Moldávia e Brasil são as representações internacionais da edição de 2017
A edição deste ano do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, vai ter o seu início no dia 24 de Junho com a realização de uma exposição e de uma palestra, prolongando-se durante toda a semana até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar o espectáculo de culturas tradicionais.

Trata-se de uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Este evento privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.
Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.
O programa do FolkLoures’17 é o seguinte:
FOLKLOURES'17 - Encontro de Culturas
PROGRAMA
Dia 24 de Junho
- 16 horas. Inauguração da Exposição Temporária "Concertinas no Folclore". Museu Municipal de Loures.
A exposição está patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira)
Entrada gratuita
- 16h30 horas. Palestra sobre "Usos e Costumes tradicionais da Região Saloia", pela Dr.ª Ana Paula de Sousa Assunção, a ter lugar no Auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte.
Dia 1 de Julho
- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas
- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional
- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício
GRUPOS PARTICIPANTES
Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil
Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo
Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho
Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral
Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura
Associatia Miorita Portugalia – Moldávia
Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia
Grupo de Danças e Cantares da Madeira – Madeira

Mais de dez mil pessoas passaram pelo Pavilhão Carlos Lopes
‘A 3ª edição do Alvarinho Wine Fest foi uma aposta ganha’ garantiu o Presidente da Câmara Municipal de Melgaço, Manoel Batista, e os números comprovam: mais de dez mil visitantes passaram pelo Pavilhão Carlos Lopes durante os dois dias do evento, onde tiveram a oportunidade de conhecer de perto as potencialidades dos sabores do Município Mais a Norte de Portugal: o fumeiro de Melgaço, os queijos, a doçaria tradicional, o pão e as compotas estiveram em destaque em Lisboa, nos dias 2 e 3 de junho.

Durante os dois dias foram realizadas 19 provas de vinho alvarinho comentadas junto de todos os produtores presentes: por João Chambel, sommelier do Grupo Estado de Alma, e por Rodolfo Tristão, sommelier do Grupo Avillez.
19 produtores de Alvarinho - Casa de Midão, Casa de Canhotos, Castaboa, Castros de Paderne, Dom Ponciano, Dona Paterna, Encostas de Paderne, Lua Cheia em Vinhas Velhas, Memória a S.Marcos, Poema, Alvaianas, Quinta do Mascanho, Quinta do Mentainas, Quinta do Regueiro, Quintas de Melgaço, Reguengo de Melgaço, Soalheiro, Terras de Real e Valados de Melgaço; e seis de produtos locais - Fumeiro Tradicional de Castro Laboreiro, Delícias do Planalto, Casa do Ramo Sabores, Melgaço em Sabores, Prados de Melgaço e Bebipedala, deslocaram-se à capital para darem a provar o delicioso néctar e os produtos confecionados com Alvarinho. O evento completou-se com momentos musicais, no espaço lounge, e com a distinção do restaurante Solar dos Presuntos como tendo a melhor carta de Vinhos Alvarinho em Lisboa.
O número de visitantes tem aumentado de ano para ano: a 1ª edição contou com 3.500 apreciadores de Alvarinho e a 2ª com 7.700 pessoas. ‘Foi mais um palco de afirmação do território’, afirmou Manoel Batista, sublinhando que ‘dar visibilidade aos produtos que o território produz e que são de grande qualidade’. A abertura do evento contou com a presença do Vereador da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Castro, e dos Deputados José Manuel Carpinteira e Sandra Pontedeira.

Lamparina e a Primavera é um daqueles projetos que fascina até o apreciador de música mais conservador. Movem-se nos ritmos do maracatu, ijexá, baião e samba, sendo claras as influências do jazz, do blues e do rock progressivo. O primeiro contato com o público português é feito por intermédio de “Clareava”, single retirado do EP de estreia, “Claraboia”, editado já em 2017.

