Record Challenge Park é um evento que conta já com a segunda edição e tem como objectivo promover o desporto, o convívio entre atletas e família e a vida saudável em Portugal. Para assinalar o Dia da Criança, o evento irá realizar-se este sábado, dia 3 de Junho, no Parque de Jogos 1º de Maio INATEL em Lisboa e tem entrada livre.

No dia 3 de Junho todos os caminhos vão dar ao Record Challenge Park, um evento organizado pelo Jornal Record que vai encher o Parque de Jogos 1º de Maio INATEL com mais de 25 atividades desportivas que abrangem futebol, atletismo, basquetebol, andebol, golfe, ténis, padel, rugby, desportos radicais e tradicionais, batismo de mergulho, entre outros
O evento está de regresso este ano após o sucesso da edição de 2016, onde se reuniram mais de 8 mil pessoas no mesmo espaço do Inatel para passar um dia repleto de surpresas.
Inspirado nos Jogos Olímpicos, o Record Challenge Park, é um evento de um dia, com entrada gratuita e dedicado ao desporto, à competição, à família, ao fair-play e às atividades ao ar livre. Este evento comemora também o Dia da Criança, tendo atividades tanto para os pais e avós, como também para os mais pequenos - neste evento não há limite de idades e todos estão desafiados a dar o seu melhor, dos 3 aos 99 anos.
Uma organização que conta com o apoio das várias Federações Desportivas com modalidades representadas, bem como dos Comités Olímpico e Paralímpico
DIVERSAS ATIVIDADES DESPORTIVAS NUM ÚNICO LOCAL
O programa do Record Challenge Park é composto por atividades que decorrem em sessões contínuas para que todos possam participar a qualquer hora. Estas encontram-se divididas entre atividades de competição e de animação, de forma a potenciar o saudável convívio entre atletas, famílias e a participação de todos.
Algumas atividades de competição exigem pré-inscrição no site uma vez que obrigam a organização de um torneio.
Já as atividades livres apenas necessitam de inscrição no momento da participação (basta o participante estar presente no local e ter o seu Record Challenge Passport que é entregue gratuitamente à entrada do recinto).
Atividades de competição com pré-inscrição: Street Basket, Street Football, Padel, Ténis de Mesa e Street Handball.
Atividades de competição sem pré-inscrição: Remate mais forte, Corrida 100M, Toques na bola, Salto em Comprimento, Remate relâmpago.
Atividades de animação: Mini Ténis, Ténis, Rugby, Golfe, Pinturas faciais, Parede de escalada, Slide, Circuito de mini-golfe, Mergulho, Bubble Football, Insufláveis, Lacrosse, Orientação Desportiva, Jogos Tradicionais, Caça ao Tesouro, Fitness e Dança.
No recinto não faltará um Food Court com diversas opções para saciar a fome de vitória dos participantes
Record Challenge Park
Data: Sábado, 3 de Junho
Horário: Das 10h às 19h
(o Secretariado para registo no evento e entrega dos Record Challenge Passport estará aberto das 8h às 20h)
Local: Parque de Jogos 1º Maio INATEL, Lisboa
Entrada gratuita
Mais informações no website ou na página de Facebook do evento

“O bom e velho rock’n’roll nunca desaparece. Pode hibernar e mergulhar de novo na sarjeta, mas está sempre à espreita na esquina mais próxima. Pronto para regressar mais forte e colossal que antes”. As palavras são de Alex Turner, figura de proa do rock milenial, mas podem ser usadas para descrever a ascensão dos KIT.

Educados na escola de mestres como Xutos e Pontapés, UHF ou GNR, os KIT rugem pela força tremenda de “Só Metade”, que os coloca de imediato na lista de promessas do rock nacional a manter debaixo do olho. O tema é o primeiro avanço do EP de estreia do trio, a ser editado em Setembro próximo com o selo da Music For All.
Os KIT são um trio lisboeta constituído por Lucas Ribeiro (voz e baixo), Bernardo Freitas (guitarra e segunda voz) e Guilherme Correia (bateria), todos com experiência prévia em bandas antigas, mas que vê neste projeto o passo mais sólido dado até agora para a concretização dos seus intentos.
Existentes desde Novembro de 2016, os três amigos juntam-se com o objectivo de devolver a vitalidade ao rock cantado em português, inspirado na melhor tradição de bandas como Xutos e Pontapés, Ornatos Violeta, UHF ou GNR.
Caracterizados por refrões orelhudos, cantados em português, e com instrumentais fortes assentes no binómio guitarra-bateria, os KIT pretendem ser o manual básico de sobrevivência para qualquer bom aficionado do rock.
O primeiro passo é dado com a edição de um primeiro single, “Só Metade”, promissor cartão de visita do EP de estreia que chegará ao mercado em Setembro próximo, com o selo da Music For All.
Quinzena Gastronómica “Sabores de Cá” no concelho da Moita
De 2 a 18 de junho, decorre no concelho da Moita mais uma Quinzena Gastronómica – Sabores de Cá que tem por objetivos divulgar e valorizar a gastronomia local e a restauração do concelho. Prove as várias sugestões dos 16 restaurantes aderentes e aproveite os preços especiais que alguns dos participantes têm neste período.

Aproveite ainda para assistir às aulas de culinária de cavala e carapau que vão ter lugar no Mercado da Baixa da Banheira/Sul, no dia 3 de junho, às 10:00h (cavala) e às 11:00h (carapau), em parceria com a DocaPesca. As inscrições são gratuitas e podem ser efetuadas no Posto de Turismo da Moita (T. 210852340 ou através do e-mail: sec.turismo@mail.cm-moita.pt).
Restaurantes aderentes:
A TASKA DOS FERAS Travessa do Matadouro, 11 B – Moita – T. 309 927 260 – Choco Frito | Espetada de Porco Preto
AÇORDA D’ALHO* Travessa Conde Ferreira, 3 – Moita – T. 210 871 327 – Sopas de cação | Ensopado de Borrego
ADEGA DE S. MARTINHO Rua da Classe Operária, 16 – Moita – T. 212 890 156 – Chocos Assados Com ou Sem Tinta | Bife na Caçarola
CANTINHO DO TEJO* Travessa Estanislau Domingues, 10 – Moita – T. 212 896 079 – Choco Frito | Peixe Assado no Carvão
CRISTINAS Parque da Zona Ribeirinha – Baixa da Banheira – T. 210 190 944 –Cataplana de Tamboril com Gambas | A Nossa Tábua
MAR DA PALHA Rua dos Lírios, 5 A-B – Pq. Ind. Qta. Fonte da Prata - Alhos Vedros – T. 212 892 064– Cataplana de Peixes ou Marisco | Carvoada
MARÍTIMO* Largo do Operário, 13 – Gaio-Rosário – T. 212 807 621 – Raia Frita | Choco Frito
MESSIAS Rua António Sérgio, 12, Pinhal da Areia – Moita – T. 212 895 900 – Bacalhau Assado na Brasa com Migas de Couve e Broa | Sardinhas Assadas em Cama de Pão Torrado
O FERROLHO Rua Manuel da Fonseca, 2 A – Moita – T. 210 869 946 – Lombo de Porco Recheado com Alheira de Caça no Forno | Arroz de Pato no Forno
O PASCOAL Estrada Municipal 1020, Brejos – Moita – T. 212 892 034 – Açorda de Marisco | Polvo à Lagareiro
OS ARCOS Praça da República, 11 B – Alhos Vedros – T. 212 040 610 – Arroz de Polvo com Marisco | Filete de Tamboril com Arroz de Camarão
PAPA N’ CONDE * Largo Conde Ferreira, 43 – Moita – T. 218 043 609 – Massinha de Sapateira | Feijoada de Búzios
STOP* Rua Augusto Gil, nº1-3 - Baixa da Banheira – T. 212031327 – Sopas de Cação | Migas à Alentejana com Carne do Alguidar
TAPAS* Praça de Touros Daniel do Nascimento – Moita – T. 912 664 665 – Costeleta de Novilho ao Alhinho | Bacalhau à Lagareiro
VALE DO DIA II Rua Padre António Vieira, 105, Arroteias – Alhos Vedros - T. 218 248 995 – Carne de Porco à Alentejana | Bacalhau Grelhado à Casa
VENTURA’S* Rua Machado Santos, 54, Moita – T. 216 098 342 - Naco de Carne Barrosã | Enguias Fritas com Açorda de Espargos
* Nestes restaurantes, beneficie de 10% de desconto sobre o valor dos pratos referidos.
Mais informações em www.cm-moita.pt

No próximo dia 9 de Junho o Arquivo Histórico da Marinha convida-o a celebrar o DIA INTERNACIONAL DOS ARQUIVOS partilhando a sua experiência, a importância do seu trabalho e constatando como a profissão do arquivista é variada e útil para todos.

Data(s): 9 de Junho de 2017
Horário(s): 10.30 às 11.30 horas e das 15.00 às 16.00 horas
Tipo de Evento: Visita guiada
Título: Visita guiada ao Arquivo Histórico da Marinha (Biblioteca central da Marinha – Arquivo Histórico)
Descrição: O Arquivo Histórico da Marinha preserva a memória da Nação em todas as atividades ligadas à Marinha e ao Mar - pessoal, navios, organismos, etc. - em áreas geográficas diversificadas, ao longo dos últimos 300 anos, acervo que faz parte da Memória não só de Portugal, mas também de todos os povos com quem nos relacionamos. Reservas através do e-mailarquivo.historico@marinha.pt.
A visita inclui a exposição “Escravatura – Tráfico, Consciencialização e Combate”.
Local de realização: Arquivo Histórico - Edifício da Ex-Fábrica Nacional de Cordoaria - Rua da Junqueira, s/n, Lisboa
Organização: Biblioteca Central de Marinha – Arquivo Histórico


Constituída por Decreto de 2. De Julho de 1867, do Rei D. Luís I, a Polícia de Segurança Pública comemora 150 anos de existência.
As suas origens remontam aos quadrilheiros criados no século XIV pelo rei D. Fernando, destinados a patrulhar todas as cidades, vilas e lugares do país, prendendo os criminosos e malfeitores a fim de entregá-los às autoridades judiciais, força de ordem pública que vigorou até meados do século XIX. Em 1780, foi criada a Intendência-Geral da Polícia da Corte e do Reino e, em 1867, a Polícia Civil.

Actualmente, “A Polícia de Segurança Pública, designada por PSP, é uma força de segurança, uniformizada e armada, com natureza de serviço público e dotada de autonomia administrativa” e “tem por missão assegurar a legalidade democrática, garantir a segurança interna e os direitos dos cidadãos, nos termos da Constituição e da lei”.
Inicialmente formado por dois corpos de polícia independentes entre si – o Corpo de Polícia Civil de Lisboa e o Corpo de Polícia Civil do Porto – eram chefiados por um comissário-geral subordinado aos respectivos governadores civis e, por intermédio destes, ao Ministro do Reino. Em 1893, por decreto do Rei D. Carlos, de 29 de Agosto, a Polícia Civil de Lisboa foi dividida em três secções: a Polícia de Investigação Judiciária e Preventiva, a Polícia de Inspecção Administrativa e a Polícia de Segurança Pública, sendo esta secção a antecessora directa da actual PSP.

Na sequência da implantação da República em 1910, foram muitos dos seus elementos afastados da corporação em virtude de serem considerados afectos ao regime monárquico, tendo passado a designar-se por “Polícia Cívica”. Em 1918, foi reorganizado através do Decreto nº 4166 de 27 de Abril, passando os vários corpos policiais a ficarem subordinados à Direcção-Geral de Segurança Pública, sem contudo proceder-se à sua fusão. Esta reestruturação incluiu a Polícia de Investigação, a Polícia Administrativa e a Polícia de Emigração.
Em 1922, a Polícia Cívica volta a ser reorganizada através do Decreto nº 8435,d e 21 de Outubro, voltando a Polícia de Segurança a recuperar a sua anterior denominação “Polícia de Segurança Pública”.

Em 1925, foi extinta a Direcção-Geral da Segurança Pública, passando a Polícia Cívica a ficar subordinada ao Instituto Superior de Segurança Pública para, dois anos depois, aquela voltar a ser restabelecida. Nos anos que se seguem verificam-se várias reestruturações até que, em 1935, foi criado o Comando-Geral da Polícia de Segurança Pública como órgão central da PSP. Em 1999, este passou a designar-se Direcção Nacional.
Como nota curiosa, após o golpe militar do 25 de Abril e com vista a evitar a confusão com a sigla da Polícia de Segurança Pública (PSP), o Partido Socialista (PS) procedeu à alteração da sua anterior denominação Partido Socialista Português (PSP).



