Blogue de informação e divulgação da História, Arte, Cultura, Usos e Costumes das gentes de Lisboa e arredores
Terça-feira, 21 de Março de 2017
A DOCE “DESCONSTRUÇÃO” DE ANA LUÍSA RAMOS

Há uma nova voz a despontar nos sempre férteis terrenos da Música Popular Brasileira (MPB). Ana Luísa Ramos, de São Paulo, chega até nós pela graça e encanto de “Desconstrução”, tema que combina as heranças da MPB com o universo alado do jazz, perfumado pela sua voz melíflua de treino lírico.

15095518_1530843373596217_7272307748649580180_n.jpg

O single é também a porta de entrada de “Um”, o registo de estreia da cantora paulista, que será apresentado ao público português numa pequena digressão a acontecer já no início do mês de Julho com o apoio da Music For All.

Nascida na localidade de Ribeirão Preto e radicada em São Paulo, Ana Luísa Ramos tem-se vindo a destacar tanto no cenário lírico quanto no popular. Com um repertório que vai da música erudita ao jazz e à Música Popular Brasileira (MPB) e com estudos feitos em países como Brasil, Argentina e Áustria, a cantora possui uma versatilidade raramente vista e uma voz melíflua.

Aos 9 de idade ingressou no Coral Infantil da Cia de Ópera Minaz e três anos mais tarde fez a sua estreia como solista da “Missa Brevis” de Mozart. Em 2001 participaria na ópera “La Traviata” de Verdi e no ano seguinte interpretou a personagem Terezinha na montagem da Ópera do Malandro que repetiria em 2006 no Theatro Pedro II. Em 2007 fez parte do Coral do Estado de São Paulo e entre 2011 e 2012 integrou o sexteto vocal feminino Bocca Chiusa.

Após acompanhar o cantor e compositor Eric Taylor Escudero na sua mini digressão europeia, Ana Luísa Ramos fez parte da banda que gravaria o álbum de estreia do músico em Austin, Estados Unidos. Já no ano de 2015 participou na gravação do DVD de Natal de Agnaldo Rayol e em 2016 realizou o espetáculo de abertura de Toquinho na Catedral Anglicana de São Paulo. Na recta final de 2016 a artista editou o seu primeiro registo a solo – “Um” – constituído por canções autorais e por releituras de músicas consagradas do universo do jazz e da MPB.

A cantora já viu o seu talento reconhecido fora de portas, tendo recolhido elogios por parte de publicações especializadas como as inglesas Folk Radio e Buzzin Music ou as norte-americanas Music For Lunch e The Vinyl District.



publicado por Carlos Gomes às 21:40
link do post | favorito

PAN DEBATE VIOLÊNCIA NO QUOTIDIANO DAS CRIANÇAS

Conferência: “A violência no quotidiano das crianças”

DATA E HORA: 05 de Abril, às 18h00

LOCAL: Centro de Acolhimento ao Cidadão da Assembleia da República

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza e a Fundação Franz Weber têm o prazer de convidar um representante do Vosso Órgão de Comunicação Social para estar presente na conferência “A violência no quotidiano das crianças” a decorrer Quarta-feira, dia 5 de Abril, às 18h00, Centro de Acolhimento ao Cidadão da Assembleia da República. Três anos após a publicação do relatório do Comité dos Direitos da Criança (CDC) que faz referência a várias áreas que preocupam esta entidade da Organização das Nações Unidas (ONU), o PAN e a Fundação Franz Weber, promovem o diálogo sobre a situação da violência infantil crianças em Portugal, as medidas entretanto adotadas e o que deverá ser feito até à próxima avaliação do nosso país, que irá ocorrer em 2019.

EVENTO CRIANÇA -post (1).jpg

A Secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência, Ana Sofia Antunes, o Bastonário da Ordem dos Psicólogos, Francisco Miranda Rodrigues, o Pediatra, Mário Cordeiro, a Advogada da Fundação Franz Weber, Anna Mulá e Dulce Rocha do Instituto de Apoio à Criança aceitaram o desafio de debater um tema que merece a atenção da sociedade portuguesa.

A violência contra crianças é uma das principais preocupações do Comité no nosso país e neste capítulo, nas observações finais de 2014, foram incluídos três tópicos que violam os artigos da Declaração - castigos corporais, abuso e negligência, e tauromaquia - e as respetivas advertências ao Estado português para o seu cumprimento. Para O Comité dos Direitos da Criança da ONU estão em causa os artigos (artigos 19, 24, 28, 34, 37 (a) e 39 da Convenção dos Direito da Criança.

Castigos corporais

Apesar dos esforços para melhorar a legislação e as campanhas desenvolvidas para combater este tipo de violência, os castigos corporais contra crianças continuam a ser uma prática em família e relativamente aceites na sociedade portuguesa, situação que urge combater.

Abuso e negligência

O Comité dos Direitos da Criança continua preocupado com os casos de abuso sexual de crianças, assim como violência doméstica e recomenda que Portugal continue a apostar em campanhas de prevenção e de eficaz acesso a mecanismos de denúncia.

Tauromaquia

O bem-estar físico, emocional e mental das crianças que assistam ou participem em eventos tauromáquicos levou à inclusão da tauromaquia no capítulo da "violência contra as crianças" em Portugal onde a legislação ainda não garante a salvaguarda da sua integridade física e emocional.



publicado por Carlos Gomes às 14:29
link do post | favorito

Segunda-feira, 20 de Março de 2017
“VOLTA”, O NOVO SINGLE DOS EM CONTRASTE

Depois de nos terem apresentado a sua receita certeira de kizomba mergulhada na melhor tradição baladeira com elementos da música popular portuguesa - presente em canções como “Serás Tu” ou “Consciência Pesada” - é agora tempo de desacelerarmos os compassos e conhecer os Em Contraste na sua acepção mais terna e melosa.

1912481_720724321282780_1709820561_n.jpg

Em “Volta” a dupla mostra-se arrependida, pedindo o perdão à cara metade que deixaram escapar por entre as complicadas teias dos relacionamentos amorosos. O tema é já o segundo avanço do EP de estreia homónimo dos Em Contraste, já disponível para escuta nas principais plataformas digitais.

Em Contraste é uma banda musical de kizombas/baladas composta por dois elementos. Um Angolano, Mauro Carvalho, nascido em Luanda, e um Português, João Figueiredo, nascido em Lisboa.

Como melhores amigos de longa data e jovens que cresceram rodeados de música sempre presente no seu dia-a-dia, fazendo parte dum coro de igreja e tendo diversas aulas de música, decidiram juntar as suas qualidades e diferentes sonoridades e características,

misturando uma vertente mais mexida e gingona, tipicamente africana, com uma vertente mais baladeira e popular ao bom jeito português, formando oficialmente o grupo há cerca de 2 anos quando foram lançadas as primeiras músicas oficiais: "Vai Aquecer" (ainda hoje a mais conhecida) e "Fantasmas do Passado", uma kizomba e uma balada. A kizomba foi então adoptada como estilo predominante do grupo e foram lançadas outras músicas no mesmo registo, "Chacheiro" e "Consciência Pesada".

O grupo tem tido diversas actuações em palco, principalmente no Norte de Portugal (Paços de Ferreira e Porto), para além de Lisboa, de onde são residentes os integrantes. Mais recentemente foram convidados do programa “Bem-Vindos” da RTP África. No final de 2016 editaram o seu EP de estreia homónimo com o selo da Music For All.

O objectivo do grupo é, como diz o nome, "Em Contraste", ser diferente, imprimir algo de genuinamente único nas suas músicas e, sem dúvida, primar pela diferença, ou seja, contrastar.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 23:06
link do post | favorito

MOITA RECEBE BB BLUES FEST

Primeira confirmação para BB Blues Fest 2017

Wax & Boogie, pela primeira vez em Portugal, são os primeiros nomes confirmados para a 6ª edição do BB Blues Fest 2017 que vai decorrer de 22 a 25 de junho, no Fórum Cultural José Manuel Figueiredo e Parque José Afonso, na Baixa da Banheira.

Wax & Boogie.jpg

Nos últimos anos, Wax & Boogie converteu-se num dos melhores e mais valorizados formatos do panorama do blues, do rhythm and blues e do boogie woogie. Ster Wax e David Giorcelli têm sabido captar como poucos o verdadeiro espírito da música tradicional afro-americana, para transformá-lo no seu próprio meio de expressão. O seu conhecimento da linguagem da música negra é amplo, rico e variado. Ster e David deslizam com serenidade e aprumo pelas correntes mais variadas do género.

Shuffleboogie woogierock ‘n’ roll, swing ou jump formam parte do seu reportório habitual, sem esquecer os intensos e quentes slow down. Neles, podemos apreciar a força e o feeling que, tanto David ao piano como Ster na voz, assim como os restantes músicos que os acompanham, imprimem a esta modalidade de blues que os negros do South Side desenvolveram em Chicago há algumas décadas atrás.

Wax & Boogie também se fazem rodear dos melhores músicos da atual cena espanhola. Na bateria, temos Reginald Vilardell, um dos mais solicitados em Espanha, e no contrabaixo Oriol Fontanals; ambos fazem parte de grandes bandas do género no país vizinho, tendo já tocado em inúmeros festivais internacionais.

Em abril, tocarão quatro noites no mítico clube parisiense Le Caveu de la Huchette. E, no dia 23 de junho, Wax & Boogie apresentar-se-ão pela primeira vez em Portugal, na sexta edição do BB Blues Fest. Uma escala imperdível.

O BB Blues Fest resulta de uma parceria entre a Associação BB Blues Portugal, a Camara Municipal da Moita e a União de Freguesias da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira. Acompanhe a 6ª edição do BB Blues Fest nos vários canais de comunicação do festival:

www.bbbluesfest.com.pt

www.facebook.com/bbbluesfest

http://twitter.com/BBBluesPortugal

www.youtube.com/channel/UCv-LKLXWxaDVP9opo-AjghA

www.cm-moita.pt

www.facebook.com/cmmoita
www.ufbbva.pt



publicado por Carlos Gomes às 21:50
link do post | favorito

PINTORES MUTES DE ARCOS DE VALDEVEZ E MIGUEL MOREIRA E SILVA DE BRAGANÇA EXPÕEM EM LISBOA

Exposição de Pintura (Contrastes) de Mutes  & Miguel Moreira e Silva, na Vernissage, de 19 de Abril a 31 de Maio

Contraste é a base da comunicação visual, permitindo a distinção dos elementos em relação ao espaço circundante existente, na diferenciação dos seus tons de luz. Nesta Exposição de Pintura de nome CONTRASTES apresentada por Mutes & Miguel Moreira e Silva no dia 19/04/2017 com vernissage pelas 18.30, na Galeria Europa América, situada na Avenida Marquês de Tomar, 1B 1050-152, em LISBOA é bem visível a diferença nas propriedades visuais de cada um, contrastando - se na obra de ambos.

mmmm.jpg

 

Mutes nasce em França, Margny Les Compiegne em 1976, regressa a Portugal em 1986, reside atualmenteem Arcos de Valdevez. È pintor autodidata, expõe com regularidade desde 2004. Está representado em diversas coleções nos vários Continentes, ultrapassando mais de uma centena de exposições nacionais e internacionais. Através da sua arte somos transportados para um mundo de histórias contadas através da tela, onde é possível ver uma certa crítica social, religiosa e política m alguns dos trabalhos. São figuras mutantes com predominância de fortes e atrativos campos pictóricos, que nos fazem viajar num mundo imaginário, danças de uma mão que desenha de forma despreocupada, usando o (DES) Cubismo como forma de se afirmar. Organiza e projecta várias exposições, foi fundador e curador dos colectivos de pintura, M4K1, Um Coletivo no Individual, H.e.x.a e M.O.C.A. Frequentou alguns ateliês onde aprendeu técnicas do contornismo, acabando por fundir com a sua forma de fazer Cubismo.

- Rompendo com os padrões estéticos que primam pela perfeição das formas na busca da imagem realista, nesta minha coleção designada (Des) Cubismo Contornismo, busco a desestruturação da obra em todos os seus elementos. Decompondo a obra em partes, através de figuras mutantes imaginárias, contornando-a nas suas dimensões, numa superfície plana, sob estranhas e variadas formas com o predomínio de linhas curvas e retas, numa estruturação das figuras e dos objetos desajustados, movimentando-os em torno de si próprios através da sua fragmentação, dando abertura e apresentando todos os seus lados num plano frontal em relação ao espectador.

Miguel Moreira e Silva nasceu em 1967, vive e desenvolve o seu trabalho em Bragança. Licenciado em Animação e Produção Artística desenvolve regularmente os seus trabalhos artísticos desde 1992, expõe de forma permanente em Bragança na galeria História e Arte e no Museu Ibérico da Máscara e do Traje, desde 2007.

Sobre as obras: Os seus trabalhos deambulam entre múltiplas técnicas das quais se destaca a pintura, assemblage e a escultura. Nas telas, o autor explora o contraste das cores cheias que se aplicam sobre figuras humanas. As figuras, tratadas como personagens tipo refletem distintas tipologias de propaganda e aparato, denunciando os diferentes atributos e técnicas que em diferentes tempos e espaços provocaram o mesmo efeito de “fa stupire”. A assemblage constitui uma técnica recorrente na experimentação artística de Miguel Silva que lhe permite explorar o ecletismo dos elementos que as incorporam traduzindo uma atitude livre de categorizações, espaço confortável para a prática do autor. Todos os detalhes estabelecem uma forte carga emocional entre eles e entre o todo que supõe o seu conjunto. São narrativas, episódios pessoais, memórias, diários visuais onde a plasticidade dos objetos e a carga simbólica das formas assumem o valor lexical do registo. O autor mistura elementos que sugerem o ritual, a catarse como processo de exorcismo. Confronta-nos o pesadelo e a agressividade na angulosidade e dureza de materiais. A uniformização das composições é sugerida na envolvência sanguínea que cobre a superfície dos objetos reunidos."

17308944_10212175363202066_8691960637568137303_n.jpg



publicado por Carlos Gomes às 21:32
link do post | favorito

MUSEU BORDALO PINHEIRO CELEBRA 171 ANOS DO SEU PATRONO

O Museu Bordalo Pinheiro celebra o 171º aniversário de Rafael Bordalo Pinheiro com a inauguração da exposição Lisboa de Bordalo.

A exposição  mostra as diferentes abordagens que Bordalo fez à sua cidade, através dos desenhos que publicou nos seus jornais, nos últimos 30 anos do século XIX.

É um roteiro de uma cidade em profunda mutação, temperado com o humor e o talento bordalianos. 

A inauguração é 3a feira, dia 21, às 6 e meia da tarde.

Convitebord.jpg

l.82.02.09 rossio (1).jpg

 



publicado por Carlos Gomes às 14:55
link do post | favorito

BOLSA DE TURISMO DE LISBOA: A MADEIRA É UM JARDIM!

A Região Autónoma da Madeira constituiu a região de turismo com melhor representação na edição deste ano da Bolsa de Turismo de Lisboa. Aliás, na senda daquilo que já nos vem habituando de anos anteriores.

CX8A6750 (1).JPG

A criatividade e inovação, o colorido vivo e alegre, a mostra de paladares e a beleza e simpatia das jovens no acolhimento dos visitantes fizeram da representação madeirense um autêntico festival a apelar aos cinco sentidos.

O simulador no carro de cesto da Madeira constituiu uma das novidades dignas de nota. Mas, apesar do recurso às novas tecnologias, não faltaram os bordados a serem executados no local pela bordadeira madeirense, a arte do vime sugestivamente apresentada sob a forma de saiote estilizado pelas simpáticas meninas e, entre a diversificada doçaria e licores da região, a tão apreciada poncha que atrai sempre os visitantes.

O turismo da Região Autónoma da Madeira tem a capacidade de inovar sempre os temas e os cenários, não repetindo modelos anteriores nem ficando refém de métodos de divulgação desactualizados como a singela distribuição de folhetos.

