Agora três propostas de uma só vez do Museu Bodalo Pinheiro:
1 – A oficina Mesa Posta oficina gratuita de desenho e gravura por Joanna Latka, no fim de semana de 15 e 16 de Julho (14.30, 18.30) - neste caso, e porque está integrado num projecto europeu InNova_Museum, haverá prioridade para as idades ente os 18 e os 35 anos (inscrição obrigatória;
2 - Uma visita com Anísio Franco à Lisboa de Bordalo, no dia 18, às 18.30, a começar no Largo Rafael Bordalo Pinheiro, junto ao Chiado (gratuita, mas de inscrição obrigatória);
3 - A inauguração da exposição de desenhos dos urban Sketchers sobre a Lisboa de Bordalo, no dia 19 às 18.30, na Sala da Paródia do Museu.
Três programas divertidos para ficar a conhecer um bocadinho melhor a obra de Rafael Bordalo Pinheiro
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Belém | Corrida, Yoga e Meditação | 8 de outubro
Wanderlust 108 chega finalmente a Portugal e vai passar por Lisboa, uma das mais de 60 cidades selecionadas para fazer parte do tour internacional de 2017. Patrocinado a nível mundial pela a adidas, o Wanderlust 108 terá lugar no dia 8 de outubro de 2017, no Campus da Fundação EDP | MAAT, em Belém.
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Wanderlust 108 é um evento composto por uma corrida (ou caminhada) de 5 km, uma experiência de yoga única ao ar livre, e uma aula de meditação, guiada pelos melhores professores internacionais e nacionais. Mas há muito mais a acontecer neste dia pensado para libertar corpo e mente. Desde os DJ’s no palco principal, passando por atividades no relvado como hula hoop, yoga aéreo, e acroyoga, ao Kula Market (mercado de alimentação saudável e artesanato), e a uma zona de restauração, há muito que fazer quando não se está no tapete de yoga. Professores, speakers e músicos reconhecidos a nível nacional e internacional completam o cartaz e prometem animar as mais de 2.000 pessoas esperadas no evento.
Pensado para todas as idades e gostos, Wanderlust 108 é um evento de Lifestyle que promove a atividade física e o contacto com a natureza, prometendo um dia repleto de atividades e “boas energias”.
O Wanderlust 108 é produzido pela Wanderlust, o produtor dos maiores eventos de yoga e lifestyle do mundo, em parceria com a adidas.
"Estamos muito entusiasmados por trazer, para Lisboa, este grande evento internacional, o primeiro Triatlo Mindful do mundo e por poder proporcionar aos portugueses a sua primeira experiência Wanderlust. Esta é uma forma leve, inclusiva e divertida de conhecermos, e até de introduzirmos, o Mindfulness nas suas vidas. Temos a certeza que meditar ao ar livre, com milhares de pessoas, tendo o rio Tejo, o Museu da Eletricidade e o MATT como pano de fundo, será, certamente, uma experiência incrível, mesmo para quem nunca fez yoga ou meditação.”, refere Nuno da Silva Carvalho, CEO da SOMA, empresa responsável pela organização do evento Wanderlust em Portugal.
A missão da Wanderlust é ajudá-lo a encontrar o seu verdadeiro norte - para cultivar o seu melhor “eu”. Wanderlust 108 foi criado para apoiar essa missão em grande escala e fomentar o bem-estar individual e a mudança social positiva através da construção de uma grande comunidade, tendo efeitos positivos na sociedade, muito para além do próprio evento.
Bilhetes à venda em Eventbrite, Ticket Line, Worten, Fnac, El Corte Inglès, A.B.E.P. - a partir de 20 euros (early birds)
Naves espaciais. Seres alienígenas. E rock, muito rock. Isto é o que podemos esperar dos suecos Astronaut In Cyberspace, projeto que por entre as habituais viagens interestelares, edita agora o single “Time Machine”.
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Por entre a guitarra alada de Adam Öhrsvik, a atmosfera soturna criada pelo baixista Demba Lo e a garra do baterista Carl Resare, irrompe a voz, a guitarra e o sintetizador de Diene Faye. Esta é apenas a primeira de diversas novidades prometidas pelos Astronaut In Cyberspace para 2017, estando prevista uma digressão ibérica promovida pela Music For All.
E no início houve uma canção. “Astronaut in Cyberspace” começou por ser isso mesmo, uma canção, igual a tantas outras da autoria de Diene Faye (vocalista, guitarrista e mestre do sintetizador). A letra versava sobre um homem preso num videojogo interestelar e foi inspirada numa obra literária do autor Terry Pratchett. Por caprichos da vida o tema nunca veria a luz do dia, no entanto cumpriu a sua função: inspirou Adam Öhrsvik (guitarrista), levando lentamente este projeto musical para o tema espacial.
O duo conheceu-se em 2012 e das longas noites passadas em conjunto foram escritas, e gravadas, diversas músicas folk lo-fi. No entanto apenas no outono de 2014, momento em que as ambições do duo crescem, nasce a necessidade de levar a banda a outro patamar de qualidade. Para ajudar nessa demanda chegaram Demba Lo (baixista), amigo de longa data de Diene, e Jasper Johannesson (baterista), que haviam conhecido recentemente.
Estávamos já em 2015 quando surge o primeiro EP da banda. Neste registo homónimo constavam as primeiras composições do duo, agora interpretadas em quarteto.
O tema espacial manteve-se mas a sonoridade evoluiu, inspirando-se agora no rock alternativo dos anos 90 e em bandas como Radiohead, The Smashing Pumpkins ou Primal Scream. E assim nasceria, em meados de 2016, o LP “Aurora.exe”. Ao todo são dez os novos temas da banda, todos eles fiéis ao rock alternativo e a elementos psicadélicos. Assim parecia nascer um capítulo radioso da história dos Astronaut in Cyberspace.
No entanto o destino, sempre ele, parece ter particular prazer em delinear novas, e inesperadas, rotas. Pouco depois da edição do LP “Aurora.exe” Jesper abandona a banda e decide dedicar-se por inteiro aos estudos no estrangeiro.
Com a saída de Jesper foi necessário recuar e voltar a redefinir a estratégia. No início de 2017 inicia-se, assim, uma nova fase dos Astronaut in Cyberspace: Carl Resare (baterista) junta-se a Diene, Adam e Demba tornando uma vez mais o trio num quarteto. A sonoridade voltou a evoluir sendo atualmente descrita pela banda como “rock de alienação”.
O sucessor de “Aurora.exe” será conhecido ainda em 2017, sendo esperadas várias novidades ao longo do ano. Mas de todas as novidades a maior é mesmo a “Time Machine Tour”, digressão que se inicia na Suécia e que levará os nossos astronautas até aos palcos da Alemanha, Espanha e Portugal.
Paralelamente à digressão será também gravado um documentário intitulado, precisamente, “Time Machine Tour”. O objetivo é documentar o percurso de uma digressão no estrangeiro, ajudando assim todas as bandas/projetos que pretendam dar esse passo. As oportunidades, perigos, avisos e dicas serão, certamente, fundamentais para inúmeros artistas independentes. Marcelo Racana, reputado autor na Suécia, será o diretor e acompanhará a banda nesta digressão, a língua escolhida foi o inglês e o documentário será disponibilizado gratuitamente.
Espanha e Portugal receberão o quarteto em Outubro para uma digressão, literalmente, do outro mundo!
Depois de dar a conhecer os seus exitos “Give More” e “Be Different”, Daniel Moon apresenta agora o seu novo EP ao vivo, no registo intimista que só um showcase permite, nas FNAC lusitanas.
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O EP “Be Different” é composto por cinco temas que entram no mundo da canção pop em formato jazzístico num harmonioso diálogo de sopros, metais e teclas. O registo já está disponível nas principais plataformas digitais e tem o selo da Music For All.
Conheçam as datas:
16.07 | FNAC @ Vasco da Gama, Lisboa, 17h
22.07 | FNAC @ Alfragide, Lisboa, 17h
23.07 | FNAC @ Colombo, Lisboa, 17h
03.09 | FNAC @ Almada, Lisboa, 17h
A aventura de Daniel Moon no atribulado e exigente mundo da música inicia-se sete anos após o seu nascimento. Foi precisamente com essa tenra idade que começou a ter aulas de piano, um instrumento tão complexo quanto encantador e tão desafiante quanto versátil.
Apenas dois anos mais tarde entra na Escola de Música do Conservatório Nacional, mais concretamente para o 1º Grau. O seu esforço e paixão pela música permitiram-lhe concluir com mérito oito graus, obtendo assim o merecido, e recompensador, diploma.
É neste fase que a Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal entra na sua vida. Durante os dois anos seguintes dedica-se afincadamente ao piano e à voz, perseguindo o objectivo de entrar no Ensino Superior de Jazz. E se até então o objectivo parecia de difícil concretização tudo viria a mudar quando, em pleno ano de 2010, começa a frequentar a Licenciatura de Jazz, na Variante de Piano, na Universidade de Évora. É por entre as arrebatadoras paisagens alentejanas, e o seu característico calor, que conclui com sucesso a referida licenciatura, concretizando assim uma das suas maiores ambições pessoais.
A fase inicial da sua carreira é marcada pela participação em diversos eventos musicais. Do Dia Mundial da Voz a celebrações de matrimónios, de membro de projectos de escola a parte integrante de bandas com os seus próprios originais e até de pianista num hotel a autor de música ambiente para espaços públicos, passou por de tudo um pouco, tornando este num período fervilhante e marcado por uma aprendizagem constante.
A recta final de 2014 marca o nascimento do seu projecto musical a solo assim como dos primeiros temas originais. O segundo mês do ano seguinte, Fevereiro de seu nome, ficará para sempre associado à gravação das suas primeiras cinco músicas, em quarteto, assim como o penúltimo mês de 2015 foi testemunha da divulgação, e promoção nas plataformas digitais, do seu EP de estreia (sendo de destacar o single “Precious Love” que conquistou mais de cinco mil visualizações no YouTube).
Dito isto chegamos ao presente e à actual fase da sua carreira: este ano assinou contracto com a Music For All e abraçou uma vez mais a composição de temas originais. Os novos temas possuem uma maior diversidade, e riqueza, instrumental e integram o seu primeiro EP distribuido no primeiro semestre de 2017.
Místico. Universal. Intemporal. Estas são apenas três das caraterísticas que rapidamente associamos à música de André Abujamra. Este é o homem que liderou a banda do talk show “Agora é Tarde”, apresentado por Rafinha Bastos e que, nos pujantes anos 90 esteve por detrás da banda sonora da mítica série infanto-juvenil brasileira “Castelo Rá-Tim-Bum”, da TV Cultura. O músico e compositor brasileiro estreia-se com o vibrante single “A Origem”, transportando-nos para uma realidade sem tempo onde países e continentes mesclam as suas culturas e influências de forma impar.
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Revestido de elementos, instrumentos e sonoridades da cultura brasileira e africana, este é um tema de ritmo frenético. A Music For All introduz ao público nacional um artista ímpar que já percorreu caminhos no teatro, na televisão, no cinema e que viu o disco de um dos seus projetos, a banda Karnak, ser eleito um dos dez melhores de sempre de Latin Rock pela reputada Rolling Stone.
André Cibelli Abujamra é, muito possivelmente, um dos artistas mais versáteis do Brasil. Homem de mil talentos, e de inspiração infinita, a ele pertencem alguns dos projetos e criações mais extraordinários da música, teatro, televisão e cinema brasileiro.
Estudou ópera. Cursou regência na FAAM, em São Paulo, e embora não tenha concluído extraiu daí preciosos ensinamentos para a restante carreira.
Inicia a sua carreira na década de 80. Juntamente com Maurício Pereira fundou a banda “Os Mulheres Negras”, denominando-se o duo como “a terceira menor big band do mundo”. Com este projeto editou dois discos: “Música e Ciência” (1988) e “Música Serve pra Isso” (1990). Depois de uma pausa, e de outros projetos terem surgido, encontram-se agora em plena gravação de um novo trabalho de originais.