A 30ª Edição da Feira Internacional de Artesanato (FIA) Lisboa 2017 arranca já no próximo dia 24 de Junho, nos pavilhões da FIL, em Lisboa. O certame prolonga-se até ao dia 2 de Julho. Trata-se da maior festa intercultural na Península Ibérica e a segunda maior da Europa. A iniciativa é organizada pela Fundação AIP e conta com o apoio do IEFP.
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Ao longo da sua história, este evento tem promovido todas as regiões e suas culturas, mobilizando as especificidades locais em prol do desenvolvimento nacional e crescimento económico.
A Feira Internacional de Artesanato assume-se como uma plataforma de excelência para a promoção do desenvolvimento regional e das culturas locais por via do artesanato, da gastronomia, das actividades culturais e turísticas, do património e recursos naturais e fontes de sustentabilidade da economia local, tendo aperfeiçoado, ao longo dos seus 30 anos de história, a simbiose entre economia e cultura, tradição e inovação.
Em destaque, estarão áreas de exposição como o Espaço Design Nacional by LxD – Lisboa Design Show, que irá promover peças de joalharia, vestuário, calçado, mobiliário, entre outros. Contará ainda com a Semana da Gastronomia Tradicional.
A edição do ano anterior contou com um vasto programa que incluiu exposições temáticas, prémios e concursos, ateliês, workshops, actuações musicais, jogos tradicionais e conferências. A FIA trouxe à capital, durante 9 dias, profissionais e apreciadores dos ofícios artesanais, artes e design, agentes da área da gastronomia tradicional, bem como interessados no artesanato enquanto manifestação cultural.
Lisboa tem novos estúdios de produção: a Rhodes Studios. Os estúdios são propriedade da Rhodes Entertainment (www.rhodesentertainment.pt) e têm disponíveis vários serviços, entre os quais se incluem a Gravação, Pós-Produção Áudio, Mistura e Masterização.
Inclui ainda Serviços Online: Online Mixing e Online Mastering, assim como, a possibilidade de Produção de Jingles para Spots Publicitários e Gravação de Dobragens.


Celebrações do Dia de Portugal, com programa cívico, cultural, de intercâmbio, musical e religioso.
PROGRAMA
SALÃO NOBRE DA ASSEMBLEIA MUNICIPAL
11:30 – Receção / Identificação dos Convidados
CONVENTO DE SÃO JOÃO DE DEUS
12:00 – Apresentação da celebração do 'Dia de Portugal'
Eduardo Naharro-Macías Machado - Aula de Língua e Cultura Portuguesa/U.P. Olivença
12:05 – CERIMÓNIA DE ABERTURA
Manuel José González Andrade - Presidente da Câmara Municipal de Olivença
Hélder de Oliveira - Administrador Executivo da Fundação Portugal-África
Laura Vidal - Presidente da Conexão Lusófona
José Ribeiro e Castro - Coord. do Movimento 2014 - 800 anos da Língua Portuguesa
Montaña Hernández Martínez - Diretora do Gabinete de Iniciativas Transfronteiriças da Junta de Extremadura
12:45 – TEATRO: Alunos de Língua e Cultura Portuguesa da Universidade Popular de Olivença
13:15 – Novos horizontes da geminação do Município de Olivença e do Município de Leiria
Manuel José González Andrade - Presidente da Câmara Municipal de Olivença
Raul Miguel de Castro - Presidente da Câmara Municipal de Leiria
Modera / Presenta: Servando Rodríguez Franco -Turismo de Olivença
13:45 – MÚSICA: Atuação dos Alunos da Escola de Música da Câmara Municipal de Olivença
14:00 – Almoço
CONVENTO DE SÃO JOÃO DE DEUS
17:00 – Concerto: 'ALMA DE COIMBRA'
18:00 – Visita guiada dos convidados à Cidade de Olivença
IGREJA DA MADALENA
19:00 – Missa em Português
[Evento organizado pela Câmara Municipal de Olivença (Ayuntamiento de Olivenza) e Universidade Popular de Olivença - Aula de Língua e Cultura Portuguesa.]
O Zawadi Studio é um projeto original de arte e decoração que teve a sua génese em Zanzibar, uma ilha mágica no Oceano Índico, levado a cabo por duas artistas italianas Vivide Mantero e Marina Zanutto.

Depois de 17 anos a viver em Zanzibar, Vivide Mantero escolheu Cascais para se instalar e dar a conhecer aos portugueses os seus trabalhos que partilham vários aspetos da cultura local de Zanzibar. Assim sendo, não será surpreendente que Zawadi signifique ‘dádiva’ em swahili.
Cada objeto da marca é pensado como sendo um presente, um tributo a Zanzibar e a toda a margem leste-africana. Os móveis, acessórios de casa, objetos de design, joalharia e acessórios by Zawadi Studio são únicos e feitos rigorosamente à mão. Os materiais, maioritariamente madeira e metal, vêm diretamente de Zanzibar e são modificados e reinventados em peças totalmente novas e criações artísticas.
“Depois de 17 anos em Zanzibar, fiquei totalmente apaixonada por Cascais e decidi que é aqui que quero dar continuidade ao Zawadi Studio. A proximidade do mar, as cores, a tranquilidade que aqui se vive, remetem muito para o meu dia a dia em Zanzibar. Espero que os portugueses apreciem o trabalho tanto quanto eu estou a gostar do país”, afirma Vivide Mantero.
Cada objeto by Zawadi Studio não só é único e irrepetível, como também representa um renascimento, do que já foi e é agora graças a este trabalho de reinterpretação e adaptação.
A ligação artística e profissional entre Vivide Mantero e Marina Zanutto é sólida, cimentada pela partilha de ideias, valores e admiração pelos materiais de Zanzibar, bem como um profundo respeito pela população local.
Mais sobre as artistas do Zawadi Studio
VIVIDE MANTERO
Vivide Mantero nasceu em Milão e é uma reconhecida fotógrafa especializada em retratos e moda. No seu livro "Cosa farai da grande?" colecionou imagens de personalidades italianas da esfera cultural e da moda. Mudou-se para Zanzibar onde, a par do percurso fotográfico, se tornou escultora.
Utiliza sobretudo o ferro nos seus objetos porque é um material que “à primeira vista é tão frio e rígido, no entanto tão incrivelmente maleável e cheio de vida”. Após 17 anos, Vivide mudou-se de Zanzibar para Cascais.
MARINA ZANUTTO
Marina Zanutto nasceu em Génova e desde criança aprendeu com o pai o amor pelo trabalho artesanal e a importância dos diferentes materiais. Nos estaleiros navais da cidade – onde trabalhou durante alguns anos – descobriu como até os mais simples materiais como a madeira e fibra de vidro podem ser transformados em barcos à vela.
Em 2000 mudou-se para Zanzibar onde o handmade adquiriu uma nova dimensão e abriu novos horizontes em termos de criatividade, tanto a projetar e decorar a sua casa como a desenvolver criações únicas no seu atelier. Em discurso direto, Marina comenta que “Zanzibar é uma verdadeira ilha do tesouro na minha procura constante de antigas e fascinantes peças”.
BB Blues Fest 2017 reúne grande nomes nacionais e internacionais
O BB Blues Fest, este ano já está na sua sexta edição, regressa à Baixa da Banheira entre os dias 22 e 25 de junho, e traz ao Fórum Cultural José Manuel Figueiredo e Parque José Afonso, grandes nomes nacionais e internacionais dos Blues, entre os quais se destacam Zac Harmon, Lazy Lester, The Black Mamba e Wax and Boogie.

O primeiro dia deste festival, 22 de junho, tem como estrelas Budda Guedes e Nuno Andrade que inauguram as festividades no Café-Concerto do Fórum Cultural, pelas 22:00h. Budda Guedes, além de produtor musical e engenheiro de som, é guitarrista de inúmeras bandas, entre as quais os Budda Power Blues, Monstro Mau ou Mundo Cão, e juntou-se a Nuno Andrade, guitarrista e vocalista da Nuno Andrade Blues Drive, para um espetáculo mais intimista, sem perder o poder do blues que une estes dois músicos.

No dia 23 de junho, sexta-feira, pelas 21:30h, o auditório abre as suas portas para receber Wax and Boogie, que vêm de Barcelona, com a sua mistura de Blues e Boogie-woogie que já lhes valeram reconhecimento internacional. Mas este duo é apenas o primeiro nome do dia. Segue-se um dos mais conceituados nomes do Blues norte-americano, Lazy Lester. Com bem mais de 50 anos de carreira, Lazy Lester é um nome incontornável deste género musical. O seu talento na guitarra e na harmónica valeram-lhe um lugar no “panteão dos velhos mestres do Louisiana”, ao lado de nomes como Lightnin' Hopkins ou Slim Harpo.

No sábado, dia 24 de junho, pelas 21:30h, sobe ao palco, vindo também dos Estados Unidos, Zac Harmon, um músico que bebe fortemente dos Blues do Mississippi. Apesar de já contar com uma longa carreira como produtor e “músico de estúdio”, Zac Harmon só lançou o seu álbum em nome próprio, no ano de 2002. O palco do auditório do Fórum Cultural recebe, logo de seguida, uma das mais badaladas bandas nacionais, a atuar neste registo, os The Black Mamba.
Para o último dia deste emblemático festival, dia 25 de junho, pelas 15:00h, está reservado o Blues Pic-nic, no Parque José Afonso, junto ao Fórum Cultural.
A animação começa com o “one man band” Billy Lobster que nos mostra o seu gigantesco talento, em guitarra, bateria, harmónica e voz. Seguem-se os Black Dog Blues Band, uma banda da Madeira com uma vertente mais tradicional dos Blues norte americanos. De seguida, sobem ao palco os The Escape Committee,na melhor tradição do Blues Rock Britânico e, para terminar a tarde em grande, é a vez do holandês Jean Paul Rena, um veterano que já passou pela Baixa da Banheira e que já animou uma Blues Night, com a sua fantástica boa disposição.
O BB Blues Fest tem apostado sempre na qualidade do seu cartaz, apresentando os melhores nomes do blues português e internacional, numa simbiose perfeita que celebra as raízes deste género musical. O festival é promovido pela Associação BB Blues Portugal, Câmara Municipal da Moita e União de Freguesias da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira.

Os bilhetes estão disponíveis na Ticketline e no Fórum Cultural José Manuel Figueiredo.
Bilhetes:
Bilhete Diário (23 e 24 de junho) - 9,12 euros
Entrada gratuita nos dias 22 e 25 de junho
Compra de bilhetes online:
http://pt-pt.facebook.com/cmmoita
E nos postos de venda aderentes: http://ticketline.sapo.pt/pagina/postosdevenda
Acompanhe a 6ª edição do BB Blues Fest nas várias plataformas disponíveis:
- www.facebook.com/bbbluesfest
- www.youtube.com/channel/UCv-LKLXWxaDVP9opo-AjghA

O mês de Junho traz uma série de concertos com o selo da Music For All vindos de vários quadrantes:
A Travessa do Corrupio inaugura o mês com uma apresentação ao vivo a 2 de Junho na FNAC Alfragide que servirá para apresentar ao público as canções de “Resumo”, o EP de estreia onde se encontram influências de jazz, rock e folk combinados com a alma da música tradicional portuguesa. Segue-se mais um showcase a 18 de Junho na FNAC Vasco da Gama. Oportunidade ideal para conhecer ao vivo e a cores o projeto da banda de “A Vida (O Início)”.

Também Ritchaz Cabral continua a levar o seu EP “Mal Famadu” às FNAC portuguesas. Depois de atuações em Almada, Vasco da Gama e Alfragide, o músico luso-cabo-verdiano chega agora às FNAC de Oeiras (3 de Junho) e Colombo (26 de Junho), preparando-se para brindar uma vez mais os presentes com a sua sonoridade bem urdida em torno de elementos da cultura musical africana.
Por fim, Luciana Araújo entra em cena a 24 de Junho com um showcase marcado para a FNAC Alfragide. A cantautora luso-brasileira encontra-se a promover o álbum “Essências”, o disco de estreia que se espraia em territórios da MPB com um leve toque jazzístico pela excelência dos arranjos, de onde já foram extraídos os singles “Mais” e “É Segredo”.