Registe-se ainda que esta representação teve a honra de receber no dia de abertura a visita do Presidente do Governo da Região Autónoma da Madeira, Dr. Miguel Albuquerque, um exemplo que bem poderia ser seguido nomeadamente pelos autarcas de outras regiões aos respectivos stands das Entidades Regionais de Turismo. Mas, também a dimensão desproporcionada de algumas delas justifique alguma indiferença e desinteresse…

Fotos: Manuel Santos

CX8A6755 (1).JPG

 CX8A6591 (1).JPG

CX8A6592 (1).JPG

CX8A6596 (1).jpg

CX8A6597.JPG

CX8A6598.JPG

CX8A6747.JPG

CX8A6748.jpg

CX8A6751.JPG

CX8A6752.JPG

 



publicado por Carlos Gomes às 11:42
link do post | favorito

Domingo, 19 de Março de 2017
LOURES VIRA CAPITAL INTERNACIONAL DO FOLCLORE NA REGIÃO SALOIA

O Folclore contribui para o conhecimento mútuo, paz e amizade entre os povos

A edição deste ano do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, vai ter o seu início no dia 24 de Junho com a realização de uma exposição e de uma palestra, prolongando-se durante toda a semana até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar o espectáculo de culturas tradicionais.

FOLKLOURES'16 260

Trata-se de uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Este evento privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

Cartaz2017Novo.jpg

O programa do FolkLoures’17 é o seguinte:

FOLKLOURES'17 - Encontro de Culturas

PROGRAMA

Dia 24 de Junho

- 16 horas. Inauguração da Exposição "Carroças da Região Saloia". Museu Municipal de Loures.

A exposição está patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira)

Entrada gratuita

- 16h30 horas. Palestra sobre "Usos e Costumes tradicionais da Região Saloia", pela Dr.ª Ana Paula de Sousa Assunção, a ter lugar no Auditório do Museu do Museu Municipal de Loures, com passagem pela exposição das Carroças.

Dia 1 de Julho

- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas

- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional

- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício

GRUPOS PARTICIPANTES

Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil

Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo

Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho

Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral

Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura

Associatia Miorita Portugalia – Moldávia

Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia

Grupo de Danças e Cantares da Madeira – Madeira

12999062_12-dig (30) (1).jpg

MUSEU MUNICIPAL DE LOURES EXPÕE “CARROÇAS DA REGIÃO SALOIA”

O Museu Municipal de Loures participa no FolkLoures’17 com a realização de uma exposição subordinada ao tema “Carroças da Região Saloia”, a ter lugar nas instalações do próprio museu, com inauguração prevista no dia 24 de Junho, pelas 16 horas. A exposição tem entrada gratuita e ficará patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira).

O Museu Municipal de Loures encontra-se instalado na Quinta do Conventinho, sita na Estrada Nacional, 8, em Santo António dos Cavaleiros, a escassos 4 quilómetros de Loures, um edifício conventual contruído na segunda metade do século XVI.

Constituído em 26 de julho de 1998, o Museu encontra-se instalado no 13.º convento dos frades franciscanos da Província de Santa Maria da Arrábida, apresentaposições de  exposições de temática arqueológica e etnográfica, com o intuito de dar a conhecer a realidade e a vivência das populações rurais do município de Loures, assim como a sua história. Possui duas salas de exposições, oficinas, reservas visitáveis, um centro de documentação especializado em história local, loja, cafetaria com esplanada, parque de estacionamento e acesso para pessoas com mobilidade reduzida.

foto romenia (1).jpg

HISTORIADORA ANA PAULA ASSUNÇÃO PROFERE PALESTRA SOBRE “USOS E COSTUMES DA REGIÃO SALOIA”

A Historiadora e Museóloga Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção subordinada ao tema “Usos e Costumes Tradicionais da Região Saloia”, a ter lugar no Auditório do Museu do Museu Municipal de Loures, no dia 24 de Junho, pelas 16h30. A iniciativa insere-se no programa do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas que se prolonga até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar um grandioso festival de cultura tradicional no Parque da Cidade, em Loures.

A Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção é historiadora e museóloga, Mestre em História Regional e Local pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É autora de programas museológicos, reformulações de programas e criação de serviços inovadores. Conceção científica do Centro UNESCO A casa da terra. Comissária de exposições de vária índole com museografia de inclusão e género.

Tem como áreas científicas preferenciais a História Local, Saúde, Património industrial (com destaque para Fábrica de Loiça de Sacavém, Oliveira Rocha/Oliveira do Bairro), Património Cultural Imaterial, Património Religioso /obra de arte total – Cripto -história. Exerceu voluntariado na Igreja Matriz de Bucelas com descobertas de cariz científico sobre entalhador, Francisco Lopes. (Artigo no prelo). Musealização da Igreja e interpretação dos espaços em visitas.

Pelo seu trabalho, tem recebido várias distinções de Mérito Cultural e Prémios no campo da Museologia a nível nacional e internacional.

O FolkLoures apresenta um programa cultural rico e diversificado que, sob o impulso e capacidade organizativa do Rancho Folclórico Verde Minho, catapulta o concelho de Loures para a ribalta da cultura tradicional portuguesa.

11990453_1704674056423198_4190839433383492462_n.jpg

1011304_571855422867079_560564853_n (1).jpg

15669943_kl80v (1).jpeg

12540961_136845383358170_7679897381605889880_n (2).jpg

14264885_1155472347866155_2807760375958106450_n (1).jpg

969870_209986322489112_234369670_n.jpg

779526635499309 (1).jpg



publicado por Carlos Gomes às 22:12
link do post | favorito

MINHOTOS FAZEM ARRAIAL EM LISBOA

Cartaz ARRAIAL 2017.jpg



publicado por Carlos Gomes às 21:32
link do post | favorito

Sábado, 18 de Março de 2017
PRESIDENTE DA REPÚBLICA VISITA BOLSA DE TURISMO DE LISBOA

O Presidente da República, Prof. Doutor Macelos Rebelo de Sousa, visitou ontem a Bolsa de Turismo de Lisboa, demorando-se particularmente nos pavilhões das Regiões de Turismo e prestando uma especial atenção ao artesanato tradicional.

A presença das rendilheiras de bilros de Vila do Conde mereceu-lhe bastante curiosidade que mais pareceu estar interessado em conhecer esta arte popular.

17361975_1373911362652529_8622650659607792339_n.jpg

17264293_1373917809318551_8239628997081649344_n.jpg

17265280_1373910439319288_3410023504964843188_n.jpg

17343014_1373910549319277_1548120804569641400_n.jpg

17352347_1373910652652600_7087011298276333159_n.jpg

17353300_1373911092652556_2472370858540352981_n.jpg

17361743_1373911865985812_6525006328026852946_n.jpg



publicado por Carlos Gomes às 16:02
link do post | favorito

MINHOTOS FAZEM ARRAIAL EM LISBOA

Cartaz ARRAIAL 2017.jpg



publicado por Carlos Gomes às 15:52
link do post | favorito

LISBOA FESTEJA CONCLUSÃO DAS OBRAS QUE FAZEM A PRIMEIRA VÍTIMA DE ATROPELAMENTO

A notícia é do jornal “Correio da Manhã” e relata o seguinte: Jaime Araújo, de 47 anos, estava em Lisboa em passeio, com uma mulher de 40 anos. O professor de Viana do Castelo atravessava a avenida 24 de Julho, junto ao Mercado da Ribeira, ao que tudo indica na passadeira, quando foi violentamente atropelado pelo elétrico da Carris. Ficou debaixo da composição e ferido com gravidade. A mulher com quem estava sofreu ferimentos leves. Segundo explicou ao CM fonte das equipas de socorro, foi necessário "elevar o elétrico com almofadas especiais" para se conseguir retirar a vítima. Tudo aconteceu no sábado ao final da tarde, mas passou despercebido ao público em geral. O trabalho heroico dos elementos do Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa e das equipas do INEM ficou registado numa fotografia a que o CM teve ontem acesso. Jaime Araújo foi transportado para o Hospital de S. Francisco Xavier, sendo depois transferido para o Egas Moniz, onde ainda se encontra nos "cuidados intensivos e gravemente ferido", disse ao CM fonte da família, que procura testemunhas das circunstâncias do acidente. O CM contactou ontem a Carris, que não respondeu em tempo útil. A PSP investiga.”

img_757x498$2017_03_18_01_00_39_609749.jpg

Em tempos, o BLOGUE DE LISBOA alertava para a conveniência de alterar a circulação dos transportes públicos naquela zona da cidade, nomeadamente por razões de segurança, o que pode ser lido em http://bloguedelisboa.blogs.sapo.pt/porque-nao-circulam-os-transportes-46656. De resto, já há um século, o arquitecto Miguel Ventura Terra advogava a supressão da circulação dos transportes colectivos de passageiros naquela zona, incluindo a linha ferroviária.

Não obstante, a Câmara Municipal de Lisboa optou por manter a situação e, pior ainda, foi recuperar o modelo urbanístico dos anos sessenta: um canteiro com árvores no eixo central da avenida que vai impedir a ultrapassagem dos veículos de circulação prioritária, nomeadamente as âmbulâncias médicas em marcha de urgência.

Por ironia, a actual configuração da circulação rodoviária na área do Cais do Sodré regista a tragédia num momento em que a cidade festeja a conclusãpo das obras no local. Mas, vejamos o que o BLOGUE DE LISBOA disse a respeito da circulação dos transportes públicos na avenida 24 de Julho, em Lisboa:

A alteração da circulação dos transportes públicos para o lado norte da avenida 24 de Julho, em Lisboa, permitiria eliminar os cruzamentos e aumentar a segurança dos peões.

A circulação dos transportes públicos, na avenida 24 de Julho, entre o Cais do Sodré e a avenida da Índia, efetua-se no lado sul, junto à linha de comboios, apresentando diversos inconvenientes como o congestionamento do tráfego nos cruzamentos, redução da fluidez da circulação automóvel e riscos de atropelamento de peões.

O acesso às estações de comboio em Santos e no Cais do Sodré implicam o atravessamento da movimentada avenida 24 de Julho por parte dos transeuntes, quase sempre de forma desordenada fora das respetivas passadeiras. Os passeios que lhes estão destinados são demasiado estreitos. E o trânsito circula com demasiados constrangimentos em virtude da excessiva quantidade de sinalização luminosa e cruzamentos numa via rodoviária que, em lugar de proporcionar a fluidez, tem vindo a ser transformada em área de parqueamento automóvel.

Por fim, o entroncamento da avenida 24 de Julho com a avenida da Índia representa um triplo cruzamento, com os transportes públicos a cruzarem-se entre si e com as viaturas particulares em simultâneo.

Não se vislumbrando qualquer justificação válida para que os carros elétricos circulem ao lado da linha férrea, a sua transferência para o lado norte da avenida, juntamente com os demais transportes públicos, permitiria eliminar de imediato os cruzamentos do Cais do Sodré e da Avenida da Índia, proporcionando ao mesmo tempo a dinamização diurna através do incremento comercial e da circulação de pessoas numa área dominada por edifícios com reduzido aproveitamento e em mau estado de conservação, como sucede junto às Tercenas do Marquês.

A construção de acessos subterrâneos às estações de comboio em Santos e no Cais do Sodré permitiriam ainda eliminar o atravessamento de peões à superfície e aumentar consideravelmente a fluidez do trânsito sem riscos de segurança para os transeuntes.

Lisboa só teria a ganhar com uma obra que iria produzir efeitos práticos na vida dos seus habitantes.”

ng1793205


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 15:39
link do post | favorito

Sexta-feira, 17 de Março de 2017
BRASIL ENCANTA VISITANTES DA BOLSA DE TURISMO DE LISBOA

À semelhança de anos anteriores, o Brasil é uma das melhores representações internacionais na Bolsa de Turismo de Lisboa. Numa área de grandes dimensões assinalada pelo colorido e os ritmos da música popular brasileira, o stand do Brasil destaca este ano a Amazónia e o Rio Grande do Norte, dando a conhecer a sua gastronomia, as suas músicas e danças, a beleza das gentes, as suas tradições e sobretudo a simpatia e alegria contagiante com que recebem os visitantes.

CX8A6689.JPG

Não há quem resista ao encanto da paisagem brasileira, à doçura do seu falar, a alegria permanente que caracteriza o povo brasileiro. Não admira, pois, que o Brasil seja cada vez mais um dos mais importantes destinos turísticos em todo o mundo!

Fotos: Manuel Santos

CX8A6676.JPG

CX8A6681.jpg

CX8A6682.jpg

CX8A6685.jpg

CX8A6686.JPG



publicado por Carlos Gomes às 15:43
link do post | favorito

JARDIM ZOOLÓGICO PARTICIPA NA BOLSA DE TURISMO DE LISBOA

O Jardim Zoológico e de Aclimatação de Lisboa está presente na Bolsa de Turismo de Lisboa para dar a conhecer as suas ofertas aos visitantes.

CX8A6704.JPG

Actualmente localizado em Sete Rios, o Jardim Zoológico é desde sempre um dos espaços mais apreciados pelos portugueses, sobretudo pelos mais novos, constituindo simultaneamente um dos locais de grande atracção turística da capital.

Inaugurado em 28 de Maio de 1884, este foi o primeiro parque do género na Península Ibérica. Instalado inicialmente no Parque de São Sebastião da Pedreira, foi dez anos mais tarde transferido para os terrenos de Palhavã onde actualmente se situa a Fundação Calouste Gulbenkian e, em 1905, para a Quinta das Laranjeiras, propriedade do Conde de Burnay, junto a Sete Rios, onde ainda se mantém.

O Jardim Zoológico e de Aclimatação de Lisboa conta actualmente com cerca de 2 mil animais de 332 espécies diferentes, representativas das mais diferentes regiões do mundo.

Fotos: Manuel Santos

CX8A6703.JPG

75534_1059203720789963_558298602575437542_n.jpg

996997_1059202840790051_519351471123156462_n.jpg

1917078_1059203530789982_6867058572744942496_n.jpg

10653327_1059202884123380_1548391931712925335_n.jpg

12118822_1059203667456635_8985619279270813216_n.jpg

12321173_1059214707455531_1480197634599144937_n.jpg

12829528_1059206890789646_2197015128274137428_o.jpg

17156073_1363972753646390_1045860670600676165_n.jpg



publicado por Carlos Gomes às 10:51
link do post | favorito

BEIRÕES EM LISBOA FESTEJAM DIA DE LAFÕES

17039280_1750998101881902_5218836496373932146_o.jpg



publicado por Carlos Gomes às 09:49
link do post | favorito

Quinta-feira, 16 de Março de 2017
GLUE TRIP E A ODE PSICADÉLICA À DOR DE COTOVELO

Os Glue Trip são uma daquelas pérolas que, de quando em vez, dão à costa da grande praia que é a vida. A estreia entre nós acontece ao sabor de “Elbow Pain”, single retirado do álbum homónimo “Glue Trip” e prolonga-se no verão, com uma promissora digressão nacional, tudo responsabilidade da Music For All.

Glue Trip_promo.jpg

A audição do projeto de Lucas Moura não só é recomendada como obrigatória, tamanhas são as influências, culturas e sonoridades presentes do início ao fim. Com raízes na dream pop e no rock psicadélico, mas também na tradicional bossa nova, daqui devem ser esperadas faixas num registo que tanto nos remete para a natureza como para as quentes praias brasileiras.

Foi da intrincada mente de Lucas Moura que nasceu um projeto com tanto de genial quanto de aventureiro. A tarefa não se adivinhava fácil, afinal de contas explorar novas sonoridades, misturar culturas e influências e criar algo que pertencendo ao Brasil seja, em boa verdade, um pouco de todo o mundo, é uma demanda de proporções inimagináveis.

Felizmente Lucas avançou sem receio, criando de raiz, em 2012, aquele que rapidamente se tornou num dos mais entusiasmantes jovens projetos da cena musical brasileira – os Glue Trip. Com raízes na dream pop e no rock psicadélico, mas também na tradicional bossa nova, daqui devem ser esperadas faixas introspectivas, e profundas, mas também experimentais, num registo que tanto nos remete para a natureza como para as quentes praias brasileiras.

