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Depois do lançamento dos singles “Mais” e “É Segredo”, as primeiras amostras do álbum “Essências”, registo de estreia da cantora e compositora luso-brasileira Luciana Araújo marcado pelo universo da Música Popular Brasileira (MPB), chega o momento das atuações ao vivo!
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Da sonoridade cativante às letras profundas, ou do ritmo contagiante à voz doce e suave, os motivos para estar presente nos dois showcases, na zona de Lisboa, anunciados pela Music For All para Junho e Julho são mais do que muitos! Conheçam as datas:
24.06 | FNAC @ Alfragide, Lisboa, 17h
04.07 | FNAC @ Colombo, Lisboa 18h30
Luciana Araújo nasceu em Fortaleza, Ceará, mas possui também nacionalidade portuguesa, um traço característico de que se orgulha bastante. Iniciou o seu percurso artístico aos 14 anos de idade, actuando nos principais espaços e eventos da cidade onde nasceu, Fortaleza, tendo desde cedo como principais influências nomes como Elis Regina, Tom Jobim, Marisa Monte, Djavan e Maria Bethânia.
Luciana sempre procurou estudar técnicas vocais, e por isso iniciou cedo as aulas de canto. De há dois anos para cá tem tido aulas de piano para ajudar a compor as suas músicas e de forma a conseguir estabelecer uma melhor comunicação com os músicos.
No seu percurso académico contam-se uma Licenciatura em Comunicação Social (Publicidade e Propaganda), uma Pós-Graduação em Integrated Brand Management e um MBA em Marketing Digital, assim como o total domínio de três línguas (Inglês, Italiano e Espanhol) e conhecimentos básicos de mandarim.
Mas voltemos ao seu percurso no mundo da música. De entre as dezenas de participações nas principais televisões brasileiras, como a TV Record e a Rede Globo, Luciana Araújo participou no reputado e influente “Domingão do Faustão” (Rede Globo), num concurso de Novos Talentos, onde concorreu com mais de 30 mil cantores e ficou entre os treze finalistas.
A sua estreia na televisão portuguesa aconteceu quando se apresentou ao vivo no programa “SIC 10 Horas” e, posteriormente, num programa especial de Natal, ambos da cadeira televisiva SIC. Já Luciana Araújo residia em Portugal quando a banda Per7ume lhe endereça um convite irrecusável: ser uma das vozes do tema “(Assim) Azul”, numa participação especial com a banda nortenha.
A televisão volta a cruzar-se no seu percurso por intermédio da TV Record Internacional e de um convite surpreendente: tornar-se apresentadora! Em dois anos Luciana apresentou mais de 600 programas ao vivo, divididos entre “Quem Quer Dinheiro” e “GRP”.
Estávamos em 2012 quando Luciana decidiu dar o passo que lhe faltava: gravar o seu primeiro disco! Movendo-se na sonoridade MPB e tendo Bruno Cardozo como produtor (ele que colaborou com nomes do calibre de Rita Lee e Gal Costa), este é um álbum que fica marcado pela participação de conceituados músicos brasileiros e pelas duas versões de músicas bem conhecidas do público português (“Fácil de Entender”, dos The Gift, e “Porto Sentido”, dos incomparáveis Rui Veloso e Carlos Tê). A presença portuguesa no disco faz-se também sentir pelos cenários que ilustram as fotos do booklet.
“Essências” chegou ao público brasileiro em 2014, em formato físico e digital, e ao público português no início de 2017. Depois de conquistar o Brasil, finalmente chegou a hora de Luciana Araújo arrebatar o público lusitano!
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A Associação Tira-me da Rua (ATR) vai no próximo dia 1 de Julho participar no FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Trata-se de um evento que privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.
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Constituído por brasileiros radicados em Portugal, a Associação Tira-me da Rua (ATR) é quiçá o mais representativo grupo musical a preservar e divulgar uma das mais apreciadas manifestações da cultura tradicional do povo brasileiro – a capoeira!
A capoeira constitui um misto de dança, arte marcial, desporto, música e cultura popular. As suas origens são remotas, calculando-se que tal tradição tenha origem em rituais iniciáticos dos povos do sul de Angola. Em resultado da colonização portuguesa, a capoeira terá a partir do século XVII sido levada para o Brasil onde foi desenvolvida por descendentes de escravos africanos.
Ao som rítmico dos berimbaus, a Associação Tira-me da Rua (ATR) vai mostrar como se canta, dança e luta a capoeira, oferecendo m espectáculo que certamente vai agradar ao público que vai afluir ao FolkLoures’17, incluindo a numerosa comunidade brasileira radicada na região de Lisboa.
Além da Associação Tira-me da Rua (ATR), a edição deste ano do FolkLoures vai contar com a participação do grupo de folclore da Associatia Miorita Portugalia em representação da comunidade moldava radicada no nosso país, Grupo de Danças e Cantares da Madeira, Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba – Alentejo, do Grupo Folclórico O Cancioneiro de Ovar – Beira Litoral, Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura; Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia e, naturalmente, o anfitrião Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho.
Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.
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FOLKLOURES'17 - Encontro de Culturas
PROGRAMA
Dia 24 de Junho
- 16 horas. Inauguração da Exposição "A Evolução da Concertina". Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte.
A exposição está patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira)
Entrada gratuita
- 16h30 horas. Palestra sobre "Usos e Costumes tradicionais da Região Saloia", pela Dr.ª Ana Paula de Sousa Assunção, a ter lugar no Auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, no dia 24 de Junho, pelas 15h30.
Dia 1 de Julho
- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas
- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional
- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício
GRUPOS PARTICIPANTES
Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil
Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo
Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho
Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral
Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura
Associatia Miorita Portugalia – Moldávia
Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia
Grupo de Danças e Cantares da Madeira – Madeira
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O Grupo de Folclore da Associatia Miorita Portugalia vai no próximo dia 1 de Julho participar no FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Trata-se de um evento que privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.

Formado por moldavos e seus descendentes imigrados no nosso país, a Associatia Miorita Portugalia está sediada no Barreiro e representa os usos e costumes tradicionais das gentes da Moldávia.
Situada na Europa oriental, a Moldávia possui fronteiras com a Ucrânia e a Roménia. No século XV, a Moldávia – oficialmente República Moldova – ocupou toda a região da Bessarabia, Moldávia Ocidental e Bucovina, constituindo à época uma importante potência regional.

Em consequência da sua história atribulada que incluiu o período feudal, o Tratado de Bucareste em 1812 que retalhou o seu território, submetendo a Bessarabia à Rússia e, mais tarde, a independência da Roménia e a sua unificação com a Moldávia Ocidental, é actualmente controversa a definição de identidade étnica e linguística entre moldavos e romenos.
Além do grupo de folclore da Associatia Miorita Portugalia em representação da comunidade moldava radicada no nosso país, a edição deste ano do FolkLoures vai contar com a participação do Grupo de Danças e Cantares da Madeira, Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba – Alentejo, do Grupo Folclórico O Cancioneiro de Ovar – Beira Litoral e ainda com representações da Estremadura e Brasil que divulgaremos oportunamente, para além do anfitrião Grupo Folclórico Verde Minho.
Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.
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A 30ª Edição da Feira Internacional de Artesanato (FIA) Lisboa 2017 arranca já no próximo dia 24 de Junho, nos pavilhões da FIL, em Lisboa. O certame prolonga-se até ao dia 2 de Julho. Trata-se da maior festa intercultural na Península Ibérica e a segunda maior da Europa. A iniciativa é organizada pela Fundação AIP e conta com o apoio do IEFP.
Ao longo da sua história, este evento tem promovido todas as regiões e suas culturas, mobilizando as especificidades locais em prol do desenvolvimento nacional e crescimento económico.
A Feira Internacional de Artesanato assume-se como uma plataforma de excelência para a promoção do desenvolvimento regional e das culturas locais por via do artesanato, da gastronomia, das actividades culturais e turísticas, do património e recursos naturais e fontes de sustentabilidade da economia local, tendo aperfeiçoado, ao longo dos seus 30 anos de história, a simbiose entre economia e cultura, tradição e inovação.
Em destaque, estarão áreas de exposição como o Espaço Design Nacional by LxD – Lisboa Design Show, que irá promover peças de joalharia, vestuário, calçado, mobiliário, entre outros. Contará ainda com a Semana da Gastronomia Tradicional.
A edição do ano anterior contou com um vasto programa que incluiu exposições temáticas, prémios e concursos, ateliês, workshops, actuações musicais, jogos tradicionais e conferências. A FIA trouxe à capital, durante 9 dias, profissionais e apreciadores dos ofícios artesanais, artes e design, agentes da área da gastronomia tradicional, bem como interessados no artesanato enquanto manifestação cultural.
