Desde o Minho aos confins da Ásia, África e América do Sul, a Feira Internacional de Artesanato reúne uma vez mais centenas de artesãos de todo o mundo que vieram a Lisboa promover o seu artesanato. Não faltam neste certame no qual a República Popular da Chine é o país convidado, as mais variadas peças artísticas de criação popular: a cerâmica e a tapeçaria, a talha e a latoaria, a tecelagem e a doçaria e um infindável rol de utensílios que trazem consigo a sensibilidade dos diferentes povos, desde a rusticidade da escultura africana à fina delicadeza doa rtesanato oriental.
Relativamente ao artesanato português, especial realce vai para a participação de grande número de artesãos minhotos, particularmente do concelho de Barcelos. Trouxeram consigo a cerâmica e o figurado, as rendas e as esculturas em madeira e papel de Barcelos. Viana do Castelo trouxe o traje à vianesa, os bordados, os lavores e atoalhados de linho e a ourivesaria tradicional que tem na filigrana a sua máxima expressão artística. Famalicão as esculturas com motivos religiosos. Vila Verde a moda inspirada nos lenços de namorados e que já percorre todo o país com a marca “Namorar Portugal”. Caminha e Vila Praia de Âncora os seus deliciosos licores e doçaria.
Mas, o artesanato nacional foi ainda representado pelos artesão de Ourém e de Coruche, de Mafra e do Seixal, do Algarve e de Trás-os-Montes e um pouco de todo o país.
A 30ª edição da FIA Lisboa 2016 apresenta, como é habitual, um vasto programa em que constam exposições temáticas, prémios e concursos, ateliers, workshops, actuações musicais, jogos tradicionais e conferências. A FIA Lisboa 2017 assume-se como uma plataforma de excelência para a promoção do desenvolvimento regional e das culturas locais por via do artesanato, da gastronomia, das actividades culturais e turísticas, do património e recursos naturais e fontes de sustentabilidade da economia local, tendo aperfeiçoado, ao longo dos seus 29 anos de história, a simbiose entre economia e cultura, tradição e inovação.
Iniciativa do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho
Os minhotos que residem na região de Lisboa vão no próximo dia 9 de Setembro participar nas vindimas e, após o almoço, na pisa das uvas à moda antiga, ao som da concertina e ao ritmo do bombo. Trata-se de uma organização conjunta do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho e da Quinta das Carrafouchas, situada no concelho de Loures.
Esta é uma iniciativa inédita no âmbito do regionalismo e da divulgação do folclore na região de Lisboa e está já a despertar enorme curiosidade e interesse sobretudo por parte dos minhotos que ali vivem, mas também das gentes saloias daquela região.
Os participantes vão poder experimentar a sensação única da prensagem da uva com os pés, tal como outrora se fazia em todos os lagares da nossa região. A pisa das uvas constitui uma tradição milenar que se perde nos tempos com vista ao seu esmagamento a fim de dar início ao processo de fermentação.
Com os pés se esmaga as uvas e quebra a casca sem, no entanto, quebrar as sementes, método que sendo mais demorado do que o recurso à prensa, proporciona um maior contacto com a casca e, consequentemente, a possibilidade de extrair mais cor, aromas e sabores, conferindo aos vinhos assim produzidos uma qualidade superior.
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A Quinta das Carrafouchas onde vai ter lugar a Festa do Vinho situada em A-das-Lebres, Freguesia de Santo Antão do Tojal. O solar é um dos exemplares do período Barroco existentes no Concelho de Loures. Foi em 8 de Abril de 1872 comprada ao Marquês de Valada por Joaquim Franco Cannas, permanecendo na família até aos dias de hoje.
Anne de Stoop, na sua obra “Quintas e Palácios dos Arredores de Lisboa”, descreve a Casa e Quinta das Carrafouchas nos seguintes termos:
“Não existe qualquer documento que nos permita retraçar a história da Casa das Carrafouchas, construída no principio do séc. XVIII. Da sua história só reza a estadia de Junot ali. No dia 8 de Abril de 1879, a propriedade é comprada ao Marquês de Valada por Joaquim Franco Cannas, mantendo-se na sua família até ao presente. Ela pertence actualmente a D. Maria Veneranda Cannas Henriques da Silva.
Este solar constitui um belíssimo exemplo da construção que podemos encontrar tanto no Norte como no Sul de Portugal. Neste tipo de casa, construída segundo uma concepção frontal, a fachada desenhada com cuidado desenvolve-se no sentido do comprimento. Os três elementos distintos, constituídos pela capela, a residência e o muro do pátio, fechado por um portal armoriado, são aí integrados num mesmo conjunto. As capelas são em geral pouco postas em evidência durante a primeira metade do século XVIII, ocupando simplesmente a extremidade da fachada. É este o caso, dado que a capela fica mesmo
subordinada à cornija situada no prolongamento da casa, apenas se distinguindo desta por um pequeno campanário e por um frontão trabalhado. A sua fachada, na qual se inscreve a data de 1714, possui a sobriedade do século anterior, de que é exemplo a parte residencial, pontuada por largas pilastras e pelo alinhamento das janelas de sacadas com uma cornija. O enorme muro, com o seu portal armoriado, que dá acesso ao pátio, é prolongado pelo muro dos anexos.
Muito portuguesa na sua arquitectura, esta casa é-o também pela predominância dada à decoração interior da capela, sobre a da habitação. Dedicado a Nossa Senhora do Monte do Carmo, este local de oração constitui uma verdadeira jóia, onde se encontram, associados à portuguesa, talhas douradas, embutidos de mármore policromos, frescos vermelhos e dourados, e azulejos azuis e brancos. O conjunto é contudo muito homogéneo, graças ao «leitmotiv» bidimensional mas muito dinâmico, formado pelos enrolamentos e volutas de folhagem. A semelhança de tratamento destes materiais explica-se pelos laços que existem entre os diferentes corpos de ofícios que se inspiravam, na maior parte das vezes, nos registos destes mesmos decoradores.
Assim, o marchetador que executou o altar foi capaz de imitar na perfeição sobre a madeira os mosaicos florentinos em mármore semelhantes aos da vizinha Igreja Matriz de Loures, terminados em 1716 (1). Do mesmo modo, o fresquista pintou opulentas volutas no tecto, associadas à gramática ornamental pós-renascentista, com cornucópias de flores, frutos e mascarões. Em seis grandes carteias encontram-se representadas invocações à Virgem (2). No centro, à maneira das alminhas populares, talvez da autoria de José Ferreira de Araújo, encontra-se uma poética Nossa Senhora do Monte do Carmo, intercedendo pela salvação dos condenados ao fogo eterno (3). Quanto ao pintor de azulejos, cuja corporação era considerada como mais inovadora, nota-se todavia que este conservou nas cercaduras as tradicionais volutas onde folgam querubins. Em contrapartida, as cenas representadas relevam de uma nova estética.
Os episódios da vida da Virgem (4), verdadeiros quadros, destacam-.se dos fundos arquitectónicos, abrindo-se sobre um espaço agora de três dimensões. Ao mesmo tempo, as diferentes cenas ilustram um mundo familiar longínquo dos austeros padrões do século anterior. A Natividade e a Adoração dos Magos são particularmente pitorescas, com pastores radiantes de alegria oferecendo os seus rústicos presentes ou os Reis Magos e os seus pretinhos acompanhados de camelos, evocando de algum modo os famosos cortejos de girafas das tapeçarias peçarias tecidas em Tournai no século XVI, depois das descobertas portuguesas. O cuidado no pormenor, a justeza das fisionomias, um certo ar terno e recolhido permitiriam atribuir estes azulejos ao mestre P.M.P.
Tal como a capela, o pátio constitui um espaço privilegiado, cercado por anexos de tectos múltiplos, alegrado pelo espantoso desenho geométrico do empedrado preto e branco e refrescado pela existência de uma fonte. O terraço que o domina foi decorado depois da capela, por volta de 1740, com três monumentais painéis de azulejos, que representam cenas de caça, no estilo das de Bartolomeu Antunes. Ali, cavaleiros e montadas perseguindo o touro, o cervo e o javali, possuem um desenho particularmente plástico.
O jardim reserva-nos nova surpresa, com o seu grande lago em meia-lua, adossado a três muros de um branco efuziante orlado de ocre, encimados por bolbos, pináculos que não deixam de ter vagas reminiscências árabes. Aqui os azulejos servem para enquadrar arquitectonica-mente nichos de largas cercaduras barrocas que, acima dos bancos de pedra, enquadram graciosas figuras alegóricas representando as Quatro Estações. Este tema bucólico, muito apreciado, alegra frequentemente os salões e os ter-raços, tal como na Quinta Grande na Damaia, onde as Quatro Estações possuem um porte de.elegância idêntica. Desenhada com muita delicadeza e cuidado, esta decoração poderia ser atribuída, quem sabe, a Nicolau de Freitas, por volta de 1740. Na grutazinha central, o murmúrio da fonte parece juntar-se ao das galantes personagens de azulejos que devaneiam sob as frondosidades (5).
(1) Os mosaicos de mármore da Igreja Matriz de Loures foram executados por Manuel Francisco Botelho entre 1696 eá716
(2) A Lua, o Sol, o poço, o espelho da justiça, a torre de marfim.
(3) O menino Jesus, os anjinhos e dois condenados sustentam na mão um emblema do Monte Carmo.
(4) A Educação da Virgem, a Apresentação no Templo, o Casamento da Virgem, o Nascimento de Jesus, a Adoração dos Magos, Fuga para o Egipto, Sagrada Família. É interessante comparar os azulejos com os quatro quadros da capela, representando o casamento da Virgem, a Anunciação, a Natividade e a Visitação.
(5) Nos jardins, apesar de ter desaparecido o miradouro do século XVIII decorado de azulejos, ainda ficou uma linda rotunda encimada de um lanternirn que abriga uma fonte.”
Fonte: Anne de Stoop. Quintas e Palácios dos Arredores de Lisboa. Livraria Civilização Editora. 1986
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Moldávia e Brasil são as representações internacionais da edição de 2017
É já amanhã, sábado, dia 1 de Julho, que tem lugar em Loures o espectáculo de culturas tradicionais FolkLoures’17.