 A estreia em palco foi no do espaço Prata da Casa do Sesc Pompéia. No entanto pouco tempo depois já estaria a arrebatar corações e almas pelos festivais mais importante do norte e nordeste do Brasil, nomeadamente Mada (Natal), DoSol (Natal), Campus Festival (João Pessoa, Paraíba), Quebramar (Macapá), Cine Onda (Fortaleza) ou Hacienda (João Pessoa, Paraíba), provando que havia espaço para um projeto tão arrojado quanto este.

Bastou um ano para surgir o primeiro fruto desta autêntica árvore da vida que são os Glue Trip – o EP “Just Trippin”. O sucesso foi imediato e tornou faixas como “La Edad Del Futuro”, “Birds Singing Lies” ou “Elbow Pain” autênticos hinos de uma geração cujo universo musical comporta uma diversidade que nunca é demais assinalar.

Três anos depois surgiu o segundo capítulo da carreira dos Glue Trip – o seu primeiro álbum de longa duração. Deste registo, homónimo, fazem parte os temas incluídos no EP anterior assim como canções inéditas (de que são exemplo “New Place To Start”, “Old Blood” ou “Solomon”). Atualmente encontram-se já a trabalhar num novo álbum, estando prometidas novidades para muito em breve.

Graças a este álbum os Glue Trip veriam o seu trabalho editado em França, em CD e Vinil, por intermédio do selo Novomundo Records, e no Japão, pelo Dessinee Shop, estreando-se da melhor forma no mercado europeu e asiático. O derradeiro passo rumo à total internacionalização da sua música surge, por fim, em 2017 com a apresentação ao público português e uma digressão já marcada para o próximo verão. Se o mundo é dos audazes é caso para dizer que Lucas Moura já terá certamente feito o suficiente para merecer a sua quota-parte.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 23:28
link do post | favorito

LISBOA REALIZA CONCURSO DA PATANISCA

O Peixe em Lisboa, o mais emblemático evento gastronómico português dedicado à cozinha de mar, conta este ano com mais um desafio, desta vez lançado aos restaurantes lisboetas. O Concurso da Patanisca é a boa nova deste ano, que se junta aos outros dois concursos já conhecidos do público e integrados no Peixe em Lisboa - O Melhor Pastel de Natal e ADN Pasteleiro.

pastexon (1).PNG

A celebrar a sua 10ª edição, de 30 de março a 09 de abril, o recém-reaberto Pavilhão Carlos Lopes será o palco das mais variadas provas e concursos, para além da presença de vários chefes nacionais e internacionais para apresentações e showcookings exclusivos no novo auditório do pavilhão. Para além destes convidados únicos, 10 conceituados chefes e restaurantes da região de Lisboa funcionarão em permanência com uma oferta diversificada de pratos à base de peixes e mariscos.

Este ano, os restaurantes presentes no evento são: Alma (chefe Henrique Sá Pessoa), Arola Penha Longa (chefe Milton Anes), Boi-Cavalo (chefe Hugo Brito), Chapitô à Mesa (chefe Bertílio Gomes) Ibo (chefe João Pedrosa), Kiko Martins (chefe Kiko Martins), Rabo d’Pêxe (chefe Paulo Morais), Ribamar (chefe Hélder Chagas), Ritz Four Seasons Hotel (chefe Pascal Meynard) e Taberna da Rua das Flores (chefe André Magalhães).

O evento conta ainda com uma terceira componente principal - um Mercado Gourmet que também funciona permanentemente entre as 12h e as 24h, apresentando uma grande diversidade de produtos. O Peixe em Lisboa é organizado pela Associação de Turismo Lisboa, com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa e produção da DOT Global e LGSP Events.



publicado por Carlos Gomes às 23:22
link do post | favorito

LISBOETAS DEBATEM ORÇAMENTO PARTICIPATIVO

Com o objetivo de potenciar e reforçar as politicas de participação, designadamente através de novos mecanismos de participação dos cidadãos na governação da cidade, a Câmara Municipal de Lisboa desenvolveu um modelo de participação municipal, de carácter funcional e de base continua, suportado pelo portal da participação "Lisboa Participa" e pela criação de novos módulos de participação, congregando neste espaço os diferentes instrumentos de participação em particular, a aplicação Na Minha Rua, Lisboa Aberta, LisBoaIdeia, Orçamento Participativo de Lisboa e Lisboa em Debate.

oplisx.jpg

LisBoaIdeia e Lisboa em Debate, são dois novos módulos, que visam de forma diferente, recolher sugestões e contributos dos cidadãos.

As vantagens são relevantes para os cidadãos/utilizadores, uma vez que poderão encontrar num único espaço virtual, as diferentes ferramentas de participação que a Autarquia coloca à sua disposição.

Neste momento, decorrem duas Consultas Temáticas, relacionadas com o Orçamento Participativo de Lisboa  e com a Candidatura de Lisboa a Capital Europeia do Desporto.

Visite o portal, registe-se e participe em: http://www.lisboaparticipa.pt


tags:

publicado por Carlos Gomes às 21:50
link do post | favorito

ISA SEBASTIÃO, RECORDISTA MUNDIAL DE SURF ANGARIA FUNDOS PARA A ASSOCIAÇÃO JORGE PINA

Recordista mundial vai estar 8 horas na prancha para angariar fundos para Associação Jorge Pina

26 de março | das 09:30 às 17:30 | Pista de Canoagem do Estádio Nacional - Jamor

Isa Sebastião, recordista mundial da maior distância percorrida em 24 horas numa prancha de SUP, vai participar no SUP Gives Back, um evento solidário de angariação de fundos para a Associação Jorge Pina.

surfff.jpg

Isa Sebastião vai estar 08 horas a remar na Pista de Canoagem e desafia os portugueses a juntarem-se a ela para remar ou apenas para apoiar. O valor da inscrição (6€) no evento desportivo reverte na totalidade para a Associação Jorge Pina.

A ação é organizada pelo Windspirit Club, que cede o equipamento necessário para quem queira participar e não tenha o material. Quem já tem o material, apenas tem que se inscrever e entrar na água para se juntar à Isa e dar 3 voltas à pista. Quem não queira fazer SUP também poderá participar na ação de solidariedade a correr, andar ou de bicicleta.

A Associação Jorge Pina tem neste momento como um dos seus maiores projetos a 1ª Escola de Atletismo Adaptado de Portugal. O projeto pretende dar formação desportiva (atletismo) gratuita a crianças e jovens com necessidades de saúde especiais. Sendo os seus objetivos principais: Promover a inclusão pelo desporto, melhorar o desenvolvimento através do estímulo à autonomia e independência e desenvolver habilidades motoras funcionais.



publicado por Carlos Gomes às 21:40
link do post | favorito

“SHE’S THE DEVIL”, O NOVO SINGLE DE MAX COSTA

Numa altura em que Max Costa continua a deslumbrar o público português com a sua carismática proposta blues/rock inspirada nos grandes mestres do passado, é tempo de conhecermos “She’s the Devil”, o endiabrado novo single de “The Storyteller” que versa sobre o encontro do músico com uma mulher fatal de infindáveis luxúrias.

Max Costa_promo (4).JPG

Este é já o terceiro avanço do primeiro álbum a solo do músico de Minas Gerais, já disponível em formato digital nas principais lojas online com o selo da Music For All.

Max Costa nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais, mas mudou-se para Porto Alegre logo após o nascimento onde viveu até à idade adulta. Aprendeu a tocar violão quando passou no exame admissional para a faculdade de Engenharia Química, tendo feito parte da formação de diversas bandas de rock e blues.

No início dos anos 00 lançou dois discos independentes com a Banda Dive-POA. Compõe em inglês por considerar que esta é a língua do Blues. Tem por característica uma voz agressiva e rasgada, que faz com que os seus blues sejam ainda mais tocantes.

Com mais de 20 anos de carreira, apresentou-se ao serviço de várias bandas, sempre enquanto vocalista, como a Get Up (nos anos 90), Dive-POA (música autoral nos anos 00, com os quais lançou dois trabalhos) e com a Free Riders Blues Band na Serra Gaúcha.

Depois de uma estadia de dois anos na cidade de Florianópolis, mudou-se de armas e bagagens para Portugal, onde está actualmente a desenvolver a sua carreira a solo.


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 07:05
link do post | favorito

Quarta-feira, 15 de Março de 2017
BOLSA DE TURISMO DE LISBOA ABRE HOJE AS PORTAS NO PARQUE DAS NAÇÕES

A Bolsa de Turismo de Lisboa – BTL abriu hoje as suas portas para apresentar uma diversificada oferta turística, contando com uma elevada participação de expositores nacionais e estrangeiros ligados ao turismo, dando a conhecer as ofertas turísticas dos seus países e das diferentes regiões do nosso país. Em dia de inauguração, o certame contou com a presença entre outros do Presidente do Governo Regional da Madeira, Dr Miguel Albuquerque, que se demorou na visita aos diversos expositores, sempre acompanhado pelos dirigentes da Associação Industrial Portuguesa.

DSCF2618.JPG

A Feira conta com a participação de muitas centenas de expositores das mais diversas regiões do país e também do estrangeiro, com especial destaque para o Brasil.

O certame decorre até ao próximo dia 19 de Março, nos pavilhões da Feira Internacional de Lisboa, no Parque das Nações. Desde a paisagem e a gastronomia ao artesanato e ao património histórico, sem esquecer as festas e romarias tradicionais, procura-se promover as potencialidades da nossa região utilizando os mais diversos meios, das provas de sabores à realização de conferências, da distribuição de folhetos e a recriação de figuras históricas e outras demonstrações da cultura tradicional.

Destinada a “Potenciar novos contactos e promover os melhores negócios é uma das premissas da organização”, a Feira Internacional de Turismo de Lisboa constitui um espaço privilegiado de “negócio e networking de todos os profissionais do Turismo e também um palco aberto ao debate e discussão do sector” e, simultaneamente, um local de “de animação e promoção turística para o público”.

DSCF2643.JPG

DSCF2614.JPG

DSCF2619.JPG

DSCF2625.JPG

DSCF2636.JPG

DSCF2654.JPG

DSCF2628.JPG

DSCF2597.JPG

DSCF2605.JPG

DSCF2651.JPG

DSCF2609.JPG

DSCF2657.JPG

DSCF2590.JPG

DSCF2593.JPG

DSCF2603.JPG

DSCF2611.JPG

DSCF2616.JPG

 

 



publicado por Carlos Gomes às 20:22
link do post | favorito

BOLSA DE TURISMO DE LISBOA ABRE HOJE AS PORTAS NO PARQUE DAS NAÇÕES

A Bolsa de Turismo de Lisboa – BTL abriu hoje as suas portas para apresentar uma diversificada oferta turística, contando com uma elevada participação de expositores nacionais e estrangeiros ligados ao turismo, dando a conhecer as ofertas turísticas dos seus países e das diferentes regiões do nosso país. Em dia de inauguração, o certame contou com a presença entre outros do Presidente do Governo Regional da Madeira, Dr Miguel Albuquerque, que se demorou na visita aos diversos expositores, sempre acompanhado pelos dirigentes da Associação Industrial Portuguesa.

DSCF2618.JPG

A Feira conta com a participação de muitas centenas de expositores das mais diversas regiões do país e também do estrangeiro, com especial destaque para o Brasil.

O certame decorre até ao próximo dia 19 de Março, nos pavilhões da Feira Internacional de Lisboa, no Parque das Nações. Desde a paisagem e a gastronomia ao artesanato e ao património histórico, sem esquecer as festas e romarias tradicionais, procura-se promover as potencialidades da nossa região utilizando os mais diversos meios, das provas de sabores à realização de conferências, da distribuição de folhetos e a recriação de figuras históricas e outras demonstrações da cultura tradicional.

Destinada a “Potenciar novos contactos e promover os melhores negócios é uma das premissas da organização”, a Feira Internacional de Turismo de Lisboa constitui um espaço privilegiado de “negócio e networking de todos os profissionais do Turismo e também um palco aberto ao debate e discussão do sector” e, simultaneamente, um local de “de animação e promoção turística para o público”.

DSCF2643.JPG

DSCF2614.JPG

DSCF2619.JPG

DSCF2625.JPG

DSCF2636.JPG

DSCF2654.JPG

DSCF2597.JPG

DSCF2605.JPG

DSCF2651.JPG

DSCF2609.JPG

DSCF2657.JPG

DSCF2590.JPG

DSCF2593.JPG

DSCF2603.JPG

DSCF2611.JPG

DSCF2616.JPG

 

 



publicado por Carlos Gomes às 20:01
link do post | favorito

PAN QUER QUE GOVERNO PORTUGUÊS DENUNCIE ESTADO ESPANHOL POR MAIS UM INCUMPRIMENTO NAS OPÇÕES NUCLEARES
  • Incumprimentos no prolongamento da vida útil da Central Nuclear de Garoña revelam mais um desrespeito de Espanha pelos interesses dos portugueses
  • Riscos significativos para o meio ambiente e para saúde pública violam Convenção Internacional
  • Decisão de reabertura da central abre caminho ao prolongamento da vida das restantes centrais nucleares com mais de 40 anos - caso de Almaraz

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza, dá hoje entrada de um Projeto de Resolução que pede ao Governo que denuncie junto do Secretariado da Convenção de Espoo a violação da referida Convenção por Espanha devido a mais dois incumprimentos: a inexistência de comunicação a Portugal das intenções de prolongamento da vida útil da Central Nuclear de Santa Maria de Garoña, assim como da inexistência de um Estudo de Impacto Ambiental (EIA) transfronteiriço.

O prolongamento da vida útil da Central Nuclear de Santa Maria de Garoña, em Burgos, é uma realidade factual e atual e em relação à qual urge uma atuação por parte do Governo, atendendo a que os meios de comunicação nacionais e espanhóis noticiam que o Conselho de Segurança Nuclear espanhol aprovou o prolongamento da referida Central Nuclear, encontrando-se apenas a aguardar a aprovação do Ministério da Energia espanhol.

O prolongamento do ciclo de vida útil da Central Nuclear de Santa Maria de Garoña tem riscos significativos para o meio ambiente e, por esta razão a Convenção de Espoo, indica que antes de ser tomada uma decisão deste tipo deve levar-se a cabo um EIA transfronteiriço. A mesma convenção reitera que Espanha é obrigada a notificar Portugal enquanto país potencialmente afetado, e não o fez.

A Nuclenor, SA (ENDESA e Iberdrola) requereu junto do Ministério da Indústria espanhol o prolongamento da vida útil da Central Nuclear até 02/03/2031. A extensão do ciclo de vida da Central Nuclear de Santa Maria de Garoña implica riscos consideráveis para o meio ambiente e que aumentam com o passar do tempo tais como o desgaste de todo o material, potenciais riscos externos como ataques terroristas e ainda os desastres naturais que, pela sua imprevisibilidade, deixam danos irreversíveis. Para além, disso, esta central encontra-se apenas a cerca de 300km de Portugal, o que em caso de acidente nuclear grave, e numa situação em que se verifiquem ventos de leste com velocidade de 30 km/h, a nuvem radioativa alcança Portugal em 10 horas.

A central nuclear de Garoña é a única das seis centrais espanholas fechada por razões de segurança e a decisão da sua reabertura e do prolongamento do seu ciclo de vida serve como precedente para respaldar o prolongamento da vida das restantes centrais nucleares, nomeadamente a central nuclear de Almaraz, a próxima a pedir o seu prolongamento para além dos 40 anos de vida.

O PAN entende que cabe ao Estado garantir a defesa dos interesses de Portugal, nomeadamente a proteção e a segurança dos cidadãos portugueses, bem como a preservação dos valores naturais do território.

“Não podemos continuar passivos perante o desrespeito dos portugueses e dos nossos valores naturais por parte de Espanha, absolutamente subordinada aos interesses económicos e corporativos” relembra André Silva, Deputado do PAN.



publicado por Carlos Gomes às 13:47
link do post | favorito

Terça-feira, 14 de Março de 2017
FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS ORGANIZA PEREGRINAÇÃO NACIONAL A FÁTIMA

17308945_1221807434535544_3947734536834721669_n.jpg

A Federação do Folclore Português e a Associação Folclórica da Região de Leiria - Alta Estremadura estão a organizar a XV Peregrinação Nacional a Fátima.

