
XVIII FESTIVAL DE FOLCLORE
Rossio dos Olivais – Parque das Nações – 02 de Setembro 2017
PROGRAMA DO EVENTO:
17H30/18H00 – Chegada dos Grupos a Lisboa;
Os Grupos irão concentrar-se na nossa sede, onde poderão conviver até à hora em que será servido o jantar.
- 18H30 – Jantar convívio;
- O jantar será servido na messe do edifício onde estamos sediados.
20H00 – Trajar;
21H00 – Desfile Parque das Nações;
Desfile irá ser iniciado na entrada Norte do Parque das Nações, junto ao Campus da Justiça.
21H30 – Espetáculo Etnográfico - “XVIII FESTIVAL DE FOLCLORE”.
Grupos participantes:
- Grupo Danças e Cantares Clube Novo Banco – Besclore (Organizador/Lisboa)
- Grupo de Folclore “Identidade Lusa” – Oliveira do Bairro
- Grupo Folclórico de S. Martinho do Campo – Santo Tirso
- Rancho Folclórico e Etnográfico de São Sebastião – Loulé
- Rancho Folclórico e Etnográfico de Ponte da Barca – Ponte da Barca
- Grupo de Bombos “Bombrando” – Amadora
É esta a ordem de atuação. O desfile será pela ordem inversa
24H00 – Cerimónia de Encerramento.
Um melhor atendimento para si
Procurando responder aos picos de procura que se sentem habitualmente na reabertura do ano escolar e no regresso de férias, o Metropolitano de Lisboa (ML) irá reforçar, a partir de 4 de setembro, os postos de atendimento exclusivamente dedicados aos cartões Lisboa VIVA urgentes e aumentar em 137,5% a sua capacidade produtiva deste tipo de cartões.
Este reforço irá contribuir para a redução das habituais filas de espera nesta época e consequentemente o tempo de espera, melhorando, o serviço prestado pelo ML aos seus clientes. Neste contexto, o ML irá abrir três novos postos de atendimento de cartões Lisboa Viva urgentes nas estações Alameda (Linhas verde e vermelha), Entre Campos (linha amarela) e Jardim Zoológico (linha azul), mantendo os dois postos de atendimento habituais nas estações Campo Grande (linhas amarela e verde) e Marquês de Pombal (linhas amarela e azul).
Todos os postos de atendimento Lisboa Viva urgentes manterão o mesmo horário de funcionamento nos dias úteis dividido em dois períodos (das 7h 45m às 13h30 e das 14h00 às 19h45m). Contudo, os clientes apenas poderão fazer entrega de requisições no período da manhã e o levantamento dos cartões no período da tarde, com exceção do posto de atendimento de Entre Campos onde a entrega de requisições e o levantamento de cartões poderão ser efetuados em ambos os períodos.
A emissão dos cartões Lisboa VIVA urgentes estará sempre associada a um limite diário, por posto, por forma a garantir o efetivo cumprimento dos prazos de entrega (um dia útil).
Esta medida temporária, em vigor até 31 de outubro, vai ao encontro dos objetivos definidos pelo Metro de melhorar sustentadamente o serviço que presta aos seus clientes e não terá qualquer impacto nos outros oito postos de atendimento onde os clientes poderão efetuar como habitualmente a requisição dos cartões Lisboa Viva que não sejam urgentes.
Jogo da morte do galo. Freguesia de Seia admite processar PAN
"A prática denunciada pelo PAN trata-se, na realidade, de uma tradição que consiste em partir um ovo com um pau, de olhos vendados, sendo o galo o prémio", esclareceu a autarquia de Seia.
- Ver em http://bloguedelisboa.blogs.sapo.pt/pan-quer-impedir-morte-do-galo-em-seia-896425

A União de Freguesias de Carragosela e Várzea de Meruge, em Seia, admite processar o PAN - Pessoas-Animais-Natureza pela denúncia relacionada com a alegada "morte do galo" nas festas locais.
Em carta enviada na quarta-feira ao deputado e porta-voz do PAN, André Silva, o presidente da União de Freguesas, João Barreiras, refere que a autarquia "exige a retratação pública e o desmentido" da situação "num prazo limite de 48 horas", através dos meios utilizados para efetuar a denúncia.
"Caso isso não venha a acontecer, iremos processar o senhor André Silva e o PAN por difamação", refere o autarca na missiva a que esta quinta-feira a agência Lusa teve acesso.
O partido anunciou, na terça-feira, que pretende impedir a prática da "morte do galo", anunciada para as festas do Santíssimo Sacramento, em Várzea de Meruge, no concelho de Seia, de 08 a 11 de setembro.
Em comunicado, o PAN refere que a prática, em que o galo "é agredido sucessivamente com um pau até morrer", foi denunciada junto do Ministério Público, da Direção Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) e da Câmara Municipal de Seia, no distrito da Guarda.
A autarquia de Seia esclareceu em comunicado que "a prática denunciada pelo PAN trata-se, na realidade, de uma tradição que consiste em partir um ovo com um pau, de olhos vendados, sendo o galo (vivo) o prémio para quem conseguir tal proeza".
A autarquia comprova a tradição da aldeia de Várzea de Meruje com um vídeo onde se vê um jogador, de olhos vendados, a tentar acertar com um pau num ovo que está colocado no solo.
"A denominada 'morte do galo' é uma tradição das Festas do Santíssimo Sacramento que ocorre na localidade de Várzea de Meruje, concelho de Seia, e que apenas no nome remete para a morte de um animal", sustenta na nota.
O PAN - Pessoas-Animais-Natureza disse esta quinta-feira à Lusa que mantém a denúncia sobre a "morte do galo" em Seia, apesar de o município esclarecer que consiste em partir um ovo com um pau.
"A denúncia mantém-se e as entidades competentes farão aquilo que entenderem e os órgãos de polícia civil farão a sua fiscalização", disse André Silva, deputado e porta-voz do PAN.
Na carta enviada ao PAN, o presidente da União de Freguesias de Carragosela e Várzea de Meruge esclarece que, como entidade responsável pela promoção do evento, a Junta teria de emitir o respetivo alvará e "nunca permitiria tal prática atentatória contra o direito dos animais e contra a Lei".
Explica que o jogo em causa "nada mais é do que algo inofensivo e onde os intervenientes, na sua quase generalidade crianças, de olhos vendados e com um pau na mão, tentam partir um ovo, sendo que aquele que o conseguir obtém como prémio um galo vivo".
O autarca João Barreiras garante ainda que o jogo, como é descrito pelo PAN, "nunca foi praticado na Freguesia" e "especificamente na localidade de Várzea de Meruge".
XIX Festival de Folclore de Alfragide, conta já com a sua 19ªEdição
O Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho, representante da Região do Douro Litoral, em tempos denominada como “Entre-Douro e Minho”, em parceria com a Junta de Freguesia de Alfragide, como tem vindo a ser costume irá levar a efeito o seu 19º Festival de Folclore, no próximo dia 9 de Setembro.

O Evento irá ter lugar na Associação de Moradores Alto do Moinho, onde o Grupo Danças e Cantares Alto do Moinho, está sediado, é um lugar muito acolhedor e fica muito perto do IKEA de Alfragide, contando com ótimos acessos ao local.
Os grupos que iram fazer parte desta noite de folclore são da mais digna representatividade dos tempos de outrora.
Pelas 20h30 sensivelmente irá começar o desfile pelas ruas do Bairro Alto do Moinho
Pelas 21h00 terá início o XIX Festival de Folclore de Alfragide com os seguintes grupos:
No local do evento há o bar da Associação de Moradores Alto do Moinho, que terá petiscos e grelhados para todos os que quiserem provar algumas iguarias antes do festival começar.
Convidamos desde já todos os sócios, amigos, conhecidos, e outras pessoas que queiram vir passar um belo serão de folclore na companhia de todos os grupos que nos visitam. Vamos fazer com que as nossas tradições se mantenham vivas e recordar um pouco de como era no passado. Sintam-se todos convidados, a todos o nosso muito obrigado.
A RTP vai transmitir uma série de 18 debates com os candidatos às Câmaras das 18 capitais de distrito de Portugal Continental. Os debates vão para o ar às 20H00 na RTP 3 com repetição no mesmo canal às 01H30 da madrugada. De 21 de agosto até 14 de setembro.
Sucede que não existem nem jamais existiram “câmaras de capitais de distrito” uma vez que, todos os concelhos do país possuem os seus órgãos autárquicos próprios – assembleia municipal e câmara municipal” – em representação das respectivas populações, com a mesma legitimidade das referidas 18 autarquias que não respondem pelas populações dos demais concelhos que fazem parte dos seus distritos.
Com este critério, a RTP discrimina 260 municípios do continente, para já não falar nos 30 municípios das regiões autónomas. E ainda diz que presta um serviço público!...



Primeiro instalou-se a “Rotina”, sentimento que se apodera da nossa existência suave e disfarçadamente. Depois surge a vontade de mudar de ares, procurar novos desafios e aventuras, rumar ao infinito e mais além. São essas “Correntes” invisíveis que nos levam a embarcar na enorme aventura que é emigrar.

Este é o tema que inspirou a criação do segundo single retirado do EP “Hino Vitável – Acto I”, registo com que se estreiam os lusitanos Sopa d’Alma. Este projeto editado pela Music For All é marcado por laivos de instrumentação clássica, rock progressivo e música interventiva, provando que a cantiga ainda é uma arma.
O EP digital é composto por seis faixas e já está disponível na Amazon, no Google Play e na The Store, com o carimbo da Music For All.
Os Sopa d’Alma são um projeto constituído por Fá Pereira (voz e flauta) e Pedro Carneiro (guitarra). Oriundos de Braga, cruzaram-se pela primeira vez numa escola de música da cidade, onde viriam a formar a sua primeira banda de covers em 2007.
Dois anos volvidos, sentiram a vontade de se expressar numa linguagem musical própria e original, formando em conjunto com outros dois amigos o projeto Angúria, cantado em português num registo de rock progressivo. Em 2012 constaram da coletânea “À Sombra de Deus”, que reunia o que de melhor se fazia no fervilhante panorama musical de Braga. O projeto culminaria em 2014 com a elaboração de uma peça musical de 40 minutos organizada em cinco temas, exibida ao público no Theatro Circo, no coração da cidade natal.