Mas este não foi a única banda de André. Pouco tempo depois nascem os Karnak. Aqui os tradicionais e os modernos sons brasileiros misturaram-se com o rock, o pop e a música eletrónica. A ideia ganhou forma no decorrer de uma viagem ao Egipto depois de Abujamra ter despertado para a diversidade de sons e instrumentos inerentes às diferentes culturas e países. Nesta viagem André visitou uma pequena vila onde existe um complexo de antigos templos do Egipto. E qual o nome desta vila? Nada mais, nada menos, do que…Karnak.
Entre 1994 e 2006 editaram quatro discos e um documentário (intitulado “O Livro Multicolorido de Karnak”). É impossível não destacar o registo de estreia e a sua fantástica recepção junto da crítica especializada nacional e internacional. Foi, inclusivamente, incluído na lista dos 10 Melhores Álbuns de Latin Rock de sempre pela prestigiada revista Rolling Stone.
Mas irrequieto e criativo como é André Abujamra seria apenas uma questão de tempo até apostar numa carreira a solo. Entre 2004 e 2015 edita quatro álbuns, estando o quinto capítulo desta história previsto para meados de 2018.
Para falar de André Abujamra é também falar de teatro, televisão e cinema. No primeiro assinou diversas peças, as suas trilhas venceram sete prémios da reputada Associação dos Produtores de Espetáculos Teatrais de São Paulo (APETESP) e foi o mais novo vencedor de sempre do prémio Molieré (com a peça “Encontrar-se”).
Enquanto ator participou em dez filmes e em sete produções televisivas, nomeadamente “Saramandaia” e “Agora é Tarde” onde liderou a banda do talk-show apresentado pelo comediante Rafinha Bastos.
Por sua vez no cinema compôs a trilha sonora de mais de cinco dezenas de filmes brasileiros tendo sido premiado, em quatro ocasiões diferentes, no Festival de Cinema de Gramado e no Grande Prémio do Cinema Brasileiro por duas vezes também. Por entre a vastíssima lista de obras com contributos seus destaca-se “Castelo Rá-Tim-Bum”, série infanto-juvenil de muito sucesso da TV Cultura.
Abujamra já percorreu o mundo. Já encantou multidões. Já fez sonhar miúdos e graúdos. Já explorou os cantos e recantos do globo, usando o que aprendeu nas diferentes viagens para enriquecer ainda mais as suas obras. Mas existe um passo que André ainda não deu: apresentar-se perante o público português. Esse dia finalmente chegou. 2017 é o ano em que Portugal ficará a conhecer o génio que dá pelo nome de André Abujamra.
Citação da Rolling Stone (EUA) sobre o disco “Karnak” (1994):
“Uma tapeçaria exuberante de internacionais idiomas funky, o primeiro LP do grupo de São Paulo resume a fome ilimitada do Brasil por todo o tipo de música - do reggae brasileiro aos cantos do Médio Oriente. Uma obra-prima subestimada, do começo ao fim.”
Depois de meses a explorar a obra e a antecipar a visita a Portugal, é por fim chegada a altura de recebermos Almir Chiaratti de braços abertos! O autor de “É o Fim” dará início à sua digressão lusitana com apresentações ao vivo nas FNAC portuguesas, rumando depois para espaços em Lisboa, Braga, Évora e Vila Pouca de Aguiar.
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Na bagagem o músico do Rio de Janeiro trará as canções de “Bastidores do Sorriso”, mas também do seu sucessor ainda sem título, do qual já foi extraído o intrigante “Triz”. Mais datas serão anunciadas brevemente.
Conheçam os locais e as datas:
07.07 | FNAC Alfragide, Lisboa, 21h30
08.07 | FNAC Vasco da Gama, Lisboa, 17h
12.07 | B.leza, Lisboa, 19h30
13.07 | TOCA, Braga, 22h
14.07 | Club 11, Vila Pouca de Aguiar, 22h
15.07 | Mói-te Bar, Évora, 22h
Almir Chiaratti é um cantor, compositor e multi-instrumentista radicado no Rio de Janeiro nascido no distinto ano de 1988 no Rio Grande do Sul. Desde que se conhece que a música faz parte da sua vida, tendo crescido ao som dos clássicos do rock da década de 70 e do movimento cultural brasileiro que ficou para sempre conhecido como Tropicália.
A sua estreia no exigente mundo da música deu-se em 2015, quando editou o álbum “Bastidores do Sorriso”. Com influências da Música Popular Brasileira (MPB), mas também do rock psicadélico tão característico dos Mutantes, este trabalho registou a sua entrada no mundo adulto e os desafios, dúvidas, problemas e escolhas inerentes a esta fase tão importante da nossa existência.
Em parceria com o cineasta Pedro Freitas concebeu, realizou e filmou o videoclip do primeiro single do disco, “Teu Caminho”. Posteriormente participou em inúmeros festivais e competições, brasileiras e internacionais, tendo inclusivamente vencido o prémio de Melhor Videoclip Internacional no Urban Media Makers Film Festival, em Atlanta (EUA) e sendo escolhido como Melhor Videoclip pelo site DailyMotion no festival Rio Web Fest. Nota ainda para a presença do disco na lista Melhores Discos Brasileiros de 2015, do reputado site brasileiro Tenho Mais Discos Que Amigos.
Almir define este seu primeiro registo discográfico, onde as referências e influências musicais pululam de tema em tema, de forma simples: “As canções transitam por esses sentimentos, por trás do sorriso que envergamos para tocar a vida todos os dias. Acho que isso fica claro no título do disco: o que se passa nos bastidores do sorriso, nos bastidores da dor? Há músicas mais intimistas com temas existencialistas. Mas também há temas sobre amor, seja ele correspondido ou não. Tudo isto se encontra embebido em poesia, ironia e algumas gotas de sarcasmo.”
Almir Chiaratti pode ter a profundidade dos grandes músicos de outrora mas tem na alma a modernidade do presente. Conhecedor da capacidade agregadora da internet, e das comunidades online, recorreu a uma campanha de financiamento colectivo. O objectivo foi alcançado e assim aconteceu o concerto de lançamento do álbum. Seis meses depois Almir surpreende tudo e todos e graças a uma parceria com Luiz Felipe Netto e Luiz Tornaghi é lançado digitalmente o EP “Bastidores ao Vivo”. Este registo sonoro do concerto de apresentação foi mixado por Netto e masterizado por Tornaghi, dando origem a um produto final arrebatador. Este álbum conheceria ainda um segundo single, “Navegantes de Noé”, também ele com direito a videoclip, neste caso realizado pelo próprio em parceria com a Jaé Filmes.
Mas o percurso artístico de Almir não se fica por aqui! Aventurou-se na função de produtor ao acompanhar todo o processo do EP de estreia do cantor, e compositor, Diego Marques, com quem já havia trabalhado anteriormente. E passou também pelos palcos, ao assinar a produção do musical do espectáculo de dança “Cheiro de Manga”, em parceria com a bailarina Laura de Castro, composto por Eduardo Rezende.
A recta final de 2016, e a conturbada realidade política do Brasil, motivou e influenciou Almir, surgindo assim o tema “Terceiro Turno” (com a participação de Felipe Pacheco da banda Baleia, no violino, e do regente Vitor Damiani). A produção daquele que será o seu segundo trabalho de originais está a cargo de Eugenio Dale (reputado profissional que trabalhou anteriormente com Ney Matogrosso e Sergio Mendes).
Para 2017 aguardam-no novos desafios e um caminho nunca antes percorrido: uma digressão em Portugal e a edição do sucessor de “Bastidores do Sorriso”.
PAN pretende reforçar a sua posição em Oeiras concorrendo a todos os órgãos autárquicos
O PAN – Pessoas-Animais-Natureza – lança hoje a sua candidatura às Eleições Autárquicas no Concelho de Oeiras. Pedro Torres é o candidato do PAN à Câmara Municipal de Oeiras e Sílvia Marques recandidata-se à Assembleia Municipal. Procurado reforçar a sua posição no concelho, o partido concorre a todos os órgãos autárquicos. Carlos Ricardo é candidato pela União das Freguesias de Oeiras e S.Julião da Barra, Paço de Arcos e Caxias, Vasco Velez lidera a lista para a União de freguesias de Carnaxide e Queijas. A União das Freguesias de Algés, Linda-a-Velha, Cruz Quebrada e Dafundo terá como candidata Margarida Farrajota. Ana Cristina Cunha é candidata à Junta de Freguesia de Barcarena e Ivete Gonçalves à Junta de Freguesia de Porto Salvo.
A candidatura apresenta como principais linhas orientadoras a sustentabilidade e planeamento ambiental do concelho, a preocupação com a educação e cultura, a necessidade de criar mobilidade e acessibilidade, além da atenção natural que merece a política pública sobre a proteção, saúde e bem-estar Animal.
Nunca se falou tanto de animais em Oeiras como nos últimos 4 anos e o facto de o PAN ter representação na Assembleia Municipal de Oeiras muito influenciou essa mudança. A política dos canis de abate foi finalmente abandonada, o Programa RED (Recolha-Esterilização-Devolução) verdadeiramente implementado, aumentando a sua eficácia através da abertura do Centro de Apoio Animal, no Jardim de Oeiras, onde se realizam esterilizações gratuitas às colónias do Concelho. Oeiras tornou-se, inclusive, pioneiro em alguns serviços tais como o SOS PET – a ambulância de transporte, e a linha de urgência animal. Os pombos também não foram esquecidos com a implementação de um programa piloto de Pombais Contraceptivos.
Com o objetivo de aprofundar o trabalho já realizado, o PAN pretende criar um Regulamento Animal que, entre outros, reconheça o trabalho que muitos munícipes fazem pela autarquia a título voluntário, cuidando e alimentando os animais. O partido pretende também garantir o bem-estar animal, criando a figura de Provedor/a dos Animais e promovendo ações de sensibilização junto da população.
Esta candidatura tem também como prioridade dar mais voz aos munícipes através de uma cultura de proximidade e transparência, fomentando o espírito participativo da comunidade.
“O Poder Local tem um papel fundamental no desenvolvimento das comunidades locais e na formação cívica dos cidadãos. Segundo a investigação da Associação Cívica Transparência e Integridade, a Câmara de Oeiras regrediu no ranking encontrando-se na posição 176. Há que inverter esta situação e fazer com que os munícipes sejam ‘A voz no seu município’”, explica Pedro Torres, candidato à Câmara Municipal de Oeiras.
No sentido de diminuir a pegada ecológica do Concelho salvaguardando os recursos naturais existentes, permitindo a sua conservação e uso sustentável, e em conjunto com a sociedade civil, o PAN pretende denunciar o Plano de Pormenor da Margem Direita da Foz do Rio Jamor (PPMDRJ), que irá provocar uma expansão massiva da densidade urbanística na zona ribeirinha, sendo desadequado no tempo e insustentável quer a nível estrutural, social e ambiental. O partido defende ainda a manutenção da classificação do solo como Reserva Ecológica Nacional (REN) e Reserva Agrícola Nacional (RAN), áreas que têm vindo a diminuir drasticamente neste Concelho.
Para aprofundar a identidade de Oeiras preservando o seu património cultural e ambiental, potenciando ao mesmo tempo a economia local através do turismo, e após a atualização e levantamento do património, esta candidatura pretende desenvolver políticas que permitam reabilitar, restaurar e sensibilizar a população para a riqueza patrimonial do concelho.
O PAN quer também incentivar o comércio justo numa lógica de proximidade e sustentabilidade com a criação de hortas comunitárias e pomares, impulsionando o método de produção agrícola biológico;
“A introdução de uma nova dinâmica e metodologia de agricultura urbana poderá tornar-se num novo ramo cluster económico que a Câmara Municipal de Oeiras deverá investir, com a criação da marca “Oeiras – Produto Local”, um produto de denominação local aproveitando as condições excepcionais do clima e solo de Oeiras, tornando-se num elemento agregador e de marca distintiva no nosso Concelho”, acrescenta Sílvia Marques, candidata à Assembleia Municipal de Oeiras.