Do programa consta:

08:30 horas - Parque nº 8 - Concentração dos Grupos participantes;

- Organização dos Grupos por Regiões;

09:00 horas - Saudação de Boas Vindas;

09:15 horas - Cortejo dos Estandartes e dos Grupos, até ao Santuário, para participação nas Cerimónias Religiosas;

10:00 horas - Terço - Procissão;

11:00 horas - Missa Solene;

12:45 horas - Procissão do Adeus.

Este evento destina-se aos Grupos Associados da Federação do Folclore Português.

Pedimos a todos os elementos, que solicitem o regulamento enviado pela FFP aos seus diretores.

A Direção



publicado por Carlos Gomes às 22:49
link do post | favorito

LUCIANA ARAÚJO APRESENTA “ESSÊNCIAS” AO VIVO NAS FNAC

Depois do lançamento do single “Mais”, primeira amostra de “Essências”, o registo de estreia da cantora e compositora luso-brasileira Luciana Araújo, chega finalmente a vez das atuações ao vivo!

image006luciana.jpg

Da sonoridade cativante às letras profundas, ou do ritmo contagiante à voz doce e suave de Luciana Araújo, os motivos para estar presente nas duas datas já confirmadas pela Music For All são mais do que muitos! Conheçam as datas:

18.03 | FNAC @ Almada Fórum, 17h

19.03 | FNAC @ Vasco da Gama, 17h

Luciana Araújo nasceu em Fortaleza, Ceará, mas possui também nacionalidade portuguesa, um traço característico de que se orgulha bastante. Iniciou o seu percurso artístico aos 14 anos de idade, actuando nos principais espaços e eventos da cidade onde nasceu, Fortaleza. Tendo noção do seu potencial, Luciana inscreveu-se em aulas de técnica vocal e dança contemporânea, complementando assim as suas performances em palco.

No seu percurso académico contam-se uma Licenciatura em Comunicação Social (Publicidade e Propaganda), uma Pós-Graduação em Integrated Brand Management e um MBA em Marketing Digital assim como o total domínio de três línguas (Inglês, Italiano e Espanhol) e domínio parcial de uma quarta (Mandarim).

Mas voltemos ao seu percurso no mundo da música. A sua estreia na rede nacional brasileira aconteceu no “Tempo de Alegria”, da cadeia SBT, mas foi dois anos depois que teve lugar um passo decisivo. Entre mais de trinta mil cantores, oriundos de todo o Brasil, Luciana Araújo foi selecionada, tendo assim o prazer de actuar por quatro vezes no reputado e influente programa “Domingão do Faustão”, onde Luciana ficou entre os treze finalistas.

A sua estreia na televisão portuguesa aconteceu quando se apresentou ao vivo no programa “SIC 10 Horas”, da SIC, tendo o seu “regresso” à televisão brasileira acontecido aquando a sua dupla visita ao Programa Raul Gil, da TV Record. Já Luciana Araújo residia em Portugal quando a banda Per7ume lhe endereça um convite irrecusável: ser uma das vozes do tema “(Assim) Azul”, numa participação especial com a banda nortenha.  

A televisão volta a cruzar-se no seu percurso por intermédio da TV Record Internacional e de um convite surpreendente: tornar-se apresentadora! Em dois anos Luciana apresentou mais de 600 programas ao vivo, divididos entre “Quem Quer Dinheiro” e “GRP”.

Estávamos em 2012 quando Luciana decidiu dar o passo que lhe faltava: gravar o seu primeiro disco! Movendo-se na sonoridade MPB, e tendo Bruno Cardozo como produtor (ele que colaborou com nomes do calibre de Rita Lee ou Gal Costa), este é um álbum que fica marcado pela participação de músicos conceituados no Brasil e pelas duas versões de músicas bem conhecidas do público português (“Fácil de Entender”, dos The Gift, e “Porto Sentido”, do incomparável Rui Veloso e Carlos Tê). 

“Essências” chegou ao público brasileiro em 2014, em formato físico e digital, e chegará ao público português neste início de 2017! Depois de conquistar o Brasil finalmente chegou a hora de Luciana Araújo arrebatar o público lusitano.

Luciana Araújo_Flyer Showcases FNAC.png


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 20:05
link do post | favorito

MUNICÍPIO DA MOITA RECONSTITUI HISTÓRIA DA INDÚSTRIA DO VESTUÁRIO DO CONCELHO

“A Mulheres e o Trabalho: A Indústria do Vestuário no Concelho da Moita” é o tema do mais recente trabalho de investigação efetuado pela Câmara Municipal da Moita, com o intuito de contribuir para a divulgação da história local. Deste trabalho, resultou a criação de um livro e de uma exposição que vão ser apresentados no dia 18 de março, pelas 15:00h, na antiga Fábrica Guston, em Alhos Vedros. A exposição vai ser inaugurada no mesmo dia, pelas 17:30h, no Moinho de Maré de Alhos Vedros.

As Mulheres e o Trabalho.jpg

As operárias das fábricas de vestuário e confeções, na sua esmagadora maioria, mulheres, as suas recordações, episódios de vida, histórias de luta e resistência, os episódios de exploração que se viviam nas fábricas, o seu encerramento, o fim da indústria do vestuário, os despedimentos, a camaradagem e a solidariedade, protagonizam este trabalho.

Na mesma ocasião, vai ser também apresentado o projeto “Imagens da Memória”, um espaço na Internet para partilha de memórias comuns na rede social facebook, que é também um ponto de encontro para todas as operárias fabris. Este grupo no facebook pretende ir ao encontro da história de um património coletivo e proporcionar partilhas, valorizando o diálogo.



publicado por Carlos Gomes às 19:48
link do post | favorito

ERICEIRA DÁ A PROVAR OS DELICIOSOS OURIÇOS DO MAR

Festival internacional promove os saberes e sabores do ouriço-do-mar na Ericeira

Saborear o ouriço-do-mar preparado pela restauração local, descobrir as suas diversas utilizações culinárias pela mão de grandes chefs mundiais e conhecer o contexto ambiental e cultural desta espécie, é esta a proposta da Câmara Municipal de Mafra que promove o 3º Festival Internacional do Ouriço-do-mar, entre os dias 31 de março a 9 de abril, na Ericeira.

primage_18702 (1).png

Outrora denominada Ouriceira – dada a forte tradição desta vila piscatória na apanha do ouriço- do-mar – a Ericeira é uma das zonas costeiras de Portugal onde as condições são mais favoráveis ao desenvolvimento do ouriço-do-mar. Depois do sucesso registado em anteriores edições, foi renovado o desafio à restauração local e durante uma semana o festival propõe uma mostra gastronómica em 24 restaurantes aderentes cujas ementas o ouriço-do-mar assume um destaque especial, quer reiventando receitas, quer ainda promovendo a forma mais simples de ser consumido: ao natural.

Sendo a inovação ao serviço do paladar a grande premissa deste evento, o Festival conta com a presença de vários chefs nacionais e internacionais de renome, que irão brindar os visitantes com as suas experiências mais arrojadas e saborosas envolvendo o ouriço-do-mar nas sessões de showcookings que acontecem nos sábados 1 e 8 de abril no Mercado Municipal da Ericeira. António Alexandre, Chef do projeto Endògenos que promove e valoriza o ouriço-do-mar da Ericeira desde 2013, e os internacionais, Chef Justin Jennings (Austrália) e Chef Roberto Sihuay (Perú) são algumas das estrelas da gastronomia já confirmadas.

Para além da vertente gastronómica, a valorização do ouriço-do mar enquanto espécie endógena desta região, a sua contribuição para potenciar o turismo e os projectos de investigação científica em torno da espécie, dão o mote para as Jornadas Técnicas, com diversas atividades a decorrer, a partir do dia 1 de Abril, na Casa da Cultura Jaime Lobo e Silva, localizada no centro da vila da Ericeira. As jornadas irão dar especial atenção a temas como o repovoamento desta espécie marinha, a necessidade de ser criado mais conhecimento científico e de assegurar a sua difusão junto de mariscadores e pescadores, bem como a apresentação dos projetos candidatos ao Mar 2020: Ouriceira Mar e Aqua.

O 3º Festival Ouriço-do-mar é uma iniciativa promovida pela Câmara Municipal de Mafra, no âmbito da sua estratégia de preservação e valorização dos produtos endógenos do território, assim como da sua promoção turística e desenvolvimento económico associado.

Mostra gastronómica - Restaurantes aderentes:

7 Praias na Baleia, A Brasa na Gruta, A Canastra, A Tasquinha, Esplanada das Furnas, Estrela do Mar, Funky, Golfinho Azul, Mar à Vista, Marisqueira Brisa, Marisqueira César, Marisqueira Furnas, O Vigarista, Prim, Retiro da Bela Sombra, Ribeira d’Ilhas Surf Restaurant & Bar, Restaurante Dom Carlos, Restaurante Sul, Sushi Drinks Club, Ti Matilde, Tik Tak, Toca do Caboz, Uni Sushi e Viveiros do Atlântico.



publicado por Carlos Gomes às 19:12
link do post | favorito

A GALIZA: A NACIONALIDADE HISTÓRICA QUE MADRID DESCONSTRÓI

14051600_1132349990156039_171266801472074721_n (1).jpg

Por José Manuel Barbosa

Em 1916 nascem as Irmandades da Fala, primeira organização político-cultural da Galiza que definem e reconhecem o País como Nação e como “Célula de Universalidade”. Posteriormente o movimento galeguista com o seu árduo labor político e cultural conseguem para a Galiza o reconhecimento pela Sociedade de Nações, antecessora da ONU, da sua condição de Nação em 16-18 de setembro de 1933 em Berna. O político galego Plácido Castro achegou informação e documentação ao Congresso de Nacionalidades Europeias para que este organismo dependente da SdN considerasse a existência duma Nação no noroeste da península Ibérica manifestada num vida coletiva com umas caraterísticas distintivas e originais que a identificam historicamente e no presente como tal. O CNE reconheceu e determinou seguindo a legislação que adequação a direito era plena o que manifestava o direito a uma administração nacional própria e ao seu livre desenvolvimento como Nação com direito a ser assim reconhecida internacionalmente. Foi com isso que a Galiza é reconhecida legalmente como Nacionalidade em épocas contemporâneas por uma organização de reconhecido prestígio e autoridade internacional com o direito a dispor da sua vida e do seu futuro.

Galaico.jpg

 

Guerreiro Galaico

 

 

Poucos anos depois, em 1936, a Galiza vota por maioria de 99’24% de votos afirmativos contra o 0’76% de votos negativos e um 0’98 de votos nulos o seu primeiro Estatuto de Autonomia após ser-lhe negada a sua condição de Reino em 1833. O total de galegos com direito a voto em junho de 1936 foi de 1.343.135 dos quais votaram 1.000.963 e um total de 993.351 manifestaram a sua vontade de auto-governo materializado por meio dum Estatuto com competências em matérias legislativas, judiciárias, económicas com uma fazenda própria com capacidade impositiva e para arrecadar tributos, reconhecimento do seu direito histórico e dum governo com capacidade executiva. Infelizmente um mês depois, o golpe de Estado do General Franco aborta toda tentativa autonomista e de reconhecimento dum auto-governo para a Galiza. Esta “Longa Noite de Pedra” em palavras do poeta Celso Emílio Ferreiro dura até 1975, ano em que morre o ditador e se começa novamente a elaboração dum novo Estatuto. O segundo. Este foi elaborado e votado em dezembro de 1980 entrando em vigor em abril de 1981.

Cozido.JPG

Cozido

 

No segundo Estatuto acrescentam-se as competências reconhecidas em 1936 para além de lhe serem reconhecida a condição de Nacionalidade no seu artigo primeiro:

  1. Galiza, nacionalidade histórica, constitui-se em Comunidade Autónoma para aceder ao seu autogoverno, de conformidade coa Constituição Espanhola e com o presente Estatuto, que é a sua norma institucional básica.

Isto posiciona à Galiza num contexto ótimo para ser reconhecida internacionalmente com todas as dignidades. Se a isto acrescentamos que o Reino da Espanha está incluído dentro do Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos os quais fazem parte do Sistema dos Direitos Humanos da atual Organização das Nações Unidas (ONU) no qual se reconhece no seu artigo primeiro o seguinte:

PRIMEIRA PARTE

Artigo 1.º

  1. Todos os povos têm o direito a dispor deles mesmos. Em virtude deste direito, ELES DETERMINAM LIVREMENTE O SEU ESTATUTO POLÍTICO E DEDICAM-SE LIVREMENTE AO SEU DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO, SOCIAL E CULTURAL.
  2. Para atingir os seus fins, todos os povos podem dispor livremente das suas riquezas e dos seus recursos naturais, sem prejuízo de quaisquer obrigações que decorrem da cooperação económica internacional, fundada sobre o princípio do interesse mútuo e do direito internacional. Em nenhum caso pode um povo ser privado dos seus meios de subsistência.
  3. Os Estados Partes no presente Pacto, incluindo aqueles que têm a responsabilidade de administrar territórios não autónomos e territórios sob tutela, são chamados a promover a realização do direito dos povos a disporem de si mesmos e a respeitar esse direito, conforme às disposições da Carta das Nações Unidas.

Igualmente no Pacto internacional de Direitos económicos, sociais e culturais aprovados pela Assembleia Geral da ONU em 1966 no seu artigo 1.1 diz (1):

Artigo 1.1

PARTE I

Artigo 1º

  • 1. Todos os povos têm o direito à autodeterminação. Em virtude desse direito, determinam livremente seu estatuto político e asseguram livremente seu desenvolvimento económico, social e cultural
  • 3. Os Estados Membros no presente Pacto, inclusive aqueles que tenham a responsabilidade de administrar territórios não autónomos e territórios sob tutela, deverão promover o exercício do direito à autodeterminação e respeitar esse direito, em conformidade com as disposições da Carta das Nações Unidas.

Por outra parte a Constituição espanhola no seu Capítulo II: Sobre os tratados Internacionais diz (2):

CAPÍTULO III. DE LOS TRATADOS INTERNACIONALES.

Artículo 93.

Mediante Ley orgánica se podrá autorizar la celebración de Tratados por los que se atribuya a una organización o institución internacional el ejercicio de competencias derivadas de la Constitución. Corresponde a las Cortes Generales o al Gobierno, según los casos, la garantía del cumplimiento de estos Tratados y de las resoluciones emanadas de los organismos internacionales o supranacionales titulares de la cesión.

Artículo 94.

  1. La prestación del consentimiento del Estado para obligarse por medio de Tratados o convenios requerirá la previa autorización de las Cortes Generales, en los siguientes casos:
  2. Tratados de carácter político.

b.Tratados o convenios de carácter militar.

c.Tratados o convenios que afecten a la integridad territorial del Estado o a los derechos y deberes fundamentales establecidos en el Titulo primero.

d.Tratados o convenios que impliquen obligaciones financieras para la Hacienda Pública.

e.Tratados o convenios que supongan modificación o derogación de alguna Ley o exijan medidas legislativas para su ejecución.

  1. El Congreso y el Senado serán inmediatamente informados de la conclusión de los restantes Tratados o convenios.

Artículo 96.1. Los tratados internacionales válidamente celebrados, una vez publicados oficialmente en España, FORMARÁN PARTE DEL ORDENAMIENTO INTERNO. SUS DISPOSICIONES SÓLO PODRÁN SER DEROGADAS, MODIFICADAS O SUSPENDIDAS EN LA FORMA PREVISTA EN LOS PROPRIOS TRATADOS O DE ACUERDO CON LAS NORMAS GENERALES DEL DERECHO INTERNACIONAL.

trasno-Mitologia galego-portuguesa.jpg

Trasno-Mitologia Galego-Portuguesa

 

Conclusão:

1- A Espanha está na ONU e aceita o ordenamento jurídico internacional.