Associatia grupul folcloric "Mioriţa" Consiliul va pe 1 iulie, pentru a participa la FolkLoures 17-întâlnire de culturi, o iniţiativă de mare caracter tradiţional organizat de ansamblul folcloric verde Minho în colaborare cu municipalitatea din Loures, au loc cu ocazia festivităţilor de municipiu Loures. Acesta este un eveniment care se concentrează pe folclorul regiunii locale şi chiar din întreaga ţară şi comunităţi care constituie mozaic sociale şi culturale a regiunii, contribuie la includerea şi promovarea păcii între popoare prin cultura lor tradiţională.

Format de moldoveni şi lor descendenţi ai imigranţilor în ţara noastră, Associatia "Mioriţa" Consiliul are sediul în Barreiro şi reprezintă obiceiuri tradiţionale a poporului din Republica Moldova.
Situat în Europa de Est, Moldova are frontierele cu Ucraina și România. În secolul al XV-lea, Moldova – oficial Republica Moldova – a ocupat întreaga regiune a Basarabiei, Moldova și Bucovina, care constituie o mare putere regională.

Ca rezultat al istoricului tulbure care a inclus perioada feudală, Tratatul de la București din 1812 care estetic teritoriul dumneavoastră, depunerea Basarabia Rusiei și, ulterior, independenţa României şi vă unificarea cu Republica Moldova este în prezent controversate, definirea identităţii lingvistice şi etnice între moldoveni şi români.
Dincolo de grupul de folclor Associatia "Mioriţa" Consiliul în reprezentarea Comunitatea moldovenească îşi are rădăcinile în ţara noastră, acest an FolkLoures va conta cu participarea grupului de dans şi cântând, Corul secerătorii Cuba-Alentejo, ansamblul folcloric Cancioneiro de Ovar-Beira Litoral şi Estremadura reprezentări şi Brazilia să dezvăluie în timp util. În plus faţă de grup folcloric verde Minho gazdă.
Mai mult decât orice alte manifestări culturale şi sportive este folclor sub formă de expresie culturală care contribuie cel mai bine pace între popoare, cu privire la diferenţele şi identitatea lor.
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A Historiadora e Museóloga Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção profere uma palestra subordinada ao tema “Usos e Costumes Tradicionais da Região Saloia”, a ter lugar no Auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, no dia 24 de Junho, pelas 15h30. A iniciativa insere-se no programa do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas que se prolonga até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar um grandioso festival de cultura tradicional no Parque da Cidade, em Loures.
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O Palácio doa Marqueses da Praia e Monforte encontra-se instalado junto ao Parque da Cidade e trata-se do local onde reúne a Assembleia Municipal de Loures, dispondo das melhores condições para a realização de palestras e conferências.
A Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção é historiadora e museóloga, Mestre em História Regional e Local pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É autora de programas museológicos, reformulações de programas e criação de serviços inovadores. Conceção científica do Centro UNESCO A casa da terra. Comissária de exposições de vária índole com museografia de inclusão e género.
Tem como áreas científicas preferenciais a História Local, Saúde, Património industrial (com destaque para Fábrica de Loiça de Sacavém, Oliveira Rocha/Oliveira do Bairro), Património Cultural Imaterial, Património Religioso /obra de arte total – Cripto -história. Exerceu voluntariado na Igreja Matriz de Bucelas com descobertas de cariz científico sobre entalhador, Francisco Lopes. (Artigo no prelo). Musealização da Igreja e interpretação dos espaços em visitas.
Pelo seu trabalho, tem recebido várias distinções de Mérito Cultural e Prémios no campo da Museologia a nível nacional e internacional.
Nesse mesmo dia e local, terá ainda lugar outra iniciativa cultural integrada no programa da edição deste ano do FolkLoures, a qual contamos divulgar muito brevemente. Trata-se, pois, de um programa cultural rico e diversificado que, sob o impulso e capacidade organizativa do Rancho Folclórico Verde Minho, catapulta o concelho de Loures para a ribalta da cultura tradicional portuguesa.
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A magnífica paisagem perdejante da Quinta das Conchas, junto ao Lumiar, foi hoje o cenário escolhido para a realização de mais um festival de folclore organizado pela Casa do Minho em Lisboa.
Para além do grupo anfitrião, o Rancho Folclórico da Casa do Minho, participaram ainda o Rancho Etnográfico de Ribeirão – Vila Nova de Famalicão; o Rancho Folclórico Regional dos Foros de Salvaterra – Salvaterra de Magos; o Rancho Folclórico da Casa do Povo de Souselo – Cinfães e o Grupo Folclórico os Camponeses de Vila Nova – Coimbra.
O s numerosos espectadores procuraram as sombras do parqua para se abrigarem do sal abrasador que se fez sentir ao longo da tarde mas não arredou pé porque o programa e grupos convidados prometiam um espectáculo de qualidade.
Registando uma dinâmica imparável, a Casa do Minho prepara já a realização da Romaria Minhota no próximo mês de Setembro, nos jardins da zona monumental de Belém, entre a Praça do Império e a Praça Afonso de Albuquerque, em Lisboa.
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O Museu Municipal de Loures inaugura no dia 24 de Junho a exposição temporária “A Evolução ds Concertina”, a qual ficará patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira), com entrada gratuita. Os visitantes têm ainda a oportunidade de visitar a exposição permanente do Museu Municipal de Loures que inclui uma magnífica colecção de carroças tradicionais da região saloia.
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O Museu Municipal de Loures encontra-se instalado na Quinta do Conventinho, sita na Estrada Nacional, 8, em Santo António dos Cavaleiros, a escassos 4 quilómetros de Loures, um edifício conventual contruído na segunda metade do século XVI.
Constituído em 26 de julho de 1998, o Museu encontra-se instalado no 13.º convento dos frades franciscanos da Província de Santa Maria da Arrábida, apresentaposições de exposições de temática arqueológica e etnográfica, com o intuito de dar a conhecer a realidade e a vivência das populações rurais do município de Loures, assim como a sua história. Possui duas salas de exposições, oficinas, reservas visitáveis, um centro de documentação especializado em história local, loja, cafetaria com esplanada, parque de estacionamento e acesso para pessoas com mobilidade reduzida.
O FolkLoures apresenta um programa cultural rico e diversificado que, sob o impulso e capacidade organizativa do Rancho Folclórico Verde Minho, catapulta o concelho de Loures para a ribalta da cultura tradicional portuguesa.

FOLKLOURES'17 - Encontro de Culturas
PROGRAMA
Dia 24 de Junho
- 16 horas. Inauguração da Exposição "A Evolução da Concertina". Museu Municipal de Loures.
A exposição está patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira)
Entrada gratuita
- 16h30 horas. Palestra sobre "Usos e Costumes tradicionais da Região Saloia", pela Dr.ª Ana Paula de Sousa Assunção, a ter lugar no Auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, no dia 24 de Junho, pelas 15h30.
Dia 1 de Julho
- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas
- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional
- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício
GRUPOS PARTICIPANTES
Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil
Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo
Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho
Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral
Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura
Associatia Miorita Portugalia – Moldávia
Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia
Grupo de Danças e Cantares da Madeira – Madeira
MUSEU MUNICIPAL DE LOURES EXPÕE “CARROÇAS DA REGIÃO SALOIA”
O Museu Municipal de Loures participa no FolkLoures’17 com a realização de uma exposição subordinada ao tema “A Evolução da Concertina”, a ter lugar nas instalações do próprio museu, com inauguração prevista no dia 24 de Junho, pelas 16 horas. A exposição tem entrada gratuita e ficará patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira).
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A Historiadora e Museóloga Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção subordinada ao tema “Usos e Costumes Tradicionais da Região Saloia”, a ter lugar no Auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, no dia 24 de Junho, pelas 15h30. A iniciativa insere-se no programa do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas que se prolonga até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar um grandioso festival de cultura tradicional no Parque da Cidade, em Loures.
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O Palácio doa Marqueses da Praia e Monforte encontra-se instalado junto ao Parque da Cidade e trata-se do local onde reúne a Assembleia Municipal de Loures, dispondo das melhores condições para a realização de palestras e conferências.
A Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção é historiadora e museóloga, Mestre em História Regional e Local pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É autora de programas museológicos, reformulações de programas e criação de serviços inovadores. Conceção científica do Centro UNESCO A casa da terra. Comissária de exposições de vária índole com museografia de inclusão e género.