Com a mudança de armas e bagagens para Viena, no final desse ano, surgiu também a vontade de materializar novas criações e estados de alma. Foi então que se formou o projeto dos Sopa d’Alma, com o objetivo inicial de conter a ressaca pós-Angúria, apresentando à Áustria versões de fados e clássicos da música em português cantados de forma reconstruída, a dois sons: voz e guitarra. Foi lá que representaram a música portuguesa em feiras e eventos internacionais, fornecendo também a banda sonora a um pequeno café português local, comovendo muitos dos presentes que escutaram aquele tipo de sonoridade pela primeira vez.
Contudo, seria só no final de 2016, já mais esclarecidos e ambiciosos, que voltariam ao formato que crêem ser o seu pináculo criativo: a peça. Para tal, compuseram a primeira parte do relato musical centrado nos temas que os levaram para fora de Portugal, pontuado por apontamentos de instrumentos clássicos e marcado pelas influências de todos os grandes artistas que consomem, desde o rock progressivo à música dita de intervenção.
Sopa d’Alma é então doravante um projeto com uma clara intenção: biografar musicalmente o caminho de dois parceiros musicais ininterruptos, com intervenção nos ouvintes por universal afinidade com o conteúdo realista, cuja simplicidade na forma só o possa enaltecer.
Salmar pertence à fina estirpe de músicos e cantores capazes de conquistar uma audiência com a voz, paixão e entrega em palco. É, por isso, normal que o formato showcase seja o que mais rapidamente lhe enche as medidas, permitindo uma dose de intimidade difícil de replicar noutras atuações.

Ora, depois de ter arrebatado o público na FNAC Vasco da Gama e na FNAC Alfragide, chegou a vez de atravessar o rio e levar a sua “Inquietação” até à FNAC Almada. Para as 17h do dia 02/09 está marcada a visita aos doze temas originais que, num formato harmonioso e apaixonante, nos dão a conhecer melhor o registo de estreia do cantor e compositor, editado através da Music For All.
Nasceu sob o nome de Filipe Ferreira, mas é como Salmar que sobe a palco. Sempre sentiu a música como uma extensão de si mesmo, uma forma alternativa de comunicar e expressar os seus pensamentos, atos e desejos.
Cedo se tornou adquirido que seguiria pelo atribulado, e emocionante, trilho que pode ser o mundo da música. Na hora de escolher um nome artístico honrou a terra que o viu nascer, Peniche, e acima de tudo, a forte ligação ao mar. Não é, portanto, ao acaso que hoje o chamamos de Salmar!
Passada uma década e meia e mais de quinhentos concertos por todo o país tomou uma decisão: apostaria verdadeiramente na sua carreira a solo. Consolidou, assim, o desejo e a promessa de escrever, compor e cantar temas seus e só seus.
A consequência natural desta resolução é o lançamento dos singles “Invade-me a Alma” e “Inventar o Teu Amor”, temas que nos conquistam suavemente e nos introduzem ao primeiro álbum do músico – “Inquietação”. 2017 é assim o ano em que Salmar dá o salto rumo ao infinito.
Daniel Moon já nos deu dois singles, “Give More” e “Be Different” e um EP de estreia revelador do seu talento. Já subiu a palco em três ocasiões para showcases com tanto de intimista quanto de épicos. E agora prepara-se para nos dar algo mais: um quarto showcase, desta vez na FNAC Almada.

Pelas 17h do terceiro dia do mês de setembro, Daniel subirá a palco para interpretar os cinco temas que compõem o EP “Be Different”, entrando uma vez mais no mundo da canção Pop em formato jazzístico, num harmonioso diálogo de sopros, metais e teclas O registo já está disponível nas principais plataformas digitais e tem o selo da Music For All.
A aventura de Daniel Moon no atribulado e exigente mundo da música inicia-se sete anos após o seu nascimento. Foi precisamente com essa tenra idade que começou a ter aulas de piano, um instrumento tão complexo quanto encantador e tão desafiante quanto versátil.
Apenas dois anos mais tarde entra na Escola de Música do Conservatório Nacional, mais concretamente para o 1º Grau. O seu esforço e paixão pela música permitiram-lhe concluir com mérito oito graus, obtendo assim o merecido, e recompensador, diploma.
É nesta fase que a Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal entra na sua vida. Durante os dois anos seguintes dedica-se afincadamente ao piano e à voz, perseguindo o objectivo de entrar no Ensino Superior de Jazz. E se até então o objectivo parecia de difícil concretização tudo viria a mudar quando, em pleno ano de 2010, começa a frequentar a Licenciatura de Jazz, na Variante de Piano, na Universidade de Évora. É por entre as arrebatadoras paisagens alentejanas, e o seu característico calor, que conclui com sucesso a referida licenciatura, concretizando assim uma das suas maiores ambições pessoais.
A fase inicial da sua carreira é marcada pela participação em diversos eventos musicais. Do Dia Mundial da Voz a celebrações de matrimónios, de membro de projectos de escola a parte integrante de bandas com os seus próprios originais e até de pianista num hotel a autor de música ambiente para espaços públicos, passou por de tudo um pouco, tornando este num período fervilhante e marcado por uma aprendizagem constante.
A recta final de 2014 marca o nascimento do seu projecto musical a solo assim como dos primeiros temas originais. O segundo mês do ano seguinte, fevereiro de seu nome, ficará para sempre associado à gravação das suas primeiras cinco músicas, em quarteto, assim como o penúltimo mês de 2015 foi testemunha da divulgação, e promoção nas plataformas digitais, do seu EP de estreia (sendo de destacar o single “Precious Love” que conquistou mais de cinco mil visualizações no YouTube).
Dito isto chegamos ao presente e à actual fase da sua carreira: este ano assinou contracto com a Music For All e abraçou uma vez mais a composição de temas originais. Os novos temas possuem uma maior diversidade, e riqueza, instrumental e integram o seu primeiro EP distribuido no primeiro semestre de 2017.
Espanha tem vindo a afirmar-se lentamente no panorama do rock internacional. A mais recente prova dá pelo nome de Linqae e estreia-se em Portugal pela mão da Music For All. A sua discografia conta com um LP e um EP, “Collapse” de 2012 e “Electric Waves” de 2015, mas é com o novíssimo single “The Manipulative Man” que atravessam a fronteira.
Orbitam entre o indie rock, o rock e a música de dança e têm no ritmo e energia as suas maiores armas. O single agora revelado é a primeira amostra do próximo álbum da banda de Valência, ainda sem título, estando a edição prevista para 2018.

Surgiram com o irreverente single “Never Too Old”. Tiveram em “Dawn” o segundo ato perfeito. E deram a estocada final em tudo e todos quando mostraram “Low Blow”, o respetivo EP de estreia. Dão pelo nome de Bless The Mess, já subiram a diversos palcos nacionais e encontrarão agora no Tokyo, em Lisboa, a próxima paragem.

A ação vai desenrolar-se no dia 30 de Agosto, pelas 24h30, e a entrada está apenas à distância de um bilhete com o valor único de 5€. Esta aposta nacional da Music For All já viu o seu EP ser editado digitalmente, estando disponível para audição e compra no iTunes, na Amazon, no Google Play e na The Store.
Os Bless the Mess são um quarteto de rock lisboeta formado por Tiago Cabral (voz e teclas), Miguel Pimenta (guitarra), Alex Silva (baixo) e Jorge Varandas (bateria), que recolhe influências provenientes de géneros como o classic e hard rock e do metal.
Formados em 2013, nos tempos de escola, passaram por uma mudança de alinhamento no momento de gravação do seu primeiro EP, com a saída de um dos guitarristas, sendo que desde então compuseram de novo as suas fileiras e ganharam calo ao vivo ao tocar em eventos como o Rock ‘n’ Roll Fucking Fest na República da Música ou em espaços como o Tokyo Lisboa.
Prosseguindo na rota ascendente e evolutiva que têm traçado, em 2017 assinam com a Music For All, através da qual já editaram dois singles, “Never Too Old” e “Dawn”. Depois foi a vez se surgir “Low Blow”, o EP que marcou a estreia e que está disponível nas principais lojas digitais. E agora? Agora é tempo de partir para palco e arrancar rumo a performances inesquecíveis!
Deputado do PAN viaja por Portugal a apoiar campanhas
Durante o mês de Setembro o Deputado André Silva do PAN – Pessoas-Animais-Natureza vai dividir-se entre o trabalho parlamentar e o apoio local às candidaturas do partido às eleições autárquicas de 1 de Outubro (exceto Açores).
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Nas eleições autárquicas de 2013, o PAN concorreu em apenas 12 municípios e elegeu cinco deputados municipais em Lisboa, Oeiras, Almada, Maia e Funchal. Nestas eleições autárquicas o partido assumiu um esforço para alargar localmente as mensagens do PAN e a presença do partido no território.
O PAN concorre a 32 municípios em todo o país, que correspondem a 46% da população nacional. Os grandes objetivos são a eleição de uma vereadora na Câmara Municipal de Lisboa, Inês Sousa Real, e de pelo menos um deputado municipal em cada município, reforçando a presença do PAN nas assembleias municipais onde já há deputados, como é o caso de Lisboa, Almada, Maia e Oeiras.
O PAN está também a redobrar esforços na sua dimensão e percurso ao candidatar-se em cidades do interior como Évora ou Viseu e ao concorrer em 25% dos municípios do Algarve. O partido quer ver localmente o trabalho alicerçado pela representação parlamentar, refletindo os resultados positivos alcançados em apenas dois anos de legislatura.
“É cada vez maior o número de pessoas que se revêem neste movimento e nas propostas do PAN. Resultado disso é o número de candidaturas por nós apresentadas, e ainda assim continuam a ser muitos os apelos para que o PAN se candidate a mais municípios. Estarei no terreno de 1 a 29 de setembro para apoiar as campanhas e para reforçar o diálogo com todas as pessoas. Quero deixar claro que é possível vivermos num país mais equilibrado e sustentável e que as políticas locais são essenciais para que tal aconteça”, explica André Silva, Deputado do PAN.