2- A Espanha assinou o Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos incluído dentro do Sistema dos Direitos Humanos da ONU. A Espanha assinou igualmente o Pacto internacional de Direitos económicos, sociais e culturais. Ambos tratados entraram em vigor em 19 de Dezembro de 1966.

3- A Constituição espanhola garante que a legislação internacional, nomeadamente a emanada da ONU à qual pertence de pleno direito, faz parte do seu ordenamento jurídico e portanto RECONHECE INDIRETAMENTE no seu artigo 96 o direito de AUTODETERMINAÇÃO dos povos ao serem estes tratados anteriormente citados (Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos e Pacto internacional de Direitos económicos, sociais e culturais) parte da legislação internacional à qual se vincula o Reino da Espanha, só podendo renunciar a ela derrogando-a, modificando-a ou suspendendo-a nas formas previstas pelos próprios tratados ou de acordo com as normas internacionais.

Mazzini.jpg

Mazzini

 

4- Se a Galiza (ou quaisquer outros territórios do Reino da Espanha) optar por exercer o seu direito de autodeterminação estaria de acordo com a legislação internacional que a Espanha aceita. Se o Estado ao que à Galiza pertence optasse por impedir, limitar ou obstaculizar esse direito, seria o Reino da Espanha o que estaria fazendo incumprimento a sua própria legislação e a legislação internacional dentro da qual se incluiu voluntariamente quando aceitou e assinou toda a legalidade emanada da ONU à qual pertence desde.

meia verdade.jpg

Meia Verdade

 

5- Se quaisquer outro Estado manifestar o seu apoio ao proceder do Reino da Espanha no que diz respeito a este assunto, estaria igualmente contrariando à legalidade internacional, sobre tudo se este Estado tiver assinado igualmente os mesmos tratados dos que falamos

(1) http://www.oas.org/dil/port/1966%20Pacto%20Internacional%20sobre%20Direitos%20Civis%20e%20Pol%C3%ADticos.pdf (2) https://www.boe.es/legislacion/documentos/ConstitucionCASTELLANO.pdf

Paisagem granítica.jpg

Paisagem Granítica

Fichte.jpg

Fichte



publicado por Carlos Gomes às 16:44
link do post | favorito

MUSIC FOR ALL SESSIONS \\ TOCA – PARCERIA LEVA GRANDES ARTISTAS A BRAGA

É com pompa, circunstância e muita música que a Music For All revela a sua mais recente parceria – o espaço TOCA, em Braga! Ao longo de todo o ano de 2017 estão garantidos concertos regulares de nomes nacionais e internacionais, das mais diversas sonoridades, num dos espaços mais dinâmicos e interessantes do norte do país.

tocalob.png

Março contempla já três concertos, todos eles de nomes de reconhecido mérito e talento. No dia 16 o quarteto escocês Ded Rabbit dá o primeiro de três concertos da sua digressão nacional a norte. No dia 23 sobe a palco Luciana Araújo, cantora e compositora luso-brasileira que apresenta ao vivo o seu mais recente disco, “Essências”. E a 30 de março os portuenses Papillon levam a palco o seu laçarote, e o novo single “Conceição”, numa noite que promete conquistar tudo e todos. É caso para dizer: agora sim, começou 2017!

TOCA é a sigla que dá vida a Trabalho de uma Oficina Cultura e Associativa. Estamos perante um projeto da SYnergia, uma associação juvenil com sede em Braga, sem fins lucrativos. O objetivo deste projeto é dinamizar, e prestar todo o apoio necessário, as mais variadas atividades de âmbito associativo, juvenil, artístico, inovador, entre muitos outros.

Localizado nas antigas salas de cinema do Centro Comercial Avenida, no centro de Braga, este é uma das salas mais dinâmicas, e com uma programação mais cuidada e eclética, do país.

Com a já anunciada parceria com a Music For All a TOCA dá um passo firme rumo à expansão, tornando o seu espaço num dos mais apetecíveis por parte dos artistas nacionais e internacionais. Com um palco que impressiona, um ambiente que conquista e um público fiel é impossível não colocar as Music For All Sessions \\ TOCA na sua agenda cultural.

MFA Toca_Foto Perfil Facebook.png


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 14:45
link do post | favorito

PAN DEFENDE O DIREITO À INFORMAÇÃO SOBRE O CONSUMO DE OGM EM TODA A CADEIA ALIMENTAR
  • Lacuna na lei no que diz respeito ao consumo de carne, leite e ovos cujos animais são alimentados com rações à base de OGM
  • Independentemente das crenças em relação à produção e consumo de OGM os consumidores têm o direito à informação
  • Este direito é fundamental para escolhas conscientes e consumo informado

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza leva amanhã a debate um projeto de lei que pretende reforçar os direitos dos consumidores no que diz respeito ao consumo de bens alimentares. A legislação alimentar refere que, para prevenir todas as práticas que possam induzir o consumidor em erro, é importante garantir a segurança jurídica e reduzir a carga administrativa, e, por outro lado, os interesses dos cidadãos, ao prever a obrigatoriedade de rótulos claros, compreensíveis e legíveis para os alimentos.

Também a Comunidade Europeia considerou este tema suficientemente importante para o incluir no Tratado da Comunidade Europeia, que defende que a União Europeia deve ter em conta os interesses dos consumidores, contribuindo para a proteção da saúde, da segurança e dos interesses económicos destes.

O PAN entende que está a ser ocultada informação aos consumidores uma vez que há claramente uma lacuna na lei no que diz respeito ao consumo de carne, leite e ovos cujos animais foram alimentados com rações que contenham organismos geneticamente modificados (OGM).

No mês passado, a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica anunciou que registou em 2015 um aumento de inconformidades nas amostras de géneros alimentares recolhidas, na sua maioria relacionadas com a rotulagem, o que coloca o debate deste tema na ordem do dia.

A questão da produção alimentar com recurso a OGM continua envolta em controvérsia, nomeadamente devido à discussão sobre a perigosidade ou não do consumo dos mesmos. No entanto, o PAN defende que, independentemente das crenças em relação à produção e consumo de OGM, os consumidores têm acima de tudo o direito à informação quando sejam introduzidos na cadeia alimentar e no mercado produtos que contenham ou sejam constituídos por OGM, conforme indica a própria Diretiva do Parlamento Europeu e do Conselho de Março de 2001, invocando o princípio da precaução e aspetos éticos.

Segundo a referida Diretiva, para que não se verifiquem dúvidas junto dos consumidores, os produtos que contenham ou sejam constituídos por OGM devem ser identificados de forma adequada, devendo ter inscrita a expressão «este produto contém organismos geneticamente modificados», a qual deve constar de forma clara no rótulo ou no documento de acompanhamento. O PAN questiona precisamente qual o sentido de obrigar a que a rotulagem dos alimentos para animais de produção que contenham OGM esteja sinalizada se essa informação nunca chegará ao consumidor final.

O que está em causa é que a informação sobre os OGM introduzidos na cadeia alimentar através das rações dos animais não chega a quem mais interessa: o consumidor final. Este “detalhe” é relevante pois o consumidor de carne, leite e ovos ou outro alimento de origem animal não sabe que está a consumir um bem em que os OGM fazem parte da cadeia alimentar e esse pode ser um fator determinante para uma escolha consciente.

Nem os aspetos éticos nem o princípio da precaução devem ser desprezados quando se discute o direito à informação. Atendendo também ao facto de ser um imperativo comunitário que a informação relativa a OGM deva constar em todas as fases de colocação de produtos no mercado, o partido acredita que essa obrigatoriedade se impõe também para a rotulagem de produtos de origem animal que tenham sido alimentados com géneros alimentícios que contenham OGM, só assim se concretizando verdadeiramente o direito de informação preconizado em todos os diplomas legais, nacionais e comunitários.



publicado por Carlos Gomes às 11:10
link do post | favorito

GALIZA E PORTUGAL: CABEÇA E CORAÇÃO DUM SER ÚNICO

14051600_1132349990156039_171266801472074721_n (1).jpg

 

 

 

 

 

 

 

Por José Manuel Barbosa

A definição de Nação tem dado muitas páginas nos livros de teoria política e mesmo nos livros de antropologia. É por isso por que há duas formas de perceber a ideia de Nação: a política que nos descobre um conceito de Nação próximo a ideia de Estado, daí a noção de Estado-Nação e vinculada à vontade; e a cultural, que nos leva a Nação constituída por um conjunto de pessoas com uma língua, uma tradição, uns usos culturais e hábitos psicológicos comuns, uns costumes manifestados na forma de perceber a vida tanto no laboral como no festivo, nas crenças ou na herança e numa história que une aos seus nacionais num determinado território reconhecido como próprio. Estas duas formas de perceber o que é uma Nação podemos identificá-las como da escola francesa, a primeira, e a escola alemã a segunda. Na primeira é a vontade dos indivíduos de construir a Nação que se comprometem numas instituições comuns que regulam a sua convivência. Esta vontade surge da sua livre eleição à hora de se constituírem ou bem pela sua separação duma entidade estatal já existente enquanto a segunda é o conceito de Nação objetiva baseada numa realidade viva localizada acima dos indivíduos e das vontades cuja identidade está sustentada em traços externos herdados duns antepassados comuns. Dessa realidade não é possível evadir-se por meio da vontade.

Delegaçao Galega (1).jpg

Delegação galega

 

Se tomamos a primeira como referência, diremos que Portugal é uma Nação porque a vontade fez que fosse independente da Galiza medieval, porque os portugueses assim o quiseram durante mais de oitocentos anos desde a sua independência levada a cabo por Afonso Henriques. Da mesma maneira, a Galiza faria parte duma entidade político-administrativa superior denominada Reino da Espanha e à qual adere por inércia histórica.

Mas se tivermos em conta o segundo conceito, a Galiza e Portugal fariam parte duma mesma Naçao segundo os critérios de Fichte. Segundo eles tanto galegos como portugueses participam de uma série de elementos identitários comuns que os unem por cima de quaisquer diferenças políticas ou individuais. Podemos dar-lhe um repasse:

* A Língua

A identidade da língua, considerada como uma única língua comum a galegos e portugueses pode vir identificada tanto do ponto de vista estritamente linguística como do ponto de vista político.

Se for a linguística a que determinasse a unidade da língua não teríamos ninguém que acreditasse na existência de duas línguas no ocidente peninsular ibérica. Tudo o que for identificado como diferença seria localizado como uma variação dialetal e/ou regional. Galegos e portugueses temos uma mesma língua sem qualquer dúvida e não há cientista que tenha a categoria para o negar. Rodrigues Lapa, Eugen Coseriu, Carolina Michäelis de Vasconcelos, Joan Coromines e todos os grandes vultos da filologia e da linguística reconheceram a realidade duma e única língua galega em origem e mas conhecida internacionalmente com o nome de português.

Irmandades da Fala (1).jpg

Irmandades da Fala

 

Há quem pense que nas últimas décadas a vontade dos galegos e das suas instituições é a de reconhecer a sua variante como uma língua “irmá pero diferente” da portuguesa mas essa vontade surge da necessidade de Madrid de desidentificar e separar ambas as variantes para favorecer a assimilação do chamado galego dentro do castelhano como um patois ou crioulo que pela sua debilidade e falta de prestígio não possa concorrer com a língua de imposição. E como já vimos que a vontade não é uma forma de conceber a Nação cultural mas o Estado-Nação, não devemos considerá-la. Ainda assim é de reconhecer que mesmo alguns dos personagens políticos mais importantes da separação linguística galego-portuguesa como o próprio Manuel Fraga Iribarne, Presidente da Galiza entre 1990 e 2005 reconheciam e falavam duma língua comum:

“É um encontro a que nos chama a pertença geográfica a um mesmo espaço físico, a herança cultural de uma língua comum e um património cultural multissecular,….” (Fraga Iribarne: 1991)

A pesar disto ser assim, o velho político franquista dizia o mesmo pelas mesmas épocas mas para um público diferente:

“É un encontro a que nos chama a pertenza xeográfica a un mesmo espazo físico, a herdanza cultural de línguas com raices comuns e un património cultural multisecular,...” (Fraga Iribarne: 1992)

A dia de hoje, o próprio e atual Presidente da “Xunta de Galicia” Alberto Nuñez Feijóo/Alberte Nunes Feijó manifesta o mesmo critério de unidade linguística galego-portuguesa nas Tv espanholas uma vez o movimento reintegracionista tem a suficiente força social como para pôr as cousas no seu lugar (1)

Plácido Castro (1).jpg

Plácido Castro

 

* Hábitos psicológicos e forma de perceber a vida

Quando de um galego se diz que numa escada não se sabe se é que sobe ou é que baixa, é um castelhano que o diz. Um galego sempre sabe se sobre ou se baixa mas um castelhano desde fora nunca é que o sabe. Isto não tem maior transcendência se não fosse que a indefinição é um elemento identificativo de galegos mas também de portugueses; a ambiguidade, a diplomacia, a forma de dizer as cousas indiretas, as meias verdades, a “retranca”, esse humor no que nunca se diz o que se quer destacar mas que sempre fica evidente para as mentes inteligentes nada abundantes no centro peninsular… É aquela história na que uma pessoa lhe faz uma pergunta comprometida ao galego e este responde:

“Por uma parte, tu já vês, por outra….que queres que che diga mas o certo é que… quem sabe?”

Falamos igualmente do acordo e do trasacordo, essas variações de rumo que aplicamos quando a necessidade o requer perante uma decisão que temos de tomar mas que não temos toda a segurança. É o um “se por acaso...”, “Se calhar...”, “Nunca se sabe...”. Os nossos refrões fazem-nos visualizar essa caraterística psicológica:

“Deus é bom e o demo não é mau”

“Porque a Deus apreces, o demo não desprezes”

Mas sobre todos os elementos do nosso carater comum está a saudade, cantada por poetas e descrita por filósofos. É uma forma de perceber a vida galega e portuguesa por excelência mas que inclui uma visao da vida romântica, lírica, poética e profundamente artística. Por isso é que a poesia lírica medieval faz parte da nossa identidade mais profunda.

Reconhecimento Plácido Castro Galiza Naçao (1).jpg

Reconhecimento de Plácido Castro da Galiza como Nação

 

* As crenças, as tradições, usos culturais e costumes

Com certeza que se falo da submissão ao sobrenatural, à religiosidade profunda manifestada num conceito do transcendente que ultrapassa os sentidos e a razao, estou a falar da forma de ser dos portugueses. Mas também falo dos galegos que na sua festa da sua virgem, da sua santa ou santo, da sua romaria ao seu santuário, da festa da sua aldeia na que celebramos que esta divindade pré-cristão transformada em tal ou qual virgem nos faz comer a todos em família ou em comunidade. É a comida na que há que comer basicamente porco ou vitela como forma de manifestar a alegria comum.