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Trata-se de uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Este evento privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.
Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.
O programa do FolkLoures’17 é o seguinte:
FOLKLOURES'17 - Encontro de Culturas
PROGRAMA
Dia 1 de Julho
- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas
- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional
- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício
GRUPOS PARTICIPANTES
Grupo de Zés Pereiras “Os Baionenses” - Baião
Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil
Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo
Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho
Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral
Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura
Associatia Miorita Portugalia – Moldávia
Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia
É tempo de colocar todas as cartas na mesa, terminar com o chorrilho de dúvidas e inquietações e procurar um novo rumo - quem o diz é Daniel Lima, munido de uma tenacidade de ferro em “No More”, o seu mais recente single.
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Aquele que serve de terceiro cartão-de-visita extraído de “Inside My Dreams”, o registo de estreia, traz ao de cima as influências mais elétricas do músico de Minas Gerais, que encontram comparação em projetos como Pearl Jam, Audioslave ou Counting Crows.
Daniel Lima nasceu em Belo Horizonte, capital do estado de Minas Gerais, no Brasil, conhecido pela sua entusiasmante vida noturna, pelos bares e o circuito de música ao vivo.
O seu percurso enquanto músico profissional começou em 1994, tendo desde então tocado e andado em digressão com inúmeras bandas, enfrentando os habituais altos e baixos de alguém que tenta fazer da música a sua forma de estar na vida.
Entre as suas conquistas contam-se a inclusão de uma canção sua numa novela de um dos maiores canais de televisão do Brasil, a sua participação no maior talk-show brasileiro, o lançamento de um disco e consequente digressão pela Europa.
Em 2009 Daniel Lima decidiu mudar-se para Nova Iorque, onde se licenciou enquanto engenheiro de som e produtor musical. Pela mesma altura começou a escrever canções que figurariam num primeiro EP enquanto artista a solo, que viria a ser lançado apenas em 2014. De curta coleção de canções, o registo passou a longa-duração graças à frutuosa parceria com o engenheiro/produtor Iain Fraser, da qual nasceu “Inside My Dreams”, álbum que chegou à Europa em junho de 2016 com o selo da Music For All.
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Proposta do PAN visa assegurar a não discriminação no acesso à habitação por quem possui animais de companhia
O Projeto de Lei do PAN - Pessoas-Animais-Natureza que visa assegurar a igualdade de acesso ao arrendamento por quem possui animais de companhia é votado na próxima sexta-feira, dia 30 de Junho, no parlamento.
O texto final desta alteração legislativa explica que, quando procuram uma nova casa, muitos cidadãos debatem-se frequentemente com a proibição de levarem os seus animais de companhia. Esta situação provoca uma grande perturbação aos detentores de animais, pois existem casos em que estas famílias não conseguem encontrar um senhorio que os aceite, restando-lhes entregar o animal num centro de recolha oficial (sendo que nem todos têm possibilidade de os aceitar) ou abandoná-lo, cometendo um crime.
Considerando que os direitos do senhorio estão já assegurados no capítulo IV do Código Civil, referente ao arrendamento, não existe, na perspetiva do PAN, fundamento para permitir tal proibição aos inquilinos. Aliás, uma das obrigações do senhorio é precisamente permitir o uso da casa ao inquilino, o que nestes casos, em particular, não acontece. A pessoa vê-se coagida a abdicar de um ser que considera parte do seu agregado familiar para conseguir assegurar um teto a si próprio e aos restantes familiares. Para além disso está explicito na proposta do PAN que a detenção dos animais deve ser de acordo com a lei, nomeadamente no que diz respeito ao número de animais que se pode deter ou quanto à indispensabilidade do cumprimento da vacinação dos animais. Assim como também é reassegurada a possibilidade do senhorio fazer vistorias ao imóvel por forma a verificar da sua boa conservação.
Importa ainda referir que já se encontra em vigor o novo estatuto jurídico dos animais, que vem reconhecer, entre outras coisas, um direito a indemnização por “desgosto ou sofrimento moral” pela perda de um animal em caso de lesão grave do mesmo. Para o PAN não faz sentido reconhecermos este direito a indemnização em caso de perda do animal mas depois admitirmos que cidadãos tenham que descartar o seu animal de companhia para aceder a uma habitação.
Também o Acórdão da Relação do Porto, de 21/11/2016, anterior à alteração do estatuto jurídico do animal, admite que a restrição de presença de animais no locado pode constituir uma ofensa aos direitos fundamentais do arrendatário, referindo que “Ainda que estabelecida em contrato é opinião corrente que a proibição genérica de deter animais não deve ser interpretada à letra, antes deve ter em conta o concreto distúrbio provocado e analisado em cada caso. Os animais fazem parte daquele tipo de propriedade a que tradicionalmente se chama propriedade pessoal, ou seja, propriedade de certos bens que estão ligados à autoconstrução da personalidade, razão pela qual na sua atividade valorativa e coordenadora, o juiz tem de atender ao valor pessoalmente constitutivo que o animal possa ter para o seu dono.”
Atendendo a estas circunstâncias e ao princípio da igualdade, uma das pedras basilares da Constituição Portuguesa, todos os cidadãos têm a mesma dignidade social e são iguais perante a lei.
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Moldávia e Brasil são as representações internacionais da edição de 2017
É já no próximo sábado, dia 1 de Julho, que tem lugar em Loures o espectáculo de culturas tradicionais FolkLoures’17.
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Trata-se de uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Este evento privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.
Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.
O programa do FolkLoures’17 é o seguinte:
FOLKLOURES'17 - Encontro de Culturas
PROGRAMA
Dia 1 de Julho
- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas
- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional
- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício
GRUPOS PARTICIPANTES
Grupo de Zés Pereiras “Os Baionenses” - Baião
Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil
Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo
Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho
Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral
Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura
Associatia Miorita Portugalia – Moldávia
Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia
Entrega de Prémios do Concurso Artesanato FIA Lisboa, amanhã, na FIL
A cerimónia de entrega dos prémios do concurso de Artesanato FIA Lisboa 2017 decorre amanhã, dia 29, às 17H00, no auditório do pavilhão 1 da FIA Lisboa, na FIL. Os vencedores do concurso da 30ª edição da maior festa intercultural da Península Ibérica já são conhecidos. António Faria Vieira, com a obra ‘Cavaquinho’, e José Paulo Fernandes, com a obra ‘Tartaruga’, são os vencedores nas categorias de artesanato tradicional e artesanato contemporâneo, respectivamente. Concorreram nesta edição do concurso uma centena de artesãos com 49 peças na categoria tradicional e 58 peças na categoria contemporâneo.
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O Concurso de Artesanato FIA Lisboa tem pretendido, ao longo dos anos, promover e dinamizar o artesanato nacional e distinguir a identidade cultural de cada região, fomentando o desenvolvimento local através da arte e dos recursos que cada artesão utiliza nas suas peças e a estreita ligação entre a tradição e inovação. A Fundação AIP premeia os vencedores com 2.000,00 € euros para o 1º prémio da melhor peça de artesanato tradicional (o bem ou produto, utilizável ou consumível, que é criado por recurso a processos, técnicas ou matérias-primas tradicionais, susceptível de ser identificado com as raízes culturais portuguesas) e, igualmente, para o 1º prémio da melhor peça de artesanato contemporâneo (o bem ou produto, utilizável ou consumível, em cujo processo produtivo são utilizados novos materiais, novas tecnologias, ou design inovador, expressando as actuais tendências da Cultura Tradicional Portuguesa).
Dada a qualidade e originalidade das peças, foram ainda atribuídas três Menções Honrosas a cada categoria. Na categoria de artesanato tradicional distinguiram-se as obras ‘Presépio do Minho’, de Delfim Manuel, ‘Toalha de Chá’, de Isilda Parente e ‘Extractos de Solidão’, de José Duarte Costa. No artesanato contemporâneo estas distinções foram para as peças ‘Metamorphosis’, de Fernando de Araújo Pereira, ‘Gargantilha com aplicação flôr’, de Isabel Carneiro e ‘São Francisco’, de Sabahat Vorontsova.
O Júri é composto por um representante do IEFP - Instituto do Emprego e Formação Profissional, um representante da FPAO - Federação Portuguesa de Artes e Ofícios, um representante do CEARTE, uma personalidade ligada ao sector das artes e ofícios, um representante da FIL e um representante da organização da FIA Lisboa.
A FIA Lisboa está a decorrer até ao próximo domingo, dia 2 de Julho, onde é possível ver as peças vencedoras, e também ver ou comprar artesanato das várias regiões de Portugal e dos 40 países representados nesta edição.
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Autores de um dos projetos de rock alternativo e psicadélico mais substanciais da atualidade, os Indian Rubber mostram agora o segundo avanço de “Pelsúun”, o EP recentemente lançado. Construído à base de baixo groovy, guitarras e sintetizadores, “Blinders” atesta bem a vitalidade do quinteto portuense.
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O segundo registo dos Indian Rubber já se encontra disponível para escuta em plataformas como o iTunes, Tidal, Google Play, Spotify e The Store com o selo da Music For All, e será apresentado ao vivo já no próximo dia 1 de Julho no Espaço A, em Freamunde.
Novembro de 2015 marca o nascimento dos Indian Rubber, um projecto nativo de Vila do Conde composto por Júlio Macedo (guitarra), Hugo Raposo (teclados), Tiago Paulino (baixo), Mário Ventura (voz e guitarra) e João Pinho (bateria) que navega entre o rock psicadélico e rock alternativo.
A primeira amostra do seu potencial surgiria em Fevereiro de 2016 com o lançamento de “Illusions”, o single de estreia. Quem ficou conquistado à primeira audição teve de esperar apenas até Março para escutar o segundo single da banda nortenha: “Afterwards”. O primeiro EP dos Indian Rubber, “Le Voyage”, foi editado digitalmente nesse mesmo mês, confirmando assim as melhores suspeitas.
Depois de passagens por palcos como Cave 45, Plano B (Porto), Espaço A (Freamunde), Urban Social Club (Vila do Conde) ou o sempre marcante Popular Alvalade (Lisboa) os Indian Rubber estão prontos para inaugurar uma nova fase da sua carreira. O novo EP intitula-se “Pelsúun” e chega agora às principais lojas digitais.