Na temática de mobilidade e acessibilidade, o PAN considera essenciais serem pensadas ligações verdes, por cima ou por baixo das infraestruturas rodoviárias, garantindo a continuidade do corredor ecológico e dessa forma o cumprimento da sua função básica de reduzir os efeitos da fragmentação dos ecossistemas. Pretende-se readaptar e transformar a linha do SATU num jardim suspenso pedestre, criando um caminho verdejante, com vista panorâmica, num percurso de 1,2km, constituído por um jardim com vegetação, plantas herbáceas e perenes autóctones.
Com uma candidatura reforçada no Concelho de Oeiras, o partido quer contribuir com ideias alternativas, de forma a diminuir a abstenção, fator crítico e decisivo para a saudável manutenção da democracia, tentando alcançar maior representação na autarquia, ao nível da Assembleia Municipal e vereação, podendo desta forma promover a aceitação de ideias e desenvolver soluções para uma melhor qualidade de vida no município.
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Pedro Torres – Candidato à Câmara Municipal de Oeiras
Pedro Torres, naturalde Lisboa, viveu em Oeiras na maior parte dos seus 37 anos de vida. A sua atividade profissional nos últimos dez anos centrou-se na indústria seguradora, sendo que os projetos mais recentes incidiram sobre a gestão de riscos cibernéticos, fruto de especialização académica na área.
Com interesses variados na vertente académica, as suas preferências recaem pela prevenção e gestão de riscos, análise prospetiva e planeamento estratégico do ponto de vista da segurança.
O candidato revê-se por inteiro nas causas do PAN, onde se inscreveu em janeiro de 2015. O contacto com a Natureza tem sido uma constante ao longo dos anos, pelo que cedo adquiriu consciência da urgência em preservaros ecossistemas.
Ao nível social tem atuado principalmente como voluntário na formação de jovens, apesar de periodicamente contribuir noutras áreas para as mais variadas instituições. Quanto à causa animal, a sua interação com animais desde muito novo, seja na aldeia do seu Pai como em casa, fez crescer em si um respeito enorme por todos os seres vivos, sendo o visionamento dos animais no seu habitat natural um dos principais motivos das suas viagens.
A necessidade de combater a abstenção, vontade de contribuir e participar ativamente na vida sociopolítica do Concelho,associados ainda ao conhecimento profundo do Município, foram as principais razões para encabeçar o projeto de candidatura em Oeiras.
Nas palavras do candidato, “temos de começar por algum lado, a indiferença é o maior inimigo das sociedades democráticas, chegou a altura de nos centrarmos naquilo que é importante para o nosso futuro e isso passa por todos dedicarmos um pouco do nosso tempo, sendo a ação local um excelente ponto de partida para se iniciar a mudança”.
O Largo do Corpo Santo, em Lisboa, foi este fim-de-semana o palco de um excelente festival de folclore que juntou gentes da Beira Litoral, Alta Estremadura, Durienses, da região do Mondego e da zona de Arganil que trouxeram até à capital o melhor dos seus usos e costumes, das suas danças, cantares e formas de trajar.
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Organizado pelo Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa, o festival contou ainda com a participação do Rancho Folclórico “Os Camponeses da Beira-Ria”; o Rancho Folclórico “Flores de Verde Pinho” do Coimbrão; o Rancho Folclórico e Etnográfico da Eira Pedrinha e o Rancho Típico da Amorosa.
O público era numeroso e interessado, não se cansando de aplaudir os grupos participantes, ao mesmo tempo que não dava descanso a quem trabalhava nas tasquinhas em redor.
Fotos: Manuel Santos
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O PEV quer reabrir no parlamento a discussão sobre época balnear e assistência a banhistas nas praias
Tendo em conta o número de mortes que se continua a verificar nas praias portuguesas, especialmente fora da época balnear e, portanto, em praias onde não existe vigilância e assistência a banhistas, os Verdes consideram que é tempo de relançar o debate e de procurar soluções mais adequadas.
Assim sendo, o PEV entregou um Projeto de Lei na Assembleia da República, que propõe alargar a época balnear; responsabilizar o Estado pela contratação de nadadores salvadores nas praias não vigiadas e promover a sensibilização dos banhistas para uma cultura de segurança nas praias.
PROJETO DE LEI Nº /XIII/2ª
ASSISTÊNCIA A BANHISTAS
No ano de 2003 o PEV apresentou, na Assembleia da República, o Projeto de Lei nº 341/IX que resultava da constatação de que o regime de assistência a banhistas em vigor datava de 1959 e que se encontrava desajustado daquela que era a necessidade de segurança das zonas balneares, numa realidade de elevada frequência das praias por banhistas. Esta iniciativa legislativa foi motivada pelo facto de no ano de 2003 terem ocorrido, em número muito preocupante, várias mortes por afogamento nas praias portuguesas, acontecimentos trágicos que mereciam uma reflexão e uma atuação em relação a um problema que estava nitidamente colocado. Os Verdes consideraram, então, que era preciso agir por várias vias, entre as quais a legislativa, adequando o regime de assistência a banhistas.
Entre outras, as duas preocupações do PEV, que se revelavam centrais, assentavam no facto de a época balnear ser imposta com uma duração restrita, tendo em conta os hábitos de frequência das praias por parte dos cidadãos e, por outro lado, no facto de muitas praias, efetivamente muito frequentadas, não serem vigiadas, na medida em que só aquelas concessionadas é que têm a presença de nadador-salvador, estando a cargo dos concessionários a sua contratação.
De modo a dar resposta a essas preocupações, os Verdes propuseram, no referido Projeto de Lei, que a época balnear fosse alargada dois meses (em vez de começar a 1 de junho, começaria a 1 de abril), tendo em conta que é um mês que leva muitas pessoas a frequentar as praias, na medida em que o tempo que se faz sentir nesse período já se torna convidativo a essa prática. Mais, o PEV propôs que os nadadores-salvadores deixassem de ser contratados pelos concessionários das praias e passassem a ser contratados pelo Instituto de Socorro a Náufragos, o qual se encontra na dependência da Direção-Geral da Autoridade Marítima. Este facto permitiria que as praias não concessionadas não ficassem desprovidas de vigilância. Nas praias concessionadas, o respetivo concessionário pagaria, à Autoridade Marítima, uma taxa de assistência balnear, de modo a contribuir para o pagamento devido aos nadadores-salvadores da respetiva praia.
Este Projeto de Lei mudava, portanto, o paradigma da vigilância nas nossas praias. Foi debatido em janeiro de 2004, juntamente com um outro Projeto de Lei (nº406/IX do PSD e do CDS-PP), e, depois de um trabalho desenvolvido na discussão na especialidade, foi aprovado por unanimidade, resultando na lei nº 44/2004. Esta lei avançou, assim, no novo paradigma necessário, prevendo, designadamente: (i) que a contratação de nadadores salvadores, assegurando uma prestação dos seus serviços, no período da época balnear, competia ao Ministério das Cidades, Ordenamento do Território e Ambiente, no âmbito dos seus órgãos regionais; (ii) que os concessionários tinham obrigação de colaborar e cooperar com as entidades de superintendência de garantia da segurança dos banhistas e o dever de liquidar com prontidão as taxas devidas nos termos do contrato de concessão; (iii) que nas praias de banhos não concessionadas competia às entidades a indicar pelo Governo providenciar pela existência de material e equipamento de informação, vigilância, socorro e salvamento; (iv) que a época balnear seria definida para cada praia de banhos concessionada em função das condições climatéricas e das características geofísicas de cada zona ou local, das tendências de frequência dos banhistas e dos interesses sociais ou ambientais próprios da localização, e que seria fixada por portaria a publicar até 31 de Janeiro de cada ano, sob proposta dos presidentes das Câmaras Municipais abrangidas, podendo, assim, ir para além do período de 1 de junho a 3º de setembro.
Entretanto, a lei não foi regulamentada pelo Governo PSD/CDS e o Governo que se seguiu, do PS, em vez de regulamentar a lei, como lhe era devido, veio alegar que, não estando o diploma regulamentado, era preciso que os concessionários retomassem rapidamente a obrigação de contratar os nadadores salvadores, libertando-se o Estado dessa obrigação. Mas, o Governo não deixou de manifestar a sua discordância com a Lei que a Assembleia da República tinha aprovado, não querendo assumir encargos com a contratação de nadadores-salvadores (questão que colocou, infelizmente, à frente da maior e mais eficaz segurança dos banhistas), e pretendendo que se retomasse o regime anterior. Assim, aprovou aquele que viria a ser publicado como o Decreto-lei nº 100/2005, em cuja exposição de motivos se pode ler o seguinte: «não obstante, constata-se na Lei nº 44/2004 que as opções feitas em sede da atribuição de determinadas competências aos departamentos da administração por ela abrangidos não se enquadram na natureza do serviço público que tais departamentos visam prosseguir, nem correspondem a soluções eficazes do ponto de vista da segurança dos banhistas. Caso paradigmático é o da responsabilização das comissões de coordenação e desenvolvimento regional pela contratação de nadadores-salvadores nas praias de todo o território do continente. Neste contexto, considerando a proximidade temporal da habitual abertura da época balnear e atendendo à primeira necessidade, que é a de garantir a assistência e a vigilância nas praias, importa assegurar que os concessionários das praias mantêm a responsabilidade pela contratação dos nadadores-salvadores e respetiva prestação de serviços durante a época balnear, em consonância com a prática vigente».
Tudo continuaria, assim, na mesma, excetuando a possibilidade de as Câmaras Municipais poderem antecipar ou prolongar a época balnear!
Os Verdes lamentam que o Governo do PS tenha, então, num ato de duvidosa democraticidade (por revogação de um diploma decorrente de um ato legislativo da Assembleia da República, ainda por cima aprovado por unanimidade), levado a que o estado das coisas se mantivesse.
Entretanto, o Decreto-Lei nº 135/2009, que define a qualidade das águas balneares, procedeu a uma alteração à Lei nº 44/2004, tendo sido posteriormente alterado pelo Decreto-Lei nº 113/2012, e atualmente o regime de fixação da época balnear está estipulado precisamente nos seguintes termos: a sua duração estabelece-se em função dos períodos em que se prevê uma grande afluência de banhistas, tendo em conta as condições climatéricas e as características geofísicas de cada zona ou local, e os interesses sociais ou ambientais próprios da localização; o procedimento da sua definição inicia-se com a apresentação pelos municípios interessados à APA (Agência Portuguesa do Ambiente) de propostas de duração da época balnear para águas balneares, até 30 de Novembro do ano precedente ao da época balnear em causa; a APA comunica as propostas recebidas à comissão técnica, a qual elabora uma proposta final de duração da época balnear para cada água balnear juntamente com a decisão de identificação de águas balneares; a época balnear para cada água balnear é fixada por portaria; na ausência de definição da época balnear de uma água balnear nos termos dos números anteriores, a mesma decorre entre 1 de Junho e 30 de Setembro de cada ano.
Decorridos todos estes anos, e tendo em conta o número de mortes que se continua a verificar nas praias portuguesas, especialmente fora da época balnear e, portanto, em praias onde não existe vigilância e assistência a banhistas, os Verdes consideram que é tempo de relançar o debate e de procurar soluções mais adequadas.
No presente ano, já morreram por afogamento mais de 40 pessoas em Portugal, uma boa percentagem das quais no mar e fora da época balnear. São números muito preocupantes que requerem intervenções em várias frentes, seja ao nível da sensibilização dos cidadãos, seja ao nível da garantia de vigilância nas praias.
Assim, tendo em conta as «normais» condições meteorológicas que Portugal costuma conhecer nos diferentes meses do ano, o PEV considera que a época balnear deve mesmo ser antecipada, em todo o território nacional, para o dia 1 de abril. No mês de abril já é hábito que o tempo permita e convide a que muitas pessoas se desloquem até às praias para se banhar no mar ou nos rios. O regime em vigor, que permite às autarquias determinar prolongamento da época balnear na sua circunscrição territorial, deve manter-se, mas o período mínimo obrigatório de época balnear deve efetivamente ser alargado.