Tem como áreas científicas preferenciais a História Local, Saúde, Património industrial (com destaque para Fábrica de Loiça de Sacavém, Oliveira Rocha/Oliveira do Bairro), Património Cultural Imaterial, Património Religioso /obra de arte total – Cripto -história. Exerceu voluntariado na Igreja Matriz de Bucelas com descobertas de cariz científico sobre entalhador, Francisco Lopes. (Artigo no prelo). Musealização da Igreja e interpretação dos espaços em visitas.
Pelo seu trabalho, tem recebido várias distinções de Mérito Cultural e Prémios no campo da Museologia a nível nacional e internacional.
Nesse mesmo dia e local, terá ainda lugar outra iniciativa cultural integrada no programa da edição deste ano do FolkLoures, a qual contamos divulgar muito brevemente. Trata-se, pois, de um programa cultural rico e diversificado que, sob o impulso e capacidade organizativa do Rancho Folclórico Verde Minho, catapulta o concelho de Loures para a ribalta da cultura tradicional portuguesa.

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Ponte de Sor – Centro de Artes e Cultura. 17 de Junho (Sábado)
É já no próximo sábado: Os moinhos voltam a estar no centro das atenções: Dezenas de especialistas, empreendedores, moleiros, investigadores e autarcas de todo o país reúnem-se neste encontro bienal para passar em revista os projectos de reconstrução e revitalização económica e cultural dos moinhos tradicionais portugueses. Temas como a dinamização comunitária, o turismo sustentável, novos mercados e economia verde, tecnologias e engenhos tradicionais, misturam-se com histórias de moleiros contadas na primeira pessoa.
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Moinhos ' 2017
Após o sucesso do III Encontro em Albergaria-a-velha, em 2015, a Etnoideia organiza o IV Encontro Nacional de Molinologia dada a pertinência e urgência do tema na conjuntura atual.
A Câmara Municipal de Ponte de Sor é co-organizadora do encontro, perspectivando-se um programa de bom nível dado o rico património molinológico local e o dinamismo municipal na sua preservação e valorização de que destacamos a recuperação recente do Moinho de Vento de Foros de Arrão.
Porquê o Encontro?
Portugal precisa como nunca de desenvolver o seu interior e de qualificar as suas cidades. Os nossos moinhos são importantes ativos para o desenvolvimento sustentável, qualificação dos territórios, empreendedorismo ao nível das indústrias criativas e do turismo, por exemplo. Mas também para a construção da designada economia verde e para a qualificação ambiental das regiões e requalificação urbana, não esquecendo as importantes funções educativa, de lazer e de interação e coesão social. No entanto, o seu declínio acentuado pela crise e pelo envelhecimento dos detentores dos saberes tradicionais coloca em risco este importante património.
O que buscamos?
Por isso, mais do que nunca, é oportuno convocar a cidadania dos portugueses e as suas instituições autárquicas, associativas e económicas para a sua recuperação e valorização numa perspetiva de criação de riqueza e geração de oportunidades, tendo os jovens como prioridade e a estratégia Portugal 2020, em que os moinhos se integram claramente, como oportunidade de financiamento e ativação de processos de desenvolv-mento comunitário de base local integrando os moinhos tradicionais portugueses nas novas soluções para os territórios.
O IV Encontro Nacional de Molinologia desenvolve-se em duas vertentes. Por um lado, na recolha, aprofundamento e partilha do Saber e do Saber Fazer tradicionais ao nível da Etnotecnologia e da Molinologia Portuguesa. Por ou-tro, na apresentação e reflexão conjunta de projetos de desenvolvimento envolvendo a reabilitação e valorização de moinhos tradicionais em Portugal.

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Existem projetos que são de imediato reconhecidos e aclamados pelo público e pela crítica, e outros que levam uma vida a ser digeridos e apreciados como é suposto. João C. Sousa, o “viajante temporal” que se deu a conhecer em 2016 com um muito intrigante “How To Switch Dimensions”, alinha pela segunda ala: talvez incompreendido, decididamente em contraciclo com as propostas generalistas e facilmente descodificáveis dos nossos dias.
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Depois da exploração entre realidades paralelas em “How to Switch Dimensions” e das experiências sónicas e científicas de “Emoto’s Water”, chega a vez de entrarmos na órbita de “Planet Nine”, corpo celeste de atmosfera cerrada, repleto de mistérios por decifrar, que encerra a odisseia sonora do disco.
“How to Switch Dimensions”, a mais imersiva e arrojada proposta da Music For All, encontra-se disponível em edição física e digital em plataformas como a Apple Music, Spotify, Amazon ou The Store. Para explorar sem reservas.
João C. Sousa é um compositor do Porto com um grande fascínio pelo mundo audiovisual.
Desde a adolescência que compõe e grava a música que faz, tendo inclusivé feito parte de várias bandas de garagem em contexto pop. Em criança iniciou-se no estudo do piano na escola de Jazz do Porto, tendo já em adulto dedicado-se ao violoncelo, no Conservatório de Música da Maia.
Ao longo do seu percurso, João C. Sousa tem tido a oportunidade de musicar cinema e publicidade. Em 2005 foi agraciado com o prémio “Novos Criadores” na categoria de composição musical. Em 2007 compôs a banda sonora original para a longa-metragem “Sombras- Um Filme Sonâmbulo” de João Trabulo sobre os universos multifacetados do poeta Teixeira de Pascoaes. Em 2013 assinou a música para o spot publicitário do IIIº Festival Internacional de Cinema (CINECOA) e para a exposição “3 Mini” realizada na “Máquinas de Outros Tempos”. Dois anos mais tarde compôs a música para o vídeo promocional de suporte ao livro de fotografia de Júlio Aires intitulado “6:30 a.m.”.
Melómano confesso, conserva na sua redoma intocável figuras como Bach, Purcell, Rameau, Laurie Anderson, John Lurie, Jeff Buckley, Kraftwerk, Einstürzende Neubauten, Swans, Depeche Mode, Dead Can Dance, Coil ou os portugueses Noiserv, Clã e Madredeus. Acalenta ainda o sonho de poder vir a compor para teatro e para videojogos.
No final de 2017 edita o seu primeiro longa-duração, intitulado “How to Switch Dimensions”.
Em Junho todos os caminhos vão dar à Travessa do Corrupio. A banda que se estreou em Março último com “Resumo”, registo que recolhe múltiplas influências do universo do jazz, rock e folk, combinando-as com a alma da música tradicional portuguesa, apresenta agora o seu primeiro trabalho ao vivo nas FNAC de Alfragide (2 de Junho) e Vasco da Gama (18 de Junho).
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Oportunidade ideal para escutar em estado natural temas como “A Vida (O Início)” e “O Amor É Assim”, disponíveis em plataformas digitais como a The Store, Amazon, iTunes e Google Play.
O projecto que hoje conhecemos como Travessa do Corrupio nasceu, em abono da verdade, para uma só noite. Luis Sales, filho da primavera quente de 1975, tinha um objectivo bem definido para 2015: criar uma banda que o acompanhasse num concerto especial. Luis, que anteriormente havia participado em diversos projectos musicais (tendo inclusivamente integrado o álbum “Novos Talentos Fnac”, de 2009, e a edição de 2010 do Festival Termómetro) mal sabia que o concerto que tanto ansiava quanto temia mudaria a sua vida.
O primeiro elemento contactado foi André Correia, amigo de outras lides, que prontamente aceitou o desafio e a ele se juntou no necessário trabalho de composição e aperfeiçoamento dos esboços já criados e pensados por Luis. Tendo sido aluno da Escola de Música do Conservatório Nacional, na vertente de órgão, frequentado diversos workshops de bateria e participado em alguns projectos de pop/rock André detinha a porção ideal de talento, experiência e irreverência.
Por sua vez Raquel Bastardo ficou com os teclados a seu cargo e é a única presença feminina da banda. Fascinada desde sempre pelo poder do piano, estudou-o desde bem cedo, chegando mesmo a frequentar até ao quinto grau o curso livre de piano da Academia de Amadores de Música. Mas a música não é a sua única paixão: é também professora, guia turística e exerce a profissão de bióloga.
A guitarra passou a ser da total responsabilidade de Emanuel Carvalho, oriundo de Vilar Formoso, que iniciou o seu percurso no mundo da música no Grupo de Cordas da terra que o viu nascer. Pelas suas mãos passaram guitarra clássica, guitarra baixo, bandola, bandolim e braguesa. Já em Lisboa integrou o Grupo Coral Lisboa Cantat e o grupo coral de câmara da Escola Superior de Educação de Lisboa.