Nascido por entre a beleza selvagem e indomável de Belo Horizonte, este projeto é composto por Mariana Cavanellas (voz), Arthur Delamarque (voz e violão), Hugo Zschaber (percussão), Calvin Delamarque (baixo), Thiago Oliveira (bateria) e Francisco Di Flora (guitarra). Para Setembro está marcada uma digressão pelos palcos nacionais promovida pela Music For All.
A história dos Lamparina e a Primavera começa em 2016 e apenas um ano depois já mostraram ao mundo um EP, intitulado “Claraboia”, do qual foi extraído o single “Clareava”. Neste registo encontramos músicas dançantes e canções pautadas por experiências pessoais e emocionais num autêntico reflexo da diversidade e riqueza da cultura brasileira.
Este projeto está inserido no recém-chegado O Coletivo Árvore, partilhando origens com outras bandas autorais da cidade de Belo Horizonte. Entre estes outros projetos encontramos Senhor do Bonfim, Velejante, O Caso, Margarida, O Gato Azul e os próprios Lamparina e a Primavera, naquela que é uma junção de talento impar na cena musical independente do país-irmão.
Depois de algumas presenças em festivais por todo o Brasil chegou, finalmente, a hora de cruzar o oceano e mostrar a Portugal, aos portugueses e a toda a Europa todo o seu talento. 2017 é, assim, um ano decisivo para os Lamparina e a Primavera, estando prevista uma digressão pelos palcos nacionais para o próximo mês de Setembro.
PAN reforça a luta do movimento antinuclear e marca presença na manifestação ibérica de 10 de Junho em Madrid
No próximo dia 10 de junho, pelas 18h00, em Madrid (Atocha), o PAN juntar-se-á a várias associações ambientalistas e movimentos de cidadãos naquela que se prevê que seja a maior manifestação já realizada na Península Ibérica contra o nuclear, de acordo com a organização pelo Movimento Ibérico Antinuclear (MIA). "Esta manifestação contará também com a presença do PAN e do deputado André Silva.
A recente validação da construção do Armazenamento Temporário Individualizado (ATI) pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA) serve os propósitos comerciais do lóbi energético e nuclear Espanhol, legitima a estratégia diplomática do Reino de Espanha e tem como objectivo único o prolongamento da vida útil da central de Almaraz para além de 2020, ou seja, por mais 10 anos. Recorde-se que esta central já ultrapassou a sua vida útil para centrais nucleares deste tipo e que o seu prolongamento abrirá um vazio científico que aumentará os riscos de catástrofes ambientais transfronteiriços. Já na última audição na Comissão de Ambiente o presidente da APA e o Ministro do Ambiente reafirmaram a sua satisfação e segurança com a avaliação técnica do relatório, pese embora o mesmo aponte para riscos de impactos transfronteiriços em caso de acidentes nucleares.
Para além disso, os padrões de segurança internacionais invocados pelo Presidente da APA para avançar com esta esta lucrativa estratégia comercial também estavam estabelecidos em países com elevados standards de evolução tecnológica nuclear como o Japão e não foram suficientes para evitar uma hecatombe nuclear.
Por estas posições verificamos que o Governo português continua a recusar-se a adotar uma posição firme em defesa dos interesses dos portugueses, validando toda e qualquer política energética de Espanha, o que revela a ausência de um projeto de defesa coletiva que coloque o interesse do bem comum acima dos interesses económicos que tudo mercantilizam.
A última cimeira ibérica reforçou a submissão de Portugal à diplomacia Espanhola: por um lado, manifestou-se a importância de fortalecer o mercado energético dos dois países, reforçando o papel das interconexões ibéricas, mas nunca contemplando o papel das centrais nucleares de Santa Maria de Garoña e de Almaraz; por outro, o Primeiro-ministro português afirmou nas considerações finais que o tema do nuclear já “foi tratado várias vezes no passado” e que “ficou bem resolvido”.
“A expansão desta estratégia nuclear serve apenas para perpetuar a obtenção de lucros milionários por parte da Endesa, da Gas Natural Fenosa e da Iberdrola, através da faturação elétrica e de outras subvenções a esta indústria. O desvirtuar do mercado energético bloqueia o célere e fundamental desenvolvimento de energias renováveis, que são a garantia de um sistema energético 100% limpo e renovável na Península Ibérica”, afirma André Silva, Deputado do PAN.
Foi pela voz do PAN que pela primeira vez nesta legislatura se alertou para o perigo da Central Nuclear de Almaraz. No seguimento, o partido apresentou uma denúncia à Comissão Económica das Nações Unidas para a Europa pelo incumprimento das Convenções de Espoo e Aarhus, por parte do Governo espanhol, que está a ser analisada, prevendo-se um parecer formal até 15 de agosto de 2017.
“O Primeiro-ministro deixou de parte o superior interesse dos cidadãos portugueses e mesmo espanhóis quando desconsiderou o tema de Almaraz. Tanto os cidadãos como o parlamento nacional exigem o inverso: que seja cumprida a sua vontade de fechar Santa Maria de Garoña e Almaraz”, acrescenta o Deputado.
“Consideramos um inequívoco falhanço diplomático que o tema da expansão do setor nuclear não tenha sido abordado na última Cimeira Ibérica. Uma vez mais fomos dominados pelas estratégias dos grandes lóbis da indústria nuclear e pela diplomacia do Reino de Espanha. Em Madrid afirmaremos novamente que não cedemos até que seja desativada a última central de Espanha” reforça André Silva.