Em Castela e em Andaluzia têm por costume beber vinho e bailar mas não não bebemos nem bailamos enquanto não tenhamos a barriga cheia. Só isso, prémio ao nosso trabalho do dia-a-dia, é o que nos põe contentes perante os demais: comer, e comer comida forte, hipo-calórica, poderosa, que mantém corpos que devem ser fortes porque historicamente é a terra a quem lhe devemos o esforço para que ela nos dê frutos. Para além disso, as filhós, as rabanadas ou torradas, os roscões ou pães de ló, as sopas de cavalo cansado, os cozidos, o polvo, o caldo, todo tipo de enchidos, presuntos, broas, pães de centeio, papas, etc…são as formas dos nossos alimentos que reconhecemos em ambas as beiras da raia…

Por outra parte, a cultura histórica também vincula com as crenças de galegos e portugueses de hoje. Somos a terra do granito que suportou antas, mamoas, pedras escritas, montes sagrados onde habitam ainda hoje as divindades esquecidas que um dia estavam nas nossas vidas e hoje dormem até que decidam acordar. Mouros, princesas com pés de cabra, cobras que acabam sendo princesas, seres feéricos de todo tipo e tamanho, seres mitológicos que vivem nos contos infantis mas também nas nossas vidas quotidianas, o não varrer para fora, o arco-íris que é o arco-da-velha porque a velha é a Terra que nos deu vida e é a matriz de todo, as nossas festas que cobrem todo o panorama festivo céltico: Magusto/Samhain, festa dos mortos onde estes vêm comer à nossas mesas, Ciclo de Natal/Solstício de inverno, quando celebramos o nascimento da luz; Carnaval e Candelária/Imbolc quando casam os passarinhos mas também crítica ao poder; Máias ou Máios/Beltaine quando com lume queimamos o boneco verde e chega o verão; São João/Solstício de verão quando celebramos o triunfo da luz por meio do fogo purificador….. As bruxas e meigas, o Além, a morte, os que veem o futuro, Todo isso e muito mais somos os galegos e os portugueses e não nos reconhecemos como unidade porque desde há bem poucos anos o direito ao ensino faz que sejam os Estados-Nação os que transmitam a cultura e a educação mas essa não é natural mas artificial qual comida de lata ou hambúrguer de McDonals. Esse direito não é o mau, que é um direito, mas é o Estado que desrespeita os povos e as suas raízes o que não é o adequado para nos transmitir os conhecimentos do passado. Aos galegos dizem-nos que somos espanhóis que traduzido à linguagem madrilena é como dizer que somos castelhanos e portanto temos uma visão distorcida de nós próprios; aos portugueses diz-se que os galegos são mais uns espanhóis que falam castelhano e portanto uns maus irmãos não escolhidos mas não uns amigos que podemos escolher…. A distorção acrescenta-se aos olhos dos outros nós-próprios. E por isso chegamos à conclusão de que já não somos o mesmo povo, mas dous povos de costas viradas cujos problemas não devemos nem queremos partilhar.

Pacto Internacional dos Direitos Economicos Sociais e Culturais (2).jpg

* Um território comum

Sobre o espaço comum que partilhamos sabemos que a nossa cultura nasceu no País do granito, nas terras rochosas do noroeste, terras verdes de prados e florestas onde o chamado Maciço Galaico-Duriente se apresenta como uma continuação do Cordal Cantábrico. É na Serra do Aire onde estas terras célticas deixas lugar às terras do sul estremenho, alentejano e algarvio que por tradição humana está mais vinculada ao mundo sulista do que ao mundo galaico nortenho mas que a história quis que se cristianizassem e se galaiquizassem. É o Portugal sulista que embora conservar um ar e uma tradição meridional e andaluzi o seu espírito é plenamente português. Mas isto é uma visão que temos de hoje porque em épocas anteriores ao Islão peninsular essas terras eram as que viram nascer o Vaso Campaniforme, o que viu nascer o megalitismo que tanta identidade nos dá aos galegos. Foram aliás, as terras da expansão sueva cujo Reino foi conhecido e reconhecido como o primeiro “Gallaeciense Regnum”. Todo isto conforma essa faixa marítima ocidental que vai dar a esse mar imenso e promissor chamado Atlântico, o Mar da Atlântida, o qual lhe deu viabilidade a Portugal

como Nação e ajudou na expansão da nossa língua e da nossa cultura. Castelão, o nosso grande Daniel Castelão, disse uma vez no seu Sempre em Galiza, que Portugal encheu o mundo de nomes galegos….e assim foi, com certeza, ou pelo menos assim o vemos muitos galegos. E é esse mar o que dá tamanho de País grande a Portugal cujo espaço terrestre é um, mas o seu espaço marítimo sempre foi muito mais.

À Galiza esse mar também lhe deu expansão mas não territorial embora sim económica. É o mar das nossas riquezas e das nossas belezas, de ondas selvagens e de profundezas misteriosas que converteu à Galiza quando aqui se podia pescar, na terceira grande potência pesqueira do mundo. É o mar da Galiza marinheira, tão importante para a nossa realidade identitária como pode ser para Portugal.

* Uma História comum

Neste tema já há pouca discrepância. Desde que os galaicos entram na História, os portugueses entram como galaicos num princípio, embora os lusitanos existam como uma prolongação dos primeiros ou vice-versa. Se considerarmos que o Portugal de hoje é um Estado galaico, e não lusitano por ter sido do norte galaico donde partiu a origem do país, a língua, a estrutura e organização territorial, a legalidade e todo o demais, teremos que partilhamos historicamente tudo: a Kalláikia celtica, a Gallaecia pré-romana, o Reino da Galiza medieval mal identificado e mal chamado de Reino de Astúrias, a continuação do Reino da Galiza também mal identificado e mal chamado de Reino de Leão… tudo, até que nasceu o conceito de Nação que se diz defendeu o nacionalismo francês e também Giuseppe Mazzini mas que já no século XII Afonso Henriques se viu na obriga de exercer para defender o seu direito a governar o seu novo Reino, assim reconhecido pelo Papa. Nasceu Portugal dum retalho da Galiza e nasceu como um ato de vontade política mas não como uma diferenciação étnica. Tal é assim que Agostinho da Silva, ideólogo da Lusofonia disse que “os portugueses são uns galegos aperfeiçoados”. Se é assim é que os galegos somos uns portugueses distorcidos por Castela mas não deixamos de ser mais uns portugueses descarrilados que precisamos nos encontrarmos com o resto da nossa gente para nos vermos onde devemos estar: juntos.

Poderíamos continuar narrando e debulhando esta nossa realidade comum, mas veja o leitor que se fizermos pormenorizadamente este trabalho de identificação galaico-portuguesa não chegaria um simples artigo para falarmos do tema. Um livro completo falando de cada um dos pormenores aqui narrados seria muito interessante e muito laborioso mas completamente útil para o nosso reconhecimento e a boa fé que totalmente certeiro na nossa auto-identificação não como dous povos mas como um só.

Como pode comprovar o leitor, a nossa vontade não é tanto narrar esta realidade assumida e conhecida por toda mente bem pensante quanto comunicar a necessidade de nos implicarmos no ser comum. Nao pode haver português que ignore a Galiza, a sua realidade e a sua problemática como também não pode haver galego que ignore a de Portugal.

Bibliografia:

Fraga Iribarne, M: A Galiza e Portugal no Marco Europeu. Ed. Xunta de Galiza. 1991. Pag. 7 Tirado da Comunicao de Manuel Fraga Iribarne à Academia da História de Portugal com motivo da sua receçao como Académico de Mérito. Lisboa 25 de Janeiro de 1991

Fraga Iribarne, M: Jornal do Arco Atlântico. 23 de Outubro de 1992. nº 1 Página 3

(1) https://www.youtube.com/watch?v=XN2byTJHfV4

human rights (1).jpg



publicado por Carlos Gomes às 09:26
link do post | favorito

Segunda-feira, 13 de Março de 2017
ALHOS VEDROS REALIZA FESTIVAL DE ACORDEÃO

17310255_763447573831900_7209859741369228356_o (1).jpg



publicado por Carlos Gomes às 21:03
link do post | favorito

O “ENIGMA DOS DOZE SAPOS” SEGUNDO OS BIKE

Viagens astrais, emanações cósmicas, experiências psicotrópicas e encontros de terceiro grau com anfíbios alucinogénicos marcam o single de apresentação dos BIKE, quarteto brasileiro que circula pelos sempre caleidoscópicos corredores do rock psicadélico, num caldeirão sónico que deve a Pink Floyd, Greateful Dead ou aos contemporâneos Tame Impala ou Pond.

BIKE_promo.JPG

“Enigma dos Doze Sapos” é o primeiro avanço extraído de “Em Busca da Viagem Eterna”, disco que apresentarão ao vivo numa digressão ibérica já no próximo mês de Junho, com o apoio da Music For All.

O projeto de Julito Cavalcante é fruto das suas experiências com alucinógenicos e contém referências a Dr. Albert Hoffman - que criou o LSD em Abril de 1943 e deu uma volta de bicicleta ao tomar a primeira grande dose - da cosmologia de Carl Sagan e das teorias dos Deuses Astronautas de Erich von Daniken.

A Cavalcante (guitarra e voz) juntam-se Diego Xavier (guitarra e voz), Daniel Fumega (bateria e voz) e Rafa Bulleto (baixo e voz), para uma mescla sonora que nos remete a Pink Floyd, Grateful Dead ou Walter Franco. 

O álbum “1943”, lançado em 2015, assinalou a estreia do quarteto, tendo sido produzido por Julito e masterizado pelo conceituado Rob Grant, que já deixou a sua marca em trabalhos de Tame Impala, Pond, Death Cab for Cutie ou Melody’s Echo Chamber. O disco seria uma dos mais celebrados nesse ano pela imprensa especializada, tendo recebido louvores de publicações como a Noisey (Vice), Rolling Stone, Estado de S. Paulo ou Tenho Mais Discos Que Amigos, que o incluíram nas listas de melhores álbuns do ano.

No final de 2015 fecharam um acordo de representação internacional pela 30th Century Records de Danger Mouse - cabeça pensante dos Gnarls Barkley ou Broken Bells - e em 2017 chegam a Portugal com o selo da Music For All, através da qual embarcarão numa digressão ibérica já no mês de Junho, com paragem incluída no Warm Up do Primavera Sound em Barcelona, já com as canções do novo disco “Em Busca da Viagem Eterna” na bagagem.

Citações de imprensa sobre os BIKE:

“O som lisérgico de há 50 anos atrás voltou a fazer rodar cabeças no Brasil e no Mundo graças a bandas como Bike e Tame Impala”, Rolling Stone Brasil

“Com guitarras que recpaturam os anos 60, melodias repletas de psicadelismo e letras que aparentemente são o resultado de uma viagem lisérgica, a canção “1943” abre o disco com uma energia cósmica que não nos abandonará até ao último segundo. Dêem-lhe uma audição e boa viagem”, Beehype

“Como uma verdadeira experiência lisérgica, cada verso ou ruído dissolvido pela obra transporta o espectador para um mundo de sons, cores e emanações cósmicas. Arranjos e letras que mudam de direção a todo o instante, crescendo e diminuindo, como se reações típicas do consumo de LSD fossem transformadas em música”, Miojo Indie


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 19:24
link do post | favorito

GUNGUNHANA CHEGA A LISBOA HÁ 121 ANOS

Passa precisamente 121 anos desde a chegada a Lisboa de Gungunhana, o último imperador de Gaza, actual Moçambique. Foi o último monarca da dinastia Jamine, de origem zulu, tendo reinado entre 1884 e 1895 um território com cerca de 90 mil quilómetros quadrados e mais de milhão e meio de habitantes. O envolvimento nas disputas entre as potências europeias nos territórios africanos e a sua crescente hostilização à presença portuguesa acabaria por ditar a sua prisão às mãos de Mouzinho de Albuquerque.

0001_M (1).jpg

Chega a Lisboa na manhã de 13 de Março de 1896, a bordo do navio “África”. À sua chegada, uma multidão curiosa apinha-se junto ao cais na tentativa de ver o Leão de Gaza, como era cognominado. O Diário de Notícias do dia seguinte fez o relato:

Quando entramos nos alojamentos estavam todos os pretos deitados e o Gungunhana, que ocupava uma extremidade da tarimba, tinha o rosto coberto. Alguém lhe descobriu a cara e o preto despertou, olhando para todos com olhos desconfiados. Pouco depois, como os jornalistas e outras pessoas admitidas a bordo eram cada vez em maior número e o espaço faltasse, foi ordenado que subisse a pretalhada para a tolda, onde se faria a sua exibição.

Ngungunhane está exausto e horrorizado. Desde a captura em Chaimite que receia o fuzilamento. Chora, implora, treme, esconde o rosto com as mãos, oferece tudo o que já não tem para obter a libertação, dinheiro, gado, ouro, marfim, escravos, terras. Aos que o rodeiam pergunta sem cessar: Digam-me o que querem de mim. Vou morrer? Para que lhes sirvo eu? Deixem-me regressar que morro se não vejo as minhas terras!, traduz o intérprete.

António Enes, que havia pouco tinha chegado a Lisboa, chega a bordo da fragata Trafaria. Embarca, sendo recebido pelo comandante do África, António Sérgio de Sousa. Mandam então subir os prisioneiros, que lhe são apresentados e que vêm pela primeira vez Lisboa. Quando lhe apontam o Palácio da Ajuda pede a António Enes para ser recebido pelo rei D. Carlos. Quer implorar perdão, jurar fidelidade ao monarca a quem anos atrás enviara duas embaixadas, então recebidas com pompa.

Às três e meia da tarde os prisioneiros desembarcam no Arsenal. Há cada vez mais gente a desfrutar o espectáculo. O ar altivo, as roupas e os enfeites das mulheres despertam a curiosidade: Quase todas altas e mais cor de castanha que pretas (…) carapinha bem penteada (…) feições finas, bonitas mesmo, admira-se a imprensa.

No interior do Arsenal, Godide torna-se objecto de curiosidade particularmente das esposas dos funcionários. É jovem, alto, fala português, não está assustado como o pai. Quando consta que sabe assinar o nome, as damas assediam-no para obter o autógrafo do bem disposto prisioneiro.

Ao fim da tarde o grupo é metido em seis carruagens abertas, escoltadas por 30 praças de cavalaria, com destino ao Forte de Monsanto. Nas três primeiras iam as 10 mulheres, na quarta o cozinheiro Gó, a quinta levava as bagagens, as quais se resumiam a algumas trouxas e às esteiras onde habitualmente dormiam. A carruagem com os quatro prisioneiros mais importantes (Ngungunhane, Godide, Matibejane e Molungo) fechava o cortejo.

Nas ruas da baixa lisboeta por onde passam, e no longo percurso até Monsanto, foi tal afluência de povo que, nalguns locais, o cortejo dificilmente avançava. Os ditos e as humilhações que os prisioneiros sofreram foram de tal monta que nos dias seguintes a imprensa protestou pela passividade da polícia.”

Fotos: José Chaves Cruz /AML

0001_M (2).jpg

0001_M (3).jpg

0001_M (4).jpg

0001_M (5).jpg

0001_M (6).jpg

0001_M (7).jpg

0001_M (8).jpg

0001_M.jpg



publicado por Carlos Gomes às 10:30
link do post | favorito

Domingo, 12 de Março de 2017
GRUPO FOLCLÓRICO VERDE MINHO DANÇA NA BOLSA DE TURISMO DE LISBOA

O Grupo Folclórico Verde Minho vai no próximo dia 19 de Março, a partir das 16 horas, actuar na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), levando consigo a alegria das gentes do Minho.

Potenciar novos contactos e promover os melhores negócios é uma das premissas da organização do certame. Algo que tem sido alcançado com assinalável sucesso, muito por força da capacidade de inovação e de antecipação das necessidades do mercado.

Verde Minho - Loures 099

A BTL é um espaço de negocio e networking de todos os profissionais do Turismo e também um palco aberto ao debate e discussão do sector.

A BTL é também um espaço de animação e promoção turística para o público.

Entretanto, para além das iniciativas calendarizadas no âmbito do FolkLoures’17 e da Desfolhada do Milho em A-das-Lebres, o Grupo Folclórico Verde Minho tem agendadas as seguintes actuações:

- 6 de Junho, pelas 15h30, na Freguesia da Encosta do Sol, na Amadora, a convite do Rancho Folclórico Dançar é Viver;

- 4 de Junho, em Oliveira do Hospital;

- 10 de Junho, na Feira Antiga, em Oeiras;

- 17 de Junho, em Cuba, a convite do Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba;

- 5 de Agosto, em Ovar, a covite do Grupo Folclórico “Cancioneiro de Ovar”;

- 17 de Dezembro, em Loures, na Igreja Matriz, a realizar o Encontro de Cantares ao Menino.



publicado por Carlos Gomes às 23:55
link do post | favorito

MINHOTOS FAZEM ARRAIAL EM LISBOA

Joaquim Pinto foi eleito Conselheiro Técnico da CTR do Alto Minho da Federação do Folclore Português

O Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho leva no próximo dia 26 de Março a efeito o Arraial Minhoto, a ter lugar no Ringue António Livramento, na Freguesia de Benfica. O evento conta ainda com a participação do Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage – Oeiras e do Rancho Folclórico da Casa do Minho.