O PAN – Pessoas-Animais-Natureza, agendou para debate da sessão plenária de 23 de Junho três iniciativas legislativas relacionadas com os direitos das mulheres na gravidez e no parto e com aspetos há muito previstos em vários países do norte da Europa.
O partido propõe uma alteração à lei n.º 15/2014, de 21 de Março, no que diz respeito ao direito do pai estar presente no parto do seu filho sem ser considerado um acompanhante. Estão em causa dois direitos, o do pai de acompanhar o nascimento do seu filho e o da mulher de ser apoiada no parto.
De acordo com a legislação atual a mulher tem que escolher apenas um acompanhante para o momento do parto. Uma escolha complexa que habitualmente é entre o pai (o qual não pode ser considerado um mero acompanhante já que se trata do nascimento do seu próprio filho) e uma figura feminina que lhe preste apoio no parto. A exigência de que o apoio seja limitado a uma só pessoa leva a que várias vezes não seja garantido à mulher o apoio emocional contínuo que se sabe ser tão importante e que vai para além do apoio médico, esse obviamente garantido. Para além disso, o pai pode igualmente ter necessidade de apoio. Sabe-se, pelos estudos existentes na área, que quando existe um apoio contínuo ao casal, a participação do pai é mais ativa e o parto transformar-se numa experiência agradável para os dois. Neste sentido, pretende-se que o pai não seja considerado como acompanhante pelos serviços de saúde e que a lei assegure o direito à presença de acompanhante para apoiar o casal.
O PAN propõe também que se dê cumprimento ao recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS)sobre a necessidade de maior apoio do governo e de parceiros do desenvolvimento social contra o desrespeito e maus tratos às mulheres durante a gravidez e parto.
Para o PAN é urgente trazer este tema a debate em Portugal, não só por já ter sido reconhecido pela OMS como uma violação de Direitos Humanos, mas também pelos resultados do inquérito elaborado em 2015 pelaAssociação Portuguesa pelos Direitos da Mulher na Gravidez e no Parto, “Experiências de Parto em Portugal”, um estudo que incluiu 3378 mulheres e que revela situações de violência que não são apenas residuais. De acordo com os resultados, 43% das mulheres afirmaram que não tiveram o parto que queriam. Em alguns destes casos o plano de partos que havia sido elaborado não foi respeitado, noutras situações as mulheres foram submetidas a práticas médicas não consentidas. Segundo a recomendação da OMS e tendo em conta as conclusões do estudo atrás referido, atualmente continuam a verificar-se abusos durante o parto em instituições de saúde que incluem violência física, humilhação e abusos verbais, procedimentos médicos coercivos ou não consentidos, recusa em administrar analgésicos, etc. Um dos casos mais flagrantes em que esta situação se verifica é o da episiotomia (é uma incisão efetuada na região do períneo - área muscular entre a vagina e o ânus - para ampliar o canal de parto). De acordo com o European Perinatal Health Report e o relatório atrás referido, Portugal está entre os países europeus que mais recorre a episiotomia nos partos vaginais (73%).
O PAN entende que estas práticas têm que ser eliminadas dando a conhecer às mulheres e acompanhantes os seus direitos, através de um trabalho conjunto que envolva as mulheres, a comunidade, profissionais, gestores de saúde, formadores de recursos humanos em saúde, associações, investigadores e governo.
O PAN vem ainda propor que as unidades hospitalares que já dispõem de meios físicos para a oferta da possibilidade de um parto na água se tornem operacionais, para que a escolha sobre o tipo de parto seja assegurada às mulheres. Em Portugal existem três hospitais com as condições físicas necessárias para disponibilizar parto na água, no entanto, essa opção não está ainda disponível para as mulheres. O parto na água implica menos custos para a entidade hospitalar: exige um número mais reduzido de profissionais de saúde e a administração de menos fármacos (por este motivo muitas as mulheres pretendem esta opção, já que dispensa a administração da epidural e alivia as dores). Apesar de tudo isto, as portuguesas vêem-se limitadas na escolha da modalidade de parto apesar de existirem condições para o efeito. Esta iniciativa pretende também que seja analisada posteriormente a viabilidade de alastrar esta oferta a mais unidades de saúde em Portugal.
Dados da Ordem dos Enfermeiros enviados à Direcção-Geral de Saúde revelam que de uma amostra de 140 partos no Centro Hospitalar de Setúbal, o único no país que chegou a oferecer este tipo de parto, se verificou uma reduzida taxa de cesarianas e de parto instrumentado, assim como taxas de analgesia epidural, de episiotomia e de morbilidade de 0%. Os partos na água são utilizados nos hospitais da Europa, nomeadamente Inglaterra, Alemanha, Suécia, Bélgica, e ainda na Austrália e Nova-Zelândia, indo ao encontro das recomendações para a promoção do parto normal da OMS.
“Vários especialistas de saúde nacionais e internacionais defendem os benefícios de um parto o mais natural e espontâneo possível. Por este motivo defendemos o direito das grávidas terem informação para poderem fazer opções conscientes sobre o seu parto e que tenham efetivamente alternativas. Os países do norte da Europa têm taxas de cesariana que são metade das nossas e têm os melhores indicadores de saúde da mãe e do bebé. Dar à mulher a hipótese de um parto natural e seguro é uma missão do serviço público e são precisas mudanças que deem resposta ao número crescente e significativo de mulheres informadas que pedem para ter o parto na água como opção,” defende, André Silva, Deputado do PAN.
“Também no que respeita às práticas de abuso no parto, o país tem que garantir os direitos das mulheres”, reforça André Silva.
António Matos Almeida em sexto e considerado melhor cavaleiro Português
O cavaleiro Francês Harold Boisset montando Quolita Z venceu, hoje a tarde, o Grande Prémio Audi, a prova rainha do 97º Concurso Internacional de Saltos de Lisboa (CSIO), que decorreu desde quinta-feira na Sociedade Hípica Portuguesa.

Dos 58 conjuntos que entraram em pista, 14 tinham passagem para a segunda mão da prova. Entraram em pista 12 portugueses e foi Luís Sabino Gonçalves, António Matos Almeida e Hugo Carvalho que conseguiram acabar a prova com 0 pontos, garantindo presença na segunda mão. Duarte Seabra, Hugo Tavares, Norbert Ell e João Chuva terminaram a prova com 4 pontos não conseguindo ir à 2ª mão.
Harold Boisset foi o último conjunto a entrar na segunda mão e cumpriu a tradição de “os últimos são os primeiros”, saindo vitorioso num tempo imbatível de 42,06s. Quando questionado sobre o CSIO de Lisboa, o cavaleiro confidenciou que “a prova parecia muito difícil, mas saiu-me bem. Adorei a organização, é fantástica! Adoro o ambiente do concurso e o facto da Taça das Nações ter uma mão durante o dia e outra à noite faz com que seja único e especial.” No pódio seguiu-se o cavaleiro Italiano Filippo Codecasa, montando Go High della Bassanella que também acabaram com um duplo sem faltas num tempo de 44,30s. A fechar o pódio ficou o cavaleiro Francês Olivier Robert com Eros.
Os Portugueses António Matos Almeida e Luís Sabino Gonçalves penalizaram 4 pontos na segunda mão e ficaram em 6º e 8º, respectivamente. Já Hugo Carvalho penalizou 8 pontos na segunda mão, mas com um tempo rapidíssimo permitindo-o chegar ao 9º lugar.
Na primeira prova de hoje, último dia do CSIO, o Irlandês Michael Pender, com Laith, sagrou-se vencedor, com um percurso na segunda fase em 25,80 segundos e sem penalizações. O Espanhol Diego Perez Bilbao, com Quinty du Buisson terminaram segundo e em terceiro o Belga Jos Verlooy.
Os Portugueses João Chuva e António Matos Almeida alcançaram o 4º lugar e 5º lugar respectivamente. Classificaram-se ainda Rodrigo Giesteira de Almeida e Marina Frutuoso de Mello ex-aequo em 8º lugar com Elud e Cantano, respectivamente, e ainda em 10º lugar Francisca Vaz Guedes.
Jos Verlooy foi eleito o melhor cavaleiro do CSIO Lisboa 2017, enquanto António Matos Almeida ganhou a distinção para melhor atleta Português do evento e o seu cavalo Epicor da Gandarinha foi considerado o melhor cavalo nascido em Portugal do certame.

O Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega levou hoje a efeito a III Mostra de Folclore, no recinto do Santuário de Nossa Senhora da Rocha, em Linda-a-Pastora, iniciativa integrada no programa oficial das "Festas da Rocha 2017". Porém, o jogo da Final da Taça de Portugal que decorre no Estádio Nacional, a escassas centenas de metros do local da festa e, sobretudo, a persistente chuva que caiu ao longo da tarde acabaram por prejudicar fortemente uma festa cujo programa e elenco prometiam um grande sucesso.

Não obstante, a organização não desistiu do evento e, pelo palco desfilaram além do anfitrião Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega – Minho, o Grupo de Folclore de Santa Maria de Moure – Barcelos, Rancho Folclórico e Etnográfico “Os Oleiros” – Caldas da Rainha, Grupo Etnográfico da Serra do Caldeirão – Loulé, Rancho Folclórico “As Lavadeiras” do Sabugo – Sintra.

É pretensão e firme propósito da entidade organizadora exaltar o Folclore e a Etnografia do Minho ao Algarve que ali é trazido por lídimos representantes destas mesmas regiões.
Em colaboração com a Irmandade de Nossa Senhora da Conceição da Rocha e a Junta de Freguesias da União de Freguesias de Carnaxide e Queijas, o GFTN dá assim o seu parco contributo para a revitalização das "Festas da Rocha", festas seculares e de enorme tradição na Comunidade Local: estas Festas eram, aliás, ponto de encontro para os Minhotos e Galegos da região de Lisboa, havendo mesmo um dia denominado como "o dia dos galegos". Estes vinham até à Rocha com as suas gaita-de-foles e pandeiretas e, conjuntamente com muitos minhotos, recriavam um terreiro com gotas, viras e canaverdes pela noite fora.

Às portas de Lisboa respira-se ainda o ar campestre de outros tempos, em torno do Santuário de Nossa Senhora da Rocha, trazendo à lembrança o tipicismo de outrora de uma das mais concorridas festas da região saloia.
Remonta aos começos do século XIX a descoberta por um grupo de crianças de uma gruta natural na serra de Carnaxide e, no seu interior, uma pequena imagem de Nossa Senhora à qual deram o nome de Nossa Senhora da Conceição da Rocha.

Conta-nos o escritor Thomaz Ribeiro na sua obra “A Rocha, poemeto-prologo do poema inédito O Mensageiro de Fez” que “No dia 28 de maio de 1822, perseguindo um coelho que alli se escondera, entraram na gruta do Jamor percorrendo de rastos a furna por onde elle entrára, sete rapazes que andavam brincando e chapinhando nas margens e nas ilhotas de Jamor. Os seus nomes são: Nicoláo Francisco, Joaquim Nunes, Joaquim Antonio da Silva, Antonio de Carvalho, Diogo, José da Costa e Simão Rodrigues. Os mais novos tinham 11 annos, 15 os mais velhos. Entrando e recuando apavorados, no que levaram longo tempo, conseguiram emfim chegar onde puderam erguer se e respirar. Sondando e apalpando acharam e tomaram nas mãos ossos humanos como poderam verificar quando voltaram ao rio. As familias que ha muito os esperavam em suas cazas não receberam bem os retardatarios e não crêram mesmo na historia phantastica do descobrimento.
No dia seguinte porém começou de levantar-se e avolumar-se nos differentes logares donde eram naturaes os pastoritos, o boato da existencia d’uma gruta desconhecida, e a apresentação dos ossos e a insistencia dos exploradores foi firmando, se não certezas, desejos de apurar a verdade. No dia 30 bastantes pessoas acompanhando os retardatarios da ante-vespera ao rio, abrindo as franças dos salgueiros acharam uma lura na grande rocha que se afundava no Jamor.
Não ousaram porém aventurar-se, os mais prudentes; mandaram entrar os rapazes com ordem de trazerem outros ossos. Era a prova evidente de que elles disseram a verdade. E desde que a conheceram destinaram para o dia 31 procurar com luz que dentro accenderiam, o que podesse achar-se na gruta onde era certo haver estado gente. No dia 31 foram pois, com tochas, para dentro serem accendidas. Entraram na frente os sete moços, lá d'outros acompanhados, e accesa uma tocha, encontraram a pequenina imagem da Virgem”.
À semelhança de outras romarias da região outrora bastante concorridas e da qual destacamos as que na localidade de Belas eram dedicadas ao Senhor da Serra, as festas de Nossa Senhora da Rocha entraram em declínio e deixaram inclusive de realizar-se durante largos anos. Mas, qual Fénix das cinzas renascida, eis que renascem, adquirindo de novo fama e cada vez maior aderência, concorrendo para o seu êxito os minhotos que vivem na região ombreando com as gentes locais, anunciando para o próximo ano mais uma edição desta Mostra de Folclore.










O Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega levou hoje a efeito a III Mostra de Folclore, no recinto do Santuário de Nossa Senhora da Rocha, em Linda-a-Pastora, iniciativa integrada no programa oficial das "Festas da Rocha 2017". Porém, o jogo da Final da Taça de Portugal que decorre no Estádio Nacional, a escassas centenas de metros do local da festa e, sobretudo, a persistente chuva que caiu ao longo da tarde acabaram por prejudicar fortemente uma festa cujo programa e elenco prometiam um grande sucesso.

Não obstante, a organização não desistiu do evento e, pelo palco desfilaram além do anfitrião Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega – Minho, o Grupo de Folclore de Santa Maria de Moure – Barcelos, Rancho Folclórico e Etnográfico “Os Oleiros” – Caldas da Rainha, Grupo Etnográfico da Serra do Caldeirão – Loulé, Rancho Folclórico “As Lavadeiras” do Sabugo – Sintra.

É pretensão e firme propósito da entidade organizadora exaltar o Folclore e a Etnografia do Minho ao Algarve que ali é trazido por lídimos representantes destas mesmas regiões.
Em colaboração com a Irmandade de Nossa Senhora da Conceição da Rocha e a Junta de Freguesias da União de Freguesias de Carnaxide e Queijas, o GFTN dá assim o seu parco contributo para a revitalização das "Festas da Rocha", festas seculares e de enorme tradição na Comunidade Local: estas Festas eram, aliás, ponto de encontro para os Minhotos e Galegos da região de Lisboa, havendo mesmo um dia denominado como "o dia dos galegos". Estes vinham até à Rocha com as suas gaita-de-foles e pandeiretas e, conjuntamente com muitos minhotos, recriavam um terreiro com gotas, viras e canaverdes pela noite fora.

Às portas de Lisboa respira-se ainda o ar campestre de outros tempos, em torno do Santuário de Nossa Senhora da Rocha, trazendo à lembrança o tipicismo de outrora de uma das mais concorridas festas da região saloia.
Remonta aos começos do século XIX a descoberta por um grupo de crianças de uma gruta natural na serra de Carnaxide e, no seu interior, uma pequena imagem de Nossa Senhora à qual deram o nome de Nossa Senhora da Conceição da Rocha.

Conta-nos o escritor Thomaz Ribeiro na sua obra “A Rocha, poemeto-prologo do poema inédito O Mensageiro de Fez” que “No dia 28 de maio de 1822, perseguindo um coelho que alli se escondera, entraram na gruta do Jamor percorrendo de rastos a furna por onde elle entrára, sete rapazes que andavam brincando e chapinhando nas margens e nas ilhotas de Jamor. Os seus nomes são: Nicoláo Francisco, Joaquim Nunes, Joaquim Antonio da Silva, Antonio de Carvalho, Diogo, José da Costa e Simão Rodrigues. Os mais novos tinham 11 annos, 15 os mais velhos. Entrando e recuando apavorados, no que levaram longo tempo, conseguiram emfim chegar onde puderam erguer se e respirar. Sondando e apalpando acharam e tomaram nas mãos ossos humanos como poderam verificar quando voltaram ao rio. As familias que ha muito os esperavam em suas cazas não receberam bem os retardatarios e não crêram mesmo na historia phantastica do descobrimento.
No dia seguinte porém começou de levantar-se e avolumar-se nos differentes logares donde eram naturaes os pastoritos, o boato da existencia d’uma gruta desconhecida, e a apresentação dos ossos e a insistencia dos exploradores foi firmando, se não certezas, desejos de apurar a verdade. No dia 30 bastantes pessoas acompanhando os retardatarios da ante-vespera ao rio, abrindo as franças dos salgueiros acharam uma lura na grande rocha que se afundava no Jamor.
Não ousaram porém aventurar-se, os mais prudentes; mandaram entrar os rapazes com ordem de trazerem outros ossos. Era a prova evidente de que elles disseram a verdade. E desde que a conheceram destinaram para o dia 31 procurar com luz que dentro accenderiam, o que podesse achar-se na gruta onde era certo haver estado gente. No dia 31 foram pois, com tochas, para dentro serem accendidas. Entraram na frente os sete moços, lá d'outros acompanhados, e accesa uma tocha, encontraram a pequenina imagem da Virgem”.
À semelhança de outras romarias da região outrora bastante concorridas e da qual destacamos as que na localidade de Belas eram dedicadas ao Senhor da Serra, as festas de Nossa Senhora da Rocha entraram em declínio e deixaram inclusive de realizar-se durante largos anos. Mas, qual Fénix das cinzas renascida, eis que renascem, adquirindo de novo fama e cada vez maior aderência, concorrendo para o seu êxito os minhotos que vivem na região ombreando com as gentes locais, anunciando para o próximo ano mais uma edição desta Mostra de Folclore.










Portugal já conquistou 5 provas no CSIO de Lisboa, e desta vez foi António Matos Almeida com Irene van de Kwachthoeve a ganhar a prova patrocinada pela Inapa. A Prova de Dificuldades Progressivas foi renhida mas António Matos Almeida registou o melhor tempo (48,51s) batendo assim as britânicas Jessie Drea e Jemma Kirk, que ficaram em segundo e terceiro respectivamente. A prova ainda contou com João Pereira Coutinho em quarto lugar montando Nelson du Biolay e Marina Frutuoso de Melo em sétimo com Grupo Prom Calabis.

Na prova a 1,50m, patrocinada pela Navigator, foram ao desempate 3 cavaleiros, dois franceses e o brasileiro Filipe Ramos Guinato. Saiu vencedora a francesa Alexandra Paillot, que foi um único zero do desempate em 42,32s. Em segundo ficou Filipe Ramos Guinato, com um tempo rapidíssimo de 40,06s mas com 4 pontos. Fechou o pódio o cavaleiro, também francês, Jean Michel Martinot que também com 4 pontos mas mais lento acabou em 44,51s
Já na prova de convidados de 1,15m foram as amazonas que dominaram o pódio da prova julgada por uma dificuldades progressivas.. Gabriela Lemos Torres destacou se no primeiro lugar, com Reve du Aubriers no tempo de 58,38s, seguida de Lua Queiroz Pereira com Eden d’Eden, em 67,69, ambas com pontuação máxxima, seguidas de, em terceiro lugar Matilde Bandeira de Melo, com Gwen Twist que acabou em 56,87s com 62 pontos.
Já na prova de 1,20 foi Miguel Silva Santos com a sua montada Profil des Roches que bateu os restantes conjuntos com um tempo imbatível de 56,72s seguido de Nuno Xara Brasil Monteiro, montando Malice B’Neville que acabou em 60,77s. Esta prova contou apenas com estes dois conjunto com zero pontos.
Realiza-se hoje às 15 horas o Grande Prémio Audi, prova qualificativa para o Campeonato da Europa 2017 e os Jogos Equestres Mundiais 2018.
Com 57 conjuntos inscritos, conta com a participação de 13 conjuntos nacionais. As três edições anteriores foram ganhas por cavaleiros portugueses. João Chuva, destacou-se da edição de 2016 tendo sido o brilhante vencedor e Luís Sabino Gonçalves venceu as edições de 2015 e 2014.
Siga os resultados em:

A Bélgica foi a grande vencedora da Taça das Nações que conta para a Liga Nations Cup do Concurso de Saltos Internacional (CSIO) de Lisboa, no hipódromo do Campo Grande, com a seleção anfitriã a terminar em quarto lugar.

A prova, que qualifica para o Campeonato da Europa 2017, Jogos Equestres Mundiais 2018, contou com a participação de 9 países, com a Bélgica a terminar destacada na liderança.
Na primeira mão, dos quatro cavaleiros da Bélgica três fizeram percursos limpos e apenas um penalizou quatro pontos, que a equipa descartou. Na segunda mão, entraram apenas três cavaleiros, dos quais dois fizeram percursos limpos, e não sendo necessária a participação do quarto conjunto.
A Bélgica ganhou assim com 4 pontos, à frente da Espanha, com 21, da França com 24 e Portugal e Irlanda com 25 pontos, que repartiram o quarto lugar.
Por Portugal competiram António Matos Almeida (Epicor da Gandarinha), Duarte Seabra (Fernhill Curra Quinn), Luís Sabino Gonçalves (Acheo Di San Patrignano) e Mário Wilson Fernandes (Stroudwood Eldarado).
O 97.º CSIO de Lisboa prossegue sábado e no domingo pelas 15h00, terá lugar o Grande Prémio Audi, que vai distribuir em prize money €40 mil.
Segue em anexo uma imagem da equipa vencedora - Bélgica
(legenda: Nicola Philippaerts, Constant Van Paesschen, Jos Verlooy, Fabienne Lange, Chef D'equipe Peter Weinberg)
Foto: Nuno Pragana/Imagemedia
Os Em Contraste já não são estranhos para ninguém. A dupla que se propôs a aliar o sensual universo da kizomba à tradição baladeira tipicamente portuguesa – mistura que já deu a conhecer dois singles, “Serás Tu” e “Volta” – faz agora a antevisão da estação estival com a chegada de um terceiro, “A Minha Prova”, que pede para ser dançado corpo a corpo, sem reservas, ao longo do próximo Verão.

Este é já o terceiro single extraído do EP de estreia homónimo de Mauro Carvalho e João Figueiredo, já disponível para compra e escuta nas plataformas digitais, com o selo da Music For All.
Em Contraste é uma banda musical de kizombas/baladas composta por dois elementos. Um Angolano, Mauro Carvalho, nascido em Luanda, e um Português, João Figueiredo, nascido em Lisboa.
Como melhores amigos de longa data e jovens que cresceram rodeados de música sempre presente no seu dia-a-dia, fazendo parte dum coro de igreja e tendo diversas aulas de música, decidiram juntar as suas qualidades e diferentes sonoridades e características,
misturando uma vertente mais mexida e gingona, tipicamente africana, com uma vertente mais baladeira e popular ao bom jeito português, formando oficialmente o grupo há cerca de 2 anos quando foram lançadas as primeiras músicas oficiais: "Vai Aquecer" (ainda hoje a mais conhecida) e "Fantasmas do Passado", uma kizomba e uma balada. A kizomba foi então adoptada como estilo predominante do grupo e foram lançadas outras músicas no mesmo registo, "Chacheiro" e "Consciência Pesada".
O grupo tem tido diversas actuações em palco, principalmente no Norte de Portugal (Paços de Ferreira e Porto), para além de Lisboa, de onde são residentes os integrantes. Mais recentemente foram convidados do programa “Bem-Vindos” da RTP África. No final de 2016 editaram o seu EP de estreia homónimo com o selo da Music For All.
O objectivo do grupo é, como diz o nome, "Em Contraste", ser diferente, imprimir algo de genuinamente único nas suas músicas e, sem dúvida, primar pela diferença, ou seja, contrastar.
Os portugueses entraram a todo o gás e venceram quatro das cinco provas que já decorreram no Hipódromo do Campo Grande.
Ontem foi Duarte Seabra e Luís Sabino Gonçalves que venceram as provas inaugurais do CSIO, e hoje foi a vez de Marina Frutuoso de Melo. Foi a grande vencedora da prova de 1,40m montando Cantano num tempo de 24.00 segundos.