Porque não se convoca um referendo em Lisboa sobre os brasões florais?
A Câmara Municipal de Lisboa vai dentro em breve proceber à remoção definitiva dos 30 brasões florais que representam as armas das cidades capitais de distrito do país e ainda os antigos territórios ultramarinos, incluindo o relógio de sol, na Praça do Império, na zona hisórica de Belém.

Trata-se de uma decisão com base no argumento segundo o qual “Não faz sentido estarmos a gastar dinheiro a recuperar símbolos que já não existem”, o que pelos vistos também parece justificar a completa degradação e abandono da Praça Afonso de Albuquerque, mesmo defronte da Presidência da República, e ainda os jardins do Palácio das Necessidades e o Miradouro do Jardim da Estrela. Na realidade, apenas movida por complexos ideológicos...
Para além da maioria que governa a autarquia, também a oposição parece ter capitulado e, dessa forma, tornar-se conivente com esta decisão arbitrária do município lisboeta. Por mais democrática que seja, a simples eleição dos autarcas não lhes confere legitimidade para governarem a cidade de forma totalitária.
A Assembleia Municipal e a Câmara Municipal de Lisboa foram eleitos pelos munícipes de Lisboa mas os lisboetas não os mandataram para imporem tudo o que lhes vier à cabeça.
Porque não consultam os lisboetas acerca da sua vontade? Convoque-se um referendo a fim de saber o que pensam os munícipes acerca dos brasões florais da Praça do Império! Mas, de uma vez por todas, acabemos com a ditadura!


Terminou há instantes em Lisboa o XVI Festival de Folclore organizado pela Casa do Minho. Milhares de turistas assistiram com deslumbramento ao desfile etnográfico que teve início junto ao novo edifício do Museu Nacional dos Coches e percorreu a zona monumental de Belém até ao jardim junto à Praça do Império onde teve lugar a actuação dos grupos participantes.

Neste evento participaram o Rancho Folclórico Ceifeiras e Campinos da Azambuja – Ribatejo, o Grupo Folclórico das Terras da Feira – Argoncilhe; o Rancho Folclórico de Centro Beira Mondego - Santo Varão – Montemor-o-Velho; o Rancho Folclórico de Santa Maria de Touguinha – Vila do Conde e, naturalmente, o anfitrião Rancho Folclórico da Casa do Minho.
Uma vez mais, a iniciativa contou com o apoio da Junta de Freguesia de Belém cujo Presidente, Dr. Ribeiro Rosa, marcou presença, acompanhando o próprio desfie etnográfico ao lado do Director do Rancho da Casa do Minho, sr. Paulo Duque. Também a Federação do Folclore Português fez-se representar na pessoa do sr João Carriço.


