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Iniciativa do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho
Os minhotos que residem na região de Lisboa vão no próximo dia 9 de Setembro participar nas vindimas e, após o almoço, na pisa das uvas à moda antiga, ao som da concertina e ao ritmo do bombo. Trata-se de uma organização conjunta do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho e da Quinta das Carrafouchas, situada no concelho de Loures.
Esta é uma iniciativa inédita no âmbito do regionalismo e da divulgação do folclore na região de Lisboa e está já a despertar enorme curiosidade e interesse sobretudo por parte dos minhotos que ali vivem, mas também das gentes saloias daquela região.
Os participantes vão poder experimentar a sensação única da prensagem da uva com os pés, tal como outrora se fazia em todos os lagares da nossa região. A pisa das uvas constitui uma tradição milenar que se perde nos tempos com vista ao seu esmagamento a fim de dar início ao processo de fermentação.
Com os pés se esmaga as uvas e quebra a casca sem, no entanto, quebrar as sementes, método que sendo mais demorado do que o recurso à prensa, proporciona um maior contacto com a casca e, consequentemente, a possibilidade de extrair mais cor, aromas e sabores, conferindo aos vinhos assim produzidos uma qualidade superior.
A Quinta das Carrafouchas onde vai ter lugar a Festa do Vinho situada em A-das-Lebres, Freguesia de Santo Antão do Tojal. O solar é um dos exemplares do período Barroco existentes no Concelho de Loures. Foi em 8 de Abril de 1872 comprada ao Marquês de Valada por Joaquim Franco Cannas, permanecendo na família até aos dias de hoje.
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Moldávia e Brasil são as representações internacionais da edição de 2017
A edição deste ano do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, vai ter o seu início no dia 24 de Junho com a realização de uma exposição e de uma palestra, prolongando-se durante toda a semana até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar o espectáculo de culturas tradicionais.
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Trata-se de uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Este evento privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.
Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.
O programa do FolkLoures’17 é o seguinte:
FOLKLOURES'17 - Encontro de Culturas
PROGRAMA
Dia 1 de Julho
- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas
- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional
- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício
GRUPOS PARTICIPANTES
Grupo de Zés Pereiras “Os Baionenses” - Baião
Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil
Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo
Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho
Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral
Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura
Associatia Miorita Portugalia – Moldávia
Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia
Grupo de Danças e Cantares da Madeira – Madeira
Folk Misericórdia será um evento de cariz cultural, a ser realizado na Cidade de Lisboa, nos dias 8 e 9 de Julho!
A parceria entre o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa e a Junta de Freguesia da Misericórdia tem sido desenvolvida nos últimos meses, assente em pilares sólidos. Tal cooperação culminará com a organização deste evento, que se profetiza destacar da agenda cultural de Lisboa.
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O evento será realizado no Largo do Corpo Santo, um dos muitos espaços da zona ribeirinha recentemente recuperados, que marcará o encerramento do Arraial do Corpo Santo. O seu cartaz incluí um programa rico em tradições e cultura, complementando deste modo os afamados arraiais alfacinhas.
No dia 8 de julho (sábado) haverá um Encontro de Concertinas e Instrumentos Tradicionais, onde os visitantes e transeuntes poderão disfrutar de música tradicional portuguesa, tendo a oportunidade de cantar e dançar durante toda a tarde. Já o dia 9 de julho (domingo) ficará marcado pela realização de um Encontro de Folclore, que contará com a presença de 5 grupos folclóricos, demonstrando as tradições, usos e costumes dos seus antepassados com a maior supremacia, graças à sua qualidade etnográfica.
Durante todo o evento haverá bar aberto, venda de enchidos, queijos, outros produtos regionais, artesanato e doçaria típica (como filhoses).
“Até o eterno termina / num momento que não se imagina”. Quem o diz é Camões, o cantor e compositor brasileiro, no tema que marca a segunda prova do seu talento perante o povo português. “Anilina” deu título ao EP editado no ano transato e sucede a “Nova Aurora”. Esta é mais uma criação onde a riqueza da língua portuguesa se deita numa suave e bem urdida cama de sonoridades pop, rock e eletrónica.
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Camões pode não viver para sempre mas, graças à Music For All e à digressão que o trará a Portugal em agosto, a sua obra não mais será esquecida pelos fãs portugueses.
Camões, nome histórico e com o qual todos os portugueses têm uma ligação umbilical. É um dos nossos maiores símbolos, um daqueles guerreiros imponentes que contribuiu decisivamente para o país que somos hoje. Mas, e porque há sempre um “mas”, Camões é muito mais do que isso. Camões…também pode ser música, inovação e experimentação. E é desse Camões, o Paulo Camões, que falaremos agora.
Começou a compor ainda na adolescência, dedicando-se à guitarra e transparecendo desde logo as influências da música brasileira e da alma do rock. A busca de uma identidade artística acompanhou o seu amadurecimento, desde algumas gravações independentes até à sua primeira banda, “Os Lusíadas”.
Mas foi no EP “Cupim” que Camões deu verdadeiramente nas vistas. Aliado ao produtor Bernardo Pauleira, um dos nomes mais importantes da cena independente no Rio de Janeiro, o cantor aliou a guitarra aos beats eletrónicos, criando canções como “Segredo” ou “Bem-Estar”. Ao som tipicamente brasileiro juntou uma batida universal, levando uma vez mais Camões a mares nunca antes navegados.
Ciente das potencialidades da sua sonoridade aventura-se naquele que se tornaria no seu primeiro trabalho a solo. Inspirando-se em nomes tão distintos e reputados como HONNE, Breakbot, Great Good Fine Ok, ou Whitest Boy Alive nascia, no verão de 2016, o EP “Anilina”.
Mas como diz o ditado, “novo ano vida nova”! Ou melhor: música nova, se estivermos a falar de Camões. Ao terceiro mês de 2017 chega, finalmente, a mais recente criação de Paulo, “Nova Aurora”. Este é um tema baseado em Santa, senhora que marcou a sua vida e à qual decidiu prestar uma justa homenagem. O videoclip foi gravado na localidade de Nova Aurora e retrata a festa de comemoração do quinquagésimo oitavo aniversário de Santa, uma ocasião tão especial e marcante e se tornou inesquecível para todos os presentes.
Camões regressa assim às gravações de forma emotiva, prometendo mais novidades para breve e anunciando uma digressão por Portugal para o próximo verão! Agosto será o mês em que o trovador regressa para os merecidos aplausos do público nacional.
China Destino Internacional Convidado e Pampilhosa da Serra Município Convidado
A maior festa intercultural da Península Ibérica está prestes a abrir as portas ao seu 30º aniversário, na FIL, a partir do próximo dia 24 de Junho, comemorando o encontro de culturas até 2 de Julho.
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A FIA Lisboa é já um marco na agenda que prenuncia aos visitantes a chegada do Verão, proporcionando um clima de descontracção, curiosidade e oportunidade de, em família, poder adquirir artesanato dos vários territórios nacionais e internacionais presentes em mais uma edição desta grande plataforma que que associa produtos de origem, a criatividade, a inovação e o talento.
Entre o clima de festa, curiosidade e aprendizagem pelos costumes representados pelo artesanato mais tradicional, os cantares, danças e as conversas entre público e expositores, há sempre espaço para o convívio entre a área da gastronomia, com iguarias locais que fazem lembrar outros tempos e anima qualquer encontro de amigos ou família.
São mais de 40 países representados vindos da América do Sul, Ásia, África e Europa, e cerca de 15 municípios nacionais que se apresentam individualmente, para além das várias regiões do País através das associações culturais e de artesãos e entidades regionais de turismo que, pelas mãos dos seus mestres artesãos, mostram ao vivo como se fazem as peças que muitos coleccionam ou compram porque fazem parte das suas memórias.
China País Convidado
A China é, nesta edição, o País Convidado, um território com uma enorme riqueza cultural e artesanato variado de porcelanas, seda, papel, bordados e laqueados, com artesãos famosos pela sua arte minuciosa nas artes de corte de papel ou a tecelagem em bambu.
Pampilhosa da Serra Município Convidado
No 30º aniversário da FIA Lisboa, a organização convidou Pampilhosa da Serra para ser Município Convidado. Desde 2008 que o município de Pampilhosa da Serra participa na FIA Lisboa individualmente porque, segundo o seu presidente da Câmara, José Brito Dias, “vemos a nossa participação como uma oportunidade valiosíssima, porque acreditamos que se trata de um indubitável impulsionador de ideias que se coadunam por inteiro com aquilo que é difundido pelo município”.
Indo ao encontro da genética da FIA Lisboa, José Brito Dias refere que “em Pampilhosa da Serra, olhamos para o futuro com a audácia de quem nunca está satisfeito, mas sempre com a preocupação de valorizar a essência autêntica e genuína que nos é característica”, culminando que “envoltos de um espírito simbiótico entre cultura, inovação e tradição, queremos mostrar a diversidade de produtos com origem no nosso património natural, moldados pelo engenho e arte das nossas gentes”. Avizinham-se surpresas entre as várias actividades que o Município de Pampilhosa da Serra vai trazer à FIA Lisboa.
FIA Lisboa liga a tradição e a inovação recriando as economias locais A beleza e singularidade de cada obra ou peça é uma referência representativa de cada região e uma mostra do seu potencial turístico e económico. Entre o saber que é transmitido ao longo de gerações e que representa os hábitos e tradições únicos de cada zona geográfica, há uma evolução que dignifica todo um passado e conhecimento e que se actualiza com produtos da terra e com a criatividade dos caminhos do tempo, dando novos designs, novas tendências e usos, sempre em paralelo com as memórias que continuam a representar histórias e costumes.