Já na prova de 1,45m, patrocinada pelo Horto do Campo Grande, foi o cavaleiro português, sediado na Holanda, Rodrigo Giesteira de Almeida que triunfou, na sela de Elud, um KWPN de oito anos. A prova contou com 47 participantes, e 13 foram ao desempate onde Rodrigo Giesteira de Almeida se destacou da concorrência com um tempo de 37.71s, seguido do cavaleiro português Mário Wilson Fernandes com um tempo de 38.77s e a fechar o pódio foi a cavaleira francesa Alexandra Paillot montando Lumina com 39.00s.
O evento de entrada livre decorre até domingo e hoje, a partir das 18h realiza-se a TAÇA DAS NAÇÕES, prova de equipas que contará para a Liga Nations Cup e será disputada por 9 equipas.
Os vencedores das duas primeiras provas de ontem, Duarte Seabra e Luís Sabino Gonçalves, integram hoje a equipa que representará Portugal na Taça das Nações contando ainda com António Matos Almeida e Mário Wilson Fernandes. As outras equipas a disputar a Taça das Nações são: Bélgica, França, Coreia, Itália, Espanha, Inglaterra, Luxemburgo, e Irlanda.
De relembrar que a última prova do evento acontece domingo com o Grande Prémio Audi (dia 28 às 15h00), e é qualificativo para o Campeonato da Europa 2017 e para o Jogos Equestres Mundiais de 2018.
Siga os resultados do CSIO em:http://csiolisboa.com/results/



Não são muitas as ocasiões em que o desporto se alia à cultura.
Contudo, quando tal acontece, o sucesso e o conhecimento juntam-se em momentos ímpares.

E está a chegar uma dessas oportunidades, a “dois passos” de Lisboa, mais propriamente em Canha, a maior das freguesias do concelho do Montijo.
Num ambiente rural e pacato, mas com enorme história, terá lugar na secular povoação de Canha a “Corrida pela Arte”, uma iniciativa da Santa Casa da Misericórdia e que tem como objectivo angariar fundos e apoios para instalar ali a Casa Museu de arte naif, e que terá lugar no dia 4 de Junho próximo.
Tendo já criado o Grupo Gastronómico São Sebastião – Sabores e Saberes da Terra - Canha , que fez a recolha das receitas da região, que estão na memória dos mais idosos, e ainda o Rancho Folclórico e Etnográfico São Sebastião, Dança e Cantares da Freguesia de Canha, a realização desta corrida tem um objectivo prático, como adiantámos, a instalação de uma Casa museu de arte naif.
Pretende a organização, «promover um evento relacionado com Arte Naif e hábitos saudáveis, com a intenção de aliar a prática de desporto com arte e tradições. Sendo a arte naif uma expressão popular de arte, gostaríamos que esta corrida fosse um ponto de partida para promover as tradições da comunidade Canhense, não esquecendo a promoção dos hábitos saudáveis, contribuindo, assim, para a melhoria da auto estima da comunidade».
Por isso, o percurso passará por pontos estratégicos do património da Vila, incluindo parte do caminho para observação de pássaros, percurso esse, que faz parte de um projecto que a Instituição tem em desenvolvimento que passa por, em simultâneo, proporcionar visitas na vila e na natureza e estimular a memória dos utentes que, de diversas formas se expressam relativamente a este aspecto.
Os participante da prova aliarão ainda esse momento desportivo às tradições da terra e para além da garrafa de vinho da região, oferecido a cada dos que terminarem, são convidados para um almoço típico, constituído por uma sopa tradicional da Vila e porco no espeto, que será servido no salão da Santa Casa no centro da Vila.
O preço mais baixo de inscrição termina já no próximo domingo (dia 28) e ainda há vagas nas inscrições para um agradável momento de festa, numa região muito perto da Grande Lisboa.
Mais de uma dezena de marcas associaram-se ao CSIO de Lisboa, aquele que é o mais antigo concurso no mundo realizado no mesmo local e que conta com a presença de 85 cavaleiros de 17 nacionalidades.

As marcas como AUDI, Navigator, Inapa, Horto do Campo Grande, Arnaud, Equievents, Vista Alegre, e a Câmara Municipal de Lisboa, quiseram garantir presença e apoiarem este evento que é uma referência no calendário equestre internacional e no calendário turístico da capital portuguesa.
O evento de entrada livre decorre até domingo no Hipódromo do Campo Grande e conta com a TAÇA DAS NAÇÕES, prova de equipas que contará para a Liga Nations Cup que se realiza hoje a partir das 18h00 e será disputada por 9 equipas,incluíndo Portugal.
Os vencedores das duas primeiras provas de ontem, Duarte Seabra e Luís Sabino Gonçalves, integram hoje a equipa que representará Portugal na Taça das Nações contando ainda com António Matos Almeida e Mário Wilson Fernandes. As outras equipas a disputar a Taça das Nações são: Bélgica, França, Coreia, Itália, Espanha, Inglaterra, Luxemburgo, e Irlanda.
Estes próximos dias vão ser dias de um espectáculo desportivo de alto nível. Ao assistir ao CSIO de Lisboa vai testemunhar momentos inesquecíveis, com os melhores cavaleiros da actualidade.
De relembrar que a última prova do evento acontece domingo com o Grande Prémio Audi (dia 28 às 15h00), e é qualificativo para o Campeonato da Europa 2017 e para o Jogos Equestres Mundiais de 2018.

Ed Curtis, o cantautor chileno com queda para canções desoladoras indie pop/rock revestidas pela atmosfera britpop que marcou os meados da década de 90 em terras de sua majestade, apresenta agora “All That I Do”, canção que repercute as suas influências de projectos como Travis, Oasis ou Coldplay.

O novo single é o cartão de visita de “My Own Time”, o álbum de estreia do músico a ser editado brevemente e que será apresentado ao vivo numa digressão ibérica a acontecer já no final do mês de Julho com o apoio da Music For All.
Ed Curtis é um cantautor natural de Santiago do Chile que começou a tocar nos anos 90. Depois de passar por várias bandas enquanto guitarrista e compositor, fixou residência em Berlim de forma a preparar o seu primeiro trabalho a solo numa óptica indie rock/pop maioritariamente influenciada pelo movimento da Britpop de meados da década de 90 e por bandas como Oasis ou Travis.
Em Setembro de 2014 o músico começou a tocar no circuito ao vivo para cantautores nos principais bares de Berlim e de Outubro a Dezembro Ed começou as gravações do seu primeiro EP, “Haunted Feelings”, na Makers Factory de Berlim, trabalho que incluía cinco originais em versões acústicas. O EP foi lançado nas principais lojas online em Fevereiro do ano seguinte.
Depois da experiência em Berlim, o músico regressou à América do Sul, onde se dedicou a escrever novas canções e a preparar material para o seu primeiro álbum na companhia do produtor argentino Hernán De Micheli no Sonorico Studio, em Buenos Aires. Da parceria criativa de três meses naceu em Setembro de 2015 um segundo EP, “Watching You Go”.
Actualmente Ed Curtis reside em Buenos Aires, tendo concluído os trabalhos do seu segundo álbum, “My Own Time”, com o apoio da Music For All, com a qual virá também em digressão a Portugal e Espanha no próximo mês de Julho.
Duarte Seabra e Luís Sabino Gonçalves vencem provas inaugurais do concurso
O Concurso de Saltos internacional Oficial de Lisboa, de entrada livre, que decorre até domingo na Sociedade Hípica Portuguesa, começou da melhor forma para os cavaleiros portugueses.

Na prova inaugural, com uma altura de 1.40m, patrocinada pela Arnaud, Duarte Seabra com a sua montada Axelle M Z venceu a prova, tendo realizado a prova sem faltas num tempo que se revelou imbatível de 56,01 segundos. Em segundo ficou a inglesa Jemma Kirk com Tchoupi Pironniere (0/ 56.10s) seguida da amazona portuguesa Francisca Vaz Guedes com LB Caillou (0/ 57.29s).
Na segunda prova do dia, de 1.45m que contou com o apoio da Vista Alegre, foi a vez do cavaleiro Luís Sabino Gonçalves subir ao primeiro lugar do pódio com a sua montada Teck de Riverland. Em segundo ficou o cavaleiro Espanhol Diego Perez Bilbao, e em terceiro o cavaleiro irlandês Michael Pender.
Ambos os vencedores das duas primeiras provas, estão selecionados para a equipa que representará a equipa das quinas na Taça das Nações que se realiza amanhã a partir das 18h.
Este é o mais antigo concurso no mundo realizado no mesmo local e conta com a presença de 85 cavaleiros de 17 nacionalidades. O CSIO de Lisboa que é uma referência no calendário equestre internacional e no calendário turístico da capital portuguesa, tem como Chefe de Pista o Internacional português Bernardo Costa Cabral, um dos técnicos mais credenciados no mundo, tendo já feito parte de duas Olimpíadas, etapas da Taça do Mundo, bem como Campeonatos da Europa.
Siga os resultados do CSIO em: http://csiolisboa.com/results/



A ASPEA promove, no dia 3 de junho, uma Jornada de Formação em Ambiente e Felicidade Sustentável, coordenada pela Profª Drª Ivana de Campos Ribeiro, coordenadora de projetos do Instituto Brasileiro de Educação para a Vida e membro do Laboratório de Estudos do Lazer da UNESP - Rio Claro, Brasil.

Inês Sousa Real, 36 anos, nascida em Lisboa na Freguesia de Alcântara, jurista e antiga Provedora dos Animais de Lisboa, é a candidata pelo PAN – Pessoas-Animais-Natureza à Câmara Municipal de Lisboa.

Inês Sousa Real foi convidada pelo PAN para dar continuidade ao percurso de dedicação às causas que tem alcançado e que o partido tem trazido ao debate público, que visam alterar consciências e contribuir para uma mudança de paradigma de acordo com valores éticos e ecológicos fundamentais. Miguel Santos, atual Deputado Municipal do PAN em Lisboa, será o cabeça de lista para a Assembleia Municipal.
“O rigor e a dedicação da Inês em prol das causas e dos valores que defendemos faz dela a pessoa mais indicada para robustecer o projeto do PAN em Lisboa. O seu compromisso com uma política que prioriza a utilização dos recursos de todos para o bem de todos, e não apenas de alguns, tem marcado um caminho de cooperação que muito tem contribuído para o envolvimento de cada vez mais pessoas nas causas do PAN. Por este motivo, acredito que a Inês Sousa Real vai ser eleita vereadora”, explica André Silva, Porta-voz e Deputado do PAN.
Uma das grandes preocupações do PAN para Lisboa prende-se com os impactos das Alterações Climáticas, que afetam diversos setores, nomeadamente água, saúde, energia, transportes, turismo, alimentação, recursos naturais ou ecossistemas. As soluções para adaptar o município às Alterações Climáticas obrigam ao estabelecimento de políticas e princípios orientadores de tomada de decisão que irão também alterar a forma como esses setores se organizam. O PAN propõe-se a desenvolver, implementar e aplicar a curto prazo (4 ou 5 anos) o Plano de Ação para a Adaptação às Alterações Climáticas, que deve também incluir as medidas de mitigação com base na estratégia já definida ou até na sua revisão, alinhado com os Objetivos da Agenda para o Desenvolvimento Sustentável.
Outra área que o PAN quer aprofundar é a da Mobilidade, um direito e uma forma de combate às desigualdades que devem ser pensados de modo participativo e transdisciplinar, com total integração com as medidas de mitigação e adaptação às alterações climáticas. Para o PAN são prioritários os modos suaves (rede pedonal e clicável) e os transportes públicos movidos a energias renováveis, bem como a renovação de redes de elétricos em carris. Por ser fundamental para o PAN retirar os automóveis de uso privado do centro da cidade, propõe-se a criação de parques de estacionamento junto às entradas da cidade e a terminais multimodais, com pagamento integrado nos passes de transportes públicos, a criação de passes para famílias numerosas e a gratuidade para jovens estudantes até aos 18 anos. A autarquia tem também que assumir a promoção e regulação de serviços partilhados de automóveis (híbridos e elétricos) e o aumento da rede de bicicletas partilhadas.
As iniciativas relacionadas com a Igualdade e Inclusão são também uma prioridade. Para o PAN é necessário sair das intenções e fazer com que o município garanta, nos serviços da autarquia ou nos serviços e empresas sob a sua gestão ou às quais pertençam, uma total participação e direitos iguais em todos os campos, nomeadamente na liderança ao nível das tomadas de decisão. O município deverá também adotar uma linguagem escrita e visual promotora da igualdade de género, atribuindo igual estatuto a mulheres e homens.
A Transparência e a Participação no funcionamento dos órgãos do município e das respetivas freguesias são um dos focos de atenção do PAN. Pretende-se facilitar uma democracia mais participativa e que aproxime as pessoas das políticas locais. Nesta perspetiva, cada órgão deve disponibilizar toda a informação institucional relevante, num site e de forma “amiga” do utilizador, nomeadamente ao nível das freguesias. Para o PAN é também fundamental criar mecanismos que permitam envolver a população desde o início, na fase de prevenção, deteção e diagnóstico dos problemas e da definição das soluções.
A Proteção, Saúde e Bem-Estar Animal é uma preocupação com cada vez maior relevo nas sociedades, em particular na dimensão familiar e nos desafios que, por força da crescente legislação, se colocam atualmente às autarquias. Entre outras medidas, será necessário desenvolver e implementar um regulamento municipal que discipline a detenção de animais, reforçar a fiscalização e promover uma maior articulação entre diferentes interlocutores que atuam no terreno, incluir a proteção animal nos programas educativos das escolas e realizar ações de sensibilização da população para uma detenção responsável. A própria autarquia deve fazer-se dotar dos meios humanos e estruturais adequados para o exercício das suas competências neste domínio.
“As iniciativas interligadas que trazemos com esta candidatura visam todas as facetas do desenvolvimento sustentável, integrando equidade, bem-estar e prosperidade partilhada. O objetivo é contribuir para um desenvolvimento urbano que acrescente valor a Lisboa que, por sinal, é a cidade onde nasci e cresci e que sempre me cativou pela riqueza e consistência da sua história. Encaro este desafio integralmente e com a convicção de que estamos em condições para voltar a fazer história nas eleições autárquicas, como fizemos nas últimas legislativas”, afirma Inês Sousa Real.