Para lá desse período mínimo, que pode ser prolongado, é determinante que os cidadãos que frequentam as praias tenham consciência de perigos que podem correr no caso de assumirem comportamentos de risco. Nesse sentido, o PEV propõe que o Estado assegure campanhas de sensibilização dos cidadãos para esses mesmos perigos, sejam eles, no mar, ou em praias fluviais e lacustres. A verdade é que são várias as frentes em que é preciso atuar para combater posturas de risco e para desenvolver uma cultura de segurança.
Para além dessas questões, o que o PEV considera elementar decorre da impossibilidade de continuarmos a tolerar que o facto de uma praia não ter qualquer concessionário seja motivo para as praias não serem vigiadas. Nesse sentido, em praias não concessionadas, mas efetivamente frequentadas por banhistas, o Estado deve mesmo assumir essa responsabilidade de garantir segurança aos cidadãos e, consequentemente, de contratar nadadores salvadores para proceder à assistência aos banhistas.
Desta forma, o Grupo Parlamentar Os Verdes apresenta, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o seguinte Projeto de Lei:
Artigo 1º
Objeto
A presente Lei altera a Lei nº 44/2004, de 19 de agosto, com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei nº 100/2005, de 23 de junho, bem como pelo Decreto-Lei nº 135/2009, de 3 de junho, republicado pelo Decreto-Lei nº 113/2012, de 23 de maio.
Artigo 2º
Alteração à Lei nº 44/2004, de 19 de agosto
É alterado o artigo 5º da Lei nº 44/2004, de 19 de agosto, passando a ter a seguinte redação:
«Artigo 5º
Competências
O cumprimento da garantia de assistência aos banhistas compete às seguintes entidades:
Artigo 3º
Alteração ao Decreto-Lei nº 135/2009, de 3 de junho
É alterado o artigo 5º do Decreto-Lei nº 135/2009, de 3 de junho, passando a ter a seguinte redação:
«Artigo 5º
Duração da época balnear
Artigo 4º
Entrada em vigor
O presente diploma começa a vigorar com a entrada em vigor do Orçamento de Estado seguinte ao da sua publicação.
Assembleia da República, Palácio de S. Bento, 6 de julho de 2017
Os Deputados
Heloísa Apolónia José Luís Ferreira
Acabou há instantes na localidade da Lage, no concelho de Oeiras, o 39º Festival de Folclore organizado pelo Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage, um dos grupos folclóricos minhotos da região de Lisboa que se vem distinguindo pelo seu crescente dinamismo.
A pequena localidade, pertencente à Freguesia de Porto Salvo, despertou ao som das concertinas e do rufar dos bombos, à boa maneira das festas e romarias da nossa região.
Neste festival, cada vez mais concorrido de público, participaram o Grupo de Danças e Cantares de Cabeça Santa – Penafiel; o Grupo de Danças e Cantares da Chamusca e Ribatejo – Chamusca e o Rancho Folclórico Paço Vedro Magalhães – Ponte da Barca, além naturalmente do anfitrião Rancho Folclórico “Os Minhotos” da Ribeira da Lage – Oeiras.
A iniciativa que decorreu no Centro Cultural da Ribeira da Lage contou com a presença da Drª Eduarda Conceição em representação da Câmara Municipal de Oeiras e ainda do Presidente da Junta de Freguesia de Porto Salvo, Dr. Dias Antunes.
O festival iniciou-se com a realização de um pequeno desfile pelas ruas mais próximas do referido Centro Cultural, após o qual passaram pelo palco sob o aplauso entusiasmado do público. E, após uma breve cerimónia formal de entrega de lembranças aos grupos participantes, na qual também o BLOGUE DO MINHO foi distinguido, teve lugar a exibição em palco dos grupos folclóricos.
Anos após ano, “Os Minhotos” da Ribeira da Lage vêm melhorando o seu desempenho no que respeita à forma como representam o nosso folclore e ainda à organização do seu próprio festival, registando cada vez uma maior afluência de público. E, para surpresa geral, apresenta-se de uma forma condigna que em nada desmerece muitos dos melhores grupos do Minho. Afinal de contas, “Os Minhotos” da Ribeira da Lage também são minhotos e, como tal, conhecem bem as suas próprias tradições e não deixam por mãos alheias os seus créditos na arte de bem cantar e dançar à moda do Minho!
Faz hoje precisamente 520 anos sobre a data da expedição de Vasco da Gama rumo à Índia, com partida da praia de Belém. Às ordens do Rei D. Manuel I, de Portugal, o Capitão-Mór chefiou uma esquadra constituída por 4 naus – São Gabriel, São Rafael, Bérrio e São Miguel – com uma tripulação total de 170 homens, entre marinheiros, soldados e religiosos.
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Investido de funções diplomáticas e militares, Vasco da Gama levou consigo cartas de D. Manuel I destinadas aos soberanos dos reinos com quem iria contactar e padrões para colocar nas terras onde iria aportar. Cerca de um ano depois, Vasco da Gama aportou em Calecute, comprovando a passagem de Sueste investigada por Bartolomeu Dias e que veio abrir caminho aos portugueses o acesso ao negócio das especiarias até então dominado pelos muçulmanos.
Foram muitas as consequências do descobrimento do caminho marítimo para a Índia por Vasco da Gama, mas salientamos os mais importantes:
- O reconhecimento da costa oriental africana uniu os três grandes continentes – Europa, Ásia e África – abrindo ao ocidente o conhecimento do vastíssimo Oriente;
- Deslocou do Mediterrâneo para o Atlântico o eixo principal da actividades comercial, situação que se mantém até à actualidade;
- No domínio religioso, enfraqueceu o poderio do Islão e abriu caminho à expansão da Cristandade;
- Operou uma profunda transformação mental no que respeita ao conhecimento humano, contribuindo para a formação de um novo espírito científico segundo o qual “a experiência é a mãe de todas as coisas”, constituindo uma das bases do Renascimento.
A grandeza e importância histórica do descobrimento do caminho marítimo para a Índia dispensa qualquer explicação com vista ao seu esclarecimento – ao invés, o mesmo já não se pode dizer em relação à indiferença por parte de Lisboa perante um tão grande feito levado a cabo por um dos maiores vultos da História de Portugal!
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Portugal e a crise são dois temas que, infelizmente, parecem ligados umbilicalmente. Tendo por base o nosso passado, e o presente, os Sopa d’Alma criaram o EP “Hino Vitável – Acto I”. Esta é a história de um país que se tornou inabitável para os seus próprios cidadãos. Aqui é possível encontrar o reflexo do desespero e da luz ao fundo do túnel em que se tornou a emigração forçada.
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A sonoridade é marcada por laivos de instrumentação clássica e rock progressivo tendo ficado a apresentação ao público a cargo do single “Rotina”. Em “Hino Vitável – Acto I” a letra e a mensagem ocupam os papéis principais, num constante jogo de desalento e esperança por entre as vielas da vida.
O EP Digital é composto por seis faixas e já está disponível na Amazon, no Google Play e na The Store com o carimbo da Music For All.
Os Sopa d’Alma são um projeto constituído por Fá Pereira (voz e flauta) e Pedro Carneiro (guitarra). Oriundos de Braga, cruzaram-se pela primeira vez numa escola de música da cidade, onde viriam a formar a sua primeira banda de covers em 2007.
Dois anos volvidos, sentiram a vontade de se expressar numa linguagem musical própria e original, formando em conjunto com outros dois amigos o projeto Angúria, cantado em português num registo de rock progressivo. Em 2012 constaram da coletânea “À Sombra de Deus”, que reunia o que de melhor se fazia no fervilhante panorama musical de Braga. O projeto culminaria em 2014 com a elaboração de uma peça musical de 40 minutos organizada em cinco temas, exibida ao público no Theatro Circo, no coração da cidade natal.
Com a mudança de armas e bagagens para Viena, no final desse ano, surgiu também a vontade de materializar novas criações e estados de alma. Foi então que se formou o projeto dos Sopa d’Alma, com o objetivo inicial de conter a ressaca pós-Angúria, apresentando à Áustria versões de fados e clássicos da música em português cantados de forma reconstruída, a dois sons: voz e guitarra. Foi lá que representaram a música portuguesa em feiras e eventos internacionais, fornecendo também a banda sonora a um pequeno café português local, comovendo muitos dos presentes que escutaram aquele tipo de sonoridade pela primeira vez.
Contudo, seria só no final de 2016, já mais esclarecidos e ambiciosos, que voltariam ao formato que crêem ser o seu pináculo criativo: a peça. Para tal, compuseram a primeira parte do relato musical centrado nos temas que os levaram para fora de Portugal, pontuado por apontamentos de instrumentos clássicos e marcado pelas influências de todos os grandes artistas que consomem, desde o rock progressivo à música dita de intervenção.
Sopa d’Alma é então doravante um projeto com uma clara intenção: biografar musicalmente o caminho de dois parceiros musicais ininterruptos, com intervenção nos ouvintes por universal afinidade com o conteúdo realista, cuja simplicidade na forma só o possa enaltecer.
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O PAN – Pessoas-Animais-Natureza concorre pela primeira vez à Câmara e Assembleia Municipal de Évora. A candidatura à Assembleia Municipal será encabeçada por Ana Carina Dias e à Câmara Municipal por André Sapage.
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André Sapage, 32 anos, natural de Vendas Novas no distrito de Évora, Terapeuta Manual e antigo membro dirigente dos órgãos sociais da Associação Portuguesa de Insuficientes Renais (APIR), é o candidato pelo PAN à Câmara Municipal de Évora.
Ana Carina Dias, 27 anos, Mestre em Sociologia, atual membro do comissariado da Assembleia Plurimunicipal do Alentejo Central do PAN em Évora, será cabeça de lista para a Assembleia Municipal de Évora. O objetivo principal da candidatura passa por conseguir eleger um vereador e um representante na assembleia municipal.
Esta candidatura pretende trazer aos Eborenses a oportunidade de participar ativamente na mudança para um novo paradigma social, cultural e económico trazendo para a autarquia o rigor, a transparência e a transversalidade com que o PAN se tem posicionado a nível nacional.
Algumas das prioridades do PAN Évora passam por ações concretas nas áreas da conservação e manutenção de espaços verdes, na proteção e bem-estar animal e na educação alimentar com a implementação de práticas saudáveis nas escolas.
O PAN pretende a regeneração verde do Concelho, com a implementação de medidas que vão ao encontro das necessidades dos munícipes.
Mais zonas verdes arborizadas, com a inclusão de pontos de água, a colocação de bebedouros em espaços de lazer, extensíveis aos animais de companhia, mais parques infantis nos espaços verdes e melhor aproveitamento de terrenos semi-abandonados, requalificando-os para parques de estacionamento de grande utilidade para os munícipes e turistas.
Para promover um Desenvolvimento Sustentável, o PAN promoverá uma transição gradual para as energias renováveis, apostando numa reestruturação global da rede de semáforos da cidade, bem como da rede de iluminação.
A Proteção, Saúde e Bem-Estar Animal é uma realidade cada vez com mais peso na sociedade. O PAN encetará as seguintes medidas: Criação de uma rede de assistência veterinária permanente para animais de rua e animais de famílias carenciadas do concelho de Évora, o reforço dos recursos para ser prestada uma assistência mais adequada aos animais vítimas de abandono, a ampliação do Canil Municipal de Évora para o dobro da lotação atual, a contratação de mais um veterinário municipal e um maior apoio às instituições de utilidade pública, sem fins lucrativos, que promovem a recolha e abrigo aos animais vítimas de abandono.
Com a implementação da Lei n.º 11/2017, que foi apresentada como Projeto Lei pelo PAN e que visa a introdução da opção vegetariana nas cantinas e refeitórios dos órgãos de soberania e dos serviços e organismos da Administração Pública, central, regional e local, o PAN Évora pretende aumentar a consciência ecológica, sensibilizando as crianças e jovens para uma alimentação saudável através do consumo de alimentos provenientes de agricultura biológica e permacultura nas cantinas escolares.