HORÁRIOS de 24 de Junho a 2 de Julho:
Área de exposição e actividades: 15H00/24H00
Área da Gastronomia: 12H30/24H00
BILHETEIRA:
Bilhete normal: 5 €
Cartão Jovem, Estudante, Bilhete Sénior (>65 anos): 2,5 € Ticketline * Entradas gratuitas até aos 10 anos
Fotos: Manuel Santos
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O crescimento organizado e sofisticado do crime internacional tem levado a uma proliferação de crimes ambientais, o que levou o Programa de Crimes Ambientais da Interpol a recomendar aos vários países que implementem uma Força Nacional de Segurança Ambiental (National Environmental Security Task Forces - NEST). Esta entidade será responsável por todas as questões relacionadas com crimes ambientais, através de uma abordagem coordenada, colaborativa e estratégica.
Por entender que é absolutamente fundamental uma resposta proporcional ao aumento de crimes ambientais através de uma entidade multidisciplinar e internacional, o PAN – Pessoas-Animais-Natureza – avançou com uma iniciativa legislativa que pretende juntar Portugal a um lote considerável de países cujas agências ambientais laboram de forma articulada pela observância e cumprimento dos trâmites da segurança ambiental, como é o caso da Bélgica, Roménia, Bulgária, Brasil, Finlândia, Austrália, Nova Zelândia, Estados Unidos da América, entre outros.
Esta entidade constituiria uma força de segurança cujo objetivo central seria reunir e partilhar informação entre as entidades responsáveis pela aplicação da lei e suas respetivas áreas de especialização, em torno de uma meta comum no combate eficaz e adequado de todo o género de crimes ambientais, desenvolvendo todas as ações no âmbito da prossecução de “targets” como a redução da poluição, a conservação de espécies específicas e a proteção dos vários recursos naturais, onde se incluem as florestas e o oceano.
A INTERPOL desenvolveu um guia para ajudar os países interessados na criação da Força Nacional de Segurança Ambiental, o qual fornece exemplos de NESTs, diretrizes legais e uma recomendação de procedimentos a adotar. Os três objetivos centrais são: recolher informação e elaborar estatísticas sobre criminalidade ambiental; assegurar que a análise da criminalidade dos dados seja efetivada em todos os países e estar atento aos problemas das entidades responsáveis pela aplicação da lei e dos serviços administrativos responsáveis pelo controlo de resíduos e procurar formas de resolução dos problemas apurados.
O PAN defende que a Força Nacional de Segurança Ambiental deve ser incorporada no Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR, uma vez que desde a sua criação que esta entidade representa no panorama luso a “polícia ambiental, competente para vigiar, fiscalizar, noticiar e investigar todas as infrações à legislação que visa proteger a natureza, o ambiente e o património natural, em todo o território nacional, sem prejuízo das competências próprias dos vigilantes da natureza.” Esta iniciativa pretende dotar o SEPNA de recursos complementares, numa lógica colaborativa internacional, com o escopo de prevenir e combater a constante proliferação de crimes ambientais.
“Pelos casos que continuam a aparecer diariamente, os do conhecimento público e os outros, precisamos de criar mecanismos que regulem a impunidade que ainda se vive no que que respeita à aplicação da lei nestas matérias”, comenta André Silva, Deputado do PAN.
Lisboa, Arco da Rua Augusta, 29 de Junho às 17:30
Em 1141 os exércitos de Afonso Henriques, futuro primeiro rei de Portugal, e os de seu primo Afonso VII de Leão e Castela encontra-se em Arcos de Valdevez, protagonizando um dos momentos mais importantes da fundação da nacionalidade, o Recontro de Valdevez, uma contenda/torneio medieval que evitou uma batalha quase certa, dando uma importante vantagem aos portucalenses e às ambições autonomistas do seu jovem monarca.
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Quase 900 anos depois, o Município de Arcos de Valdevez leva a efeito uma Recriação Histórica do Recontro de Valdevez, que ocorrerá nesta vila minhota nos dias 7 a 9 de Julho, trazendo assim até à atualidade esse momento referencial da História portuguesa, utilizando para o efeito o cenário do Paço de Giela, notável Monumento Nacional recentemente reabilitado, que acolherá uma verdadeira viagem à idade média e ao século XII.
No sentido de divulgar de forma alargada o Recontro, o Município arcuense leva a efeito uma apresentação pública deste evento em Lisboa, utilizando para o efeito a área do Arco da Rua Augusta, numa cidade ligada à vida do primeiro monarca português, com a sua conquista aos mouros em 1147. Desta forma ficam associados dois momentos fundamentais para a formação de Portugal e uma viva homenagem ao nosso primeiro rei Afonso Henriques.
A apresentação decorrerá de forma muito original e dinâmica, uma vez que será realizada uma performance de animação de época que contará com as personagens medievais de Afonso Henriques, Afonso VII, respetivas guardas e escudeiros, que farão uma alegoria do Recontro, num momento que contará igualmente com música e dança de época, num momento de comunicação diferente para todos os presentes.
Este momento de divulgação da Recriação Histórica do Recontro de Valdevez procura, assim, potenciar o evento e, de igual modo, assinalar a ligação umbilical entre Arcos de Valdevez e a formação da nacionalidade, bem como a importância futura que teve na vida de Afonso Henriques e nas suas futuras conquistas, como o caso de Lisboa.
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A Volta dos 90 anos
O maior acontecimento desportivo do verão português e um dos maiores símbolos de identidade nacional regressa às estradas de 4 a 15 de agosto.
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A 79ª Volta a Portugal Santander Totta, foi apresentada esta 2ª feira, 26 junho, no Teatro Thalia, em Lisboa.
Realizada a primeira vez em 1927, comemora 90 anos, mas está mais jovem do que nunca. A emblemática e marcante efeméride aumenta expetativas sobre a 79ª Volta a Portugal Santander Totta. Após três anos consecutivos a receber o final da competição, Lisboa vai assistir desta vez à Grande Partida no coração da cidade enquanto Viseu, em plena Feira de S. Mateus, irá brindar aos vencedores. Entre o prólogo e o pódio de consagração pedalam-se 1626,7 km numa exigente e desafiante edição com 30 prémios de montanha e 27 metas volantes.
Em anexo:
- Press Kit-79ª Volta a Portugal Santander Totta.doc
- Declaracao_Audio_Joaquim_Gomes_Caracterizacao_Etapa.mp3
- VPST2017_Homenagem_Municipios_Portugueses.jpg
- VPST2017_Joaquim_Gomes_Diretor_Volta_Portugal.jpg
O período de acreditação da 79ª Volta a Portugal Santander Totta estende-se de 26 junho a 17 de julho 2017.
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O Grupo de Danças e Cantares da Madeira vai no próximo dia 1 de Julho participar no FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures.
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Trata-se de um evento que privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.
Constituído há mais de três décadas por madeirenses radicados na região de Lisboa, este grupo folclórico está sediado no vizinho concelho da Amadora e é o único que no continente representa os usos e costumes tradicionais das gentes do Arquipélago da Madeira, actualmente constituída como Região Autónoma.
Além do Grupo de Danças e Cantares da Madeira, a edição deste ano do FolkLoures vai contar com a participação do Grupo de Zés Pereiras Os Baionenses - Baião, Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba – Alentejo; Grupo Folclórico O Cancioneiro de Ovar – Beira Litoral; Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura; Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia; Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil; Associatia Miorita Portugalia – Moldávia e, naturalmente, o anfitrião Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho.
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Por gentileza da organização da Feira Internacional de Artesanato (FIA), teve hoje lugar um almoço convívio entre vários bloggers parceiros da FIA na sua divulgação. O BLOGUE DE LISBOA e o BLOGUE DO MINHO, de administração comum, fizeram-se representar pelo seu colaborador fotográfico, sr. Manuel Santos.
O encontro teve lugar no restaurante dos Açores e foi seguido de uma visita aos vários pavilhões do certame, tendo constituído uma excelente oportunidade para apreciar o melhor das artes, saberes e sabores nacionais e estrangeiros.
Durante nove dias consecutivos, a FIL é um espaço de articulação entre profissionais, apreciadores e colecionadores dos ofícios artesanais, artes e design, agentes das áreas da gastronomia tradicional, posicionando o artesanato como expoente máximo de cada cultura.
PAN realiza Mesa-Redonda por uma abordagem multidisciplinar sobre os direitos no parto. Dia 4 de Julho, Terça-feira, pelas 18h30
O PAN – Pessoas-Animais-Natureza, realiza no dia 4 de julho, terça-feira, às 18h30, na sua sede na Av. Almirante Reis, 81-B, em Lisboa, uma Mesa-Redonda subordinada ao tema “Nascer em harmonia: abordagem multidisciplinar sobre os direitos no parto”.
Esta iniciativa tem por objetivo reunir especialistas e cidadãos numa reflexão conjunta sobre os benefícios de um parto o mais natural e espontâneo possível defendidos por vários estudos de saúde nacionais e internacionais e contará com a participação de Diogo Ayres de Campos - Secretário-Geral da Federação das Sociedades Portuguesas de Obstetrícia e Ginecologia, Vítor Varela - Enfermeiro Especialista em Saúde Materna e Obstétrica, Sara do Vale - Doula e Presidente da Associação Portuguesa pelos Direitos da mulher na Gravidez e no Parto com a moderação de Inês Sousa Real - Candidata pelo PAN à Câmara Municipal de Lisboa.
O PAN agendou para debate da sessão plenária de sexta-feira dia 23 de Junho três iniciativas legislativas relacionadas com os direitos das mulheres na gravidez e no parto e com aspetos há muito previstos em vários países do norte da Europa que serão votadas na próxima sexta-feira dia 30 de junho.
O partido propõe o direito do pai estar presente no parto do seu filho sem ser considerado um acompanhante, defende que o país precisa garantir os direitos das mulheres no que respeita às práticas de abuso no parto e que as unidades hospitalares que já dispõem de meios físicos para a oferta da possibilidade de um parto na água se tornem operacionais.
“O direito das grávidas terem informação para poderem fazer opções conscientes sobre o seu parto e que tenham efetivamente alternativas. Os países do norte da Europa têm taxas de cesariana que são metade das nossas e têm os melhores indicadores de saúde da mãe e do bebé. Dar à mulher a hipótese de um parto natural e seguro é uma missão do serviço público e são precisas mudanças que deem resposta ao número crescente e significativo de mulheres informadas que pedem para ter o parto na água como opção,” reforça Inês Real, Candidata do PAN à Câmara Municipal de Lisboa.