Quando sobem a palco os Travessa do Corrupio contam ainda com a presença de um contrabaixista, um elemento precioso que ajuda a abrilhantar cada apresentação ao vivo das suas melodiosas composições.
Quando o quinteto se desloca ao Alentejo para gravar os temas em questão já o calendário assinalava a chegada do terceiro mês do ano de 2015. Seria preciso mais um mês para que os onze temas gravados ganhassem vida no palco do Teatro Turim, tendo a sala sido pequena para receber todos aqueles que queriam presenciar a estreia da banda a que hoje chamamos de Travessa do Corrupio.
O balanço dessa noite foi tão positivo que todos os elementos aceitaram rapidamente a ideia de não desfazer aquilo que o talento, e o acaso, tinham unido. E assim, por entre um ano de composições, ensaios e um concerto especial começou oficialmente um dos projectos mais entusiasmantes da música lusitana.
Movendo-se nas pródigas águas onde o jazz e a música clássica se encontram com o rock e o folk os Travessa do Corrupio criaram uma linguagem própria que honra as origens e tradições lusitanas. Aqui contam-se histórias de amor e desamor. De saudade. De ilusões
mas também de desilusões. Na Travessa do Corrupio o tempo corre devagar, ao sabor do rio em direcção ao mar. Esta é uma Travessa que fica bem no centro do Corrupio que é a vida.
O PAN – Pessoas-Animais-Natureza apresenta hoje duas denúncias à Comissão Económica das Nações Unidas para a Europa (UNECE) pelo incumprimento das Convenções de Espoo e Aarhus sobre o prolongamento da vida útil da Central Nuclear de Santa Maria de Garoña, perto de Burgos.
A Nuclenor, SA requereu o prolongamento da vida útil da Central Nuclear de Santa Maria de Garoña até 02 de Março de 2031, urge atuar para que as ilegalidades cometidas no decorrer deste procedimento de prolongamento da vida útil da Central Nuclear sejam analisadas e travadas por quem de direito.
“O governo português desconsiderou, até agora, a resolução aprovada na assembleia da república, proposta pelo PAN, para denunciar Espanha junto do Secretariado da Convenção de Espoo pela inexistência de comunicação a Portugal das intenções de prolongamento da vida útil da Central Nuclear de Santa Maria de Garoña, assim como da inexistência de um Estudo de Impacto Ambiental (EIA) transfronteiriço”, defende André Silva.
O prolongamento do ciclo de vida da Central Nuclear de Santa Maria de Garoña comporta riscos transfronteiriços significativos para o meio ambiente e para a saúde pública, sendo que a Convenção de Espoo prevê que este tipo de decisões seja precedida de um Estudo de Impacte Ambiental Transfronteiriço que, há semelhança do que aconteceu com Almaraz, não foi realizado. A referida Convenção prevê também que os Estados que possam ser afetados por tal decisão sejam notificados para o efeito o que não sucedeu com Portugal. Acresce ainda que a Convenção de Aarhus prevê que durante o procedimento de tomada de decisão sobre o prolongamento do funcionamento de uma central nuclear haja participação do público, o que neste caso concreto não ocorreu, pois os portugueses não tiveram acesso à informação sobre esta matéria.
No início do ano o PAN apresentou avançou com duas denúncias formais à mesma entidade pelo incumprimento destas convenções no seguimento da decisão do Governo espanhol de aprovar a construção de um armazém de resíduos nucleares na central nuclear de Almaraz. A Comissão Económica das Nações Unidas para a Europa (UNECE) reagiu em Abril às denúncias apresentadas pelo PAN nomeando a comissária Nadezhda Zdanevich para apresentar, até 15 de agosto de 2017, a sua análise das informações fornecidas pelo PAN.
O “Chapa Zero” vai proceder ao lançamento do novo álbum "Fia-te na Virgem e Não Corras", e do single de lançamento "Zumba na Caneca". Link "Zumba": https://www.youtube.com/watch?v=D9AczGaG7y4 O CD será lançado no dia 16 de Junho 2017 (próxima 6ª feira), com o selo "A Moca da Foca", produzido pelo Emanuel Ramalho (Peste & Sida).
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ALINHAMENTO
A banda surgiu devido à necessidade de agredir verbalmente (com mais ou menos ternura, conforme o caso) certos sectores da nossa sociedade que precisam de um abanão valente. E sob a forma de música é mais agradável!
Seguindo-se ao disco de estreia “Chapa Zero” de 2013, “Fia-te na Virgem e Não Corras” foi gravado no decurso de 2016, com o produtor Emanuel Ramalho (Peste & Sida) nos estúdios "Aqui Há Gato" em Lisboa.
A cantora paulista de voz melíflua que chegou até nós pela graça e encanto de “Desconstrução”, prepara a sua vinda a Portugal já no início do mês de Julho para uma mini-digressão de apresentação a “Um”, o registo de estreia.
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Integrante da nova leva de cantautores MPB, Ana Luísa Ramos recolhe também influências de música erudita e do universo do jazz, uma mistura alada que já lhe valeu elogios de publicações especializadas como as inglesas Folk Radio e Buzzin Music ou as norte-americanas Music For Lunch e The Vinyl District.
A digressão visitará locais como a Pensão Amor e o TOCA, com os restantes espaços a serem confirmados brevemente. Oportunidade ideal para conhecer uma das mais promissoras vozes do panorama musical de São Paulo.
Nascida na localidade de Ribeirão Preto e radicada em São Paulo, Ana Luísa Ramos tem-se vindo a destacar tanto no cenário lírico quanto no popular. Com um repertório que vai da música erudita ao jazz e à Música Popular Brasileira (MPB) e com estudos feitos em países como Brasil, Argentina e Áustria, a cantora possui uma versatilidade raramente vista e uma voz melíflua.
Aos 9 de idade ingressou no Coral Infantil da Cia de Ópera Minaz e três anos mais tarde fez a sua estreia como solista da “Missa Brevis” de Mozart. Em 2001 participaria na ópera “La Traviata” de Verdi e no ano seguinte interpretou a personagem Terezinha na montagem da Ópera do Malandro que repetiria em 2006 no Theatro Pedro II. Em 2007 fez parte do Coral do Estado de São Paulo e entre 2011 e 2012 integrou o sexteto vocal feminino Bocca Chiusa.
Após acompanhar o cantor e compositor Eric Taylor Escudero na sua mini digressão europeia, Ana Luísa Ramos fez parte da banda que gravaria o álbum de estreia do músico em Austin, Estados Unidos. Já no ano de 2015 participou na gravação do DVD de Natal de Agnaldo Rayol e em 2016 realizou o espetáculo de abertura de Toquinho na Catedral Anglicana de São Paulo. Na recta final de 2016 a artista editou o seu primeiro registo a solo – “Um” – constituído por canções autorais e por releituras de músicas consagradas do universo do jazz e da MPB.
A cantora já viu o seu talento reconhecido fora de portas, tendo recolhido elogios por parte de publicações especializadas como as inglesas Folk Radio e Buzzin Music ou as norte-americanas Music For Lunch e The Vinyl District.
Já se devem ter cruzado com os Wellman. Um grupo de cinco talentosos jovens a fazer da melhor música pop despretensiosa e orelhuda da atualidade, valiosa no conteúdo e certeira na forma como é entregue aos ouvintes.
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Se “Riverside” e “Distance” os colocaram no mapa, “Tell Me”, o 3º single extraído do longa-duração de estreia – “Shrimp” – confirma as melhores expetativas: pedaço de pop/rock terno e confessional que poderia figurar no catálogo de John Mayer ou Ed Sheeran. A canção surge acompanhada de um vídeo captado ao vivo na última edição do Sofar Sounds Lisboa, em Abril passado.
Enquanto isso, “Shrimp” continua disponível em edição digital em plataformas como a The Store, Amazon, iTunes e Google Play com o selo da Music For All.
Os Wellman nasceram ao mesmo ritmo da amizade de Afonso Teixeira (vocalista), Afonso Lima (guitarrista), José Miguel Saraiva (baixista), Mateus Carvalho (saxofonista) e Francisco Marcelino (baterista).
Afonso Teixeira apresentou aos restantes membros uma série de originais que desejava que tivessem outra roupagem. Inicialmente apenas com o intuito de conferir às músicas uma outra dimensão, os cinco acabaram por "recriar" as mesmas. Em Junho de 2016, surgiu a oportunidade de ir a estúdio gravar os temas e aquilo que começou por ser uma forma de descontração da vida universitária sem qualquer divulgação pública, passou a ser uma verdadeira banda, à qual Afonso Teixeira emprestou o seu nome artístico (Wellman).