Ainda no âmbito da educação e bem-estar nas escolas o PAN propõe-se implementar um projecto-piloto introduzindo aulas de meditação e yoga nas escolas do concelho, ajudando a minimizar o stress, o défice de atenção, a hiperatividade e o bulling, formando cidadãos mais conscientes e compassivos.
Para a concretização destas e de outras propostas para o concelho, o partido considera fundamental eleger, pelo menos, um deputado municipal. O PAN Évora acredita que para o melhor exercício da democracia local não deverá haver maiorias absolutas. Este fator implica a procura de um pacto de governação entre todos os partidos que priorize e integre o máximo de visões políticas, sociais e económicas para o Concelho.
Autárquicas 2017: PAN aposta no reforço da sua posição em Sintra
O PAN – Pessoas-Animais-Natureza concorre pela segunda vez, e com listas próprias, à Câmara e Assembleia Municipal de Sintra. A candidatura à Assembleia Municipal será encabeçada por Camilo Soveral e à Câmara Municipal por Cristina Rodrigues, atual Chefe de Gabinete do Deputado Único Representando do PAN, André Silva, na Assembleia da República.
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Cumprindo o objetivo de alargar as candidaturas nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto e em capitais de distrito, esta candidatura pretende trazer aos Sintrenses a oportunidade de participar ativamente na mudança para um novo paradigma social, cultural e económico trazendo para a autarquia o rigor, a transparência e a transversalidade com que o PAN se tem posicionado a nível nacional.
Algumas das prioridades do PAN Sintra passam pela melhoria da rede de transportes, pela sua reconversão em energias renováveis e garantir a acessibilidade a todos os cidadãos, mesmo os que tenham mobilidade reduzida. Outro objetivo é acriação de espaços verdes multidisciplinares, que deem respostas concretas às necessidades e interesses dos vários cidadãos, seja o exercício físico, dar um passeio com o seu animal de estimação ou ter uma horta urbana no concelho.
A candidatura irá também propor a implementação de uma Linha de Emergência para animais errantes e acidentados, disponível 24 horas, com serviço de ambulância. Se é verdade que Sintra já deu os primeiros passos numa gestão mais efetiva da população animal, também é verdade que importa agora dar o passo seguinte e assegurar um atendimento veterinário e recolha ininterrupto para animais em estado de errância. Esta medida também é importante para evitar acidentes que muitas vezes são provocados por animais que circulam desorientados nas vias, mas também porque os Sintrenses já demonstraram uma sensibilidade acrescida para com a causa animal, tendo dificuldade em aceitar situações de maus-tratos ou abandono.
Por outro lado, é importante também assegurar que as pessoas em situação de especial vulnerabilidade socioeconómica que não tenham capacidade para assegurar aos seus animais de companhia os cuidados básicos de saúde ou de os socorrer em situação de emergência tenham também uma resposta por parte dos serviços médico-veterinários municipais. Esta proposta será um reforço dos cuidados básicos às situações mais urgentes de animais e de cidadãos necessitados.
No que concerne a políticas sociais, o foco do PAN centrar-se-á no combate ao isolamento dos idosos e idosas no concelho, reforçando políticas preventivas e de proximidade. É necessário fortalecer o papel da Rede Social e das políticas públicas e integrar estas pessoas na regeneração social, ambiental, económica e cultural da vila. Para tal, o PAN Sintra vem propor queseja criado um serviço de apoio ao domicílio a pessoas idosas em situação de carência, por forma a assegurar a satisfação das suas necessidades básicas.
“Os factos são incontornáveis, Portugal tem uma população bastante envelhecida e Sintra não foge a essa regra. Queremos por isso, fazer aqui a diferença, sabendo que o envelhecimento é acompanhado de um isolamento social e que município não tem respondido a esta problemática, é nosso dever promover ações que aproximem os cidadãos, que lhes confiram a dignidade que efetivamente têm, que os ajudem nas necessidades diárias”, conclui Cristina Rodrigues.
Para a concretização destas e de outras propostas para o concelho, o partido considera fundamental eleger, pelo menos, um deputado municipal. O PAN Sintra acredita que para o melhor exercício da democracia local não deverá haver maiorias absolutas. Este fator implica a procura de um pacto de governação entre todos os partidos que priorize e integre o máximo de visões políticas, sociais e económicas para a vila.
“A preocupante taxa de abstenção verificada nas últimas autárquicas em Sintra, de 60%, mostra que há um profundo descontentamento com as atuais políticas e partidos do sistema. O PAN deseja contribuir para a dinamização deste pacto social e para a redução da abstenção no concelho. Quando apenas 40% dos Sintrenses votam, algo está profundamente errado com a política local”, reforça Cristina Rodrigues.
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Folk Misericórdia será um evento de cariz cultural, a ser realizado na Cidade de Lisboa, nos dias 8 e 9 de Julho!
A parceria entre o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa e a Junta de Freguesia da Misericórdia tem sido desenvolvida nos últimos meses, assente em pilares sólidos. Tal cooperação culminará com a organização deste evento, que se profetiza destacar da agenda cultural de Lisboa.
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O evento será realizado no Largo do Corpo Santo, um dos muitos espaços da zona ribeirinha recentemente recuperados, que marcará o encerramento do Arraial do Corpo Santo. O seu cartaz incluí um programa rico em tradições e cultura, complementando deste modo os afamados arraiais alfacinhas.
No dia 8 de julho (sábado) haverá um Encontro de Concertinas e Instrumentos Tradicionais, onde os visitantes e transeuntes poderão disfrutar de música tradicional portuguesa, tendo a oportunidade de cantar e dançar durante toda a tarde. Já o dia 9 de julho (domingo) ficará marcado pela realização de um Encontro de Folclore, que contará com a presença de 5 grupos folclóricos, demonstrando as tradições, usos e costumes dos seus antepassados com a maior supremacia, graças à sua qualidade etnográfica.
Durante todo o evento haverá bar aberto, venda de enchidos, queijos, outros produtos regionais, artesanato e doçaria típica (como filhoses).
O mês de Julho traz uma panóplia de concertos com o selo da Music For All vindos de vários quadrantes: O mês inicia-se com o melhor rock psicadélico praticado entre portas com o cunho dos Indian Rubber, que levam o seu EP de estreia – de seu nome “Pelsúun” – ao conhecido Espaço A em Freamunde.
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Luciana Araújo espalha a fragrância de “Essências” por mais uma FNAC lisboeta. Para comprovar ao vivo dia 4 de Julho pelas 18h30 na FNAC Colombo a sua inebriante MPB com um leve toque jazzístico pela excelência dos arranjos.
Almir Chiaratti entra em cena a 7 e 8 de Julho, nas FNAC Alfragide e Vasco da Gama, naquele que será o início da sua mini-digressão portuguesa. Na bagagem o músico do Rio de Janeiro trará as canções de “Bastidores do Sorriso”, mas também do seu sucessor ainda sem título, do qual já foi extraído o intrigante “Triz”.
Seguimos com Ritchaz Cabral naquela que será a sua quinta apresentação em FNACs. O pretexto continua a ser “Mal Famadu”, um autêntico mergulho na cultura africana ao ritmo de uma leve brisa lusitana, mesclando ritmos, sonoridades e culturas de forma subtil e arrebatadora. A apresentação está marcada para a FNAC Cascais pelas 18h.
Daniel Moon, por seu lado, inicia as apresentações ao vivo de “Be Different”, o seu primeiro EP, com showcases marcados nas FNACs do Vasco da Gama, Alfragide e Colombo. Tempo então de conhecer os temas deste seu primeiro registo que exploram o potencial da canção pop em formato jazzístico, num harmonioso diálogo de sopros, metais e teclas.
Diretamente de Peniche, Salmar chega à FNAC Vasco da Gama e FNAC Alfragide a 22 e 30 de Julho, respetivamente, para os primeiros espetáculos de apresentação a “Inquietação”, um pedaço de portugalidade onde a nossa cultura, hábitos e raízes são os protagonistas.
Já Os Clássicos juntam-se ao alinhamento das Festas da Cidade de Mirandela e prometem brindar os presentes com as canções de “Primeiro Acto”, o seu primeiro longa-duração a ser editado brevemente, de onde já foram extraídos os singles “Amor de Escola” e “Bom Demais”.
O mês de Julho encerra com os showcases nas FNACs do Gaia Shopping e Mar Shopping de Paulo Bastos, que apresentará ao público as canções do recém-editado “Desafio”, uma junção perfeita do cancioneiro popular com músicas originais, sendo ainda possível encontrar sonoridades pop/rock facilmente reconhecíveis, mas com uma roupagem completamente inesperada.
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“Descobre a receita para sobreviver!”
E se, de repente, um terrível vírus escapasse da segurança de um laboratório e contaminasse a Terra e só alguns “escolhidos” pudessem ter acesso à cura? Este é o ponto de partida dos “Escape Dinner” que a Grand’ideia vai organizar mensalmente, a partir de dia 14 de Julho, no restaurante Casa do Chef, em Lisboa. Um delicioso jogo de entretenimento, onde os enigmas são decifrados de faca e garfo.
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Depois de anos a sermos preparados por inúmeras séries televisivas, agora é real! Um terrível vírus contaminou a Terra e ameaça por fim à vida como a conhecemos. A infeção é uma certeza a não ser que se consiga aceder ao antídoto… Mas este só estará disponível para alguns e para ganhar esse direito, todos terão de cumprir desafios e provar que são “os escolhidos” para salvar a Terra.
A Grand’ideia volta a inovar e lança um novo conceito “dinner and a show”, onde se troca uma sala escura e cheia de desafios, por um jantar misterioso, onde as pistas são confecionadas pelo Chef Jorge Rodrigues e servidas ao público em jeito de enigma.
Os formatos de teatro imersivos e interativos são, cada vez mais, uma tendência a nível global e, em Portugal, já são milhares os fãs deste tipo de entretenimento. Convoque os seus amigos especialistas em teorias da conspiração, em enredos apocalípticos, em jogos de sobrevivência e venha descobrir se é um dos escolhidos.
Os Escape Dinner podem ser jogados a pares ou em grupos de até oito pessoas e têm a duração de 2h30, sendo que, em cada data haverá dois turnos, das 19h30 às 22h00 e das 22h00 às 00h30. Será que vão descobrir a receita para sobreviver?
Escape Dinner
Próximas datas: 14 de Julho, 11 de Agosto e 8 de Setembro
Horários: 2 Turnos: 19h30 – 22h00 | 22h00 – 00h30
Inscrições: reservas@grandideia.pt
Valor por pessoa: 35€, inclui jantar completo, luta pela sua sobrevivência e o também o antídoto (mas apenas para “os escolhidos”)
Local: Restaurante Casa do Chef – Avenida de Berlim 35A 1800-033 Lisboa
Segunda-feira, dia 17 de Julho, pelas 18h30 no Espaço PAN
Apresentação da candidatura do PAN à Câmara Municipal de Lisboa por Inês de Sousa Real
Inês de Sousa Real, candidata pelo PAN – Pessoas-Animais-Natureza à Presidência da Câmara Municipal de Lisboa, apresenta na Segunda- Feira dia 17 de Julho, às 18h30 no Espaço PAN em Lisboa (Av. Almirante Reis, 81-B), a visão do partido para o futuro do município e as principais linhas orientadoras do seu programa para as eleições autárquicas.
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Este encontro pretende uma aproximação aos munícipes e contará também com a participação de Miguel Santos, Deputado Municipal do PAN em Lisboa e cabeça de lista para a Assembleia Municipal e de André Silva, Deputado do PAN na Assembleia da República e Mandatário da Candidatura.
Serão abordados os objetivos estratégicos subjacentes à expansão do ideário PAN por mais cidadãs e cidadãos e às causas que defendemos, procurando dar voz activa às preocupações de todos e todas relativamente à cidade.