PAN quer impedir prática ilegal da “morte do galo”
O PAN – Pessoas-Animais-Natureza acaba de denunciar junto do Ministério Público, da Direção Geral e Alimentação e Veterinária (DGAV) e da Câmara Municipal de Seia a “morte do galo” anunciada para as Festas em louvor do Santíssimo Sacramento em Várzea de Meruge, no concelho de Seia, de 8 a 11 de setembro de 2017.
A “morte do galo”, apresentada no programa das festas na qualidade de atividade de entretenimento, ocorrerá a 11 de setembro no recinto da festa, junto à Casa do Povo, local onde um galo é preso perante a assistência ao mesmo tempo que são vendadas as pessoas que se inscrevem para participar no dito “jogo”. Estas pessoas são chamadas uma a uma, tendo na sua posse um pau com o qual é suposto desferirem pauladas sucessivas até que galo morra. O galo é consecutivamente agredido com o pau, agonizando lentamente fruto dos ferimentos, até que alguém finalmente o consiga matar. Quem conseguir por fim matar o galo ganha-o como prémio.
O PAN considera que esta prática é ilegal e não cumpre o disposto no artigo 1.º da Lei n.º 92/95 de Setembro, que refere serem proibidas “todas as violências injustificadas contra animais, considerando-se como tais os atos consistentes em, sem necessidade, se infligir a morte, o sofrimento cruel e prolongado ou graves lesões a um animal”. Também o Código Civil refere que os animais “são seres vivos dotados de sensibilidade e objeto de proteção jurídica em virtude da sua natureza” e que o proprietário de um animal “deve assegurar o seu bem-estar e respeitar as características de cada espécie e observar, no exercício dos seus direitos, as disposições especiais relativas à criação, reprodução, detenção e proteção dos animais e à salvaguarda de espécies em risco, sempre que exigíveis”, sendo que “O direito de propriedade de um animal não abrange a possibilidade de, sem motivo legítimo, infligir dor, sofrimento ou quaisquer outros maus-tratos que resultem em sofrimento injustificado, abandono ou morte.”
O PAN alertou ainda o Ministério Público, a DGAV e a Câmara Municipal para o incumprimento da regulamentação estabelecida para o abate de animais, uma vez que o galo é preso pelas patas e morto à “paulada”.
“Pedimos a intervenção urgente para que se impeça este jogo anacrónico, digno da época medieval, uma prática aterradora e atentatória do bem-estar animal que contraria claramente a legislação aplicável”, refere André Silva, Deputado do PAN.
Esta denúncia vem no seguimento de vários alertas do PAN para atentados ao bem-estar e proteção animal em festas locais durante os meses de verão, nomeadamente o caso da “Queima do Gato” nas festas de Mourão em 2015. Em dezembro de 2016 o PAN apresentou na Assembleia da República um projeto de lei que visa impedir práticas gravemente lesivas da integridade física dos animais, como a “queima do gato” e o tiro ao voo de aves libertadas de cativeiro com o único propósito de servirem de alvo, iniciativa que baixou à especialidade sem votação.
“O que nos faz levitar / Vem lá de dentro do olhar / É coisa de quem bem se quer”. É com estas meigas, e profundas, palavras que Álvaro Lancellotti entra na nossa mente. Pertencem a “Balé”, primeiro single do disco “Canto de Marajó” (2016), registo que marca a sua estreia em Portugal.

O cantor e compositor carioca já viu o mais recente disco ser destacado por mais do que uma vez por David Byrne e recolheu excelentes críticas por todo o Brasil, sendo inclusivamente considerado um dos dez melhores de 2016 pelo reputado jornal “O Globo”. Liderou o projeto Fino Coletivo, alcançando reconhecimento proporcional ao talento que a sua alma alberga, avançando posteriormente para a carreira a solo.
Conta com dois discos de originais (“O Tempo Faz a Gente Ter Esses Encantos”, de 2012, e o já citado “Canto de Marajó”) e sob o selo da Music For All ruma finalmente à conquista da Europa. A estreia nos palcos europeus está prevista para Outubro, mês em que fará uma série de atuações especiais de norte a sul de Portugal.
Álvaro Lancellotti só podia virar músico. Entre as influências do pai e do irmão, Ivo e Domenico Lancellotti respetivamente, do samba, boleros e dos baile funks que frequentou desde tenra idade, era impossível não se deixar conquistar por um mundo tão denso, profundo e apaixonante quanto este.
Mais tarde, tornou-se num dos pilares do Fino Coletivo, uma banda que unia de forma surpreendente compositores alagoanos e cariocas. Álvaro foi assim o vocalista de serviço nos dois álbuns da banda, “Fino Coletivo” (2007) e “Copacabana” (2010), vendo o seu talento reconhecido e o trabalho elogiado um pouco por todo o Brasil. O Fino Coletivo foi distinguido “Banda Revelação 2007” pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) e os dois discos de originais foram selecionados para os melhores dos respetivos anos pelo jornal “O Globo”.
Dois anos depois surge o desejo de caminhar a solo, mostrando ao mundo as canções que pululavam na sua mente. Da ponta dos seus dedos nasceu, assim, “O Tempo Faz a Gente Ter Esses Encantos” (2012), álbum onde se destacaram dois temas: “Sexta-feira” e “Autoajuda”. Ambas as músicas integraram a banda sonora da série “Preamar”, da reputada estação televisiva HBO, trazendo uma vez mais o reconhecimento e mérito devido a Álvaro.
Estamos já em 2014 quando Lancellotti começa a trabalhar num novo disco a solo. No entanto, por motivos diversos, o disco acabou por apenas ver a luz do dia quase dois anos depois do início dos trabalhos. “Canto de Marajó” foi gravado entre a Serra de Petrópolis, no Estúdio da Aldeia, e Copacabana, no Estúdio 707, e contou com produção do próprio Lancellotti. A restante equipa é formada por Adriano Sampaio (percussão), Daniel Medeiros (baixo), Pedro Costa (violão e guitarra) e mixagem de Mário Caldato Jr (reconhecido pelo seu trabalho com Beastie Boys, Marcelo D2, Jack Johnson, Marisa Monte, Seu Jorge, entre outros). A arte é de Alexandre Fischer que, por sua vez, utilizou o trabalho do artista uruguaio Carlos Paes Vilaró.
Assim nasceu “Canto de Marajó”, trabalho seminal que Álvaro traz agora a Portugal e que o jornal “O Globo” considerou um dos dez melhores discos de 2016. Outubro será o mês em que o cantor e compositor brasileiro embarca na maior das suas aventuras até hoje: partir rumo à conquista da Europa.
novo volume viaja pela tradicional festa de sobrado
A partir de Agosto, a Festa da Bugiada e Mouriscada de Sobrado juntar-se-á aos seis volumes já editados da coleção “Rituais com Máscara”, uma iniciativa da Progestur que, para este volume, conta com o apoio da Câmara Municipal de Valongo.

A apresentação, agendada para o próximo dia 31 de Agosto, pelas 21h00, no Centro de Documentação da Bugiada e Mouriscada em Sobrado, contará com a presença de várias personalidades da área da cultura portuguesa. No lançamento do livro estarão presentes o presidente da Câmara Municipal de Valongo, José Manuel Ribeiro, o presidente da Progestur, Hélder Ferreira e ainda Francisco Madelino, presidente da Fundação Inatel, parceira deste projeto.
Depois das publicações dedicadas aos rituais com máscara de Lamego, Mira, Miranda do Douro, Mogadouro, Ílhavo e Macedo de Cavaleiros a coleção, editada em português e inglês, apresenta-se mais uma vez com uma forte componente informativa e cultural. No livro é transmitido ao leitor um sentimento de pertença, tornando-o parte integrante de celebrações ancestrais, contadas por quem vive de perto estes rituais de manifesta importância para as regiões e populações que garantem a perpetuidade destas tradições culturais como marca da sua identidade.
Esta coleção, composta por 11 volumes, contem, para além da explicação das origens, significados e simbolismos destas manifestações culturais, dez páginas dedicadas à promoção da região da festa apresentada, funcionando como um roteiro turístico que possibilita a divulgação e promoção dos municípios envolvidos.





Primeiro instalou-se a “Rotina”, sentimento que se apodera da nossa existência suave e disfarçadamente. Depois surge a vontade de mudar de ares, procurar novos desafios e aventuras, rumar ao infinito e mais além. São essas “Correntes” invisíveis que nos levam a embarcar na enorme aventura que é emigrar.

Este é o tema que inspirou a criação do segundo single retirado do EP “Hino Vitável – Acto I”, registo com que se estreiam os lusitanos Sopa d’Alma. Este projeto editado pela Music For All é marcado por laivos de instrumentação clássica, rock progressivo e música interventiva, provando que a cantiga ainda é uma arma.
O EP digital é composto por seis faixas e já está disponível na Amazon, no Google Play e na The Store, com o carimbo da Music For All.
Os Sopa d’Alma são um projeto constituído por Fá Pereira (voz e flauta) e Pedro Carneiro (guitarra). Oriundos de Braga, cruzaram-se pela primeira vez numa escola de música da cidade, onde viriam a formar a sua primeira banda de covers em 2007.
Dois anos volvidos, sentiram a vontade de se expressar numa linguagem musical própria e original, formando em conjunto com outros dois amigos o projeto Angúria, cantado em português num registo de rock progressivo. Em 2012 constaram da coletânea “À Sombra de Deus”, que reunia o que de melhor se fazia no fervilhante panorama musical de Braga. O projeto culminaria em 2014 com a elaboração de uma peça musical de 40 minutos organizada em cinco temas, exibida ao público no Theatro Circo, no coração da cidade natal.
Com a mudança de armas e bagagens para Viena, no final desse ano, surgiu também a vontade de materializar novas criações e estados de alma. Foi então que se formou o projeto dos Sopa d’Alma, com o objetivo inicial de conter a ressaca pós-Angúria, apresentando à Áustria versões de fados e clássicos da música em português cantados de forma reconstruída, a dois sons: voz e guitarra. Foi lá que representaram a música portuguesa em feiras e eventos internacionais, fornecendo também a banda sonora a um pequeno café português local, comovendo muitos dos presentes que escutaram aquele tipo de sonoridade pela primeira vez.