Hoje é Quinta-feira da Ascensão. Assim se denomina este dia em virtude de no calendário litúrgico se comemorar a ascensão de Jesus Cristo ao Céu, encerrando um ciclo de quarenta dias que se seguem à Páscoa. Mas, este dia tem a particularidade de se celebrar também o "dia da espiga" ou "quinta-feira da espiga". Manhã cedo, rapazes e raparigas vão para o campo apanhar a espiga e flores campestres. Formam um ramo com espigas de trigo, rosmaninho, malmequeres e folhagem de oliveira que pode incluir centeio, cevada, aveia, margaridas, pampilhos e papoilas. Depois, o ramo é guardado ao longo de um ano, pendurado algures dentro de casa.

Crê-se que este costume, com mais incidência nas regiões a sul de Portugal, tenha as suas raízes num antigo ritual cristão que consistia na bênção dos primeiros frutos, mas as suas características fazem-nos adivinhar origens bem mais remotas, muito provavelmente em antigas tradições pagãs naturalmente associadas às festas consagradas à deusa Flora que ocorriam por esta altura e a que a tradição dos maios e das maias também não é alheia.
É crença do povo que a espiga apanhada na quinta-feira da Ascensão proporciona felicidade e abundância no lar. Aliás, a espiga de trigo propriamente dita representa a abundância de pão, o ramo de oliveira simboliza a paz, as flores amarelas e brancas respetivamente o ouro e a prata que significam a fartura e a prosperidade.
Noutros tempos, era costume na cidade, as moças que estavam de criadas de servir, ainda arreigadas a antigas usanças das suas terras de origem, pedirem às patroas para que lhes concedessem licença nesse dia para irem apanhar a espiga... Não raras as vezes, um bom pretexto para irem ao encontro do namorico, pois quase sempre apenas tinham permissão de folga ao domingo. Aliás, devido em grande medida à liberdade que a festa proporcionava aos jovens nesse dia, a apanha da espiga adquiriu bem depressa um sentido mais malicioso sempre que as pessoas a ela se referem.
Atualmente, algumas ruas de Lisboa enchem-se de vendedeiras de ramos de espigas, as quais são cada vez mais solicitadas inclusivamente por pessoas cujas raízes culturais já nada tem a ver com tais costumes mais próprios do meio rural. Provavelmente, atraídas pela beleza com que se apresentam os ramos. Em todo o caso, procurando cumprir um ritual que ajuda a preservar uma tradição!

O Grupo de Folclore da Associatia Miorita Portugalia vai no próximo dia 1 de Julho participar no FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Trata-se de um evento que privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

Formado por moldavos e seus descendentes imigrados no nosso país, a Associatia Miorita Portugalia está sediada no Barreiro e representa os usos e costumes tradicionais das gentes da Moldávia.
Situada na Europa oriental, a Moldávia possui fronteiras com a Ucrânia e a Roménia. No século XV, a Moldávia – oficialmente República Moldova – ocupou toda a região da Bessarabia, Moldávia Ocidental e Bucovina, constituindo à época uma importante potência regional.
Em consequência da sua história atribulada que incluiu o período feudal, o Tratado de Bucareste em 1812 que retalhou o seu território, submetendo a Bessarabia à Rússia e, mais tarde, a independência da Roménia e a sua unificação com a Moldávia Ocidental, é actualmente controversa a definição de identidade étnica e linguística entre moldavos e romenos.
Além do grupo de folclore da Associatia Miorita Portugalia em representação da comunidade moldava radicada no nosso país, a edição deste ano do FolkLoures vai contar com a participação do Grupo de Danças e Cantares da Madeira, Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba – Alentejo, do Grupo Folclórico O Cancioneiro de Ovar – Beira Litoral e ainda com representações da Estremadura e Brasil que divulgaremos oportunamente, para além do anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho.
Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.






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Apresentação do Concurso de Saltos Internacional Oficial de Lisboa
O Hipódromo do Campo Grande apresentou hoje à imprensa a 97ª edição do Concurso de Saltos Internacional Oficial que decorre entre quinta-feira (25 de maio) e domingo (28 de maio) e que conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa.

O CSIO de Lisboa, com entrada livre, é uma referência no calendário equestre internacional e no calendário turístico da capital portuguesa e, por isso, divulgado em todo o Mundo, o que por si só faz com que Portugal e, sobretudo, Lisboa, desfrute de uma enorme projeção a nível Mundial. Este ano conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, que assumiu recentemente a sua candidatura a Capital Europeia do Desporto 2021.
Jorge Máximo, Vereador do Desporto da CML, Jorge Máximo acrescenta que “quase centenário, o CSIO de Lisboa é uma competição de alta qualidade que consideramos uma excelente montra para promover internacionalmente o potencial da nossa cidade entre os amantes do desporto a cavalo. Esta é também a ambição de Lisboa, Capital Europeia do Desporto em 2021.”
Estima-se que no último ano o desporto teve um impacto de cerca de 100 milhões de euros na cidade de Lisboa e, neste âmbito, Jorge Máximo destaca que “Lisboa é das poucas capitais europeias que se pode orgulhar de possuir um hipódromo de excelente qualidade em pleno coração da cidade. O desporto equestre e a tradição hípica têm uma força enraizada na nossa cidade bem refletidas na intensa atividade desportiva e social anual da Sociedade Hípica Portuguesa.”
A candidatura é o reconhecimento da importância de Lisboa na promoção da prática desportiva, e José Manuel Figueiredo, Presidente da Sociedade Hípica, destaca que “eventos como o CSIO contribuem para provar que Lisboa está à altura deste desafio.”
Almir Chiaratti já não é um completo estranho para os portugueses. Deu-se a conhecer com “É o Fim”, naquilo que viria a ser apenas o início de uma relação que se pretende estreita e sólida. O próximo passo é dado ao som de “Triz”, elaborada prosa de desamor construída sob um intrincado arranjo de cordas que se mescla com teclados, guitarra e percussão.

Com produção de Eugenio Dale (Ney Matogrosso, Sergio Mendes), este é então o cartão de visita do sucessor de “Bastidores do Sorriso”, aguardado ainda este ano. Para Julho próximo é esperada a visita do músico brasileiro ao nosso país, com o condão da Music For All.
Almir Chiaratti é um cantor, compositor e multi-instrumentista radicado no Rio de Janeiro nascido no distinto ano de 1988 no Rio Grande do Sul. Desde que se conhece que a música faz parte da sua vida, tendo crescido ao som dos clássicos do rock da década de 70 e do movimento cultural brasileiro que ficou para sempre conhecido como Tropicália.
A sua estreia no exigente mundo da música deu-se em 2015, quando editou o álbum “Bastidores do Sorriso”. Com influências da Música Popular Brasileira (MPB), mas também do rock psicadélico tão característico dos Mutantes, este trabalho registou a sua entrada no mundo adulto e os desafios, dúvidas, problemas e escolhas inerentes a esta fase tão importante da nossa existência.
Em parceria com o cineasta Pedro Freitas concebeu, realizou e filmou o videoclip do primeiro single do disco, “Teu Caminho”. Posteriormente participou em inúmeros festivais e competições, brasileiras e internacionais, tendo inclusivamente vencido o prémio de Melhor Videoclip Internacional no Urban Media Makers Film Festival, em Atlanta (EUA) e sendo escolhido como Melhor Videoclip pelo site DailyMotion no festival Rio Web Fest. Nota ainda para a presença do disco na lista Melhores Discos Brasileiros de 2015, do reputado site brasileiro Tenho Mais Discos Que Amigos.
Almir define este seu primeiro registo discográfico, onde as referências e influências musicais pululam de tema em tema, de forma simples: “As canções transitam por esses sentimentos, por trás do sorriso que envergamos para tocar a vida todos os dias. Acho que isso fica claro no título do disco: o que se passa nos bastidores do sorriso, nos bastidores da dor? Há músicas mais intimistas com temas existencialistas. Mas também há temas sobre amor, seja ele correspondido ou não. Tudo isto se encontra embebido em poesia, ironia e algumas gotas de sarcasmo.”
Almir Chiaratti pode ter a profundidade dos grandes músicos de outrora mas tem na alma a modernidade do presente. Conhecedor da capacidade agregadora da internet, e das comunidades online, recorreu a uma campanha de financiamento colectivo. O objectivo foi alcançado e assim aconteceu o concerto de lançamento do álbum. Seis meses depois Almir surpreende tudo e todos e graças a uma parceria com Luiz Felipe Netto e Luiz Tornaghi é lançado digitalmente o EP “Bastidores ao Vivo”. Este registo sonoro do concerto de apresentação foi mixado por Netto e masterizado por Tornaghi, dando origem a um produto final arrebatador. Este álbum conheceria ainda um segundo single, “Navegantes de Noé”, também ele com direito a videoclip, neste caso realizado pelo próprio em parceria com a Jaé Filmes
Mas o percurso artístico de Almir não se fica por aqui! Aventurou-se na função de produtor ao acompanhar todo o processo do EP de estreia do cantor, e compositor, Diego Marques, com quem já havia trabalhado anteriormente. E passou também pelos palcos, ao assinar a produção do musical do espectáculo de dança “Cheiro de Manga”, em parceria com a bailarina Laura de Castro, composto por Eduardo Rezende.
A recta final de 2016, e a conturbada realidade política do Brasil, motivou e influenciou Almir, surgindo assim o tema “Terceiro Turno” (com a participação de Felipe Pacheco da banda Baleia, no violino, e do regente Vitor Damiani). A produção daquele que será o seu segundo trabalho de originais está a cargo de Eugenio Dale (reputado profissional que trabalhou anteriormente com Ney Matogrosso e Sergio Mendes).
Para 2017 aguardam-no novos desafios e um caminho nunca antes percorrido: uma digressão em Portugal e a edição do sucessor de “Bastidores do Sorriso”.
O Metropolitano de Lisboa, como empresa socialmente responsável que visa difundir e promover ações culturais através da celebração de parcerias com diversas instituições, é um dos principais apoiantes da exposição fotográfica “"Ni'ei: há um momento atrás" de Sofia Yu, patente na estação Baixa Chiado até dia 31 de maio.
Trata-se de um ensaio fotográfico que documenta a vida dos Penan, uma tribo de coletores nómadas do Sudeste Asiático, e que regista momentos que retratam a evolução da civilização e as suas consequências, uma tendência que a fotógrafa procura seguir em todos os seus trabalhos que se concentram, sobretudo, nas culturas humanas ameaçadas pelo estilo de vida moderno, dentro e fora das sociedades ocidentais.
Com exposições já realizadas no Reino Unido, Portugal e Estados Unidos da América, Sofia Yu tem procurado manter a essência dos seus projetos através de diversos temas que comprovam visualmente que o sistema civilizacional poderá estar, de alguma forma, a afetar negativamente diversos povos e que não deverá ser implementado de forma idêntica, nas mais diversas culturas.
Através de apoios e parcerias deste tipo, o Metro de Lisboa promove a transversalidade cultural e uma efetiva integração das políticas culturais sectoriais, com vista a fomentar o interesse e a motivação para as criações artísticas que se revelem de especial qualidade e que se pretendem sejam amplamente difundidas.