“Futuro da investigação científica em Portugal” em debate na terceira ‘FNAC Shaper Talks’
As ‘FNAC Shaper Talks’, debates mensais promovidos pela parceria feita entre o Global Shapers Lisbon Hub e a FNAC, regressam já amanhã, terça-feira 27 de junho, à FNAC Chiado pelas 18h30. O “Futuro da Investigação Científica em Portugal” é o tema escolhido para a terceira discussão aberta ao público.
Afonso Mendonça Reis, empreendedor social na área da educação e professor universitário, David Braga Malta, investidor e consultor na Caixa Capital, e Simão Soares, empreendedor e co-fundador da Silicolife, são os jovens Shapers que participarão na terceira conversa de um ciclo que promete uma perspetiva jovem e moderna sobre os principais problemas da atualidade e que terá José Vítor Malheiros, colunista e consultor na Ciência Viva – Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica, como moderador.
Nas últimas décadas, Portugal apostou na formação de pessoas altamente qualificadas e no desenvolvimento científico. Estes recursos são agora uma oportunidade para a criação de uma economia moderna e competitiva, mas o país tem tido dificuldade em lutar contra a fuga dos seus “cérebros”. Como pode o país reter estes recursos para ser um polo de excelência em ciência e para a criação de novas ideias e negócios? Qual o papel que a ciência pode ter na modernização da indústria nacional? Como tornar mais eficaz a translação da excelência do trabalho desenvolvido no sistema científico nacional para negócios disruptivos e sustentáveis?
“Portugal conta, cada vez mais, com pessoas altamente qualificadas e tem vindo a afirmar-se como um país de excelência na investigação científica. Mas apesar da forte aposta na formação e dos excelentes resultados alcançados junto da comunidade científica internacional, temos assistido uma fuga de cérebros que tem de ser travada. É urgente reter estes recursos e coloca-los ao serviço da economia, da indústria e de novos negócios”, afirmou Francisco Goiana da Silva, líder do Global Shapers Lisbon Hub.
O PAN – Pessoas-Animais-Natureza apresenta pela primeira vez a sua candidatura no concelho do Barreiro. A lista própria do partido à Câmara e à Assembleia Municipal será encabeçada por Durval Salema, atual comissário da estrutura plurimunicipal do PAN que agrega os concelhos de Almada, Seixal e Barreiro.
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A candidatura apresenta como principais linhas orientadoras a sustentabilidade ambiental e energética do concelho, a preocupação com a assistência às pessoas mais idosas e com deficiência, além da atenção natural que merecem as políticas públicas sobre a proteção, saúde e bem-estar Animal.
No que diz respeito à sustentabilidade ambiental e energética, e para que se cumpram os objetivos relacionados com o combate às alterações climáticas, à minimização da dependência do petróleo e à atenuação do impacto ambiental dos transportes, torna-se absolutamente necessário que um concelho como o Barreiro, outrora conhecido com uma das cidades mais poluídas do país e ainda hoje vulgarmente associada a essa ideia, esteja na linha da frente na utilização de energias limpas e no combate à poluição. Assim, é imperativo que a totalidade da frota dos Transportes Coletivos do Barreiro seja renovada com a aquisição de autocarros movidos a eletricidade, configurando essa opção um interesse estratégico para a redução de emissões nacionais de gases com efeito de estufa pela via da descarbonização dos transportes, além de a médio prazo configurar uma opção menos onerosa para os contribuintes, quer pelo menor custo do combustível utilizado quer pelas mais baixas faturas das manutenções dos veículos em causa.
Também em relação à utilização de automóveis particulares urge dotar a cidade de postos de carregamento acessíveis ao público, quer em zonas de maior densidade habitacional quer em interfaces públicos, a fim de garantir que no Barreiro os automóveis elétricos possam circular e estacionar sem quaisquer problemas.
O partido considera ainda prioritária a introdução massiva de equipamentos que permitam o aproveitamento em larga escala das energias solar e eólica em edifícios públicos, escolas, pavilhões desportivos, quartéis de bombeiros, piscinas e iluminação pública, assim como o estabelecimento de medidas de ação que minimizem o impacto da produção resíduos urbanos no município.
A candidatura do PAN ao Barreiro dá especial atenção às questões relacionadas com a assistência às pessoas idosas e com deficiência num concelho em que a população idosa representa cerca de 25% da população. Para além de campanhas de sensibilização e melhoria das acessibilidades, o partido acredita ser possível implementar um sistema municipal de teleassistência que permita melhorar a funcionalidade e autonomia desta população, proporcionando uma resposta imediata em situação de urgência/emergência, bem como o apoio na solidão em situações de vulnerabilidade ou dependência.
Esta candidatura vê como decisiva a atitude a tomar no que concerne à proteção, saúde e bem-estar animal. De facto, existindo uma clara evolução e mudança de paradigma na atuação municipal relativamente aos Animais, hoje compete à autarquia um papel decisivo e de maior destaque nessas áreas, nomeadamente no combate a maus tratos, abandono e falta de condições de alojamento.
“Há que criar um Regulamento Animal que identifique e clarifique todos os procedimentos a adotar pela autarquia, incluindo o funcionamento do Centro de Recolha Oficial, quer no que se refere à proteção, tratamento e alojamento dos animais, quer no que diz respeito à relação com os munícipes que voluntariamente se dedicam a essa causa”, explica Durval Salema, candidato do PAN ao Barreiro.
Torna-se também necessário criar programas de apoio aos Animais que estejam ao cuidado de Pessoas em condições socialmente vulneráveis e que manifestamente não disponham de situação socioeconómica capaz de assegurar os seus cuidados básicos de saúde, criar um hospital público veterinário destinado a animais errantes, acompanhado da utilização de veículos de emergência e socorro animal, realizar campanhas de esterilização desses mesmos Animais e isentar de pagamento das taxas municipais os que se encontrem esterilizados, entre outras medidas.
“Por uma questão ético-humanitária, a autarquia também não deve permitir a instalação de circos que utilizem animais ou atividades similares no concelho do Barreiro, nem atribuir qualquer tipo de apoio financeiro ou institucional a estas atividades”, acrescenta Durval Salema.
Com a sua candidatura ao concelho do Barreiro, o PAN pretende dar voz a munícipes que não se reveem nas forças partidárias que têm dominado a cena política concelhia e que procuram ideias alternativas e novas formas de pensar, contribuindo assim para uma diminuição da abstenção. A eleição de um representante na Assembleia Municipal permitirá ao partido apresentar ideias, desenvolver soluções e criar pontes de diálogo e cooperação que contribuirão para uma melhor qualidade de vida no concelho.
Durval Salema, 46 anos, nasceu e sempre viveu no Barreiro.
Licenciado em Gestão, iniciou a sua carreira profissional no ensino, tendo nesse período sido sócio cofundador de uma empresa prestadora de serviços de contabilidade e de elaboração de projetos de investimento local. Há 20 anos que trabalha no Instituto do Emprego e Formação Profissional, IP, tendo durante 10 anos desempenhado funções de coordenador do Núcleo de Gestão do Centro de Emprego do Barreiro, exercendo atualmente funções na Direção de Serviços de Planeamento, Gestão e Controlo da Delegação Regional de Lisboa e Vale do Tejo daquele Instituto.
O reconhecimento da importância da causa animal fê-lo filiar-se no PAN em 2011, tendo assumido várias funções a nível local, sendo atualmente comissário na estrutura que agrega os concelhos de Almada, Seixal e Barreiro e tendo sido eleito delegado ao último congresso nacional do partido.
É voluntário em diversas associações de proteção animal, colaborando assiduamente em campanhas de recolha de produtos alimentares. É casado e da sua família também fazem parte cães e gatos. Segue um estilo de vida vegetariano.
Associatia grupul folcloric "Mioriţa" Consiliul va pe 1 iulie, pentru a participa la FolkLoures 17-întâlnire de culturi, o iniţiativă de mare caracter tradiţional organizat de ansamblul folcloric verde Minho în colaborare cu municipalitatea din Loures, au loc cu ocazia festivităţilor de municipiu Loures. Acesta este un eveniment care se concentrează pe folclorul regiunii locale şi chiar din întreaga ţară şi comunităţi care constituie mozaic sociale şi culturale a regiunii, contribuie la includerea şi promovarea păcii între popoare prin cultura lor tradiţională.

Format de moldoveni şi lor descendenţi ai imigranţilor în ţara noastră, Associatia "Mioriţa" Consiliul are sediul în Barreiro şi reprezintă obiceiuri tradiţionale a poporului din Republica Moldova.
Situat în Europa de Est, Moldova are frontierele cu Ucraina și România. În secolul al XV-lea, Moldova – oficial Republica Moldova – a ocupat întreaga regiune a Basarabiei, Moldova și Bucovina, care constituie o mare putere regională.
Ca rezultat al istoricului tulbure care a inclus perioada feudală, Tratatul de la București din 1812 care estetic teritoriul dumneavoastră, depunerea Basarabia Rusiei și, ulterior, independenţa României şi vă unificarea cu Republica Moldova este în prezent controversate, definirea identităţii lingvistice şi etnice între moldoveni şi români.
Dincolo de grupul de folclor Associatia "Mioriţa" Consiliul în reprezentarea Comunitatea moldovenească îşi are rădăcinile în ţara noastră, acest an FolkLoures va conta cu participarea grupului de dans şi cântând, Corul secerătorii Cuba-Alentejo, ansamblul folcloric Cancioneiro de Ovar-Beira Litoral şi Estremadura reprezentări şi Brazilia să dezvăluie în timp util. În plus faţă de grup folcloric verde Minho gazdă.
Mai mult decât orice alte manifestări culturale şi sportive este folclor sub formă de expresie culturală care contribuie cel mai bine pace între popoare, cu privire la diferenţele şi identitatea lor.
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Moldávia e Brasil são as representações internacionais da edição de 2017
A edição deste ano do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, vai ter o seu início no dia 24 de Junho com a realização de uma exposição e de uma palestra, prolongando-se durante toda a semana até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar o espectáculo de culturas tradicionais.
Trata-se de uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Este evento privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.
Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.