1797517_1061375877219642_555566126479961297_n.jpg

De referir que, face às recentes alterações na estrutura orgânica da Federação do Folclore Português no que respeita à área de intervenção dos Conselhos Técnicos Regionais (CTR’s), o Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho tem vindo a realizar um processo de transição que o levará a representar exclusivamente a região do Alto Minho. Aliás, este agrupamento folclórico acaba de ver eleito o sr. Joaquim Pinto, seu dirigente há mais de quarenta anos, como conselheiro regional da CTR do Alto Minho.

Cartaz ARRAIAL 2017.jpg



publicado por Carlos Gomes às 23:20
link do post | favorito

CASA DO MINHO EM LISBOA DÁ A DEGUSTAR PALADARES DA LAMPREIA

Cerca de centena e meia de pessoas afluíram hoje à Casa do Minho para degustar uma das mais apreciadas iguarias da cozinha tradicional minhota: o arroz de lampreia do rio Minho!

17270836_1461498297213843_412190302_n (1).jpg

O repasto foi bem regado com o bem apaladado vinho verde de Vila Nova de Cerveira e incluiu sopa e doçarias características da nossa região que fizeram deste Almoço da Lampreia um verdadeiro manjar dos deuses.

O cozinheiro foi Paulo Duque, Vice-presidente da Direcção da Casa do Minho e, nem mais, um dos exímios cantadores do seu Rancho Folclórico. E, após dois suculentos almoços de lampreia, os minhotos preparam-se de novo para um prolongado jejum, uma vez que a época da desova da lampreia está prestes a terminar.

fotos de Lc UniFoto&Video / https://www.facebook.com/lcunisom/?fref=ts

17238834_1461496003880739_478948192_n (1).jpg

17270764_1461489753881364_154998098_n (1).jpg

17274896_1461548487208824_715767448_n.jpg

17274541_1461489770548029_704913020_n (1).jpg

17274542_1461494080547598_253331073_n (1).jpg

17274826_1461495997214073_1168803187_n (1).jpg

17275017_1461494047214268_1931119549_n (1).jpg

17275038_1461491193881220_883332653_n (1).jpg

17321442_1461492623881077_1785796225_n (1).jpg

17321775_1461491113881228_1673362953_n (1).jpg

17321781_1461492577214415_441636636_n (1).jpg



publicado por Carlos Gomes às 19:47
link do post | favorito

RANCHO FOLCLÓRICO DO BAIRRO DA FRATERNIDADE DANÇA O “CORRIDINHO SALOIO” NA FEIRA DE MOSCAVIDE

A Feira à Moda Antiga que decorre em Moscavide teve hoje a actuação do Rancho Folclórico do Bairro da Fraternidade, de S. João da Talha, no concelho de Loures, como uma das suas principais atracções. Com uma perfomance muito própria e sui generis, o grupo exibiu diversas marchas e danças pouco conhecidas no meio folclórico tais como o chamado “corridinho saloio” entre muitas outras. Mas, sobretudo, ofereceu aos presentes um espectáculo visual pouco comum aos ranchos folclóricos que procuram representar usos e costumes que remontam aos finais do século XIX e começos do século XX.

DSCF2519.JPG

Apesar de algo bizarra, a representação do Rancho Folclórico do Bairro da Fraternidade possui uma explicação nas palavras do seu responsável, sr. Fernando Cipriano, concedidas ao BLOGUE DO MINHO já lá vão perto de dois anos: “Sou Fernando Manuel Cipriano, fundador e ensaiador do Rancho Folclórico do Bairro da Fraternidade desde 1989.

Vou só explicar algumas coisas sobre o grupo, porque não tenho pachorra para aturar hipocrisias daqueles que nada sabem, mas falam muito e eu nunca gostei de alimentar polémicas, mas sou frontal e digo o que acho e penso na cara de quem me critica.

Este grupo nasceu num Bairro onde nada existia a não ser Oliveiras, agora já tem algumas casas e nasceu com o objectivo de ocupar a juventude deste Bairro que nada tinha, nem tem. O objectivo era ensinar e dar-lhes gosto pelo Folclore e retirá-los doutros caminhos como a Droga, Alcoolismo, solidão, etc.

Não somos Etnográficos, não temos que representar nada nem ninguém e estamos no século XXI, tudo evoluiu e quase tudo mudou, menos algumas mentalidades antiquadas e retrógradas.

Lembrar que os trajes são próprios e foram idealizados com o intuito de dar Alegria e frescura às nossas danças. Fazemos o que achamos melhor, nunca fomos atrás de ninguém, nem vamos, não andamos cá por ver andar os outros. Os nossos trajes não são sintéticos, as saias são todas em Terylene e as meninas usam uns culotes que fazem o mesmo efeito de calções, para que possam mostrar as pernas, assim como mostram as danças de Salão, os Zumbas, os Kizombas, etc. Mas as meninas até usam cueca e soutien branco, que é uma norma e podem assim dançar com mais destreza.

Nós aceitamos e vivemos bem com as críticas, é sinal que estamos vivos e isso dá-nos ainda mais força para continuar o nosso trabalho.

Lamentamos é alguns senhores ligados á rádio, criticarem um grupo que actuou 4 anos gratuitamente nas suas festas, com o mesmo traje, não se importando com as saias curtas e era bom, mas agora o mesmo grupo já não presta. Estas pessoas é que estão a mais, devem ter alguma doença de esquecimento, porque os tempos mudaram e o Folclore já não é o mesmo e para conseguirmos ter a juventude nesta dança que é o Folclore, temos de inovar e seguir outro caminho.

Este grupo dança todos os dias e já lá vão 4 anos, num restaurante de Fado e Folclore no Bairro Alto, chamado O Forcado, situado na Rua da Rosa e concorremos com vários grupos de várias zonas e fomos nós os escolhidos, pode lá nos ir visitar e tirar conclusões.

Todos são livres de dizerem o que pensam, mas como este Rancho não diz mal de ninguém, também não gosta que digam mal de nós.

Lembrar ainda que não somos federados, na Federação de Folclore, por não se encaixarmos nesse sistema.

Somos federados da Confederação das Colectividades e estamos legais nas Finanças e Segurança social o que talvez não aconteça com muitos. Em 2013 fomos escolhidos para participarmos no Mega Picnic do Continente, temos mais de 40 atuações por ano. Fomos convidados para atuarmos na Televisão, pelo que não somos assim tão maus.

Só queremos dançar e mostrar toda a beleza das nossas danças, porque todos dançamos com amor á arte.”

Não cabe ao BLOGUE DE LISBOA avaliar o desempenho técnico dos grupos folclóricos mas apenas dar espaço à informação e partilha de diferentes opiniões, observando o respeito pelas pessoas e entidades.

DSCF2522.JPG

DSCF2528.JPG

DSCF2539.JPG

DSCF2544.JPG

DSCF2546.JPG

DSCF2548.JPG

DSCF2549.JPG

DSCF2555.JPG

DSCF2567.JPG

DSCF2571.JPG

DSCF2492.JPG

DSCF2500.JPG

DSCF2503.JPG

DSCF2507.JPG

DSCF2511.JPG



publicado por Carlos Gomes às 19:06
link do post | favorito

FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS SÓ VÊ SALOIOS EM LISBOA

A Federação do Folclore Português elegeu ontem os membros dos Conselhos Técnicos Regionais (CTR’s), em sessão que decorreu no Cine-teatro Alba, em Albergaria-a-Velha. Entre os referidos Conselhos, conta-se o Conselho Técnico Regional da Estremadura Centro Saloia, o único que contempla a região de Lisboa como se aqui não existissem gentes oriundas das mais diversas regiões do país mas unicamente saloios.

17264251_1218838471499107_8825647950037523563_n.jpg

Sucede que, na região de Lisboa existem 14 grupos folclóricos da região de Entre-o-Douro-e-Minho, dezenas de grupos corais alentejanos e ainda da Beira Alta, Arganil, Pampilhosa da Serra, Góis, Idanha-a-Nova e até da Madeira.

A que Conselho Técnico Regional da Federação do Folclore Português deverão dirigir-se estes grupos sediados na região de Lisboa, uma vez que nenhum deles se identifica com os costumes da região saloia, antes preservam a identidade das suas gentes que um dia migraram para esta cidade?



publicado por Carlos Gomes às 15:36
link do post | favorito

RANCHO FOLCLÓRICO DA CASA DOS ARCOS DANÇA NA BTL

O Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Arcos de Valdevez vai no próximo dia 19 de Março, a partir das 15 horas, actuar na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), levando consigo a alegria das gentes do Minho.

Potenciar novos contactos e promover os melhores negócios é uma das premissas da organização do certame. Algo que tem sido alcançado com assinalável sucesso, muito por força da capacidade de inovação e de antecipação das necessidades do mercado.

A BTL é um espaço de negocio e networking de todos os profissionais do Turismo e também um palco aberto ao debate e discussão do sector.

A BTL é também um espaço de animação e promoção turística para o público.



publicado por Carlos Gomes às 11:19
link do post | favorito

Sábado, 11 de Março de 2017
FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS NOMEIA CONSELHEIROS TÉCNICOS REGIONAIS

Decorreu hoje no Cine-teatro Alba, em Albergaria-a-Velha o Encontro Nacional de Conselheiros Técnicos da Federação do Folclore Português onde teve lugar a eleição dos membros dos Conselhos Técnicos Regionais.

Entre os conselhos para os quais foram nomeados Conselheiros refira-se o Conselho Técnico Regional da Estremadura Centro Saloia.

17103389_1219126664803621_1318880929488698554_n.jpg

A imagem mostra os membros eleitos do Conselho Técnico Regional da Estremadura Centro Saloia



publicado por Carlos Gomes às 21:59
link do post | favorito

MOSCAVIDE RECEBE FEIRA À MODA ANTIGA

O Grupo Concertinas e Cantigas do Rancho Folclórico Verde Minho actuou esta tarde na Feira Saloia à Moda Antiga que decorre em Moscavide. Os minhotos levaram consigo as concertinas e os cavaquinhos e, com eles, soltando as mais alegres rapsódias do nosso folclore e, com alguma brejeirice, a alegria contagiante que sempre caracteriza as nossas gentes onde quer que se encontrem.

VM-Moscavide 2017-03-11 (24) (1).JPG

No jardim de Moscavide, dezenas de barraquinhas ofereciam as mais diversas iguarias provenientes de diferentes regiões do país, desde os enchidos de Lamego e os queijos da Serra da Estrela às alheiras de Mirandela e às fogaças de Santa Maria da Feira. E não faltou sequer uma artesão conferindo novas e coloridas formas ao típico galo de Barcelos feito apito-de-água.

A Freguesia de Moscavide, actualmente agregada à Freguesia da Portela, pertence ao concelho de Loures. O nome Moscavide deverá ter origem no topónimo árabe al-Masqba ou maskabat que significa “sementeiras” indica as características remotas da localidade. Porém, a paisagem rural cedeu o lugar sucessivamente à indústria e à urbanização operária e, mais recentemente, ao comércio e serviços, sobretudo de espaços de diversão nocturna, para o que contribuiu de sobremaneira a proximidade do Parque das Nações.

VM-Moscavide 2017-03-11 (12) (1).JPG

VM-Moscavide 2017-03-11 (2) (1).JPG

VM-Moscavide 2017-03-11 (3) (1).JPG

VM-Moscavide 2017-03-11 (9) (1).JPG

VM-Moscavide 2017-03-11 (13) (1).JPG

VM-Moscavide 2017-03-11 (21) (2).JPG

VM-Moscavide 2017-03-11 (22) (1).JPG

VM-Moscavide 2017-03-11 (23) (1).JPG

VM-Moscavide 2017-03-11 (25) (1).JPG

VM-Moscavide 2017-03-11 (29) (1).JPG

VM-Moscavide 2017-03-11 (32) (1).JPG



publicado por Carlos Gomes às 21:00
link do post | favorito

FEDERAÇÃO DO FOLCLORE PORTUGUÊS FOI CRIADA HÁ 40 ANOS!

Passam no próximo dia 28 de Maio precisamente 40 anos sobre a data da fundação da Federação do Folclore Português (FFP). Trata-se da única entidade em Portugal que procura agregar os grupos folclóricos, sediados no país ou ainda nas comunidades portuguesas no estrangeiro, segundo critérios de rigor e autênticidade na sua representação.

17264251_1218838471499107_8825647950037523563_n (1).jpg

A FFP faz parte do International Union of European and Extra-European Associations.

Como qualquer instituição, a FFP tem vindo ao longo da sua existência a registar sucessivas adaptações às novas realidades, nomeadamente ao nível das relações com os novos meios de comunicação social na área digital. Mas também no que diz respeito à abertura e apoio aos grupos folclóricos que ainda não são federados – efectivos ou aderentes – mas que aspiram a melhorar a sua representatividade.

A FFP possui a sua sede social em Arcozelo, no concelho de Vila Nova de Gaia, terra de naturalidade de Augusto Gomes dos Santos, seu fundador e primeiro presidente.

Além de Augusto Gomes dos Santos, a FFP teve como presidente Fernando Ferreira da Silva que, em recentes eleições, foi sucedido pelo Dr. Daniel Café, seu actual presidente.

A fim de assinalar o seu 40º aniversário, a FFP usará ao longo deste ano o selo comemorativo que junto reproduzimos.



publicado por Carlos Gomes às 13:56
link do post | favorito

FOLKLOURES É A GRANDE FESTA DA CULTURA TRADICIONAL PORTUGUESA E DAS COMUNIDADES IMIGRANTES

O Folclore contribui para o conhecimento mútuo, paz e amizade entre os povos

A edição deste ano do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, vai ter o seu início no dia 24 de Junho com a realização de uma exposição e de uma palestra, prolongando-se durante toda a semana até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar o espectáculo de culturas tradicionais.

Cartaz2017Novo.jpg

Trata-se de uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Este evento privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

O programa do FolkLoures’17 é o seguinte:

FOLKLOURES'17 - Encontro de Culturas

PROGRAMA

Dia 24 de Junho

- 16 horas. Inauguração da Exposição "Carroças da Região Saloia". Museu Municipal de Loures.

A exposição está patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira)

Entrada gratuita

- 16h30 horas. Palestra sobre "Usos e Costumes tradicionais da Região Saloia", pela Dr.ª Ana Paula de Sousa Assunção, a ter lugar no Auditório do Museu do Museu Municipal de Loures, com passagem pela exposição das Carroças.

Dia 1 de Julho

- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas

- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional

- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício

GRUPOS PARTICIPANTES

Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil

Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo

Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho

Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral

Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura

Associatia Miorita Portugalia – Moldávia

Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia

Grupo de Danças e Cantares da Madeira – Madeira



publicado por Carlos Gomes às 01:29
link do post | favorito

NAZARÉ DANÇA NO FOLKLOURES’17

O Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré vai no próximo dia 1 de Julho participar no FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Trata-se de um evento que privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

779526635499309 (1).jpg

Fundado em 25 de Julho de 1997, o Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré foi admitido como sócio do Inatel em Junho de 1999 e da Federação do Folclore Português em Janeiro de 2001.

Fazendo da componente etnográfica a ligação com o período que representa, 1920 a 1940, este grupo, através das actuações que tem efectuado por todo o país e no estrangeiro, transporta a Nazaré nos seus usos, costumes, danças e cantares.

Tendo como preocupação dominante o manter as tradições da Nazaré, o Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré tem vindo a desenvolver profundo trabalho na pesquisa do traje e da tradição oral, procurando através da sua representação mostrar os usos e costumes da Nazaré do passado.

Além do Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré, a edição deste ano do FolkLoures vai contar com a participação do Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Loures, grupo de folclore da Associatia Miorita Portugalia em representação da comunidade moldava radicada no nosso país, a Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil que apresentará a tradicional dança da capoeira, o Grupo de Danças e Cantares da Madeira, Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba – Alentejo e do Grupo Folclórico O Cancioneiro de Ovar – Beira Litoral, para além naturalmente do anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho.