O PAN assume em Lisboa o desafio de voltar a fazer história e dos portugueses poderem ver aumentada a representação na Câmara Municipal de Lisboa de um partido que é único na defesa dos direitos e dos interesses das pessoas, dos animais não humanos e da nossa casa comum: o planeta.
Autárquicas 2017: PAN concorre pela primeira vez a Mafra
O PAN vai concorrer pela primeira vez à Câmara Municipal e à Assembleia Municipal de Mafra. Rui Prudêncio, candidato à Câmara Municipal e Matilde Batalha, cabeça de lista à Assembleia Municipal, acreditam que o partido pode dar um importante contributo ao concelho, trazendo à política local uma visão renovada e uma abordagem alternativa sobre velhos problemas no território, bem como sobre os novos desafios globais que têm uma forte incidência local.
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“É necessário que os partidos tradicionais, que governaram o concelho nos últimos 40 anos, compreendam que novas causas e novas problemáticas, designadamente de âmbito ambiental e de bem-estar animal, interessam a cada vez mais munícipes. Pela sua juventude e mentalidade, o PAN Mafra é uma força política bem posicionada para dar resposta a essas inquietudes cívicas. Além disso, é fácil perceber que persistem ainda vários problemas sociais, sobretudo de quem não se consegue fazer ouvir ou representar, tais como as dificuldades no acesso a um grande número de serviços públicos por parte de cidadãos e cidadãs com dificuldades motoras, cognitivas e ainda pessoas cegas, amblíopes ou surdas. Afinal, “o concelho é para ser vivido por todos e todas, em pleno direito”, afirma Rui Prudêncio, candidato à Câmara Municipal.
Para contribuir para a resolução dos problemas associados à mobilidade e às alterações climáticas, o PAN tem como uma das prioridades a implementação de medidas que visam a promoção da mobilidade elétrica no concelho, quer pelo compromisso da Câmara Municipal de Mafra gradualmente ir substituindo a sua frota automóvel por veículos elétricos, quer pela criação de um rede de postos de carregamento elétrico para estas viaturas.
“Não podemos permitir que a falta de acessibilidade limite os direitos da cidadania. As autarquias, como órgãos de proximidade, devem estar na primeira linha de defesa e da promoção dos direitos de todos cidadãos. É a pensar nos direitos destes cidadãos que advogamos para a autarquia de Mafra uma nova maneira de pensar o espaço público e os serviços camarários. Por isso, propomos umprograma de desenvolvimento de acessibilidades, não só físicas mas também de atendimento nos serviços públicos da autarquia”, confirma Matilde Batalha, que espera ser na Assembleia Municipal de Mafra a voz de todos os que têm ficado secundarizados nas políticas públicas do concelho nas últimas décadas.
Outra das medidas prioritárias é o desenvolvimento de um programa de esterilização de animais de companhia (cães e gatos) errantes, que circulam sem controlo pelo concelho.
“Esta é a única forma de uma vez por todas se acabar com a reprodução descontrolada de animais, situação que origina a sobrepopulação e consequentemente o abandono, o excesso de animais encarcerados no canil municipal, acidentes rodoviários, mortes e maus tratos. A proteção dos animais é antes de tudo um sinal de civilização”, refere ainda Rui Prudêncio.
A este programa de esterilização de animais abandonados poderão aderir os detentores que comprovadamente manifestem carências económicas para esterilizar os seus animais, bem como as associações zoófilas do concelho e protetores dos animais.
Por fim, e sendo Mafra um concelho com bastantes explorações de agricultura biológica, a candidatura considera fundamental existirem medidas que favoreçam a distribuição dos produtos de origem biológica não só em Lisboa, mas também dentro do concelho, potenciando-se deste modo a economia local. Nesse sentido, o PAN pretende que se distribua nas escolas, às crianças e jovens do concelho, os alimentos biológicos locais.
Educação, Apoio Social, Proteção da Natureza e Saúde são outros domínios importantes para o PAN em Mafra.
Cabeça de lista à Câmara Municipal de Mafra
Rui Prudêncio,42 anos, é natural de Armação de Pêra. Licenciado em História e pós-graduado em Ciências Documentais, trabalhou como bibliotecário em várias instituições, nomeadamente no Palácio Nacional de Mafra.
Defensor de uma Humanidade que saiba viver em equilíbrio com a Natureza e apoiante de uma cidadania mais participativa e inclusiva, juntou-se ao PAN em Janeiro de 2012.
Convicto de que o PAN traz uma visão renovada para a política local, dando voz a quem ainda não tem voz e a novas causas, pretende fixar em Mafra a influência positiva do partido junto da população e dos decisores e órgãos políticos locais.
PAN quer boletins de voto com sistema de “braille” para assegurar direitos das pessoas com deficiências visuais
O PAN – Pessoas-Animais-Natureza, dá hoje entrada de um projeto de lei que pretende assegurar às pessoas com deficiências visuais a faculdade de exercerem o direito de voto por via do sistema de “braille”.
Existem cerca de 160 mil cidadãos com incapacidade visual - 20 mil são cegos e 140 mil amblíopes (com capacidade visual muito reduzida) que, atualmente se veem impossibilitados de exercer devida e adequadamente o respetivo direito de voto por ausência de condições para tal, pelo que se pretende que este tema se debata no parlamento logo no início da próxima sessão legislativa.
Para o PAN é imperativo criar um mecanismo que possibilite às pessoas portadoras de deficiência visual que exerçam o seu direito de voto de forma plenamente autónoma e secreta, sem necessidade de solicitar a intervenção de terceiros para acompanhamento e preenchimento do boletim de voto. Por conseguinte, para além do boletim de voto em tinta, é fundamental que exista complementarmente uma matriz elaborada em conformidade com as diretrizes da grafia braille, permitindo a leitura das informações referentes aos candidatos e a respetiva escolha do candidato pretendido.
O último Censos, feito em 2011, reduziu a informação específica sobre os cidadãos com deficiência e, por isso, atualmente o Estado português dispõe de muito pouca informação sobre os estes cidadãos, não conseguindo assegurar-lhes um dos princípios constitucionais estruturantes da Democracia portuguesa – o princípio da igualdade.
"A Bilha Quebrada" de Heinrich Von Kleist, de 12 a 16 de Julho no Teatro Armando Cortez
A Yellow Star Company e o Teatro da Terra apresentam “A Bilha Quebrada” de Heinrich Von Kleist, de 12 a 16 de Julho no Teatro Armando Cortez.
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Com encenação de João Didelet e interpretação de BEATRIZ BAROSA, DIOGO GARCIA, JOÃO SABOGA, LUCINDA LOUREIRO, MIGUEL DAMIÃO, PESSOA JUNIOR, RITA LOUREIRO, FILIPA MATOS ROSA, FILIPE GOMES e SÓNIA GUERRA.
Estamos no século XVIII, na pequena aldeia de Huisum, nos Países Baixos. Num incidente nocturno quebram a bilha da Sr.ª Marta que por coincidência estava no quarto da filha. Atraída pelo barulho da bilha a partir-se, a Sr.ª Marta precipitasse para o aposento da filha, de seu nome Eva. E que vê ela… a pequena com o seu noivo e uma bilha partida. Este é o ponto de partida desta deliciosa comédia onde tudo se vai resolver no tribunal da terra onde, por acaso, o Juiz estava de ressaca e não só…
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DE 9 JULHO A 1 OUTUBRO. Do Carnaval à Luta Livre. Máscaras e Devoções Mexicanas. PALÁCIO PIMENTA
Inauguração: sábado, 8 de julho, às 17 horas
Dia 8, às 17 horas, o Museu de Lisboa inaugura exposição com mais de 250 máscaras mexicanas, além de revistas de banda desenhada, vídeos, pósteres e fotografias de lucha libre.
Comissariada por Anthony Shelton e no âmbito da programação Passado e Presente - Lisboa, Capital Ibero-americana de Cultura 2017, traz-nos uma perspetiva alargada sobre o imaginário popular mexicano.
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Nesta exposição dá-se espaço e visibilidade às narrativas que herdam práticas culturais indígenas, com aspetos de cultura popular, revelando visões sobre as histórias das relações entre os impérios europeus e os habitantes das Américas, um dos propósitos da programação Passado e Presente - Lisboa, Capital Ibero-americana de Cultura 2017.
O comissário da exposição é Anthony Shelton, antropólogo de renome e colecionador de máscaras mexicanas, fruto do seu longo trabalho de campo em várias regiões do México. Inclui cerca de 250 máscaras manufaturadas nos séculos XX e XXI de diferentes tipologias, além de filmes, banda desenhada e pósteres, e fotografias de Lourdes Grobet de alguns lutadores e suas famílias.
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No México, as máscaras são um ícone crescentemente visível na identidade mexicana, em festivais religiosos, protestos públicos e na sua forma local de luta livre. Atravessando séculos, as máscaras eram usadas antes da ocupação espanhola, durante o tempo colonial e depois da independência, em diferentes contextos e zonas do México, do Norte ao Sul. Muitas máscaras são resultado dos confrontos entre culturas indígenas, europeias, e africanas, em que podem entrar personagens de mouros, cristãos, apaches, aztecas e espanhóis.
São máscaras de carnaval que representam europeus; máscaras cerimoniais figurativas de tigres, diabos, sereias, serpentes, crocodilos e morcegos, entre outros, bem como personificações de espanhóis, africanos e mouros, que continuam a ser construídas nos dias de hoje, para venda e para uso em festividades diversas que permanecem vivas, do Norte ao Sul do País.
Aspeto particularmente inovador desta exposição é a associação das máscaras mexicanas ao fenómeno nacional da Lucha Libre, a versão mexicana de wrestling cujos lutadores usam máscaras. Combinação de desporto, luta e entretenimento, a luta livre mexicana teve a sua primeira instituição em 1933 e, desde então, não cessou de ser uma manifestação que movimenta massas e dá origem às devoções mais intensas.
Através da documentação associada às máscaras e aos objetos e iconografia da luta livre, como os filmes documentários e as fotografias, ficamos mais próximos dos criadores, construtores e utilizadores de máscaras, assim como dos lutadores e do seu contexto social, sendo que em ambos os grupos é bem patente o modo tão particular como desenvolvem a sua relação com o sobrenatural.
Uma exposição que conta histórias fantásticas do México através de máscaras originais, coloridas e plenas de significado.
Horário: de 9 de julho a 1 de outubro, de terça a domingo, das 10h às 18h (última entrada 17h30)
Entrada: 3€ com descontos disponíveis aqui.
Morada: Museu de Lisboa – Palácio Pimenta, Campo Grande, 245 1700-091 Lisboa
Mesa-redonda, 9 de julho, às 17 horas
Com Anthony Shelton e Nicky Levell.
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O PAN apresenta hoje a sua candidatura à Câmara Municipal do Seixal para as Autárquicas 2017. André Batista Nunes, residente no concelho há 26 anos, será cabeça de lista nestas eleições.
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A candidatura apresenta propostas em três áreas chave: Educação, Cultura e Saúde; Ambiente; Bem-Estar e Proteção Animal
Tendo como compromisso o trabalho local para que o Hospital no Seixal seja uma realidade, o a candidatura do PAN no Seixal privilegia uma saúde preventiva, alicerçada na promoção de hábitos de vida saudáveis. Para o efeito, o partido pretende apostar fortemente na educação, designadamente colocando à disposição dos munícipes informação rigorosa e de qualidade fornecida por profissionais qualificados, com especial enfoque nos mais jovens.
Acreditando que a saúde começa primeiramente na alimentação, esta candidatura pretende instituir a figura de Nutricionista Municipal, a qual deverá ser capaz de disponibilizar à população, através de palestras, sessões de esclarecimento e sensibilização, conhecimentos práticos que alterem positivamente os hábitos alimentares dos munícipes. Simultaneamente, propõe a democratização do acesso à prática desportiva e a melhoria as infraestruturas disponíveis para o efeito no concelho, instituindo o Passe Desportivo Municipal, um título que garantirá o acesso, em condições economicamente atrativas, aos diferentes espaços públicos e privados de prática desportiva.