Metro a metro, transportamos com arte…
… metro a metro, difundimos cultura!
Sofia Mota Yu nasce em Oeiras em 1982, filha de Pai Português (que em serviço militar conhecera a sua Mãe em Macau), Mãe Chinesa que nascera na era de Mao Tsé Tung e fugira para Hong Kong (parte inglesa).
Sofia frequentou a licenciatura em Serviço Social no Instituto Superior de Serviço Social – Lisboa. Posteriormente arrancou para novas paragens, dando lugar à sua maior paixão: viajar, o que fez durante 7 anos pelo mundo, visitando 46 países, intercalando lazer com projetos profissionais.
Considera-se Documentarista Visual, desenvolvendo trabalhos de Investigação e Documentário Fotográfico, como freelancer é assídua colabora com Organizações Não Governamentais, focando-se em temáticas como Direitos Humanos e Animais. Interessa-se pela construção e desenvolvimento da civilização, as suas consequências ambientais, o impacto que a mesma tem nos humanos e nos animais.
O Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Loures vai no próximo dia 1 de Julho participar no FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Trata-se de um evento que privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.
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Como não podia deixar de suceder, os usos e costumes das gentes da região saloia em geral e do concelho de Loures em particular não poderiam deixar de estar presentes. As tradições saloias constituem a matriz etnográfica de um concelho que acolheu de braços abertos os minhotos, beirões, transmontanos, alentejanos e as mais variadas gentes de todo o país, dos países de expressão portuguesa e de todo o mundo. Por essa via, Loures tornou-se porventura um dos concelhos mais cosmopolitas do nosso país. Eis a razão pela qual o FolkLoures – Encontro de Culturas adquiriu um novo formato, mais abrangente e inclusivo, inédito no domínio do folclore e da cultura tradicional cujo modelo em breve inspirará outras organizações de eventos semelhantes. Por conseguinte, o Rancho da Bobadela representará na edição deste ano os usos e costumes da região saloia e do concelho de Loures.
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O Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela iniciou a sua actividade etnográfica com as marchas dos santos populares em Junho de 1983.
Nos primeiros anos, este rancho foi uma secção de uma outra colectividade da freguesia até que, a 26 de Fevereiro de 1987, se celebrou a escritura pública que deu corpo à União Cultural e Folclórica da Bobadela, o que o torna mais antigo do que a colectividade a que actualmente pertence.
Localizada na zona oriental do concelho de Loures, a freguesia da Bobadela era banhada pelos rios Tejo (a leste) e Trancão (a sul e a oeste), sendo que este último a separava das freguesias de Unhos (a oeste) e de Sacavém (a sul e sudoeste); a norte e noroeste fazia fronteira com a freguesia de São João da Talha, da qual se desmembrou. Pelo facto da Vila da Bobadela pertencer ao Concelho de Loures, o qual se encontra inserido na zona Saloia, e ainda junto ao Ribatejo e às “portas” de Lisboa, as danças e cantares são o espelho do cruzamento das três zonas acima descritas, bem como das actividades económicas que se viveram por aquelas bandas.
Sendo a etnografia desta zona bastante rica e diversificada, o rancho da Bobadela tem no seu repertório musical bailaricos, fadinhos, viras, valsas e os famosos verde-gaios.
Quanto aos trajes, inicialmente no Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela, os homens usavam trajes Saloios Domingueiros e as mulheres o traje Usual no Ribatejo. Ou seja, as raparigas usavam saias e lenços vermelhos, camisa e meias brancas, chapéu e cesto de palha. E os rapazes vestiam camisa branca e calças, colete, cinta e barrete preto.
No entanto, no princípio do ano de 1997, a Direcção decidiu iniciar a mudança dos trajes para a representação da etnografia saloia. Esta representação é mantida até hoje e dela se destacam os Trajes de Abastados, Trabalho de Cocheiro, de Lavadeira, de Ceifeira, de Carroceiro, de Aguadeira, de Leiteira e de Campino das Lezírias Saloias.
“O folclore é a tradição e usos populares, constituído pelos costumes e tradições transmitidos de geração em geração. O rancho da Bobadela procura viver e transmitir sempre melhor e de forma feliz essa cultura tão sua.
Além do Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Loures, a edição deste ano do FolkLoures vai contar com a participação do grupo de folclore da Associatia Miorita Portugalia em representação da comunidade moldava radicada no nosso país, a Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil que apresentará a tradicional dança da capoeira, o Grupo de Danças e Cantares da Madeira, Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba – Alentejo, do Grupo Folclórico O Cancioneiro de Ovar – Beira Litoral e ainda mais uma representação da Estremadura que divulgaremos oportunamente, para além do anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho.
Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.
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Fiéis representantes do rock psicadélico o quarteto brasileiro BIKE segue as pisadas de nomes do calibre de Pink Floyd, Greatful Dead ou os contemporâneos Tame Impala e Pond. E perante um cartão-de-visita deste calibre é impossível resistir aos apelos da digressão ibérica que, sob o selo da Music For All, muito em breve trará pela primeira vez os BIKE à Europa.

Em Portugal passarão pelo Stairway Club, em Cascais (07/06), pela TOCA, em Braga (08/06), pelo Texas Bar, em Leiria (09/06) e pelo Espaço A, em Freamunde (10/06) apresentando as canções de “Em Busca da Viagem Eterna”, disco do qual já foi extraído o poderoso single “Enigma dos Doze Sapos”.
A digressão compreende as seguintes datas:
07.06 | Stairway Club, Cascais, 22h, €5
08.06 | TOCA, Braga 22h30, €3
09.06 | Texas Bar, Leiria, 23h30, €4
10.06 | Espaço A, Freamunde 23h00, €3
O projeto de Julito Cavalcante é fruto das suas experiências com alucinógenicos e contém referências a Dr. Albert Hoffman - que criou o LSD em Abril de 1943 e deu uma volta de bicicleta ao tomar a primeira grande dose - da cosmologia de Carl Sagan e das teorias dos Deuses Astronautas de Erich von Daniken.
A Cavalcante (guitarra e voz) juntam-se Diego Xavier (guitarra e voz), Daniel Fumega (bateria e voz) e Rafa Bulleto (baixo e voz), para uma mescla sonora que nos remete a Pink Floyd, Grateful Dead ou Walter Franco.
O álbum “1943”, lançado em 2015, assinalou a estreia do quarteto, tendo sido produzido por Julito e masterizado pelo conceituado Rob Grant, que já deixou a sua marca em trabalhos de Tame Impala, Pond, Death Cab for Cutie ou Melody’s Echo Chamber. O disco seria uma dos mais celebrados nesse ano pela imprensa especializada, tendo recebido louvores de publicações como a Noisey (Vice), Rolling Stone, Estado de S. Paulo ou Tenho Mais Discos Que Amigos, que o incluíram nas listas de melhores álbuns do ano.
No final de 2015 fecharam um acordo de representação internacional pela 30th Century Records de Danger Mouse - cabeça pensante dos Gnarls Barkley ou Broken Bells - e em 2017 chegam a Portugal com o selo da Music For All, através da qual embarcarão numa digressão ibérica já no mês de Junho, com paragem incluída no Warm Up do Primavera Sound em Barcelona, já com as canções do novo disco “Em Busca da Viagem Eterna” na bagagem.
Citações de imprensa sobre os BIKE:
“O som lisérgico de há 50 anos atrás voltou a fazer rodar cabeças no Brasil e no Mundo graças a bandas como Bike e Tame Impala”, Rolling Stone Brasil
“Com guitarras que recpaturam os anos 60, melodias repletas de psicadelismo e letras que aparentemente são o resultado de uma viagem lisérgica, a canção “1943” abre o disco com uma energia cósmica que não nos abandonará até ao último segundo. Dêem-lhe uma audição e boa viagem”, Beehype
“Como uma verdadeira experiência lisérgica, cada verso ou ruído dissolvido pela obra transporta o espectador para um mundo de sons, cores e emanações cósmicas. Arranjos e letras que mudam de direção a todo o instante, crescendo e diminuindo, como se reações típicas do consumo de LSD fossem transformadas em música”, Miojo Indie
O novo romance de Bruno Vieira Amaral, “Hoje Estarás Comigo no Paraíso”, vai ser apresentado na Biblioteca Municipal do Vale da Amoreira, no dia 26 de maio, pelas 21:30h.

“Hoje Estarás Comigo no Paraíso” é uma mistura de autobiografia com ficção, em que o autor nos transporta aos anos 80 e à investigação do homicídio do seu primo João Jorge. Com esta obra, o autor vai “rever” a sua infância, a sua família, o bairro e as suas personagens, Angola antes da Independência e nos anos que se lhe seguiram, ao mesmo tempo que conduz o leitor na investigação deste crime.
Bruno Vieira Amaral, crítico literário, tradutor e escritor, é formado em História Moderna e Contemporânea. Nasceu em 1978, cresceu e estudou no Vale da Amoreira. “Tive um percurso normal, sempre no Bairro Fundo Fomento, um percurso igual ao de tantos outros, mas os locais onde crescemos marcam-nos sempre, independentemente de onde seja. É aí que conhecemos o mundo. Para mim, este local confunde-se comigo, com o que eu sou”, disse. Autor do premiado romance “As Primeiras Coisas” (2013), é ainda autor do blog Circo de Lama e do “Guia Para 50 Personagens de Ficção Portuguesa”. Em 2015, foi vencedor do Prémio José Saramago pelo seu romance de estreia “As Primeiras Coisas”.
A Câmara Municipal da Moita atribuiu a Bruno Vieira Amaral, no ano de 2016, a Medalha de Mérito Artístico e Cultural, pelo seu notável percurso literário.


Primeiro surgiu “Never Too Old”, o single que apresentou os Bless The Mess ao mundo. Recentemente fomos apresentados a “Dawn”, segundo tema extraído do EP de estreia. E agora, finalmente, temos acesso total a “Low Blow”, EP Digital composto por cinco faixas, disponível no iTunes, na Amazon, no Google Play e na The Store.