Celebrações do Dia de Portugal, com programa cívico, cultural, de intercâmbio, musical e religioso.
PROGRAMA
SALÃO NOBRE DA ASSEMBLEIA MUNICIPAL
11:30 – Receção / Identificação dos Convidados
CONVENTO DE SÃO JOÃO DE DEUS
12:00 – Apresentação da celebração do 'Dia de Portugal'
Eduardo Naharro-Macías Machado - Aula de Língua e Cultura Portuguesa/U.P. Olivença
12:05 – CERIMÓNIA DE ABERTURA
Manuel José González Andrade - Presidente da Câmara Municipal de Olivença
Hélder de Oliveira - Administrador Executivo da Fundação Portugal-África
Laura Vidal - Presidente da Conexão Lusófona
José Ribeiro e Castro - Coord. do Movimento 2014 - 800 anos da Língua Portuguesa
Montaña Hernández Martínez - Diretora do Gabinete de Iniciativas Transfronteiriças da Junta de Extremadura
12:45 – TEATRO: Alunos de Língua e Cultura Portuguesa da Universidade Popular de Olivença
13:15 – Novos horizontes da geminação do Município de Olivença e do Município de Leiria
Manuel José González Andrade - Presidente da Câmara Municipal de Olivença
Raul Miguel de Castro - Presidente da Câmara Municipal de Leiria
Modera / Presenta: Servando Rodríguez Franco -Turismo de Olivença
13:45 – MÚSICA: Atuação dos Alunos da Escola de Música da Câmara Municipal de Olivença
14:00 – Almoço
CONVENTO DE SÃO JOÃO DE DEUS
17:00 – Concerto: 'ALMA DE COIMBRA'
18:00 – Visita guiada dos convidados à Cidade de Olivença
IGREJA DA MADALENA
19:00 – Missa em Português
[Evento organizado pela Câmara Municipal de Olivença (Ayuntamiento de Olivenza) e Universidade Popular de Olivença - Aula de Língua e Cultura Portuguesa.]
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A localização de contentores do lixo na localidade de Rio de Mouro, no concelho de Sintra, impedem a circulação dos transeuntes nos passeios e transformam estes em verdadeiras lixeiras públicas.

Na rua da Presa, um autêntico comboio de contentores ocupa por completo o espaço reservado aos peões, forçando estes a circular ao longo das estrada com os riscos de segurança daí inerentes. Entre os transeuntes que estão nestas comdições encontram-se pessoas de mobilidade reduzida e as crianças que diariamente se deslocam para as eslocas existents nas proximidades.
Refira-se que este não era o local inicialmente destinado à colocação dos referidos contentores do lixo, vulgo residues sólidos urbanos. Porém, a sua localização tem vindo a reveler-se a menos incómoda, nomeadamente quando o vento noroeste que se faz sentir a partir dos começos da Primavera os arrastam para o meio da Estrada, causando problemas à circulação do trânsito em condições de segurança.
O BLOGUE DE LISBOA tem conhecimento de que a Junta de Freguesia de Rio de Mouro já foi alertada por alguns moradores mas não foram até ao momento adoptadas quaisquer providências.






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Os rumores da morte do rock nacional são, convenhamos, manifestamente exagerados. Felizmente ainda existem projetos como os Crying Lobster, exímios representantes de uma sonoridade intemporal que conquista e vicia. O quarteto português edita agora o EP de estreia, já disponível no iTunes, na The Store e no Google Play. Do registo homónimo já foram retirados dois singles, “Starry Night” e “Perpetual Motion”.