Contudo, seria só no final de 2016, já mais esclarecidos e ambiciosos, que voltariam ao formato que crêem ser o seu pináculo criativo: a peça. Para tal, compuseram a primeira parte do relato musical centrado nos temas que os levaram para fora de Portugal, pontuado por apontamentos de instrumentos clássicos e marcado pelas influências de todos os grandes artistas que consomem, desde o rock progressivo à música dita de intervenção.
Sopa d’Alma é então doravante um projeto com uma clara intenção: biografar musicalmente o caminho de dois parceiros musicais ininterruptos, com intervenção nos ouvintes por universal afinidade com o conteúdo realista, cuja simplicidade na forma só o possa enaltecer.
Usos e Costumes em Lisboa: 18ª edição. Festival Nacional de Folclore
Mais um ano a história repete-se: o Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa associa-se à Junta de Freguesia de S. Vicente para organizar a 18ª edição do seu Festival de Folclore.
Este evento terá lugar mais uma vez no recinto do Panteão Nacional, em Lisboa (S. Vicente de Fora), no dia 10 de Setembro e promete ser mais uma jornada etnográfica de excelência, com a participação de grupos de folclore cuja representação dos tempos idos é da mais digna supremacia.
O evento terá o seguinte horário:
15h00m - Desfile pelas ruas da freguesia
15h30m - Chegada dos grupos ao recinto
16h00m - Atuação dos Grupos de Folclore:
Beira Alta Serrana
Douro Litoral Norte
Beira Litoral Mondego
Região Saloia
Beira Serra
Acrescentamos ainda que haverá bar aberto, venda de enchidos e outros produtos regionais, de artesanato e de doçaria típica (como filhoses).
Deste modo singelo, convidamos todos os sócios, amigos, conterrâneos e conhecidos a estarem presentes nesta festividade para deste modo engrandecê-la e fazer parte dela; só com a união e colaboração de todos é que o movimento folclórico ganha força para continuar vivo! Venha conviver, divertir-se a conhecer um pouco mais das tradições deste belo país "à beira-mar plantado".

O ano de 2017 representa um marco importante na história do Grupo LEGO – a celebração do seu 85º aniversário. De um pequeno atelier de carpinteiro a uma marca global moderna, que define tendências em brinquedos e inspira pessoas por todo o Mundo.
Hoje em dia, a marca LEGO® é conhecida em todo o Mundo tanto por crianças como por adultos, mas provavelmente poucos deles sabem o significado do nome LEGO: é a abreviatura de duas palavras dinamarquesas, Leg Godt, que significa “brincar bem”. Estas palavras são a base não só do nome da companhia, mas também sintetizam a sua missão e os seus objetivos. Os produtos LEGO inspiram os construtores de amanhã há 85 anos.

Só o melhor é suficientemente bom.
Tudo começou em 1932, quando Ole Kirk Kristiansen começou a fazer brinquedos de madeira e fundou uma companhia na pequena cidade de Billund, na Dinamarca. No entanto, o maior desenvolvimento deu-se 26 anos depois, quando o primeiro tijolo LEGO® foi patenteado com o sistema de encaixe que ainda hoje conhecemos, que permite possibilidades de construção infindáveis. Ole acreditava na qualidade e na atenção a cada pormenor, criando o mote da companhia: “Só o melhor é suficientemente bom.” Desde essa altura, a qualidade e a segurança estão firmemente enraizadas nos valores e princípios do Grupo.
Criatividade Sistemática
Desde a sua fundação que a LEGO evoluiu de um pequeno atelier inicial para se tornar num dos maiores fabricantes de brinquedos do mundo. Os tijolos LEGO® são parte do sistema LEGO, o que significa que podem ser combinados de incontáveis maneiras e reconstruídos de seguida. Quando mais tijolos, mais possibilidades de construção – a combinação de um sistema estruturado, lógico e sem limites à criatividade encoraja as crianças a, mesmo sem se aperceberem, aprender através da brincadeira.
Criatividade, qualidade e diversão a construir para todas as gerações
Seja a brincar com um carro, um avião ou com as próprias peças LEGO, os seus valores – criatividade, diversão, qualidade, aprendizagem e cuidado – aplicam-se a todos os produtos e serviços LEGO®. Estes valores juntamente com o design do tijolo LEGO são a base da marca, que se reflete continuamente no desenvolvimento de novos produtos e são partilhados com miúdos e graúdos por todo o Mundo. Sempre com o intuito de levar a melhor experiência LEGO às crianças.
Compromisso e responsabilidade a longo prazo.
A missão do Grupo LEGO é “inspirar e desenvolver os construtores de amanhã”. Com os tijolos LEGO® as crianças podem construir tudo o que possam imaginar e por aprenderem enquanto brincam, preparam-se para ser a próxima geração de “problem-solvers”. A companhia está empenhada em ter um impacto positivo na sociedade e no planeta, para as crianças que o vão herdar. Desta forma, o Grupo LEGO continua empenhado no seu compromisso de, até 2030, usar matérias-primas sustentáveis nos seus principais produtos e embalagens, bem como, em manter a meta de toda a energia ser 100% proveniente de fontes renováveis até 2020.
Momentos-chave
1932 - O mestre carpinteiro Ole Kirk Kristiansen começa a fazer brinquedos de madeira. Como carpinteiro experiente, procura a qualidade e a mestria em tudo o que faz.
1949 - Ole Kirk Kristiansen vê o potencial dos tijolos de plástico e tenta convencer os seus filhos: “Vocês não percebem? Se fizermos isto bem, podemos vender estes tijolos por todo o Mundo!”
1955 - Godtfred Kirk Christiansen lança o Sistema LEGO®, um sistema de produtos estruturado – quanto mais tijolos, mais podes construir.
1958 - O tijolo LEGO® é patenteado com o seu novo sistema de encaixe, que dura até hoje, abrindo a porta a possibilidades infindáveis de construção.
1962 - As rodas LEGO® são lançadas, adicionando movimento ao Sistema LEGO.
1968 - O primeiro Parque LEGOLAND® abre em Billund.
1974 - Os tijolos LEGO® DUPLO® (com o dobro do tamanho dos tijolos tradicionais) são lançados globalmente, para as crianças mais pequenas.
1999 - O tijolo LEGO® foi eleito o “Brinquedo do Século”.
2009 - Lançamento dos LEGO® Games, convidando as famílias a desfrutar de uma nova dimensão de diversão com LEGO, com jogos de tabuleiro.
2011 - Lançamento da linha LEGO® NINJAGO® que rapidamente se torna um sucesso.
2012 - Lançamento da linha LEGO® FRIENDS®, introduzindo a miniboneca ao sortido.
2014 - Estreia mundial do THE LEGO® MOVIE™
2016 - Lançamento da linha LEGO® NEXO KNIGHTS™
Para mais informações e materiais sobre o 85º aniversário do Grupo LEGO: https://www.lego.com/en-us/aboutus/events/lego85#/Celebrating-85-years-of-play
Congresso anual sobre a Implementação de um Rendimento Básico arranca na Assembleia da República em parceria com o PAN
25 de Setembro, Segunda-feira, entre as 9h00 e as 19h00
O PAN – Pessoas-Animais-Natureza, é parceiro do 17° Congresso BIEN – A Implementação de um Rendimento Básico, que decorre em Portugal entre 25 e 27 de Setembro de 2017. No dia 25 de Setembro os trabalhos têm início na Sala do Senado da Assembleia da República e terão continuidade, nos restantes dias, no Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade de Lisboa.
Este evento é uma iniciativa da Associação Rendimento Básico Incondicional – Portugal, em parceria com o Centro de Ética, Política e Sociedade (CEPS), da Universidade do Minho (UMinho), o Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG), o Centro de Investigação em Direito Europeu, Económico, Financeiro e Fiscal (CIDEEFF), ambos da Universidade de Lisboa, o Centro de História d’Aquém e d’Além-Mar (CHAM), da Universidade Nova de Lisboa, o PAN, e o movimento Unconditional Basic Income Europe (UBIE).
No início desta legislatura o PAN trouxe este debate ao Parlamento num colóquio subordinado ao tema “A transição para uma alternativa social inovadora”. O Deputado do PAN, André Silva e Francisco Guerreiro, Comissário Político Nacional e candidato à Câmara Municipal de Cascais farão parte do painel de oradores desta iniciativa defendendo a criação de um grupo de trabalho que analise a possibilidade de implementação de um projeto piloto do RBI em Portugal, nomeadamente no Concelho de Cascais, enquanto referência de progresso social e económico. O objetivo é unir esforços com a Câmara, o Estado, e outros agentes sociais, para trabalhar num estudo que possibilite aferir as vantagens e desvantagens da aplicação de um RBI a nível local.
O Rendimento Básico Incondicional (RBI) está a ser estudado por vários países na Europa, tendo o governo finlandês decidido implementar um projeto-piloto. O trabalho remunerado já não é um direito para um número crescente de pessoas e é fundamental desenvolver políticas sociais, económicas e financeiras capazes de garantir o direito universal a uma vida digna. O RBI enquanto política potencialmente justa e realista atrai atualmente a atenção da opinião pública e isso torna-se visível à medida que vários partidos políticos na Europa vão adotando o RBI como um dos seus objetivos políticos a desenvolver.
O congresso contará com a presença de destacados especialistas nacionais e internacionais que estudam a implementação do RBI. O Professor Philipe Van Parijs (Bélgica), que acaba de publicar o livro – Basic Income: A Radical Proposal for a Free Society and a Sane Economy (Harvard University Press). Ainda, o Professor Guy Standing (Reino Unido) que também publicou recentemente um livro sobre o tema – Basic Income: And How We Can Make It Happen.
Para além dos vários especialistas nacionais e internacionais o congresso prevê juntar representantes de partidos políticos, da sociedade civil, de entidades empresariais, entre outros, para debater uma preocupação transversal a todos relativamente às crescentes desigualdades sociais, o desemprego estrutural e a sustentabilidade da Segurança Social, tanto na Europa como no Mundo. Um evento que pretende reunir várias vozes na procura de soluções e alternativas socialmente inovadoras.