O quinteto que se move nos meandros da pop/rock com leves influências folk, assume com orgulho a sua sonoridade viciante, envergando sempre um sorriso cativante e uma alegria contagiante. No primeiro semestre de 2017 editaram o seu primeiro longa-duração homónimo.
Surgido na sequência da Revolução Francesa na segunda metade do sécul XVIII, o nacionalismo constitui uma doutrina fundada nos valores de uma nação – do latim natio ou natus que significa nascido – que remetem para a existência de uma comunidade estável, com existência histórica estabelecida, numa identificação étnica definida, baseada num território, numa língua comum e com aspirações materiais e espirituais próprias.
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Por outras palavras, constitui uma comunidade geralmente pertencente ao mesmo grupo étnico, tendo como elementos de identidade o idioma, os usos e costumes, tradições e religiosidade que fazem com que um povo possua uma consciência nacional.
O nacionalismo foi, pois, uma criação do Romantismo que, entre outros aspectos, valorizou as tradições populares, o folclore, os contos tradicionais e a elevação dos sentimentos de identidade como meio de formação dos Estados-Nação que emergiram no século XIX com a desagregação dos grandes impérios, dando origem entre outros à unificação da Itália e da Alemanha e às independências políticas da Grécia face ao Império Otomano.
Por conseguinte, o nacionalismo funda-se na identidade de um povo, considerando a sua própria maneira de ser distinta, mas não tendo necessariamente a ver com preconceitos de racismo ou xenofobia mas, antes pelo contrário, atende à diversidade de culturas dos povos, às suas naturais diferenças, condição indispensável para o estabelecimento de relações de harmonia com base no respeito mútuo. O nacionalismo não tem pois, nada a ver, com ambições imperialistas que levam à subjugação de outros povos e nações, ainda que o mesmo seja indevidamente utilizado de forma exacerbada para instrumentalizar os povos nesse sentido.
Porém, sendo o Estado a organização política da nação, tende por vezes o nacionalismo a confundir-se com o patriotismo. Na realidade, este remete para os valores da Pátria ou seja, a terra paterna (Pater) à qual nos sentimos ligados por vínculos afectivos, históricos e culturais, em virtude de nos ter legada pelos nossos antepassados com a obrigação de os transmitirmos aos vindouros (Património). É, pois, essa a razão porque se estabelece o princípio segundo o qual a Pátria não se discute!
Na realidade, o patriotismo é, pois, uma espécie de religião cívica destinada a cultivar a adoração aos símbolos do Estado, os seus hinos, bandeiras e símbolos oficiais, instituições e datas celebrativas, seguindo uma liturgia assente nas suas próprias datas festivas, tal como outrora sucedia no Império Romano.
Mas baseando-se o nacionalismo no carácter específico de um povo e uma nação, com respeito pela sua História, cultura e tradições da qual fazem parte nomeadamente a sua religiosidade, idioma e folclore, em diferenciação relativamente a outros povos, não pode jamais ser entendido como uma ideologia de acordo com modelos importados de outras nações.
A nacionalismo português funda-se no reconhecimento da entidade de Portugal e da Galiza como constituindo a mesma nação, separada embora por fronteiras políticas de dois estados. Mas também na universalidade que historicamente nos une a outros povos com os quais constituímos actualmente uma enorme comunidade linguística e afectiva, espalhada pelos mais diversos continentes, desde Àfrica e Àsia até ao continente americanos e aos confns da Oceânia.
Na realidade, qualquer tentativa de confundir o nacionalismo português com manifestações de supremacia racial ou xenofobia são tão desonestas como aquelas tentativas insidiosas de o associar precisamente a estas formas de expressão imitadas de modelos ultrapassados e completamente estranhos à nossa maneira de ser como povo. É que na realidade não existem nacionalismos bons e maus consoante a ideologia política que num determinado momento lhes está associado e, sobretudo, a simpatia que determinadas forças políticas lhe dispensam.
A ganância do capitalismo está a destruir a identidade dos povos, padronizando os seus hábitos de acordo com os seus próprios interesses. A pretexto do sucesso profissional mais não tem feito do que criar no mundo ocidental uma autêntica geração de escravos que abdicam da sua própria felicidade e constitui uma das causas responsáveis pela drástica redução dos índices de natalidade, contribuindo para o despovoamento do interior e a quebra demográfica.
É ainda a gula deste sistema económico que leva à transferência das estruturas industriais da Europa para os países do chamado Terceiro Mundo onde o custo da mão-de-obra é miserável ao mesmo tempo que fomenta o ciclo das migrações através da fomentação do desemprego.
É pois, no modelo de sociedade capitalista e não no nacionalismo que reside a origem do racismo, da xenofobia e do fomento das guerras entre os povos porque é fundado num sistema de exploração cruel que não respeita a liberdade dos povos e a soberania das nações no respeito pelas suas diferenças culturais, fazendo das diferentes correntes políticas – à esquerda e à direita – seus mais submissos serventuários!
De nada valerá manter índices demográficos quando estes não são assegurados pelo nosso próprio povo que, conforme os dados estatísticos, parece condenado à extinção física e perda da sua identidade nacional.
Carlos Gomes
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Arcuense Daniel Sousa mostrou como se toca a concertina e canta ao desafio no Alto Minho
Termina hoje a primeira edição da recriação da feira rural e mercado à moda antiga que durante três dias consecutivos animou o centro histórico na vila de Oeiras.
A tarde deste domingo ficou marcada pela animada actuação dos cantadores ao desafio e tocadores ao desafio e ainda uma recriação do costume local que dá o nome ao Grupo de Folclore As Lavadeiras da Ribeira da Lage ou seja, a lavagem manual da roupa nas outrora límpidas águas da ribeira que atravessa a localidade da Lage.
Como outrora sucedia quando procediam à entrega da roupa depois de lavada às senhoras da aristocracia e da burguesia local, a lavadeiras da Lage chegaram de charrete puxada a dois cavalos, com as suas enormes trouxas, ali recriando um quadro etnográfico que divertiu os presentes para além de recordar um costume de Oeiras.
Mas os cantares ao desafio dominaram a tarde e, como era de esperar, o exímio tocador de concertina e cantador arcuense Daniel Sousa foi a estrela da festa, mostrando como se toca e canta a sério à boa maneira do Alto Minho.
Por sua vez, o Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega trouxe para o centro histórico de Oeiras as danças de terreiro do Minho, com as suas chulas, “espanhol” e canas-verdes.
Esta edição da feira rural e mercado à moda antiga em Oeiras foi uma organização conjunta do Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega, do Rancho Folclórico "Flores da Beira" e do Grupo de Folclore "As Lavadeiras" da Ribeira da Lage e contou com o apoio da Câmara Municipal de Oeiras.
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“Fikl. Portuguese Storylines”
Exposição de pintura no Palácio Nacional da Ajuda
No fim-de-semana em que se celebra o dia de Portugal, nada melhor do que aproveitar e visitar um dos principais museus nacionais, o Palácio Nacional da Ajuda, onde está patente a exposição “Fikl. Portuguese Storylines” de Gheorghe Fikl, um dos mais conceituados pintores Romenos da actualidade.
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À semelhança do que aconteceu com o projecto “Joana Vasconcelos” em 2013, o Palácio Nacional da Ajuda volta a integrar na sua colecção permanente, as obras de uma exposição temporária, criando ambientes de perfeita harmonia entre quadros e o cenário palaciano. Assim, e até 31 de Agosto, será possível conhecer as criações de Gheorghe Fikl e a simbologia do seu trabalho em “Fikl. Portuguese Storylines”.
Esta exposição surge no âmbito da celebração de 100 anos de relações diplomáticas luso-romenas, onde a Embaixada da Roménia, o Instituto Cultural Romeno, a Fundação Bonte e a Direção Geral do Património Cultural se uniram para trazer “Fikl. Portuguese Storylines”, de Gheorghe Fikl, ao público Português.
Gheorghe Fikl é um dos mais conceituados artistas romenos contemporâneos. Munido de uma mestria pictórica exemplar, Fikl cria um universo visual sumptuoso e perturbador através de uma série de composições com vários revestimentos simbólicos em que animais angustiantes e de grande porte - touros, pavões, cães e ovelhas - são estranhos ocupantes de espaços surrealistas, com um hedonismo violento e trágico, que proporciona tantos outros contextos de reflexão sobre a condição humana em tempo pessoal e histórico.
