeças-de-cartaz do palco TBreak Stage no festival T in the Park, em 2015; a nomeação na categoria de “Best Live Act 2015” dos Scottish Alternative Music Awards ou ainda o constante airplay na BBC Radio 6 e na KROQ (Los Angeles). Para 2017 está prometido um novo EP bem como uma digressão ibérica.

Citações de imprensa sobre os Ded Rabbit:

“Com uma pitada de The Housemartins e dos primórdios de Arctic Monkeys mergulhado com um toque de funk e letras originais, eles criaram um som distintivo e altamente audível” – Olaf Furniss e Derick Mackinno,  Artist Of The Week: Scotland On Sunday

“Eles estão a trabalhar muito, e bem, e estão a construir um excelente following na capital inglesa…clássico som indie” - Vic Galloway, BBC Radio Scotland.

"É uma relação explosiva quando vês os Ded Rabbit ao vivo! Coloco-os lado a lado com os Catfish and The Bottlemen como uma das melhores bandas ao vivo actualmente!” - Jim Gellatly, Amazing Radio


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publicado por Carlos Gomes às 18:49
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Sábado, 4 de Fevereiro de 2017
LOURES VIRA CAPITAL DO FOLCLORE

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publicado por Carlos Gomes às 12:50
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Sexta-feira, 3 de Fevereiro de 2017
“NÃO FECHE OS OLHOS!” - PEDRO NASCENTE E O SEU FOLK/ROCK DE INTERVENÇÃO

Pedro Nascente apresentou-se ao público lusitano com o poderoso tema “Roda Gigante” editando agora o 2º single do EP “A Princesa”, lançado no último semestre de 2016 sob o selo da Music For All.

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“Não Feche os Olhos!” é mais uma prova do feliz cruzamento do folk/rock, que lhe é tão característico, com a capacidade que as letras pop têm de permanecer indefinidamente nas nossas almas. O tema, que está disponível para escuta nas principais plataformas de streaming, marca presença pela mensagem forte e interventiva.

Pedro Nascente é um orgulhoso filho do distinto ano de 1997, tendo nascido em Porto Alegre, no Brasil. Transmite o seu talento através da música, caminhando nas estradas do Folk/Rock, do Blues e do Country.

O seu percurso no mundo da música teve início em 2015 quando se aventura no lançamento do seu primeiro disco. A gravação e produção decorreu na sua própria habitação, local onde desde 2013 criava faixas sob o pseudónimo Peter Frost. Com o título “Old Lagoon” as 14 faixas cantadas em inglês foram distribuídas física e digitalmente.

Até que, subitamente, a actualidade política e social atraíram Pedro para marés nunca antes navegadas: cantar em língua portuguesa. Esses polémicos acontecimentos foram conjugados com o avançado grau dos estudos de Pedro Nascente na área de Produção Fonográfica, o que o levar a sonhar mais alto e a dar o passo seguinte: a gravação e produção profissional dos seus próprios temas. Entre novas versões de temas antigos e outros criados de raiz nessa mesma altura surgiu o álbum “Delírios Sob A Noite Sem Cor” – um disco pessoal e intenso onde o Brasil, e os brasileiros, são o(s) protagonista(s) ao longo de 11 temas folk gravados em apenas três meses.

No final de 2015 realizou-se não só ao lançamento do disco como também as primeiras apresentações ao vivo. Com a chegada de 2016 surgiu um novo desafio: uma residência mensal no espaço Olé Armazém Mexicano, desta vez em parceria com Franco Bittencourt. A dupla levou a cabo o espectáculo “Delírios, Folk e Rock” com reportório do próprio Nascente e reinterpretações de grandes clássicos intemporais do folk, rock, blues e country.

O Verão de 2016 marca uma nova fase na carreira de Pedro Nascente: muniu-se de Gabriel Ost e de Roger Drumm e formou a sua nova banda de apoio, os Lençóis Freáticos, cabendo ao primeiro a bateria e ao segundo o contrabaixo e as vozes, assumindo ele próprio a voz, a guitarra e a boa e velha harmónica.

Uma nova sessão de gravação e produção, conduzidas uma vez mais pelo próprio, viu nascer o EP “A Princesa”, que agora chega a Portugal através da chancela da Music For All. Num registo algo distante daquele com que se estreou em 2015 surgem cinco temas de folk/rock psicadélico onde a guitarra marca o compasso e as letras acutilantes captam toda a nossa atenção.