Mas as novidades, felizmente, não ficam por aqui! Já no próximo dia 27, Sábado, a banda portuguesa vai subir ao palco do EKA Palace, em Lisboa, para apresentar ao vivo o EP que hoje editam. Tudo começa pelas 21h30 e os bilhetes têm o preço único de 5€. Esta é mais uma das apostas nacionais da Music For All.
Os Bless the Mess são um quarteto de rock lisboeta formado por Tiago Cabral (voz e teclas), Miguel Pimenta (guitarra), Alex Silva (baixo) e Jorge Varandas (bateria), que recolhe influências provenientes de géneros como o classic e hard rock e do metal.
Formados em 2013, nos tempos de escola, passaram por uma mudança de alinhamento no momento de gravação do seu primeiro EP, com a saída de um dos guitarristas, sendo que desde então compuseram de novo as suas fileiras e ganharam calo ao vivo ao tocar em eventos como o Rock ‘n’ Roll Fucking Fest na República da Música ou em espaços como o Tokyo Lisboa.
Prosseguindo na rota ascendente e evolutiva que têm traçado, em 2017 assinam com a Music For All, através da qual já editaram dois singles, “Never Too Old” e “Dawn”. Por sua vez “Low Blow” chega agora às principais lojas digitais.
Estações do Cais do Sodré, Saldanha, Colégio Militar, Alfornelos e Amadora Este
O Metropolitano de Lisboa juntou-se à Campanha “Pirilampo Mágico”, organizada e promovida pela FENACERCI, que visa a angariação de fundos a favor das CERCIS’s e de outras organizações congéneres e que envolve cerca de 100 organizações sem fins lucrativos, mobilizando milhares de pessoas entre familiares, técnicos e cidadãos anónimos, decorrendo anualmente durante o mês de maio.
No âmbito das suas práticas de responsabilidade social, o Metro tem vindo, ao longo dos anos, a ceder espaço nas estações para venda dos pirilampos mágicos e divulgação da missão da FENACERCI.
No Metropolitano de Lisboa a Campanha Pirilampo Mágico vai estar a cargo das Associações Crinabel e Amorama que estarão presentes nas estações Cais do Sodré, Saldanha, Colégio Militar, Alfornelos e Amadora Este.
O apoio do Metropolitano de Lisboa a esta campanha integra-se num conjunto mais vasto de projetos de promoção de boas práticas de responsabilidade social e de uma atitude socialmente responsável, através da concretização pela empresa de parcerias com instituições, numa perspetiva de cooperação, interajuda e envolvimento contínuo com a comunidade.
PAN traz ao parlamento a luta dos povos indígenas no Brasil e recebe representante dos Guarani Kaiowá
O PAN – Pessoas-Animais-Natureza junta-se à luta que visa consolidar uma denúncia internacional acerca da incessante violência a que os povos indígenas têm sido sujeitos no Brasil, principalmente as tribos Guarani Kaiowá, expulsas das suas terras em 1953.
No Dia Mundial do Ambiente, 5 de junho, pelas 21h00, o espaço PAN Porto recebe Ládio Verón, o representante indígena desta causa que está a viajar pela Europa com o objetivo de mobilizar a comunidade internacional para a luta dos povos indígenas no Brasil. Para que o território Guarani Kaiowá possa ser devolvido aos seus legítimos proprietários, será fundamental o apoio de parlamentares dentro e fora do Parlamento Europeu. A iniciativa, subordinada ao tema “Guarani Kaiowá: uma causa de todos”, consiste numa apresentação por Ládio Verón, seguida de um debate participativo sobre “o agronegócio e a resistência dos povos indígenas”.
No dia 7 de Junho, pelas 11h00, o Deputado André Silva recebe Ládio Verón na Assembleia da República para uma apresentação sobre a situação dos indígenas no Brasil e para perceber que sinergias e iniciativas podem ser adotadas no terreno para ajudar esta causa.
O Brasil está a atravessar um momento de fortes tensões e de instabilidade política. Com as mudanças políticas, os direitos dos povos indígenas no país têm vindo a ser continuamente desrespeitados e ameaçados. Dos 594 parlamentares que compõem o Congresso Nacional Brasileiro, 207 estão diretamente ligados à indústria do agronegócio e este grupo tem aprovado medidas contra as mais de 300 nações indígenas.
O Congresso Nacional tem a intenção de reduzir drasticamente os territórios indígenas com o PEC 215 - Proposta de Emenda Constitucional 215 -, que pretende passar a percentagem de territórios dos 13% previstos atualmente para 2,6%, o que vai provocar mais desflorestação, criminalização e assassínio dos indígenas.
Com o cultivo intensivo de monoculturas como a soja transgénica, base das rações para gado, é preciso realizar pulverizações a cada semana, por terra e por ar. As aldeias indígenas são também alvo de contaminação. O saldo é o genocídio destas culturas que, para sobreviver, fogem para os grandes centros urbanos, alargando as favelas, ou permanecem próximo de onde existiam as suas aldeias, à beira de estradas, à procura de uma forma de retornar à sua terra, hábitos, costumes e tradições.
Para além da terra, o agronegócio e os políticos que o apoiam pretendem privatizar o Aquífero Guarani. Uma área de 1,1 milhões de quilómetros quadrados – o equivalente a 12 vezes o território de Portugal, que compreende as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país e também parte de Argentina, Uruguai e Paraguai – que abriga um imenso reservatório subterrâneo de água, estratégico para o meio ambiente e o desenvolvimento sustentável. A apropriação desta água transnacional pelo agronegócio é inconstitucional.
“Como a expansão do agronegócio na região Centro-Oeste teve apoio governamental para se expandir, começou uma cobiça sanguinária pelas terras dos Guarani Kaiowá. Temos que ter uma consciência internacional sobre esta questão e tentar unir esforços para gerar um movimento global forte o suficiente para reverter esta situação e travar as privatizações da água”, alerta Bebiana Cunha, Comissária Política Nacional do PAN.
“Para além disso, as pessoas precisam de saber os escândalos que envolvem os alimentos que estão nas suas mesas. Basta pesquisar sobre como estamos a produzir cereais para alimentar gado para tirarmos conclusões acerca da produção pecuária intensiva. Não esqueçamos que são produtos que também se encontram em Portugal sob etiquetas de referências da marca. Estamos a comer venenos esteticamente embalados e que também são responsáveis por crimes contra a humanidade e contra o ambiente”, reforça André Silva, Deputado do PAN.
A 30ª Edição da Feira Internacional de Artesanato (FIA) Lisboa 2017 arranca já no próximo dia 24 de Junho, nos pavilhões da FIL, em Lisboa. O certame prolonga-se até ao dia 2 de Julho. Trata-se da maior festa intercultural na Península Ibérica e a segunda maior da Europa. A iniciativa é organizada pela Fundação AIP e conta com o apoio do IEFP.
Ao longo da sua história, este evento tem promovido todas as regiões e suas culturas, mobilizando as especificidades locais em prol do desenvolvimento nacional e crescimento económico.
A Feira Internacional de Artesanato assume-se como uma plataforma de excelência para a promoção do desenvolvimento regional e das culturas locais por via do artesanato, da gastronomia, das actividades culturais e turísticas, do património e recursos naturais e fontes de sustentabilidade da economia local, tendo aperfeiçoado, ao longo dos seus 30 anos de história, a simbiose entre economia e cultura, tradição e inovação.
Em destaque, estarão áreas de exposição como o Espaço Design Nacional by LxD – Lisboa Design Show, que irá promover peças de joalharia, vestuário, calçado, mobiliário, entre outros. Contará ainda com a Semana da Gastronomia Tradicional.
A edição do ano anterior contou com um vasto programa que incluiu exposições temáticas, prémios e concursos, ateliês, workshops, actuações musicais, jogos tradicionais e conferências. A FIA trouxe à capital, durante 9 dias, profissionais e apreciadores dos ofícios artesanais, artes e design, agentes da área da gastronomia tradicional, bem como interessados no artesanato enquanto manifestação cultural.
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O Grupo de Danças e Cantares da Madeira vai no próximo dia 1 de Julho participar no FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Trata-se de um evento que privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.
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Constituído há mais de três décadas por madeirenses radicados na região de Lisboa, este grupo folclórico está sediado no vizinho concelho da Amadora e é o único que no continente representa os usos e costumes tradicionais das gentes do Arquipélago da Madeira, actualmente constituída como Região Autónoma.
Além do Grupo de Danças e Cantares da Madeira, a edição deste ano do FolkLoures vai contar com a participação do Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba – Alentejo, do Grupo Folclórico O Cancioneiro de Ovar – Beira Litoral e ainda com representações da Estremadura, Brasil e Moldávia que divulgaremos oportunamente, para além do anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho.
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Foi há cerca de um ano que começou o lento mas consistente despertar de Patrícia Candoso para a reactivação do seu percurso musical.

O tiro de partida foi dado ao som de “Ready For It”, pop electrónica que atestava o amadurecimento da sua intérprete, e o ano não acabaria sem o anúncio de um 2º single, “Só Sei Que Nada Sei”. Com a aurora de 2017 chegou, por fim, “Frenética”, o terceiro álbum de estúdio de Patrícia, editado com o selo da Music In My Soul.
Depois de algumas apresentações ao vivo, é agora tempo de conhecermos “Em Bruto”, balada-âncora que serve de 3º single do registo e que, à semelhança do restante álbum foi produzido por Mikkel Solnado. O tema chega-nos ilustrado por um vídeo com realização de Luciano Sazo.
“Frenética” já se encontra disponível em edição digital, em plataformas como o iTunes, MEO Music, Spotify ou Google Play e em edição física nos locais habituais.
Patrícia Candoso, cantora e atriz de 34 anos, é licenciada em Ciências da Comunicação e fez formação de música e teatro.
A sua carreira começou ao interpretar “Catarina” na telenovela da TVI, “Sonhos Traídos”, em 2001. Depois disso integrou a primeira temporada da famosa série juvenil “Morangos com Açúcar”, onde começou a cantar, tendo acabado por lançar dois álbuns – “O Outro Lado” (2004) e “Só Um Olhar” (2006) - que contêm vários sucessos. A partir daí, Patrícia nunca mais parou e tem trabalhado continuamente em televisão, teatro, cinema, publicidade e música.
Apesar do gosto pela área da comunicação e do jornalismo, os convites e o talento têm falado mais alto, e foi este o rumo que Patrícia escolheu dar à sua vida. “Mundo Meu”, “Casos da Vida”, “Um Lugar Para Viver” e “Louco Amor” são exemplos de projetos que marcaram o seu percurso.
Atualmente concentra as suas forças no regresso à música, tendo produzido “Frenética”, o seu terceiro álbum de estúdio, na companhia do cantor, compositor e produtor Mikkel Solnado, lançado na aurora de 2017 com o selo da Music In My Soul.
A mais recente aposta da Music For All é oriunda de São Paulo, dá pelo nome de Devonts e é uma proposta refrescante para este início de verão. Pedro Rui Von e Denis Cruz apresentam-se aos portugueses com “Renovação”, faixa-título do EP de estreia, de 2014.

Os Devonts são folk tradicional. São os elementos que tornam a pop viciante. São ritmos e influências do Brasil. São letras reflexivas, que questionam e abordam temas complexos de forma descontraída. 2017 é o ano que marca a aposta do duo em Portugal, estando previstas muitas novidades!
Pedro Rui Von e Denis Cruz são a cara, o corpo e a voz dos Devonts. Estes cantores e compositores brasileiros são da cidade de Bragança Paulista, no interior de São Paulo, e a eles devemos um dos casos mais singulares da cena musical indie brasileira. Inspirados por talentos como Simon & Garfunkel, Bob Dylan, Mumford & Sons ou Sá & Guarabyra decidem aventurar-se e criarem eles próprios o seu projeto musical.
Deram-lhe o nome de Devonts e, com o passar do tempo e o avolumar dos ensaios e experiências, acabaram por desenvolver uma sonoridade própria. Por entre hábeis jogos de vozes, guitarras e vários elementos de percussão eram criadas músicas e letras que marcariam a fase inicial do projeto.
A estreia oficial aconteceu em 2014 com o lançamento do EP “Renovação”. Recentemente lançaram um novo EP (“Veias Abertas”, 2016) inspirado na obra “As Veias Abertas da América Latina”, do escritor uruguaio Eduardo Galeano. Aqui podemos encontrar temas fortes, como a violência urbana e as desigualdades crescentes da nossa era, e uma sonoridade flutuante que ora pisca o olho ao folk norte-americano, ora pisca o olho aos ritmos e influências brasileiras. É nesta dualidade, polvilhada por uma fina ironia, que encontramos o single “Impressão Sua”, tema vencedor na categoria de “Melhor Letra” do 1º Festival de MPB de Atibaia (São Paulo), ainda em 2015.
Daí para cá nunca mais pararam. Deram concertos. Participaram em eventos importantes da agenda cultural brasileira, como a Virada Cultural Paulista ou o SESC-SP. Animaram multidões. Provocaram sorrisos e libertaram almas aprisionadas pelo espartilho da existência.
Espalharam a cultura brasileira pelo mundo através da sua dimensão online.
A cena musical independente brasileira fervilha e os Devonts são um daqueles projetos que todo o amante de boa música tem de conhecer!
Os lisboetas fizeram uma viagem no tempo e regressaram à Idade Média. Terminou ontem no Parque Silva Porto, vulgarmente conhecido por Mata de Benfica, mais uma edição da Feira Medieval de Benfica.

Dezenas de figurantes trajados à moda da época animaram uma feira que recriou o ambiente característico da Idade Média onde não faltaram as tavernas e o mercado, a música e danças medievais, as aves de falcoaria e os animais do campo, as bailarinas de danças do ventre e os bobos da corte, tudo rodeado por um cenário pitoresco que incluiu torres altas e com pontes, bandeiras, bandeirolas e fardos de palha.
No mercado podiam-se encontrar especialidades gastronómicas e bebidas típicas, especiarias e até o famoso “sabão macaco”.
A Feira Medieval de Benfica é uma organização da Junta de Freguesia de Benfica, em parceria com a TrasEventos.
Fotos: Manuel Santos
















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