Aberta ao público até 31 de Agosto, no Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, e parte integrante do programa ARCO Lisboa, a exposição reúne pinturas de tamanho monumental e obras digitais de importantes coleções privadas (coleção da Fundação Bonte, do Príncipe Carlos de Gales, entre outras), que serão apresentadas em Lisboa graças ao apoio oferecido pelo colecionador Alain Bonte.
A exposição estará aberta todos os dias, das 10h00 às 18h00 (última entrada às 17h30). À quarta-feira, o Palácio Nacional da Ajuda encontra-se encerrado.
Sobre o artista – Gheorghe Fikl
Gheorghe Fikl é um dos mais impressionantes artistas romenos contemporâneos pela crescente valorização do seu trabalho e interesse por parte dos colecionadores. Estudou na Universidade de Arte e Design de Cluj-Napoca (Roménia) e na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Oeste de Timisoara, sua cidade natal, tendo-se graduado em 1998 com uma tese que se encontra, desde essa altura, em exposição permanente naquela Faculdade. Incentivado pelo Professor Romul Nuţiu, Fikl formou-se inicialmente na área da experimentação e instalação, com trabalhos inovadores em técnicas mistas, de grande originalidade de ideia e de execução. Com exposições individuais de pintura e fotografia em Timisoara (incluindo a mais recente, no Museu Nacional de Arte, que contribuiu de forma decisiva para a candidatura vencedora da cidade a Capital Europeia da Cultura), Bucareste, Luxemburgo e Nova Iorque, Gheorghe Fikl destacou-se em leilões com transações valiosas, tendo, desta forma, entrado em importantes coleções privadas na Roménia, EUA, Portugal, Grã-Bretanha (incluindo a coleção do Príncipe Carlos de Gales), França, Andorra, Luxemburgo, Alemanha. Vive e trabalha em Timisoara, Roménia. Desde 2016 o artista é representado pela galeria AnnArt.
Os contentores subterrâneos de resíduos sólidos existentes junto à estação da CP de Rio de Mouro e à praça de taxis ali existentes estão a ser substituídos pelos velhos e monstruosos contentores que desfiguram a paisagem urbana daquela vila do concelho de Sintra.
Esta situação verifica-se simplesmente porque foi entretanto contratada uma empresa privada – a SUMA – que não dispõe equipamento adequado para o efeito, apesar de assegurar “o cumprimento dos mais exigentes requisitos de qualidade nos serviços de recolha e transporte e no recurso aos equipamentos tecnologicamente mais avançados” como refere no seu site oficial.
Autênticos “comboios” de contentores de lixo conferem a esta localidade com estatuto de vila uma imagem mais própria de um bairro degradado de subúrbio. Não raras as vezes, o vento intenso de noroeste, vulgo nortada, que todos os anos faz-se sentir na região desde o início da Primavera até aos fins de Outono, arrasta os contentores para a estrada, colocando em risco a segurança rodoviária.
A localização dos mesmos nos passeios destinados aos peões impede a sua circulação em condições de segurança, incluindo crianças e pessoas com mobilidade reduzida.
Perante o cenário de substituição dos contentores subterrâneos pelos velhos caixotões, é caso para dizer que Rio de Mouro anda de cavalo para burro!...
Está a decorrer no centro histórico de Oeiras a recriação de uma feira rural e mercado à moda antiga onde não faltam os valhos ofícios como o alfaiate, o farrapeiro, o santeiro, a doceira, o fumeiro e queijeiro, o construtor de castanholas, a tecedeira, a bordadeira e o fotógrafo "a la minuta".
Trata-se de uma organização conjunta do Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega, do Rancho Folclórico "Flores da Beira" e do Grupo de Folclore "As Lavadeiras" da Ribeira da Lage que conta com o apoio da Câmara Municipal de Oeiras.
E porque, naquele concelho dos arredores de Lisboa, convivem actualmente minhotos, beirões, transmontanos, ribatejanos com os anfitriões saloios que um dia ali os acolheram, aliás bem representados nos vários ranchos folclóricos que organizaram o evento, a Feira Antiga mostra de tudo um pouco das mais diversas regiões do país.
Doçaria e especialidades grastronómicas do Minho e da Beira Alta, o baile saloio e a recriação de uma desfolhada tradicional à moda do Minho, bandas de música, rusgas minhotas e cantares ao desafio, de tudo um pouco se pode provar e apreciar nesta animada feira na vila de Oeiras. E não faltaram sequer os garotos a jogar com a trapeira…
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Começa amanhã a I Feira Rural e Mercado à Moda Antiga de Oeiras.
Nma organização conjunta do Grupo de Folclore das Terras da Nóbrega, do Rancho Folclórico "Flores da Beira" e do Grupo de Folclore "As Lavadeiras" da Ribeira da Lage, as artes e ofícios tradicionais de outrora descem ao Centro Histórico de Oeiras.
Como em qualquer feira antiga, vamos ter o alfaiate, o farrapeiro, o santeiro, a doceira, o fumeiro e queijeiro, o construtor de castanholas, a tecedeira, a bordadeira, o fotógrafo "a la minuta"... enfim, uma panóplia de mesteres que hoje em dia raramente se encontram e se vêem ao vivo!!
Haverá também:
- "Viras nos Jardins" onde poderão vir dançar a Chula, a Canaverde ou Vira connosco (sexta-feira, dia 9 a partir das 21 horas);
- um baile das Beiras à moda antiga (sábado, dia 10 a partir das 18 horas);
- a recriação de uma "desfolhada", um baile saloio e uma noitade de rusgas minhotas (sábado, dia 10 a partir das 20 horas); .
- bandas de música (sábado, dia 10 às 17 horas e domingo dia 11 às 11 horas);
- a recriação de uma "desfolhada", um baile saloio e uma noitade de rusgas minhotas (sábado, dia 10 a partir das 20 horas);
- bandas de música (sábado, dia 10 às 17 horas e domingo dia 11 às 11 horas);
- cantares ao desafio (domingo, dia 11 a partir das 17 horas);
e muito, muito mais!!!
Passado que está o tempo em que a cavala foi considerada um peixe menor, há que lhe voltar a dar a dignidade merecida. É por isso que é ela a protagonista de mais uma mostra gastronómica a realizar no Mercado Municipal da Ericeira nos próximos dias 10 e 11 de junho.
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Como já vem sendo hábito nestas mostras dedicadas a peixes nativos da região da Ericeira promovidas pela Câmara Municipal de Mafra e Nuno Nobre Consultoria, é agora a vez da cavala mostrar o que vale nas mãos dos chefs que vão surpreender com formas únicas de a preparar.
Da família da sarda e do atum, a cavala é um peixe de sabor intenso e que tem duas grandes qualidades. A primeira: por ser muito abundante na costa atlântica portuguesa, chega até nós com um preço acessível. A segunda: é um peixe azul, rico em ácidos gordos benéficos para a saúde, o que a torna uma aliada de peso no combate a doenças cardiovasculares.
Depois disto falta apenas aprender a tirar o melhor partido dela. Além de poder provar as várias sugestões propostas pelos 12 restaurantes locais que se associaram à iniciativa, poderá, no dia 10, aprender a cozinhar a cavala no showcooking do chef António Alexandre, do Endògenos, e do chef Paulo Matias do Grupo Porto Santa Maria. Ou, no dia 11, no showcooking da chef Patrícia Borges, da Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar – IPLeiria em representação da Docapesca.
E deixa-se conquistar pelo sabor e versatilidade de um peixe que merece ser visitar habitual à sua mesa.
Para mais informações, consulte o folheto informativo:
https://www.cm-mafra.pt/sites/default/files/cavala_folheto1.pdf
Revista de Marinha – edição 997 – Náutica de Recreio
Em contagem decrescente para a sua 1000ª edição, a Revista de Marinha lança o nº997, referente aos meses de Maio e Junho de 2017.
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Esta edição, intitulada Náutica de Recreio, tem especial foco nos desportos náuticos, como a Vela, o Remo e o Surf, com destaque para uma entrevista com o surfista português Nic Von Rupp, que compete actualmente com a elite mundial.
A revista conta também com variados artigos, como a celebração dos 125 anos do Instituto de Socorros a Náufragos, criado com o patrocínio da Rainha D. Amélia, o Sines Tall Ships Festival, a Volvo Ocean Race e Boatyard Lisboa. Pode também ser lida nesta edição, a crónica de Rui Castilho sobre a sua volta ao Mundo no Veleiro Allegro.