O coletivo lisboeta é composto por Duarte Inácio (voz), João Costa (guitarra), João Henriques (baixo) e Rafael Burguete (bateria) e propõe-nos uma mistura de rock, stoner, punk, jazz e funk, que nos chega agora pela mão da Music For All.
No início havia o nada. E do nada surgiu a Lagosta. Das suas lágrimas floresceu o Universo, dando assim início a uma jornada tão longa quanto a mais antiga das estrelas. Crying Lobster não é um mero projecto musical.
É uma irmandade composta sob a égide da criatividade musical e da diversidade sonora dos seus quatro elementos. Duarte Cadete Inácio (voz), João Costa (guitarra), Rafael Burguete (bateria) e João Henriques (baixo) são os protagonistas desta aventura maior do que a vida. Navegando nas profícuas águas do rock, jazz, funk, stoner e punk preparam-se, finalmente, para editar o EP de estreia.
Depois de antecedido por dois singles – “Starry Night” e “Perpetual Motion” – o EP de estreia homónimo dos Crying Lobster chega agora, por fim, com o selo da Music For All.
O PAN – Pessoas-Animais-Natureza considera que a oficialização da saída do Acordo de Paris se reveste de uma cegueira ideológica da parte da presidência dos EUA. Não só o país perde a oportunidade de transitar para uma economia baseada em carbono 0, como vai contra a larga maioria da comunidade internacional e científica ao rejeitar as provas contundentes dos impactos das Alterações Climáticas para o planeta.
Os argumentos apresentados pelo presidente Donald Trump estão claramente ligados a interesses de indústrias pré estabelecidas e obsoletas. Ao contrário do defendido a economia norte-americana não se revigorará nem com aposta no setor da indústria militar, altamente poluente e consumidor de recursos, nem com a comercialização de armamento a países terceiros, como se viu pelo acordo de armamento assinado com a Arábia Saudita, no recente périplo do presidente pelo Médio Oriente, muito menos pela aposta na indústria petrolífera, com a possibilidade de expansão da prospeção de hidrocarbonetos no Ártico e com a continuidade de projetos altamente poluentes e em choque com os direitos humanos fundamentais das populações como o oleoduto Keystone XL.
Em oposição a esta ideologia, o PAN vê neste momento uma excelente oportunidade para Portugal e a Europa se afirmarem como líderes na terceira revolução industrial e na transição para uma economia baseada em carbono 0, totalmente assente em energias limpas e renováveis.
Perante esta unilateralidade ideológica, o Governo português deve repensar o seu posicionamento em relação ao estabelecimento de acordos comerciais dentro do seio da União Europeia com os Estados Unidos da América. Não colocando em risco a aliança política transatlântica, urge que Portugal abandone o apoio ao Acordo de Comércio e Investimento (TTIP), enviando uma clara mensagem de que, sem as bases ecológicas do Tratado de Paris, nenhum acordo internacional pode fruir entre blocos transatlânticos.
“Para além de ir contra os mais recentes posicionamentos sobre a importância de um esforço internacional sério para mitigar as Alterações Climáticas, este posicionamento dos Estados Unidos da América é uma machadada no TTIP. A União Europeia não pode continuar a negociar um Tratado Transatlântico com os EUA quando não há uma base de acordo em relação à sustentabilidade ambiental e ao combate às Alterações Climáticas”, explica André Silva, Deputado do PAN.m ída do Aputado do PAN.tal e ao com
Unidos da Ametei
O partido considera também que o Governo português, através do Ministério dos Negócios Estrangeiros, deve promover junto da embaixada dos Estados Unidos da América a manifestação do desagrado nacional por esta atitude unilateral e meramente discursiva, reforçando o compromisso nacional e europeu na manutenção e reforço do Acordo Climático de Paris sem quaisquer possibilidades de revisão.
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O Fundador da Universidade Lusíada, Professor Doutor António Martins da Cruz, faleceu ontem aos 99 anos de idade.