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O programa do FolkLoures’17 é o seguinte:
FOLKLOURES'17 - Encontro de Culturas
PROGRAMA
Dia 1 de Julho
- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas
- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional
- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício
GRUPOS PARTICIPANTES
Grupo de Zés Pereiras “Os Baionenses” - Baião
Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil
Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo
Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho
Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral
Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura
Associatia Miorita Portugalia – Moldávia
Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia
Grupo de Danças e Cantares da Madeira – Madeira
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Laura Rua, a mordoma do cartaz da Romaria da Senhora d’Agonia, esteve presente e foi muito aplaudida pelo público
O arraial é lisboeta mas não dispensa a cor e alegria das gentes minhotas. O Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares do Minho levou esta tarde a efeito o V Festival Nacional de Folclore inserido no Arraial de Benfica, uma iniciativa que junta habitualmente milhares de pessoas e conta com o apoio do INATEL, da Junta de Freguesia de Benfica e da Rádio do Folclore Português.
Participaram neste festival, além do grupo anfitrião, o Rancho Folclórico de Avis – Alto Alentejo; o Rancho Folclórico da Casa do Povo de Arcena – Vila Franca de Xira e o Grupo Folclórico de Belas – Sintra.
Com o seu jeito brincalhão, sempre disposto a pregar partidas, São Pedro fez borrifar algumas gotas de chuva para, instantes depois, deixar o sol espreguiçar-se e afagar o público que aguardava impaciente o começo do espectáculo que, entretanto, teve de ser transferido para o Ringue António Livramento, situado a escassas dezenas de metros.
Mas nada disso impediu que centenas de pessoas se deslocassem para aplaudir os grupos participantes, com especial relêvo para o grupo organizador e a sua estrela do momento – Laura Rua, a jovem e bonita mordoma que foi este ano escolhida para figurar no cartaz oficial da Romaria da Senhora d’Agonia – que neste festival se apresentou com o característico traje verde de Geraz do Lima, em lugar do traje da Areosa com que figura no cartaz.
Todos os grupos participantes proporcionaram um magnífico espectáculo de folclore, com inclusão de quadros etnográficos que, além de transportarem o público para vivêncas de outras épocas, também proporcionaram excelentes momentos de diversão. O amolador, o padeiro, o leiteiro, o ardina foram algumas figuras-tipo que se destacaram num espectáculo que também trouxe a terreiro recriação de antigos costumes como as pulhas.
Uma vez mais, tratou-se de um festival que primou pelo rigor e a qualidade a que, sob a liderança experimentada de Joaquim Pinto, o Grupo Folclórico e Etnográfico Danças e Cantares do Minho já nos habitou e que, por tal, merece sempre o aplauso e o reconhecimento da comunidade minhota radicada na região de Lisboa.
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Estive faz hoje 8 dias no teatro de operações de Pedrogão Grande, e sobre a falha nas comunicações oferece-se-me partilhar com Vexas o seguinte:
PORQUE FALHARAM AS COMUNICAÇÕES EM PEDROGÃO GRANDE?
Existia rede SIRESP no local e momento onde perdeu a vida um Bombeiro? Eu não sei, mas tenho curiosidade em saber!
Em suma as comunicações falharam por diversos motivos, técnicos, e humanos, mas essencialmente porque as comunicações foram geridas por operadores rádio, e não por especialistas em radiocomunicações de emergência.
O que aconteceu ali com o SIRESP foi o mesmo já já havia acontecido nos incêndios na Ilha da Madeira há poucos anos, pelo que me questiono quantas pessoas afinal terão de morrer para que admitam de uma vez por todas que tal como está a única coisa que o SIRESP garante são vulnerabilidades potencialmente trágicas, pago a preço de ouro!
Questione-se à Cruz Vermelha se tinha comunicações na sua rede própria, e quanto custou essa rede!
Porque foi desmantelada a rede 150 da GNR? Porque fizeram o mesmo com a rede de VHF banda baixa dos Bombeiros?
O SIRESP tal como está é uma rede celular com ligação por cabo de dados entre si, que em caso de incêndio é muito vulnerável.
COMO PODERIAM NÃO TER FALHADO AS COMUNICAÇÕES?
Com os nossos melhores cumprimentos,
Associação de Proteção & Socorro
Associação Federativa
P´la Direção
João Paulo Saraiva
Presidente da Direcção / Coordenador da Unidade Operacional
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A Feira Internacional de Artesanato abriu hoje as suas portas nos pavilhões da FIL, em Lisboa, e até ao próximo dia 2 de Julho vai contar com a participação da Vianafestas com a representação da Romaria de Nossa Senhora d’Agonia que se realiza anualmente em Viana do Castelo.
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A festa começou hoje com uma arruada de bombos e actuação dos zés pereiras da Ronda Típica de Viana do Castelo. E, como seria de esperar, também Laura Rua, a bonita mordoma que foi este ano escolhida para figurar no cartaz oficial, esteve presente espalhando beleza e simpatia que é apanágio de toda a minhota que se preze.
Fotos: Vianafestas
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Palestra promovida pelo Grupo de Folclore Verde Minho marca arranque oficial do FolkLoures’17
“Usos e costumes dos saloios – uma conversa com muitos nós! Foi o tema da palestra hoje proferida em Loures, a quar marcou o início oficial da edição deste ano do Folkloures.
A iniciativa teve lugar no magnífico auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte onde normalmente decorrem as reuniões da Assembleia Municipal e contou com a presença do Dr. Francisco Sousa, técnico do Pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Loures e de Joaquim Pinto, em representação do Presidente da Federação do Folclore Português.
Perante uma assistência interessada e participativa, a palestrante foi “desatando nós” ao longo da sua dissertação, desfazendo conceitos há muito tempo estabelecidos no meio folclórico e entre os investigadores, muitos deles surgidos por ocasião da Exposição do Mundo Português realizada em 1940 e que, graças à intervenção de António Ferro e de sua esposa, a poetisa Fernanda de Castro, vieram a conferir especial saliência e visibilidade ao folclore nacional. Na realidade, uma época que acabaria por marcar de forma indelével a forma como actualmente ainda hoje encaramos o folclore.
Procurando contrariar a ideia estabelecida segundo a qual os saloios descendem exclusivamente dos moiros que então habitavam nos arredores de Lisboa, a historiadora defende que essa definição étnica se estende a muitos outros povos de diferentes origens que aqui se estabeleceram. E, muitos outros nós desatou a Drª Ana Paula Assunção ao longo da palestra que proferiu e para a qual foram convidados todos os grupos folclóricos de todos os concelhos da região saloia mas que, estranhamente, parecem revelar desinteresse pelos temas que tratam a sua própria cultura tradicional com a qualidade e interesse como a lição que foi hoje oferecida a todos os presentes.
No átrio do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte foi também montada uma exposição temporária de concertinas, algumas das quais velhos harmónios que remontam aos começos do século XX.
Também o Museu Municipal de Loures, no âmbito do FolkLoures’17, mantém durante toda a semana entradas gratuitas para quem quiser visitar a exposição permanente de carroças e outras alfaias da região saloia.
O FolkLoures’17 culmina com a realização, no próximo dia 1 de Julho, de um grandioso espectáculo – o Encontro de Culturas – a ter lugar no Parque da Cidade, com o seguinte programa:
- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas
- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional
- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício
GRUPOS PARTICIPANTES
Grupo de Zés Pereiras Os Baionenses – Baião – Douro Litoral
Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil
Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo
Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho
Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral
Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura
Associatia Miorita Portugalia – Moldávia
Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia
Grupo de Danças e Cantares da Madeira – Madeira
Fotos: Artur Lucena / Revista LOURESmagazineODIVELAS
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Depois de meses a explorar a obra e a antecipar a visita a Portugal, é por fim chegada a altura de recebermos Almir Chiaratti de braços abertos! O autor de “É o Fim” dará início à sua digressão lusitana a 7 de Julho com um showcase na FNAC Alfragide e um segundo no dia seguinte na FNAC Vasco da Gama. A 12 de Julho apresenta-se ao vivo no B.leza, seguindo depois rumo a Braga para um concerto no Espaço TOCA.
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Na bagagem o músico do Rio de Janeiro trará as canções de “Bastidores do Sorriso”, mas também do seu sucessor ainda sem título, do qual já foi extraído o intrigante “Triz”. Mais datas serão anunciadas brevemente.
Almir Chiaratti é um cantor, compositor e multi-instrumentista radicado no Rio de Janeiro nascido no distinto ano de 1988 no Rio Grande do Sul. Desde que se conhece que a música faz parte da sua vida, tendo crescido ao som dos clássicos do rock da década de 70 e do movimento cultural brasileiro que ficou para sempre conhecido como Tropicália.
A sua estreia no exigente mundo da música deu-se em 2015, quando editou o álbum “Bastidores do Sorriso”. Com influências da Música Popular Brasileira (MPB), mas também do rock psicadélico tão característico dos Mutantes, este trabalho registou a sua entrada no mundo adulto e os desafios, dúvidas, problemas e escolhas inerentes a esta fase tão importante da nossa existência.
Em parceria com o cineasta Pedro Freitas concebeu, realizou e filmou o videoclip do primeiro single do disco, “Teu Caminho”. Posteriormente participou em inúmeros festivais e competições, brasileiras e internacionais, tendo inclusivamente vencido o prémio de Melhor Videoclip Internacional no Urban Media Makers Film Festival, em Atlanta (EUA) e sendo escolhido como Melhor Videoclip pelo site DailyMotion no festival Rio Web Fest. Nota ainda para a presença do disco na lista Melhores Discos Brasileiros de 2015, do reputado site brasileiro Tenho Mais Discos Que Amigos.
Almir define este seu primeiro registo discográfico, onde as referências e influências musicais pululam de tema em tema, de forma simples: “As canções transitam por esses sentimentos, por trás do sorriso que envergamos para tocar a vida todos os dias. Acho que isso fica claro no título do disco: o que se passa nos bastidores do sorriso, nos bastidores da dor? Há músicas mais intimistas com temas existencialistas. Mas também há temas sobre amor, seja ele correspondido ou não. Tudo isto se encontra embebido em poesia, ironia e algumas gotas de sarcasmo.”