Destaque ainda para artigos sobre o mergulho e a fotografia subaquática, para os curiosos e um importante artigo sobre os cuidados a ter com vítimas de hipotermia em contexto SAR (Search and Rescue), de leitura obrigatória para os apaixonados pelo mar.
Sempre com o olhar posto na actualidade náutica e marítima portuguesa, a revista traz aos seus leitores relances do passado e espreitadelas ao futuro, de interesse, não só para os afiliados das forças armadas, mas também para todos aqueles que se interessam pela temática do mar.
A Revista da Marinha é bimestral e cada edição tem o custo de 4,5€, podendo assinar as suas 6 edições anuais por 22,5€, através de assinaturas@revistadamarinha.com.
A pedido dos moradores do típico bairro de Alfama, o arraial popular que ali se realiza só conta com música portuguesa.
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As festas e arraiais dos santos populares constituem uma tradição bem portuguesa onde se ouve preferencialmente o fado e se dança ao som das marchas e outras rapsódias populares. Porém, ao que tudo indica, há quem pareça confundir as nossas tradições com o ambiente próprio das discotecas e bares nocturnos onde prevalece a música importada, seja de origem anglo-saxónica ou outra. Na realidade, algumas vozes críticas mais não pretendem do que descaracterizar aquilo que é português, pertence ao nosso povo e é parte integrante da sua identidade. A esses, Miguel Coelho, Presidente da Junta de Freguesia de Santa Maria Maior, responde nestes termos:
«Este ano, correspondendo ao apelo de muitos moradores e da comissão de festas do arraial de Alfama, a Junta aceitou implementar um único sistema de som para controlar, sobretudo, o cumprimento da hora de fecho que era sistematicamente ultrapassada, muitas vezes por largas horas. Também nos foi pedido, e bem, que nos limitássemos à música portuguesa. Pergunto: qual é o mal? Quando há um espetáculo (e gosto muito) de, por exemplo, música africana, ou oriental - e temos ambos aqui na freguesia - deve-se exigir música portuguesa? Haja bom senso. Os arraiais e os Santos Populares são uma festa tipicamente portuguesa e, portanto, é natural que as pessoas queiram a música portuguesa. Sou, e tenho dado provas disso, pela promoção da "nossa" interculturalidade. Temos promovido e apoiado diversas manifestações culturais das diversas comunidades que aqui habitam e nos ajudam a construir uma freguesia fantástica, mas também não temos de ter vergonha em afirmar o que é genuinamente português, sobretudo em Alfama onde, por via da ganância de uns, se está a expulsar a população tradicional, a mesma que me pediu para durante os Santos só passássemos música portuguesa.»
Alunos de Mafra vencem competição nacional de alimentação saudável
A escola EB1 da Venda do Pinheiro em Mafra é a grande vencedora, a nível nacional, da 6ª edição do projeto "Heróis da Fruta - Lanche Escolar Saudável" uma iniciativa promovida pela APCOI - Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil.
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Concorreram mais de 900 escolas de todas as regiões do país, tendo o júri, composto por nomes de referência do panorama artístico português, avaliado e selecionado as canções mais originais para ensinar aos adultos os passos para uma vida saudável.
Sagraram-se ainda vencedoras as escolas de EB/PE Ribeiro de Alforra (Câmara de Lobos, Madeira), a EB1 de Vila do Bispo (Vila do Bispo, Faro), o Centro Escolar de Mouriz (Mouriz, Porto) e o Jardim de Infância de Estrebuela (Paredes, Porto).
O projeto "Heróis da Fruta – Lanche Escolar Saudável" é o maior programa gratuito de educação para a saúde em Portugal, concebido especificamente para motivar as crianças a adoptar e manter hábitos saudáveis de consumo de fruta, legumes e água na sua rotina diária.

Magnificamente situado fronte de Lisboa, na localidade de Cacilhas, o Ginjal desfruta de uma soberba vista panorâmica sobre o rio Tejo e a deslumbrante cidade das sete colinas, enxergando ao longe o bulício de uma cidade a abarrotar de turistas. Mas, na outra banda, o Ginjal é uma triste recordação de um passado cheio de vida, onde no velho cais se carregavam grandes quantidades de vinho, azeite e vinagre, produzidos na quinta e nos armazéns da família Teotónio Pereira, os quais eram inclusivamente exportados para outros países ou enviados para os antigos territórios ultramarinos.
A antiga azáfama cedeu o lugar à decadência e à ruína do local a ameçar derrocada. Uma situação que ameaça a segurança de quem ali circula, inclusivamente veículos automóveis, desafiando a sorte e indiferentes ao perigo… e aos avisos existentes no local!
O local é propriedade privada e existem projectos para a reabilitação do local. O Ministério do Ambiente, a Câmara Municipal de Almada e a Administração do Porto de Lisboa já fizeram várias vistorias ao local e concluíram pela necessidade urgente de intervenção nomeadamente nas estruturas do cais. Mas os anos passam e o Ginjal lá permanece, olhando de longe o esplendor da capital e do rio Tejo. Exibindo placas onde se lê “Perigo de derrocada”… a advertir para uma provável tragédia!
O Cais do Ginjal noutros tempos era assim...
Imagem aérea do cais do Ginjal, Cacilhas e parte da cidade de Almada
Armazéns da Família Teotónio Pereira, no Ginjal
Carregamento de vinhos, no Ginjal
Dos armazéns do Ginjar da família Teotónio Pereira saía vinho, azeite e vinagre
Toneis de vinho dos armazéns de Teotónio Pereira, no Ginjal
Carrinha com publicidade ao vinho do Ginjal, em Cabo Verde
Fotos: Arquivo fotográfico Administração Porto Lisboa; Arquivo Centro Arqueologia Almada/ família Teotónio Pereira
Os Ellefante são movidos pela necessidade de resgatar um elo entre as pessoas, os seus sentimentos e a sua relação com o mundo, intenção desde logo patente no seu cartão-de-visita ao público português. “Dor Que vai Durar” nasce da problemática das relações humanas combinadas com o desalento dos dias, pintados numa tela sonora que deve influências ao rock alternativo de grupos como The War On Drugs, Cold War Kids ou Young the Giant.
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O tema integra o projecto introdutório da banda de Brasília, “Mezanino Sessions”, e é o ponto de partida para a digressão nacional que farão no final de Setembro próximo com o apoio da Music For All, a tempo de apresentarem também o primeiro longa-duração, em fase final de preparação.
Os Ellefante são oriundos de Brasília e formados pelo vocalista e guitarrista Fernando Vaz, pelo baixista Adriano Pasqua e pelo baterista João Dito. A música do trio consiste numa proposta madura: a sensibilidade das harmonias e das melodias são uma mescla de música
brasileira, pop, blues e outras influências do rock alternativo que vão da folk aos ritmos africanos.
As músicas da banda são um convite subtil e criativo na quebra da neutralidade e da passividade dos sentidos. O propósito é falar de coisas simples que as pessoas vivem no seu quotidiano. Recomeço, escolhas, aprendizagem, evolução, auto-conhecimento, amores e desamores são temas que entrelaçam as letras e as melodias, fazendo um contraponto intemporal que cria o vínculo que une o ser humano. Eis que resgatar um elo entre as pessoas, os seus sentimentos e a sua relação com o mundo é o que move os Ellefante através da arte.
A estreia do trio ocorreu com a participação nas “Mezanino Sessions”, uma sessão ao vivo que convida o espetador a entrar num cenário aconchegante e rústico, carregado de elementos que dão azo ao lazer. O primeiro ato foi dado com o lançamento do single “Cartas Paraná” em Setembro de 2016. Em apenas três dias o vídeo superou as melhores expetativas, passando a barreira das 10 mil visualizações. Em Novembro do mesmo ano chegava o segundo capítulo, “Dor Que Vai Durar”, concluindo assim as “Mezanino Sessions”.
A principal apresentação da banda em 2016 deu-se no Sofar Sounds Brasília, um projeto nascido em Londres que decorre atualmente em mais de 300 cidades no planeta, e cujo momento se encontra eternizado no canal do Sofar Sounds Latin America no YouTube. Para 2017 a banda está confirmada no alinhamento do Atomic Music Festival (Brasil) em Julho no e no Lott Festival (Alemanha) em Agosto, evento em que representarão toda a América Latina em palco europeu, ao mesmo tempo que se preparam para embarcar numa digressão portuguesa em Setembro próximo com o apoio da Music For All. Até ao final do ano espera-se ainda a edição do primeiro longa-duração dos Ellefante.