Martins da Cruz foi deputado, provedor da Misericórdia de Penamacor e fundou a Universidade Lusíada. Advogado de profissão, nasceu em Aldeia do Bispo, no concelho de Penamacor, a 1 de janeiro de 1918. Em 1996, foi distinguido com a Medalha de Honra do Município de Vila Nova de Famalicão e em 2009, por altura das comemorações dos 20 anos da Universidade Lusíada de Vila Nova de Famalicão, foi homenageado com a colocação de um monumento em sua honra (busto) no espaço público da cidade, junto à Universidade, com escultura do artista famalicense Augusto Costa.
O corpo estará em Câmara ardente no edifício da Reitoria da Universidade Lusíada de Lisboa a partir desta sexta-feira. O funeral deverá realizar-se amanhã, sábado, 3 de junho.
A Federação do Folclore Português vai passar a analisar periodicamente dos grupos folclóricos que nela se encontram filiados – efectivos e aderentes – tendo para o efeito hoje endereçado a circular nº 6/2017. Neste documento, aquela entidade “reconhece a necessidade de, periodicamente, analisar o nível de consecução dos grupos de folclore no que respeita à sua representatividade aferindo o grau e a qualidade do seu trabalho e do seu desempenho.”
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Juntamente com a referida circular, os grupos folclóricos receberam um exemplar da Grelha Avaliativaem formato editável e em pdf, para análise e comentário, a ser preenchido e enviado à Direcção durante o período de discussão pública a decorrer entre o dia 01 de junho e 31 de julho de 2017.
Ainda, de acordo com a circular, esta iniciativa justifica-se pelo seguinte: “A sociedade atual está estruturada em torno da busca incessante da qualidade e da melhoria dos serviços prestados por parte de pessoas, instituições e organismos. Os grupos de folclore são, também eles, prestadores de serviços e, simultaneamente, instituições de responsabilidade social devendo, por isso, envolver-se nesta dinâmica com o auxílio da FFP.”
O novo processo de avaliação encontra-se em fase de lançamento e vai decorrer em três fases distintas e complementares. E, 2017, decorrerá a fase de diagnóstico “no qual os CTR irão contactar os grupos da sua região aferindo o ponto da situação relativamente à avaliação de 2016 sugerindo as intervenções que sejam necessárias através, por exemplo, da elaboração de um plano de melhoria em conjunto com o grupo”.
Em 2018 proceder-se-á à avaliação. “Os grupos serão alvo de uma observação objetiva do seu trabalho e desempenho. Para tal será aplicada a grelha de registo de avaliação contendo diversos domínios para a análise e prevendo uma ponderação distribuída em conformidade com o peso relativo que cada domínio terá em relação aos restantes. Encontram-se em fase de conceção os critérios de avaliação que serão a base de preenchimento da referida grelha. Este documento será alvo de discussão em dezembro entre os conselheiros técnicos e a direção da FFP. Este documento será divulgado posteriormente.”.
Por fim, em 2019 será transmitido aos grupos o resultado da avaliação e a “subsequente elaboração/reformulação dos planos de melhoria.”.
Este processo de avaliação permitirá uma avaliação mais permanente dos grupos folclóricos filiados na Federação do Folclore Português e, desse modo, evitar situações de desleixo que por vezes se verificam após consumada a adesão, obrigando a uma melhoria contínua do desemprenho.






No dia em que os mais pequenos são reis, MK Nocivo dá um presente… aos adultos! “Brincadeira de Criança” é um tema com uma forte mensagem e um exemplo perfeito da simbiose entre voz e letra. O rapper brigantino remete-nos para a infância, mas também para a passagem à idade adulta e o quão defraudadas podem ser as nossas expetativas a respeito do que é ser adulto.