Almir Chiaratti pode ter a profundidade dos grandes músicos de outrora mas tem na alma a modernidade do presente. Conhecedor da capacidade agregadora da internet, e das comunidades online, recorreu a uma campanha de financiamento colectivo. O objectivo foi alcançado e assim aconteceu o concerto de lançamento do álbum. Seis meses depois Almir surpreende tudo e todos e graças a uma parceria com Luiz Felipe Netto e Luiz Tornaghi é lançado digitalmente o EP “Bastidores ao Vivo”. Este registo sonoro do concerto de apresentação foi mixado por Netto e masterizado por Tornaghi, dando origem a um produto final arrebatador. Este álbum conheceria ainda um segundo single, “Navegantes de Noé”, também ele com direito a videoclip, neste caso realizado pelo próprio em parceria com a Jaé Filmes
Mas o percurso artístico de Almir não se fica por aqui! Aventurou-se na função de produtor ao acompanhar todo o processo do EP de estreia do cantor, e compositor, Diego Marques, com
quem já havia trabalhado anteriormente. E passou também pelos palcos, ao assinar a produção do musical do espectáculo de dança “Cheiro de Manga”, em parceria com a bailarina Laura de Castro, composto por Eduardo Rezende.
A recta final de 2016, e a conturbada realidade política do Brasil, motivou e influenciou Almir, surgindo assim o tema “Terceiro Turno” (com a participação de Felipe Pacheco da banda Baleia, no violino, e do regente Vitor Damiani). A produção daquele que será o seu segundo trabalho de originais está a cargo de Eugenio Dale (reputado profissional que trabalhou anteriormente com Ney Matogrosso e Sergio Mendes).
Para 2017 aguardam-no novos desafios e um caminho nunca antes percorrido: uma digressão em Portugal e a edição do sucessor de “Bastidores do Sorriso”.
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Iniciativa do Rancho Folclórico Verde Minho
A Historiadora e Museóloga Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção profere uma palestra subordinada ao tema “Usos e Costumes Tradicionais da Região Saloia”, a ter lugar no Auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, no dia 24 de Junho, pelas 15h30. A iniciativa insere-se no programa do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas que se prolonga até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar um grandioso festival de cultura tradicional no Parque da Cidade, em Loures.
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O Palácio doa Marqueses da Praia e Monforte encontra-se instalado junto ao Parque da Cidade e trata-se do local onde reúne a Assembleia Municipal de Loures, dispondo das melhores condições para a realização de palestras e conferências.
A Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção é historiadora e museóloga, Mestre em História Regional e Local pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É autora de programas museológicos, reformulações de programas e criação de serviços inovadores. Conceção científica do Centro UNESCO A casa da terra. Comissária de exposições de vária índole com museografia de inclusão e género.
Tem como áreas científicas preferenciais a História Local, Saúde, Património industrial (com destaque para Fábrica de Loiça de Sacavém, Oliveira Rocha/Oliveira do Bairro), Património Cultural Imaterial, Património Religioso /obra de arte total – Cripto -história. Exerceu voluntariado na Igreja Matriz de Bucelas com descobertas de cariz científico sobre entalhador, Francisco Lopes. (Artigo no prelo). Musealização da Igreja e interpretação dos espaços em visitas.
Pelo seu trabalho, tem recebido várias distinções de Mérito Cultural e Prémios no campo da Museologia a nível nacional e internacional.
Nesse mesmo dia e local, terá ainda lugar outra iniciativa cultural integrada no programa da edição deste ano do FolkLoures, a qual contamos divulgar muito brevemente. Trata-se, pois, de um programa cultural rico e diversificado que, sob o impulso e capacidade organizativa do Rancho Folclórico Verde Minho, catapulta o concelho de Loures para a ribalta da cultura tradicional portuguesa.
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A bonita mordoma que foi este ano escolhida para figurar no cartaz oficial da Romaria em Honra de Nossa Senhora d’Agonia, em Viana do Castelo, vai estar presente no próximo sábado na Feira Internacional de Artesanato – FIA que se realiza nas instalações da FIL, no Parque das Nações, em Lisboa.
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Viana do Castelo vai trazer a este evento uma amostra da grande romaria e, como tal, não podia dispensar a presença da mordoma que figura no próprio cartaz.
A sua presença vai certamente contar com o apoio e carinho de muitos minhotos que irão deslocar-se ao certame, tanto mais que integra o Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho e é sobejamente conhecida no meio folclórico minhoto na região de Lisboa.
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Veneram o blues mas é o rock que lhes corre nas veias. Dão pelo sugestivo, e intrigante, nome de Zuuzaa e revelam agora o terceiro single de “MARA”, registo que assinala o debute da banda.
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“Mad Hatter”, tema de ritmo viciante, sucede a “Blind By Choice” e a “Wasted Lullaby”, e é mais uma prova da alma rockeira intrínseca à existência dos Zuuzaa. Depois de pisarem palcos como Popular Alvalade ou Musicbox é tempo de um novo capítulo de um dos projetos portugueses representado pela Music For All.
O ano de 2016 marca a estreia de um dos projectos mais promissores da actualidade. São portugueses, dão pelo nome de Zuuzaa e propõem uma infusão de Rock, Blues e Soul com particular destaque para um coro feminino que nos transporta para os saudosos anos 60.
Após um intenso período criativo Rafael Ribeiro, guitarrista e vocalista, assumiu a árdua tarefa de formar uma banda que desse corpo, vida e sentimento às canções por si habilmente escritas. Primeiro muniu-se da doce voz de Inês Carvalho, sua amiga de longa data.
Depois da talentosa dupla Mariana Matoso e Rafaela Pereira. Este distinto trio, de vozes marcadamente femininas, começou por colaborar numa só faixa. Contudo, rapidamente se tornou percetível que parte da magia da banda residia na alma, garra e emoção que as três davam às canções de Rafael Ribeiro. Foi com esta formação, que os então intitulados Zuuzaa & The Last Jesters, viram finalizadas as suas dez primeiras composições originais.
Com a entrada do baixista francês Matt Seybald e do baterista Bernardo Jorge a banda ganhou experiência e versatilidade, enriquecendo o seu trabalho em estúdio assim como a performance em palco. Graças aos contributos dos novos membros o número de temas originais subiu para 13 e o mês de Setembro marcou a estreia nos palcos nacionais.
Atualmente já editaram dois singles, “Wasted Lullaby” e “Blind By Choice”, rumando agora a “Mad Hatter”, terceiro tema revelado de “MARA”, álbum que marcou o início do percurso discográfico dos Zuuzaa.
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Têm sido meses agitados para Ritchaz Cabral. Desde a edição do EP “Mal Famadu” em Fevereiro último, que o músico luso-cabo-verdiano tem percorrido as FNACs da zona lisboeta (Almada, Vasco da Gama, Alfragide e Oeiras) e espaços míticos da capital como o B.leza.
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Agora chega a vez da FNAC Colombo e Cascais receberem também um pedaço da multiculturalidade disseminada por Ritchaz Cabral, que cria uma sonoridade urdida em torno tanto da sua veia europeia como de elementos da cultura musical africana.
Conheçam as datas abaixo:
26.06 | FNAC Colombo, 22h, Lisboa
09.07 | FNAC Cascais, 18h30, Lisboa
Ricardo Cabral, de nome artístico Ritchaz Cabral, nasceu em Lisboa, no profícuo ano de 1988, e é filho de pais cabo-verdianos, imigrantes em Portugal há várias décadas.
Com apenas 13 anos, começa a dar os seus primeiros passos na música. O passaporte para aquilo que, anos mais tarde, se transformaria na sua vida profissional foi um velho gravador de cassetes, propriedade do seu progenitor, e um microfone inventado e construído pelo próprio utilizando pequenas colunas modificadas. Na altura, cantava letras conhecidas de autores cabo-verdianos e gravava brincadeiras com as irmãs e amigos.
Entre 2003 e 2012, fez parte da dupla Ritchaz & Keky que se apresentava com uma sonoridade mestiça onde o Kuduro se encontrava com a Kizomba e onde o Techno e o Reggae se fundiam com o Funaná e o Hip-Hop, num autêntico caldeirão de influências e sonoridades. A partir de 2007, a dupla trabalhou com a agência cultural Filho Único (Lisboa), com quem tiveram atuações regulares dentro e fora do país e através da qual participaram na coletânea de CD’s Novos Talentos da Fnac e da Antena 3 (2008).
Entre 2009 e 2011, Ritchaz frequenta dois cursos relacionados com a criatividade, produção e marketing musical na Restart (Lisboa), passando a fazer com frequência trabalhos de gravação, produção, mistura e masterização de música para diversos artistas na Europa e África. Nascia assim uma faceta diferente e complementar na carreira de Ritchaz Cabral!
Em 2011, e nos dois anos que se seguiram, Ritchaz integrou a banda de Reggae Luso United, sediada na Amadora, assumindo-se como teclista.
Paralelamente, o artista envolve-se em diferentes projetos ligados à música. Foi co-criador do Estúdio SomGráfico (estúdio de música comunitário), no bairro Outurela (Oeiras), juntamente com outros amigos e músicos; deu aulas de viola na escola básica local; e fez a co-produção e o lançamento do álbum musical independente Proghetto, que contou com a presença de vários artistas.
Em 2012, o artista junta-se ao grupo Raboita como vocalista, guitarrista e baixista. É nesta altura que passa a ter mais contacto com a música tradicional de Cabo Verde, adicionando ao seu leque de sonoridades as Mornas, Batukus, Funanás, Coladeiras e Mazurcas.
Chegamos, enfim, a 2014. Esta foi a altura em que Ritchaz decidiu dedicar-se a uma carreira a solo, começando a preparar aquele que se tornaria no seu primeiro EP. Neste trabalho são bem audíveis as suas raízes cabo-verdianas através dos Funanás lentos, dos Batuques com letras que retratam a simplicidade da vida e os valores do amor e respeito assim como os temas de cariz social, vertente que Ritchaz sempre prezou bastante.
Em simultâneo, Ritchaz integra o grupo Skopeofonia, um projeto de investigação académica em Etnomusicologia, da Universidade de Aveiro com a Fundação para a Ciência e Tecnologia, que tem recolhido e analisado as práticas musicais no bairro da Cova da Moura, na Amadora.