O FolkLoures tem início no dia 24 de Junho com a realização de uma exposição e de uma palestra, prolongando-se durante toda a semana até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar o espectáculo de culturas tradicionais.

Com efeito, realiza-se no Museu Municipal de Loures uma exposição subordinada ao tema “Carroças da Região Saloia”, a ter lugar nas instalações do próprio museu, com inauguração prevista no dia 24 de Junho, pelas 16 horas. A exposição tem entrada gratuita e ficará patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira).

Ainda no dia 24 de Junho, a Historiadora e Museóloga Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção profere uma palestra subordinada ao tema “Usos e Costumes Tradicionais da Região Saloia”, a ter lugar no Auditório do Museu.

O Museu Municipal de Loures encontra-se instalado na Quinta do Conventinho, sita na Estrada Nacional, 8, em Santo António dos Cavaleiros, a escassos 4 quilómetros de Loures, um edifício conventual contruído na segunda metade do século XVI.

Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.

Cartaz2017Novo.jpg



publicado por Carlos Gomes às 01:08
link do post | favorito

FOLKLOURES’17: MUSEU MUNICIPAL DE LOURES EXPÕE “CARROÇAS DA REGIÃO SALOIA”

O Museu Municipal de Loures participa no FolkLoures’17 com a realização de uma exposição subordinada ao tema “Carroças da Região Saloia”, a ter lugar nas instalações do próprio museu, com inauguração prevista no dia 24 de Junho, pelas 16 horas. A exposição tem entrada gratuita e ficará patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira).

12999062_12-dig (30) (1).jpg

Ainda no dia 24 de Junho, a Historiadora e Museóloga Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção profere uma palestra subordinada ao tema “Usos e Costumes Tradicionais da Região Saloia”, a ter lugar no Auditório do Museu.

O Museu Municipal de Loures encontra-se instalado na Quinta do Conventinho, sita na Estrada Nacional, 8, em Santo António dos Cavaleiros, a escassos 4 quilómetros de Loures, um edifício conventual contruído na segunda metade do século XVI.

Constituído em 26 de julho de 1998, o Museu encontra-se instalado no 13.º convento dos frades franciscanos da Província de Santa Maria da Arrábida, apresentaposições de  exposições de temática arqueológica e etnográfica, com o intuito de dar a conhecer a realidade e a vivência das populações rurais do município de Loures, assim como a sua história. Possui duas salas de exposições, oficinas, reservas visitáveis, um centro de documentação especializado em história local, loja, cafetaria com esplanada, parque de estacionamento e acesso para pessoas com mobilidade reduzida.

O FolkLoures apresenta um programa cultural rico e diversificado que, sob o impulso e capacidade organizativa do Rancho Folclórico Verde Minho, catapulta o concelho de Loures para a ribalta da cultura tradicional portuguesa.

romaria_senhor_serra_f3



publicado por Carlos Gomes às 00:25
link do post | favorito

Sexta-feira, 10 de Março de 2017
FOLKLOURES’17: HISTORIADORA ANA PAULA ASSUNÇÃO PROFERE PALESTRA SOBRE “USOS E COSTUMES DA REGIÃO SALOIA”

A Historiadora e Museóloga Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção profere uma palestra subordinada ao tema “Usos e Costumes Tradicionais da Região Saloia”, a ter lugar no Auditório do Museu do Museu Municipal de Loures, no dia 24 de Junho, pelas 16h30. A iniciativa insere-se no programa do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas que se prolonga até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar um grandioso festival de cultura tradicional no Parque da Cidade, em Loures.

foto romenia (1).jpg

O Museu Municipal de Loures encontra-se instalado na Quinta do Conventinho, sita na Estrada Nacional, 8, em Santo António dos Cavaleiros, a escassos 4 quilómetros de Loures.

A Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção é historiadora e museóloga, Mestre em História Regional e Local pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É autora de programas museológicos, reformulações de programas e criação de serviços inovadores. Conceção científica do Centro UNESCO A casa da terra. Comissária de exposições de vária índole com museografia de inclusão e género.

Tem como áreas científicas preferenciais a História Local, Saúde, Património industrial (com destaque para Fábrica de Loiça de Sacavém, Oliveira Rocha/Oliveira do Bairro), Património Cultural Imaterial, Património Religioso /obra de arte total – Cripto -história. Exerceu voluntariado na Igreja Matriz de Bucelas com descobertas de cariz científico sobre entalhador, Francisco Lopes. (Artigo no prelo). Musealização da Igreja e interpretação dos espaços em visitas.

Pelo seu trabalho, tem recebido várias distinções de Mérito Cultural e Prémios no campo da Museologia a nível nacional e internacional.

Nesse mesmo dia e local, terá ainda lugar outra iniciativa cultural integrada no programa da edição deste ano do FolkLoures, a qual contamos divulgar muito brevemente. Trata-se, pois, de um programa cultural rico e diversificado que, sob o impulso e capacidade organizativa do Rancho Folclórico Verde Minho, catapulta o concelho de Loures para a ribalta da cultura tradicional portuguesa.



publicado por Carlos Gomes às 23:31
link do post | favorito

ASSOCIAÇÃO DE PROTEÇÃO & SOCORRO ESCLARECE OS DEPUTADOS SOBRE A AUDIÇÃO AOS REPRESENTANTES DOS TRABALHADORES DO INEM

Esclarecimentos sobre a audição de 8 de março aos representantes do trabalhadores do INEM

assprotsocorr.png

Ex.mos/as Senhores/as Deputados/as

Vem pelo presente esta associação na sequência da audição de 8 de março a diversos representantes dos trabalhadores do INEM, contribuir com os seguintes esclarecimentos:

  1. Não é preocupante o tempo de atendimento de "167segundos", mas sim tempos de atendimento verificados por vezes superiores a QUARENTA MINUTOS, esses sim e de que podemos apresentar prova, possibilitam maior taxa de mortalidade ou morbilidade, em especial se os somarmos aos já de si morosos tempos de resposta dos meios de socorro; 
  2. Não é em nossa convicção (com base nos dados disponíveis), verdade que o sistema integrado de emergência médica (SIEM) tenha falta de TEPH´s ou Enfermeiros, embora reconheçamos a falta de médicos e psicólogos. O que falta é olhar para o Sistema Integrado de Operações de Proteção e Socorro como um todo, e fundir nele o SIEM com os recursos do INEM, evitando assim que existam ambulâncias  com por exemplo 11 saídas  num turno, e outras ambulâncias INEM com esse numero de saídas num mês, deixando paradas ambulâncias de corporações de Bombeiros, Cruz Vermelha, e outras entidades. Se se encerrarem os meios do INEM que raramente saem, duplicados com os de outras entidades que geralmente ficam parados quando saem esses meios do INEM, possibilita libertar mais de 200 TEPH para o CODU Nacional;
  3. Mas, se se alterar a portaria 260/2014 possibilitando que as ambulâncias de socorro das empresas privadas de ambulâncias constituam uma fonte de meios de reserva à disposição do CODU não faltarão provavelmente meios para socorrer atempadamente, sendo que tal possibilitaria ainda evitar a actual discriminação feita entre entidades associativas de direito privado, e entidades empresariais de direito privado, o que inclusive vem onerar os cofres do Estado com custos desnecessários, já para não falar que possibilitaria reduzir a menos de metade o número de TEPH´s, para além da economia que dai resultaria no que concerne à manutenção dos meios de socorro públicos;
  4. Quanto ao CODU, trata-se de um modelo ultrapassado e improfícuo que carece de uma reestruturação mais ampla, do tipo central inter-municipal / distrital / regional de emergência que considere o despacho de meios de Polícia, Bombeiros, Emergência Médica, Salvamento, entre outros (há semelhança do que acontece um pouco por todo o mundo), possibilitando ainda encerrar as actuais centrais 112 e CODU´s, bem como 4/5 das centrais de corporações de bombeiros actualmente existentes. Cremos que deste modo se aumenta a  eficácia e eficiência com os mesmos senão menos recursos humanos no atendimento, o que possibilita libertar mais recursos humanos para o trabalho de rua.

Imensamente grato pela atenção de Vexas,

Associação de Proteção & Socorro

Associação Federativa

P´la Direção

André Tavares


tags:

publicado por Carlos Gomes às 21:36
link do post | favorito

BOLSA DE TURISMO DE LISBOA ABRE AS PORTAS NA PRÓXIMA SEMANA

Potenciar novos contactos e promover os melhores negócios é uma das premissas da organização. Algo que tem sido alcançado com assinalável sucesso, muito por força da capacidade de inovação e de antecipação das necessidades do mercado.

A BTL é um espaço de negocio e networking de todos os profissionais do Turismo e também um palco aberto ao debate e discussão do sector.

A BTL é também um espaço de animação e promoção turística para o público.

13886457_966424376810561_5636472746021775623_n (1).jpg



publicado por Carlos Gomes às 21:19
link do post | favorito

PAPILLON – EP HOMÓNIMO CHEGA AO MERCADO DIGITAL

Os Papillon apresentaram-se ao público com o tema “Engraçado (Já Não Há Pai P’ra Mim)”. Consolidaram o seu espaço com o recente single “Conceição”. E depois do anúncio da prévenda surge agora o derradeiro passo: a edição do EP de estreia, homónimo, no mercado digital através do selo da Music For All, disponível em plataformas como o Google Play, iTunes ou Spotify.  

papill.jpg

Os portuenses são conhecidos pela sonoridade singular e pela proximidade com o jazz, o funk ou o swing. Fazem da sua ligação à pop, e das letras profundas e trabalhadas, uma imagem de marca. A banda do laçarote chegou. E veio para ficar.

Papillon é um laço. Ponto um. Ponto dois: também é um grupo de gente que faz música sem juízo. Os Papillon são feitos de gente e gostam de laços, porque os laços são coisas que ligam. Além disso os laços lembram qualquer coisa fora do tempo e os Papillon gostam disso: de não haver tempo, nem etiquetas, nem juízos. Nem juízo. Os Papillon são gente de laços.

Com música de perder o juízo. Compostos por Joana Manarte (voz), Pedro Silva (baixo), João Mascarenhas (teclas), Rui Ferreira (bateria), Raul Manarte (guitarra), Tiago Ferreira (trombone), Luís Macedo (trompete) e Pedro Gomes (saxofone), estrearam-se ao vivo em 2014, no Porto. Resultado de múltiplas influências estéticas, os Papillon proporcionam um espetáculo cheio de energia, significado e vitalidade, sendo comum o concerto acabar com o público a dançar. Os elementos da banda juntam-se trazendo a experiência de outros projetos, desde a música clássica ao jazz, dos blues ao funk, do pop ao rock, entre outros estilos, em trabalhos de composição, interpretação e performance. Entre a sua estreia em palco no Plano B (Porto) e, mais recentemente, a passagem pela final do EDP Live Bands, têm tido concertos no Porto e em Guimarães, com destaque para o Hard Club, uma das principais casas de música ao vivo da Invicta. Também foram convidados para integrar o Porto Swing Jam por dois anos consecutivos, onde tiveram a oportunidade de participar num evento de Lindy Hop (novamente no Hard Club), em concertos pensados para dançar. A destacar também as atuações televisivas no Porto Canal, no palco do programa “Portugal 3.0” da RTP2, no Festival Croka’s Rock em Castelo de Paiva e no MEO Marés Vivas, já em 2016. Em 2017 voltaram ao espaço que inicialmente os acolheu, o Plano B, para apresentar as canções do seu EP de estreia.

As letras são um dos pontos fortes do projeto, chamando a atenção até do ouvido mais desatento e as reações dos ouvintes têm sido de surpresa e identificação com os textos e as músicas. No palco vê-se uma banda que transparece uma relação cúmplice entre os elementos e um compromisso comum: criar uma atmosfera positiva, contagiante e envolvente com o público e com a música.

O EP de estreia, homónimo, chega agora ao mercado digital sob o selo da Music For All.

Citações de imprensa sobre o concerto dos Papillon no MEO Marés Vivas:

“…os Papillon, que se tornaram uma verdadeira surpresa. Os seus ritmos alegres, vivos, dançantes contagiaram todos aqueles que estavam junto do palco, juntando-se a eles a dançar vigorosamente. A banda liderada por Joana Manarte foi sem dúvida uma lufada de ar fresco na sonoridade do Palco da Santa Casa, tal foi animação que causaram”, Blasting News

“A banda do Porto proporcionou um espectáculo cheio de energia e vitalidade que pôs o público todo a dançar. A variedade instrumental e o carisma dos nove músicos em palco vieram comprovar a qualidade da música nacional”, Canela e Hortelã

Papillon_EP Artwork.jpg


tags: ,

publicado por Carlos Gomes às 20:14
link do post | favorito

mais sobre mim
pesquisar
 
Novembro 2019
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2

3
4
5
6
7
8
9

10
13
14

17
18
19
20
21
22
23

24
25
26
27
28
29
30


posts recentes

CASA DO CONCELHO DE TOMAR...

GOESES DANÇAM NA CASA DAS...

PAN TOMA POSIÇÃO EM RELAÇ...

PAN QUER DESPENALIZAR EUT...

PAN QUER CORREDORES E ABR...

LUÍS ESTEVES, PRESIDENTE ...

PAN PEDE REVOGAÇÃO DA AUT...

PAN QUER AUDIÇÕES URGENTE...

PAN PEDE AUDIÇÃO SOBRE O ...

PAN AVANÇA COM AS PRIMEIR...

PAN QUESTIONA O GOVERNO S...

METRO LEVA CINEMA AO CAIS...

BANDAS FILARMÓNICAS DESFI...

TOMARENSES CONFRATERNIZAM...

METROPOLITANO DE LISBOA A...

PROGRAMA DE GOVERNO ACOLH...

CASA DO CONCELHO DE TOMAR...

PAN QUER PORTUGAL A SEGUI...

METRO DE LISBOA ASSINALA ...

METRO CELEBRA DIA MUNDIAL...

O QUE DISSE ANDRÉ SILVA, ...

METRO CELEBRA DIA MUNDIAL...

METRO DE LISBOA APOSTA NA...

METROPOLITANO DE LISBOA R...

ESTUDO DA INTRUM REVELA Q...

JORNADAS EUROPEIAS DO PAT...

METRO DE LISBOA ADERE À D...

OUTLOOK DO RATING DO METR...

TOMARENSES EM LISBOA CONF...

FEDERAÇÃO DO FOLCLORE POR...

CASA DO CONCELHO DE TOMAR...

ALFRAGIDE REALIZA FEIRA S...

ALDEIAS DE CRIANÇAS SOS C...

METRO REALIZA CONCURSO DE...

FEDERAÇÃO DO FOLCLORE POR...

METRO DE LISBOA REFORÇA P...

MOVIMENTOS CÍVICOS CONTRA...

METROPOLITANO DE LISBOA V...

METRO DE LISBOA ASSINALA ...

CENTRO NACIONAL DE CULTUR...

PAN APRESENTA PROGRAMA EL...

METRO DE LISBOA COMEMORA ...

ARGANILENSES EM LISBOA RE...

PAN INSTA GOVERNO A INTER...

PAN CONTESTA ENCONTRO EM ...

PAN ENTREGA LISTA DE CAND...

ESTAÇÃO BAIXA-CHIADO CELE...

COMUNIDADE ROMENA DA REGI...

INVESTIGAÇÃO DA UNIVERSID...

ALFRAGIDE REALIZA FESTIVA...

arquivos

Novembro 2019

Outubro 2019

Setembro 2019

Agosto 2019

Julho 2019

Junho 2019

Maio 2019

Abril 2019

Março 2019

Fevereiro 2019

Janeiro 2019

Dezembro 2018

Novembro 2018

Outubro 2018

Setembro 2018

Agosto 2018

Julho 2018

Junho 2018

Maio 2018

Abril 2018

Março 2018

Fevereiro 2018

Janeiro 2018

Dezembro 2017

Novembro 2017

Outubro 2017

Setembro 2017

Agosto 2017

Julho 2017

Junho 2017

Maio 2017

Abril 2017

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Junho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

tags

todas as tags

links
Fazer olhinhos
blogs SAPO
subscrever feeds