“Não há nada mais importante para cada um de nós do que a nossa própria vida e a dos que nos são próximos. Nesse sentido, é imperioso apostar numa saúde preventiva, privilegiando desde logo o conhecimento e os meios para a obter”, explica André Batista Nunes, candidato do PAN à Câmara Municipal do Seixal.
Na área do ambiente, e a fim de reduzir a contaminação dos solos, o PAN Seixal terá como prioridade levar o saneamento básico a todas as zonas do Concelho, garantindo que todos os efluentes são corretamente processados e tratados, pondo termo a situações de esgotos a céu aberto e descontinuando de vez a solução das fossas cépticas, assegurando que nenhuma casa do concelho terá o abastecimento de água condicionado.
Para além de priorizar as questões relacionadas com a água, o partido destaca a importância de garantir a qualidade do ar no Seixal, propondo zelo na fiscalização e reforço do cumprimentos das obrigações legais no que toda a empresas e atividades potencialmente poluentes.
No que toca ao Bem-Estar e Proteção Animal, a candidatura do PAN no Seixal é assumidamente contra o licenciamento de espetáculos tauromáquicos, circenses e outros que recorram a animais, e garante que não deixará de trabalhar, no quadro das suas competências, por um concelho reconhecidamente amigo de todos os animais.
“Pretendemos implementar um modelo completamente inovador e progressista no Canil/Gatil Municipal, assente na humanização do mesmo, promovendo o alojamento em segurança, higiene e saúde dignas e pugnando pela adopção responsável dos animais a cargo da autarquia”, acrescenta André Batista Nunes.
O PAN procurará ainda soluções para o fenómeno das gaivotas urbanas que garantam o fim dos problemas aquelas associados mas que respeite o seu valor no ecossistema local. Também assim e à semelhança do que já acontece noutras cidades do país, tem como proposta a criação de pombais contraceptivos que contribuam para o controlo da natalidade destes animais.
André Batista Nunes, 32 anos, nascido em Lisboa, é jurista de profissão, reside no Concelho do Seixal há 26 anos, é casado e pai.
EnergIoT desenhou um microgerador para capturar energia do ambiente e assim alimentar sensores autónomos para Internet of Things.
A tecnologia da empresa EnergIoT foi a vencedora da 2ª edição do CleanTech Camp, um programa de aceleração que visa impulsionar start-ups ligadas à energia sustentável em Portugal e Espanha. A entrega de prémios realizou-se em Barcelona, e a decisão resultou da deliberação de um corpo de júris formado por especialistas e investidores do sector das energias sustentáveis.
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A empresa EnergIoT recebeu um prémio de 20.000€ para além de um conjunto de serviços suplementares avaliados em 10.000€, e oferecidos pelos parceiros deste programa. Graças ao programa CleanTech Camp, a empresa EnergIoT irá mitigar a manutenção associada à substituição e carregamento de baterias de redes de sensores, especialmente em redes onde existe um elevado número dos mesmos e com difícil acesso, como é o caso das redes de distribuição de gás, linhas elétricas e geradores elétricos.
Entre os projetos finalistas, X1WIND foi o segundo classificado tendo-lhe sido atribuído um prémio monetário de 10.000€ e um pacote de serviços complementares no valor de 6000€, para além de se posicionar como uma das empresas verdes do ano, entre os participantes de Portugal e Espanha. Esta empresa desenvolveu um sistema inovador para o mercado eólico offshore, que consiste numa plataforma flutuante que pesa menos de 66% que as estruturas atuais, de fácil instalação e sem necessidade de utilização de barcos grua para manutenção em alto mar.
Finalmente ao terceiro finalista, Rated Power, foi atribuído um premio monetário de 5.000€ juntamente com 4.000€ em serviços complementares. Com o seu software pvDesign é capaz de reduzir o trabalho de engenharia e documentação necessários ao desenho de plantas solares fotovoltaicas, de 1 a 2 semanas para 5 minutos.
A iniciativa CleanTech Camp, promovida pela InnoEnergy, Barcelona Activa e a Câmara de Lisboa e, patrocinada pela Gas Natural Fenosa, tem como objetivo a promoção da transferência tecnológica e empreendedorismo no campo das energias limpas da Península Ibérica. A ZBM, Impulse2Grow e Osborne & Clarke/ VdA também ofereceram serviços profissionais aos vencedores, de modo a acelerar o seu crescimento.
Mikel Lasa, Director General de InnoEnergy Iberia, deu os parabéns aos finalistas afirmando que: “EnergIoT foi a grande vencedora de um programa que reuniu projetos de alto nível e bastante inovadores, e no qual a decisão foi extremamente difícil. Cleantech Camp é um trampolim para grandes ideias de negócio dentro do sector visto ter bastante visibilidade, o que aumenta as probabilidades de sucesso.”
InnoEnergy:
InnoEnergy é o motor de inovação de energia sustentável da Europa.
O desafio é grande, mas o nosso objectivo é simples: alcançar energia sustentável para o futuro de toda a europa. Para isso sabemos que a inovação é a solução. Só através de novas ideias, produtos e serviços que marquem a diferença e novos negócios e pessoas que queiram introduzir estas tecnologias no mercado, poderemos alcançar esse objectivo. Na InnoEnergy apoiamos e investimos na inovação em todas as etapas do processo: desde a sala de aulas até ao consumidor final. Com a nossa rede de parceiros estabelecemos ligações por toda a Europa, unindo o setor industrial com investigadores, estudantes, trabalhadores, empresários e empreendedores.
Trabalhamos em 3 áreas de inovação:
Educação para ajudar a criação de uma equipa de trabalho especializada e ambiciosa, que compreenda as exigências atuais de sustentabilidade e as necessidades da indústria.
Projectos de inovação que unam as ideias aos investigadores e ao setor da indústria para criar tecnologias atrativas comercialmente e que ofereçam resultados reais para os consumidores.
Serviços para a criação de negócios, com o fim de apoiar os empreendedores e as novas empresas que se estão a expandir no ecossistema energético europeu com as suas soluções inovadoras.
Reunindo estes três items, poderemos maximizar os resultados de cada uma, acelerar o desenvolvimento de soluções de mercado imediato, e criar um ambiente frutífero no qual poderemos comercializar os resultados inovadores do nosso trabalho.
Gas Natural Fenosa:
Gas Natural Fenosa, pioneira na integração do gás e da eletricidade , é um grupo multinacional presente em mais de 30 países e com mais de 23 milhões de clientes. Através da aquisição da companhia elétrica União Fenosa, terceira do mercado espanhol, a Gas Natural Fenosa culminou o seu objectivo de integrar os negócios de gás e eletricidade numa companhia com larga experiência no setor energético, capaz de competir de uma forma eficiente em mercados submetidos a um processo de crescente integração, globalização e aumento de concorrência.
Barcelona Activa:
Barcelona Activa é a organização responsável por impulsionar o desenvolvimento económico da cidade de Barcelona, desenhando e executando políticas de ocupação para toda a cidade, e favorecendo o desenvolvimento de uma economia diversificada e de proximidade. Há 30 anos que impulsiona a atividade económica de Barcelona e o seu âmbito de influência, dando apoio às políticas de ocupação, à iniciativa empreendedora e às empresas, ao mesmo tempo que promove a cidade e os seus setores estratégicos internacionalmente.
Câmara Municipal de Lisboa/ Direcção Municipal de Economia e Inovação:
A Câmara Municipal de Lisboa é o órgão executivo do município, cuja missão é definir e executar políticas que promovam o desenvolvimento do município de Lisboa em diferentes áreas. A Câmara Municipal é composta por 17 conselheiros eleitos, representando as diferentes forças políticas, dos quais um é o Presidente da Câmara.
A Direcção Municipal de Economia e Inovação tem nas suas competências a coordenação e implementação das políticas e projetos nas áreas do desenvolvimento económico, atração de investimento e empresas a uma escala internacional, apoio ao empreendedorismo e PMEs, articulação com o sistema regional de conhecimento e inovação e a dinamização dos clusters estratégicos de Lisboa.
Em Novembro de 2016 foi lançada a plataforma Made of Lisboa (www.madeoflisboa) que será um dos parceiros do Cleantech Camp em Lisboa e que permite a qualquer empreendedor, empresa ou investidor explorar o ecossistema empreendedor e de inovação da capital portuguesa.
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VianaFestas foi à Feira Internacional de Artesanato (FIA) divulgar a próxima edição da Romaria de Nossa Senhora d’Agonia, em Viana do Castelo. E, porque “Somos Todos Romaria”, os minhotos radicados na região de Lisboa associaram-se à festa e rumaram aos pavilhões da FIL para colaborar na divulgação de uma das mais imponentes romarias do Minho e de Portugal.
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O Grupo Etnográfico Danças e Cantares do Minho e, consigo muitos dos minhotos que residem em Lisboa, encontram-se neste momento na FIA para, juntamente com a VianaFestas, darem a conhecer aos milhares de visitantes deste certame a grandiosidade, alegria e colorido da romaria de Viana do Castelo, a grande festa do Minho. E, como não podia deixar de suceder, também Laura Rua, componente deste grupo folclórico e mordoma escolhida para figurar no cartaz oficial da romaria deste ano, esteve presente com o seu traje da Areosa, precisamente o que exibe na imagem do cartaz.
Fotos: Manuel Santos
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Iniciativa do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho
Os minhotos que residem na região de Lisboa vão no próximo dia 9 de Setembro participar nas vindimas e, após o almoço, na pisa das uvas à moda antiga, ao som da concertina e ao ritmo do bombo. Trata-se de uma organização conjunta do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho e da Quinta das Carrafouchas, situada no concelho de Loures.
Esta é uma iniciativa inédita no âmbito do regionalismo e da divulgação do folclore na região de Lisboa e está já a despertar enorme curiosidade e interesse sobretudo por parte dos minhotos que ali vivem, mas também das gentes saloias daquela região.
Os participantes vão poder experimentar a sensação única da prensagem da uva com os pés, tal como outrora se fazia em todos os lagares da nossa região. A pisa das uvas constitui uma tradição milenar que se perde nos tempos com vista ao seu esmagamento a fim de dar início ao processo de fermentação.
Com os pés se esmaga as uvas e quebra a casca sem, no entanto, quebrar as sementes, método que sendo mais demorado do que o recurso à prensa, proporciona um maior contacto com a casca e, consequentemente, a possibilidade de extrair mais cor, aromas e sabores, conferindo aos vinhos assim produzidos uma qualidade superior.
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A Quinta das Carrafouchas onde vai ter lugar a Festa do Vinho situada em A-das-Lebres, Freguesia de Santo Antão do Tojal. O solar é um dos exemplares do período Barroco existentes no Concelho de Loures. Foi em 8 de Abril de 1872 comprada ao Marquês de Valada por Joaquim Franco Cannas, permanecendo na família até aos dias de hoje.
Anne de Stoop, na sua obra “Quintas e Palácios dos Arredores de Lisboa”, descreve a Casa e Quinta das Carrafouchas nos seguintes termos:
“Não existe qualquer documento que nos permita retraçar a história da Casa das Carrafouchas, construída no principio do séc. XVIII. Da sua história só reza a estadia de Junot ali. No dia 8 de Abril de 1879, a propriedade é comprada ao Marquês de Valada por Joaquim Franco Cannas, mantendo-se na sua família até ao presente. Ela pertence actualmente a D. Maria Veneranda Cannas Henriques da Silva.
Este solar constitui um belíssimo exemplo da construção que podemos encontrar tanto no Norte como no Sul de Portugal. Neste tipo de casa, construída segundo uma concepção frontal, a fachada desenhada com cuidado desenvolve-se no sentido do comprimento. Os três elementos distintos, constituídos pela capela, a residência e o muro do pátio, fechado por um portal armoriado, são aí integrados num mesmo conjunto. As capelas são em geral pouco postas em evidência durante a primeira metade do século XVIII, ocupando simplesmente a extremidade da fachada. É este o caso, dado que a capela fica mesmo
subordinada à cornija situada no prolongamento da casa, apenas se distinguindo desta por um pequeno campanário e por um frontão trabalhado. A sua fachada, na qual se inscreve a data de 1714, possui a sobriedade do século anterior, de que é exemplo a parte residencial, pontuada por largas pilastras e pelo alinhamento das janelas de sacadas com uma cornija. O enorme muro, com o seu portal armoriado, que dá acesso ao pátio, é prolongado pelo muro dos anexos.