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publicado por Carlos Gomes às 13:37
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Quinta-feira, 2 de Fevereiro de 2017
DEPUTADO DO PAN PARTICIPA NA CONFERÊNCIA DO MOVIMENTO IBÉRICO ANTINUCLEAR “FECHAR ALMARAZ”

No próximo sábado, dia 04 de fevereiro, pelas 10h00, em Lisboa, na Fábrica de Braço de Prata, o deputado do PAN – Pessoas – Animais – Natureza, André Silva, participa na Conferência do Movimento Ibérico Antinuclear “Fechar Almaraz”, que reúne especialistas franceses e espanhóis com ativistas nacionais e institucionais para debater um problema ambiental com forte risco para a saúde pública.

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No seguimento da decisão do Governo espanhol de aprovar a construção de um armazém de resíduos nucleares na central nuclear de Almaraz, a cem quilómetros da fronteira portuguesa, e por considerar que é necessária uma intervenção de Portugal que vá para além de queixas à Comissão Europeia, o PAN – Pessoas-Animais-Natureza apresentou a semana passada duas denúncias/exposições à Comissão Económica das Nações Unidas para a Europa (UNECE) pelo incumprimento das Convenções de Espoo e Aarhus.

Atendendo a que não houve a realização de uma Avaliação Transfronteiriça de Impacte Ambiental de acordo com os critérios da Convenção de Espoo e da Diretiva Comunitária 2011/92/UE de 13 de Dezembro de 2011, alterada pela Diretiva 2014/52/UE de 16 de Abril de 2014 e, uma vez que Portugal não foi consultado nem notificado como está previsto nas diretivas da Convenção de Aarhus, o partido defende que estamos perante o incumprimento destes acordos internacionais por parte de Espanha.



publicado por Carlos Gomes às 19:36
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REVISTA DE MARINHA LANÇA PRIMEIRA EDIÇÃO DE 2017

A Mais Antiga Revista Nacional Sobre Assuntos do Mar

A Revista de Marinha, a mais antiga e prestigiada revista nacional dedicada aos assuntos do mar, lança a sua 995ª edição, onde aborda vários temas náuticos, desde o desporto à segurança marítima, revisitando momentos históricos e noticiando a atualidade nacional, sem deixar de parte os grandes feitos dos nossos “Homens do Mar”, sejam eles desportistas ou militares.

Sempre com o olhar posto na atualidade náutica e marítima portuguesa, a Revista de Marinha traz aos seus leitores relances do passado e um vislumbre do futuro, não só para os afiliados das Forças Armadas, mas por todos aqueles que se interessam pela temática, seja por motivos profissionais ou apenas por paixão ou curiosidade.

Todas as edições, a Revista de Marinha cobre os mais diversos temas dentro do universo marítimo, como artigos e crónicas de temáticas tão diversas como a história náutica, a atualidade marítima, economia do mar, estratégia, geopolítica e um olhar sobre a Marinha de Guerra Portuguesa, explorando as características dos navios portugueses e os últimos avanços da tecnologia militar marinha.

Neste número, com a Marinha de Guerra como tema de capa, poderá ainda encontrar um artigo sobre o novo passadiço flutuante no Rio Tâmega; um resumo das grandes conquistas nacionais em desportos náuticos, durante 2016; artigos sobre a primeira edição de “Encontros do Mar”, que teve lugar na Ericeira; reportagens sobre o prémio “Busca & Salvamento” recebido pela nossa Marinha e sobre a atuação da Polícia Marítima Portuguesa que permitiu salvar vidas na Grécia.

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Revista de Marinha

Periodicidade: Bimestral

Pvp: 4,5€

Assinatura anual: 22,5€

Assinaturas e mais informações: assinaturas@revistademarinha.com

Revista de Marinha online em http://www.revistademarinha.com/

https://www.facebook.com/revistademarinha/



publicado por Carlos Gomes às 18:48
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Quarta-feira, 1 de Fevereiro de 2017
“É O FIM” – A ESTREIA AGUÇADA DE ALMIR CHIARATTI EM 360º

O percurso de Almir Chiaratti é uma lição de talento e perseverança. Com um álbum editado, “Bastidores do Sorriso” (2015), e outro a caminho, Almir dará no Verão um passo tão grande quanto natural: a estreia nos palcos portugueses!

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O tema “É O Fim”, retirado do álbum de estreia, teve direito a um videoclip em 360º, numa experiência tecnológica inovadora, e imersiva, sem paralelo. Este tema servirá de introdução ao seu trabalho, estando previsto revelar mais surpresas - nomeadamente as datas e locais da já referida tour - muito em breve. Esta é mais uma das apostas da Music For All para o ano de 2017.

Almir Chiaratti é um cantor, compositor e multi-instrumentista radicado no Rio de Janeiro nascido no distinto ano de 1988 no Rio Grande do Sul. Desde que se conhece que a música faz parte da sua vida, tendo crescido ao som dos clássicos do rock da década de 70 e do movimento cultural brasileiro que ficou para sempre conhecido como Tropicália.