Já o diz o ditado, “a festa comanda a vida”. Bom, o ditado original pode não ser bem assim, mas certamente que os Balba concordam mais com esta recriação, no mínimo, inovadora. A banda brasileira apresenta-se ao público nacional com o festivo “I am The Party”, single retirado do álbum com o mesmo título, lançado em 2016.

O trio carioca caminha na dura estrada do rock, tem laivos de punk, privilegia a língua inglesa e busca inspiração em nomes do calibre e abrangência de Oasis, Rolling Stones, The Doors ou Muse. Com a Music For All farão também, ainda este ano, a estreia nos palcos nacionais com uma digressão que promete conquistar os corações mais rockeiros!
Na música como na vida nada de belo se atinge sem sintonia, química e talento. Ora a quem não faltam estes três componentes é ao trio Dig Obadia (vocalista), Dav Obadia (baterista) e Dan J (baixista). Os três músicos e compositores cariocas uniram-se em 2012 e, inspirados nas influências que os moviam e fascinavam, começaram a perseguir o derradeiro sonho: tornar as composições próprias, até aí guardadas na gaveta, admiradas em todo o mundo.
Para tal criaram a sua própria banda a que deram o nome de Balba! O trio assumia, assim, a árdua tarefa de seguir as pisadas de nomes do calibre de Rolling Stones, The Doors, Oasis ou Muse. Às suas criações aplicaram a língua inglesa, quebrando assim as barreiras linguísticas que, tantas vezes, nos separam dos povos espalhados pelo mundo fora.
Em 2013 chegou às bancas “Heart Abstract”, álbum independente onde constava a faixa “A Heart to Unfold”. Este tema recolheu elogiosas críticas internacionais, tendo mesmo sido uma das 28 faixas de todo o planeta a ser integrada na coletânea “Unite”.
No ano seguinte surgiu o EP “Is There Anything She Would Die For”, registo apresentado ao grande público através do viciante “One May Army”. Mais um ano se passou, mais novidades surgiram para os Balba: primeiro o videoclip da música “Bad Things Happen To Us All” na programação do canal Multishow, depois o videoclip de “A Heart To Unfold” no canal WooHoo.
E como os Balba não param 2016 também foi ano de novidades: “I’am The Party”, segundo disco de originais do conjunto brasileiro, conheceu finalmente a luz do dia! Nota para o facto deste trabalho ter sido produzido por Pedro Garcia, baterista da banda Planet Hemp e que já gravou com nomes como Arnaldo Antunes, BNegão ou Clarice Falcão.
Nestes cinco anos de vida os Balba já acumulam vitórias e conquistas tendo, por exemplo, sido transmitidos em rádios de cidades como Londres, Boston, Munique ou Camberra. Para o futuro os objetivos são mais do que muitos. Afirmam querer “explodir do Rio de Janeiro a Tóquio” não sendo, por isso, de estranhar que 2017 traga não só o single de apresentação ao público português, “I am The Party”, como também a estreia nos palcos nacionais através de uma digressão promovida pela Music For All.
O PAN – Pessoas-Animais-Natureza avança esta semana com uma iniciativa legislativa que propõe a reformulação do regime que define as condições de acesso e exercício da atividade de intérprete de Língua Gestual Portuguesa, estabelecendo parâmetros concretos no que concerne à Segurança e Saúde no trabalho e aos horários de trabalho destes profissionais. O PAN recomenda também ao Governo que se oiçam e se tornem consequentes as necessidades identificadas pelas entidades mais habilitadas para o efeito, nomeadamente a Associação Nacional e Profissional de Interpretação – Língua Gestual.
A Língua Gestual Portuguesa (LGP) é a língua utilizada pela Comunidade Surda Portuguesa, consubstanciando inclusivamente uma matéria consagrada na Constituição da República Portuguesa desde 1997, que indica que “na realização da política de ensino incumbe ao Estado (…) proteger e valorizar a língua gestual portuguesa, enquanto expressão cultural e instrumento de acesso à educação e da igualdade de oportunidades”.
A Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e o Protocolo Adicional ratificados pelo Governo português em 2009, referem a necessidade de se desenvolverem medidas para “providenciar formas de assistência humana ou animal e intermediários, incluindo guias, leitores ou intérpretes profissionais de língua gestual portuguesa, para facilitar o acesso a edifícios e a outros equipamentos abertos ao público”.
Posto isto, o PAN entende ser imprescindível garantir condições de trabalho que assegurem a qualidade do serviço prestado e que previnam o surgimento de doenças profissionais nos intérpretes, devendo considerar-se esta uma profissão de desgaste rápido.
As entidades empregadoras devem respeitar os tempos máximos de tradução e interpretação e as respetivas pausas para descanso. Consoante os contextos de trabalho, o tempo de tradução/interpretação pode oscilar entre 20 minutos a 1 hora com pausas de 10 a 15 minutos. Em situações de tradução/interpretação de LGP de duração superior a 3 horas devem ser contratados mais do que um profissional para que laborem em sistema de rotatividade.
No que respeita ao horário de trabalho deverão ser tidos em conta determinados critérios: o intérprete dever exercer funções ativas de interpretação, simultânea ou consecutiva, no máximo de 6 horas diárias.O restante tempo deve incluir tempo de deslocações, tempo de preparação, e pesquisa sobre a temática a ser interpretada, e/ou trabalho administrativo relacionado com o seu desempenho profissional.
Em contexto educativo o intérprete exerce funções ativas de interpretação, simultânea ou consecutiva, num máximo de 6 horas diárias, 22 horas semanais. Para além das horas ativas de interpretação, no horário remanescente o profissional assegura a preparação da interpretação. Em contextos especiais de interpretação, como o televisivo e judicial, deve assegurar-se a presença de uma equipa de interpretação que salvaguarde a rotatividade.
“Atualmente estes profissionais debatem-se com situações laborais precárias sendo evidente que a legislação precisa ser melhorada.” explica André Silva, Deputado do PAN.
Em Março deste ano o PAN apresentou uma iniciativa que recomenda ao Governo a criação de uma bolsa de intérpretes de língua gestual portuguesa para assegurar a acessibilidade dos serviços públicos para tantos cidadãos surdos que ainda não conseguem comunicar nos hospitais, centros de saúde, serviços camarários, assembleias municipais, bibliotecas, ensino superior, e por ai adiante.
“Para que esta acessibilidade para todos os cidadãos seja uma realidade estes profissionais precisam de condições laborais que lhe permitam desempenhar a sua função social que muito contribui para atenuar as desigualdades e injustiças sociais que tanto se fazem ainda sentir na nossa sociedade”, reforça André Silva.
Associatia grupul folcloric "Mioriţa" Consiliul va pe 1 iulie, pentru a participa la FolkLoures 17-întâlnire de culturi, o iniţiativă de mare caracter tradiţional organizat de ansamblul folcloric verde Minho în colaborare cu municipalitatea din Loures, au loc cu ocazia festivităţilor de municipiu Loures. Acesta este un eveniment care se concentrează pe folclorul regiunii locale şi chiar din întreaga ţară şi comunităţi care constituie mozaic sociale şi culturale a regiunii, contribuie la includerea şi promovarea păcii între popoare prin cultura lor tradiţională.

Format de moldoveni şi lor descendenţi ai imigranţilor în ţara noastră, Associatia "Mioriţa" Consiliul are sediul în Barreiro şi reprezintă obiceiuri tradiţionale a poporului din Republica Moldova.
Situat în Europa de Est, Moldova are frontierele cu Ucraina și România. În secolul al XV-lea, Moldova – oficial Republica Moldova – a ocupat întreaga regiune a Basarabiei, Moldova și Bucovina, care constituie o mare putere regională.
Ca rezultat al istoricului tulbure care a inclus perioada feudală, Tratatul de la București din 1812 care estetic teritoriul dumneavoastră, depunerea Basarabia Rusiei și, ulterior, independenţa României şi vă unificarea cu Republica Moldova este în prezent controversate, definirea identităţii lingvistice şi etnice între moldoveni şi români.
Dincolo de grupul de folclor Associatia "Mioriţa" Consiliul în reprezentarea Comunitatea moldovenească îşi are rădăcinile în ţara noastră, acest an FolkLoures va conta cu participarea grupului de dans şi cântând, Corul secerătorii Cuba-Alentejo, ansamblul folcloric Cancioneiro de Ovar-Beira Litoral şi Estremadura reprezentări şi Brazilia să dezvăluie în timp util. În plus faţă de grup folcloric verde Minho gazdă.
Mai mult decât orice alte manifestări culturale şi sportive este folclor sub formă de expresie culturală care contribuie cel mai bine pace între popoare, cu privire la diferenţele şi identitatea lor.


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