É por entre um leve sorriso, um ritmo quente e pegadiço e uma letra que nos transporta para as sinceras e profundas paisagens africanas que encontramos este primeiro trabalho de Ritchaz Cabral. O menino que Portugal viu nascer e crescer é hoje um homem que não esquece as suas origens, homenageando-as em “Mal Famadu”, o seu primeiro EP a solo.
A cantora paulista de voz melíflua que chegou até nós pela graça e encanto de “Desconstrução”, prepara a sua vinda a Portugal já no início do mês de Julho para uma mini-digressão de apresentação a “Um”, o registo de estreia.
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Integrante da nova leva de cantautores MPB, Ana Luísa Ramos recolhe também influências de música erudita e do universo do jazz, uma mistura alada que já lhe valeu elogios de publicações especializadas como as inglesas Folk Radio e Buzzin Music ou as norte-americanas Music For Lunch e The Vinyl District.
Conheçam os locais e datas da digressão:
05.07 | Mói-te Bar, Évora, 22h
06.07 | Espaço TOCA, Braga, 22h30
08.07 | Café Santa Cruz, Coimbra, 19h00
09.07 | Pensão Amor, Lisboa, 22h00
Nascida na localidade de Ribeirão Preto e radicada em São Paulo, Ana Luísa Ramos tem-se vindo a destacar tanto no cenário lírico quanto no popular. Com um repertório que vai da música erudita ao jazz e à Música Popular Brasileira (MPB) e com estudos feitos em países como Brasil, Argentina e Áustria, a cantora possui uma versatilidade raramente vista e uma voz melíflua.
Aos 9 de idade ingressou no Coral Infantil da Cia de Ópera Minaz e três anos mais tarde fez a sua estreia como solista da “Missa Brevis” de Mozart. Em 2001 participaria na ópera “La Traviata” de Verdi e no ano seguinte interpretou a personagem Terezinha na montagem da Ópera do Malandro que repetiria em 2006 no Theatro Pedro II. Em 2007 fez parte do Coral do Estado de São Paulo e entre 2011 e 2012 integrou o sexteto vocal feminino Bocca Chiusa.
Após acompanhar o cantor e compositor Eric Taylor Escudero na sua mini digressão europeia, Ana Luísa Ramos fez parte da banda que gravaria o álbum de estreia do músico em Austin, Estados Unidos. Já no ano de 2015 participou na gravação do DVD de Natal de Agnaldo Rayol e em 2016 realizou o espetáculo de abertura de Toquinho na Catedral Anglicana de São Paulo. Na recta final de 2016 a artista editou o seu primeiro registo a solo – “Um” – constituído por canções autorais e por releituras de músicas consagradas do universo do jazz e da MPB.
A cantora já viu o seu talento reconhecido fora de portas, tendo recolhido elogios por parte de publicações especializadas como as inglesas Folk Radio e Buzzin Music ou as norte-americanas Music For Lunch e The Vinyl District.
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Nova Água Micelar LetiSR ProbioClean para o cuidado específico das peles sensíveis e com vermelhidão
Os Laboratórios LETI, especialistas em dermatologia, acabam de lançar um novo produto específico para a limpeza da pele sensível e com tendência para vermelhidão, a nova Água Micelar LetiSR ProbioClean. A sua fórmula inovadora contém Lactobacillus Ferment, um fermento de probiótico com propriedades hidratantes que melhora a função de barreira da pele, reduzindo, em 10%, a evaporação de água através da epiderme logo desde a primeira semana e aumentando a hidratação em 42% logo após as primeiras 24h*.
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A nova Água Micelar LetiSR ProbioClean é a grande aliada da rotina de higiene facial das peles sensíveis e propensas a vermelhidão, proporcionando uma limpeza profunda para a face e zona ocular, bem como uma instantânea ação calmante e hidratante. A sua eficaz fórmula contém estruturas esféricas que capturam as impurezas da pele e os detritos da maquilhagem, garantindo, em simultâneo, a tolerância e o equilíbrio essenciais para o cuidado das peles mais sensíveis.
A Água Micelar LetiSR ProbioClean está disponível num formato de 200ml e tem um sistema prático e inovador de dosagem que permite embeber o algodão, com apenas um movimento de pressão, obtendo a quantidade exata de produto necessário para higiene diária facial.
A limpeza da pele sensível e com vermelhidão deverá ser complementada com a utilização do Sérum LetiSR Anti Vermelhidões, uma fórmula concentrada e ultra reparadora que proporciona um cuidado de “choque” capaz de aliviar, de imediato, o desconforto cutâneo facial. Esta fórmula LETI acelera o processo de reparação da pele e restaura a sua função barreira, atuando como um complemento à limpeza diária com a Água Micelar LetiSR ProbioClean. A inovadora fórmula de LetiSR Sérum Anti Vermelhidões tem uma dupla proteção microvascular, ou seja, não só protege a parede dos microcapilares, como reforça a sua estrutura de suporte (efeito anti idade).
Oito conselhos para evitar a vermelhidão facial e manter a pele saudável e hidratada
A sensibilidade e a vermelhidão facial afetam milhões de pessoas. A vermelhidão ocorre devido a uma hipersensibilidade da pele a estímulos internos e externos, pelo que é importante ter em atenção alguns conselhos práticos que podem minimizar esses impactos:
Sobre a Área Dermatológica dos Laboratórios LETI
http://dermatologia.leti.com/pt
A Unidade de Dermatologia e Cuidados Pessoais LETI centra-se no desenvolvimento de produtos de Dermocosmética e outros produtos especiais para o cuidado pessoal, todos eles vendidos apenas em Farmácias. A sua ampla gama de produtos, concebidos para cobrir um leque alargado de necessidades dermatológicas faz dos Laboratórios LETI especialistas em cuidados da pele. O seu portfolio é composto por mais de 50 produtos agrupados sob as marcas LetiAT4 (para a pele atópica), LetiSR (para a pele sensível ou com vermelhidão), Letibalm (para reparar nariz e lábios), Letifem (para a higiene intima feminina), LetiXer (para peles secas e xerose), Sebamed e Baby Sebamed (diferentes produtos indicados para o cuidado de pele sensível, da pele dos bebés e da pele oleosa ou acneicas) e, finalmente, Stratpharma (com indicações para cicatrizes, feridas e radiodermite). Com mais de 80 anos de experiência e um forte compromisso na vertente de I&D, LETI é hoje um dos laboratórios de referência no campo da dermatologia. Além disso, as suas soluções para a pele atópica, reparação para nariz e lábios e para pele sensível com vermelhidão, são líderes de mercado.
O Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Loures vai no próximo dia 1 de Julho participar no FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Trata-se de um evento que privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.
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Como não podia deixar de suceder, os usos e costumes das gentes da região saloia em geral e do concelho de Loures em particular não poderiam deixar de estar presentes. As tradições saloias constituem a matriz etnográfica de um concelho que acolheu de braços abertos os minhotos, beirões, transmontanos, alentejanos e as mais variadas gentes de todo o país, dos países de expressão portuguesa e de todo o mundo. Por essa via, Loures tornou-se porventura um dos concelhos mais cosmopolitas do nosso país. Eis a razão pela qual o FolkLoures – Encontro de Culturas adquiriu um novo formato, mais abrangente e inclusivo, inédito no domínio do folclore e da cultura tradicional cujo modelo em breve inspirará outras organizações de eventos semelhantes. Por conseguinte, o Rancho da Bobadela representará na edição deste ano os usos e costumes da região saloia e do concelho de Loures.
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O Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela iniciou a sua actividade etnográfica com as marchas dos santos populares em Junho de 1983.
Nos primeiros anos, este rancho foi uma secção de uma outra colectividade da freguesia até que, a 26 de Fevereiro de 1987, se celebrou a escritura pública que deu corpo à União Cultural e Folclórica da Bobadela, o que o torna mais antigo do que a colectividade a que actualmente pertence.
Localizada na zona oriental do concelho de Loures, a freguesia da Bobadela era banhada pelos rios Tejo (a leste) e Trancão (a sul e a oeste), sendo que este último a separava das freguesias de Unhos (a oeste) e de Sacavém (a sul e sudoeste); a norte e noroeste fazia fronteira com a freguesia de São João da Talha, da qual se desmembrou. Pelo facto da Vila da Bobadela pertencer ao Concelho de Loures, o qual se encontra inserido na zona Saloia, e ainda junto ao Ribatejo e às “portas” de Lisboa, as danças e cantares são o espelho do cruzamento das três zonas acima descritas, bem como das actividades económicas que se viveram por aquelas bandas.
Sendo a etnografia desta zona bastante rica e diversificada, o rancho da Bobadela tem no seu repertório musical bailaricos, fadinhos, viras, valsas e os famosos verde-gaios.
Quanto aos trajes, inicialmente no Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela, os homens usavam trajes Saloios Domingueiros e as mulheres o traje Usual no Ribatejo. Ou seja, as raparigas usavam saias e lenços vermelhos, camisa e meias brancas, chapéu e cesto de palha. E os rapazes vestiam camisa branca e calças, colete, cinta e barrete preto.
No entanto, no princípio do ano de 1997, a Direcção decidiu iniciar a mudança dos trajes para a representação da etnografia saloia. Esta representação é mantida até hoje e dela se destacam os Trajes de Abastados, Trabalho de Cocheiro, de Lavadeira, de Ceifeira, de Carroceiro, de Aguadeira, de Leiteira e de Campino das Lezírias Saloias.
“O folclore é a tradição e usos populares, constituído pelos costumes e tradições transmitidos de geração em geração. O rancho da Bobadela procura viver e transmitir sempre melhor e de forma feliz essa cultura tão sua.
Além do Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Loures, a edição deste ano do FolkLoures vai contar com a participação do grupo de folclore da Associatia Miorita Portugalia em representação da comunidade moldava radicada no nosso país, a Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil que apresentará a tradicional dança da capoeira, o Grupo de Danças e Cantares da Madeira, Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba – Alentejo, do Grupo Folclórico O Cancioneiro de Ovar – Beira Litoral e o Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura, para além do anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho.
Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.
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