A sua estreia no exigente mundo da música deu-se em 2015, quando editou o álbum “Bastidores do Sorriso”. Com influências da Música Popular Brasileira (MPB), mas também do rock psicadélico tão característico dos Mutantes, este trabalho registou a sua entrada no mundo adulto e os desafios, dúvidas, problemas e escolhas inerentes a esta fase tão importante da nossa existência.

Em parceria com o cineasta Pedro Freitas concebeu, realizou e filmou o videoclip do primeiro single do disco, “Teu Caminho”. Posteriormente participou em inúmeros festivais e competições, brasileiras e internacionais, tendo inclusivamente vencido o prémio de Melhor Videoclip Internacional no Urban Media Makers Film Festival, em Atlanta (EUA) e sendo escolhido como Melhor Videoclip pelo site DailyMotion no festival Rio Web Fest. Nota ainda para a presença do disco na lista Melhores Discos Brasileiros de 2015, do reputado site brasileiro Tenho Mais Discos Que Amigos.

Almir define este seu primeiro registo discográfico, onde as referências e influências musicais pululam de tema em tema, de forma simples: “As canções transitam por esses sentimentos, por trás do sorriso que envergamos para tocar a vida todos os dias. Acho que isso fica claro no título do disco: o que se passa nos bastidores do sorriso, nos bastidores da dor? Há músicas mais intimistas com temas existencialistas. Mas também há temas sobre amor, seja ele correspondido ou não. Tudo isto se encontra embebido em poesia, ironia e algumas gotas de sarcasmo.”

Seis meses após o lançamento do disco surgiu o EP “Bastidores ao Vivo”. O registo sonoro do primeiro concerto do artista continha cinco temas do álbum, em interpretações tão surpreendentes quanto arrebatadoras. Para acompanhar este EP surgiu também uma campanha de financiamento colectivo, com fantásticos resultados, onde Almir se uniu a Luiz Felipe Netto, para registar em vídeo o concerto referido acima. Este álbum conheceria ainda um segundo single, “Navegantes de Noé”, também ele com direito a videoclip, neste caso realizado pela Jaé Filmes.

Mas o percurso artístico de Almir não se fica por aqui! Aventurou-se na função de produtor ao acompanhar todo o processo do EP de estreia do cantor, e compositor, Diego Marques, com quem já havia trabalhado anteriormente. E passou também pelos palcos, ao estrear o espectáculo e dança “Cheiro a Manga”, em parceria com a bailarina Laura de Castro.

A recta final de 2016, e a conturbada realidade política do Brasil, motivou e influenciou Almir, surgindo assim o tema “Terceiro Turno” (com a participação de Felipe Pacheco no violino, dos Baleia, e do regente Vitor Damiani). A produção daquele que será o seu segundo trabalho de originais está a cargo de Eugenio Dale (reputado profissional que trabalhou anteriormente com Ney Matogrosso e Sergio Mendes).

Para 2017 aguardam-no novos desafios e um caminho nunca antes percorrido: a entrada na Europa. O single “É O Fim”, do seu registo de estreia, teve direito a um videoclip em 360º, numa experiência tecnológica inovadora, e imersiva, sem paralelo. Este tema será a sua introdução ao público nacional, estando para breve o anúncio das datas que compõem uma digressão já marcada para o Verão de 2017!


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publicado por Carlos Gomes às 19:48
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“ROYAL FADO” DE YOLANDA AJUDA REFUGIADOS SÍRIOS UNIVERSITÁRIOS

A Universidade de Coimbra, na celebração dos 727 anos, juntamente com a By The Music Produções,  promovem concerto solidario  Royal Fado de Yolanda Soares para apoiar os refugiados sírios que frequentam a Universidade.

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Este espectáculo terá lugar no dia 3 de Março de 2017 no Teatro Gil Vicente em Coímbra  às 21h30 e conta com convidados especiais.

São Fados Amalianos acompanhados por um instrumento inesperado e surpreendente no fado,  a harpa, num diálogo com a guitarra portuguesa a acompanhar a voz única e bela de Yolanda Soares  num requinte e qualidade inigualáveis em alguns dos temas mais românticos da vida de Amália como "Com que voz", " Amêndoa Amarga" " , " Soledad" , " Lianor" etc. É uma homenagem a Amália e ao romantismo da sua época mais inovadora e virtuosa, onde os fados quase faziam lembrar óperas aos ouvidos dos guitarristas dessa época que acompanhavam Amália e que diziam ironicamente "Lá vai ela para as óperas".Fados que foram apelidados mais tarde como sendo as "óperas"  de Amália .