Muito portuguesa na sua arquitectura, esta casa é-o também pela predominância dada à decoração interior da capela, sobre a da habitação. Dedicado a Nossa Senhora do Monte do Carmo, este local de oração constitui uma verdadeira jóia, onde se encontram, associados à portuguesa, talhas douradas, embutidos de mármore policromos, frescos vermelhos e dourados, e azulejos azuis e brancos. O conjunto é contudo muito homogéneo, graças ao «leitmotiv» bidimensional mas muito dinâmico, formado pelos enrolamentos e volutas de folhagem. A semelhança de tratamento destes materiais explica-se pelos laços que existem entre os diferentes corpos de ofícios que se inspiravam, na maior parte das vezes, nos registos destes mesmos decoradores.
Assim, o marchetador que executou o altar foi capaz de imitar na perfeição sobre a madeira os mosaicos florentinos em mármore semelhantes aos da vizinha Igreja Matriz de Loures, terminados em 1716 (1). Do mesmo modo, o fresquista pintou opulentas volutas no tecto, associadas à gramática ornamental pós-renascentista, com cornucópias de flores, frutos e mascarões. Em seis grandes carteias encontram-se representadas invocações à Virgem (2). No centro, à maneira das alminhas populares, talvez da autoria de José Ferreira de Araújo, encontra-se uma poética Nossa Senhora do Monte do Carmo, intercedendo pela salvação dos condenados ao fogo eterno (3). Quanto ao pintor de azulejos, cuja corporação era considerada como mais inovadora, nota-se todavia que este conservou nas cercaduras as tradicionais volutas onde folgam querubins. Em contrapartida, as cenas representadas relevam de uma nova estética.
Os episódios da vida da Virgem (4), verdadeiros quadros, destacam-.se dos fundos arquitectónicos, abrindo-se sobre um espaço agora de três dimensões. Ao mesmo tempo, as diferentes cenas ilustram um mundo familiar longínquo dos austeros padrões do século anterior. A Natividade e a Adoração dos Magos são particularmente pitorescas, com pastores radiantes de alegria oferecendo os seus rústicos presentes ou os Reis Magos e os seus pretinhos acompanhados de camelos, evocando de algum modo os famosos cortejos de girafas das tapeçarias peçarias tecidas em Tournai no século XVI, depois das descobertas portuguesas. O cuidado no pormenor, a justeza das fisionomias, um certo ar terno e recolhido permitiriam atribuir estes azulejos ao mestre P.M.P.
Tal como a capela, o pátio constitui um espaço privilegiado, cercado por anexos de tectos múltiplos, alegrado pelo espantoso desenho geométrico do empedrado preto e branco e refrescado pela existência de uma fonte. O terraço que o domina foi decorado depois da capela, por volta de 1740, com três monumentais painéis de azulejos, que representam cenas de caça, no estilo das de Bartolomeu Antunes. Ali, cavaleiros e montadas perseguindo o touro, o cervo e o javali, possuem um desenho particularmente plástico.
O jardim reserva-nos nova surpresa, com o seu grande lago em meia-lua, adossado a três muros de um branco efuziante orlado de ocre, encimados por bolbos, pináculos que não deixam de ter vagas reminiscências árabes. Aqui os azulejos servem para enquadrar arquitectonica-mente nichos de largas cercaduras barrocas que, acima dos bancos de pedra, enquadram graciosas figuras alegóricas representando as Quatro Estações. Este tema bucólico, muito apreciado, alegra frequentemente os salões e os ter-raços, tal como na Quinta Grande na Damaia, onde as Quatro Estações possuem um porte de.elegância idêntica. Desenhada com muita delicadeza e cuidado, esta decoração poderia ser atribuída, quem sabe, a Nicolau de Freitas, por volta de 1740. Na grutazinha central, o murmúrio da fonte parece juntar-se ao das galantes personagens de azulejos que devaneiam sob as frondosidades (5).
(1) Os mosaicos de mármore da Igreja Matriz de Loures foram executados por Manuel Francisco Botelho entre 1696 eá716
(2) A Lua, o Sol, o poço, o espelho da justiça, a torre de marfim.
(3) O menino Jesus, os anjinhos e dois condenados sustentam na mão um emblema do Monte Carmo.
(4) A Educação da Virgem, a Apresentação no Templo, o Casamento da Virgem, o Nascimento de Jesus, a Adoração dos Magos, Fuga para o Egipto, Sagrada Família. É interessante comparar os azulejos com os quatro quadros da capela, representando o casamento da Virgem, a Anunciação, a Natividade e a Visitação.
(5) Nos jardins, apesar de ter desaparecido o miradouro do século XVIII decorado de azulejos, ainda ficou uma linda rotunda encimada de um lanternirn que abriga uma fonte.”
Fonte: Anne de Stoop. Quintas e Palácios dos Arredores de Lisboa. Livraria Civilização Editora. 1986
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A Feira Internacional de Artesanato que decorre nos pavilhões da FIL, em Lisboa, recebe hoje uma verdadeira multidão que não quer perder uma oportunidade de visitar o certame até ao dia do seu encerramento.
Viana do Castelo promove neste momento a Romaria de Nossa Senhora d’Agonia, contando nomeadamente com a participação do Grupo Etnográfico de Danças e Cantares do Minho.
Este evento tem vindo a cada ano a receber um número maior de visitantes, afirmando-se como um dos maiores certames do género a nível internacional.
A 30ª edição da FIA Lisboa 2016 apresentou um vasto programa em que constaram exposições temáticas, prémios e concursos, ateliers, workshops, actuações musicais, jogos tradicionais e conferências. A FIA Lisboa assume-se como uma plataforma de excelência para a promoção do desenvolvimento regional e das culturas locais por via do artesanato, da gastronomia, das actividades culturais e turísticas, do património e recursos naturais e fontes de sustentabilidade da economia local, tendo aperfeiçoado, ao longo de três décadas de existência, a simbiose entre economia e cultura, tradição e inovação.
Fotos: Manuel Santos
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Folk Misericórdia será um evento de cariz cultural, a ser realizado na Cidade de Lisboa, nos dias 8 e 9 de Julho!
A parceria entre o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa e a Junta de Freguesia da Misericórdia tem sido desenvolvida nos últimos meses, assente em pilares sólidos. Tal cooperação culminará com a organização deste evento, que se profetiza destacar da agenda cultural de Lisboa.
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O evento será realizado no Largo do Corpo Santo, um dos muitos espaços da zona ribeirinha recentemente recuperados, que marcará o encerramento do Arraial do Corpo Santo. O seu cartaz incluí um programa rico em tradições e cultura, complementando deste modo os afamados arraiais alfacinhas.
No dia 8 de julho (sábado) haverá um Encontro de Concertinas e Instrumentos Tradicionais, onde os visitantes e transeuntes poderão disfrutar de música tradicional portuguesa, tendo a oportunidade de cantar e dançar durante toda a tarde. Já o dia 9 de julho (domingo) ficará marcado pela realização de um Encontro de Folclore, que contará com a presença de 5 grupos folclóricos, demonstrando as tradições, usos e costumes dos seus antepassados com a maior supremacia, graças à sua qualidade etnográfica.
Durante todo o evento haverá bar aberto, venda de enchidos, queijos, outros produtos regionais, artesanato e doçaria típica (como filhoses).
Organização do Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho com o apoio da Câmara Municipal de Loures
A edição deste ano do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas culminou ontem com a realização no Parque da Cidade, em Loures, de um grandioso espectáculo da nossa cultura tradicional e das comunidades imigrantes que este ano marcaram a sua presença através de representações do Brasil e da Moldávia.
Uma nota digna de registo foi a participação do cante alentejano, através do Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo, um dos mais lídimos representantes desta forma de expressão folclórica que, de forma incompreensível, é frequentemente discriminada em relação aos espectáculos de danças, vulgo festivais de folklore.
Desde a cerimónia de recepção aos grupos convidados que teve lugar no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte onde se reúne a Assembleia Municipal de Loures, estiveram presentes o vereador da Câmara Municipal de Loures, Dr. António Guilherme e diversos membros de juntas de freguesia. Por seu turno, também a Federação do Folclore Português fez-se representar na pessoa do sr. Joaquim Pinto, Conselheiro Técnico da Região do Alto Minho.
Após o desfile de grupos participantes, o espectáculo teve lugar em palco tendo como cenário a réplica da fachada das ruínas da Igreja de S. Paulo, em Macau, tendo beneficiado das excelentes condições atmosféricas que se fizeram sentir.
Perante a participação entusiasmada do numeroso público, participaram na edição deste ano do FolkLoures o Grupo de Bombos Os Baionenses, o grupo da Associação Tira-me da Rua (ATR) – Brasil; a Associatia Miorita Portugalia – Moldávia; Grupo Coral Os Ceifeiros de Cuba - Baixo Alentejo; Grupo Folclórico “O Cancioneiro de Ovar” – Beira Litoral; Grupo Etnográfico Danças e Cantares da Nazaré – Estremadura; Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela – Estremadura / Região Saloia e, naturalmente, o anfitrião Gupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho – Minho. O espectáculo encerrou com a realização de uma sessão de fogo-de-artifício que iluminou os céus no concelho de Loures.
Aos grupos e entidades participantes foram oferecidas peças de artesanato tradicional como lembranças, valorizando desse modo o trabalho artístico dos nossos artesãos. Refira-se que desde há algum tempo, o nosso artesanato tem sido preterido devido ao recurso a peças acrílicas e outras criações que nada têm a ver com o nosso folclore.
A realização do FolkLoures’17 – Encontro de Culturas nos moldes em que está a ser efectuado, com o seu formato actual, está a projectar Loures como um palco privilegiado do folclore de Portugal e do Mundo, através de exposições, conferências e de um espectáculo que reúne o que de melhor existe na cultura tradicional do povo português e das comunidades imigrantes.
Entretanto, a organização do FolkLoures iniciou já os preparativos para a realização da edição de 2018, tendo inclusivamente já garantida uma representação de uma comunidade imigrante, esperando-se que o programa fique fechado até ao final deste ano.
Para o próximo dia 9 de Setembro, o Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho tem em preparação a realização na Quinta das Carrafouchas da Festa do Vinho, um espectáculo de cariz etnográfico que incluirá a pisa das uvas no lagar à moda antiga, ao som da concertina e ao ritmo do bombo. Trata-se de uma organização conjunta do Grupo Folclórico e Etnográfico Verde Minho e da Quinta das Carrafouchas, situada no concelho de Loures.
Esta é uma iniciativa inédita no âmbito do regionalismo e da divulgação do folclore na região de Lisboa e está já a despertar enorme curiosidade e interesse sobretudo por parte dos minhotos que ali vivem, mas também das gentes saloias daquela região.
Os participantes vão poder experimentar a sensação única da prensagem da uva com os pés, tal como outrora se fazia em todos os lagares da nossa região. A pisa das uvas constitui uma tradição milenar que se perde nos tempos com vista ao seu esmagamento a fim de dar início ao processo de fermentação.
Com os pés se esmaga as uvas e quebra a casca sem, no entanto, quebrar as sementes, método que sendo mais demorado do que o recurso à prensa, proporciona um maior contacto com a casca e, consequentemente, a possibilidade de extrair mais cor, aromas e sabores, conferindo aos vinhos assim produzidos uma qualidade superior.
A Quinta das Carrafouchas onde vai ter lugar a Festa do Vinho situada em A-das-Lebres, Freguesia de Santo Antão do Tojal. O solar é um dos exemplares do período Barroco existentes no Concelho de Loures. Foi em 8 de Abril de 1872 comprada ao Marquês de Valada por Joaquim Franco Cannas, permanecendo na família até aos dias de hoje.
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