A Semana Portuguesa do Rendimento Básico realizar-se-á paralelamente ao 17° Congresso BIEN dirige-se ao público em geral e pretende conjugar vários tipos de eventos de informação e sensibilização.
Consulta de Programa ainda em atualização aqui:
https://docs.google.com/document/d/1RDxrSFWtYSYlf3ueOctF0Y6-XN62WbpRluGcRngcBdE/edit
Site Congresso:
http://www.rendimentobasico.pt/index.php/17-congresso-bien/programa/
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Os candidatos do PAN à Câmara Municipal de Sintra e à Assembleia Municipal, Cristina Rodrigues e Bernardo Ramos, respectivamente, revelaram hoje que uma das principais medidas do programa autárquico do PAN Sintra passa pela criação da primeira praia para cães no concelho de Sintra e no distrito de Lisboa.
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Esta medida surgiu na sequência de inúmeras solicitações por parte de alguns Sintrenses que detêm animais de companhia face à impossibilidade que estes cidadãos têm de se fazer acompanhar pelos seus cães nas idas à praia devido à proibição da presença destes em praias concessionadas durante o período de época balnear.
Neste sentido, os candidatos do PAN efectuaram uma visita formal à Praia Pequena, uma praia sem concessão, commumente usada pelos Sintrenses e respectivos animais, por forma a verificar se esta reunia as condições necessárias para o efeito.
“Consideramos que a Praia Pequena preenche todos os requisitos para ser a primeira praia onde os nossos animais são bem-vindos. No entanto, verificámos que é necessário melhorar urgentemente os acessos pedestres e os pontos de recolha de lixo nesta zona.” – afirmou Cristina Rodrigues, candidata do PAN à Câmara Municipal.
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“Com esta iniciativa procuramos promover a interligação simbiótica entre pessoas, animais e natureza. A criação desta praia onde os nossos cães são permitidos fará com que as pessoas passem mais tempo com os seus companheiros, assim como previne comportamentos e acções mais negligentes para com estes, como situações de abandono e animais fechados em carros ao sol. ” – acrescentou Bernardo Ramos, candidato do PAN à Assembleia Municipal.
Esta iniciativa pretende assegurar o bem-estar dos animais nesta altura crítica do ano, onde se verifica um aumento exponencial em termos de abandono, e promover a qualidade de vida dos Sintrenses que têm animais de companhia e que pretendem disfrutar da praia com os seus amigos de quatro patas.
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Surgiram com o irreverente single “Never Too Old”. Tiveram em “Dawn” o segundo ato perfeito. E deram a estocada final em tudo e todos quando mostraram “Low Blow”, o respetivo EP de estreia. Dão pelo nome de Bless The Mess, já subiram a diversos palcos nacionais e encontrarão agora no Tokyo, em Lisboa, a próxima paragem.
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A ação vai desenrolar-se no dia 30 de Agosto, pelas 24h30, e a entrada está apenas à distância de um bilhete com o valor único de 5€. Esta aposta nacional da Music For All já viu o seu EP ser editado digitalmente, estando disponível para audição e compra no iTunes, na Amazon, no Google Play e na The Store.
Os Bless the Mess são um quarteto de rock lisboeta formado por Tiago Cabral (voz e teclas), Miguel Pimenta (guitarra), Alex Silva (baixo) e Jorge Varandas (bateria), que recolhe influências provenientes de géneros como o classic e hard rock e do metal.
Formados em 2013, nos tempos de escola, passaram por uma mudança de alinhamento no momento de gravação do seu primeiro EP, com a saída de um dos guitarristas, sendo que desde então compuseram de novo as suas fileiras e ganharam calo ao vivo ao tocar em eventos como o Rock ‘n’ Roll Fucking Fest na República da Música ou em espaços como o Tokyo Lisboa.
Prosseguindo na rota ascendente e evolutiva que têm traçado, em 2017 assinam com a Music For All, através da qual já editaram dois singles, “Never Too Old” e “Dawn”. Depois foi a vez se surgir “Low Blow”, o EP que marcou a estreia e que está disponível nas principais lojas digitais. E agora? Agora é tempo de partir para palco e arrancar rumo a performances inesquecíveis!
Rock, festa e uma boa dose de loucura e talento. É assim que se cria a equação que melhor define os Balba. A banda brasileira estreou-se perante o público nacional com o single “I am The Party” e anuncia agora a primeira de quatro datas da “Que La Fête Commence! Tour” em conjunto com a Music For All.
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A magia do rock conquistará Lisboa pelas 23h30 do dia 27 de Setembro num dos grandes palcos da capital: o Tokyo! O trio carioca caminha na dura estrada do rock com o seu indie rock dançante, privilegia a língua inglesa e busca inspiração em nomes do calibre e abrangência de Oasis, Rolling Stones, The Doors ou Muse.
Conheçam o primeiro local e data confirmado para a digressão:
27.09 | Tokyo, Lisboa, 23h30, 5€
Na música como na vida nada de belo se atinge sem sintonia, química e talento. Ora a quem não faltam estes três componentes é ao trio Dig Obadia (vocalista), Dav Obadia (baterista) e Dan J (baixista). Os três músicos e compositores cariocas uniram-se em 2012 e, inspirados nas influências que os moviam e fascinavam, começaram a perseguir o derradeiro sonho: tornar as composições próprias, até aí guardadas na gaveta, admiradas em todo o mundo.
Para tal criaram a sua própria banda a que deram o nome de Balba! O trio assumia, assim, a árdua tarefa de seguir as pisadas de nomes do calibre de Rolling Stones, The Doors, Oasis ou Muse. Às suas criações aplicaram a língua inglesa, quebrando assim as barreiras linguísticas que, tantas vezes, nos separam dos povos espalhados pelo mundo fora.
Em 2013 chegou às bancas “Heart Abstract”, álbum independente onde constava a faixa “A Heart to Unfold”. Este tema recolheu elogiosas críticas internacionais, tendo mesmo sido uma das 28 faixas de todo o planeta a ser integrada na coletânea “Unite”.
No ano seguinte surgiu o EP “Is There Anything She Would Die For”, registo apresentado ao grande público através do viciante “One May Army”. Mais um ano se passou, mais novidades surgiram para os Balba: primeiro o videoclip da música “Bad Things Happen To Us All” na programação do canal Multishow, depois o videoclip de “A Heart To Unfold” no canal WooHoo.
E como os Balba não param 2016 também foi ano de novidades: “I’am The Party”, segundo disco de originais do conjunto brasileiro, conheceu finalmente a luz do dia! Nota para o facto deste trabalho ter sido produzido por Pedro Garcia, baterista da banda Planet Hemp e que já gravou com nomes como Arnaldo Antunes, BNegão ou Clarice Falcão.
Nestes cinco anos de vida os Balba já acumulam vitórias e conquistas tendo, por exemplo, sido transmitidos em rádios de cidades como Londres, Boston, Munique ou Camberra. Para o futuro os objetivos são mais do que muitos. Afirmam querer “explodir do Rio de Janeiro a Tóquio” não sendo, por isso, de estranhar que 2017 tenha trazido não só o single de apresentação ao público português, “I am The Party”, como também a estreia nos palcos nacionais através da “Que La Fête Commence! Tour”, promovida pela Music For All.
O PAN - Pessoas-Animais-Natureza e a Ordem dos Médicos Veterinários (OMV) encontraram-se para analisar a necessidade da criação de um Hospital Público Veterinário. A criação de um Hospital no distrito de Lisboa é uma das medidas programáticas do PAN para estas eleições Autárquicas e uma das grandes preocupações dos municípios que integram este distrito.
O Hospital Público Veterinário viria a dar resposta à necessidade de apoio médico-veterinário aos animais errantes e aos animais em famílias carenciadas ou em situações de vulnerabilidade social, como por exemplo animais de pessoas em situação de sem-abrigo ou pessoas que por motivo de desemprego ou doença não consigam prestar os devidos cuidados aos seus animais de companhia. O Hospital viria também dar resposta à necessidade da execução de programas de esterilização.
Para que este projecto se viabilize, é necessário reunir a verba necessária para a criação e manutenção do Hospital, bem como é importante garantir que este sirva exclusivamente animais errantes ou de famílias carenciadas.
Neste encontro foi ainda abordado o projecto do Cheque Veterinário Solidário, uma iniciativa que se pretende alargada a todo o país através de uma rede de protocolos com as autarquias. O objectivo é que cada autarquia identifique os munícipes mais carenciados e que lhes entregue um cheque veterinário que os mesmos podem utilizar nos centros de atendimento médico-veterinário aderentes da sua localidade. Este cheque servirá para prestar cuidados médicos aos animais de companhia destas famílias ou para a esterilização dos mesmos.
O Cheque Veterinário é destinado aos animais do Centro de Recolha Oficial, animais de famílias carenciadas, animais acidentados ou animais que necessitem de cuidados urgentes e que tenham detentor desconhecido ou carenciado. O valor do cheque será ajustado à realidade de cada município.
“O apoio da OMV é fundamental não só para por em prática algumas das nossas medidas programáticas relativas à proteção e saúde animal, mas também no bem estar dos animais em todo o país. Não nos esqueçamos da pronta e louvável atuação dos médicos-veterinários e da sua Ordem por altura dos incêndios, que de imediato se mobilizaram para ajudar os animais em perigo e para pedir a ajuda necessária ao Ministério. Tem sido reportado que existe um número muito elevado de animais que têm sido acolhidos pelos Centros de Recuperação de Animais Selvagens e pelas Clínicas Médico-Veterinárias das áreas afectadas pelos incêndios, pelo que não posso deixar de sublinhar a necessidade de se incluir os animais nos Planos Municipais e Nacionais de Proteção Civil.”, afirma Inês Sousa Real, candidata do PAN à Câmara Municipal de Lisboa.
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A MyCityHighlight, marca Suíça especializada em produtos e plataformas de turismo, estreia-se em Lisboa com a sua mais recente Aplicação Móvel, que permite descobrir e partilhar uma Lisboa livre de clichés e como um verdadeiro residente local.