Este single pungente sucede ao disco “Pro Domo - Em Causa Própria”, tendo sido gravado num só take e conta com a participação de diversas crianças. Este tema é acompanhado de um videoclip e está integrado no projeto “Groove On Live Sessions”, do Estúdio Groove On.
O interesse de Jorge Rodrigues pelo Hip Hop despertou em 1998, depois de ouvir o clássico "It’s Like That" dos RUN DMC, e a sua primeira paixão foi o graffiti. Mas só em 2004 é que começou a escrever rimas e a produzir.
A vontade de evoluir e aprender era enorme, assim como o sonho de possuir um registo em nome próprio. Ao longo dos anos foi criando faixas soltas, organizando uns concertos e juntando dinheiro para o seu primeiro registo a solo – o "Capítulo Obsceno", que saiu em 2007. O dinheiro obtido com esse trabalho deu para comprar algum material e montar um home studio e, a partir daí, editou várias mixtapes que disponibilizou online para download gratuito.
O projeto MK Nocivo nasceu oficialmente em maio de 2004 e o primeiro concerto aconteceu em outubro, no Dia Mundial da Música, no Teatro Municipal de Bragança. Em termos de discografia, conta já com inúmeros trabalhos e colaborações. Além disso, foi vencedor do Rock Rendez Worten 2008 e finalista do concurso de bandas Sumol Summer Fest, em 2014. No ano seguinte sagrou-se vencedor do NOS Live Act, tendo marcado presença no cartaz do festival.
“A excepção à regra, a prova que do nada nasce tudo” é como o próprio MK Nocivo se define. Isso mesmo pôde ser confirmado com a edição do novo álbum, “Pro Domo – Em Causa Própria”, antecedido pelos singles “O Mesmo de Sempre” e “Se Eu Fosse Presidente” e sucedido por “Filha de Emigrantes”. Agora surpreende tudo e todos ao lançar no mercado “Brincadeiras de Criança”, um single a pensar nos petizes e no Dia Mundial da Criança.
O Folclore contribui para o conhecimento mútuo, paz e amizade entre os povos
A edição deste ano do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas, vai ter o seu início no dia 24 de Junho com a realização de uma exposição e de uma palestra, prolongando-se durante toda a semana até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar o espectáculo de culturas tradicionais.
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Trata-se de uma grandiosa iniciativa de cariz tradicional organizada pelo Grupo Folclórico Verde Minho em colaboração com a Câmara Municipal de Loures, a ter lugar por ocasião das festas do concelho de Loures. Este evento privilegia o folclore da região saloia e ainda de todo o país e das comunidades que constituem actualmente o mosaico social e cultural da região, contribuindo para a inclusão e a promoção da paz entre os povos através do encontro das suas culturas tradicionais.
Mais do que qualquer outra manifestação de índole cultural e desportiva, é o Folclore a forma de expressão cultural que melhor contribui para a paz entre os povos, no respeito das suas diferenças e identidade.
O programa do FolkLoures’17 é o seguinte:
FOLKLOURES'17 - Encontro de Culturas
PROGRAMA
Dia 24 de Junho
- 16 horas. Inauguração da Exposição Temporária "Concertinas no Folclore". Museu Municipal de Loures.
A exposição está patente ao público, até ao dia 1 de Julho, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00 (Excepto à Segunda-feira)
Entrada gratuita
- 16h30 horas. Palestra sobre "Usos e Costumes tradicionais da Região Saloia", pela Dr.ª Ana Paula de Sousa Assunção, a ter lugar no Auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte.
Dia 1 de Julho
- 16 horas. Feira de artesanato. Abertura de tasquinhas
- 20 horas. Espetáculo de folclore e recriações da cultura tradicional
- 24 horas. Sessão de encerramento com fogo-de-artifício
GRUPOS PARTICIPANTES
Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil
Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo
Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho
Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral
Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura
Associatia Miorita Portugalia – Moldávia
Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia
Grupo de Danças e Cantares da Madeira – Madeira
A Historiadora e Museóloga Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção subordinada ao tema “Usos e Costumes Tradicionais da Região Saloia”, a ter lugar no Auditório do Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, no dia 24 de Junho, pelas 15h30. A iniciativa insere-se no programa do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas que se prolonga até ao dia 1 de Julho, altura em que tem lugar um grandioso festival de cultura tradicional no Parque da Cidade, em Loures.
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O Palácio doa Marqueses da Praia e Monforte encontra-se instalado junto ao Parque da Cidade e trata-se do local onde reúne a Assembleia Municipal de Loures, dispondo das melhores condições para a realização de palestras e conferências.
A Prof. Doutora Ana Paula de Sousa Assunção é historiadora e museóloga, Mestre em História Regional e Local pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É autora de programas museológicos, reformulações de programas e criação de serviços inovadores. Conceção científica do Centro UNESCO A casa da terra. Comissária de exposições de vária índole com museografia de inclusão e género.
Tem como áreas científicas preferenciais a História Local, Saúde, Património industrial (com destaque para Fábrica de Loiça de Sacavém, Oliveira Rocha/Oliveira do Bairro), Património Cultural Imaterial, Património Religioso /obra de arte total – Cripto -história. Exerceu voluntariado na Igreja Matriz de Bucelas com descobertas de cariz científico sobre entalhador, Francisco Lopes. (Artigo no prelo). Musealização da Igreja e interpretação dos espaços em visitas.
Pelo seu trabalho, tem recebido várias distinções de Mérito Cultural e Prémios no campo da Museologia a nível nacional e internacional.
Nesse mesmo dia e local, terá ainda lugar outra iniciativa cultural integrada no programa da edição deste ano do FolkLoures, a qual contamos divulgar muito brevemente. Trata-se, pois, de um programa cultural rico e diversificado que, sob o impulso e capacidade organizativa do Rancho Folclórico Verde Minho, catapulta o concelho de Loures para a ribalta da cultura tradicional portuguesa.
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Igreja Católica Ortodoxa Hispânica
Igreja Evangélica Metodista Portuguesa
Igreja Evangélica Luterana Portuguesa
Associaçao Bugei Keisha - Xintoísmo
Regionalismo
Casa Concelho de Pampilhosa da Serra
Casa Trás-os-Montes e Alto Douro
Teatro
Terras de Portugal
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Turismo