A doçura e brilhantismo da voz de Yolanda assegura toda a sonoridade que nos transporta para uma espécie de banda sonora "Vintage” e para o romantismo das óperas de Puccini.

Tal como nos tem habituado nos seus projectos , Yolanda Soares une mais uma vez a música mais erudita, o canto  lírico e a ópera, ao Fado .

Um "Fado" inovador, misterioso, emotivo e elegante que contagia e envolve pela diferente abordagem musical que inclui também as percussões místicas orientais, o cajon ,o violino e convidados especiais.

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publicado por Carlos Gomes às 15:01
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PAN DEFENDE LEGALIZAÇÃO DA EUTANÁSIA

Intervenção do Deputado André Silva do PAN no debate desta tarde sobre a “Morte medicamente assistida”.

O PAN acompanha a vontade dos peticionários que irá concretizar, oportunamente, apresentando uma Iniciativa Legislativa sobre esta matéria.

Petição n.º 103/XIII/1.ª Da iniciativa do Movimento Cívico "Direito a Morrer com Dignidade" - Solicitam a despenalização da morte assistida | Intervenção André Silva | 01.02.2017

Começamos por agradecer ao movimento cívico "Direito a Morrer com Dignidade" pela coragem de iniciar o delicado debate social sobre a despenalização da morte medicamente assistida, e por ter dado entrada no parlamento de uma petição nesse sentido.

O debate sobre morte assistida não é um debate sobre constitucionalidade, é um debate sobre a sociedade aberta e evoluída que queremos. Não é tampouco um debate médico nem um debate sobre morte. O debate sobre a morte assistida é um debate sobre direitos humanos de quem está no fim da linha, e é um debate sobre como se morre: se com sofrimento agónico, atroz e intolerável ou, se pelo contrário, de forma digna, respeitosa, livre.

Porque, pior do que morrer, pode ser o processo de morte.

Muito mais do que uma dor ou outro sintoma físico ou psicológico, o sofrimento é uma dependência, uma indignidade, uma ausência de ser, uma falta de sentido. E é agoniante sofrer porque se sofre, sofrer porque se é obrigado a sofrer, sofrer por se saber que depois do sofrimento só há sofrer.

Mas esta petição não nos fala só de dignidade, fala-nos também de autonomia e de liberdade.

Num Estado de Direito, deve ser permitido a cada um de nós, tanto nos aspectos mais banais, como nas áreas mais íntimas da existência humana, o poder de conformar a nossa vida de acordo com as nossas próprias convicções e visão do mundo, não devendo esta ser imposta por terceiros. Ora, na situação actual é exactamente isto que acontece: os doentes vêem-se impedidos de decidir; vêem a sua autonomia condicionada pela existência de restrições legais. O Estado está, de um modo que qualificamos como inconstitucional, a ditar às pessoas o modo como estas devem gerir a sua vida.

O actual modelo de acto médico, fundado na autonomia e no consentimento informado, implica que o médico informe o paciente do seu estado de saúde, discuta com ele as opções de tratamento disponíveis e tenha em conta a sua vontade sobre o destino a dar à sua vida, seja pela via da administração de um tratamento, seja, no nosso entendimento, por uma opção de morte medicamente assistida. Não estamos a defender que a vontade do paciente seja absoluta – mas sim que esta seja atendível nos casos em que alguém, de forma consciente, esclarecida, reiterada, clinicamente incurável e em sofrimento intolerável possa definir as condições que quer para a sua morte.

A despenalização da morte assistida não exclui nem conflitua com os cuidados paliativos. Mas a verdade é que estes não eliminam por completo o sofrimento em todos os doentes, para os quais o Estado deve ter uma resposta. É extremamente moralista e paternalista dizer às pessoas que estão prestes a morrer que elas recebem cuidados tão bons que não precisam de dispor da opção da eutanásia.

Ao despenalizar e regulamentar a morte assistida, estaremos a dar expressão concreta dos direitos individuais à autonomia e à liberdade de convicção e de consciência. Estaremos, no fundo, a defender um direito humano fundamental que está por cumprir.

Sras. e Srs. Deputados: termino reforçando que o PAN irá apresentar futuramente uma proposta de lei sobre esta matéria. Consideramos que uma classe política evoluída está disponível para integrar novas preocupações sociais e assentar as discussões em perspectivas humanistas. Há que ir uma vez mais ao encontro do sentimento geral da população portuguesa.



publicado por Carlos Gomes às 14:48
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LISBOA RECORDA ZECA AFONSO

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publicado por Carlos Gomes às 13:28
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