Já foi lançada em Portugal a Aplicação Móvel da MyCityHighlight Lisboa, um guia de viagem Online que permite, tanto a residentes como a estrangeiros, descobrir e partilhar destaques e recomendações sobre a cidade de Lisboa, de acordo com cada momento e interesses, e garantindo destaques locais autênticos.
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“Sightseeing like a Local” é a assinatura da marca, que promete afastar-se dos clichés turísticos e apresentar a verdadeira beleza de Lisboa do ponto de vista de um local. E como é isso possível? É que a aplicação é sempre gerida por um verdadeiro residente – o City Manager –, com conhecimentos locais enraizados e cujo objetivo é oferecer uma experiência autêntica e na primeira pessoa.
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Através de uma só Aplicação Móvel, a MyCityHighlight Lisboa disponibiliza avaliações e sugestões, de conteúdo próprio ou sugerido e revisto por outros utilizadores, de acordo com várias categorias de interesse: Cultura, Nightlife, Restaurantes, Aventura & Ar Livre, Eventos, Bem-Estar, entre outros.
Existem ainda vários filtros que permitem refinar a pesquisa detalhadamente, oferecendo opções e ideias de acordo com a particularidade de cada momento: Para impressionar num jantar romântico, porque não experimentar os filtros “Restaurantes Gourmet com vista sobre a cidade”? E naqueles Domingos de pouca criatividade, porque não procurar sugestões de “Atividades ao Ar Livre para toda a Família”?
Para além das sugestões, destaques e roteiros disponibilizados pela MyCityHighlight Lisboa, a marca pretende ainda, num futuro próximo, disponibilizar vouchers e ofertas aos seus utilizadores, assim como oferecer soluções promocionais e de publicidade a negócios locais.
A Aplicação MyCityHighlight Lisbon está já disponível para Android no Google Play em:
https://play.google.com/store/apps/details?id=ch.nth.cityhighlights.lisbon&hl=en e brevemente estará também disponível para iOS.
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Sobre a MyCityHighlight:
A MyCityHighlight é uma empresa Suíça dedicada à oferta de soluções turísticas que pretendem tornar a experiência de viagem e de estadia mais simples, fácil e completa.
Oferece vários serviços, maioritariamente no Digital. Estes serviços incluem: Guias de Turismo impressos, Mapas da Cidade, Website de Turismo, Aplicação Mobile para Turismo em cidade e Áudio-Guias. Oferecemos ainda soluções de promoção, divulgação e publicidade direcionadas em todas as nossas plataformas.
O conceito distintivo da MyCityHighlight é realçado por “Sightseeing Like a Local”, ser turista como um residente. O suporte desta promessa é feita pelos nossos City Managers, verdadeiros residentes nas cidades de destino e responsáveis pela manutenção da plataforma, assim como a escolha das Highlights a constar da lista de referências turísticas.
Apesar do foco no conceito Turístico, a MyCityHighlight, ao ser desenvolvida por residentes, é uma ferramenta que permite que todos os seus utilizadores – locais ou estrangeiros – se mantenham a par das novidades da sua cidade. É também uma comunidade que incentiva à partilha de sugestões, tornando toda a experiência muito mais participativa e credível.
A marca está disponível em mais de 20 cidades Europeias, sendo Lisboa a mais recente, lançada Online em Agosto de 2017.
Links úteis:
https://play.google.com/store/apps/details?id=ch.nth.cityhighlights.lisbon&hl=en
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Estimado associado,
A direção da Federação do Folclore Português está apostada na melhoria qualitativa do movimento que tanto nos diz.
Um dos aspetos a ter em conta, além do maior desígnio de todos, o da representatividade, é a qualidade dos eventos que realizamos.
Temos vindo a receber pedidos de representação da nossa instituição com muito pouco tempo de antecedência o que não nos permite algumas vezes agilizar respostas em tempo útil.
Dessa forma, pedimos que revejam os vossos diagramas de ações a realizar na programação de um evento, antecipando o convite às entidades, o que, transmitiria uma imagem de maior coerência e capacidade de organização dos eventos por nós realizados e permitiria à FFP procurar junto dos seus diretores e conselheiros técnicos respostas para os vossos pedidos.
Certos do melhor acolhimento desta nossa comunicação.
Com a melhor atenção,
Fábio Pinto
Gabinete de Comunicação e Imagem da Federação do Folclore Português
Primeiro arrebatou o Brasil, construindo uma carreira de mais de quatro décadas. Agora é a vez de atravessar o oceano e partir à conquista de Portugal. Hilton Barcelos primeiro revelou o single “Brasileiro”, agora prepara-se para apresentar ao público nacional “Concerto Em Desconcerto”. Estas serão oportunidades únicas não só para escutar o disco “Arquétipos” como para conhecer as histórias por detrás das canções do cantor, e compositor, brasileiro.
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Estes supremos pedaços de Música Popular Brasileira (MPB) são apenas a porta de entrada para uma longa, e rica, discografia que faz dançar e pensar em igual medida. Entre temas sociais e espirituais há muito para descobrir na mais recente aposta da Music For All.
“Concerto Em Desconcerto” será apresentado nas seguintes datas:
08.09 | Casa das Artes, Porto, 17h, 5€
Hilton Barcelos é um compositor, poeta, arranjador, performer, diretor de espetáculos e intérprete brasileiro que se revela um músico e produtor instigante e diferenciado. As suas influências vão da Soul Music ao Rock Progressivo, passando pelos ritmos orientais, Bossa Nova, Jazz, World Music, guarianias, polcas e a Música Popular Brasileira, algo que o torna um homem do mundo e que leva a sua música ainda mais longe. Nas suas criações encontraremos temas sociais, espirituais e as paixões humanas, chegando assim às mentes, e aos corações, de quem ouve.
O seu percurso é longo e rico, tendo inúmeros feitos e notas dignas de destaque. Estreou-se no mundo da música em 1976, venceu um festival de música e começou a afirmar-se enquanto compositor. Mas foi apenas em 1982 que lançou o seu primeiro álbum, “Confissões de um Retrato Falado”. Cinco anos mais tarde integra o “Projecto Pixinguinha” e participa em concertos desde o Rio de Janeiro ao Nordeste do Brasil juntamente com Luiz Melodia, Sandra de Sá, Carlos Lyra, Rosa Marya Colin, Andréa Daltro, Mácleim, Jorge Helder, Evaldo Robson e grandes instrumentistas.
O próximo capítulo da sua carreira tem início em 1990, com o lançamento do LP “Arquétipos”. Aí mostra uma sonoridade moderna e intemporal, surpreendendo tudo e todos. Sete anos depois produz o livro “Nas Águas do Verbo”, onde é possível encontrar poesia e monólogos apresentados de forma gráfica e com desenhos.
O seu terceiro lançamento acontece em 1998, data em que edita o álbum “Olhos de Luz” onde contou com a participação de grandes instrumentistas brasileiros. Um ano depois volta á literatura ao ser o responsável pela direção artística e produção do livro de poemas “Palavras de Fogo”, de Lyra Barcelos. Em 2000 compõe a letra “Ginga Sem Fronteira” em homenagem a Airto Moreira, seu parceiro musical, para o seu álbum “Homeless”
A partir de 2002 começa a fase mais intensa do seu percurso. Em 2002 revisita o disco “Arquétipos”, reeditando-o e adicionando-lhe alguns temas inéditos assim como a participação com artistas de renome internacional. Em 2006 idealiza e produz o songbook “Música Feita no Paraná”, contendo 100 partituras, letras e biografias de mais de sessenta compositores que fizeram história. Apenas um ano depois edita um novo songbook, “Além das Pérolas”, onde podemos encontrar partituras, letras de músicas, poemas e parte do seu próprio material artístico. O ano de 2009 traz consigo um terceiro songbook, “Nas Trilhas do Tempo”, com partituras, poemas e letras próprias e o de 2010 uma a coletânea “In the Paths of Time”, através do selo alemão Boodsugar Records.
Em 2015 vê dois temas seus, “Hombre Niño” e “Soplo de Amor” serem gravados em parceria com Carlitos Ayala (Doc Ayala). Nota ainda para um terceiro tema, “Piraquara” da autoria de Hilton Barcelos, que também foi interpretado por Carlitos neste álbum que conta com a participação de grandes músicos paraguaios e arranjos do pianista e maestro Carlos Centurion Sant’anna. E assim, como que num sopro de vida, chegamos ao presente. Chegamos ao momento em que Hilton trabalha e compõe temas inéditos que, muito em breve serão editados, e onde dá o derradeiro passo de afirmação no continente europeu.
Embora tenha estado ao longo dos anos por diversas vezes na Europa, e por cá tenha divulgado a sua obra através de parcerias e espetáculos, este é o momento em que mais se dará a conhecer ao público português.
Começou por lançar um single, “Brasileiro”, apostando agora num conceito inovador e surpreendente intitulado “Concerto em Desconcerto”. Com este espetáculo vai percorrer os palcos nacionais, apresentando o álbum “Arquétipos” mas também contando as histórias por detrás das canções. A plateia tem liberdade para abordar o cantor e colocar as suas questões, contribuindo assim para uma apresentação com caráter didático e interativo que permite a aproximação do público com a arte.
É caso para dizer: 2017 é um ano que promete, que o diga Hilton Barcelos! Apertem os cintos e preparem-se para o voo!
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XXII Desfile do Traje Popular Português
A Federação do Folclore Português irá levar a efeito um dos seus maiores eventos, o Desfile do Traje Popular Português, em Abrantes, no próximo dia 16 de setembro, pelas 22h00.
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Este evento, que reúne as cores, as texturas e a arte do trajar tradicional de todo o país, contará com mais de 500 participantes que representarão várias temáticas do trajar do povo de antanho.
Este ano contará com algumas novidades já que, através da mobilização dos Conselhos Técnicos Regionais, está a Federação do Folclore Português a organizar alguns quadros etnográficos incluindo temáticas que vão desde a infância ao namoro e casamento passando pelo luto, focando igualmente diversas atividades tradicionais de outros tempos e o modo como o traje se adaptava às suas funções. Este ano estão já confirmadas presenças das regiões autónomas e das comunidades portuguesas, facto que não acontecia há algum tempo testemunhando que o trabalho feito ao longo do início deste mandato está já a colher frutos.
Perspetiva-se, então, um momento de grande elevação para a cultura popular de matriz tradicional portuguesa.
Os Grupos deverão inscrever-se junto da secretaria da FFP em formulário já enviado até 6 de setembro. Após esta data irão as estruturas da FFP estudar o enquadramento dos trajes em cada temática para que no dia 16 de setembro o traje seja visto e reconhecido por todos quanto apreciam esta temática.
Rock, festa e uma boa dose de loucura e talento. É assim que se cria a equação que melhor define os Balba. A banda brasileira estreou-se perante o público nacional com o single “I am The Party” e anuncia agora a primeira de quatro datas da “Que La Fête Commence! Tour” em conjunto com a Music For All.
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A magia do rock conquistará Lisboa pelas 23h30 do dia 27 de Setembro num dos grandes palcos da capital: o Tokyo! O trio carioca caminha na dura estrada do rock com o seu indie rock dançante, privilegia a língua inglesa e busca inspiração em nomes do calibre e abrangência de Oasis, Rolling Stones, The Doors ou Muse.
Conheçam o primeiro local e data confirmado para a digressão:
27.09 | Tokyo, Lisboa, 23h30, 5€
Na música como na vida nada de belo se atinge sem sintonia, química e talento. Ora a quem não faltam estes três componentes é ao trio Dig Obadia (vocalista), Dav Obadia (baterista) e Dan J (baixista). Os três músicos e compositores cariocas uniram-se em 2012 e, inspirados nas influências que os moviam e fascinavam, começaram a perseguir o derradeiro sonho: tornar as composições próprias, até aí guardadas na gaveta, admiradas em todo o mundo.
Para tal criaram a sua própria banda a que deram o nome de Balba! O trio assumia, assim, a árdua tarefa de seguir as pisadas de nomes do calibre de Rolling Stones, The Doors, Oasis ou Muse. Às suas criações aplicaram a língua inglesa, quebrando assim as barreiras linguísticas que, tantas vezes, nos separam dos povos espalhados pelo mundo fora.
Em 2013 chegou às bancas “Heart Abstract”, álbum independente onde constava a faixa “A Heart to Unfold”. Este tema recolheu elogiosas críticas internacionais, tendo mesmo sido uma das 28 faixas de todo o planeta a ser integrada na coletânea “Unite”.
No ano seguinte surgiu o EP “Is There Anything She Would Die For”, registo apresentado ao grande público através do viciante “One May Army”. Mais um ano se passou, mais novidades surgiram para os Balba: primeiro o videoclip da música “Bad Things Happen To Us All” na programação do canal Multishow, depois o videoclip de “A Heart To Unfold” no canal WooHoo.
E como os Balba não param 2016 também foi ano de novidades: “I’am The Party”, segundo disco de originais do conjunto brasileiro, conheceu finalmente a luz do dia! Nota para o facto deste trabalho ter sido produzido por Pedro Garcia, baterista da banda Planet Hemp e que já gravou com nomes como Arnaldo Antunes, BNegão ou Clarice Falcão.
Nestes cinco anos de vida os Balba já acumulam vitórias e conquistas tendo, por exemplo, sido transmitidos em rádios de cidades como Londres, Boston, Munique ou Camberra. Para o futuro os objetivos são mais do que muitos. Afirmam querer “explodir do Rio de Janeiro a Tóquio” não sendo, por isso, de estranhar que 2017 tenha trazido não só o single de apresentação ao público português, “I am The Party”, como também a estreia nos palcos nacionais através da “Que La Fête Commence! Tour”, promovida pela Music For All.
Primeiro arrebatou o Brasil, construindo uma carreira de mais de quatro décadas. Agora é a vez de atravessar o oceano e partir à conquista de Portugal. Hilton Barcelos primeiro revelou o single “Brasileiro”, agora prepara-se para apresentar ao público nacional “Concerto Em Desconcerto”. Estas serão oportunidades únicas não só para escutar o disco “Arquétipos” como para conhecer as histórias por detrás das canções do cantor, e compositor, brasileiro.
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Estes supremos pedaços de Música Popular Brasileira (MPB) são apenas a porta de entrada para uma longa, e rica, discografia que faz dançar e pensar em igual medida. Entre temas sociais e espirituais há muito para descobrir na mais recente aposta da Music For All.
“Concerto Em Desconcerto” será apresentado nas seguintes datas:
08.09 | Casa das Artes, Porto, 17h, 5€
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Hilton Barcelos é um compositor, poeta, arranjador, performer, diretor de espetáculos e intérprete brasileiro que se revela um músico e produtor instigante e diferenciado. As suas influências vão da Soul Music ao Rock Progressivo, passando pelos ritmos orientais, Bossa Nova, Jazz, World Music, guarianias, polcas e a Música Popular Brasileira, algo que o torna um homem do mundo e que leva a sua música ainda mais longe. Nas suas criações encontraremos temas sociais, espirituais e as paixões humanas, chegando assim às mentes, e aos corações, de quem ouve.
O seu percurso é longo e rico, tendo inúmeros feitos e notas dignas de destaque. Estreou-se no mundo da música em 1976, venceu um festival de música e começou a afirmar-se enquanto compositor. Mas foi apenas em 1982 que lançou o seu primeiro álbum, “Confissões de um Retrato Falado”. Cinco anos mais tarde integra o “Projecto Pixinguinha” e participa em concertos desde o Rio de Janeiro ao Nordeste do Brasil juntamente com Luiz Melodia, Sandra de Sá, Carlos Lyra, Rosa Marya Colin, Andréa Daltro, Mácleim, Jorge Helder, Evaldo Robson e grandes instrumentistas.
O próximo capítulo da sua carreira tem início em 1990, com o lançamento do LP “Arquétipos”. Aí mostra uma sonoridade moderna e intemporal, surpreendendo tudo e todos. Sete anos depois produz o livro “Nas Águas do Verbo”, onde é possível encontrar poesia e monólogos apresentados de forma gráfica e com desenhos.
O seu terceiro lançamento acontece em 1998, data em que edita o álbum “Olhos de Luz” onde contou com a participação de grandes instrumentistas brasileiros. Um ano depois volta á literatura ao ser o responsável pela direção artística e produção do livro de poemas “Palavras de Fogo”, de Lyra Barcelos. Em 2000 compõe a letra “Ginga Sem Fronteira” em homenagem a Airto Moreira, seu parceiro musical, para o seu álbum “Homeless”
A partir de 2002 começa a fase mais intensa do seu percurso. Em 2002 revisita o disco “Arquétipos”, reeditando-o e adicionando-lhe alguns temas inéditos assim como a participação com artistas de renome internacional. Em 2006 idealiza e produz o songbook “Música Feita no Paraná”, contendo 100 partituras, letras e biografias de mais de sessenta compositores que fizeram história. Apenas um ano depois edita um novo songbook, “Além das Pérolas”, onde podemos encontrar partituras, letras de músicas, poemas e parte do seu próprio material artístico. O ano de 2009 traz consigo um terceiro songbook, “Nas Trilhas do Tempo”, com partituras, poemas e letras próprias e o de 2010 uma a coletânea “In the Paths of Time”, através do selo alemão Boodsugar Records.
Em 2015 vê dois temas seus, “Hombre Niño” e “Soplo de Amor” serem gravados em parceria com Carlitos Ayala (Doc Ayala). Nota ainda para um terceiro tema, “Piraquara” da autoria de Hilton Barcelos, que também foi interpretado por Carlitos neste álbum que conta com a participação de grandes músicos paraguaios e arranjos do pianista e maestro Carlos Centurion Sant’anna. E assim, como que num sopro de vida, chegamos ao presente. Chegamos ao momento em que Hilton trabalha e compõe temas inéditos que, muito em breve serão editados, e onde dá o derradeiro passo de afirmação no continente europeu.
Embora tenha estado ao longo dos anos por diversas vezes na Europa, e por cá tenha divulgado a sua obra através de parcerias e espetáculos, este é o momento em que mais se dará a conhecer ao público português.
Começou por lançar um single, “Brasileiro”, apostando agora num conceito inovador e surpreendente intitulado “Concerto em Desconcerto”. Com este espetáculo vai percorrer os palcos nacionais, apresentando o álbum “Arquétipos” mas também contando as histórias por detrás das canções. A plateia tem liberdade para abordar o cantor e colocar as suas questões, contribuindo assim para uma apresentação com caráter didático e interativo que permite a aproximação do público com a arte.
É caso para dizer: 2017 é um ano que promete, que o diga Hilton Barcelos! Apertem os cintos e preparem-se para o voo!
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Verão, essa época marcada pela temperatura abrasadora, pelo sorriso constante no rosto e pelo desejo incontrolável de dançar bem próximo de quem nos arrebata o coração. Ora Ritchaz Cabral, nome maior da música e cultura cabo-verdiana, aproveitou a elevada dose de paixão que anda no ar para revelar o escaldante videoclip oficial do tema “Um So Nason”.
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Este é o segundo tema extraído do EP “Mal Famadu” sendo mais um dos temas marcadamente influenciados pelas origens africanas e, em particular, cabo-verdianas de Ritchaz Cabral. E é ao ritmo de uma leve brisa lusitana, mesclando ritmos e sonoridades de diferentes proveniências que é revelada a mais recente novidade da Music For All.
Ricardo Cabral, de nome artístico Ritchaz Cabral, nasceu em Lisboa, no profícuo ano de 1988, e é filho de pais cabo-verdianos, imigrantes em Portugal há várias décadas. Com apenas 13 anos, começa a dar os seus primeiros passos na música.
O passaporte para aquilo que, anos mais tarde, se transformaria na sua vida profissional foi um velho gravador de cassetes, propriedade do seu progenitor, e um microfone inventado e construído pelo próprio utilizando pequenas colunas modificadas. Na altura, cantava letras conhecidas de autores cabo-verdianos e gravava brincadeiras com as irmãs e amigos.
Entre 2003 e 2012, fez parte da dupla Ritchaz & Keky que se apresentava com uma sonoridade mestiça onde o Kuduro se encontrava com a Kizomba e onde o Techno e o Reggae se fundiam com o Funaná e o Hip-Hop, num autêntico caldeirão de influências e sonoridades. A partir de 2007, a dupla trabalhou com a agência cultural Filho Único (Lisboa), com quem tiveram atuações regulares dentro e fora do país e através da qual participaram na coletânea de CD’s Novos Talentos da Fnac e da Antena 3 (2008).
Entre 2009 e 2011, Ritchaz frequenta dois cursos relacionados com a criatividade, produção e marketing musical na Restart (Lisboa), passando a fazer com frequência trabalhos de gravação, produção, mistura e masterização de música para diversos artistas na Europa e África. Nascia assim uma faceta diferente e complementar na carreira de Ritchaz Cabral!
Em 2011, e nos dois anos que se seguiram, Ritchaz integrou a banda de Reggae Luso United, sediada na Amadora, assumindo-se como teclista.
Paralelamente, o artista envolve-se em diferentes projetos ligados à música. Foi co-criador do Estúdio SomGráfico (estúdio de música comunitário), no bairro Outurela (Oeiras), juntamente com outros amigos e músicos; deu aulas de viola na escola básica local; e fez a co-produção e o lançamento do álbum musical independente Proghetto, que contou com a presença de vários artistas.
Em 2012, o artista junta-se ao grupo Raboita como vocalista, guitarrista e baixista. É nesta altura que passa a ter mais contacto com a música tradicional de Cabo Verde, adicionando ao seu leque de sonoridades as Mornas, Batukus, Funanás, Coladeiras e Mazurcas.
Chegamos, enfim, a 2014. Esta foi a altura em que Ritchaz decidiu dedicar-se a uma carreira a solo, começando a preparar aquele que se tornaria no seu primeiro EP. Neste trabalho são bem audíveis as suas raízes cabo-verdianas através dos Funanás lentos, dos Batuques com letras que retratam a simplicidade da vida e os valores do amor e respeito assim como os temas de cariz social, vertente que Ritchaz sempre prezou bastante. Em simultâneo, Ritchaz integra o grupo Skopeofonia, um projeto de investigação académica em Etnomusicologia, da Universidade de Aveiro com a Fundação para a Ciência e Tecnologia, que tem recolhido e analisado as práticas musicais no bairro da Cova da Moura, na Amadora.
É por entre um leve sorriso, um ritmo quente e pegadiço e uma letra que nos transporta para as sinceras e profundas paisagens africanas que encontramos este primeiro trabalho de Ritchaz Cabral. O menino que Portugal viu nascer e crescer é hoje um homem que não esquece as suas origens, homenageando-as em “Mal Famadu”, o seu primeiro EP a solo.
A Festa do Avante é porventura o único festival cultural de grande dimensão que nunca exclui a representação do folclore e etnografia de Portugal.
Na edição deste ano que tem lugar de 1 a 3 de Setembro, na Quinta da Atalaia, no Seixal, vão subir ao Palco Arraial o Grupo Folclórico do Souto, de Guimarães, Grupo de Danças e Cantares de Mazedo, de Monção, Grupo Etnográfico CDCR dos CTT – Porto, Grupo Etnográfico de Quelfes – Olhão, Grupo Folclórico “O Cancioneiro” de Ovar, Grupo Regional de Folclore da Benedita – Alcobaça, Grupo de Danças e Cantares da APPACDM – Setúbal, Rancho Regional de S. Salvador da Folgosa - Porto de Mós, Rancho Típico de Vila Nova – Cernache, Coimbra, Rancho Folclórico de S. Martinho – Fornelos, Cinfães, e o Grupo de Danças e Cantares da Cidreira – Coimbra, para além de outros agrupamentos musicais de divulgação da nossa cultura tradicional.
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Conforme é referido no próprio site oficial da Festa do Avante, “o Palco Arraial demonstra a diversidade da etnografia do nosso Pais, desde as danças mais populares aos sons de uma música de recolha, que importa relembrar e que aos primeiros acordes se reconhece e se reencontra. A música popular e de intervenção passam também por este espaço inigualável de memória, património e cultura.”
Apesar do cunho eminentemente político desta grandiosa iniciativa organizada pelo Partido Comunista Português, a sua vertente cultural não exclui o folclore e a cultura tradicional do nosso povo, reservando um palco para a sua representação. Um exemplo que, política à parte, bem poderia ser considerado pelos organizadores de outros festivais, incluindo os partidos políticos pois falar em nome do povo não basta – é preciso defender a sua identidade e o seu património!
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É cada vez mais frequente depararmos com o mau uso do chapéu em lugares públicos, sobretudo por parte dos homens. E, a sua utilização incorrecta denota desconhecimento das regras da etiqueta, quando não mesmo uma atitude desrespeitosa e falta de educação. Até mesmo em representações folclóricas, estas regras não são por vezes tidas em consideração.
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Sucede cada vez com mais frequência depararmo-nos com pessoas que não descobrem a cabeça à entrada numa igreja, casa particular ou num restaurante, mantendo-o inclusive à mesa durante a refeição.
Mantendo o velho costume, todo o cavalheiro que se preze deve descobrir a cabeça sempre que entre num daqueles locais e, ainda ao ar livre, perante a passagem de uma procissão religiosa, o toque do hino nacional, o desfile de bandeiras e estandartes nacionais ou outra cerimónia em relação à qual seja devida uma atitude particularmente respeitosa. Uma vez retirado da cabeça, o chapéu deve ser segurado na mão, havendo o cuidado de não manter o interior à mostra mas apenas o lado exterior.
Mandavam ainda as regras da etiqueta quanto ao uso do chapéu que o mesmo deve ser ligeiramente levantado ao cumprimentar ou saudar uma senhora e até retirado da cabeça se parar para com ela conversar. Este gesto também se aplica no cumprimento a outro cavalheiro, devendo o cumprimento verbal ser sincronizado com o gesto.
Na sua representação de valhas usanças, convirá que também os grupos folclóricos mantenham a observância de tais costumes durante as suas actuações, em palco e fora dele. É que, chapéus há muitos!
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Do Rio de Janeiro chega-nos um projeto muito particular da cena musical brasileira. Assinam com o peculiar nome de Café República, são irreverentes e criativos q.b e preparam-se para tomar Portugal de assalto!
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A estreia acontece com “Um”, primeiro single do próximo álbum da banda, uma cativante criação onde uma apurada letra convive com elementos pop, rock alternativo e neo-psicadélicos. A Music For All tem o prazer de promover mais um grande nome internacional que, já no próximo mês de Outubro, se prepara para uma digressão pelos palcos portugueses.
A banda Cafe Republica teve origem em 2011 no Rio de Janeiro. É composta por 5 membros, Octavio Peral (voz, guitarra), Anderson Ferreira (teclado, sintetizador, voz), Ygor Xavier (guitarra), Juca Sodré (baixo) e Barbanjo Reis (bateria).
Com influências neo-psicalédicas e rock alternative, a banda caracteriza-se por inesperadas mudanças de ritmo, onde se demarcam por guitarras em phaser, synths violentos e vocais em camadas de delay e reverbs.
2013 foi o ano do primeiro lançamento de dois singles, o “Dancing Around” e “Time Ma-chine”. Em setembro de 2014, lançaram o seu primeiro EP intitulado “Sweet Dive in Turtle’s Land”.
Após uma reação positive do primeiro EP, a banda subiu para um patamar mais Maduro, sem esquecer a influência alternativa e psicadélica. Em 2016 foi lançado o Segundo EP, "Ludere Occultant", com arranjos que se movem para ondas psicadélicas e progressivas de bandas como The Doors, Pink Floyd, Tame Impala e Os Mutantes.
No início de 2017, a banda lançou o disco instrumental “interlúcido”. Originado segundo vivências em estúdio no período de preparação para o seu primeiro álbum, está para breve a chegada do primeiro trabalho físico ainda neste ano decorrente. O EP tem influências de estilo brasileiro com variações entre o progressive, o ambiente, o experimental e o noise.
O PAN, Pessoas-Animais-Natureza, vai concorrer nas próximas autárquicas de dia 1 de Outubro a 32 Municípios e 26 freguesias* sendo que a maioria das candidaturas tem 2/3 de mulheres, por exemplo Porto, Lisboa, Cascais e Ponta Delgada.
O Orçamento do PAN para esta campanha, de cerca de 80.000 euros, dividido por 58 candidaturas, resulta numa média de 1.350 euros por candidatura. Este valor incluí todo o material gráfico, gastos de campanha e ações por um período de dois meses, o que resulta num valor de cerca 700€ por mês por candidatura.
O principal objetivo é reforçar e materializar localmente o trabalho que tem sido realizado no Parlamento. Este objetivo materializa-se na expansão da representação municipal do partido pelas várias candidaturas e pelo desafio de eleger o primeiro vereador do PAN. Meta estabelecida pela candidatura de Lisboa, através da candidata Inês de Sousa Real.
“Sentimos o apoio dos cidadãos e a nossa bandeira, acima de tudo, será travar a abstenção e trazer mais a cidadania para a política local. E pretendemos um reforço das estruturas locais adequado a cada realidade. O objetivo é crescermos para adquirir uma maior capacidade de olhar para todo o território e percebermos quais são os problemas e dificuldades das várias comunidades e pensar em soluções políticas integradas no que toca ao bem-estar e proteção, das pessoas, dos animais e da natureza” defende Francisco Guerreiro, Porta-Voz do PAN e Comissário Político Nacional.
“As alterações climáticas, e a mitigação dos seus efeitos, são o desafio mais premente que os municípios enfrentam. E por tal é com esta base ecológica que todas as candidaturas se apresentam propondo medidas direcionadas para a independência energética, o melhoramento da mobilidade coletiva e ligeira, por exemplo. Uma economia local resiliente terá como base a transição para uma sociedade baseada em carbono 0. Esse não é o futuro, é o presente que o PAN deseja construir” reforça Francisco Guerreiro.
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